saúde mental Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/saude-mental/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 04 Feb 2026 16:43:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png saúde mental Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/saude-mental/ 32 32 NR-1 e Comunicação Interna: o segredo da segurança no trabalho https://blog.dialog.ci/nr-1-e-comunicacao-interna-o-segredo-da-seguranca-no-trabalho/ https://blog.dialog.ci/nr-1-e-comunicacao-interna-o-segredo-da-seguranca-no-trabalho/#respond Mon, 09 Feb 2026 11:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6468 Relacionar temas como NR-1 e Comunicação Interna precisa estar no radar de empresas que enxergam a conformidade legal e o bem-estar dos colaboradores como prioridades inegociáveis. Afinal, é na interseção dessas duas esferas que reside a chave para a construção de ambientes de trabalho verdadeiramente seguros e produtivos. Neste artigo, explicaremos o porquê.  Começando pelo […]

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Relacionar temas como NR-1 e Comunicação Interna precisa estar no radar de empresas que enxergam a conformidade legal e o bem-estar dos colaboradores como prioridades inegociáveis. Afinal, é na interseção dessas duas esferas que reside a chave para a construção de ambientes de trabalho verdadeiramente seguros e produtivos. Neste artigo, explicaremos o porquê. 

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Começando pelo básico: o que é a NR-1

A NR-1 (Norma Regulamentadora 1) é conhecida como a “norma-mãe” das regulamentações de trabalho no que diz respeito a pautas de segurança e saúde. Ela estabelece diretrizes gerais para a gestão de riscos ocupacionais, direciona responsabilidades, define competências das autoridades fiscalizadoras e estrutura o fluxo de elaboração e revisão das normas vigentes na legislação brasileira.

Criada em 1978, a NR-1 passa por constantes atualizações. Inclusive, em 2024 a Portaria MTE nº 1.419 trouxe novidades para a norma. Trata-se da inclusão de fatores psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), reforçando a relevância da saúde mental no trabalho e exigindo melhorias em treinamentos para a identificação de alertas. A previsão é que o texto integral entre em vigor no mês de maio de 2026.

Os riscos psicossociais são associados a condições que podem provocar ansiedade, estresse, burnout ou depressão. Entende-se que uma exposição frequente a cargas de trabalho excessivas, pressão constante por resultado, ambiente de trabalho hostil, desigualdade nas relações laborais, falta de políticas internas claras ou clima organizacional negativo são motivos para desencadear o desequilíbrio da saúde mental e emocional do colaborador. 

Além da NR-1, existem outras 37 normas vigentes no Brasil com o objetivo de atender às especificidades de cada setor, garantir conformidade e proteger os trabalhadores atuantes em diferentes funções e segmentos de mercado. O descumprimento do que está previsto nas Normas Regulamentadoras pode acarretar multas e interdições à empresa. 

NR-1 e Comunicação Interna

Devido à sua tamanha importância nas relações de trabalho, a efetividade das Normas Regulamentadoras depende, intrinsecamente, da capacidade que a organização tem em comunicar, engajar e educar seus times. É desse ponto de partida que nasce a profunda relação entre a NR-1 e a Comunicação Interna. Afinal, de que adianta identificar um risco potencial se o colaborador não é conscientizado sobre ele e a informação não chega de forma clara e compreensível a quem mais precisa dela?

Nesse cenário, a CI é a ponte que transforma a linguagem técnica e legal em mensagens acessíveis, garantindo que todas as pessoas compreendam os riscos inerentes às suas funções, as medidas de prevenção adotadas e os procedimentos de emergência. A Comunicação Interna, portanto, é a ferramenta que promove transparência, constrói relações de confiança e demonstra o compromisso que a empresa tem com a segurança das equipes.

Determinando a participação ativa dos colaboradores na prevenção de acidentes e situações com potencial agravante, a NR-1 depende de canais de comunicação abertos e preparados para o diálogo constante. Mais importante do que o envio de informações em um formato unilateral é o estímulo a uma atuação cada vez mais ativa dos colaboradores em campanhas de conscientização — o que só é possível por meio de uma Comunicação Interna estruturada e estratégica. 

Boas práticas e mão na massa

Construir narrativas engajadoras que conectem temas de saúde e segurança à cultura organizacional é um desafio que precisa ser superado. Para isso, em vez de apenas comunicar normas técnicas, a área de Comunicação Interna deve criar canais bidirecionais nos quais as mensagens sejam traduzidas em uma linguagem acessível e próxima da realidade dos colaboradores.

A comunicação deve ir além do cumprimento documental para construir consciência coletiva sobre prevenção, integrando segurança aos valores da empresa e demonstrando como cada pessoa contribui para um ambiente mais seguro e produtivo. A seguir, listamos algumas estratégias para colocar a mão na massa:

  1. Explore o potencial visual dos conteúdos

A mesma mensagem pode ser compartilhada de diferentes formas, algumas mais atrativas do que outras. Transforme informações densas em infográficos dinâmicos, produza vídeos curtos e aposte em conteúdos que tragam leveza ao discurso, como memes, gifs, glossários e outras peças visuais. 

  1. Promova canais participativos e estimule o feedback

Sem um canal de Comunicação Interna flexível e estratégico, fica difícil executar essa dica. As empresas que contam com a Dialog, por exemplo, podem investir em quizzes e pesquisas, estimular a troca em grupos segmentados e convidar as pessoas a compartilhar ideias e sugestões de iniciativas que podem ser implementadas.

  1. Insira pautas de saúde e segurança na rotina

Normalmente, as empresas deixam para trabalhar essas temáticas em momentos específicos, como a SIPATMA (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho e Meio Ambiente). No entanto, é bem mais estratégico e eficiente incluir pílulas sobre saúde e segurança em comunicações cotidianas. Isso faz com que a pauta permaneça presente no dia a dia das pessoas e, assim, não caia no esquecimento. 

4. Construa formas de gamificação e reconhecimento

Falar sobre saúde, bem-estar e segurança de forma lúdica é muito mais eficiente no processo de assimilação da mensagem. Estruturar projetos que visem desafiar a equipe e premiar aqueles com melhor desempenho ou maior participação nos projetos (como treinamentos, webinars e campanhas diversas) é um bom jeito de estimular o engajamento dos colaboradores. 

5. Transforme a liderança em uma multiplicadora de bons exemplos

Seja qual for a plataforma de CI que a sua empresa usa, a liderança continua sendo o maior veículo de comunicação corporativa. São os líderes que podem inspirar as equipes a executar boas práticas de segurança por meio do exemplo. Capacite esses profissionais para que saibam repassar adequadamente o conhecimento a seus respectivos times. Também é recomendado que as lideranças tenham acesso a dados que mostrem a evolução das áreas no quesito segurança. Isso ajuda a monitorar o desempenho do setor.

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A Dialog é a maior aliada da segurança no trabalho

Sem uma plataforma de Comunicação Interna preparada para manter os colaboradores informados e engajados a respeito dos mais variados temas, sua empresa dificilmente conseguirá executar com sucesso boas práticas de saúde e segurança no ambiente de trabalho. Afinal, grandes mudanças começam sempre pela conscientização!

O que acha de conhecer a nossa ferramenta em detalhes e descobrir como a Dialog pode te ajudar? Clique aqui e solicite uma apresentação exclusiva. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Janeiro Branco: três motivos para fortalecer a Comunicação Interna e inspirar cuidado coletivo https://blog.dialog.ci/janeiro-branco-tres-motivos-para-fortalecer-a-comunicacao-interna-e-inspirar-cuidado-coletivo/ https://blog.dialog.ci/janeiro-branco-tres-motivos-para-fortalecer-a-comunicacao-interna-e-inspirar-cuidado-coletivo/#respond Fri, 02 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6351 O início de um novo ano sempre traz consigo a sensação de recomeço, de páginas em branco que podem ser preenchidas com novos projetos, conquistas e aprendizados. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como uma campanha de conscientização voltada para a saúde mental e emocional, convidando pessoas e organizações a refletirem sobre o cuidado com […]

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O início de um novo ano sempre traz consigo a sensação de recomeço, de páginas em branco que podem ser preenchidas com novos projetos, conquistas e aprendizados. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como uma campanha de conscientização voltada para a saúde mental e emocional, convidando pessoas e organizações a refletirem sobre o cuidado com o bem-estar.

Para empresas que valorizam a cultura e o engajamento dos colaboradores, trabalhar o Janeiro Branco na Comunicação Interna é uma oportunidade estratégica, além de gerar confiança. Mais do que uma ação pontual, trata-se de abrir espaço para diálogos genuínos, reforçar valores e criar iniciativas que aproximem equipes em torno de um propósito comum: cuidar das pessoas.

A seguir, apresentamos três motivos e insights que mostram por que o Janeiro Branco pode ser um marco importante na Comunicação Interna e como ele contribui para fortalecer a cultura organizacional e o senso de pertencimento.

1. Promover saúde mental como parte da cultura organizacional

Um dos principais motivos para trabalhar o Janeiro Branco é a oportunidade de colocar a saúde mental no centro da cultura corporativa. Em muitas empresas, já existe o cuidado com a saúde física, por meio de campanhas de prevenção ou incentivo à prática de atividades. Porém, quando falamos de saúde emocional, ainda há barreiras e tabus que precisam ser quebrados.

Ao trazer o Janeiro Branco para a Comunicação Interna, a empresa demonstra que o bem-estar dos colaboradores vai além da produtividade. É um sinal claro de que cuidar das pessoas é um valor institucional. Isso pode ser feito por meio de campanhas educativas, rodas de conversa, postagens na rede social corporativa, podcasts internos ou até mesmo mensagens inspiradoras que reforcem a importância de falar sobre sentimentos e buscar apoio quando necessário.

A rede social corporativa pode ser o canal que traduz esse cuidado em ações concretas. Ao criar conteúdos acessíveis e envolventes, desmistificamos o tema e mostramos que saúde mental é responsabilidade de todos. 

E que tal aproveitar e reforçar os benefícios existentes na empresa e fazer uma feira de exposição com seus parceiros?

2. Reforçar o senso de pertencimento e conexão entre equipes

Outro motivo relevante é que o Janeiro Branco cria oportunidades para aproximar pessoas e fortalecer vínculos. Quando a Comunicação Interna promove diálogos sobre saúde emocional, ela abre espaço para que colaboradores compartilhem experiências, reconheçam desafios comuns e se sintam parte de uma rede de apoio.

Esse senso de pertencimento é essencial para a cultura organizacional. Afinal, colaboradores que se sentem acolhidos e conectados tendem a se engajar mais, a colaborar com suas equipes e a permanecer na empresa por mais tempo.

Ativações de Comunicação Interna durante o Janeiro Branco podem incluir campanhas interativas na rede social corporativa, podcasts com líderes falando sobre suas próprias práticas de cuidado ou até mesmo encontros virtuais para troca de experiências. Essas ações reforçam que todos estamos juntos na construção de um ambiente saudável e confiável.

3. Tornar a informação didática e envolvente

O terceiro motivo para trabalhar o Janeiro Branco é a chance de transformar informações complexas em conteúdos leves e envolventes. Saúde mental é um tema amplo, que pode parecer distante ou difícil de ser abordado. A Comunicação Interna tem o papel de traduzir esse assunto em mensagens simples, práticas e inspiradoras.

Isso pode ser feito por meio de diferentes formatos: vídeos curtos, podcasts, newsletters visuais, infográficos ou até mesmo campanhas gamificadas. O importante é que a informação seja transmitida de forma clara e que desperte interesse.

Ao tornar o conteúdo didático e envolvente, a empresa não apenas informa, mas também inspira. Os colaboradores passam a enxergar o Janeiro Branco como uma experiência positiva, que contribui para seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Conclusão: Janeiro Branco é gerar confiança

Quando unimos esses três motivos — promover saúde mental como parte da cultura, reforçar o senso de pertencimento e tornar a informação envolvente — percebemos que o Janeiro Branco é muito mais do que uma campanha. Ele se torna um movimento institucional que fortalece a identidade da empresa e cria impacto real na vida das pessoas.

A Comunicação Interna, nesse contexto, é o fio condutor que transforma valores em práticas. É por meio dela que conseguimos dar voz às lideranças, aproximar equipes e criar experiências que inspiram.

Mais do que uma campanha, o Janeiro Branco destaca a organização que valoriza o bem-estar, celebra a diversidade de experiências e constrói, dia após dia, um ambiente onde todos se sentem parte e protagonistas.

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora e Diretora de Comunicação da Incanto Comunica. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Liderança comunicadora e a saúde mental das pessoas: como uma pode impactar a outra? https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-e-a-saude-mental-das-pessoas-como-uma-pode-impactar-a-outra/ https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-e-a-saude-mental-das-pessoas-como-uma-pode-impactar-a-outra/#respond Thu, 31 Oct 2024 11:56:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5275 Há algum tempo, o mercado discute o papel das lideranças em diversas frentes. Dentre elas, na saúde mental das pessoas de sua equipe. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Workforce Institute, as lideranças impactam mais a saúde mental dos colaboradores (69%) do que terapeutas (41%). A mesma pesquisa apontou que 1 em cada 3 […]

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Há algum tempo, o mercado discute o papel das lideranças em diversas frentes. Dentre elas, na saúde mental das pessoas de sua equipe. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Workforce Institute, as lideranças impactam mais a saúde mental dos colaboradores (69%) do que terapeutas (41%).

A mesma pesquisa apontou que 1 em cada 3 pessoas entrevistadas percebe que o líder não reconhece a sua participação na saúde mental da equipe. Vemos então que há um descompasso de percepções e, como principais agentes mobilizadores dos times, os líderes precisam compreender o papel na promoção do bem-estar das pessoas, bem como podem fortalecê-la. Mas como fazer isso em ambientes de trabalho cada vez mais dinâmicos e desafiadores? 

O papel da comunicação da liderança

Com a crescente complexidade das interações profissionais e a ênfase na colaboração, entender como uma comunicação eficaz pode moldar a cultura organizacional e influenciar a saúde mental dos colaboradores torna-se imprescindível.

Líderes que se destacam na comunicação não apenas transmitem informações, mas também promovem um ambiente seguro, no qual as pessoas da equipe se sentem à vontade para compartilhar ideias, preocupações e feedbacks. Essa abertura é crucial para a construção de confiança e respeito mútuo, dois elementos fundamentais para a saúde mental.

Uma liderança comunicadora se caracteriza por habilidades como escuta ativa, empatia e clareza na transmissão de mensagens. Esses líderes reconhecem que a comunicação não é unidirecional, ela envolve a troca constante de informações e sentimentos que influenciam o clima organizacional.

Impactos positivos para a saúde mental

Já não temos dúvidas de que ambientes de trabalho nos quais a comunicação é valorizada tendem a ter colaboradores mais engajados e satisfeitos. Quando os membros da equipe sentem que suas vozes estão sendo ouvidas e que os seus sentimentos são reconhecidos, isso pode reduzir a ansiedade e o estresse. A sensação de pertencimento que uma comunicação aberta pode proporcionar leva ao aumento do engajamento das pessoas e à diminuição do turnover.

Além disso, líderes que promovem uma cultura de feedback contínuo, com respeito e abertura, ajudam a identificar problemas antes que eles se tornem crises. Esse tipo de abordagem proativa é essencial para a saúde mental, pois permite que os colaboradores expressem suas preocupações e se sintam apoiados em suas dificuldades.

Como capacitar a liderança como comunicadora

Investir em programas de treinamento que se concentrem em habilidades de comunicação é fundamental. Workshops sobre escuta ativa, comunicação não verbal, feedbacks construtivos e storytelling podem equipar líderes com ferramentas práticas para melhorar a sua comunicação.

Incentivar os líderes a serem verdadeiros, compartilhando as suas experiências, vulnerabilidades e valores, cria conexões mais profundas com suas equipes. Isso não apenas humaniza a liderança, mas também estimula um ambiente no qual todos se sentem seguros para se expressar.

Como mensurar a eficiência da liderança comunicadora

Implementando métricas para avaliar a eficácia da comunicação dos líderes! Isso pode incluir:

  • Pesquisas de clima organizacional: avaliando como a equipe percebe a comunicação líder-equipe dentro da organização.
  • Feedback 360 graus: obtendo avaliações anônimas sobre as habilidades de comunicação dos líderes.
  • Pesquisa de Comunicação Interna: avaliando se a comunicação líder-equipe é considerada uma das formas mais eficazes dentro da organização. 

Capacitar a liderança a se tornar comunicadora não é apenas uma questão de promover o desenvolvimento de habilidade técnica. Trata-se de cultivar uma mentalidade de abertura para o diálogo e a construção de um ambiente seguro para relações respeitosas nas organizações. 

Ao investir no desenvolvimento das habilidades de comunicação dos líderes, as organizações não apenas melhoram a eficácia de suas equipes, mas também constroem um ambiente de trabalho mais colaborativo e inovador. Com as estratégias certas, é possível transformar líderes em comunicadores excepcionais, prontos para enfrentar os desafios atuais e futuros.

Se você tem o desafio de implementar uma estratégia eficaz relacionada à liderança comunicadora, conte com a P3K, a maior agência de Comunicação Interna do país. 

Estamos prontos para ajudar sua empresa a comunicar e maximizar o impacto da Comunicação Interna na sua organização, garantindo resultados reais e sustentáveis. Clique aqui e fale com a gente!

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como influenciadores internos podem ajudar no combate à infoxicação https://blog.dialog.ci/como-influenciadores-internos-podem-ajudar-no-combate-a-infoxicacao/ https://blog.dialog.ci/como-influenciadores-internos-podem-ajudar-no-combate-a-infoxicacao/#respond Mon, 08 Apr 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4818 Sendo uma das maiores inimigas atuais da Comunicação Interna, a infoxicação pode ser evitada a partir de um mix de canais estratégico aliado a uma grande tendência organizacional: os influenciadores internos. Segundo o estudo anual da Aberje e da Ação Integrada, esses influenciadores são considerados como uma das formas mais efetivas de Comunicação Interna por […]

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Sendo uma das maiores inimigas atuais da Comunicação Interna, a infoxicação pode ser evitada a partir de um mix de canais estratégico aliado a uma grande tendência organizacional: os influenciadores internos.

Segundo o estudo anual da Aberje e da Ação Integrada, esses influenciadores são considerados como uma das formas mais efetivas de Comunicação Interna por 50% dos respondentes, ficando na frente de redes sociais externas e imprensa. Em empresas com mais de 5 mil colaboradores, por exemplo, esse percentual sobe para 55%.

Além disso, a mesma pesquisa mostrou que 31% das companhias participantes alocaram orçamento para implantar um programa de influenciadores – o que representa um aumento de 3% em comparação com os números da edição anterior.

Neste artigo, mostraremos como é possível contar com influenciadores internos na estratégia que visa combater o excesso de informações compartilhadas dentro da organização. Confira!

Infoxicação e Comunicação Interna

Como já mencionamos anteriormente, a Comunicação Interna tende a praticar infoxicação quando exagera no volume de comunicados, que podem ser e-mails, mensagens, documentos, anúncios e outros tipos de conteúdo.

Esse excesso dificulta a absorção das informações por parte dos colaboradores, resultando em ruídos e impactos negativos na produtividade, além de oferecer riscos de burnout e sobrecarga mental.

Não é à toa que gerenciar a quantidade de informações já está entre os 10 principais desafios da área – sendo registrado em 43% das respostas, percentual que cresce para 54% em grandes empresas.

Ao mesmo tempo, 67% das organizações afirmam desenvolver iniciativas para evitar a infoxicação por meio da Comunicação Interna. Em outro artigo, contamos como a segmentação é uma estratégia potente nesse sentido. Vale conferir!

Influenciadores internos

Os influenciadores internos desempenham um papel crucial nas estratégias de Comunicação Interna, humanizando a área e atuando como uma ponte que conecta o setor aos demais colaboradores.

Em um artigo assinado pela Incanto Comunica, nossa agência parceira, alguns benefícios de contar com esse programa são: alcance, engajamento, autenticidade, credibilidade e fortalecimento da marca empregadora.

Além de agregar valor à estratégia da área a partir das vantagens mencionadas, os influenciadores internos também podem contribuir para o combate à infoxicação. Mas como essa dinâmica acontece, afinal? 

A atuação desses profissionais traz leveza à comunicação e facilita a conexão de outros colaboradores com o tema abordado. Veja de que forma isso acontece:

Humanização da mensagem

Os influenciadores internos podem contextualizar e humanizar a comunicação da empresa. Eles têm a capacidade de traduzir mensagens formais em uma linguagem mais acessível e pessoal, o que facilita a compreensão e a identificação por parte dos colegas.

Filtragem de informações

Em um mar de informações, os influenciadores podem ajudar a filtrar o que é relevante e importante para suas equipes. Eles conhecem as necessidades e os interesses de seus colegas e podem direcionar a atenção para as mensagens mais pertinentes.

Engajamento autêntico

Ao compartilhar suas próprias experiências e perspectivas, os influenciadores internos podem incentivar um engajamento mais autêntico entre os colegas. Isso cria um ambiente de confiança e abertura, no qual os colaboradores se sentem mais inclinados a participar ativamente da Comunicação Interna.

Amplificação da mensagem

Os influenciadores têm a capacidade de amplificar a mensagem da empresa por meio de seus próprios canais de comunicação, sejam eles perfis em redes sociais corporativas, grupos de mensagens ou conversas informais. Isso ajuda a garantir que o conteúdo alcance o público-alvo de forma mais efetiva.

Implementando uma estratégia de influenciadores internos

Para implementar com sucesso uma estratégia de influenciadores internos, é importante seguir algumas diretrizes:

  1. Identificação dos influenciadores: Identifique os colaboradores que têm influência e credibilidade dentro da organização. Isso pode ser feito a partir de pesquisas, feedbacks ou observação direta.
  2. Treinamento e capacitação: Ofereça treinamentos e capacitação para os influenciadores internos, assim eles conseguirão desempenhar efetivamente o papel de comunicador esperado.
  3. Alinhamento com objetivos organizacionais: Certifique-se de que os influenciadores internos estejam alinhados com os objetivos e os valores da empresa. Eles devem ser embaixadores autênticos da cultura organizacional.
  4. Monitoramento e avaliação: Monitore e avalie regularmente o desempenho dos influenciadores internos para garantir que eles estejam alcançando os resultados desejados. Isso permite que a estratégia seja ajustada conforme o necessário.

Em entrevista ao Dialog Talks em 2022, a agora coordenadora de Comunicação Interna da Omie, Thaiane Fernandes, compartilhou um case de sucesso de influenciadores internos na empresa.

“Eu enxergo que quando a gente tem influenciadores internos, a gente tem uma ótima ferramenta para conseguir potencializar algumas informações importantes que nós queremos passar”, contou a profissional na época.

O programa surgiu na Omie a partir de um comitê de Comunicação Interna. Thaiane contou que fazer parte dele era um motivo de orgulho para os colaboradores.

“Eles se sentem muito importantes! Em todo comitê, a gente sempre reforça a importância que os influenciadores têm dentro da Comunicação Interna, e é muito legal ver o orgulho de pertencer. Os nossos influencers acabam postando sobre isso no LinkedIn, falando na plataforma o quanto eles se sentem orgulhosos de fazer parte”, ressaltou.

Os influenciadores tiveram papel importante no lançamento do in.homie, plataforma de Comunicação Interna da empresa que foi desenvolvida pela Dialog.

“Quando a gente foi lançar o aplicativo, eles [influenciadores] viram em primeira mão. A gente mostrou para eles, antes até mesmo da liderança, [como seria] a carinha do in.homie (…). Foi muito bacana, porque eles nos ajudaram muito com insights e sugestões”, lembrou.

E aí, sua empresa tem algum programa de influenciadores internos ou pretende desenvolver alguma iniciativa como essa? Conte nos comentários. 

Assinatura Marcela hub nova

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A Comunicação Interna como um EPI para a saúde mental https://blog.dialog.ci/a-comunicacao-interna-como-um-epi-para-a-saude-mental/ https://blog.dialog.ci/a-comunicacao-interna-como-um-epi-para-a-saude-mental/#respond Mon, 01 Apr 2024 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4753 A saúde mental é um tema cada vez mais presente na sociedade e, consequentemente, nas empresas. Isso porque, segundo um estudo divulgado pela Gallup neste ano, 44% dos colaboradores ao redor do mundo dizem estar estressados. Ao mesmo tempo, uma pesquisa realizada pela Microsoft em 2022 apontou que 53% dos entrevistados estão mais propensos a […]

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A saúde mental é um tema cada vez mais presente na sociedade e, consequentemente, nas empresas. Isso porque, segundo um estudo divulgado pela Gallup neste ano, 44% dos colaboradores ao redor do mundo dizem estar estressados. Ao mesmo tempo, uma pesquisa realizada pela Microsoft em 2022 apontou que 53% dos entrevistados estão mais propensos a priorizar a saúde e o bem-estar em detrimento do trabalho

Não é à toa que esse assunto precisa ser pautado. Afinal, em organizações onde o ambiente é respeitoso e acolhedor, o bem-estar e a felicidade são ingredientes fundamentais para uma receita de produtividade e engajamento satisfatórios. Além disso, para reter os talentos que se preocupam cada vez mais com a qualidade de vida, as marcas precisam se mostrar atentas a esse tema.

Em muitas empresas, a saúde tem tudo a ver com os EPIs: Equipamentos de Proteção Individual que garantem a segurança dos trabalhadores. Entre os itens mais comuns, temos aventais, luvas, protetores auriculares, cintos de segurança, óculos, máscaras, sapatos especiais e capacetes. Todos eles são exigidos para garantir a integridade física do colaborador durante a execução das atividades. 

Com o corpo protegido, esse profissional conseguirá exercer sua função com segurança e excelência. Mas e a mente dessa pessoa? O que as empresas oferecem a esse colaborador para preservá-la? Na ausência de EPIs materiais, o que pode representar essa proteção para a saúde mental? 

Neste texto, mostraremos por que a Comunicação Interna – em parceria com a área de Recursos Humanos – é um item essencial nesse kit de sobrevivência. Acompanhe!

Mapear a realidade e promover a escuta ativa

Em 2021, de acordo com a Gartner, 93% dos líderes de RH relataram estar cada vez mais preocupados com o esgotamento dos funcionários. Poucos anos depois, essa preocupação se reflete em outros números. Dados da Mental Health Research de 2023 mostram que 46% dos profissionais estão enfrentando problemas no que diz respeito à saúde mental

E mais: de acordo com o Ministério da Previdência Social, só no Brasil e apenas no ano passado, foram concedidos 288.865 benefícios por incapacidade devido a transtornos mentais e comportamentais – o que corresponde a um aumento de 38% em relação a 2022. 

saúde

Diante desse cenário de exaustão e esgotamento, cabe às áreas de Comunicação Interna e Recursos Humanos a identificação dessa realidade dentro da empresa. Afinal, só a partir de um diagnóstico é possível promover iniciativas que visem combater esses sintomas e proporcionar a essas pessoas uma jornada mais agradável e acolhedora. 

Embora o setor de RH seja visto como o principal responsável por políticas de bem-estar na organização, ele não deve atuar sozinho. A área de Comunicação Interna é uma importante aliada nesse processo de mapeamento e escuta ativa! Com uma plataforma adequada, como a Dialog, é possível realizar pesquisas internas e estimular a participação dos colaboradores – que passam a se sentir ouvidos e respeitados. 

Combater a infoxicação nos canais internos 

Às vezes você também sente que recebe informações a todo momento? As notificações não param, seja no canal de comunicação da sua empresa, no seu e-mail, nas redes sociais ou nos aplicativos de mensagem instantânea.

A chegada incessante de conteúdos e o consumo desenfreado de informações podem despertar nas pessoas o sentimento de exaustão. E é claro que estar exausto nunca é bom, principalmente quando pensamos na rotina de trabalho. 

Nesse sentido, segundo a Aberje e a Ação Integrada, 67% das empresas têm atuado para reduzir o excesso de informações nos canais internos. Afinal, combater a infoxicação é necessário para promover uma experiência de comunicação mais positiva. 

Inclusive, a mesma pesquisa mostrou que melhorar a experiência dos colaboradores com os canais (44%) e gerenciar o excesso de informações (43%) estão entre os principais desafios da área de Comunicação Interna em 2024. Se colocadas em prática, essas iniciativas são capazes de construir uma rotina mais atrativa para o colaborador.

Além disso, de acordo com o estudo da Microsoft, 61% dos líderes dizem que más experiências digitais contribuem para a demissão de talentos. Ou seja: garantir que a vivência on-line seja positiva nas empresas também é uma forma interessante de reter os profissionais.

Assim, a Comunicação Interna se prova novamente um importante recurso na busca por saúde mental e bem-estar, sendo a responsável pelo gerenciamento do volume de informações compartilhadas

Quando a área conta com uma ferramenta eficiente, ela consegue evitar que colaborador se disperse entre diferentes canais de comunicação e perca tempo buscando informações durante o dia de trabalho. Com a Dialog, por exemplo, a partir de uma estratégia segmentada, é possível permitir que as pessoas consumam apenas o que é importante para elas – minimizando, assim, a sobrecarga digital. 

Monitorar o engajamento todos os dias

Lembra daquele dado, no começo deste texto, que falava sobre o percentual de colaboradores estressados? Então, a mesma pesquisa mostrou que colaboradores engajados são menos propensos a reportar o sentimento de estresse. Com isso, é possível dizer que direcionar a atenção para o engajamento das equipes pode ajudar a liderança a reduzir os níveis de estresse no trabalho.

Conquistar o engajamento dos colaboradores está sempre entre as principais metas do setor de Comunicação Interna. Afinal, de acordo com a Gallagher, 74% dos profissionais de CI dizem ser responsáveis por esse indicador. Na mesma direção, o relatório Internal Communication Trends Report indicou que engajar colaboradores e criar um ambiente de trabalho melhor está no topo da lista de prioridades da área, com 80,4%.

Que engajamento tem tudo a ver com performance, produtividade e resultado você já sabe. Mas não é só isso! Engajamento também tem tudo a ver com fit cultural, acolhimento, satisfação, bem-estar, qualidade de vida e saúde mental. Por isso, monitorar esse indicador tão importante é como acompanhar o GPS que indica o caminho que a empresa deve seguir.

É aí que a Comunicação Interna volta a se fazer presente nas estratégias. É papel da área auxiliar as empresas a monitorar o comportamento do colaborador e a promover ações que contribuem para a construção de um ambiente cada vez mais saudável, engajado e receptivo. Na Dialog, você encontra o Índice Dialog de Engajamento – um recurso exclusivo que fornece informações em tempo real e ajudam os profissionais de CI a acompanhar esse movimento. 

Comunicação Interna: o EPI que faltava

Sabemos que, no trabalho, o dia a dia pode vir acompanhado de muitas emoções – algumas boas e outras não. Esse mix de sentimentos nem sempre tem relação direta com a vida profissional, mas isso não significa que ela não seja afetada por fatores externos. Por isso, é importante que a empresa esteja de olho no comportamento dos colaboradores a fim de identificar formas de oferecer uma experiência mais leve e agradável. 

Isso não significa que a organização precise monitorar individualmente cada profissional. Basta ter um olhar atento ao fluxo da Comunicação Interna, mapear constantemente o clima organizacional e implementar iniciativas que estejam voltadas ao bem-estar dos colaboradores. 

Uma Comunicação Interna ativa e presente é um excelente Equipamento de Proteção Individual – que, na verdade, desempenha sua função de forma coletiva. Por meio estratégias alinhadas à cultura e à realidade da empresa, a área consegue identificar gatilhos de estresse, evitar sobrecarga digital e agir com agilidade para solucionar situações de incômodo. Tudo isso preserva a saúde mental do colaborador e, consequentemente, agrega valor às suas tarefas.

Quer descobrir como fazer tudo isso e muito mais? Nosso time de especialistas está aguardando o seu contato para te mostrar gratuitamente tudo o que a Dialog pode fazer por você e pelos seus colaboradores. Clique aqui e agende uma apresentação agora mesmo!

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Saúde mental: um pacto para sempre https://blog.dialog.ci/saude-mental-um-pacto-para-sempre/ https://blog.dialog.ci/saude-mental-um-pacto-para-sempre/#respond Mon, 24 Apr 2023 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3900 O caminho que as organizações estão pavimentando em suas estratégias de Comunicação Interna, diante dos novos cenários e desafios que permeiam o ambiente de trabalho, abriu definitivamente espaço para um tema que ganhou ainda mais destaque durante a pandemia: a preocupação legítima com a saúde mental dos colaboradores.  Esse pilar tem feito com que as […]

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O caminho que as organizações estão pavimentando em suas estratégias de Comunicação Interna, diante dos novos cenários e desafios que permeiam o ambiente de trabalho, abriu definitivamente espaço para um tema que ganhou ainda mais destaque durante a pandemia: a preocupação legítima com a saúde mental dos colaboradores. 

Esse pilar tem feito com que as empresas invistam mais em assessments, mas não apenas nisso. Há um esforço genuíno em debater a criação de ambientes de segurança psicológica, acolhimento e escuta ativa, de modo a reforçar vínculos entre pessoas e marca empregadora. 

Fato é que o tema ganhou destaque na estruturação das políticas de EVP, denotando a dimensão exata da proposta de valor que as corporações entregam a seus empregados.

Há um bom tempo, temos alertado que a liderança deve assumir protagonismo a esse respeito, tanto na criação quanto na manutenção de uma cultura orientada à qualidade de vida.

 Antes de qualquer projeto ou ação de sensibilização sobre saúde mental, costumo sempre questionar as organizações: você conhece a fundo os fatores de risco psicossociais que podem comprometer o desenvolvimento dos colaboradores no dia a dia, ou mesmo alavancar indicadores de acidentes de trabalho, turnover e absenteísmo?

Se nunca parou para realizar esse diagnóstico, está mais do que na hora de empreender sobre o tema. O data driven a respeito de saúde mental compreende não apenas a aplicação de pesquisas, mas como fazer a leitura correta das informações coletadas de modo a estruturar posteriormente políticas e ações de Comunicação Interna engajadoras.

Três pilares importantes

Segundo a Pesquisa Global Health Service Monitor, feita pela empresa Ipsos em 34 países, os transtornos comportamentais e a saúde mental são a terceira maior causa de afastamentos de trabalhadores no Brasil.

O ambiente de trabalho e a liderança são apontados como fatores diretos para o aumento expressivo nos casos de burnout e ansiedade. Apenas 18% das empresas mantêm algum programa para cuidar da saúde mental dos seus colaboradores.

Diante do cenário, podemos eleger três fatores condicionantes de sucesso na criação de uma política de saúde mental. Fatores sem os quais toda e qualquer iniciativa corre o risco de naufragar. São eles: 

  1. Envolver as pessoas desde o marco zero da estruturação do projeto;
  2. Informar e capacitar (realizar letramento para desconstruir tabus);
  3. Dar suporte contínuo aos colaboradores, sobretudo às lideranças.

Os 4 C’s

Olhando para esses fatores de sucesso, do ponto de vista da Comunicação Interna, podemos trabalhar quatro atitudinais dentro de um chamado “ciclo virtuoso de diálogos” a respeito de saúde mental. 

Costumo, aliás, usar a expressão ciclo porque me arrisco dizer que se trata de um caminho sem volta, uma espiral de educação que, uma vez empreendida, não há como retroceder na decisão.

Certamente, você pode estar refletindo nesse exato momento sobre programas e ações de saúde mental que sofreram consideravelmente desinvestimento por parte das organizações nos últimos meses, deixando de ser um foco estratégico para elas, sobretudo quando o período pandêmico se atenuou. Ou mesmo, refletindo sobre empresas que fizeram com que o tema se tornasse uma “vaga lembrança” dos tempos de outrora, o que sem dúvida pode depor contra a reputação. 

O bom é que sempre é tempo para recomeçar. Concorda?

Mas, vamos aos 4 C’s:

1. Consciência

Saúde mental é responsabilidade de todos e precisa deixar de ser tabu, por isso o primeiro passo é conscientizar os profissionais sobre a importância do tema. Aculturando, inclusive, quem acabou de chegar à organização. Essa tomada de consciência é sempre individual. E assim deve ser trabalhada nas campanhas de Comunicação Interna, nos conteúdos dos canais e eventos planejados.

2. Cuidado

Em sua essência, o trabalho de todos é cuidar das pessoas e, para isso, os colaboradores precisam estar bem, pois só experimentando bem-estar é que eles conseguirão promovê-lo. Aqui estamos falando de integração, de senso de coletividade e colaboração. Ouvir sem julgamentos já é um primeiro atitudinal que faz toda a diferença no ambiente de trabalho. Revela acolhimento!

3. Conexão

É hora de aprender a cuidar do outro, a ter conversas corajosas, acolher e tratar de temas que não são fáceis de lidar, tudo isso de forma humanizada. Treinamentos sobre comunicação não violenta, empatia e consenso para lideranças de equipes facilitam caminhos. Já pensou que a Comunicação Interna pode ser uma facilitadora deles e, também, de grupos de trabalho ou rodas de discussão que promovam trocas sobre vivências?

4. Cultura

A verdadeira transformação não acontece por palavras, mas em ações. Nas organizações isso se traduz em uma cultura de alta segurança psicológica. E aqui temos o “walk the walk”. As lideranças, além de conduzirem o tema sob o prisma do bom exemplo dado, devem ser hubs de informação a respeito dos atitudinais desejáveis, reconhecendo os aderentes aos pilares de saúde mental, com rituais muito simples para isso. A saúde mental não pode ser vista como um tema que “rivaliza” internamente com os temas de negócios, pois são duas tratativas intimamente conectadas, que caminham lado a lado. 

Conhece o #MenteEmFoco?

Idealizado pela InPress Porter Novelli e pela Rede Brasil do Pacto Global, com endosso da Sociedade Brasileira de Psicologia, o #MenteEmFoco surgiu para abordar o tema da saúde mental de maneira permanente nas organizações, combatendo o preconceito e o tabu que ainda o permeiam.

A iniciativa tem como objetivo engajar o setor privado na jornada da Agenda 2030 e acelerar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. 

O movimento #MenteEmFoco entra na plataforma para mostrar os avanços no ODS 3, de Saúde e Bem-estar. Mais de 60 empresas no Brasil já se tornaram signatárias dele, contando com uma rede de trocas sobre boas práticas e estruturação de ações afirmativas que, certamente, melhoram a vida de todos no planeta. 

Ao se tornarem signatárias do movimento, as empresas firmam seis compromissos:

  1. Ter um profissional de referência para aconselhamento e atendimento;
  2. Oferecer orientação e manejo de crises;
  3. Garantir a avaliação permanente dos colaboradores;
  4. Manter gestores engajados, com capacitação para atuar em relação ao tema e orientação sobre as melhores condutas, sendo agentes de transformação;
  5. Criar um programa antiestigma, promovendo debates abertos e intervenções em grupo com assuntos que busquem reduzir o estigma relacionado ao sofrimento psíquico, inserindo-o como pauta permanente na organização;
  6. Promover ações de incentivo à saúde mental, desenvolvendo campanhas e iniciativas para incentivar práticas culturais, esportivas, de nutrição, bem-estar, educação, entre outras, a partir de demandas identificadas.

Saiba mais sobre o movimento, clicando aqui

Assédio: agora uma responsabilidade da CIPA

Desde 20 de março de 2023, o combate aos casos de assédio moral e sexual no ambiente de trabalho passou a ser uma obrigação de todas as empresas brasileiras.

Uma das principais mudanças trazidas pelo Ministério do Trabalho determina que a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) passe a ter total responsabilidade sobre a gestão interna do tema, o que muitas vezes ficava sob a liderança de áreas como RH, Compliance, EHS ou Jurídico. 

Essa responsabilidade vai desde a estruturação de programas e políticas internas que encaminhem as normatizações vigentes, passando por campanhas e ações internas de sensibilização, prevenção e engajamento de colaboradores, até a preparação das lideranças para o acolhimento e recebimento de denúncias. Ou seja, isso também tem tudo a ver com saúde mental nas organizações.

O tema é delicado e precisa sempre ser abordado sob o prisma educacional. Muito além de estabelecer canais de denúncia, temos que promover letramento para as lideranças, falar com os colaboradores sobre comunicação não violenta, vieses inconscientes, diversidade e inclusão e ética. 

A Comunicação Interna deve ajudar as organizações no desenvolvimento de espaços de segurança psicológica, denotando como a cultura da empresa e as atitudes desejáveis, decorrentes dos seus valores, se conectam com o combate ao problema. 

As redes de multiplicadores internos, rodas de conversa sobre assédio e os programas de formação de lideranças representam um bom caminho para que a Comunicação comece a endereçar melhor o tema e não foque apenas em datas isoladas ao longo do ano ou em campanhas dentro da Sipat.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como Comunicação Interna pode ajudar na campanha Setembro Amarelo? https://blog.dialog.ci/como-comunicacao-interna-pode-ajudar-na-campanha-setembro-amarelo/ https://blog.dialog.ci/como-comunicacao-interna-pode-ajudar-na-campanha-setembro-amarelo/#respond Mon, 12 Sep 2022 15:02:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=2245 As conversas sobre cuidado com a saúde mental ganham destaque graças à campanha Setembro Amarelo, que aborda a conscientização sobre a prevenção do suicídio. Entendendo que o trabalho representa uma parte significativa na vida de uma pessoa, de um colaborador, como a Comunicação Interna pode trabalhar o tema? Por mais delicado que seja, o assunto […]

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As conversas sobre cuidado com a saúde mental ganham destaque graças à campanha Setembro Amarelo, que aborda a conscientização sobre a prevenção do suicídio. Entendendo que o trabalho representa uma parte significativa na vida de uma pessoa, de um colaborador, como a Comunicação Interna pode trabalhar o tema?

Por mais delicado que seja, o assunto precisa ser tratado dentro das organizações. De acordo com a Pesquisa Vigitel 2021, 11,3% dos brasileiros relataram ter recebido um diagnóstico médico de depressão. 

Além disso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar a Síndrome de Burnout como doença do trabalho no início de 2022. Segundo a OMS, a síndrome passou a ser tratada como “estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso”.

Com o crescimento no número de casos de burnout, depressão e outras doenças que acometem a saúde mental nos últimos anos, marcados por incertezas e abruptas mudanças significativas, as empresas não podem ignorar o problema.

Pensando sob o viés profissional, o adoecimento mental impacta a produtividade e trabalho do colaborador. Entra aí o trabalho de Comunicação Interna.

Setembro Amarelo: empatia e cuidado

O suicídio ainda é tratado como um tabu, seja por falta de informação ou por medo. Como já falamos, o tema é delicado e precisa ser tratado com responsabilidade. A Comunicação Interna deve tomar cuidado e usar a empatia como base das comunicações relacionadas ao Setembro Amarelo. 

A conscientização é o melhor caminho: a comunicação precisa ser feita de forma respeitosa, mas que aborde o problema com a seriedade necessária.

Além das informações sobre o movimento Setembro Amarelo, a importância do cuidado da saúde mental pode ser usada como gancho para começar as conversas sobre o assunto. A área de Comunicação Interna pode construir uma campanha que amarre todos os temas para introduzir o assunto nas pautas abordadas pela organização com seus colaboradores.

Leia também:

Continuidade, veracidade e cultura

Existem três pontos de atenção para a Comunicação Interna na hora de planejar os conteúdos relacionados ao Setembro Amarelo:

Continuidade 

Informativos e campanhas sobre prevenção ao suicídio e alertas sobre saúde mental não podem ficar restritas ao mês de setembro. O cuidado que empresas devem ter com o bem-estar dos colaboradores deve acontecer durante o ano todo, então por que a comunicação seria diferente?

O estigma relacionado ao suicídio é reforçado justamente pela falta de continuidade nas conversas sobre o assunto. Para reverter isso, a continuidade é peça-chave. 

Veracidade

Investir e incentivar o cuidado da saúde mental dos profissionais é dever das organizações. Se isso não é feito pela empresa, como a área de Comunicação Interna pode passar credibilidade ao falar sobre o assunto?

A empresa disponibiliza apoio psicológico? É feito algum tipo de acompanhamento dos colaboradores que têm depressão ou tiveram burnout? Como falar sobre conscientização e prevenção ao suicídio se a empresa não faz algo na prática? 

O discurso e a prática devem andar lado a lado para a construção de um bom trabalho de CI. A campanha pode ser bem produzida, mas não será absorvida como deve se a realidade dentro da companhia é diferente do que Comunicação Interna passa.

Cultura

Esse fator acaba sendo junção dos dois anteriores. A cultura organizacional é o DNA da empresa. Sendo assim, ela deve servir como base tanto nas ações de cuidado com a saúde mental e conscientização sobre a prevenção contra o suicídio quanto nas comunicações sobre os temas.

Se os valores, missão e visão não conversam com essa ideologia que coloca o bem-estar dos colaboradores como prioridade, a Comunicação Interna não conseguirá resultados significativos, porque os funcionários saberão que a cultura da empresa não defende isso.

Então, CI deve trabalhar na campanha de Setembro Amarelo ou qualquer outra sobre saúde mental junto com a área responsável pela cultura da empresa.

PS: Conheça recursos indispensáveis para times de Comunicação Interna e RH. Com o super app Dialog você agenda conteúdos, segmenta comunicados em poucos passos, analisa rapidamente os resultados e muito mais. Tudo em um único lugar! Fale com representantes Dialog.

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Burnout como doença do trabalho. O que Comunicação Interna e RH devem fazer? https://blog.dialog.ci/burnout-como-doenca-do-trabalho-o-que-comunicacao-interna-e-rh-devem-fazer/ https://blog.dialog.ci/burnout-como-doenca-do-trabalho-o-que-comunicacao-interna-e-rh-devem-fazer/#respond Mon, 17 Jan 2022 15:21:10 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=1274 Um dos temas que ganhou mais espaço dentro das organizações devido à pressão da pandemia foi o cuidado com a saúde mental dos colaboradores. Indo de encontro com esse movimento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar a Síndrome de Burnout como doença do trabalho. Válida desde 1º de janeiro de 2022, a classificação […]

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Um dos temas que ganhou mais espaço dentro das organizações devido à pressão da pandemia foi o cuidado com a saúde mental dos colaboradores. Indo de encontro com esse movimento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar a Síndrome de Burnout como doença do trabalho.

Válida desde 1º de janeiro de 2022, a classificação é bastante simbólica, já que neste mesmo mês acontece a campanha Janeiro Branco, que propõe a conscientização sobre as necessidades relacionadas à saúde mental.

De acordo com a OMS, o burnout deixa de ser um “simples” problema mental e quadro psiquiátrico e passa a ser considerado como “estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso”. 

Ainda segundo a organização, os sintomas dessa síndrome são:

  1. sensação de esgotamento
  2. cinismo ou sentimentos negativos relacionados a seu trabalho
  3. eficácia profissional reduzida

Neste artigo, saiba como é a atual situação nas empresas e qual o papel de Comunicação Interna e RH no assunto. Confira.

Alertas ligados para o burnout

Segundo o Índice de Bem-estar Corporativo do Zenklub em 2021, que foi respondido por mais de 1.600 profissionais de 335 empresas, o nível de bem-estar no mercado brasileiro recebeu a nota de 49,25.

Um dos fatores de grande impacto na nota foi justamente o burnout, com relatos de esgotamento por parte dos colaboradores. O mesmo estudo mostra que, dentre os “inimigos do bem-estar”, a síndrome aparece em primeiro lugar, com 58,75%.

De acordo com a Exame: “se antes o esgotamento e o estresse preocupavam a gestão de pessoas pela falta de engajamento, menor produtividade ou a perda de profissionais, agora o Burnout ganha mais um fator de risco jurídico e financeiro”.

A Forbes compartilhou algumas dicas práticas para os profissionais que enfrentam o burnout:

  1. Conheça a origem do seu esgotamento;
  2. Diga algo, peça ajuda à empresa;
  3. Reconecte-se com os seus valores.

Comunicação Interna e RH contra o burnout

Em entrevista ao Dialog Talks, o diretor-executivo da P3K Comunicação, Elizeo Pereira, afirmou que a saúde mental segue sendo um tema forte na agenda e planejamento da área de Comunicação Interna.

Levando em consideração que, com o avanço da vacinação e a volta de muitas empresas para um modelo presencial e/ou híbrido, as pessoas estão receosas e nervosas com o que as espera nesse novo cenário. 

Sendo assim, CI deve continuar investindo em uma comunicação transparente, construindo e mantendo relações de confiança com o colaborador.

Além disso, a área deve manter em seu radar a constante comunicação sobre a importância do cuidado com a saúde mental, evitando que quadros se agravem e síndromes como o burnout apareçam.

Já o RH deve manter a saúde mental e seus cuidados como uma das prioridades para o novo ano (e para os próximos também), pois cuidar do colaborador reflete na sua felicidade e produtividade

E, indo além, demonstra grande respeito pelo profissional como pessoa, antes de qualquer vínculo empregatício, algo que é muito buscado hoje em dia.

Ações que promovam bem-estar, como benefícios e/ou campanhas que incentivem o equilíbrio entre vidas profissional e pessoal, devem fazer parte do planejamento da área.

Ferramenta digital para ajudar a superar desafios

O uso de ferramentas como a rede social corporativa pode ajudar no combate ao burnout, por se tratar de uma ferramenta de escuta, comunicação e engajamento, ao mesmo tempo.

No SuperApp Dialog, por exemplo, é possível fazer constantes pesquisas para entender se há profissionais com a síndrome (ou com risco de desenvolvê-la).

PS: Conheça recursos indispensáveis para times de Comunicação e RH. Com o Dialog você agenda conteúdos, segmenta comunicados em poucos passos, analisa rapidamente os resultados e muito mais. Tudo em um único lugar! Fale com representantes Dialog.

 

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Saúde mental e felicidade corporativa: dupla que deve ser prioridade do RH em 2022 https://blog.dialog.ci/saude-mental-e-felicidade-corporativa-rh/ https://blog.dialog.ci/saude-mental-e-felicidade-corporativa-rh/#respond Thu, 06 Jan 2022 15:00:28 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=1264 O bem-estar e saúde mental do colaborador são pautas que vêm ganhando visibilidade dentro das empresas nos últimos tempos, como já comentamos por aqui. A pandemia escancarou a necessidade de olhar esses fatores como prioridade dentro da estratégia organizacional. Dados de duas pesquisas mostram o quão devastador o período pandêmico foi para a saúde mental dos […]

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O bem-estar e saúde mental do colaborador são pautas que vêm ganhando visibilidade dentro das empresas nos últimos tempos, como já comentamos por aqui. A pandemia escancarou a necessidade de olhar esses fatores como prioridade dentro da estratégia organizacional.

Dados de duas pesquisas mostram o quão devastador o período pandêmico foi para a saúde mental dos colaboradores:

1) 74% dos respondentes afirmaram que a pandemia contribuiu para prejudicar a saúde mental em algum grau, segundo estudo feito pelo Talenses Group, em parceria com a Fundação Dom Cabral.

2) 53% dos brasileiros declararam que sua saúde mental piorou em algum grau durante a pandemia, de acordo com estudo encomendado pelo Fórum Econômico Mundial e realizado pelo Instituto Ipsos.

Sendo assim, ter um olhar empático sobre o tema é essencial para a felicidade e o pleno bem-estar dos colaboradores. Pensando sob a perspectiva dos negócios, colaboradores felizes são mais produtivos. 

Falaremos sobre isso neste artigo. Confira!

Felicidade corporativa como fator propulsor

Segundo a Harvard Business Review, colaboradores mais felizes são 31% mais produtivos, 85% mais eficientes e 300% mais inovadores. Como resultado, a felicidade causa queda de 55% na rotatividade e uma probabilidade 125% menor de casos de burnout.

A relação entre felicidade e produtividade não é uma descoberta recente: em 2003, a empresa dinamarquesa Woohoo Partnership criou uma metodologia voltada para a satisfação dos profissionais. Surgiu assim o certificado de Chief Happiness Officer (CHO).

De acordo com a Forbes, esse profissional é: “responsável por elaborar estratégias e ações que promovam a felicidade corporativa, melhorando índices de engajamento e produtividade de todo o time e, consequentemente, da empresa como um todo”.

Entretanto, no Brasil o tema é sim novo: Segundo o Instituto Feliciência e a Reconnect | Happiness At Work, existem apenas 169 profissionais qualificados na área e a procura pelos cursos sobre CHO aumentaram em 200% desde 2020.

Sem felicidade, sem colaborador

A pesquisa feita pelo Employment and Employability Institute em 2019 já alertava: as novas gerações enxergam a felicidade corporativa como requisito obrigatório. O estudo mostra que:

  • 53% querem atuar em organizações cujos valores sejam compatíveis os seus;
  • 75% buscam uma rotina flexível entre trabalho e tempo livre;
  • 44% procuram um ambiente amigável;
  • 90% almejam desafios e oportunidades de crescimento.

Esses dados devem abrir os olhos do RH dentro das empresas, que – se ainda não começaram – devem começar a olhar a felicidade do colaborador dentro do ambiente de trabalho como uma das prioridades da área.

Por uma empresa mais feliz

Em entrevista para o Estadão, diversos especialistas compartilham dicas para empresas e colaboradores buscarem um ambiente corporativo mais feliz, dentre elas, a organização da comunicação interna.

Entra aqui a importância da definição de canais corretos, otimização de tempo dos colaboradores e a diminuição do envio de e-mails.

Conheça todas as boas práticas:

Saúde mental e felicidade corporativa

De olho na saúde mental, bem-estar e felicidade!

A Dialog – em parceria com o Talenses Group – preparou um material especial sobre saúde mental e bem-estar, com mais informações sobre a pesquisa realizada, além de dicas práticas sobre o tema.

Você pode fazer o download clicando aqui

 

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Saúde mental e bem-estar deixaram de ser tabu e entraram na agenda das empresas, diz CEO da Talenses Executive https://blog.dialog.ci/saude-mental-e-bem-estar-deixaram-de-ser-tabu-e-entraram-na-agenda-das-empresas-diz-ceo-da-talenses-executive/ https://blog.dialog.ci/saude-mental-e-bem-estar-deixaram-de-ser-tabu-e-entraram-na-agenda-das-empresas-diz-ceo-da-talenses-executive/#respond Wed, 01 Sep 2021 15:05:10 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=972 A pandemia certamente trouxe à tona temas que sempre tiveram importância nas empresas, mas que – por algum motivo – não tinham a visibilidade necessária ou até mesmo eram vistos como tabu ou algo sem importância. Dois exemplos claros disso são: a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores. Em junho de 2021, o Talenses […]

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A pandemia certamente trouxe à tona temas que sempre tiveram importância nas empresas, mas que – por algum motivo – não tinham a visibilidade necessária ou até mesmo eram vistos como tabu ou algo sem importância. Dois exemplos claros disso são: a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores.

Em junho de 2021, o Talenses Group – holding brasileira com soluções completas de recrutamento e seleção – em parceria com a Fundação Dom Cabral, divulgou uma pesquisa com mais de 500 profissionais de diversos setores, como indústria e tecnologia. Foram revelados dados sobre a intensificação dos transtornos mentais nas pessoas e o quanto o ambiente de trabalho e a pandemia influenciaram neste cenário.

Buscando entender como a saúde mental e o bem-estar são vistos e tratados dentro das empresas atualmente, conversamos com o CEO da Talenses Executive, João Marcio Souza, no nono episódio do Dialog Talks.

Você pode conferir a entrevista completa clicando no play.

Bem-estar do colaborador: atenção às gerações Y e Z

Na pesquisa, 74% dos respondentes afirmaram que a pandemia contribuiu para prejudicar a saúde mental em algum grau. Esse impacto atingiu diferentes gerações, mas de formas diferentes.

“O que chamou a atenção na pesquisa inclusive foi que as gerações Y e Z – ou seja, as gerações mais novas que vêm entrando no mercado de trabalho – se destacam muito porque afirmam que o impacto foi muito maior, se comparado às gerações X e Baby Boomer”, comenta João.

Entretanto, o executivo não se mostrou chocado com o alto percentual, pois “os temas ligados à saúde mental, como ansiedade, burnout, depressão e pânico já vinham sendo debatidos, discutidos, diagnosticados e tratados. O que a pandemia fez acelerar exponencialmente todas essas patologias”.

O ambiente de trabalho também deve ser relacionado ao bem-estar do colaborador, afinal a pandemia acelerou o conceito do trabalho em qualquer lugar (“office anywhere”) e redefiniu os rituais corporativos.

“A partir de agora, o desafio das organizações vai ser a ressignificação em relação ao propósito, missão, visão e valores, a revisão da sua cultura organizacional”.

Uma nova consciência para encarar o problema de frente

A pesquisa ainda mostrou um comparativo dos transtornos mentais apontados pelos respondentes entre 2019 e 2021. A crise de ansiedade era apontada por 49% dos respondentes, há dois anos, e hoje o índice subiu para 69%. Quando olhamos para burnout, a porcentagem pulou de 35% para 44%.

O CEO avalia o aprendizado nesse preocupante cenário. “Se tem um lado bom dessa história, é que há a criação de uma consciência sobre o problema. Deixa de ser um tabu e passa a virar pauta e agenda nas empresas”.

Sob o ponto de vista das empresas, João cita duas categorias: as grandes corporações globais, que olha as políticas de RH de maneira mais global e integrada, considerando as diferenças culturais. E as companhias locais, que podem ter ou não uma governança madura.

“Eu entendo que as empresas que já estavam em um grau de maturidade maior, uma governança mais desenvolvida… elas foram muito mais ágeis em não só lidar com o problema, mas também acolher o problema”.

No caso das que não possuem essas políticas estruturadas, há uma disparidade em relação ao tema [saúde mental e bem-estar]. De qualquer forma, o executivo é categórico: todas já receberam o alerta.

Os papéis da liderança, RH e CI no bem-estar do colaborador

O papel dos líderes em relação à saúde mental e ao bem-estar da equipe é vital.

“Tenho uma frase que pratico muito na minha carreira profissional, com os meus liderados, que são muitos: (…) ‘Líderes direcionam a cultura e a cultura direciona todo o restante’. Então, se a liderança não se apropriar desse tema e não der o exemplo, isso não é percebido como valor para os colaboradores em geral. E se não é percebido como valor corporativo, isso não é praticado”.

Já o RH tem um papel estratégico de business partner há certo tempo, afirma João. “É uma área que tem a estratégia na mão, tem dinheiro para fazer as coisas em muitos casos, algumas não tem, mas faz do limão a limonada. E é uma área que realmente tem voz ativa, e muito”.

Na parte de comunicação, o executivo comenta sobre o fato de que muitos RHs têm a CI acoplada e, partindo desse princípio, ambas as áreas têm papel na influência sobre qualquer tema, inclusive saúde mental e bem-estar dos colaboradores. Além disso, é preciso saber comunicar as ideias e ações relacionadas ao assunto.

 Digitalização, saúde e bem-estar

“A digitalização das coisas, além de tirar da nossa mesa tarefas muito operacionais e braçais, você passa a ter uma eficiência ou uma produtividade na utilização do seu tempo muito maior”

Essa otimização do tempo, segundo ele, impacta diretamente na saúde mental, pois abre espaço para mais atividades prazerosas. E essa percepção de maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional gera a sensação de bem-estar e, consequentemente, uma melhor saúde mental.

 

O Dialog – em parceria com o Talenses Group – preparou um material especial sobre saúde mental e bem-estar, com mais informações sobre a pesquisa realizada, além de dicas práticas sobre o tema.

Você pode fazer o download clicando aqui

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