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Premissas de responsabilidade ambiental e social e de governança devem fazer parte da cultura, mas a Comunicação Interna tem papel central na difusão da narrativa e no engajamento dos colaboradores nas ações

A implementação de políticas e ações práticas sobre ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) deixou de ser uma opção para as empresas e se tornou uma exigência da sociedade. 

Consumidores, fundos de investimento, comunidades, imprensa, entidades da sociedade civil e colaboradores estão cada vez mais atentos à contribuição efetiva das organizações para as pessoas, o meio ambiente e o futuro do planeta, sobretudo diante das questões emergenciais climáticas, que aceleram a necessidade de mudanças estruturais e na gestão das operações.

Integrar o ESG ao cotidiano das empresas exige muito mais que a redação de políticas e guias ou mesmo que a elaboração de um bom planejamento. Isso demanda uma sensível evolução da cultura organizacional. Outro ponto essencial é que os colaboradores estejam no centro dessa transformação. Afinal, são eles que atuarão como patrocinadores do tema, dentro e fora da empresa, contribuindo para a reputação organizacional e ajudando a atrair e reter talentos.

Nesse contexto, a Comunicação Interna desempenha um papel crucial ao promover o entendimento sobre os pilares de ESG, o letramento das lideranças em todos os níveis e o comprometimento de todos com os pactos acordados pela organização. A CI tem a missão de promover interlocuções importantes perante os colaboradores e os times de diversas áreas.

É sobre essa posição de interlocutora que nós, do Grupo In Press, juntamente com parceiros como a Dialog, temos nos dedicado ao desenvolvimento de canais, rituais e ações de experiência voltadas aos empregados — com a participação deles nesse processo, inclusive, para que o diálogo se amplie, ganhando capilaridade.

Agir antes de contar 

Empresas que adotam práticas de ESG conseguem se diferenciar no mercado, atraindo talentos e clientes que valorizam o compromisso com as questões ambientais, sociais e de governança. Um estudo da McKinsey, realizado em 2022, mostrou que produtos e marcas com posicionamento forte em ESG responderam por 56% do crescimento das vendas nos últimos cinco anos.

No entanto, é preciso cautela: com o aumento do interesse das pessoas pela sustentabilidade, vimos emergir, por exemplo, o conceito de greenwashing, termo que se refere a discursos sustentáveis que não se concretizam na prática.

Para preservar a reputação da empresa, é essencial adotar o princípio do “fazer antes de falar” (walking the talk). Nesse cenário, o colaborador assume um papel decisivo, atuando como elo entre ações genuínas da empresa e a comunicação sobre essas iniciativas. Afinal, estamos aqui trabalhando sobre a percepção, certo?

E como engajar os profissionais?

Para trazer verdadeiramente os colaboradores para discussões e decisões em ESG, é fundamental trabalhar o tema de forma transversal nas operações do dia a dia, simplificando a narrativa dentro dos canais de CI e estimulando a troca de vivências e dúvidas nas plataformas vigentes.

Um caminho bacana, por exemplo, é o trabalho com Programas de Diversidade, Equidade, Inclusão e Pertencimento (DEIP), que conectam diversas questões sociais a objetivos também de governança e de impacto ambiental. Começar a conectar a pauta ESG com pilares sobre DEIP pode ser uma estratégia efetiva, sobretudo para as organizações que já têm uma maturidade nisso.

O processo de escuta dos colaboradores é uma etapa importante também antes de implementar ações. Entender o ponto de vista de quem faz parte da empresa pode ser decisivo para o sucesso de iniciativas relacionadas ao tema. 

E aí plataformas de engajamento, como a Dialog, podem fornecer dados e métricas interessantes que atestam o vínculo dos profissionais com determinados temas sensíveis. Mais do que ler, é importante analisar os dados que temos em mãos, diante dessa necessidade de escuta ativa.

Por exemplo, a implementação de um banheiro de gênero neutro pode ser visto de forma muito positiva em algumas organizações, enquanto em outras pode exigir uma adaptação gradual para alinhamento com a cultura organizacional. Compreender de fato a percepção dos colaboradores sobre a iniciativa ajuda a trazê-los para a mesa de decisões.

A Comunicação Interna, além de fomentar a escuta ativa, é quem dá voz às iniciativas, promove o entendimento acerca dos pilares de ESG correlacionados e conecta os colaboradores ao propósito central. Com uma narrativa consistente, a CI fortalece o senso de pertencimento, criando um ambiente onde os colaboradores se veem como parte essencial das transformações.

Na prática, isso significa realizar treinamentos, rodas de discussão, campanhas e iniciativas que promovam a conscientização, a participação e a construção ativa por parte dos profissionais e times. Canais digitais de CI possuem alcance para isso e facilitam a experiência e a troca. Pense nisso!

ESG e marca empregadora

Uma pesquisa da empresa Robert Half aponta que 71% dos recrutadores reconhecem o impacto das práticas ESG na construção e na gestão do Employer Branding. 

Além disso, um estudo que vimos aqui, no Grupo In Press, feito pela Deloitte, mostra que 53% dos trabalhadores da geração Z escolheriam uma empresa com fortes práticas sociais e ambientais, mesmo que isso significasse um salário mais baixo.

Com isso, muitas empresas estão focando na construção de suas EVPs (Propostas de Valor para o Empregado) preocupadas em destacar os diferenciais da organização e em criar um ambiente de trabalho positivo. E uma EVP sólida precisa ser comunicada tanto interna quanto externamente. No entanto, a eficácia dessa proposta depende da percepção dos colaboradores, que são os embaixadores ou influenciadores da marca em primeira instância.

A construção de uma marca empregadora é um processo contínuo e de longo prazo. Não se trata apenas de comunicação, mas de ações concretas que envolvam todas as áreas. A Comunicação Interna garante que todos estejam alinhados e assegura que a proposta de valor seja entendida, reforçada e validada, seja por meio de canais ou por meio das lideranças.

Sustentabilidade corporativa 

Outro tema essencial é a sustentabilidade corporativa, que envolve o investimento contínuo no desenvolvimento e bem-estar dos funcionários.

Esse aspecto inclui práticas voltadas à saúde, satisfação e produtividade dos colaboradores, essenciais para garantir o alinhamento com os princípios sociais e de governança do ESG. Algumas práticas sobre sustentabilidade corporativa: 

  • Gestão de pessoas sustentável: promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo, essencial para a longevidade da empresa.
  • Valorização das pessoas: equipes bem treinadas e satisfeitas são mais produtivas, leais e ajudam a reduzir custos com rotatividade.
  • Sustentabilidade e competitividade: práticas sustentáveis diferenciam empresas no mercado, atraindo talentos e clientes que valorizam responsabilidade.
  • Resultados concretos: investir no desenvolvimento dos colaboradores impulsiona o crescimento e a estabilidade do negócio.

A integração de práticas ESG, portanto, é um caminho estratégico para fortalecer a competitividade, a marca empregadora e a sustentabilidade de longo prazo. 

Mais do que comunicar, a CI constrói a base para um ambiente no qual as pessoas se sentem valorizadas, engajadas e protagonistas, promovendo interlocuções e trazendo aos executivos (C-levels) visões de mundo e benchmarks que podem ser incorporados. Uma “costura” que precisa acontecer de forma coletiva e bem alinhada em todos os ambientes, tanto no off-line quanto no digital.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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ESG na Comunicação Interna: como sua empresa tem pautado o assunto? https://blog.dialog.ci/esg-na-comunicacao-interna-como-sua-empresa-tem-pautado-o-assunto/ https://blog.dialog.ci/esg-na-comunicacao-interna-como-sua-empresa-tem-pautado-o-assunto/#respond Mon, 02 Sep 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5182 Você já deve estar familiarizado com a sigla ESG, mas será que seu público interno também está? 66% dos brasileiros nunca ouviram falar da sigla, é o que aponta uma pesquisa idealizada e divulgada pelo Grupo Boticário em parceria com o Instituto Locomotiva. Isso significa que muitos de seus colaboradores podem estar entre esse percentual […]

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Você já deve estar familiarizado com a sigla ESG, mas será que seu público interno também está? 66% dos brasileiros nunca ouviram falar da sigla, é o que aponta uma pesquisa idealizada e divulgada pelo Grupo Boticário em parceria com o Instituto Locomotiva. Isso significa que muitos de seus colaboradores podem estar entre esse percentual de pessoas. Portanto, ao abordar o assunto na empresa, é crucial começar pelo básico, com o letramento do público interno e o esclarecimento do conceito e das definições de ESG.

Partindo do zero

Embora o termo ESG — Environmental, Social, and Governance — tenha sido cunhado em 2004, só recentemente ele tem se tornado parte do nosso dia a dia. O termo surgiu da provocação do secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a 50 CEOs de grandes instituições sobre como integrar fatores sociais, ambientais e de governança ao mercado de capitais. 

Ou seja: ESG não é só sobre responsabilidade social, nem sobre enviar doações para as pessoas atingidas pelas enchentes do Rio Grande do Sul, apoiar projetos beneficentes, fazer filantropia ou ter um grupo de voluntariado na sua organização. ESG não é sobre assistencialismo. 

ESG refere-se à implementação de uma estratégia de sustentabilidade muito mais ampla e transformadora, como elemento transversal do negócio, que passa por todas as áreas e em múltiplas dimensões da empresa. 

Essa estratégia está, na maioria das organizações, correlacionada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, a conhecida Agenda 2030, e visa contribuir com os esforços para mudar a realidade global e gerar impacto positivo. Isto é, conciliar a sustentabilidade e a longevidade do negócio com a das gerações futuras.   

Então, você deve estar se perguntando: no fundo, ESG é sobre resultados financeiros? Sim. E não! Atuar de acordo com os padrões ESG amplia a competitividade empresarial. Inclusive, 77% dos executivos veem o assunto como um facilitador da receita (Fonte: IBM). 

Por outro lado, nas empresas que adotam uma estratégia de desenvolvimento baseada nos três pilares nada é feito a qualquer custo. Em companhias com entendimento e aplicabilidade de critérios ESG, as estratégias, as metas e os resultados devem ser alcançados por meio de práticas que equilibrem o desenvolvimento financeiro com o impacto causado na sociedade e no meio ambiente. 

Enfoque no tema

Mais do que ter uma estratégia ESG, é preciso colocá-la em prática e informar o que acontece. Em primeira mão, comunicar para o seu público interno, para que os colaboradores entendam o que significa e a importância do tema para o negócio. Isso é importante para que se engajem nas iniciativas possíveis, sintam orgulho da empresa na qual trabalham e, consequentemente, sejam agentes promotores da marca empregadora.

Em termos de comunicação, o assunto deve ser pautado de forma frequente nos canais internos para conscientizar e mobilizar os colaboradores. Mesmo que a sua empresa ainda não tenha uma área de ESG consolidada, certamente realiza muitos projetos e iniciativas alinhadas ao tema. A sugestão é mapear, entre os 17 ODS da ONU, quais são as ações, as atividades, os apoios ou patrocínios relacionados ao core business. 

17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (Agenda 2030)

O ponto de partida da estratégia de Comunicação Interna para a sustentabilidade deve ser sempre o propósito do negócio. Por exemplo, uma empresa de saneamento certamente tem impacto sobre o ODS 6 (Água e Saneamento), o ODS 14 (Vida debaixo da água) e o ODS 12 (Consumo Responsável). A partir dessa análise, já é possível planejar uma régua anual de conteúdos e alimentá-la, pelo menos, uma vez por mês nos canais, mostrando o que está sendo feito nessas frentes. 

A criatividade para a abordagem é livre, seja por meio de matérias, vídeos, podcasts, entrevistas ou campanhas de endomarketing. O conteúdo deve salientar e reforçar como a companhia está contribuindo para os esforços globais. 

Em uma sociedade que ainda sabe muito pouco e engaja-se em um nível baixíssimo com os assuntos de sustentabilidade (além de sofrer com a desinformação e as fake news), todo pequeno movimento de letramento e compartilhamento de conhecimento é válido para que todos entendam a sua responsabilidade, individual e coletiva, frente às mudanças – em especial as climáticas, que estão cada vez mais evidentes. 

Plano editorial em ação

Partiu colocar na pauta? Compartilho uma sugestão de plano de conteúdo editorial para sua empresa começar a trabalhar ESG na Comunicação Interna. Você pode, por exemplo:

1. Realizar uma introdução ao ESG por meio de diferentes formatos: newsletter especial, webinar, workshop, diálogos diários (na operação) ou publicação de uma cartilha de letramento. 

2. Fazer uma série de 3 entrevistas em formato podcast, uma para falar de cada pilar com um profissional da empresa responsável pelo assunto, abordando aspectos como os desafios, as iniciativas já existentes e as oportunidades por vir. 

3. Proporcionar uma live ESG na prática, apresentando como a estratégia ESG está sendo implementada no dia a dia por meio do compartilhamento de cases de projetos bem-sucedidos na empresa. 

4. Divulgar resultados e impactos por meio de um infográfico bem visual e de fácil compreensão nos canais internos, demonstrando aos trabalhadores que as mudanças já estão sendo positivas dentro da companhia e engajando-os para contribuir com futuras melhorias. 

5. Realizar uma régua de nutrição após todo o processo introdutório de comunicação sobre ESG, definições e conceitos. A ideia é partir para o mapeamento dos ODS aderentes ao negócio, com análise das iniciativas já vigentes na companhia e o cruzamento das informações para criação e execução da régua de conteúdo mensal. 

E aí, o que você achou deste conteúdo? Compartilhe nos comentários a sua opinião ou exemplos de como a sua empresa está pautando a tema ESG na Comunicação Interna.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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ESG nas empresas: uma revolução interna necessária https://blog.dialog.ci/esg-nas-empresas-uma-revolucao-interna-necessaria/ https://blog.dialog.ci/esg-nas-empresas-uma-revolucao-interna-necessaria/#respond Wed, 21 Aug 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5140 Você sabia que 90% dos chefes de Marketing no Brasil acham que ESG é crucial, mas apenas 20% entendem realmente o que isso significa? Isso soa como uma daquelas curiosidades intrigantes que você lê e pensa: “Sério? Como assim?”.  Bem, de acordo com uma pesquisa do Data-Makers, feita com 106 CMOs (Chief Marketing Officers) brasileiros, […]

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Você sabia que 90% dos chefes de Marketing no Brasil acham que ESG é crucial, mas apenas 20% entendem realmente o que isso significa? Isso soa como uma daquelas curiosidades intrigantes que você lê e pensa: “Sério? Como assim?”. 

Bem, de acordo com uma pesquisa do Data-Makers, feita com 106 CMOs (Chief Marketing Officers) brasileiros, esse é o cenário atual do ESG nas empresas do país.

Esse dado destaca uma grande lacuna entre o reconhecimento da importância do ESG e o conhecimento profundo sobre como implementar e comunicar essas práticas. Nesse cenário, a Comunicação Interna se destaca como um pilar fundamental para o sucesso dessas iniciativas.

Se você não sabe o que é ESG, a gente explica!

ESG é uma sigla que se refere a práticas Ambientais, Sociais e de Governança (Environmental, Social and Governance) que as empresas adotam para operar de forma mais sustentável e ética. E, sim, isso é superimportante.

A lacuna entre reconhecimento e conhecimento

Parece que todo mundo concorda que ESG é a chave para o sucesso e o futuro dos negócios. Imagem da marca, impacto social positivo, reputação corporativa, atração e retenção de talentos – quem não quer melhorar esses aspectos? 

De fato, 76% dos líderes estão de olho na imagem da marca e 74% no impacto social. Mas há um abismo entre valorizar o ESG e saber o que fazer com ele.

Os desafios do caminho sustentável

A falta de iniciativa para investir na implementação de práticas de ESG está no topo da lista de desafios, citada por 47% dos entrevistados. 

E não para por aí! Faltam métricas eficientes, profissionais qualificados, e até mesmo a priorização do tema é questionável em algumas empresas. Ah, e o temido greenwashing

Greenwashing é o famigerado “façam o que eu falo, mas não façam o que eu faço”, que é quando as atitudes das corporações ficam apenas no discurso e não se sustentam na prática. Quando isso vem a público, é extremamente prejudicial para os negócios.

Um terço dos entrevistados tem tanto medo da acusação de falsa sustentabilidade que prefere nem tocar no assunto. E isso é um problema porque, ao evitar o tema, perde-se a oportunidade de fazer a diferença.

A Comunicação Interna entra em cena

No meio de tudo isso, a Comunicação Interna torna-se uma verdadeira e importante aliada nessa história de aplicar conceitos de ESG, fazendo com que ela seja comunicada, praticada e consolidada dentro e fora da organização.

Como? Primeiro, esclarecendo o que é ESG para todos na empresa, desde o estagiário até o CEO. Depois, criando ações internas que não só informam, mas também engajam os funcionários em práticas sustentáveis.

Imagine isso: a cada novo projeto de ESG, surge uma nova história e cases de sucesso para contar nos canais internos da empresa, mostrando o impacto real das ações. Assim, os funcionários começam a ver o ESG não como um monte de regras, mas como parte da cultura empresarial.

Ações de CI para consolidar o ESG

Além de esclarecer e educar, a Comunicação Interna pode atuar ativamente na promoção e no engajamento de iniciativas que reforcem a cultura organizacional e os valores da empresa relacionados à responsabilidade socioambiental.

Formação de comitês de ESG

Oferecer apoio e consultoria para a formação de comitês dedicados ao ESG pode garantir uma abordagem mais estruturada e efetiva. Esses comitês podem liderar as iniciativas de sustentabilidade e garantir que as práticas estejam alinhadas com os objetivos corporativos.

Ações de impacto social

Formular projetos que envolvam não apenas os colaboradores, mas também a comunidade e outros públicos de interesse. Isso pode incluir atividades de voluntariado, programas de educação ambiental e parcerias com organizações locais para ampliar o impacto social das ações.

Eventos de discussão

Organizar eventos, tanto presenciais quanto online, que promovam a discussão sobre temas relevantes ao ESG. Esses eventos podem ser uma excelente oportunidade para educar, trocar ideias e fomentar um diálogo construtivo sobre práticas sustentáveis.

Campanhas institucionais 

Desenvolver campanhas que abordem os três pilares do ESG – ambiental, social e de governança – para informar sobre as iniciativas em curso e engajar os colaboradores. Dessa forma, é possível utilizar diversos canais de Comunicação Interna (como newsletters, redes sociais internas, e-mails, entre outros), garantindo que cada colaborador esteja informado e atue conforme a visão socioambiental da organização.

Segmentação da comunicação

Necessidades diferentes requerem abordagens diferentes. Para a liderança, a Comunicação Interna pode focar em relacionar ESG com as estratégias de negócios. Para um público de escritório, ampliar o entendimento de como cada indivíduo participa e atua com as práticas. Já para públicos operacionais, trazer experiências que conectem o dia a dia à sustentabilidade socioambiental e governança.

Para o futuro: investir é preciso!

44% dos executivos planejam aumentar os investimentos em ESG no próximo ano. Isso mostra que, apesar dos desafios, há um movimento crescente em direção a práticas de negócios mais responsáveis e sustentáveis. 

Contudo, investir nessa mudança internamente e comunicá-la da forma correta e estratégica é crucial para que o ESG seja algo que gere valor para o negócio e para a sociedade.

ESG é mais do que moda, é necessidade

ESG é sobre sobrevivência, inovação e, acima de tudo, sobre fazer o certo. E a Comunicação Interna? Bem, essa é a ferramenta que difunde e engaja todos da empresa com práticas sustentáveis, transformando a organização para que ela possa mudar o mundo de dentro para fora.  

Para entender mais sobre como implementar uma Comunicação Interna eficaz e que apoie o ESG, conte com a P3K, a maior agência de Comunicação Interna do país. 

Estamos prontos para ajudar sua empresa a comunicar e maximizar o impacto de suas campanhas, garantindo resultados reais e sustentáveis. Clique aqui e fale com a gente!

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Dia Mundial do Meio Ambiente, ESG e Comunicação Interna: entenda a relação https://blog.dialog.ci/dia-mundial-do-meio-ambiente-esg-e-comunicacao-interna-entenda-a-relacao/ https://blog.dialog.ci/dia-mundial-do-meio-ambiente-esg-e-comunicacao-interna-entenda-a-relacao/#respond Mon, 05 Jun 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4045 O Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06) é uma oportunidade para que a Comunicação Interna trabalhe o tema de forma estratégica, fazendo ligação com a agenda ESG, que ganhou espaço nas organizações nos últimos tempos. Neste artigo, falaremos sobre a data, que em 2023 também marca o início da Semana Mundial do Meio Ambiente, celebrada […]

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O Dia Mundial do Meio Ambiente (05/06) é uma oportunidade para que a Comunicação Interna trabalhe o tema de forma estratégica, fazendo ligação com a agenda ESG, que ganhou espaço nas organizações nos últimos tempos.

Neste artigo, falaremos sobre a data, que em 2023 também marca o início da Semana Mundial do Meio Ambiente, celebrada em toda primeira semana do mês de junho desde 1981, e o papel da Comunicação Interna na conversa sobre sustentabilidade dentro das empresas.

Dia Mundial do Meio Ambiente: contexto

O Dia Mundial do Meio Ambiente é uma das datas comemorativas de junho e deve estar no radar e planejamento da Comunicação Interna. 

O dia foi escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU), que promove anualmente uma conferência para debater o assunto e tem como intuito promover a conscientização sobre as questões relacionadas ao meio ambiente.

2023 marca o 50º aniversário da data e o encontro acontecerá na Costa do Marfim em parceria com os Países Baixos e tem como tema “Soluções para a poluição plástica”.

Como falamos no início do texto, a Comunicação Interna pode usar a data como oportunidade para falar sobre a agenda ESG e ser sua propulsora, como já falamos por aqui. O meio ambiente, inclusive, é um dos pilares da agenda (E = environment).

Leia também:

Veracidade e compromisso com a agenda ESG

A Comunicação Interna precisa ter atenção ao trabalhar o Dia Mundial do Meio Ambiente, pois assim como outros temas relevantes e delicados, o discurso e a prática precisam estar alinhados na organização. Caso contrário, CI perde credibilidade perante aos colaboradores.

Ou seja, por que investir em campanhas e/ou ações se a empresa não adota nenhuma iniciativa de cuidado com o meio ambiente ou pior, conta com processos ou projetos que causam danos?

Por esse motivo, antes de planejar a estratégia de comunicação para a data, é preciso que a área de CI alinhe com o time responsável pelas ações de ESG qual é o cenário real da companhia nesse tema.

O que fazer?

Promover campanhas de conscientização é uma estratégia tradicional (e eficaz) para que a Comunicação Interna aborde a data. 

Outras opções são:

  • Compartilhar o compromisso e o que a empresa vem fazendo para preservar o meio ambiente;
  • Aproveitar o momento para, junto da área responsável pela agenda ESG, anunciar iniciativas relacionadas ao cuidado do meio ambiente;
  • Criar quizzes sobre a data e engajar a participação dos colaboradores;
  • Promover pesquisa sobre o nível de entendimento dos profissionais sobre o assunto para definir possíveis treinamentos.

Plataforma multicanal como aliada

Independentemente de quais datas comemorativas a Comunicação Interna da sua empresa inclua no planejamento, é necessário refletir sobre canais de CI que possam apoiar a estratégia.

A melhor opção é apostar em uma plataforma que tem em um só lugar vários canais, alcançando colaboradores em diferentes localidades e turnos.

A Dialog é a startup líder em Comunicação Interna. Nossa plataforma multicanal é utilizada por mais de 120 empresas e atinge mais de 500 mil pessoas, transformando a CI, trabalhando engajamento e experiência do colaborador de uma vez.

Demo Dialog Comunicação Interna

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Assinatura Marcela hub nova

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O impacto da Comunicação Interna no alcance das metas ESG https://blog.dialog.ci/o-impacto-da-comunicacao-interna-no-alcance-das-metas-esg/ https://blog.dialog.ci/o-impacto-da-comunicacao-interna-no-alcance-das-metas-esg/#respond Wed, 08 Feb 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3684 A busca pelo termo ESG cresceu 1.200% em 2022, de acordo com dados da ferramenta Google Trends. Aí ficam duas dúvidas: o que é ESG e por que tanto interesse? ESG é a sigla para Environmental, Social and Governance, ou seja, representa as práticas ambientais, sociais e de governança adotadas pelas empresas. A sua origem […]

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A busca pelo termo ESG cresceu 1.200% em 2022, de acordo com dados da ferramenta Google Trends. Aí ficam duas dúvidas: o que é ESG e por que tanto interesse?

ESG é a sigla para Environmental, Social and Governance, ou seja, representa as práticas ambientais, sociais e de governança adotadas pelas empresas. A sua origem tem como base um artigo elaborado por Kofi Annan, secretário das Nações Unidas em 2004, para o Banco Mundial. 

Em síntese, se antes só se falava em sustentabilidade, agora é a agenda ESG que guia as empresas em todo o mundo. Segundo a última edição do Índice GPS (Global Positioning on Sustainability), entre as dez ações ESG mais esperadas das empresas, sete estão relacionadas a problemas ambientais: 

  • Devolver recursos naturais via reflorestamento ou neutralização de CO2;
  • Mudar produtos e serviços para serem ambientalmente sustentáveis, 
  • Usar menos recursos naturais;
  • Reduzir impactos nas mudanças climáticas e no aquecimento global;
  • Não fazer testes em animais;
  • Evitar atividades que ameacem a flora e fauna brasileiras;
  • E fazer embalagens que sejam melhores para o meio ambiente.

Os desejos dos consumidores se tornam metas nas organizações e, para alcançá-las, se faz necessário o empenho de toda a equipe. Não atender a essas expectativas, no médio e longo prazo, pode resultar no fim da companhia em um cenário mais extremo. Afinal, 99% dos investidores utilizam as divulgações ESG das empresas para tomar decisões, indica um Estudo da EY.

De uma forma bem prática, são as empresas com estratégias sólidas de ESG que mais recebem investimentos, vendem produtos e têm seus riscos reduzidos. Ser relevante para a sociedade, acessar crédito mais atrativo, combater as mudanças climáticas e desenvolver uma cultura de excelência estão entre as vantagens de engajar a equipe na busca de resultados em iniciativas ambientais, sociais e de governança. 

Quando nos referimos à combinação metas, resultados e pessoas, é impossível deixar de lado a Comunicação Interna. Ela é o fio condutor nessa relação. As pessoas estão no centro, de um lado há as metas e do outro os resultados. Em outras palavras, as organizações precisam fazer uso da Comunicação Interna na transmissão dos desafios, das instruções de como superá-los e, até mesmo, na celebração das conquistas.

Em um cenário com tantos obstáculos a serem vencidos, não há mais espaço para empresas que insistem em fazer do jornal impresso seu único canal de comunicação com o time. Além de não ser sustentável, por gerar resíduos, não é a melhor solução em termos de interatividade e otimização de recursos.

Com o advento das redes sociais, a forma de consumir conteúdo mudou drasticamente. Há uma urgência e, para supri-la, a interação e os vídeos são muito bem-vindos. Imagine um jornal interno que tem um processo de produção com duração de um mês, da definição da pauta à distribuição. Entre a realização das ações e a sua divulgação no material impresso há uma lacuna significativa. Em resumo, a informação que chega aos colaboradores é velha, não permite nenhuma interação e, muitas vezes, vira lixo – sendo a publicação deixada sobre as mesas, nos ônibus ou nas ruas. 

Diante disso, fica muito claro: sai na frente na corrida rumo à implementação bem-sucedida de uma agenda ESG quem investe no digital. Há soluções disponíveis no mercado que promovem a comunicação praticamente em tempo real, além de proporcionar escuta ativa, interação, otimização de recursos e protagonismo. 

Se pensarmos no pilar Social, que engloba todas as partes interessadas de uma companhia, a comunicação é um agente transformador para engajá-los e dar transparência ao que a empresa realiza. Funcionários que não sabem aonde a empresa quer chegar vão embora. Ganha, nessa batalha por mentes e corações, as organizações que se comunicam com excelência, onde o discurso corresponde às ações. 

Na atualidade, praticar uma escuta ativa tem mais valor do que transmitir uma mensagem sem ruídos. Se no passado o consumidor estava no centro das decisões, hoje, após a pandemia, estão as equipes nesse lugar de destaque. 

Empresas são feitas por pessoas que querem ser ouvidas e ter suas opiniões levadas em consideração. O ESG precisa da CI, assim como os negócios precisam de equipe engajada, de investimentos e de consumidores fiéis. 

Não dá para adotar uma agenda ESG em sua estratégia e excluir o S de Social. Para alcançar o S, é preciso se comunicar, interagir e engajar. A Comunicação Interna é o elo, o fio condutor dessa jornada. Sem ela, a meta vai para um lado e o resultado para lugar nenhum, o que pode fazer com que a empresa deixe de existir em um piscar de olhos. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Comunicação Interna é propulsora da agenda ESG, diz diretora da Localiza https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-propulsora-esg-diz-diretora-da-localiza/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-propulsora-esg-diz-diretora-da-localiza/#respond Tue, 22 Mar 2022 15:04:09 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=1353 A agenda ESG ganhou força e espaço dentro das organizações nos últimos anos, inclusive já falamos um pouco do conceito e suas tendências para 2022 (e como impactam Comunicação Interna e RH) por aqui. Entretanto, o tema ainda está no papel para muitas organizações. Para outras, ações práticas já acontecem, mas não ganham a visibilidade […]

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A agenda ESG ganhou força e espaço dentro das organizações nos últimos anos, inclusive já falamos um pouco do conceito e suas tendências para 2022 (e como impactam Comunicação Interna e RH) por aqui.

Entretanto, o tema ainda está no papel para muitas organizações. Para outras, ações práticas já acontecem, mas não ganham a visibilidade necessária dentro da companhia, por não explorarem a parceria estratégica com a área de Comunicação Interna. Mas, afinal de contas, como a CI pode ser aliada e uma das maiores propulsoras de ESG?

Esse foi o questionamento principal do primeiro episódio da segunda temporada do Dialog Talks, que contou com a participação da diretora de Comunicação e Sustentabilidade na Localiza, Rozália Del Gáudio.

O projeto, a partir de agora, passa a ser disponibilizado no YouTube e também no perfil oficial da Dialog no Spotify. Nos acompanhe nas redes para não perder nenhum conteúdo.

Para assistir, clique no player abaixo:

Caso prefira ouvir como podcast, basta clicar no play!

https://open.spotify.com/show/6oeBUMvOfZA6wOKowmzBJK

Explorando o potencial da Comunicação Interna

Rozália alerta que, quando empresas decidem partir para um caminho de aceleração da jornada referente aos temas da agenda ESG (ambientais, sociais e de governança), é preciso desenvolver também uma estratégia robusta de Comunicação Interna associada à da organização.

“É muito importante que as questões de ESG sejam compartilhadas, sejam pautas, façam parte dos conteúdos e das oportunidades de diálogo que são proporcionadas pelas plataformas de comunicação com os empregados”.

Ela ainda classifica esse vínculo e comunicação com os colaboradores como fundamental, visto que lideranças tomam decisões diariamente, assim como os profissionais em geral e isso pode (e deve) ser feito tendo como base os princípios da agenda ESG.

“A organização, para avançar na sua agenda de ESG, tem que ter uma preocupação com o compartilhamento dos desafios, celebração de conquistas, convidar as pessoas para co-construir”, afirma.

A diretora compartilhou um exemplo do que é feito na Localiza: parte do pilar social, o programa de Diversidade e Inclusão começou a ser construído a partir do debate e envolvimento da alta liderança da empresa e, posteriormente, foi feito o convite aos demais colaboradores a fazerem parte dessa construção.

“Hoje temos uma co-construção sendo feita com cerca de 600 colaboradores, que estão distribuídos nesses grupos (de afinidade) e estão nos ajudando a avançar nessa agenda. Esse é um exemplo de como a gente pode atuar muito próximo: a agenda ESG, a agenda de comunicação e a de negócios”.

Digital como aliado da ESG

A digitalização está cada vez mais presente em nossas vidas, dentro e fora das organizações e os dois últimos anos foram marcados pela aceleração da transformação digital, devido aos desdobramentos da pandemia.

Rozália encara a Comunicação Interna digital como mais um recurso para construir jornadas mais estruturadas, com diálogos e próximas das pessoas e que, sim, pode ser aliada desde que seja uma plataforma a serviço de uma causa.

“Muitas vezes a gente se encanta pela tecnologia, pelo potencial que ela traz de gerar conexão, de compartilhar conteúdo, de gerar informações de como esse conteúdo está sendo consumido e a gente precisa ter a mesma atenção no conteúdo, na narrativa, na possibilidade das pessoas interagirem”.

Ela ainda deixa uma provocação a ser feita para os profissionais de CI: Como a gente usa a tecnologia para, de fato, dialogar e empoderar as pessoas na comunicação? 

A resposta está no conteúdo e na escuta genuína por parte da empresa com seus colaboradores.

Comunicação Interna e ESG na Localiza

Rozália compartilhou como a área de Comunicação Interna age como aliada de ESG, na Localiza. Iniciativas ambientais são desenvolvidas por equipes multidisciplinares e a agenda de CI busca:

  • engajar os colaboradores, esclarecendo o porquê certos processos mudam ou a chegada de novos projetos;
  • reconhecer e celebrar os resultados.

Como exemplo prático, Rozália conta sobre o apoio da empresa ao combate às mudanças climáticas e redução e neutralização de gases de efeito estufa. Ao entender que o etanol é um combustível menos poluente, passou a usá-lo em sua frota e a CI trabalha na conscientização dos colaboradores em usar em seus veículos particulares.

“A comunicação tem um papel muito importante, de explicar o porquê, de trazer os argumentos, de escutar as pessoas em suas dúvidas em relação às decisões e o que está sendo construído”.

A área de Comunicação Interna também dá apoio aos temas de governança corporativa, disseminando o código de conduta, garantindo que colaboradores saibam quais são os valores da companhia.

“Ela (CI) permeia as decisões e iniciativas que estão nas frentes ambientais, nas tomadas de decisão que são feitas pelos líderes e pelos negócios, coordena e traz o ponto das dimensões e iniciativas dos aspectos sociais e de governança. Acaba tendo um olhar muito integrado e próximo para que, de fato, a gente siga construindo a alta reputação pela qual a Localiza é bastante reconhecida”, comentou.

Dicas práticas

Quando perguntada sobre o que profissionais de Comunicação Interna devem fazer para tornar a área aliada e propulsora da agenda ESG dentro das organizações, Rozália deu 3 dicas:

1) Tenha a dimensão do potencial de transformação que pode ter

É preciso entender a responsabilidade que possui de pautar grandes debates e ser um agente de transformação. “Mais do que gerar narrativas e oportunidades de diálogo, é promover ações que façam ampliar o engajamento”.

2) Se aproxime da agenda do negócio

Reflita sobre o impacto positivo ou negativo gerado pelo negócio e o que pode evoluir por meio da agenda ESG.

“É algo que vai fazer a atuação de comunicação mais estratégica e ainda mais transformadora. É se apropriar da agenda ESG, que é uma agenda de negócios”.

3) Engaje-se e se aproxime dos temas

O engajamento é fundamental no trabalho de alavancar e consolidar a reputação da organização. Além disso, em um primeiro momento, termos que podem parecer técnicos passam a impressão de que o tema é complexo demais. Então, buscar entendê-los é essencial.

“Quando o profissional se aproxima e se apropria desses temas, ele amplia o repertório e também ajuda a tornar coisas que parecem complexas mais simples.”

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O que Comunicação Interna e RH devem fazer para seguir tendências de ESG em 2022 https://blog.dialog.ci/o-que-comunicacao-interna-e-rh-devem-fazer-para-seguir-tendencias-de-esg-em-2022/ https://blog.dialog.ci/o-que-comunicacao-interna-e-rh-devem-fazer-para-seguir-tendencias-de-esg-em-2022/#respond Tue, 01 Feb 2022 20:35:11 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=1295 Um dos temas mais comentados dentro das empresas no último ano, o ESG segue em destaque em 2022. Isso se dá, principalmente, pelos desdobramentos e consequências da pandemia, além dos investimentos feitos pautados pelos pilares abordados pela agenda. Provando isso, a NordeaFM mostrou que 76% dos investidores aumentaram sua exposição aos investimentos ESG no último ano. Além […]

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Um dos temas mais comentados dentro das empresas no último ano, o ESG segue em destaque em 2022. Isso se dá, principalmente, pelos desdobramentos e consequências da pandemia, além dos investimentos feitos pautados pelos pilares abordados pela agenda.

Provando isso, a NordeaFM mostrou que 76% dos investidores aumentaram sua exposição aos investimentos ESG no último ano. Além disso, na Europa, 56,8% dos fundos foram captados para artigos sustentáveis no terceiro trimestre de 2021, segundo a MorningStar.

Sendo assim, o que se sabe até o momento sobre as tendências de ESG para 2022 que impactam diretamente as áreas de Comunicação Interna e/ou RH? Descubra neste artigo!

Clima, fornecedores e transparência

Muitas empresas estipularam a meta de emissão zero de gases de efeito estufa na atmosfera (net zero). Em 2022, investidores, colaboradores e a sociedade cobram ações e resultados concretos.

Entretanto, para atingir isso, as organizações estão precisando olhar não só para suas próprias emissões, mas também de seus fornecedores, graças ao chamado Efeito Amazon (“Todos compram da Amazon, mas de quem a Amazon compra?”). Sendo assim, o movimento ESG acaba sendo acelerado em efeito cascata (ou o fornecedor perde o cliente).

Para avaliar o andamento do cumprimento dessas metas, as empresas precisam mostrar transparência com seus dados. Entra aí a importância de uma Comunicação Interna competente e que tenha a mão ferramentas que otimizem seu tempo e trabalho, gerando métricas e informações relevantes para o negócio.

ESG para pequenas e médias

Conversando com a tendência anterior, ESG começa a ser trabalhado e/ou ganhar força em pequenas e médias empresas. Seja por pressão de grandes organizações clientes ou por líderes que estejam antenados nas movimentações do mercado, o tema entra na pauta desses negócios.

Pelo tamanho e equipes reduzidas, cabe ao RH e CI trabalharem juntos na definição, conscientização e comunicação das novas estratégias, impactadas por ESG.

Diversidade e Inclusão

Continuar olhando e trabalhando o pilar S (Social) deve estar nos planos das empresas que querem acompanhar as tendências ESG em 2022. Os protagonistas serão a diversidade, inclusão e o combate às desigualdades sociais.

Essa tendência, inclusive, não é exclusividade da agenda ESG: Comunicação Interna e RH também veem o assunto como prioridade para este ano. Ou seja, as duas áreas, como diria o ditado popular, matam dois coelhos com uma cajadada só ao trabalhar D&I.

Já falamos por aqui como trabalhar os pilares de Diversidade e Inclusão e torná-los parte da cultura da empresa de forma genuína, vale a leitura.

 

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Comunicação Interna e digitalização são alavancas para ESG https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-digitalizacao-sao-alavancas-para-esg/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-digitalizacao-sao-alavancas-para-esg/#respond Mon, 16 Aug 2021 15:00:01 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=979 ESG (Environmental, Social and Governance ou ambiental​, social e governança, em português) é um dos temas que tem ganhado mais relevância dentro das grandes organizações nos últimos tempos. Já falamos aqui no hub de conteúdo da Dialog sobre o conceito e como começar a tratar a pauta. Segundo pesquisa realizada pela Talenses Executive, 30% das empresas […]

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ESG (Environmental, Social and Governance ou ambiental​, social e governança, em português) é um dos temas que tem ganhado mais relevância dentro das grandes organizações nos últimos tempos. Já falamos aqui no hub de conteúdo da Dialog sobre o conceito e como começar a tratar a pauta.

Segundo pesquisa realizada pela Talenses Executive, 30% das empresas possuem ações de ESG de forma descentralizada, enquanto 25% possuem agendas estruturadas e 37% não. 

Quando falamos sobre áreas responsáveis por cuidar desse tema, as realidades variam, como mostra o quadro abaixo.

ESG

Independentemente da área responsável, CI tem um papel relevante no ESG. Abordamos isso, a seguir, com a diretora de Conteúdo e Relações Institucionais no Great Place to Work, Daniela Diniz. Ela também relaciona o tema a uma pauta latente nas empresas: a digitalização.

Assista uma entrevista exclusiva sobre ESG – clique aqui para ver o quinto episódio do Dialog Talks

O papel da Comunicação Interna em ESG

Daniela reforça a importância de investir na comunicação sobre ESG para todos os colaboradores da empresa. 

“Se a gente não desenvolve, não explica, não fala o que é isso para as pessoas, não adianta você colocar como uma pauta do conselho. É óbvio que você vai discutir isso no conselho, mas tem que descer para todo mundo: o que é isso, porquê estamos fazendo isso, como você deve se comportar nesses três grandes pilares, nessa grande agenda. E quem pode ajudar nisso? O RH e a Comunicação”.

Inclusive, o jeito e o meio de comunicar precisa de atenção para que a mensagem seja absorvida. “Se a gente olhar para o passado, a comunicação eficiente era feita no papel. A gente passou pelo boom da intranet e veio a parte da digitalização, mais rápida de se comunicar”.

Digitalização favorece trabalho de ESG

Falando nisso, Daniela comenta sobre a importância de olhar pela perspectiva dos ganhos que a digitalização traz para os processos de ESG ao “tornar tudo mais transparente, muito mais ágil e facilitar o trabalho em si”.

“A pandemia vem acelerando vários comportamentos e facilitando tudo isso. Como eu posso fazer esse processo de transformação digital que a gente está vivendo, de aceleração do mundo dos negócios e do trabalho e acelerar essa agenda [de ESG] na minha empresa”.

Entretanto, a ligação – segundo ela – não é instantânea, já que depende de mudança de comportamento. “É uma questão de longo prazo dentro de uma agenda urgente”.

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ESG deve ser parte da cultura e pode ser cuidado pelo RH e Comunicação, explica diretora do GPTW https://blog.dialog.ci/esg-deve-ser-parte-da-cultura-e-pode-ser-cuidada-pelo-rh-e-comunicacao-explica-diretora-do-gptw/ https://blog.dialog.ci/esg-deve-ser-parte-da-cultura-e-pode-ser-cuidada-pelo-rh-e-comunicacao-explica-diretora-do-gptw/#comments Mon, 05 Jul 2021 15:14:03 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=947 Uma das siglas mais comentadas no momento é a ESG (Environmental, Social and Governance – ambiental​, social e governança, em português). De acordo com o Google Trends, o interesse pelo termo ESG atingiu, em 2021, o nível mais alto em 16 anos. A procura neste ano já é quatro vezes maior do que a média de […]

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Uma das siglas mais comentadas no momento é a ESG (Environmental, Social and Governance – ambiental​, social e governança, em português). De acordo com o Google Trends, o interesse pelo termo ESG atingiu, em 2021, o nível mais alto em 16 anos. A procura neste ano já é quatro vezes maior do que a média de 2020 e 13 vezes superior ao comparar com 2019.

Não só a busca para entender ESG vem crescendo ao longo dos anos, mas a cobrança para que as empresas olhem para esses aspectos com mais atenção. A “pressão” pelo assunto vem de vários lados, principalmente de cima, como comprova a pesquisa realizada pela Talenses Executive:

  • 28% – Acionistas ou investidores;
  • 28% – Sociedade engajada de forma geral;
  • 21% – Obrigações regulatórias de determinados investidores e/ou setores de atuação;
  • 19% – Liderança da empresa;
  • 4% – Colaboradores.

E como todo tema que movimenta o mercado, surgem muitas dúvidas e mitos a respeito. Afinal de contas: como o ESG se aplica na prática? Como começar a fazer? É só para grandes empresas? 

Essas e outras dúvidas foram esclarecidas no quinto episódio do Dialog Talks, que contou com a participação da Diretora de Conteúdo e Relações Institucionais no Great Place to Work, Daniela Diniz. 

Você pode assistir o programa na íntegra clicando no play abaixo.

Uma breve explicação sobre ESG

ESG representa um conjunto de práticas aplicadas nas categorias ambientais, sociais e de governança corporativa. São os princípios que devem nortear a empresa. 

“São três elementos que avaliam o impacto da sustentabilidade do negócio ou da empresa e seu próprio investimento. Social avalia relações de trabalho, aspectos de confiança, de ética no trabalho e de diversidade. Aspectos de governança, em que a gente fala em ter um conselho independente, também entram as questões de ética e confiança. E os aspectos ambientais com todo o impacto do negócio nas questões relativas ao meio ambiente”, detalha Daniela Diniz.

A diretora do GPTW ainda comenta que o ESG – para os investidores – é um medidor de sustentabilidade nas três categorias, mas também “é um indicador importante para avaliar mais do que o ganho, o risco”.

Quem cuida de ESG?

ESG deve fazer parte da cultura da empresa. O pontapé varia de acordo com as organizações: existem aquelas que criam um departamento ESG, outras inserem a demanda em RH, Comunicação Interna, Marketing ou até mesmo criam uma equipe com profissionais de vários departamentos.

E para inserir o tema na cultura corporativa, é preciso envolver as pessoas. “Se você não treina, se não desenvolve as pessoas sobre isso [ESG], não consegue ter uma cultura. Aí não importa a estrutura, o mais importante é que faça parte do DNA, do valor da empresa”.

Para a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e a Rede Brasil do Pacto Global, uma empresa que quer ser ESG precisa:

No próximo artigo sobre ESG, Daniela Diniz conta se a digitalização pode ajudar na estratégia, qual o papel de RH e CI no tema e, por fim, como a diversidade conversa e impacta o ESG.

Gostou do conteúdo? Continue acompanhando o hub de conteúdo da Dialog!

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