parceiros dialog Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/parceiros-dialog/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 04 Feb 2026 12:05:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png parceiros dialog Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/parceiros-dialog/ 32 32 Carta aberta às lideranças: perguntem mais “por quê?” https://blog.dialog.ci/carta-aberta-as-liderancas-perguntem-mais-por-que-2/ https://blog.dialog.ci/carta-aberta-as-liderancas-perguntem-mais-por-que-2/#respond Thu, 19 Feb 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6425 Quando foi a última vez que você fez essa pergunta para alguém da sua equipe? — Ah, mas ninguém leva o trabalho a sério, o comprometimento não é mais o mesmo, não existe paciência para o crescimento, acham que já sabem tudo, falta inteligência emocional, cresceram muito conectados e agora deu nisso.  Muitas hipóteses, pouca […]

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Quando foi a última vez que você fez essa pergunta para alguém da sua equipe?

— Ah, mas ninguém leva o trabalho a sério, o comprometimento não é mais o mesmo, não existe paciência para o crescimento, acham que já sabem tudo, falta inteligência emocional, cresceram muito conectados e agora deu nisso. 

Muitas hipóteses, pouca escuta.

Em diagnósticos e pesquisas, a gente sempre encontra lideranças afirmando que entendem os desafios de suas equipes. Inclusive, um relatório de tendências globais já registrou que “83% dos líderes acreditam entender os desafios enfrentados por profissionais da linha de frente, mas apenas 62% dos trabalhadores concordam com isso”. 

Um (grande) buraco entre intenção e percepção

Aproximadamente 20% de diferença na percepção não é apenas um detalhe estatístico. O buraco pode ser maior e revelar uma distância entre intenção e percepção. Entre o que lideranças acreditam ouvir e o que as equipes conseguem dizer. Mais que relatórios e reuniões, entender desafios é estar presente (na rotina, nos desafios, nos imprevistos). Principalmente com disposição para ouvir. E a tão falada escuta ativa também demanda um outro cuidado: não perguntar apenas para confirmar o que acredita, mas perguntar para compreender as expectativas desalinhadas, as decisões incompreendidas, o sentimento de desconexão. 

Nos ruídos estão as angústias, e também as soluções. A gente acaba se preocupando muito com o que falar, como falar, quando falar, mas investe menos energia em ouvir. Quer um exemplo? No mesmo relatório de tendências, “enquanto 69% dos líderes acreditam que seus colaboradores possuem um plano de carreira, apenas 27% dos profissionais concordam”. O problema é de comunicação, é de gestão ou é estrutural da empresa? Quanto mais a gente pergunta, mais compreende a real solução (se é que ela existe).

Se eu discordo, é melhor ficar quieto

Um aspecto que atravessa a escuta é a confiança. Minha liderança vai ouvir o que vou falar? Posso confiar? Essa informação não vai ser usada contra mim? A empresa não costuma penalizar pessoas que falam a verdade? Portanto, querer ouvir vai além de perguntar. Demanda criar ambientes e relações em que haja espaço para um diálogo, principalmente quando ele tem discordâncias e críticas.  

A pesquisa Glassdoor’s Worklife aponta que “palavras que destacam essa desconexão (entre líderes e liderados) aumentaram nas avaliações do Glassdoor: 24% para desconexão, 25% para falta de comunicação, 26% para desconfiança e impressionantes 149% para desalinhamento”.

Se você quer realmente entender sua equipe e ter mais alinhamento, prepare o caminho para perguntar mais “por quês?”. Fazendo isso, você: 

  • Diminui hipóteses e aumenta escutas;
  • Amadurece a cultura organizacional a ponto de ser possível ouvir as pessoas;
  • Constrói relações confiáveis e transparentes para não tapar os ouvidos para o que é difícil;
  • Compreende, de fato, o que acontece e cria planos de ação que saiam do papel.

É preciso perguntar de verdade, e sustentar as respostas

Vitor, mas você não tá deixando muita responsabilidade nas costas das lideranças? Okay, também é um ponto de vista. E, para esse, eu escrevi com uma outra perspectiva (expectativas injustas) que pode ser conferida no capítulo Liderança Comunicadora, do Relatório Diálogos Supera 2025

Por Vitor Morais, diretor de Conteúdo e Planejamento na Supera Comunicação

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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A parceria entre plataforma e agência de Comunicação Interna; conheça o case https://blog.dialog.ci/a-parceria-entre-plataforma-e-agencia-de-comunicacao-interna-conheca-o-case/ https://blog.dialog.ci/a-parceria-entre-plataforma-e-agencia-de-comunicacao-interna-conheca-o-case/#respond Thu, 28 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6079 Há cerca de quatro anos, a Dialog criou seu Programa de Agências Parcerias com o objetivo de reunir especialistas e/ou agência de Comunicação Interna para ampliar o impacto das estratégias desenvolvidas junto aos nossos clientes.  Ao longo dos anos, o programa passou por reformulações estratégicas, ganhando novos formatos de colaboração, benefícios ampliados e ações de […]

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Há cerca de quatro anos, a Dialog criou seu Programa de Agências Parcerias com o objetivo de reunir especialistas e/ou agência de Comunicação Interna para ampliar o impacto das estratégias desenvolvidas junto aos nossos clientes. 

Ao longo dos anos, o programa passou por reformulações estratégicas, ganhando novos formatos de colaboração, benefícios ampliados e ações de coautoria para fortalecer ainda mais essa rede.

Mais do que oferecer uma tecnologia robusta, a Dialog entende que a transformação da Comunicação Interna acontece quando há trocas constantes entre quem desenvolve soluções e quem vive o dia a dia da área dentro das organizações. E é com esse espírito que construímos parcerias com empresas que compartilham da nossa visão sobre o papel da comunicação no ambiente corporativo.

Um desses parceiros é a DALE, agência de comunicação fundada em 2010 e reconhecida por sua abordagem contemporânea e plural. Com foco em Comunicação Interna, marca empregadora e comunicação institucional B2B, a agência — que atua ao lado de médias e grandes corporações — tem se destacado por entregar estratégias conectadas ao comportamento, à cultura e à evolução das relações dentro das empresas.

Parceira desde o início do programa, a DALE é também uma das agências que contribuem com conteúdos exclusivos para o Dialog Blog, abordando sempre temas relevantes para os profissionais de Comunicação Interna.

Comunicação Interna: conversa com o CEO da DALE

Neste texto, conversamos com Marcelo Rouco, CEO da agência, sobre como a parceria tem contribuído para fortalecer projetos de comunicação em várias organizações e como o programa tem impulsionado conexões mais estratégicas, humanas e criativas.

Dialog Blog (DB): O que motivou a entrada no programa de parceiros oferecido pela Dialog? 

Marcelo Rouco | DALE (MR): A Dialog, desde o início do nosso relacionamento, se mostrou uma grande parceira de negócios. Seja na entrega de uma plataforma inteligente para nossos clientes, seja como um parceiro fácil de trocas no dia a dia dessas implementações e de conversas sobre os desafios da CI. Portanto, ser um parceiro Dialog foi um caminho trilhado naturalmente para gerar negócios e sempre evoluir nas entregas para nossos clientes.

DB: Quais eram os principais desafios dos seus clientes antes da parceria?  

MR: Temos casos de migração do Workplace para Dialog, por exemplo. Portanto, acredito que o desafio de migrar de uma plataforma que estava bem resolvida dentro de clientes pode ser um dos principais. Ao mesmo tempo, a implementação do zero — em casos de clientes com necessidade de evoluir seus canais de CI e o relacionamento com os colaboradores — também é uma situação desafiadora.

DB: Quais são os principais benefícios percebidos desde que a agência se tornou parceira da Dialog? 

MR: Geração de negócios e maior conhecimento da plataforma, além de possibilidades para os clientes.

DB: Houve melhoria nos resultados de comunicação ou engajamento dos seus clientes? 

MR: Sim, vide o case da Qualicorp, com índice de adesão de 95% do público nos primeiros meses. Isso garante engajamento e informação aos colaboradores, impactando diretamente nos resultados e no turnover da empresa.

DB: Em sua opinião, o que diferencia a Dialog de outras soluções do mercado? 

MR: Algumas funcionalidades da plataforma e o time de relacionamento, que está sempre muito atento às necessidades de melhorias e evolução da plataforma, bem como se mantém próximo para resolver demandas do dia a dia.

DB: Como é o relacionamento com o time da Dialog? 

MR: Excelente. Todo o time é superparceiro e com foco no cliente.

Para conhecer mais sobre o trabalho da DALE, acesse a página da agência no marketplace da Dialog.

Seja um parceiro da Dialog

O Programa de Agências Parceiras estabelece uma relação de ganha-ganha, em que a agência de Comunicação Interna e a Dialog criam oportunidades de negócio durante o ano inteiro. É possível obter ganhos recorrentes de 3 maneiras:

  1. Ganhar comissão de contrato fechado por indicação;
  2. Desenhar a estratégia e fazer a gestão tática da plataforma;
  3. Receber indicação para atender clientes da Dialog.

Tudo isso traduzido em ações de compensação financeira e posicionamento de marca. Agende uma reunião e vamos conversar. 😉

Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Por que as empresas devem contratar uma agência de Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/por-que-as-empresas-devem-contratar-uma-agencia-de-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/por-que-as-empresas-devem-contratar-uma-agencia-de-comunicacao-interna/#respond Thu, 16 Jan 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5562 No mercado de comunicação, a contratação de agências é bastante comum quando o assunto é gerenciamento de redes sociais, marketing de conteúdo, assessoria de imprensa e relacionamento com clientes. Porém, as agências também podem ser grandes parceiras das empresas que precisam estruturar a Comunicação Interna e desenvolver estratégias verdadeiramente eficientes.  É possível fazer Comunicação Interna […]

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No mercado de comunicação, a contratação de agências é bastante comum quando o assunto é gerenciamento de redes sociais, marketing de conteúdo, assessoria de imprensa e relacionamento com clientes. Porém, as agências também podem ser grandes parceiras das empresas que precisam estruturar a Comunicação Interna e desenvolver estratégias verdadeiramente eficientes. 

É possível fazer Comunicação Interna apenas com recursos internos? Sim, com certeza! Principalmente quando a organização conta com plataformas intuitivas, como a Dialog. No entanto, ainda assim é necessário que haja uma equipe qualificada e disponível. Afinal, já foi o tempo em que a Comunicação Interna se resumia a e-mails na caixa de entrada e a folhas A4 fixadas ao mural. Hoje, a área exige uma postura integrada e atenta tanto ao engajamento dos colaboradores quanto aos objetivos do negócio

Não existe uma regra: há empresas que — sozinhas — desenvolverão um planejamento impecável; enquanto outras deixarão a desejar. Inclusive, se você quer conferir alguns cases de sucesso na área, clique aqui. Temos vários! De qualquer forma, o essencial é conhecer as necessidades da Comunicação Interna na sua organização para definir se é ou não importante contar com uma ajudinha externa. 

Está na dúvida se é o seu caso? Confira, a seguir, três motivos pelos quais a sua empresa deveria cogitar a contratação de uma agência especializada.

Equipes pequenas e sobrecarregadas

De acordo com dados divulgados pela Aberje no ano passado, 53% das equipes de Comunicação Interna são formadas por até 5 profissionais. Na sua empresa também é assim? Em muitas companhias, a área de Comunicação Interna costuma ser enxuta — o que dificulta a absorção de demandas e prejudica a otimização das tarefas necessárias.  

É pouca gente construindo uma área tão importante para o sucesso do negócio, principalmente se levarmos em consideração o fluxo das atividades: coletar briefing, produzir conteúdos, enviar mensagens, realizar pesquisas, avaliar os resultados, mensurar as ações desenvolvidas e por aí vai… 

Se esse é o seu sentimento, de que há muitas tarefas a serem distribuídas entre uma equipe pequena, talvez esteja na hora de procurar uma agência que te ajude a conduzir a Comunicação Interna. 

Visão externa e imparcialidade

Sabe quando parece que toda a sua criatividade se esvaiu? Você tenta propor algo novo, mas não consegue sair do lugar. Nessas horas, é interessante contar com alguém que traga outras perspectivas. Um profissional de uma agência de comunicação pode ser essa pessoa! 

A partir de uma visão externa e imparcial, a agência pode trazer insights valiosos para a sua empresa. Esse olhar fresco, somado ao conhecimento de mercado, permite que uma outra equipe identifique lacunas e oportunidades de melhorias que, devido à correria do dia a dia, passaram despercebidas pelo setor internamente. 

Precisa reestruturar sua Comunicação Interna e não sabe por onde começar? Entrar em contato com uma agência pode ser a resposta.

Foco em inovação e tendências

O mundo da comunicação está cheio de tendências! Por isso, nem sempre é fácil acompanhá-las e aplicá-las no trabalho. Até porque, vamos combinar: às vezes fazer o básico da Comunicação Interna já toma todo o tempo que as equipes têm. 

As agências de comunicação, para se manterem competitivas, estão constantemente de olho nas tendências de mercado, em novas formas de engajamento e em soluções tecnológicas. Isso significa que, ao contratar uma agência, a sua empresa pode se beneficiar de estratégias modernas e alinhadas às últimas novidades, garantindo que sua Comunicação Interna se mantenha relevante e atraente para os colaboradores.

Cansou de fazer mais do mesmo? Às vezes, inovar é cocriar a Comunicação Interna com outros parceiros. 

Gostou da reflexão e quer dar esse passo importante? Várias agências de comunicação são parceiras da Dialog. Neste portal de conteúdo, você encontra algumas delas no menu principal. 😉 

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Data strategy na Comunicação Interna: como a análise dos dados potencializa a performance do negócio https://blog.dialog.ci/data-strategy-na-comunicacao-interna-como-a-analise-dos-dados-potencializa-a-performance-do-negocio/ https://blog.dialog.ci/data-strategy-na-comunicacao-interna-como-a-analise-dos-dados-potencializa-a-performance-do-negocio/#respond Mon, 01 Jul 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4903 Já faz tempo que a comunicação vem mudando a forma de atuar. Nos últimos anos, o salto foi imenso e passamos a contribuir com uma estratégia cada vez mais pautada em análises que nos entregam insights sobre o desempenho da empresa e ajudam a CI a compreender o impacto das ações de comunicação para tomada […]

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Já faz tempo que a comunicação vem mudando a forma de atuar. Nos últimos anos, o salto foi imenso e passamos a contribuir com uma estratégia cada vez mais pautada em análises que nos entregam insights sobre o desempenho da empresa e ajudam a CI a compreender o impacto das ações de comunicação para tomada de decisões mais eficazes que impulsionam a performance do negócio como um todo. 

Mas nem toda empresa entendeu como aplicar esse olhar analítico em seu dia a dia. Apenas 4% das organizações nacionais possuem uma cultura de análise de dados avançada, de acordo com a pesquisa “Cultura de Dados e Mensuração em Comunicação Empresarial” realizada em 2023 pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), em parceria com a Cortex.

A mesma pesquisa revela, ainda, que 52% das empresas gostariam de melhorar a mensuração e gestão desses materiais de comunicação. Contudo, somente 17% investem tempo da área de Comunicação em planejamento, definição de KPIs, escuta e mensuração das ações, o que mostra uma discrepância entre o idealizado e o realizado.. 

Mas como mudar isso?

Estamos falando aqui sobre data strategy, que nada mais é que um plano que vai ajudar a empresa a coletar, gerenciar, analisar e usar dados de maneira estratégica para:

  1. Entregar insights valiosos sobre o desempenho do negócio, da comunicação e do engajamento do colaborador; 
  2. Identificar lacunas e oportunidades que serão resolvidas testando e refinando suas táticas;
  3. Comunicar o valor, mostrar como as iniciativas de fato impactam no negócio e nos indicadores da empresa;
  4. Aproximar a empresa de suas metas e objetivos de negócios para direcionar a comunicação interna.

Inteligência nos negócios

E já temos como comprovar tamanha importância da mensuração em CI. 

A consultoria e auditoria PWC demonstrou que organizações que utilizam data strategy têm 3 vezes mais chances de relatar melhorias significativas na tomada de decisões.

E essa é uma análise que tem o poder de mudar os ponteiros do negócio, especialmente quando relacionada a outros indicadores, como o ROI (Retorno sobre o Investimento), métrica que calcula a relação entre o dinheiro ganho e o dinheiro empregado. Com esse cruzamento, é possível ter clareza sobre os resultados de uma determinada ação e direcionar investimentos de forma mais precisa.

Além do ROI, podemos usar como exemplo para cruzamento de informações: 

  • Turnover: avaliação da rotatividade dos colaboradores.
  • eNPS (employee net promoter score): pesquisa na qual os colaboradores avaliam diferentes aspectos da empresa, como satisfação com a liderança, por exemplo.

Assim, coletar, mensurar, analisar e correlacionar dados em CI possibilita acompanhar em tempo real os resultados da comunicação e adaptar sempre que for necessário. Isso resulta em uma atuação mais estratégica da área, com decisões mais certeiras, o que gera impacto direto no clima, na produtividade e na performance geral do negócio. 

Além disso, um estudo da empresa de consultoria organizacional McKinsey prevê que a tomada de decisão baseada em análise de números tende a aumentar até 2025.

Engajamento é a chave

Soluções que oferecem um dashboard de métricas (como a Dialog) também podem apontar se os colaboradores estão engajados com as ações das áreas e quais são os pontos fortes e de melhoria da CI. 

Com mais refinamento e aprofundamento, é possível cruzar, analisar e compreender quais tipos de comunicação engajam mais seus colaboradores, ou quais canais digitais são mais eficazes para alcançar seu público externo.

Feitas as mensurações e análises, as estratégias de comunicação são mais sólidas e se transformam em um dos pilares do planejamento estratégico da empresa. 

Acompanhar resultados é essencial

Toda ação de Comunicação Interna tem uma intenção. Como já foi dito, outro ponto essencial do data strategy é o cruzamento das métricas de uma determinada ação de CI com outros indicadores de resultados da empresa. Na prática, isso significa avaliar se a meta estabelecida está sendo alcançada. 

Por exemplo, suponha que sua empresa tenha lançado uma campanha de CI para reforçar as regras de segurança entre os colaboradores. Além de mensurar as métricas do processo, como as taxas de engajamento e abertura dos materiais de comunicação enviados, como e-mails marketing ou pushes no WhatsApp, é preciso analisá-las e cruzá-las com outros resultados da organização, como os indicadores sobre número de acidentes com ou sem afastamento, absenteísmo etc. 

Essa correlação responderá se as questões relacionadas à segurança foram impactadas positivamente pelas estratégias comunicacionais. Tudo para que novas ações, abordagens ou investimentos sejam melhor calibrados no futuro quanto ao mesmo escopo de campanha.

Mensurações que podem resultar em uma estratégia eficaz:

– Turnover x engajamento

– KPIs de campanhas conectados a KPIs das áreas

– Liderança comunicadora x times engajados

– Comunicação próxima e engajadora x colaboradores ativos nos canais

– Temas de interesses x prioridades do negócio

O público interno dá o tom

É por meio dos dados que a empresa compreende qual a melhor forma de alcançar o colaborador e engajá-lo na comunicação. Isso vai refletir tanto na produtividade quanto na performance do seu negócio. Então, a dica é: conheça e compreenda o público de CI para, então, focar em uma estratégia certeira, alinhada à cultura da empresa, sem excessos. Esses resultados mostrarão o caminho!

Leia também: 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como o tom de voz certo para a Comunicação Interna pode transformar cada colaborador em um vendedor da sua marca https://blog.dialog.ci/como-o-tom-de-voz-certo-para-a-comunicacao-interna-pode-transformar-cada-colaborador-em-um-vendedor-da-sua-marca/ https://blog.dialog.ci/como-o-tom-de-voz-certo-para-a-comunicacao-interna-pode-transformar-cada-colaborador-em-um-vendedor-da-sua-marca/#respond Thu, 23 May 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4876 Na grande maioria das empresas, a comunicação interna tem um papel fundamental na disseminação de informações e na construção de uma cultura organizacional coesa, ou seja, que faça sentido de ponta a ponta. Mais do que isso, além de uma narrativa assertiva, a comunicação certa pode transformar cada colaborador em um defensor da marca, muitas […]

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Na grande maioria das empresas, a comunicação interna tem um papel fundamental na disseminação de informações e na construção de uma cultura organizacional coesa, ou seja, que faça sentido de ponta a ponta. Mais do que isso, além de uma narrativa assertiva, a comunicação certa pode transformar cada colaborador em um defensor da marca, muitas vezes até em um vendedor. 

O ditado popular “boca a boca” sempre foi uma poderosa ferramenta de marketing. Quem nunca ouviu a frase “o boca a boca é o melhor marketing que existe”, que atire a primeira pedra. 

O que as pessoas falam, seja no mundo real ou virtual, para elogiar um produto excepcional ou até para criar alertas sobre uma experiência negativa é ainda mais importante do que a própria qualidade do produto/serviço. 

Um estudo da Edge by Ascential, marca de análise e mensuração de empresas no varejo online, aponta que um produto pode aumentar suas vendas em até 5% a cada dez comentários. Outros estudos dela ainda apontam que 97% dos consumidores dizem que as avaliações influenciam na sua decisão de compra, 45% deles leem os comentários antes de fazer uma compra na loja e 47% dos shoppers na América Latina compram no Mercado Livre baseados em reviews.

No Brasil, a gente faz pessoas e produtos ficarem famosos simplesmente porque “pegou”, porque caiu no gosto do público. 

Mas será que essas narrativas podem ser moldáveis? 

A resposta é sim, na maioria das vezes. 

Tudo bem, mas como a Comunicação Interna pode transformar o colaborador em um vendedor? 

As conversas entre colegas de trabalho podem influenciar a percepção das pessoas sobre a empresa, seus valores e seus produtos ou serviços.

Imagine só uma situação: um colaborador recebe uma comunicação interna sobre um novo produto. Se essa comunicação for feita de forma desinteressante, confusa ou pouco envolvente, é provável que o colaborador não absorva a informação ou, pior ainda, a interprete de maneira negativa (e é aqui que o caldo entorna)

Por outro lado, se a mensagem for entregue com um tom de voz adequado, que inspire confiança, entusiasmo, clareza e que fale de igual pra igual com esse colaborador, incluindo o colaborador como interlocutor dessa mensagem, as chances de engajamento e disseminação da informação aumentam significativamente. 

É aqui que entra a importância de cultivar o tom de voz certo para a comunicação interna. Esse tom vai além das palavras escritas ou faladas; ele engloba a personalidade da empresa, seus valores e sua cultura. 

Anote isso: personalidade da empresa. 

Isso porque um tom de voz consistente e alinhado com a identidade da marca ajuda a criar uma conexão emocional com os colaboradores, aumentando sua motivação e comprometimento. Afinal, pessoas têm personalidade e outras pessoas se conectam com isso. Por que para as empresas seria diferente? 

Quando o tom de voz é positivo e empático, cria conexões e pode inspirar os colaboradores a se tornarem embaixadores da marca. Quando se sentem valorizados e bem-informados, os colaboradores têm mais disposição para compartilhar as mensagens da empresa com colegas, amigos e familiares. Eles se tornam não apenas receptores passivos de informação, mas participantes ativos na construção da reputação da empresa, que além de tudo também contribui para o aspecto de uma Marca Empregadora.

Ok. Até aí parece fácil.

Então, é só falar com jeitinho? 

Não!

É preciso ter estratégia. 

Então, pega o papel e a caneta de novo para anotar: 

  1. Conheça o público interno: compreender as necessidades, expectativas e preocupações dos colaboradores é fundamental para adaptar o tom de voz de forma eficaz. Isso pode ser feito por meio de pesquisas, mas principalmente indo “a campo”. Assim, circule pela empresa, saiba quem são as pessoas, o que elas fazem e quais são seus sonhos. 
  1. Transparência e autenticidade vai te levar longe: os colaboradores valorizam a honestidade e a transparência. Um tom de voz autêntico, que reconheça tanto os sucessos quanto os desafios da empresa, é essencial para construir confiança. Pessoas se conectam com pautas genuínas, seja uma. 
  1. Incentivos e reconhecimento: reconhecer e recompensar os colaboradores que contribuem ativamente para a disseminação da mensagem da empresa são formas de estimular um comportamento semelhante em outros membros da equipe. “A fala inspira, mas o exemplo arrasta.” – Lembra? 
  1. Feedback constante: a comunicação interna deve ser um processo contínuo de troca de informações. Solicitar feedback dos colaboradores e estar aberto a ajustes é essencial para manter o tom de voz relevante e eficaz, ou seja, você vai precisar de ajustes no caminho e tá tudo bem. Pergunte sempre: “Faz sentido pra você?”

Para resumir: o tom de voz certo para a comunicação interna não só informa, como inspira. Não só orienta, como cria exemplos. Não só induz, como conduz. 

Quer colaboradores que defendem sua marca e que impactam diretamente na sua receita? Cultive uma comunicação inclusiva, transparente e autêntica. O resto, eles vão fazer por você. 

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6 dicas para sensibilizar seu time no lançamento de uma nova plataforma https://blog.dialog.ci/6-dicas-para-sensibilizar-seu-time-no-lancamento-de-uma-nova-plataforma/ https://blog.dialog.ci/6-dicas-para-sensibilizar-seu-time-no-lancamento-de-uma-nova-plataforma/#respond Wed, 15 May 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4873 John Culkin uma vez disse: “Nós moldamos nossas ferramentas e, depois disso, as ferramentas nos moldam.” Essa citação ressoa profundamente no contexto da inovação tecnológica no local de trabalho, onde a capacidade de adaptação e aprendizado contínuo é essencial para a evolução profissional e da própria empresa. Ao lançar uma nova plataforma de comunicação, como […]

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John Culkin uma vez disse: “Nós moldamos nossas ferramentas e, depois disso, as ferramentas nos moldam.” Essa citação ressoa profundamente no contexto da inovação tecnológica no local de trabalho, onde a capacidade de adaptação e aprendizado contínuo é essencial para a evolução profissional e da própria empresa.

Ao lançar uma nova plataforma de comunicação, como um aplicativo, rede social, intranet ou sistema interno, além de ser muito importante apresentá-la ao público, é preciso também sensibilizá-los sobre sua importância e benefícios. Esta etapa pode garantir a adesão e o sucesso a longo prazo da plataforma.

A introdução de novas tecnologias muitas vezes enfrenta resistência por parte dos colaboradores, que podem se sentir sobrecarregados pela curva de aprendizado ou temer a substituição de métodos tradicionais pelos quais estão familiarizados. Essa resistência pode ser uma barreira para o aprendizado, mas existe uma maneira realmente boa para superá-la. É preciso informar, treinar e dar suporte em todas as etapas do processo!

Listamos seis pontos importantes neste momento de sensibilização de adoção de uma nova ferramenta: 

Construir consciência

O primeiro passo na sensibilização do público é construir conscientização sobre a nova plataforma. Isso pode ser feito por meio de campanhas internas, e-mails informativos e eventos de lançamento. O objetivo é garantir que as pessoas saibam da existência da plataforma e entendam seu propósito e funcionalidades.

Destaque os pontos fortes

Após esse primeiro passo, deve-se destacar os benefícios que ela traz para os usuários. Isso pode incluir maior eficiência no trabalho, melhor comunicação entre equipes, acesso a informações importantes de forma rápida e fácil, entre outros. Ao mostrar como a plataforma pode melhorar a vida ou o trabalho das pessoas, você aumenta o interesse e a motivação para adotá-la.

Crie materiais de apoio

Outro aspecto importante é demonstrar a facilidade de uso da plataforma. Isso pode ser feito por meio de tutoriais, vídeos explicativos, guias passo a passo e treinamentos. Quando as pessoas percebem que a plataforma é intuitiva e fácil de aprender, elas se sentem mais confortáveis em utilizá-la no dia a dia.

Envolva todos os stakeholders

É essencial envolver os stakeholders, como líderes de equipe, gerentes e colaboradores-chave, no processo de sensibilização. Eles podem atuar como defensores da plataforma, compartilhando sua experiência positiva e incentivando outros a adotá-la. Além disso, seu apoio é fundamental para garantir a integração da plataforma nas práticas e cultura organizacionais.

Ouça e aplique os feedbacks

Por fim, é importante coletar feedback constante dos usuários e aplicar na plataforma com base nessas informações. Isso demonstra que a empresa valoriza a opinião de suas pessoas e está comprometida em oferecer uma experiência cada vez melhor. O feedback também pode ajudar a identificar áreas de melhoria e ajustes necessários para aumentar a adoção e o sucesso da plataforma.

Invista no futuro do trabalho

É aqui que o treinamento especializado sobre a adoção de novas tecnologias se torna um investimento para o futuro do trabalho. Investir em programas de sensibilização e educação para capacitar os colaboradores a entender os benefícios das novas tecnologias e a desenvolver as habilidades necessárias para utilizá-las, além de garantir o sucesso da nova ferramenta, também aumenta a compreensão do impacto delas no trabalho, que, por sua vez, impacta diretamente na cultura organizacional.

Para integrar a plataforma na rotina e cultura da organização com bastante fluidez, conte com a Incanto! Nossa metodologia de treinamento é baseada no design de aprendizagem, em parceria com a Hub Life Design

Como disse John Culkin, nós moldamos nossas ferramentas, mas é o treinamento especializado que nos capacita a moldar o nosso futuro! Vamos nessa?

Este texto foi construído inspirado nos trabalhos de Roberta Florido e Cris Carvalho, da Hub Life Design.

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Ano de Copa do Mundo é um alvoroço, todo mundo procura comprar a camisa da seleção, usa as cores da bandeira do Brasil com mais frequência e até tem pausa no trabalho para assistir aos jogos. Mas será que temos este mesmo empenho para torcer pela seleção feminina?

Neste ano, acontece a Copa do Mundo Feminina, que será realizada entre os dias 20 de julho e 20 de agosto de 2023, e terá sede dividida entre Austrália e Nova Zelândia. 

A seleção brasileira entrará em campo com uma equipe cheia de artilheiras, com muita técnica e talento para enfrentar os outros times da competição, mas a pergunta que não quer calar é: as pessoas que colaboram com a sua empresa serão estimuladas a torcer pela equipe feminina? Confira alguns motivos para valorizar a Copa do Mundo Feminina na sua empresa.

Fortalecer mensagens e posicionamentos internos

Ao estimular que os colaboradores torçam pelo futebol feminino, a empresa reforça um discurso de equidade de gênero no esporte e deixa evidente o seu compromisso com essa pauta tão relevante no ambiente corporativo. 

Ao desafiar os estereótipos de gênero, podemos encorajar e apoiar as mulheres em suas carreiras, ajudando a mudar a cultura corporativa para torná-la mais inclusiva.

Representatividade importa

Ver mulheres ocupando posições de destaque em um esporte predominantemente masculino pode estimular que as colaboradoras busquem cargos de liderança no ambiente corporativo, principalmente em carreiras nas quais elas são sub-representadas.

Com isso, é possível reforçar que todas as pessoas merecem as mesmas oportunidades de progressão na carreira, principalmente em cargos de liderança.

Ganho de produtividade

Quando as empresas adotam um posicionamento mais inclusivo com políticas de igualdade de gênero, tornam o ambiente favorável para que o profissional se sinta mais engajado e motivado em suas atividades.

Isto pode elevar a produtividade e a sensação de satisfação com o trabalho. Segundo dados do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), para cada 10% de elevação da diversidade de gênero, foi verificado um acréscimo de quase 5% na produtividade das empresas.

Engajamento e Integração

Torcer juntos pela nossa seleção transforma o ambiente de trabalho, essa sensação você já conhece, principalmente quando lembra do Mundial Masculino de 2022, com todo mundo concentrado em cada lance e sentindo aquele frio na barriga nas tentativas de gols e defesas. 

Que tal estimular essa mesma paixão pelo esporte durante o Mundial Feminino? Para te ajudar nesta missão, apresentamos um movimento criado pela DALE chamado “Pé na Bola é Pé na Porta”, cujo objetivo é valorizar a modalidade e estimular o envolvimento das empresas com a Copa do Mundo Feminina de Futebol.

A iniciativa criou um Bolão Corporativo para a sua empresa engajar e envolver a equipe em uma plataforma personalizada com mural para interação, ranking, aba de prêmios e muito mais. 

Quer conhecer? Acesse o site ou o Instagram do Bolão Corporativo.

Assinatura Dayanne Dale

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Remote First: Desafios e Estratégias da Comunicação Interna em Times Híbridos https://blog.dialog.ci/remote-first-desafios-e-estrategias-da-comunicacao-interna-em-times-hibridos/ https://blog.dialog.ci/remote-first-desafios-e-estrategias-da-comunicacao-interna-em-times-hibridos/#respond Wed, 10 May 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3956 Trabalhar com autonomia e flexibilidade vem se tornando realidade em muitas empresas que aderiram ao formato de trabalho Remote First, no qual os times híbridos atuam preferencialmente de forma remota e online. Neste texto vamos explorar os desafios na comunicação interna neste cenário, além de compartilhar estratégias assertivas para superá-los. Antes de entender quais são […]

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Trabalhar com autonomia e flexibilidade vem se tornando realidade em muitas empresas que aderiram ao formato de trabalho Remote First, no qual os times híbridos atuam preferencialmente de forma remota e online. Neste texto vamos explorar os desafios na comunicação interna neste cenário, além de compartilhar estratégias assertivas para superá-los.

Antes de entender quais são esses desafios, vale reforçar o conceito de Remote First.

O que é o Remote First

Uma empresa Remote First prioriza o trabalho remoto, utilizando o escritório como apoio e espaço para encontros presenciais, quando necessário. Nesse formato, o colaborador possui flexibilidade geográfica para trabalhar – e em alguns casos com adaptações nos horários.

Apesar da possibilidade de utilizar o escritório, todas as atividades são pensadas para o ambiente virtual, isto é, a experiência deve ser a mesma para o colaborador que está presencial e para o que atua remotamente.

Outro ponto a considerar é que nem toda a empresa possui aderência ao Remote First, é preciso avaliar a maturidade da cultura organizacional, perfil dos colaboradores além da disponibilidade de ferramentas digitais e suporte logístico da empresa.

Ao optar por essa transformação, a empresa abre um leque de oportunidades:

  • Ampliação no processo de recrutamento contribuindo para a construção de times com perfis diversos, já que não há limitação geográfica;
  • Possibilidade de melhorias na produtividade da equipe diante da flexibilidade no trabalho e melhor qualidade de vida;
  • Fortalecimento da cultura da empresa, com uma comunicação mais transparente sobre os valores.

Desafios da comunicação interna em times híbridos

Já vimos as vantagens do Remote First para as empresas, e agora é importante entender quais os pontos de atenção que a comunicação interna precisa ter para tornar suas ações mais assertivas e contribuir na melhor experiência dos colaboradores.

Confira alguns:

  • Manter a equipe engajada – em ambientes virtuais a experiência de cada colaborador pode ser diferente e nem todos estarão motivados da mesma forma;
  • Assegurar a integração da equipe  –  o uso de canais assíncronos pode dificultar a comunicação em tempo, trazendo ruído nas interações do time;
  • Priorizar ações em ambientes virtuais – sem esquecer que em ações online é preciso um olhar mais atento para que todos os colaboradores se sintam valorizados e possam participar das atividades.

Tome nota: Tenha em mente que no meio de tantos desafios é possível aprimorar ainda mais a comunicação interna, trazendo mais clareza e reduzindo ruídos. 

Estratégias da comunicação para times no formato Remote First

Os pontos de atenção são desafiadores e devem ser trabalhados em conjunto com a comunicação interna da empresa. 

Conheça algumas estratégias assertivas para implantar:

Transparência

Mantenha uma comunicação constante e transparente, de forma clara e acessível, por meio de canais e ferramentas que possibilitem a troca, utilizando espaços em que o colaborador também possa se expressar.   

Comunicação assíncrona x síncrona 

Facilite o processo de comunicação estipulando o uso dos canais de acordo com o formato:  assíncrono (não há interação simultânea) ou síncrono (comunicação em tempo real). Saiba dosar cada tipo pensando no bem-estar dos colaboradores e produtividade da empresa.

Integração com a equipe

Promova ações de integração entre o time: como videoconferências semanais para atualizar sobre a empresa, treinamentos on-line e rodas de conversas virtuais.

Incentivar o uso de ferramentas de comunicação colaborativas, incluir canais informais para grupos de afinidades trocarem experiências também contribuem para aproximar e conectar colaboradores independentemente do local em que estão trabalhando.

Treinamentos

Ofereça aos colaboradores treinamentos para uso de canais de comunicação e boas práticas. Vale construir materiais informativos nos formatos de vídeos e ebooks com informações mais detalhadas e mantê-los em plataformas de fácil acesso. 

Fluxo de Informações

Estabeleça protocolos para informar sobre processos, prazos, funcionamento de canais, metas, feedbacks, entre outros. Todos os colaboradores devem estar alinhados e na mesma página.

O papel da comunicação no Remote First

A comunicação é um dos maiores desafios no Remote First com pontos sensíveis que devem ser monitorados para que a experiência do colaborador seja positiva, e ao mesmo tempo, traga resultados esperados para a gestão. 

Ações da comunicação interna que contribuem no processo do Remote First:

  • Garantir uma comunicação regular e clara, evitando ruídos no entendimento e recebimento da informação;
  • Fornecer ferramentas de comunicação aderentes ao perfil do time;
  • Incentivar ações por meio de eventos, campanhas que promovam a interação entre colaboradores;
  • Incentivar campanhas de bem-estar com dicas e boas práticas na rotina de trabalho visando a qualidade de vida dos colaboradores;
  • Manter comunicações informativas sobre canais de ouvidoria, políticas e manuais de condutas;
  • Acompanhar métricas de engajamentos das ações de comunicação, e quando preciso, ajustar planejamento para melhorias; 
  • Gerenciar canais e plataformas de comunicação mantendo sua atualização  e compartilhamento de informações e documentos essenciais para a rotina de trabalho.

Sabemos que o Remote First é um processo vivo, com mudanças de rota quando se faz necessário, mas sempre tenha em mente a importância de estruturá-lo por meio de ferramentas de comunicação, de promover uma cultura inclusiva, considerar a necessidade individual de cada colaborador e oferecer estrutura para o trabalho remoto.

Sua empresa é Remote First? Converse com a equipe da Vocali e vamos juntos construir o planejamento de comunicação interna estratégico para a sua empresa.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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A Comunicação Interna na construção de melhores ambientes para se trabalhar https://blog.dialog.ci/a-comunicacao-interna-na-construcao-de-melhores-ambientes-para-se-trabalhar/ https://blog.dialog.ci/a-comunicacao-interna-na-construcao-de-melhores-ambientes-para-se-trabalhar/#respond Thu, 04 May 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3944 Como a Comunicação Interna pode ter um papel protagonista na construção de melhores ambientes para se trabalhar? Quando analisamos os pilares do ranking Great Place to Work (GPTW), observamos que a conexão da Comunicação Interna com o fortalecimento da confiança, com a eficácia da liderança, com o reforço do senso de pertencimento, com a evolução […]

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Como a Comunicação Interna pode ter um papel protagonista na construção de melhores ambientes para se trabalhar?

Quando analisamos os pilares do ranking Great Place to Work (GPTW), observamos que a conexão da Comunicação Interna com o fortalecimento da confiança, com a eficácia da liderança, com o reforço do senso de pertencimento, com a evolução da cultura organizacional – incluindo inovação, diversidade e inclusão – e com a criação de um ambiente de camaradagem tem tudo a ver! 

Aqui na Incanto Comunica, acreditamos que a Comunicação Interna tem o papel de informar, engajar, trazer significado para as pessoas e transformar o modo como nos comunicamos, nos relacionamentos e trabalhamos juntos. 

De acordo com o relatório Gestão de Pessoas 2023, divulgado pelo GPTW, que está em sua quinta edição, a Comunicação Interna segue, pelo terceiro ano consecutivo, como um dos principais desafios de gestão de pessoas, com 35,4% dos votos, ocupando a segunda colocação. Além disso, a área continua sendo uma das prioridades de gestão para 2023, com 29,1%, vindo atrás dos temas desenvolvimento/capacitação da liderança e cultura organizacional. 

E como a estruturação dos processos de Comunicação Interna podem apoiar nessa jornada? Vamos listar alguns exemplos. Um ambiente de confiança se constrói ao ouvirmos as pessoas. Uma comunicação ágil, transparente e estratégica, traz alinhamento e coloca todos na mesma página. E se essa comunicação tem o patrocínio da liderança, melhor ainda: ganhamos em visibilidade, humanização e proximidade! 

E não terminamos por aqui. A integração entre as pessoas, valorizando o lado humano, passa pelas ações de engajamento, rituais de celebração e Comunicação Interna. O fortalecimento de uma cultura organizacional – inovadora, inclusiva, diversa ou que preza pelo equilíbrio da qualidade de vida – requer ações de sensibilização e campanhas de conscientização, promovendo o diálogo. 

Dessa forma, mais do que ser responsável pelo gerenciamento da pesquisa e redação dos cases de sua empresa, ao pensar no planejamento estratégico de Comunicação Interna, analise com cuidado como pode conectar os objetivos estratégicos e cultura organizacional, assim, como criar um ambiente melhor para se trabalhar! 

Dicas de como usar seu Dialog 

  • Ouvir as pessoas é essencial na geração e no fortalecimento de confiança. Pelas abas de Pesquisa e Enquete, é possível promover a escuta de forma constante;
  • Por meio dos comentários e curtidas das publicações, temos feedbacks instantâneos sobre o que está acontecendo na empresa; podendo nos dar insights valiosos, inclusive se a rota de uma campanha ou projeto precisar ser ajustado;
  • Pelos Grupos, podemos evitar os ruídos de comunicação e priorizar as conversas, conectando de forma genuína todos os grupos de interesse;
  • Pela máscara e reações personalizadas, podemos reforçar a motivação e criar engajamento;
  • Uma rede social interna traz o protagonismo das pessoas, valorizando-as e reconhecendo-as. 
Incanto - Assinatura NOVA

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Como a Comunicação Interna pode atuar no mês da Consciência Negra https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-atuar-no-mes-da-consciencia-negra/ https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-atuar-no-mes-da-consciencia-negra/#respond Mon, 07 Nov 2022 12:16:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=2845 Novembro é o mês em que é celebrada a Consciência Negra. Como a Comunicação Interna pode atuar, não apenas com uma ação pontual por causa da data, mas, principalmente, no combate ao preconceito racial? Esse é o tema que trazemos neste artigo.  Infelizmente, muitas vezes o racismo é minimizado. Seja por falta de conhecimento, desinteresse […]

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Novembro é o mês em que é celebrada a Consciência Negra. Como a Comunicação Interna pode atuar, não apenas com uma ação pontual por causa da data, mas, principalmente, no combate ao preconceito racial? Esse é o tema que trazemos neste artigo. 

Infelizmente, muitas vezes o racismo é minimizado. Seja por falta de conhecimento, desinteresse pelo tema e até mesmo maldade, milhares de pessoas ignoram todos os fatores históricos que fazem o Brasil ser um dos países líderes de desigualdade social do mundo (desigualdade essa que afeta, principalmente, as pessoas negras).

Por isso, antes de falarmos sobre a atuação da Comunicação Interna, trazemos alguns dados do IBGE para que você veja como a questão racial, de fato, interfere na vida das pessoas negras no Brasil.

  • Pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza (2018)

Recebem menos que 5,50 dólares por dia:
32,9% são pessoas pretas ou pardas
15,4% são pessoas brancas

Recebem menos que 1,90 dólares por dia:
8,8% são pessoas negras
3,6% são pessoas brancas

  • Pessoas que ocupam cargos gerenciais (2018)

29,9% dos gestores são pessoas pretas ou pardas
68,6% dos gestores são pessoas brancas

  • Taxa de analfabetismo de pessoas com 15 anos ou mais de idade (2018)

9,1% dos analfabetos são pessoas pretas ou pardas
3,9% dos analfabetos são pessoas brancas.

  • Taxa de homicídio, por 100 mil jovens de 15 a 29 anos de idade (2017)

Total
Jovens pretos ou pardos: 98,5
Jovens brancos: 34,0

Homens
Jovens pretos ou pardos: 185,0
Jovens brancos: 63,5

Mulheres 
Jovens pretas ou pardas: 10,1
Jovens brancas: 5,2

  • Deputados federais eleitos (2022)

370 se autodeclararam pessoas brancas
135 se autodeclararam pessoas pretas ou pardas

Acabar com o preconceito e ter um mundo mais diverso e inclusivo depende dos esforços de toda sociedade, incluindo as empresas. Portanto, as ações que visam tornar a organização um local respeitoso para todas as pessoas não podem ser apenas para “inglês ver”. É muito importante que as empresas, de fato, tenham uma política voltada ao combate ao racismo e à inclusão das pessoas negras, não só no mercado de trabalho, mas em cargos de liderança – medida tão necessária para aumentar o percentual desses profissionais em cargos de alta gestão.

Voltando…

Vamos falar agora sobre como os canais de comunicação e algumas ações podem fortalecer o engajamento das pessoas colaboradoras e contribuir para o pilar de diversidade e inclusão dentro da empresa.

  • Palestras

Como medidas educativas para as pessoas colaboradoras, a companhia pode desenvolver palestras, seminários e workshops, convidando profissionais negros para falar a respeito de como o preconceito interfere no dia a dia da população e conscientizar todas as pessoas sobre como podemos melhorar essa situação.

  • Canais de comunicação para denunciar casos de racismo

Crie canais para que as pessoas possam denunciar casos de racismo vividos ou presenciados, já que muitas vezes a vítima fica com vergonha e/ou medo de denunciar. E não se esqueça: a empresa precisa estar aberta a receber as denúncias e, ao recebê-las, dar a devida atenção e tomar as medidas necessárias.

  • De olho nas expressões

O texto é a ferramenta de trabalho do profissional de comunicação. A gente está o tempo todo escrevendo e, ainda hoje, existem muitas expressões usadas que precisam sair do nosso vocabulário. Para ajudar os comunicadores nesse assunto, compartilho uma cartilha do Programa Sesc e Senac de Diversidade! É só clicar aqui para acessar.

  • Destacando profissionais negros(a)

Faça uma campanha de comunicação para fortalecer a diversidade e ainclusão na sua empresa, apresentando projetos de profissionais negros de destaque na área de atuação de cada um. Por exemplo, para engenheiros, mostre feitos de pessoas negras que foram fundamentais para o avanço da Engenharia no Brasil – assim como outras profissões existentes na sua empresa.

  • Traga a pessoa colaboradora negra para a comunicação

Utilize fotos de pessoas negras na comunicação para que elas se vejam representadas na empresa. Aqui, na Incanto Comunica, nós procuramos sempre mesclar fotos de pessoas negras e pessoas brancas para os nossos clientes. Seja em imagens retiradas de banco ou retratos das próprias pessoas colaboradoras.

  • Grupos de afinidade (presencial e nas redes sociais corporativas)

Sugira ao RH a criação de um grupo de afinidade para pessoas negras dentro da empresa. Além de saber as demandas delas, isso faz com que a organização descubra como pode ajudar em seus anseios. Os grupos de afinidade podem ser muitos, abraçando as pessoas LGBTQIA+, mães, pais, PCDs, entre outros. Esses grupos, além de fortalecer laços de amizades, contribuem para o engajamento da pessoa colaboradora na empresa.

E, para finalizar, deixamos para você uma pesquisa da consultoria McKinsey. O estudo indica que empresas que investem em diversidade de gênero, raça/etnia e orientação sexual são mais saudáveis, felizes e rentáveis. Você pode acessar clicando aqui.

É importante frisar que todas essas medidas e ações só serão possíveis com o engajamento das lideranças da empresa. Só assim haverá uma política de combate ao racismo e a promoção da diversidade e inclusão dentro da companhia.

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