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Ficar por dentro das tendências de Comunicação Interna e de RH é um passo fundamental para uma atuação mais estratégica no novo ciclo.

Mas a teoria não basta: além de saber quais são as tendências, é preciso também analisar o que faz ou não sentido para a organização e entender como colocar cada uma em prática. As áreas, que possuem o colaborador como foco e protagonista, devem unir forças em 2026 e embarcar juntas nessa missão.

Para falar sobre tendências e como filtrar e aplicar o que faz sentido para cada organização, José Luis Ovando, sócio-diretor de Estratégia na Supera Comunicação, e Regina Hostin, presidente da ABRH Itajaí e consultora de comunicação, foram os convidados da estreia da 2ª temporada do Dialog Experts, projeto que recebe especialistas para debater sobre temas relevantes para profissionais de CI e RH.

Você pode conferir o conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Tendências de Comunicação Interna e RH: mais do mesmo?

Afinal, quais são as principais tendências de Comunicação Interna e RH para 2026?

Regina cita a Inteligência Artificial e o engajamento de várias gerações, tema que vem ganhando espaço nas empresas, visto que hoje existem 4 gerações ativas (baby boomers, X, millennials e Z).

A especialista explica que esses dois pontos têm relação direta com a reputação organizacional e que a transparência é cada vez mais necessária, uma vez que possíveis crises devem ser respondidas com agilidade.

“Para ser ágil, a empresa precisa ter uma cultura de mapear seus riscos junto com a liderança, de fazer matriz de risco e simulações, porque isso vai fortalecer o pensamento sistêmico e preparar esse time [de CI] para riscos que não tenham sido mapeados”, comentou.

Criar e sustentar uma reputação positiva atrai públicos de relacionamento: colaboradores, talentos, acionistas, comunidade e clientes/consumidores. Fazer isso não é uma responsabilidade exclusiva da Comunicação Interna e RH, mas coloca as áreas em posição de destaque perante ao negócio.

Em complemento, José cita 5 tendências baseadas em um estudo recente lançado pela agência, o Relatório Diálogos Supera 2025, que contou com a contribuição de 91 lideranças de comunicação e RH. São elas:

  1. A necessidade de considerar as diferentes gerações e suas expectativas na Comunicação Interna;
  2. Poder do storytelling como ferramenta de conexão e engajamento;
  3. Gestão dos desafios da infoxicação e da comunicação para públicos diversos;
  4. Construção de culturas organizacionais saudáveis;
  5. Olhar apurado do comunicador é insubstituível.

Sobre a construção de culturas, Ovando explicou que a digitalização da década de 2010 consolidou a tecnologia como um pilar estratégico, reforçando a premissa de que “toda empresa é, essencialmente, uma empresa de tecnologia”. Paralelamente, a crescente valorização do desenvolvimento de pessoas evidenciou outra verdade: “toda empresa é uma empresa de aprendizagem”. 

Desafios como o estresse climático e o Burnout colocam a segurança psicológica e a saúde mental no centro das decisões estratégicas, estabelecendo um novo entendimento: “toda empresa é uma empresa de bem-estar”. No entanto, tecnologia, aprendizagem e bem-estar só geram impacto real quando estão alinhados à cultura organizacional, fortalecendo a capacidade da empresa de inovar, evoluir e cuidar das pessoas

Já sobre o olhar apurado do profissional de Comunicação Interna, ele explica:

“O contexto atual exige que profissionais de comunicação desenvolvam uma postura ambidestra, equilibrando precisão técnica com profunda sensibilidade humana. De um lado, é essencial dominar as ferramentas e estratégias que garantem a eficácia das mensagens. De outro — e ainda mais crucial — cultivar a sensibilidade necessária para orientar informações de forma responsável entre diferentes gerações. Essa é uma competência genuinamente humana, capaz de facilitar a mediação de conflitos e fortalecer a segurança psicológica dentro e fora das organizações.”

Além disso, ele afirma que isso se trata de construir relações verdadeiras, conectando-se com as pessoas por meio de narrativas simples e autênticas, que humanizam objetivos estratégicos e impulsionam resultados sustentáveis.

Como filtrar as tendências de Comunicação Interna e RH

O diretor da Supera lembra que tendências podem ou não podem se concretizar e que profissionais de CI e RH devem estar atentos aos movimentos que surgem na sociedade e no mundo, pois “os ambientes organizacionais refletem, em sua essência, as pessoas que os compõem”.

Mas o filtro para saber se a Comunicação Interna e o RH devem investir em determinada tendência está em entender se aquilo faz sentido (ou não) para a cultura organizacional e a estratégia do negócio, pois “tudo é possível, mas nem tudo convém, cada organização é única”.

Regina concorda com esse ponto e complementa com outras reflexões necessárias para esse filtro:

  • Quem vai colocar essa iniciativa/tendência “de pé”? Levando em consideração principalmente empresas e áreas que buscam reduzir seus custos.
  • Essa tendência resolve qual problema da organização?

Da teoria para a prática

Após identificar uma tendência que faz sentido para a empresa, por onde começar para garantir uma implementação eficiente? Que etapas podem ser seguidas para aumentar as chances de sucesso?

A presidente da ABRH Itajaí explica que, ao confirmar que a tendência faz sentido e resolve algum problema da empresa, o próximo passo é entender se existem competências internas para colocar em prática ou se é preciso promover alguma capacitação, trazer parceiros, contratar fornecedores etc.

Definir objetivos e indicadores é outro passo importante, pois sem métricas não há gestão. Ela sugere também promover um projeto piloto para reduzir riscos.

Hostin completou com duas ponderações:

  1. As áreas de CI e RH devem explicar para os colaboradores o porquê determinada tendência está sendo implementada, pois a resistência à mudança acontece quando essa transição não é devidamente explicada.
  2. É preciso envolver a liderança e os colaboradores para garantir uma implementação de sucesso.

Esse último ponto é reforçado por José Luis, pois toda boa ideia ou processo de transformação precisa de patrocinadores. 

“Quanto mais profunda a mudança ou maior a complexidade de implementação, mais essencial é que as lideranças estejam alinhadas — em todos os níveis: alta, média e operacional.”

Ele explica que, muitas vezes, a Comunicação Interna atua nos bastidores: cria a ideia, convence boa parte da organização de que ela é promissora, dedica energia para estruturá-la, conquista a adesão do CEO e, depois disso, os porta-vozes orientados comunicam a novidade e recebem os aplausos. E tudo bem, pois o brilho pertence aos resultados.

“O trabalho de comunicadores e profissionais de RH está sempre conectado a construção de acordos e caminhada conjunta, de braços dados, com apoiadores. É a partir desse alinhamento que a ideia — enquanto tendência — ganha espaço para ser absorvida, incorporada e realmente acontecer.”

Potencial da união entre Comunicação Interna e RH

Regina explica que fora do estado de São Paulo é muito comum que a comunicação fique dentro da área de RH, departamento focado nas pessoas, no clima e em temas como jornada do colaborador, cultura e bem-estar.

Independentemente da CI estar sob a área de RH, Marketing ou respondendo diretamente para a alta liderança, a união entre esses dois departamentos é valiosa para as organizações, pois traduz valores, propósito, cultura e estratégia para os colaboradores.

FAQ: Tendências de Comunicação Interna e RH em 2026

1. Quais são as principais tendências de Comunicação Interna e RH para 2026? 

Inteligência Artificial, engajamento de múltiplas gerações (baby boomers, X, millennials, Z), storytelling como ferramenta de conexão, gestão da infoxicação, construção de culturas organizacionais saudáveis, e o olhar apurado do comunicador.

2. Como filtrar quais tendências adotar na organização? 

Verificar se faz sentido para a cultura organizacional e estratégia do negócio, avaliar quem vai implementar (considerando custos), e identificar qual problema da organização a tendência resolve.

3. Como aplicar uma tendência na prática? 

Confirmar que resolve um problema, verificar competências internas ou promover capacitação, definir objetivos e indicadores, fazer projeto piloto, explicar o “porquê” aos colaboradores, envolver liderança e colaboradores.

4. Por que a união entre Comunicação Interna e RH é importante? 

Porque traduz valores, propósito, cultura e estratégia para os colaboradores, focando nas pessoas, clima, jornada do colaborador e bem-estar.

5. Qual é o papel do profissional de Comunicação Interna hoje? 

Desenvolver postura ambidestra: precisão técnica com sensibilidade humana, dominar ferramentas, orientar informações entre gerações, mediar conflitos e fortalecer segurança psicológica.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Se você é um profissional antenado, já deve ter previsto quais são as principais tendências de Comunicação Interna em 2025. Isso porque sabemos que, embora alguns desafios permaneçam os mesmos, a cada ano a área precisa se adequar para atender às necessidades do mercado e das pessoas.

Recentemente, a Aberje e a Ação Integrada divulgaram a nova edição da pesquisa anual sobre o tema. Além das tendências de Comunicação Interna, o relatório também apontou quais são os principais desafios, objetivos, canais e processos da área. 

Se você ainda não teve a oportunidade de conferir o estudo, fique por aqui. E se você já acompanhou os resultados, continue a leitura também porque neste artigo vamos te mostrar como a Dialog pode te ajudar a aplicar essas tendências no seu dia a dia. 

Segmentação e personalização no topo das tendências

Em 2025, os comunicadores acreditam que a grande tendência de Comunicação Interna será intensificar a segmentação e a personalização de narrativas e mensagens. Isso é ótimo, porque a área precisa definir formas mais eficientes de se comunicar com diferentes públicos internos. A segmentação e a personalização aumentam a identificação das pessoas com a marca e ainda evitam a infoxicação nos canais da empresa.

Além disso, o uso de recursos audiovisuais, a transparência na Comunicação Interna e a valorização das emoções também recebem destaque. Isso mostra que os profissionais da área têm entendido que a comunicação corporativa precisa ter como foco as pessoas e suas formas de se relacionar com o conteúdo. 

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A nossa plataforma de Comunicação Interna permite a segmentação da mensagem por meio de filtros e da criação de grupos fechados. Além disso, a Dialog também te ajuda a personalizar a comunicação com o Power AI Creator, nosso recurso de Inteligência Artificial com foco em produção de conteúdo. 

Falando em utilização de linguagens audiovisuais, a Dialog também é a ferramenta perfeita. No nosso canal de comunicação, você consegue publicar textos, imagens, vídeos, arquivos e ainda compartilhar links variados.

Comunicação Interna

Engajar as lideranças permanece como principal desafio

De fato, conquistar o engajamento das pessoas não é uma tarefa fácil para a Comunicação Interna — e engajar as lideranças como comunicadores continua sendo o principal desafio da área. Este é o nono ano consecutivo em que esse tema aparece no topo do ranking, mas precisamos admitir que houve um singelo avanço. Nos últimos três anos, o percentual correspondente a esse desafio diminuiu: 74% em 2023, 64% em 2024 e 59% em 2025. 

Comunicar a cultura da empresa, fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais e melhorar a mensuração e a gestão de dados também continuam sendo importantes desafios para a Comunicação Interna. A boa notícia é que com a plataforma certa é muito mais fácil superá-los!

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Falou em engajamento, falou em Dialog! A estrutura da nossa plataforma foi pensada para estimular o engajamento dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos. Isso porque, além de ter uma interface intuitiva, o nosso canal permite que todas as pessoas sejam incluídas no fluxo da Comunicação Interna — o que estimula a participação e o senso de pertencimento. 

E mais: temos o exclusivo Índice Dialog de Engajamento, um recurso que te ajuda a monitorar o engajamento dos colaboradores, fazer benchmarking com outras empresas do mesmo setor e ainda receber análises preditivas do comportamento dos usuários. 

Com uma plataforma como essa, disponível nas versões mobile e desktop, é muito mais fácil comunicar a cultura da empresa, atingir públicos operacionais e melhorar a mensuração e a gestão de dados. 

Comunicação Interna

Fortalecer a cultura e o orgulho lidera os objetivos da área

Não é à toa que fortalecer a cultura e o orgulho é o objetivo número 1 da Comunicação Interna em 2025. Afinal, esse sentimento de pertencimento é o que faz com que os profissionais se sintam respeitados, valorizados e, consequentemente, dispostos a ajudar a empresa a prosperar. 

A Comunicação Interna tem um papel importantíssimo nessa jornada, pois é por meio da comunicação que a cultura organizacional deixa de ser um mandamento no papel e se torna parte do dia a dia de quem trabalha ali. 

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog pode ajudar a sua empresa a atingir esse objetivo centralizando a Comunicação Interna em um único canal e incluindo, ali, todas as pessoas que fazem parte da organização. Nenhuma cultura é fortalecida quando existem colaboradores que não se sentem parte da companhia. 

Garantimos um acesso descomplicado à plataforma, já que o cadastro do colaborador pode ser feito via matrícula, CPF ou e-mail. Simples assim! Com a Dialog, ninguém precisa estar no escritório para acompanhar a Comunicação Interna.

Comunicação Interna

Canais internos são imprescindíveis para qualquer estratégia

Sabemos que a Comunicação Interna acontece de diferentes formas, inclusive nos corredores e de boca a boca. Porém, também sabemos que a forma mais eficaz de entregar informações é por meio dos canais internos formais, como intranet, rede social corporativa, e-mail, TV etc. 

A pesquisa trouxe justamente esse dado. No ranking de efetividade, os canais internos formais assumem a posição de liderança. Até porque, sem eles não é possível organizar a Comunicação Interna nem acompanhar o desempenho das ações desenvolvidas.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Se os canais internos formais já são vistos como eficientes pelas empresas, um canal de Comunicação Interna como o da Dialog conquistará o coração dos profissionais de CI e RH. 

Nossa plataforma centraliza informações, facilita o acesso a galerias e documentos, permite a realização de quizzes e pesquisas, otimiza a consulta de benefícios, disponibiliza um calendário de eventos, segmenta e personaliza a comunicação, traz dados quantitativos e qualitativos, bem como permite a integração com diferentes sistemas e módulos especiais. 

Comunicação Interna

E-mail é coisa do passado? Não para a Comunicação Interna 

Sim! As pessoas ainda usam e-mail e esse canal se mostra muito presente nas empresas que têm um grande número de colaboradores administrativos. Embora o percentual tenha caído em comparação a 2024, quando os comunicados via e-mail registravam 89% das respostas, não há qualquer previsão de descontinuidade dessa importante ferramenta de comunicação. 

O e-mail também é o canal mais mais efetivo para os gestores e os profissionais que atuam na área Comercial. Esse recurso é bastante útil quando a Comunicação Interna acontece de forma unilateral; ou seja, a empresa comunica o que precisa ser dito sem almejar uma interação direta das pessoas a partir daquela mensagem.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog é mais do que uma intranet ou uma rede social corporativa, ela é uma plataforma completa de Comunicação Interna! Isso significa que acompanhamos as tendências do mercado para entregar soluções cada vez mais personalizadas, eficientes e condizentes com a realidade de cada organização. 

Por isso, oferecemos a você o Dialog Smart E-mail — mas não se engane: esse recurso não é um simples serviço de e-mail convencional. O nosso produto foi pensado a fim de garantir exclusividade para uso corporativo, o que diminui consideravelmente a probabilidade da sua mensagem cair no spam. 

Além disso, trazemos métricas e insights valiosos, facilitamos a personalização, permitimos o agendamento, oferecemos envio cadenciado e cancelamento parcial, duplicamos sua campanha em poucos segundos e ainda utilizamos a segmentação como parte da estratégia.

Comunicação Interna

Já passou da hora de digitalizar a CI para o público operacional

Dá para acreditar que, em muitas empresas, o público operacional ainda não é incluído no fluxo digital da Comunicação Interna? Isso provavelmente acontece em organizações que ainda não conheceram a Dialog, pois a nossa plataforma traz a solução para esse desafio. 

Além desse panorama que desenha um cenário off-line, a pesquisa da Aberje ainda traz um dado alarmante: 50% das empresas não segmentam a Comunicação Interna para o público operacional que atua fora das unidades. Ou seja: além de estarem excluídas do processo formal de digitalização, essas pessoas ainda não recebem informações personalizadas.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Para começar, a Dialog pode ajudar acabando com essa segregação que define quem consome informação digital e quem precisa se limitar a canais obsoletos. Não estamos dizendo que veículos como a TV corporativa e o mural impresso não podem ser eficientes, mas acreditamos que eles não suprem — sozinhos — as necessidades de uma Comunicação Interna verdadeiramente estratégica. 

Com a Dialog, sua empresa alcança 100% do público interno, entre administrativos e operacionais, no mesmo canal de comunicação. Inclusive, a nossa plataforma permite a integração com diversos sistemas, como a TV corporativa. Isso facilita ainda mais a gestão da sua CI, permitindo que ela amplie o alcance da mensagem e trabalhe a informação com mais eficiência. 

Na Dialog, atingimos o público operacional de empresas do Agronegócio, do Varejo, da Saúde, da Indústria, da Logística e Mobilidade. Conheça nossos cases.

Tecnologia como aliada da Comunicação Interna

Se a tecnologia ocupa cada vez mais espaço na nossa vida, por que na Comunicação Interna seria diferente? O estudo de tendências mostra que a procura por inovações tecnológicas tem crescido na área, que busca cada vez mais o uso de chatbots e assistentes virtuais, bem como recursos que facilitam a geração de conteúdo, a tradução, a gamificação e a análise de sentimentos. 

Comunicação Interna
Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog investe em Inteligência Artificial desde 2023 e, de lá pra cá, construiu um inovador ecossistema de Inteligência Artificial para Comunicação Interna. Esse ecossistema contempla três módulos: o Power AI Creator, o Índice Dialog de Engajamento e o AI Insights, nosso mais novo lançamento.

Com essas tecnologias, você consegue otimizar e personalizar a produção de conteúdo, acompanhar o engajamento dos colaboradores de um jeito inteligente, e receber insights exclusivos sobre a sua estratégia de Comunicação Interna. 

Não basta comunicar, é preciso mensurar 

Se antes a mensuração assombrava os profissionais da área em função da dificuldade de identificar e analisar indicadores, agora o grande desafio é construir um relatório robusto e coerente para mostrar o valor estratégico da Comunicação Interna. 

As empresas estão cada vez mais cientes de como o setor consegue apoiar o negócio na conquista de resultados expressivos. Por isso, a Comunicação Interna precisa contar com ferramentas capazes de oferecer insights e medir mudanças no comportamento dos colaboradores.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Com um dashboard rico em dados, a nossa plataforma oferece às empresas mais de 50 indicadores para turbinar a mensuração e a análise de dados. 

Além disso, a Dialog também conta com recursos exclusivos, como o Índice Dialog de Engajamento e o AI Insights. Essas duas tecnologias utilizam Inteligência Artificial para entregar análises preditivas, fazer avaliações detalhadas do uso da plataforma e sugerir melhorias para a estratégia da sua Comunicação Interna.

Está esperando o que para investir em uma plataforma de Comunicação Interna que acompanha todas as tendências do mercado? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

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Quais são as tendências de Comunicação Interna 2025? Esse foi o tema principal do primeiro episódio do Dialog Experts, novo projeto que convida especialistas do mercado de CI para debater sobre assuntos relevantes para profissionais da área.

As convidadas da vez foram Flávia Rios, CEO na Rede Comunicação, e Kerlin Dutra, diretora de Planejamento e Conteúdo na HappyHouse. Além de falarem sobre as tendências propriamente ditas, elas debateram como identificar quais delas são realmente aplicáveis em cada empresa e o que faz sentido ser colocado em prática.

Você pode assistir ao conteúdo na íntegra clicando aqui.

Antes das tendências de Comunicação Interna 2025, os aprendizados

Antes de falar sobre quais são as tendências de Comunicação Interna 2025, as entrevistadas responderam quais são os maiores aprendizados dos últimos anos que não podem ser esquecidos por profissionais de CI que querem desenvolver uma atuação estratégica neste ano.

Para Kerlin, estar em movimento e em desenvolvimento contínuo para acompanhar as mudanças do mercado de Comunicação Interna é um aprendizado, a flexibilidade e o jogo de cintura também foram habilidades adquiridas.

Ela ainda cita que a área de Comunicação Interna vem ganhando cada vez mais relevância e trabalhando junto à liderança e a c-levels para atrair e reter talentos. Além disso, entender e lidar com a liderança comunicadora também foram aprendizados importantes para profissionais de CI

“Treinar líderes e estar ao lado deles como profissional de Comunicação Interna, apoiando e instrumentalizando, é o que vai fazer com que essa comunicação se torne mais forte e mais eficaz.”

Flávia complementa citando que, mesmo com a resistência de alguns, os profissionais de CI devem adotar e usar dados em seu dia a dia. Segundo ela, é fundamental ter proximidade com o board executivo e garantir um assento estratégico nessa mesa. Porém, Flávia ressalta que esse lugar só é conquistado a partir do momento que a Comunicação Interna se posiciona como uma área verdadeiramente estratégica.

“Então, para que eu seja estratégica, não adianta eu chegar lá e falar ‘ah, eu sou de humanas e não sei de números’. Você precisa saber da estratégia da empresa, dos números que regem a empresa, precisa entender a meta que está ali colocando o CEO para caminhar.”

Agora sim, as tendências

A diretora da HappyHouse começou chamando a atenção para temas relacionados ao bem-estar do colaborador, como felicidade corporativa e saúde mental, que — segundo ela — devem ser apoiados pela Comunicação Interna.

Kerlin também citou a sustentabilidade e enfatizou que a área deve trabalhar na divulgação de iniciativas desenvolvidas pela empresa a fim de que haja ciência e conscientização por parte dos colaboradores.

A autenticidade foi outro ponto citado pela diretora, que explica que cada organização possui necessidades próprias e que não é possível fazer um simples “copia e cola” que funcione para todas as empresas.

No âmbito de canais e conteúdo, Kerlin considera que, em 2025, a tendência é seguir uma estratégia de menos canais, mas mais eficazes. Ela cita que muitos clientes da HappyHouse fizeram a revisão dos canais usados no último ano.

“[A tendência é] ter poucos e efetivos canais de Comunicação Interna que atinjam todo o público interno com agilidade.”

Já em relação ao conteúdo, ela sugere que times de CI façam uma curadoria de informações relevantes para o público — incluindo comunicações sobre a cultura organizacional, que precisa ser forte para manter a companhia estável e a marca empregadora.

A CEO na Rede Comunicação citou a tecnologia, humanização e personificação das comunicações como tendências.

“Já estamos vivendo em uma sociedade de comunidades, estamos cada vez mais com os fandoms, essas comunidades de fãs… E dentro das organizações, isso não é diferente. Acho que de todas essas temáticas [citadas por Kerlin], como é que a tecnologia vai nos ajudar a ter comunicações mais efetivas, assertivas e personificadas? (…) A tecnologia é uma parceira fundamental para isso, para segmentar, para dar dados, para orientar.”

Ela ainda afirma que com o avanço da tecnologia, as pessoas querem se sentir únicas, valorizadas e representadas. Por fim, Flávia analisa que vivemos na era dos criadores de conteúdo, sendo assim, o uso de influenciadores internos — que vem crescendo nos últimos anos — se intensifica neste ciclo.

O que faz sentido para a organização?

Ok, você já entendeu quais são as tendências de Comunicação Interna 2025, mas como fazer o filtro do que faz ou não sentido aplicar na sua empresa?

Para Flávia, é o “velho e bom” diagnóstico. Ela cita como exemplo que a Rede e HappyHouse, mesmo sendo duas agências de comunicação, são empresas diferentes que têm necessidades e estratégias distintas. O mesmo se aplica para cada área de CI.

“Temos que sentar, entender, diagnosticar, pegar dados e números, conversar com os influenciadores oficiais e não oficiais”, explicou a CEO.

Kerlin corrobora o ponto e explica que existem diferentes formas de fazer esse diagnóstico, inclusive por canais de CI que entregam dados para acompanhamento em tempo real.

Além disso, conhecer o público interno é um passo fundamental para entender se a tendência é aplicável, segundo a diretora da HappyHouse. O terceiro filtro a ser feito é analisar se a tendência conversa com a cultura da organização. 

Conhecer a estratégia do negócio, entender os objetivos e as metas organizacionais, também ajudam profissionais de Comunicação Interna a filtrar tendências.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é, certamente, um dos temas mais discutidos por profissionais de Comunicação Interna nos últimos dois anos. Em 2025, o uso da tecnologia deve se intensificar, mas ela chega para roubar empregos? Flávia explica que não.

Ela reflete que as conversas atuais passaram da fase do “usar ou não usar” para o “como fazer essa adaptação”, mas que a IA não vem para substituir o que é único do ser humano.

“A Inteligência Artificial é isso: um grande suporte e um grande auxiliar que vai revolucionar — já está revolucionando — o que a gente vem fazendo. Mas não substitui o humano, e a Comunicação Interna tem muito do humano, tem muito do olho no olho. Quantas pessoas permanecem na organização não por causa do salário, mas porque acreditam naquilo, porque acreditam em alguém”, comentou Flávia.

Kerlin, que se considera entusiasta da IA, enxerga a tecnologia como uma parceira que traz agilidade na operação, enquanto a estratégia e a condução são humanas.

A diretora explica que a IA chega para dar suporte às equipes, normalmente enxutas, para justamente ganhar agilidade no dia a dia — seja produzindo um conteúdo ou colhendo insights de reuniões, por exemplo.

Leia também:

  • Inteligência Artificial na Comunicação Interna: veja o que diz a ComunIA
  • Inteligência Artificial na Comunicação Interna: 2024, o ano da transformação

Dicas

As especialistas compartilharam dicas para profissionais de Comunicação Interna a fim de que a área seja reconhecida por sua importância e seu impacto no negócio.

Flávia cita: conhecer o público interno é essencial para entender quais são os melhores canais e formatos no intuito de compartilhar mensagens relevantes para os colaboradores. Outro ponto é conhecer as metas e a estratégia da empresa, de forma que a área complemente tudo isso.

Além dos pontos citados, Kerlin aponta que times de CI devem conhecer a cultura organizacional, monitorar dados e estar em constante desenvolvimento. Por fim, ela recomenda que esses profissionais assumam uma postura mais estratégica e busquem trabalhar junto a c-levels e diretorias.

“Um profissional que sabe se comunicar, conhece e define a estratégia de comunicação com pessoas é fundamental. Então, se posicione dessa forma”, finalizou Kerlin.

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Assinatura Marcela hub nova

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Por que as empresas devem contratar uma agência de Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/por-que-as-empresas-devem-contratar-uma-agencia-de-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/por-que-as-empresas-devem-contratar-uma-agencia-de-comunicacao-interna/#respond Thu, 16 Jan 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5562 No mercado de comunicação, a contratação de agências é bastante comum quando o assunto é gerenciamento de redes sociais, marketing de conteúdo, assessoria de imprensa e relacionamento com clientes. Porém, as agências também podem ser grandes parceiras das empresas que precisam estruturar a Comunicação Interna e desenvolver estratégias verdadeiramente eficientes.  É possível fazer Comunicação Interna […]

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No mercado de comunicação, a contratação de agências é bastante comum quando o assunto é gerenciamento de redes sociais, marketing de conteúdo, assessoria de imprensa e relacionamento com clientes. Porém, as agências também podem ser grandes parceiras das empresas que precisam estruturar a Comunicação Interna e desenvolver estratégias verdadeiramente eficientes. 

É possível fazer Comunicação Interna apenas com recursos internos? Sim, com certeza! Principalmente quando a organização conta com plataformas intuitivas, como a Dialog. No entanto, ainda assim é necessário que haja uma equipe qualificada e disponível. Afinal, já foi o tempo em que a Comunicação Interna se resumia a e-mails na caixa de entrada e a folhas A4 fixadas ao mural. Hoje, a área exige uma postura integrada e atenta tanto ao engajamento dos colaboradores quanto aos objetivos do negócio. 

Não existe uma regra: há empresas que — sozinhas — desenvolverão um planejamento impecável; enquanto outras deixarão a desejar. Inclusive, se você quer conferir alguns cases de sucesso na área, clique aqui. Temos vários! De qualquer forma, o essencial é conhecer as necessidades da Comunicação Interna na sua organização para definir se é ou não importante contar com uma ajudinha externa. 

Está na dúvida se é o seu caso? Confira, a seguir, três motivos pelos quais a sua empresa deveria cogitar a contratação de uma agência especializada.

Equipes pequenas e sobrecarregadas

De acordo com dados divulgados pela Aberje no ano passado, 53% das equipes de Comunicação Interna são formadas por até 5 profissionais. Na sua empresa também é assim? Em muitas companhias, a área de Comunicação Interna costuma ser enxuta — o que dificulta a absorção de demandas e prejudica a otimização das tarefas necessárias.  

É pouca gente construindo uma área tão importante para o sucesso do negócio, principalmente se levarmos em consideração o fluxo das atividades: coletar briefing, produzir conteúdos, enviar mensagens, realizar pesquisas, avaliar os resultados, mensurar as ações desenvolvidas e por aí vai… 

Se esse é o seu sentimento, de que há muitas tarefas a serem distribuídas entre uma equipe pequena, talvez esteja na hora de procurar uma agência que te ajude a conduzir a Comunicação Interna. 

Visão externa e imparcialidade

Sabe quando parece que toda a sua criatividade se esvaiu? Você tenta propor algo novo, mas não consegue sair do lugar. Nessas horas, é interessante contar com alguém que traga outras perspectivas. Um profissional de uma agência de comunicação pode ser essa pessoa! 

A partir de uma visão externa e imparcial, a agência pode trazer insights valiosos para a sua empresa. Esse olhar fresco, somado ao conhecimento de mercado, permite que uma outra equipe identifique lacunas e oportunidades de melhorias que, devido à correria do dia a dia, passaram despercebidas pelo setor internamente. 

Precisa reestruturar sua Comunicação Interna e não sabe por onde começar? Entrar em contato com uma agência pode ser a resposta.

Foco em inovação e tendências

O mundo da comunicação está cheio de tendências! Por isso, nem sempre é fácil acompanhá-las e aplicá-las no trabalho. Até porque, vamos combinar: às vezes fazer o básico da Comunicação Interna já toma todo o tempo que as equipes têm. 

As agências de comunicação, para se manterem competitivas, estão constantemente de olho nas tendências de mercado, em novas formas de engajamento e em soluções tecnológicas. Isso significa que, ao contratar uma agência, a sua empresa pode se beneficiar de estratégias modernas e alinhadas às últimas novidades, garantindo que sua Comunicação Interna se mantenha relevante e atraente para os colaboradores.

Cansou de fazer mais do mesmo? Às vezes, inovar é cocriar a Comunicação Interna com outros parceiros. 

Gostou da reflexão e quer dar esse passo importante? Várias agências de comunicação são parceiras da Dialog. Neste portal de conteúdo, você encontra algumas delas no menu principal. 😉 

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O que esperar da Comunicação Interna em 2025 https://blog.dialog.ci/o-que-esperar-da-comunicacao-interna-em-2025/ https://blog.dialog.ci/o-que-esperar-da-comunicacao-interna-em-2025/#respond Thu, 05 Dec 2024 16:36:27 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5494 O que deu certo ou errado nas estratégias desenvolvidas em 2024? E o que podemos esperar da Comunicação Interna em 2025? Essas e outras questões foram respondidas no último episódio da 4ª temporada do Dialog Talks, que contou com a presença de Rafael Oliveira, profissional com mais de 20 anos de experiência, professor na ESPM-Rio […]

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O que deu certo ou errado nas estratégias desenvolvidas em 2024? E o que podemos esperar da Comunicação Interna em 2025?

Essas e outras questões foram respondidas no último episódio da 4ª temporada do Dialog Talks, que contou com a presença de Rafael Oliveira, profissional com mais de 20 anos de experiência, professor na ESPM-Rio e fundador da Rafa Is Cool, consultoria especializada em liderança e comunicação. Ele foi Top 2 Comunicador do Ano pelo Prêmio Aberje 2022 e Executivo de Comunicação da Região Sudeste pelo Prêmio Top Mega Brasil 2022.

Você pode assistir ao episódio na íntegra no YouTube ou clicando no player abaixo.

Antes da Comunicação Interna em 2025…

Antes de abordar o que se sabe até o momento sobre a Comunicação Interna em 2025, Rafael Oliveira fez uma análise sobre as tendências que estavam previstas para a área em 2024.

Ele pondera que algumas tendências apareceram ao longo de 2024, mas questiona se houve algum tipo de avanço real nos temas. Indo além, Rafael ainda afirma que alguns tópicos não são tendências, mas sim necessidades da área.

Como exemplo, ele citou liderança comunicadora: maior desafio da área por 8 anos consecutivos, segundo um estudo da Aberje e da Ação Integrada (veja a edição de 2024 aqui).

“Quando uma coisa ocupa o 1º lugar por 8 vezes, significa que a gente não está conseguindo resolver bem isso. E veja que é um tema muito comum. Você ouve falar de liderança comunicadora o tempo todo (…), e eu acho difícil que essa pauta saia do primeiro lugar ou do top 5 [da edição do estudo] no ano que vem. Então, acho que precisamos repensar a forma que estamos tratando esse tema”, reflete.

Outros pontos apontados como tendências e que de fato foram trabalhados, mas que não avançaram tanto na prática nas organizações, de acordo com Rafael, são: inovação, Inteligência Artificial, mensuração na Comunicação Interna e construção de narrativas com colaboradores como produtores de conteúdo.

“Está na hora de descentralizar [a produção de conteúdo]. A área de Comunicação Interna não dá conta de tudo porque são estruturas pequenas, então a melhor forma é transferir isso para colaboradores”, defende.

Ele ainda avalia que muitas áreas de Comunicação Interna precisam rever seus processos porque trabalham sem planejamento e sem diálogo com outras áreas, o que resulta numa atuação de “padaria”, ou seja, apenas atendendo a pedidos.

Rafael cita por fim o engajamento, que foi tema quente em 2024, e reflete que as escolhas das equipes de CI (matriz de canais, narrativas etc.) impactam diretamente o assunto. Para ele, o próximo passo é que a área engaje de forma que gere resultados estratégicos, virando o ponteiro do negócio.

“A minha visão é que as tendências de 2024 permanecem para 2025”, frisa.

Os aprendizados de 2024

Para o fundador da Rafa Is Cool, a Inteligência Artificial foi o tema de destaque do ano para a área de Comunicação Interna.

“O profissional de comunicação começou a romper uma barreira, um receio em relação a isso [IA], e começou também a entender melhor possibilidades de aplicação. E eu acho que ainda está muito aquém do que pode ser”, comenta.

Outros destaques que representaram aprendizados para equipes de CI e apresentaram evolução neste ano, segundo Rafael, foram: cultura organizacional e marca empregadora.

“A Comunicação Interna conseguiu se apropriar – não de ser dona, mas de entrar nessa conversa junto com o RH (…) –, evoluir e avançar nas ações de employer branding nesse sentido”, diz.

O entrevistado também aponta que a infoxicação foi, em 2024, um dos grandes ensinamentos para profissionais de CI.

“A Comunicação Interna precisa olhar para isso. Olhou [em 2024] e acho que vai continuar. [Esse olhar] passa por uma curadoria de canais, por soluções digitais, por entender a jornada do colaborador e saber quem são as personas internas. Tudo isso ajuda a ter a informação certa para a pessoa certa e no momento certo, e não ficar ‘entulhando’ as pessoas de conteúdo”, ressalta.

Oliveira lembra que colaboradores são bombardeados por informações a todo momento, e que a CI deve ser estratégica para não perder a conexão com o público interno.

Tudo é case? Veja bem…

Rafael foi jurado no Prêmio Aberje de 2024, principal prêmio de Comunicação Interna do Brasil. Quando perguntado sobre o que chamou a atenção nos cases escolhidos, a resposta foi polêmica: alguns deles são projetos normais, o que não é um problema, mas não acha justo premiá-los.

Ele convida profissionais de CI a refletirem se os projetos que estão em andamento são válidos para uma premiação desse porte e, ao mesmo tempo, incentiva que cada vez mais equipes participem. Esses movimentos amadurecem o mercado, segundo ele.

Outro conselho dado para equipes que desejam transformar a atuação da área em benchmark para outras empresas é: o case precisa ter resultado consistente e que resolva problemas do negócio.

Comunicação Interna em 2025

O entrevistado compartilhou alguns pontos que devem estar no radar e na rotina dos profissionais de Comunicação Interna em 2025:

  • Everyday AI: Uso rotineiro da Inteligência Artificial;
  • Digital Employee Experience: A experiência digital do colaborador deve ser trabalhada pelas empresas, principalmente quando pensamos que muitas companhias trabalham em modelos híbrido e remoto;
  • Experiência do colaborador e marca empregadora: Atrelar os dois pontos impacta o engajamento, o branding e os resultados;
  • Simplicidade: Pensando na infoxicação, apostar numa comunicação direta e simples (mas envolvente e bem feita) é o caminho;
  • Humanização: Narrativas precisam ser feitas de forma envolvente e humanizada para se aproximar dos colaboradores, isso envolve formatos e estratégias.

Sobre a Inteligência Artificial, Rafael afirma que a curto e médio prazo profissionais de CI não serão substituídos por ela, mas sim por outros profissionais que sabem utilizar a tecnologia.

Para isso, é preciso buscar formas para se desenvolver e aprender a explorar o potencial de ferramentas com essa tecnologia.

Por fim, a Comunicação Interna em 2025 precisa ter como aliada uma plataforma que seja capaz de otimizar o tempo e o trabalho das equipes.

No caso da Dialog, a descentralização da produção de conteúdo se torna possível com recursos como timeline interativa e gamificação. A ferramenta conta um dashboard com mais de 50 indicadores e o Power AI Creator, módulo de IA para produzir conteúdo. Conheça agora.

“Se falta tempo para focar no que é importante, se a gente está muito afundado no operacional, que não nos deixa olhar para o que é estratégico e gerar resultado para a área e para a empresa, acho que uma plataforma é um passo óbvio para mudar essa realidade”, conclui.

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Tendências de Comunicação Interna; confira insights https://blog.dialog.ci/tendencias-de-comunicacao-interna-confira-insights/ https://blog.dialog.ci/tendencias-de-comunicacao-interna-confira-insights/#respond Thu, 01 Feb 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4642 Entra ano, sai ano e sempre se fala sobre tendências. Na Comunicação Interna não seria diferente. Mas quais são, de fato, as tendências aplicáveis para os profissionais de CI em 2024? O que não deve ficar de fora do radar e do planejamento da área para uma atuação mais estratégica? E, o mais importante, como […]

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Entra ano, sai ano e sempre se fala sobre tendências. Na Comunicação Interna não seria diferente. Mas quais são, de fato, as tendências aplicáveis para os profissionais de CI em 2024? O que não deve ficar de fora do radar e do planejamento da área para uma atuação mais estratégica? E, o mais importante, como colocar essas tendências em prática?

Para te ajudar a encontrar essa e outras respostas, a Dialog – HR Tech líder em Comunicação Interna e Engajamento no Brasil – promoveu um aulão especial em parceria com a United Minds. Kelly Cufone, diretora de Projetos na United Minds, falou sobre o tema. 

Você pode assistir ao aulão na íntegra clicando no player abaixo.

Tendências de Comunicação Interna: o que não deu certo

Antes de falar sobre as tendências de Comunicação Interna, a diretora reflete sobre o conceito e também sobre a possibilidade dos temas citados serem, de fato, aplicados de forma permanente na área.

Como exemplo, ela citou o metaverso. Essa tendência atingiu todo o seu potencial durante a pandemia (não só para a área de CI), mas – com o passar do tempo – se mostrou algo passageiro.

“Esse processo deu uma ‘flopada’ de certa forma, o que não quer dizer que o tema não vá ressurgir mais para frente. Porém, no momento que a gente está, o processo que se esperava, que era o ‘next big thing’, não aconteceu”, diz.

O que vem por aí

Para deixar claro o que é tendência na área de CI, a palestrante compartilhou uma fala de Marlene Marchiori, especialista em comunicação:

“A comunicação eficaz será aquela que se mostre adaptável ao ritmo da mudança, que tenda a se intensificar e assegure as condições para que o diálogo necessário se dê num esquema de influenciar e ser influenciado na busca pelo que é certo.”

E como atingir isso? Kelly explica que é necessário conhecer o público interno, identificar onde estão essas pessoas, entender como alcançá-las, definir qual é o orçamento que a área possui e estruturar a divisão das atribuições. “Pensar esses pontos para poder se planejar é extremamente importante”, afirma.

Além disso, ela separou as tendências de Comunicação Interna em 3 pilares: mercado de trabalho, cultura/sociedade e criatividade. Confira um pouco mais sobre eles a seguir.

Mercado de trabalho

  • Experiência e jornada do colaborador

É inegável o fato de que grandes mudanças aconteceram nos últimos anos: novos modelos de trabalho, uma outra geração, tecnologias inovadoras e economias diversas. 

Tudo isso mudou as expectativas dos colaboradores, que passam a querer mais do que um “simples” salário. Nesse sentido, a experiência e a jornada passam a contar (e muito!).

Kelly lista 5 qualidades que as pessoas buscam nas empresas, ressaltando que a Comunicação Interna deve apoiar outras áreas para garantir que haja essa percepção por parte dos colaboradores. Esses atrativos são:

  1. Segurança psicológica e no cargo;
  2. Ambiente de trabalho positivo;
  3. Pares de confiança;
  4. Salários e benefícios competitivos;
  5. Recursos para ter sucesso.

Ela complementa o argumento ao afirmar que profissionais querem mais significado, flexibilidade, equilíbrio e, além disso, também querem entender melhor onde se encaixam no futuro da organização.

Um estudo mostrou que há 8 vezes mais engajamento por parte dos colaboradores quando líderes seniores fazem com que eles se sintam empolgados com o futuro.

Cultura/sociedade

  • Criação de comunidades

A palestrante comenta a relação entre o descontentamento das pessoas com as redes sociais, que muitas vezes são impulsionadas por um marketing agressivo e trazem um grande fluxo de informações, tornando impossível o foco.

Esse descontentamento, segundo Kelly, direciona as pessoas a pequenas comunidades em busca de autenticidade. E é aí que a Comunicação Interna entra, principalmente por meio de seus canais.

A CI deve, junto com outras áreas, construir um ambiente de comunidade, de interação e de contato genuíno, onde colaboradores possam se expressar livremente. 

Canais como a rede social corporativa permitem a segmentação do público e a criação de grupos, que nem sempre precisam ser relacionados a trabalho (o foco pode ser interesses em comum, como pets, livros, filmes etc.). A Dialog, por exemplo, conta com essas duas funcionalidades.

Essas comunidades criam e fortalecem relações dentro do ambiente corporativo, o que promove o engajamento de colaboradores e trabalha a cultura de forma leve e espontânea.

  • Cuidado com a sobrecarga

Em complemento ao tópico anterior, Kelly fala sobre a disputa de atenção que a Comunicação Interna tem com todos os outros pontos de conteúdo que os colaboradores têm acesso, tanto dentro quanto fora da empresa.

A sobrecarga digital, também conhecida como infoxicação (termo que engloba o excesso de informação, não se limitando à esfera digital), impacta diretamente o foco das pessoas e, consequentemente, o trabalho de Comunicação Interna.

Afinal, se as pessoas não estão focadas, como vão absorver a informação que a CI quer passar? Para 2024, e provavelmente para os anos seguintes também, a área deve entender qual é a melhor estratégia para aprimorar o fluxo da comunicação. 

São reflexões simples que podem ajudar, como: essa informação é necessária para todos os colaboradores ou é possível segmentar? Ou quais são os canais disponíveis e como posso utilizá-los com diferentes públicos?

“É importante que a gente reflita, enquanto comunicadores, o que a gente – de fato – precisa priorizar na comunicação. Como é que a gente vai fazer essa comunicação acontecer? Quais são os pontos relevantes que eu preciso passar? [É importante] fazer aquela reflexão básica de ‘eu preciso comunicar tudo?’. Eu preciso atender a todas as áreas em todos os momentos? Isso é estratégico para a CI? Essa comunicação específica está ligada à estratégia do negócio? Faz sentido dar tanta visibilidade a esse assunto?”, enfatiza.

  • Inteligência Artificial

O uso de IA na Comunicação Interna já vem sendo discutido há certo tempo, e um detalhe que Kelly ressalta é a importância de criar diretrizes para a utilização dessa tecnologia. Essa regulamentação protege os profissionais da área e permite que o uso seja feito de forma organizada. 

Kelly entende que a Inteligência Artificial se torna um direcional da criatividade. Mas como colocar em prática o uso dessa ferramenta? A resposta está no teste. É preciso testar e entender como montar briefings para essa tecnologia a fim de moldar os resultados. Entretanto, antes do teste, ela afirma que profissionais da área devem refletir sobre o impacto desse uso.

“Sempre que surge uma coisa nova, é importante que a gente pense como isso vai afetar a nossa composição e nossa atuação como área. Quando chegaram os aplicativos, as redes sociais corporativas e afins, a gente precisou repensar qual seria o impacto disso na Comunicação Interna: vamos dar mais voz aos colaboradores e isso vai permitir que os profissionais de CI sejam curadores de conteúdo, possam pensar na estratégia de negócio e mudar um pouco a forma de enxergar o seu papel na empresa. Com a Inteligência Artificial é a mesma coisa! Em tese, quando a gente faz um bom briefing dentro da ferramenta, ela vai trazer um retorno e você vai ganhar tempo, vai ter mais agilidade para fazer determinada entrega. Com o tempo que sobra, entre aspas, você pode ter outras atribuições no seu trabalho: olhar a Comunicação Interna de forma diferente, pensar em estratégia ou criar um projeto específico que às vezes fica de lado”, argumenta.

Leia também:

  • Inteligência Artificial e Comunicação Interna: como impulsionar a produção de conteúdo
  • 6 motivos para usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna

Criatividade

Muito se fala de conteúdo, mas e do visual? Pensando nisso, Kelly cita algumas tendências criativas que podem ser aproveitadas pela área de Comunicação Interna na hora de criar seus comunicados.

  1. Opte por formas fluidas, elas acalmam os sentidos e apoiam o equilíbrio emocional;
  2. Use imagens que inspirem sensação de alegria sempre que possível;
  3. Explore a fusão de dimensões e formatos;
  4. Faça uma releitura de estilos vintage (é possível usar IA na criação dessas peças).

Os desafios do ano

Depois de explorar as tendências de Comunicação Interna, é hora de entender alguns dos desafios previstos para este ano. 

A diretora de Projetos da United Minds cita o estudo da Aberje, que apontou que 54% das empresas enfrentam dificuldade de comunicar a estratégia e a cultura organizacional. 

Outro dado relevante é que 44% das organizações enxergam a Comunicação Interna como uma forma de contribuir para melhorar a experiência do colaborador, embora encontrem dificuldades no processo.

O terceiro desafio já é um velho conhecido das empresas: fazer com que a Comunicação Interna alcance o público operacional.

“É importante que a gente, como área, repense o nosso papel: qual é o nível de maturidade que a gente tem hoje? (…) A gente tem essa referenciação da alta liderança sobre o papel da Comunicação Interna? Se não tem ainda, quais são os passos que a gente vai dar para que a área esteja na mesa de discussão sobre projetos, estratégias e discursos corporativos?”, reflete Kelly.

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Tendências em Comunicação Interna: o que se consolidou ou não em 2023 https://blog.dialog.ci/tendencias-em-comunicacao-interna-o-que-se-consolidou-ou-nao-em-2023/ https://blog.dialog.ci/tendencias-em-comunicacao-interna-o-que-se-consolidou-ou-nao-em-2023/#respond Thu, 16 Nov 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4429 Quais tendências em Comunicação Interna, apontadas no início de 2023, se confirmaram na sua empresa? Nas viradas de ano as previsões são inevitáveis, e o ditar de tendências não fica apenas na moda. Na Comunicação Interna também são feitas análises e promessas do que estará em alta. Agora, chegando à reta final, o que será […]

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Quais tendências em Comunicação Interna, apontadas no início de 2023, se confirmaram na sua empresa?

Nas viradas de ano as previsões são inevitáveis, e o ditar de tendências não fica apenas na moda. Na Comunicação Interna também são feitas análises e promessas do que estará em alta. Agora, chegando à reta final, o que será que de fato se cumpriu e o que seguirá firme e forte no ano que vai nascer?

As tendências em Comunicação Interna que foram promessas

Entre os tópicos mais citados como promissores para este ano estavam:

  1. Influenciadores e embaixadores internos;
  2. Uso de novas tecnologias e IA;
  3. Lideranças comunicadoras;
  4. Storytelling;
  5. A batalha contra a infoxicação.

1. Influenciadores e embaixadores internos

O uso de influenciadores em comunicação já é um formato muito bem estabelecido em publicidades nas redes sociais, por exemplo. Mas cada vez mais as empresas passaram a compreender o potencial de utilizar seus recursos internos como porta-vozes da cultura organizacional.

Sendo assim, ter colaboradores como embaixadores para além dos produtos, mas também da cultura, era uma promessa no início de 2023 que se revelou poderosa ao longo do ano.

Tendência confirmadíssima e que segue viva tanto para as grandes marcas quanto para as pequenas empresas. Seu ar nativo, humanizado, realista e emocional, combinado com as grandes possibilidades de mensuração e ativações, consolidaram o sucesso dessa frente de atuação.

2. Uso de novas tecnologias e IA

Quem não precisou parar para entender o ChatGPT em 2023 é porque não estava neste planeta. Este é apenas um dos exemplos de novas tecnologias e Inteligências Artificiais que podemos citar. 

Com o intuito de automatizar, economizar tempo, tornar tudo mais estratégico e agregar todos os benefícios típicos das inovações, essa aposta visava melhorar a efetividade de fluxos e processos.

Podemos considerar como uma tendência ainda em promessa.  A velocidade do surgimento dessas soluções não necessariamente é acompanhada pelos usuários. Portanto, a real aplicabilidade ainda está em fase de descobrimento para a maioria das equipes de Comunicação Corporativa.

De toda forma, é fato que estar atento ao que surge amplia as possibilidades de estar à  frente e alcançar ótimos resultados.

3. Lideranças comunicadoras

Com a necessidade de fomentar culturas cada vez mais inclusivas, o desafio de ter lideranças comunicadoras que façam as mensagens chegarem a todos de forma ampla e abrangente foi apontado por 74% das empresas em pesquisa realizada pela Aberje.

Estabelecer uma cultura de feedback humanizado e transparente para todos, conseguir se comunicar com quem não está conectado e ser um líder que transmite valores, cultura e mensagens é o foco do investimento em treinamento para gestores. 

Uma necessidade realmente coerente e que proporcionou muitos encontros e ações para letramento e desenvolvimento da cultura de pessoas. Essa é uma tendência que foi seguida e vale a pena continuar.

4. Storytelling

Ainda na lógica de humanização, a visão da Comunicação Interna sempre com uma narrativa sisuda caiu por terra. 

A alternativa é promover uma comunicação cada vez mais amigável, direta e próxima da realidade do colaborador. 

Com isso, a técnica do storytelling – até mesmo para apresentar políticas e normas – foi uma tendência apontada no começo de 2023 que se concretizou como preferência das práticas de Comunicação Interna.

Analogias, gamificação e materiais lúdicos, por exemplo, foram muito utilizados e devem seguir em 2024.

5. A batalha contra a infoxicação

Com tanta coisa acontecendo e uma enorme necessidade de informar, como não sobrecarregar os colaboradores? 

No início do ano, essa perguntava era uma das assombrações para as equipes de Comunicação Corporativa. Como falar sobre avisos, campanhas, benefícios e, ao mesmo tempo, evitar a sobrecarga para que tudo fosse absorvido era um desafio a ser superado.

Para isso, foi necessário aprender a fazer escolhas, eleger a prioridade em detrimento da quantidade e acertar a mão na qualidade com mensagens claras e objetivas. Mais do que uma tendência, esse tornou-se um caminho sem volta a ser seguido.

Ao olharmos para as tendências de 2023, vemos que muito foi aprendido e ainda deve ser bastante trabalhado. Em breve saberemos o que as apostas dirão sobre o futuro.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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10 tendências de Comunicação Interna em 2023 https://blog.dialog.ci/10-tendencias-de-comunicacao-interna-em-2023/ https://blog.dialog.ci/10-tendencias-de-comunicacao-interna-em-2023/#comments Wed, 11 Jan 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3605 Nos últimos anos, mais do que nunca, a Comunicação Interna teve seu papel estratégico reconhecido e valorizado dentro das organizações. Para 2023, os voos da área serão ainda mais altos. Por isso, é preciso entender quais são as tendências de Comunicação Interna para traçar um planejamento estratégico que contribua com relevância para os resultados do […]

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Nos últimos anos, mais do que nunca, a Comunicação Interna teve seu papel estratégico reconhecido e valorizado dentro das organizações.

Para 2023, os voos da área serão ainda mais altos. Por isso, é preciso entender quais são as tendências de Comunicação Interna para traçar um planejamento estratégico que contribua com relevância para os resultados do negócio.

Pensando nisso, a Dialog, startup líder em Comunicação Interna por dois anos consecutivos, decidiu reunir em um material especial 10 tendências que devem estar no seu radar como profissional de CI neste ano.

Para baixar o material, basta preencher o formulário abaixo:

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Tendências de Comunicação Interna: canal digital

Entender quais são as tendências de Comunicação Interna em 2023 é importante para a construção do planejamento da área, mas já pensou qual ferramenta pode te ajudar nisso?

Com a Dialog, é possível alcançar os diferentes públicos internos, aposentando de vez a Comunicação Interna offline. Além disso, a plataforma possibilita a segmentação de conteúdo e oferece um dashboard repleto de métricas valiosas para a área.

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Tendências em Comunicação Interna: confira 3 destaques para 2023 https://blog.dialog.ci/tendencias-em-comunicacao-interna-confira-3-destaques-para-2023/ https://blog.dialog.ci/tendencias-em-comunicacao-interna-confira-3-destaques-para-2023/#respond Tue, 13 Dec 2022 12:35:56 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3584 Quais são as tendências em Comunicação Interna para 2023? Com um novo ano se aproximando, as empresas mergulham na reflexão de como melhorar o desempenho e os resultados nos próximos 12 meses. Essa reflexão, para ser bem sucedida, precisa vir acompanhada de planejamento. Contudo, como é possível planejar a Comunicação Interna e o que merece […]

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Quais são as tendências em Comunicação Interna para 2023? Com um novo ano se aproximando, as empresas mergulham na reflexão de como melhorar o desempenho e os resultados nos próximos 12 meses. Essa reflexão, para ser bem sucedida, precisa vir acompanhada de planejamento. Contudo, como é possível planejar a Comunicação Interna e o que merece destaque nessa estratégia? 

Foi justamente sobre isso que conversaram Hugo Godinho, CEO da Dialog, Hellen Marcolino, Head de Comunicação Interna e Employer Branding da RD Station, e Elisandra Rockenbach, Analista de Comunicação da Vocali, em um webinar que abordou as principais tendências da área para o ano que vem.

Confira a seguir três pontos que se destacaram nesse bate-papo. 

1. Estruturar a Comunicação Interna é fundamental

Na hora de colocar na ponta do lápis tudo aquilo que a empresa precisa fazer para alcançar seus objetivos, o que não pode faltar? Essa é a pergunta que muitos profissionais tentam responder na hora de planejar o ano seguinte.

Para Hellen Marcolino, contudo, antes de pensar o que não pode ficar de fora, é necessário ter consciência sobre a realidade da empresa. “Nós precisamos conhecer a empresa e entender qual é o nível de maturidade da comunicação onde trabalhamos, de forma bem consciente e bem sã. Só assim será possível analisar, depois, o que é ou não aplicável dentro dessa realidade”, explica.

Depois de passar por esse processo de conscientização, aí sim é possível colocar o planejamento em prática. “Para mim, o que não pode faltar é a comunicação onipresente. Muitas empresas possuem um modelo de trabalho híbrido ou remoto, então precisamos avaliar se a comunicação está atendendo essa necessidade. Além disso, é fundamental que a comunicação exista de forma assíncrona, porque precisamos entender que ela não será absorvida necessariamente no mesmo momento que foi enviada. Isso está muito relacionado aos canais que a empresa escolhe para compartilhar essas mensagens”, defende a Head de Comunicação Interna e Employer Branding da RD Station.

E por falar em canal de comunicação, o CEO da Dialog ressaltou que é papel dessa ferramenta viabilizar que essa integração – tanto de conteúdos quanto de pessoas – aconteça. “As empresas precisam entender como é, de fato, a jornada do colaborador. Por isso, ter a possibilidade de medir essa experiência e trabalhar a partir de métricas é fundamental. Nós temos um universo maravilhoso nesse sentido! A Comunicação Interna precisa ser personalizada, mas isso só é possível depois de conhecer esses dados”, diz Hugo Godinho.

2. Incentivar os embaixadores internos é importante

Engajar os colaboradores é importante por muitos motivos! Um deles diz respeito ao fortalecimento da marca empregadora e à conexão entre esses profissionais e a cultura organizacional. Quando falamos em engajar os colaboradores, estamos falando também em identificar quais são as potenciais vozes da empresa – ou melhor: os embaixadores internos. Conhecer essas pessoas e saber como incentivá-las a participar mais ativamente é fundamental para a construção da comunicação e o amadurecimento da marca. Mas como dar o primeiro passo?

“Antes de chegar a esse ponto de convidar as pessoas a compartilhar suas experiências positivas, a empresa precisa ter um EVP muito bem estruturado. Afinal, essas pessoas embaixadoras estão intimamente relacionadas à conexão que têm com a empresa”, acredita Hellen Marcolino. 

Na mesma direção, Hugo Godinho ressalta a importância de acompanhar a jornada do colaborador para despertar o engajamento esperado dentro das empresas. “Por isso é importante contar com ferramentas capazes de olhar para esse processo como um todo, conhecendo a persona, identificando os embaixadores internos e reunindo em um único lugar tudo o que esse colaborador precisa para se informar e se expressar. Os canais de comunicação precisam ser abrangentes para que a jornada desse profissional aconteça de forma fácil, fluida e orquestrada”, ressalta o CEO da Dialog. 

3. Formar lideranças comunicadoras é urgente

Na hora de construir o planejamento da Comunicação Interna da sua empresa, lembre-se de trazer o protagonismo para as lideranças. Contar com gestores engajados é fundamental para despertar o engajamento das equipes. “Ter o líder como um aliado é extremamente importante dentro da comunicação. É essa liderança que pode se certificar se a comunicação feita pela empresa foi ou não eficaz. Até porque, a área de Comunicação Interna não pode trabalhar sozinha nas organizações”, explica Hellen. 

Para Hugo, o papel da liderança na Comunicação Interna precisa impulsionar os canais de comunicação. Em uma realidade digital, na qual os colaboradores muitas vezes estão dispersos, seja pelas diferenças geográficas ou pelos processos internos, o gestor precisa atuar como propagador do comportamento que se espera na empresa. “O Dialog é utilizado por mais de 120 empresas e possui mais de meio milhão de colaboradores cadastrados. Em meio a esse universo, nós vemos que marcas que possuem lideranças ativas e comunicadoras conseguem promover o engajamento na plataforma com muito mais facilidade”, conta o CEO.

Muito mais do que o de chefe, a liderança precisa exercer o papel de condutor dos propósitos da marca. Sobretudo diante de realidades cada vez mais digitais, o desafio desses gestores é conectar as equipes à cultura organizacional e fazer com que essas pessoas se sintam motivadas a conquistar resultados cada vez melhores. Nesse sentido, a comunicação é um fator primordial e precisa ser desenvolvida pela liderança. Afinal, é apenas por meio dela que pode haver alinhamento de expectativas – o que nos leva ao cumprimento do que foi previamente planejado.

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É necessário sempre lembrar sobre o patamar estratégico atingido pela área de Comunicação Interna nos últimos anos. Também é importante salientar que comunicar sempre foi e sempre será parte imprescindível para gerar grande impacto nos negócios.

Confirmando isso, a Pesquisa de Tendências em Comunicação Interna mostrou que a área tem ganhado relevância com os CEOs das organizações, crescendo de 83% (2021) para 88%. 

Você não vai deixar essa oportunidade de se destacar passar, né?!

Então, você precisa entender o panorama da Comunicação Interna no Brasil e o que pode ser feito para sair na frente na corrida rumo ao futuro. É justamente o que vamos entregar neste conteúdo. Confira!

Equipes enxutas que precisam fazer além

Antes de entrarmos no quesito estratégia, é preciso entender a realidade da área. A pesquisa feita pela agência Ação Integrada com a Aberje aponta que 69% dos respondentes são de organizações que possuem mais de 1000 colaboradores.

85% das organizações têm Comunicação Interna como responsável por concentrar a organização e a divulgação das pautas da empresa

79% possuem Comunicação Interna estratégica 

61% das equipes de Comunicação Interna contam apenas com até 3 colaboradores

45% das empresas realizam o trabalho de CI exclusivamente com equipe interna

38% dos times divulgam mais de 15 campanhas internas por ano (quase metade dessas empresas produzem mais de 30 campanhas por ano)

34% das áreas de Comunicação Interna respondem diretamente para RH 

A partir desses dados, é possível concluir que as equipes de Comunicação Interna, que muitas vezes cuidam do trabalho da área sem o apoio de agências terceirizadas, são enxutas. O estudo mostrou que apenas 16% das empresas possuem equipes de CI com mais de 7 colaboradores.

Isso significa que essas pessoas precisam dar conta do trabalho da área (que vai muito além do “simples” comunicar, passando também pelo planejar e entender/criar estratégias). Inclusive, esse malabarismo pode prejudicar o trabalho de comunicação: 52% das empresas não conseguem priorizar as narrativas relacionadas ao seu planejamento de CI.

Ainda falando sobre planejamento e estratégia, um ponto positivo que deve ser destacado é o crescimento de empresas que atrelam os objetivos de Comunicação Interna aos da organização, que passou de 75% para 87% em apenas um ano. Essa é mais uma prova do reconhecimento do papel de CI na estratégia corporativa e no negócio como um todo.

O perigo tem nome: infoxicação

Os desafios na área de Comunicação Interna são grandes, mas um risco que vem ganhando espaço no radar das empresas é a infoxicação ou excesso de informação. Isso acontece principalmente em empresas que utilizam muitos canais, deixando os colaboradores perdidos. 

Inclusive, esse excesso é um dos principais motivos para não usar o WhatsApp como ferramenta de comunicação, já que a pessoa tem ali uma enxurrada de informações (pessoais e profissionais), atrapalhando seu foco e produtividade.

A pesquisa ainda mostrou que 73% das empresas têm atuado para reduzir o excesso de informação em seus canais internos.

O número de campanhas feitas por CI é outro indicativo desse excesso: 38% divulgam mais de 15 campanhas internas por ano e quase metade dessas empresas produzem mais de 30 campanhas no mesmo período.

E como reduzir esse excesso? Investindo em soluções que alcancem diferentes públicos e momentos. Indo ao encontro dessa centralização, a maior implantação desejada pelos respondentes é a rede social corporativa (17%), que tem esse poder de alcance. Além disso, 67% consideram a ferramenta efetiva.

O olhar pro futuro é digital

Assim como outras áreas, a Comunicação Interna também passou por mudanças e evoluções. Entretanto, muitas empresas ainda contam com uma visão e estratégia de CI ultrapassadas. Mesmo já existindo o conceito de Comunicação Interna 4.0, a realidade brasileira ainda está longe disso.

Você pode conferir mais sobre essa evolução na entrevista exclusiva com Adevani Rotter, diretora-presidente da Ação Integrada.

  • 68% das empresas estão na Comunicação Interna 2.0 (usa canais analógicos e digitais + liderança promovendo o diálogo)
  • 21% estão na Comunicação Interna 3.0 (via canais, eventos, liderança e redes sociais)

O cenário mostra uma grande oportunidade para a evolução da CI, focando na digitalização. A adoção da comunicação mobile-first ou only é um exemplo de caminho a ser seguido.

Prioridades e desafios

As maiores prioridades para a área de CI estão relacionadas diretamente à mensuração. São elas:

  • Estabelecer indicadores para as ações de comunicação interna (57%)
  • Medir mudanças de comportamento em relação às mensagens (43%)

E o que é mensurado? As métricas mais usadas são os volumes de participação (eventos/iniciativas), pesquisas de outras áreas e indicadores de intranet, app ou rede social corporativa.

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Por fim, entender os desafios enfrentados por CI é peça final para ter um panorama claro da área. De acordo com o estudo, os cinco maiores são:

  • Engajar as lideranças como comunicadores (70%)
  • Contribuir com a melhoria da experiência do colaborador na empresa (58%)
  • Gerenciar o excesso de informação (56%)
  • Comunicar a estratégia da empresa (55%)
  • Melhorar a mensuração das iniciativas de comunicação interna (53%)

Todos os dados montam um cenário que mostra a necessidade de otimizar processos por meio da digitalização e, consequentemente, o tempo do profissional de CI, que pode ser usado na parte estratégica, buscando cumprir prioridades e vencer desafios da área.

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Assinatura Marcela hub nova

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