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O caminho que as organizações estão pavimentando em suas estratégias de Comunicação Interna, diante dos novos cenários e desafios que permeiam o ambiente de trabalho, abriu definitivamente espaço para um tema que ganhou ainda mais destaque durante a pandemia: a preocupação legítima com a saúde mental dos colaboradores. 

Esse pilar tem feito com que as empresas invistam mais em assessments, mas não apenas nisso. Há um esforço genuíno em debater a criação de ambientes de segurança psicológica, acolhimento e escuta ativa, de modo a reforçar vínculos entre pessoas e marca empregadora. 

Fato é que o tema ganhou destaque na estruturação das políticas de EVP, denotando a dimensão exata da proposta de valor que as corporações entregam a seus empregados.

Há um bom tempo, temos alertado que a liderança deve assumir protagonismo a esse respeito, tanto na criação quanto na manutenção de uma cultura orientada à qualidade de vida.

 Antes de qualquer projeto ou ação de sensibilização sobre saúde mental, costumo sempre questionar as organizações: você conhece a fundo os fatores de risco psicossociais que podem comprometer o desenvolvimento dos colaboradores no dia a dia, ou mesmo alavancar indicadores de acidentes de trabalho, turnover e absenteísmo?

Se nunca parou para realizar esse diagnóstico, está mais do que na hora de empreender sobre o tema. O data driven a respeito de saúde mental compreende não apenas a aplicação de pesquisas, mas como fazer a leitura correta das informações coletadas de modo a estruturar posteriormente políticas e ações de Comunicação Interna engajadoras.

Três pilares importantes

Segundo a Pesquisa Global Health Service Monitor, feita pela empresa Ipsos em 34 países, os transtornos comportamentais e a saúde mental são a terceira maior causa de afastamentos de trabalhadores no Brasil.

O ambiente de trabalho e a liderança são apontados como fatores diretos para o aumento expressivo nos casos de burnout e ansiedade. Apenas 18% das empresas mantêm algum programa para cuidar da saúde mental dos seus colaboradores.

Diante do cenário, podemos eleger três fatores condicionantes de sucesso na criação de uma política de saúde mental. Fatores sem os quais toda e qualquer iniciativa corre o risco de naufragar. São eles: 

  1. Envolver as pessoas desde o marco zero da estruturação do projeto;
  2. Informar e capacitar (realizar letramento para desconstruir tabus);
  3. Dar suporte contínuo aos colaboradores, sobretudo às lideranças.

Os 4 C’s

Olhando para esses fatores de sucesso, do ponto de vista da Comunicação Interna, podemos trabalhar quatro atitudinais dentro de um chamado “ciclo virtuoso de diálogos” a respeito de saúde mental. 

Costumo, aliás, usar a expressão ciclo porque me arrisco dizer que se trata de um caminho sem volta, uma espiral de educação que, uma vez empreendida, não há como retroceder na decisão.

Certamente, você pode estar refletindo nesse exato momento sobre programas e ações de saúde mental que sofreram consideravelmente desinvestimento por parte das organizações nos últimos meses, deixando de ser um foco estratégico para elas, sobretudo quando o período pandêmico se atenuou. Ou mesmo, refletindo sobre empresas que fizeram com que o tema se tornasse uma “vaga lembrança” dos tempos de outrora, o que sem dúvida pode depor contra a reputação. 

O bom é que sempre é tempo para recomeçar. Concorda?

Mas, vamos aos 4 C’s:

1. Consciência

Saúde mental é responsabilidade de todos e precisa deixar de ser tabu, por isso o primeiro passo é conscientizar os profissionais sobre a importância do tema. Aculturando, inclusive, quem acabou de chegar à organização. Essa tomada de consciência é sempre individual. E assim deve ser trabalhada nas campanhas de Comunicação Interna, nos conteúdos dos canais e eventos planejados.

2. Cuidado

Em sua essência, o trabalho de todos é cuidar das pessoas e, para isso, os colaboradores precisam estar bem, pois só experimentando bem-estar é que eles conseguirão promovê-lo. Aqui estamos falando de integração, de senso de coletividade e colaboração. Ouvir sem julgamentos já é um primeiro atitudinal que faz toda a diferença no ambiente de trabalho. Revela acolhimento!

3. Conexão

É hora de aprender a cuidar do outro, a ter conversas corajosas, acolher e tratar de temas que não são fáceis de lidar, tudo isso de forma humanizada. Treinamentos sobre comunicação não violenta, empatia e consenso para lideranças de equipes facilitam caminhos. Já pensou que a Comunicação Interna pode ser uma facilitadora deles e, também, de grupos de trabalho ou rodas de discussão que promovam trocas sobre vivências?

4. Cultura

A verdadeira transformação não acontece por palavras, mas em ações. Nas organizações isso se traduz em uma cultura de alta segurança psicológica. E aqui temos o “walk the walk”. As lideranças, além de conduzirem o tema sob o prisma do bom exemplo dado, devem ser hubs de informação a respeito dos atitudinais desejáveis, reconhecendo os aderentes aos pilares de saúde mental, com rituais muito simples para isso. A saúde mental não pode ser vista como um tema que “rivaliza” internamente com os temas de negócios, pois são duas tratativas intimamente conectadas, que caminham lado a lado. 

Conhece o #MenteEmFoco?

Idealizado pela InPress Porter Novelli e pela Rede Brasil do Pacto Global, com endosso da Sociedade Brasileira de Psicologia, o #MenteEmFoco surgiu para abordar o tema da saúde mental de maneira permanente nas organizações, combatendo o preconceito e o tabu que ainda o permeiam.

A iniciativa tem como objetivo engajar o setor privado na jornada da Agenda 2030 e acelerar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. 

O movimento #MenteEmFoco entra na plataforma para mostrar os avanços no ODS 3, de Saúde e Bem-estar. Mais de 60 empresas no Brasil já se tornaram signatárias dele, contando com uma rede de trocas sobre boas práticas e estruturação de ações afirmativas que, certamente, melhoram a vida de todos no planeta. 

Ao se tornarem signatárias do movimento, as empresas firmam seis compromissos:

  1. Ter um profissional de referência para aconselhamento e atendimento;
  2. Oferecer orientação e manejo de crises;
  3. Garantir a avaliação permanente dos colaboradores;
  4. Manter gestores engajados, com capacitação para atuar em relação ao tema e orientação sobre as melhores condutas, sendo agentes de transformação;
  5. Criar um programa antiestigma, promovendo debates abertos e intervenções em grupo com assuntos que busquem reduzir o estigma relacionado ao sofrimento psíquico, inserindo-o como pauta permanente na organização;
  6. Promover ações de incentivo à saúde mental, desenvolvendo campanhas e iniciativas para incentivar práticas culturais, esportivas, de nutrição, bem-estar, educação, entre outras, a partir de demandas identificadas.

Saiba mais sobre o movimento, clicando aqui

Assédio: agora uma responsabilidade da CIPA

Desde 20 de março de 2023, o combate aos casos de assédio moral e sexual no ambiente de trabalho passou a ser uma obrigação de todas as empresas brasileiras.

Uma das principais mudanças trazidas pelo Ministério do Trabalho determina que a CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) passe a ter total responsabilidade sobre a gestão interna do tema, o que muitas vezes ficava sob a liderança de áreas como RH, Compliance, EHS ou Jurídico. 

Essa responsabilidade vai desde a estruturação de programas e políticas internas que encaminhem as normatizações vigentes, passando por campanhas e ações internas de sensibilização, prevenção e engajamento de colaboradores, até a preparação das lideranças para o acolhimento e recebimento de denúncias. Ou seja, isso também tem tudo a ver com saúde mental nas organizações.

O tema é delicado e precisa sempre ser abordado sob o prisma educacional. Muito além de estabelecer canais de denúncia, temos que promover letramento para as lideranças, falar com os colaboradores sobre comunicação não violenta, vieses inconscientes, diversidade e inclusão e ética. 

A Comunicação Interna deve ajudar as organizações no desenvolvimento de espaços de segurança psicológica, denotando como a cultura da empresa e as atitudes desejáveis, decorrentes dos seus valores, se conectam com o combate ao problema. 

As redes de multiplicadores internos, rodas de conversa sobre assédio e os programas de formação de lideranças representam um bom caminho para que a Comunicação comece a endereçar melhor o tema e não foque apenas em datas isoladas ao longo do ano ou em campanhas dentro da Sipat.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Estratégia de milhões: como a Comunicação Interna tem impacto financeiro https://blog.dialog.ci/estrategia-de-milhoes-como-a-comunicacao-interna-tem-impacto-financeiro/ https://blog.dialog.ci/estrategia-de-milhoes-como-a-comunicacao-interna-tem-impacto-financeiro/#respond Fri, 10 Feb 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3717 Quando a gente fala que investir em Comunicação Interna é investir no crescimento da empresa, não estamos mentindo! Foi exatamente isso que uma pesquisa realizada pela Poppulo (2022) mostrou. O estudo, que entrevistou 500 C-levels e executivos seniores de companhias com mais de 5 mil colaboradores nos Estados Unidos e na Europa, constatou que empresas […]

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Quando a gente fala que investir em Comunicação Interna é investir no crescimento da empresa, não estamos mentindo! Foi exatamente isso que uma pesquisa realizada pela Poppulo (2022) mostrou. O estudo, que entrevistou 500 C-levels e executivos seniores de companhias com mais de 5 mil colaboradores nos Estados Unidos e na Europa, constatou que empresas que têm um olhar atento às estratégias de CI são financeiramente mais promissoras

Para ter uma ideia, a pesquisa sugeriu que uma Comunicação Interna ausente ou ruim pode representar um prejuízo médio de US$ 19 milhões às empresas. É muito dinheiro desperdiçado por algo que, com planejamento e ferramentas adequadas, pode ser facilmente resolvido. 

Neste artigo, veremos como a Comunicação Interna está diretamente conectada ao balanço financeiro e descobriremos como essa área pode contribuir para o desenvolvimento organizacional.

Comunicação tem tudo a ver com experiência

A comunicação, seja dentro ou fora de empresas, é a base de qualquer relacionamento. O jeito como a gente se comunica com o outro pode mudar completamente a forma como a mensagem é recebida – influenciando na experiência que essa interação promove. 

No ambiente de trabalho não é diferente! Uma boa comunicação continua sendo essencial para fortalecer a conexão entre as pessoas e proporcionar uma experiência positiva para cada uma delas. E experiência, nesse caso, é sinônimo de sucesso!

Um levantamento feito pela Josh Bersin (2021) revelou que as empresas que valorizam a experiência do colaborador e investem nisso têm:

  • 2,2 vezes mais chances de superar as metas financeiras;
  • 2,4 vezes mais chances de encantar os clientes e;
  • 5,1 vezes mais chances de engajar e reter os profissionais.

Por isso, não surpreende que investir em experiência tem sido uma prioridade para 90% das empresas segundo a Willis Towers Watson (2021). A experiência do colaborador sofre interferência do clima organizacional e pode impactar, inclusive, a experiência do cliente. Isso mesmo! A forma como o seu colaborador se sente pode influenciar na forma como o seu cliente se sente. Ou seja: as experiências estão conectadas. 

É aí que a CI entra em ação

A Comunicação Interna é o que faz essa engrenagem funcionar. De acordo com a pesquisa da Poppulo, 40% dos executivos que avaliaram como “excelente” o canal de comunicação utilizado pela empresa disseram que a experiência do cliente melhorou. Além disso, 58% dos entrevistados afirmaram que garantir uma experiência positiva para o colaborador faz com que esse profissional ofereça ao cliente uma experiência igualmente agradável. De fato, faz todo sentido!

A Poppulo traz ainda um dado bastante interessante: empresas que focam na experiência do cliente têm uma tendência maior a dizer que a Comunicação Interna, quando bem desenvolvida, tem um impacto positivo nas ações da companhia. Esse número representa entre 70% e 81% dos entrevistados, o que mostra que a alta liderança tem enxergado cada vez mais a conexão entre esses temas.

Experiência tem tudo a ver com bons resultados

Sim, experiência e lucro são pautas que estão diretamente relacionadas. Afinal, experiência pode significar satisfação; e satisfação, por sua vez, representa a manutenção de clientes e o fortalecimento da marca no mercado. Diante disso, fica cada vez mais nítido o poder que a Comunicação Interna exerce sobre o desempenho das empresas.

Para ter uma ideia, 67% dos executivos de alto escalão disseram que estratégias ruins ou ausentes de Comunicação Interna tiveram um impacto negativo no sucesso de iniciativas importantes para o negócio ao longo de um ano. 

Essa percepção estratégica da CI se conecta à urgência de investir em um canal de comunicação que consiga superar os maiores desafios do ambiente de trabalho, que são entregar conteúdos personalizados a diferentes públicos, reduzir ruídos na comunicação e evitar a sobrecarga de informação aos colaboradores.

Os executivos também mencionaram quais são os principais problemas existentes nos canais de comunicação utilizados. Por exemplo, entre os entrevistados, 32% disseram que o canal de comunicação não reflete as vozes da companhia e 31% mencionam a falta de personalização nesse processo. 

Integração de canais e estratégias

A solução, portanto, pode estar na utilização de uma plataforma adequada para gerir todas as estratégias de CI. Com o suporte de uma ferramenta eficiente e integrada, a Comunicação Interna consegue reverter esses pontos mencionados. Assim como pode afetar positivamente a produtividade, aumentar o engajamento das pessoas e despertar nos colaboradores o senso de pertencimento à organização. 

Quando tudo isso acontece simultaneamente, a experiência só pode ser positiva. E como vimos, a experiência do colaborador é sempre o ponto de partida para a conquista de resultados promissores. Investir em Comunicação Interna é direcionar um olhar atento a todas as outras áreas da organização, contribuindo para a construção e a execução da estratégia perfeita – capaz de conquistar os colaboradores, os clientes e consequentemente o mercado. 

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Olhar de CEO: o impacto da Comunicação Interna nas finanças do negócio https://blog.dialog.ci/olhar-de-ceo-o-impacto-da-comunicacao-interna-nas-financas-do-negocio/ https://blog.dialog.ci/olhar-de-ceo-o-impacto-da-comunicacao-interna-nas-financas-do-negocio/#respond Thu, 02 Feb 2023 12:07:27 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3710 Qual o impacto da Comunicação Interna nas finanças do negócio? De acordo com uma pesquisa feita com C-levels pela empresa irlandesa Poppulo, o custo de uma Comunicação Interna ruim ou até mesmo a ausência dela para as empresas é de, em média, 19 milhões de dólares por ano.  Então, como parar de perder dinheiro e […]

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Qual o impacto da Comunicação Interna nas finanças do negócio? De acordo com uma pesquisa feita com C-levels pela empresa irlandesa Poppulo, o custo de uma Comunicação Interna ruim ou até mesmo a ausência dela para as empresas é de, em média, 19 milhões de dólares por ano. 

Então, como parar de perder dinheiro e passar a aumentar os resultados no caixa da sua empresa a partir da Comunicação Interna? Esse foi o tema discutido na estreia da terceira temporada do Dialog Talks, projeto voltado para profissionais de CI, RH e Inovação.

O entrevistado do episódio é Hugo Godinho, CEO da Dialog, co-founder e membro do conselho da empresa. O executivo vem do Grupo In Press, que faz parte da rede global Omnicom, do qual é sócio e onde teve atuação marcada por movimentos estratégicos, sempre embasados em inovação.

Você pode assistir e/ou escutar o episódio clicando nos players abaixo (e não deixe de se inscrever em nossos canais para não perder nada, hein?)

Impacto da Comunicação Interna nas finanças do negócio

O dado da Poppulo dá a dimensão do impacto da Comunicação Interna nas finanças do negócio. Segundo a pesquisa, a média do prejuízo financeiro causado pela ausência ou trabalho ruim da Comunicação Interna é de US$ 19 milhões, mas o valor varia entre US$ 5 e US$ 50 milhões nos EUA e na União Européia, enquanto fica entre £ 4,5 – £ 45 milhões no Reino Unido. 

O estudo explica esses valores como o resultado de prejuízos causados por falha em “iniciativas do negócio”: 67% dos executivos seniores e C-level entrevistados disseram que a Comunicação Interna ruim ou ausente afetou negativamente o sucesso de iniciativas importantes da empresa em 2021, tais como apoio em ações, treinamentos e experiência do cliente.

A pesquisa ainda afirma que as cifras podem ser ainda maiores porque os números acima não consideram “impacto monetário de comunicações ruins na produtividade e desgaste de funcionários, por exemplo”.

Esses números mostram um caminho de transição para que a Comunicação Interna deixe de ser vista como custo e ocupe espaço como uma área que respalda positivamente a saúde financeira da empresa. A principal forma de estimular a produtividade, que vai levar a melhores resultados, é o engajamento do colaborador.

“Se você tem uma Comunicação Interna eficiente, você passa a estar, de fato, mais próximo dos funcionários. Conseguir engajar e entender de forma autêntica o que fazem eles se mobilizarem em torno de uma causa”, afirma o CEO.

O executivo ainda compara CI a um pano de fundo da experiência do colaborador, que passa por muitos pontos, como bem-estar e benefícios, mas que sempre está atrelada à comunicação.

“A gente tem a comunicação como uma grande aliada e até diria que a cola entre todas essas etapas [da experiência e jornada do colaborador]”, complementa Godinho.

Comunicação Interna e Experiência do Colaborador

Ainda falando sobre a relação entre experiência do colaborador (EX) e Comunicação Interna, uma grande tendência para a área em 2023, Hugo explica como CI pode trabalhar o tema e de que forma isso reverbera no financeiro.

Ele cita estudos da Willis Towers Watson, em que 90% das empresas entrevistadas enxergam EX como uma prioridade, e de Josh Bersin, que relaciona a experiência com satisfação do cliente e a retenção de talentos.

“Parece óbvio, mas quando a gente bota um número e começa a medir, é muito interessante porque começa a falar a língua do financeiro, eventualmente dos decisores, dos C-levels”, comenta.

Hugo ainda explica que não há uma boa experiência do colaborador sem uma base de comunicação e de confiança, sem um canal feito com bons RH e CI: “A comunicação é a base de tudo. Precisamos chegar onde as pessoas estão, esse é o nosso lema e é para isso que a gente tem trabalhado”.

“Comunicação Interna e experiência do colaborador estão muito próximas e, juntas, elas movem o ponteiro porque eles são concretos, eles deixam de ser intangíveis”, afirma.

Leia também:

A tríade de sucesso

Vários estudos comprovam a relação entre engajamento e produtividade e, consequentemente, resultados financeiros. Por outro lado, CI e engajamento também andam lado a lado. Mas como é a relação entre os 3 pontos? Como trabalhar bem essa dinâmica?

“Eles estão muito conectados. Uma boa comunicação gera uma boa jornada do colaborador, que faz reter e evitar turnover, evitando perdas financeiras. Pelo contrário, a gente gera até ganhos”, sintetiza.

A estratégia de Comunicação Interna se torna, assim, primordial. É preciso alcançar e trabalhar o engajamento junto com a experiência do colaborador, principalmente os operacionais que muitas vezes são alcançados por modelos obsoletos de CI.

“Uma comunicação bem feita garante que a mensagem chegue na ponta, seja para a pessoa mais dispersa, passando pelo estagiário, até o presidente. É criado um canal de comunicação com a empresa, e entre as pessoas. É facilitada a aproximação da liderança e a conexão entre pessoas. Esses atributos fazem com que a gente vá para outro patamar”, explica o executivo.

Ter um bom entendimento do hábito dos colaboradores, por meio de dados geridos pela Comunicação Interna, ajuda no planejamento de canais de forma mais estratégica, promovendo mais engajamento e aproximação entre funcionários e organizações.

“Essa proximidade, com a pandemia, se tornou um divisor de águas nas empresas: ou você é próximo ou você está distante e tende a perder seus talentos, sua mão de obra, sua força de trabalho. Então, a Comunicação Interna nunca foi tão importante de ser feita de maneira inteligente, sistemática e na hora certa, no lugar certo, com o apoio de soluções”, refletiu.

Para o CEO da Dialog, o uso de ferramentas que ajudam a Comunicação Interna contribui para o engajamento e a experiência do colaborador impactam diretamente a saúde financeira do negócio.

A solução é multicanal

Pensando em ferramentas, como a plataforma multicanal da Dialog trabalha o impacto da CI nas finanças do negócio? Hugo explica que a solução engloba Comunicação Interna, engajamento, experiência do colaborador e o cuidado com a infoxicação (sobrecarga digital).

A plataforma, que é multicanal e apresenta soluções digitais e móveis, consegue alcançar colaboradores independentemente de turno e local de trabalho, trabalhando diferentes realidades e hábitos.

“A Dialog começou como rede social, se tornou um grande orquestrador da comunicação e vai diretamente no caminho de turnover [ajudar a evitá-lo], de experiência do colaborador. É uma ferramenta muito inteligente”, contou Hugo.

Ele cita o case LeOn, plataforma multicanal da Leão Alimentos e Bebidas, que é utilizada como ferramenta de trabalho não só para a Comunicação Interna, mas para outras áreas, como Vendas, impactando a saúde financeira do negócio.

A solução já registra adesão e engajamento acima de 90% e tem apoio do CEO da organização. Assista ao case agora.

“Tem um presidente com a cabeça certa em engajar, tem uma turma de Comunicação Interna muito boa, tem uma ferramenta poderosa, que é a Dialog: a mágica acontece. Pode ser remoto, pode ser híbrido: a gente está próximo. Acho que esse é o grande diferencial da Dialog apresenta hoje para o mercado”, finaliza.

Assinatura Marcela hub nova

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