Engajamento https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/engajamento/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Fri, 28 Nov 2025 19:00:04 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Engajamento https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/engajamento/ 32 32 Como incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/ https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/#respond Mon, 07 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6015 Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada.  Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em […]

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Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada. 

Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em 2024, indica que mais de 62% dos líderes precisam ajustar suas formas de se comunicar com base na cultura da empresa. Ou seja: a comunicação é uma pauta importante não só para a gestão de pessoas, mas também para a sustentação de indicadores que impactam o sucesso do negócio. 

Esses números mostram que o tema ainda exige muita atenção por parte dos departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos — principalmente se levarmos em consideração que, de acordo com a Gallup, 70% da variação do engajamento da equipe pode ser atribuída à liderança.

Se o líder é um reflexo de tudo aquilo que a empresa deseja promover internamente, ele precisa saber se comunicar bem. Por outro lado, não basta esperar que isso aconteça de forma espontânea: é necessário oferecer suporte, criar oportunidades e desenvolver as habilidades necessárias para que essas pessoas se sintam confiantes e preparadas para somar esforços à estratégia.

A seguir, compartilharemos três estratégias práticas que podem ser adotadas para tornar a Comunicação Interna cada vez mais presente e relevante entre os gestores. Confira.

1. Crie rituais simples e objetivos na rotina da liderança

Antes de tudo, é fundamental conscientizar as pessoas a respeito do que é a Comunicação Interna e de qual é o papel que a área tem para o bom andamento da empresa. Imaginando que isso já foi feito, é hora de estabelecer pequenos rituais que aproximem as lideranças das atividades desse setor. 

Uma boa prática é reservar, na agenda do líder, 10 ou 15 minutos por dia para acessar o canal de Comunicação Interna. Esse tempo deve ser dedicado a ler mensagens, responder comentários, fazer uma publicação e participar de iniciativas como campanhas, pesquisas ou quizzes. Caso esse compromisso diário não seja possível, é crucial que o acesso seja feito pelo menos duas vezes por semana. 

Para que essa ação passe a integrar, de fato, a rotina da liderança, inclua lembretes recorrentes nos calendários. Se quiser dar uma ajudinha a mais, compartilhe roteiros com sugestões de conteúdo e até uma curadoria com os assuntos mais importantes para comentar. Assim, os líderes já terão um ponto de partida, o que reduz a barreira de entrada na Comunicação Interna.

Com o tempo, a ideia é que a recorrência obrigatória se torne parte de uma atividade orgânica da rotina. Assim, a presença da liderança no canal de Comunicação Interna deixará de ser apenas um checklist e passará a compor a estratégia. Afinal, líderes ativos e comunicadores fortalecem o espaço de informação, de cultura e de engajamento. 

2. Ofereça capacitações direcionadas ao canal

Por já estarem acostumadas a falar com suas equipes em reuniões presenciais ou virtuais, algumas lideranças podem relutar em utilizar os canais de Comunicação Interna. Muitas vezes, essa aversão às plataformas vem do fato de que o líder pode não saber se posicionar bem publicamente ou enfrentar dificuldades com novas ferramentas digitais. 

Se esse for o caso, a atuação conjunta da Comunicação Interna e do RH é imprescindível. Para mudar essa realidade, promova workshops curtos e objetivos que mostrem, na prática, como criar boas publicações, responder comentários com empatia e participar de conversas no canal interno de forma estratégica. Também ofereça um treinamento inicial para apresentar as funcionalidades da plataforma escolhida. 

Essas capacitações podem incluir simulações, trazendo exemplos reais da própria empresa e indicando a melhor forma de se portar em diversos momentos. Por exemplo: atualizações semanais de cada área, contratação de novos colaboradores, conquista de certificações, aniversariantes do mês e até uma possível gestão de crise. Isso gera envolvimento e diminui o receio de agir ou falar errado.

Quando os líderes percebem que têm apoio para se comunicar — e não estão sendo julgados, mas sim incentivados — a postura muda. A comunicação deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma ferramenta. E o melhor: esse tipo de capacitação pode ser incluído no programa de desenvolvimento de liderança da empresa, tornando-se parte da jornada contínua de formação.

3. Reconheça e valorize quem comunica bem

Líderes também são colaboradores que buscam reconhecimento. Lembrar disso é essencial para o desenvolvimento desses profissionais. Se a empresa quer uma liderança comunicadora, precisa mostrar que esse comportamento é valorizado — e isso pode ser feito tanto por meio de premiações quanto por meio de pequenos estímulos na própria plataforma digital.

Uma ação simples que pode partir da Comunicação Interna é destacar as lideranças que melhor utilizam os canais corporativos. Na Dialog, por exemplo, isso pode ser feito por meio de recursos como ranking e máscaras de foto com mensagens como “líder que inspira”, “top voz”, “líder que comunica e engaja” e outras. 

Além disso, é possível utilizar os canais de comunicação para compartilhar cases inspiradores de líderes que obtiveram bons resultados em Comunicação Interna. Melhora no clima do time, maior engajamento da equipe ou alcance de metas podem ser indicadores analisados. Números ajudam a mostrar, na prática, que a presença ativa da liderança no canal contribui para o bem-estar e a performance.

Essa cultura de valorização reforça que habilidades comunicacionais são requisitos inegociáveis. Dessa forma, mais do que reconhecer aqueles que fazem um bom trabalho nesse sentido, essa prática estimula os que ainda estão começando. Ao enxergar o canal de Comunicação Interna como um espaço de visibilidade e impacto positivo, as lideranças assumem protagonismo e se tornam aliadas do negócio como um todo. 

Tudo isso é mais fácil com a Dialog

Colocar essas e outras estratégias em prática a fim de incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é muito mais fácil quando a empresa conta com um canal como a Dialog.

Aliando uma plataforma completa a pequenas mudanças na agenda, capacitações bem direcionadas e reconhecimento contínuo, é possível desenvolver uma liderança que comunica, inspira e engaja. Quer ver a Dialog em funcionamento? Receba uma apresentação gratuita. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Especialista compartilha estratégias de Comunicação Interna no Agronegócio https://blog.dialog.ci/especialista-compartilha-estrategias-de-comunicacao-interna-no-agronegocio/ https://blog.dialog.ci/especialista-compartilha-estrategias-de-comunicacao-interna-no-agronegocio/#respond Thu, 22 May 2025 19:55:25 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5918 O Agro é um dos motores da economia brasileira e também um dos terrenos mais desafiadores para uma comunicação efetiva com os colaboradores. A Comunicação Interna no Agronegócio precisa lidar com desafios como profissionais atuantes em diferentes cidades, diversidade geracional, além de variados turnos e níveis de escolaridade. Engajar esse público tão complexo exige estratégia, […]

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O Agro é um dos motores da economia brasileira e também um dos terrenos mais desafiadores para uma comunicação efetiva com os colaboradores. A Comunicação Interna no Agronegócio precisa lidar com desafios como profissionais atuantes em diferentes cidades, diversidade geracional, além de variados turnos e níveis de escolaridade.

Engajar esse público tão complexo exige estratégia, criatividade e uma comunicação que fale a linguagem do campo e conecte pessoas de ponta a ponta. E para falar sobre quais estratégias são essas, convidamos Marilise Mônaco para ministrar uma masterclass especial.

Em 20 anos de carreira, Marilise passou por grandes empresas do Agro, Varejo e Indústria, como Carrefour, GPA, Casas Bahia e Raízen, atuando na Comunicação Corporativa de forma integrada. Mas nesse universo, como um filho preferido assumido, Marilise se especializou na comunicação e no relacionamento com o público interno, pois sabe o papel que essa prática desempenha na construção de uma cultura organizacional sólida, que é essencial para o sucesso da companhia e o alcance de resultados.

Você pode assistir ou escutar a masterclass na íntegra.

Comunicação Interna no Agronegócio: desafios e desejos

Marilise iniciou sua masterclass contando como chegou na Comunicação Interna no Agronegócio. A profissional fez a migração depois de 13 anos no Varejo, setor que conta com um cenário dinâmico, um público diverso e um quadro de quase 40% de turnover.

“Ou seja, a gente está sempre contando a mesma história de integração, de cultura e de engajamento para trazer os colaboradores para esse universo.”

Ela confessou que imaginava que o Agronegócio seria similar, mas encontrou camadas extras que tornavam o cenário ainda mais complexo:

  1. Predomínio de público operacional: de 60 a 75%;
  2. Diversidade de perfis: cultura, faixa etária, geografia, natureza de trabalho, escolaridade e turnos.

“Quando eu estava na Raízen, por exemplo, a gente tinha colaboradores que iam direto — quando chegavam no trabalho — sem passar na unidade, para trabalhar no campo. Você chega, sobe em um trator e vai direto para a colheita. Como eu vou me comunicar com esse público? Não passa nem pelo refeitório, não dá para fazer um papel bandeja para falar com ele. Então você [profissional de CI] tem que ser muito criativo nas estratégias, em tantas formas de comunicar, e você vai encontrando desafios.”

Marilise compartilhou que a equipe de CI na empresa cogitou até a criação de uma rádio própria e chegaram a ir até Brasília para conversar com representantes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e entender a viabilidade do projeto (colocar antenas espalhadas pelo território nacional para que o público operacional sintonizasse dentro das máquinas).

Outro ponto enfrentado na gigante do Agro era a necessidade de comunicar e disponibilizar documentos importantes para profissionais administrativos alocados fora do Brasil, que não falam português e recebiam comunicações gerais, incluindo de benefícios que somente os colaboradores brasileiros possuíam.

“São 60 pessoas… Será que vale traduzir todos os documentos da companhia, as políticas? Vale, porque falamos de 60 hoje, mas se você quer ter uma empresa internacionalizada, você precisa dar esse passo.”

Ela considera que é necessário cada vez mais segmentar os públicos e olhar com muito carinho para suas necessidades.

Ao falar dos desejos da Comunicação Interna no Agronegócio, o engajamento é o primeiro ponto citado pela especialista. “Tudo que é feito para gerar engajamento passa pela comunicação”, destaca.

Marilise falou sobre dados de uma pesquisa feita pela Indicafix, que fez uma comparação direta entre CI no Agro e em outros setores. O alcance é apontado como grande desafio da área nas duas vertentes, mas o percentual no Agronegócio é quase o dobro quando comparado com os demais segmentos.

Isso se dá porque o estudo mostra que, em média, de 26% a 50% dos colaboradores de empresas do Agronegócio possuem acesso ao computador durante sua jornada de trabalho.

Ao mesmo tempo, 100% das empresas do Agro que participaram da pesquisa afirmaram usar o e-mail como principal canal de comunicação, o que faz com que a conta não feche.

Entretanto, olhando para o futuro, rede social corporativa, aplicativo e podcast foram as ferramentas mais citadas como desejo de adesão por parte dessas organizações, o que mostra o reconhecimento da necessidade de opções digitais e móveis para alcançar os públicos internos.

Aliados

Marilise também citou dois grupos que podem ser aliados da Comunicação Interna na hora de chegar nos públicos internos: a liderança e os influenciadores.

No caso dos líderes, o estudo da Indicafix mostrou que 100% dos entrevistados consideram importante a liderança no Agro apoiar na disseminação de informações, mas somente 40% estão envolvidos ou muito envolvidos.

E o que justifica essa baixa porcentagem? Para Marilise, a liderança está cansada e infoxicada.

“A gente está recebendo muito e-mail. A liderança está recebendo, em média, 100 e-mails por dia. Mas não é só e-mail: é Teams para cá, WhatsApp para lá… É uma avalanche de dados todos os dias, que gera a fadiga desses olhos.”

Esse cansaço diminui a produtividade do líder, resulta na perda de foco e na dificuldade de transmitir as informações às equipes e, consequentemente, desengajando times.

Para evitar isso, profissionais de Comunicação Interna podem investir em canais específicos para líderes, capacitar esse público e promover encontros para falar sobre liderança comunicadora.

Ela citou como exemplo uma experiência enquanto trabalhava na Via Varejo (agora Grupo Casas Bahia), quando o time de CI tinha o Via Líder, um resumo simples do que precisava ser passado para o colaborador e para os times.

“Às vezes precisamos pensar de forma simplificada, fazer o básico bem feito para não sobrecarregar a liderança.”

Sobre os influenciadores internos ou agentes de Comunicação Interna, Marilise afirma que a área precisa de ajuda, principalmente em casos em que a informação precisa chegar a milhares de pessoas.

Na Raízen, o programa foi implantado de forma estruturada, com metas a serem atingidas e reconhecimento por parte da empresa e da liderança.

Prós e contras de canais

Mônaco compartilhou sua visão sobre vantagens e desvantagens de alguns canais:

E-mail e chat interno: 

  • Prós: Segmentável*, mensurável e confiável.
  • Contras: Muitos envios por mês (média de 61 por mês, segundo a PoliteMail), média de abertura de 68%, atenção de 54% e engajamento de apenas 34%. Conteúdos longos, títulos nada atraentes e textos com muitos jargões corporativos.

Uma questão levantada pela especialista é que, para uma segmentação eficaz, é preciso contar com um bom mailing — algo considerado um desafio por ela.

WhatsApp

  • Prós: Democrático, ágil e permite a criação de grupos e comunidades, compartilhamento de mídias e recursos adicionais, como enquetes.
  • Contras: Segurança de dados e vazamento de informações, conformidade e registro, gestão do mailing e grupos, não mensurável e sobrecarga de informações.

“Sabe como me sinto quando uso o WhatsApp [como canal de CI]? Soltando comunicação ao vento, porque eu não sei para onde ela está indo, como essa comunicação vai ser usada, replicada e o que acontece depois que eu mando.”

Jornal/mural impresso

Chamado por Marilise de “canal de boa vontade”, a ferramenta depende de alguém imprimir e trocar/distribuir o material, seja um agente de Comunicação Interna ou outro profissional.

Ela considera também que não é um canal de CI, mas sim da unidade, que vai querer colocar conteúdos como: aniversariantes do mês, funcionário do mês etc.

A periodicidade também é um ponto negativo: por se tratar de uma ferramenta off-line, os conteúdos não são quentes (recentes) e sim mais perenes, o que — para a especialista — se torna paisagem.

Como pontos positivos, ela cita a possibilidade de ligar o off ao on-line com o uso de QR codes nas comunicações no mural, mas é preciso ter cuidado para onde o colaborador será direcionado, se todos podem acessar (com login etc.).

A digitalização é necessária

Mônaco também reflete sobre como as empresas devem se aproveitar do fato de que o uso de celulares para se conectar com outras pessoas já é um hábito dos brasileiros. Entra aí a oportunidade de usar ferramentas como a rede social corporativa como canal de Comunicação Interna.

“Traz alcance, ou seja, a gente chega onde não conseguia chegar, traz inclusão, que é dar voz a quem não tinha voz: eles [colaboradores] podem publicar conteúdos, falar, colocar tudo que não era possível; a gente pode fazer a segmentação desse público, a personalização e — o sonho da vida! — a hiperpersonalização, que você consegue diminuir a sobrecarga de comunicação e aumentar a relevância. Para isso, precisamos de dados e tecnologia para filtrar os interesses dos colaboradores e não só o que a gente [CI] quer mandar para eles. (…) E é assim que conseguimos chegar no tão sonhado engajamento.”

Dito isso, ela também levanta os cuidados necessários para adotar esse tipo de ferramenta na Comunicação Interna (no Agro ou em outros setores):

  • Profissionais de CI não devem depositar toda a responsabilidade na plataforma em si, é preciso fazer uma gestão e estratégia para garantir que colaboradores acessem e se engajem.
  • Aproveite os dados que esse tipo de ferramenta fornece (IA pode ajudar nesse ponto).
  • Não adaptar textos para esse tipo de ferramenta: por exemplo, não é estratégico replicar o texto feito para um e-mail em uma rede social corporativa. Aposte em vídeos e conteúdos curtos e rápidos.

Ela compartilhou mais uma ação de sucesso na Raízen: na época de eleições, lideranças pediram que a área de CI fizesse um material do que colaboradores poderiam ou não fazer. Como solução, pensando no tema (que não necessariamente chamaria a atenção dos colaboradores), a área decidiu produzir um vídeo especial baseado em um quadro famoso de um reality show conhecido.

Marilise ainda contou sobre outro exemplo, dessa vez referente a uma campanha de segurança do trabalho (tema crucial no Agronegócio e em setores como Varejo, Logística etc.): foi criado um concurso cultural para apresentar os novos pilares para os colaboradores, que podiam enviar clipes/músicas. O resultado: cerca de 200 participações!

“É tornar um assunto sério, algo leve. É o corporativo ‘fun’. E como fazer isso? Usando muito a criatividade e enxergar o que é tendência nas redes sociais para não deixar chato.”

Para finalizar, Marilise respondeu a uma dúvida comum de profissionais de Comunicação Interna no Agronegócio: é possível implementar a ferramenta quando há temporadas de safra e, com isso, a contratação de muitos colaboradores temporários? A resposta é: sim!

“Antes, quando falávamos de rede social [corporativa], pensávamos muito em e-mail e como isso gerava um custo para a empresa [de gerar esses e-mails]. Hoje temos soluções mais simples, como atrelar [o login do colaborador] ao CPF ou ao número de matrícula. E você consegue fazer isso no tempo de permanência do colaborador.”


A Dialog, por exemplo, permite que o login seja feito via CPF, número de matrícula e e-mail. A plataforma permite a segmentação de conteúdos, grupos etc. Conheça agora!

Assinatura Marcela hub nova

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Do engajamento ao ESG: a CI como parceira estratégica https://blog.dialog.ci/do-engajamento-ao-esg-a-ci-como-parceira-estrategica/ https://blog.dialog.ci/do-engajamento-ao-esg-a-ci-como-parceira-estrategica/#respond Mon, 27 Jan 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5547 Premissas de responsabilidade ambiental e social e de governança devem fazer parte da cultura, mas a Comunicação Interna tem papel central na difusão da narrativa e no engajamento dos colaboradores nas ações A implementação de políticas e ações práticas sobre ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) deixou de ser uma opção para […]

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Premissas de responsabilidade ambiental e social e de governança devem fazer parte da cultura, mas a Comunicação Interna tem papel central na difusão da narrativa e no engajamento dos colaboradores nas ações

A implementação de políticas e ações práticas sobre ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) deixou de ser uma opção para as empresas e se tornou uma exigência da sociedade. 

Consumidores, fundos de investimento, comunidades, imprensa, entidades da sociedade civil e colaboradores estão cada vez mais atentos à contribuição efetiva das organizações para as pessoas, o meio ambiente e o futuro do planeta, sobretudo diante das questões emergenciais climáticas, que aceleram a necessidade de mudanças estruturais e na gestão das operações.

Integrar o ESG ao cotidiano das empresas exige muito mais que a redação de políticas e guias ou mesmo que a elaboração de um bom planejamento. Isso demanda uma sensível evolução da cultura organizacional. Outro ponto essencial é que os colaboradores estejam no centro dessa transformação. Afinal, são eles que atuarão como patrocinadores do tema, dentro e fora da empresa, contribuindo para a reputação organizacional e ajudando a atrair e reter talentos.

Nesse contexto, a Comunicação Interna desempenha um papel crucial ao promover o entendimento sobre os pilares de ESG, o letramento das lideranças em todos os níveis e o comprometimento de todos com os pactos acordados pela organização. A CI tem a missão de promover interlocuções importantes perante os colaboradores e os times de diversas áreas.

É sobre essa posição de interlocutora que nós, do Grupo In Press, juntamente com parceiros como a Dialog, temos nos dedicado ao desenvolvimento de canais, rituais e ações de experiência voltadas aos empregados — com a participação deles nesse processo, inclusive, para que o diálogo se amplie, ganhando capilaridade.

Agir antes de contar 

Empresas que adotam práticas de ESG conseguem se diferenciar no mercado, atraindo talentos e clientes que valorizam o compromisso com as questões ambientais, sociais e de governança. Um estudo da McKinsey, realizado em 2022, mostrou que produtos e marcas com posicionamento forte em ESG responderam por 56% do crescimento das vendas nos últimos cinco anos.

No entanto, é preciso cautela: com o aumento do interesse das pessoas pela sustentabilidade, vimos emergir, por exemplo, o conceito de greenwashing, termo que se refere a discursos sustentáveis que não se concretizam na prática.

Para preservar a reputação da empresa, é essencial adotar o princípio do “fazer antes de falar” (walking the talk). Nesse cenário, o colaborador assume um papel decisivo, atuando como elo entre ações genuínas da empresa e a comunicação sobre essas iniciativas. Afinal, estamos aqui trabalhando sobre a percepção, certo?

E como engajar os profissionais?

Para trazer verdadeiramente os colaboradores para discussões e decisões em ESG, é fundamental trabalhar o tema de forma transversal nas operações do dia a dia, simplificando a narrativa dentro dos canais de CI e estimulando a troca de vivências e dúvidas nas plataformas vigentes.

Um caminho bacana, por exemplo, é o trabalho com Programas de Diversidade, Equidade, Inclusão e Pertencimento (DEIP), que conectam diversas questões sociais a objetivos também de governança e de impacto ambiental. Começar a conectar a pauta ESG com pilares sobre DEIP pode ser uma estratégia efetiva, sobretudo para as organizações que já têm uma maturidade nisso.

O processo de escuta dos colaboradores é uma etapa importante também antes de implementar ações. Entender o ponto de vista de quem faz parte da empresa pode ser decisivo para o sucesso de iniciativas relacionadas ao tema. 

E aí plataformas de engajamento, como a Dialog, podem fornecer dados e métricas interessantes que atestam o vínculo dos profissionais com determinados temas sensíveis. Mais do que ler, é importante analisar os dados que temos em mãos, diante dessa necessidade de escuta ativa.

Por exemplo, a implementação de um banheiro de gênero neutro pode ser visto de forma muito positiva em algumas organizações, enquanto em outras pode exigir uma adaptação gradual para alinhamento com a cultura organizacional. Compreender de fato a percepção dos colaboradores sobre a iniciativa ajuda a trazê-los para a mesa de decisões.

A Comunicação Interna, além de fomentar a escuta ativa, é quem dá voz às iniciativas, promove o entendimento acerca dos pilares de ESG correlacionados e conecta os colaboradores ao propósito central. Com uma narrativa consistente, a CI fortalece o senso de pertencimento, criando um ambiente onde os colaboradores se veem como parte essencial das transformações.

Na prática, isso significa realizar treinamentos, rodas de discussão, campanhas e iniciativas que promovam a conscientização, a participação e a construção ativa por parte dos profissionais e times. Canais digitais de CI possuem alcance para isso e facilitam a experiência e a troca. Pense nisso!

ESG e marca empregadora

Uma pesquisa da empresa Robert Half aponta que 71% dos recrutadores reconhecem o impacto das práticas ESG na construção e na gestão do Employer Branding. 

Além disso, um estudo que vimos aqui, no Grupo In Press, feito pela Deloitte, mostra que 53% dos trabalhadores da geração Z escolheriam uma empresa com fortes práticas sociais e ambientais, mesmo que isso significasse um salário mais baixo.

Com isso, muitas empresas estão focando na construção de suas EVPs (Propostas de Valor para o Empregado) preocupadas em destacar os diferenciais da organização e em criar um ambiente de trabalho positivo. E uma EVP sólida precisa ser comunicada tanto interna quanto externamente. No entanto, a eficácia dessa proposta depende da percepção dos colaboradores, que são os embaixadores ou influenciadores da marca em primeira instância.

A construção de uma marca empregadora é um processo contínuo e de longo prazo. Não se trata apenas de comunicação, mas de ações concretas que envolvam todas as áreas. A Comunicação Interna garante que todos estejam alinhados e assegura que a proposta de valor seja entendida, reforçada e validada, seja por meio de canais ou por meio das lideranças.

Sustentabilidade corporativa 

Outro tema essencial é a sustentabilidade corporativa, que envolve o investimento contínuo no desenvolvimento e bem-estar dos funcionários.

Esse aspecto inclui práticas voltadas à saúde, satisfação e produtividade dos colaboradores, essenciais para garantir o alinhamento com os princípios sociais e de governança do ESG. Algumas práticas sobre sustentabilidade corporativa: 

  • Gestão de pessoas sustentável: promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo, essencial para a longevidade da empresa.
  • Valorização das pessoas: equipes bem treinadas e satisfeitas são mais produtivas, leais e ajudam a reduzir custos com rotatividade.
  • Sustentabilidade e competitividade: práticas sustentáveis diferenciam empresas no mercado, atraindo talentos e clientes que valorizam responsabilidade.
  • Resultados concretos: investir no desenvolvimento dos colaboradores impulsiona o crescimento e a estabilidade do negócio.

A integração de práticas ESG, portanto, é um caminho estratégico para fortalecer a competitividade, a marca empregadora e a sustentabilidade de longo prazo. 

Mais do que comunicar, a CI constrói a base para um ambiente no qual as pessoas se sentem valorizadas, engajadas e protagonistas, promovendo interlocuções e trazendo aos executivos (C-levels) visões de mundo e benchmarks que podem ser incorporados. Uma “costura” que precisa acontecer de forma coletiva e bem alinhada em todos os ambientes, tanto no off-line quanto no digital.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como a Comunicação Interna pode ajudar sua empresa a vender mais https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar-sua-empresa-a-vender-mais/ https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar-sua-empresa-a-vender-mais/#respond Thu, 21 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5300 Toda empresa quer ver as vendas aumentarem. Para isso, diversas iniciativas são adotadas internamente, como definição de metas, bonificação por alta performance, premiação de funcionário do mês, ganho de novos benefícios e outras ações. No entanto, o que talvez passe despercebido em muitas organizações é a importância da Comunicação Interna nesse processo.  Companhias que querem […]

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Toda empresa quer ver as vendas aumentarem. Para isso, diversas iniciativas são adotadas internamente, como definição de metas, bonificação por alta performance, premiação de funcionário do mês, ganho de novos benefícios e outras ações. No entanto, o que talvez passe despercebido em muitas organizações é a importância da Comunicação Interna nesse processo. 

Companhias que querem aumentar o faturamento devem, acima de tudo, ter colaboradores alinhados com os objetivos do negócio, engajados em suas atividades e satisfeitos com sua rotina de trabalho. Mas como ter tudo isso? O segredo para conquistar esse grande estímulo de motivação está em uma estratégia eficiente e integrada de Comunicação Interna. 

De acordo com a Gallagher (2022), 58% dos profissionais acreditam que o time de Comunicação Interna deve trabalhar temas amplos da experiência do colaborador, como reconhecimento, compensação, bem-estar e outros. Além disso, de um ano pra cá, a Comunicação Interna ganhou mais relevância perante os CEOs, sendo valorizada por 89% deles segundo a Aberje e a Ação Integrada (2024). 

Os números mostram que a experiência do colaborador tem estado cada vez mais em pauta, assim como a área de Comunicação Interna tem ganhado cada vez mais protagonismo perante a alta liderança – que enxerga no setor um grande potencial para ajudar o negócio a superar metas e conquistar resultados cada vez mais expressivos. 

Mas como fazer isso? Veja, a seguir, três exemplos de como a Comunicação Interna pode ajudar sua empresa a vender mais.

Repassar informações e metas

Independentemente do segmento da empresa, ela só conseguirá atingir objetivos financeiros se contar com o apoio de colaboradores cientes de seu papel estratégico. Isso significa que resultados são alcançados coletivamente e, portanto, cada um tem seu papel dentro da organização. 

No entanto, como um colaborador pode se comprometer com uma meta que ele desconhece? Se a Comunicação Interna não se mantém ativa e alinhada com os objetivos do negócio, ela não consegue repassar informações valiosas para o desempenho dos times. 

O relatório CI Trends (2022) já sinalizou isso. Segundo o material, 81,9% das diretorias esperam alinhamento dos colaboradores com a cultura e a estratégia organizacional ao investir em Comunicação Interna. Essa coesão entre o trabalho dos colaboradores e os objetivos da empresa só pode existir via comunicação, seja entre líderes e liderados ou por meio de mensagens compartilhadas em canais específicos. 

Comunicação Interna vender mais

Estimular o engajamento dos colaboradores

O engajamento é um excelente termômetro para monitorar a produtividade. Um colaborador engajado costuma ser um profissional proativo e motivado a bater metas. Dados divulgados pela Simpplr (2023) indicam o seguinte: para 54% dos profissionais entrevistados, a falta de engajamento tem um impacto direto na produtividade e nos resultados da empresa.

Outros números caminham na mesma direção. Segundo um estudo publicado pela Gallup (2024), quando as organizações aumentam a quantidade de colaboradores engajados, elas promovem diversas melhorias para o negócio. Alguns exemplos são: queda de 78% no absenteísmo, de 51% em turnover e de 63% em acidentes de trabalho; além de um aumento de 10% em lealdade do cliente, de 17% em produtividade (vendas) e de 68% em bem-estar.

Inclusive, a Dialog publicou um relatório inédito que aponta a relação entre o aumento do engajamento dos colaboradores e a redução das taxas de desligamento nas empresas. O estudo está disponível para download. Clique aqui e confira!

E o que a Comunicação Interna tem a ver com isso? Tudo! Ainda de acordo com a Simpplr (2024), 89% das pessoas dizem que a Comunicação Interna pode impactar fortemente o engajamento dos colaboradores. E mais: dados da Gallagher (2024) afirmam que para 74% dos profissionais a Comunicação Interna é responsável pelo engajamento. 

Nesse sentido, diante de tantos números, fica cada vez mais evidente que a Comunicação Interna precisa ser uma área estratégica. Isso significa que além de promover ações que visem ao engajamento dos times, as equipes de CI também precisam contar com ferramentas que permitam o monitoramento desse indicador tão importante para o negócio. 

Propagar a cultura e o senso de pertencimento

E por fim, mas não menos importante, bons resultados também estão diretamente relacionados ao sentimento de pertencer à empresa. É o famoso “vestir a camisa!”. Só se dedica de verdade aquele profissional que se sente parte de um time e que sabe que o bom funcionamento da empresa depende um pouquinho de cada um. 

De acordo com a Glassdoor (2019), 77% das pessoas consideram a cultura da empresa antes de se candidatar a uma vaga de emprego. Além disso, quando se trata de satisfação, mais da metade delas considera a cultura mais importante que o salário. Ou seja: o fit cultural é necessário antes mesmo de alguém se tornar um colaborador. Dessa forma, é fundamental que essa conexão entre a cultura e as pessoas seja mantida quando a relação de trabalho já existe. 

É papel da Comunicação Interna, em parceria com o departamento de Recursos Humanos, manter viva a cultura organizacional. Inclusive, segundo a Aberje e a Ação Integrada (2024), o tema é um dos principais objetivos da área: fortalecer a cultura e o orgulho tem prioridade na Comunicação Interna, sendo uma ação mencionada por 93% dos comunicadores. Para que isso seja possível, é imprescindível que o setor conte com plataformas e canais que suportem estratégias diversificadas. 

Faça tudo isso com a Dialog

Agora que você já sabe como a Comunicação Interna pode atuar para ajudar a empresa a vender mais, superar metas e conquistar resultados surpreendentes, está na hora de conhecer o canal de comunicação perfeito para te acompanhar nessa jornada. Receba uma apresentação gratuita!

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Estudo inédito relaciona engajamento a turnover em empresas do Agro e Varejo https://blog.dialog.ci/estudo-inedito-relaciona-engajamento-a-turnover-em-empresas-do-agro-e-varejo/ https://blog.dialog.ci/estudo-inedito-relaciona-engajamento-a-turnover-em-empresas-do-agro-e-varejo/#respond Thu, 31 Oct 2024 14:49:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5329 A Dialog, HR Tech que lidera o mercado de Comunicação Interna no país, realizou uma análise exclusiva com os clientes que utilizam a plataforma A Comunicação Interna enfrenta muitos desafios, que às vezes são diferentes dependendo do segmento da empresa que precisa desenvolver a estratégia. No entanto, uma situação muito comum entre grande parte das […]

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A Dialog, HR Tech que lidera o mercado de Comunicação Interna no país, realizou uma análise exclusiva com os clientes que utilizam a plataforma

A Comunicação Interna enfrenta muitos desafios, que às vezes são diferentes dependendo do segmento da empresa que precisa desenvolver a estratégia. No entanto, uma situação muito comum entre grande parte das organizações é o descompasso entre o que é comunicado nos canais internos, as preferências de consumo dos colaboradores e a forma como as mensagens se conectam aos resultados do negócio. 

Esse desalinhamento na estratégia e na construção da narrativa é ainda maior nas empresas de setores como Agronegócio e Varejo, que podem enfrentar dificuldades ainda mais expressivas devido à estrutura do público interno – majoritariamente formado por colaboradores operacionais que atuam em diferentes localidades e turnos. 

Engajamento em pauta

O primeiro sintoma dessa inconsistência no fluxo da Comunicação Interna é o desengajamento, que é quando as pessoas deixam de se interessar pelos assuntos que a organização compartilha em seus canais de comunicação. Esse desinteresse acarreta outros sintomas, como a queda na produtividade, a baixa performance, o enfraquecimento da cultura, o não crescimento do negócio e o aumento das taxas de desligamento.

Dessa forma, se o desengajamento dos colaboradores pode ser um importante impulsionador do turnover, as companhias precisam estar cada dia mais atentas à temática para não arcar com custos altíssimos. Segundo dados da consultoria Robert Half, o prejuízo financeiro que o desligamento de funcionários traz às organizações pode ser equivalente a até oito salários do colaborador que está de saída. Esse custo considera verbas rescisórias, impactos operacionais e a busca por outros talentos.

Ao mesmo tempo, de acordo com o estudo State of the Global Workplace, publicado pela Gallup em 2024, 69% dos colaboradores brasileiros não estão engajados em seus empregos, o que coloca o nosso país em sétimo lugar no ranking da América Latina. A mesma pesquisa mostrou que o engajamento impulsiona indicadores como absenteísmo, turnover, produtividade e bem-estar.

“Para mudar esse cenário e conquistar cada vez mais colaboradores engajados, a Comunicação Interna exerce um papel fundamental. Um estudo inédito, realizado pela Dialog, a HR Tech de lidera o mercado de Comunicação Interna e Engajamento no Brasil, apontou que as empresas que investem na área tendem a experimentar uma redução na taxa de desligamento e um aumento na retenção de talentos”, comenta Hugo Godinho, CEO na Dialog. 

De olho nos números

O estudo, realizado entre os meses de janeiro e agosto de 2024, analisou o comportamento de colaboradores de empresas que são clientes Dialog e atuam no Agronegócio e no Varejo. Esse comportamento é referente ao consumo de informação, o que indica interações feitas dentro do canal de comunicação desenvolvido pela HR Tech. Dessa forma, os envolvidos não precisaram participar ativamente de uma pesquisa que pudesse, por meio das respostas, enviesar o resultado final. A coleta das informações aconteceu de forma anonimizada, garantindo a completa privacidade dos colaboradores e de dados sigilosos das empresas.

Entre os indicadores foram avaliados: tempo de engajamento, módulos acessados, retenção do engajamento, total de interações, temas de interesse por áreas da empresa e pautas mais trabalhadas pela organização. Ao todo, 156.530 profissionais contribuíram para a coleta de dados na plataforma de Comunicação Interna. Desse total, 22,61% dos colaboradores trabalham no Agronegócio e 77,39% no Varejo. 

“Para a Dialog, engajamento é como o colaborador interage na plataforma. Isso significa que avaliamos não apenas curtidas e comentários, mas também os acessos e o tempo de permanência na ferramenta – que indica, por exemplo, o interesse que a comunicação e os conteúdos disponibilizados despertam nos colaboradores. Esse interesse varia de área para área, pois cada público interno tem suas particularidades que pautam a relevância dos assuntos corporativos. Se os temas trabalhados pela Comunicação Interna não se conectarem a diferentes equipes, o engajamento dos colaboradores que se sentirem mais distantes da comunicação ficará prejudicado”, explica Hugo.

O que foi concluído

Os resultados desse estudo comprovaram que a Comunicação Interna é, de fato, uma área essencial para o sucesso do negócio – seja para incentivar a produtividade das equipes, fortalecer a cultura organizacional ou compartilhar informações vitais para o bom funcionamento da empresa. 

Após a coleta e a análise dos dados extraídos da plataforma, a Dialog concluiu que um aumento de 10% no tempo de engajamento dos usuários corresponde a uma redução na taxa de desligamento dos colaboradores. No Agronegócio, avaliando o intervalo de um mês, essa redução foi de 5,72%. Já no Varejo, considerando o intervalo de três meses, a diminuição da taxa de desligamento variou entre 3,74% e 5,22%. 

“O engajamento dos colaboradores só sofrerá alterações positivas se as empresas investirem em estratégias e ferramentas de Comunicação Interna. Afinal, é por meio da comunicação que as companhias conseguem se conectar às pessoas – e é essa conexão que estimula uma participação cada vez mais ativa dos profissionais envolvidos”, conclui o CEO, ressaltando que é por meio de uma abordagem integrada e inteligente que o descompasso estratégico da área é identificado e superado.

A pesquisa está disponível para consulta. Os interessados em conferir o estudo na íntegra podem fazer o download por meio do formulário abaixo! 

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O que o engajamento dos colaboradores diz sobre a cultura da empresa https://blog.dialog.ci/o-que-o-engajamento-dos-colaboradores-diz-sobre-a-cultura-da-empresa/ https://blog.dialog.ci/o-que-o-engajamento-dos-colaboradores-diz-sobre-a-cultura-da-empresa/#respond Fri, 05 Jul 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5002 O engajamento dos colaboradores tende a ser visto pela maioria das empresas como sinônimo de eficiência e produtividade. De fato, é! Inúmeras pesquisas mostram justamente isso e reforçam a ideia de que um profissional engajado é, também, um talento motivado a superar expectativas. Para ter uma ideia, segundo a Gallup, o desengajamento de colaboradores chega […]

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O engajamento dos colaboradores tende a ser visto pela maioria das empresas como sinônimo de eficiência e produtividade. De fato, é! Inúmeras pesquisas mostram justamente isso e reforçam a ideia de que um profissional engajado é, também, um talento motivado a superar expectativas.

Para ter uma ideia, segundo a Gallup, o desengajamento de colaboradores chega a custar $8.8 trilhões de dólares na escala global. A verdade é que nenhuma empresa quer entrar nessa conta, né? Por isso, investir no engajamento dos times tem se tornado cada vez mais uma prioridade para as organizações que se preocupam com a saúde financeira do negócio e a conquista de excelentes resultados. 

Não é à toa que a Comunicação Interna tem assumido um papel cada vez mais relevante nesse processo. De acordo com um estudo da Simpplr, 89% das pessoas concordam que a Comunicação Interna pode impactar fortemente o engajamento dos colaboradores. E mais: segundo um relatório da Aberje, de 2023 para 2024, a área de CI ganhou importância entre os CEOs – passando a ser valorizada por 89% deles. 

Porém, nem tudo é sobre dinheiro e alta performance. O que muitas marcas ignoram, às vezes de forma despretensiosa, é a relação entre o engajamento e a cultura da empresa. Mais do que um profissional motivado, um colaborador engajado é – acima de tudo – uma pessoa que se sente acolhida e respeitada pela organização. 

Não há engajamento sem senso de pertencimento

Se o engajamento é a base para a conquista de bons resultados, o que estimula esse pilar tão importante? Como a empresa pode promover o engajamento dos funcionários? A resposta para essas perguntas pode ser encontrada principalmente na cultura organizacional. 

Sendo a junção de uma série de normas e valores que devem guiar a postura e o comportamento de todos os colaboradores, a cultura organizacional consiste em um manual prático de convivência harmônica. Por isso, ela deve ser construída pensando em promover uma boa experiência às pessoas envolvidas ao mesmo tempo em que fortalece o posicionamento da marca no mercado. 

Para que isso seja possível, a organização precisa considerar alguns pontos. Cinco deles são: comunicação eficiente, diversidade e inclusão, reconhecimento e valorização, liderança inspiradora e equilíbrio entre as vidas pessoal e profissional.

Comunicação eficiente

A forma como a empresa comunica e compartilha os valores e o propósito da marca é o primeiro passo na jornada de construção de uma cultura consistente. Essas informações que moldam tal guia de boas práticas são cruciais para direcionar os trabalhos e indicar qual é a postura esperada dos colaboradores. Se esses profissionais não entenderem qual é a visão da empresa e não souberem dizer como ela se projeta no futuro, não conseguirão se alinhar a qualquer expectativa. 

Diversidade & Inclusão

Vivemos em uma sociedade plural e, por isso, é esperado que o ambiente corporativo seja igualmente diverso. As empresas que ainda não se preocupam com essa temática inclusiva estão muito atrasadas na jornada de engajamento dos colaboradores. Para que todas as pessoas se sintam pertencentes à organização, antes elas devem se sentir representadas pela cultura organizacional. E essa representatividade precisa contemplar, necessariamente, o respeito e o acolhimento nos espaços de trabalho.

Reconhecimento e valorização

Se a empresa tem uma cultura que reconhece o bom desempenho e valoriza o trabalho das pessoas, esse pode ser um importante incentivo para que os colaboradores se dediquem mais e trabalhem melhor. Todos querem ser vistos, lembrados e bem-remunerados. Se a alta performance é verdadeiramente valorizada, o engajamento passa a existir de forma orgânica, os profissionais atuam com mais satisfação e a empresa ainda consegue reter esses talentos.

Liderança inspiradora

Para que exista de fato, a cultura organizacional precisa ser vivida diariamente. Nesse sentido, as lideranças têm um papel fundamental. Afinal, por mais que a missão, a visão e os valores retratados no manifesto da empresa devam ser praticados por todos os colaboradores, os líderes são vistos como o principal reflexo desses mandamentos. Uma liderança que não se engaja naquilo que é proposto pela cultura, não consegue inspirar seu time a fazer isso. 

Equilíbrio entre as vidas pessoal e profissional

Já não é novidade que, cada vez mais, as pessoas têm priorizado qualidade de vida. É claro que o trabalho ainda é importante, mas a empresa passa a não reter os talentos que tem quando a rotina profissional impede que esse colaborador desfrute da vida pessoal. As organizações precisam estar cientes dessa realidade na hora de atualizar a cultura a fim de propor esse equilíbrio cotidiano de forma saudável.

Uma cultura forte é aquela que comunica e engaja

Como você viu, o engajamento é construído a partir de várias iniciativas que devem ser contempladas pela cultura. Colaboradores engajados são, na verdade, o resultado de uma cultura coerente e viva. Porém, para que isso aconteça, além de construir esse manifesto as empresas precisam saber comunicá-lo. É aí que a Comunicação Interna se torna a grande protagonista!

De acordo com um relatório Internal Communication Trends Report, publicado pela Workshop em 2024, a principal meta que a estratégia de Comunicação Interna pretende alcançar neste ano é, com 80,4% das menções, engajar os colaboradores e criar um ambiente de trabalho melhor. No mesmo sentido, outro estudo publicado pela Gallagher também em 2024 mostra que, para 63% dos times de CI, a prioridade é engajar os colaboradores no propósito, na estratégia e nos valores organizacionais. 

O engajamento no Brasil

Em comparação com 2023, o Brasil subiu 3 pontos percentuais no que diz respeito ao engajamento do colaborador – registrando 31% de colaboradores engajados em 2024 e sendo o sétimo colocado no ranking de países da América Latina, segundo a Gallup. Ou seja, por aqui ainda há muito a ser feito! Para que esse cenário continue se mostrando promissor, as empresas precisam contar com ferramentas que sustentem essa estratégia. 

A Dialog é a melhor opção! Nossa plataforma é perfeita para fortalecer a cultura organizacional e incentivar a participação ativa dos colaboradores na construção dela. Além disso, só a Dialog oferece um índice de engajamento exclusivo,  desenvolvido para ajudar as empresas a monitorar o engajamento dos colaboradores de forma contínua. 

Quando questionados pela Gallagher a respeito dos indicadores de sucesso pelos quais são responsáveis, 74% dos profissionais de Comunicação Interna responderam “engajamento”. Isso mostra como uma ferramenta como a Dialog pode ser valiosa para que esses profissionais definam estratégias com base em dados e mostrem aos executivos o potencial que área tem. 

Que tal conhecer todos os detalhes da nossa rede social corporativa e entender como a Dialog pode ajudar a sua empresa a comunicar a cultura e engajar os colaboradores? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

Colaboradores engajados são reflexo de uma cultura forte

Quando a cultura organizacional é bem construída e comunicada de forma efetiva, a empresa tem mais chances de despertar no colaborador o senso de pertencimento. Esse sentimento é um ingrediente essencial nas receitas de engajamento. Antes de se sentir motivado a desempenhar suas atividades, o profissional precisa estar conectado à marca; e isso só acontece quando ele se sente representado e valorizado.

Um levantamento feito pela Glassdoor em 2019 aponta que 77% das pessoas consideram a cultura da empresa antes de se candidatar a um emprego. E mais: quando se trata de satisfação, mais da metade delas considera a cultura mais importante que o salário. Vivemos em uma época na qual, mais do que uma remuneração atrativa, os profissionais têm buscado sentido em suas atribuições diárias – o que só é possível encontrar se eles veem seus próprios valores refletidos na cultura da marca para a qual trabalham.

A respeito desse assunto, como você avalia a postura da sua empresa e o engajamento dos seus colegas? Será que a sua organização tem conseguido inspirar os colaboradores a partir da cultura? Reflita sobre isso e conte com a Dialog para planejar e executar as melhores estratégias. 

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Como engajar a equipe com uma plataforma de Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/como-engajar-a-equipe-com-uma-plataforma-de-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/como-engajar-a-equipe-com-uma-plataforma-de-comunicacao-interna/#respond Fri, 17 May 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4848 Como engajar a equipe? Essa pergunta de milhões pode ter como resposta a Comunicação Interna. Segundo um estudo da Axios HQ, o engajamento é o resultado direto de uma boa estratégia de CI mais citado por líderes (35%). Além disso, de acordo com o State of Internal Communications 2024, 89% dos respondentes concordam que a […]

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Como engajar a equipe? Essa pergunta de milhões pode ter como resposta a Comunicação Interna. Segundo um estudo da Axios HQ, o engajamento é o resultado direto de uma boa estratégia de CI mais citado por líderes (35%).

Além disso, de acordo com o State of Internal Communications 2024, 89% dos respondentes concordam que a Comunicação Interna pode impactar fortemente o engajamento dos colaboradores.

Neste artigo, falaremos sobre como a escolha e a própria estratégia de canais e conteúdos utilizados pela Comunicação Interna pode ajudar no engajamento de times, sejam eles administrativos ou operacionais.

Como engajar a equipe? A resposta está na CI

Profissionais de Comunicação Interna conhecem bem esse desafio e, a partir dos canais existentes, podem encontrar a solução para esse problema. Isso porque muitas vezes os colaboradores estão fora dos escritórios e, com isso, nem sempre possuem acesso ao computador. 

Sendo assim, se o objetivo é alcançar e engajar as pessoas, depender exclusivamente de um canal – seja ele o tradicional e-mail ou até mesmo o mural impresso – não é a melhor opção.

Pensando justamente nessa pluralidade de públicos e conhecendo a necessidade de engajar todos eles, adotar uma plataforma multicanal como a Dialog tem sido o caminho para garantir o alcance e trabalhar o engajamento dos colaboradores.

Os recursos nativos da ferramenta abrangem tanto a versão mobile (aplicativo ou rede social corporativa) quanto a desktop (intranet), mas também há módulos especiais que incluem e-mail e TV corporativa. Essa multicanalidade garante o alcance de diferentes públicos em escritórios e operações, como fábricas, centros de distribuição, fazendas, lojas etc.

Além disso, a digitalização dos canais permite que a Comunicação Interna entregue as informações na mesma velocidade para diversos setores, evitando ruídos e boatos, que impactam negativamente o nível de engajamento.

Porém, é preciso ter atenção! Afinal, simplesmente disponibilizar esses canais não garante o tão sonhado engajamento. Para isso, é fundamental adotar estratégias eficazes para estimular a participação e o envolvimento dos colaboradores.

Engajamento demanda interação

Para saber como engajar a equipe com uma plataforma de Comunicação Interna, antes é preciso entender como os canais podem oferecer oportunidades de interação e estimular a interação dos colaboradores.

Essa presença na plataforma faz com que os colaboradores se sintam parte da construção da própria Comunicação Interna, assim como da cultura organizacional. A participação ativa gera o senso de pertencimento e, consequentemente, o engajamento.

No caso de uma rede social corporativa, disponível nas versões mobile ou desktop, o canal proporciona um espaço virtual no qual os colaboradores podem se conectar, colaborar em projetos, trocar conhecimentos, compartilhar experiências e se manter atualizados sobre as atividades da empresa.

Já o e-mail continua sendo uma ferramenta de Comunicação Interna essencial e muito eficaz! Inclusive, um estudo da Aberje e da Ação Integrada aponta que o canal tem a maior porcentagem de eficácia para colaboradores administrativos (89%) e entre as áreas Comercial e Vendas (75%).

Por fim, a TV corporativa é muito utilizada principalmente em unidades operacionais: 40% dos profissionais de CI a classificam como eficaz na mesma pesquisa. O canal tem como carro-chefe o conteúdo em formato de vídeo, abrindo novas possibilidades para a Comunicação Interna trabalhar seus comunicados. Além disso, a interação do público pode ser incentivada por meio de QR codes, por exemplo.

No geral, independentemente do canal utilizado, o engajamento dos colaboradores pode ser estimulado da seguinte forma:

  • Conteúdo relevante: Publicando conteúdos interessantes e relevantes, a Comunicação Interna agrega valor à vida profissional dos colaboradores;
  • Participação estimulada: Incentivar os colaboradores a compartilhar ideias, experiências e feedbacks por meio de fóruns de discussão ou grupos temáticos ajuda a promover a interação;
  • Conquistas reconhecidas: O bom desempenho e as conquistas dos colaboradores merecem destaque, seja por meio de postagens, comentários ou premiações simbólicas;
  • Constância nas publicações: Mantenha o conteúdo atualizado com notícias, comunicados e eventos relevantes para a empresa, garantindo que os colaboradores tenham acesso às informações mais recentes;
  • Segmentação é crucial: Segmentar conteúdos evita a infoxicação e também personaliza a CI, garantindo que os assuntos tratados sejam de interesse do público-alvo.

Ou seja: para engajar os colaboradores por meio de canais de Comunicação Interna, é essencial oferecer conteúdo relevante, incentivar a participação e a interação, manter uma comunicação transparente e personalizada, bem como utilizar a multicanalidade para transmitir mensagens de forma eficaz. 

A Dialog, HR Tech que lidera o setor com a maior plataforma de Comunicação Interna e engajamento do Brasil, oferece em sua solução um dashboard repleto de dados valiosos. São mais de 50 indicadores que permitem analisar desde o número de usuários cadastrados até o nível de interação por cargo e departamento.

O último lançamento da HR Tech também tem relação direta com o tema. O Índice Dialog de Engajamento garante uma visão ampliada da Comunicação Interna ao combinar dados quantitativos e qualitativos e permitir o benchmarking com outras empresas do setor. Além disso, esse recurso exclusivo usa Inteligência Artificial para entregar análises preditivas do comportamento dos usuários.

Agende uma demonstração agora mesmo e entenda como engajar a equipe com a Dialog.

Assinatura Marcela hub nova

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A Comunicação Interna como um EPI para a saúde mental https://blog.dialog.ci/a-comunicacao-interna-como-um-epi-para-a-saude-mental/ https://blog.dialog.ci/a-comunicacao-interna-como-um-epi-para-a-saude-mental/#respond Mon, 01 Apr 2024 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4753 A saúde mental é um tema cada vez mais presente na sociedade e, consequentemente, nas empresas. Isso porque, segundo um estudo divulgado pela Gallup neste ano, 44% dos colaboradores ao redor do mundo dizem estar estressados. Ao mesmo tempo, uma pesquisa realizada pela Microsoft em 2022 apontou que 53% dos entrevistados estão mais propensos a […]

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A saúde mental é um tema cada vez mais presente na sociedade e, consequentemente, nas empresas. Isso porque, segundo um estudo divulgado pela Gallup neste ano, 44% dos colaboradores ao redor do mundo dizem estar estressados. Ao mesmo tempo, uma pesquisa realizada pela Microsoft em 2022 apontou que 53% dos entrevistados estão mais propensos a priorizar a saúde e o bem-estar em detrimento do trabalho. 

Não é à toa que esse assunto precisa ser pautado. Afinal, em organizações onde o ambiente é respeitoso e acolhedor, o bem-estar e a felicidade são ingredientes fundamentais para uma receita de produtividade e engajamento satisfatórios. Além disso, para reter os talentos que se preocupam cada vez mais com a qualidade de vida, as marcas precisam se mostrar atentas a esse tema.

Em muitas empresas, a saúde tem tudo a ver com os EPIs: Equipamentos de Proteção Individual que garantem a segurança dos trabalhadores. Entre os itens mais comuns, temos aventais, luvas, protetores auriculares, cintos de segurança, óculos, máscaras, sapatos especiais e capacetes. Todos eles são exigidos para garantir a integridade física do colaborador durante a execução das atividades. 

Com o corpo protegido, esse profissional conseguirá exercer sua função com segurança e excelência. Mas e a mente dessa pessoa? O que as empresas oferecem a esse colaborador para preservá-la? Na ausência de EPIs materiais, o que pode representar essa proteção para a saúde mental? 

Neste texto, mostraremos por que a Comunicação Interna – em parceria com a área de Recursos Humanos – é um item essencial nesse kit de sobrevivência. Acompanhe!

Mapear a realidade e promover a escuta ativa

Em 2021, de acordo com a Gartner, 93% dos líderes de RH relataram estar cada vez mais preocupados com o esgotamento dos funcionários. Poucos anos depois, essa preocupação se reflete em outros números. Dados da Mental Health Research de 2023 mostram que 46% dos profissionais estão enfrentando problemas no que diz respeito à saúde mental. 

E mais: de acordo com o Ministério da Previdência Social, só no Brasil e apenas no ano passado, foram concedidos 288.865 benefícios por incapacidade devido a transtornos mentais e comportamentais – o que corresponde a um aumento de 38% em relação a 2022. 

saúde

Diante desse cenário de exaustão e esgotamento, cabe às áreas de Comunicação Interna e Recursos Humanos a identificação dessa realidade dentro da empresa. Afinal, só a partir de um diagnóstico é possível promover iniciativas que visem combater esses sintomas e proporcionar a essas pessoas uma jornada mais agradável e acolhedora. 

Embora o setor de RH seja visto como o principal responsável por políticas de bem-estar na organização, ele não deve atuar sozinho. A área de Comunicação Interna é uma importante aliada nesse processo de mapeamento e escuta ativa! Com uma plataforma adequada, como a Dialog, é possível realizar pesquisas internas e estimular a participação dos colaboradores – que passam a se sentir ouvidos e respeitados. 

Combater a infoxicação nos canais internos 

Às vezes você também sente que recebe informações a todo momento? As notificações não param, seja no canal de comunicação da sua empresa, no seu e-mail, nas redes sociais ou nos aplicativos de mensagem instantânea.

A chegada incessante de conteúdos e o consumo desenfreado de informações podem despertar nas pessoas o sentimento de exaustão. E é claro que estar exausto nunca é bom, principalmente quando pensamos na rotina de trabalho. 

Nesse sentido, segundo a Aberje e a Ação Integrada, 67% das empresas têm atuado para reduzir o excesso de informações nos canais internos. Afinal, combater a infoxicação é necessário para promover uma experiência de comunicação mais positiva. 

Inclusive, a mesma pesquisa mostrou que melhorar a experiência dos colaboradores com os canais (44%) e gerenciar o excesso de informações (43%) estão entre os principais desafios da área de Comunicação Interna em 2024. Se colocadas em prática, essas iniciativas são capazes de construir uma rotina mais atrativa para o colaborador.

Além disso, de acordo com o estudo da Microsoft, 61% dos líderes dizem que más experiências digitais contribuem para a demissão de talentos. Ou seja: garantir que a vivência on-line seja positiva nas empresas também é uma forma interessante de reter os profissionais.

Assim, a Comunicação Interna se prova novamente um importante recurso na busca por saúde mental e bem-estar, sendo a responsável pelo gerenciamento do volume de informações compartilhadas. 

Quando a área conta com uma ferramenta eficiente, ela consegue evitar que colaborador se disperse entre diferentes canais de comunicação e perca tempo buscando informações durante o dia de trabalho. Com a Dialog, por exemplo, a partir de uma estratégia segmentada, é possível permitir que as pessoas consumam apenas o que é importante para elas – minimizando, assim, a sobrecarga digital. 

Monitorar o engajamento todos os dias

Lembra daquele dado, no começo deste texto, que falava sobre o percentual de colaboradores estressados? Então, a mesma pesquisa mostrou que colaboradores engajados são menos propensos a reportar o sentimento de estresse. Com isso, é possível dizer que direcionar a atenção para o engajamento das equipes pode ajudar a liderança a reduzir os níveis de estresse no trabalho.

Conquistar o engajamento dos colaboradores está sempre entre as principais metas do setor de Comunicação Interna. Afinal, de acordo com a Gallagher, 74% dos profissionais de CI dizem ser responsáveis por esse indicador. Na mesma direção, o relatório Internal Communication Trends Report indicou que engajar colaboradores e criar um ambiente de trabalho melhor está no topo da lista de prioridades da área, com 80,4%.

Que engajamento tem tudo a ver com performance, produtividade e resultado você já sabe. Mas não é só isso! Engajamento também tem tudo a ver com fit cultural, acolhimento, satisfação, bem-estar, qualidade de vida e saúde mental. Por isso, monitorar esse indicador tão importante é como acompanhar o GPS que indica o caminho que a empresa deve seguir.

É aí que a Comunicação Interna volta a se fazer presente nas estratégias. É papel da área auxiliar as empresas a monitorar o comportamento do colaborador e a promover ações que contribuem para a construção de um ambiente cada vez mais saudável, engajado e receptivo. Na Dialog, você encontra o Índice Dialog de Engajamento – um recurso exclusivo que fornece informações em tempo real e ajudam os profissionais de CI a acompanhar esse movimento. 

Comunicação Interna: o EPI que faltava

Sabemos que, no trabalho, o dia a dia pode vir acompanhado de muitas emoções – algumas boas e outras não. Esse mix de sentimentos nem sempre tem relação direta com a vida profissional, mas isso não significa que ela não seja afetada por fatores externos. Por isso, é importante que a empresa esteja de olho no comportamento dos colaboradores a fim de identificar formas de oferecer uma experiência mais leve e agradável. 

Isso não significa que a organização precise monitorar individualmente cada profissional. Basta ter um olhar atento ao fluxo da Comunicação Interna, mapear constantemente o clima organizacional e implementar iniciativas que estejam voltadas ao bem-estar dos colaboradores. 

Uma Comunicação Interna ativa e presente é um excelente Equipamento de Proteção Individual – que, na verdade, desempenha sua função de forma coletiva. Por meio estratégias alinhadas à cultura e à realidade da empresa, a área consegue identificar gatilhos de estresse, evitar sobrecarga digital e agir com agilidade para solucionar situações de incômodo. Tudo isso preserva a saúde mental do colaborador e, consequentemente, agrega valor às suas tarefas.

Quer descobrir como fazer tudo isso e muito mais? Nosso time de especialistas está aguardando o seu contato para te mostrar gratuitamente tudo o que a Dialog pode fazer por você e pelos seus colaboradores. Clique aqui e agende uma apresentação agora mesmo!

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Prioridades e desafios da Comunicação Interna em 2024 https://blog.dialog.ci/prioridades-e-desafios-da-comunicacao-interna-em-2024/ https://blog.dialog.ci/prioridades-e-desafios-da-comunicacao-interna-em-2024/#respond Thu, 07 Mar 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4700 A Comunicação Interna passou por transformações significativas nos últimos anos. Nesse sentido, profissionais da área precisam entender seu novo papel dentro das organizações para atuar da forma mais estratégica possível. O State of the Sector 2024, produzido pela Gallagher, afirma que comunicadores estão mais conscientes do que nunca da influência estratégica que deveriam ter.  Neste […]

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A Comunicação Interna passou por transformações significativas nos últimos anos. Nesse sentido, profissionais da área precisam entender seu novo papel dentro das organizações para atuar da forma mais estratégica possível.

O State of the Sector 2024, produzido pela Gallagher, afirma que comunicadores estão mais conscientes do que nunca da influência estratégica que deveriam ter. 

Neste artigo, faremos um panorama dos principais desafios enfrentados pela Comunicação Interna, mencionaremos quais são os propósitos da área e refletiremos sobre como redefinir essa atuação nas organizações.

Os propósitos da Comunicação Interna

De acordo com o estudo “Tendências em Comunicação Interna 2024”, feito pela Aberje e Ação Integrada, fortalecer a cultura e o orgulho (93%) e criar clareza em torno da estratégia da empresa (79%) são considerados os grandes objetivos da área.

Indo ao encontro disso, 73% afirmam que os pilares da cultura organizacional (propósito, missão, visão e valores) são os temas mais priorizados pela Comunicação Interna para o ano. 

O dado se torna ainda mais relevante quando o estudo mostra que, nos oito anos de pesquisa, essa foi apenas a segunda vez que o tema “iniciativas de gestão de pessoas” não ficou em primeiro lugar. Isso só tinha acontecido em 2021, quando naturalmente a Covid-19 foi a principal pauta trabalhada. 

Já a pesquisa da Gallagher mostrou, a nível mundial, por quais indicadores de sucesso a Comunicação Interna fica responsável nas empresas. A lista é um belo indicativo do quão importante é o trabalho da área, que se responsabiliza por:

  1. Engajamento (74%);
  2. Consciência da estratégia organizacional (70%);
  3. Mudança comportamental (49%);
  4. Alcance digital (46%);
  5. Política de compliance (34%).

A partir desse resultado, vemos que o engajamento deve ser tratado como prioridade pela Comunicação Interna – principalmente porque tem ligação direta com os dois propósitos destacados.

O Índice Dialog de Engajamento é uma tecnologia exclusiva que acompanha toda a jornada do colaborador e permite que você mensure, em tempo real, esse indicador tão relevante para o negócio. Conheça agora.

As barreiras e os desafios

A pesquisa da Gallagher também apontou quais são as barreiras mais comuns que podem impedir a CI de atingir o sucesso em 2024. Elas são:

  1. Falta de tempo e/ou capacidade do time (35%);
  2. Colaboradores desengajados (32%);
  3. Falta de orçamento (25%);
  4. Canais ou tecnologias incompatíveis com propósito (24%);
  5. Falta de dados e mensuração (19%).

A Dialog ajuda a sua empresa a vencer todos esses obstáculos. Nossa plataforma multicanal é a aliada perfeita para times de qualquer tamanho! Nossa ferramenta traz mais de 15 funcionalidades nativas e tem um dashboard com mais de 50 indicadores, sendo o carro-chefe perfeito para engajar colaboradores, segmentar a comunicação, evitar a infoxicação e, assim, transformar a experiência e a jornada do público interno. Saiba mais.

Além disso, o estudo brasileiro mostrou que os 5 maiores desafios para os profissionais de Comunicação Interna neste ano são: 

  1. Engajar as lideranças como comunicadores (64%);
  2. Melhorar a mensuração e a gestão de dados (52%);
  3. Comunicar a estratégia e a cultura da empresa (49%);
  4. Fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais (46%);
  5. Melhorar experiência dos colaboradores com canais (44%).

A seguir, falaremos sobre esses desafios e mostraremos como enfrentá-los.

Liderança comunicadora

Pelo oitavo ano consecutivo, a liderança comunicadora é o maior desafio da área. E por que ela é tão importante? Com o apoio dos líderes, alcançar e engajar colaboradores torna-se mais fácil.

Em outro artigo, contamos em detalhes quais são os benefícios de contar com o apoio da liderança nos canais e nas iniciativas de Comunicação Interna. Entre esses benefícios, destacam-se: a influência na cultura organizacional, o alinhamento e a construção de confiança e transparência.

O segredo para envolver esse público é este: a liderança precisa enxergar valor no trabalho da Comunicação Interna e entender como esse fluxo impacta o dia a dia e os resultados do seu setor. Para isso, o uso de dados se torna ainda mais importante.

Mensuração

A mensuração pulou da sétima para a segunda posição de um ano para outro. Esse crescimento mostra o amadurecimento do tema entre os profissionais da área, que passam a adotar uma estratégia e uma mentalidade data-driven.

Outro dado que comprova isso é o seguinte: para 2024, o maior investimento em mensuração de CI deve ser destinado a investir mais tempo analisando as métricas para guiar a tomada de decisões – representando 51% das respostas. Ou seja, agora o foco da Comunicação Interna não está tanto no “como mensurar”, mas sim “no que fazer com os dados”.

É importante salientar que nem todas as empresas estão nessa etapa e que muitas ainda enfrentam desafios para começar a mensurar suas ações de Comunicação Interna. 

Leia também:

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  • Mensuração na Comunicação Interna e jornada do colaborador; entenda a relação

Cultura, alcance e experiência

Os outros 3 desafios podem ser combatidos de uma só vez. Para isso, é fundamental que exista uma boa estratégia de canais. A multicanalidade, por exemplo, permite que a Comunicação Interna alcance todos colaboradores, não importa onde estejam. 

Essa abordagem diversificada garante que as informações sejam adaptadas de acordo com as preferências individuais ou setoriais dos funcionários, aumentando a probabilidade de compreensão e aceitação.

A partir disso, é necessário desenhar a estratégia de conteúdo. O recurso de segmentação é um componente vital dessa estratégia, permitindo que as mensagens sejam direcionadas de maneira específica para grupos ou departamentos dentro da organização. 

Ao personalizar a comunicação com base nas necessidades e nos interesses de cada grupo de colaboradores, a estratégia multicanal torna-se mais eficaz. Isso não apenas aumenta a relevância das mensagens, mas também promove uma sensação de pertencimento e envolvimento, o que contribui para o fortalecimento da cultura organizacional.

Além disso, a implementação bem-sucedida de uma estratégia multicanal e a segmentação aprimoram significativamente a experiência dos colaboradores com os canais de comunicação. 

É importante entender que os profissionais se beneficiam ao receber informações de maneira mais direta e personalizada, melhorando o entendimento das metas organizacionais e sua conexão com a empresa. Tudo isso cria um ambiente de trabalho mais transparente, inclusivo e colaborativo, promovendo a lealdade dos colaboradores e construindo um clima organizacional positivo.

Você também pode se interessar:

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Novidade na plataforma: conheça o exclusivo Índice Dialog de Engajamento https://blog.dialog.ci/novidade-na-plataforma-conheca-o-indice-dialog-de-engajamento/ https://blog.dialog.ci/novidade-na-plataforma-conheca-o-indice-dialog-de-engajamento/#respond Tue, 27 Feb 2024 17:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4454 The post Novidade na plataforma: conheça o exclusivo Índice Dialog de Engajamento appeared first on Dialog Blog.

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Promover o engajamento dos colaboradores é sempre um desafio nas empresas, principalmente entre as que possuem times operacionais. Um estudo publicado pela Ragan em 2023 aponta justamente para essa questão: 95% das organizações classificam em algum grau de importância o engajamento dessas equipes. 

Além disso, segundo dados da Gallagher, mais da metade das empresas (51%) têm como prioridade engajar as pessoas em torno do propósito, da estratégia e dos valores organizacionais. Ou seja: no mundo corporativo, o engajamento é uma pauta constante.

E precisa ser mesmo! Uma pesquisa realizada pela Gallup, também em 2023, trouxe números alarmantes: 77% da força de trabalho a nível global está desengajada. Só no Brasil, por exemplo, apenas 28% dos profissionais estão ativamente engajados – o que mostra a urgência de investir nessa área. 

A melhor forma de acompanhar esse indicador é contar com uma ferramenta que ajude os profissionais de Comunicação Interna a identificá-lo. Continue a leitura por aqui para saber mais.

Engajamento tem tudo a ver com experiência

Quando se pensa em engajamento, o entusiasmo e o comprometimento dos funcionários são as primeiras coisas que vêm à mente. Porém, falar sobre engajamento é, acima de tudo, falar sobre a experiência do colaborador e como essa vivência na empresa impacta sua rotina. 

Diversos estudos apontam diretamente essa relação. Em 2021, Josh Bersin publicou que empresas que valorizam a experiência do colaborador e investem nisso têm 5,1 vezes mais chances de engajar e reter os profissionais. Isso sem mencionar, é claro, o aumento da probabilidade de superar as metas financeiras e de encantar os clientes. 

Um colaborador engajado costuma ser um profissional proativo e produtivo, características muito valorizadas por empresas que buscam resultados e querem ocupar espaços cada vez mais relevantes no mercado. Porém, não é possível engajar uma pessoa que não se sente satisfeita de estar onde está. 

Por isso, as empresas precisam compreender que o engajamento não é um destino – mas sim uma jornada! Ele precisa ser cultivado durante todo o caminho que esse colaborador percorrerá dentro da organização. É aí que a Comunicação Interna se faz tão importante.

A Comunicação Interna como condutora da experiência

De acordo com dados da Willis Towers Watson, a experiência do colaborador é prioridade para 90% das organizações. Ao mesmo tempo, um estudo da Gallagher aponta que para 82% dos respondentes a Comunicação Interna é vista como um dos principais impulsionadores dessa experiência.

Esses números mostram que a área de CI precisa atuar de forma estratégica para construir um ambiente de trabalho positivo, fortalecer a cultura organizacional e fazer com que as pessoas se sintam integradas à marca. Tudo isso ajudará a empresa a conquistar – diariamente – o tão sonhado engajamento. 

Porém, para acompanhar esse processo é preciso monitorar números! Caso contrário, a análise será rasa e pouco consistente. Lembre-se: o engajamento das pessoas é responsável pelo desempenho da empresa. Diante dessa magnitude, ele não pode ser avaliado de forma subjetiva.

Para a Dialog, engajamento é business 

Nesse sentido, visando oferecer aos clientes uma ferramenta capaz de mensurar e monitorar o engajamento dos colaboradores, a Dialog lançou o Índice Dialog de Engajamento. O anúncio oficial foi feito durante a 5a edição do Dialog Connection, evento exclusivo para clientes, parceiros e convidados. Caso não tenha acompanhado no dia, assista ao vídeo a seguir.

Indo além de métricas superficiais, como curtidas, comentários e acessos, esse novo recurso garante uma visão ampliada da Comunicação Interna – combinando dados quantitativos e qualitativos, permitindo benchmarking e utilizando Inteligência Artificial para entregar análises preditivas do comportamento dos usuários. 

Tudo isso proporciona uma experiência digital personalizada, permite um entendimento rico da realidade da empresa e influencia diretamente a saúde organizacional. 

Hugo Godinho, CEO na Dialog, destaca a importância desse tipo de análise. “A Comunicação Interna é a peça-chave para uma cultura de resultados na empresa, mas isso só é possível quando a área consegue despertar e monitorar o engajamento das pessoas. A melhor forma de saber se a estratégia está dando certo é acompanhando o desempenho dela. Quando falamos em engajamento, isso não é diferente. Acompanhar esse indicador também é estar de olho na produtividade, na satisfação do colaborador, no turnover e no alcance das metas”, diz.

O Índice Dialog de Engajamento

O Índice Dialog de Engajamento promete uma análise mais detalhada e consistente do comportamento dos colaboradores na plataforma. Essa metodologia, desenvolvida com exclusividade pela Dialog, reúne diversas métricas que permitem que o gestor responsável monitore o engajamento de acordo com as áreas e com o tipo de interação feita na plataforma.

Além disso, outra grande novidade é a possibilidade de benchmarking de mercado com outras empresas do mesmo setor. Por meio dessa nova funcionalidade, será possível saber como está o nível de engajamento dos concorrentes de forma anônima. Isso faz com que o Índice Dialog de Engajamento seja um importante aliado das empresas que se preocupam em acompanhar as tendências do segmento em que atuam. 

Saber como está a média de engajamento nas organizações concorrentes do mesmo setor é um grande diferencial! Faremos isso utilizando a base de dados dos nossos clientes, o que torna esse indicador ainda mais exclusivo. É claro que tudo isso acontecerá de forma opcional, segura e 100% confidencial. Ou seja: se a sua empresa optar por desbloquear esse recurso, você poderá conhecer o nível de engajamento de outras empresas do seu segmento – sem saber, de fato, quais são elas.

Engajamento é estratégia 

O lançamento desse recurso na plataforma corresponde a uma ferramenta moderna que examina de perto o comportamento dos usuários. Com o Índice Dialog de Engajamento, as empresas conseguirão entender tanto as ações diretas dos colaboradores, como postar e clicar, quanto ações mais discretas, como reler um texto ou olhar uma foto sem interagir.

Para os clientes Dialog, essa possibilidade traz muitos benefícios. O novo recurso proporciona um entendimento claro das interações, mostrando às equipes quais conteúdos realmente chamam a atenção. A partir desses dados, será possível fazer ajustes para melhorar a entrega das mensagens. Isso vai auxiliar os responsáveis pela Comunicação Interna a decidir de forma mais fundamentada e aprimorar as estratégias da área.

Conheça o lançamento em detalhes

O Índice Dialog de Engajamento despertou o seu interesse e você quer entender melhor como ele funciona? Nossa equipe de especialistas está esperando o seu contato para apresentar, na prática, todos os detalhes. Agende agora mesmo uma demonstração gratuita.

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