janeiro 17, 2022

Burnout como doença do trabalho. O que Comunicação Interna e RH devem fazer?

Por Dialog - Time de Conteúdo| 4 minutos
Burnout como doença do trabalho. O que Comunicação Interna e RH devem fazer

Um dos temas que ganhou mais espaço dentro das organizações devido à pressão da pandemia foi o cuidado com a saúde mental dos colaboradores. Indo de encontro com esse movimento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar a Síndrome de Burnout como doença do trabalho.

Válida desde 1º de janeiro de 2022, a classificação é bastante simbólica, já que neste mesmo mês acontece a campanha Janeiro Branco, que propõe a conscientização sobre as necessidades relacionadas à saúde mental.

De acordo com a OMS, o burnout deixa de ser um “simples” problema mental e quadro psiquiátrico e passa a ser considerado como “estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso”. 

Ainda segundo a organização, os sintomas dessa síndrome são:

  1. sensação de esgotamento
  2. cinismo ou sentimentos negativos relacionados a seu trabalho
  3. eficácia profissional reduzida

Neste artigo, saiba como é a atual situação nas empresas e qual o papel de Comunicação Interna e RH no assunto. Confira.

Alertas ligados para o burnout

Segundo o Índice de Bem-estar Corporativo do Zenklub em 2021, que foi respondido por mais de 1.600 profissionais de 335 empresas, o nível de bem-estar no mercado brasileiro recebeu a nota de 49,25.

Um dos fatores de grande impacto na nota foi justamente o burnout, com relatos de esgotamento por parte dos colaboradores. O mesmo estudo mostra que, dentre os “inimigos do bem-estar”, a síndrome aparece em primeiro lugar, com 58,75%.

De acordo com a Exame: “se antes o esgotamento e o estresse preocupavam a gestão de pessoas pela falta de engajamento, menor produtividade ou a perda de profissionais, agora o Burnout ganha mais um fator de risco jurídico e financeiro”.

A Forbes compartilhou algumas dicas práticas para os profissionais que enfrentam o burnout:

  1. Conheça a origem do seu esgotamento;
  2. Diga algo, peça ajuda à empresa;
  3. Reconecte-se com os seus valores.

Comunicação Interna e RH contra o burnout

Em entrevista ao Dialog Talks, o diretor-executivo da P3K Comunicação, Elizeo Pereira, afirmou que a saúde mental segue sendo um tema forte na agenda e planejamento da área de Comunicação Interna.

Levando em consideração que, com o avanço da vacinação e a volta de muitas empresas para um modelo presencial e/ou híbrido, as pessoas estão receosas e nervosas com o que as espera nesse novo cenário. 

Sendo assim, CI deve continuar investindo em uma comunicação transparente, construindo e mantendo relações de confiança com o colaborador.

Além disso, a área deve manter em seu radar a constante comunicação sobre a importância do cuidado com a saúde mental, evitando que quadros se agravem e síndromes como o burnout apareçam.

Já o RH deve manter a saúde mental e seus cuidados como uma das prioridades para o novo ano (e para os próximos também), pois cuidar do colaborador reflete na sua felicidade e produtividade

E, indo além, demonstra grande respeito pelo profissional como pessoa, antes de qualquer vínculo empregatício, algo que é muito buscado hoje em dia.

Ações que promovam bem-estar, como benefícios e/ou campanhas que incentivem o equilíbrio entre vidas profissional e pessoal, devem fazer parte do planejamento da área.

Ferramenta digital para ajudar a superar desafios

O uso de ferramentas como a rede social corporativa pode ajudar no combate ao burnout, por se tratar de uma ferramenta de escuta, comunicação e engajamento, ao mesmo tempo.

No SuperApp Dialog, por exemplo, é possível fazer constantes pesquisas para entender se há profissionais com a síndrome (ou com risco de desenvolvê-la).

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