Experiência do colaborador Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/rh/experiencia-do-colaborador/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 04 Feb 2026 16:43:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Experiência do colaborador Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/rh/experiencia-do-colaborador/ 32 32 NR-1 e Comunicação Interna: o segredo da segurança no trabalho https://blog.dialog.ci/nr-1-e-comunicacao-interna-o-segredo-da-seguranca-no-trabalho/ https://blog.dialog.ci/nr-1-e-comunicacao-interna-o-segredo-da-seguranca-no-trabalho/#respond Mon, 09 Feb 2026 11:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6468 Relacionar temas como NR-1 e Comunicação Interna precisa estar no radar de empresas que enxergam a conformidade legal e o bem-estar dos colaboradores como prioridades inegociáveis. Afinal, é na interseção dessas duas esferas que reside a chave para a construção de ambientes de trabalho verdadeiramente seguros e produtivos. Neste artigo, explicaremos o porquê.  Começando pelo […]

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Relacionar temas como NR-1 e Comunicação Interna precisa estar no radar de empresas que enxergam a conformidade legal e o bem-estar dos colaboradores como prioridades inegociáveis. Afinal, é na interseção dessas duas esferas que reside a chave para a construção de ambientes de trabalho verdadeiramente seguros e produtivos. Neste artigo, explicaremos o porquê. 

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Começando pelo básico: o que é a NR-1

A NR-1 (Norma Regulamentadora 1) é conhecida como a “norma-mãe” das regulamentações de trabalho no que diz respeito a pautas de segurança e saúde. Ela estabelece diretrizes gerais para a gestão de riscos ocupacionais, direciona responsabilidades, define competências das autoridades fiscalizadoras e estrutura o fluxo de elaboração e revisão das normas vigentes na legislação brasileira.

Criada em 1978, a NR-1 passa por constantes atualizações. Inclusive, em 2024 a Portaria MTE nº 1.419 trouxe novidades para a norma. Trata-se da inclusão de fatores psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), reforçando a relevância da saúde mental no trabalho e exigindo melhorias em treinamentos para a identificação de alertas. A previsão é que o texto integral entre em vigor no mês de maio de 2026.

Os riscos psicossociais são associados a condições que podem provocar ansiedade, estresse, burnout ou depressão. Entende-se que uma exposição frequente a cargas de trabalho excessivas, pressão constante por resultado, ambiente de trabalho hostil, desigualdade nas relações laborais, falta de políticas internas claras ou clima organizacional negativo são motivos para desencadear o desequilíbrio da saúde mental e emocional do colaborador. 

Além da NR-1, existem outras 37 normas vigentes no Brasil com o objetivo de atender às especificidades de cada setor, garantir conformidade e proteger os trabalhadores atuantes em diferentes funções e segmentos de mercado. O descumprimento do que está previsto nas Normas Regulamentadoras pode acarretar multas e interdições à empresa. 

NR-1 e Comunicação Interna

Devido à sua tamanha importância nas relações de trabalho, a efetividade das Normas Regulamentadoras depende, intrinsecamente, da capacidade que a organização tem em comunicar, engajar e educar seus times. É desse ponto de partida que nasce a profunda relação entre a NR-1 e a Comunicação Interna. Afinal, de que adianta identificar um risco potencial se o colaborador não é conscientizado sobre ele e a informação não chega de forma clara e compreensível a quem mais precisa dela?

Nesse cenário, a CI é a ponte que transforma a linguagem técnica e legal em mensagens acessíveis, garantindo que todas as pessoas compreendam os riscos inerentes às suas funções, as medidas de prevenção adotadas e os procedimentos de emergência. A Comunicação Interna, portanto, é a ferramenta que promove transparência, constrói relações de confiança e demonstra o compromisso que a empresa tem com a segurança das equipes.

Determinando a participação ativa dos colaboradores na prevenção de acidentes e situações com potencial agravante, a NR-1 depende de canais de comunicação abertos e preparados para o diálogo constante. Mais importante do que o envio de informações em um formato unilateral é o estímulo a uma atuação cada vez mais ativa dos colaboradores em campanhas de conscientização — o que só é possível por meio de uma Comunicação Interna estruturada e estratégica. 

Boas práticas e mão na massa

Construir narrativas engajadoras que conectem temas de saúde e segurança à cultura organizacional é um desafio que precisa ser superado. Para isso, em vez de apenas comunicar normas técnicas, a área de Comunicação Interna deve criar canais bidirecionais nos quais as mensagens sejam traduzidas em uma linguagem acessível e próxima da realidade dos colaboradores.

A comunicação deve ir além do cumprimento documental para construir consciência coletiva sobre prevenção, integrando segurança aos valores da empresa e demonstrando como cada pessoa contribui para um ambiente mais seguro e produtivo. A seguir, listamos algumas estratégias para colocar a mão na massa:

  1. Explore o potencial visual dos conteúdos

A mesma mensagem pode ser compartilhada de diferentes formas, algumas mais atrativas do que outras. Transforme informações densas em infográficos dinâmicos, produza vídeos curtos e aposte em conteúdos que tragam leveza ao discurso, como memes, gifs, glossários e outras peças visuais. 

  1. Promova canais participativos e estimule o feedback

Sem um canal de Comunicação Interna flexível e estratégico, fica difícil executar essa dica. As empresas que contam com a Dialog, por exemplo, podem investir em quizzes e pesquisas, estimular a troca em grupos segmentados e convidar as pessoas a compartilhar ideias e sugestões de iniciativas que podem ser implementadas.

  1. Insira pautas de saúde e segurança na rotina

Normalmente, as empresas deixam para trabalhar essas temáticas em momentos específicos, como a SIPATMA (Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho e Meio Ambiente). No entanto, é bem mais estratégico e eficiente incluir pílulas sobre saúde e segurança em comunicações cotidianas. Isso faz com que a pauta permaneça presente no dia a dia das pessoas e, assim, não caia no esquecimento. 

4. Construa formas de gamificação e reconhecimento

Falar sobre saúde, bem-estar e segurança de forma lúdica é muito mais eficiente no processo de assimilação da mensagem. Estruturar projetos que visem desafiar a equipe e premiar aqueles com melhor desempenho ou maior participação nos projetos (como treinamentos, webinars e campanhas diversas) é um bom jeito de estimular o engajamento dos colaboradores. 

5. Transforme a liderança em uma multiplicadora de bons exemplos

Seja qual for a plataforma de CI que a sua empresa usa, a liderança continua sendo o maior veículo de comunicação corporativa. São os líderes que podem inspirar as equipes a executar boas práticas de segurança por meio do exemplo. Capacite esses profissionais para que saibam repassar adequadamente o conhecimento a seus respectivos times. Também é recomendado que as lideranças tenham acesso a dados que mostrem a evolução das áreas no quesito segurança. Isso ajuda a monitorar o desempenho do setor.

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A Dialog é a maior aliada da segurança no trabalho

Sem uma plataforma de Comunicação Interna preparada para manter os colaboradores informados e engajados a respeito dos mais variados temas, sua empresa dificilmente conseguirá executar com sucesso boas práticas de saúde e segurança no ambiente de trabalho. Afinal, grandes mudanças começam sempre pela conscientização!

O que acha de conhecer a nossa ferramenta em detalhes e descobrir como a Dialog pode te ajudar? Clique aqui e solicite uma apresentação exclusiva. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Segurança da Informação na Comunicação Interna: 3 dicas para colocar em prática https://blog.dialog.ci/seguranca-da-informacao-na-comunicacao-interna-3-dicas-para-colocar-em-pratica/ https://blog.dialog.ci/seguranca-da-informacao-na-comunicacao-interna-3-dicas-para-colocar-em-pratica/#respond Mon, 26 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6361 Quando falamos de Segurança da Informação, dificilmente conectamos o tema à Comunicação Interna. Isso porque a CI costuma ser associada a engajamento, alinhamento de cultura, experiência do colaborador e marca empregadora. Porém, na prática, o dia a dia da área também envolve um outro ativo valioso: informação.  À medida que a Comunicação Interna e o […]

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Quando falamos de Segurança da Informação, dificilmente conectamos o tema à Comunicação Interna. Isso porque a CI costuma ser associada a engajamento, alinhamento de cultura, experiência do colaborador e marca empregadora. Porém, na prática, o dia a dia da área também envolve um outro ativo valioso: informação. 

À medida que a Comunicação Interna e o RH se digitalizam, as plataformas deixam de ser apenas canais e passam a funcionar como repositórios de dados, concentrando conteúdos, interações e registros dos mais variados tipos a partir de informações extraídas de planilhas, formulários, enquetes, pesquisas, posts, organogramas, materiais de onboarding, políticas internas e outros. 

Quanto mais a empresa usa esses ambientes digitais para estruturar o fluxo da CI, maior é a responsabilidade de garantir que esse acervo esteja protegido contra acessos indevidos, vazamentos e usos inadequados. Por isso, a Segurança da Informação não pode ser tratada como assunto exclusivo da área de Tecnologia.

Para os departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos, o tema precisa entrar no planejamento do ecossistema como um requisito estratégico, porque é a segurança que sustenta a confiança dos colaboradores e a integridade dos dados que circulam dentro dos sistemas utilizados pela organização.

Neste artigo, vamos compartilhar 3 dicas que podem ajudar as empresas a proteger melhor os dados armazenados nas plataformas de Comunicação Interna. Confira!

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1. Defina governança no fluxo da CI

Para a primeira camada de segurança, é importante definir, de forma objetiva, que tipo de conteúdo e dado pode ser publicado ou solicitado, bem como onde, por quem e com qual nível de restrição. Quando a plataforma de Comunicação Interna vira um repositório vivo, é fundamental que haja criticidade na escolha das informações que serão compartilhadas e armazenadas na ferramenta.

Criar uma política interna que classifique a segmentação de cada conteúdo é um bom jeito de começar. Por exemplo: determinados materiais podem ser consumidos pelo público interno, enquanto outros são considerados restritos e têm o acesso liberado apenas para gestores ou profissionais de RH. Essa definição é importante para evitar desencontros e improvisos na hora de construir a estratégia de CI.

Mas tem um detalhe: para transformar governança em rotina, de forma que não seja apenas um documento esquecido, o ideal é estabelecer um um processo claro e descomplicado. Aqui vai uma sugestão de passo a passo:

  • Estabeleça segmentações objetivas para cada conteúdo;
  • Crie regras de publicação para os canais digitais utilizados;
  • Peça suporte ao time jurídico, que tem uma atuação essencial no tratamento de dados sensíveis;
  • Identifique áreas responsáveis pela gestão dos dados, mostrando o papel de cada um na manutenção da Segurança da Informação;
  • Realize um treinamento didático com todo o público interno, conscientizando as pessoas a respeito do tema. 

2. Tenha uma equipe preparada para gerenciar problemas

A segunda dica é reconhecer um ponto-chave: muitos incidentes não começam com uma falha tecnológica complexa, mas com comportamentos cotidianos. Plataformas de Comunicação Interna concentram atenção, credibilidade e alcance — exatamente por isso podem ser palco em casos de vazamentos acidentais, como anexar um arquivo errado, confundir a segmentação adequada, compartilhar informação sensível, expor dados publicamente etc.

Nesse sentido, a CI e o RH têm um papel estratégico: traduzir as diretrizes de segurança em uma linguagem prática e conectada a situações reais. É crucial que todos os colaboradores tenham ciência da importância da Segurança da Informação e compreendam que processos bem estruturados representam maturidade organizacional e cuidado com as pessoas.

Na prática, a empresa precisa de um programa contínuo de conscientização, construído a partir de treinamentos, lembretes e campanhas específicas. Inclusive, além de definir boas práticas de uso da plataforma, isso também é importante para impulsionar ações quando algo parecer suspeito. O colaborador deve saber exatamente o que fazer em situações de risco. Para isso, os times de CI e RH devem: 

  • Transformar a Segurança da Informação em tema recorrente na comunicação;
  • Trazer exemplos práticos e próximos do dia a dia dos colaboradores;
  • Criar um plano de ação sucinto (exemplo: se acontecer X, faça Y);
  • Instruir o colaborador a reportar situações de risco (como, por qual canal, que informação enviar e o que evitar);
  • Manter alinhamento com o setor de TI e o time Jurídico;
  • Atualizar treinamentos conforme mudanças na legislação vigente. 

Por mais que a gestão da Segurança da Informação esteja sob o guarda-chuva da área de Tecnologia, o envolvimento de outras pessoas no tema é necessário para que a empresa consiga conter, corrigir e construir um ambiente (físico e virtual) com transparência e responsabilidade. 

3. Contrate uma plataforma que siga padrões internacionais de segurança

A terceira e última dica é estrutural. Se a estratégia de Comunicação Interna depende de um ambiente digital onde ficam armazenados conteúdos, interações e dados, a plataforma precisa ser escolhida com critério de segurança, tecnologia e privacidade — e não apenas por indicação, preço ou usabilidade. 

Na hora de contratar a melhor ferramenta, as certificações e os padrões internacionais ajudam a tirar a decisão do campo da promessa e levar para o campo da gestão. A Dialog, por exemplo, está em conformidade com os requisitos das normas ISO/IEC 27001:2022 e ISO/IEC 27701:2019. Priorizar uma plataforma alinhada a essas diretrizes, como a nossa, é um caminho prático para garantir que exista método, processos e controles consistentes.

Para você entender, essas certificações atestam que a Dialog segue um rigoroso padrão internacional de segurança, o que traz ainda mais tranquilidade para os nossos clientes e mantém o nosso produto em posição de liderança no mercado brasileiro. 

A Dialog é uma plataforma de Comunicação Interna que não apenas protege as informações cadastradas no nossos sistema, mas também atua como um pilar fundamental para a conformidade da sua organização com as regulamentações de privacidade de dados no país e, por extensão, com as melhores práticas globais.

O importante é lembrar que, mais do que compartilhar mensagens e integrar equipes, um canal de Comunicação Interna verdadeiramente estratégico e eficiente cria um ambiente no qual as pessoas se sentem seguras para se informar e interagir. Isso sustenta o que as áreas de CI e RH mais buscam: confiança, participação, cultura forte e marca empregadora coerente com a maturidade digital da empresa.

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FAQ

1. Por que Segurança da Informação deve ser um tema da Comunicação Interna e do RH?

Porque CI e RH lidam com informações valiosas e, hoje, as plataformas de CI armazenam dados. Proteger esse acervo sustenta a confiança e reduz riscos de vazamento e uso indevido.

2. O que significa governança da informação no fluxo da CI?

É definir regras claras de publicação e acesso, indicando o que pode ser compartilhado, para quem, em qual canal e com qual nível de restrição, evitando improvisos e desalinhamentos.

3. Por que incidentes de segurança podem acontecer mesmo sem falhas tecnológicas?

Porque muitos casos vêm de erros comuns (arquivo errado, segmentação incorreta, exposição indevida de dados sensível). Por isso, é essencial que todos os colaboradores recebam treinamento contínuo.

4. O que devo considerar ao escolher uma plataforma de CI pensando em segurança?

Priorize uma plataforma com padrões e certificações reconhecidas, como ISO/IEC 27001:2022 e ISO/IEC 27701:2019, além de foco em segurança, privacidade e controles consistentes. A Dialog é uma delas.

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Gestão de crise: a Comunicação Interna como estratégia principal https://blog.dialog.ci/gestao-de-crise-a-comunicacao-interna-como-estrategia-principal/ https://blog.dialog.ci/gestao-de-crise-a-comunicacao-interna-como-estrategia-principal/#respond Mon, 10 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6223 Em um mercado competitivo e diante de um cenário corporativo cada vez mais atento às necessidades do capital humano, a gestão de crise é uma habilidade imprescindível no fluxo de contenção de danos. Afinal, a organização não pode deixar que questões financeiras, reputacionais, operacionais ou de outra natureza abalem negativamente a imagem que a marca […]

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Em um mercado competitivo e diante de um cenário corporativo cada vez mais atento às necessidades do capital humano, a gestão de crise é uma habilidade imprescindível no fluxo de contenção de danos. Afinal, a organização não pode deixar que questões financeiras, reputacionais, operacionais ou de outra natureza abalem negativamente a imagem que a marca construiu ao longo dos anos.

A forma como a empresa lida com desafios de adversidade é um reflexo direto de como seus valores e sua cultura estão enraizados no dia a dia. Ou seja: a gestão de crise, sendo bem feita ou não, impacta diretamente a percepção que os colaboradores têm do ambiente em que trabalham.

É nesse contexto que a Comunicação Interna se estabelece tanto como um suporte vital quanto como a estratégia principal para superar momentos de turbulência, garantindo não apenas a integridade do negócio, mas também a confiança do time.

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Antes de olhar para fora, é preciso olhar para dentro

É natural que a pressão imediata em cenários de gestão de crise direcione o foco para a comunicação externa a fim de controlar a percepção pública junto à imprensa, a clientes e a investidores. A urgência de proteger a reputação e as relações comerciais leva a essa priorização. No entanto, é precisamente nesse momento que a negligência ao público interno se torna um erro com consequências severas.

Ao ignorar ou subestimar a necessidade de uma comunicação transparente e constante com os colaboradores, as empresas correm o risco de amplificar o problema internamente. A falta de um posicionamento oficial abre espaço para a proliferação de rumores e um clima de ansiedade que pode rapidamente prejudicar a produtividade da equipe. 

Colaboradores desinformados não apenas se sentem desrespeitados, mas também perdem a capacidade de atuar como verdadeiros embaixadores da marca. Isso significa que diante de um problema é possível que essa desconexão com a empresa faça com que o profissional transmita inconsistências e contradiga a credibilidade da marca como um todo.

E mais: diante do desencontro de informações em um momento de instabilidade, é esperado que a relação de confiança entre colaborador, liderança e empresa seja abalada. Nesse sentido, em uma era na qual o bem-estar e o senso de pertencimento são cada vez mais valorizados no mundo do trabalho, uma gestão de crise que falha em cuidar do próprio time pode prejudicar a retenção de talentos e a cultura organizacional.

Na gestão de crise, a comunicação é a linha de defesa

Quando a gestão de crise se apresenta como necessária, uma Comunicação Interna estratégica, ágil e empática se revela não apenas como um diferencial, mas como uma âncora entre o caos e a estabilidade. Entenda o porquê: 

  • Sendo estratégica, a Comunicação Interna antecipa as necessidades de informação dos colaboradores e alinha a narrativa interna com os valores da empresa. 
  • Sendo ágil, ela entrega informações precisas no momento certo, combatendo ruídos e oferecendo clareza. 
  • E por fim, sendo empática, a CI reconhece as preocupações dos indivíduos, oferece suporte e demonstra que a empresa valoriza e cuida do seu maior ativo: as pessoas. 

Essa abordagem não só minimiza os impactos negativos da crise, como transforma os colaboradores em aliados engajados e prontos para contribuir ativamente para a superação do desafio, o fortalecimento da marca empregadora e o equilíbrio da companhia a longo prazo.

Para que possa transmitir a sensação e a ideia de que tudo está sob controle, a Comunicação Interna precisa ser a área que desenvolve e executa importantes estratégias de sustentação da mensagem e do bem-estar coletivo. Veja algumas delas:

Combater rumores para manter a produtividade em alta

A Comunicação Interna se consolida como um pilar insubstituível para a manutenção do fluxo de trabalho. A área é responsável por combater ativamente a desinformação e os rumores que podem surgir de sintomas como ansiedade e incerteza, garantindo que a verdade seja comunicada de forma rápida e transparente pela fonte oficial da companhia. Isso é crucial não apenas para evitar especulações que prejudicam a produtividade, mas também para manter o engajamento dos colaboradores.

Disseminar instruções para garantir o alinhamento

Uma comunicação clara e empática reforça o senso de pertencimento e o cuidado da empresa com sua equipe — postura essencial para atravessar momentos difíceis. Além disso, a Comunicação Interna é responsável por conduzir o alinhamento operacional e ser porta-voz da sensação de segurança, disseminando instruções e novas diretrizes para que todos saibam exatamente como agir e a empresa possa assegurar a continuidade dos serviços essenciais. 

Dar suporte à liderança para fortalecer o elo com as equipes

Em meio a uma gestão de crise, a liderança é outro ponto focal que garante a estabilidade das equipes. A Comunicação Interna desempenha um papel estratégico ao dar suporte e capacitar esses líderes, transformando-os em multiplicadores das mensagens da empresa e, ao mesmo tempo, em ouvintes ativos das preocupações dos colaboradores. Esse alinhamento é fundamental para que as informações fluam de forma coesa, reforçando o elo entre a equipe e fortalecendo a assimilação do conteúdo compartilhado.

Integrar canais para comunicar com eficiência

A eficácia da Comunicação Interna em momentos críticos depende diretamente da integração e do uso estratégico de canais. Ter um hub de informações confiável, que centralize FAQs, diretrizes atualizadas e o posicionamento oficial da empresa, é essencial durante uma gestão de crise. Além disso, é interessante que a área de CI possa enviar alertas e comunicados urgentes via notificações push ou mensagens diretas (que podem ser segmentadas ou não), garantindo que as informações cheguem rapidamente a quem precisa recebê-las. Essa orquestração multicanal assegura que o discurso alcance o público certo e no momento exato. 

A Dialog é a solução para uma gestão de crise

Em situações nas quais agilidade, clareza e alcance são decisivos, a Dialog emerge como a plataforma de Comunicação Interna ideal por sua capacidade de integrar diversos canais e estratégias. Com uma única ferramenta, conseguimos entregar mensagens de forma segmentada ou massiva a quem precisa recebê-las, do público administrativo ao operacional, evitando ruídos e centralizando discursos oficiais. 

Além de simplificar — com tecnologia e eficiência —  o fluxo de informações, nossa solução facilita a comunicação bidirecional, essencial para engajar equipes, sanar dúvidas e coletar feedbacks valiosos. Quer conhecer nossa plataforma em detalhes e entender, na prática, como ela pode te ajudar a vencer os desafios de Comunicação Interna? Clique aqui e receba uma demonstração gratuita

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna e clima organizacional afetam a saúde do colaborador; saiba como https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-clima-organizacional-afetam-a-saude-do-colaborador-saiba-como/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-clima-organizacional-afetam-a-saude-do-colaborador-saiba-como/#respond Mon, 07 Apr 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5791 The post Comunicação Interna e clima organizacional afetam a saúde do colaborador; saiba como appeared first on Dialog Blog.

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A Comunicação Interna e o clima organizacional são dois fatores indissociáveis quando se trata de promover a saúde e o bem-estar dos colaboradores. 

Empresas que investem em uma comunicação eficiente e transparente, apoiada por canais digitais bem estruturados, conseguem criar um ambiente mais saudável, onde o estresse e a infoxicação são controlados e a saúde mental dos colaboradores é prioritária.

As organizações que cuidam do clima organizacional contribuem para um ambiente de trabalho saudável, produtivo e motivador. Contudo, quando não há esse cuidado, aumentam as chances da empresa se tornar um lugar tóxico ou desfavorável, podendo gerar impactos negativos tanto na performance dos colaboradores quanto na saúde (física e mental).

Neste artigo, falaremos mais sobre essa dinâmica e o papel estratégico da Comunicação Interna no cuidado com o bem-estar dos profissionais e na manutenção do clima organizacional.

Prioridades da Comunicação Interna e o clima organizacional

O primeiro indicativo da relação entre Comunicação Interna e clima organizacional costuma ser a temática trabalhada pela área. Segundo a edição de 2025 do estudo anual da Aberje e Ação Integrada, os temas mais comuns são:

  • Cultura da empresa (66%);
  • Iniciativas de gestão de pessoas (64%);
  • Estratégias e resultados da empresa (47%);
  • Diversidade, equidade e inclusão (41%); 
  • Datas comemorativas (32%);
  • Segurança no trabalho (32%).

Os 4 primeiros tópicos impactam diretamente no senso de pertencimento e na construção (e sustentação) de relações de confiança entre colaborador e empresa, pontos cruciais para um bom clima organizacional. Já o 6º tema, por exemplo, indica como a Comunicação Interna pode agregar valor ao bem-estar e à segurança dos profissionais.

Lembrando que o clima organizacional é, na verdade, o ambiente emocional, psicológico e social no qual os colaboradores se inserem no dia a dia de trabalho. Esse clima é influenciado por diversos fatores, e a Comunicação Interna é um dos mais relevantes — pois a área desempenha um papel crucial no relacionamento com o público interno. 

Quando trabalhada de forma clara, transparente e eficiente, a CI ajuda a criar um espaço de confiança, o que é essencial para um bom clima na organização. Quando falha, pode gerar insegurança, ruídos de informação e frustrações entre os colaboradores.

Com uma estratégia definida e bem feita, a Comunicação Interna permite que os colaboradores compreendam melhor suas responsabilidades, objetivos organizacionais e metas individuais.

Em entrevista ao Dialog Talks em 2022, a coordenadora no Great Place to Work, Thais Pio, afirmou: “A Comunicação Interna é a responsável por integrar as pessoas, de forma com que elas se sintam motivadas e engajadas no ambiente de trabalho”.

Leia também:

NR-1

A Norma Regulamentadora 1 (NR-1) estabelece as disposições gerais sobre segurança e saúde nas empresas, sendo um dos principais instrumentos legais para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável no Brasil. 

Essa norma determina as responsabilidades do empregador, dos colaboradores e de profissionais de segurança, além de orientar sobre a organização e a implementação de medidas preventivas para evitar acidentes e doenças ocupacionais.

De acordo com a NR-1, a empresa deve garantir que seus profissionais sejam adequadamente informados sobre os riscos aos quais estão expostos e sobre as medidas preventivas que devem ser adotadas. Entra aí o trabalho da área de Comunicação Interna.

Por meio de seus canais de CI, a organização pode garantir que todos os trabalhadores estejam atualizados sobre as diretrizes de segurança. Isso é particularmente importante em relação a alterações nas regulamentações e a novas práticas de segurança que possam ser implementadas para proteger a saúde dos colaboradores. 

A norma também prevê que as empresas adotem medidas de acompanhamento e melhoria contínua na gestão de segurança e saúde no trabalho. Nesse sentido, a Comunicação Interna pode incentivar a participação ativa dos trabalhadores em discussões sobre segurança, criando um ambiente de colaboração e engajamento.

A área também pode organizar treinamentos, junto com outros setores que estejam diretamente envolvidos com o cuidado com a saúde e segurança dos funcionários, para informar como esse público pode agir em situações de emergência, como incêndios, acidentes ou outros eventos críticos.

Canais digitais de CI: por que investir?

Investir em canais digitais de Comunicação Interna pode melhorar significativamente o clima organizacional. Isso é possível quando a ferramenta permite que as pessoas se aproximem do departamento de RH, promove integração entre as áreas, facilita a consulta de materiais referentes à cultura ou cria um espaço para que todos tenham voz ativa, por exemplo. Com a Dialog, as empresas conseguem fazer tudo isso de um jeito descomplicado.

Além disso, uma rede social corporativa ou plataforma de Comunicação Interna ajuda a evitar problemas relacionados à infoxicação, mantendo e reforçando um clima saudável na organização.

A Dialog também permite a segmentação de conteúdos, o que facilita a estratégia da área e ajuda a fazer com que cada informação chegue em seu respectivo público-alvo, evitando que muitos conteúdos circulem desnecessariamente.

Em entrevista ao Dialog Talks, Vitor Morais, diretor de Conteúdo e Planejamento na Supera Comunicação, explicou a importância em segmentar:

“A segmentação reduz a infoxicação, pois não vai uma chuva de mensagens para todo mundo e começa a direcionar cada mensagem de maneira que faça muito mais sentido para o público. Nisso, a plataforma nos ajuda muito. É muito mais fácil segmentar porque apesar de ser o mesmo canal para todo mundo, você tem ali vários filtros que pode acionar para fazer com que a mensagem chegue àquele público específico.”

Outro ponto importante é o uso de dados. Com um dashboard com mais de 50 indicadores, nosso canal digital ajuda a equipe a entender se as mensagens estão sendo consumidas e assimiladas. Tudo isso pode impactar diretamente o clima organizacional.

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Assinatura Marcela hub nova

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É tempo de falar sobre felicidade https://blog.dialog.ci/e-tempo-de-falar-sobre-felicidade/ https://blog.dialog.ci/e-tempo-de-falar-sobre-felicidade/#respond Fri, 03 Jan 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5518 Frases como “é preciso pagar o preço do sucesso” e “descanso é para os fracos” nos fizeram acreditar que vida e trabalho não poderiam coexistir de forma feliz. A ideia é reforçada pela origem da palavra “trabalho”, derivada do latim tripalium, uma ferramenta de tortura. No entanto, passamos mais de um terço de nossas vidas […]

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Frases como “é preciso pagar o preço do sucesso” e “descanso é para os fracos” nos fizeram acreditar que vida e trabalho não poderiam coexistir de forma feliz. A ideia é reforçada pela origem da palavra “trabalho”, derivada do latim tripalium, uma ferramenta de tortura.

No entanto, passamos mais de um terço de nossas vidas trabalhando — e esse tempo só aumenta com a maior expectativa de vida, o adiamento da aposentadoria e a pressão por desenvolvimento constante em um ambiente cada vez mais competitivo.

Trabalho e vida pessoal se misturam, e é ilusório limitar a felicidade ao tempo livre. O desafio é buscar equilíbrio entre essas áreas.

Contra dados, não há argumentos

Em 2022, a Organização Mundial de Saúde reconheceu o burnout como um estado de esgotamento relacionado ao trabalho, e o Brasil está em segundo lugar no ranking dos países com mais casos.

O estudo State of the Global Workplace, da Gallup, aponta que os trabalhadores brasileiros estão entre os mais estressados, tristes e que mais sentem raiva no dia a dia na América Latina. 

Já a pesquisa The Happiness Index, realizada em parceria com a Pluxee, demonstra que os brasileiros são 9% menos felizes no trabalho do que a média global.

E essa tal felicidade?

A Psicologia Positiva, segundo Martin Seligman, considera a felicidade como um estado de bem-estar que pode ser conquistado e experimentado de diferentes formas. Seu modelo PERMA-V define seis elementos que promovem uma vida feliz:

  • P (Positive Emotions) – emoções positivas, como gratidão e otimismo.
  • E (Engagement) – engajamento em atividades que geram prazer.
  • R (Relationships) – relacionamentos saudáveis e significativos.
  • M (Meaning) – propósito e sentido de vida.
  • A (Accomplishment) – realização de metas e progresso pessoal.
  • V (Vitality) – cuidados com a saúde física e mental.

Para Seligman, a felicidade é individual, subjetiva e requer equilíbrio entre esses elementos. Não é uma meta fixa, mas um exercício contínuo no cotidiano. Contudo, se a felicidade é individual, como podemos falar de felicidade corporativa?

Empresas felizes

Organizações que priorizam o bem-estar de seus colaboradores criam condições para que cada pessoa desenvolva sua própria felicidade. Líderes desempenham um papel central nesse processo, assim como a Comunicação Interna, o Endomarketing e o Employer Branding.

É tempo de formar líderes mais comunicativos, empáticos e próximos, que reconheçam conquistas, celebrem vitórias, deleguem com propósito e promovam equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Além disso, é essencial clareza na proposta de valor ao colaborador, conectando pessoas a ambientes que reflitam suas definições de felicidade.

Também é importante mapear e dar visibilidade a iniciativas que se alinhem ao modelo PERMA-V, como eventos de integração, projetos sociais, grupos de afinidade, histórias inspiradoras, plano de carreira e ações de saúde e bem-estar. 

É tempo de impulsionar a felicidade para a sustentabilidade do negócio. Pessoas mais felizes tendem a querer ficar na empresa (impacto no turnover), desejam vir ao trabalho (impacto no absenteísmo), fazem suas atividades com mais eficiência e qualidade e cuidam da sua segurança e saúde. 

E a comunicação é estratégica para impulsionar esse tema. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Liderança e influenciadores internos como aliados da CI https://blog.dialog.ci/lideranca-e-influenciadores-internos-como-aliados-da-ci/ https://blog.dialog.ci/lideranca-e-influenciadores-internos-como-aliados-da-ci/#respond Fri, 08 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5437 Tanto líderes quanto influenciadores internos podem ser grandes aliados da Comunicação Interna, mas como treinar esses públicos para isso?  Essa foi a pergunta que guiou a terceira aula da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, que teve como palestrante Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K Comunicação.  Ela possui 18 anos de experiência […]

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Tanto líderes quanto influenciadores internos podem ser grandes aliados da Comunicação Interna, mas como treinar esses públicos para isso? 

Essa foi a pergunta que guiou a terceira aula da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, que teve como palestrante Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K Comunicação. 

Ela possui 18 anos de experiência e uma carreira construída com foco no desenvolvimento de estratégias de Comunicação Interna e Endomarketing, envolvendo diagnóstico, planejamento, implantação, mensuração, monitoramento de planos de comunicação e engajamento, campanhas, eventos, bem como programa de desenvolvimento de liderança comunicadora e de influenciadores internos.

Além da aula, a Dialog criou um conteúdo prático complementar: um manual de boas práticas para trabalhar a liderança comunicadora e os influenciadores internos. Você pode assistir à transmissão e baixar o material clicando neste link.

Liderança comunicadora e influenciadores internos

Liderança comunicadora e embaixadores internos são duas prioridades para a Comunicação Interna. Engajar o primeiro público, por exemplo, é o maior desafio da área há 9 anos, segundo um estudo da Aberje e da Ação Integrada. Além disso, 72% das empresas pretendem alocar, manter ou até mesmo aumentar investimentos para programas de influenciadores.

E por que contar com o apoio da liderança é tão importante? A pesquisa da Aberje mostrou que 4 das 6 formas mais efetivas de fazer CI têm líderes envolvidos; enquanto um estudo de TJ Larkin mostra que colaboradores se lembram 9 vezes mais da informação que ouvem de líderes em comparação às mensagens propagadas por canais formais.

Já os influenciadores internos agregam valor à estratégia de CI por representarem uma comunicação mais próxima, feita de colaborador para colaborador. Segundo a Eldeman, inclusive, 80% dos respondentes confiam em pessoas comuns, próximas de sua realidade. Além disso, um dado da Social Media Today aponta que conteúdos compartilhados por funcionários geram, em média, 8 vezes mais engajamento do que aqueles compartilhados pela marca.

Pâmera explica que a comunicação, quando feita de pessoa para pessoa, gera mais autenticidade, veracidade e engajamento.

A gerente deu dicas práticas de como engajar e preparar tanto a liderança como fonte comunicadora quanto um programa de influenciadores ou embaixadores internos. Abaixo, compartilhamos os principais insights:

Liderança comunicadora

Afinal, como mostrar a importância da comunicação entre o líder e a equipe para o negócio? Se ainda não estão convencidos do poder dessa relação, Ferreira mostrou números importantes.

“Quando a gente tem uma liderança que atua como comunicadora e realmente contribui para o alinhamento e a mobilização dos times em busca dos objetivos do negócio, do fortalecimento da cultura e da marca empregadora, a gente tem essa fluidez na comunicação. (…) Quando a gente não tem [o envolvimento das lideranças], principalmente o envolvimento dos gestores que ficam mais ligados à base, temos um gap! Imagine todas as comunicações e informações mais estratégicas: como elas vão chegar na base? A gente precisa que essa liderança faça fluir essa comunicação e traduza [a mensagem] de forma que todos da organização consigam enxergar os rumos [da empresa] e o que precisam fazer para alcançar os objetivos”, explicou.

E quais são os gargalos nas organizações quando o assunto é liderança comunicadora? Pâmera mencionou 4:

  1. Inacessibilidade e falta de comunicação com gestores seniores;
  2. Falta de informação sobre o negócio;
  3. Falta de comunicação sobre acontecimentos, objetivos da empresa e celebração de conquistas;
  4. Inacessibilidade das lideranças.

A profissional foi objetiva: não há engajamento sem comunicação, e não existe comunicação eficaz sem a liderança!

Para capacitar e sustentar o engajamento da liderança nesse processo de comunicação, Pâmera citou 3 pilares: empoderamento, capacitação e instrumentalização.

Além disso, ela compartilhou um passo a passo para criar um plano a fim de desenvolver e preparar uma liderança comunicadora. Anote aí!

  1. Admita que a liderança não é um canal de comunicação e sim o elo entre colaboradores e organização;
  2. Realize um diagnóstico da liderança comunicadora (identifique oportunidades de melhoria, quais habilidades devem ser desenvolvidas etc.);
  3. Empodere a liderança (mostre a importância e números);
  4. Desenvolva a trilha de capacitação da liderança (workshops, palestras, vídeos, mentorias etc; isso pode ser feito em parceria com o time de DHO/RH);
  5. Instrumentalize e apoie a liderança no processo de comunicação líder-equipe;
    • Momentos: Alinhamentos temáticos, reuniões de liderança, encontro de líderes, convenções etc.
    • Canais: Newsletter, espaço exclusivo na internet/rede social corporativa/plataforma de CI, entre outros.
  6. Monitore e mensure os resultados (pesquisa ou diagnóstico de CI, pesquisa de clima, avaliação de desempenho etc.).

Influenciadores internos

A representante da P3K afirmou que pessoas produtoras de conteúdo aumentam o engajamento e o alcance na internet. Por que, então, não aproveitar essa estratégia dentro das organizações?

Para que isso seja possível, é necessário identificar, capacitar e sustentar o engajamento dos influenciadores internos. Nesse sentido, Pâmera compartilhou um benchmark feito pela agência sobre o tema. Você pode acessar o conteúdo gratuitamente clicando no link.

Ela também citou o passo a passo para criar um programa de influenciadores internos, frisando a importância de começar pela definição de responsabilidades. 

“Esse é o principal ponto de partida e define todo o processo de governança do programa, porque todo o resto depende dessa definição. Ah, eu quero que o influenciador só atue para dentro? Ele vai ser um construtor de conteúdo, vai me ajudar na disseminação junto aos colegas? Será um agente de engajamento? Vai me ajudar nas ações que realizo internamente? Quais serão as responsabilidades dele? Porque tudo isso determina como faremos a seleção, a capacitação e o engajamento desse time”, contextualizou.

Confira a jornada:

  1. Identifique os objetivos e estabeleça papéis e responsabilidades;
  1. Determine como será feita a seleção;
    1. Lideranças indicam;
    2. Por inscrição anual;
    3. Por engajamento;
    4. Por matriz de influência.
  1. Planeje como será a integração e a grade de capacitação;
  2. Apoie e instrumentalize os influenciadores (campanhas e ações em primeira mão, missões periódicas, canais exclusivos, reuniões específicas etc.);
  3. Acompanhe, monitore e mensure resultados;
  4. Reconheça os influenciadores;
  5. Defina como será a renovação.

Para finalizar, Pâmera compartilhou um case especial da Coop, rede de supermercados que é cliente da Dialog e da P3K. Em 2024, a empresa lançou um programa de influenciadores internos que fez muito sucesso! Para saber detalhes desse case, basta acessar o link da masterclass e ir até o minuto 44:44.

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Rede de supermercados valoriza a experiência do colaborador para influenciar na do cliente; entenda https://blog.dialog.ci/rede-de-supermercados-valoriza-a-experiencia-do-colaborador-para-influenciar-na-do-cliente-entenda/ https://blog.dialog.ci/rede-de-supermercados-valoriza-a-experiencia-do-colaborador-para-influenciar-na-do-cliente-entenda/#respond Fri, 23 Aug 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5193 Conquistar a satisfação do cliente é uma meta unânime entre as empresas. Afinal, clientes satisfeitos ajudam a fortalecer a marca no mercado e a trazer recorrência na aquisição de produtos ou serviços. Por isso, é fundamental que a jornada de consumo seja atraente e positiva.  Para construir uma experiência memorável para o cliente, é essencial […]

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Conquistar a satisfação do cliente é uma meta unânime entre as empresas. Afinal, clientes satisfeitos ajudam a fortalecer a marca no mercado e a trazer recorrência na aquisição de produtos ou serviços. Por isso, é fundamental que a jornada de consumo seja atraente e positiva. 

Para construir uma experiência memorável para o cliente, é essencial oferecer um atendimento personalizado. Isso significa que a empresa deve compreender as necessidades do público para atender às expectativas daquele consumidor. Além disso, ter agilidade na resolução de problemas e oferecer suporte proativo quando necessário são boas práticas que ajudam a construir um relacionamento de confiança. 

Isso tudo só é possível quando a marca conta com uma equipe qualificada e disposta a superar os desafios cotidianos. Nesse sentido, se o foco está em garantir uma experiência de compra positiva, antes a empresa precisa investir em uma experiência igualmente satisfatória para as pessoas que trabalham nela. Só assim, com motivação e engajamento, é que o atendimento ao público será feito com excelência.

Por mais que muitas organizações ignorem essa conexão, a experiência do colaborador e a experiência do cliente estão diretamente relacionadas. A lógica é a seguinte: uma vivência de trabalho positiva é o que induz as pessoas ao engajamento; e esse engajamento, consequentemente, é o que impulsiona a produtividade do trabalhador. Se esse profissional é mais produtivo, a tendência é que ele dedique mais esforços ao atendimento realizado – o que garante, por fim, um feedback positivo de quem foi atendido.

A experiência começa pela comunicação

Mas por onde começar? A resposta está na comunicação. A comunicação, escrita ou falada, é o primeiro ponto de contato entre as pessoas. É natural, portanto, que esse seja o direcionador de qualquer experiência. Nas empresas isso também se aplica. Afinal, a organização precisa se comunicar com as equipes para alinhar objetivos, definir estratégias e despertar o senso de pertencimento. 

Com 49 unidades, sendo 47 lojas e dois pontos relativos à Central Administrativa e ao Centro de Distribuição, o Grupo Coutinho encontrou na Comunicação Interna a ferramenta ideal para engajar os colaboradores e motivá-los a conquistar melhores resultados em atendimento e performance. 

O primeiro passo foi ampliar o alcance da mensagem, já que 87% do público interno é formado por colaboradores operacionais que não têm acesso a computador ou a e-mail na rotina de trabalho. “Antes, utilizávamos diversos recursos para que a comunicação chegasse ao colaborador. Como o nosso público operacional não tem e-mail corporativo, contávamos com os líderes no compartilhamento de informações mais importantes”, conta Fabiana Gonçalves Vieira, diretora de Gente e Gestão no Grupo Coutinho. 

Hoje, a Comunicação Interna da rede de supermercados conta com uma plataforma capaz de unificar todos os canais e alcançar até mesmo as pessoas que não tinham acesso a e-mail. Essa nova plataforma é o Conecta, uma ferramenta de CI desenvolvida pela Dialog, a HR Tech que lidera o mercado de Comunicação Interna e engajamento no Brasil. “Atualmente, publicamos no Conecta todas as comunicações! As outras ferramentas, como o e-mail ou o mural, servem apenas para direcionar o colaborador a essa nova plataforma – na qual, além de consumir o conteúdo, ele tem a chance de expressar, via curtidas ou comentários, o que pensa sobre o que foi compartilhado”, ressalta a diretora.

A digitalização completa da comunicação no Grupo Coutinho permitiu, inclusive, que a empresa passasse a ter acesso a métricas e a indicadores que antes eram pouco explorados. “Mensurar as ações de Comunicação Interna é fundamental para garantir que as mensagens sejam efetivamente compreendidas pelos colaboradores. O nível de engajamento dos colaboradores serve como um indicador crucial que sinaliza qual forma de comunicação é a mais eficaz”, explica Fabiana, enfatizando a possibilidade de ajustar a estratégia com base na participação do público interno. 

Despertar o pertencimento antes do engajamento

Mais do que apenas entregar a informação, a Comunicação Interna também deve atuar a fim de despertar nas equipes o senso de pertencimento. Se sentir acolhido e respeitado é parte de qualquer processo que busca o engajamento e a alta performance.

Nesse sentido, o Grupo Coutinho, com base em valores que prezam o trabalho colaborativo, a ética, a transparência, a sustentabilidade e o respeito às pessoas, conseguiu promover nos times a integração harmoniosa que qualquer empresa de sucesso precisa. “Acreditamos que aquilo que é importante para o dia a dia deve estar nítido na cultura da organização. Diante disso, é compromisso da nossa gestão garantir que o colaborador se sinta acolhido e integrado”, destaca Fabiana.

A diretora de Gente e Gestão compreende que para que haja excelência no atendimento ao cliente é preciso que, antes, haja também satisfação e bem-estar na rotina de trabalho. Ela conta que, com a finalidade de incentivar o envolvimento consciente dos colaboradores na experiência de compra do cliente, a empresa reconhece aqueles que recebem boas avaliações espontâneas durante o atendimento.

“Quando o colaborador exercita sua paixão em servir, o cliente sente a diferença no atendimento. Todos saem ganhando com isso, já que os programas de participação nos lucros são medidos pelo volume de vendas. Além disso, um cliente fidelizado tende a voltar e a fazer propaganda positiva de sua experiência”, explica.

Duas iniciativas que merecem destaque são o Atendimento Campeão e o Cliente Oculto. Essa última consiste em uma pesquisa realizada por um parceiro que envia para as lojas clientes focados na análise da experiência de compra e na verificação do cumprimento do repertório de atendimento padrão. Tal avaliação gera um resultado de atendimento que o Grupo Coutinho utiliza como indicador. Em 2023, a rede de supermercados registrou 94,03% de satisfação do cliente. Em 2024, com a pesquisa ainda em andamento, já foi registrado um percentual de 93,20%. 

Investir em experiência e em comunicação é uma prioridade

Segundo a Gallagher, para 82% dos profissionais a Comunicação Interna é vista como um dos principais impulsionadores da experiência do colaborador na organização. Ao mesmo tempo, uma pesquisa da Willis Towers Watson mostrou que para 90% das empresas a experiência do colaborador já é uma prioridade. 

Além disso, dados divulgados pela Gallup mostram que empresas com colaboradores altamente engajados superam marcas concorrentes em 147%. E mais: informações publicadas pela Wellable afirmam que organizações que investem na experiência do colaborador são quatro vezes mais rentáveis.

Diante de números tão expressivos, fica nítida a importância de dedicar atenção a esses temas. Para Hugo Godinho, CEO da Dialog, a Comunicação Interna deve atuar de forma estratégica nesse sentido. Ele ainda ressalta que, para que os colaboradores tenham uma boa experiência digital, é fundamental que as empresas contem com uma plataforma preparada para construir essa jornada de forma personalizada. 

“Hoje em dia, a Comunicação Interna não existe apenas para levar a informação, mas sim para fazer com que as pessoas se sintam parte do processo. Dessa forma, a empresa precisa ter um canal de comunicação que facilite o acesso a conteúdos e permita essa troca orgânica entre as equipes”, diz. 

Além disso, o CEO também destaca que a digitalização se mostra como uma importante aliada das empresas que estão atentas às métricas de engajamento. “Plataformas robustas, como a Dialog, oferecem recursos para que as organizações acompanhem o comportamento do colaborador e consigam avaliar o clima organizacional com mais eficiência. Os recursos de mensuração são essenciais para enriquecer a análise da experiência do colaborador e, consequentemente, descobrir formas de melhorar a experiência do cliente final”, conclui. 

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Silent, grumpy ou loud quitting: mais do que apenas insatisfação no trabalho https://blog.dialog.ci/silent-grumpy-ou-loud-quitting-mais-do-que-apenas-insatisfacao-no-trabalho/ https://blog.dialog.ci/silent-grumpy-ou-loud-quitting-mais-do-que-apenas-insatisfacao-no-trabalho/#respond Thu, 01 Aug 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5112 Como millennial, filha de pais baby boomers, a relação com o trabalho sempre foi, de certa forma, contraditória. Meu pai trabalhou por 30 anos na mesma empresa. Minha mãe também seguiu a linha de trabalhar por décadas na mesma companhia até se aposentar. Eles acreditavam que o valor deles estava no trabalho que realizavam. Mesmo […]

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Como millennial, filha de pais baby boomers, a relação com o trabalho sempre foi, de certa forma, contraditória. Meu pai trabalhou por 30 anos na mesma empresa. Minha mãe também seguiu a linha de trabalhar por décadas na mesma companhia até se aposentar. Eles acreditavam que o valor deles estava no trabalho que realizavam. Mesmo duas gerações depois, ainda vejo em mim esse pensamento.

Produtividade e performance ainda significam muito. Entregar sempre mais com muita qualidade continua sendo sinônimo de valor pessoal. Ao mesmo tempo, sinto a necessidade de que o trabalho não ocupe uma parcela tão grande da minha vida, dando espaço também para lazer, relacionamento e outras áreas tão importantes quanto. Mas como balancear esses aspectos ainda traz um pouco de dificuldade e até culpa, reflito: será que estou entregando tanto quanto posso no trabalho?

Para os gen-z, essa dúvida não é nem um pensamento passageiro. Eles sabem o que querem de suas carreiras e, acima de tudo, de suas vidas. Essa nova percepção mais desapegada em relação ao ambiente de trabalho deu origem a dois termos que estão em alta no mundo corporativo nos últimos tempos: quiet quitting e grumpy staying. 

Qual é o impacto dessa mudança para a cultura corporativa e, principalmente, para a Comunicação Interna? Primeiro, é importante entender esses dois conceitos e os sentimentos que estão por trás de cada um deles.

O quiet quitting é um termo que ganhou muita força após a pandemia. Os longos meses de lockdown trouxeram uma nova perspectiva para muitos profissionais e reforçaram o que grande parte dos gen-z acreditam: há mais na vida do que trabalho. A flexibilidade e a praticidade do modelo remoto também possibilitaram que esse olhar de equilíbrio entre as vidas pessoal e profissional fosse apurado.

Porém, após as campanhas de imunização da população e o retorno ao mundo presencial, o movimento em prol do trabalho remoto está caindo. Uma pesquisa realizada pela Catho, divulgada em fevereiro deste ano, aponta que 60% das empresas pretendem voltar 100% ao presencial em 2024. Por outro lado, 70% dos profissionais preferem o modelo híbrido com um ou dois dias presenciais no escritório, de acordo com um levantamento da Bare International divulgado em 2023.

Essa disputa de preferências acabou gerando o fenômeno quiet quitting, que nada mais é do que fazer o mínimo em seu trabalho, sem desempenhar aquele esforço extra. Ao contrário da geração baby boomer, marcada pela lealdade ao empregador e a necessidade de fazer mais, a nova geração não considera essa fidelidade e dedicação como algo que deva ser reproduzido.

O termo pode ser traduzido como “desistir silenciosamente”, e é exatamente o advérbio de modo que o diferencia do grumpy staying. O que antes era uma insatisfação quieta em relação ao ambiente de trabalho, agora está aumentando o som. Conhecido também como loud quitting, esse movimento faz com que as reclamações não sejam mais sussurros pelos corredores, mas sim profissionais que falam abertamente, em alto e bom tom, que não estão satisfeitos, enumerando cada fator responsável por gerar esse sentimento.

Um ponto de atenção para as empresas e para os profissionais de Comunicação Interna é a facilidade com a qual esse sentimento pode ser espalhado, passando a afetar times e departamentos inteiros. O impacto na cultura e no clima é direto, além de também influenciar diretamente a produtividade e os resultados do negócio.

Mas o que pode gerar esse sentimento de insatisfação?

Podem ser inúmeras as causas, mas as principais são:

  • Insatisfação no trabalho: a falta de propósito, de desafios ou até a não percepção do valor de sua participação no trabalho podem gerar sentimentos de insatisfação e desvalorização.
  • Carga de trabalho e estresse: prazos apertados e falta de senso de priorização e urgência geram estresse que, consequentemente, diminui o engajamento. Além disso, é comum encontrarmos relatos de áreas defasadas em relação ao número de profissionais necessários para alcançar as metas determinadas.
  • Questões financeiras: a United Minds tem em seu portfólio de conteúdo o paper Diversão no Trabalho, que aborda diversos fatores capazes de fazer com que o ambiente de trabalho tenha um impacto positivo. Entre esses apontamentos, estão os salários competitivos.
  • Lideranças despreparadas: muitos líderes não estão preparados, e até não se sentem seguros, para lidar com profissionais que possuem esse alto índice de descontentamento.

Qual é o papel da Comunicação Interna?

O papel da Comunicação Interna é trazer a informação de forma transparente, no momento certo e com agilidade. Ou seja, uma das formas que a CI pode atuar é na visibilidade de projetos e ações realizadas na empresa que melhoram a experiência dos colaboradores.

Como guardiões da cultura corporativa, é importante que esse movimento de mudança e endereçamento desse clima negativo seja apontado. Os profissionais de comunicação podem ajudar esses líderes com treinamentos e na preparação de uma liderança comunicadora, por exemplo, acompanhando o processo de desenvolvimento desses profissionais para que eles possam ser meios de comunicação para ampliar a divulgação das mensagens e da estratégia da companhia.

A comunicação exerce um papel essencial para apoiar a jornada de entendimento do negócio. Conteúdos planejados e executados, considerando também a necessidade do público, são essenciais nesse processo de construção de propósito dos colaboradores. É fundamental que eles experienciem sua atuação na estratégia da empresa e entendam o real impacto que seu trabalho tem nos resultados para que, assim, esse sentimento negativo possa ser transformado em algo positivo.

Promover o reconhecimento é uma das formas de contornar e mudar o sentimento de insatisfação com o trabalho, um dos pontos do loud staying. E a CI pode ajudar nesse processo por meio de ações internas, divulgando programas de reconhecimento ou trazendo a voz do colaborador para dentro da comunicação oficial.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Workplace x Dialog: comparativo mostra por que a nossa plataforma é a melhor substituta https://blog.dialog.ci/workplace-x-dialog-comparativo-mostra-por-que-a-nossa-plataforma-e-a-melhor-substituta/ https://blog.dialog.ci/workplace-x-dialog-comparativo-mostra-por-que-a-nossa-plataforma-e-a-melhor-substituta/#respond Mon, 20 May 2024 17:47:47 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4914 Recentemente, a Meta anunciou que encerrará as operações do Workplace, conhecido por muitos como a rede social corporativa do Facebook. Por mais que isso ocorra de forma gradual até meados de 2025, sabemos que essa notícia impactou bastante os profissionais de Comunicação Interna. Nesse momento de incerteza, várias equipes estão apreensivas com o que fazer […]

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Recentemente, a Meta anunciou que encerrará as operações do Workplace, conhecido por muitos como a rede social corporativa do Facebook. Por mais que isso ocorra de forma gradual até meados de 2025, sabemos que essa notícia impactou bastante os profissionais de Comunicação Interna.

Nesse momento de incerteza, várias equipes estão apreensivas com o que fazer para dar continuidade aos projetos da área. Para qual plataforma migrar o canal de comunicação é, provavelmente, a dúvida mais comum entre esses times. 

Um ponto importante de destacar é que, durante a migração, a Dialog consegue receber muitos conteúdos da antiga ferramenta – respeitando, é claro, as diferenças estruturais de cada um dos sistemas.

Se a sua organização foi impactada pelo encerramento do Workplace, não se preocupe: estamos preparados para ajudá-la a conduzir essa mudança da melhor forma possível! Hoje, a Dialog se apresenta como a ferramenta mais completa para as empresas que se preocupam em superar os desafios de Comunicação Interna. 

Quer saber mais? Neste artigo, trouxemos um breve comparativo que mostra por que a nossa plataforma é a melhor substituta. Confira! 

Segmentação

Segmentar a comunicação é uma das estratégias mais necessárias e eficientes quando pensamos em grandes empresas. Afinal, nem todo conteúdo precisa ser consumido por todo colaborador. 

Dessa forma, segmentando a mensagem e destinando-a apenas a quem faz sentido recebê-la, evitamos a infoxicação e não sobrecarregamos determinadas áreas com conteúdos irrelevantes para a rotina de trabalho. 

No Workplace, você encontra uma segmentação limitada. Porém, na Dialog é possível segmentar a Comunicação Interna de forma avançada e flexível a partir da matriz de dados. 

workplace

Governança de grupos 

Os grupos são ferramentas valiosas para promover a integração dos colaboradores e auxiliar na segmentação da informação. No entanto, é muito importante que a empresa tenha um controle maior sobre esse recurso, pois ele precisa ser utilizado de forma coerente e estratégica. 

Na Dialog, os administradores podem restringir a criação desses grupos – definindo quais pessoas têm ou não essa permissão. Isso contribui muito para o gerenciamento da plataforma de comunicação.

dialog

Inteligência Artificial para produção de conteúdo

Sabemos que as equipes de Comunicação Interna costumam ser pequenas, até mesmo em grandes empresas. Por isso, o tempo do profissional de CI tende a ser escasso diante de tantas tarefas e responsabilidades. 

E se fosse possível contar com uma ajudinha, integrada à plataforma, na hora de produzir o conteúdo que será publicado? Diferentemente do Workplace, na Dialog você encontra esse recurso. 

Estamos falando do Power AI Creator, que por meio de Inteligência Artificial te ajuda a personalizar a mensagem de acordo com personas pré-definidas, ajustar o tom de voz e o objetivo da comunicação, aprimorar a estratégia do conteúdo, conquistar o engajamento das pessoas e ganhar agilidade no dia a dia. 

inteligência artificial

Métricas

A Comunicação Interna precisa de números para que se prove, de fato, estratégica. Por isso, empresas que contam com ferramentas que facilitam a mensuração tendem a apresentar melhores resultados. Afinal, só é possível aprimorar o desempenho da comunicação se soubermos identificar onde devemos colocar nossos esforços. 

Enquanto o Workplace conta com – aproximadamente – 10 indicadores, a Dialog disponibiliza mais de 50. E não para por aí! Além de um dashboard rico em dados, oferecemos também o exclusivo Índice Dialog de Engajamento

Esse grande diferencial permite que a equipe de CI tenha acesso a muito mais do que simples métricas superficiais, como curtidas, comentários e acessos. Com esse recurso, você passa a ter uma visão ampliada da Comunicação Interna. 

Isso é possível porque combinamos dados quantitativos e qualitativos, permitimos benchmarking e utilizamos Inteligência Artificial para entregar análises preditivas do comportamento dos usuários. Nenhuma outra plataforma de Comunicação Interna entrega a mesma solução. 

métricas

Integração de live com terceiros

Já foi o tempo em que a Comunicação Interna era feita apenas com comunicados em texto. Hoje em dia e cada vez mais, o uso de outros formatos – como imagens, gifs, vídeos e lives – tem sido cada vez mais comum no universo corporativo.

O Workplace oferece integração apenas com o Zoom e o MS Teams, mas a Dialog permite que você integre transmissões do YouTube, StreamYard e Vimeo. Além disso, em breve será possível integrar também o Zoom Live Streaming e o MS Teams. 

Nada melhor do que ter flexibilidade dentro da plataforma de Comunicação Interna, né? É isso que as empresas encontram na Dialog. 

workplace

Chat integrado

Como as pessoas da sua empresa se comunicam entre si? É por meio de WhatsApp, Skype, Slack ou Teams? Não seria muito melhor ter um chat integrado à plataforma de Comunicação Interna para que tudo fosse centralizado em um único lugar? É isso que a Dialog está se propondo a fazer. Em breve, nossa plataforma de CI terá chat integrado à ferramenta.

chat integrado

MS Teams e Office 365

Se você utiliza bastante o MS Teams e o Office 365, não se preocupe! Assim como o Workplace, a Dialog também faz essa integração. Ou seja: você não perderá as facilidades que já tem. 

workplace

App com a cara da sua marca

A personalização da Comunicação Interna passa também pela inclusão da marca na plataforma utilizada. O Workplace não permite a personalização da ferramenta de acordo com a identidade visual da empresa, mas a Dialog sim! 

Nosso branded app garante que a sua plataforma de CI tenha a cara da sua marca. Isso fortalece a cultura organizacional, personaliza ainda mais a experiência digital e desperta o senso de pertencimento nos colaboradores.

workplace

Notificações

Uma notificação push é aquela mensagem curtinha que aparece como um pop-up nas versões mobile ou desktop. Ela é muito utilizada para chamar a atenção do usuário e convidá-lo a realizar alguma ação, como ler o conteúdo, participar de pesquisas ou conferir as novidades. 

O Workplace conta com esse recurso, assim como a Dialog! Dessa forma, caso migre para a nossa plataforma, sua Comunicação Interna continuará sendo estratégica e eficiente. 

dialog

Módulos diversos

A Dialog acredita que a Comunicação Interna não deve se limitar apenas a entregar mensagens ou informações corporativas. Por isso, a nossa plataforma oferece a empresas e colaboradores uma experiência digital completa.

Nosso objetivo é centralizar o acesso do usuário, permitindo que ele encontre em um único lugar tudo o que precisa para participar ativamente da comunicação. 

Na Dialog, são mais de 15 funcionalidades nativas e módulos diversos, como eventos, cardápio, pesquisas, benefícios, ranking, quiz e outros.  

workplace

Aniversário

Celebrar é sempre bom! Na nossa plataforma, os colaboradores ganham destaque e os colegas são convidados a interagir com os aniversariantes naquele dia especial. 

E mais: diferentemente do Workplace, a Dialog disponibiliza uma lista de aniversários mensal e contempla tanto a data do nascimento quanto a do tempo de casa. Assim, nenhum dia importante passa em branco. 

dialog

HR Bot

Assim como a área de Comunicação Interna, o setor de Recursos Humanos também é bastante requisitado pelo restante da empresa. Não é fácil dar conta de tudo, principalmente porque muitas vezes algumas dúvidas são corriqueiras e podem ser facilmente solucionadas.

Na Dialog, é possível integrar um HR Bot para responder aos principais questionamentos dos colaboradores. No Workplace, essa possibilidade está disponível apenas para contratação à parte. Isso otimiza o tempo do profissional de RH e permite que ele seja acionado apenas quando realmente for necessário.

HR bot

Meu RH

E por falar em RH, a Dialog possui um módulo nativo integrado e também permite a integração com qualquer sistema de RH nacional e com grandes sistemas internacionais HCM, como o SAP e o Oracle. Para você ter uma ideia, no Workplace as integrações são limitadas a links externos. 

Isso agrega um valor enorme à nossa plataforma, que deixa de ser apenas um veículo de Comunicação Interna e passa a apoiar ativamente o departamento de Recursos Humanos – agilizando a busca por informação. 

Muitos recursos já estão disponíveis por aqui, como o acesso a holerites e a folhas de ponto, mas em breve o colaborador poderá consultar também banco de horas, declaração de trabalho, programação de férias, benefícios individuais e informe de rendimento.

RH

EAD

O desenvolvimento profissional precisa ser contínuo se o foco é uma carreira de sucesso. Sua empresa realiza treinamentos ou oferece cursos que visam aprimorar o conhecimento e a habilidade dos colaboradores? Se sim, a Dialog é a plataforma perfeita para a sua organização.

Nossa ferramenta permite a contratação de um módulo adicional de Ensino a Distância (EAD). Dessa forma, é possível cadastrar cursos, compartilhar apostilas e outros materiais, realizar testes e até emitir certificados. 

Esse recurso é muito útil para as empresas que se importam em ter uma equipe qualificada e preparada para novos desafios. No Workplace, você não encontra essa possibilidade.  

workplace

TV corporativa

Alcançar o público operacional é um problema para as organizações que não contam com uma plataforma de Comunicação Interna adequada. Afinal, quando investem na digitalização da CI, muitas delas não contemplam os colaboradores que atuam fora do setor administrativo e, por isso, não têm acesso a computadores. 

Nesse sentido, várias empresas acabam investindo em TVs corporativas como uma forma de levar a informação a lugares onde a internet não faz parte das ferramentas de trabalho. Embora a Dialog consiga superar esse desafio de alcance sem o auxílio de outros canais de comunicação, a nossa plataforma facilita a integração com a TV corporativa – o que o Workplace não faz! 

workplace

Disparador de e-mail integrado

As redes sociais corporativas vieram para ficar, mas isso não significa que o bom e velho e-mail tenha perdido seu valor nas organizações. Esse canal de comunicação ainda é muito utilizado pelas empresas que querem se comunicar com os públicos administrativo e comercial. 

Por isso, pensando em trazer ainda mais facilidade para o dia a dia dos profissionais de Comunicação Interna, a Dialog lançou o Smart E-mail – um recurso que pode ser gerenciado diretamente pelo mesmo painel administrativo da plataforma. Assim, otimizamos a comunicação e permitimos segmentação avançada de público, reforço de envio e disparo cadenciado. 

e-mail corporativo

Multipublicador

Como você já deve ter percebido neste artigo, a Dialog tem o objetivo de centralizar cada vez mais a Comunicação Interna das empresas a fim de facilitar o trabalho do profissional de CI e estimular a participação ativa dos colaboradores. 

Nesse sentido, estamos desenvolvendo a implementação de um multipublicador que disparará a informação simultaneamente em diversos canais de comunicação, como Teams, WhatsApp, e-mail, SMS e outros. O Workplace não tem a projeção de oferecer um recurso tão completo assim!

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Integrações com sistemas terceiros

Precisa integrar determinado sistema externo na sua plataforma de Comunicação Interna? Não se preocupe! Enquanto o Workplace não suporta nenhum sistema nacional, a Dialog suporta a integração de diversos sistemas que podem enriquecer ainda mais o seu canal de comunicação.

integração

Segurança e SSO

E para finalizar, não poderíamos deixar de mencionar esses tópicos tão importantes. Assim como no Workplace, na Dialog você encontra segurança e praticidade em todas as etapas da comunicação. 

Nossa ferramenta também segue rigorosos padrões de segurança e compliance, garantindo que todas as normas da LGPD sejam seguidas. Além disso, aqui você encontra recursos como o Microsoft Azure AD e o provisionamento via SSO (Single Sign-On).

Migre para a Dialog agora mesmo

Esperamos que esse comparativo tenha mostrado por que somos a melhor escolha para as empresas que pretendem migrar do Workplace para outra plataforma de Comunicação Interna. 

Hoje, a Dialog é a HR Tech que lidera o mercado de Comunicação Interna e engajamento no Brasil, atendendo mais de 160 empresas e tendo mais de 650 mil usuários cadastrados em diferentes setores da economia, como Varejo, Agro, Indústria, Saúde, Logística e Mobilidade.

Para conhecer em detalhes a nossa plataforma e todas as funcionalidades, clique aqui e agende uma demonstração gratuita. O nosso time de especialistas está aguardando o seu contato! 

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Entenda como a experiência do colaborador interfere na do cliente https://blog.dialog.ci/descubra-como-a-experiencia-do-colaborador-interfere-na-do-cliente/ https://blog.dialog.ci/descubra-como-a-experiencia-do-colaborador-interfere-na-do-cliente/#respond Mon, 13 May 2024 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4772 Em um primeiro momento, pode parecer que não existe uma conexão direta entre a experiência do colaborador e a experiência do cliente. No entanto, essa relação existe e deve ser reconhecida pelas empresas que estão atentas ao crescimento do negócio. É justamente sobre isso que vamos falar neste texto! Antes de mais nada, é importante […]

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Em um primeiro momento, pode parecer que não existe uma conexão direta entre a experiência do colaborador e a experiência do cliente. No entanto, essa relação existe e deve ser reconhecida pelas empresas que estão atentas ao crescimento do negócio. É justamente sobre isso que vamos falar neste texto!

Antes de mais nada, é importante ressaltar que uma experiência de trabalho positiva é o que induz as pessoas ao engajamento. E esse engajamento, consequentemente, é o que impulsiona a produtividade do colaborador. Não é à toa que, segundo a Gallagher, 74% dos profissionais de Comunicação Interna afirmam ser responsáveis pelo engajamento como um indicador de sucesso.

Números mostram justamente essa relação entre experiência, engajamento e performance. De acordo com dados divulgados por Josh Bersin, empresas que se destacam em employee experience têm 2,2 vezes mais chances de exceder metas financeiras, 2,4 vezes mais chances de agradar os clientes e 5,1 vezes mais chances de engajar e reter os profissionais. Ou seja: bons resultados são guiados por excelentes experiências – tanto dentro quanto fora da empresa.

A experiência e o engajamento como prioridades

Se uma experiência positiva no trabalho faz com que as pessoas se sintam mais engajadas e a empresa alcance as metas estipuladas, é natural que as marcas invistam cada vez mais em uma jornada organizacional coerente e atrativa. Uma pesquisa da Willis Towers Watson, inclusive, mostrou que para 90% das organizações a experiência do colaborador já é uma prioridade.

No mesmo sentido, outro estudo, agora do IBM, apontou que 96% dos colaboradores influenciados por uma boa experiência reportam uma performance de alto nível no trabalho. Diante de números tão expressivos, fica o questionamento: será que as empresas têm conseguido promover uma experiência satisfatória para despertar o engajamento dos colaboradores? 

Dados recentes, divulgados em 2023 pela Gallup, indicam que ainda há muito a ser feito. Segundo essa pesquisa, apenas 23% dos colaboradores estão engajados a nível global. No Brasil, esse número sobe um pouquinho: 28% da força de trabalho está ativamente engajada. O que fazer para mudar esse cenário é a grande pergunta que ainda precisa de resposta. 

A Comunicação Interna como condutora da jornada

Um bom jeito de começar a responder à questão anterior é refletir sobre o fluxo da informação. Estruturar a Comunicação Interna nas empresas é o primeiro passo para começar a trilhar a jornada de engajamento. Para ter uma ideia, segundo a Gallagher, 82% dos profissionais acreditam que a Comunicação Interna é um dos principais impulsionadores da experiência do colaborador na organização. E não para por aí! Dados divulgados pelo LinkedIn mostram que, para 96% das pessoas, a experiência é um fator relevante para se manter ou não na empresa.

Dessa forma, se a marca não fortalece a relação que tem com o colaborador, dificilmente esse profissional se sentirá motivado para participar ativamente das ações da companhia. Mais do que receber a informação, esse colaborador precisa se sentir conectado à cultura organizacional – e isso só é possível se a empresa conseguir despertar nele o senso de pertencimento. 

Por isso, a Comunicação Interna se faz tão importante. Ela é o que aproxima, no dia a dia, a marca das pessoas. É essa área que fortalece o propósito da empresa e faz com que ele se mantenha vivo cotidianamente. Sem uma Comunicação Interna alinhada e presente, a organização não consegue acompanhar o termômetro de satisfação dos colaboradores nem construir uma jornada atrativa para eles.

A experiência do cliente como consequência

Diante dessa perspectiva, é fundamental ter em mente que um colaborador desmotivado e insatisfeito com o seu trabalho não conseguirá proporcionar ao cliente uma experiência de compra ou de serviço positiva. Dessa forma, empresas que querem agregar valor à experiência externa devem, antes de mais nada, investir na estruturação de experiências internas.

Por mais que haja treinamentos específicos e tipos de bonificação, a vivência desse profissional na empresa é o que direciona o comportamento dele. Se houver desalinhamento de informações e desconexão desse funcionário com a cultura organizacional, dificilmente ele será capaz de oferecer ao consumidor o atendimento esperado. 

Quando esse colaborador entende que faz parte de algo maior, a chave do engajamento é ativada. Ciente de seu papel para o crescimento do negócio, esse profissional passará a entregar seu melhor desempenho no trabalho. Essa postura proativa garante, consequentemente, uma excelente interação com o cliente que será impactado positivamente e, com isso, fortalecerá a imagem da marca no mercado.

Esse é o ciclo da experiência, que começa dentro da empresa, passa pelo engajamento dos colaboradores e se encerra fora, com os clientes. Muitas organizações já reconhecem o potencial que esse fluxo tem! De acordo com a Poppulo, por exemplo, 58% dos C-levels afirmam que garantir uma experiência positiva para o colaborador faz com que ele ofereça ao cliente uma experiência igualmente agradável

Empresas que não constroem seu relacionamento com os colaboradores por meio da Comunicação Interna costumam ter equipes desmotivadas e desengajadas. Isso afeta a produtividade e, é claro, a forma como a marca é vista no mercado. A cultura organizacional, para se manter viva e conduzir os processos internos, precisa ser cultivada diariamente. 

experiência do colaborador

Ou seja: fundamental investir em um canal que sustente essas e outras estratégias. Com a Dialog, promover experiências positivas e alcançar excelentes resultados em engajamento é muito mais fácil! Afinal, com o Índice Dialog de Engajamento, você acompanha esse indicador em tempo real. Que tal conhecer em detalhes a nossa plataforma? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

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