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O Dia do Profissional de Comunicação Interna, celebrado em 30 de setembro, é uma data para reconhecer o trabalho dos comunicadores, além de refletir sobre o papel estratégico desses especialistas dentro das organizações. 

Se antes a Comunicação Interna era vista apenas como repassadora de avisos, hoje ela assume protagonismo no fortalecimento da cultura organizacional, na promoção do engajamento dos colaboradores e no alinhamento dos objetivos de negócio.

Neste artigo, reunimos dicas práticas para você, profissional de Comunicação Interna, que deseja impulsionar sua carreira, aumentar seu impacto e ser reconhecido como peça fundamental para o sucesso da empresa.

O novo perfil do profissional de Comunicação Interna

Se a área não se resume mais a simplesmente mandar recados, o profissional de Comunicação Interna também não. Segundo o estudo da Ação Integrada e Aberje, 46% dos respondentes têm mais de 10 anos de atuação em CI. 

Esse público passou pelas disrupções da época da pandemia, ponto de virada de chave na percepção do trabalho da área em muitas organizações. Inclusive, a mesma pesquisa mostrou que 86% dos presidentes ou CEOs das empresas valorizam em algum nível o trabalho de Comunicação Interna.

A área, portanto, deixou de ser vista como suporte (ou vem deixando, em algumas empresas) para passar a criar conexões, gerar confiança e ajudar a construir ambientes nos quais todos se sintam parte do propósito institucional. 

O mercado espera um profissional multidisciplinar, aberto à inovação e capaz de dialogar com diferentes áreas e pessoas. Em outro conteúdo publicado no Dialog Blog, falamos sobre as tecnologias mais buscadas pelo profissional de Comunicação Interna, que apoiam justamente nesses pontos. São elas:

  1. Inteligência Artificial Generativa;
  2. Ferramentas de análise de dados;
  3. Redes sociais corporativas.

Competências essenciais do profissional de CI

  • Visão estratégica: Planejar ações que conectem colaboradores aos propósitos e metas do negócio.
  • Mensuração e análises: Utilizar dados para ajudar nas decisões e mostrar resultados.
  • Comunicação criativa: Buscar formatos, linguagens e canais inovadores para atingir diferentes públicos internos.
  • Habilidade para simplificar informações: Decodificar temas complexos, tornando-os compreensíveis e relevantes para todo o público interno.
  • Adaptabilidade: Estar atento às tendências digitais e ajustar-se rapidamente às mudanças do ambiente de trabalho.

Anote as dicas!

Busque atualização constante 

O mercado de Comunicação Interna está em transformação acelerada, graças à crescente da Inteligência Artificial.  Por isso, profissionais da área devem investir em capacitações frequentes. Estar por dentro das tendências, como novos formatos, ferramentas digitais e mudanças no comportamento do colaborador, amplia seu repertório e te torna mais preparado para propor soluções inovadoras e alinhadas aos desafios atuais das organizações.

Use dados para embasar suas ações 

Profissionais de CI que usam dados agregam valor para a área e para a empresa. Aprenda a criar métricas relevantes para cada campanha, monitore o engajamento das comunicações e utilize plataformas que apoiem no processo de mensuração. Saber apresentar relatórios claros e apontar o retorno das ações fortalece o reconhecimento do seu trabalho e permite que você ajuste estratégias de maneira mais eficaz.

Desenvolva habilidades interpessoais 

Muito além da habilidade da escrita, o profissional de Comunicação Interna precisa ter empatia, escuta ativa e inteligência emocional. Relacionar-se bem com diferentes públicos é essencial para construir confiança e melhorar o clima organizacional. Ser um bom mediador contribui para a redução de ruídos e a construção de uma cultura mais colaborativa.

Torne-se protagonista da inovação 

Seja proativo na busca por novas ferramentas e na implementação de soluções que facilitem o fluxo de informações. O uso estratégico da tecnologia potencializa o alcance e a eficácia das mensagens internas, além de fortalecer a imagem do setor como agente de inovação.

Aprimore sua visão estratégica de negócio 

Mais do que executar tarefas, destaque-se conhecendo profundamente a empresa, seus objetivos, desafios e cultura. Procure acompanhar o planejamento estratégico e alinhar as iniciativas de Comunicação Interna às prioridades organizacionais. O profissional que atua de forma integrada, antecipando demandas e propondo ações alinhadas ao negócio, se consolida como peça-chave para o sucesso da empresa.

Invista na diversidade de formatos e linguagens

O perfil dos colaboradores é cada vez mais diverso. Por isso, dominar diferentes formatos é uma das formas mais eficazes de ampliar o alcance e a relevância da comunicação. Não tenha medo de experimentar novas linguagens e testar canais menos tradicionais. Lembre-se: comunicação eficiente é aquela que chega a todos.

Estimule o diálogo e construa parcerias internas

A Comunicação Interna é transversal por natureza. Procure criar redes com áreas e/ou grupos como RH, liderança, TI, ESG e outros. Projetos colaborativos, que envolvem múltiplas áreas, aumentam o impacto das iniciativas de comunicação e fortalecem a cultura de diálogo. Além disso, aproximar-se dessas equipes pode facilitar o acesso a informações estratégicas, apoiar a implementação de mudanças e aumentar a percepção de valor do seu trabalho.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Rodrigo Cogo fala sobre a evolução da Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/curador-da-sinapse-conteudos-fala-sobre-comunicacao-interna-com-exclusividade/ https://blog.dialog.ci/curador-da-sinapse-conteudos-fala-sobre-comunicacao-interna-com-exclusividade/#respond Thu, 13 Mar 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5654 A Comunicação Interna se reinventou nos últimos anos. Esse movimento, impulsionado pela pandemia, foi liderado por profissionais da área que adotaram uma postura mais estratégica. Pensando em dar voz aos #CILovers, o time de conteúdo da Dialog criou uma nova editoria, a Dialog Entrevista, que consiste em entrevistas feitas com pessoas relevantes no mercado. Serão […]

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A Comunicação Interna se reinventou nos últimos anos. Esse movimento, impulsionado pela pandemia, foi liderado por profissionais da área que adotaram uma postura mais estratégica.

Pensando em dar voz aos #CILovers, o time de conteúdo da Dialog criou uma nova editoria, a Dialog Entrevista, que consiste em entrevistas feitas com pessoas relevantes no mercado. Serão insights valiosos e imperdíveis para profissionais de Comunicação Interna que querem aprender e se desenvolver.

A Comunicação Interna por Rodrigo Cogo

Sendo um dos grandes nomes do mercado de Comunicação Interna atualmente, o entrevistado desta segunda edição é Rodrigo Cogo, curador do Sinapse Conteúdos de Comunicação em Rede e responsável pela distribuição digital no ecossistema de canais

Rodrigo Cogo é o curador do Sinapse Conteúdos de Comunicação em Rede e responsável pela distribuição digital no ecossistema de canais. Formado em Relações Públicas pela Universidade Federal de Santa Maria (RS), é especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Organizacional e Mestre em Ciências da Comunicação, com estudos voltados para a Memória Empresarial e Storytelling, ambos pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (SP). 

Desenvolveu carreira com forte experiência em consultoria e diagnósticos de comunicação e relacionamento para clientes como Goodyear, HP, Rhodia, Schincariol, Embraer, Telefonica, Caixa, Basf, Sanofi e Mapfre, através da Ideafix Pesquisas Corporativas. Atuou na Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial por 14 anos, passando pelas áreas de Conteúdo, Marketing e Desenvolvimento Associativo. No MBA em Gestão da Comunicação Empresarial mantido pela entidade, e também em sua programação de cursos livres e in company, atuou como professor por mais de 10 anos. É autor do livro “Storytelling: as narrativas da memória na estratégia da comunicação”, lançado pela Aberje Editorial.

Blog Dialog (BD): Pode contar um pouco sobre sua trajetória no mundo da Comunicação Corporativa? Como começou, o que te fez ir por esse caminho e quais foram os maiores desafios.

Rodrigo Cogo (RC): É uma missão complicada fazer a escolha profissional com 17 anos. Ainda mais em uma estrutura de ensino que não está direcionada ao desenvolvimento pragmático de aptidões de trabalho, mas em apenas dar uma panorâmica das disciplinas possíveis de estudo e aprendizagem, para uma futura e eventual carreira a ser delineada. Nesse sentido, já quero dizer que sou fã das ofertas de ensino técnico e profissionalizante. Mas como não foi esse o meu caso, um teste vocacional me levou para a área de Ciências Humanas, algo que, de fato, já comprovava conter as minhas melhores habilidades. O resultado recaiu sobre a Psicologia, que não estava disponível nas instituições de onde eu morava na época.

Analisando os conteúdos das disciplinas, percebi e arrisquei que Relações Públicas era uma atividade de entendimento humano a partir da Comunicação, que fala, mas que também escuta e articula. RP foi o encaixe mais exato, e só tenho satisfações e confirmações com a opção feita — que é abrangente, contextual, baseada na inteligência e no relacionamento intensivo e inclusivo.

Por outro lado, como área complexa que envolve gestão e reputação, não somente o manuseio de ferramentas de relacionamento e informação, RP tinha lá suas dificuldades de entendimento dos contratantes e de absorção. Isto melhorou muito nos últimos anos, mas foi um obstáculo de realização profissional no início da carreira. Trabalhei em assessoria de imprensa, organização de eventos, cerimonial e protocolo, edição de publicações impressas, produção de conteúdo digital, formulação de concursos e premiações e planejamento de patrocínio cultural nos primeiros 15 anos. Isto aconteceu sobremaneira em entidades empresariais (comércio, indústria, construção civil), que me ajudaram num repertório de negócios que vai além da comunicação. Foi também um embrião das minhas convicções da importância do movimento associativo para onde acabaria indo depois.

Se eu tivesse que apontar qualidades de desempenho que foram decisivas para minha trajetória geral, eu diria criatividade e prontidão. Ou seja, ter agilidade para dar respostas às demandas dos clientes, com capacidade para discutir caminhos e boas ideias para atingir os objetivos.

E então aconteceu o deslocamento para São Paulo em 2008, que me levou para diagnósticos e planejamento de comunicação e gestão de relacionamentos (que requisitam uma postura mais contextual, estratégica e aconselhadora, que vem com a experiência). Cheguei na Aberje, que ocupou um longo tempo da minha dedicação – e para onde retornei recentemente como prestador de serviços. Hoje sou um empreendedor da comunicação.

BD: Você atuou na Aberje por 14 anos e acompanhou o crescimento e o reconhecimento da área de Comunicação Interna. Nos últimos anos, quais foram as maiores conquistas e principais mudanças para o profissional de CI e a área em si?

RC: Interessante observar que a Aberje nasceu em uma convenção de profissionais de comunicação que discutiam publicações empresariais voltadas para empregados e onde houve uma premiação, no final dos anos 1960. E lá os participantes pensaram na relevância da constituição de um grupo de colegas que pudessem dividir suas dúvidas, seus talentos e seus êxitos. Acho isso bastante simbólico sobre esta existência valorosa de organizar, capacitar e reconhecer o nosso mercado de atuação, validando nosso escopo e capacidade frente a outras áreas internas nas organizações. Nós precisamos disto, é quase terapêutico!

Entendo que o que sempre travou o desenvolvimento da área de CI era, por diversos motivos, a visão tarefeira que os profissionais eram relegados ou na qual se posicionavam (por falta de capacidade ou de ousadia), como atendedores de pedidos de outras áreas. Eram elas que faziam o diagnóstico e já prescreviam os caminhos de narrativas e canais, chegando na interface com pedidos prontos. Ora, cada setor tem suas formações, perspectivas, articulações, análises de contexto e ferramentas e devem ser respeitados. Mas também precisamos considerar que respeito e confiança são conquistados na prática, pela pertinência de nossas indicações, pelo acréscimo de evidências baseadas em dados e por mecanismos de comprovação da participação positiva de nossas ações na performance geral do negócio. Esta amarração era uma ponte a ser percorrida até há pouco tempo.

Então, o que mudou de antes para agora na Comunicação Interna foi a postura dos profissionais envolvidos, sejam eles ligados a estruturas de RH ou de Comunicação Corporativa. Ainda que eu defenda que só existe alinhamento efetivo de comunicação, que impacte reputação, quando todas as expressões estão sob a mesma estrutura, aqui não cabe polemizar sobre esta é a realidade em alguns casos. Mais do que “para quem reporta”, importante mesmo é ser percebido e acionado como alguém com inteligência para ponderar, interceder e agir com precisão, rapidez e personalização para o alcance dos objetivos organizacionais, sem deixar de lado as aspirações mais humanas dos indivíduos envolvidos.

Como são estruturas enxutas, ainda que por vezes agregadas de fornecedores de excelência, um ponto importante nos últimos cinco anos – bastante empurrado pela pandemia da Covid-19 – foi a aceleração da digitalização. Ou seja, a CI ganhou estratégia pelo olhar reciclado de seus profissionais e escala com a tecnologia. Continuo apostando na força da conversa presencial, mas é inegável que se consegue chegar a mais gente em menos tempo e com potencial de personalização com as ferramentas certas. Sempre é bom lembrar que o aproveitamento completo de novidades tecnológicas só acontece com um letramento dos envolvidos, que passa pelo uso e convívio produtivo e racional em ambientes virtuais e intermediados, o que nem sempre se vê.

BD: Na sua opinião, o que a área de Comunicação Interna — no caso de ainda não ser reconhecida pelas lideranças — pode fazer para mostrar seu potencial estratégico?

RC: Profissionais de comunicação em geral, mas CI em especial, precisam dominar mais os processos de mensuração e avaliação de resultados de seus trabalhos, em direção aos objetivos de negócio para poderem ser considerados estratégicos. Vejo algumas medições irem no caminho da produção: quantos textos, quantas fotos, quantas campanhas, quantas inscrições, quantos likes, quantos eventos, quantas doações… Isto tudo é importante para dar dimensão ao que é feito no cotidiano, mas nenhum destes quantitativos têm validade se não respondem a uma estratégia organizacional. Ou seja, estas atividades foram pensadas e implementadas para quê? Elas contribuíram com que meta direta ou indireta? Elas fizeram diferença no índice de reputação de determinado período, ou então trouxeram credibilidade para a marca e geraram maior simpatia da imprensa, quem sabe elas foram efetivas para diminuir o absenteísmo ou para estimular adesões ao programa de trainees ou de voluntariado? Estes resultados cruzados, que não estão acondicionados em caixinhas em nossos organogramas, também são responsabilidade da Comunicação Interna, e eles nos elevam para outro patamar de confiabilidade e de direito e consideração de voz.

BD: A Comunicação Interna desempenha um papel crucial no engajamento dos empregados. Quais são, na sua opinião, as principais estratégias que uma empresa deve adotar para construir um relacionamento eficaz com as pessoas que trabalham nela? Especialmente em um ambiente onde há grande diversidade de perfis.

A efetividade da Comunicação Interna, seja qual for sua missão em determinadas campanhas ou ações, depende do atendimento em um duplo sentido: estratégias bem alinhadas à cultura da empresa e também às necessidades dos empregados. Penso que é importante dar atenção a:

1. Segmentação e personalização: Nem todos os empregados consomem informação da mesma forma. Empresas devem mapear perfis, preferências e canais de comunicação mais eficazes para diferentes públicos internos e fazer entregas personalizadas aproveitando as tecnologias disponíveis.

2. Comunicação bidirecional e participativa: Criar canais para ouvir os empregados é essencial. Pesquisas de clima, fóruns internos, caixas de sugestões digitais, espaços de comentários e reuniões abertas estimulam a participação ativa e promovem um senso de consideração e, portanto, de pertencimento.

3. Narrativas humanizadas e storytelling: Mensagens institucionais frias não geram engajamento. O storytelling corporativo pode conectar os empregados à missão e aos valores da empresa de forma autêntica. Compartilhar histórias reais de empregados e líderes inspira e reforça a cultura organizacional. Não é só a história institucional que importa.

4. Liderança comunicadora: Os gestores desempenham um papel fundamental na disseminação da Comunicação Interna. Programas de formação em comunicação para líderes garantem que a informação flua de forma clara, inspiradora e alinhada à visão da empresa. Líderes acessíveis e abertos ao diálogo fortalecem a confiança interna.

5. Cultura de inclusão e representatividade: Em um ambiente diverso, a comunicação precisa ser inclusiva. Isso envolve linguagem neutra, respeito a diferentes perfis culturais, religiosos e geracionais, além da representatividade nas peças de comunicação. Criar grupos de afinidade e valorizar datas e iniciativas diversas reforça o compromisso com a equidade.

6. Transparência e consistência: Manter um fluxo de comunicação transparente e consistente evita ruídos e desinformação. Esclarecer mudanças, decisões estratégicas e o impacto de ações da empresa na rotina dos empregados cria um ambiente mais seguro e confiável;

7. Programas de reconhecimento: Programas baseados em desafios, recompensas e reconhecimento público geram motivação. O uso de plataformas interativas pode transformar ações de Comunicação Interna em experiências envolventes e participativas.

BD: Você fundou a Sinapse Conteúdos de Comunicação em Rede em 2022. Em que você se baseou para esta aposta de trabalho? A Comunicação Interna tem espaço neste projeto?

RC: Penso que qualquer oferta de mercado que pretenda entregar material de qualidade, com fontes confiáveis e que economize tempo do profissional tende a ser bem aceita. Então, tem este ponto da “economia da atenção”, em um cotidiano com muitos apelos e distrações que nos tiram do foco e os conteúdos acabam não colaborando para nossa melhor tomada de decisão. Foi aí que resolvi intervir com o Sinapse e já são mais de 400 assinantes em nove países diferentes.

Minha função como curador é analisar o que existe disponível (vindo de consultorias como Bain&Company, PwC, Deloitte, EY, McKinsey, Sparks&Honey; de universidades e laboratórios de pesquisa, de institutos como Ipsos e Kantar, de organismos como OMS e Fórum Econômico Mundial) e deixar à mão dos assinantes. A entrega é feita já com um contexto ou até um resumo dos principais insights, para que esse assinante depois decida quando e como quer ler o restante dos relatórios, ebooks, infográficos, artigos e estudos selecionados e indicados.

Outro ponto é que o ‘Sinapse’ busca demonstrar a transdisciplinaridade exigida para uma atuação produtiva e estratégica em qualquer campo do conhecimento, e mais ainda para Comunicação, Marketing e temas afins. Não dá mais para enclausurar os temas em caixas, e não conseguir fazer as pontes necessárias com outros olhares de conhecimento que só enriquecem nossas conclusões e decisões. Os silos podem existir na rigidez da estrutura curricular dos cursos de graduação, que precisam nomear seus egressos como “formados em” uma única e supostamente bem delineada profissão. E também pode até funcionar para visualizar estruturas organizacionais e seus organogramas e linhas de mando. Contudo, isso não tem mais reflexo no fazer diário transversal e interconectado que envolve reputação de pessoas, causas e organizações.

Para isso, precisa muito mais que um diploma ou uma única área de base. Se envio um material típico de sustentabilidade, também preciso mostrar as incursões disso com Comunicação Interna, Assessoria de Imprensa, campanha de Marketing, ações de engajamento, relações governamentais, regras de compliance ou laboratórios de inovação. 

Mas sim, a Comunicação Interna enquanto categoria de conteúdo – incluindo aí marca empregadora, cultura organizacional, liderança e outros subfocos – acaba tomando um bom espaço nas escolhas mensais. Ela interfere em todas as demais dimensões, com cada vez mais clareza e intensidade – e, portanto, não interessa somente aos gestores da área específica. É a CI que dá propulsão a temas adicionais como diversidade, sustentabilidade, bem-estar, compliance, transformação digital, segurança de informação e tantos outros, o que a torna central numa estratégia de escolha por relevância e transdisciplinaridade.

BD: Em um ambiente tão dinâmico, como o digital, o que você considera essencial para criar conteúdos internos que realmente engajem os empregados? Principalmente os que atuam em áreas operacionais ou no campo.

RC: Penso inicialmente em duas características macro. Primeiro, ter à disposição a tecnologia e não investir que ela entregue mensagens personalizadas é um desperdício de tempo e investimento. Então, este é o primeiro ponto: hiperpersonalização é a maneira de estimular atenção e fruição dos conteúdos enviados, com uma abordagem que faça sentido para cada um, mesmo entre centenas ou milhares. Um segundo ponto é a postura ontime, característica que se requer da empresa que possua uma estrutura tecnológica disponível para distribuição de materiais e convite para interação: ter prontidão e velocidade para repasse de mensagens-chave, diminuindo a possibilidade de boatos, e estando atenta aos feedbacks necessários e imediatos.

Agora, em termos de formatos e conteúdos, entendo que o pensamento mobile-first é um ativo irrecusável. Junto a isto, pensar em vídeos curtos e dinâmicos, com linguagem fácil e direta, além de áudios ou podcasts. Uso de ícones, infográficos e bullet points ajudam na assimilação rápida da mensagem, principalmente quando são explicativos e mais próximos do cotidiano das pessoas. Vale considerar a perspectiva trazida pelo conceito “Brevidade Inteligente”, dos fundadores da norte-americana Axios, que traz algumas normativas de extensão de materiais e uma contagem de palavras e tempo que são incentivadores para fruição mais imediata.

Recursos mais dialógicos são otimizados com a tecnologia, viabilizando canais de escuta (pesquisas rápidas, enquetes, fóruns, comentários sistematizados) e gamificação com recompensas, rankings e desafios tornando a apreensão mais envolvente. Num nível mais avançado de inclusão no protagonismo da comunicação, pode ser considerado o conteúdo gerado pelos empregados.

Toda esta reflexão, porém, pode ainda assim não alcançar públicos de áreas operacionais ou no campo, porque para eles nem sempre existem equipamentos para visualização – em alguns casos, sequer o aparelho celular (próprio ou corporativo) é permitido no ambiente de trabalho. Neste nicho específico, eu continuo apostando na comunicação via liderança, potencialmente presencial.

BD: Como você vê o uso de Inteligência Artificial para otimizar a Comunicação Interna e melhorar o engajamento interno?

RC: A Inteligência Artificial (IA) tem um enorme potencial para otimizar a Comunicação Interna e melhorar o engajamento, porque torna a comunicação mais personalizada, eficiente e interativa, além de fortalecer a cultura organizacional e aumentar a percepção de valorização dos empregados.

Vejo que pode ser aplicada na personalização da comunicação. A IA pode analisar dados de preferências e comportamento da equipe para oferecer conteúdos mais relevantes, segmentando mensagens por perfis e interesses. Também podem ser usados chatbots e assistentes virtuais, que respondem dúvidas frequentes sobre políticas da empresa, benefícios e processos internos em tempo real, reduzindo a carga do time de comunicação e aumentando a agilidade na disseminação de informações. Outra vertente seria a análise de sentimento e clima organizacional, com ferramentas para monitorar e analisar feedbacks (e-mails, pesquisas, redes internas), identificando padrões de insatisfação ou engajamento e ajudando a gestão a agir proativamente.

Tem toda uma parte de automação de conteúdos para ser considerada. A IA pode sugerir ou até gerar comunicados internos, newsletters e materiais informativos com base em dados e tendências – sem esquecer que pode ajudar a definir os melhores canais e horários para cada tipo de mensagem, garantindo uma comunicação ágil e alinhada com a cultura organizacional. Há um potencial de melhoria na experiência com sistemas que personalizam jornadas internas (onboarding, treinamentos, carreira) e tornam processos mais fluidos e acessíveis.

BD: Seu livro “Storytelling: as narrativas da memória na estratégia da Comunicação” conta com um capítulo intitulado “A confiança na comunicação sob impacto do multiprotagonismo”. Cresce o número de áreas de Comunicação Interna que atribuem aos empregados o papel de produtor de conteúdo, promovendo um processo de descentralização. Por que isso é tão importante e como esse movimento impacta a organização?

RC: A atuação da Comunicação Interna como estimuladora da produção de conteúdo descentralizado pela comunidade de empregados representa um estágio avançado e ainda pouco usual. Ou seja, ao invés de ficar responsável pela redação de textos e títulos, pela feitura ou escolha de imagens representativas, pelo processo de postagem, os profissionais de CI traçam diretrizes de comunicação, sugerem pautas, fornecem súmulas de orientação de temas e padrões estéticos e toda a equipe pode ser responsável pela produção e distribuição. Isto requer um nível mútuo de confiança bastante alto, com guidelines do que pode ser feito e o que deve ser evitado e como agir diante de eventuais desvios de regras.

Apesar da complexidade, é bom chegar lá. Faz emergir justamente uma maior intimidade e corresponsabilização, em que efetivamente todos sabem que contribuem para a harmonia ou para o ruído da comunicação a partir de seus atos. Só existe diante de uma maturidade plenamente instalada, em que os jogos de polarização “nós e eles” não existem ou não prosperam.

Transformar empregados em produtores de conteúdo é uma forma inteligente de tornar a Comunicação Interna mais humanizada, colaborativa e engajadora. Esse movimento fortalece a cultura organizacional, amplia o alcance da informação e melhora a conexão com a empresa. E não estou falando somente de programas tipo embaixadores, agentes ou influenciadores internos, embora estas instâncias possam ser consideradas positivamente uma fase embrionária do que seria a descentralização ampla.

E isto é importante porque traz autenticidade e credibilidade para a comunicação. Quando as mensagens vêm dos próprios empregados, a comunicação se torna mais genuína e confiável, evitando a percepção de que é apenas um discurso institucional, subserviente ou parcial. Também gera engajamento e sentimento de pertencimento ao dar voz a todos, reforçando a ideia de que eles são protagonistas e não apenas receptores de informação – além de garantir uma diversidade de perspectivas, com visões únicas e complementares sobre trabalho cotidiano, desafios, dúvidas, impasses e realizações. Quem não quer uma comunicação mais plural, representativa e que reverbera organicamente?

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Assinatura Marcela hub nova

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Exclusivo: Comunicadora do Ano Aberje fala sobre Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/exclusivo-comunicadora-do-ano-aberje-fala-sobre-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/exclusivo-comunicadora-do-ano-aberje-fala-sobre-comunicacao-interna/#respond Tue, 28 Jan 2025 12:05:14 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5608 A Comunicação Interna ganhou relevância de maneira exponencial dentro das organizações nos últimos anos. Esse reconhecimento se estende aos profissionais da área, que são protagonistas no movimento de transformação nas organizações. Pensando em dar voz aos #CILovers, o time de conteúdo da Dialog criou uma nova editoria que consiste em entrevistas feitas com pessoas relevantes […]

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A Comunicação Interna ganhou relevância de maneira exponencial dentro das organizações nos últimos anos. Esse reconhecimento se estende aos profissionais da área, que são protagonistas no movimento de transformação nas organizações.

Pensando em dar voz aos #CILovers, o time de conteúdo da Dialog criou uma nova editoria que consiste em entrevistas feitas com pessoas relevantes no mercado. São insights valiosos e imperdíveis para profissionais de Comunicação Interna que querem aprender e se desenvolver.

A Comunicação Interna por Rosangela Santos

Para dar início a essa série de entrevistas sobre Comunicação Interna, a primeira convidada é Rosangela Laurentina dos Santos, executiva sênior de Marketing, Comunicação e Reputação. 

Ela possui 30 anos de experiência em diversos setores da Indústria e há mais de 4 anos lidera o Marketing e a Comunicação da EuroChem América Latina, empresa que escolheu a plataforma da Dialog para estruturar a CI. 

Rosangela também foi gerente geral de Comunicação e Relações Institucionais da Samarco Mineração, integrando o time que coordenou uma das maiores crises reputacionais, sociais e ambientais do Brasil. Além disso, foi líder de projeto de Sustentabilidade e Comunicação Externa da Fiat-Chrysler (Complexo Automotivo da Jeep) e diretora global de Comunicação e Sustentabilidade da Embraco Compressores (grupo Whirlpool), onde construiu carreira internacional, liderando times e iniciativas no Brasil, EUA, Itália, China, Eslováquia e México. 

Ela é formada em Filosofia e Letras (Univille/SC), pós-graduada em Comunicação e Propaganda (FAE/PR) e com MBA em Gestão na FGV e Comportamento Organizacional na Unicemp/PR.

Em 2024, Rosangela foi homenageada como uma das 10 comunicadoras do ano pelo Prêmio Aberje. Confira abaixo a entrevista exclusiva com a executiva.

Blog Dialog: Primeiramente, parabéns pelo reconhecimento como uma das principais comunicadoras de 2024 pela Aberje! O que essa conquista representa para você no âmbito profissional e pessoal?

Rosangela Santos: A Aberje, sem dúvida nenhuma, é a entidade mais reconhecida em termos de comunicação empresarial; e em 2024 o prêmio fez 50 anos. Isso por si só demonstra a importância e a credibilidade da associação. Ser escolhida como uma profissional do ano é uma vitrine, é um reconhecimento de uma trajetória. Esse destaque é de um time gigante que não mede esforços para entregar o melhor. A comunicação é uma ciência e exige de nós, profissionais, muito conhecimento, vivência e sensibilidade para dialogar com intencionalidade com os diferentes públicos que permeiam uma organização. 

Eu participo da Aberje há mais de duas décadas, seja em diretorias dos capítulos de regiões ou como conselheira — mas sempre como associada. Procuro estar presente na entidade e nos eventos que a Aberje organiza. É um ótimo espaço para manter relacionamentos, aprender e trocar experiências. A Escola Aberje, com um leque de cursos incríveis, práticos e com valores muito acessíveis, bem como as parcerias internacionais que a entidade tem, vêm intensificando isso cada vez mais. Isso demonstra a credibilidade que a Aberje conquistou não só no Brasil, como no exterior. Ser reconhecida com esse prêmio é uma alegria e uma honra como pessoa, mulher e profissional.

BD: Ao longo da sua carreira, você teve passagens por diferentes segmentos, como o Agronegócio, o Automotivo e o Industrial. Como você percebe as particularidades da Comunicação Interna nesses setores e as adaptações necessárias em cada um deles?

RS: Eu acredito muito numa comunicação integrada, num sistema que se comunica com os públicos. Então, a comunicação — mesmo que seja feita para o ambiente interno, para os funcionários — não se limita somente a esse ambiente. Há muito tempo não temos mais muros nos processos de comunicação. Desde o advento da internet e o crescimento das redes sociais, isso se tornou ainda mais visível. Além disso, os funcionários são os embaixadores da marca de uma empresa; portanto, o processo de comunicação com esse público precisa ser verdadeiro, relevante e claro. O colaborador faz parte de uma comunidade, de uma cidade e tudo se comunica o tempo todo, é ele que interage com os públicos da empresa, com os clientes, os fornecedores e os próprios colegas. Assim, tudo que se fala para dentro de casa, ressoa para fora de casa.  Essa premissa não mudou, mas se aperfeiçoou de forma exponencial trazendo mais visibilidade do quanto os ambientes estão conectados.

BD: A Comunicação Interna desempenha um papel crucial no engajamento dos colaboradores. Quais são, na sua opinião, as principais estratégias que uma empresa deve adotar para construir um relacionamento eficaz com seus colaboradores, especialmente em um ambiente onde há grande diversidade de perfis, como o do Agronegócio?

RS: Nessa minha trajetória de quase três décadas na comunicação, uma coisa que não mudou é a questão dos diálogos verdadeiros e transparentes, o olho no olho. Em 2020 e 2021, vivemos o ápice da pandemia da Covid-19 — e acho que todo profissional do setor se desafiou muito nessa época. Todo líder teve que se desafiar, porque tivemos que quebrar paradigmas quanto à comunicação on-line. Se hoje conseguimos fazer reuniões, celebrações e negócios com muita facilidade de forma on-line, foi por conta dessa nova realidade trazida por esse momento em que nos recolhemos dentro das nossas casas. Eu costumo dizer que um bom comunicador não é aquele que fala mais, e sim aquele que tem a escuta mais ativa e intencional. 

Além disso, também é muito relevante preparar as lideranças para uma comunicação efetiva e afetiva; e por fim, ter um sistema de canais que seja eficiente e que dê conta de apoiar a empresa nas comunicações do dia a dia, como também na organização de rituais (momentos com as equipes), no sentido de dar vez e voz. A Comunicação Interna executa um papel importante em todo o ciclo e em todas as fases, que podem ser classificadas em ações de Informar, Envolver e Engajar. Esse último precisa ser feito junto com as lideranças.

BD: Você já lidou com a necessidade de comunicar mudanças organizacionais significativas? Como foi sua abordagem para garantir que a comunicação fosse clara, eficaz e recebida adequadamente pelos colaboradores?

RS: Sim, muitas vezes e, inclusive, em diferentes culturas, idiomas e momentos. Em situações de mudanças e crises, o processo de comunicação precisa caminhar lado a lado da estratégia da companhia; e o processo só se sustenta, só fica de pé, quando de fato a empresa se posiciona proativamente perante seus públicos como as informações que tem naquele momento. Além disso, criam-se fluxos específicos para que a situação que está sendo divulgada faça sentido, tenha conexões com o negócio e com as pessoas que são impactadas por essa mudança. A frequência de atualização sobre o tema também é uma atividade que precisa estar nesse planejamento. Por fim, mas não menos relevante, a coleta do feedback imediato quanto ao entendimento e à retenção da informação pelo público, bem como o monitoramento do clima pós-comunicação, são ações essenciais para mitigar possíveis ruídos no processo. 

BD: Como você enxerga a evolução da Comunicação Interna nos últimos anos, especialmente em relação à digitalização e ao uso das tecnologias? E mais: quais são os novos desafios e as oportunidades que surgiram com a transformação digital nesse campo?

RS: Acredito que as tecnologias auxiliam as pessoas para que os processos sejam mais ágeis. Por outro lado, é importante que a equipe de comunicação, as lideranças e também os parceiros que atendem as empresas estejam atualizados a respeito desses novos canais, da sua utilização, bem como dos riscos no compartilhamento de conteúdos e postagens em contas da empresa como se fossem suas próprias redes. Há tutoriais específicos quanto ao uso de redes sociais de pessoas jurídicas, e é muito relevante que esse treinamento faça parte do pacote de canais e ferramentais das áreas de comunicação das empresas e entidades.  

BD: A partir de sua experiência, quais são as principais barreiras culturais ou estruturais que dificultam a comunicação dentro de uma empresa? Como você tem trabalhado para superá-las?

RS: Existem diversos tipos de barreiras culturais que podem impactar a comunicação e a convivência. Entre elas, destacam-se as barreiras de idiomas, que ocorrem quando pessoas falam línguas diferentes, dificultando a troca de informações. Além disso, as barreiras de percepção, que envolvem como as pessoas interpretam comportamentos e expressões, também são comuns. 

  • Hierarquias mais rígidas: estruturas organizacionais muito hierárquicas podem dificultar a comunicação livre e aberta entre os diferentes níveis da empresa.
  • Falta de canais de comunicação eficientes e rituais entre líder e liderados: isso também contribui para gerar ruídos e desinformação.
  • Resistência à mudança: algumas empresas têm dificuldade em se adaptar a novos métodos e tecnologias de comunicação, preferindo manter os padrões antigos.
  • Falta de clareza e objetividade nas mensagens: comunicações ambíguas, complexas ou pouco claras podem prejudicar o entendimento por parte dos funcionários.

Identificar e trabalhar na superação dessas barreiras é essencial para melhorar a comunicação e o desempenho da empresa. Aqui, na Eurochem, temos um processo de Comunicação Interna bem estruturado e que permite a fluidez da comunicação. Além disso, temos rituais estabelecidos com as principais lideranças da empresa, de forma que o funcionário tenha espaço para o diálogo.

Também em 2024 lançamos a Academia Líderes, que foca no desenvolvimento das competências essenciais do Líder Eurochem, sendo a comunicação uma das competências trabalhadas. O treinamento foca casos reais e também técnicas demonstrando o impacto positivo que um bom processo de diálogo entre líder e liderados pode ter no envolvimento e no engajamento dos funcionários para a busca dos resultados da empresa.  

BD: Como você avalia o papel da Comunicação Interna no fortalecimento da cultura organizacional e no alinhamento dos colaboradores com os objetivos estratégicos da empresa?

RS: O papel da comunicação é fundamental para o fortalecimento da cultura organizacional, bem como no alinhamento e envolvimento dos colaboradores com os objetivos estratégicos da empresa. Para isso, a área de comunicação precisa estar muito próxima a essa estratégia, fazer parte das decisões, bem como apresentar um planejamento de como essa estratégia será desdobrada. Também é papel da comunicação criar ações e canais para que os funcionários possam dar visibilidade de como estão contribuindo para o alcance dos resultados.

Também quando falamos em cultura organizacional, é um processo que se forma no médio e longo prazo, pois é um conjunto de valores e crenças da organização que são formados a partir de um propósito comum, empresa e funcionários.

BD: Em sua visão, qual é o impacto que uma Comunicação Interna bem-sucedida tem no desempenho geral de uma empresa?

RS: Uma Comunicação Interna bem-sucedida tem um impacto significativo no desempenho de uma empresa de várias maneiras:

  1. Engajamento dos funcionários: Quando a comunicação é clara e aberta, os funcionários tendem a se sentir mais valorizados e engajados. Isso pode levar a um aumento na motivação e produtividade, já que os colaboradores compreendem melhor os objetivos da empresa e seu papel dentro dela.
  2. Alinhamento organizacional: Uma boa comunicação garante que todos os níveis da organização estejam alinhados com a visão, missão e objetivos estratégicos da empresa. Isso facilita a coordenação de esforços e a tomada de decisões mais coerentes.
  3. Redução de conflitos: A comunicação eficaz pode ajudar a prevenir e resolver conflitos, reduzindo a ambiguidade e mal-entendidos. Isso contribui para um ambiente de trabalho mais harmonioso e colaborativo.
  4. Inovação e criatividade: Ambientes em que a comunicação é incentivada tendem a ser mais inovadores, já que os funcionários se sentem à vontade para compartilhar ideias e sugestões. Isso pode levar a novas soluções e melhorias nos processos empresariais.
  5. Retenção de talentos: Funcionários que se sentem informados e ouvidos são mais propensos a permanecer na empresa. A Comunicação Interna eficaz pode reduzir a rotatividade e os custos associados à contratação e treinamento de novos funcionários.
  6. Resiliência em momento de mudanças e crises: Durante períodos de mudança ou crise, uma boa Comunicação Interna é crucial para manter a confiança e a moral dos funcionários. Isso ajuda a empresa a se adaptar mais rapidamente e de forma eficaz.

No geral, uma Comunicação Interna eficaz pode levar a um melhor desempenho organizacional. Empresas com boas práticas de Comunicação Interna frequentemente apresentam melhores resultados financeiros e operacionais. Em suma investir em uma Comunicação Interna eficaz é fundamental para o sucesso de uma empresa, impactando positivamente a cultura organizacional, o engajamento dos funcionários e, consequentemente, o desempenho geral da organização. 

BD: Que conselho você daria para profissionais que estão começando agora na área de Comunicação Interna e buscam alcançar um impacto significativo dentro de suas empresas? 

RS: Além de uma boa formação, curiosidade e muita vontade, o melhor conselho que eu poderia dar para quem está começando é treinar o seu ouvido. Sim, o bom comunicador escuta mais do que fala. É necessário criar conexões com suas fontes e públicos para que se construa relações verdadeiras e de confiança. 

BD: Por fim, como você enxerga a Comunicação Interna nas empresas nos próximos anos? Quais ações você acredita que serão cruciais para que o profissional se mantenha à frente nesse campo?

RS: O profissional de comunicação do presente e do futuro precisa estar em constante processo de aprendizado, se atualizando e estando conectado com as atuais e as novas tecnologias. Buscar o equilíbrio nos sistemas de comunicação entre canais digitais e canais/rituais orgânicos/analógicos também é importante. Por fim, e talvez mais relevante, o profissional de comunicação precisa conhecer com profundidade os seus públicos, se conectar emocionalmente com os funcionários e produzir uma comunicação cada vez mais experiencial, verdadeira e afetiva.    

Flexibilidade e adaptabilidade – estar preparado para adaptar estratégia e abordagens de acordo com a necessidade – são pontos indispensáveis. O ambiente de negócios pode mudar rapidamente, e a Comunicação Interna deve ser ágil o suficiente para responder a essas mudanças. 

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Evolução e futuro da Comunicação Interna foram temas do 7º Dialog Connection https://blog.dialog.ci/evolucao-e-futuro-da-comunicacao-interna-foram-temas-do-7o-dialog-connection/ https://blog.dialog.ci/evolucao-e-futuro-da-comunicacao-interna-foram-temas-do-7o-dialog-connection/#respond Tue, 08 Oct 2024 13:22:45 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5284 A sétima edição do Dialog Connection, um dos eventos mais relevantes para o mercado de Comunicação Interna, aconteceu em São Paulo no início de outubro. O encontro é exclusivo para clientes e convidados. Com o tema “A evolução da Comunicação Interna e o protagonismo do profissional de CI”, a programação foi composta pelos seguintes painéis:  […]

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A sétima edição do Dialog Connection, um dos eventos mais relevantes para o mercado de Comunicação Interna, aconteceu em São Paulo no início de outubro. O encontro é exclusivo para clientes e convidados.

Com o tema “A evolução da Comunicação Interna e o protagonismo do profissional de CI”, a programação foi composta pelos seguintes painéis: 

  • Mais engajamento, menos turnover: Hugo Godinho e João Rego (CEO e CTO da Dialog, respectivamente), apresentaram um estudo inédito;
  • A evolução da CI nos últimos 10 anos: Neto Cerasi (head de Comunicação Interna na Leo Madeiras), Linéia Rodrigues (coordenadora de Comunicação e Engajamento na Melitta) e Rafael de Almeida (consultor de Comunicação na BASF) refletiram juntos sobre os caminhos da profissão;
  • Protagonismo do profissional de CI: Claudia Zanuso (Abracom) e Rafael Oliveira (ESPM e consultoria Rafa is Cool) falaram sobre as atribuições do profissional de Comunicação Interna.

Neste artigo, compartilharemos os principais insights do evento. Confira!

Comunicação Interna como impulsionadora de grandes resultados de negócio

O evento dedicado a profissionais de Comunicação Interna começou com uma apresentação especial da Dialog. Foram expostos os resultados de um estudo inédito, realizado entre janeiro e agosto de 2024, que analisou o comportamento dos colaboradores de empresas do Agronegócio e do Varejo que utilizam a nossa plataforma.

Ao todo, foi analisado o comportamento de 156.530 colaboradores no canal de Comunicação Interna desenvolvido pela Dialog. Os dados foram coletados de maneira anônima e alguns dos indicadores avaliados foram:

  • Tempo de engajamento no conteúdo;
  • Módulos acessados;
  • Retenção do engajamento;
  • Total de interações;
  • Temas de interesse por áreas da empresa;
  • Pautas mais trabalhadas pela organização.

A conclusão do estudo foi a seguinte: levando em consideração o uso da plataforma de CI, um aumento de 10% no tempo de engajamento dos colaboradores representou uma queda de até 5,72% na rotatividade dos profissionais durante o período analisado.

O estudo aponta a relação direta entre o desengajamento na plataforma e a saída dos colaboradores pouco tempo depois, o que traz um importante alerta para as empresas que se preocupam em reter talentos.

“Para a Dialog, engajamento é como o colaborador vivencia a plataforma”, afirmou Hugo Godinho. “Isso significa que avaliamos não apenas curtidas e comentários, mas também os acessos e o tempo de permanência na ferramenta – que indica, por exemplo, o interesse que a comunicação e os conteúdos disponibilizados despertam nos colaboradores”, explicou.

O estudo foi divulgado em primeira mão em uma matéria exclusiva publicada pelo portal da Exame. Em breve, o material na íntegra será compartilhado com clientes e pessoas interessadas.

A evolução da Comunicação Interna

O segundo painel, mediado por Milena Fiori, head de Atendimento e Estratégia de CI na Dialog, abordou as características da Comunicação Interna na última década e buscou prever os próximos 10 anos. 

Rafael de Almeida, consultor de Comunicação na BASF, começou o painel compartilhando sua percepção sobre a mudança de posicionamento da área.

“Eu não vejo a Comunicação Interna como informativa como lá nos primórdios; vejo a CI como mostrada na pesquisa [da Dialog]: conectada com a estratégia do negócio. Acho que isso traz a relevância”, comentou.

A coordenadora de Comunicação e Engajamento na Melitta, Linéia Rodrigues, lembrou dos desafios tão presentes nos canais off-line. Ela citou o exemplo das revistas impressas, que comunicam com atraso e que, em caso de erro (seja de gramática ou de informação), não possibilitam a correção.

“Hoje a comunicação [digital] é assim: é só não apertar o ‘send’, é só não publicar. Olha como está mais fácil! É só corrigir uma palavra hoje, está mais simples. E o impacto [nos colaboradores] está maior”, refletiu.

Transformações: os canais

Quando perguntados quais eram as principais transformações na área, Linéia compartilhou sua vivência na Melitta, empresa em que trabalha há mais de 10 anos. Quando chegou, a área de CI era praticamente inexistente; um dos canais utilizados era justamente a revista impressa, que continha receitas e algumas informações.

Posteriormente, foi entendida a necessidade de incluir histórias dos colaboradores e projetos para tornar o canal interessante, mas a periodicidade da revista era espaçada e o timing se perdia. A partir daí, a empresa começou a adotar outros canais para moldar uma CI mais atrativa.

Com a pandemia, Linéia conseguiu finalmente implementar um canal de Comunicação Interna digital e mobile: o Melitta App (plataforma desenvolvida pela Dialog), que se tornou a principal ferramenta da área.

“[Com o Melitta App,] a gente deixa de ter só uma voz corporativa e passa a ter uma série de vozes a partir de agora”, disse a coordenadora de Comunicação e Engajamento na Melitta.

Rafael de Almeida reforçou também a dificuldade do uso de canais off-line, a pouca atratividade que essas opções oferecem e o excesso de conteúdo veiculado tanto nas TVs corporativas quanto em formatos que não prendem a atenção dos colaboradores.

“A Comunicação Interna passa por uma evolução de 4 momentos: o primeiro vai numa linha muito mais informativa, entendendo que a comunicação tem as informações necessárias para o colaborador. O segundo momento é aquele que a gente vê que o engajamento está caindo e coloca a liderança em um papel de influenciador. A liderança tem que aprender a comunicar, mas esquecemos que o líder também é um colaborador e, por isso, precisa de um tempo para assimilar essas informações. No terceiro momento, começamos a colocar todo mundo em um mesmo bolo: o colaborador fala o que gosta e o que não gosta, participa do diálogo (…) e da construção da Comunicação Interna. E acho que o quarto momento, que se conecta com a Dialog, é o momento da experiência”, comentou o consultor de Comunicação na BASF.

Ainda falando sobre experiência, Rafael mencionou que as áreas vêm sendo desafiadas a criar experiências para os colaboradores como forma de engajar e reter talentos. Assim como a CI vem sendo desafiada a fazer essa conexão entre a empresa e os colaboradores – que deve ser cada vez mais dirigida por dados.

Transformações: a linguagem

A adaptação da linguagem também foi uma grande evolução na área; foi o que apontou o head de Comunicação Interna na Leo Madeiras, Neto Cerasi. Segundo ele, antigamente termos muito formais eram usados e afastavam a Comunicação Interna dos colaboradores.

O comunicador contou que precisou atingir mais de 40 mil colaboradores quando trabalhava em outra empresa. Para isso, a área de Comunicação Interna começou a fazer lives, mas que não tinham adesão.

A solução foi começar a usar os poucos comentários do chat durante a live como forma de expor positivamente o colaborador, dando destaque para a participação do profissional. Essa prática criou um grande atrativo para que outras pessoas também se interessassem em participar.

“Saí de um engajamento de 5% para alcançar 90% do meu público. A Comunicação Interna é simples: eu me coloco no lugar do colaborador. Se há um streamer bombando na TV, eu mando uma mensagem e aparece, eu falo isso para todo mundo!”, pontuou.

Outra mudança enfrentada por profissionais de Comunicação Interna é a necessidade de encurtar as mensagens sem perder a qualidade da informação. Uma boa saída é usar diferentes formatos, identificando sempre o que desperta a atenção das pessoas.

Personalização

Os segredos para alcançar e engajar colaboradores são a segmentação e a personalização, dupla que torna a comunicação mais eficiente e interessante.

Segundo Rafael de Almeida, os dados ajudam a encontrar a resposta. Para ele, é fundamental pensar na forma como a mensagem vai se conectar a quem a recebe. “Você, profissional de CI, deve conectar o conteúdo às pessoas que querem consumi-lo”, resumiu. 

Além disso, o uso de personas também ajuda na construção de uma Comunicação Interna mais atraente e eficaz.

Leia também:

  • Personalização na Comunicação Interna: sua empresa mais estratégica
  • Hiperpersonalização como estratégia para evitar sobrecarga digital

O profissional de Comunicação Interna do futuro

O último painel do evento teve como tema principal os profissionais de Comunicação Interna e foi mediado pela coordenadora de Estratégia em CI na Dialog, Nicole Martini.

Claudia Zanuso (Abracom) e Rafael Oliveira (ESPM Rio), ambos veteranos na área de Comunicação Interna com mais de 20 anos de experiência, foram questionados sobre as mudanças na carreira dos profissionais da área.

Oliveira explicou que no início o foco do profissional estava na redação, mas ressaltou que hoje sua postura precisa ser muito mais estratégica e de impacto.

“A minha definição hoje é que o profissional de Comunicação Interna é um profissional de negócio, ele precisa resolver problemas da empresa. (…) A CI faz o quê? Só divulga festinha? Não, a gente precisa trabalhar no campo estratégico e mudar totalmente o perfil. Quando eu comecei, eu era o redator e o jornalista da empresa. Hoje a Dialog resolve isso, descentraliza [a narrativa] e te dá liberdade para pensar em outras coisas de forma mais estratégica”, comentou Rafael Oliveira.

Ele também falou a respeito da postura de lamentação por parte de profissionais da área sobre falta de recursos, dizendo que esse público precisa entender – dentro das suas limitações – o que pode ser feito para otimizar tempo e então investir esforços em pautas e iniciativas mais estratégicas.

“O profissional de comunicação tem que entender de negócio, de tecnologia, de design thinking e de inovação. A gente é cada vez mais um profissional plural, generalista e com necessidade de aprofundamento em alguns campos de especialidade”, expôs.

Complementando esse ponto, Claudia Zanuso provocou os presentes ao questionar quais profissionais de Comunicação Interna leem os relatórios de sustentabilidade da empresa. Segundo ela, esse tipo de documento traz muitas informações valiosas e conteúdos que podem enriquecer a estratégia de Comunicação Interna. Por isso, todo profissional de CI deveria consultar verdadeiramente esses materiais.

“Nesses 30 anos em que atuo nessa área de comunicação, o processo [de CI] evoluiu bastante, mas ainda vejo um acanhamento do profissional dentro desse cenário. Já está mais do que na hora da gente querer mais da nossa atuação dentro da nossa organização, de ser entendido como uma área que está entregando resultado para o negócio”, opinou Claudia.

Postura estratégica

Já é consenso que profissionais de Comunicação Interna devem deixar para trás o estigma de patinho feio das organizações e assumir uma postura estratégica. Mas como fazer isso?

Rafael Oliveira explica que, mesmo com limitações financeiras, comunicadores devem ter uma postura proativa para buscar escutar colaboradores e entender como o trabalho da área vem sendo percebido pelos demais. 

Os especialistas apontaram quais soft skills esse público deve desenvolver para elevar sua atuação dentro das empresas. Algumas delas são:

  • Proatividade;
  • Resiliência;
  • Criatividade;
  • Escuta ativa.

O futuro e IA

Quais são os caminhos possíveis para o profissional de Comunicação Interna? A Inteligência Artificial foi citada por ambos os convidados.

Claudia se considera uma entusiasta da tecnologia, afirmando que o recurso já mostra seus primeiros frutos positivos para a área. No entanto, ela ressalta que é preciso ter maturidade para entender o que será delegado para a IA.

“Nós não seremos substituídos pela Inteligência Artificial, nós seremos substituídos por pessoas que sabem usar a Inteligência Artificial”, complementou Rafael Oliveira.

Por fim, Rafael anunciou o lançamento de uma masterclass exclusiva sobre planejamento de campanhas de CI; clique aqui para entrar em um grupo exclusivo no WhatsApp.

A Dialog pode ser a grande aliada dos profissionais de Comunicação Interna. Para saber como isso é possível, agende uma demonstração gratuita!

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Os profissionais de Comunicação Interna do futuro, segundo Cynthia Provedel https://blog.dialog.ci/os-profissionais-de-comunicacao-interna-do-futuro-segundo-cynthia-provedel/ https://blog.dialog.ci/os-profissionais-de-comunicacao-interna-do-futuro-segundo-cynthia-provedel/#respond Mon, 30 Sep 2024 13:50:36 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5280 Para acompanhar as mudanças dos últimos anos, os profissionais de Comunicação Interna precisam entender como seu trabalho impacta as empresas e quais são as habilidades necessárias para uma atuação estratégica no presente e no futuro. Pensando nisso, a Dialog idealizou a CI lover Week, uma semana inteira dedicada a comemorar o profissional de Comunicação Interna […]

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Para acompanhar as mudanças dos últimos anos, os profissionais de Comunicação Interna precisam entender como seu trabalho impacta as empresas e quais são as habilidades necessárias para uma atuação estratégica no presente e no futuro.

Pensando nisso, a Dialog idealizou a CI lover Week, uma semana inteira dedicada a comemorar o profissional de Comunicação Interna e a ajudar no desenvolvimento dele, tudo pensado para que a carreira desse público esteja em constante movimento.

O destaque ficou por conta de um webinar exclusivo sobre a evolução da profissão. O encontro on-line foi conduzido Cynthia Provedel, que possui 20 anos de experiência em organizações e está como diretora da Caminho do Meio, consultoria especializada em Comunicação Interna, além de atuar como palestrante e professora de MBA pela Aberje, FGV e ESPM.

Ela concebeu e publicou  – em inglês e português – uma matriz de maturidade em Comunicação Interna, ferramenta de diagnóstico e planejamento que tem apoiado diversos profissionais da área. Também liderou o “Mapa da Profissão de Comunicação Interna: uma adaptação brasileira” (parceria entre Aberje e o Institute of Internal Communication do Reino Unido).  

Assista ao bate-papo na íntegra clicando no player abaixo.

Profissionais de Comunicação Interna: o início e os desafios

Antes de falar sobre a carreira de profissionais de Comunicação Interna, Cynthia compartilhou um pouco da sua experiência e história na área.

Ela contou que percebeu desde o primeiro estágio que gostaria de atuar em Comunicação Interna, algo atípico na época, e que teve o privilégio de trabalhar em uma empresa que já valorizava a área.

Desde 2017, liderou áreas de Comunicação Interna em diferentes segmentos, como Varejo e Telecomunicações. Cynthia afirmou que desde o começo teve o “apetite de estruturar” o setor, buscando excelência organizacional, foco em planejamento estratégico, gestão da mudança, indicadores e mensuração.

Quando questionada sobre as dificuldades enfrentadas na carreira, a especialista disse que ao longo do tempo os profissionais de Comunicação Interna vão desenvolvendo habilidades e que, graças ao fluxo e ao ritmo intenso de trabalho, nem percebem que evoluíram e só se dão conta disso nos momentos de desafios.

Ela citou alguns exemplos próprios, como a diplomacia, o equilíbrio emocional e o fortalecimento em relacionamentos de confiança.

Cynthia ressaltou, entretanto, a importância de uma autoanálise por parte dos profissionais de Comunicação Interna para entender quais habilidades devem ser desenvolvidas (conscientemente) para lidar com momentos difíceis.

Contribuir para ambientes organizacionais mais saudáveis, extrair aprendizados dos desafios para se fortalecer e apoiar no desenvolvimento de outras pessoas foram os fatores que mantiveram (e mantêm) a professora firme no propósito de continuar na área.

Mapa da Profissão de Comunicação Interna

O estudo, feito pela Aberje em parceria com o Institute of Internal Communication do Reino Unido, aponta 6 áreas profissionais dentro da Comunicação Interna: 

  1. Planejamento estratégico;
  2. Influência e aconselhamento;
  3. Gestão de canais, conteúdos e campanhas;
  4. Pesquisa, mensuração e impacto;
  5. Evolução organizacional;
  6. Narrativas e diálogo.

Saiba mais detalhes de cada uma delas aqui.

Líder do projeto, Cynthia explicou que além dos profissionais de Comunicação Interna, gestores de RH também contribuíram com o estudo a fim de trazer outra perspectiva para o material, assim como acadêmicos e especialistas. 

Veja, a seguir, o que Provedel diz a respeito dessas áreas.

Planejamento estratégico

“Uma visão transversal: o quanto a Comunicação Interna também precisa respirar e apoiar iniciativas que acontecem na organização a partir das diferentes perspectivas de negócio.”

Influência e aconselhamento

“Quais são as barreiras que eu identifico para poder comunicar o que preciso comunicar no dia a dia? (…) E como a gente, enquanto profissional de comunicação, (…) faz o nosso aconselhamento? Como a gente influencia? Como articula? Por meio do diálogo, da influência e da negociação para contribuir de fato para o encaminhamento de decisões no dia a dia que sejam realmente alinhadas aos interesses, necessidades e expectativas organizacionais.”

Gestão de canais, conteúdos e campanhas

“Área que a gente navega com mais naturalidade porque, por muito tempo, a Comunicação Interna se resumiu a isso. Hoje a gente sabe que existem as outras competências e tem clareza do nível de complexidade da área de comunicação.”

Esse pilar aborda ainda outro tema importante: o do excesso de informação.

“A gente vivencia um dos principais ofensores na nossa gestão, que é a questão da infoxicação. Quando a gente se depara com isso, a habilidade de curadoria, de garantir priorização e relevância dos nossos conteúdos e canais é algo fundamental.”

Pesquisa, mensuração e impacto

“Muito desafiadora, não é à toa que ela configura entre os principais desafios e tendências da área de Comunicação Interna, que é a maneira que a gente utiliza com sabedoria as nossas estratégias e abordagens para pesquisar, mensurar, entender e demonstrar o impacto que nossa área tem no dia a dia.”

Evolução organizacional

“Em que medida a Comunicação Interna faz uma contribuição significativa para aquilo que chamamos de transformação organizacional? Ou seja, o quanto a gente  – de forma intencional, planejada e estratégica  – se coloca a serviço e apoia o cenário de gestão de mudança, crise interna/externa e transformação cultural? (…) É uma área de competência muito importante, na qual a gente vem sendo cada vez mais demandado a partir do espaço que a gente vem conquistando nos últimos anos.”

Narrativas e diálogo

“Muito além dos canais, a gente tem um papel de facilitar as narrativas organizacionais para buscar diálogo, para garantir que a experiência do colaborador seja proveitosa, para criar espaços humanizados, transformadores e significativos que façam diferença na vida e na carreira das pessoas.”

Competências e atitudes esperadas

Entendidos os seis pilares de atuação, a dúvida que fica é: profissionais de Comunicação Interna devem dominar todos eles?

Cynthia ponderou que o mapa é um material permanente, que deve ser analisado ao longo da carreira dos comunicadores internos. Além disso, segundo ela, antes de entender se o profissional deve dominar todas as habilidades, é preciso analisá-las para saber quais fazem sentido com aquele momento de sua carreira (cargo, nível de experiência, desafios enfrentados etc.).

“O que importa é ter uma referência em termos de habilidades em relação à nossa carreira, como a gente pode – de uma forma estruturada, consciente e clara – organizar os nossos passos [de carreira] por meio desse mapa”, explicou.

Ainda falando sobre o estudo, habilidades e atitudes são vistas como pontos distintos, sendo a primeira referente a “saber fazer” e a segunda a “como fazer”. Ao todo, foram 13 atitudes listadas para profissionais de Comunicação Interna, mas quais são as mais importantes?

Provedel citou algumas:

  1. Adaptabilidade;
  2. Influência construtiva;
  3. Desafiar o status quo;
  4. Relações dialógicas e plurais;
  5. Construir relações de confiança.

A professora ainda comentou sobre o reconhecimento da importância da área que se deu nos últimos anos por conta da pandemia e o que os profissionais de CI devem fazer para manter essa posição.

“As pessoas foram descobrindo a relevância da Comunicação Interna e a nossa contribuição estratégica. Aí vem esse crescimento de demanda, que acaba colocando a gente nesse desafio de planejar de forma mais consistente e robusta, porque senão a gente é atropelado e engolido por ela”, argumentou.

Inteligência Artificial

Atualmente, um dos temas mais discutidos por especialistas e profissionais de Comunicação Interna é o uso da Inteligência Artificial na área. Mas afinal, esse tipo de tecnologia ameaça a profissão? Como torná-la aliada e não inimiga?

Cynthia Provedel, junto com Claudia Zanuso (secretária geral na Associação Brasileira das Agências de Comunicação, a Abracom), fundaram no início de 2024 a ComuniAI, uma comunidade dedicada à troca de conhecimentos e experiências relacionadas à Inteligência Artificial na Comunicação Interna.

Ela considera o tema muito novo, com mudanças semanais, mas entende que a IA pode ser uma aliada a partir de um uso consciente e ético.

“De forma concreta, vejo que temos oportunidades de usar a Inteligência Artificial tanto para fazer um brainstorming quanto para uma campanha interna de Endomarketing. Por meio da IA, é possível ter repertório e diversidade de insights; desde que depois a gente faça uma curadoria cuidadosa e entenda (…) o que faz sentido para a organização. Isso também vale para a produção de conteúdo”, afirmou.

Ela também comentou que deixar explícito que o conteúdo foi feito com IA faz parte do uso consciente da ferramenta.

Cynthia ainda provocou os profissionais de Comunicação Interna ao propor a reflexão sobre quais problemas da área estão sendo resolvidos com o apoio desse tipo de tecnologia, para que o uso tenha um propósito. 

Por fim, ela defendeu que haja uma estratégia de implementação do uso de Inteligência Artificial na área.

O futuro da Comunicação Interna

Quando perguntada sobre o futuro da Comunicação Interna e dos profissionais do setor, a especialista disse ver o cenário com otimismo, pois esse público vem se desenvolvendo e tendo sua importância reconhecida.

As habilidades necessárias para desbravar o futuro são governança, planejamento e entendimento das tendências, de acordo com Cynthia.

“A gente precisa se apropriar e atuar com protagonismo em relação às temáticas atuais, ter consistência e profundidade para articular narrativas no âmbito de ESG, de Diversidade & Inclusão, saúde mental, uso da Inteligência Artificial e se apropriar dessa contribuição para também apoiar a construção de reputação organizacional”, expôs. 

Dicas da especialista

Durante a transmissão, profissionais de Comunicação Interna puderam fazer perguntas para a especialista sobre diversos temas.

Conselhos para quem deseja ingressar ou migrar para a Comunicação Interna

  1. Caso já trabalhe em uma empresa, compreenda o funcionamento da área de CI (estrutura, oportunidades, se aproximar);
  2. Amplie sua rede de profissionais de Comunicação Interna (dentro e fora da empresa);
  3. Busque iniciativas que promovam o compartilhamento de conhecimento e informações sobre a área;
  4. Busque aprofundar conhecimentos de forma acadêmica sobre a Comunicação Interna.

Como mostrar viés estratégico de CI

Para Cynthia, isso é possível por meio da prática e das recomendações dadas no dia a dia, indo além de atender aos pedidos vindos de outras áreas. Com esse movimento, a Comunicação Interna ganha credibilidade e espaço de maior escuta.

“[É necessário] trazer os impactos daquela comunicação, quais são os riscos, quais são as oportunidades, por quais caminhos a gente pode trilhar, quais são os resultados que a gente pode ter e como demonstramos esses resultados. Quando a gente se coloca nesse lugar mais consultivo, a chance de sermos mais estratégicos é muito maior”, mencionou.

Ela ainda aconselhou o uso da mensuração para mostrar resultados e o impacto do trabalho da área na empresa, além do apoio dado pela CI às lideranças.

Quantidade de demandas e urgência de clientes internos

Como lidar com a alta quantidade de demandas e, ao mesmo tempo, a urgência que clientes internos têm para comunicar?

A entrevistada apontou a necessidade da área de CI contar com um planejamento anual para estabelecer vínculo entre os objetivos da empresa e os de comunicação. Isso é importante para deixar claro às demais áreas que o foco da CI será naquilo que vai favorecer o negócio e o engajamento dos colaboradores.

Um segundo ponto é o de educar as pessoas para que entendam quais são as prioridades da área e da organização, orientando-as para antecipar suas demandas. A terceira dica é disponibilizar uma política para regularizar esse processo.

Reinventar a Comunicação Interna

Questionada sobre como reinventar a forma de fazer CI, Cynthia finalizou dizendo que muitas vezes o que precisa ser feito é voltar para o básico, escutando as pessoas e entendendo o que elas precisam e querem.

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Como é formada a equipe de Comunicação Interna da sua empresa? É um time robusto ou mais enxuto, como na maioria das organizações? De acordo com dados divulgados pela Aberje neste ano, 53% das equipes de Comunicação Interna são formadas por até 5 profissionais. 

É pouca gente construindo uma área tão importante para o sucesso do negócio, principalmente se levarmos em consideração a grande quantidade de demandas atribuídas ao setor. 

Se esse é o seu sentimento por aí, de que há muitas tarefas a serem distribuídas entre uma equipe pequena, o artigo de hoje é para você! Neste texto, vamos te contar como a Dialog pode ajudar a minimizar os efeitos dessa sobrecarga. 

A tecnologia como aliada das pessoas

Diante de rotinas intensas e da correria do dia a dia, com bastante frequência o sentimento de exaustão vem sendo reportado pelos profissionais – sejam eles de Comunicação Interna ou não. Esse assunto é bastante sério e, por isso, deve ser tratado de forma apropriada tanto pelo RH quanto por profissionais de saúde. 

Em um estudo realizado pela Microsoft e publicado em 2023, 64% das pessoas afirmaram não ter tempo ou energia para trabalhar. A mesma pesquisa indicou o seguinte: 70% dos respondentes aceitariam delegar tudo o que fosse possível a fim de diminuir o volume de suas tarefas diárias.

Esses números levam a dois caminhos: o primeiro é aumentar o número de colaboradores contratados, e o segundo é aderir a tecnologias que possam auxiliar os profissionais na execução de tarefas. Para grande parte das empresas, tem sido mais prático optar pela segunda opção. 

De acordo com uma pesquisa publicada pela Gallagher neste ano, 60% dos entrevistados disseram utilizar a Inteligência Artificial para experimentar ou desenvolver soluções próprias. No mesmo sentido, a Aberje mostrou que a Inteligência Artificial é a principal bandeira tecnológica defendida pela Comunicação Interna em 2024, com 44% de menções.

Inclusive, a principal finalidade da Inteligência Artificial na área de CI é, com 73% das respostas, a produção de texto. Em seguida, são mencionados fatores como geração de insights (50%), aumento de produtividade (49%), além de pesquisas e análises (39%). 

É pouco tempo para muito conteúdo

Você sabia que, ainda segundo a Aberje, 48% do tempo dos profissionais de Comunicação Interna tem sido investido na produção de conteúdo? Pois é! Isso equivale a, mais ou menos, metade do dia de trabalho.

A boa notícia é que, com a Dialog, você não precisa mais dedicar tantas horas para a execução dessa tarefa. A Dialog tem um recurso chamado Power AI Creator, que consiste em um módulo de Inteligência Artificial integrado à plataforma. Essa tecnologia te ajuda a produzir o conteúdo perfeito de acordo com personas, tom de voz e outras características pré-definidas. 

E se você está pensando que já pode fazer isso com o Chat GPT, fica aqui o destaque: não é a mesma coisa! A nossa tecnologia leva em consideração as informações já cadastradas na sua plataforma, o que agiliza a construção da mensagem e faz com que ela se conecte muito mais às pessoas que a receberão. 

equipe de Comunicação Interna

Para ter uma ideia, o Power AI Creator da Dialog te ajuda a: 

  • produzir conteúdos para a Comunicação Interna;
  • personalizar a mensagem de acordo com personas pré-definidas;
  • ajustar o tom de voz e o objetivo da comunicação;
  • aprimorar a estratégia do conteúdo;
  • conquistar o engajamento das pessoas;
  • ganhar agilidade nas tarefas do dia a dia;
  • otimizar o tempo da equipe de CI.

Quer conhecer em detalhes o nosso Power AI Creator e ver como ele funciona na prática? Dê uma olhadinha neste spoiler e, depois, clique aqui para receber uma demonstração gratuita! 

Leia também:

  • Saiba como a Dialog pode apoiar os objetivos de negócio da sua empresa
  • Descubra como simplificar a gestão dos canais de Comunicação Interna
  • Como produzir o conteúdo perfeito para colaboradores; baixe agora o guia completo

Tempo e performance andam de mãos dadas

Sabe aquele ditado que diz que a pressa é inimiga da perfeição? No mundo corporativo costuma fazer bastante sentido! Por isso, para que consigam melhorar a performance e conquistar resultados cada vez mais satisfatórios, os colaboradores precisam otimizar o tempo de trabalho e destinar esforços a tarefas estratégicas. 

Não que produzir um texto não seja algo estratégico! Muito pelo contrário. Afinal, sabemos que a narrativa é o que sustenta qualquer mensagem ou campanha. Por isso, é essencial que a ferramenta escolhida para executar essa importante atividade seja realmente eficiente para que auxilie – à altura – o trabalho de um excelente comunicador.

Embora agilizar a produção de conteúdo seja importante, já que as demandas de comunicados, e-mails, informativos e newsletters são muitas, outros recursos podem contribuir muito para a otimização do dia de trabalho – e a Dialog oferece vários deles!

Dashboard rico em dados

Um bom exemplo disso é o nosso dashboard, que reúne mais de 50 indicadores para incrementar o trabalho do profissional de CI e ajudá-lo a mensurar as ações de comunicação de forma muito mais prática, rápida e eficiente. 

Digitalizar a análise de dados contribui muito para que os resultados sejam apresentados de forma consistente e a área consiga ajustar estratégias para comprovar sua importância para o crescimento do negócio.

Centralização de canais

Muitas empresas utilizam diversos canais de comunicação, como intranet, rede social corporativa, TVs, aplicativos de mensagem instantânea, e-mail e outros. Gerenciar todos esses canais individualmente para entregar informações a diferentes públicos também leva um tempão! 

Com a Dialog, no entanto, é possível centralizar a gestão dos canais de comunicação em uma única plataforma. Além de integrar os colaboradores, essa facilidade também traz muitos benefícios para o time de Comunicação Interna. 

Comunicação cocriada e segmentada

Com uma plataforma como a desenvolvida pela Dialog, a equipe de Comunicação Interna não precisa ser a única responsável pelo fluxo da informação. Se a empresa assim permitir, a ferramenta se torna um excelente espaço para que outras áreas e lideranças ganhem autonomia na comunicação, diminuindo a sobrecarga de demandas que são repassadas ao time de CI. 

Além disso, por meio da criação de grupos e da segmentação do público, fica muito mais simples direcionar a comunicação para quem, de fato, precisa recebê-la. Isso faz com que as áreas consigam melhorar o alinhamento da informação e integrar os colaboradores no fluxo da mensagem. 

Diz aí: é ou não é a solução para a todos os pontos de melhoria na sua Comunicação Interna? Já pode comemorar!

equipe de CI

Sua equipe de CI é pequena? A Dialog pode ser uma grande aliada! Para saber mais sobre essas e outras funcionalidades que só a Dialog tem, clique aqui e agende uma apresentação completa da nossa plataforma!

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Especialistas do mercado dão conselhos para a sua CI; baixe o material gratuito https://blog.dialog.ci/especialistas-do-mercado-dao-conselhos-para-a-sua-ci-baixe-o-material-gratuito/ https://blog.dialog.ci/especialistas-do-mercado-dao-conselhos-para-a-sua-ci-baixe-o-material-gratuito/#respond Mon, 16 Sep 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5251 Sabemos que não é nada fácil construir uma Comunicação Interna verdadeiramente estratégica e eficiente. Afinal, diante de tantos desafios – muitas vezes complexos – é comum não saber o que priorizar no plano de ação.  É claro que todos os profissionais da área se dedicam ao máximo para trabalhar com a realidade e os recursos […]

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Sabemos que não é nada fácil construir uma Comunicação Interna verdadeiramente estratégica e eficiente. Afinal, diante de tantos desafios – muitas vezes complexos – é comum não saber o que priorizar no plano de ação. 

É claro que todos os profissionais da área se dedicam ao máximo para trabalhar com a realidade e os recursos que possuem, mas será que você está no caminho certo? 

Para te ajudar a refletir sobre isso, a Dialog convidou grandes agências de comunicação para definir o que faz uma Comunicação Interna ser infalível. As agências são: HappyHouse, Incanto Comunica, InPress Porter Novelli, Clima, P3K, Dale, United Minds e Portal.

Neste material, especialistas do mercado compartilham dicas para você explorar o potencial da área e aprimorar a forma como faz a comunicação acontecer no universo corporativo. 

Que tal receber, gratuitamente, 9 conselhos que podem deixar a sua CI ainda mais eficiente e estratégica? Baixe agora o material. 

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ESG na Comunicação Interna: como sua empresa tem pautado o assunto? https://blog.dialog.ci/esg-na-comunicacao-interna-como-sua-empresa-tem-pautado-o-assunto/ https://blog.dialog.ci/esg-na-comunicacao-interna-como-sua-empresa-tem-pautado-o-assunto/#respond Mon, 02 Sep 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5182 Você já deve estar familiarizado com a sigla ESG, mas será que seu público interno também está? 66% dos brasileiros nunca ouviram falar da sigla, é o que aponta uma pesquisa idealizada e divulgada pelo Grupo Boticário em parceria com o Instituto Locomotiva. Isso significa que muitos de seus colaboradores podem estar entre esse percentual […]

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Você já deve estar familiarizado com a sigla ESG, mas será que seu público interno também está? 66% dos brasileiros nunca ouviram falar da sigla, é o que aponta uma pesquisa idealizada e divulgada pelo Grupo Boticário em parceria com o Instituto Locomotiva. Isso significa que muitos de seus colaboradores podem estar entre esse percentual de pessoas. Portanto, ao abordar o assunto na empresa, é crucial começar pelo básico, com o letramento do público interno e o esclarecimento do conceito e das definições de ESG.

Partindo do zero

Embora o termo ESG — Environmental, Social, and Governance — tenha sido cunhado em 2004, só recentemente ele tem se tornado parte do nosso dia a dia. O termo surgiu da provocação do secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a 50 CEOs de grandes instituições sobre como integrar fatores sociais, ambientais e de governança ao mercado de capitais. 

Ou seja: ESG não é só sobre responsabilidade social, nem sobre enviar doações para as pessoas atingidas pelas enchentes do Rio Grande do Sul, apoiar projetos beneficentes, fazer filantropia ou ter um grupo de voluntariado na sua organização. ESG não é sobre assistencialismo. 

ESG refere-se à implementação de uma estratégia de sustentabilidade muito mais ampla e transformadora, como elemento transversal do negócio, que passa por todas as áreas e em múltiplas dimensões da empresa. 

Essa estratégia está, na maioria das organizações, correlacionada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, a conhecida Agenda 2030, e visa contribuir com os esforços para mudar a realidade global e gerar impacto positivo. Isto é, conciliar a sustentabilidade e a longevidade do negócio com a das gerações futuras.   

Então, você deve estar se perguntando: no fundo, ESG é sobre resultados financeiros? Sim. E não! Atuar de acordo com os padrões ESG amplia a competitividade empresarial. Inclusive, 77% dos executivos veem o assunto como um facilitador da receita (Fonte: IBM). 

Por outro lado, nas empresas que adotam uma estratégia de desenvolvimento baseada nos três pilares nada é feito a qualquer custo. Em companhias com entendimento e aplicabilidade de critérios ESG, as estratégias, as metas e os resultados devem ser alcançados por meio de práticas que equilibrem o desenvolvimento financeiro com o impacto causado na sociedade e no meio ambiente. 

Enfoque no tema

Mais do que ter uma estratégia ESG, é preciso colocá-la em prática e informar o que acontece. Em primeira mão, comunicar para o seu público interno, para que os colaboradores entendam o que significa e a importância do tema para o negócio. Isso é importante para que se engajem nas iniciativas possíveis, sintam orgulho da empresa na qual trabalham e, consequentemente, sejam agentes promotores da marca empregadora.

Em termos de comunicação, o assunto deve ser pautado de forma frequente nos canais internos para conscientizar e mobilizar os colaboradores. Mesmo que a sua empresa ainda não tenha uma área de ESG consolidada, certamente realiza muitos projetos e iniciativas alinhadas ao tema. A sugestão é mapear, entre os 17 ODS da ONU, quais são as ações, as atividades, os apoios ou patrocínios relacionados ao core business. 

17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (Agenda 2030)

O ponto de partida da estratégia de Comunicação Interna para a sustentabilidade deve ser sempre o propósito do negócio. Por exemplo, uma empresa de saneamento certamente tem impacto sobre o ODS 6 (Água e Saneamento), o ODS 14 (Vida debaixo da água) e o ODS 12 (Consumo Responsável). A partir dessa análise, já é possível planejar uma régua anual de conteúdos e alimentá-la, pelo menos, uma vez por mês nos canais, mostrando o que está sendo feito nessas frentes. 

A criatividade para a abordagem é livre, seja por meio de matérias, vídeos, podcasts, entrevistas ou campanhas de endomarketing. O conteúdo deve salientar e reforçar como a companhia está contribuindo para os esforços globais. 

Em uma sociedade que ainda sabe muito pouco e engaja-se em um nível baixíssimo com os assuntos de sustentabilidade (além de sofrer com a desinformação e as fake news), todo pequeno movimento de letramento e compartilhamento de conhecimento é válido para que todos entendam a sua responsabilidade, individual e coletiva, frente às mudanças – em especial as climáticas, que estão cada vez mais evidentes. 

Plano editorial em ação

Partiu colocar na pauta? Compartilho uma sugestão de plano de conteúdo editorial para sua empresa começar a trabalhar ESG na Comunicação Interna. Você pode, por exemplo:

1. Realizar uma introdução ao ESG por meio de diferentes formatos: newsletter especial, webinar, workshop, diálogos diários (na operação) ou publicação de uma cartilha de letramento. 

2. Fazer uma série de 3 entrevistas em formato podcast, uma para falar de cada pilar com um profissional da empresa responsável pelo assunto, abordando aspectos como os desafios, as iniciativas já existentes e as oportunidades por vir. 

3. Proporcionar uma live ESG na prática, apresentando como a estratégia ESG está sendo implementada no dia a dia por meio do compartilhamento de cases de projetos bem-sucedidos na empresa. 

4. Divulgar resultados e impactos por meio de um infográfico bem visual e de fácil compreensão nos canais internos, demonstrando aos trabalhadores que as mudanças já estão sendo positivas dentro da companhia e engajando-os para contribuir com futuras melhorias. 

5. Realizar uma régua de nutrição após todo o processo introdutório de comunicação sobre ESG, definições e conceitos. A ideia é partir para o mapeamento dos ODS aderentes ao negócio, com análise das iniciativas já vigentes na companhia e o cruzamento das informações para criação e execução da régua de conteúdo mensal. 

E aí, o que você achou deste conteúdo? Compartilhe nos comentários a sua opinião ou exemplos de como a sua empresa está pautando a tema ESG na Comunicação Interna.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Mensuração na Comunicação Interna: torne-se especialista em dados https://blog.dialog.ci/mensuracao-na-comunicacao-interna-torne-se-especialista-em-dados/ https://blog.dialog.ci/mensuracao-na-comunicacao-interna-torne-se-especialista-em-dados/#respond Wed, 29 Nov 2023 11:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4491 A mensuração na Comunicação Interna foi um tema quente para 2023 e segue com força para os próximos anos. Isso porque o uso e a análise de dados são peças-chave para a construção de uma jornada de sucesso. Para falar sobre essa relação, convidamos Adriano Zanni, Kerlin Dutra e Marcelo Rouco para um episódio especial […]

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A mensuração na Comunicação Interna foi um tema quente para 2023 e segue com força para os próximos anos. Isso porque o uso e a análise de dados são peças-chave para a construção de uma jornada de sucesso.

Para falar sobre essa relação, convidamos Adriano Zanni, Kerlin Dutra e Marcelo Rouco para um episódio especial do Dialog Talks sobre mensuração em CI.

Durante 1 hora, os especialistas falaram tudo sobre o tema, desde por onde começar até o impacto na estratégia, abordando também como apresentar a temática para a alta liderança. Você pode assistir ao conteúdo na íntegra clicando no player abaixo.

Mensuração na Comunicação Interna

Ao falar de mensuração na Comunicação Interna, a primeira pergunta não poderia ser outra: quais são os desafios mais comuns que as equipes enfrentam ao tentar medir o impacto das iniciativas e como superá-los?

Segundo Kerlin Dutra, diretora de Planejamento e Conteúdo na HappyHouse, um dos grandes desafios enfrentados por profissionais é a falta de planejamento. Ela ainda destaca que o interesse pela mensuração na Comunicação Interna surgiu e cresceu nos últimos anos, enfatizando que, diferentemente da área de Marketing, nem sempre foi fácil mapear dados em CI. 

“Quando a gente não tem um planejamento, a gente não sabe quais são os objetivos. E quando a gente não sabe quais são os objetivos, a gente não consegue avaliar os resultados. No passado, não se tinha um olhar tão estratégico para a Comunicação Interna e para o Endomarketing, que é o contrário do que a gente vê hoje. Então, pela necessidade de mostrar os resultados, de mostrar para o C-level o resultado da comunicação, a importância que o planejamento ganhou é muito forte”, conta Kerlin.

Outro ponto levantado pela diretora é o viés quantitativo que as métricas de CI vêm seguindo. Para ela, é necessário também olhar dados qualitativos para entender se o trabalho da área está contribuindo para a estratégia organizacional.

Para superar esses dois desafios, Kerlin cita:

  1. Ter um olhar estratégico na Comunicação Interna;
  2. Ter acesso aos dados operacionais e qualitativos de forma fácil e periódica;
  3. Interpretar os dados e se desenvolver como analista de dados.

“Não adianta nada (…) mapear o que a gente quer, ter acesso aos resultados e não saber o que fazer com eles”, finaliza.

Adriano Zanni, diretor de Comunicação Interna e Transformação Organizacional na InPress, considera que mensurar se os colaboradores estão entendendo a mensagem é o nível primário da mensuração. Ele ainda destaca que plataformas de Comunicação Interna, como a Dialog, podem oferecer esses dados.

“Entender se as pessoas estão transformando atitudes ou o ambiente organizacional em função de uma Comunicação Interna, isso dá um pouco mais de trabalho, requer mais tempo e a skill de aprender a ler cenários, pessoas e ambientes”, diz.

Marcelo Rouco, CEO na Dale, cita outro desafio: o tamanho das equipes. O estudo de 2023 da Aberje e Ação Integrada mostra que 50% das empresas contam com um time de CI composto por até 3 profissionais. Essa realidade exige um olhar ainda mais estratégico!

“Por isso o planejamento é importante, porque a gente sabe para onde precisamos ir e o que precisamos fazer. A gente vai saber quais dados levantar, [o que ajuda a] não ficar preocupado com a imensidão de informações que podemos ter quando não sabemos o que fazer com elas”, explica. 

Ele ainda comenta sobre o pensamento de que, para se mostrar estratégico para as lideranças, a área de CI sente que precisa mostrar muito trabalho e uma infinidade de dados – o que não é verdade.

“Se você tiver um planejamento claro, conseguir definir, sei lá, três métricas principais e mostrar ‘olha essas métricas, aqui a gente se torna estratégico para o negócio’, já resolveria muito bem. (…) Para se mostrar estratégico, você precisa mostrar que sabe fazer as escolhas e entende o que é principal para entregar”, ressalta.

O impacto e a liderança

A Comunicação Interna é uma área estratégica justamente por conseguir se conectar a todas as outras da empresa. Dito isso, de que forma a área pode ajudar outros setores a conhecer melhor o perfil de seus colaboradores e, consequentemente, engajá-los nas atividades do dia a dia?

Adriano reflete sobre a fusão da vida pessoal e profissional dos colaboradores, lembrando que, depois da pandemia, ficou ainda mais nítida a necessidade de conhecer essas pessoas fora do ambiente de trabalho.

“Na pandemia a gente teve que se debruçar e olhar para grupos muito pulverizados, porque cada trabalhador passou por esse processo de maneira diferente. Fomos obrigados a rever e entender o que do lado de fora está sendo trazido para o ambiente organizacional, o que vai mudando a cultura e, por consequência, o jeito de fazer a Comunicação Interna”, diz.

Segundo ele, com esse conhecimento, é possível entender como se comunicar com esse público e, assim, engajá-los. Adriano ainda comenta que existe uma Comunicação Interna institucional e transversal.

“Quais temas que pegam, afligem ou contagiam a todos? A gente precisa segmentar, porque vivemos na era da infoxicação, do excesso de informação nos canais, é muito e-mail e muito comunicado. Então, a gente precisa ser assertivo e dirigido”, enfatiza.

Sobre a transversalidade da Comunicação Interna, Kerlin explica que a área deve atuar em todos os ambientes da organização, trabalhando principalmente junto aos líderes.

“Essa percepção do valor em relação ao nosso trabalho é uma conquista diária. E a gente conquista por meio de resultados, por meio de análises, por meio de estratégias de negócio relacionadas à comunicação”, frisa.

Ela ainda fala sobre a atuação da área como um business partner da liderança, público que possui outras responsabilidades e não consegue olhar apenas para a comunicação.

“Cada empresa tem suas necessidades. Como nós, profissionais de comunicação, conseguimos apoiá-los? Por meio do nosso conhecimento, da nossa expertise, por tudo que a gente sabe de comunicação, mas principalmente porque a gente conhece aquele público interno”, enfatiza. 

Kerlin ainda cita as métricas e os dados como ferramentas para conhecer cada dia mais o comportamento dos colaboradores. A respeito disso, se a falta de tempo e de orçamento são impeditivos, Adriano compartilha duas dicas: grupos focais e pesquisas de pulso.

Tendências

Quais são as tendências mais relevantes na área de mensuração para a Comunicação Interna no futuro? Marcelo aponta a hiperpersonalização e explica que ela pode ser valiosa para a área, se mostrando como um caminho para a evolução da CI a fim de evitar a dispersão da atenção dos colaboradores.

“Naturalmente criamos grupos de afinidade ou de pessoas parecidas, seja por área ou outro tipo de definição dentro das companhias. Só que cada pessoa é uma pessoa! Nós podemos trabalhar a Comunicação Interna da mesma empresa e sermos completamente diferentes”, menciona.

É importante salientar o papel das ferramentas nesse processo, já que as equipes não terão tempo para avaliar cada indivíduo na organização. Entra aí o apoio da Inteligência Artificial, por exemplo.

A plataforma multicanal desenvolvida pela Dialog permite a segmentação de públicos e conteúdos, facilitando a personalização. A ferramenta também conta com o Power AI Creator, módulo de Inteligência Artificial que facilita a produção de textos e personaliza até mesmo o tom de voz.

Kerlin cita a mensuração em tempo real como outra tendência, que permite avaliar se a estratégia usada pela área vem dando resultado e, caso necessário, ajustar rotas. Além disso, ela menciona a Inteligência Artificial generativa para a análise do comportamento de colaboradores. Por fim, a diretora aponta como principal tendência a virada de chave dos profissionais de Comunicação Interna, que precisam atuar como analista de dados.

“Quem um dia pensou em fazer comunicação para fugir dessa área de dados, de tecnologia, de números… se deu mal! É inviável a gente continuar fazendo comunicação sem olhar para esses dados. Eles vão chegar até nós todos os dias. (…) Necessitamos aprender a usar a análise diariamente. Isso não é futuro, isso é já”, conclui.

Refletindo sobre a temática, Adriano traz uma provocação: é preciso mensurar melhor na Comunicação Interna.

“A gente ainda não mensura resultado, ROI. A gente precisa mergulhar mais e criar mensurações que, para os C-levels, sejam compreensíveis e façam sentido para o negócio”, ressalta.

Sobre esse assunto, criamos um material específico sobre a relação entre os indicadores de Comunicação Interna e as decisões estratégicas da alta liderança. Baixe agora!

Métricas operacionais x métricas estratégicas

Em um universo com tantos números, dados e informações, como definir o que são métricas operacionais ou estratégicas? Quais delas merecem mais a atenção do profissional de CI?

Adriano aponta que as operacionais podem ser fornecidas por plataformas como a Dialog, que conta com um dashboard com mais de 50 indicadores; enquanto as estratégicas demandam que o profissional da área defina o que deve ser mensurado.

“Você escolhe aquelas ações de CI ao longo do ano que são muito atreladas ao negócio e muito estratégicas para a companhia. Sobre elas, você tem que se debruçar”, explica.

Um bom trabalho de Comunicação Interna precisa ter como base os dois tipos de métricas, que se complementam e servem como um norteador para profissionais da área. Monitorá-las garante o sucesso da estratégia desenhada.

Você também pode se interessar:

  • Uso e análise de dados na Comunicação Interna para engajar, baixe o material
  • Guia de mensuração na Comunicação Interna, baixe agora
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Inteligência Artificial e Comunicação Interna: como impulsionar a produção de conteúdo https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-e-comunicacao-interna-como-impulsionar-a-producao-de-conteudo/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-e-comunicacao-interna-como-impulsionar-a-producao-de-conteudo/#respond Mon, 02 Oct 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4353 A relação entre Inteligência Artificial e Comunicação Interna vem sendo uma das mais discutidas dentro das organizações, mas como o uso da tecnologia pode auxiliar e até mesmo melhorar a produtividade dos profissionais quando o assunto é produção de conteúdo? Neste artigo, falaremos sobre o tema e compartilharemos uma dica valiosa que vai ajudar os […]

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A relação entre Inteligência Artificial e Comunicação Interna vem sendo uma das mais discutidas dentro das organizações, mas como o uso da tecnologia pode auxiliar e até mesmo melhorar a produtividade dos profissionais quando o assunto é produção de conteúdo?

Neste artigo, falaremos sobre o tema e compartilharemos uma dica valiosa que vai ajudar os profissionais de Comunicação Interna. Confira!

Inteligência Artificial e Comunicação Interna

Como já listamos por aqui, são vários os benefícios de usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna.

Segundo o estudo The State of Organizations 2023, feito pela McKinsey, o uso médio de ferramentas de Inteligência Artificial nas companhias do mundo dobrou entre 2018 e 2022. Outro dado interessante vem da Bain & Company, que mostrou que 85% das empresas consideram prioridade implementar AI nos próximos anos.

Os profissionais de Comunicação Interna que desejam adotar esse tipo de tecnologia devem encará-la como uma facilitadora de processos, não como uma ameaça. Mudar a mentalidade é o primeiro passo para fazer essa estratégia dar certo.

Leia também:

  • Inteligência Artificial e RH: 5 benefícios que essa tecnologia traz para o setor
  • 5 motivos para usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna
  • Inteligência Artificial: estudo aponta que tecnologia pode impulsionar a produtividade

Produção de conteúdo

Agilizar a produção de conteúdo é uma das maiores vantagens em adotar o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna. Isso porque esse recurso otimiza o tempo e o trabalho dos profissionais da área, que abrem a agenda e podem se dedicar a outros projetos estratégicos da organização.

Um estudo da Aberje e Ação Integrada mostrou que 43% das CIs nas organizações planejam mais de 16 campanhas internas por ano, sendo que 18% ultrapassam 30 produções – ou seja, entregam mais do que 2 campanhas por mês.

É necessário lembrar que o trabalho de Comunicação Interna não se limita à construção de campanhas. Isso significa que profissionais da área estão gastando muito tempo para produzir conteúdo.

Nesse sentido, que tal utilizar a Inteligência Artificial para mudar o cenário? Aqui estão algumas maneiras pelas quais você pode utilizá-la:

  • Análise de dados e feedback: A IA pode ajudar a analisar grandes volumes de dados referentes a feedback de colaboradores, como pesquisas de clima organizacional e comentários em intranets ou redes sociais corporativas. Além disso, a tecnologia ajuda a identificar tendências, pontos problemáticos e áreas de interesse. Isso permite que os profissionais de Comunicação Interna compreendam melhor a realidade da empresa e proponham ações mais relevantes e direcionadas.
  • Personalização de conteúdo: Com base nas informações coletadas sobre os funcionários, a Inteligência Artificial pode ajudar a personalizar o conteúdo de Comunicação Interna, entregando mensagens a grupos específicos ou indivíduos. Isso aumenta a relevância da informação e melhora o engajamento dos colaboradores.
  • Geração de conteúdo automatizada: Essa tecnologia pode ser usada para gerar automaticamente relatórios, resumos de notícias, atualizações de projetos e outros tipos de conteúdo que normalmente requerem muito tempo para serem produzidos manualmente. Isso economiza tempo e recurso, permitindo que os profissionais de Comunicação Interna se concentrem em tarefas mais estratégicas.
  • Análise de sentimento e detecção de tendências: A IA pode analisar o sentimento por trás das mensagens e dos comentários feitos por colaboradores, identificando se estão felizes, insatisfeitos ou neutros em relação a determinados tópicos. Isso ajuda a equipe de Comunicação Interna a ajustar a abordagem a fim de focar em preocupações ou tendências emergentes.
  • Recomendações de conteúdo: Com base no histórico de interações dos colaboradores, a Inteligência Artificial pode sugerir materiais e abordagens relevantes para cada indivíduo. Isso aumenta a probabilidade de envolvimento com o conteúdo.
  • Automação de tradução: Se a organização tem profissionais em diferentes regiões do mundo, a IA pode ser usada para automatizar a tradução do conteúdo, tornando-o acessível para uma audiência global.
  • Análise de métricas e desempenho: A tecnologia pode analisar o desempenho do conteúdo de Comunicação Interna, rastreando métricas como taxa de abertura, taxa de cliques, tempo gasto em uma página e muito mais. Isso permite que os profissionais ajustem sua estratégia com base em dados concretos.
  • Chatbots de suporte: Chatbots alimentados por Inteligência Artificial podem ser usados para responder a perguntas comuns dos funcionários, garantindo informações instantâneas e melhorando a agilidade da Comunicação Interna.

A aliada

Agora que você já identificou o potencial estratégico do uso da Inteligência Artificial na Comunicação Interna, é hora de buscar a ferramenta que permite explorar essa realidade.

O Power AI Creator é um módulo exclusivo que auxilia na produção de conteúdo dentro da plataforma multicanal Dialog. Com ele, é possível:

  • produzir conteúdos para a Comunicação Interna;
  • personalizar a mensagem de acordo com personas pré-definidas;
  • ajustar o tom de voz e o objetivo da comunicação;
  • aprimorar a estratégia do conteúdo;
  • conquistar o engajamento das pessoas;
  • ganhar agilidade nas tarefas do dia a dia;
  • otimizar o tempo da equipe de CI.

A Dialog é a plataforma líder em Comunicação Interna no Brasil. São mais de 160 clientes e 650 mil pessoas alcançadas pela solução, que conta com rede social corporativa nas versões mobile e desktop, intranet, e-mail e módulos especiais, como integração com TV e outros sistemas.

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