liderança Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/lideranca/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 04 Feb 2026 12:05:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png liderança Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/lideranca/ 32 32 Carta aberta às lideranças: perguntem mais “por quê?” https://blog.dialog.ci/carta-aberta-as-liderancas-perguntem-mais-por-que-2/ https://blog.dialog.ci/carta-aberta-as-liderancas-perguntem-mais-por-que-2/#respond Thu, 19 Feb 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6425 Quando foi a última vez que você fez essa pergunta para alguém da sua equipe? — Ah, mas ninguém leva o trabalho a sério, o comprometimento não é mais o mesmo, não existe paciência para o crescimento, acham que já sabem tudo, falta inteligência emocional, cresceram muito conectados e agora deu nisso.  Muitas hipóteses, pouca […]

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Quando foi a última vez que você fez essa pergunta para alguém da sua equipe?

— Ah, mas ninguém leva o trabalho a sério, o comprometimento não é mais o mesmo, não existe paciência para o crescimento, acham que já sabem tudo, falta inteligência emocional, cresceram muito conectados e agora deu nisso. 

Muitas hipóteses, pouca escuta.

Em diagnósticos e pesquisas, a gente sempre encontra lideranças afirmando que entendem os desafios de suas equipes. Inclusive, um relatório de tendências globais já registrou que “83% dos líderes acreditam entender os desafios enfrentados por profissionais da linha de frente, mas apenas 62% dos trabalhadores concordam com isso”. 

Um (grande) buraco entre intenção e percepção

Aproximadamente 20% de diferença na percepção não é apenas um detalhe estatístico. O buraco pode ser maior e revelar uma distância entre intenção e percepção. Entre o que lideranças acreditam ouvir e o que as equipes conseguem dizer. Mais que relatórios e reuniões, entender desafios é estar presente (na rotina, nos desafios, nos imprevistos). Principalmente com disposição para ouvir. E a tão falada escuta ativa também demanda um outro cuidado: não perguntar apenas para confirmar o que acredita, mas perguntar para compreender as expectativas desalinhadas, as decisões incompreendidas, o sentimento de desconexão. 

Nos ruídos estão as angústias, e também as soluções. A gente acaba se preocupando muito com o que falar, como falar, quando falar, mas investe menos energia em ouvir. Quer um exemplo? No mesmo relatório de tendências, “enquanto 69% dos líderes acreditam que seus colaboradores possuem um plano de carreira, apenas 27% dos profissionais concordam”. O problema é de comunicação, é de gestão ou é estrutural da empresa? Quanto mais a gente pergunta, mais compreende a real solução (se é que ela existe).

Se eu discordo, é melhor ficar quieto

Um aspecto que atravessa a escuta é a confiança. Minha liderança vai ouvir o que vou falar? Posso confiar? Essa informação não vai ser usada contra mim? A empresa não costuma penalizar pessoas que falam a verdade? Portanto, querer ouvir vai além de perguntar. Demanda criar ambientes e relações em que haja espaço para um diálogo, principalmente quando ele tem discordâncias e críticas.  

A pesquisa Glassdoor’s Worklife aponta que “palavras que destacam essa desconexão (entre líderes e liderados) aumentaram nas avaliações do Glassdoor: 24% para desconexão, 25% para falta de comunicação, 26% para desconfiança e impressionantes 149% para desalinhamento”.

Se você quer realmente entender sua equipe e ter mais alinhamento, prepare o caminho para perguntar mais “por quês?”. Fazendo isso, você: 

  • Diminui hipóteses e aumenta escutas;
  • Amadurece a cultura organizacional a ponto de ser possível ouvir as pessoas;
  • Constrói relações confiáveis e transparentes para não tapar os ouvidos para o que é difícil;
  • Compreende, de fato, o que acontece e cria planos de ação que saiam do papel.

É preciso perguntar de verdade, e sustentar as respostas

Vitor, mas você não tá deixando muita responsabilidade nas costas das lideranças? Okay, também é um ponto de vista. E, para esse, eu escrevi com uma outra perspectiva (expectativas injustas) que pode ser conferida no capítulo Liderança Comunicadora, do Relatório Diálogos Supera 2025

Por Vitor Morais, diretor de Conteúdo e Planejamento na Supera Comunicação

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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O líder como influenciador da cultura organizacional https://blog.dialog.ci/o-lider-como-influenciador-da-cultura-organizacional/ https://blog.dialog.ci/o-lider-como-influenciador-da-cultura-organizacional/#respond Mon, 06 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6182 É comum as empresas usarem dois substantivos quando desejam falar sobre o papel do líder na construção ou consolidação da Cultura Organizacional: “embaixador” e “agente”. Frases como “o líder deve ser um embaixador da cultura” ou “o líder tem que agir como um agente da cultura” são ditas com frequência no ambiente corporativo. Embaixador da […]

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É comum as empresas usarem dois substantivos quando desejam falar sobre o papel do líder na construção ou consolidação da Cultura Organizacional: “embaixador” e “agente”. Frases como “o líder deve ser um embaixador da cultura” ou “o líder tem que agir como um agente da cultura” são ditas com frequência no ambiente corporativo.

Embaixador da Cultura Organizacional

A palavra “embaixador” tem origem no latim medieval “ambactiare”, que significa “ir em missão, representar alguém”. Embaixador é chamado o representante oficial de um país em outro; ele atua em nome do governo de seu país para manter relações políticas, econômicas e culturais. Essa palavra também é usada para definir alguém que representa uma causa, marca, instituição ou ideia. 

Porém, no ambiente corporativo, o termo parece mais adequado para identificar alguém que representa a empresa em outro ambiente, não nela própria. Exemplo: um profissional que fala em nome da empresa ou sobre ela em uma entidade de classe.

Agente da Cultura Organizacional

A palavra “agente” vem do latim “agens”, particípio de “agere”, que significa “agir, fazer, conduzir”, o que passa a ideia de ação ou intervenção.

Com certeza, essa é uma palavra que pode ter relação com o papel do líder em um processo de construção, evolução ou transformação cultural. Entretanto, é preciso levar em consideração que a Cultura Organizacional começa a ser construída desde que a empresa nasce. Da mesma forma, a cultura já existe quando passa por um processo de transformação ou evolução. Isso significa que o líder nem sempre age na concepção ou decisão desses processos. Normalmente, cabe a ele conhecer a Cultura Organizacional profundamente, representá-la e praticá-la juntamente à sua equipe.

Estou descartando as palavras “embaixador” e “agente” não porque são usadas de forma incorreta pelas empresas. Aquelas que as usam, o fazem porque entenderam ser o correto, porque melhor se adequa ao seu jeito ou porque não encontraram uma palavra melhor. O descarte que estou fazendo é intencional e tendencioso, pois defendo o termo “influenciador” no meu novo livro “Influenciar é liderar – Nada mais, nada menos”.

O verbo “influenciar” tem origem no latim “influere”, que significa “fluir para dentro”. A raiz é composta por “in (dentro) + “fluere” (fluir) e, originalmente, representava algo que flui invisivelmente de uma coisa para outra, como uma força ou um poder que exerce efeito.

Com o tempo, esse conceito passou a significar, também, a capacidade de afetar ou moldar pensamentos, comportamentos ou decisões.

Essa definição já é suficiente para colocar a palavra “influenciador” em um lugar de destaque quando o objetivo é definir o papel do líder na sua relação com a Cultura Organizacional.

Líderes influenciadores, hoje, são aqueles que conseguem engajar, inspirar, comunicar e gerar impacto por meio da prática dos valores definidos pela organização, não mais por imposição, mas por conexão e propósito.

No novo mundo do trabalho, a influência que um líder pode exercer está menos ligada à sua posição e mais à sua capacidade de mobilizar pessoas e ideias em torno do propósito e dos valores da empresa. Portanto, quanto mais líderes influenciadores da Cultura Organizacional uma empresa tiver, mais engajados serão os seus colaboradores.

Por Analisa de Medeiros Brum, Fundadora e Conselheira da HappyHouse – Agência de Endomarketing.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Inteligência Artificial na CI: dos prompts ao papel estratégico das lideranças na área https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-ci-dos-prompts-ao-papel-estrategico-das-liderancas-na-area/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-ci-dos-prompts-ao-papel-estrategico-das-liderancas-na-area/#respond Thu, 24 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5999 A Comunicação Interna está passando por uma evolução significativa, especialmente com a ascensão das plataformas de Inteligência Artificial e seus múltiplos usos nas estratégias de engajamento de colaboradores, sobretudo quando pensamos sobre o Gemini (Google) e o ChatGPT. As lideranças na área de Comunicação nas organizações enfrentam o desafio intenso e acelerado de se adaptar […]

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A Comunicação Interna está passando por uma evolução significativa, especialmente com a ascensão das plataformas de Inteligência Artificial e seus múltiplos usos nas estratégias de engajamento de colaboradores, sobretudo quando pensamos sobre o Gemini (Google) e o ChatGPT.

As lideranças na área de Comunicação nas organizações enfrentam o desafio intenso e acelerado de se adaptar a um ambiente que se torna, cada vez mais, mediado por tais tecnologias, enquanto precisam manter a conexão humana e o vínculo afetivo dos profissionais e times com suas marcas empregadoras. Talvez o momento nunca tenha sido tão propício para refletirmos acerca do papel crítico das lideranças de CI à luz das evoluções trazidas pela IA, com base em dados de pesquisas recentes.

Tive acesso recentemente a um estudo realizado pelo Instituto de Comunicação Interna (IoIC), entidade britânica que realiza pesquisas sobre os mais variados temas. Divulgado em março, ele aponta que 56% dos profissionais de CI relataram um aumento exponencial nas responsabilidades e nos papéis de suas áreas na construção de estratégias e planos comunicacionais sobre gestão da mudança nas mais variadas organizações mundo afora.

51% dos profissionais ouvidos notaram um crescimento do mesmo propósito quanto a enfatizar os benefícios da transformação digital e suas tecnologias para o incremento da produtividade nos ambientes de trabalho — e aqui podemos interpretar como parte da evolução acima comentada, principalmente no que diz respeito ao uso da IA para acelerar e qualificar entregas do dia a dia.

Este cenário evidencia a necessidade de uma abordagem cada vez mais sensível e produtora de sentido na Comunicação Interna, na qual as lideranças de área desempenham um papel essencial.

A IA evolui como uma ferramenta que pode otimizar processos, gerar conteúdos em segundos, checar informações, traduzir contextos e documentos e analisar dados, permitindo uma Comunicação Interna, sem dúvida, mais eficiente. 

Por exemplo, a mesma pesquisa do IoIC aponta que 70% dos colaboradores se sentem mais conectados com suas empresas quando as comunicações internas são personalizadas, e a IA facilita essa personalização ao segmentar mensagens-chave e narrativas com base nas preferências dos funcionários, ou seja, nos seus hábitos de consumo comunicacional. 

Uma tecla na qual temos batido, aqui no Grupo In Press, desde que desenvolvemos nossa metodologia de diagnóstico em CI que procura integrar visões entre aquilo que o profissional “consome” de informação, lazer e entretenimento no seu dia a dia, fora da organização, e o que ele usa para se informar a respeito das tarefas e esforços que precisa entregar na sua jornada de trabalho.

Evolução para ontem

Fato é que, apesar das oportunidades ofertadas pela IA, as lideranças de comunicação nas empresas enfrentam uma “realidade agridoce”. A mesma pesquisa indica que apenas 30% dos profissionais se sentem totalmente equipados para atender às “novas” demandas de suas funções. A sobrecarga de trabalho, com uma média de 15 áreas demandantes dos serviços de CI sob a sua responsabilidade, e a falta de recursos e times são desafios constantes, como revela também recente pesquisa feita pela Aberje, em parceria com a Ação Integrada.

Fonte: Aberje e Ação Integrada.
Fonte: Aberje e Ação Integrada.

Além disso, 80% dos profissionais expressam sentimentos negativos sobre o seu trabalho, o que pode impactar na sua capacidade de engajar colaboradores.

A evolução do papel das lideranças de Comunicação interna junto às possibilidades que o uso, cada vez mais voraz, da Inteligência Artificial pelas empresas têm alavancado passa pelo primeiro entendimento destes gestores de que é preciso ir muito além de aprender a construir prompts e a demandar as plataformas. Esse é o passo mais simples, no qual muitos comunicadores ainda estão engatinhando.

O presente nos pede uma responsabilidade estratégica não apenas quanto à governança sobre o uso da IA pela área de CI, mas que saibamos guiá-la quanto à fundamentação de tudo aquilo que ela nos aporta e de como nos ajuda a impactar de forma sustentável os negócios das empresas. 

E aqui estamos falando sobre a nossa missão de seguir interrelacionando pessoas dentro desse universo e extraindo delas, de forma colaborativa, caminhos para a continuidade do sucesso de engajamento aos canais da matriz de CI. Porque, sim, eles continuarão existindo, só que agora “alimentados” por meio de iniciativas ainda mais cocriativas.

Os líderes de comunicação devem se tornar facilitadores da transformação digital, utilizando a IA como uma aliada para melhorar a experiência do colaborador. Isso envolve não apenas a adoção de ferramentas de IA, mas também o desenvolvimento de competências críticas, como pensamento estratégico e letramento digital. 

Veja: o estudo do IoIC aponta que 39% dos profissionais de CI consideram o pensamento estratégico uma prioridade para seu desenvolvimento.

Além disso, as lideranças devem priorizar estratégias ligadas ao desenvolvimento de atitudinais de soft skill, como empatia e mediação. Tudo porque embora a IA possa automatizar muitas tarefas, a autenticidade nas mensagens e a habilidade de construir relacionamentos são insubstituíveis ao humano. Seguir traduzindo a visão e o propósito organizacional em mensagens que inspirem e motivem os colaboradores ainda é um horizonte possível e necessário para muitos de nós, comunicadores.

Quando for revitalizar sua matriz de canais, sob esse prisma mais digital, a integração deles com plataformas de IA deve ser uma condição irrevogável para a adoção da ferramenta. Se a ideia é que esses “novos canais” sigam funcionando como os únicos hubs onde a vida profissional de um colaborador está contida, é importante não incentivar dispersão para outros caminhos. Disso fundamentalmente dependerá o sucesso do engajamento.

E lembre-se: estamos vivendo, neste exato momento, uma segunda grande onda quanto à descentralização da capacidade de criar e veicular conteúdos enriquecidos e, aparentemente, com grande veracidade, refletores de diversas realidades, a exemplo do que experimentamos há cerca de 30 anos, quando os meios de comunicação e a imprensa tradicionais passaram a disputar espaço com blogs, redes sociais e comunidades — e, posteriormente, lista de transmissões no WhatsApp etc. 

Agora, com o uso da IA, todos se tornam autênticos roteiristas, diretores de cena, podcasters, produtores de TV, criadores de apresentações institucionais ou comerciais, ainda que sequer tenham estudado para isso. Os prompts já oportunizam o “reinventar” dessas funções e, pasmem, com um bom nível de qualidade que só aumenta a passos largos, diariamente.

Então, se acostume à proliferação de “comunicações sombra”, sobretudo na sua CI, onde outros departamentos ou áreas assumem responsabilidades de comunicação, passando informalmente a exercer essa chamada descentralização. Em vez de refletir sobre o risco, minha dica é que aceite essas sombras e trabalhe de forma eficaz o alinhamento delas, trazendo-as para dentro do seu jogo. O trabalho da liderança de CI, mais do que nunca, é evitar mensagens fragmentadas que levem à erosão da confiança entre áreas. Do contrário, é game over!

Fonte: Aberje e Ação Integrada.

As organizações que souberem equilibrar a eficiência da IA com uma liderança humanizada, mediadora de conflitos e indutora das transições que já estão acontecendo ou estão por vir, estarão mais bem posicionadas para engajar seus colaboradores e prosperar em um ambiente de negócios em constante mudança, criando um espaço onde a Comunicação Interna se torna um verdadeiro motor para a resiliência e o comprometimento.

Por Adriano Zanni, Diretor de Atendimento e especialista em Comunicação Interna no Grupo In Press.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/ https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/#respond Mon, 07 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6015 Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada.  Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em […]

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Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada

Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em 2024, indica que mais de 62% dos líderes precisam ajustar suas formas de se comunicar com base na cultura da empresa. Ou seja: a comunicação é uma pauta importante não só para a gestão de pessoas, mas também para a sustentação de indicadores que impactam o sucesso do negócio

Esses números mostram que o tema ainda exige muita atenção por parte dos departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos — principalmente se levarmos em consideração que, de acordo com a Gallup, 70% da variação do engajamento da equipe pode ser atribuída à liderança.

Se o líder é um reflexo de tudo aquilo que a empresa deseja promover internamente, ele precisa saber se comunicar bem. Por outro lado, não basta esperar que isso aconteça de forma espontânea: é necessário oferecer suporte, criar oportunidades e desenvolver as habilidades necessárias para que essas pessoas se sintam confiantes e preparadas para somar esforços à estratégia.

A seguir, compartilharemos três estratégias práticas que podem ser adotadas para tornar a Comunicação Interna cada vez mais presente e relevante entre os gestores. Confira.

1. Crie rituais simples e objetivos na rotina da liderança

Antes de tudo, é fundamental conscientizar as pessoas a respeito do que é a Comunicação Interna e de qual é o papel que a área tem para o bom andamento da empresa. Imaginando que isso já foi feito, é hora de estabelecer pequenos rituais que aproximem as lideranças das atividades desse setor. 

Uma boa prática é reservar, na agenda do líder, 10 ou 15 minutos por dia para acessar o canal de Comunicação Interna. Esse tempo deve ser dedicado a ler mensagens, responder comentários, fazer uma publicação e participar de iniciativas como campanhas, pesquisas ou quizzes. Caso esse compromisso diário não seja possível, é crucial que o acesso seja feito pelo menos duas vezes por semana. 

Para que essa ação passe a integrar, de fato, a rotina da liderança, inclua lembretes recorrentes nos calendários. Se quiser dar uma ajudinha a mais, compartilhe roteiros com sugestões de conteúdo e até uma curadoria com os assuntos mais importantes para comentar. Assim, os líderes já terão um ponto de partida, o que reduz a barreira de entrada na Comunicação Interna.

Com o tempo, a ideia é que a recorrência obrigatória se torne parte de uma atividade orgânica da rotina. Assim, a presença da liderança no canal de Comunicação Interna deixará de ser apenas um checklist e passará a compor a estratégia. Afinal, líderes ativos e comunicadores fortalecem o espaço de informação, de cultura e de engajamento. 

2. Ofereça capacitações direcionadas ao canal

Por já estarem acostumadas a falar com suas equipes em reuniões presenciais ou virtuais, algumas lideranças podem relutar em utilizar os canais de Comunicação Interna. Muitas vezes, essa aversão às plataformas vem do fato de que o líder pode não saber se posicionar bem publicamente ou enfrentar dificuldades com novas ferramentas digitais. 

Se esse for o caso, a atuação conjunta da Comunicação Interna e do RH é imprescindível. Para mudar essa realidade, promova workshops curtos e objetivos que mostrem, na prática, como criar boas publicações, responder comentários com empatia e participar de conversas no canal interno de forma estratégica. Também ofereça um treinamento inicial para apresentar as funcionalidades da plataforma escolhida. 

Essas capacitações podem incluir simulações, trazendo exemplos reais da própria empresa e indicando a melhor forma de se portar em diversos momentos. Por exemplo: atualizações semanais de cada área, contratação de novos colaboradores, conquista de certificações, aniversariantes do mês e até uma possível gestão de crise. Isso gera envolvimento e diminui o receio de agir ou falar errado.

Quando os líderes percebem que têm apoio para se comunicar — e não estão sendo julgados, mas sim incentivados — a postura muda. A comunicação deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma ferramenta. E o melhor: esse tipo de capacitação pode ser incluído no programa de desenvolvimento de liderança da empresa, tornando-se parte da jornada contínua de formação.

3. Reconheça e valorize quem comunica bem

Líderes também são colaboradores que buscam reconhecimento. Lembrar disso é essencial para o desenvolvimento desses profissionais. Se a empresa quer uma liderança comunicadora, precisa mostrar que esse comportamento é valorizado — e isso pode ser feito tanto por meio de premiações quanto por meio de pequenos estímulos na própria plataforma digital.

Uma ação simples que pode partir da Comunicação Interna é destacar as lideranças que melhor utilizam os canais corporativos. Na Dialog, por exemplo, isso pode ser feito por meio de recursos como ranking e máscaras de foto com mensagens como “líder que inspira”, “top voz”, “líder que comunica e engaja” e outras. 

Além disso, é possível utilizar os canais de comunicação para compartilhar cases inspiradores de líderes que obtiveram bons resultados em Comunicação Interna. Melhora no clima do time, maior engajamento da equipe ou alcance de metas podem ser indicadores analisados. Números ajudam a mostrar, na prática, que a presença ativa da liderança no canal contribui para o bem-estar e a performance.

Essa cultura de valorização reforça que habilidades comunicacionais são requisitos inegociáveis. Dessa forma, mais do que reconhecer aqueles que fazem um bom trabalho nesse sentido, essa prática estimula os que ainda estão começando. Ao enxergar o canal de Comunicação Interna como um espaço de visibilidade e impacto positivo, as lideranças assumem protagonismo e se tornam aliadas do negócio como um todo. 

Tudo isso é mais fácil com a Dialog

Colocar essas e outras estratégias em prática a fim de incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é muito mais fácil quando a empresa conta com um canal como a Dialog.

Aliando uma plataforma completa a pequenas mudanças na agenda, capacitações bem direcionadas e reconhecimento contínuo, é possível desenvolver uma liderança que comunica, inspira e engaja. Quer ver a Dialog em funcionamento? Receba uma apresentação gratuita

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Qual é o papel da liderança na Comunicação Interna? https://blog.dialog.ci/qual-e-o-papel-da-lideranca-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/qual-e-o-papel-da-lideranca-na-comunicacao-interna/#respond Tue, 27 May 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5880 Assim como em tantas outras áreas e iniciativas, é papel das lideranças inspirarem pelo exemplo, garantindo sua participação ativa na Comunicação Interna das empresas A resposta mais simples para a pergunta que dá título a este artigo é bastante direta: o papel da liderança na Comunicação Interna é o mesmo que em qualquer outra área […]

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Assim como em tantas outras áreas e iniciativas, é papel das lideranças inspirarem pelo exemplo, garantindo sua participação ativa na Comunicação Interna das empresas

A resposta mais simples para a pergunta que dá título a este artigo é bastante direta: o papel da liderança na Comunicação Interna é o mesmo que em qualquer outra área da empresa. 

Afinal, assim como líderes proativos promovem a comunicação e incentivam o engajamento dos colaboradores, a falta de participação deles pode comprometer a eficácia das estratégias comunicativas.

Mas como diferenciar o papel de líderes e liderados nesse processo? E como fortalecer as lideranças para apoiarem essa jornada? Algumas reflexões podem nos ajudar a esclarecer essas questões.

Liderança engajada, Comunicação Interna mais assertiva

A atuação da liderança impacta diretamente o sucesso organizacional em todos os níveis, e na Comunicação Interna isso não seria diferente. 

Um exemplo comum de como essa relação acontece costuma aparecer nas pesquisas de clima das empresas: nelas, por vezes, surgem indicadores preocupantes sobre a Comunicação Interna que, ao serem esmiuçados, mostram se referir à comunicação entre líderes e liderados, e não à área ou às iniciativas de Comunicação Interna propriamente ditas. 

Em outras palavras, podemos dizer que proporcionar um ambiente de comunicação clara e eficiente não é apenas papel de uma área, mas também de toda liderança, e isso pode ser determinante para a efetividade das estratégias de comunicação como um todo. 

Além disso, uma liderança ativa na Comunicação Interna proporciona: 

  • Engajamento

Como dissemos no início deste artigo, liderar pelo exemplo sempre será uma das principais funções da liderança, e os números reforçam a importância dessa atuação. Uma pesquisa da Grammarly, por exemplo, indica que empresas com lideranças comprometidas possuem equipes 25% mais engajadas. 

  • Feedback contínuo

Líderes atuantes na Comunicação Interna reverberam as mensagens-chave com espontaneidade, mantêm suas equipes informadas e deixam as portas abertas para que os colaboradores compartilhem suas opiniões e sugestões. Para além da comunicação, estamos falando da criação de um ciclo de aprimoramento constante.

  • Confiança

A liderança disposta a ouvir seus colaboradores, que compartilha informações de forma contínua e reforça a construção da cultura da empresa, estabelece um clima de confiança fundamental para a colaboração em todos os níveis. 

Liderança omissa, Comunicação Interna enfraquecida

Sim, claro, infelizmente o efeito contrário também é verdade. E para ilustrar seu impacto, vamos compartilhar dois exemplos que já testemunhamos por aqui. 

Imagine que a área de compliance organize um evento sobre a importância do tema para a cultura organizacional, mas nenhum líder, de nenhum dos níveis da empresa, marca presença nas ações proporcionadas. O que essa ausência está comunicando aos colaboradores?

Outro exemplo que talvez você já tenha visto por aí costuma acontecer durante a adoção de redes sociais internas ou de aplicativos de Comunicação Interna interativos. 

Embora a iniciativa gere boa aceitação, é comum notar a baixa participação de determinados grupos ou equipes, por vezes motivada diretamente por alguma liderança que reforça a visão distorcida de que “colaboradores muito engajados nessas iniciativas estão deixando de trabalhar para fazer algo menor”. Sim, infelizmente essa visão ainda é comum por aí. 

A boa notícia é que é possível reverter esse olhar e tirar o melhor proveito das estratégias e iniciativas que a Comunicação Interna tanto se esforça para implementar.

Como fortalecer a sua liderança para fortalecer a sua Comunicação Interna 

Cada organização possui suas particularidades, que devem ser consideradas ao desenvolver qualquer estratégia, mas algumas práticas já se mostraram eficazes em diversos contextos. Por exemplo:

  • Capacitação em comunicação

Oferecer treinamentos para aprimorar as habilidades comunicativas dos líderes pode aumentar significativamente a eficácia da comunicação, tanto interna quanto externa.

  • Canais de comunicação

Contar com canais de comunicação com propósitos claros e interconectados é uma estratégia eficiente, que pode e deve ser fortalecida com a presença da liderança ativa, compartilhando informações e recebendo feedbacks em diferentes contextos.

  • Comunicação horizontal

Estimular um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se comunicar livremente, além das hierarquias formais, é uma forma concreta de criar a comunicação de mão dupla, crucial para o fortalecimento da cultura organizacional.

Para finalizar, vale lembrar: além de motivar e engajar os colaboradores, a participação ativa da liderança na Comunicação Interna também reverbera a construção de uma imagem sólida da empresa no mercado.  E aí, mãos à obra? 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Tendências de Comunicação Interna: quais são e como a Dialog te ajuda a aplicá-las https://blog.dialog.ci/tendencias-de-comunicacao-interna-quais-sao-e-como-a-dialog-te-ajuda-a-aplica-las/ https://blog.dialog.ci/tendencias-de-comunicacao-interna-quais-sao-e-como-a-dialog-te-ajuda-a-aplica-las/#respond Wed, 05 Mar 2025 15:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5690 Se você é um profissional antenado, já deve ter previsto quais são as principais tendências de Comunicação Interna em 2025. Isso porque sabemos que, embora alguns desafios permaneçam os mesmos, a cada ano a área precisa se adequar para atender às necessidades do mercado e das pessoas. Recentemente, a Aberje e a Ação Integrada divulgaram […]

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Se você é um profissional antenado, já deve ter previsto quais são as principais tendências de Comunicação Interna em 2025. Isso porque sabemos que, embora alguns desafios permaneçam os mesmos, a cada ano a área precisa se adequar para atender às necessidades do mercado e das pessoas.

Recentemente, a Aberje e a Ação Integrada divulgaram a nova edição da pesquisa anual sobre o tema. Além das tendências de Comunicação Interna, o relatório também apontou quais são os principais desafios, objetivos, canais e processos da área. 

Se você ainda não teve a oportunidade de conferir o estudo, fique por aqui. E se você já acompanhou os resultados, continue a leitura também porque neste artigo vamos te mostrar como a Dialog pode te ajudar a aplicar essas tendências no seu dia a dia. 

Segmentação e personalização no topo das tendências

Em 2025, os comunicadores acreditam que a grande tendência de Comunicação Interna será intensificar a segmentação e a personalização de narrativas e mensagens. Isso é ótimo, porque a área precisa definir formas mais eficientes de se comunicar com diferentes públicos internos. A segmentação e a personalização aumentam a identificação das pessoas com a marca e ainda evitam a infoxicação nos canais da empresa.

Além disso, o uso de recursos audiovisuais, a transparência na Comunicação Interna e a valorização das emoções também recebem destaque. Isso mostra que os profissionais da área têm entendido que a comunicação corporativa precisa ter como foco as pessoas e suas formas de se relacionar com o conteúdo

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A nossa plataforma de Comunicação Interna permite a segmentação da mensagem por meio de filtros e da criação de grupos fechados. Além disso, a Dialog também te ajuda a personalizar a comunicação com o Power AI Creator, nosso recurso de Inteligência Artificial com foco em produção de conteúdo. 

Falando em utilização de linguagens audiovisuais, a Dialog também é a ferramenta perfeita. No nosso canal de comunicação, você consegue publicar textos, imagens, vídeos, arquivos e ainda compartilhar links variados.

Comunicação Interna

Engajar as lideranças permanece como principal desafio

De fato, conquistar o engajamento das pessoas não é uma tarefa fácil para a Comunicação Interna — e engajar as lideranças como comunicadores continua sendo o principal desafio da área. Este é o nono ano consecutivo em que esse tema aparece no topo do ranking, mas precisamos admitir que houve um singelo avanço. Nos últimos três anos, o percentual correspondente a esse desafio diminuiu: 74% em 2023, 64% em 2024 e 59% em 2025. 

Comunicar a cultura da empresa, fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais e melhorar a mensuração e a gestão de dados também continuam sendo importantes desafios para a Comunicação Interna. A boa notícia é que com a plataforma certa é muito mais fácil superá-los!

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Falou em engajamento, falou em Dialog! A estrutura da nossa plataforma foi pensada para estimular o engajamento dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos. Isso porque, além de ter uma interface intuitiva, o nosso canal permite que todas as pessoas sejam incluídas no fluxo da Comunicação Interna — o que estimula a participação e o senso de pertencimento. 

E mais: temos o exclusivo Índice Dialog de Engajamento, um recurso que te ajuda a monitorar o engajamento dos colaboradores, fazer benchmarking com outras empresas do mesmo setor e ainda receber análises preditivas do comportamento dos usuários

Com uma plataforma como essa, disponível nas versões mobile e desktop, é muito mais fácil comunicar a cultura da empresa, atingir públicos operacionais e melhorar a mensuração e a gestão de dados. 

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Fortalecer a cultura e o orgulho lidera os objetivos da área

Não é à toa que fortalecer a cultura e o orgulho é o objetivo número 1 da Comunicação Interna em 2025. Afinal, esse sentimento de pertencimento é o que faz com que os profissionais se sintam respeitados, valorizados e, consequentemente, dispostos a ajudar a empresa a prosperar. 

A Comunicação Interna tem um papel importantíssimo nessa jornada, pois é por meio da comunicação que a cultura organizacional deixa de ser um mandamento no papel e se torna parte do dia a dia de quem trabalha ali. 

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog pode ajudar a sua empresa a atingir esse objetivo centralizando a Comunicação Interna em um único canal e incluindo, ali, todas as pessoas que fazem parte da organização. Nenhuma cultura é fortalecida quando existem colaboradores que não se sentem parte da companhia

Garantimos um acesso descomplicado à plataforma, já que o cadastro do colaborador pode ser feito via matrícula, CPF ou e-mail. Simples assim! Com a Dialog, ninguém precisa estar no escritório para acompanhar a Comunicação Interna.

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Canais internos são imprescindíveis para qualquer estratégia

Sabemos que a Comunicação Interna acontece de diferentes formas, inclusive nos corredores e de boca a boca. Porém, também sabemos que a forma mais eficaz de entregar informações é por meio dos canais internos formais, como intranet, rede social corporativa, e-mail, TV etc. 

A pesquisa trouxe justamente esse dado. No ranking de efetividade, os canais internos formais assumem a posição de liderança. Até porque, sem eles não é possível organizar a Comunicação Interna nem acompanhar o desempenho das ações desenvolvidas.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Se os canais internos formais já são vistos como eficientes pelas empresas, um canal de Comunicação Interna como o da Dialog conquistará o coração dos profissionais de CI e RH

Nossa plataforma centraliza informações, facilita o acesso a galerias e documentos, permite a realização de quizzes e pesquisas, otimiza a consulta de benefícios, disponibiliza um calendário de eventos, segmenta e personaliza a comunicação, traz dados quantitativos e qualitativos, bem como permite a integração com diferentes sistemas e módulos especiais. 

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E-mail é coisa do passado? Não para a Comunicação Interna 

Sim! As pessoas ainda usam e-mail e esse canal se mostra muito presente nas empresas que têm um grande número de colaboradores administrativos. Embora o percentual tenha caído em comparação a 2024, quando os comunicados via e-mail registravam 89% das respostas, não há qualquer previsão de descontinuidade dessa importante ferramenta de comunicação. 

O e-mail também é o canal mais mais efetivo para os gestores e os profissionais que atuam na área Comercial. Esse recurso é bastante útil quando a Comunicação Interna acontece de forma unilateral; ou seja, a empresa comunica o que precisa ser dito sem almejar uma interação direta das pessoas a partir daquela mensagem.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog é mais do que uma intranet ou uma rede social corporativa, ela é uma plataforma completa de Comunicação Interna! Isso significa que acompanhamos as tendências do mercado para entregar soluções cada vez mais personalizadas, eficientes e condizentes com a realidade de cada organização. 

Por isso, oferecemos a você o Dialog Smart E-mail — mas não se engane: esse recurso não é um simples serviço de e-mail convencional. O nosso produto foi pensado a fim de garantir exclusividade para uso corporativo, o que diminui consideravelmente a probabilidade da sua mensagem cair no spam. 

Além disso, trazemos métricas e insights valiosos, facilitamos a personalização, permitimos o agendamento, oferecemos envio cadenciado e cancelamento parcial, duplicamos sua campanha em poucos segundos e ainda utilizamos a segmentação como parte da estratégia.

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Já passou da hora de digitalizar a CI para o público operacional

Dá para acreditar que, em muitas empresas, o público operacional ainda não é incluído no fluxo digital da Comunicação Interna? Isso provavelmente acontece em organizações que ainda não conheceram a Dialog, pois a nossa plataforma traz a solução para esse desafio. 

Além desse panorama que desenha um cenário off-line, a pesquisa da Aberje ainda traz um dado alarmante: 50% das empresas não segmentam a Comunicação Interna para o público operacional que atua fora das unidades. Ou seja: além de estarem excluídas do processo formal de digitalização, essas pessoas ainda não recebem informações personalizadas.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Para começar, a Dialog pode ajudar acabando com essa segregação que define quem consome informação digital e quem precisa se limitar a canais obsoletos. Não estamos dizendo que veículos como a TV corporativa e o mural impresso não podem ser eficientes, mas acreditamos que eles não suprem — sozinhos — as necessidades de uma Comunicação Interna verdadeiramente estratégica. 

Com a Dialog, sua empresa alcança 100% do público interno, entre administrativos e operacionais, no mesmo canal de comunicação. Inclusive, a nossa plataforma permite a integração com diversos sistemas, como a TV corporativa. Isso facilita ainda mais a gestão da sua CI, permitindo que ela amplie o alcance da mensagem e trabalhe a informação com mais eficiência. 

Na Dialog, atingimos o público operacional de empresas do Agronegócio, do Varejo, da Saúde, da Indústria, da Logística e Mobilidade. Conheça nossos cases.

Tecnologia como aliada da Comunicação Interna

Se a tecnologia ocupa cada vez mais espaço na nossa vida, por que na Comunicação Interna seria diferente? O estudo de tendências mostra que a procura por inovações tecnológicas tem crescido na área, que busca cada vez mais o uso de chatbots e assistentes virtuais, bem como recursos que facilitam a geração de conteúdo, a tradução, a gamificação e a análise de sentimentos. 

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Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog investe em Inteligência Artificial desde 2023 e, de lá pra cá, construiu um inovador ecossistema de Inteligência Artificial para Comunicação Interna. Esse ecossistema contempla três módulos: o Power AI Creator, o Índice Dialog de Engajamento e o AI Insights, nosso mais novo lançamento.

Com essas tecnologias, você consegue otimizar e personalizar a produção de conteúdo, acompanhar o engajamento dos colaboradores de um jeito inteligente, e receber insights exclusivos sobre a sua estratégia de Comunicação Interna. 

Não basta comunicar, é preciso mensurar 

Se antes a mensuração assombrava os profissionais da área em função da dificuldade de identificar e analisar indicadores, agora o grande desafio é construir um relatório robusto e coerente para mostrar o valor estratégico da Comunicação Interna. 

As empresas estão cada vez mais cientes de como o setor consegue apoiar o negócio na conquista de resultados expressivos. Por isso, a Comunicação Interna precisa contar com ferramentas capazes de oferecer insights e medir mudanças no comportamento dos colaboradores.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Com um dashboard rico em dados, a nossa plataforma oferece às empresas mais de 50 indicadores para turbinar a mensuração e a análise de dados. 

Além disso, a Dialog também conta com recursos exclusivos, como o Índice Dialog de Engajamento e o AI Insights. Essas duas tecnologias utilizam Inteligência Artificial para entregar análises preditivas, fazer avaliações detalhadas do uso da plataforma e sugerir melhorias para a estratégia da sua Comunicação Interna.

Está esperando o que para investir em uma plataforma de Comunicação Interna que acompanha todas as tendências do mercado? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

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Não basta uma boa história de marca; é preciso saber contá-la https://blog.dialog.ci/nao-basta-uma-boa-historia-de-marca-e-preciso-saber-conta-la/ https://blog.dialog.ci/nao-basta-uma-boa-historia-de-marca-e-preciso-saber-conta-la/#respond Mon, 25 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5351 A construção da reputação entre públicos internos começa por boas práticas e em uma narrativa que mostre a proposta de valor da organização. E a liderança tem papel-chave como embaixadora dessa proposta A forma como as empresas atuam, seja no cumprimento das regras e leis, no que leva em consideração durante a tomada de decisão […]

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A construção da reputação entre públicos internos começa por boas práticas e em uma narrativa que mostre a proposta de valor da organização. E a liderança tem papel-chave como embaixadora dessa proposta

A forma como as empresas atuam, seja no cumprimento das regras e leis, no que leva em consideração durante a tomada de decisão ou na coerência entre discurso e prática, é hoje um elemento essencial na maneira como são percebidas. E, além de garantirem uma governança sólida e que priorize essas questões, elas também precisam comunicar, interna e externamente, de modo estratégico e coeso, como pensam e agem.

Por isso, em um trabalho de construção ou fortalecimento da reputação, é fundamental ter uma narrativa unificada para todos os públicos com quem a organização se relaciona. Ela deve ser baseada em fatos que a corroborem, sem divergências entre o que é divulgado para todos os stakeholders. Materializam-se nessas mensagens o propósito e a proposta de valor da empresa. 

Como principais representantes e difusores da cultura e da narrativa da empresa, temos uma figura central: as pessoas líderes. Sejam da alta ou da média liderança, elas têm maior capacidade de levar esses temas a diferentes públicos por meio de conversas diretas, de postagens em redes sociais, de atitudes, além de influenciar diretamente a percepção que se tem sobre a companhia. E essas pessoas precisam estar devidamente preparadas para isso.

Mas todo esse trabalho estratégico não é tarefa simples. Conseguir priorizar a narrativa e engajar as lideranças como comunicadoras estão entre os principais desafios da área de Comunicação Interna, segundo uma pesquisa da Aberje (2024) relacionada ao setor.

O que a empresa precisa dizer” x “O que o colaborador quer saber”

Desenvolver uma narrativa e uma comunicação engajadoras dialoga diretamente com aquilo que é essencial para contar com líderes que inspiram os demais: a construção coletiva. As mensagens-chave devem ser pensadas para e com os colaboradores a partir de espaços de escuta ativa, de maneira que se sintam parte do que a empresa está construindo, assimilem e contribuam, eles mesmos, para reforçar o EVP (Employee Value Proposition).

Não podemos perder de vista que é missão da Comunicação Interna contribuir para uma experiência de qualidade do colaborador. E, na sua estratégia de atuação, devem constar informações e abordagens que sejam convergentes entre o que a empresa precisa comunicar somado às necessidades e aos comportamentos dos seus públicos internos.

É importante que as pessoas vejam verdade entre o que a empresa fala e faz, reconhecendo os fatos que comprovem o discurso. Do contrário, qualquer evento de vulnerabilidade reputacional pode gerar desconfiança e impactar (ainda mais) o engajamento.

Outro aspecto estratégico central para viabilizar que a narrativa e a comunicação da empresa cheguem a todos os públicos internos é levar em consideração a diversidade de perfis ao desdobrá-las: o conteúdo deve ser segmentado, com as devidas adaptações no tom de voz, na linguagem e nos canais.

A empresa que consegue colocar essas premissas em prática pode ter uma valiosa vantagem no engajamento interno e na sua percepção como marca empregadora. Mas dificilmente pode fazê-lo sem levar em consideração formas de se comunicar com suas equipes para além dos textos institucionais por meio dos canais. É aí que entra a importância dos líderes, como representantes e, também, como um importante meio de dialogar sobre a forma de pensar e as ações da empresa. 

O líder é um agente da comunicação

Para que as pessoas da liderança consigam exercer seu papel como comunicadoras, elas devem, antes de tudo, ser preparadas para isso. Precisam conhecer não apenas o negócio e as metas, mas também a narrativa cultural e quais são as melhores formas de falar em nome da empresa e fazer o cascateamento de mensagens e informações. Os líderes são uma fonte segura de informação.

Eles são responsáveis, sobretudo, pela interação face a face com os colaboradores, sendo uma referência para a vivência da cultura da empresa, a compreensão de temas relevantes e um ambiente de confiança. Esse papel é ainda mais elementar quando falamos de funcionários das áreas operacionais, que nem sempre têm acesso aos canais internos convencionais.

Além dos treinamentos, entre as boas práticas para orientar e engajar os gestores nesse papel, está a criação de um programa de liderança comunicadora, com espaço de troca recorrente entre todos, habilidades esperadas bem definidas, canal para envio de materiais estratégicos e reconhecimento para as pessoas que se destacarem. Entre os benefícios dessa prática, está a identificação de eventuais focos de crise a partir da interação com os colaboradores.

A atitude também importa

Quando o líder se comunica ou mesmo se posiciona sobre qualquer tema em qualquer instância, embora fale em seu nome e seja o autor das ideias, é inevitavelmente associado à organização. E se espera que a sua atitude seja coerente com a narrativa e os atitudinais defendidos pela empresa. Essa, aliás, é uma tomada de consciência essencial na jornada da comunicação.

Um levantamento da Universidade de Stanford apontou, por exemplo, que 65% dos entrevistados acreditam que os líderes de grandes empresas devem usar sua posição para influenciar mudanças sociais, políticas e ambientais. Portanto, envolver os diferentes níveis de liderança não só pode como deve ser parte da estratégia de comunicação das organizações.

Isso reforça a importância de desenvolver as pessoas líderes como comunicadoras. Para a alta liderança, em especial a quem é porta-voz, uma abordagem que tem mostrado bons resultados é a estratégia de liderança do pensamento – que leva em consideração a interseccionalidade entre o indivíduo, a empresa e a sociedade para construir o posicionamento de executivos no on e no off-line.

A média liderança, por sua vez, precisa estar preparada e constantemente atualizada para desempenhar esse papel, pois é o elo entre a forma de pensar e agir da empresa e as pessoas que dela fazem parte. Em ambos os grupos, os valores da organização devem estar refletidos. Isso respeitando a autenticidade e a criatividade de cada um, fundamentais para potencializar qualquer transformação.

Pensando na reputação da empresa como um todo, e em especial como marca empregadora, é essencial que as pessoas líderes conheçam e sejam capazes de reverberar os principais temas relacionados a negócios, práticas ambientais e sociais, além de aspectos mais internos como políticas, benefícios e ações de Diversidade & Inclusão. No fim, Comunicação Interna e liderança se somam na experiência dos colaboradores, e isso impacta diretamente a atração e a retenção de talentos.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Liderança situacional para líderes comunicadores https://blog.dialog.ci/lideranca-situacional-para-lideres-comunicadores/ https://blog.dialog.ci/lideranca-situacional-para-lideres-comunicadores/#respond Wed, 13 Mar 2024 14:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4627 Cada filho é um filho. Você já deve ter ouvido essa expressão sobre as diferenças na educação das crianças; afinal, cada uma possui maneiras, particularidades e potenciais. Ser líder também é entender as necessidades de cada membro da equipe, identificar a maturidade de cada profissional e orientar sua atuação com base nisso. Essa é a […]

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Cada filho é um filho. Você já deve ter ouvido essa expressão sobre as diferenças na educação das crianças; afinal, cada uma possui maneiras, particularidades e potenciais. Ser líder também é entender as necessidades de cada membro da equipe, identificar a maturidade de cada profissional e orientar sua atuação com base nisso. Essa é a chamada liderança situacional.

Algumas pessoas possuem mais desenvolvimento e habilidade em determinadas características do que em outras. Essa curva de autonomia para se adaptar ao momento é analisada no conceito desenvolvido pelos estudiosos Paul Hersey e Kenneth Blanchard.

Na metodologia de liderança situacional, os dois comunicadores defendem que, para ser considerado um líder de alto nível, o profissional precisa não apenas ter um método para conduzir sua equipe, mas sim conseguir se adaptar ao cenário para conduzir a sua gestão.

Ou seja, dependendo da situação em que a empresa está, o líder deve  adaptar o seu relacionamento com o time. Assim, mesmo em momentos de crise, essa pessoa conseguirá se comunicar e engajar a equipe.

A chave do sucesso: autonomia 

Para que a gestão tenha a liberdade de se transformar conforme a necessidade e a realidade do time e da empresa, um ponto importante se faz necessário: a autonomia, considerada a chave da liderança situacional. Os líderes precisam ter essa abertura para que consigam desempenhar seus papéis sem medo de retaliação ou represália.

Por isso é importante realizar treinamentos e disponibilizar conteúdos que estimulem as lideranças e ajudem-as a desenvolver independência de ação, promovendo um ambiente em que se sintam confortáveis para gerir suas equipes de acordo com as demandas da área e da empresa.

Tipos de gestão de acordo com a liderança situacional

Confira, a seguir, alguns tipos de gestão que podem ser aplicados.

  • Direção: Recomendado quando os colaboradores não possuem muita autonomia e devem ser direcionados por seus gestores.
  • Orientação: Ideal quando os colaboradores são mais autônomos e possuem abertura para desenvolver ideias e conceitos que estejam conectados com as estratégias da empresa. Porém, quando o contato é com a alta gestão, esses profissionais ainda precisam de orientação e direcionamento.
  • Apoio: Mais do que apenas um líder direcionador, aqui o gestor deve ser um incentivador e um promotor para os colaboradores de alta autonomia.
  • Autonomia: O papel da tomada de direção não é apenas da liderança, mas de toda a equipe – que possui desenvoltura para lidar com todos os processos. Nesse caso, o líder tem o papel de manter a organização e o engajamento.

Cada colaborador é um colaborador

Como deu para perceber nos estilos de liderança situacional, a conexão com os colaboradores é uma etapa fundamental para o desenvolvimento da gestão. Ter claro esse conhecimento do perfil dos profissionais por área e por cargo é essencial para direcionar melhor o relacionamento. 

Nesse sentido, essa metodologia também define níveis de desenvolvimento em relação aos funcionários. São eles:

  • P1: Quando não há conhecimento técnico e competências desenvolvidas para autonomia.
  • P2: Há experiência em relação ao negócio, mas ainda é necessário apoio para a realização de processos e atividades.
  • P3: Existe o conhecimento, porém, falta a segurança para a autonomia.
  • P4: A equipe é autônoma e apta.

Liderança situacional para uma comunicação mais eficiente

Utilizar as lideranças como multiplicadores da Comunicação Interna e da cultura organizacional é uma estratégia que os comunicadores já conhecem, mas que muitos ainda não entendem como colocar em prática. A liderança situacional pode ser uma ferramenta importante para finalmente tirar esse plano do papel.

Ter o conhecimento das habilidades dos líderes e dos colaboradores – e saber como eles devem se conectar – traz melhorias para a comunicação na empresa. Além disso, a conexão entre o líder e o time gera mais possibilidades de engajamento com a cultura organizacional, tornando a missão, os valores e a visão mais próximos dos colaboradores.

Esse alinhamento cria um ambiente propício para que as mensagens estratégicas da empresa sejam bem recebidas por todos os públicos corporativos, criando um espaço de diálogo transparente, sem desentendimentos e sem medo de represálias. 

O líder comunicador funciona como uma “tecla SAP” entre a empresa e os colaboradores, traduzindo as mensagens para as pessoas que fazem parte da equipe. A liderança situacional ajuda a área de Comunicação Interna a:

  • Entender as inseguranças dos líderes no relacionamento com os liderados e como contornar isso;
  • Planejar o melhor formato para realizar a comunicação entre a área e as lideranças.

Considerando tudo isso, o papel da comunicação é disponibilizar conhecimento e informação para as lideranças. O treinamento desse público é essencial para que ele se sinta preparado para exercer esse papel, mas também para que tenha autonomia e segurança quando for utilizar as mensagens estratégicas da empresa, adaptando-as tanto ao seu estilo de gestão quanto ao nível de maturidade de sua equipe.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Comunicação Interna: como acompanhar a prioridade dos executivos em 2024 https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-como-acompanhar-a-prioridade-dos-executivos-em-2024/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-como-acompanhar-a-prioridade-dos-executivos-em-2024/#respond Tue, 02 Jan 2024 12:46:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4565 Com a chegada de um novo ano, a Comunicação Interna deve saber quais são as prioridades dos executivos para entender como o trabalho da área pode apoiar esses tópicos no decorrer dos próximos meses. Um estudo feito pela Axios HQ destacou 8 temas que estão no radar da alta liderança em 2024, são eles: Eleição […]

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Com a chegada de um novo ano, a Comunicação Interna deve saber quais são as prioridades dos executivos para entender como o trabalho da área pode apoiar esses tópicos no decorrer dos próximos meses.

Um estudo feito pela Axios HQ destacou 8 temas que estão no radar da alta liderança em 2024, são eles:

  1. Eleição presidencial norte-americana;
  2. Inteligência Artificial em todas as empresas;
  3. Economia estável;
  4. Crescimento de burnout e cultura fraca;
  5. Colaboradores operacionais insatisfeitos;
  6. ESG;
  7. Redes sociais, notícias e confiança;
  8. Confusão entre o que é Comunicação e Marketing.

Neste artigo, falaremos sobre 3 deles e mencionaremos como a Comunicação Interna pode contribuir. Confira!

Comunicação Interna e Inteligência Artificial

Sem dúvidas, a Inteligência Artificial foi um dos assuntos mais comentados nas organizações no último ano. A aplicação dessa tecnologia cresceu rapidamente em 2023 e segue como grande tendência em 2024.

O tema está entre os primeiros na lista de prioridades dos executivos, que veem em IA algumas oportunidades de crescimento relacionadas a produtividade e resultados. Já falamos por aqui quais são os benefícios de usar a Inteligência Artificial na Comunicação Interna, pois automatizando processos é possível direcionar o foco a projetos estratégicos.

Em relação ao tema, é esperado que os executivos lidem com questões como: 

  1. Planos públicos para dados privados: Os dados são essenciais para a confiança. A Inteligência Artificial é a virada de chave para transformar dados privados em inteligência utilizável, mas os líderes devem encontrar uma forma segura de fazer isso.
  2. Líderes ambiciosos, mas céticos: Eles viram a web 2.0, o boom das mídias sociais e a regulamentação da FinTech. Eles têm pontos de referência para o que está por vir, mas estão animados e ansiosos por isso.
  3. A necessidade de adaptação: Cada organização precisará de seus próprios padrões para incorporar IA; seja para utilizá-la como inspiração ou como um produto de trabalho completo.

E quais estratégias de Comunicação Interna podem ser adotadas para ajudá-los nessas questões? Algumas dicas dadas pelo estudo são:

  • Dê o exemplo: Incorpore a IA na produção e no envio de comunicados. Compartilhe com outras áreas o que a CI vem aprendendo com esse apoio tecnológico.
  • Sempre defenda a verdade: A IA ainda está propensa a alucinações e preconceitos, por isso é importante contar com o fator humano da Comunicação Interna a fim de evitar qualquer tipo de ruído.

Leia também:

Burnout x engajamento

De acordo com o estudo da BambooHR, colaboradores estão mais infelizes agora do que estavam durante o auge da pandemia. Além disso, os profissionais estão mais desengajados, esgotados e sobrecarregados com informações desnecessárias. Segundo a Axios HQ, isso acontece pois 2023 deveria ter sido um ano de otimização, mas desafios econômicos forçaram as organizações a fazer mais com menos. 

O principal desafio enfrentado pelas organizações em 2024 será fortalecer a conexão com colaboradores. Afinal, o esgotamento dos funcionários nem sempre é ocasionado por trabalho excessivo – podendo ser causado também por baixos níveis de confiança e práticas de microgerenciamento. 

A Comunicação Interna pode ajudar principalmente no combate à infoxicação, analisando e entendendo o melhor fluxo e a quantidade de comunicações. Esse cuidado tem impacto direto na diminuição do desgaste dos colaboradores e no aumento do engajamento.

Insatisfação operacional

O alcance e o engajamento de colaboradores operacionais sempre foi um grande desafio para as organizações. Cerca de 80% da força de trabalho global está alocada na operação e, segundo a Qualtrics, eles são os menos engajados, que menos confiam e com a maior probabilidade de esgotamento.

Mais do que nunca, os executivos precisam nivelar os canais de comunicação, as estratégias operacionais e o reconhecimento de colaboradores para mudar esse cenário antes de perder parte significativa dos profissionais.

E o que a Comunicação Interna pode fazer para apoiar?

  • Reavaliar os canais: Entenda qual é o canal que os colaboradores usam e, em seguida, desenvolva métricas de sucesso para esse mix.
  • Criar conexões com o CEO: Trabalhe junto à liderança para aproximar executivos do público operacional. É importante que esse profissional esteja próximo de todos os públicos internos. Seja com a participação em comunicados ou com o apoio às ações de CI, ter o CEO e outros c-levels como aliados é crucial para a área.

Plataforma multicanal como aliada

Independentemente do objetivo, a Comunicação Interna da sua empresa deve planejar e refletir sobre os canais de CI que podem apoiar as estratégias que serão desenvolvidas.

A melhor opção é apostar em uma plataforma multicanal que, além de reunir aplicativo, desktop e e-mail, também permite diversas integrações com TV corporativa e outros sistemas. Só assim é possível alcançar, de forma eficiente, colaboradores em diferentes localidades e turnos.

A Dialog é a HR Tech líder em Comunicação Interna e Engajamento no país. Nossa solução é utilizada por mais de 160 empresas e atinge mais de 650 mil pessoas, enriquecendo a experiência do colaborador de uma só vez.

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Assinatura Marcela hub nova

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Como potencializar o papel da liderança nas estratégias de Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/como-potencializar-o-papel-da-lideranca-nas-estrategias-de-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/como-potencializar-o-papel-da-lideranca-nas-estrategias-de-comunicacao-interna/#respond Tue, 26 Sep 2023 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4332 Para construir uma cultura sólida e manter times motivados e alinhados com o propósito do negócio é preciso somar esforços entre a área de Comunicação Interna e as lideranças da empresa. É essencial sensibilizar esses líderes e incluí-los na estratégia de comunicação, pois só assim poderão atuar também como um importante canal entre a organização […]

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Para construir uma cultura sólida e manter times motivados e alinhados com o propósito do negócio é preciso somar esforços entre a área de Comunicação Interna e as lideranças da empresa. É essencial sensibilizar esses líderes e incluí-los na estratégia de comunicação, pois só assim poderão atuar também como um importante canal entre a organização e os colaboradores. Acompanhe neste texto as oportunidades e os desafios de potencializar esse papel “comunicador” da liderança.

Líderes atuando como elos na comunicação

Naturalmente, os líderes ocupam uma posição de interlocução entre as pessoas colaboradoras e a alta gestão da empresa – disseminando mensagens, posicionamentos e valores da cultura organizacional. 

Quando existem líderes ativos e que compreendem o papel de comunicador que precisam protagonizar há um ganho significativo para o alinhamento de todo o time, trazendo melhorias na produtividade, no engajamento e no ambiente de trabalho.  

O papel comunicador da liderança

Criar uma relação por meio da transparência e da confiança com seu time é um dos caminhos para que líderes possam contribuir estrategicamente no fluxo da Comunicação Interna. 

Sua atuação nesse processo se dá pela disseminação de informações de forma clara e objetiva, pela escuta do que a pessoa colaboradora tem a dizer – estreitando o diálogo –  e pelo incentivo à participação em campanhas institucionais ou de bem-estar, por exemplo.

A seguir, vamos explorar as oportunidades e os desafios ao potencializar o papel do líder na Comunicação Interna.

Os desafios da Comunicação Interna

Envolver a liderança nas estratégias de comunicação com as pessoas colaboradoras é essencial e gera resultados positivos para o clima organizacional da empresa, mas há pontos de atenção que devem ser monitorados e ajustados, quando necessários, ao longo do processo. Acompanhe abaixo alguns desafios:

  • Engajamento: Garanta o envolvimento da liderança por meio de encontros de sensibilização, materiais e canais de comunicação específicos.
  • Perfil: Entenda os ajustes necessários para adequar a mensagem de acordo com o perfil da liderança.
  • Ruído na comunicação: A mensagem deve ter o objetivo claro, evitando ruídos no entendimento e no repasse da informação.
  • Sobrecarga de informações: Comunique de forma estratégica para não prejudicar o engajamento.
  • Métricas: Monitores resultados das ações de comunicação com a liderança.

Líderes como catalisadores da Comunicação Interna

A participação ativa das lideranças oferece uma série de oportunidades que melhoram significativamente o engajamento das pessoas colaboradoras e a cultura organizacional. Entenda abaixo como somar esforços nas ações de Comunicação Interna:

  • Transparência e confiança: Lideranças contribuem como um canal para dúvidas e feedbacks, principalmente em comunicações sensíveis como reestruturação de gestão e demissões em massa. 
  • Incentivo: Campanhas institucionais podem ganhar mais engajamento com lideranças motivadas que inspiram e incentivam a participação dos times.
  • Feedback: A proximidade com seu time facilita o feedback das pessoas colaboradoras, contribuindo para melhorias contínuas nos processos da Comunicação Interna e no ambiente organizacional;
  • Ampliação dos canais de comunicação: A liderança contribui para reforçar a mensagem em uma diversidade de plataformas, como reunião, team building, webinar, etc.
  • Gerenciamento de crises: A liderança conduz uma comunicação assertiva e transparente junto às pessoas do seu time, informando e reduzindo ruídos de comunicação ou boatos.

Importante: envolva a liderança nas ações de Comunicação Interna de acordo com a necessidade, mas tenha em mente que ela possui papel importante na compreensão e adoção de medidas por parte dos colaboradores.

Envolver a liderança nas estratégias e no planejamento da Comunicação Interna é um processo vivo, de constantes ajustes e adaptações. Sabemos que o remote first é um processo vivo, com mudanças de rota quando necessário, mas é fundamental estruturá-lo por meio de ferramentas de comunicação que auxiliem na promoção de uma cultura inclusiva, considere a necessidade individual de cada colaborador e ofereça estrutura para o trabalho remoto.

Há um leque de oportunidades para potencializar sua Comunicação Interna em parceria com as lideranças da empresa. Converse com a equipe da Vocali e saiba como!

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