Estratégia Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/estrategia/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 15 Oct 2025 17:40:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Estratégia Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/estrategia/ 32 32 Gestão de crise: a Comunicação Interna como estratégia principal https://blog.dialog.ci/gestao-de-crise-a-comunicacao-interna-como-estrategia-principal/ https://blog.dialog.ci/gestao-de-crise-a-comunicacao-interna-como-estrategia-principal/#respond Mon, 10 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6223 Em um mercado competitivo e diante de um cenário corporativo cada vez mais atento às necessidades do capital humano, a gestão de crise é uma habilidade imprescindível no fluxo de contenção de danos. Afinal, a organização não pode deixar que questões financeiras, reputacionais, operacionais ou de outra natureza abalem negativamente a imagem que a marca […]

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Em um mercado competitivo e diante de um cenário corporativo cada vez mais atento às necessidades do capital humano, a gestão de crise é uma habilidade imprescindível no fluxo de contenção de danos. Afinal, a organização não pode deixar que questões financeiras, reputacionais, operacionais ou de outra natureza abalem negativamente a imagem que a marca construiu ao longo dos anos.

A forma como a empresa lida com desafios de adversidade é um reflexo direto de como seus valores e sua cultura estão enraizados no dia a dia. Ou seja: a gestão de crise, sendo bem feita ou não, impacta diretamente a percepção que os colaboradores têm do ambiente em que trabalham.

É nesse contexto que a Comunicação Interna se estabelece tanto como um suporte vital quanto como a estratégia principal para superar momentos de turbulência, garantindo não apenas a integridade do negócio, mas também a confiança do time.

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Antes de olhar para fora, é preciso olhar para dentro

É natural que a pressão imediata em cenários de gestão de crise direcione o foco para a comunicação externa a fim de controlar a percepção pública junto à imprensa, a clientes e a investidores. A urgência de proteger a reputação e as relações comerciais leva a essa priorização. No entanto, é precisamente nesse momento que a negligência ao público interno se torna um erro com consequências severas.

Ao ignorar ou subestimar a necessidade de uma comunicação transparente e constante com os colaboradores, as empresas correm o risco de amplificar o problema internamente. A falta de um posicionamento oficial abre espaço para a proliferação de rumores e um clima de ansiedade que pode rapidamente prejudicar a produtividade da equipe. 

Colaboradores desinformados não apenas se sentem desrespeitados, mas também perdem a capacidade de atuar como verdadeiros embaixadores da marca. Isso significa que diante de um problema é possível que essa desconexão com a empresa faça com que o profissional transmita inconsistências e contradiga a credibilidade da marca como um todo.

E mais: diante do desencontro de informações em um momento de instabilidade, é esperado que a relação de confiança entre colaborador, liderança e empresa seja abalada. Nesse sentido, em uma era na qual o bem-estar e o senso de pertencimento são cada vez mais valorizados no mundo do trabalho, uma gestão de crise que falha em cuidar do próprio time pode prejudicar a retenção de talentos e a cultura organizacional.

Na gestão de crise, a comunicação é a linha de defesa

Quando a gestão de crise se apresenta como necessária, uma Comunicação Interna estratégica, ágil e empática se revela não apenas como um diferencial, mas como uma âncora entre o caos e a estabilidade. Entenda o porquê: 

  • Sendo estratégica, a Comunicação Interna antecipa as necessidades de informação dos colaboradores e alinha a narrativa interna com os valores da empresa. 
  • Sendo ágil, ela entrega informações precisas no momento certo, combatendo ruídos e oferecendo clareza. 
  • E por fim, sendo empática, a CI reconhece as preocupações dos indivíduos, oferece suporte e demonstra que a empresa valoriza e cuida do seu maior ativo: as pessoas. 

Essa abordagem não só minimiza os impactos negativos da crise, como transforma os colaboradores em aliados engajados e prontos para contribuir ativamente para a superação do desafio, o fortalecimento da marca empregadora e o equilíbrio da companhia a longo prazo.

Para que possa transmitir a sensação e a ideia de que tudo está sob controle, a Comunicação Interna precisa ser a área que desenvolve e executa importantes estratégias de sustentação da mensagem e do bem-estar coletivo. Veja algumas delas:

Combater rumores para manter a produtividade em alta

A Comunicação Interna se consolida como um pilar insubstituível para a manutenção do fluxo de trabalho. A área é responsável por combater ativamente a desinformação e os rumores que podem surgir de sintomas como ansiedade e incerteza, garantindo que a verdade seja comunicada de forma rápida e transparente pela fonte oficial da companhia. Isso é crucial não apenas para evitar especulações que prejudicam a produtividade, mas também para manter o engajamento dos colaboradores.

Disseminar instruções para garantir o alinhamento

Uma comunicação clara e empática reforça o senso de pertencimento e o cuidado da empresa com sua equipe — postura essencial para atravessar momentos difíceis. Além disso, a Comunicação Interna é responsável por conduzir o alinhamento operacional e ser porta-voz da sensação de segurança, disseminando instruções e novas diretrizes para que todos saibam exatamente como agir e a empresa possa assegurar a continuidade dos serviços essenciais. 

Dar suporte à liderança para fortalecer o elo com as equipes

Em meio a uma gestão de crise, a liderança é outro ponto focal que garante a estabilidade das equipes. A Comunicação Interna desempenha um papel estratégico ao dar suporte e capacitar esses líderes, transformando-os em multiplicadores das mensagens da empresa e, ao mesmo tempo, em ouvintes ativos das preocupações dos colaboradores. Esse alinhamento é fundamental para que as informações fluam de forma coesa, reforçando o elo entre a equipe e fortalecendo a assimilação do conteúdo compartilhado.

Integrar canais para comunicar com eficiência

A eficácia da Comunicação Interna em momentos críticos depende diretamente da integração e do uso estratégico de canais. Ter um hub de informações confiável, que centralize FAQs, diretrizes atualizadas e o posicionamento oficial da empresa, é essencial durante uma gestão de crise. Além disso, é interessante que a área de CI possa enviar alertas e comunicados urgentes via notificações push ou mensagens diretas (que podem ser segmentadas ou não), garantindo que as informações cheguem rapidamente a quem precisa recebê-las. Essa orquestração multicanal assegura que o discurso alcance o público certo e no momento exato. 

A Dialog é a solução para uma gestão de crise

Em situações nas quais agilidade, clareza e alcance são decisivos, a Dialog emerge como a plataforma de Comunicação Interna ideal por sua capacidade de integrar diversos canais e estratégias. Com uma única ferramenta, conseguimos entregar mensagens de forma segmentada ou massiva a quem precisa recebê-las, do público administrativo ao operacional, evitando ruídos e centralizando discursos oficiais. 

Além de simplificar — com tecnologia e eficiência —  o fluxo de informações, nossa solução facilita a comunicação bidirecional, essencial para engajar equipes, sanar dúvidas e coletar feedbacks valiosos. Quer conhecer nossa plataforma em detalhes e entender, na prática, como ela pode te ajudar a vencer os desafios de Comunicação Interna? Clique aqui e receba uma demonstração gratuita

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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A importância da Comunicação Interna durante a gestão de crise https://blog.dialog.ci/a-importancia-da-comunicacao-interna-durante-a-gestao-de-crise/ https://blog.dialog.ci/a-importancia-da-comunicacao-interna-durante-a-gestao-de-crise/#respond Fri, 01 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6026 Diariamente, assistimos a diversos tipos de crises, seja no setor público ou privado, mas todas elas possuem uma característica em comum: exigem respostas rápidas e precisas. Em um mundo cada vez mais digital, onde crises nem sempre podem ser previstas, a Comunicação Interna possui um papel fundamental em um contexto de instabilidade institucional. Para garantir […]

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Diariamente, assistimos a diversos tipos de crises, seja no setor público ou privado, mas todas elas possuem uma característica em comum: exigem respostas rápidas e precisas. Em um mundo cada vez mais digital, onde crises nem sempre podem ser previstas, a Comunicação Interna possui um papel fundamental em um contexto de instabilidade institucional. Para garantir um fluxo de informações sem ruídos e um discurso alinhado entre todos os graus hierárquicos, os colaboradores devem ser as primeiras pessoas a serem informadas sobre os impactos negativos desse tipo de evento na imagem da empresa.

Da mesma forma que as empresas se preocupam com a opinião dos seus clientes e do público externo, devem também entender que os empregados possuem o mesmo grau de importância durante a gestão de uma crise. Deixar que os colaboradores sejam informados pela mídia pode abalar a autoestima dos profissionais, causar choques desnecessários e ainda mais insatisfação. Por isso, incluir os funcionários no centro das tomadas de decisões e informá-los antes da divulgação de qualquer comunicado para o público externo precisa ser uma das principais ações durante a gestão de crise.

Planejamento de comunicação em ação

Apesar do planejamento de comunicação ser, na maioria das vezes, utilizado apenas quando as crises são instauradas, ele também deve ser uma ferramenta utilizada para evitar que esses eventos ocorram e se propaguem de forma rápida. Quanto mais preparada a empresa estiver, menores são as chances de uma crise impactar a sua imagem a longo prazo. Para que isso ocorra, os colaboradores precisam ser continuamente treinados sobre assuntos relacionados a possíveis crises em campanhas internas periódicas.

Colaboradores como agentes ativos

Numa era dominada por vídeos e imagens divulgadas nas redes sociais, os empregados não podem mais ser apenas espectadores da situação, mas agentes que refletem a imagem positiva da empresa e que desejam solucionar dúvidas e apresentar soluções. Nesse cenário, os colaboradores devem ser participantes ativos na gestão da crise, sendo escutados e tendo suas ideias acolhidas. Um posicionamento oficial da empresa sobre a questão também deve ser compartilhado entre todas as pessoas, para que “falem a mesma língua” e o discurso seja unificado, sem contradições. 

Canais de comunicação imediatamente atualizados

Após uma crise instaurada, é de suma importância que os canais de comunicação sejam atualizados imediatamente, com todas as informações que a empresa possui e quais medidas estão sendo tomadas. Assim, os colaboradores ficarão atualizados sobre os pontos mais importantes e, caso seja necessário, poderão atuar como porta-vozes da empresa em ambientes internos e externos.

Lideranças acessíveis para acolher 

A escolha de um porta-voz para falar em nome da empresa é essencial, mas as lideranças internas precisam também atuar para que sejam os porta-vozes de suas equipes. Além disso, os profissionais em cargos de chefia precisam estar disponíveis para tirar dúvidas, desfazer mal-entendidos e acolher as ideias dos colaboradores. Eles precisam agir como um canal de comunicação entre o porta-voz e todos os funcionários da empresa e, assim, reduzir ruídos e aproximar o público interno da alta gestão.

Simulação de momentos de crise

Uma tática pouco convencional é o de simular crises para testar se os colaboradores conhecem o plano de comunicação e entender o que precisa ser ajustado. Nesse momento, é importante entender as pessoas que se destacam como embaixadoras da marca e capacitá-las de forma contínua para as situações de instabilidade.

Reavaliar o clima organizacional após a crise

Após a resolução da crise, o trabalho da Comunicação Interna precisa continuar para analisar quais foram os impactos negativos no clima organizacional e criar respostas rápidas para contorná-los de uma forma eficiente. Primeiramente, a equipe responsável precisa atualizar o plano de comunicação, propor mudanças e, por fim, pautar os comunicados internos na transparência, empatia e acolhimento. Os empregados precisam se sentir parte da solução, não do problema. 

A Comunicação Interna precisa assumir o papel de protagonista

O setor deve atuar para direcionar os colaboradores da melhor forma possível antes, durante e após a crise. A Comunicação Interna precisa ser vista como uma importante ferramenta de gestão no planejamento estratégico , atuando não apenas para mitigar os impactos negativos, mas também para evitar que as crises sejam desencadeadas. 

Com funcionários preparados, munidos de informações precisas e atualizadas em tempo real, a empresa terá muito mais do que porta-vozes do seu discurso, mas pessoas que acreditam nos valores e propósito da empresa. O uso estratégico da Comunicação Interna em momentos de crise pode impactar positivamente a marca empregadora, fortalecendo ainda mais a cultura organizacional e tornando as equipes mais unidas. 

Afinal, a gestão de crise é uma responsabilidade coletiva, e o papel da Comunicação Interna precisa ser não apenas o de informar, mas também de capacitar as pessoas para esse momento. Os colaboradores precisam estar próximos uns dos outros, unidos em busca da resolução dos problemas e do bem-estar de todos. 

Por Talita Barbosa, Redatora na Dale.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Comunicação Interna no Agronegócio: digitalização e IA como aliadas https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-no-agronegocio-digitalizacao-e-ia-como-aliadas/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-no-agronegocio-digitalizacao-e-ia-como-aliadas/#respond Mon, 19 May 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5887 A Comunicação Interna no Agronegócio vem enfrentando um processo acelerado de digitalização.  À medida que o setor se moderniza com o uso de tecnologias no campo — como sensores, drones e agricultura de precisão —, a área de Comunicação Interna também precisa acompanhar esse avanço para garantir que todos os colaboradores, independentemente da localização ou […]

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A Comunicação Interna no Agronegócio vem enfrentando um processo acelerado de digitalização. 

À medida que o setor se moderniza com o uso de tecnologias no campo — como sensores, drones e agricultura de precisão —, a área de Comunicação Interna também precisa acompanhar esse avanço para garantir que todos os colaboradores, independentemente da localização ou função, estejam alinhados com os objetivos, estratégias e valores da empresa.

Mais do que informar, comunicar bem é uma forma de integrar culturas, promover segurança e aumentar a eficiência no dia a dia das operações.

Outro ponto que pode ser aproveitado para otimizar o trabalho e potencializar o viés estratégico da área na organização é o uso de Inteligência Artificial.

Neste conteúdo, falaremos mais sobre isso. Boa leitura!

Comunicação Interna no Agronegócio: digitalizar é incluir

Profissionais de Comunicação Interna no Agronegócio costumam lidar com um grande desafio: seus públicos internos estão distribuídos entre unidades administrativas em grandes centros urbanos e operações rurais, muitas vezes em locais remotos.

De acordo com a edição de 2025 do estudo da Aberje e Ação Integrada sobre tendências, 42% dos entrevistados consideram que fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais é um dos grandes desafios da área.

Essa descentralização exige soluções de comunicação que não dependam apenas de presença física ou canais analógicos, como murais ou reuniões esporádicas.

Nesse contexto desafiador, em que equipes estão espalhadas por diferentes regiões e realidades, investir em uma plataforma de Comunicação Interna ou rede social corporativa deixa de ser apenas uma questão de modernização e passa a ser uma decisão estratégica para integrar pessoas, fortalecer a cultura e impulsionar resultados. Com isso, é possível democratizar o acesso à informação e fortalecer o sentimento de pertencimento.

Ainda não se convenceu? Listamos alguns benefícios dessa adoção:

Alcance e inclusão

Esse tipo de canal leva a comunicação para quem está no campo, em fábricas ou fazendas. Mesmo em locais com baixa conectividade, isso é possível graças a aplicativos leves e intuitivos.

Informação em tempo real

Permite o envio ágil de comunicados, alertas e campanhas, garantindo que todos recebam as informações no mesmo momento, sem depender de intermediários.

Engajamento com formatos variados

Oferece recursos multimídia (vídeos, enquetes, áudios, comentários) que tornam a experiência mais atrativa, especialmente para públicos operacionais.

Escuta ativa e feedback contínuo

Cria espaços para que os colaboradores participem, opinem e compartilhem vivências, promovendo diálogo genuíno entre o campo (ou outra área operacional), os setores administrativos e a gestão.

Segmentação e personalização

Possibilita o envio de mensagens direcionadas por unidade, cargo, região ou turno, garantindo mais relevância e efetividade na comunicação.

Medição e melhoria contínua

Oferece métricas de acesso, leitura e engajamento, ajudando a entender o que funciona e o que precisa ser ajustado.

Integração com outras frentes estratégicas

Pode se conectar a ações de segurança do trabalho, ESG, cultura organizacional e campanhas de endomarketing, centralizando iniciativas e reforçando mensagens-chave.

Em um setor no qual a informação precisa chegar com clareza e agilidade até os confins de uma fazenda ou entre turnos de uma planta industrial, contar com uma plataforma robusta, acessível e pensada para o público interno do Agro é um diferencial competitivo.

IA na Comunicação Interna no Agronegócio: mais personalização, menos ruído

Além da digitalização básica, o uso de Inteligência Artificial (IA) na Comunicação Interna no Agronegócio traz um novo nível de eficiência. Com a IA, é possível fazer análises rápidas a partir de cruzamento de métricas do canal de CI para entender o nível de engajamento na organização, produzir conteúdos personalizados em pouco tempo e muito mais.

Essa personalização aumenta as chances de que a mensagem realmente seja compreendida e aplicada, reduzindo ruídos de comunicação que podem gerar retrabalho, desmotivação ou até falhas operacionais.

Leia também:

A Dialog possui um ecossistema de Inteligência Artificial com três módulos exclusivos. Conheça agora.

Segurança no trabalho: quando comunicar bem também protege vidas

Um dos impactos mais valiosos da digitalização da Comunicação Interna está na prevenção de acidentes e na promoção da segurança no trabalho. Em ambientes com alto risco operacional, como usinas, silos e áreas de manejo de máquinas pesadas, a comunicação precisa ser clara, rápida e constante.

Com recursos digitais, é possível criar campanhas educativas mais atrativas, enviar alertas em tempo real e promover treinamentos recorrentes — tudo isso de forma acessível mesmo para quem não está diante de um computador. 

Além disso, com o apoio da IA, a empresa pode mapear quais equipes precisam de reforço nos conteúdos de segurança e agir preventivamente.

A boa comunicação, nesses casos, vai além do informativo: ela é parte ativa da cultura de cuidado e segurança do colaborador.

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Tendências de Comunicação Interna: quais são e como a Dialog te ajuda a aplicá-las https://blog.dialog.ci/tendencias-de-comunicacao-interna-quais-sao-e-como-a-dialog-te-ajuda-a-aplica-las/ https://blog.dialog.ci/tendencias-de-comunicacao-interna-quais-sao-e-como-a-dialog-te-ajuda-a-aplica-las/#respond Wed, 05 Mar 2025 15:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5690 Se você é um profissional antenado, já deve ter previsto quais são as principais tendências de Comunicação Interna em 2025. Isso porque sabemos que, embora alguns desafios permaneçam os mesmos, a cada ano a área precisa se adequar para atender às necessidades do mercado e das pessoas. Recentemente, a Aberje e a Ação Integrada divulgaram […]

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Se você é um profissional antenado, já deve ter previsto quais são as principais tendências de Comunicação Interna em 2025. Isso porque sabemos que, embora alguns desafios permaneçam os mesmos, a cada ano a área precisa se adequar para atender às necessidades do mercado e das pessoas.

Recentemente, a Aberje e a Ação Integrada divulgaram a nova edição da pesquisa anual sobre o tema. Além das tendências de Comunicação Interna, o relatório também apontou quais são os principais desafios, objetivos, canais e processos da área. 

Se você ainda não teve a oportunidade de conferir o estudo, fique por aqui. E se você já acompanhou os resultados, continue a leitura também porque neste artigo vamos te mostrar como a Dialog pode te ajudar a aplicar essas tendências no seu dia a dia. 

Segmentação e personalização no topo das tendências

Em 2025, os comunicadores acreditam que a grande tendência de Comunicação Interna será intensificar a segmentação e a personalização de narrativas e mensagens. Isso é ótimo, porque a área precisa definir formas mais eficientes de se comunicar com diferentes públicos internos. A segmentação e a personalização aumentam a identificação das pessoas com a marca e ainda evitam a infoxicação nos canais da empresa.

Além disso, o uso de recursos audiovisuais, a transparência na Comunicação Interna e a valorização das emoções também recebem destaque. Isso mostra que os profissionais da área têm entendido que a comunicação corporativa precisa ter como foco as pessoas e suas formas de se relacionar com o conteúdo

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A nossa plataforma de Comunicação Interna permite a segmentação da mensagem por meio de filtros e da criação de grupos fechados. Além disso, a Dialog também te ajuda a personalizar a comunicação com o Power AI Creator, nosso recurso de Inteligência Artificial com foco em produção de conteúdo. 

Falando em utilização de linguagens audiovisuais, a Dialog também é a ferramenta perfeita. No nosso canal de comunicação, você consegue publicar textos, imagens, vídeos, arquivos e ainda compartilhar links variados.

Comunicação Interna

Engajar as lideranças permanece como principal desafio

De fato, conquistar o engajamento das pessoas não é uma tarefa fácil para a Comunicação Interna — e engajar as lideranças como comunicadores continua sendo o principal desafio da área. Este é o nono ano consecutivo em que esse tema aparece no topo do ranking, mas precisamos admitir que houve um singelo avanço. Nos últimos três anos, o percentual correspondente a esse desafio diminuiu: 74% em 2023, 64% em 2024 e 59% em 2025. 

Comunicar a cultura da empresa, fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais e melhorar a mensuração e a gestão de dados também continuam sendo importantes desafios para a Comunicação Interna. A boa notícia é que com a plataforma certa é muito mais fácil superá-los!

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Falou em engajamento, falou em Dialog! A estrutura da nossa plataforma foi pensada para estimular o engajamento dos colaboradores em todos os níveis hierárquicos. Isso porque, além de ter uma interface intuitiva, o nosso canal permite que todas as pessoas sejam incluídas no fluxo da Comunicação Interna — o que estimula a participação e o senso de pertencimento. 

E mais: temos o exclusivo Índice Dialog de Engajamento, um recurso que te ajuda a monitorar o engajamento dos colaboradores, fazer benchmarking com outras empresas do mesmo setor e ainda receber análises preditivas do comportamento dos usuários

Com uma plataforma como essa, disponível nas versões mobile e desktop, é muito mais fácil comunicar a cultura da empresa, atingir públicos operacionais e melhorar a mensuração e a gestão de dados. 

Comunicação Interna

Fortalecer a cultura e o orgulho lidera os objetivos da área

Não é à toa que fortalecer a cultura e o orgulho é o objetivo número 1 da Comunicação Interna em 2025. Afinal, esse sentimento de pertencimento é o que faz com que os profissionais se sintam respeitados, valorizados e, consequentemente, dispostos a ajudar a empresa a prosperar. 

A Comunicação Interna tem um papel importantíssimo nessa jornada, pois é por meio da comunicação que a cultura organizacional deixa de ser um mandamento no papel e se torna parte do dia a dia de quem trabalha ali. 

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog pode ajudar a sua empresa a atingir esse objetivo centralizando a Comunicação Interna em um único canal e incluindo, ali, todas as pessoas que fazem parte da organização. Nenhuma cultura é fortalecida quando existem colaboradores que não se sentem parte da companhia

Garantimos um acesso descomplicado à plataforma, já que o cadastro do colaborador pode ser feito via matrícula, CPF ou e-mail. Simples assim! Com a Dialog, ninguém precisa estar no escritório para acompanhar a Comunicação Interna.

Comunicação Interna

Canais internos são imprescindíveis para qualquer estratégia

Sabemos que a Comunicação Interna acontece de diferentes formas, inclusive nos corredores e de boca a boca. Porém, também sabemos que a forma mais eficaz de entregar informações é por meio dos canais internos formais, como intranet, rede social corporativa, e-mail, TV etc. 

A pesquisa trouxe justamente esse dado. No ranking de efetividade, os canais internos formais assumem a posição de liderança. Até porque, sem eles não é possível organizar a Comunicação Interna nem acompanhar o desempenho das ações desenvolvidas.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Se os canais internos formais já são vistos como eficientes pelas empresas, um canal de Comunicação Interna como o da Dialog conquistará o coração dos profissionais de CI e RH

Nossa plataforma centraliza informações, facilita o acesso a galerias e documentos, permite a realização de quizzes e pesquisas, otimiza a consulta de benefícios, disponibiliza um calendário de eventos, segmenta e personaliza a comunicação, traz dados quantitativos e qualitativos, bem como permite a integração com diferentes sistemas e módulos especiais. 

Comunicação Interna

E-mail é coisa do passado? Não para a Comunicação Interna 

Sim! As pessoas ainda usam e-mail e esse canal se mostra muito presente nas empresas que têm um grande número de colaboradores administrativos. Embora o percentual tenha caído em comparação a 2024, quando os comunicados via e-mail registravam 89% das respostas, não há qualquer previsão de descontinuidade dessa importante ferramenta de comunicação. 

O e-mail também é o canal mais mais efetivo para os gestores e os profissionais que atuam na área Comercial. Esse recurso é bastante útil quando a Comunicação Interna acontece de forma unilateral; ou seja, a empresa comunica o que precisa ser dito sem almejar uma interação direta das pessoas a partir daquela mensagem.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog é mais do que uma intranet ou uma rede social corporativa, ela é uma plataforma completa de Comunicação Interna! Isso significa que acompanhamos as tendências do mercado para entregar soluções cada vez mais personalizadas, eficientes e condizentes com a realidade de cada organização. 

Por isso, oferecemos a você o Dialog Smart E-mail — mas não se engane: esse recurso não é um simples serviço de e-mail convencional. O nosso produto foi pensado a fim de garantir exclusividade para uso corporativo, o que diminui consideravelmente a probabilidade da sua mensagem cair no spam. 

Além disso, trazemos métricas e insights valiosos, facilitamos a personalização, permitimos o agendamento, oferecemos envio cadenciado e cancelamento parcial, duplicamos sua campanha em poucos segundos e ainda utilizamos a segmentação como parte da estratégia.

Comunicação Interna

Já passou da hora de digitalizar a CI para o público operacional

Dá para acreditar que, em muitas empresas, o público operacional ainda não é incluído no fluxo digital da Comunicação Interna? Isso provavelmente acontece em organizações que ainda não conheceram a Dialog, pois a nossa plataforma traz a solução para esse desafio. 

Além desse panorama que desenha um cenário off-line, a pesquisa da Aberje ainda traz um dado alarmante: 50% das empresas não segmentam a Comunicação Interna para o público operacional que atua fora das unidades. Ou seja: além de estarem excluídas do processo formal de digitalização, essas pessoas ainda não recebem informações personalizadas.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Para começar, a Dialog pode ajudar acabando com essa segregação que define quem consome informação digital e quem precisa se limitar a canais obsoletos. Não estamos dizendo que veículos como a TV corporativa e o mural impresso não podem ser eficientes, mas acreditamos que eles não suprem — sozinhos — as necessidades de uma Comunicação Interna verdadeiramente estratégica. 

Com a Dialog, sua empresa alcança 100% do público interno, entre administrativos e operacionais, no mesmo canal de comunicação. Inclusive, a nossa plataforma permite a integração com diversos sistemas, como a TV corporativa. Isso facilita ainda mais a gestão da sua CI, permitindo que ela amplie o alcance da mensagem e trabalhe a informação com mais eficiência. 

Na Dialog, atingimos o público operacional de empresas do Agronegócio, do Varejo, da Saúde, da Indústria, da Logística e Mobilidade. Conheça nossos cases.

Tecnologia como aliada da Comunicação Interna

Se a tecnologia ocupa cada vez mais espaço na nossa vida, por que na Comunicação Interna seria diferente? O estudo de tendências mostra que a procura por inovações tecnológicas tem crescido na área, que busca cada vez mais o uso de chatbots e assistentes virtuais, bem como recursos que facilitam a geração de conteúdo, a tradução, a gamificação e a análise de sentimentos. 

Comunicação Interna
Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

A Dialog investe em Inteligência Artificial desde 2023 e, de lá pra cá, construiu um inovador ecossistema de Inteligência Artificial para Comunicação Interna. Esse ecossistema contempla três módulos: o Power AI Creator, o Índice Dialog de Engajamento e o AI Insights, nosso mais novo lançamento.

Com essas tecnologias, você consegue otimizar e personalizar a produção de conteúdo, acompanhar o engajamento dos colaboradores de um jeito inteligente, e receber insights exclusivos sobre a sua estratégia de Comunicação Interna. 

Não basta comunicar, é preciso mensurar 

Se antes a mensuração assombrava os profissionais da área em função da dificuldade de identificar e analisar indicadores, agora o grande desafio é construir um relatório robusto e coerente para mostrar o valor estratégico da Comunicação Interna. 

As empresas estão cada vez mais cientes de como o setor consegue apoiar o negócio na conquista de resultados expressivos. Por isso, a Comunicação Interna precisa contar com ferramentas capazes de oferecer insights e medir mudanças no comportamento dos colaboradores.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Pesquisa “Tendências da Comunicação Interna 2025”.

Como a Dialog pode ajudar

Com um dashboard rico em dados, a nossa plataforma oferece às empresas mais de 50 indicadores para turbinar a mensuração e a análise de dados. 

Além disso, a Dialog também conta com recursos exclusivos, como o Índice Dialog de Engajamento e o AI Insights. Essas duas tecnologias utilizam Inteligência Artificial para entregar análises preditivas, fazer avaliações detalhadas do uso da plataforma e sugerir melhorias para a estratégia da sua Comunicação Interna.

Está esperando o que para investir em uma plataforma de Comunicação Interna que acompanha todas as tendências do mercado? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

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Inteligência Artificial na Comunicação Interna: entenda como aplicar https://blog.dialog.ci/saiba-como-usar-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/saiba-como-usar-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Fri, 21 Feb 2025 12:59:43 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5669 Sem dúvida, o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna é um dos temas mais debatidos pelos profissionais da área nos últimos tempos. Por esse motivo, criamos a Dialog AI Week, semana temática sobre o uso de IA em CI.  Inclusive, somos a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um […]

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Sem dúvida, o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna é um dos temas mais debatidos pelos profissionais da área nos últimos tempos. Por esse motivo, criamos a Dialog AI Week, semana temática sobre o uso de IA em CI. 

Inclusive, somos a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para Engajamento. O Dialog AI apoia na produção de conteúdo, na inteligência de dados e no ganho de produtividade, sendo composto por três módulos:

Agende uma demonstração gratuita da nossa plataforma e conheça também o nosso ecossistema.

O segundo dia do evento abordou como a Comunicação Interna pode se beneficiar do uso da Inteligência Artificial; mas, para isso, o recurso precisa ser aplicado no dia a dia de um jeito estratégico.

Para falar sobre como colocar isso em prática, convidamos Flávia Marianno, analista pleno de DHO na Livelo, o maior programa de recompensas do Brasil. Atualmente, a empresa utiliza a solução e o módulo de produção de conteúdo da Dialog.

Convidamos também Kelly Cufone, diretora de Projetos na United Minds. Ela compôs a equipe que venceu o Prêmio Jatobá na categoria Pesquisa de Comunicação Interna por dois anos consecutivos, com projetos desenvolvidos para o Hapvida em 2017 e a Special Dog em 2018.

Você pode assistir ao webinar ou escutar o bate-papo na íntegra.

Inteligência Artificial na Comunicação Interna: vivências

As entrevistadas deram início ao webinar sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna compartilhando quando e como começaram a utilizar a tecnologia.

Flávia contou que concentrou o uso de IA na criação de textos simples. Ela citou como exemplo a época de Black Friday, período em que a empresa trabalhava ofertas mais agressivas, e era necessário reforçar para os colaboradores que as campanhas eram sigilosas e não deveriam ser compartilhadas antes do lançamento.

“Eu experimentei colocar um breve briefing na IA e inserir palavras-chave da cultura Livelo, pois a gente costuma reforçar muito a cultura em todas as comunicações que fazemos. E aí, com isso, percebi que consegui entregar um texto amigável, criativo e alinhado com a necessidade sem perder tanto tempo desenvolvendo uma ideia.”

A analista também gosta de usar Inteligência Artificial para ter insights capazes de engajar pessoas e propor ideias em estratégias de campanhas. Ela faz isso perguntando para a tecnologia quais são as possibilidades caso adote caminho A ou caminho B.

Kelly compartilha a visão de profissional de comunicação que trabalha em uma consultoria, ou seja, que atende diferentes clientes. 

Ela contou que a matriz global da United Minds criou uma plataforma exclusiva de IA (estilo ChatGPT) para os colaboradores das empresas do grupo usarem, assegurando a segurança da informação dos dados dos clientes atendidos.

A ferramenta apoia na produção de conteúdo, na criação e na busca de imagens, além de trazer prós e contras de determinado projeto e também oferecer uma outra perspectiva a partir da ideia compartilhada.

A automatização de processos e criações

A diretora na United Minds pondera que, antes de automatizar, profissionais de Comunicação Interna devem entender a finalidade de adotar a Inteligência Artificial, como uma maior agilidade para a produção dos conteúdos. Ela também comentou sobre o estigma de substituição do trabalho humano que a IA carrega. 

“Será que a IA vai substituir o profissional de Comunicação Interna? Na verdade não, ela vem complementar a nossa atuação no dia a dia. Então, você fazendo algo com mais agilidade, como a entrega de um texto, imagem ou projeto, você também ganha mais tempo para atuar de forma mais estratégica.”

Ela considera que, com a Inteligência Artificial, o trabalho na área deixa de ser mais rotineiro e operacional para contar com pessoas que tenham competências para trabalhar com inteligência emocional e soluções de problemas complexos.

O equilíbrio

Como equilibrar a automação da produção de conteúdo com a necessidade de manter a voz autêntica e personalizada da empresa?

Para responder essa questão, Flávia pondera que a IA acelera a criação de texto, mas a linguagem da empresa é única e não deve ser esquecida tanto na hora de criar o prompt quanto na revisão do que foi produzido pela tecnologia.

“A automação é uma ferramenta, não é uma substituta da criatividade humana. Não podemos esquecer disso!”

Lembrar para quais públicos o profissional está criando as comunicações também é uma etapa para promover esse equilíbrio.

A importância da elaboração do prompt foi reforçada por Kelly, que afirma que um briefing quadrado será adaptado em uma criação igualmente quadrada. 

“A Inteligência Artificial é muito menos um gerador automático de texto e muito mais um facilitador do processo de criação. Eu tenho o trabalho de colocar ali a informação mais completa possível.”

Inteligência Artificial na Comunicação Interna da Livelo

A Livelo, que usa a plataforma da Dialog para se comunicar e engajar seus colaboradores desde 2019 (conheça o case de lançamento aqui), utiliza o Power AI Creator — nosso módulo de produção de conteúdo a partir de IA — para otimizar o trabalho da área.

Flávia conta que a ferramenta é usada para criar textos não só que serão utilizados no VC em Cada Ponto, plataforma de CI da empresa, mas também para publicações no LinkedIn da organização.

“Eu gosto de trabalhar de duas formas: na primeira eu escrevo um briefing, incluo palavras-chave da cultura da Livelo e aí eu reviso o conteúdo que a IA me entrega, justamente para não faltar a humanização. Já a segunda forma é escrevendo uma versão desse texto. Eu subo [o conteúdo] na plataforma e peço para fazer uma nova versão, escolho o tom de voz e o tamanho desse texto. Gosto dessa segunda opção porque consigo ter uma visão diferente e uma linha criativa que eu não tinha explorado antes.”

Ela afirma que, com o Power AI Creator, ela consegue conciliar o que há de melhor na versão humana com a versão tecnológica, mantendo as entregas alinhadas com o tom de voz organizacional de forma acolhedora, reforçando a cultura com um prazo muito menor.

Kelly lembra que o módulo permite que as empresas cadastrem as personas usadas na plataforma de CI e seus respectivos tons de voz, outro fator que otimiza o tempo da área.

Dicas!

Para finalizar o painel, Flávia e Kelly compartilharam dicas para profissionais de Comunicação Interna que desejam adotar a Inteligência Artificial na sua rotina de trabalho e de que forma podem fazer a tecnologia trabalhar com eficiência para a área.

A analista da Livelo lembra que todos estão no mesmo barco e que a IA chega para otimizar o tempo e criar boas estratégias. Aos que vão começar a utilizá-la, ela recomenda testar em pequenas ações e, para isso, compartilhou um passo a passo:

  1. Entenda as dores da área e como a IA pode ajudar;
  2. Analise seus processos de trabalho, tarefas repetitivas e o que toma muito o seu tempo;
  3. Pesquise ferramentas e filtre o que somaria no seu cenário;
  4. Mensurar o que foi feito.

“O sucesso da mensagem depende de 3 coisas: alinhar os objetivos da empresa com a cultura e o público.”

Além disso, Kelly levanta a necessidade de considerar as implicações legais do uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna (e dentro do ambiente de trabalho geral) para se resguardar de qualquer risco. 

Ela recomenda envolver o jurídico para esse cuidado e redobrar a atenção com o uso de dados sensíveis em plataformas de uso público, como o ChatGPT.

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Inteligência Artificial na Comunicação Interna; especialistas comentam essa tendência https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-especialistas-comentam-essa-tendencia/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-especialistas-comentam-essa-tendencia/#respond Wed, 19 Feb 2025 14:57:18 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5660 As conversas sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna vêm se intensificando. Por esse motivo, criamos a Dialog AI Week, semana temática sobre o uso de IA na área.  Inclusive, somos a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para Engajamento. O Dialog AI […]

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As conversas sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna vêm se intensificando. Por esse motivo, criamos a Dialog AI Week, semana temática sobre o uso de IA na área. 

Inclusive, somos a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para Engajamento. O Dialog AI apoia na produção de conteúdo, na inteligência de dados e no ganho de produtividade, sendo composto por três módulos:

Agende uma demonstração gratuita da nossa plataforma e conheça também o nosso ecossistema.

O primeiro dia da AI Week abordou o fato de que a Inteligência Artificial veio para ficar e, diante desse cenário, os profissionais de Comunicação Interna precisam se adaptar e saber como utilizar essa tecnologia em suas rotinas. 

Para falar por que dar uma chance para a Inteligência Artificial na Comunicação Interna, o webinar contou com a participação de Claudia Zanuso, fundadora da Duecom e cofundadora da ComunIA, a primeira comunidade brasileira que estuda o uso de IA na área, e Rozália Del Gaudio, eleita Comunicadora do Ano pela Aberje em 2015 e 2021, fundadora da Inspiria3 e conselheira no Instituto Ronald McDonald.

Você pode assistir ao webinar ou escutar o bate-papo na íntegra.

Inteligência Artificial na Comunicação Interna: as possibilidades

Quando perguntada sobre as possibilidades da Inteligência Artificial na Comunicação Interna, Rozália apontou que a primeira delas é fazer com que a própria tecnologia e o letramento de como utilizá-la sejam pautas nos processos da área — ressaltando, inclusive, a importância de ter o assunto sendo discutido dentro das organizações.

A segunda oportunidade, é claro, é a automatização de processos e a criação de conteúdo a partir de Inteligência Artificial generativa.

Claudia ressaltou que a possibilidade do uso de IA na área de Comunicação Interna está “ao alcance de todos”, mas além do interesse, é preciso preparo para essa transformação.

A fundadora da Duecom também refletiu sobre a necessidade do pensamento crítico e de trazer o conhecimento como profissional de CI para entender as vantagens da adoção da tecnologia.

“As possibilidades são imensas! A gente já vê usos em chatbots, em personalização de conteúdo, na gestão de projetos e de times, e a gente também vê nas operações, que acabam economizando tempo e também nos entregando mais precisão em traduções automáticas, em monitoramento de redes sociais, na automatização de alguma comunicação que você queira deixar preparada para disparar e em recursos de acessibilidade, como legendas em tempo real.”

Ela ainda afirmou que considera “complicado” quando pessoas se consideram especialistas em Inteligência Artificial pois, por se tratar de uma tecnologia nova, todos estão em fase de curva de aprendizado.

Profissionais serão substituídos?

Muitos profissionais de Comunicação Interna ainda relutam em dar uma chance para a Inteligência Artificial por medo de serem substituídos pela tecnologia. Claudia explicou que os comunicadores precisam lembrar que não é a primeira vez que a área passa por transformações.

“A gente já viveu tantas [mudanças tecnológicas] na área de Comunicação Interna. Tivemos a editoração eletrônica, as intranets, os e-mails, as redes sociais internas, os aplicativos…. Vivemos nesse ambiente de muita transformação e, se você é profissional de CI, tire esse medo, porque isso faz parte do seu dia a dia!”

Zanuso ainda ressaltou a importância da capacitação por parte dos profissionais de Comunicação Interna, que devem buscar conhecimento e desenvolver habilidades para o uso de IA no cotidiano.

“A questão não é essa de ‘A Inteligência Artificial vai nos substituir’, porque ela não substitui o humano, ela complementa as habilidades humanas e passa a existir um ganho de assertividade.”

A fundadora da Inspíria3 também enxerga a tecnologia como parceira da Comunicação Interna, justamente levando em consideração o fato de que as equipes normalmente são enxutas (o estudo de 2024 da Aberje e da Ação Integrada mostrou que 55% dos times possuem até 3 membros) e os investimentos feitos na área não são suficientes.

“Sabemos que mesmo em momentos e contextos em que há um pouco mais de investimento e equipes estruturadas, muitas vezes não é possível dar conta da demanda. Você [profissional de CI] está fazendo atendimento, desdobramento da estratégia e fortalecimento da cultura, mas sempre com aquela sensação de ‘é menos gente do que deveria’. E quando vem uma tecnologia que conseguimos entender como ela se aplica em nosso contexto, como ela pode auxiliar em nosso dia a dia… Se há esse letramento e essa curiosidade, talvez ela possa ser uma grande aliada.”

Claudia complementou com uma reflexão: o fato de contar com equipes enxutas e usar a IA não significa que o fator humano da estratégia e das ações de Comunicação Interna deve diminuir.

“[IA] não é um fenômeno de redução, e sim de expansão.”

Rozália lembra que, para um bom uso de IA generativa, a criação do prompt é crucial. Segundo ela, você precisa ter informações, repertório e entendimento do contexto. Além disso, Rozália recomenda não usar o material gerado pela tecnologia sem qualquer tipo de revisão.

“A Inteligência Artificial não é um oráculo, é um facilitador para você desenvolver um trabalho. Escrever um bom prompt dá um trabalhão!”

Oportunidades

Além das possibilidades do uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna, existem também oportunidades. 

Como uma delas, Claudia considera que a área de Comunicação Interna pode tomar a frente e liderar o processo de implementação de IA na organização.

“Eu vejo o profissional de Comunicação Interna como um grande agente de protagonismo e de apoio nessa implementação de processos de IA. Somos profissionais que trafegamos bem dentro das organizações, temos uma atividade transversal, temos contato com muitas áreas dentro da empresa. Esse relacionamento é nossa força para introduzir o uso de Inteligência Artificial.”

As entrevistadas também refletiram sobre o fato de que os fundamentos da comunicação não devem ser deixados de lado ao adotar o uso de IA na área.

A personalização

A IA pode ajudar a personalizar a Comunicação Interna para diferentes públicos dentro da empresa, mas quais são as melhores estratégias para usar esse recurso na segmentação de mensagens e campanhas internas?

Para Claudia, a estratégia faz parte de entender os públicos e suas diferenças, quais são os objetivos desejados com cada mensagem, quem deve ser atingido por ela e quais canais têm maior aderência entre os colaboradores.

Rozália considera que o uso de IA pode apoiar na produção massiva de informações relevantes ao colaborador e que isso aproxima o público interno do canal usado por CI.

“O colaborador vai lá [no canal] buscar a informação que interessa para ele naquele momento da jornada.”

Anote as dicas!

As especialistas compartilharam dicas práticas para profissionais de Comunicação Interna que desejam adotar ou já estão implementando o uso de IA na área:

  1. Teste possibilidades para entender o que funciona para você;
  2. Use a tecnologia para o bem e com rigor ético;
  3. Construa um diálogo efetivo com Inteligência Artificial por meio de prompts com exemplos e objetivos claros;
  4. Não abra mão da governança e estrutura do processo de implementação (use comitês multifuncionais, defina diretrizes éticas e construa políticas).

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Inteligência Artificial na Comunicação Interna: 2024, o ano da transformação https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-2024-o-ano-da-transformacao/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-2024-o-ano-da-transformacao/#respond Mon, 30 Dec 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5540 Em 2024, testemunhamos uma transformação significativa no universo corporativo: a ampla adesão à Inteligência Artificial na Comunicação Interna.  Ferramentas baseadas em IA começaram a ser implementadas com o objetivo de otimizar tempo, melhorar processos e reforçar a conexão entre equipes. Foi um ano de mudanças que não apenas apontaram novos caminhos, mas também consolidaram a […]

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Em 2024, testemunhamos uma transformação significativa no universo corporativo: a ampla adesão à Inteligência Artificial na Comunicação Interna. 

Ferramentas baseadas em IA começaram a ser implementadas com o objetivo de otimizar tempo, melhorar processos e reforçar a conexão entre equipes. Foi um ano de mudanças que não apenas apontaram novos caminhos, mas também consolidaram a Inteligência Artificial como um dos pilares estratégicos para empresas em busca de eficiência e inovação.

De acordo com uma pesquisa da Gartner, até 2027, mais de 40% das atividades operacionais do ambiente de trabalho serão realizadas usando ferramentas de gestão aprimoradas pela GenAI [Inteligência Artificial generativa], reduzindo drasticamente a mão de obra necessária.

Isso não significa que as pessoas serão, necessariamente, substituídas pela tecnologia. Na Comunicação Interna, esse uso pode ajudar na realização de tarefas simples, liberando tempo e energia para que profissionais da área possam focar em projetos relevantes e estratégicos para o negócio.

Ainda segundo a Gartner, até 2029, 80% das decisões humanas não serão substituídas, mas sim corroboradas pela GenAI — uma vez que os humanos manterão as suas vantagens comparativas em criatividade e conhecimento.

Neste artigo, falaremos sobre por que intensificar o uso de IA na área, os desafios e o que esperar daqui para frente.

Benefícios da Inteligência Artificial na Comunicação Interna

A aplicação da Inteligência Artificial na Comunicação Interna trouxe avanços palpáveis. Entre os principais benefícios, destacam-se:

  1. Automatização de tarefas repetitivas
    Chatbots e assistentes virtuais começaram a responder perguntas frequentes de colaboradores, como dúvidas sobre benefícios, horários e políticas internas. Isso liberou tempo para as equipes de RH e Comunicação, que passaram a se concentrar em estratégias mais complexas.
  2. Personalização em larga escala
    Com a IA, foi possível segmentar mensagens de acordo com perfis e necessidades específicas. A Comunicação Interna tornou-se mais relevante e engajadora, evitando o temido “e-mail genérico” que muitas vezes é ignorado pelos colaboradores.
  3. Análise e mensuração de dados
    Ferramentas de IA ofereceram insights baseados em métricas de engajamento e leitura, ajudando as equipes a ajustar suas estratégias de comunicação com base em dados reais e preditivos. A Dialog, por exemplo, conta com um índice de engajamento exclusivo que, a partir de Inteligência Artificial, oferece um comparativo em tempo real com outras empresas do setor.
  4. Integração com o público operacional
    Empresas com equipes descentralizadas ou sem acesso constante a computadores puderam utilizar IA para criar canais de comunicação mais acessíveis, como aplicativos que funcionam off-line ou assistentes acionados por voz.

Desafios e superação do medo da IA

O avanço da tecnologia, no entanto, não foi isento de desafios. Muitas equipes ainda encararam a Inteligência Artificial com desconfiança, temendo a substituição do trabalho humano. Contudo, 2024 provou que a IA não é uma ameaça, mas sim um braço direito das equipes de Comunicação Interna.

As ferramentas tecnológicas foram apresentadas como aliadas, auxiliando profissionais a trabalhar com mais eficiência, eliminando a sobrecarga operacional e permitindo um foco maior em ações estratégicas. Empresas que investem em treinamentos para suas equipes e na transparência sobre os usos da IA observaram maior adesão e aceitação.

Para discutir sobre o uso de Inteligência Artificial na área e promover rodas de trocas e discussões, Cynthia Provedel (Aberje) e Cláudia Zanuso (Abracom) fundaram no começo do ano a ComunIA – Comunidade de Inteligência Artificial na Comunicação Interna.  No final de dezembro, a dupla lançou um e-book com os principais insights do primeiro ciclo do grupo.

Segundo Cynthia, estamos avançando para conversas sobre como a Comunicação Interna pode contribuir para o letramento e a aprendizagem organizacional em torno de IA. Algumas das reflexões derivadas da aprendizagem coletiva em um dos encontros da comunidade são:

➡ Além do desejo e da necessidade de desenhar uma estratégia de uso da IA nos processos e na rotina de CI, precisamos ir além;

➡ Dialogar sobre impactos e desafios éticos, ambientais, sociais e humanitários do uso da IA ajuda profissionais de CI a avançar com essa agenda nas organizações de forma consciente, ética e robusta; 

➡ A partir da atuação transversal dos profissionais da área, é possível contribuir para facilitar esse diálogo interáreas.

Fonte: ComunIA / Cynthia Provedel e Claudia Zanuso

O futuro da Inteligência Artificial na Comunicação Interna

Se 2024 foi o ponto de partida, os próximos anos prometem uma evolução ainda mais acelerada. O desenvolvimento de modelos de IA generativa, como os que criam conteúdos automatizados e interativos, permitirá que as organizações:

  • Criem experiências imersivas para seus colaboradores, como simulações e treinamentos personalizados.
  • Adotem estratégias preditivas para prevenir problemas de comunicação antes mesmo de ocorrerem.
  • Amplifiquem o papel da Comunicação Interna na construção de uma cultura organizacional conectada e orientada à inovação.

A tendência é que a IA esteja cada vez mais integrada aos sistemas corporativos, tornando-se indispensável para as equipes de CI. Mas a essência humana continuará sendo fundamental: cabe aos profissionais garantir que a tecnologia seja usada com empatia, ética e propósito.

A Dialog conta com um módulo de produção de conteúdo com Inteligência Artificial, o Power AI Creator. Com ele, é possível criar textos, personalizar a mensagem de acordo com personas pré-definidas, ajustar o tom de voz, definir o objetivo da comunicação e muito mais. Conheça.

O primeiro ciclo da ComunIA mapeou também possibilidades de uso de IA na área, são eles:

Fonte: ComunIA / Cynthia Provedel e Claudia Zanuso

2024 como um marco

O ano de 2024 ficará marcado como o início de uma revolução na Inteligência Artificial na Comunicação Interna. Empresas que abraçaram essa transformação deram um passo importante rumo ao futuro, aproveitando o melhor da tecnologia para conectar, engajar e otimizar.

O movimento está apenas começando, e quem enxergar a IA como uma parceira terá vantagem em um mercado no qual a inovação é regra. Mais do que nunca, a Comunicação Interna se posiciona como estratégica, apoiada por ferramentas que vieram para transformar e ampliar seu impacto.

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Como garantir a segurança da informação na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/como-garantir-a-seguranca-da-informacao-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/como-garantir-a-seguranca-da-informacao-na-comunicacao-interna/#respond Mon, 23 Dec 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5503 Pergunta rápida sobre segurança da informação e Comunicação Interna: seus dados e os da empresa estão realmente protegidos? Você olha para a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)? Se você, profissional de CI, não se preocupa com isso, é hora de mudar! A segurança e a proteção de dados são temas latentes e de […]

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Pergunta rápida sobre segurança da informação e Comunicação Interna: seus dados e os da empresa estão realmente protegidos? Você olha para a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)?

Se você, profissional de CI, não se preocupa com isso, é hora de mudar! A segurança e a proteção de dados são temas latentes e de extrema importância para as organizações nos dias de hoje.

Sendo assim, a Comunicação Interna — que lida com dados sensíveis — deve analisar o nível de segurança de ferramentas e processos utilizados. Neste artigo, você entenderá os pilares essenciais para garantir que sua empresa esteja protegida nesse sentido e seguir todas as diretrizes de LGPD. Confira.

Por que a segurança da informação é essencial na Comunicação Interna?

Com o aumento de ataques cibernéticos e o crescente volume de dados sensíveis em circulação, a segurança da informação na Comunicação Interna se tornou prioridade estratégica.

Proteger dados pessoais de colaboradores e informações da organização é mais do que uma exigência legal — é uma questão de confiança e continuidade dos negócios. 

Em um ambiente corporativo, a CI utiliza diversos canais e ferramentas que transmitem dados sensíveis, desde políticas internas até informações sobre colaboradores. A falta de atenção à segurança da informação na Comunicação Interna pode levar a sérios problemas, como:

  • Vazamento de dados confidenciais;
  • Prejuízos à reputação da empresa;
  • Quebras de conformidade com legislações, como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados);
  • Perda de confiança dos colaboradores.

Ao investir em práticas seguras, a empresa não só protege seus dados, mas também fortalece a relação com seus times e preserva sua imagem no mercado.

5 práticas básicas para garantir segurança na Comunicação Interna

1. Controle de acesso restrito e monitorado

Garantir que apenas pessoas autorizadas acessem os sistemas é o primeiro passo para proteger informações.

  • Implemente autenticação de dois fatores (2FA) para aumentar a segurança no login.
  • Realize revisões regulares de permissões, ajustando acessos conforme mudanças de cargo ou desligamento de colaboradores.
  • Utilize perfis de acesso segmentados, permitindo que cada colaborador visualize apenas as informações necessárias para sua função.

2. Escolha ferramentas de Comunicação Interna seguras

Plataformas confiáveis são a base da segurança da informação.

  • Opte por sistemas que ofereçam criptografia de ponta a ponta para proteger mensagens e arquivos.
  • Verifique se as ferramentas possuem certificações, como a ISO 27001, que garantem padrões elevados de segurança.
  • Priorize soluções que forneçam atualizações constantes e suporte técnico ativo.

3. Eduque os colaboradores sobre segurança digital

A tecnologia sozinha não resolve tudo; as pessoas também precisam estar preparadas.

  • Realize treinamentos regulares para ensinar boas práticas, como a criação de senhas fortes e a identificação de tentativas de phishing.
  • Crie uma cultura de conscientização sobre segurança da informação e Comunicação Interna, mostrando a importância de proteger dados.
  • Disponibilize um canal para reportar incidentes ou atividades suspeitas.

4. Estabeleça políticas claras de proteção de dados

A transparência sobre como os dados são tratados aumenta a confiança e reduz riscos legais.

  • Especifique como os dados dos colaboradores são coletados, armazenados e utilizados, em conformidade com a LGPD.
  • Implemente práticas de anonimização de dados sempre que possível, minimizando o impacto em caso de vazamentos.
  • Estabeleça regras para o uso responsável de informações confidenciais nos canais de Comunicação Interna.

5. Monitore e responda a incidentes rapidamente

Mesmo com todas as medidas preventivas, é essencial estar preparado para agir.

  • Invista em sistemas de monitoramento contínuo, capazes de detectar e bloquear atividades suspeitas em tempo real.
  • Realize auditorias regulares para identificar vulnerabilidades nos processos e corrigir falhas.
  • Tenha um plano de resposta a incidentes para mitigar danos e restaurar a segurança o mais rápido possível.

Uma prioridade estratégica

Manter a segurança da informação na Comunicação Interna não é apenas uma prática recomendada, mas uma necessidade em um mundo corporativo cada vez mais digital. Empresas que negligenciam esse aspecto arriscam não só vazamentos e prejuízos financeiros, mas também a confiança de seus colaboradores e stakeholders.

Ao adotar ferramentas confiáveis, educar sua equipe e monitorar constantemente, é possível garantir um ambiente mais seguro para o fluxo de informações, protegendo os ativos e fortalecendo a cultura organizacional.

A Dialog, por exemplo, é uma plataforma que se compromete a cumprir todas as diretrizes da LGPD e tem como um de seus pilares a segurança da informação. Conheça agora.

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Como a Comunicação Interna pode ajudar sua empresa a vender mais https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar-sua-empresa-a-vender-mais/ https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar-sua-empresa-a-vender-mais/#respond Thu, 21 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5300 Toda empresa quer ver as vendas aumentarem. Para isso, diversas iniciativas são adotadas internamente, como definição de metas, bonificação por alta performance, premiação de funcionário do mês, ganho de novos benefícios e outras ações. No entanto, o que talvez passe despercebido em muitas organizações é a importância da Comunicação Interna nesse processo.  Companhias que querem […]

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Toda empresa quer ver as vendas aumentarem. Para isso, diversas iniciativas são adotadas internamente, como definição de metas, bonificação por alta performance, premiação de funcionário do mês, ganho de novos benefícios e outras ações. No entanto, o que talvez passe despercebido em muitas organizações é a importância da Comunicação Interna nesse processo. 

Companhias que querem aumentar o faturamento devem, acima de tudo, ter colaboradores alinhados com os objetivos do negócio, engajados em suas atividades e satisfeitos com sua rotina de trabalho. Mas como ter tudo isso? O segredo para conquistar esse grande estímulo de motivação está em uma estratégia eficiente e integrada de Comunicação Interna. 

De acordo com a Gallagher (2022), 58% dos profissionais acreditam que o time de Comunicação Interna deve trabalhar temas amplos da experiência do colaborador, como reconhecimento, compensação, bem-estar e outros. Além disso, de um ano pra cá, a Comunicação Interna ganhou mais relevância perante os CEOs, sendo valorizada por 89% deles segundo a Aberje e a Ação Integrada (2024). 

Os números mostram que a experiência do colaborador tem estado cada vez mais em pauta, assim como a área de Comunicação Interna tem ganhado cada vez mais protagonismo perante a alta liderança – que enxerga no setor um grande potencial para ajudar o negócio a superar metas e conquistar resultados cada vez mais expressivos. 

Mas como fazer isso? Veja, a seguir, três exemplos de como a Comunicação Interna pode ajudar sua empresa a vender mais.

Repassar informações e metas

Independentemente do segmento da empresa, ela só conseguirá atingir objetivos financeiros se contar com o apoio de colaboradores cientes de seu papel estratégico. Isso significa que resultados são alcançados coletivamente e, portanto, cada um tem seu papel dentro da organização. 

No entanto, como um colaborador pode se comprometer com uma meta que ele desconhece? Se a Comunicação Interna não se mantém ativa e alinhada com os objetivos do negócio, ela não consegue repassar informações valiosas para o desempenho dos times. 

O relatório CI Trends (2022) já sinalizou isso. Segundo o material, 81,9% das diretorias esperam alinhamento dos colaboradores com a cultura e a estratégia organizacional ao investir em Comunicação Interna. Essa coesão entre o trabalho dos colaboradores e os objetivos da empresa só pode existir via comunicação, seja entre líderes e liderados ou por meio de mensagens compartilhadas em canais específicos. 

Comunicação Interna vender mais

Estimular o engajamento dos colaboradores

O engajamento é um excelente termômetro para monitorar a produtividade. Um colaborador engajado costuma ser um profissional proativo e motivado a bater metas. Dados divulgados pela Simpplr (2023) indicam o seguinte: para 54% dos profissionais entrevistados, a falta de engajamento tem um impacto direto na produtividade e nos resultados da empresa.

Outros números caminham na mesma direção. Segundo um estudo publicado pela Gallup (2024), quando as organizações aumentam a quantidade de colaboradores engajados, elas promovem diversas melhorias para o negócio. Alguns exemplos são: queda de 78% no absenteísmo, de 51% em turnover e de 63% em acidentes de trabalho; além de um aumento de 10% em lealdade do cliente, de 17% em produtividade (vendas) e de 68% em bem-estar.

Inclusive, a Dialog publicou um relatório inédito que aponta a relação entre o aumento do engajamento dos colaboradores e a redução das taxas de desligamento nas empresas. O estudo está disponível para download. Clique aqui e confira!

E o que a Comunicação Interna tem a ver com isso? Tudo! Ainda de acordo com a Simpplr (2024), 89% das pessoas dizem que a Comunicação Interna pode impactar fortemente o engajamento dos colaboradores. E mais: dados da Gallagher (2024) afirmam que para 74% dos profissionais a Comunicação Interna é responsável pelo engajamento. 

Nesse sentido, diante de tantos números, fica cada vez mais evidente que a Comunicação Interna precisa ser uma área estratégica. Isso significa que além de promover ações que visem ao engajamento dos times, as equipes de CI também precisam contar com ferramentas que permitam o monitoramento desse indicador tão importante para o negócio. 

Propagar a cultura e o senso de pertencimento

E por fim, mas não menos importante, bons resultados também estão diretamente relacionados ao sentimento de pertencer à empresa. É o famoso “vestir a camisa!”. Só se dedica de verdade aquele profissional que se sente parte de um time e que sabe que o bom funcionamento da empresa depende um pouquinho de cada um. 

De acordo com a Glassdoor (2019), 77% das pessoas consideram a cultura da empresa antes de se candidatar a uma vaga de emprego. Além disso, quando se trata de satisfação, mais da metade delas considera a cultura mais importante que o salário. Ou seja: o fit cultural é necessário antes mesmo de alguém se tornar um colaborador. Dessa forma, é fundamental que essa conexão entre a cultura e as pessoas seja mantida quando a relação de trabalho já existe. 

É papel da Comunicação Interna, em parceria com o departamento de Recursos Humanos, manter viva a cultura organizacional. Inclusive, segundo a Aberje e a Ação Integrada (2024), o tema é um dos principais objetivos da área: fortalecer a cultura e o orgulho tem prioridade na Comunicação Interna, sendo uma ação mencionada por 93% dos comunicadores. Para que isso seja possível, é imprescindível que o setor conte com plataformas e canais que suportem estratégias diversificadas. 

Faça tudo isso com a Dialog

Agora que você já sabe como a Comunicação Interna pode atuar para ajudar a empresa a vender mais, superar metas e conquistar resultados surpreendentes, está na hora de conhecer o canal de comunicação perfeito para te acompanhar nessa jornada. Receba uma apresentação gratuita!

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Como fazer um diagnóstico e definir personas na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/como-fazer-um-diagnostico-e-definir-personas-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/como-fazer-um-diagnostico-e-definir-personas-na-comunicacao-interna/#respond Wed, 06 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5430 Fazer um diagnóstico e conhecer as personas são os primeiros passos para um bom planejamento de Comunicação Interna. Esse foi o grande aprendizado do primeiro dia da Semana do Planejamento da Comunicação Interna 2024, idealizada e apresentada pela Dialog, HR Tech líder em CI e engajamento no Brasil. Para falar sobre como criar e aplicar […]

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Fazer um diagnóstico e conhecer as personas são os primeiros passos para um bom planejamento de Comunicação Interna.

Esse foi o grande aprendizado do primeiro dia da Semana do Planejamento da Comunicação Interna 2024, idealizada e apresentada pela Dialog, HR Tech líder em CI e engajamento no Brasil.

Para falar sobre como criar e aplicar um diagnóstico, além de conhecer as personas da organização, Kelly Cufone, diretora de Projetos na United Minds, ministrou uma masterclass exclusiva.

Kelly possui 16 anos de experiência na área de Comunicação Corporativa em empresas multinacionais e nacionais, e liderou o projeto da Nespresso que venceu o Prêmio Aberje, regional São Paulo, na categoria Relacionamento com Público Interno em 2021. Ela também compôs a equipe que venceu o Prêmio Jatobá na categoria Pesquisa de Comunicação Interna por dois anos consecutivos, com projetos desenvolvidos para o Hapvida em 2017 e a Special Dog em 2018.

Além de oferecer a aula, a Dialog criou um conteúdo prático exclusivo: um checklist com perguntas que não podem faltar em uma pesquisa de definição de personas. Você pode assistir à transmissão e baixar o material clicando neste link.

Neste texto, compartilhamos os principais pontos abordados durante a aula. Confira!

Antes do diagnóstico e das personas

Kelly começou sua masterclass levantando um ponto importante: antes de partir para o diagnóstico e a definição de personas, é preciso que os profissionais reflitam sobre o papel da área dentro do negócio.

“Como a gente pensa a comunicação além do papel de informar as pessoas sobre algo? [É importante] olhar para a comunicação como um ponto transversal de toda a companhia, na qual a gente provê o suporte para que as pessoas se sintam mais dentro do negócio, entendendo qual é o seu papel, o que a empresa oferece para elas e o que é possível dar de contrapartida, que é a satisfação, a motivação e a produtividade no dia a dia.”

Em seguida, a diretora explicou como as organizações podem verificar se os colaboradores estão engajados; ponto crucial para o sucesso do negócio.

Fonte: United Minds

Segundo Kelly, a Comunicação Interna eficaz é aquela que potencializa os resultados a partir do momento em que se compromete com a cultura, sem esquecer das particularidades de cada mercado e operação.

Ela comentou que é necessário trabalhar em processos muito bem estruturados e com a governança da área de CI organizada para conseguir amarrar todas essas questões, sair do olhar meramente informativo e passar a impactar o dia a dia dos colaboradores.

“Isso passa por um planejamento bem definido, que envolve como a estratégia da Comunicação Interna estará atrelada à estratégia do negócio, quais são os canais que vou usar, quais são os fluxos que vou trabalhar, quem são minhas áreas parceiras e como vou apoiá-las ao longo do ano para que isso possa acontecer de forma mais efetiva”, disse.

Fonte: United Minds

Diagnóstico de Comunicação Interna

Cufone considerou que o momento (este conteúdo foi produzido no mês de novembro) é perfeito para a definição de estratégias para o próximo ano, visto que as organizações já possuem cenários mais definidos e os profissionais de Comunicação Interna podem ver com mais clareza como a área consegue apoiar no atingimento dos resultados desejados.

O passo a passo dado pela palestrante é este:

  1. Entendimento de cenário;
  2. Definição da estratégia a ser seguida;
  3. Desenvolvimento de personas;
  4. Implementação;
  5. Mensuração ao longo de todo o processo (pesquisa, escuta ativa, coleta de dados etc.).

Para os dois primeiros passos, Kelly propôs uma reflexão: por que a área precisa de diagnóstico? Antes de começar, ela recomendou que a área de CI tenha algumas respostas:

  • O que você gostaria de avaliar?
  • Quais são suas hipóteses?
  • Qual será o objetivo do estudo/diagnóstico?
  • Que recorte será feito?
  • O que você vai fazer com as informações coletadas?

“O que queremos como entrega final e o que isso tem a ver com a estratégia de Comunicação Interna? É sempre importante pensar como a área de comunicação: o  que a gente quer fazer nos próximos anos? Como a gente quer se posicionar? E como esse diagnóstico vai nos ajudar a chegar nesse novo momento que estamos esperando? A partir daí, vamos definir quais são as ferramentas que vamos usar.”

Alguns tipos de pesquisa citados por Kelly que podem fazer parte do diagnóstico de CI são: avaliação de documentos já existentes (materiais institucionais, avaliações realizadas etc.), avaliação de dados do RH (censo e análise de diversidade, liderança e composição de equipes internas) e coleta ativa (pesquisa quantitativa, grupos focais, entrevistas etc.).

A diretora compartilhou alguns pontos de atenção que devem ser seguidos por profissionais de Comunicação Interna durante o processo de diagnóstico:

  • Não interferir nas respostas;
  • Não tirar conclusões precipitadas;
  • Registrar fatos e dados, evitar interferências emocionais;
  • Refletir sobre como as pessoas se sentem sobre determinado assunto ou comunicação;
  • Refletir sobre quais impactos essas percepções geram na cultura e na experiência do colaborador.

O diagnóstico de Comunicação Interna também precisa ser guiado pelas respostas de dois questionamentos: 1. qual é o impacto que a equipe quer gerar com a comunicação e 2. se as mensagens alcançam o público certo para gerar o impacto desejado.

Pensando na primeira questão, Kelly explicou que a área deve definir o que quer trabalhar com os colaboradores para então desenhar as prioridades em termos de projetos e níveis de esforços. 

Ela citou como exemplo uma área que quer gerar mais ativações: a resposta pode ser trabalhar mais datas comemorativas, que impactam positivamente o clima organizacional e a integração dos colaboradores.

Já em relação ao segundo questionamento, ela comentou a importância de refletir se as áreas estão trabalhando as mensagens de forma correta para fazê-las chegar a quem precisa. É onde entram as personas, ponto que foi aprofundado posteriormente.

“Eu estou planejando do jeito correto e, a partir daí, estou trazendo as mensagens adequadas para cada um dos públicos de forma que elas cheguem na ponta ou onde preciso que cheguem? Quando fazemos essa busca de informações na pesquisa de diagnóstico, é muito importante entender e buscar recortes específicos”, sugeriu. 

Alguns dos recortes que devem ser analisadosnos diagnósticos são: 

  • Comportamento de consumo de informações dos colaboradores (filtros de questões geracionais, tempo de casa etc.);
  • Tipos de canais e estilo de conteúdo preferidos;
  • Formatos essenciais para determinado público;
  • Quais informações os colaboradores sentem necessidade de receber;
  • Qual é a combinação de canais mais efetiva para gerar lembrança e propagar a narrativa.

Enfim, as personas

Ok, diagnóstico feito e dados disponíveis! Agora é hora de definir as personas.

Segundo Kelly, a personalização da comunicação visa promover experiências mais customizadas para dialogar com os colaboradores, respeitando o que é valorizado por eles

Além disso, ela afirmou que conhecer o perfil do público interno permite otimizar a alocação de recursos com estratégias que envolvam essas pessoas de maneira mais eficaz, resultando em maior engajamento e participação nas iniciativas da empresa.

Durante a transmissão, a diretora mostrou dois modelos para inspirar e ajudar na criação de personas. O primeiro deles foi um mapa de empatia, e o segundo foi criado pela professora Juliana Paolucci (FIA/USP).

Fonte: United Minds e Juliana Paolucci

A palestrante ainda considerou que conhecer as personas permite que a área de Comunicação Interna crie estratégias e ativações para se relacionar melhor com cada grupo de profissionais da empresa, segmentando a comunicação de acordo com as necessidades.

Quer saber como criar uma persona? Pegue um papel e uma caneta (ou abra um documento on-line) e anote aí:

Fonte: United Minds

Para finalizar, Kelly Cufone compartilhou uma sugestão de estruturação de estratégia para que profissionais de Comunicação Interna façam um diagnóstico e definam as personas. Confira:

Fonte: United Minds

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Assinatura Marcela hub nova

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