infoxicação Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/infoxicacao/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Tue, 03 Feb 2026 02:55:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png infoxicação Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/infoxicacao/ 32 32 5 recursos Dialog que te ajudam a vencer a infoxicação https://blog.dialog.ci/5-recursos-dialog-que-te-ajudam-a-vencer-a-infoxicacao/ https://blog.dialog.ci/5-recursos-dialog-que-te-ajudam-a-vencer-a-infoxicacao/#respond Mon, 14 Apr 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5776 Você já deve ter ouvido falar de infoxicação. Afinal, estamos vivendo uma era na qual essa palavrinha é a grande protagonista do mundo digital. O termo, que foi cunhado pelo físico espanhol Alfons Cornella na última década do século XX, diz respeito ao excesso de informação que recebemos diariamente — de forma consciente ou não.  […]

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Você já deve ter ouvido falar de infoxicação. Afinal, estamos vivendo uma era na qual essa palavrinha é a grande protagonista do mundo digital. O termo, que foi cunhado pelo físico espanhol Alfons Cornella na última década do século XX, diz respeito ao excesso de informação que recebemos diariamente — de forma consciente ou não. 

Vivemos conectados e, por isso, consumimos conteúdo o tempo inteiro. São vídeos nas redes sociais, notícias em tempo real, informações vindas por aplicativos de mensagem instantânea e vários e-mails corporativos por dia. Fica difícil absorver tudo diante de um volume tão grande! 

É aí que começam a se manifestar os efeitos dessa sobrecarga de informação. Quem é vítima da infoxicação pode sentir exaustão com frequência, perder habilidades criativas e até sofrer com a intensificação de condições como estresse e ansiedade. Como mudar isso?

Vencer a infoxicação no âmbito pessoal diz mais respeito ao comportamento de cada indivíduo. Porém, no âmbito profissional há muito a ser feito. As empresas que se preocupam com a saúde e a performance do colaborador devem estar atentas a esse tema a fim de colocar em prática algumas ações que podem combater esse mal no trabalho. 

A melhor forma de fazer isso é investindo em um canal de Comunicação Interna preparado para suportar qualquer estratégia — como a Dialog. Quer saber mais? Continue por aqui. 

ecossistema dialog AI

A Comunicação Interna como protagonista

Segundo a Gallup, 46% dos colaboradores no Brasil registravam estresse diário em 2024. Esse é um número expressivo e que merece a atenção das empresas, principalmente porque 53% dos profissionais estão mais propensos a priorizar a saúde e o bem-estar acima do trabalho, de acordo com a Microsoft. 

Infoxicação tem tudo a ver com experiência. Uma pesquisa da Gallagher, inclusive, mostrou que a Comunicação Interna é vista por 82% das pessoas como um dos principais impulsionadores da experiência do colaborador nas empresas. Ou seja: a CI pode ser a vilã ou a heroína da história, tudo depende da estratégia adotada

Ser a vilã é mais simples do que parece: basta enviar vários e-mails por dia, sobrecarregar os canais de comunicação corporativa com informações fragmentadas e acionar os colaboradores a todo momento via aplicativo de mensagem. Pronto! Por outro lado, para ser a heroína é preciso planejar a comunicação e contar com uma plataforma que ofereça recursos para a gestão da informação. 

Essa plataforma é a Dialog

Utilizada por mais de 200 empresas e 800 mil colaboradores, a Dialog tem diversas funcionalidades que ajudam as organizações a desenvolver e a executar um plano de comunicação coeso e estratégico. 

No que diz respeito à infoxicação, nossa plataforma traz vários recursos que simplificam a Comunicação Interna e agregam valor à experiência do colaborador. Que tal conhecer melhor 5 deles? 

1. Segmentação

O primeiro passo para não contribuir para a infoxicação na empresa é segmentar a Comunicação Interna. Isso significa avaliar o teor do conteúdo antes de dispará-lo para toda a base de colaboradores. “Será que essa informação é realmente importante para todo mundo?”, essa é uma reflexão primordial.  

De acordo com a pesquisa de tendências divulgada pela Aberje e a Ação Integrada neste ano, apenas 20% dos respondentes afirmam sempre segmentar a Comunicação Interna. O mesmo relatório ainda trouxe o seguinte: segundo 9% dos entrevistados, a segmentação não acontece por falta de recurso; enquanto 43% afirmam que conseguem segmentar a comunicação às vezes, principalmente quando as mensagens são muito específicas. 

Com a Dialog, a segmentação é descomplicada. Nossa plataforma reúne diversos filtros que permitem que a mensagem seja entregue a determinadas pessoas de acordo com cargo, localidade ou departamento, por exemplo. Com isso, fica muito mais fácil direcionar a informação para quem realmente precisa recebê-la

segmentação infoxicação
Crédito: Dialog.

2. Grupos

Para quem adora criar grupos nos aplicativos de mensagem instantânea, a Dialog tem o recurso perfeito. Nossa plataforma permite a criação de grupos no seu canal de comunicação, e o melhor: eles podem ser abertos ou fechados, tudo depende da estratégia que a área de CI quer adotar. 

Além de deixar o canal organizado, evitando que conteúdos importantes se percam ou que a timeline fique sobrecarregada por pautas diversas, os grupos são ótimos para centralizar um assunto ou criar um espaço seguro para a troca de mensagens. Eles podem, por exemplo, ser usados para reunir lideranças ou influenciadores internos com o objetivo de compartilhar informações em primeira mão. 

Segundo a Aberje e a Ação Integrada, 16% das empresas prometem aumentar o orçamento para programas de influenciadores internos em 2025. A pesquisa também destaca que, pelo nono ano consecutivo, engajar as lideranças como comunicadores permanece sendo o principal desafio enfrentado pela Comunicação Interna. A Dialog pode te ajudar!

Crédito: Dialog.

3. Hiperpersonalização

Engajamento e conexão andam de mãos dadas na Comunicação Interna. Afinal, a gente só se engaja com aquilo que faz sentido para o nosso dia a dia. Não é à toa que investir em personalização vem se tornando cada vez mais uma necessidade. 

Segundo a Workshop, personalizar o conteúdo com base na preferência dos colaboradores é um desafio para 42,3% dos profissionais de Comunicação Interna. E se existisse uma ferramenta exclusiva para isso? Existe! 

O Power AI Creator é um recurso da Dialog que te ajuda a:

  • produzir conteúdos para a Comunicação Interna;
  • personalizar a mensagem de acordo com personas pré-definidas;
  • ajustar o tom de voz e o objetivo da comunicação;
  • aprimorar a estratégia do conteúdo;
  • conquistar o engajamento das pessoas;
  • ganhar agilidade nas tarefas do dia a dia;
  • otimizar o tempo da equipe de CI.

Tudo isso contribui muito para combater a infoxicação, pois facilita a absorção da mensagem e aproxima o discurso do colaborador — sem o uso de termos complicados ou incompreensíveis para boa parte das pessoas. 

power ai dialog infoxicação
Crédito: Dialog.

4. Dados e insights

E por falar em personalização de conteúdo, a Gallagher informou que tem sido observado um aumento de mais de 20% no número de comunicadores que usam dados de medição com essa finalidade. Mas não para por aí!

O uso de dados na Comunicação Interna também é importante para compreender se a mensagem alcançou quem deveria alcançar, se foi compreendida pelo público-alvo e se despertou o engajamento esperado. 

A melhor forma de descobrir essas respostas é por meio do dashboard da Dialog, que reúne mais de 50 indicadores para você avaliar minuciosamente o desempenho da sua CI. Inclusive, melhorar a escolha de indicadores e métricas é o principal investimento em mensuração para 48% dos comunicadores em 2025, segundo a Aberje e a Ação Integrada.

E mais: nossa plataforma também conta com um exclusivo índice de engajamento e com uma ferramenta que utiliza Inteligência Artificial generativa para fornecer insights em tempo real. Estar munido de dados é fundamental para combater a infoxicação, e com a Dialog é muito mais fácil ter acesso a eles.

dashboard dialog
Crédito: Dialog.

5. Integração de canais

Uma das características da infoxicação é que ela tende a ser projetada por diferentes dispositivos no decorrer do dia. Dessa forma, a adoção de vários canais de comunicação deve ser feita com cuidado.

Se a sua empresa decide utilizar mural, e-mail e TV corporativa além do canal principal, é crucial que a mensagem seja compartilhada de forma estratégica. A Tegma Gestão Logística, por exemplo, direciona todos os canais complementares para a Dialog, onde o colaborador consegue consultar a informação completa se houver interesse ou necessidade. 

Ou seja: o uso de vários canais simultaneamente pode ser benéfico se eles estiverem integrados. A Dialog permite essa integração e ainda simplifica a gestão de alguns deles, como a TV corporativa. Também disponibilizamos o Dialog Smart E-mail, um recurso capaz de impulsionar sua estratégia para o público administrativo.

Crédito: Dialog.

Vença a infoxicação de um jeito estratégico

O segredo para informar os colaboradores sem sobrecarregá-los com um volume expressivo de conteúdo é apostar em um canal de comunicação que forneça as ferramentas necessárias para uma boa gestão da informação. 

A Dialog é a sua melhor escolha! Para conhecer o nosso produto em detalhes, clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

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Comunicação Interna e clima organizacional afetam a saúde do colaborador; saiba como https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-clima-organizacional-afetam-a-saude-do-colaborador-saiba-como/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-clima-organizacional-afetam-a-saude-do-colaborador-saiba-como/#respond Mon, 07 Apr 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5791 The post Comunicação Interna e clima organizacional afetam a saúde do colaborador; saiba como appeared first on Dialog Blog.

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A Comunicação Interna e o clima organizacional são dois fatores indissociáveis quando se trata de promover a saúde e o bem-estar dos colaboradores. 

Empresas que investem em uma comunicação eficiente e transparente, apoiada por canais digitais bem estruturados, conseguem criar um ambiente mais saudável, onde o estresse e a infoxicação são controlados e a saúde mental dos colaboradores é prioritária.

As organizações que cuidam do clima organizacional contribuem para um ambiente de trabalho saudável, produtivo e motivador. Contudo, quando não há esse cuidado, aumentam as chances da empresa se tornar um lugar tóxico ou desfavorável, podendo gerar impactos negativos tanto na performance dos colaboradores quanto na saúde (física e mental).

Neste artigo, falaremos mais sobre essa dinâmica e o papel estratégico da Comunicação Interna no cuidado com o bem-estar dos profissionais e na manutenção do clima organizacional.

Prioridades da Comunicação Interna e o clima organizacional

O primeiro indicativo da relação entre Comunicação Interna e clima organizacional costuma ser a temática trabalhada pela área. Segundo a edição de 2025 do estudo anual da Aberje e Ação Integrada, os temas mais comuns são:

  • Cultura da empresa (66%);
  • Iniciativas de gestão de pessoas (64%);
  • Estratégias e resultados da empresa (47%);
  • Diversidade, equidade e inclusão (41%); 
  • Datas comemorativas (32%);
  • Segurança no trabalho (32%).

Os 4 primeiros tópicos impactam diretamente no senso de pertencimento e na construção (e sustentação) de relações de confiança entre colaborador e empresa, pontos cruciais para um bom clima organizacional. Já o 6º tema, por exemplo, indica como a Comunicação Interna pode agregar valor ao bem-estar e à segurança dos profissionais.

Lembrando que o clima organizacional é, na verdade, o ambiente emocional, psicológico e social no qual os colaboradores se inserem no dia a dia de trabalho. Esse clima é influenciado por diversos fatores, e a Comunicação Interna é um dos mais relevantes — pois a área desempenha um papel crucial no relacionamento com o público interno. 

Quando trabalhada de forma clara, transparente e eficiente, a CI ajuda a criar um espaço de confiança, o que é essencial para um bom clima na organização. Quando falha, pode gerar insegurança, ruídos de informação e frustrações entre os colaboradores.

Com uma estratégia definida e bem feita, a Comunicação Interna permite que os colaboradores compreendam melhor suas responsabilidades, objetivos organizacionais e metas individuais.

Em entrevista ao Dialog Talks em 2022, a coordenadora no Great Place to Work, Thais Pio, afirmou: “A Comunicação Interna é a responsável por integrar as pessoas, de forma com que elas se sintam motivadas e engajadas no ambiente de trabalho”.

Leia também:

NR-1

A Norma Regulamentadora 1 (NR-1) estabelece as disposições gerais sobre segurança e saúde nas empresas, sendo um dos principais instrumentos legais para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável no Brasil. 

Essa norma determina as responsabilidades do empregador, dos colaboradores e de profissionais de segurança, além de orientar sobre a organização e a implementação de medidas preventivas para evitar acidentes e doenças ocupacionais.

De acordo com a NR-1, a empresa deve garantir que seus profissionais sejam adequadamente informados sobre os riscos aos quais estão expostos e sobre as medidas preventivas que devem ser adotadas. Entra aí o trabalho da área de Comunicação Interna.

Por meio de seus canais de CI, a organização pode garantir que todos os trabalhadores estejam atualizados sobre as diretrizes de segurança. Isso é particularmente importante em relação a alterações nas regulamentações e a novas práticas de segurança que possam ser implementadas para proteger a saúde dos colaboradores. 

A norma também prevê que as empresas adotem medidas de acompanhamento e melhoria contínua na gestão de segurança e saúde no trabalho. Nesse sentido, a Comunicação Interna pode incentivar a participação ativa dos trabalhadores em discussões sobre segurança, criando um ambiente de colaboração e engajamento.

A área também pode organizar treinamentos, junto com outros setores que estejam diretamente envolvidos com o cuidado com a saúde e segurança dos funcionários, para informar como esse público pode agir em situações de emergência, como incêndios, acidentes ou outros eventos críticos.

Canais digitais de CI: por que investir?

Investir em canais digitais de Comunicação Interna pode melhorar significativamente o clima organizacional. Isso é possível quando a ferramenta permite que as pessoas se aproximem do departamento de RH, promove integração entre as áreas, facilita a consulta de materiais referentes à cultura ou cria um espaço para que todos tenham voz ativa, por exemplo. Com a Dialog, as empresas conseguem fazer tudo isso de um jeito descomplicado.

Além disso, uma rede social corporativa ou plataforma de Comunicação Interna ajuda a evitar problemas relacionados à infoxicação, mantendo e reforçando um clima saudável na organização.

A Dialog também permite a segmentação de conteúdos, o que facilita a estratégia da área e ajuda a fazer com que cada informação chegue em seu respectivo público-alvo, evitando que muitos conteúdos circulem desnecessariamente.

Em entrevista ao Dialog Talks, Vitor Morais, diretor de Conteúdo e Planejamento na Supera Comunicação, explicou a importância em segmentar:

“A segmentação reduz a infoxicação, pois não vai uma chuva de mensagens para todo mundo e começa a direcionar cada mensagem de maneira que faça muito mais sentido para o público. Nisso, a plataforma nos ajuda muito. É muito mais fácil segmentar porque apesar de ser o mesmo canal para todo mundo, você tem ali vários filtros que pode acionar para fazer com que a mensagem chegue àquele público específico.”

Outro ponto importante é o uso de dados. Com um dashboard com mais de 50 indicadores, nosso canal digital ajuda a equipe a entender se as mensagens estão sendo consumidas e assimiladas. Tudo isso pode impactar diretamente o clima organizacional.

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A relação entre canais de Comunicação Interna e infoxicação https://blog.dialog.ci/a-relacao-entre-canais-de-comunicacao-interna-e-infoxicacao/ https://blog.dialog.ci/a-relacao-entre-canais-de-comunicacao-interna-e-infoxicacao/#respond Thu, 07 Nov 2024 13:27:12 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5433 Construir uma matriz de canais de Comunicação Interna é uma etapa que determina o sucesso ou o fracasso da estratégia da área. Um estudo da Gallagher apontou que apenas 20% das equipes de Comunicação Interna concluíram o processo de revisão de canais. Esse é um sinal alarmante, já que não basta gerenciar várias plataformas se […]

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Construir uma matriz de canais de Comunicação Interna é uma etapa que determina o sucesso ou o fracasso da estratégia da área.

Um estudo da Gallagher apontou que apenas 20% das equipes de Comunicação Interna concluíram o processo de revisão de canais. Esse é um sinal alarmante, já que não basta gerenciar várias plataformas se elas não são efetivas ou não engajam os colaboradores.

Para falar sobre o assunto, convidamos José Luis Ovando, sócio-diretor de Estratégia e Atendimento na Supera Comunicação para ministrar a segunda masterclass da Semana do Planejamento da Comunicação Interna.

Ele possui 25 anos de experiência e é sócio-fundador da Supera Comunicação, agência especializada em comunicação e cultura organizacional. A agência tem unidades nas cidades de São Paulo (SP), São José dos Campos (SP), Fortaleza (CE) e Salvador (BA), alcançando a marca de mais de 300 empresas – de médio e grande porte – atendidas. José também é coautor do livro “Ensaios sobre Comunicação com Empregados. Múltiplas abordagens para desafios complexos”, e organizador geral do livro “Diálogos Supera, uma coleção de experiências para aprimorar a comunicação com empregados”.

Além da aula, a Dialog criou um conteúdo prático complementar: um teste para você descobrir se a Comunicação Interna está praticando infoxicação na sua empresa. Você pode assistir à transmissão e baixar o material clicando neste link.

Matriz de canais de Comunicação Interna e infoxicação

É preciso ter muito cuidado na hora de desenhar a matriz de canais de Comunicação Interna para não correr o risco de causar infoxicação nos colaboradores

“Existe muita informação disputando nossa atenção e, como não somos máquinas, a gente pode facilmente adoecer em razão de tudo isso”, comentou José Luis.

De acordo com o sócio-diretor, os times de Comunicação Interna devem assumir uma posição de curadoria e entender o que tem valor e merece atenção. 

Segundo ele, as áreas não conseguem combater a infoxicação porque nós vivemos em uma sociedade na qual as pessoas são bombardeadas por conteúdos desde o momento que acordam até quando se deitam para dormir. O segredo, para ele, é investir tempo no planejamento editorial.

“Provavelmente, se você trabalha em uma empresa, você tem seu planejamento anual de Comunicação Interna. Isso é bastante comum. Mas eu vejo raríssimas empresas que têm um planejamento específico editorial, ou seja, de assuntos e temas que realmente valem a pena prestar atenção.”

José ponderou também que o momento atual para profissionais de CI pede menos produção de conteúdo e mais prestação de serviços, uma forma de mostrar valor perante colaboradores e a organização como um todo.

Ele afirmou que depois de realizar um diagnóstico de Comunicação Interna, as áreas possuem informações suficientes para repensar os canais e tomar decisões seguras. José ainda ressaltou que cada pessoa consome conteúdo no seu tempo, do seu modo e conforme sua vontade.

Sendo assim, a área precisa analisar qual é a relevância dada pelos colaboradores para os diferentes canais utilizados pela CI, bem como o que eles retêm de mensagens em cada canal e do que eles lembram a partir do que foi compartilhado.

Conhecer os públicos internos impacta a definição da matriz de canais. O sócio-diretor explicou que, normalmente, é possível separá-los em grandes grupos. Por exemplo: em uma empresa do Agronegócio, existe o público administrativo, o do setor industrial e o que atua na agricultura. 

Para José Luis, é fundamental que a Comunicação Interna ultrapasse essas barreiras.

“O que a área de Comunicação Interna faz, mais do que fornecer informações, é estabelecer relacionamentos com esses grupos. Nós temos, sim, o nosso principal grupo – que sempre será os colaboradores. Inclusive, muitas empresas já compreendem que há uma extensão de informações, pois sabem que o colaborador vai levar a mensagem para sua família. Isso pode ser muito bom, porque se alguém decide pedir demissão, possivelmente vai comunicar primeiro para a família e aí vai ter apoio ou não. Então, se quisermos reduzir o turnover, a gente também tem que compreender a família como um ponto de contato.”

José também compartilhou outros grupos com os quais a Comunicação Interna deve se relacionar. Veja:

O que comunicar

Indo além dos canais, é preciso pensar também no conteúdo. José aproveitou para lembrar do difícil, mas necessário, equilíbrio entre o que a empresa quer comunicar e o que os colaboradores querem saber.

“É preciso passar informações que são estratégicas e é preciso também transmitir informações que são parte da rotina”, disse.

Para desenhar então o que será comunicado, o sócio-diretor contou que usa um modelo criado pelo consultor americano Roger D’Aprix, que aponta as necessidades informacionais dos colaboradores.

Fonte: Supera Comunicação

E o planejamento editorial? Precisa ser feito! José deu algumas dicas valiosas para essa etapa:

  • Nem tudo merece virar campanha;
  • Nem tudo é notícia;
  • Nem tudo interessa a todos;
  • Nem tudo vale a atenção de muitos;
  • Se for preciso comunicar, vale analisar a segmentação do assunto.

Outra boa prática citada pelo palestrante é o mapeamento de palavras-chave, o que ajuda os times de Comunicação Interna a definir o que é de fato relevante para o negócio e a cultura.

O ponto de partida é entender se a CI é uma atribuição da área de Comunicação Corporativa ou se está inserida na área de RH. Segundo José, existem grandes diferenças entre os direcionadores nos dois cenários.

“Vocês entenderem onde está a Comunicação Interna na organização é um bom jeito de começar a mapear quais são as mensagens principais”, mencionou.

O segundo fator a ser analisado é identificar o que contribui para o negócio e para a cultura, assim como definir se o foco da comunicação está no curto, médio ou longo prazo.

Por último, ao fazer essa priorização de temas que serão trabalhados nos canais de CI, é preciso que a área seja defendida na hora de dizer “não” e de fazer acordos com a alta liderança.

Em seguida, José compartilhou uma tabela que ajuda profissionais da área a fazer esse filtro tão importante.

Para finalizar, o sócio-diretor afirmou que tudo comunica. Porém, ressaltou que os times de Comunicação Interna devem abrir espaços de tempo para uma informação de qualidade.

Ele ainda falou sobre um exemplo de ecossistema de canais, colocando uma plataforma ou rede social corporativa no centro, o que facilita o alcance de todos os públicos.

“Acho interessante, porque cada vez mais temos tecnologias que permitem fazer essa segmentação do conteúdo conforme o que as pessoas desejam. Ou seja, por grupos e por comunidades, a gente atinge uma área específica”, finalizou.

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A brevidade da comunicação na Era Digital: um desafio constante https://blog.dialog.ci/a-brevidade-da-comunicacao-na-era-digital-um-desafio-constante/ https://blog.dialog.ci/a-brevidade-da-comunicacao-na-era-digital-um-desafio-constante/#respond Tue, 15 Oct 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5261 Em um mundo pós-VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) e pós-BANI (Fragilidade, Ansiedade, Não linearidade e Incompreensibilidade), as empresas enfrentam o desafio de comunicar temas sensíveis e complexos para seus colaboradores. Esse desafio é amplificado pela atenção efêmera e pela tendência de evitar conteúdos profundos. A era da desatenção A chance de você ler este […]

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Em um mundo pós-VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) e pós-BANI (Fragilidade, Ansiedade, Não linearidade e Incompreensibilidade), as empresas enfrentam o desafio de comunicar temas sensíveis e complexos para seus colaboradores. Esse desafio é amplificado pela atenção efêmera e pela tendência de evitar conteúdos profundos.

A era da desatenção

A chance de você ler este artigo até o final é pequena. No cenário atual de gratificação instantânea, as pessoas estão acostumadas a consumir informações e entretenimento em doses curtas. Textos mais longos exigem tempo e atenção, que muitos não estão dispostos a oferecer. A avalanche de dados em tempo real e a proliferação de microconteúdos contribuem para a fragmentação da atenção, tornando a comunicação tradicional menos eficaz.

Déficit de atenção

As telas dominam a vida moderna, resultando em um custo cognitivo significativo. Um estudo da Microsoft revelou que 77% dos jovens pegam seus telefones assim que têm um momento livre. Daniel J. Levitin observa que consumimos uma quantidade de informação equivalente a 175 jornais por dia, 30 vezes mais do que há 30 anos. Com a capacidade de concentração reduzida a apenas oito segundos, as gerações atuais se distraem facilmente e preferem informações rápidas e superficiais, levando à ignorância de conteúdos mais longos e profundos.

Economia da Atenção: a disputa pela concentração

Herbert Alexandre descreveu a atenção como mercadoria em 1970. A Economia da Atenção reflete a competição pela nossa concentração em um ambiente saturado de estímulos. Com o excesso de conteúdo, as pessoas têm mais poder de escolha, tornando a atenção um bem precioso. Dessa forma, estratégias eficazes para captar e reter a atenção são essenciais para o sucesso da comunicação.

Mais curto, mais rápido

Profissionais de comunicação frequentemente recebem feedback como “O conteúdo está aprovado, mas precisa ser mais enxuto” ou “Vamos cortar o vídeo para dois minutos”. Notícias são mais curtas, filmes são acelerados e plataformas como YouTube e TikTok incentivam conteúdos de poucos segundos. A troca constante entre aplicativos e a natureza fragmentada das interações on-line comprometem a capacidade de focar por longos períodos, reforçando a preferência por uma comunicação visual e concisa.

A necessidade de discutir temas sensíveis

Os temas enfrentados pelas empresas hoje, como diversidade e inclusão, ética no trabalho, saúde mental, sustentabilidade e inovação, são complexos e exigem discussão profunda. Abordá-los superficialmente pode comprometer a compreensão e gerar resistência. Sendo assim, as empresas precisam garantir que esses temas sejam bem compreendidos e praticados pelos colaboradores, mesmo que comunicados de maneira enxuta.

A Comunicação Interna em transformação

Métodos tradicionais de comunicação para temas estratégicos não são mais eficazes. Com a saturação de mensagens e notificações, os colaboradores podem ignorar ou deletar comunicações internas, vendo-as como ruído. A sobrecarga de informações pode causar desconexão e burnout, afetando a produtividade e saúde mental dos colaboradores. Isso pode levar à apatia em relação às mensagens e impactar a percepção de valor no trabalho e na carreira.

Comunicação eficaz em 140 palavras

Como abordar temas complexos de forma eficaz em mensagens curtas? A chave está na clareza e objetividade. Identifique os pontos principais e comunique-os de forma direta. Use recursos como linguagem acessível, infográficos, vídeos curtos e outros formatos multimídia para transmitir mensagens de forma atraente e compreensível.

Para equilibrar a necessidade de tratar temas complexos com a tendência dos colaboradores a evitar conteúdos longos, siga estas estratégias:

1. Filtragem e curadoria de conteúdo: Garanta que apenas conteúdos relevantes sejam compartilhados, reduzindo a sobrecarga de informações e aumentando a percepção de valor.

2. Personalização: Adapte a comunicação para as preferências dos colaboradores, tornando-a mais relevante e envolvente.

3. Relevância das mensagens: As comunicações devem ser percebidas como úteis para o trabalho cotidiano dos colaboradores. Informações que impactam diretamente suas responsabilidades têm maior prioridade.

4. Segmentação da informação ou microlearning: Divida o conteúdo em pequenas doses fáceis de digerir, facilitando a absorção gradual de informações importantes.

5. Canais adequados: Utilize canais que os colaboradores frequentemente usam para aumentar a eficácia da comunicação.

6. Frequência e timing: Equilibre a frequência das comunicações e escolha o timing certo para maximizar a atenção dos colaboradores.

7. Utilização de multimídia: Incorpore vídeos curtos, infográficos e outros formatos para tornar a comunicação mais dinâmica e envolvente.

8. Narrativas impactantes: Use histórias envolventes para ajudar os colaboradores a se conectarem emocionalmente com o conteúdo.

9. Interatividade e feedback: Promova sessões interativas e canais de feedback para enriquecer a compreensão do tema e ajustar abordagens conforme necessário.

Difícil, mas não impossível

Adaptar-se às mudanças no comportamento de consumo de informação é crucial para o sucesso das empresas. A brevidade da comunicação não precisa significar superficialidade. Com estratégias certas, é possível garantir que temas importantes sejam discutidos e compreendidos, mesmo em um mundo de atenção escassa. Clareza, objetividade e inovação são fundamentais para criar um ambiente de trabalho informado e engajado, preparado para enfrentar os desafios futuros.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Escolha de canais e uso de dados reduzem a infoxicação na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/escolha-de-canais-e-uso-de-dados-reduzem-a-infoxicacao-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/escolha-de-canais-e-uso-de-dados-reduzem-a-infoxicacao-na-comunicacao-interna/#respond Tue, 30 Apr 2024 17:16:12 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4894 Um dos maiores e mais atuais inimigos da Comunicação Interna é a infoxicação. Em um mundo no qual somos impactados por conteúdos a todo momento, a área de CI deve ter cuidado em trabalhar o fluxo de mensagens e em definir a forma de entregá-las para não contribuir com o excesso de comunicados, especialmente àqueles […]

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Um dos maiores e mais atuais inimigos da Comunicação Interna é a infoxicação. Em um mundo no qual somos impactados por conteúdos a todo momento, a área de CI deve ter cuidado em trabalhar o fluxo de mensagens e em definir a forma de entregá-las para não contribuir com o excesso de comunicados, especialmente àqueles não interessam a todo colaborador.

Mas como fazer isso? E esse excesso de informação é culpa apenas da Comunicação Interna? Essas e outras questões foram abordadas no 45º episódio do Dialog Talks (o segundo da nova temporada), que contou com a participação de Vitor Morais, diretor de Conteúdo e Planejamento na Supera Comunicação, agência parceira da Dialog.

Assista ou escute na íntegra clicando nos players abaixo.

Infoxicação na Comunicação Interna: quem são os culpados?

Para evitar que a Comunicação Interna seja uma agente causadora da infoxicação, é preciso dar um passo atrás e refletir sobre como a área contribui para esse excesso de informações. E mais: se é a única culpada pelo volume de contatos com os colaboradores.

Vitor responde que a CI pode contribuir de duas formas para a infoxicação. A primeira é quando profissionais de comunicação não entendem o seu papel na empresa, seu poder e responsabilidade de dar (ou não) visibilidade a pautas que chegam de diferentes áreas.

“Acho que é um cuidado extremo com a curadoria de conteúdo. De fato o que a gente precisa comunicar, o que as pessoas querem saber e como a gente equilibra esses dois lados de interesse. A gente, como empresa, precisa dar diretrizes; a gente precisa responder aos anseios dos colaboradores.”

Isso demanda, segundo ele, muita consciência de quais são as mensagens-chave que devem ser trabalhadas pela área, pois quando isso não acontece o excesso pode surgir.

“Qual é o nosso compromisso com a estratégia da empresa? Com base nesse olhar de negócio, a gente estabelece quais são nossas mensagens-chave. É ter esse exercício de olhar para os objetivos de negócio e para nosso papel como área de Comunicação Interna.”

Ele ressalta que existem mais culpados pela infoxicação, como outras áreas demandantes de comunicação e, até mesmo, fatores externos que fogem do controle de CI.

A segunda forma envolve a cultura organizacional. Vitor explica que se a empresa tem uma cultura mais controladora, as pessoas tendem a sentir uma necessidade de comunicar tudo e qualquer projeto que estejam trabalhando, o que gera um excesso. Nesses casos, a veia de curadoria se mostra novamente necessária para evitar a infoxicação.

Os efeitos da infoxicação e seus obstáculos

Para falar sobre os efeitos da infoxicação na Comunicação Interna, o diretor da Supera fez uma analogia sobre o que uma intoxicação normal causa no corpo de uma pessoa: dor, vômito e confusão mental.

A primeira, no caso da infoxicação, pode ser relacionada com uma dor de sofrimento no trabalho; a segunda se mostra como uma falta de filtro, os colaboradores sentem a necessidade de compartilhar todos os projetos e contextualizar seu papel dentro da organização e, por fim, a própria confusão mental que resulta pela falta de compreensão das mensagens. Outros dois efeitos são o estresse e a ansiedade.

Existem alguns desafios enfrentados por profissionais de Comunicação Interna na hora de evitar o excesso de informações. Um deles é a capacidade de negociar e convencer outros times que talvez aquele momento não seja o melhor para comunicar determinado tema.

“Uma área chega querendo fazer uma campanha enorme, ativar todos os canais, ter uma intervenção, cascatear e chamar a liderança para ajudar em um tema que a gente sabe que não é a hora de dar tanta visibilidade, de investir tanta energia. Nós temos um olhar mais completo do negócio.”

Mensurar ajuda a identificar a infoxicação

A identificação dos sintomas da infoxicação passa por dados. Vitor recomenda analisar a retenção das mensagens – uma camada da mensuração que ele considera ser necessário olhar com mais carinho – e também a análise do clima organizacional por meio de pesquisas. “O quanto a gente olha para esses dados e entende que são reflexos da infoxicação?”, reflete.

De forma fictícia, ele traz como exemplo o caso de uma empresa que faz campanhas de segurança do trabalho, mas que ainda registra casos de acidentes. Ao analisar a retenção das mensagens, é possível identificar uma baixa compreensão, o que faz com que essa continuidade de acidentes se tornem um indicador também do efeito da falta de absorção das informações.

“Qual é o nível de compreensão desse esforço todo de comunicação que a gente está registrando e monitorando? Acho que esse é um pilar muito importante para aprimorarmos nas nossas mensurações e um grande aliado para evitar a infoxicação.”

Minimizar efeitos passa pela escolha de canais 

Outra aliada na hora de gerenciar o fluxo de comunicados é a estratégia de canais. Contar com uma plataforma dotada de recursos de segmentação é investir diretamente no combate à infoxicação, como é o caso da Dialog.

“A segmentação reduz a infoxicação, pois não vai uma chuva de mensagens para todo mundo e começa a direcionar cada mensagem de maneira que faça muito mais sentido para o público. Nisso, a plataforma nos ajuda muito. É muito mais fácil segmentar porque apesar de ser o mesmo canal para todo mundo, você tem ali vários filtros que pode acionar para fazer com que a mensagem chegue àquele público específico.”

Vitor também fala sobre outro ponto que esse tipo de plataforma possibilita: a descentralização da criação de conteúdo na Comunicação Interna. “Se uma área tem um projeto e quer dar relevância, deixe essa área criar o conteúdo e publicar na plataforma. Quem tiver interesse vai consumir mais daquele conteúdo, quem não tiver vai passar e não vai ter o impacto.”

A partir dessa descentralização, a Comunicação Interna consegue focar no que é estratégico, na cultura e no que todos os colaboradores precisam saber, complementou Vitor. 

É hora de segmentar mensagem e público

A segmentação é vista como pilar estratégico e solução para a infoxicação. Ao mesmo tempo, Vitor considera que falta fôlego para segmentar com cuidado e nível de atenção devido ao leque que pode ser aberto.

  • público operacional;
  • público que está na rua;
  • operacional que está em uma unidade do interior e tem uma rotina;
  • público operacional que é de outra região, que está imersa em outra cultura e tem outros problemas na rotina;
  • a liderança, mas também os supervisores com pressão das equipes.

“Se a gente pensar de verdade no quanto uma mensagem deveria ser segmentada, a gente abre muitos públicos diferentes. É o mundo ideal, mas como a gente dá conta de segmentar?”

A plataforma Dialog conta com vários filtros de segmentação, incluindo cargo, localidade e turno, podendo ser usados simultaneamente. Conheça agora.

5 dicas para não infoxicar os colaboradores

O especialista compartilhou dicas práticas para evitar a infoxicação.

1 – Desapegar de estruturas mais rígidas de construir e transmitir uma mensagem, porque a Comunicação Interna também faz parte da gestão da relação entre empresa e colaborador (que em muitos momentos tem interesses diferentes) e precisa promover um diálogo entre eles.

2 – Entender (e aceitar) que as emoções dos colaboradores não ficam da porta para fora da empresa. Profissionais de CI devem estudar as emoções e gatilhos emocionais para aprender como elas interferem no processo de comunicação (e evita excessos).

3 – Escutar ativamente: as pessoas precisam ser escutadas para definir estratégias e fluxos de comunicação. Amostragem e pesquisa pulso são dois exemplos para essa coleta de visões.

4 – Construir credibilidade para assumir uma postura mais consultiva e curadora de conteúdo. Isso também permite que CI fale “não” e ofereça soluções para demandas de outros departamentos, evitando sobrecarregar os colaboradores com tanta informação.

5 – Construir uma matriz de canais, públicos e conteúdos atribuindo objetivos para cada um.

“Quando há esse desenho mais detalhado, até mesmo material, a gente consegue ir escoando as diferentes mensagens em uma lógica conforme cada público e conforme o objetivo principal de cada canal. Acho que isso nos ajuda a organizar melhor esse fluxo todo, porque no final das contas teremos muitas coisas para comunicar, por mais que tenhamos o trabalho de curadoria”, finalizou.

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Sendo uma das maiores inimigas atuais da Comunicação Interna, a infoxicação pode ser evitada a partir de um mix de canais estratégico aliado a uma grande tendência organizacional: os influenciadores internos.

Segundo o estudo anual da Aberje e da Ação Integrada, esses influenciadores são considerados como uma das formas mais efetivas de Comunicação Interna por 50% dos respondentes, ficando na frente de redes sociais externas e imprensa. Em empresas com mais de 5 mil colaboradores, por exemplo, esse percentual sobe para 55%.

Além disso, a mesma pesquisa mostrou que 31% das companhias participantes alocaram orçamento para implantar um programa de influenciadores – o que representa um aumento de 3% em comparação com os números da edição anterior.

Neste artigo, mostraremos como é possível contar com influenciadores internos na estratégia que visa combater o excesso de informações compartilhadas dentro da organização. Confira!

Infoxicação e Comunicação Interna

Como já mencionamos anteriormente, a Comunicação Interna tende a praticar infoxicação quando exagera no volume de comunicados, que podem ser e-mails, mensagens, documentos, anúncios e outros tipos de conteúdo.

Esse excesso dificulta a absorção das informações por parte dos colaboradores, resultando em ruídos e impactos negativos na produtividade, além de oferecer riscos de burnout e sobrecarga mental.

Não é à toa que gerenciar a quantidade de informações já está entre os 10 principais desafios da área – sendo registrado em 43% das respostas, percentual que cresce para 54% em grandes empresas.

Ao mesmo tempo, 67% das organizações afirmam desenvolver iniciativas para evitar a infoxicação por meio da Comunicação Interna. Em outro artigo, contamos como a segmentação é uma estratégia potente nesse sentido. Vale conferir!

Influenciadores internos

Os influenciadores internos desempenham um papel crucial nas estratégias de Comunicação Interna, humanizando a área e atuando como uma ponte que conecta o setor aos demais colaboradores.

Em um artigo assinado pela Incanto Comunica, nossa agência parceira, alguns benefícios de contar com esse programa são: alcance, engajamento, autenticidade, credibilidade e fortalecimento da marca empregadora.

Além de agregar valor à estratégia da área a partir das vantagens mencionadas, os influenciadores internos também podem contribuir para o combate à infoxicação. Mas como essa dinâmica acontece, afinal? 

A atuação desses profissionais traz leveza à comunicação e facilita a conexão de outros colaboradores com o tema abordado. Veja de que forma isso acontece:

Humanização da mensagem

Os influenciadores internos podem contextualizar e humanizar a comunicação da empresa. Eles têm a capacidade de traduzir mensagens formais em uma linguagem mais acessível e pessoal, o que facilita a compreensão e a identificação por parte dos colegas.

Filtragem de informações

Em um mar de informações, os influenciadores podem ajudar a filtrar o que é relevante e importante para suas equipes. Eles conhecem as necessidades e os interesses de seus colegas e podem direcionar a atenção para as mensagens mais pertinentes.

Engajamento autêntico

Ao compartilhar suas próprias experiências e perspectivas, os influenciadores internos podem incentivar um engajamento mais autêntico entre os colegas. Isso cria um ambiente de confiança e abertura, no qual os colaboradores se sentem mais inclinados a participar ativamente da Comunicação Interna.

Amplificação da mensagem

Os influenciadores têm a capacidade de amplificar a mensagem da empresa por meio de seus próprios canais de comunicação, sejam eles perfis em redes sociais corporativas, grupos de mensagens ou conversas informais. Isso ajuda a garantir que o conteúdo alcance o público-alvo de forma mais efetiva.

Implementando uma estratégia de influenciadores internos

Para implementar com sucesso uma estratégia de influenciadores internos, é importante seguir algumas diretrizes:

  1. Identificação dos influenciadores: Identifique os colaboradores que têm influência e credibilidade dentro da organização. Isso pode ser feito a partir de pesquisas, feedbacks ou observação direta.
  2. Treinamento e capacitação: Ofereça treinamentos e capacitação para os influenciadores internos, assim eles conseguirão desempenhar efetivamente o papel de comunicador esperado.
  3. Alinhamento com objetivos organizacionais: Certifique-se de que os influenciadores internos estejam alinhados com os objetivos e os valores da empresa. Eles devem ser embaixadores autênticos da cultura organizacional.
  4. Monitoramento e avaliação: Monitore e avalie regularmente o desempenho dos influenciadores internos para garantir que eles estejam alcançando os resultados desejados. Isso permite que a estratégia seja ajustada conforme o necessário.

Em entrevista ao Dialog Talks em 2022, a agora coordenadora de Comunicação Interna da Omie, Thaiane Fernandes, compartilhou um case de sucesso de influenciadores internos na empresa.

“Eu enxergo que quando a gente tem influenciadores internos, a gente tem uma ótima ferramenta para conseguir potencializar algumas informações importantes que nós queremos passar”, contou a profissional na época.

O programa surgiu na Omie a partir de um comitê de Comunicação Interna. Thaiane contou que fazer parte dele era um motivo de orgulho para os colaboradores.

“Eles se sentem muito importantes! Em todo comitê, a gente sempre reforça a importância que os influenciadores têm dentro da Comunicação Interna, e é muito legal ver o orgulho de pertencer. Os nossos influencers acabam postando sobre isso no LinkedIn, falando na plataforma o quanto eles se sentem orgulhosos de fazer parte”, ressaltou.

Os influenciadores tiveram papel importante no lançamento do in.homie, plataforma de Comunicação Interna da empresa que foi desenvolvida pela Dialog.

“Quando a gente foi lançar o aplicativo, eles [influenciadores] viram em primeira mão. A gente mostrou para eles, antes até mesmo da liderança, [como seria] a carinha do in.homie (…). Foi muito bacana, porque eles nos ajudaram muito com insights e sugestões”, lembrou.

E aí, sua empresa tem algum programa de influenciadores internos ou pretende desenvolver alguma iniciativa como essa? Conte nos comentários. 

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Quem nunca disparou mensagens em todos os canais de comunicação visando alcançar o maior público possível em um curto espaço de tempo que atire a primeira pedra! No afã de comunicar tudo o que precisamos aos colaboradores – incluindo as várias notícias de última hora – acabamos transformando o que deveria ser esporádico em algo recorrente e nada estratégico, nutrindo esse bicho papão que chamamos de infoxicação.

De acordo com a PUC-RS, esse termo foi criado pelo físico espanhol Alfons Cornellá em 1996 e corresponde “ao excesso de conteúdos que recebemos diariamente e não conseguimos absorver, causando dispersão, estresse e ansiedade”. Lá fora, a enxurrada chega pelos meios tradicionais, como rádio, TV, internet e, principalmente, redes sociais. Nas empresas, a Comunicação Interna pode se tornar um gatilho e afastar os colaboradores, que passam a ignorá-la para não lidar com o estresse constante.

Se desejamos despertar o interesse dos colaboradores e mitigar os efeitos da infoxicação, precisamos pensar em uma comunicação mais bem planejada e alinhada com as necessidades do nosso público interno, algo que pode ser alcançado a partir de alguns pontos:

  1. Faça um diagnóstico de CI

Entenda junto ao seu público quais canais funcionam, quais deveriam ser implementados ou descontinuados, e quais mensagens são consideradas importantes. Isso nos dá uma direção para reorganizar as coisas, tornando-as relevantes novamente. Se quiser ir além, pense em segmentar a comunicação, personalizando ainda mais as mensagens.

  1. Planeje as funções dos canais

Cada canal possui uma linguagem e um jeito específico de se comportar. Replicar a mesma mensagem em todos eles, mudando apenas o formato, não aproveita o potencial de cada um. A partir do diagnóstico, entenda que tipo de mensagem se encaixa melhor em cada canal, usando-os de forma mais nativa e respeitando os públicos específicos que cada um atende.

  1. Mapeie pautas e eventos recorrentes

Já sabemos que certos tipos de conteúdo, eventos e projetos são recorrentes ou planejados para datas previamente escolhidas. Desenhe esse panorama macro para conseguir manejar possíveis volumes excessivos e liberar espaços estratégicos para pautas de última hora, sem que isso bagunce seus planos.

  1. Filtre tudo o que é pedido para CI

Esse pode ser um ponto delicado, já que requer uma certa diplomacia com as outras áreas da empresa. Porém, é crucial ter critérios e fluxos claros do que entra ou não nas mensagens disparadas por CI. Cada área acredita que tudo o que ela quer comunicar é superimportante, mas com um olhar mais estratégico percebemos que algumas informações são bem específicas e não precisam ser compartilhadas com todos. Filtrar, orientar e disparar só o que realmente importa mantém as mensagens relevantes.

  1. Mensure, mensure e mensure

Faça pesquisas pulse, fique de olho no que as pessoas comentam nos corredores e acompanhe o engajamento em campanhas internas. A Comunicação Interna não é uma ciência exata e precisa ser acompanhada para permitir correções de rota e melhorias contínuas, inclusive no volume, na periodicidade e no teor das mensagens compartilhadas.

Em resumo, o planejamento em CI não só combate a infoxicação, mas também ajuda a criar um ambiente de informação mais saudável e relevante para os colaboradores. Integrar os canais, definir mensagens-chave e se adaptar às mudanças no cenário da comunicação são estratégias poderosas para manter tudo claro e autêntico nesse mar de informações on e off-line.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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