Engajamento https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/engajamento/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Mon, 10 Aug 2026 14:21:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Engajamento https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/engajamento/ 32 32 Do colaborador a embaixador: transformando engajamento em reputação https://blog.dialog.ci/de-colaborador-a-embaixador-transformando-engajamento-interno-em-reputacao-externa/ https://blog.dialog.ci/de-colaborador-a-embaixador-transformando-engajamento-interno-em-reputacao-externa/#respond Thu, 13 Aug 2026 11:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6744 Quando se fala sobre a reputação de uma empresa, quais estratégias vêm à sua mente? É comum imaginar diversas campanhas publicitárias com esse objetivo. Mas você já parou para pensar que um dos maiores ativos para a construção de uma boa reputação está dentro da própria empresa? A voz mais confiável para falar sobre a […]

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Quando se fala sobre a reputação de uma empresa, quais estratégias vêm à sua mente? É comum imaginar diversas campanhas publicitárias com esse objetivo. Mas você já parou para pensar que um dos maiores ativos para a construção de uma boa reputação está dentro da própria empresa?

A voz mais confiável para falar sobre a sua empresa não é o setor de Marketing, o CEO ou um influenciador contratado. São aqueles que vivem a cultura, os valores e o dia a dia da operação, conhecendo os desafios e as engrenagens que fazem o negócio acontecer: os próprios colaboradores.

Mesmo com boas estratégias de Comunicação Interna e ações de engajamento, muitas empresas sentem que o impacto disso tudo fica retido da porta para dentro. Já parou para pensar que a Comunicação Interna pode ser uma grande aliada também para a comunicação externa? 

É por isso que muitas empresas têm investido no Employee Advocacy (Embaixadores da Marca) e transformado os colaboradores em defensores da companhia, pessoas capazes de converter a cultura interna em autoridade e reputação no mercado. E hoje iremos abordar justamente este assunto.

Vamos lá? 

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A ponte entre cultura interna e reputação externa

Antes de qualquer coisa, vamos ao conceito de Employee Advocacy (Embaixadores da Marca). Segundo a GPTW Brasil, o termo se refere a uma estratégia de comunicação na qual os funcionários se tornam porta-vozes da marca, compartilhando conteúdos da empresa de forma voluntária, principalmente em suas redes sociais.

Nas redes sociais, o grande diferencial não está em campanhas engessadas ou grandes nomes do mercado, mas sim na força de conexões reais e humanas. Assim como o público se conecta com experiências genuínas compartilhadas por influenciadores digitais, o mercado reconhece e valoriza empresas que têm seus próprios colaboradores como embaixadores.

Quando quem vive o dia a dia da companhia compartilha suas vivências de maneira espontânea, esse engajamento autêntico transforma a percepção da marca, gerando um impacto direto e relevante no Employer Branding.

Employer Branding, ou Marca Empregadora (em português), é a estratégia que uma empresa usa para construir e promover sua reputação como um bom lugar para trabalhar. Hoje, essa reputação já não se sustenta mais em relatos genéricos nas plataformas com avaliações de empresas, exigindo um conteúdo humano, real e personalizado. 

A ponte entre a cultura interna da empresa e a reputação externa são os próprios colaboradores. Afinal, ninguém melhor do que eles para mostrar o dia a dia da companhia e propagar a cultura da empresa de maneira autêntica, real e orgânica. 

Transformando colaboradores em embaixadores

É comum que muitas empresas adotem projetos como um programa de influenciadores internos para propagar a ideia de transformar os colaboradores em embaixadores da companhia. Mas existem boas práticas que podem ser implementadas na rotina de CI e, posteriormente, englobadas em um programa de influenciadores internos. Algumas são: 

  • Cultura primeiro, redes depois: não existe influência positiva sem engajamento real. Tentar forçar compartilhamentos de conteúdos da empresa nas redes sociais, sem uma cultura forte gera o efeito oposto;
  • Diretrizes claras: reduza o medo do colaborador de postar algo errado. Crie um guia simples sobre o que é incentivado, o que deve ser evitado e como proteger dados confidenciais na hora de produzir um conteúdo orgânico, sem podar a autenticidade;
  • Capacitação e letramento digital: ofereça treinamentos básicos sobre marca pessoal, posicionamento nas redes e criação de conteúdo. O objetivo é dar autonomia e segurança para que os colaboradores compartilhem suas vivências reais, incentivando sempre o uso de sua própria linguagem;
  • Reconhecimento e gamificação: apresentar os destaques internos, desenvolver programas de pontos, pensar em mimos ou reconhecimentos públicos, sem transformar a iniciativa em algo mecânico, gera reconhecimento e fortalece o engajamento do colaborador envolvido na estratégia.

Nenhum colaborador se torna embaixador por obrigação. Para que a sua equipe sinta orgulho de defender a marca lá fora, ela precisa, antes de tudo, ter uma boa experiência da porta para dentro. E isso passa por uma Comunicação Interna que dê voz, escuta e a segurança necessária para que cada pessoa se sinta à vontade para dar esse passo.

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Faça da voz dos seus colaboradores o seu maior ativo de marca 

Uma voz ativa no mercado começa com uma escuta e um engajamento ativos dentro da empresa. Porém, gerenciar um programa de embaixadores manualmente exige tempo, controle de diretrizes e mensuração constante, o que costuma sobrecarregar os times de Comunicação e RH.

É por isso que você pode contar com a Dialog!

Em nossa plataforma, você centraliza a Comunicação Interna, engaja os colaboradores em uma rede própria e facilita o compartilhamento de conteúdos de forma fluida, segura e mensurável.

Quer transformar a força da sua cultura interna em reputação de mercado? Conheça a Dialog e agende uma demonstração!

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Por Viviane Ramos, Analista de Conteúdo e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é Employee Advocacy (Embaixadores da Marca)?
Employee Advocacy é uma estratégia que transforma colaboradores em porta-vozes da empresa, compartilhando conteúdos e experiências reais da marca de forma voluntária.

2. Como os colaboradores ajudam na reputação externa da empresa?
Ao compartilharem suas vivências, os colaboradores fortalecem a imagem da marca com uma comunicação mais humana, autêntica e confiável.

3. Qual a relação entre Comunicação Interna e Employer Branding?
Uma Comunicação Interna eficiente fortalece a cultura e o engajamento, criando colaboradores mais preparados para promover a reputação da empresa no mercado.

4. Como transformar colaboradores em embaixadores da marca?
É importante investir em cultura, diretrizes claras, capacitação digital e reconhecimento para incentivar o compartilhamento espontâneo e seguro.

5. Quais são os benefícios de um programa de embaixadores internos?
A estratégia aumenta a visibilidade da marca, fortalece o Employer Branding e aproxima a empresa do público por meio de vozes reais.

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Valores na parede não engajam: o verdadeiro papel do líder na cultura corporativa https://blog.dialog.ci/valores-na-parede-nao-engajam-o-verdadeiro-papel-do-lider-na-cultura-corporativa/ https://blog.dialog.ci/valores-na-parede-nao-engajam-o-verdadeiro-papel-do-lider-na-cultura-corporativa/#respond Thu, 23 Jul 2026 11:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6694 A liderança ocupa um papel muito importante quando o assunto é cultura organizacional. Isso porque manter o bom e velho quadro com os valores e a missão da empresa estampados já não funciona mais. No dia a dia, quantos colaboradores param para checar com atenção esse material? Ele inspira os profissionais a viverem a cultura […]

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A liderança ocupa um papel muito importante quando o assunto é cultura organizacional. Isso porque manter o bom e velho quadro com os valores e a missão da empresa estampados já não funciona mais. No dia a dia, quantos colaboradores param para checar com atenção esse material? Ele inspira os profissionais a viverem a cultura da empresa ou se tornam apenas mais uma decoração esquecida na parede?

A verdadeira cultura de uma empresa não nasce do RH ou do CEO, mas das trocas que existem entre os times e do que é conversado por meio dos canais de comunicação. Mais importante do que apenas falar para os colaboradores sobre a cultura da empresa, é fundamental colocá-la em prática, principalmente por meio daqueles que têm um poder maior de influência no dia a dia. 

Por isso, no conteúdo de hoje, falaremos sobre como a liderança tem um papel crucial para a propagação de uma cultura viva, que não se limita aos comunicados oficiais, mas que é vivida de forma inspiradora na rotina de trabalho.

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O fim dos valores fantasmas

O líder não é apenas um repassador de recados, mas sim a peça-chave e exemplo vivo da cultura corporativa. Ele se torna o modelo direto e indireto de sua equipe, e a forma como toma decisões, reage a erros e lida com momentos delicados fala mais sobre a cultura da empresa do que qualquer texto institucional. 

Manuais bonitos não garantem uma boa experiência para o colaborador nem auxiliam o gestor no dia a dia. Estamos falando dos “valores fantasmas”, que são aqueles princípios que a empresa exibe com orgulho no site, no manual de integração e nas paredes do escritório, mas que, na realidade, ninguém pratica.

Se, por exemplo, a cultura da empresa prega equilíbrio e qualidade de vida, mas conta com um líder que manda mensagem para o colaborador em um sábado à noite, exigindo uma resposta naquele momento, onde se aplica esse equilíbrio que é vendido desde o momento de onboarding?

Agora, se a cultura preza por humanização e empatia, e a empresa conta com um líder respeitoso que demonstra vulnerabilidade e busca compreender as necessidades do time, a jornada do colaborador ganha sentido.  

A Comunicação Interna como mentora estratégica 

O papel da Comunicação Interna não é apenas enfeitar a parede ou fazer campanhas bonitas sobre os valores corporativos. O papel estratégico de CI é municiar o líder com dados, contextos e suporte tecnológico que mostrem onde a liderança está sendo incoerente. É ajudar o líder a transformar o valor abstrato em comportamento prático e visível.

É a partir da união entre a expertise do líder e a estratégia do time de CI que esse gestor poderá tomar decisões mais alinhadas à cultura da empresa. Todas as ações desse líder, da menor à maior, validam ou destroem os valores da empresa.

Na prática, porém, transformar essa intenção em uma comunicação consistente nem sempre é simples. Entre decisões estratégicas, reuniões e demandas operacionais, a rotina da liderança costuma deixar pouco espaço para planejar cuidadosamente cada interação com a equipe. Nesse contexto, a tecnologia surge como uma aliada importante: ao otimizar processos e oferecer mais inteligência para a comunicação, ela apoia a liderança no dia a dia e contribui para fortalecer uma cultura organizacional que se manifesta de forma contínua e coerente.

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A tecnologia como o megafone da cultura, não substituta

A tecnologia surge não para substituir o papel do gestor, mas como um megafone que permite que sua influência alcance a todos, independentemente da distância. Isso porque se a liderança não vive o que prega, a tecnologia e os comunicados oficiais viram apenas ruído.

Sendo assim, a Dialog se preocupa em unir o melhor dos dois mundos: tecnologia + humanização. Com a nossa ferramenta, o líder consegue se comunicar e ser comunicado de maneira prática e personalizada, se mantendo alinhado à cultura da empresa e vivendo aquilo que a empresa prega. 

Sua liderança está pronta para esse desafio? Se sim, clique aqui e receba uma demonstração gratuita da nossa ferramenta.

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Por Viviane Ramos, Analista de Conteúdo e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. Qual é o papel da liderança na cultura organizacional?
A liderança transforma os valores da empresa em comportamentos práticos. As atitudes do gestor influenciam diretamente a forma como a cultura organizacional é vivida pela equipe.

2. O que são valores fantasmas nas empresas?
São valores divulgados em materiais institucionais, mas que não são praticados no dia a dia. Essa incoerência compromete a credibilidade da cultura corporativa.

3. Como a Comunicação Interna fortalece a cultura corporativa?
A Comunicação Interna apoia os líderes com informações, contexto e ferramentas para alinhar decisões e comportamentos aos valores da empresa.

4. A tecnologia pode substituir o papel da liderança na cultura da empresa?
Não. A tecnologia potencializa a comunicação e amplia o alcance da liderança, mas a vivência da cultura depende das atitudes dos gestores.

5. Como criar uma cultura organizacional forte e consistente?
Uma cultura forte é construída quando liderança, Comunicação Interna e tecnologia atuam juntas, garantindo que os valores sejam praticados diariamente por toda a organização.

 

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Em clima de Copa do Mundo: dados e engajamento formam a dupla campeã https://blog.dialog.ci/em-clima-de-copa-do-mundo-dados-e-engajamento-formam-a-dupla-campea/ https://blog.dialog.ci/em-clima-de-copa-do-mundo-dados-e-engajamento-formam-a-dupla-campea/#respond Tue, 07 Jul 2026 15:06:56 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6674 Em ano de Copa do Mundo, uma coisa é certa: todo mundo vira técnico. Há quem analise escalações, questione substituições e discuta cada lance polêmico como se estivesse à beira do gramado. E, quando surge uma dúvida decisiva, entra em cena o VAR para trazer mais precisão às decisões. No ambiente corporativo, a lógica não […]

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Em ano de Copa do Mundo, uma coisa é certa: todo mundo vira técnico. Há quem analise escalações, questione substituições e discuta cada lance polêmico como se estivesse à beira do gramado. E, quando surge uma dúvida decisiva, entra em cena o VAR para trazer mais precisão às decisões.

No ambiente corporativo, a lógica não é muito diferente. Quando o assunto é Comunicação Interna, confiar apenas na percepção pode custar caro. Afinal, como saber se uma campanha realmente gerou engajamento, entender quais conteúdos despertam interesse, ou identificar quando os colaboradores estão perdendo a conexão com a empresa? A resposta para essas perguntas é encontrada a partir de uma análise criteriosa de informações e dados. 

Assim como uma seleção campeã precisa unir estratégia e execução, empresas que desejam atingir metas e fortalecer a experiência do colaborador precisam combinar dois elementos fundamentais: inteligência baseada em dados e ações capazes de incentivar a participação das pessoas.

É exatamente essa combinação que a Dialog oferece por meio de recursos como o AI Insights e a gamificação. A seguir, entenda o que faz dessa dupla uma estratégia vencedora no campeonato da Comunicação Interna.

AI Insights: entre em campo com dados confiáveis

Nenhum treinador toma decisões importantes olhando apenas para a arquibancada. Ele acompanha estatísticas, analisa o desempenho da equipe e identifica padrões antes de definir a próxima jogada. Na Comunicação Interna, esse processo também deve acontecer.

O Dialog AI Insights foi desenvolvido justamente para transformar dados em inteligência estratégica. Integrado à plataforma da Dialog, o módulo utiliza Inteligência Artificial para analisar o histórico das comunicações publicadas, o comportamento digital dos colaboradores e diferentes indicadores da plataforma, entregando respostas contextualizadas para perguntas que fazem parte da rotina de quem gerencia o canal de CI.

Em vez de navegar por diversos relatórios ou interpretar números isolados, basta perguntar ao nosso agente de IA. A partir daí, ele identifica tendências, cruza informações e apresenta respostas específicas sobre as ações desenvolvidas na empresa.

Caso seja necessário aprofundar uma análise, novas perguntas podem ser feitas em sequência, permitindo explorar diferentes cenários e utilizar filtros de segmentação para compreender comportamentos específicos de determinadas áreas, unidades ou perfis de colaboradores.

O resultado é sempre uma Comunicação Interna muito mais estratégica, baseada em evidências e preparada para apoiar decisões importantes. A verdadeira camisa 10! 

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Gamificação: transforme engajamento em hábito

Conhecer os dados é apenas parte da estratégia. Depois de entender como os colaboradores interagem com a cultura organizacional e com o fluxo da Comunicação Interna, chega o momento de incentivar novas atitudes. É nessa fase que entra a gamificação.

Segundo o relatório “Internal Communication Trends in 2026”, da PoliteMail, melhorar o engajamento dos colaboradores se tornou a principal prioridade para 34% dos comunicadores. Ao mesmo tempo, o estudo “Tendências de Gestão de Pessoas”, da GPTW, aponta o engajamento como o terceiro maior desafio das organizações neste ano.

Esse cenário mostra que comunicar já não é suficiente. É preciso criar experiências capazes de despertar interesse e estimular uma participação contínua das pessoas colaboradoras.

Com o novo módulo de gamificação da Dialog, a sua plataforma deixa de ser apenas um canal para consumo de informações e passa a oferecer uma jornada de conquistas, desafios e reconhecimentos.

Leitura de comunicados, participação em campanhas, treinamentos e outras ações, que podem acontecer tanto dentro quanto fora do canal de CI, geram pontos, emblemas, insígnias, evolução por níveis e reconhecimento por parte da organização.

Esses estímulos transformam pequenas interações em hábitos recorrentes, aumentando as taxas de participação, aprimorando estratégias de engajamento e fortalecendo a conexão dos colaboradores com a empresa.

Além disso, desafios, rankings e missões criam um ambiente dinâmico e interativo, reforçando o senso de pertencimento e integrando cada vez mais a Comunicação Interna ao dia a dia das equipes.

Dados e engajamento estão no mesmo time

No futebol, não basta analisar estatísticas sem transformar essas informações em desempenho dentro de campo. Na Comunicação Interna a técnica precisa ser a mesma!

É por isso que o AI Insights e a gamificação da Dialog funcionam como duas peças complementares de uma mesma estratégia. Enquanto a Inteligência Artificial ajuda a identificar padrões, compreender comportamentos e descobrir quais iniciativas geram melhores resultados, a gamificação coloca essas descobertas em prática ao incentivar novas interações e aumentar a participação dos colaboradores.

Mais do que acompanhar indicadores, a empresa passa a entender quais campanhas funcionam melhor, quais públicos precisam de maior atenção e quais ações realmente fortalecem o engajamento.

Ao mesmo tempo, as informações produzidas pela própria gamificação alimentam novas análises realizadas pelo AI Insights, criando um ciclo contínuo de aprendizado e evolução nas ações de Comunicação Interna.

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A estratégia campeã está na Dialog

Grandes equipes não vencem apenas porque possuem bons jogadores. Elas vencem porque conseguem transformar informação em estratégia, estratégia em ação e ação em resultados.

Ao unir a capacidade analítica do AI Insights com o potencial de engajamento da gamificação, a Dialog oferece uma plataforma preparada para ajudar empresas a construir uma cultura organizacional cada vez mais participativa.

Quando dados e pessoas jogam no mesmo time, toda a organização sai vencedora! Vamos colocar essa estratégia em campo juntos? Agende uma demonstração aqui.

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é o AI Insights da Dialog?
O AI Insights é um módulo de Inteligência Artificial que analisa dados da Comunicação Interna para identificar tendências, responder perguntas estratégicas e apoiar decisões com base em evidências.

2. Como a gamificação aumenta o engajamento dos colaboradores?
A gamificação incentiva a participação por meio de desafios, pontos, emblemas, rankings e recompensas, transformando interações cotidianas em hábitos de engajamento.

3. Quais benefícios o AI Insights traz para a Comunicação Interna?
Ele permite entender o comportamento dos colaboradores, identificar quais ações geram melhores resultados e otimizar campanhas com base em dados confiáveis.

4. Como AI Insights e gamificação funcionam juntos?
Enquanto o AI Insights mostra o que precisa ser melhorado, a gamificação incentiva novas interações. Os resultados dessas ações geram novos dados, criando um ciclo contínuo de evolução.

5. Por que unir dados e engajamento é importante para as empresas?
Porque essa combinação torna a Comunicação Interna mais estratégica, fortalece a participação dos colaboradores e contribui para uma cultura organizacional mais conectada e eficiente.

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Por que sua gamificação não funciona? https://blog.dialog.ci/por-que-sua-gamificacao-nao-funciona/ https://blog.dialog.ci/por-que-sua-gamificacao-nao-funciona/#respond Mon, 29 Jun 2026 11:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6631 Por muito tempo, o mundo corporativo tentou estimular o engajamento através da lógica de pontos, rankings e recompensas.  A mecânica parecia infalível: se as pessoas passam horas evoluindo personagens em jogos RPGs (Role-Playing Games), bastaria colocar um placar no escritório e a mágica aconteceria.  A realidade, porém, pode entregar o oposto. Equipes exaustas de “tarefas […]

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Por muito tempo, o mundo corporativo tentou estimular o engajamento através da lógica de pontos, rankings e recompensas. 

A mecânica parecia infalível: se as pessoas passam horas evoluindo personagens em jogos RPGs (Role-Playing Games), bastaria colocar um placar no escritório e a mágica aconteceria. 

A realidade, porém, pode entregar o oposto. Equipes exaustas de “tarefas gamificadas” que parecem mais uma camada de cobrança de metas.

O problema não é a gamificação. O problema é confundir a mecânica com a motivação.

Engajamento X Gamificação na Comunicação Interna

Dados da Aberje de 2025 apontam que 42% das empresas enfrentam dificuldades para mobilizar colaboradores, e grande parte desse problema está na forma como as mensagens são entregues: sem contexto, sem interação e sem retorno.

Por outro lado, mais de 70% das implementações de gamificação em ambientes corporativos não atingem os resultados esperados, principalmente por falta de planejamento e falta de conexão com as necessidades reais dos colaboradores. 

Esses números deixam evidente que adotar a gamificação como solução criativa não é, por si só, o que muda as regras do jogo.

A virada acontece quando ela deixa de ser somente sobre pontos e passa a ter relação com pertencimento. É aí que os resultados aparecem na Comunicação Interna: 

  • Colaboradores mais conectados ao propósito da empresa;
  • Melhor retenção das informações;
  • Respostas mais ágeis às mudanças; 
  • Colaboradores como agentes ativos da cultura;
  • Geração de dados para RH e lideranças.

O erro do “PBL” (Points, Badges, Leaderboards)

A maioria das empresas reduz a gamificação ao sistema PBL como uma tentativa cosmética de tornar o trabalho atrativo sem alterar a substância da experiência.

Porém, ao focar apenas no placar, ignoramos o que ele representa. Em um jogo, a pontuação é o rastro da conquista; no escritório, ele virou o fim em si mesmo. 

Quando a métrica se torna o objetivo, ela deixa de ser uma boa métrica, já que pontos isolados não engajam: o que move o é o significado por trás deles.

A lição dos RPGs: a jornada é o produto

Nos jogos RPGs, o sistema de recompensa não é funcional, mas, sim, simbólico.

Subir de nível não é apenas um “up” estatístico, é a validação de uma “jornada”. Completar uma missão não é dar check em uma lista, é alterar o estado do “mundo comum”. 

Se quisermos replicar esse nível de retenção e foco no ambiente corporativo, precisamos entender:

  1. Progressão:  nos jogos, você ganha novas habilidades que abrem novas possibilidades. Na empresa, isso significa que o colaborador precisa enxergar sua própria evolução técnica e intelectual, e não apenas o acúmulo de metas batidas.
  2. Competência: o engajamento nasce do desafio na medida certa. O colaborador precisa se sentir capaz e autônomo. É a sensação de “eu venci esse mob” transposta para “eu resolvi esse problema complexo”.
  3. Pertencimento: RPGs são, essencialmente, sobre comunidades. Dentro das organizações, a gamificação precisa fortalecer o reconhecimento entre times e o senso de “guilda”, onde o sucesso  individual impulsiona o sucesso do grupo.
  4. Impacto Narrativo: jogadores querem ser os “heróis” da história. Profissionais querem entender  como a excelência no serviço impacta na empresa e na vida do cliente. 

Esses quatro pilares são o que separa uma gamificação que cansa de uma que transforma e traz resultados. 

Gamificação tem mais a ver com sentido, não sobre jogo

Gamificar o ambiente de trabalho não é transformar o escritório em um fliperama. É entender porque os jogos funcionam e aplicar esses princípios para tornar o trabalho mais significativo:

  • Tornando a evolução visível;
  • Conectando o esforço individual a uma narrativa de impacto real;
  • Valorizando o ritual do reconhecimento social.

No fim, números geram apenas relatório, já histórias geram pertencimento. Pessoas não se movem por dígitos em uma tela, mas por um propósito em comum.

Na sua empresa a gamificação, quando incluída na comunicação interna, conta uma história?

Por Violeta Maria, Executiva de Contas na Dale.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Conheça 3 motivos para investir na gamificação da Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/conheca-3-motivos-para-investir-na-gamificacao-da-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/conheca-3-motivos-para-investir-na-gamificacao-da-comunicacao-interna/#respond Mon, 18 May 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6587 A gamificação da Comunicação Interna surge como uma resposta estratégica a um cenário em que o engajamento está cada vez mais em pauta. Segundo o relatório Internal Communication Trends in 2026, divulgado pela PoliteMail, melhorar o engajamento dos colaboradores se tornou a principal prioridade para 34% dos comunicadores.  Esse número caminha na mesma direção do […]

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A gamificação da Comunicação Interna surge como uma resposta estratégica a um cenário em que o engajamento está cada vez mais em pauta. Segundo o relatório Internal Communication Trends in 2026, divulgado pela PoliteMail, melhorar o engajamento dos colaboradores se tornou a principal prioridade para 34% dos comunicadores. 

Esse número caminha na mesma direção do que aponta o relatório Tendências de Gestão de Pessoas, publicado pela GPTW neste ano, que indicou que o engajamento de colaboradores já é o 3º maior desafio de 2026 em Gestão de Pessoas, empatado com a própria Comunicação Interna (28,3%). 

Tal realidade deixa claro que as empresas que não inovam em suas abordagens correm o risco de perder a conexão com seus talentos. Isso exige que as organizações transcendam o modelo de comunicação meramente informativo e adotem estratégias que transformem o colaborador em protagonista da jornada corporativa. 

Nesse sentido, a gamificação pode ser uma excelente estratégia. Esse recurso permite que a empresa não apenas entregue uma mensagem, como também crie um ambiente de interatividade e recompensa, convertendo a frieza dos dados em participação ativa e conexão real. 

A seguir, apresentamos três motivos que sugerem por que a gamificação é a ferramenta definitiva para elevar o patamar da sua Comunicação Interna e superar os desafios de engajamento previstos para este e os próximos anos. Confira.

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1. A gamificação estimula o engajamento e a participação ativa

O primeiro grande motivo é a forma como a gamificação da Comunicação Interna gera um engajamento genuíno entre as pessoas no ambiente de trabalho. Em vez de uma comunicação passiva, em que o colaborador apenas lê o conteúdo, o uso de mecânicas de jogos incentiva a interação constante. 

Quando um colaborador recebe pontos ao ler um comunicado ou completar um treinamento, ele se sente motivado a participar mais. Esse ciclo de feedback imediato cria um ambiente de reconhecimento que fortalece a cultura organizacional e aumenta as taxas de visualização da informação, combatendo diretamente a desatenção no ambiente corporativo.

2. A gamificação aumenta a retenção de conhecimento

Outra vantagem que a gamificação da Comunicação Interna traz é um impacto positivo nos processos de aprendizagem e retenção de informações. O cérebro humano responde melhor a conteúdos que oferecem desafios e recompensas. Diversos conteúdos científicos, como este publicado no portal da Nature, mostram como recompensas virtuais aprimoram o desempenho cognitivo. 

Assim, ao transformar comunicados complexos ou treinamentos de compliance em missões gamificadas, a empresa garante que o colaborador preste mais atenção aos detalhes. Isso reduz a curva de aprendizado e assegura que as diretrizes da companhia sejam realmente compreendidas, diminuindo ruídos de comunicação e erros operacionais que costumam surgir quando as mensagens tradicionais são ignoradas. 

3. A gamificação fortalece o senso de comunidade

Por fim, a gamificação da Comunicação Interna pode promover uma integração mais profunda entre as equipes. Rankings de engajamento e desafios individuais estimulam a colaboração e criam uma competição positiva, que pode, inclusive, aproximar colaboradores de diferentes departamentos que talvez não tenham o hábito de interagir entre si. 

Isso humaniza a relação de trabalho e fortalece a conexão das pessoas com a plataforma de comunicação corporativa, tornando-a um espaço de socialização e conquistas compartilhadas. Esse sentimento de pertencer a um time que joga junto é um dos pilares mais fortes para a retenção de talentos e para a construção de um clima organizacional saudável. 

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A gamificação da Comunicação Interna está na Dialog

Todos esses benefícios e vantagens estratégicas estão agora ao alcance da sua empresa na plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog, que lançou recentemente um novo módulo de gamificação que eleva a interatividade a um novo patamar.

Além do ranking tradicional, já consolidado entre nossos clientes, essa atualização introduz uma camada profunda de reconhecimento e progresso, projetada para transformar a rotina corporativa em uma jornada de conquistas constantes.

O novo módulo adicional traz funcionalidades exclusivas como emblemas, insígnias e barras de progresso por níveis, permitindo que cada colaborador visualize seu engajamento de forma clara e lúdica.

Tudo isso reforça o prestígio individual e o senso pertencimento, enquanto recursos de Inteligência Artificial oferecem à gestão uma visão analítica e aprimorada sobre o comportamento da rede.

Que tal conhecer essa novidade em detalhes?
Clique aqui e receba uma demonstração gratuita. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é a gamificação na Comunicação Interna? 

É o uso de elementos de recursos, como pontos, rankings e medalhas, para tornar a interação dos colaboradores com as mensagens e processos da empresa mais dinâmica, atrativa e recompensadora.

2. Como a gamificação ajuda a reter conhecimento? 

Ao transformar conteúdos em missões lúdicas, o cérebro ativa o sistema de recompensa (liberação de dopamina). Isso aumenta o foco e a memorização de diretrizes importantes, reduzindo erros e ruídos de informação.

3. Quais os benefícios da gamificação para a cultura da empresa? 

Ela fortalece o senso de comunidade ao promover uma competição saudável e colaborativa. Isso integra diferentes áreas, humaniza a plataforma digital e ajuda na retenção de talentos por meio do reconhecimento constante.

4. O que o novo módulo da Dialog oferece? 

A Dialog agora conta com um módulo avançado de gamificação que inclui emblemas, insígnias, barras de progresso por níveis e análise de dados via IA, indo muito além do ranking tradicional para personalizar a jornada do colaborador.

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Engajamento global em queda: entenda como a Comunicação Interna pode ajudar https://blog.dialog.ci/engajamento-global-em-queda-entenda-como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar/ https://blog.dialog.ci/engajamento-global-em-queda-entenda-como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar/#respond Mon, 11 May 2026 12:25:23 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6575 O engajamento dos colaboradores em nível global caiu pelo segundo ano consecutivo, atingindo seu nível mais baixo desde 2020: apenas 20% dos profissionais se consideram engajados. Além disso, 64% dos entrevistados declararam que não estão engajados e 16% afirmaram estar ativamente desengajados. Esses números são destaques da nova edição do State of the Global Workplace […]

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O engajamento dos colaboradores em nível global caiu pelo segundo ano consecutivo, atingindo seu nível mais baixo desde 2020: apenas 20% dos profissionais se consideram engajados. Além disso, 64% dos entrevistados declararam que não estão engajados e 16% afirmaram estar ativamente desengajados.

Esses números são destaques da nova edição do State of the Global Workplace (Gallup), representando um grande alerta para organizações como um todo: o percentual alto de colaboradores não engajados gerou 10 trilhões de dólares em perda de produtividade, valor que corresponde a 9% do PIB mundial.

Neste conteúdo, falaremos sobre dados de engajamento na América Latina e no Brasil, além de como a Comunicação Interna deve usar essas informações para buscar, junto à alta liderança, reverter esse cenário. Boa leitura!

Engajamento no Brasil e América Latina

O estudo da Gallup mostrou que, na América Latina, o índice de colaboradores engajados é de 30%, 10 pontos acima da média global. Em comparação com a última edição, a região registrou uma queda de 1 ponto.

No Brasil, 32% da força de trabalho se considera engajada, um cenário relativamente positivo em comparação à região e ao mundo.

Outros dados coletados pela pesquisa mostram quais emoções são sentidas todos os dias pelos profissionais brasileiros:

  • 45% se estressam;
  • 17% ficam bravos;
  • 19% ficam tristes;
  • 10% se sentem solitários.

A Gallup também questionou se o momento é positivo para buscar um novo emprego e 66% dos entrevistados afirmaram que sim.

A pesquisa contou também com um índice de bem-estar (thriving), que indicou os seguintes cenários:

  • Global: 34%;
  • América Latina: 56%;
  • Brasil: 58%.

Esses números mostram que o Brasil conta com um quadro positivo. A Gallup considera que o bem-estar aumenta significativamente quando o colaborador vê seu trabalho como recompensador e benéfico para os outros.

O custo da falta de engajamento

Como mencionamos no início deste texto, o alto índice de colaboradores desengajados ou altamente desengajados custou 10 trilhões de dólares.

Esse custo engloba alguns pontos, como:

  • Rotatividade e recrutamento: O custo de substituir talentos que saem por estarem desengajados.
  • Segurança e erros: Colaboradores desengajados tendem a causar mais acidentes e erros operacionais, o que gera prejuízos financeiros e riscos de segurança.
  • Desperdício de tecnologia: No contexto da Inteligência Artificial, o desengajamento pode corroer os ganhos potenciais de produtividade da nova tecnologia, já que colaboradores desmotivados não utilizam as ferramentas de forma eficaz.

E sabe o que levou a mais uma queda no índice de engajamento global e, consequentemente, no aumento do valor dessa perda? A liderança.

Em nível mundial, o engajamento de gerentes caiu de 27% para 22% em apenas um ano. Um líder desengajado tem dificuldade em motivar sua equipe, criando um ciclo vicioso.

Inteligência Artificial e produtividade

A IA também foi destaque do estudo, que trouxe um paradoxo: embora a tecnologia avance, os ganhos organizacionais ainda não são visíveis na maioria das empresas.

Nos EUA, 65% dos colaboradores em empresas que usam IA afirmam que ela impactou positivamente sua produtividade individual. No entanto, 89% dos líderes globais relatam que a IA ainda não gerou impacto mensurável na produtividade de suas empresas nos últimos três anos.

A expectativa, entretanto, é que a tecnologia aumente a produtividade em 1,4% nos próximos três anos.

De acordo com a Gallup, o sucesso da Inteligência Artificial depende de dois pilares: integração técnica e apoio gerencial. Colaboradores com gerentes que incentivam ativamente o uso de IA são 7,4 vezes mais propensos a sentir que a ferramenta oferece oportunidade de impulsionar o que fazem de melhor.

O papel da Comunicação Interna

A Comunicação Interna tem relação direta com o nível de engajamento dos colaboradores, incluindo líderes, pois atua como um sistema nervoso da organização, transformando informações isoladas em um senso de propósito compartilhado. 

Quando a CI funciona de forma sistêmica, ela reduz o ruído operacional e o retrabalho causado pelo desalinhamento, permitindo que as pessoas executem suas tarefas com maior clareza e autonomia.

Esse fluxo eficiente de informações não apenas eleva a percepção de valor individual, mas também mitiga o ônus emocional de navegar em ambientes caóticos, convertendo o engajamento em produtividade real e redução de perdas financeiras.

Profissionais de CI devem mostrar o impacto da área no engajamento de colaboradores para justificar, junto à liderança, investimentos em ferramentas e iniciativas que contribuam para a estratégia da área, que deve sempre estar alinhada aos objetivos e metas da empresa como um todo.

Isso é possível com o uso de dados, tema constantemente abordado por aqui. Indicamos abaixo alguns conteúdos que podem oferecer reflexões valiosas:

FAQ: Engajamento global

1. Qual é o cenário atual do engajamento de colaboradores no mundo e no Brasil? O engajamento global caiu pelo segundo ano consecutivo, com apenas 20% dos profissionais engajados. O Brasil apresenta um quadro mais positivo: 32% da força de trabalho se considera engajada, superando a média mundial e a da América Latina (30%).

2. Qual é o impacto financeiro do baixo engajamento para as empresas? A falta de engajamento gera uma perda global de produtividade estimada em 10 trilhões de dólares, o que equivale a 9% do PIB mundial. Esse custo envolve gastos com rotatividade, erros operacionais e o uso ineficaz de novas tecnologias.

3. Como a liderança influencia os índices de engajamento? A liderança é um fator crítico, mas o engajamento dos próprios gerentes caiu de 27% para 22% em um ano. Um líder desengajado tem dificuldade em motivar seu time, e colaboradores que recebem apoio gerencial são muito mais propensos a utilizar ferramentas (como a IA) de forma produtiva.

4. Qual é a relação entre Inteligência Artificial e o engajamento individual? Embora 89% dos líderes globais ainda não vejam impactos mensuráveis da IA na produtividade organizacional, 65% dos colaboradores afirmam que ela melhora sua produtividade individual. O sucesso da IA depende da integração técnica somada ao incentivo ativo dos gerentes.

5. Como a Comunicação Interna (CI) pode ajudar a reverter o desengajamento? A CI atua como o “sistema nervoso” da empresa, transformando informações em propósito compartilhado. Ela reduz o ruído operacional e o estresse emocional, ajudando a liderança a alinhar os colaboradores aos objetivos estratégicos e justificando investimentos através de dados.

Por Marcela Freitas Paes, analista de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) sênior e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna e engajamento operacional; conheça o case Leão https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-engajamento-operacional-conheca-o-case-leao/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-engajamento-operacional-conheca-o-case-leao/#respond Wed, 25 Feb 2026 18:49:59 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6502 A relação entre Comunicação Interna e engajamento operacional é complexa, visto que engajar esse público segue sendo um dos grandes desafios da área.  Canais que não alcançam, mensagens ou linguagem que não conversam com a realidade do público interno, estratégias que não fazem sentido… Esses são apenas alguns dos erros comuns cometidos pela área. Mas […]

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A relação entre Comunicação Interna e engajamento operacional é complexa, visto que engajar esse público segue sendo um dos grandes desafios da área. 

Canais que não alcançam, mensagens ou linguagem que não conversam com a realidade do público interno, estratégias que não fazem sentido… Esses são apenas alguns dos erros comuns cometidos pela área. Mas é possível superá-los!

A Leão encontrou na rede social corporativa desenvolvida pela Dialog a solução para se aproximar dos colaboradores, sejam eles administrativos ou operacionais. A empresa registrou 88% de engajamento em janeiro de 2026.

Para falar sobre como conseguir números tão expressivos e trazer dicas práticas de como alcançar o público da operação, convidamos Mayara Trevisan, supervisora de Comunicação na Leão, para um bate-papo enriquecedor.

Assista ao episódio na íntegra clicando no player abaixo ou escute a versão podcast aqui.

Comunicação Interna e engajamento operacional na Leão: o cenário

A sonhada dinâmica entre Comunicação Interna e engajamento operacional na Leão tinha um cenário desafiador: 630 colaboradores, sendo que 70% desse público trabalha nas operações da empresa.

Os profissionais estão espalhados nos diversos pontos da companhia, que possui um escritório em São Paulo, duas fábricas no Paraná, três centros de distribuição (SP, RJ e MG) e um time comercial que atua em pontos de venda em todo o território nacional.

Antes da adoção do LeOn — plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog usada pela empresa — a Leão contava com outra rede social corporativa e usava canais como e-mail, mural offline e TV corporativa. Porém, ainda assim a área enfrentava dificuldades em mensurar e analisar resultados, não conseguindo trabalhar de forma estratégica.

“A mensagem chegou? A mensagem foi compreendida? As nossas dificuldades estavam muito nesse sentido, da gente ter uma capilaridade muito grande, um time distribuído por todo o território nacional e não conseguirmos estar em todos os lugares e em todos os momentos falando com essas pessoas”, relatou Mayara.

Em 2023, assim que o LeOn completou um ano de lançamento, visitamos o escritório e um dos centros de distribuição da Leão para contar mais detalhes desse case. Assista agora.

Como alcançar o público operacional?

Essa é a pergunta de um milhão de reais para qualquer profissional de Comunicação Interna.

Atualmente, a empresa conta com 99% de colaboradores cadastrados (ou seja, já acessaram o sistema pelo menos uma vez) na plataforma e um índice de usuários ativos que ultrapassa 80%. Para alcançar esses números e, consequentemente, passar a contar com um canal digital que se conecte de verdade com o time operacional, Mayara compartilhou pontos da estratégia criada pela empresa:

  • Agregar valor à plataforma: O LeOn é mais do que um canal de CI, ele é usado como um hub de trabalho. Além disso, a ferramenta deve ser usada de forma que reconheça pessoas e dê visibilidade aos projetos.

“Hoje, o LeOn é uma ferramenta que conseguimos encontrar todos os nossos sistemas, portais, documento e informações necessárias para o nosso dia a dia de trabalho. As pessoas acessam justamente como uma ferramenta de trabalho. (…) Se o colaborador percebe valor, ele volta. E é isso que precisamos trabalhar nas estratégias de Comunicação Interna.”

  • Entender a jornada do colaborador: Pensando no público operacional, profissionais de CI devem refletir sobre os horários em que esses colaboradores entrariam na plataforma, se poderiam usar celular no ambiente de trabalho e qual é o ritmo da operação. A partir dessas informações, é possível desenhar ou ajustar a programação de publicações, linguagem, tipo de conteúdo etc.
  • Conteúdo que fale com a realidade: Menos top down, mais dia a dia. Aborde temas como segurança, reconhecimento, visibilidade, histórias reais etc.
  • Proximidade com a liderança: Líderes precisam usar e entender a plataforma, em termos de usabilidade e de valor agregado.

“Quando o líder legitima, o colaborador acessa. Quando o colaborador da operação se vê na comunicação, ele se enxerga e se conecta com a nossa jornada.”

Recursos para a Comunicação Interna

A solução da Dialog conta com recursos que podem apoiar equipes de Comunicação Interna nos grandes desafios enfrentados pela área, como transformar líderes em comunicadores e alcançar e engajar colaboradores operacionais. Mayara cita como a plataforma ajuda a Leão:

Multicanalidade 

A ferramenta, em sua essência, tem o formato desktop (intranet) e mobile (aplicativo). Além disso, é possível contratar módulos integrados, como e-mail, TV corporativa e WhatsApp.

“Eu consigo conversar com essas pessoas [colaboradores operacionais] pelo meio do celular no trajeto, dentro do fretado, em um horário de pausa… Eu consigo ter esse contato próximo.”

Ela cita como exemplo mudanças em indicadores relevantes para o negócio graças à multicanalidade. Antes do LeOn, a adesão na pesquisa de clima era um grande desafio, pois era necessário tirar os colaboradores da operação e remanejar profissionais para que pudessem participar, o que resultava em baixa participação, em média 30%.

Com a plataforma, a edição de 2025 registrou 100% de adesão de colaboradores ativos. Mayara explicou que isso só foi possível graças ao engajamento e à parceria da liderança com a área de Comunicação Interna.

Segmentação inteligente

Segmentar a comunicação permite que a Comunicação Interna direcione mensagens personalizadas de acordo com as diferentes realidades e necessidades dentro da organização.

“Isso evita ruído, aumenta relevância (…) e consequentemente gera engajamento.”

Recursos como pesquisa e quiz ajudam a transformar a comunicação em diálogo, segundo a supervisora da Leão, criando senso de pertencimento nos colaboradores. 

Timeline

A timeline da ferramenta faz com que colaboradores saibam o que acontece na empresa como um todo e possam interagir com colegas. Além disso, ela também oferece visibilidade para os projetos, reforçando também esse senso de pertencimento.

“A ferramenta, quando bem usada e estruturada, feita com bastante planejamento, dá escala e inteligência para a área de Comunicação, que deixa de ser uma área de apoio e operacional e passa a ser uma área extremamente estratégica quando falamos de clima e cultura dentro das organizações.”

Uso de dados e colaboradores operacionais

Mayara afirma que a Comunicação Interna deixou de ser área de suporte há muito tempo, tornando-se responsável pelo ativo mais importante das empresas: as pessoas. Ao não mensurar, profissionais da área ficam presos em percepções, que não sustentam estratégia.

Ela reflete sobre a grande variedade de indicadores que permite que a área entenda o que performa melhor, qual formato engaja, se aquela informação ou a cultura da empresa está sendo vivida etc.

Como vantagens do uso de dados na área, Trevisan cita a possibilidade de alcançar os colaboradores e os insights valiosos que essa análise proporciona.

“Conseguimos entender o que está bom e melhorar ainda mais ou recalcular a rota com base desses dados reais.”

Dicas para engajar colaboradores operacionais

Pensando em oferecer dicas para profissionais de Comunicação Interna que querem o sonhado engajamento dos colaboradores operacionais, a transmissão contou com uma participação especial da gerente de Relacionamento Estratégico em Comunicação Interna na Dialog, Nicole Martini.

Nicole e Mayara deixaram como conselhos:

  1. Usar a plataforma de Comunicação Interna como hub, não apenas como canal, agregando valor;
  2. Apostar em hiperpersonalização e revisão de matriz de canais para gerar interesse por parte dos colaboradores operacionais;
  3. Perder o medo do uso de tecnologia para se comunicar com o público operacional;
  4. Investir em líderes comunicadores e comunicações que tragam o colaborador como protagonista;
  5. Considerar a reciclagem, já que times operacionais podem ter alta rotatividade em muitas organizações. Sendo assim, é preciso criar ações para garantir que os novos colaboradores entrem na plataforma;
  6. Criar uma comunicação precisa ser transversal. Não é apenas disparo de comunicação, mas sim construção coletiva;
  7. Desenvolver uma escuta ativa real, entendendo o que faz sentido para a organização e para cada público;
  8. Simplificar a mensagem para fácil entendimento;
  9. Ter consistência para gerar engajamento verdadeiro e construir confiança.

FAQ: Comunicação Interna e engajamento operacional

  1. Por que a Comunicação Interna falha no engajamento operacional?

Porque muitos canais não alcançam o público, a linguagem não conversa com a rotina da operação e faltam métricas para ajustar a estratégia com base em dados reais.

  1. Como a Leão alcançou o engajamento operacional?

A Leão adotou uma rede social corporativa como canal principal e transformou a plataforma em hub de trabalho, aumentando acesso, relevância do conteúdo e capacidade de medir resultados.

  1. Quais estratégias aumentam o engajamento operacional na Comunicação Interna?

Foque em: valor prático (hub de trabalho), jornada do colaborador (horários, acesso ao celular, ritmo), conteúdo do dia a dia (segurança, reconhecimento, histórias reais) e liderança legitimando o uso.

  1. Como a segmentação inteligente melhora o engajamento operacional?

Ela permite enviar mensagens por unidade, função, região ou rotina, reduzindo ruído e aumentando relevância. Quanto mais personalizada a comunicação, maior a chance de atenção e interação do time operacional.

  1. Quais conteúdos mais funcionam para engajamento operacional na Comunicação Interna?

Conteúdos “menos top down e mais dia a dia”: segurança, reconhecimento, visibilidade de projetos, histórias reais e temas que o colaborador operacional vê como úteis e próximos da realidade.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna e Gestão de Pessoas em 2026; confira dados inéditos https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gestao-de-pessoas-em-2026-confira-dados-ineditos/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gestao-de-pessoas-em-2026-confira-dados-ineditos/#respond Mon, 23 Feb 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6475 A Comunicação Interna é desafio ou prioridade para a área de Gestão de Pessoas (ou RH) na sua empresa? A 8ª edição do relatório Tendências em Gestão de Pessoas, realizado pela Great Place To Work Brasil, mostrou que a Comunicação Interna segue sendo uma grande dor e uma das maiores prioridades para a área, tanto […]

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A Comunicação Interna é desafio ou prioridade para a área de Gestão de Pessoas (ou RH) na sua empresa?

A 8ª edição do relatório Tendências em Gestão de Pessoas, realizado pela Great Place To Work Brasil, mostrou que a Comunicação Interna segue sendo uma grande dor e uma das maiores prioridades para a área, tanto no nosso país quanto na América Latina.

Neste texto, traremos os principais insights da pesquisa para você, profissional de CI, entender melhor a perspectiva do time de RH e conseguir desenhar estratégias mais eficazes em conjunto com a área. Boa leitura!

Comunicação Interna não é mais tão desafiadora?

O primeiro dado relevante sobre Comunicação Interna é que o tema ocupa o 3º lugar no ranking de maiores desafios de Gestão de Pessoas em 2026, empatado com o engajamento dos colaboradores. Ambos os pontos registraram 28,2% das respostas.

Na edição de 2025, CI ocupava o 1º lugar. Isso mostra que profissionais de RH não possuem o mesmo nível de preocupação com o tema neste ano, o que pode ser um bom sinal ou sinalizar o alerta vermelho. Entenda:

  • É um dado que pode ser positivo caso as empresas tenham investido na área de Comunicação Interna no último ano e/ou tenham amarrado os planejamentos e estratégias das duas áreas;
  • Por outro lado, pode ser negativo se nada disso foi feito e, devido à preocupação com temas como capacitação da liderança e contratação de profissionais (que ficaram em 1º e 2º lugar no ranking, respectivamente), a CI perde espaço e corre o risco de ser deixada de lado.

O estudo contou com respostas de profissionais de Gestão de Pessoas de 11 estados (Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo). Somente CE, MG e PR têm a Comunicação Interna no top 3 desafios.

Filtrando por setor, os que consideram a CI um dos 3 grandes desafios do ano são: Educação, Financeiro, Jurídico, Saúde e Serviços.

Ao analisar respondentes da América Latina, a Comunicação Interna é citada como o grande desafio da área de Gestão de Pessoas, com 32,3%. Fechando o pódio, temos desenvolvimento/capacitação da liderança e a transformação da cultura organizacional, diferindo um pouco do top 3 brasileiro.

Na lista de prioridades

O estudo da GPTW também questionou seus respondentes sobre as prioridades de Gestão de Pessoas em 2026. No Brasil, a Comunicação Interna ficou em 4º lugar na lista, com 24,6%, atrás de:

  1. Desenvolvimento/capacitação da liderança (57,4%);
  2. Transformação e/ou evolução da cultura organizacional (33,1%);
  3. Engajamento/comprometimento das pessoas (31,3%).

Pelo filtro de estados, somente o Espírito Santo tem a CI nas 3 principais prioridades. Entre os setores, Educação, Jurídico, Saúde, Serviços e Turismo são os que têm a área como uma das principais prioridades.

Na América Latina, a CI é a 3ª maior prioridade (30,4%), ficando atrás apenas de desenvolvimento/capacitação da liderança (46,7%) e transformação e/ou evolução da cultura organizacional (37,4%).

E o engajamento?

Um ponto que liga as áreas de Gestão de Pessoas e Comunicação Interna é o engajamento dos colaboradores. Como mencionado anteriormente, esse é o 3º maior desafio, junto com CI.

Na análise por estados, o engajamento está no top 3 desafios dos profissionais no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Por setores, o tema foi citado por: Agências, Atacado e Varejo, Consultoria e Treinamentos, Indústria, Tecnologia, Turismo e Lazer.

O cenário, ao analisar a América Latina, é bem diferente: o engajamento é apenas o 12º na lista de desafios, com 12,6%.

Em termos de prioridade, como já mencionamos, engajar colaboradores está no 3º lugar na lista brasileira. Nos estados Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo têm o engajamento no top 3.

Filtrando por setor, Agência, Agronegócio, Atacado e Varejo, Construção e Infraestrutura, Consultoria e Treinamentos, Financeiro, Indústria, Saúde e Tecnologia são aqueles que enxergam o engajamento como  uma das 3 principais prioridades do ano.

Na América Latina, o engajamento ocupa o 9º lugar na lista de prioridades, atrás de: 

  • Desenvolvimento/capacitação da liderança;
  • Transformação/evolução da cultura organizacional;
  • Comunicação Interna;
  • Inteligência Artificial;
  • Experiência do colaborador;
  • Contratação de profissionais qualificados;
  • Saúde mental;
  • Adoção de novas políticas/novos formatos de trabalho.

2 dicas práticas para usar esses dados de forma estratégica

Chegue no RH com um “mapa de foco” (e não com um pedido genérico)

Use os recortes do estudo (Brasil x América Latina; setores que colocam a Comunicação Interna no top 3; estados mais atuantes) para construir um diagnóstico rápido: “Onde a CI é uma dor real para o nosso contexto?”.

Na prática: leve para uma reunião com RH uma apresentação com 3 blocos:

  • O que o dado diz (ranking e percentuais que você já tem no texto);
  • O que isso pode significar aqui (hipóteses: o investimento da CI caiu?);
  • O que vamos testar em 90 dias (2–3 ações mensuráveis).

Resultado: você se posiciona como parceiro de planejamento, não como “área de canal”.

Costure CI as 3 prioridades do RH (liderança, cultura, engajamento) com entregáveis conjuntos

Coloque a Comunicação Interna como infraestrutura para as prioridades do RH.

  • Liderança: apoio de capacitação de comunicação de líderes por meio de canais de CI.
  • Cultura: narrativas e comportamentos esperados traduzidos em exemplos e histórias internas (cases, reconhecimento, símbolos).
  • Engajamento: campanhas e escuta para trabalhar senso de pertencimento. 

Combine com o RH um calendário único (pautas, rituais, públicos, canais) e uma matriz RACI (Responsável, Aprovador, Consultado, Informado) simples.

FAQ: Comunicação Interna e Gestão de Pessoas 2026

  1. A Comunicação Interna é um desafio para o RH em 2026?
    Sim. No Brasil, Comunicação Interna é o 3º maior desafio (28,2%), empatada com engajamento.
  2. O fato de CI ter caído do 1º (2025) para o 3º (2026) é bom ou ruim?
    Pode ser bom (houve investimento e integração CI+RH) ou representar um alerta (a CI perdeu espaço para outras prioridades e pode ser deixada de lado).
  3. Onde a Comunicação Interna aparece mais como desafio?
    Nos estados do Ceará, Minas Gerais e Paraná e nos setores Educação, Financeiro, Jurídico, Saúde e Serviços.
  4. Comunicação Interna é prioridade para Gestão de Pessoas?
    No Brasil, a CI é a 4ª prioridade (24,6%). Na América Latina, é a 3ª (30,4%).
  5. Qual é a ponte mais direta entre Comunicação Interna e RH, segundo o texto? Engajamento: ele aparece junto de CI como desafio no Brasil e é uma das principais prioridades do RH.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Como incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/ https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/#respond Mon, 07 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6015 Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada.  Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em […]

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Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada. 

Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em 2024, indica que mais de 62% dos líderes precisam ajustar suas formas de se comunicar com base na cultura da empresa. Ou seja: a comunicação é uma pauta importante não só para a gestão de pessoas, mas também para a sustentação de indicadores que impactam o sucesso do negócio. 

Esses números mostram que o tema ainda exige muita atenção por parte dos departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos — principalmente se levarmos em consideração que, de acordo com a Gallup, 70% da variação do engajamento da equipe pode ser atribuída à liderança.

Se o líder é um reflexo de tudo aquilo que a empresa deseja promover internamente, ele precisa saber se comunicar bem. Por outro lado, não basta esperar que isso aconteça de forma espontânea: é necessário oferecer suporte, criar oportunidades e desenvolver as habilidades necessárias para que essas pessoas se sintam confiantes e preparadas para somar esforços à estratégia.

A seguir, compartilharemos três estratégias práticas que podem ser adotadas para tornar a Comunicação Interna cada vez mais presente e relevante entre os gestores. Confira.

1. Crie rituais simples e objetivos na rotina da liderança

Antes de tudo, é fundamental conscientizar as pessoas a respeito do que é a Comunicação Interna e de qual é o papel que a área tem para o bom andamento da empresa. Imaginando que isso já foi feito, é hora de estabelecer pequenos rituais que aproximem as lideranças das atividades desse setor. 

Uma boa prática é reservar, na agenda do líder, 10 ou 15 minutos por dia para acessar o canal de Comunicação Interna. Esse tempo deve ser dedicado a ler mensagens, responder comentários, fazer uma publicação e participar de iniciativas como campanhas, pesquisas ou quizzes. Caso esse compromisso diário não seja possível, é crucial que o acesso seja feito pelo menos duas vezes por semana. 

Para que essa ação passe a integrar, de fato, a rotina da liderança, inclua lembretes recorrentes nos calendários. Se quiser dar uma ajudinha a mais, compartilhe roteiros com sugestões de conteúdo e até uma curadoria com os assuntos mais importantes para comentar. Assim, os líderes já terão um ponto de partida, o que reduz a barreira de entrada na Comunicação Interna.

Com o tempo, a ideia é que a recorrência obrigatória se torne parte de uma atividade orgânica da rotina. Assim, a presença da liderança no canal de Comunicação Interna deixará de ser apenas um checklist e passará a compor a estratégia. Afinal, líderes ativos e comunicadores fortalecem o espaço de informação, de cultura e de engajamento. 

2. Ofereça capacitações direcionadas ao canal

Por já estarem acostumadas a falar com suas equipes em reuniões presenciais ou virtuais, algumas lideranças podem relutar em utilizar os canais de Comunicação Interna. Muitas vezes, essa aversão às plataformas vem do fato de que o líder pode não saber se posicionar bem publicamente ou enfrentar dificuldades com novas ferramentas digitais. 

Se esse for o caso, a atuação conjunta da Comunicação Interna e do RH é imprescindível. Para mudar essa realidade, promova workshops curtos e objetivos que mostrem, na prática, como criar boas publicações, responder comentários com empatia e participar de conversas no canal interno de forma estratégica. Também ofereça um treinamento inicial para apresentar as funcionalidades da plataforma escolhida. 

Essas capacitações podem incluir simulações, trazendo exemplos reais da própria empresa e indicando a melhor forma de se portar em diversos momentos. Por exemplo: atualizações semanais de cada área, contratação de novos colaboradores, conquista de certificações, aniversariantes do mês e até uma possível gestão de crise. Isso gera envolvimento e diminui o receio de agir ou falar errado.

Quando os líderes percebem que têm apoio para se comunicar — e não estão sendo julgados, mas sim incentivados — a postura muda. A comunicação deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma ferramenta. E o melhor: esse tipo de capacitação pode ser incluído no programa de desenvolvimento de liderança da empresa, tornando-se parte da jornada contínua de formação.

3. Reconheça e valorize quem comunica bem

Líderes também são colaboradores que buscam reconhecimento. Lembrar disso é essencial para o desenvolvimento desses profissionais. Se a empresa quer uma liderança comunicadora, precisa mostrar que esse comportamento é valorizado — e isso pode ser feito tanto por meio de premiações quanto por meio de pequenos estímulos na própria plataforma digital.

Uma ação simples que pode partir da Comunicação Interna é destacar as lideranças que melhor utilizam os canais corporativos. Na Dialog, por exemplo, isso pode ser feito por meio de recursos como ranking e máscaras de foto com mensagens como “líder que inspira”, “top voz”, “líder que comunica e engaja” e outras. 

Além disso, é possível utilizar os canais de comunicação para compartilhar cases inspiradores de líderes que obtiveram bons resultados em Comunicação Interna. Melhora no clima do time, maior engajamento da equipe ou alcance de metas podem ser indicadores analisados. Números ajudam a mostrar, na prática, que a presença ativa da liderança no canal contribui para o bem-estar e a performance.

Essa cultura de valorização reforça que habilidades comunicacionais são requisitos inegociáveis. Dessa forma, mais do que reconhecer aqueles que fazem um bom trabalho nesse sentido, essa prática estimula os que ainda estão começando. Ao enxergar o canal de Comunicação Interna como um espaço de visibilidade e impacto positivo, as lideranças assumem protagonismo e se tornam aliadas do negócio como um todo. 

Tudo isso é mais fácil com a Dialog

Colocar essas e outras estratégias em prática a fim de incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é muito mais fácil quando a empresa conta com um canal como a Dialog.

Aliando uma plataforma completa a pequenas mudanças na agenda, capacitações bem direcionadas e reconhecimento contínuo, é possível desenvolver uma liderança que comunica, inspira e engaja. Quer ver a Dialog em funcionamento? Receba uma apresentação gratuita. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Especialista compartilha estratégias de Comunicação Interna no Agronegócio https://blog.dialog.ci/especialista-compartilha-estrategias-de-comunicacao-interna-no-agronegocio/ https://blog.dialog.ci/especialista-compartilha-estrategias-de-comunicacao-interna-no-agronegocio/#respond Thu, 22 May 2025 19:55:25 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5918 O Agro é um dos motores da economia brasileira e também um dos terrenos mais desafiadores para uma comunicação efetiva com os colaboradores. A Comunicação Interna no Agronegócio precisa lidar com desafios como profissionais atuantes em diferentes cidades, diversidade geracional, além de variados turnos e níveis de escolaridade. Engajar esse público tão complexo exige estratégia, […]

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O Agro é um dos motores da economia brasileira e também um dos terrenos mais desafiadores para uma comunicação efetiva com os colaboradores. A Comunicação Interna no Agronegócio precisa lidar com desafios como profissionais atuantes em diferentes cidades, diversidade geracional, além de variados turnos e níveis de escolaridade.

Engajar esse público tão complexo exige estratégia, criatividade e uma comunicação que fale a linguagem do campo e conecte pessoas de ponta a ponta. E para falar sobre quais estratégias são essas, convidamos Marilise Mônaco para ministrar uma masterclass especial.

Em 20 anos de carreira, Marilise passou por grandes empresas do Agro, Varejo e Indústria, como Carrefour, GPA, Casas Bahia e Raízen, atuando na Comunicação Corporativa de forma integrada. Mas nesse universo, como um filho preferido assumido, Marilise se especializou na comunicação e no relacionamento com o público interno, pois sabe o papel que essa prática desempenha na construção de uma cultura organizacional sólida, que é essencial para o sucesso da companhia e o alcance de resultados.

Você pode assistir ou escutar a masterclass na íntegra.

Comunicação Interna no Agronegócio: desafios e desejos

Marilise iniciou sua masterclass contando como chegou na Comunicação Interna no Agronegócio. A profissional fez a migração depois de 13 anos no Varejo, setor que conta com um cenário dinâmico, um público diverso e um quadro de quase 40% de turnover.

“Ou seja, a gente está sempre contando a mesma história de integração, de cultura e de engajamento para trazer os colaboradores para esse universo.”

Ela confessou que imaginava que o Agronegócio seria similar, mas encontrou camadas extras que tornavam o cenário ainda mais complexo:

  1. Predomínio de público operacional: de 60 a 75%;
  2. Diversidade de perfis: cultura, faixa etária, geografia, natureza de trabalho, escolaridade e turnos.

“Quando eu estava na Raízen, por exemplo, a gente tinha colaboradores que iam direto — quando chegavam no trabalho — sem passar na unidade, para trabalhar no campo. Você chega, sobe em um trator e vai direto para a colheita. Como eu vou me comunicar com esse público? Não passa nem pelo refeitório, não dá para fazer um papel bandeja para falar com ele. Então você [profissional de CI] tem que ser muito criativo nas estratégias, em tantas formas de comunicar, e você vai encontrando desafios.”

Marilise compartilhou que a equipe de CI na empresa cogitou até a criação de uma rádio própria e chegaram a ir até Brasília para conversar com representantes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e entender a viabilidade do projeto (colocar antenas espalhadas pelo território nacional para que o público operacional sintonizasse dentro das máquinas).

Outro ponto enfrentado na gigante do Agro era a necessidade de comunicar e disponibilizar documentos importantes para profissionais administrativos alocados fora do Brasil, que não falam português e recebiam comunicações gerais, incluindo de benefícios que somente os colaboradores brasileiros possuíam.

“São 60 pessoas… Será que vale traduzir todos os documentos da companhia, as políticas? Vale, porque falamos de 60 hoje, mas se você quer ter uma empresa internacionalizada, você precisa dar esse passo.”

Ela considera que é necessário cada vez mais segmentar os públicos e olhar com muito carinho para suas necessidades.

Ao falar dos desejos da Comunicação Interna no Agronegócio, o engajamento é o primeiro ponto citado pela especialista. “Tudo que é feito para gerar engajamento passa pela comunicação”, destaca.

Marilise falou sobre dados de uma pesquisa feita pela Indicafix, que fez uma comparação direta entre CI no Agro e em outros setores. O alcance é apontado como grande desafio da área nas duas vertentes, mas o percentual no Agronegócio é quase o dobro quando comparado com os demais segmentos.

Isso se dá porque o estudo mostra que, em média, de 26% a 50% dos colaboradores de empresas do Agronegócio possuem acesso ao computador durante sua jornada de trabalho.

Ao mesmo tempo, 100% das empresas do Agro que participaram da pesquisa afirmaram usar o e-mail como principal canal de comunicação, o que faz com que a conta não feche.

Entretanto, olhando para o futuro, rede social corporativa, aplicativo e podcast foram as ferramentas mais citadas como desejo de adesão por parte dessas organizações, o que mostra o reconhecimento da necessidade de opções digitais e móveis para alcançar os públicos internos.

Aliados

Marilise também citou dois grupos que podem ser aliados da Comunicação Interna na hora de chegar nos públicos internos: a liderança e os influenciadores.

No caso dos líderes, o estudo da Indicafix mostrou que 100% dos entrevistados consideram importante a liderança no Agro apoiar na disseminação de informações, mas somente 40% estão envolvidos ou muito envolvidos.

E o que justifica essa baixa porcentagem? Para Marilise, a liderança está cansada e infoxicada.

“A gente está recebendo muito e-mail. A liderança está recebendo, em média, 100 e-mails por dia. Mas não é só e-mail: é Teams para cá, WhatsApp para lá… É uma avalanche de dados todos os dias, que gera a fadiga desses olhos.”

Esse cansaço diminui a produtividade do líder, resulta na perda de foco e na dificuldade de transmitir as informações às equipes e, consequentemente, desengajando times.

Para evitar isso, profissionais de Comunicação Interna podem investir em canais específicos para líderes, capacitar esse público e promover encontros para falar sobre liderança comunicadora.

Ela citou como exemplo uma experiência enquanto trabalhava na Via Varejo (agora Grupo Casas Bahia), quando o time de CI tinha o Via Líder, um resumo simples do que precisava ser passado para o colaborador e para os times.

“Às vezes precisamos pensar de forma simplificada, fazer o básico bem feito para não sobrecarregar a liderança.”

Sobre os influenciadores internos ou agentes de Comunicação Interna, Marilise afirma que a área precisa de ajuda, principalmente em casos em que a informação precisa chegar a milhares de pessoas.

Na Raízen, o programa foi implantado de forma estruturada, com metas a serem atingidas e reconhecimento por parte da empresa e da liderança.

Prós e contras de canais

Mônaco compartilhou sua visão sobre vantagens e desvantagens de alguns canais:

E-mail e chat interno: 

  • Prós: Segmentável*, mensurável e confiável.
  • Contras: Muitos envios por mês (média de 61 por mês, segundo a PoliteMail), média de abertura de 68%, atenção de 54% e engajamento de apenas 34%. Conteúdos longos, títulos nada atraentes e textos com muitos jargões corporativos.

Uma questão levantada pela especialista é que, para uma segmentação eficaz, é preciso contar com um bom mailing — algo considerado um desafio por ela.

WhatsApp

  • Prós: Democrático, ágil e permite a criação de grupos e comunidades, compartilhamento de mídias e recursos adicionais, como enquetes.
  • Contras: Segurança de dados e vazamento de informações, conformidade e registro, gestão do mailing e grupos, não mensurável e sobrecarga de informações.

“Sabe como me sinto quando uso o WhatsApp [como canal de CI]? Soltando comunicação ao vento, porque eu não sei para onde ela está indo, como essa comunicação vai ser usada, replicada e o que acontece depois que eu mando.”

Jornal/mural impresso

Chamado por Marilise de “canal de boa vontade”, a ferramenta depende de alguém imprimir e trocar/distribuir o material, seja um agente de Comunicação Interna ou outro profissional.

Ela considera também que não é um canal de CI, mas sim da unidade, que vai querer colocar conteúdos como: aniversariantes do mês, funcionário do mês etc.

A periodicidade também é um ponto negativo: por se tratar de uma ferramenta off-line, os conteúdos não são quentes (recentes) e sim mais perenes, o que — para a especialista — se torna paisagem.

Como pontos positivos, ela cita a possibilidade de ligar o off ao on-line com o uso de QR codes nas comunicações no mural, mas é preciso ter cuidado para onde o colaborador será direcionado, se todos podem acessar (com login etc.).

A digitalização é necessária

Mônaco também reflete sobre como as empresas devem se aproveitar do fato de que o uso de celulares para se conectar com outras pessoas já é um hábito dos brasileiros. Entra aí a oportunidade de usar ferramentas como a rede social corporativa como canal de Comunicação Interna.

“Traz alcance, ou seja, a gente chega onde não conseguia chegar, traz inclusão, que é dar voz a quem não tinha voz: eles [colaboradores] podem publicar conteúdos, falar, colocar tudo que não era possível; a gente pode fazer a segmentação desse público, a personalização e — o sonho da vida! — a hiperpersonalização, que você consegue diminuir a sobrecarga de comunicação e aumentar a relevância. Para isso, precisamos de dados e tecnologia para filtrar os interesses dos colaboradores e não só o que a gente [CI] quer mandar para eles. (…) E é assim que conseguimos chegar no tão sonhado engajamento.”

Dito isso, ela também levanta os cuidados necessários para adotar esse tipo de ferramenta na Comunicação Interna (no Agro ou em outros setores):

  • Profissionais de CI não devem depositar toda a responsabilidade na plataforma em si, é preciso fazer uma gestão e estratégia para garantir que colaboradores acessem e se engajem.
  • Aproveite os dados que esse tipo de ferramenta fornece (IA pode ajudar nesse ponto).
  • Não adaptar textos para esse tipo de ferramenta: por exemplo, não é estratégico replicar o texto feito para um e-mail em uma rede social corporativa. Aposte em vídeos e conteúdos curtos e rápidos.

Ela compartilhou mais uma ação de sucesso na Raízen: na época de eleições, lideranças pediram que a área de CI fizesse um material do que colaboradores poderiam ou não fazer. Como solução, pensando no tema (que não necessariamente chamaria a atenção dos colaboradores), a área decidiu produzir um vídeo especial baseado em um quadro famoso de um reality show conhecido.

Marilise ainda contou sobre outro exemplo, dessa vez referente a uma campanha de segurança do trabalho (tema crucial no Agronegócio e em setores como Varejo, Logística etc.): foi criado um concurso cultural para apresentar os novos pilares para os colaboradores, que podiam enviar clipes/músicas. O resultado: cerca de 200 participações!

“É tornar um assunto sério, algo leve. É o corporativo ‘fun’. E como fazer isso? Usando muito a criatividade e enxergar o que é tendência nas redes sociais para não deixar chato.”

Para finalizar, Marilise respondeu a uma dúvida comum de profissionais de Comunicação Interna no Agronegócio: é possível implementar a ferramenta quando há temporadas de safra e, com isso, a contratação de muitos colaboradores temporários? A resposta é: sim!

“Antes, quando falávamos de rede social [corporativa], pensávamos muito em e-mail e como isso gerava um custo para a empresa [de gerar esses e-mails]. Hoje temos soluções mais simples, como atrelar [o login do colaborador] ao CPF ou ao número de matrícula. E você consegue fazer isso no tempo de permanência do colaborador.”


A Dialog, por exemplo, permite que o login seja feito via CPF, número de matrícula e e-mail. A plataforma permite a segmentação de conteúdos, grupos etc. Conheça agora!

Assinatura Marcela hub nova

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