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Quando falamos em Comunicação Interna, é comum pensar primeiro em canais, comunicados, campanhas e conteúdos. Tudo isso importa (e muito!). Mas, na Claro, a construção do Bora!, plataforma criada pela Dialog para a companhia, partiu de uma provocação ainda maior: como transformar a comunicação em uma experiência capaz de gerar produtividade para o colaborador e valor para o negócio?

Foi esse o ponto central da palestra de Thiago Procopio, gerente de Comunicação da Claro, durante o encontro promovido pela Dialog em São Paulo, no mês de abril.

Logo no início da conversa, ele deixou claro que o Bora! não nasceu para ser “apenas” uma plataforma de Comunicação Interna. Ele nasceu para ser um convite à conexão, à simplicidade e à eficiência.

Em uma empresa com cerca de 40 mil colaboradores, múltiplas frentes de atuação, públicos muito diferentes e uma operação espalhada pelo Brasil inteiro, esse desafio ganha outra dimensão.

A Claro não é só o celular que está na mão do consumidor. É também TV, internet, soluções empresariais, atendimento a grandes clientes, governo, infraestrutura, lojas, técnicos de campo, times digitais, equipes comerciais e muitos outros universos convivendo dentro de uma mesma organização.

E comunicar bem para todos esses públicos exige mais do que enviar informação. Exige entender as jornadas.

Comunicação Interna e propósito

Em sua palestra sobre Comunicação Interna e produtividade, Thiago destacou como a Claro encarou o processo de construção da plataforma. O desafio nunca foi simplesmente implementar uma ferramenta. A pergunta era outra: o que o colaborador precisa para trabalhar melhor?

Essa virada muda tudo: em vez de pensar primeiro na plataforma e depois tentar encaixar as pessoas nela, a Claro fez o caminho inverso. Olhou para os públicos, para as dores, para as rotinas e para os pontos de fricção do dia a dia.

A partir daí, o Bora! foi desenhado como um ponto de encontro na palma da mão. Um ambiente capaz de reunir comunicação, serviços, informações úteis, integrações e funcionalidades que simplificam a vida de quem trabalha na empresa.

E isso é especialmente importante quando falamos do público operacional.

Na Claro, uma grande parte dos colaboradores está em campo, atendendo clientes, fazendo manutenção, cuidando de infraestrutura ou atuando em lojas. Muitos não têm o e-mail como principal canal de acesso. Outros têm uma rotina em movimento, na rua, no atendimento ou em deslocamento.

Então, a questão não era apenas “como fazer a mensagem chegar?”, era: como fazer a empresa estar mais próxima da rotina real dessas pessoas?

Comunicação como efeito colateral de uma experiência útil

Uma frase da palestra resume muito bem a estratégia: comunicação é também um efeito da plataforma.

Isso não diminui a importância da Comunicação Interna. Pelo contrário. Mostra que, quando a comunicação está integrada à experiência do colaborador, ela deixa de ser percebida como algo separado da rotina e passa a fazer parte do fluxo natural de trabalho.

O Bora! concentra informações, serviços e caminhos que o colaborador já precisa acessar no dia a dia. Marcação de ponto, holerite, declaração de trabalho, histórico e saldo de férias, busca por informações, eventos, colegas, serviços de RH e conteúdos relevantes passam a estar em um mesmo ambiente.

Na prática, a plataforma reduz deslocamentos digitais.

Em vez de o colaborador precisar descobrir onde está cada coisa, acessar sistemas diferentes, procurar links antigos ou pedir ajuda para outra área, ele encontra o caminho em poucos cliques. E é aí que a Comunicação Interna passa a gerar produtividade.

Menos e-mail, mais eficiência

Um dos dados mais relevantes apresentados por Thiago foi a redução de quase 40% no volume de e-mails disparados no primeiro trimestre, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Quando uma empresa reduz o excesso de mensagens, ela também reduz o tempo que as pessoas gastam tentando entender o que é importante, o que precisa ser lido, o que exige ação e o que poderia estar centralizado em outro lugar.

Menos e-mail não significa menos comunicação. Significa mais estratégia.

Na Claro, o Bora! ajuda a organizar esse fluxo. Os canais continuam existindo, mas a plataforma passa a ser o destino central da jornada. Se a pessoa não sabe exatamente de onde veio a informação, ela sabe onde pode encontrá-la.

Isso reduz o ruído, melhora a experiência e ajuda a comunicação a conversar de igual para igual com o negócio.

Afinal, quando a área consegue mostrar que reduziu volume de mensagens, economizou tempo do colaborador e simplificou jornadas, a conversa deixa de ser apenas sobre engajamento e passa a ser também sobre eficiência.

Thiago Procopio – Claro

Produtividade também se mede em segundos

Outro exemplo prático apresentado foi o acesso ao holerite: Antes do Bora!, a Claro mediu quanto tempo uma pessoa gastava para chegar até esse documento. O processo levava cerca de 55 segundos. Com a ferramenta, esse tempo caiu para aproximadamente 20 segundos no aplicativo e 17 segundos no desktop.

Pode parecer pouco quando olhamos para uma única pessoa. Mas, quando esse tempo é multiplicado por milhares de colaboradores, a conta muda completamente. Estamos falando de tempo economizado em escala.

E tempo, dentro de uma empresa, também é dinheiro. É produtividade. É fluidez. É percepção de uma companhia menos burocrática e mais simples de navegar.

Essa é uma discussão muito importante para Comunicação Interna e RH: quando a experiência do colaborador melhora, o impacto não fica restrito ao clima ou ao engajamento. Ele também aparece na operação.

Um colaborador que encontra o que precisa com facilidade perde menos tempo, se frustra menos e consegue focar mais no que realmente precisa fazer.

Um hub para resolver problemas reais

Um dos cases mais interessantes compartilhados por Thiago foi o “Claro que eu resolvo”, uma solução interna voltada para demandas de clientes que chegam até colaboradores.

Funciona assim: um colaborador pode ouvir de um cliente, amigo ou familiar que existe algum problema com um serviço da Claro. Antes, esse colaborador precisava acionar a área responsável por e-mail ou por outro caminho depois, carregando aquele “backlog” informal para resolver.

Com o Bora!, essa jornada ficou mais simples. Dentro da área de acesso fácil, o colaborador encontra o serviço, registra a demanda e ela já chega à célula de atendimento responsável.

Todo mundo ganha: o cliente tem sua solicitação encaminhada, o colaborador consegue ajudar de forma prática e a empresa reduz fricções no atendimento.

Esse exemplo mostra bem como uma plataforma de Comunicação Interna pode ir além do conteúdo. Ela pode se tornar uma ponte entre pessoas, áreas, serviços e soluções.

A base de conhecimento precisa fazer sentido para quem usa

Outro ponto importante da palestra foi a construção da base de conhecimento do Bora!, chamada internamente de “Acesso Fácil”.

Aqui, a Claro tomou uma decisão estratégica: organizar a informação pelo ponto de vista do colaborador, não pelo organograma das áreas. Esse é um cuidado fundamental.

Quando a base de conhecimento reflete apenas a estrutura interna da empresa, ela pode fazer sentido para quem produz a informação, mas não necessariamente para quem precisa encontrá-la.

Por isso, a Claro estruturou os conteúdos a partir de três grandes frentes:

  • Pra você, com temas que fazem diferença direta na jornada do colaborador, como benefícios, carreira, reconhecimento, voluntariado e treinamentos.
  • Sobre a Claro, com conteúdos relacionados à cultura, conduta, redes sociais e informações institucionais.
  • Atendimento, com serviços da Claro, serviços de RH, autoatendimento e suporte de TI.

A lógica foi priorizar o que realmente ajuda o colaborador no dia a dia e, principalmente, o que pode ser resolvido também pelo mobile.

Se o conteúdo levava a uma jornada que não funcionava bem no celular, ele não era prioridade para aquele ambiente. Essa escolha mostra uma preocupação importante: não basta disponibilizar informação. É preciso garantir que a experiência seja fluida até o fim.

Adoção vem quando a plataforma entra na rotina

A Claro lançou o Bora! em 13 de dezembro e tinha uma meta bastante clara: chegar a 60% de adoção até março. O resultado superou o objetivo, alcançando 62% de adoção no público geral.

Entre o público técnico, um dos mais desafiadores, a adoção ficou próxima de 50%. Esse resultado não veio apenas de uma campanha de lançamento. Veio de um esforço para conectar o Bora à rotina das pessoas.

Thiago trouxe uma reflexão muito interessante: o que faz alguém pedir comida de novo pelo app, chamar um carro pelo aplicativo ou voltar a usar uma plataforma? A resposta não está só na comunicação de lançamento. Está na utilidade: a pessoa volta quando aquilo resolve um problema real.

Por isso, a Claro tem buscado integrar o Bora! às jornadas dos públicos. No caso dos técnicos, por exemplo, a plataforma se conecta a aplicativos e processos que já fazem parte da rotina, como gestão de chamados e treinamentos rápidos sobre mudanças técnicas.

A pergunta que guia essa estratégia é simples e poderosa: o que faria esse colaborador entrar no Bora?

Conteúdo também nasce de orgulho e pertencimento

Além da parte de serviços e produtividade, o Bora! também tem um papel importante na construção de vínculos.

Um dos exemplos compartilhados foi uma ação próxima ao Dia do Trabalhador, em que a Claro convidou colaboradores a responderem: em que momento você sentiu mais orgulho de trabalhar aqui?

O resultado foi uma grande quantidade de comentários com relatos reais, fotos, histórias de campo, momentos de pandemia, conquistas pessoais e lembranças marcantes envolvendo a empresa.

Esse tipo de conteúdo mostra uma potência que muitas vezes só aparece quando existe um ambiente preparado para escuta, troca e participação.

Não é apenas a empresa falando com o colaborador. São colaboradores contando suas histórias, reconhecendo a própria jornada e ajudando a construir uma narrativa coletiva de pertencimento. E isso também é Comunicação Interna.

Governança para organizar o excesso de informação

Em uma empresa do tamanho da Claro, o desafio não é só produzir conteúdo. É organizar prioridades.

Para isso, a companhia conta com um comitê de comunicação formado por executivos de diferentes áreas. Mensalmente, esse grupo discute temas, prioridades, necessidades de comunicação e públicos envolvidos.

Essa dinâmica ajuda a evitar que tudo vire urgente, tudo seja enviado para todos e todos os canais sejam usados ao mesmo tempo.

Com uma visão mais clara do calendário e dos públicos, a Comunicação Interna consegue mediar conversas, defender segmentações, equilibrar campanhas e garantir que as informações mais relevantes tenham espaço.

Esse modelo também tira a área de Comunicação do papel de “dona do não”. A priorização passa a ser uma decisão mais compartilhada, com base em estratégia, impacto e necessidade real do negócio.

O Bora! mostra um novo papel para a Comunicação Interna

A experiência da Claro mostra uma evolução importante no mercado.

Comunicação Interna continua sendo sobre informar, engajar e conectar pessoas. Mas também é sobre simplificar jornadas, reduzir ruídos, economizar tempo, aproximar áreas e melhorar a experiência de trabalho.

Com o Bora!, a Claro transformou sua plataforma em um hub de comunicação e produtividade. Um lugar onde o colaborador acessa informação, resolve demandas, encontra serviços, participa de conversas e se conecta com a empresa de um jeito mais simples.

E talvez esse seja o grande aprendizado: a melhor plataforma não é aquela que apenas concentra conteúdos. É aquela que passa a fazer sentido na rotina das pessoas.

Quando isso acontece, a comunicação deixa de disputar atenção como mais uma obrigação corporativa e passa a ser percebida como parte da solução.

No fim, o Bora! é exatamente isso: um convite para conectar pessoas, informação, serviços e produtividade em uma experiência mais fluida para o colaborador — e mais eficiente para o negócio.

FAQ

Qual foi a provocação central da Claro ao criar a plataforma Bora!? A Claro buscou transformar a Comunicação Interna em uma experiência geradora de produtividade e valor para o negócio, indo além do envio de informações para entender as jornadas reais dos seus 40 mil colaboradores.

Como a plataforma Bora! auxilia a rotina dos colaboradores operacionais e de campo? O Bora! funciona como um ponto de encontro na palma da mão, eliminando a dependência do e-mail e centralizando serviços essenciais, como marcação de ponto e holerite, o que reduz o ruído e aproxima a empresa da rotina de quem está na rua ou nas lojas.

Qual impacto a plataforma gerou no volume de e-mails da companhia? A estratégia resultou em uma redução de quase 40% no volume de e-mails disparados no primeiro trimestre em comparação ao ano anterior, permitindo uma comunicação mais estratégica, organizada e com menos sobrecarga de mensagens para as equipes.

De que maneira a Comunicação Interna da Claro passou a medir produtividade em segundos? A empresa otimizou processos burocráticos, como o acesso ao holerite, que passou de 55 segundos para apenas 20 segundos no app, gerando uma economia de tempo em escala que impacta diretamente na eficiência operacional da organização.

O que é o “Claro que eu resolvo” e como ele integra comunicação e atendimento? É um hub dentro da plataforma que simplifica a resolução de demandas de clientes recebidas por colaboradores, permitindo o registro rápido da solicitação via mobile e o encaminhamento imediato para a célula responsável, o que reduz fricções no atendimento.

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Entenda a relação entre Comunicação Interna e produtividade https://blog.dialog.ci/entenda-a-relacao-entre-comunicacao-interna-e-produtividade-2/ https://blog.dialog.ci/entenda-a-relacao-entre-comunicacao-interna-e-produtividade-2/#respond Mon, 02 Mar 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6486 A relação entre Comunicação Interna e produtividade ainda não é clara para muitos. Sendo assim, profissionais que conseguirem comprovar e aplicar essa dinâmica certamente terão o trabalho mais reconhecido dentro da organização. Uma das formas de fazer isso é justamente pelo canal de Comunicação Interna, que pode (e deve) ser mais do que um espaço […]

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A relação entre Comunicação Interna e produtividade ainda não é clara para muitos. Sendo assim, profissionais que conseguirem comprovar e aplicar essa dinâmica certamente terão o trabalho mais reconhecido dentro da organização.

Uma das formas de fazer isso é justamente pelo canal de Comunicação Interna, que pode (e deve) ser mais do que um espaço para disseminação de informações relevantes e estratégicas. Já parou para pensar no potencial de transformá-lo em um grande hub de serviço, tornando-o uma ferramenta de trabalho e contribuindo para uma experiência do colaborador mais positiva? É nisso que a Dialog acredita.

Se você não sabe como fazer essa correlação, preparamos este conteúdo especial com exemplos práticos dos nossos clientes, que usam nossa plataforma para além do comunicar, fazendo com que a solução faça parte da rotina dos colaboradores de diferentes formas. 

Comunicação Interna e produtividade: o papel dos dados

Antes de abordarmos exemplos que relacionam Comunicação Interna e produtividade, é importante ressaltar o papel dos dados. 

Sem mensuração, a interação entre CI e resultados operacionais permanece uma hipótese, não uma estratégia comprovada. Os dados fazem com que a Comunicação Interna migre de uma função operacional para uma área estratégica. Eles permitem que você:

  1. Traduza engajamento em números

Em vez de dizer “as pessoas estão mais engajadas”, você pode mostrar que a taxa de participação em pesquisas de pulso aumentou 40% após uma campanha de comunicação, ou que o tempo médio de leitura de comunicados estratégicos cresceu 25%.

  1. Correlacione CI com métricas de negócio

Cruzando dados de acesso a treinamentos com indicadores de desempenho (KPIs), é possível demonstrar que departamentos com maior consumo de conteúdo de capacitação via plataforma apresentam uma queda de 15% em erros operacionais ou um acréscimo de 20% em produtividade.

  1. Justifique investimentos com ROI

Quando você consegue mostrar que a redução no tempo de busca por informações economizou R$ 500 mil em horas de trabalho, a liderança entende que Comunicação Interna e produtividade são faces da mesma moeda.

  1. Personalize a experiência com base em comportamento

Dados de navegação e consumo de conteúdo permitem segmentar comunicações, garantindo que cada colaborador receba informações relevantes para seu papel, reduzindo ruídos e aumentando a eficiência.

A plataforma da Dialog oferece um painel de controle integrado que vai além de métricas básicas de alcance. Ele permite correlacionar:

  • Engajamento com conteúdos × desempenho por equipe;
  • Taxa de acesso a ferramentas × redução de tempo em processos;
  • Participação em pesquisas × índice de satisfação do colaborador.

Essa capacidade de mensuração é o que permite que profissionais de CI “falem a língua do negócio”, apresentando à liderança não apenas as atividades realizadas, mas o impacto gerado na operação.

Conheça os cases

Grupo Pão de Açúcar

Com mais de 38 mil colaboradores, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) precisava superar um cenário desafiador: fazer com que a comunicação chegasse a todos esses profissionais, bem como democratizar o acesso à informação e aos sistemas usados pela companhia. 

A resposta foi encontrada na plataforma da Dialog. Em menos de 1 ano, o GPApp registrou mais de 90% de colaboradores ativos. Você pode conhecer mais detalhes sobre este case aqui.

Além do canal de Comunicação Interna, o GPApp reúne:

  1. Universidade do Varejo: universidade corporativa com mais de 5 mil conteúdos e treinamentos;
  2. GPA Atende: chatbot;
  3. Políticas: regulamentos internos do GPA;
  4. Colabora: plataforma de voluntariado;
  5. Valoriza: programa de reconhecimento construído 100% dentro do GPApp [usa o recurso de recomendações da plataforma] e baseado nos valores organizacionais.

“Isso torna a rotina do colaborador muito mais simplificada, a gente ganha tempo e conexão com eles, e o processo é muito mais fluido”, comentou a gerente geral de RH, Camila Zachim.

“Além de todos os benefícios que a plataforma tem trazido, ela tem [proporcionado] essa conexão, reforçado nossa cultura e conectado as pessoas. Isso traz muitos ganhos quando olhamos pelo ponto de vista de engajamento, de quebra de silos, de união das pessoas, que são o maior capital que uma empresa pode ter. O GPApp também tem corroborado fortemente com o fortalecimento da nossa cultura e com a valorização e o engajamento dos nossos colaboradores”, complementou.

A gerente de Comunicação Interna, Fernanda Megale, explicou que o time passou a usar mais dados na área com a plataforma. “O time de comunicação consegue ter uma atuação muito mais focada para provocar o engajamento de uma área que ainda não esteja na plataforma”, diz.

Manserv

A Manserv, com mais de 36 mil colaboradores espalhados em pontos corporativos e 7 mil pontos de atendimento, usa o Manserv Comunica, plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog, desde 2024.

A solução é case de sucesso quando falamos em liderança comunicadora: cerca de 80% dos líderes da empresa estão presentes na plataforma.

A gerente de Comunicação Interna, Verônica Lambais, considera que as métricas da plataforma são os insumos do planejamento da Comunicação Interna na empresa e analisa continuamente os indicadores da ferramenta para entender quem utiliza e quem precisa ser incentivado.

A integração de sistemas na plataforma é outro recurso importante para a adesão de líderes e demais colaboradores: a empresa conta com mais de 100 sistemas e o Manserv Comunica centraliza tudo.

Esse ponto e o fato da área de Comunicação Interna, com a chegada do Manserv Comunica, passar a enviar apenas um resumo semanal para líderes com chamadas que redirecionam para a plataforma fez com que a ferramenta passasse a fazer parte da rotina da liderança. A presença desse público no canal, é claro, reflete na aproximação dos demais colaboradores com a área de CI.

“Notamos que os líderes que tinham suas equipes na Manserv Comunica ficaram mais engajados depois que seus times entraram, porque nenhum líder quer saber menos que sua equipe”, reforça.

FAQ: Comunicação Interna e produtividade

1. Como a Comunicação Interna impacta a produtividade? 

A CI estratégica otimiza o tempo dos colaboradores, reduzindo retrabalho e busca por informações. Com dados, é possível provar que comunicações claras aumentam a eficiência operacional e o engajamento, além de reduzirem erros. Isso impacta diretamente os resultados do negócio.

2. Quais métricas usar para medir esse impacto? 

Métricas como taxa de participação em pesquisas, tempo médio de leitura de comunicados e acesso a treinamentos são essenciais. A plataforma da Dialog permite correlacionar engajamento com desempenho por equipe e acesso a ferramentas com redução de tempo em processos.

3. Como justificar o investimento em CI para a liderança? 

Apresentando ROI concreto. Por exemplo: mostre que a redução no tempo de busca por informações economizou R$ 500 mil em horas de trabalho, ou que departamentos com maior consumo de conteúdo via plataforma têm um aumento de 20% em produtividade. Dados transformam a CI em investimento estratégico.

4. Como personalizar a comunicação para aumentar a eficiência? 

Use dados de navegação e consumo de conteúdo para segmentar comunicações. Isso garante que cada colaborador receba informações relevantes para seu papel, reduzindo ruídos e aumentando a eficiência operacional.

5. Qual o papel da liderança nessa relação? 

Líderes ativos na plataforma de CI aumentam o engajamento geral. Quando a liderança usa o canal para comunicação e acesso a ferramentas, as equipes seguem o exemplo, criando um ciclo virtuoso de produtividade e redução de silos organizacionais.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Inteligência Artificial: estudo aponta que tecnologia pode impulsionar a produtividade https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-estudo-aponta-que-tecnologia-pode-impulsionar-a-produtividade/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-estudo-aponta-que-tecnologia-pode-impulsionar-a-produtividade/#comments Wed, 07 Jun 2023 12:12:28 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4049 A Inteligência Artificial já é uma realidade nas nossas vidas e tem sido cada vez mais implementada nas empresas. Acredita-se que a IA, como também é chamada, está destinada a criar um jeito completamente novo de trabalhar. Há quem a enxergue como uma grande vilã, mas também há quem defenda que a Inteligência Artificial é, […]

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A Inteligência Artificial já é uma realidade nas nossas vidas e tem sido cada vez mais implementada nas empresas. Acredita-se que a IA, como também é chamada, está destinada a criar um jeito completamente novo de trabalhar. Há quem a enxergue como uma grande vilã, mas também há quem defenda que a Inteligência Artificial é, na verdade, uma aliada das pessoas. 

Você já parou para pensar nisso? Muito se discute sobre a possibilidade dessa tecnologia substituir os postos de trabalho, hoje ocupados por seres humanos. No entanto, é interessante refletir também a respeito de como ela pode contribuir para o dia a dia desses trabalhadores – otimizando processos e até impulsionando a produtividade das equipes. 

Foi justamente isso que uma pesquisa divulgada pela Microsoft constatou. O relatório, intitulado “Will AI Fix Work?”, reúne diversos insights que fomentam a discussão sobre como a Inteligência Artificial pode passar a integrar a rotina dos colaboradores nas organizações. 

O estudo, que entrevistou 31 mil pessoas em 31 países, mostra que as empresas que aderem a essa tecnologia conseguem aumentar a criatividade das equipes e desbloquear a produtividade dos profissionais

Confira, a seguir, algumas reflexões extraídas dessa análise.

Pessoas estão digitalmente sobrecarregadas

Você já ouviu falar em débito digital? Esse termo se associa bastante ao conceito de dívida e dá a entender que estamos sempre devendo algo na esfera virtual. É como se não conseguíssemos dar conta de tudo o que acontece atrás das telas – e realmente, muitas vezes, não conseguimos.

A carga digital que recebemos a todo momento, principalmente durante as jornadas de trabalho, tem sido pesada de carregar. A análise de dados, a caixa de entrada cheia de e-mails, a agenda recheada de reuniões e as incessantes notificações em diferentes aplicativos ou plataformas ultrapassam a capacidade humana de processar cada uma delas.

A lista de pendências não para de aumentar, isso porque o ritmo do trabalho também vem crescendo exponencialmente junto com o volume de dados, de informações e de comunicações que recebemos a todo momento. Essa é a realidade na maior parte das empresas: pessoas sobrecarregadas e líderes atentos ao aumento da produtividade. Desse jeito, a conta não fecha.

Com bastante frequência, horas e horas do dia de trabalho são gastas em tarefas que, facilmente, poderiam ser conduzidas por uma solução que é 100% tecnologia. É assim, absorvendo atividades que minam a nossa criatividade, que a Inteligência Artificial pode ajudar os profissionais a aliviar esse fardo tão presente em um mundo digitalizado, permitindo que eles possam realmente se dedicar ao crescimento do negócio.

Para ter uma ideia, de acordo com a pesquisa da Microsoft, 64% das pessoas afirmam não ter tempo ou energia para trabalhar. Esse é um número bastante importante, principalmente quando os dados apontam que essas pessoas têm 3,5 vezes mais chances de encarar dificuldades em questões que envolvam inovação e estratégia

Ou seja: no mundo corporativo, tempo é sinônimo de desenvolvimento. O estudo mostrou que as lideranças já sentem os efeitos do desalinhamento entre essas palavras, pois 60% dos líderes veem com preocupação a ausência de ideias transformadoras vindas de suas equipes.

Tempo livre é o que impulsiona a criatividade

Cada minuto gasto na rotina digital é um minuto a menos dedicado à criatividade, um ingrediente fundamental para qualquer receita de sucesso. Segundo dados levantados, 57% do tempo gasto pelas pessoas no Microsoft 365 é destinado a práticas de comunicação, como e-mail, meeting e chat. Diante disso, apenas 43% da jornada de trabalho está voltada à criação, envolvendo ferramentas como Excel, Word, Power Point e outros. 

Será que dá tempo de se destacar no quesito inovação com menos da metade do dia sendo dedicada à criatividade? Provavelmente não. Além disso, 68% dos entrevistados declararam não ter tempo suficiente para focar em suas tarefas de forma ininterrupta – o que agrava ainda mais essa dedicação à parte estratégica do negócio. 

A ausência de tempo tem um impacto bastante relevante na produtividade. Afinal, se as pessoas estão mentalmente esgotadas, elas não conseguem desempenhar todo o seu potencial produtivo. Os obstáculos dessa jornada podem ser muitos, mas segundo a pesquisa os principais são: 

  • reuniões ineficientes e excessivas;
  • falta de objetivos claros;
  • ausência de motivação;
  • e dificuldade para encontrar a informação desejada. 

Diante de tantas soluções digitais, esse último obstáculo não deveria ser um problema. Porém, 62% das pessoas ainda afirmam gastar muito tempo em busca de informações durante o dia de trabalho. Por que será? Talvez seja importante refletir que, para que cumpra seu propósito, a tecnologia precisa ser conduzida adequadamente por quem a utilizará. 

Tecnologia, sozinha, não faz milagre

Nesse sentido, tão importante quanto ter uma ferramenta capaz de revolucionar o mundo do trabalho é treinar as pessoas para que façam bom uso dela. Segundo a pesquisa, 82% dos líderes entrevistados afirmam que os colaboradores precisam desenvolver novas habilidades para acompanhar a Inteligência Artificial. Os requisitos mais mencionados foram: análise crítica (30%), flexibilidade (29%), inteligência emocional (27%), criatividade (24%) e curiosidade (23%). 

A Inteligência Artificial pode, sim, ser uma grande aliada dos profissionais. No entanto, sem equipes preparadas, dificilmente um resultado espetacular será alcançado. Para isso, é fundamental que os colaboradores saibam como gerenciar essa interação com a tecnologia – que, metaforicamente, pode se aproximar da atuação de pilotos e copilotos. 

Essa relação de apoio e parceria que guia um avião é bem semelhante ao propósito da Inteligência Artificial, que vem mostrando que tanto a tecnologia quanto as pessoas são essenciais para a decolagem das empresas. A boa notícia é que, segundo a Microsoft, isso tem sido compreendido de forma bastante positiva pelo mercado.  

De acordo com os dados divulgados, os colaboradores têm se mostrado mais ansiosos em relação à liberação da carga de trabalho do que à possibilidade de perderem seus empregos. Enquanto 49% dos entrevistados se mostram preocupados com a possível substituição tecnológica, 70% das pessoas afirmam que delegariam tudo o que fosse possível a fim de diminuir o volume de suas tarefas diárias.

As lideranças estão na mesma sintonia. Questionados sobre o que mais valorizam a respeito da IA nas empresas, 31% dos líderes disseram que é a possibilidade de aumentar a produtividade dos colaboradores. Essa porcentagem corresponde à maior parte dos entrevistados. Isso mostra que quanto mais as pessoas conhecerem a Inteligência Artificial e entenderem como ela pode ser aplicada no trabalho, mais elas conseguirão enxergar os benefícios dessa tecnologia em suas rotinas. 

Inteligência Artificial e Comunicação Interna

Vimos que a gestão do tempo é uma das principais barreiras para alcançar a produtividade. Como, então, a Comunicação Interna pode atuar para amenizar essa sobrecarga tão presente no cotidiano dos colaboradores? Bom, de muitas formas! 

A primeira delas e talvez a mais importante seja centralizar a comunicação em um único canal. Afinal, os números apresentados mostram que as pessoas acabam se dispersando entre diferentes ferramentas e enfrentando dificuldades para encontrar a informação que procuram. Unificar a Comunicação Interna em uma plataforma multicanal, como a Dialog, é um excelente jeito de começar a otimizar alguns fluxos

Também é importante ressaltar que os colaboradores precisam acompanhar a implementação de tecnologias na empresa. É papel da Comunicação Interna conduzir esse alinhamento de expectativas para capacitar as pessoas e evitar que haja qualquer preocupação desnecessária com o futuro profissional dos envolvidos. 

Porém, além de atuar como uma área de apoio estratégico, a Comunicação Interna também pode adotar a Inteligência Artificial em suas atividades. Afinal, assim como em outros setores, os profissionais que lidam com CI muitas vezes são impactados pela sobrecarga de trabalho. Enxergando essa realidade, a Dialog liderou a integração dessa tecnologia à plataforma a fim de liberar espaço na agenda desses comunicadores e auxiliá-los na produção de conteúdo.

Sendo a primeira HRTech de Comunicação Interna do Brasil a incluir Inteligência Artificial na ferramenta, a Dialog garante experiências de comunicação ágeis, intuitivas e personalizadas. Isso é possível por meio da criação de conteúdos com base em definições de tom de voz, persona e outras características. 

Essa novidade já foi implementada e estará disponível aos clientes interessados no mês de junho. Que tal conhecer um pouco mais sobre esse recurso e entender como ele impactará a Comunicação Interna? Agende uma demonstração gratuita aqui e descubra como a Dialog pode ajudar a sua empresa a melhorar a produtividade das equipes.

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Desempenho: o que levar em conta para ganhar eficácia https://blog.dialog.ci/desempenho-o-que-levar-em-conta-para-ganhar-eficacia/ https://blog.dialog.ci/desempenho-o-que-levar-em-conta-para-ganhar-eficacia/#respond Mon, 12 Dec 2022 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3313 A preocupação com desempenho é uma constante na gestão tanto de pessoas quanto de negócios, pressupondo que para obtê-lo em alta qualidade será necessário ativar e conjugar variáveis como oportunidades, estratégias, investimentos, processos, comportamentos, conhecimentos e motivações que garantam a entrega dos objetivos e resultados contratados. Hoje, diante da urgência e pressão pela produtividade, pela […]

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A preocupação com desempenho é uma constante na gestão tanto de pessoas quanto de negócios, pressupondo que para obtê-lo em alta qualidade será necessário ativar e conjugar variáveis como oportunidades, estratégias, investimentos, processos, comportamentos, conhecimentos e motivações que garantam a entrega dos objetivos e resultados contratados.

Hoje, diante da urgência e pressão pela produtividade, pela eficácia e pelo ganho, caminhamos de maneira global para a prescrição e interpretação do que devemos ser. Para isso, surgem os modelos globais, as terminologias comuns, as respostas padrão, as funcionalidades impostas em nome da aceleração, da informação, da comunicação e da necessidade de gerar capital, que se impõem para encaixar as pessoas nesses códigos e padronizá-las.

Recursos para avaliar desempenho

A gestão de desempenho busca apoiar sua assertividade em ferramentas, metas e processos, no intuito tanto de facilitar quanto de conhecer a capacidade de inteligência instalada para sustentar os resultados, o conhecimento e a perenidade da empresa.

Caso os avaliadores de desempenho tornem esses instrumentos fonte de conceitos, como se fossem rótulos ou conclusões sobre os indivíduos que estão se distanciando da essência criativa e singular, não serão avaliados os potenciais de alto desempenho. Além disso, os processos educativos decorrentes terão foco em padrões e atributos definidos pelos moldes e não pela necessidade específica das pessoas ou empresas.

Por isso é importante utilizar formas de medir a excelência, com instrumentos próprios ou customizados que sejam aderentes à cultura, aos contextos e às circunstâncias para que possamos identificar o que queremos medir. 

Os atributos a serem buscados vão desde dedicação, esforço, persistência, resposta à carga de trabalho e nível de energia consumida, até a capacidade de empatia, colaboração e ajuda, senso de humanidade, saúde etc. Os indicadores são tantos que, às vezes, pensamos não caber em uma só pessoa.

Premissas e pressupostos

Para ter valor, uma avaliação de desempenho precisará atender a dois aspectos: 1. neutralidade e objetividade no trato dos fatos e 2. ocorrências no trabalho e no processo de comunicação com acolhimento, que ajuda a compreender a narrativa do avaliado.

Prestar atenção às premissas que orientam o feedback alteram o produto de uma avaliação de desempenho, tornando-a construtiva ou desqualificadora. Podemos nos perguntar:

Repertório do avaliado

Uma forma de assegurar a eficácia da avaliação de desempenho também é conhecer amplamente o avaliado. Por isso, observe:

  •  Sua formação (origem e raízes culturais);
  •  Suas crenças permissoras e proibitivas;
  •  Os campos, papéis e territórios por onde circulou;
  •  O momento de vida e carreira que está vivendo;
  •  Os dilemas e sonhos;
  •  As barreiras superadas e/ou que vai enfrentar;
  •  As oportunidades e necessidades.

Só assim é possível compreender o contexto, os limites, as necessidades, as facilidades ou as dificuldades de evolução profissional.

Algumas situações típicas que impactam o desempenho

  •  Demora na entrega: pode não ter delegação.
  •  Falta de informação ou conhecimento: selecionar o que dizer.
  •  Falta de dedicação ou engajamento: confiança abalada e medo.
  • Crises de relacionamento: culpa mútua.
  •  Demandas por decisões: esqueceu, demorou ou  não deu atenção.

O poder da comunicação

Recomenda-se que a comunicação com o avaliado considere a importância da fala, o ato de compartilhar o pensamento e o saber. Isso significa trazer, na prática, os fatos descrevendo situações e as condutas observáveis, evitando adjetivos e reforçando os verbos.

A escuta é um ato de tornar presente  importante aos interlocutores. Trata-se de um exercício de presença, valorização e compromisso.

A pergunta é um exercício criativo, de aprofundamento, compreensão e direcionamento para o futuro. Ela motiva, desafia e cria o inconformismo como alavanca de evolução.

O silêncio é um momento sagrado da compreensão e do compromisso. Para ser efetivo, o feedback deve ser visto e usado como ferramenta de estímulo de desempenho.

Fazer uso desses diferentes modos de comunicar para neutralizar o efeito de padrões, auxilia o avaliador a explorar o potencial de quem está sendo avaliado.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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