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É comum as empresas usarem dois substantivos quando desejam falar sobre o papel do líder na construção ou consolidação da Cultura Organizacional: “embaixador” e “agente”. Frases como “o líder deve ser um embaixador da cultura” ou “o líder tem que agir como um agente da cultura” são ditas com frequência no ambiente corporativo.

Embaixador da Cultura Organizacional

A palavra “embaixador” tem origem no latim medieval “ambactiare”, que significa “ir em missão, representar alguém”. Embaixador é chamado o representante oficial de um país em outro; ele atua em nome do governo de seu país para manter relações políticas, econômicas e culturais. Essa palavra também é usada para definir alguém que representa uma causa, marca, instituição ou ideia. 

Porém, no ambiente corporativo, o termo parece mais adequado para identificar alguém que representa a empresa em outro ambiente, não nela própria. Exemplo: um profissional que fala em nome da empresa ou sobre ela em uma entidade de classe.

Agente da Cultura Organizacional

A palavra “agente” vem do latim “agens”, particípio de “agere”, que significa “agir, fazer, conduzir”, o que passa a ideia de ação ou intervenção.

Com certeza, essa é uma palavra que pode ter relação com o papel do líder em um processo de construção, evolução ou transformação cultural. Entretanto, é preciso levar em consideração que a Cultura Organizacional começa a ser construída desde que a empresa nasce. Da mesma forma, a cultura já existe quando passa por um processo de transformação ou evolução. Isso significa que o líder nem sempre age na concepção ou decisão desses processos. Normalmente, cabe a ele conhecer a Cultura Organizacional profundamente, representá-la e praticá-la juntamente à sua equipe.

Estou descartando as palavras “embaixador” e “agente” não porque são usadas de forma incorreta pelas empresas. Aquelas que as usam, o fazem porque entenderam ser o correto, porque melhor se adequa ao seu jeito ou porque não encontraram uma palavra melhor. O descarte que estou fazendo é intencional e tendencioso, pois defendo o termo “influenciador” no meu novo livro “Influenciar é liderar – Nada mais, nada menos”.

O verbo “influenciar” tem origem no latim “influere”, que significa “fluir para dentro”. A raiz é composta por “in (dentro) + “fluere” (fluir) e, originalmente, representava algo que flui invisivelmente de uma coisa para outra, como uma força ou um poder que exerce efeito.

Com o tempo, esse conceito passou a significar, também, a capacidade de afetar ou moldar pensamentos, comportamentos ou decisões.

Essa definição já é suficiente para colocar a palavra “influenciador” em um lugar de destaque quando o objetivo é definir o papel do líder na sua relação com a Cultura Organizacional.

Líderes influenciadores, hoje, são aqueles que conseguem engajar, inspirar, comunicar e gerar impacto por meio da prática dos valores definidos pela organização, não mais por imposição, mas por conexão e propósito.

No novo mundo do trabalho, a influência que um líder pode exercer está menos ligada à sua posição e mais à sua capacidade de mobilizar pessoas e ideias em torno do propósito e dos valores da empresa. Portanto, quanto mais líderes influenciadores da Cultura Organizacional uma empresa tiver, mais engajados serão os seus colaboradores.

Por Analisa de Medeiros Brum, Fundadora e Conselheira da HappyHouse – Agência de Endomarketing.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Storytelling para Geração Z: como criar campanhas internas que realmente engajam https://blog.dialog.ci/storytelling-para-geracao-z-como-criar-campanhas-internas-que-realmente-engajam/ https://blog.dialog.ci/storytelling-para-geracao-z-como-criar-campanhas-internas-que-realmente-engajam/#respond Thu, 04 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6095 Uma nova onda de colaboradores integrou os times e trouxe muitas mudanças consigo. Estamos falando da Geração Z, jovens nascidos entre 1998 e 2010 e que estão transformando a forma como nos comunicamos. E para desenvolver campanhas internas que realmente engajam este público, é preciso adotar uma abordagem e um storytelling diferente. O desafio da […]

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Uma nova onda de colaboradores integrou os times e trouxe muitas mudanças consigo. Estamos falando da Geração Z, jovens nascidos entre 1998 e 2010 e que estão transformando a forma como nos comunicamos. E para desenvolver campanhas internas que realmente engajam este público, é preciso adotar uma abordagem e um storytelling diferente.

O desafio da comunicação passa a ser refletir as necessidades dessa geração, indo além das abordagens tradicionais e adotando novos formatos e tecnologias para fortalecer a conexão emocional. 

Para a Geração Z, o mundo ideal é trabalhar em um ambiente que se preocupe com questões sociais e ambientais, permita que se expressem verdadeiramente, os escute ativamente, e onde exista equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Dessa forma, são as empresas que proporcionam experiências mais agradáveis que vão inspirá-los a entregar o seu melhor.

Construindo conexões autênticas 

Em estudo global da United Minds, o “Employees Rising”, vimos que 40% dos entrevistados da Geração Z postam comentários positivos online sobre o seu empregador e 42% o defendem para outros. Isto demonstra a importância de zelar por uma boa relação com esta geração, que pode influenciar a visão de outras pessoas sobre a empresa. 

Dar voz aos colaboradores é um ato poderoso para gerar engajamento — não apenas para essa geração. Quando se sentem vistos, ouvidos e pertencentes à organização, eles possuirão um vínculo maior e enxergarão mais razões para contribuir.

A comunicação pode incorporar depoimentos — de áreas, gerações, tempos de casa, regiões e níveis hierárquicos diversos — em campanhas, com histórias genuínas e emocionais que tangibilizam e se conectam com os valores da empresa.

Através de entrevistas, pesquisas e sessões colaborativas, os depoimentos demonstrarão os resultados do trabalho realizado pelos colaboradores e como a sua atuação pode gerar consequências positivas não apenas para a empresa, como também para o ambiente de trabalho e a comunidade onde atuam. No fim, o que os marcará mais não será o que foi dito, mas como se sentiram durante o processo.

Formatos dinâmicos e interativos

Não podemos desconsiderar a nova forma como todos, mas principalmente essa e as gerações subsequentes, estão consumindo informação. Trazer informações da empresa em formatos rápidos e eficientes — como GIFs, vídeos e infográficos — e até divertidos — com o uso de memes, quizzes e gamificações — pode tornar as mensagens mais atrativas, buscando refletir, em parte, o dinamismo das redes sociais.

Criar conteúdos em campanhas que fujam de um e-mail básico pode ser mais desafiador, mas são experiências e ações significativas que transformam o ambiente de trabalho em um espaço mais empolgante. Não é segredo que os colaboradores valorizam momentos que agregam aprendizado e que fujam da rotina. O desafio é conectá-los à estratégia da empresa para que contribuam com impactos reais.

Neste contexto, é interessante explorar ferramentas diferenciadas e aproveitar do frescor que a Geração Z tem trazido para as redes sociais. Utilizando um linguajar mais leve e jovem, é possível gerar mais interesse e empatia — sempre adaptando as mensagens para a realidade da empresa.

A tecnologia como aliada

Como nativos digitais, a Geração Z valoriza experiências personalizadas, e é aqui que novas tecnologias, como a IA, podem fazer a diferença. Em estudo recente da United Minds, intitulado “Reescrevendo o trabalho para a Era da IA”, foi analisado como a Inteligência Artificial pode ser mais do que uma ferramenta de automação, apoiando na criação de conexões humanas mais profundas. Segundo o paper, ela pode ser utilizada para:

  1. Personalização da experiência
    É possível adaptar conteúdos específicos para cada função, além de prever o momento exato em que serão necessários. Quando bem utilizada, as mensagens alcançaram taxas de abertura de até 54%, de cliques de 34% e adesão de 68% dos colaboradores — muito acima das médias do mercado. 
  2. Acompanhamento de resultados
    Para que planejamentos e estratégias de comunicação sejam eficazes a longo prazo, é importante mensurar e analisar resultados. Com a IA, o desengajamento de colaboradores é previsível e pode ser prevenido.
  3. Quando e como engajar
    Ajuda os líderes a identificar os momentos em que os colaboradores estão mais receptivos, utilizando canais e mensagens que realmente ressoam. 
  4. Fortalecimento da cultura organizacional
    Com base no engajamento em comunicações, pode identificar padrões no sentimento dos colaboradores, supondo como estão vivenciando o ambiente de trabalho. Dessa forma, é possível reforçar o que está funcionando e abordar pontos problemáticos antes que se intensifiquem.

A IA desempenha um papel cada vez maior e, quando empregada estrategicamente, pode ajudar a fortalecer a cultura, construir confiança e promover um senso de pertencimento que mantém as pessoas comprometidas com a organização. 

DE&I e ESG no centro das campanhas

A Geração Z é profundamente conectada a causas sociais e ambientais, preferindo até mesmo consumir produtos de empresas que demonstram o impacto que promovem para a sociedade. A mesma lógica se aplica à realidade dentro das empresas, o que torna essencial considerar temas como diversidade, equidade e inclusão (DE&I) e sustentabilidade nas campanhas internas. 

Em pesquisa recente da United Minds, ao compará-la com os Boomers, observamos que a Geração Z é a mais propensa a concordar que empresas têm a responsabilidade de se manifestar sobre questões sociais importantes (74%), mas são menos propensos a concordar que seu empregador está fazendo uma contribuição positiva para o mundo (57%).

Possuir uma cultura inclusiva, com diversidade de pessoas e campanhas que destacam os esforços da empresa em impactar positivamente o mundo, tende a ressoar de forma mais profunda. Para isso, é válido incorporar debates, rodas de conversas e outras iniciativas na comunicação. Organizações que vão além do discurso, com ações práticas, se destacam

Cultura digital e a preocupação com a infoxicação

A sobrecarga de informações é um problema crescente, especialmente para os nativos digitais. Para evitá-la e manter a atratividade, é fundamental criar comunicações que sejam visuais, dinâmicas e claras

Para além de curadoria de informações e mensagens concisas, a Comunicação Interna precisa se reinventar. Existem estratégias que a cultura digital nos traz e que têm maior probabilidade de capturar a atenção, como os influenciadores internos.

Muitas vezes vemos o potencial de “microinfluenciador” da Geração Z ser explorado em círculos sociais. E para as organizações, quem melhor do que um colaborador, que já possui o tom de voz do time, para passar as novidades da empresa e demonstrar na prática como elas os afetam? 

Claro, esse papel não está restrito às novas gerações, pelo contrário, mas esta é a geração mais propensa a usar as plataformas para falar a favor — e contra — sua organização. São desses entusiastas da tecnologia que novas formas (e formatos) de expressar e compartilhar informações podem surgir, mas deve haver direcionamentos e limitações estabelecidos previamente. 

Escuta ativa e a liderança como parte da abordagem

A Geração Z busca ser ouvida e contribuir ativamente em processos e decisões, e existem ferramentas que ajudam a reforçar uma comunicação bidirecional. É preciso uma comunicação mais horizontal e líderes acessíveis, transparentes e empáticos, além de treinamentos periódicos e momentos de troca

Afinal, os colaboradores que se sentem apoiados por seus gerentes têm 6,7 vezes mais chances de se sentirem valorizados e estão 42% menos interessados em deixar o seu emprego. Neste contexto, ao identificar oportunidades de capacitação dos líderes, treinamentos e workshops podem ser realizados.

Como a Comunicação Interna se torna estratégica neste cenário?

A criação de campanhas internas que realmente engajem a Geração Z requer expertise e um olhar sensível às tendências culturais e digitais. Há uma exigência por mais do que campanhas informativas: é necessário criar experiências autênticas, dinâmicas e interativas

Por isso, o caminho se torna o desenvolvimento de materiais que conectem emocionalmente os colaboradores e reflitam a cultura da empresa, com criatividade para inspirar, motivar e engajar de forma significativa. Os questionamentos e reflexões da Geração Z se tornam fundamentais para organizações que buscam inovar em sua comunicação.

Por Rafaela Borges, Analista de Comunicação na United Minds.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Influenciadores internos na Comunicação Interna da AMAGGI; conheça o case https://blog.dialog.ci/influenciadores-internos-na-comunicacao-interna-da-amaggi-conheca-o-case/ https://blog.dialog.ci/influenciadores-internos-na-comunicacao-interna-da-amaggi-conheca-o-case/#comments Thu, 20 Mar 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5665 O uso de influenciadores internos na Comunicação Interna, também conhecidos como embaixadores internos, se tornou uma das estratégias mais almejadas por profissionais da área para estreitar relações com os demais colaboradores e engajar equipes. A AMAGGI, maior empresa brasileira de grãos e fibras, que conta com mais de 10 mil colaboradores distribuídos entre 8 países […]

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O uso de influenciadores internos na Comunicação Interna, também conhecidos como embaixadores internos, se tornou uma das estratégias mais almejadas por profissionais da área para estreitar relações com os demais colaboradores e engajar equipes.

A AMAGGI, maior empresa brasileira de grãos e fibras, que conta com mais de 10 mil colaboradores distribuídos entre 8 países (sendo que cerca de 70% desse público não usa computadores em suas atividades diárias), encontrou nos influenciadores internos uma forma de descentralizar e ampliar o alcance dos canais de Comunicação Interna. 

Desde 2022, a empresa usa a plataforma da Dialog para alcançar, comunicar e engajar os colaboradores. Conheça o case amaggiplay clicando aqui.

Neste texto, contaremos a história do Programa Vagalume, iniciativa de influenciadores internos da AMAGGI. Boa leitura!

Influenciadores internos na Comunicação Interna

A área de Comunicação Corporativa da AMAGGI possui a missão diária de informar temas diversos a pessoas com graus de escolaridade distintos, bem como transmitir a estratégia organizacional, usando uma linguagem atrativa para cada público. E, para descentralizar a comunicação, nasceu, em maio de 2022, o Programa Vagalume. 

Com o programa, a Comunicação Interna da AMAGGI passou a contar com pontos focais engajados em todas as regiões onde a companhia está presente. A empresa apostou na estratégia, pois, por vivenciarem a rotina da organização, os embaixadores poderiam disseminar a cultura, os valores, os conteúdos e as novidades onde trabalham. 

Mas por que o nome Vagalume? Frequentemente vistos nos campos durante a noite, os vagalumes possuem uma característica que a AMAGGI considerou perfeita para representar os novos embaixadores de Comunicação Interna: a luz própria.

A área de CI considera que os influenciadores se destacam como pontos de iluminação na organização, tornando-se responsáveis por transmitir informações relevantes e facilitar a comunicação entre diferentes áreas e níveis hierárquicos.

A preparação

A AMAGGI contratou uma consultoria para auxiliar na estruturação do projeto. O trabalho iniciou em novembro de 2021, com a análise de materiais e dos documentos relacionados à área de Comunicação Interna, e realização de entrevistas com lideranças e colaboradores para entender a visão desses públicos sobre alguns pontos, como:

  • Fluxo de informações;
  • A forma como se dava a comunicação de projetos;
  • Papel da liderança na comunicação;
  • Provável perfil dos embaixadores;
  • Como o programa poderia ser estruturado.

Depois das conversas, a empresa entendeu que existia uma percepção de excesso de e-mails, resultando na perda de informações importantes por parte do público interno. Foi a partir dessas entrevistas também que a empresa entendeu que a intranet usada na época não tinha uma boa usabilidade, o que levou a AMAGGI a procurar outras alternativas e adotar a solução da Dialog.

Nesse mesmo período, a empresa ainda trabalhou na construção da identidade visual do Programa Vagalume. A cor escolhida foi o verde, simbolizando a natureza, o crescimento e a vida, elementos ligados ao agronegócio.

Créditos: AMAGGI

Segundo a AMAGGI, essa abordagem reflete a cultura da organização, que valoriza um ambiente de trabalho acolhedor, amigável e colaborativo.

O passo seguinte foi estruturar, de fato, as regras do programa. A permanência dos influenciadores no Programa Vagalume é de 12 meses, podendo ser estendida caso haja interesse do colaborador. Durante o ciclo, os influenciadores internos participam de encontros e treinamentos mensais.

Créditos: AMAGGI

Então, a área de Comunicação Interna abriu as inscrições para o 1º ciclo do Programa Vagalume. Alguns dos critérios analisados foram:

  1. Ter mais de 6 meses de empresa;
  2. Considerar-se uma fonte de informação dentro da AMAGGI;
  3. Acreditar que pode contribuir para o programa;
  4. Justificar o porquê quer participar.

Foram 262 pessoas inscritas e 82 embaixadores selecionados, que receberam um kit de boas-vindas. No segundo ciclo, o número subiu para 91 influenciadores.

Créditos: AMAGGI

O lançamento oficial aconteceu em maio de 2022 e contou com mais de 70 participantes, incluindo diretores de Gente e Gestão e de ESG, Comunicação e Compliance. Os encontros e treinamentos mensais começaram no mês seguinte.

Alguns dos temas tratados foram: Escuta ativa, como criar e ampliar a rede de aliados, design para não designers, entre outros.

O impacto do Programa Vagalume

O uso de influenciadores internos na Comunicação Interna tem gerado impactos positivos na AMAGGI. Os embaixadores se tornaram referência e ponto de contato com credibilidade para os colegas.

Um exemplo prático foi quando os influenciadores receberam a missão de ampliar a divulgação da pesquisa de clima que estava sendo feita na empresa. Em uma semana, após o reforço da divulgação pelos Vagalumes, a adesão subiu de 54% para 83%, um aumento de 29%.

O destaque ficou para a área de negócio Agro, que representa 50% dos colaboradores da companhia, sendo a maior parte deles operacional: depois da atuação dos influenciadores, a porcentagem de respondentes da pesquisa pertencentes à tal diretoria saltou de 49% para 92%.

Outro impacto positivo é relacionado ao amaggiplay, plataforma de CI desenvolvida pela Dialog: os influenciadores tiveram acesso à ferramenta um mês antes do lançamento oficial para que pudessem testar funcionalidades e dar feedbacks. Além disso, os membros do programa também realizam ações frequentes para aumentar a adesão e o engajamento nas unidades.

E os resultados têm sido bastante significativos, conforme dados apresentados abaixo, de ações realizadas nas unidades logo após a implementação do amaggiplay na companhia:

Créditos: AMAGGI

Vale ressaltar que a Fazenda Itamarati possui 1.271 colaboradores (dados de julho de 2023), e o aumento de quase 20% de adesão representa a inclusão de mais de 200 colaboradores no aplicativo e, consequentemente, nos processos de Comunicação Interna da AMAGGI.

Ao longo do ano de 2024, o Programa Vagalume contribuiu para a equipe de Universidade Corporativa da AMAGGI atingir a meta da área: aumentar o engajamento/uso da plataforma de autodesenvolvimento Universidade AMAGGI. Em parceria com os Vagalumes das unidades, foram produzidos vídeos para divulgar cursos disponíveis na plataforma. Os vídeos eram divulgados no amaggiplay e em grupos dos WhatsApp. Logo com o primeiro vídeo, produzido pela Vagalume Luana França, da Frota Rodoviária Matupá (MT), os resultados já foram surpreendentes. Antes da divulgação do vídeo, havia 1.933 colaboradores aprovados no curso (dados de 01/01/24 a 03/07/24). Depois, este número saltou para 4.238 (dados de 04/07/24 a 08/01/25).

Com tamanho impacto, o resultado não poderia ser outro: o Programa Vagalume foi reconhecido pelo Prêmio ABMRA 2023, ficando em terceiro lugar na categoria Endomarketing.

Durante sua participação na 1ª edição da Semana da Comunicação no Agro Dialog, Daniel Escobar, Gerente de Comunicação e Marketing da AMAGGI, falou sobre o programa. “O Vagalume é um programa que tem trazido resultados muito importantes e nos aproximou muito do nosso público interno”, ressalta.

Veja a entrevista na íntegra clicando no player abaixo.

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Assinatura Marcela hub nova

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Influenciadores internos na empresa: saiba o papel do canal de comunicação https://blog.dialog.ci/influenciadores-internos-na-empresa-saiba-o-papel-do-canal-de-comunicacao/ https://blog.dialog.ci/influenciadores-internos-na-empresa-saiba-o-papel-do-canal-de-comunicacao/#respond Thu, 06 Mar 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5651 Vem crescendo o valor estratégico que influenciadores internos na empresa têm. Isso porque a iniciativa, quando bem planejada e trabalhada, impacta positivamente o engajamento dos colaboradores e aproxima o público interno da área e da organização como um todo. O canal de Comunicação Interna pode ser um grande aliado do programa de influenciadores, também conhecido […]

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Vem crescendo o valor estratégico que influenciadores internos na empresa têm. Isso porque a iniciativa, quando bem planejada e trabalhada, impacta positivamente o engajamento dos colaboradores e aproxima o público interno da área e da organização como um todo.

O canal de Comunicação Interna pode ser um grande aliado do programa de influenciadores, também conhecido pelo termo “embaixadores internos”. Por esse motivo, a escolha da plataforma se torna ainda mais estratégica.

Neste artigo, explicaremos como a solução da Dialog oferece recursos que suportam uma iniciativa como essa. Confira!

Influenciadores internos na empresa: ponto de atenção

Antes de falar sobre a Dialog ou a plataforma em si, é importante pensar que implementar um programa influenciadores internos na empresa demanda um planejamento rigoroso.

A coordenadora de Estratégia em Comunicação Interna na Dialog, Nicole Martini, explica que o projeto precisa ser construído e desenhado levando em consideração pontos como a cultura da empresa, a definição de papéis e as responsabilidades destinadas aos embaixadores. Sem isso, as chances do programa não dar certo são grandes.

E como escolher os influenciadores? O primeiro passo é identificar os embaixadores naturais, que são pessoas:

  • Aderentes à cultura da empresa;
  • Com bons resultados de desempenho;
  • Que possuam bons relacionamentos com seu time e demais áreas;
  • Que tenha a confiança dos colegas (outros confiam naquilo que é falado por ela). 

Os passos seguintes

Ok, depois de identificar os possíveis integrantes do programa, é hora de convidá-los a fazer parte. E como qualquer convite, você pode receber um “não” como resposta.

Para evitar isso, a área de Comunicação Interna, juntamente com outros setores que estejam cuidando do projeto, deve definir o que se espera desse público e o que será oferecido como contrapartida (exclusividade, informação em primeira mão, brindes etc.). 

Nicole explica que não é necessário passar todas as informações logo no convite, pois isso será feito no passo seguinte. Contudo, ela ressalta que essas definições permitem que a CI convide os colaboradores mostrando um cenário real do que é esperado desse profissional.

Depois do convite aceito, é hora de capacitar os influenciadores internos. Além de explicar (aí sim com todos os detalhes) o que se espera desse público no projeto, a área também deve oferecer meios e materiais a fim de preparar as pessoas para essa nova jornada. Treinamentos e reuniões periódicas são algumas possibilidades.

Passando a etapa de capacitação inicial, é hora de usar toda essa influência para humanizar a comunicação.

Falando em influência…

Agora sim, falando em canais de CI, um ponto que ainda gera dúvidas em profissionais da área é justamente no que esses embaixadores podem influenciar.

 Nicole citou alguns exemplos:

  • Sugestões de pautas: Influenciadores podem identificar e apontar temas relevantes para a Comunicação Interna levando em consideração as necessidades e os interesses de suas áreas ou unidades.
  • Adesão: Ao conhecer bem a plataforma e seus benefícios, os embaixadores podem apoiar na adesão, incentivando o acesso de mais colaboradores ao canal.
  • Refresh de ideias: Os influenciadores podem sugerir ideias para ações pontuais em suas unidades, datas comemorativas, melhorias na plataforma e outras atividades que possam atrair e engajar os colegas.

O papel da plataforma

Como a Dialog suporta um programa de influenciadores internos? A solução líder em Comunicação Interna e Engajamento possui alguns recursos que podem ser usados nesse sentido.

Grupos

Na Dialog, é possível criar grupos e até mesmo comunicações segmentáveis. Nesse caso, o recurso pode ser o espaço de trocas e comunicações entre e para os influenciadores.

Galeria

Assim como os grupos, é possível segmentar pastas na galeria. No caso de influenciadores internos, a área de Comunicação Interna pode usar o recurso para armazenar documentos importantes do programa, como manual de boas práticas e treinamentos.

Máscara de foto

A Comunicação Interna deve facilitar a identificação de quem é um influenciador interno dentro da ferramenta. Um recurso disponível para fazer isso são as máscaras de foto. Para explicar o significado desse filtro para todos, a área pode fazer uma publicação na timeline.

Webview

As empresas podem usar o recurso de webview para incorporar (“embedar”) sistemas. Caso a empresa tenha uma universidade corporativa ou outro site com conteúdos para os influenciadores, é uma alternativa para centralizar tudo em uma só plataforma.

Leia também:

Líder no mercado há 4 anos, a Dialog oferece a plataforma mais robusta do Brasil para trabalhar a Comunicação Interna e o engajamento dos colaboradores.

Nossa ferramenta tem mais de 15 recursos nativos, um dashboard com mais de 50 indicadores e três módulos exclusivos de Inteligência Artificial.  Além disso, nossa solução ainda permite integração com outros sistemas, como holerite, registro de ponto e até mesmo Microsoft Teams.

Com a gente, em uma única plataforma, o colaborador consegue resolver a vida no trabalho. Isso sem mencionar, é claro, um dashboard com mais de 50 indicadores. Conheça agora.

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Assinatura Marcela hub nova

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Liderança e influenciadores internos como aliados da CI https://blog.dialog.ci/lideranca-e-influenciadores-internos-como-aliados-da-ci/ https://blog.dialog.ci/lideranca-e-influenciadores-internos-como-aliados-da-ci/#respond Fri, 08 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5437 Tanto líderes quanto influenciadores internos podem ser grandes aliados da Comunicação Interna, mas como treinar esses públicos para isso?  Essa foi a pergunta que guiou a terceira aula da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, que teve como palestrante Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K Comunicação.  Ela possui 18 anos de experiência […]

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Tanto líderes quanto influenciadores internos podem ser grandes aliados da Comunicação Interna, mas como treinar esses públicos para isso? 

Essa foi a pergunta que guiou a terceira aula da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, que teve como palestrante Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K Comunicação. 

Ela possui 18 anos de experiência e uma carreira construída com foco no desenvolvimento de estratégias de Comunicação Interna e Endomarketing, envolvendo diagnóstico, planejamento, implantação, mensuração, monitoramento de planos de comunicação e engajamento, campanhas, eventos, bem como programa de desenvolvimento de liderança comunicadora e de influenciadores internos.

Além da aula, a Dialog criou um conteúdo prático complementar: um manual de boas práticas para trabalhar a liderança comunicadora e os influenciadores internos. Você pode assistir à transmissão e baixar o material clicando neste link.

Liderança comunicadora e influenciadores internos

Liderança comunicadora e embaixadores internos são duas prioridades para a Comunicação Interna. Engajar o primeiro público, por exemplo, é o maior desafio da área há 9 anos, segundo um estudo da Aberje e da Ação Integrada. Além disso, 72% das empresas pretendem alocar, manter ou até mesmo aumentar investimentos para programas de influenciadores.

E por que contar com o apoio da liderança é tão importante? A pesquisa da Aberje mostrou que 4 das 6 formas mais efetivas de fazer CI têm líderes envolvidos; enquanto um estudo de TJ Larkin mostra que colaboradores se lembram 9 vezes mais da informação que ouvem de líderes em comparação às mensagens propagadas por canais formais.

Já os influenciadores internos agregam valor à estratégia de CI por representarem uma comunicação mais próxima, feita de colaborador para colaborador. Segundo a Eldeman, inclusive, 80% dos respondentes confiam em pessoas comuns, próximas de sua realidade. Além disso, um dado da Social Media Today aponta que conteúdos compartilhados por funcionários geram, em média, 8 vezes mais engajamento do que aqueles compartilhados pela marca.

Pâmera explica que a comunicação, quando feita de pessoa para pessoa, gera mais autenticidade, veracidade e engajamento.

A gerente deu dicas práticas de como engajar e preparar tanto a liderança como fonte comunicadora quanto um programa de influenciadores ou embaixadores internos. Abaixo, compartilhamos os principais insights:

Liderança comunicadora

Afinal, como mostrar a importância da comunicação entre o líder e a equipe para o negócio? Se ainda não estão convencidos do poder dessa relação, Ferreira mostrou números importantes.

“Quando a gente tem uma liderança que atua como comunicadora e realmente contribui para o alinhamento e a mobilização dos times em busca dos objetivos do negócio, do fortalecimento da cultura e da marca empregadora, a gente tem essa fluidez na comunicação. (…) Quando a gente não tem [o envolvimento das lideranças], principalmente o envolvimento dos gestores que ficam mais ligados à base, temos um gap! Imagine todas as comunicações e informações mais estratégicas: como elas vão chegar na base? A gente precisa que essa liderança faça fluir essa comunicação e traduza [a mensagem] de forma que todos da organização consigam enxergar os rumos [da empresa] e o que precisam fazer para alcançar os objetivos”, explicou.

E quais são os gargalos nas organizações quando o assunto é liderança comunicadora? Pâmera mencionou 4:

  1. Inacessibilidade e falta de comunicação com gestores seniores;
  2. Falta de informação sobre o negócio;
  3. Falta de comunicação sobre acontecimentos, objetivos da empresa e celebração de conquistas;
  4. Inacessibilidade das lideranças.

A profissional foi objetiva: não há engajamento sem comunicação, e não existe comunicação eficaz sem a liderança!

Para capacitar e sustentar o engajamento da liderança nesse processo de comunicação, Pâmera citou 3 pilares: empoderamento, capacitação e instrumentalização.

Além disso, ela compartilhou um passo a passo para criar um plano a fim de desenvolver e preparar uma liderança comunicadora. Anote aí!

  1. Admita que a liderança não é um canal de comunicação e sim o elo entre colaboradores e organização;
  2. Realize um diagnóstico da liderança comunicadora (identifique oportunidades de melhoria, quais habilidades devem ser desenvolvidas etc.);
  3. Empodere a liderança (mostre a importância e números);
  4. Desenvolva a trilha de capacitação da liderança (workshops, palestras, vídeos, mentorias etc; isso pode ser feito em parceria com o time de DHO/RH);
  5. Instrumentalize e apoie a liderança no processo de comunicação líder-equipe;
    • Momentos: Alinhamentos temáticos, reuniões de liderança, encontro de líderes, convenções etc.
    • Canais: Newsletter, espaço exclusivo na internet/rede social corporativa/plataforma de CI, entre outros.
  6. Monitore e mensure os resultados (pesquisa ou diagnóstico de CI, pesquisa de clima, avaliação de desempenho etc.).

Influenciadores internos

A representante da P3K afirmou que pessoas produtoras de conteúdo aumentam o engajamento e o alcance na internet. Por que, então, não aproveitar essa estratégia dentro das organizações?

Para que isso seja possível, é necessário identificar, capacitar e sustentar o engajamento dos influenciadores internos. Nesse sentido, Pâmera compartilhou um benchmark feito pela agência sobre o tema. Você pode acessar o conteúdo gratuitamente clicando no link.

Ela também citou o passo a passo para criar um programa de influenciadores internos, frisando a importância de começar pela definição de responsabilidades. 

“Esse é o principal ponto de partida e define todo o processo de governança do programa, porque todo o resto depende dessa definição. Ah, eu quero que o influenciador só atue para dentro? Ele vai ser um construtor de conteúdo, vai me ajudar na disseminação junto aos colegas? Será um agente de engajamento? Vai me ajudar nas ações que realizo internamente? Quais serão as responsabilidades dele? Porque tudo isso determina como faremos a seleção, a capacitação e o engajamento desse time”, contextualizou.

Confira a jornada:

  1. Identifique os objetivos e estabeleça papéis e responsabilidades;
  1. Determine como será feita a seleção;
    1. Lideranças indicam;
    2. Por inscrição anual;
    3. Por engajamento;
    4. Por matriz de influência.
  1. Planeje como será a integração e a grade de capacitação;
  2. Apoie e instrumentalize os influenciadores (campanhas e ações em primeira mão, missões periódicas, canais exclusivos, reuniões específicas etc.);
  3. Acompanhe, monitore e mensure resultados;
  4. Reconheça os influenciadores;
  5. Defina como será a renovação.

Para finalizar, Pâmera compartilhou um case especial da Coop, rede de supermercados que é cliente da Dialog e da P3K. Em 2024, a empresa lançou um programa de influenciadores internos que fez muito sucesso! Para saber detalhes desse case, basta acessar o link da masterclass e ir até o minuto 44:44.

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Entenda o conceito, descubra suas vantagens e saiba como a descentralização da produção de conteúdo pode te ajudar a construir uma Comunicação Interna efetiva

A comunicação e o ato de se comunicar é um processo tão natural que, de forma prática, o definimos como uma troca de informações, palavras e símbolos, sem buscar compreender a etimologia deste termo.

“Comunicação” tem sua origem na palavra latina communio, que também aparece no radical de communitas, traduzida ao português como “comunidade” – tema desenvolvido por Maurício Liesen, professor universitário e pesquisador da área.

A partir dessa introdução, podemos entender que a comunicação se constrói na comunidade: não é possível comunicar algo de forma efetiva sem o apoio e a abertura da comunidade. As redes sociais são um exemplo, e na Comunicação Interna não é diferente.
Sendo assim, podemos afirmar que uma comunicação efetiva não é aquela disseminada para as pessoas, mas, sim, compartilhada entre as pessoas.

Para a maioria das empresas, é comum centralizar a produção de conteúdo de CI nos colaboradores desta própria área, principalmente pela praticidade de incluir essa tarefa no dia a dia.

Porém, dados da Disrupting the Function of IC afirmam que 60% dos colaboradores dão mais crédito quando falam com pessoas que estão no mesmo nível hierárquico que elas. Ou seja: quanto mais o colaborador se identificar com quem está comunicando, melhor será a sua recepção àquela mensagem. 

Dito isso, entendemos que, envolvendo os colaboradores na produção de conteúdos, diversificando as áreas e trazendo horizontalidade para essa comunicação, mais humanizada ela será e, consequentemente, mais colaboradores se identificarão com ela. Afinal, eles fazem parte da mesma comunidade de quem comunica.

Um dos meios adotados por muitas empresas para atingir esse objetivo são os programas de influenciadores internos.

O que são influenciadores internos?

Antes de expandirmos este conceito, precisamos compreender seu principal aliado: o Marketing de Influência. Essa é uma das principais estratégias utilizadas pelas marcas nas redes.

Segundo um levantamento feito pela Comscore, divulgado pela Forbes, o Brasil é o 3º maior consumidor de redes sociais no mundo. Além disso, cerca de “73% dos brasileiros já compraram influenciados por alguma personalidade digital”, conforme dados do Sebrae.

No cenário corporativo, os números seguem similares, já que o mesmo perfil que acessa as redes sociais e que realiza compras on-line é, em grande parte, o perfil dos colaboradores atuais.

Nesse contexto cada vez mais tecnológico, iniciativas humanizadas ganham destaque quando o foco é chamar a atenção do público não somente nas redes sociais como também nas estratégias de endomarketing, com a criação dos chamados “programas de influenciadores internos”, por exemplo.

Agora sim: o que são influenciadores internos?

De maneira geral, influenciadores internos são colaboradores reais de uma empresa que possuem perfil de influência entre os colegas. É aquele funcionário que, muitas vezes, naturalmente, mobiliza e influencia o comportamento dos demais.

Essa descentralização da produção de conteúdo e o exercício da influência foram uma das principais tendências para 2023, de acordo com a Aberje, e podemos dizer que continua sendo neste ano.

Com a estratégia de influenciadores internos, todos podem ser emissores. Muitas empresas têm acreditado nisso, ainda segundo a Aberje (2023): 

• 28% das companhias participantes orçaram implantar o programa de influenciadores;
• 30% planejam manter o mesmo orçamento;
• 8% aumentaram o investimento na iniciativa.

Quais são os benefícios dos influenciadores internos?

Conforme falamos, o programa de influenciadores internos é uma estratégia efetiva que traz importantes resultados à Comunicação Interna. Conheça os principais:

• Potencializa o engajamento dos colaboradores

Em qualquer mensagem, quanto mais próximo for emissor, maior será a retenção. Por isso, influenciadores internos podem ser um excelente recurso para o engajamento dos demais.

• Reforça a cultura organizacional

Influenciadores internos são excelentes aliados da cultura organizacional. Ao transmitirem os valores da companhia de forma natural e com entusiasmo, motivam seus colegas a fazer o mesmo.

• Estimula o protagonismo individual

Colaboradores que influenciam os demais geralmente já possuem esse traço em sua personalidade. Assim, o interesse em participar do programa e construir essa jornada de forma individual surgirá quase que naturalmente, servindo, também, como ferramenta de reconhecimento à capacidade desse colaborador.

• Fortalece a marca empregadora

Da mesma forma que a cultura, quando expandida para canais externos de comunicação da empresa, influenciadores internos podem ser excelentes para fortalecer o Employer Branding da companhia. Hoje, muitas empresas investem nessa ferramenta por meio de perfis corporativos no Instagram, por exemplo.

• Constrói um maior senso de comunidade

Aqui, vale retomar o primeiro tópico que abordamos: a comunidade; a comunicação é mais efetiva quando “pessoas falam com pessoas”. Porém, quando elas compartilham a mesma comunidade, têm rotinas similares, dividem o mesmo espaço e possuem algo em comum, mais se identificam com quem comunica e, consequentemente, maior será o senso de pertencimento que aquela mensagem despertará.

• Mapeia a necessidade (real) dos colaboradores

Muitos insights e, provavelmente, os mais ricos, acontecem em conversas do dia a dia, em uma troca de mensagens ou bate-papos no almoço. Logo, o colaborador que também é influenciador pode ser um importante canal de transformação.

Nesse cenário, em que é praticamente impossível não citar a influência da Inteligência Artificial, podemos concluir que ela também é uma ferramenta poderosa no processo – principalmente para análise de dados e segmentação. Mas quando o assunto é o relacionamento e a transformação, o ser humano continua sendo o protagonista. 

Então, ✨ a dica de ouro✨ é: mesmo na era da Inteligência Artificial e dos influenciadores nas redes sociais, mantenha sempre os colaboradores como os protagonistas de suas estratégias.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Quando você pensa em comprar um determinado produto, o que você considera: um anúncio ou uma recomendação de um amigo ou conhecido? Nos últimos anos, muitos estudos apontaram uma queda na credibilidade da publicidade tradicional. Ao mesmo tempo, acompanhamos um crescimento exponencial do poder de um influenciador, sobretudo nos ambientes digitais.

Um estudo recente da Nielsen deixou evidente os novos hábitos: 84% dos consumidores tomam decisões com base em opiniões de fontes confiáveis, acima de outras formas de anúncios. E ainda, 92% dos entrevistados preferem seguir recomendações de amigos e familiares em detrimento da publicidade tradicional.

Por que estou falando de hábitos de consumo se o nosso tema é a importância de um colaborador, no papel de influenciador, diante da estratégia de Comunicação Interna?

É simples: não podemos separar os nossos costumes – e aqui incluo também a nossa rotina de consumo de informação – quando estamos considerando organizações e a forma como elas se relacionam com os seus colaboradores.

A pesquisa “Tendências em Comunicação Interna (2024)”, realizada pela Aberje, apontou um crescimento na tendência de humanização da Comunicação Interna. O que significa que as narrativas voltadas às pessoas estão ganhando cada vez mais importância, assim como os movimentos rumo a uma comunicação mais horizontal. Desse modo, não surpreende o fato de que 31% das companhias participantes do estudo tenham considerado implementar programas de embaixadores internos, multiplicadores ou, ainda, influenciadores.

Já temos visto renomadas organizações tirarem essa estratégia do papel, elaborarem programas consistentes de redes de multiplicadores internos e, assim, passarem a colher os frutos. Uma matéria publicada na Exame aponta os microinfluenciadores como promessa de destaque nas multinacionais para este ano. Além disso, o artigo mostra como a Nestlé, a Pepsico e a Unilever estão apostando na tática para aumentar o engajamento dos seus públicos interno e externo.

Qual é a relevância de ter colaboradores como influenciadores?

O ROI (Return On Investment) em relação aos programas de multiplicadores pode variar de empresa para empresa e depende de uma série de fatores. No entanto, pesquisas e estudos de caso indicam resultados positivos de várias maneiras.

As redes de multiplicadores integram iniciativas de marca empregadora. Elas são parte de um planejamento estratégico de construção e desenvolvimento da cultura organizacional e de entrega do chamado EVP (Employee Value Proposition). Ou seja, na prática, os embaixadores internos têm atuação direta em papéis importantes como:

  • Melhorar o clima organizacional e fortalecer a reputação, transmitindo os valores, a missão e a visão da empresa para os colegas de trabalho e para os públicos externos;
  • Atrair novos talentos ao compartilhar suas experiências positivas e autênticas durante a jornada de desenvolvimento profissional;
  • Engajar e reter funcionários ao proporcionar um ambiente de trabalho positivo e mais colaborativo, ampliando o senso de pertencimento;
  • Trabalhar para a melhoria contínua dos processos, pois servem como um canal de comunicação entre as lideranças e os times. Eles podem fornecer feedbacks valiosos sobre a eficácia das iniciativas de marca empregadora e sugerir melhorias à cultura organizacional e ao EVP;
  • Ampliar a capilaridade das ações das áreas de Comunicação, Recursos Humanos e Cultura.

Nos últimos anos, houve um aumento significativo no interesse por redes de influenciadores internos. A crescente conscientização sobre a promoção da cultura organizacional e o engajamento dos funcionários à marca empregadora tem levado as empresas a adotar essas iniciativas em suas matrizes de canais de CI de forma mais ampla. Algumas métricas estão estabelecidas, mas os ganhos de uma implementação bem-sucedida de uma rede de multiplicadores internos, com longa duração e envolvimento entre seus integrantes, ainda são imensuráveis.

Particularmente, acredito na capacidade dessa estratégia para minimizar um dos grandes desafios da Comunicação Interna: fazer a comunicação chegar aos públicos operacionais ou àqueles que não trabalham diretamente conectados a computadores. 

Obviamente, essa não pode ser uma iniciativa isolada. Ela deve convergir com outros canais, como redes sociais corporativas, plataformas e aplicativos de Comunicação Interna, que facilitem a interação entre esses multiplicadores e seus colegas de trabalho. Isso deve ocorrer de modo bastante responsivo, em tempo real e fundamentado sempre por métricas analíticas que nos darão a oportunidade de promover melhores experiências aos funcionários e usuários da CI, dia após dia.

Antes de implementar um programa de multiplicadores, questione-se:

  1. Será que realmente eu conheço a fundo os colaboradores da minha organização? Seus hábitos de consumo de informação e entretenimento? O que esperam da Comunicação Interna? Em que temas sentem-se mal-informados hoje? Diagnostique.
  2. Estou preparado para responder às dúvidas e atender às demandas comunicacionais oriundas das interações dos demais funcionários com essa rede de multiplicadores?
  3. Tenho uma governança estruturada para colocar o programa em prática, com papéis e responsabilidades bem definidos para os membros da rede? Quais são os atitudinais desejáveis? Como capacitar as pessoas e instruí-las a atuar como embaixadores da marca empregadora?

São reflexões essenciais. Diria até que são fatores condicionantes de sucesso. Você já implementou uma iniciativa similar em sua organização? Se tiver interesse em ampliar a discussão ou obter mais informações sobre o programa, deixe seu comentário. No Grupo In Press, temos cases e metodologias a compartilhar.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Influenciadores internos: 5 motivos para identificá-los na sua empresa https://blog.dialog.ci/influenciadores-internos-5-motivos-para-identifica-los-na-sua-empresa/ https://blog.dialog.ci/influenciadores-internos-5-motivos-para-identifica-los-na-sua-empresa/#respond Wed, 06 Sep 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4268 Na era das redes sociais e da comunicação digital, o papel dos influenciadores vai além dos famosos que vemos nas telas. Dentro das organizações, existem colaboradores com grande potencial para se tornarem verdadeiros embaixadores da marca. Ao trabalhar em parceria com eles, você pode transformá-los em referências inspiradoras para seus colegas, gerando um impacto positivo […]

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Na era das redes sociais e da comunicação digital, o papel dos influenciadores vai além dos famosos que vemos nas telas. Dentro das organizações, existem colaboradores com grande potencial para se tornarem verdadeiros embaixadores da marca.

Ao trabalhar em parceria com eles, você pode transformá-los em referências inspiradoras para seus colegas, gerando um impacto positivo no ambiente de trabalho. Eles também se tornam agentes de mudança, conectando as equipes e promovendo a colaboração e a inovação.

Na Incanto Comunica, entendemos a importância de identificar e nutrir esses influenciadores internos. Afinal, eles podem disseminar os valores e pilares da empresa, fortalecendo a cultura organizacional e engajando os colegas de trabalho.

A seguir, listamos cinco motivos pelos quais sua empresa pode se beneficiar ao ter um programa interno de influenciadores. Confira!

1. Autenticidade e credibilidade

Os influenciadores internos são colaboradores reais, que conhecem a cultura e os valores da empresa de forma genuína. Eles possuem experiência e conhecimento prático, o que traz autenticidade aos discursos. O envolvimento que eles têm com a empresa e o relacionamento que nutrem com os colegas de trabalho aumentam essa credibilidade, tornando as mensagens compartilhadas mais impactantes e confiáveis.

2. Alcance e engajamento

Um influenciador tem acesso direto aos colegas de trabalho. Ao compartilhar conteúdos relevantes e inspiradores, alcança um público interno maior e engaja de forma mais efetiva. Seu papel é fundamental para disseminar informações importantes, promover a participação em iniciativas e gerar um senso de comunidade dentro da empresa.

3. Motivação e retenção de talentos

Quem se torna influenciador interno tem o poder de moldar positivamente o ambiente de trabalho e a percepção dos colaboradores em relação à empresa. Ao transmitirem os valores e pilares da organização de maneira entusiasmada, esses influenciadores motivam seus colegas e reforçam o senso de propósito. Isso contribui para a retenção de talentos, uma vez que os profissionais se sentem mais engajados e conectados com a cultura da empresa.

4. Fortalecimento da marca empregadora

Essas pessoas são embaixadoras da marca empregadora. Ao compartilharem suas experiências positivas, conquistas e benefícios oferecidos pela empresa, os influenciadores ajudam a construir uma imagem positiva e atraente do local de trabalho. Isso fortalece a reputação da marca, atraindo talentos qualificados e alinhados com a cultura organizacional.

5. Inovação e colaboração

Ao estimularem o diálogo e a troca de ideias entre os colaboradores, os influenciadores internos impulsionam a inovação e o trabalho em equipe. Eles podem promover eventos, grupos de discussão e atividades que incentivam a criatividade e o compartilhamento de conhecimento, contribuindo para uma cultura de inovação e de aprendizado contínuo.

A Dialog como plataforma de apoio nesse processo

Vimos anteriormente apenas alguns dos muitos benefícios que os influenciadores internos podem trazer para uma empresa. Eles desempenham um papel importante na disseminação dos valores e na construção de uma cultura organizacional sólida e inspiradora. 

Com a Dialog, a plataforma multicanal de Comunicação Interna mais completa do mercado, identificar essas pessoas e potencializar o papel delas é ainda mais fácil. Veja!

Identifique seus influenciadores

Além de buscar por colaboradores ativos, é importante analisar não apenas as métricas quantitativas, mas também a qualidade das interações. Avalie quem tem o poder de influenciar decisões e opiniões dentro da organização, mesmo que seu engajamento não seja o mais alto. Com as ferramentas de análise de dados da Dialog, é possível identificar esses perfis de maneira mais precisa.

Gamifique a participação

Mais do que propor desafios e premiações, considere a criação de um sistema de pontos que recompense não apenas a quantidade, mas também a consistência e qualidade das interações dos influenciadores. Isso incentivará uma participação contínua e genuína. 

Dê voz ativa

Permita que os influenciadores criem postagens autênticas para compartilhar suas ideias, opiniões e conhecimentos. Além disso, ofereça recursos como templates, guias de estilo e sugestões de tópicos para facilitar a criação de conteúdo relevante e coerente com a cultura da empresa. Isso ajuda a garantir que as mensagens dos influenciadores estejam alinhadas aos objetivos organizacionais.

Faça alinhamentos periódicos

Realize reuniões regulares com os influenciadores para que possam debater as pautas, compartilhar insights sobre o que está funcionando e trocar ideias. Use as funcionalidades da Dialog para facilitar a organização dessas reuniões virtuais. Além disso, encoraje a colaboração entre os próprios influenciadores, incentivando a criação de um ambiente de aprendizado contínuo.

Crie um grupo

Estabeleça um grupo exclusivo para os influenciadores na plataforma Dialog. Isso permitirá uma comunicação mais direta e rápida entre eles, promovendo discussões relevantes e troca de informações valiosas. Use os recursos de segmentação e notificação para garantir que as mensagens atinjam o público certo no momento ideal.

Influencie com a Incanto

Nossa expertise em Comunicação Interna, redes sociais corporativas e marca empregadora nos permite desenvolver estratégias personalizadas para potencializar o alcance dos influenciadores internos. Criamos programas de capacitação, conteúdos relevantes e ações que estimulam o engajamento e o protagonismo desses colaboradores.

Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar a sua empresa a prosperar por meio de uma Comunicação Interna eficaz e do desenvolvimento de estratégias inovadoras.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Influenciadores internos e Comunicação Interna fazem parte de uma estratégia cada vez mais utilizadas pelas organizações para gerar alcance e relevância. Esse público pode ajudar (e muito!) em ações, campanhas da área e até mesmo na implementação de novos canais de CI.

Mas você sabe como e por que utilizar a influência dos colaboradores para otimizar e melhorar a comunicação dentro das empresas? 

O assunto foi tema do 14º episódio da segunda temporada do dialog talks, que contou com a participação da team leader de Employee Journey da Omie e responsável pela área de Comunicação Interna, Thaiane Fernandes.

Escute por aqui ou assista o episódio clicando no player abaixo (e se inscreva para não perder nenhum conteúdo da Dialog!).

https://open.spotify.com/episode/52IXdlXDSBNiqWzApmX39W?si=tkPXLYFqSYKhDyp9GVvwoQ

Influenciadores internos e Comunicação Interna: o impacto

Afinal de contas, qual o impacto em unir influenciadores internos e Comunicação Interna? Thaiane afirma que sempre acreditou muito em projetos que envolvem colaboradores desempenhando esse poder de influência.

Ela ainda explica que esse público tem proximidade com os demais colaboradores e assume um papel de disseminador, o que resulta em um “ótimo engajamento interno”.

“Eu acho que a Comunicação Interna tem um papel muito desafiador, principalmente de poder levar informação de forma assertiva e efetiva para todos da empresa. E por isso eu enxergo que quando a gente tem influenciadores internos, a gente tem uma ótima ferramenta para conseguir potencializar algumas informações importantes que nós queremos passar”.

Influenciadores internos na Omie

A história dos influenciadores internos dentro da Omie surgiu com a criação de um comitê de Comunicação Interna. Thaiane ressaltou que a constância era ponto-chave para fazer a iniciativa dar certo.

Depois da criação do comitê, surgiu o Influencer Omie, projeto dos influenciadores internos que escolheu um representante de cada área da empresa. Ela explica como foi essa seleção.

“A gente escolheu essas pessoas junto com os próprios líderes das áreas, então os nossos influencers são colaboradores de cargos diferentes e isso é o mais legal. Normalmente, o comitê é ‘vou chamar a liderança e é isso’. Não! Pelo menos o da Omie é feito por influenciadores de diversos cargos e o principal objetivo é mostrar que eles têm uma missão de disseminar as informações dentro da empresa. (…) Hoje esses profissionais nos apoiam muito em diversas ações”.

Designar esse papel ao profissional também trabalha temas como senso de pertencimento, engajamento, experiência do colaborador e até mesmo employer branding.

“Eles se sentem muito importantes! Todo comitê a gente sempre reforça a importância que os influenciadores têm dentro da Comunicação Interna e é muito legal ver o orgulho de pertencer, os nossos influencers acabam postando sobre isso no LinkedIn, falando na plataforma o quanto eles se sentem orgulhosos de fazer parte”.

Apoio à comunicação interna digital

Influenciadores internos podem ajudar na virada de chave da Comunicação Interna na implementação de canais digitais como a rede social corporativa ou app de CI? Para Thaiane, sem dúvidas.

Hoje, a Omie usa o in.homie, app desenvolvido pela Dialog. A team leader conta que o lançamento da ferramenta foi um trabalho em conjunto com os influenciadores.

“Os nossos influencers têm um papel muito importante, porque quando a gente foi lançar o aplicativo, eles que viram pela primeira vez. Então, a gente mostrou para eles antes até mesmo da liderança: a carinha [do in.homie], como seria e tudo mais. Foi muito bacana, porque eles nos ajudaram muito com insights, sugestões”, comenta.

Ela complementa dizendo que os influenciadores agem como os olhos dos demais colaboradores dentro da empresa ao oferecer essas sugestões e até mesmo oportunidades de melhoria, o que empodera esses profissionais, dá voz ativa.

Thaiane compartilhou mais sobre a relação entre empresa e influenciadores ao lançar o aplicativo interno.

“Como parte do lançamento dessa plataforma, a gente enviou para eles um kit influencer Omie. Foi muito legal! A gente deu uma camiseta, ring light de celular, porque eles iriam produzir conteúdos para nós, para nos apoiar”.

O resultado, de acordo com especialista em comunicação interna, foi positivo: engajamento e adesão por parte dos colaboradores. “Se a gente não tivesse esses influenciadores internos, a gente não teria um engajamento tão alto como tivemos quando lançamos”, afirma.

Ainda falando sobre o in.homie, a team leader resume a proporção que o aplicativo tomou dentro da companhia. “A in.homie é nossa queridinha aqui na Omie, é o principal canal de Comunicação Interna, onde realmente todas as informações são passadas”.

Boas práticas

Se interessou e quer começar a trabalhar a relação entre influenciadores internos e Comunicação Interna? Thaiane compartilhou 4 dicas para dar o pontapé e tornar esse público um pilar para a CI.

  1. Escolha bons influenciadores internos: Tenha uma boa estratégia para escolher essas pessoas, levando em consideração a realidade da empresa.
  2. Empodere o time de influenciadores: Mostre e reforce a importância do trabalho desse profissional para a área de Comunicação Interna e para a empresa como um todo.
  3. Desenvolva: Dê materiais que possam desenvolver os influenciadores nesse novo papel.
  4. Seja consistente: Mantenha uma frequência de contato com influenciadores, uma troca e relação para que haja constância no trabalho.

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