fevereiro 17, 2022

Rede social corporativa como carro-chefe da Comunicação Interna

Por Dialog - Time de Conteúdo| 5 minutos
Rede social corporativa como carro-chefe da Comunicação Interna

Nos últimos anos, a forma de trabalhar a Comunicação Interna mudou muito dentro das organizações. A adesão a ferramentas digitais tem acontecido há certo tempo na área, mas a pandemia acelerou um movimento que sempre foi necessário: a comunicação mobile. Protagonizado pela rede social corporativa.

Isso porque, com os colaboradores espalhados, trabalhando em diferentes locais e modelos de trabalho, a CI precisou se reinventar para alcançar e engajar seu público. Antes disso, apenas empresas que possuíam times operacionais e/ou diferentes plantas e filiais enfrentavam o desafio de chegar até os funcionários ao mesmo tempo.

A solução para o problema é justamente uma comunicação móvel, que usa do hábito digital das pessoas como artifício para a estratégia da área. Neste artigo, falaremos sobre esse tipo de comunicação e o porquê sua CI, se ainda não é adepta, deve colocar esse tema no radar.

Pensamento mobile na Comunicação Interna

O conceito de “mobile first” foi criado por Luke Wroblewski, diretor de produto do Google, em 2010. Segundo ele, o desenvolvimento de sites e demais plataformas digitais deveria considerar os dispositivos móveis em primeiro lugar.

Sendo assim, a comunicação mobile first é aquela feita pensando na usabilidade do usuário, principalmente via aparelho móvel. Um movimento compreensível: em 2017, o Brasil já liderava o número de smartphones conectados na América Latina.

De acordo com o estudo “Tendências e Comportamentos Digitais 2021” (Comscore), o tempo de uso da internet pelo celular do brasileiro aumentou 23% entre janeiro de 2020 e junho de 2021.

Focando na Comunicação Interna, o movimento do mobile first cresceu, como falamos no início deste artigo, pela necessidade de atingir colaboradores em diversos lugares. E para garantir que a mensagem seja entregue a todos, além de aproximar empresa e funcionário, ferramentas que tenham essa premissa ganham espaço e devem ser priorizadas.

Um grande exemplo é a rede social corporativa, que até pode ser acessada via desktop, mas foi pensada e criada para ser acessada por meio de dispositivos móveis, acentuando o viés contemporâneo e acessível do canal.

A forma de disponibilizar as mensagens (formato, conteúdo etc.) nesse tipo de comunicação também mudam. O colaborador deve ser conquistado logo de cara, já que as telas dos dispositivos móveis são menores do que uma folha de mural impressa ou até mesmo de computador.

E se a comunicação fosse apenas mobile?

Outra consequência do crescimento no uso de smartphones é o novo hábito de acessar programas e sites, antes feito também via desktop, exclusivamente via mobile. Segundo a Search Engine Watch:

  • 41% dos e-mails são abertos em dispositivos móveis;
  • Pessoas olham o celular aproximadamente 150 vezes ao dia.

Além disso, de acordo com a Comscore, o número de usuários que utilizam internet apenas nos dispositivos móveis é cada vez maior, passando da marca de 30% dos mercados pesquisados, inclusive o brasileiro. Nesse cenário, surge o conceito de mobile only.

A Comunicação Interna neste formato é uma variação do “mobile first”, com as mesmas preocupações em prender a atenção do colaborador de forma rápida, mas a diferença aqui é que não existe a versão desktop e o que é preciso para sua responsividade. Tudo é feito apenas pensando no móvel.

O uso exclusivo de dispositivos móveis não é algo novo para muitos brasileiros. Voltando aos dados da Global Digital Future in Focus, a população “mobile only” cresceu 9.1% no Brasil em 2017, representando a maior taxa de aumento entre todos os países da amostra.

Como falamos no início deste artigo, esse movimento já existente foi então acelerado pela pandemia e suas consequências nas empresas. A interatividade com a comunicação proporcionada pelos smartphones é avançada, quando comparada com outros canais e isso encanta e atrai o colaborador.

A rede social corporativa ou aplicativo de CI também serve como exemplo de mobile only, porque mesmo tendo uma versão desktop, sua experiência móvel é completa e satisfatória ao usuário. Assim, centralizar a estratégia da área nesta ferramenta é uma boa estratégia para as organizações.

A ferramenta dá voz e participação ativa do colaborador, incentiva o engajamento por meio da junção de uma estratégia seguindo uma mentalidade digital e relações baseadas na transparência e informação. Por esse motivo, empresas que não seguirem rumo ao mobile only se tornarão (se já não se tornaram) obsoletas aos olhos dos funcionários e do mercado.

 

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