Engajamento https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/engajamento/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 27 May 2026 14:54:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Engajamento https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/engajamento/ 32 32 Por que sua gamificação não funciona? https://blog.dialog.ci/por-que-sua-gamificacao-nao-funciona/ https://blog.dialog.ci/por-que-sua-gamificacao-nao-funciona/#respond Mon, 29 Jun 2026 11:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6631 Por muito tempo, o mundo corporativo tentou estimular o engajamento através da lógica de lógica de pontos, rankings e recompensas.  A mecânica parecia infalível: se as pessoas passam horas evoluindo personagens em jogos RPGs (Role-Playing Games), bastaria colocar um placar no escritório e a mágica aconteceria.  A realidade, porém, pode entregar o oposto. Equipes exaustas […]

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Por muito tempo, o mundo corporativo tentou estimular o engajamento através da lógica de lógica de pontos, rankings e recompensas. 

A mecânica parecia infalível: se as pessoas passam horas evoluindo personagens em jogos RPGs (Role-Playing Games), bastaria colocar um placar no escritório e a mágica aconteceria. 

A realidade, porém, pode entregar o oposto. Equipes exaustas de “tarefas gamificadas” que parecem mais uma camada de cobrança de metas.

O problema não é a gamificação. O problema é confundir a mecânica com a motivação.

Engajamento X Gamificação na Comunicação Interna

Dados da Aberje de 2025 apontam que 42% das empresas enfrentam dificuldades para mobilizar colaboradores, e grande parte desse problema está na forma como as mensagens são entregues: sem contexto, sem interação e sem retorno.

Por outro lado, mais de 70% das implementações de gamificação em ambientes corporativos não atingem os resultados esperados, principalmente por falta de planejamento e falta de conexão com as necessidades reais dos colaboradores. 

Esses números deixam evidente que adotar a gamificação como solução criativa não é, por si só, o que muda as regras do jogo.

A virada acontece quando ela deixa de ser somente sobre pontos e passa a ter relação com pertencimento. É aí que os resultados aparecem na Comunicação Interna: 

  • Colaboradores mais conectados ao propósito da empresa;
  • Melhor retenção das informações;
  • Respostas mais ágeis às mudanças; 
  • Colaboradores como agentes ativos da cultura;
  • Geração de dados para RH e lideranças.

O erro do “PBL” (Points, Badges, Leaderboards)

A maioria das empresas reduz a gamificação ao sistema PBL como uma tentativa cosmética de tornar o trabalho atrativo sem alterar a substância da experiência.

Porém, ao focar apenas no placar, ignoramos o que ele representa. Em um jogo, a pontuação é o rastro da conquista; no escritório, ele virou o fim em si mesmo. 

Quando a métrica se torna o objetivo, ela deixa de ser uma boa métrica, já que pontos isolados não engajam: o que move o é o significado por trás deles.

A lição dos RPGs: a jornada é o produto

Nos jogos RPGs, o sistema de recompensa não é funcional, mas, sim, simbólico.

Subir de nível não é apenas um “up” estatístico, é a validação de uma “jornada”. Completar uma missão não é dar check em uma lista, é alterar o estado do “mundo comum”. 

Se quisermos replicar esse nível de retenção e foco no ambiente corporativo, precisamos entender:

  1. Progressão:  nos jogos, você ganha novas habilidades que abrem novas possibilidades. Na empresa, isso significa que o colaborador precisa enxergar sua própria evolução técnica e intelectual, e não apenas o acúmulo de metas batidas.
  2. Competência: o engajamento nasce do desafio na medida certa. O colaborador precisa se sentir capaz e autônomo. É a sensação de “eu venci esse mob” transposta para “eu resolvi esse problema complexo”.
  3. Pertencimento: RPGs são, essencialmente, sobre comunidades. Dentro das organizações, a gamificação precisa fortalecer o reconhecimento entre times e o senso de “guilda”, onde o sucesso  individual impulsiona o sucesso do grupo.
  4. Impacto Narrativo: jogadores querem ser os “heróis” da história. Profissionais querem entender  como a excelência no serviço impacta na empresa e na vida do cliente. 

Esses quatro pilares são o que separa uma gamificação que cansa de uma que transforma e traz resultados. 

Gamificação tem mais a ver com sentido, não sobre jogo

Gamificar o ambiente de trabalho não é transformar o escritório em um fliperama. É entender porque os jogos funcionam e aplicar esses princípios para tornar o trabalho mais significativo:

  • Tornando a evolução visível;
  • Conectando o esforço individual a uma narrativa de impacto real;
  • Valorizando o ritual do reconhecimento social.

No fim, números geram apenas relatório, já histórias geram pertencimento. Pessoas não se movem por dígitos em uma tela, mas por um propósito em comum.

Na sua empresa a gamificação, quando incluída na comunicação interna, conta uma história?

Por Violeta Maria, Executiva de Contas na Dale.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Conheça 3 motivos para investir na gamificação da Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/conheca-3-motivos-para-investir-na-gamificacao-da-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/conheca-3-motivos-para-investir-na-gamificacao-da-comunicacao-interna/#respond Mon, 18 May 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6587 A gamificação da Comunicação Interna surge como uma resposta estratégica a um cenário em que o engajamento está cada vez mais em pauta. Segundo o relatório Internal Communication Trends in 2026, divulgado pela PoliteMail, melhorar o engajamento dos colaboradores se tornou a principal prioridade para 34% dos comunicadores.  Esse número caminha na mesma direção do […]

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A gamificação da Comunicação Interna surge como uma resposta estratégica a um cenário em que o engajamento está cada vez mais em pauta. Segundo o relatório Internal Communication Trends in 2026, divulgado pela PoliteMail, melhorar o engajamento dos colaboradores se tornou a principal prioridade para 34% dos comunicadores. 

Esse número caminha na mesma direção do que aponta o relatório Tendências de Gestão de Pessoas, publicado pela GPTW neste ano, que indicou que o engajamento de colaboradores já é o 3º maior desafio de 2026 em Gestão de Pessoas, empatado com a própria Comunicação Interna (28,3%). 

Tal realidade deixa claro que as empresas que não inovam em suas abordagens correm o risco de perder a conexão com seus talentos. Isso exige que as organizações transcendam o modelo de comunicação meramente informativo e adotem estratégias que transformem o colaborador em protagonista da jornada corporativa. 

Nesse sentido, a gamificação pode ser uma excelente estratégia. Esse recurso permite que a empresa não apenas entregue uma mensagem, como também crie um ambiente de interatividade e recompensa, convertendo a frieza dos dados em participação ativa e conexão real. 

A seguir, apresentamos três motivos que sugerem por que a gamificação é a ferramenta definitiva para elevar o patamar da sua Comunicação Interna e superar os desafios de engajamento previstos para este e os próximos anos. Confira.

ecossistema dialog AI

1. A gamificação estimula o engajamento e a participação ativa

O primeiro grande motivo é a forma como a gamificação da Comunicação Interna gera um engajamento genuíno entre as pessoas no ambiente de trabalho. Em vez de uma comunicação passiva, em que o colaborador apenas lê o conteúdo, o uso de mecânicas de jogos incentiva a interação constante. 

Quando um colaborador recebe pontos ao ler um comunicado ou completar um treinamento, ele se sente motivado a participar mais. Esse ciclo de feedback imediato cria um ambiente de reconhecimento que fortalece a cultura organizacional e aumenta as taxas de visualização da informação, combatendo diretamente a desatenção no ambiente corporativo.

2. A gamificação aumenta a retenção de conhecimento

Outra vantagem que a gamificação da Comunicação Interna traz é um impacto positivo nos processos de aprendizagem e retenção de informações. O cérebro humano responde melhor a conteúdos que oferecem desafios e recompensas. Diversos conteúdos científicos, como este publicado no portal da Nature, mostram como recompensas virtuais aprimoram o desempenho cognitivo. 

Assim, ao transformar comunicados complexos ou treinamentos de compliance em missões gamificadas, a empresa garante que o colaborador preste mais atenção aos detalhes. Isso reduz a curva de aprendizado e assegura que as diretrizes da companhia sejam realmente compreendidas, diminuindo ruídos de comunicação e erros operacionais que costumam surgir quando as mensagens tradicionais são ignoradas. 

3. A gamificação fortalece o senso de comunidade

Por fim, a gamificação da Comunicação Interna pode promover uma integração mais profunda entre as equipes. Rankings de engajamento e desafios individuais estimulam a colaboração e criam uma competição positiva, que pode, inclusive, aproximar colaboradores de diferentes departamentos que talvez não tenham o hábito de interagir entre si. 

Isso humaniza a relação de trabalho e fortalece a conexão das pessoas com a plataforma de comunicação corporativa, tornando-a um espaço de socialização e conquistas compartilhadas. Esse sentimento de pertencer a um time que joga junto é um dos pilares mais fortes para a retenção de talentos e para a construção de um clima organizacional saudável. 

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A gamificação da Comunicação Interna está na Dialog

Todos esses benefícios e vantagens estratégicas estão agora ao alcance da sua empresa na plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog, que lançou recentemente um novo módulo de gamificação que eleva a interatividade a um novo patamar.

Além do ranking tradicional, já consolidado entre nossos clientes, essa atualização introduz uma camada profunda de reconhecimento e progresso, projetada para transformar a rotina corporativa em uma jornada de conquistas constantes.

O novo módulo adicional traz funcionalidades exclusivas como emblemas, insígnias e barras de progresso por níveis, permitindo que cada colaborador visualize seu engajamento de forma clara e lúdica.

Tudo isso reforça o prestígio individual e o senso pertencimento, enquanto recursos de Inteligência Artificial oferecem à gestão uma visão analítica e aprimorada sobre o comportamento da rede.

Que tal conhecer essa novidade em detalhes?
Clique aqui e receba uma demonstração gratuita. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é a gamificação na Comunicação Interna? 

É o uso de elementos de recursos, como pontos, rankings e medalhas, para tornar a interação dos colaboradores com as mensagens e processos da empresa mais dinâmica, atrativa e recompensadora.

2. Como a gamificação ajuda a reter conhecimento? 

Ao transformar conteúdos em missões lúdicas, o cérebro ativa o sistema de recompensa (liberação de dopamina). Isso aumenta o foco e a memorização de diretrizes importantes, reduzindo erros e ruídos de informação.

3. Quais os benefícios da gamificação para a cultura da empresa? 

Ela fortalece o senso de comunidade ao promover uma competição saudável e colaborativa. Isso integra diferentes áreas, humaniza a plataforma digital e ajuda na retenção de talentos por meio do reconhecimento constante.

4. O que o novo módulo da Dialog oferece? 

A Dialog agora conta com um módulo avançado de gamificação que inclui emblemas, insígnias, barras de progresso por níveis e análise de dados via IA, indo muito além do ranking tradicional para personalizar a jornada do colaborador.

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Engajamento global em queda: entenda como a Comunicação Interna pode ajudar https://blog.dialog.ci/engajamento-global-em-queda-entenda-como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar/ https://blog.dialog.ci/engajamento-global-em-queda-entenda-como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar/#respond Mon, 11 May 2026 12:25:23 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6575 O engajamento dos colaboradores em nível global caiu pelo segundo ano consecutivo, atingindo seu nível mais baixo desde 2020: apenas 20% dos profissionais se consideram engajados. Além disso, 64% dos entrevistados declararam que não estão engajados e 16% afirmaram estar ativamente desengajados. Esses números são destaques da nova edição do State of the Global Workplace […]

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O engajamento dos colaboradores em nível global caiu pelo segundo ano consecutivo, atingindo seu nível mais baixo desde 2020: apenas 20% dos profissionais se consideram engajados. Além disso, 64% dos entrevistados declararam que não estão engajados e 16% afirmaram estar ativamente desengajados.

Esses números são destaques da nova edição do State of the Global Workplace (Gallup), representando um grande alerta para organizações como um todo: o percentual alto de colaboradores não engajados gerou 10 trilhões de dólares em perda de produtividade, valor que corresponde a 9% do PIB mundial.

Neste conteúdo, falaremos sobre dados de engajamento na América Latina e no Brasil, além de como a Comunicação Interna deve usar essas informações para buscar, junto à alta liderança, reverter esse cenário. Boa leitura!

Engajamento no Brasil e América Latina

O estudo da Gallup mostrou que, na América Latina, o índice de colaboradores engajados é de 30%, 10 pontos acima da média global. Em comparação com a última edição, a região registrou uma queda de 1 ponto.

No Brasil, 32% da força de trabalho se considera engajada, um cenário relativamente positivo em comparação à região e ao mundo.

Outros dados coletados pela pesquisa mostram quais emoções são sentidas todos os dias pelos profissionais brasileiros:

  • 45% se estressam;
  • 17% ficam bravos;
  • 19% ficam tristes;
  • 10% se sentem solitários.

A Gallup também questionou se o momento é positivo para buscar um novo emprego e 66% dos entrevistados afirmaram que sim.

A pesquisa contou também com um índice de bem-estar (thriving), que indicou os seguintes cenários:

  • Global: 34%;
  • América Latina: 56%;
  • Brasil: 58%.

Esses números mostram que o Brasil conta com um quadro positivo. A Gallup considera que o bem-estar aumenta significativamente quando o colaborador vê seu trabalho como recompensador e benéfico para os outros.

O custo da falta de engajamento

Como mencionamos no início deste texto, o alto índice de colaboradores desengajados ou altamente desengajados custou 10 trilhões de dólares.

Esse custo engloba alguns pontos, como:

  • Rotatividade e recrutamento: O custo de substituir talentos que saem por estarem desengajados.
  • Segurança e erros: Colaboradores desengajados tendem a causar mais acidentes e erros operacionais, o que gera prejuízos financeiros e riscos de segurança.
  • Desperdício de tecnologia: No contexto da Inteligência Artificial, o desengajamento pode corroer os ganhos potenciais de produtividade da nova tecnologia, já que colaboradores desmotivados não utilizam as ferramentas de forma eficaz.

E sabe o que levou a mais uma queda no índice de engajamento global e, consequentemente, no aumento do valor dessa perda? A liderança.

Em nível mundial, o engajamento de gerentes caiu de 27% para 22% em apenas um ano. Um líder desengajado tem dificuldade em motivar sua equipe, criando um ciclo vicioso.

Inteligência Artificial e produtividade

A IA também foi destaque do estudo, que trouxe um paradoxo: embora a tecnologia avance, os ganhos organizacionais ainda não são visíveis na maioria das empresas.

Nos EUA, 65% dos colaboradores em empresas que usam IA afirmam que ela impactou positivamente sua produtividade individual. No entanto, 89% dos líderes globais relatam que a IA ainda não gerou impacto mensurável na produtividade de suas empresas nos últimos três anos.

A expectativa, entretanto, é que a tecnologia aumente a produtividade em 1,4% nos próximos três anos.

De acordo com a Gallup, o sucesso da Inteligência Artificial depende de dois pilares: integração técnica e apoio gerencial. Colaboradores com gerentes que incentivam ativamente o uso de IA são 7,4 vezes mais propensos a sentir que a ferramenta oferece oportunidade de impulsionar o que fazem de melhor.

O papel da Comunicação Interna

A Comunicação Interna tem relação direta com o nível de engajamento dos colaboradores, incluindo líderes, pois atua como um sistema nervoso da organização, transformando informações isoladas em um senso de propósito compartilhado. 

Quando a CI funciona de forma sistêmica, ela reduz o ruído operacional e o retrabalho causado pelo desalinhamento, permitindo que as pessoas executem suas tarefas com maior clareza e autonomia.

Esse fluxo eficiente de informações não apenas eleva a percepção de valor individual, mas também mitiga o ônus emocional de navegar em ambientes caóticos, convertendo o engajamento em produtividade real e redução de perdas financeiras.

Profissionais de CI devem mostrar o impacto da área no engajamento de colaboradores para justificar, junto à liderança, investimentos em ferramentas e iniciativas que contribuam para a estratégia da área, que deve sempre estar alinhada aos objetivos e metas da empresa como um todo.

Isso é possível com o uso de dados, tema constantemente abordado por aqui. Indicamos abaixo alguns conteúdos que podem oferecer reflexões valiosas:

  • ROI de Comunicação Interna: use calculadora gratuita
  • Dados de Comunicação Interna como bússola para engajamento
  • Dados de Comunicação Interna: o ingrediente para decisões estratégicas

FAQ: Engajamento global

1. Qual é o cenário atual do engajamento de colaboradores no mundo e no Brasil? O engajamento global caiu pelo segundo ano consecutivo, com apenas 20% dos profissionais engajados. O Brasil apresenta um quadro mais positivo: 32% da força de trabalho se considera engajada, superando a média mundial e a da América Latina (30%).

2. Qual é o impacto financeiro do baixo engajamento para as empresas? A falta de engajamento gera uma perda global de produtividade estimada em 10 trilhões de dólares, o que equivale a 9% do PIB mundial. Esse custo envolve gastos com rotatividade, erros operacionais e o uso ineficaz de novas tecnologias.

3. Como a liderança influencia os índices de engajamento? A liderança é um fator crítico, mas o engajamento dos próprios gerentes caiu de 27% para 22% em um ano. Um líder desengajado tem dificuldade em motivar seu time, e colaboradores que recebem apoio gerencial são muito mais propensos a utilizar ferramentas (como a IA) de forma produtiva.

4. Qual é a relação entre Inteligência Artificial e o engajamento individual? Embora 89% dos líderes globais ainda não vejam impactos mensuráveis da IA na produtividade organizacional, 65% dos colaboradores afirmam que ela melhora sua produtividade individual. O sucesso da IA depende da integração técnica somada ao incentivo ativo dos gerentes.

5. Como a Comunicação Interna (CI) pode ajudar a reverter o desengajamento? A CI atua como o “sistema nervoso” da empresa, transformando informações em propósito compartilhado. Ela reduz o ruído operacional e o estresse emocional, ajudando a liderança a alinhar os colaboradores aos objetivos estratégicos e justificando investimentos através de dados.

Por Marcela Freitas Paes, analista de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) sênior e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna e engajamento operacional; conheça o case Leão https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-engajamento-operacional-conheca-o-case-leao/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-engajamento-operacional-conheca-o-case-leao/#respond Wed, 25 Feb 2026 18:49:59 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6502 A relação entre Comunicação Interna e engajamento operacional é complexa, visto que engajar esse público segue sendo um dos grandes desafios da área.  Canais que não alcançam, mensagens ou linguagem que não conversam com a realidade do público interno, estratégias que não fazem sentido… Esses são apenas alguns dos erros comuns cometidos pela área. Mas […]

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A relação entre Comunicação Interna e engajamento operacional é complexa, visto que engajar esse público segue sendo um dos grandes desafios da área. 

Canais que não alcançam, mensagens ou linguagem que não conversam com a realidade do público interno, estratégias que não fazem sentido… Esses são apenas alguns dos erros comuns cometidos pela área. Mas é possível superá-los!

A Leão encontrou na rede social corporativa desenvolvida pela Dialog a solução para se aproximar dos colaboradores, sejam eles administrativos ou operacionais. A empresa registrou 88% de engajamento em janeiro de 2026.

Para falar sobre como conseguir números tão expressivos e trazer dicas práticas de como alcançar o público da operação, convidamos Mayara Trevisan, supervisora de Comunicação na Leão, para um bate-papo enriquecedor.

Assista ao episódio na íntegra clicando no player abaixo ou escute a versão podcast aqui.

Comunicação Interna e engajamento operacional na Leão: o cenário

A sonhada dinâmica entre Comunicação Interna e engajamento operacional na Leão tinha um cenário desafiador: 630 colaboradores, sendo que 70% desse público trabalha nas operações da empresa.

Os profissionais estão espalhados nos diversos pontos da companhia, que possui um escritório em São Paulo, duas fábricas no Paraná, três centros de distribuição (SP, RJ e MG) e um time comercial que atua em pontos de venda em todo o território nacional.

Antes da adoção do LeOn — plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog usada pela empresa — a Leão contava com outra rede social corporativa e usava canais como e-mail, mural offline e TV corporativa. Porém, ainda assim a área enfrentava dificuldades em mensurar e analisar resultados, não conseguindo trabalhar de forma estratégica.

“A mensagem chegou? A mensagem foi compreendida? As nossas dificuldades estavam muito nesse sentido, da gente ter uma capilaridade muito grande, um time distribuído por todo o território nacional e não conseguirmos estar em todos os lugares e em todos os momentos falando com essas pessoas”, relatou Mayara.

Em 2023, assim que o LeOn completou um ano de lançamento, visitamos o escritório e um dos centros de distribuição da Leão para contar mais detalhes desse case. Assista agora.

Como alcançar o público operacional?

Essa é a pergunta de um milhão de reais para qualquer profissional de Comunicação Interna.

Atualmente, a empresa conta com 99% de colaboradores cadastrados (ou seja, já acessaram o sistema pelo menos uma vez) na plataforma e um índice de usuários ativos que ultrapassa 80%. Para alcançar esses números e, consequentemente, passar a contar com um canal digital que se conecte de verdade com o time operacional, Mayara compartilhou pontos da estratégia criada pela empresa:

  • Agregar valor à plataforma: O LeOn é mais do que um canal de CI, ele é usado como um hub de trabalho. Além disso, a ferramenta deve ser usada de forma que reconheça pessoas e dê visibilidade aos projetos.

“Hoje, o LeOn é uma ferramenta que conseguimos encontrar todos os nossos sistemas, portais, documento e informações necessárias para o nosso dia a dia de trabalho. As pessoas acessam justamente como uma ferramenta de trabalho. (…) Se o colaborador percebe valor, ele volta. E é isso que precisamos trabalhar nas estratégias de Comunicação Interna.”

  • Entender a jornada do colaborador: Pensando no público operacional, profissionais de CI devem refletir sobre os horários em que esses colaboradores entrariam na plataforma, se poderiam usar celular no ambiente de trabalho e qual é o ritmo da operação. A partir dessas informações, é possível desenhar ou ajustar a programação de publicações, linguagem, tipo de conteúdo etc.
  • Conteúdo que fale com a realidade: Menos top down, mais dia a dia. Aborde temas como segurança, reconhecimento, visibilidade, histórias reais etc.
  • Proximidade com a liderança: Líderes precisam usar e entender a plataforma, em termos de usabilidade e de valor agregado.

“Quando o líder legitima, o colaborador acessa. Quando o colaborador da operação se vê na comunicação, ele se enxerga e se conecta com a nossa jornada.”

Recursos para a Comunicação Interna

A solução da Dialog conta com recursos que podem apoiar equipes de Comunicação Interna nos grandes desafios enfrentados pela área, como transformar líderes em comunicadores e alcançar e engajar colaboradores operacionais. Mayara cita como a plataforma ajuda a Leão:

Multicanalidade 

A ferramenta, em sua essência, tem o formato desktop (intranet) e mobile (aplicativo). Além disso, é possível contratar módulos integrados, como e-mail, TV corporativa e WhatsApp.

“Eu consigo conversar com essas pessoas [colaboradores operacionais] pelo meio do celular no trajeto, dentro do fretado, em um horário de pausa… Eu consigo ter esse contato próximo.”

Ela cita como exemplo mudanças em indicadores relevantes para o negócio graças à multicanalidade. Antes do LeOn, a adesão na pesquisa de clima era um grande desafio, pois era necessário tirar os colaboradores da operação e remanejar profissionais para que pudessem participar, o que resultava em baixa participação, em média 30%.

Com a plataforma, a edição de 2025 registrou 100% de adesão de colaboradores ativos. Mayara explicou que isso só foi possível graças ao engajamento e à parceria da liderança com a área de Comunicação Interna.

Segmentação inteligente

Segmentar a comunicação permite que a Comunicação Interna direcione mensagens personalizadas de acordo com as diferentes realidades e necessidades dentro da organização.

“Isso evita ruído, aumenta relevância (…) e consequentemente gera engajamento.”

Recursos como pesquisa e quiz ajudam a transformar a comunicação em diálogo, segundo a supervisora da Leão, criando senso de pertencimento nos colaboradores. 

Timeline

A timeline da ferramenta faz com que colaboradores saibam o que acontece na empresa como um todo e possam interagir com colegas. Além disso, ela também oferece visibilidade para os projetos, reforçando também esse senso de pertencimento.

“A ferramenta, quando bem usada e estruturada, feita com bastante planejamento, dá escala e inteligência para a área de Comunicação, que deixa de ser uma área de apoio e operacional e passa a ser uma área extremamente estratégica quando falamos de clima e cultura dentro das organizações.”

Uso de dados e colaboradores operacionais

Mayara afirma que a Comunicação Interna deixou de ser área de suporte há muito tempo, tornando-se responsável pelo ativo mais importante das empresas: as pessoas. Ao não mensurar, profissionais da área ficam presos em percepções, que não sustentam estratégia.

Ela reflete sobre a grande variedade de indicadores que permite que a área entenda o que performa melhor, qual formato engaja, se aquela informação ou a cultura da empresa está sendo vivida etc.

Como vantagens do uso de dados na área, Trevisan cita a possibilidade de alcançar os colaboradores e os insights valiosos que essa análise proporciona.

“Conseguimos entender o que está bom e melhorar ainda mais ou recalcular a rota com base desses dados reais.”

Dicas para engajar colaboradores operacionais

Pensando em oferecer dicas para profissionais de Comunicação Interna que querem o sonhado engajamento dos colaboradores operacionais, a transmissão contou com uma participação especial da gerente de Relacionamento Estratégico em Comunicação Interna na Dialog, Nicole Martini.

Nicole e Mayara deixaram como conselhos:

  1. Usar a plataforma de Comunicação Interna como hub, não apenas como canal, agregando valor;
  2. Apostar em hiperpersonalização e revisão de matriz de canais para gerar interesse por parte dos colaboradores operacionais;
  3. Perder o medo do uso de tecnologia para se comunicar com o público operacional;
  4. Investir em líderes comunicadores e comunicações que tragam o colaborador como protagonista;
  5. Considerar a reciclagem, já que times operacionais podem ter alta rotatividade em muitas organizações. Sendo assim, é preciso criar ações para garantir que os novos colaboradores entrem na plataforma;
  6. Criar uma comunicação precisa ser transversal. Não é apenas disparo de comunicação, mas sim construção coletiva;
  7. Desenvolver uma escuta ativa real, entendendo o que faz sentido para a organização e para cada público;
  8. Simplificar a mensagem para fácil entendimento;
  9. Ter consistência para gerar engajamento verdadeiro e construir confiança.

FAQ: Comunicação Interna e engajamento operacional

  1. Por que a Comunicação Interna falha no engajamento operacional?

Porque muitos canais não alcançam o público, a linguagem não conversa com a rotina da operação e faltam métricas para ajustar a estratégia com base em dados reais.

  1. Como a Leão alcançou o engajamento operacional?

A Leão adotou uma rede social corporativa como canal principal e transformou a plataforma em hub de trabalho, aumentando acesso, relevância do conteúdo e capacidade de medir resultados.

  1. Quais estratégias aumentam o engajamento operacional na Comunicação Interna?

Foque em: valor prático (hub de trabalho), jornada do colaborador (horários, acesso ao celular, ritmo), conteúdo do dia a dia (segurança, reconhecimento, histórias reais) e liderança legitimando o uso.

  1. Como a segmentação inteligente melhora o engajamento operacional?

Ela permite enviar mensagens por unidade, função, região ou rotina, reduzindo ruído e aumentando relevância. Quanto mais personalizada a comunicação, maior a chance de atenção e interação do time operacional.

  1. Quais conteúdos mais funcionam para engajamento operacional na Comunicação Interna?

Conteúdos “menos top down e mais dia a dia”: segurança, reconhecimento, visibilidade de projetos, histórias reais e temas que o colaborador operacional vê como úteis e próximos da realidade.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna e Gestão de Pessoas em 2026; confira dados inéditos https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gestao-de-pessoas-em-2026-confira-dados-ineditos/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gestao-de-pessoas-em-2026-confira-dados-ineditos/#respond Mon, 23 Feb 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6475 A Comunicação Interna é desafio ou prioridade para a área de Gestão de Pessoas (ou RH) na sua empresa? A 8ª edição do relatório Tendências em Gestão de Pessoas, realizado pela Great Place To Work Brasil, mostrou que a Comunicação Interna segue sendo uma grande dor e uma das maiores prioridades para a área, tanto […]

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A Comunicação Interna é desafio ou prioridade para a área de Gestão de Pessoas (ou RH) na sua empresa?

A 8ª edição do relatório Tendências em Gestão de Pessoas, realizado pela Great Place To Work Brasil, mostrou que a Comunicação Interna segue sendo uma grande dor e uma das maiores prioridades para a área, tanto no nosso país quanto na América Latina.

Neste texto, traremos os principais insights da pesquisa para você, profissional de CI, entender melhor a perspectiva do time de RH e conseguir desenhar estratégias mais eficazes em conjunto com a área. Boa leitura!

Comunicação Interna não é mais tão desafiadora?

O primeiro dado relevante sobre Comunicação Interna é que o tema ocupa o 3º lugar no ranking de maiores desafios de Gestão de Pessoas em 2026, empatado com o engajamento dos colaboradores. Ambos os pontos registraram 28,2% das respostas.

Na edição de 2025, CI ocupava o 1º lugar. Isso mostra que profissionais de RH não possuem o mesmo nível de preocupação com o tema neste ano, o que pode ser um bom sinal ou sinalizar o alerta vermelho. Entenda:

  • É um dado que pode ser positivo caso as empresas tenham investido na área de Comunicação Interna no último ano e/ou tenham amarrado os planejamentos e estratégias das duas áreas;
  • Por outro lado, pode ser negativo se nada disso foi feito e, devido à preocupação com temas como capacitação da liderança e contratação de profissionais (que ficaram em 1º e 2º lugar no ranking, respectivamente), a CI perde espaço e corre o risco de ser deixada de lado.

O estudo contou com respostas de profissionais de Gestão de Pessoas de 11 estados (Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo). Somente CE, MG e PR têm a Comunicação Interna no top 3 desafios.

Filtrando por setor, os que consideram a CI um dos 3 grandes desafios do ano são: Educação, Financeiro, Jurídico, Saúde e Serviços.

Ao analisar respondentes da América Latina, a Comunicação Interna é citada como o grande desafio da área de Gestão de Pessoas, com 32,3%. Fechando o pódio, temos desenvolvimento/capacitação da liderança e a transformação da cultura organizacional, diferindo um pouco do top 3 brasileiro.

Na lista de prioridades

O estudo da GPTW também questionou seus respondentes sobre as prioridades de Gestão de Pessoas em 2026. No Brasil, a Comunicação Interna ficou em 4º lugar na lista, com 24,6%, atrás de:

  1. Desenvolvimento/capacitação da liderança (57,4%);
  2. Transformação e/ou evolução da cultura organizacional (33,1%);
  3. Engajamento/comprometimento das pessoas (31,3%).

Pelo filtro de estados, somente o Espírito Santo tem a CI nas 3 principais prioridades. Entre os setores, Educação, Jurídico, Saúde, Serviços e Turismo são os que têm a área como uma das principais prioridades.

Na América Latina, a CI é a 3ª maior prioridade (30,4%), ficando atrás apenas de desenvolvimento/capacitação da liderança (46,7%) e transformação e/ou evolução da cultura organizacional (37,4%).

E o engajamento?

Um ponto que liga as áreas de Gestão de Pessoas e Comunicação Interna é o engajamento dos colaboradores. Como mencionado anteriormente, esse é o 3º maior desafio, junto com CI.

Na análise por estados, o engajamento está no top 3 desafios dos profissionais no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Por setores, o tema foi citado por: Agências, Atacado e Varejo, Consultoria e Treinamentos, Indústria, Tecnologia, Turismo e Lazer.

O cenário, ao analisar a América Latina, é bem diferente: o engajamento é apenas o 12º na lista de desafios, com 12,6%.

Em termos de prioridade, como já mencionamos, engajar colaboradores está no 3º lugar na lista brasileira. Nos estados Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo têm o engajamento no top 3.

Filtrando por setor, Agência, Agronegócio, Atacado e Varejo, Construção e Infraestrutura, Consultoria e Treinamentos, Financeiro, Indústria, Saúde e Tecnologia são aqueles que enxergam o engajamento como  uma das 3 principais prioridades do ano.

Na América Latina, o engajamento ocupa o 9º lugar na lista de prioridades, atrás de: 

  • Desenvolvimento/capacitação da liderança;
  • Transformação/evolução da cultura organizacional;
  • Comunicação Interna;
  • Inteligência Artificial;
  • Experiência do colaborador;
  • Contratação de profissionais qualificados;
  • Saúde mental;
  • Adoção de novas políticas/novos formatos de trabalho.

2 dicas práticas para usar esses dados de forma estratégica

Chegue no RH com um “mapa de foco” (e não com um pedido genérico)

Use os recortes do estudo (Brasil x América Latina; setores que colocam a Comunicação Interna no top 3; estados mais atuantes) para construir um diagnóstico rápido: “Onde a CI é uma dor real para o nosso contexto?”.

Na prática: leve para uma reunião com RH uma apresentação com 3 blocos:

  • O que o dado diz (ranking e percentuais que você já tem no texto);
  • O que isso pode significar aqui (hipóteses: o investimento da CI caiu?);
  • O que vamos testar em 90 dias (2–3 ações mensuráveis).

Resultado: você se posiciona como parceiro de planejamento, não como “área de canal”.

Costure CI as 3 prioridades do RH (liderança, cultura, engajamento) com entregáveis conjuntos

Coloque a Comunicação Interna como infraestrutura para as prioridades do RH.

  • Liderança: apoio de capacitação de comunicação de líderes por meio de canais de CI.
  • Cultura: narrativas e comportamentos esperados traduzidos em exemplos e histórias internas (cases, reconhecimento, símbolos).
  • Engajamento: campanhas e escuta para trabalhar senso de pertencimento. 

Combine com o RH um calendário único (pautas, rituais, públicos, canais) e uma matriz RACI (Responsável, Aprovador, Consultado, Informado) simples.

FAQ: Comunicação Interna e Gestão de Pessoas 2026

  1. A Comunicação Interna é um desafio para o RH em 2026?
    Sim. No Brasil, Comunicação Interna é o 3º maior desafio (28,2%), empatada com engajamento.
  2. O fato de CI ter caído do 1º (2025) para o 3º (2026) é bom ou ruim?
    Pode ser bom (houve investimento e integração CI+RH) ou representar um alerta (a CI perdeu espaço para outras prioridades e pode ser deixada de lado).
  3. Onde a Comunicação Interna aparece mais como desafio?
    Nos estados do Ceará, Minas Gerais e Paraná e nos setores Educação, Financeiro, Jurídico, Saúde e Serviços.
  4. Comunicação Interna é prioridade para Gestão de Pessoas?
    No Brasil, a CI é a 4ª prioridade (24,6%). Na América Latina, é a 3ª (30,4%).
  5. Qual é a ponte mais direta entre Comunicação Interna e RH, segundo o texto? Engajamento: ele aparece junto de CI como desafio no Brasil e é uma das principais prioridades do RH.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Como incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/ https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/#respond Mon, 07 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6015 Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada.  Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em […]

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Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada. 

Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em 2024, indica que mais de 62% dos líderes precisam ajustar suas formas de se comunicar com base na cultura da empresa. Ou seja: a comunicação é uma pauta importante não só para a gestão de pessoas, mas também para a sustentação de indicadores que impactam o sucesso do negócio. 

Esses números mostram que o tema ainda exige muita atenção por parte dos departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos — principalmente se levarmos em consideração que, de acordo com a Gallup, 70% da variação do engajamento da equipe pode ser atribuída à liderança.

Se o líder é um reflexo de tudo aquilo que a empresa deseja promover internamente, ele precisa saber se comunicar bem. Por outro lado, não basta esperar que isso aconteça de forma espontânea: é necessário oferecer suporte, criar oportunidades e desenvolver as habilidades necessárias para que essas pessoas se sintam confiantes e preparadas para somar esforços à estratégia.

A seguir, compartilharemos três estratégias práticas que podem ser adotadas para tornar a Comunicação Interna cada vez mais presente e relevante entre os gestores. Confira.

1. Crie rituais simples e objetivos na rotina da liderança

Antes de tudo, é fundamental conscientizar as pessoas a respeito do que é a Comunicação Interna e de qual é o papel que a área tem para o bom andamento da empresa. Imaginando que isso já foi feito, é hora de estabelecer pequenos rituais que aproximem as lideranças das atividades desse setor. 

Uma boa prática é reservar, na agenda do líder, 10 ou 15 minutos por dia para acessar o canal de Comunicação Interna. Esse tempo deve ser dedicado a ler mensagens, responder comentários, fazer uma publicação e participar de iniciativas como campanhas, pesquisas ou quizzes. Caso esse compromisso diário não seja possível, é crucial que o acesso seja feito pelo menos duas vezes por semana. 

Para que essa ação passe a integrar, de fato, a rotina da liderança, inclua lembretes recorrentes nos calendários. Se quiser dar uma ajudinha a mais, compartilhe roteiros com sugestões de conteúdo e até uma curadoria com os assuntos mais importantes para comentar. Assim, os líderes já terão um ponto de partida, o que reduz a barreira de entrada na Comunicação Interna.

Com o tempo, a ideia é que a recorrência obrigatória se torne parte de uma atividade orgânica da rotina. Assim, a presença da liderança no canal de Comunicação Interna deixará de ser apenas um checklist e passará a compor a estratégia. Afinal, líderes ativos e comunicadores fortalecem o espaço de informação, de cultura e de engajamento. 

2. Ofereça capacitações direcionadas ao canal

Por já estarem acostumadas a falar com suas equipes em reuniões presenciais ou virtuais, algumas lideranças podem relutar em utilizar os canais de Comunicação Interna. Muitas vezes, essa aversão às plataformas vem do fato de que o líder pode não saber se posicionar bem publicamente ou enfrentar dificuldades com novas ferramentas digitais. 

Se esse for o caso, a atuação conjunta da Comunicação Interna e do RH é imprescindível. Para mudar essa realidade, promova workshops curtos e objetivos que mostrem, na prática, como criar boas publicações, responder comentários com empatia e participar de conversas no canal interno de forma estratégica. Também ofereça um treinamento inicial para apresentar as funcionalidades da plataforma escolhida. 

Essas capacitações podem incluir simulações, trazendo exemplos reais da própria empresa e indicando a melhor forma de se portar em diversos momentos. Por exemplo: atualizações semanais de cada área, contratação de novos colaboradores, conquista de certificações, aniversariantes do mês e até uma possível gestão de crise. Isso gera envolvimento e diminui o receio de agir ou falar errado.

Quando os líderes percebem que têm apoio para se comunicar — e não estão sendo julgados, mas sim incentivados — a postura muda. A comunicação deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma ferramenta. E o melhor: esse tipo de capacitação pode ser incluído no programa de desenvolvimento de liderança da empresa, tornando-se parte da jornada contínua de formação.

3. Reconheça e valorize quem comunica bem

Líderes também são colaboradores que buscam reconhecimento. Lembrar disso é essencial para o desenvolvimento desses profissionais. Se a empresa quer uma liderança comunicadora, precisa mostrar que esse comportamento é valorizado — e isso pode ser feito tanto por meio de premiações quanto por meio de pequenos estímulos na própria plataforma digital.

Uma ação simples que pode partir da Comunicação Interna é destacar as lideranças que melhor utilizam os canais corporativos. Na Dialog, por exemplo, isso pode ser feito por meio de recursos como ranking e máscaras de foto com mensagens como “líder que inspira”, “top voz”, “líder que comunica e engaja” e outras. 

Além disso, é possível utilizar os canais de comunicação para compartilhar cases inspiradores de líderes que obtiveram bons resultados em Comunicação Interna. Melhora no clima do time, maior engajamento da equipe ou alcance de metas podem ser indicadores analisados. Números ajudam a mostrar, na prática, que a presença ativa da liderança no canal contribui para o bem-estar e a performance.

Essa cultura de valorização reforça que habilidades comunicacionais são requisitos inegociáveis. Dessa forma, mais do que reconhecer aqueles que fazem um bom trabalho nesse sentido, essa prática estimula os que ainda estão começando. Ao enxergar o canal de Comunicação Interna como um espaço de visibilidade e impacto positivo, as lideranças assumem protagonismo e se tornam aliadas do negócio como um todo. 

Tudo isso é mais fácil com a Dialog

Colocar essas e outras estratégias em prática a fim de incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é muito mais fácil quando a empresa conta com um canal como a Dialog.

Aliando uma plataforma completa a pequenas mudanças na agenda, capacitações bem direcionadas e reconhecimento contínuo, é possível desenvolver uma liderança que comunica, inspira e engaja. Quer ver a Dialog em funcionamento? Receba uma apresentação gratuita. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Especialista compartilha estratégias de Comunicação Interna no Agronegócio https://blog.dialog.ci/especialista-compartilha-estrategias-de-comunicacao-interna-no-agronegocio/ https://blog.dialog.ci/especialista-compartilha-estrategias-de-comunicacao-interna-no-agronegocio/#respond Thu, 22 May 2025 19:55:25 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5918 O Agro é um dos motores da economia brasileira e também um dos terrenos mais desafiadores para uma comunicação efetiva com os colaboradores. A Comunicação Interna no Agronegócio precisa lidar com desafios como profissionais atuantes em diferentes cidades, diversidade geracional, além de variados turnos e níveis de escolaridade. Engajar esse público tão complexo exige estratégia, […]

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O Agro é um dos motores da economia brasileira e também um dos terrenos mais desafiadores para uma comunicação efetiva com os colaboradores. A Comunicação Interna no Agronegócio precisa lidar com desafios como profissionais atuantes em diferentes cidades, diversidade geracional, além de variados turnos e níveis de escolaridade.

Engajar esse público tão complexo exige estratégia, criatividade e uma comunicação que fale a linguagem do campo e conecte pessoas de ponta a ponta. E para falar sobre quais estratégias são essas, convidamos Marilise Mônaco para ministrar uma masterclass especial.

Em 20 anos de carreira, Marilise passou por grandes empresas do Agro, Varejo e Indústria, como Carrefour, GPA, Casas Bahia e Raízen, atuando na Comunicação Corporativa de forma integrada. Mas nesse universo, como um filho preferido assumido, Marilise se especializou na comunicação e no relacionamento com o público interno, pois sabe o papel que essa prática desempenha na construção de uma cultura organizacional sólida, que é essencial para o sucesso da companhia e o alcance de resultados.

Você pode assistir ou escutar a masterclass na íntegra.

Comunicação Interna no Agronegócio: desafios e desejos

Marilise iniciou sua masterclass contando como chegou na Comunicação Interna no Agronegócio. A profissional fez a migração depois de 13 anos no Varejo, setor que conta com um cenário dinâmico, um público diverso e um quadro de quase 40% de turnover.

“Ou seja, a gente está sempre contando a mesma história de integração, de cultura e de engajamento para trazer os colaboradores para esse universo.”

Ela confessou que imaginava que o Agronegócio seria similar, mas encontrou camadas extras que tornavam o cenário ainda mais complexo:

  1. Predomínio de público operacional: de 60 a 75%;
  2. Diversidade de perfis: cultura, faixa etária, geografia, natureza de trabalho, escolaridade e turnos.

“Quando eu estava na Raízen, por exemplo, a gente tinha colaboradores que iam direto — quando chegavam no trabalho — sem passar na unidade, para trabalhar no campo. Você chega, sobe em um trator e vai direto para a colheita. Como eu vou me comunicar com esse público? Não passa nem pelo refeitório, não dá para fazer um papel bandeja para falar com ele. Então você [profissional de CI] tem que ser muito criativo nas estratégias, em tantas formas de comunicar, e você vai encontrando desafios.”

Marilise compartilhou que a equipe de CI na empresa cogitou até a criação de uma rádio própria e chegaram a ir até Brasília para conversar com representantes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e entender a viabilidade do projeto (colocar antenas espalhadas pelo território nacional para que o público operacional sintonizasse dentro das máquinas).

Outro ponto enfrentado na gigante do Agro era a necessidade de comunicar e disponibilizar documentos importantes para profissionais administrativos alocados fora do Brasil, que não falam português e recebiam comunicações gerais, incluindo de benefícios que somente os colaboradores brasileiros possuíam.

“São 60 pessoas… Será que vale traduzir todos os documentos da companhia, as políticas? Vale, porque falamos de 60 hoje, mas se você quer ter uma empresa internacionalizada, você precisa dar esse passo.”

Ela considera que é necessário cada vez mais segmentar os públicos e olhar com muito carinho para suas necessidades.

Ao falar dos desejos da Comunicação Interna no Agronegócio, o engajamento é o primeiro ponto citado pela especialista. “Tudo que é feito para gerar engajamento passa pela comunicação”, destaca.

Marilise falou sobre dados de uma pesquisa feita pela Indicafix, que fez uma comparação direta entre CI no Agro e em outros setores. O alcance é apontado como grande desafio da área nas duas vertentes, mas o percentual no Agronegócio é quase o dobro quando comparado com os demais segmentos.

Isso se dá porque o estudo mostra que, em média, de 26% a 50% dos colaboradores de empresas do Agronegócio possuem acesso ao computador durante sua jornada de trabalho.

Ao mesmo tempo, 100% das empresas do Agro que participaram da pesquisa afirmaram usar o e-mail como principal canal de comunicação, o que faz com que a conta não feche.

Entretanto, olhando para o futuro, rede social corporativa, aplicativo e podcast foram as ferramentas mais citadas como desejo de adesão por parte dessas organizações, o que mostra o reconhecimento da necessidade de opções digitais e móveis para alcançar os públicos internos.

Aliados

Marilise também citou dois grupos que podem ser aliados da Comunicação Interna na hora de chegar nos públicos internos: a liderança e os influenciadores.

No caso dos líderes, o estudo da Indicafix mostrou que 100% dos entrevistados consideram importante a liderança no Agro apoiar na disseminação de informações, mas somente 40% estão envolvidos ou muito envolvidos.

E o que justifica essa baixa porcentagem? Para Marilise, a liderança está cansada e infoxicada.

“A gente está recebendo muito e-mail. A liderança está recebendo, em média, 100 e-mails por dia. Mas não é só e-mail: é Teams para cá, WhatsApp para lá… É uma avalanche de dados todos os dias, que gera a fadiga desses olhos.”

Esse cansaço diminui a produtividade do líder, resulta na perda de foco e na dificuldade de transmitir as informações às equipes e, consequentemente, desengajando times.

Para evitar isso, profissionais de Comunicação Interna podem investir em canais específicos para líderes, capacitar esse público e promover encontros para falar sobre liderança comunicadora.

Ela citou como exemplo uma experiência enquanto trabalhava na Via Varejo (agora Grupo Casas Bahia), quando o time de CI tinha o Via Líder, um resumo simples do que precisava ser passado para o colaborador e para os times.

“Às vezes precisamos pensar de forma simplificada, fazer o básico bem feito para não sobrecarregar a liderança.”

Sobre os influenciadores internos ou agentes de Comunicação Interna, Marilise afirma que a área precisa de ajuda, principalmente em casos em que a informação precisa chegar a milhares de pessoas.

Na Raízen, o programa foi implantado de forma estruturada, com metas a serem atingidas e reconhecimento por parte da empresa e da liderança.

Prós e contras de canais

Mônaco compartilhou sua visão sobre vantagens e desvantagens de alguns canais:

E-mail e chat interno: 

  • Prós: Segmentável*, mensurável e confiável.
  • Contras: Muitos envios por mês (média de 61 por mês, segundo a PoliteMail), média de abertura de 68%, atenção de 54% e engajamento de apenas 34%. Conteúdos longos, títulos nada atraentes e textos com muitos jargões corporativos.

Uma questão levantada pela especialista é que, para uma segmentação eficaz, é preciso contar com um bom mailing — algo considerado um desafio por ela.

WhatsApp

  • Prós: Democrático, ágil e permite a criação de grupos e comunidades, compartilhamento de mídias e recursos adicionais, como enquetes.
  • Contras: Segurança de dados e vazamento de informações, conformidade e registro, gestão do mailing e grupos, não mensurável e sobrecarga de informações.

“Sabe como me sinto quando uso o WhatsApp [como canal de CI]? Soltando comunicação ao vento, porque eu não sei para onde ela está indo, como essa comunicação vai ser usada, replicada e o que acontece depois que eu mando.”

Jornal/mural impresso

Chamado por Marilise de “canal de boa vontade”, a ferramenta depende de alguém imprimir e trocar/distribuir o material, seja um agente de Comunicação Interna ou outro profissional.

Ela considera também que não é um canal de CI, mas sim da unidade, que vai querer colocar conteúdos como: aniversariantes do mês, funcionário do mês etc.

A periodicidade também é um ponto negativo: por se tratar de uma ferramenta off-line, os conteúdos não são quentes (recentes) e sim mais perenes, o que — para a especialista — se torna paisagem.

Como pontos positivos, ela cita a possibilidade de ligar o off ao on-line com o uso de QR codes nas comunicações no mural, mas é preciso ter cuidado para onde o colaborador será direcionado, se todos podem acessar (com login etc.).

A digitalização é necessária

Mônaco também reflete sobre como as empresas devem se aproveitar do fato de que o uso de celulares para se conectar com outras pessoas já é um hábito dos brasileiros. Entra aí a oportunidade de usar ferramentas como a rede social corporativa como canal de Comunicação Interna.

“Traz alcance, ou seja, a gente chega onde não conseguia chegar, traz inclusão, que é dar voz a quem não tinha voz: eles [colaboradores] podem publicar conteúdos, falar, colocar tudo que não era possível; a gente pode fazer a segmentação desse público, a personalização e — o sonho da vida! — a hiperpersonalização, que você consegue diminuir a sobrecarga de comunicação e aumentar a relevância. Para isso, precisamos de dados e tecnologia para filtrar os interesses dos colaboradores e não só o que a gente [CI] quer mandar para eles. (…) E é assim que conseguimos chegar no tão sonhado engajamento.”

Dito isso, ela também levanta os cuidados necessários para adotar esse tipo de ferramenta na Comunicação Interna (no Agro ou em outros setores):

  • Profissionais de CI não devem depositar toda a responsabilidade na plataforma em si, é preciso fazer uma gestão e estratégia para garantir que colaboradores acessem e se engajem.
  • Aproveite os dados que esse tipo de ferramenta fornece (IA pode ajudar nesse ponto).
  • Não adaptar textos para esse tipo de ferramenta: por exemplo, não é estratégico replicar o texto feito para um e-mail em uma rede social corporativa. Aposte em vídeos e conteúdos curtos e rápidos.

Ela compartilhou mais uma ação de sucesso na Raízen: na época de eleições, lideranças pediram que a área de CI fizesse um material do que colaboradores poderiam ou não fazer. Como solução, pensando no tema (que não necessariamente chamaria a atenção dos colaboradores), a área decidiu produzir um vídeo especial baseado em um quadro famoso de um reality show conhecido.

Marilise ainda contou sobre outro exemplo, dessa vez referente a uma campanha de segurança do trabalho (tema crucial no Agronegócio e em setores como Varejo, Logística etc.): foi criado um concurso cultural para apresentar os novos pilares para os colaboradores, que podiam enviar clipes/músicas. O resultado: cerca de 200 participações!

“É tornar um assunto sério, algo leve. É o corporativo ‘fun’. E como fazer isso? Usando muito a criatividade e enxergar o que é tendência nas redes sociais para não deixar chato.”

Para finalizar, Marilise respondeu a uma dúvida comum de profissionais de Comunicação Interna no Agronegócio: é possível implementar a ferramenta quando há temporadas de safra e, com isso, a contratação de muitos colaboradores temporários? A resposta é: sim!

“Antes, quando falávamos de rede social [corporativa], pensávamos muito em e-mail e como isso gerava um custo para a empresa [de gerar esses e-mails]. Hoje temos soluções mais simples, como atrelar [o login do colaborador] ao CPF ou ao número de matrícula. E você consegue fazer isso no tempo de permanência do colaborador.”


A Dialog, por exemplo, permite que o login seja feito via CPF, número de matrícula e e-mail. A plataforma permite a segmentação de conteúdos, grupos etc. Conheça agora!

Assinatura Marcela hub nova

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Do engajamento ao ESG: a CI como parceira estratégica https://blog.dialog.ci/do-engajamento-ao-esg-a-ci-como-parceira-estrategica/ https://blog.dialog.ci/do-engajamento-ao-esg-a-ci-como-parceira-estrategica/#respond Mon, 27 Jan 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5547 Premissas de responsabilidade ambiental e social e de governança devem fazer parte da cultura, mas a Comunicação Interna tem papel central na difusão da narrativa e no engajamento dos colaboradores nas ações A implementação de políticas e ações práticas sobre ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) deixou de ser uma opção para […]

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Premissas de responsabilidade ambiental e social e de governança devem fazer parte da cultura, mas a Comunicação Interna tem papel central na difusão da narrativa e no engajamento dos colaboradores nas ações

A implementação de políticas e ações práticas sobre ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) deixou de ser uma opção para as empresas e se tornou uma exigência da sociedade. 

Consumidores, fundos de investimento, comunidades, imprensa, entidades da sociedade civil e colaboradores estão cada vez mais atentos à contribuição efetiva das organizações para as pessoas, o meio ambiente e o futuro do planeta, sobretudo diante das questões emergenciais climáticas, que aceleram a necessidade de mudanças estruturais e na gestão das operações.

Integrar o ESG ao cotidiano das empresas exige muito mais que a redação de políticas e guias ou mesmo que a elaboração de um bom planejamento. Isso demanda uma sensível evolução da cultura organizacional. Outro ponto essencial é que os colaboradores estejam no centro dessa transformação. Afinal, são eles que atuarão como patrocinadores do tema, dentro e fora da empresa, contribuindo para a reputação organizacional e ajudando a atrair e reter talentos.

Nesse contexto, a Comunicação Interna desempenha um papel crucial ao promover o entendimento sobre os pilares de ESG, o letramento das lideranças em todos os níveis e o comprometimento de todos com os pactos acordados pela organização. A CI tem a missão de promover interlocuções importantes perante os colaboradores e os times de diversas áreas.

É sobre essa posição de interlocutora que nós, do Grupo In Press, juntamente com parceiros como a Dialog, temos nos dedicado ao desenvolvimento de canais, rituais e ações de experiência voltadas aos empregados — com a participação deles nesse processo, inclusive, para que o diálogo se amplie, ganhando capilaridade.

Agir antes de contar 

Empresas que adotam práticas de ESG conseguem se diferenciar no mercado, atraindo talentos e clientes que valorizam o compromisso com as questões ambientais, sociais e de governança. Um estudo da McKinsey, realizado em 2022, mostrou que produtos e marcas com posicionamento forte em ESG responderam por 56% do crescimento das vendas nos últimos cinco anos.

No entanto, é preciso cautela: com o aumento do interesse das pessoas pela sustentabilidade, vimos emergir, por exemplo, o conceito de greenwashing, termo que se refere a discursos sustentáveis que não se concretizam na prática.

Para preservar a reputação da empresa, é essencial adotar o princípio do “fazer antes de falar” (walking the talk). Nesse cenário, o colaborador assume um papel decisivo, atuando como elo entre ações genuínas da empresa e a comunicação sobre essas iniciativas. Afinal, estamos aqui trabalhando sobre a percepção, certo?

E como engajar os profissionais?

Para trazer verdadeiramente os colaboradores para discussões e decisões em ESG, é fundamental trabalhar o tema de forma transversal nas operações do dia a dia, simplificando a narrativa dentro dos canais de CI e estimulando a troca de vivências e dúvidas nas plataformas vigentes.

Um caminho bacana, por exemplo, é o trabalho com Programas de Diversidade, Equidade, Inclusão e Pertencimento (DEIP), que conectam diversas questões sociais a objetivos também de governança e de impacto ambiental. Começar a conectar a pauta ESG com pilares sobre DEIP pode ser uma estratégia efetiva, sobretudo para as organizações que já têm uma maturidade nisso.

O processo de escuta dos colaboradores é uma etapa importante também antes de implementar ações. Entender o ponto de vista de quem faz parte da empresa pode ser decisivo para o sucesso de iniciativas relacionadas ao tema. 

E aí plataformas de engajamento, como a Dialog, podem fornecer dados e métricas interessantes que atestam o vínculo dos profissionais com determinados temas sensíveis. Mais do que ler, é importante analisar os dados que temos em mãos, diante dessa necessidade de escuta ativa.

Por exemplo, a implementação de um banheiro de gênero neutro pode ser visto de forma muito positiva em algumas organizações, enquanto em outras pode exigir uma adaptação gradual para alinhamento com a cultura organizacional. Compreender de fato a percepção dos colaboradores sobre a iniciativa ajuda a trazê-los para a mesa de decisões.

A Comunicação Interna, além de fomentar a escuta ativa, é quem dá voz às iniciativas, promove o entendimento acerca dos pilares de ESG correlacionados e conecta os colaboradores ao propósito central. Com uma narrativa consistente, a CI fortalece o senso de pertencimento, criando um ambiente onde os colaboradores se veem como parte essencial das transformações.

Na prática, isso significa realizar treinamentos, rodas de discussão, campanhas e iniciativas que promovam a conscientização, a participação e a construção ativa por parte dos profissionais e times. Canais digitais de CI possuem alcance para isso e facilitam a experiência e a troca. Pense nisso!

ESG e marca empregadora

Uma pesquisa da empresa Robert Half aponta que 71% dos recrutadores reconhecem o impacto das práticas ESG na construção e na gestão do Employer Branding. 

Além disso, um estudo que vimos aqui, no Grupo In Press, feito pela Deloitte, mostra que 53% dos trabalhadores da geração Z escolheriam uma empresa com fortes práticas sociais e ambientais, mesmo que isso significasse um salário mais baixo.

Com isso, muitas empresas estão focando na construção de suas EVPs (Propostas de Valor para o Empregado) preocupadas em destacar os diferenciais da organização e em criar um ambiente de trabalho positivo. E uma EVP sólida precisa ser comunicada tanto interna quanto externamente. No entanto, a eficácia dessa proposta depende da percepção dos colaboradores, que são os embaixadores ou influenciadores da marca em primeira instância.

A construção de uma marca empregadora é um processo contínuo e de longo prazo. Não se trata apenas de comunicação, mas de ações concretas que envolvam todas as áreas. A Comunicação Interna garante que todos estejam alinhados e assegura que a proposta de valor seja entendida, reforçada e validada, seja por meio de canais ou por meio das lideranças.

Sustentabilidade corporativa 

Outro tema essencial é a sustentabilidade corporativa, que envolve o investimento contínuo no desenvolvimento e bem-estar dos funcionários.

Esse aspecto inclui práticas voltadas à saúde, satisfação e produtividade dos colaboradores, essenciais para garantir o alinhamento com os princípios sociais e de governança do ESG. Algumas práticas sobre sustentabilidade corporativa: 

  • Gestão de pessoas sustentável: promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo, essencial para a longevidade da empresa.
  • Valorização das pessoas: equipes bem treinadas e satisfeitas são mais produtivas, leais e ajudam a reduzir custos com rotatividade.
  • Sustentabilidade e competitividade: práticas sustentáveis diferenciam empresas no mercado, atraindo talentos e clientes que valorizam responsabilidade.
  • Resultados concretos: investir no desenvolvimento dos colaboradores impulsiona o crescimento e a estabilidade do negócio.

A integração de práticas ESG, portanto, é um caminho estratégico para fortalecer a competitividade, a marca empregadora e a sustentabilidade de longo prazo. 

Mais do que comunicar, a CI constrói a base para um ambiente no qual as pessoas se sentem valorizadas, engajadas e protagonistas, promovendo interlocuções e trazendo aos executivos (C-levels) visões de mundo e benchmarks que podem ser incorporados. Uma “costura” que precisa acontecer de forma coletiva e bem alinhada em todos os ambientes, tanto no off-line quanto no digital.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como a Comunicação Interna pode ajudar sua empresa a vender mais https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar-sua-empresa-a-vender-mais/ https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar-sua-empresa-a-vender-mais/#respond Thu, 21 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5300 Toda empresa quer ver as vendas aumentarem. Para isso, diversas iniciativas são adotadas internamente, como definição de metas, bonificação por alta performance, premiação de funcionário do mês, ganho de novos benefícios e outras ações. No entanto, o que talvez passe despercebido em muitas organizações é a importância da Comunicação Interna nesse processo.  Companhias que querem […]

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Toda empresa quer ver as vendas aumentarem. Para isso, diversas iniciativas são adotadas internamente, como definição de metas, bonificação por alta performance, premiação de funcionário do mês, ganho de novos benefícios e outras ações. No entanto, o que talvez passe despercebido em muitas organizações é a importância da Comunicação Interna nesse processo. 

Companhias que querem aumentar o faturamento devem, acima de tudo, ter colaboradores alinhados com os objetivos do negócio, engajados em suas atividades e satisfeitos com sua rotina de trabalho. Mas como ter tudo isso? O segredo para conquistar esse grande estímulo de motivação está em uma estratégia eficiente e integrada de Comunicação Interna. 

De acordo com a Gallagher (2022), 58% dos profissionais acreditam que o time de Comunicação Interna deve trabalhar temas amplos da experiência do colaborador, como reconhecimento, compensação, bem-estar e outros. Além disso, de um ano pra cá, a Comunicação Interna ganhou mais relevância perante os CEOs, sendo valorizada por 89% deles segundo a Aberje e a Ação Integrada (2024). 

Os números mostram que a experiência do colaborador tem estado cada vez mais em pauta, assim como a área de Comunicação Interna tem ganhado cada vez mais protagonismo perante a alta liderança – que enxerga no setor um grande potencial para ajudar o negócio a superar metas e conquistar resultados cada vez mais expressivos. 

Mas como fazer isso? Veja, a seguir, três exemplos de como a Comunicação Interna pode ajudar sua empresa a vender mais.

Repassar informações e metas

Independentemente do segmento da empresa, ela só conseguirá atingir objetivos financeiros se contar com o apoio de colaboradores cientes de seu papel estratégico. Isso significa que resultados são alcançados coletivamente e, portanto, cada um tem seu papel dentro da organização. 

No entanto, como um colaborador pode se comprometer com uma meta que ele desconhece? Se a Comunicação Interna não se mantém ativa e alinhada com os objetivos do negócio, ela não consegue repassar informações valiosas para o desempenho dos times. 

O relatório CI Trends (2022) já sinalizou isso. Segundo o material, 81,9% das diretorias esperam alinhamento dos colaboradores com a cultura e a estratégia organizacional ao investir em Comunicação Interna. Essa coesão entre o trabalho dos colaboradores e os objetivos da empresa só pode existir via comunicação, seja entre líderes e liderados ou por meio de mensagens compartilhadas em canais específicos. 

Comunicação Interna vender mais

Estimular o engajamento dos colaboradores

O engajamento é um excelente termômetro para monitorar a produtividade. Um colaborador engajado costuma ser um profissional proativo e motivado a bater metas. Dados divulgados pela Simpplr (2023) indicam o seguinte: para 54% dos profissionais entrevistados, a falta de engajamento tem um impacto direto na produtividade e nos resultados da empresa.

Outros números caminham na mesma direção. Segundo um estudo publicado pela Gallup (2024), quando as organizações aumentam a quantidade de colaboradores engajados, elas promovem diversas melhorias para o negócio. Alguns exemplos são: queda de 78% no absenteísmo, de 51% em turnover e de 63% em acidentes de trabalho; além de um aumento de 10% em lealdade do cliente, de 17% em produtividade (vendas) e de 68% em bem-estar.

Inclusive, a Dialog publicou um relatório inédito que aponta a relação entre o aumento do engajamento dos colaboradores e a redução das taxas de desligamento nas empresas. O estudo está disponível para download. Clique aqui e confira!

E o que a Comunicação Interna tem a ver com isso? Tudo! Ainda de acordo com a Simpplr (2024), 89% das pessoas dizem que a Comunicação Interna pode impactar fortemente o engajamento dos colaboradores. E mais: dados da Gallagher (2024) afirmam que para 74% dos profissionais a Comunicação Interna é responsável pelo engajamento. 

Nesse sentido, diante de tantos números, fica cada vez mais evidente que a Comunicação Interna precisa ser uma área estratégica. Isso significa que além de promover ações que visem ao engajamento dos times, as equipes de CI também precisam contar com ferramentas que permitam o monitoramento desse indicador tão importante para o negócio. 

Propagar a cultura e o senso de pertencimento

E por fim, mas não menos importante, bons resultados também estão diretamente relacionados ao sentimento de pertencer à empresa. É o famoso “vestir a camisa!”. Só se dedica de verdade aquele profissional que se sente parte de um time e que sabe que o bom funcionamento da empresa depende um pouquinho de cada um. 

De acordo com a Glassdoor (2019), 77% das pessoas consideram a cultura da empresa antes de se candidatar a uma vaga de emprego. Além disso, quando se trata de satisfação, mais da metade delas considera a cultura mais importante que o salário. Ou seja: o fit cultural é necessário antes mesmo de alguém se tornar um colaborador. Dessa forma, é fundamental que essa conexão entre a cultura e as pessoas seja mantida quando a relação de trabalho já existe. 

É papel da Comunicação Interna, em parceria com o departamento de Recursos Humanos, manter viva a cultura organizacional. Inclusive, segundo a Aberje e a Ação Integrada (2024), o tema é um dos principais objetivos da área: fortalecer a cultura e o orgulho tem prioridade na Comunicação Interna, sendo uma ação mencionada por 93% dos comunicadores. Para que isso seja possível, é imprescindível que o setor conte com plataformas e canais que suportem estratégias diversificadas. 

Faça tudo isso com a Dialog

Agora que você já sabe como a Comunicação Interna pode atuar para ajudar a empresa a vender mais, superar metas e conquistar resultados surpreendentes, está na hora de conhecer o canal de comunicação perfeito para te acompanhar nessa jornada. Receba uma apresentação gratuita!

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Estudo inédito relaciona engajamento a turnover em empresas do Agro e Varejo https://blog.dialog.ci/estudo-inedito-relaciona-engajamento-a-turnover-em-empresas-do-agro-e-varejo/ https://blog.dialog.ci/estudo-inedito-relaciona-engajamento-a-turnover-em-empresas-do-agro-e-varejo/#respond Thu, 31 Oct 2024 14:49:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5329 A Dialog, HR Tech que lidera o mercado de Comunicação Interna no país, realizou uma análise exclusiva com os clientes que utilizam a plataforma A Comunicação Interna enfrenta muitos desafios, que às vezes são diferentes dependendo do segmento da empresa que precisa desenvolver a estratégia. No entanto, uma situação muito comum entre grande parte das […]

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A Dialog, HR Tech que lidera o mercado de Comunicação Interna no país, realizou uma análise exclusiva com os clientes que utilizam a plataforma

A Comunicação Interna enfrenta muitos desafios, que às vezes são diferentes dependendo do segmento da empresa que precisa desenvolver a estratégia. No entanto, uma situação muito comum entre grande parte das organizações é o descompasso entre o que é comunicado nos canais internos, as preferências de consumo dos colaboradores e a forma como as mensagens se conectam aos resultados do negócio. 

Esse desalinhamento na estratégia e na construção da narrativa é ainda maior nas empresas de setores como Agronegócio e Varejo, que podem enfrentar dificuldades ainda mais expressivas devido à estrutura do público interno – majoritariamente formado por colaboradores operacionais que atuam em diferentes localidades e turnos. 

Engajamento em pauta

O primeiro sintoma dessa inconsistência no fluxo da Comunicação Interna é o desengajamento, que é quando as pessoas deixam de se interessar pelos assuntos que a organização compartilha em seus canais de comunicação. Esse desinteresse acarreta outros sintomas, como a queda na produtividade, a baixa performance, o enfraquecimento da cultura, o não crescimento do negócio e o aumento das taxas de desligamento.

Dessa forma, se o desengajamento dos colaboradores pode ser um importante impulsionador do turnover, as companhias precisam estar cada dia mais atentas à temática para não arcar com custos altíssimos. Segundo dados da consultoria Robert Half, o prejuízo financeiro que o desligamento de funcionários traz às organizações pode ser equivalente a até oito salários do colaborador que está de saída. Esse custo considera verbas rescisórias, impactos operacionais e a busca por outros talentos.

Ao mesmo tempo, de acordo com o estudo State of the Global Workplace, publicado pela Gallup em 2024, 69% dos colaboradores brasileiros não estão engajados em seus empregos, o que coloca o nosso país em sétimo lugar no ranking da América Latina. A mesma pesquisa mostrou que o engajamento impulsiona indicadores como absenteísmo, turnover, produtividade e bem-estar.

“Para mudar esse cenário e conquistar cada vez mais colaboradores engajados, a Comunicação Interna exerce um papel fundamental. Um estudo inédito, realizado pela Dialog, a HR Tech de lidera o mercado de Comunicação Interna e Engajamento no Brasil, apontou que as empresas que investem na área tendem a experimentar uma redução na taxa de desligamento e um aumento na retenção de talentos”, comenta Hugo Godinho, CEO na Dialog. 

De olho nos números

O estudo, realizado entre os meses de janeiro e agosto de 2024, analisou o comportamento de colaboradores de empresas que são clientes Dialog e atuam no Agronegócio e no Varejo. Esse comportamento é referente ao consumo de informação, o que indica interações feitas dentro do canal de comunicação desenvolvido pela HR Tech. Dessa forma, os envolvidos não precisaram participar ativamente de uma pesquisa que pudesse, por meio das respostas, enviesar o resultado final. A coleta das informações aconteceu de forma anonimizada, garantindo a completa privacidade dos colaboradores e de dados sigilosos das empresas.

Entre os indicadores foram avaliados: tempo de engajamento, módulos acessados, retenção do engajamento, total de interações, temas de interesse por áreas da empresa e pautas mais trabalhadas pela organização. Ao todo, 156.530 profissionais contribuíram para a coleta de dados na plataforma de Comunicação Interna. Desse total, 22,61% dos colaboradores trabalham no Agronegócio e 77,39% no Varejo. 

“Para a Dialog, engajamento é como o colaborador interage na plataforma. Isso significa que avaliamos não apenas curtidas e comentários, mas também os acessos e o tempo de permanência na ferramenta – que indica, por exemplo, o interesse que a comunicação e os conteúdos disponibilizados despertam nos colaboradores. Esse interesse varia de área para área, pois cada público interno tem suas particularidades que pautam a relevância dos assuntos corporativos. Se os temas trabalhados pela Comunicação Interna não se conectarem a diferentes equipes, o engajamento dos colaboradores que se sentirem mais distantes da comunicação ficará prejudicado”, explica Hugo.

O que foi concluído

Os resultados desse estudo comprovaram que a Comunicação Interna é, de fato, uma área essencial para o sucesso do negócio – seja para incentivar a produtividade das equipes, fortalecer a cultura organizacional ou compartilhar informações vitais para o bom funcionamento da empresa. 

Após a coleta e a análise dos dados extraídos da plataforma, a Dialog concluiu que um aumento de 10% no tempo de engajamento dos usuários corresponde a uma redução na taxa de desligamento dos colaboradores. No Agronegócio, avaliando o intervalo de um mês, essa redução foi de 5,72%. Já no Varejo, considerando o intervalo de três meses, a diminuição da taxa de desligamento variou entre 3,74% e 5,22%. 

“O engajamento dos colaboradores só sofrerá alterações positivas se as empresas investirem em estratégias e ferramentas de Comunicação Interna. Afinal, é por meio da comunicação que as companhias conseguem se conectar às pessoas – e é essa conexão que estimula uma participação cada vez mais ativa dos profissionais envolvidos”, conclui o CEO, ressaltando que é por meio de uma abordagem integrada e inteligente que o descompasso estratégico da área é identificado e superado.

A pesquisa está disponível para consulta. Os interessados em conferir o estudo na íntegra podem fazer o download por meio do formulário abaixo! 

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