marca empregadora Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/marca-empregadora/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Mon, 10 Aug 2026 14:21:52 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png marca empregadora Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/marca-empregadora/ 32 32 Do colaborador a embaixador: transformando engajamento em reputação https://blog.dialog.ci/de-colaborador-a-embaixador-transformando-engajamento-interno-em-reputacao-externa/ https://blog.dialog.ci/de-colaborador-a-embaixador-transformando-engajamento-interno-em-reputacao-externa/#respond Thu, 13 Aug 2026 11:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6744 Quando se fala sobre a reputação de uma empresa, quais estratégias vêm à sua mente? É comum imaginar diversas campanhas publicitárias com esse objetivo. Mas você já parou para pensar que um dos maiores ativos para a construção de uma boa reputação está dentro da própria empresa? A voz mais confiável para falar sobre a […]

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Quando se fala sobre a reputação de uma empresa, quais estratégias vêm à sua mente? É comum imaginar diversas campanhas publicitárias com esse objetivo. Mas você já parou para pensar que um dos maiores ativos para a construção de uma boa reputação está dentro da própria empresa?

A voz mais confiável para falar sobre a sua empresa não é o setor de Marketing, o CEO ou um influenciador contratado. São aqueles que vivem a cultura, os valores e o dia a dia da operação, conhecendo os desafios e as engrenagens que fazem o negócio acontecer: os próprios colaboradores.

Mesmo com boas estratégias de Comunicação Interna e ações de engajamento, muitas empresas sentem que o impacto disso tudo fica retido da porta para dentro. Já parou para pensar que a Comunicação Interna pode ser uma grande aliada também para a comunicação externa? 

É por isso que muitas empresas têm investido no Employee Advocacy (Embaixadores da Marca) e transformado os colaboradores em defensores da companhia, pessoas capazes de converter a cultura interna em autoridade e reputação no mercado. E hoje iremos abordar justamente este assunto.

Vamos lá? 

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A ponte entre cultura interna e reputação externa

Antes de qualquer coisa, vamos ao conceito de Employee Advocacy (Embaixadores da Marca). Segundo a GPTW Brasil, o termo se refere a uma estratégia de comunicação na qual os funcionários se tornam porta-vozes da marca, compartilhando conteúdos da empresa de forma voluntária, principalmente em suas redes sociais.

Nas redes sociais, o grande diferencial não está em campanhas engessadas ou grandes nomes do mercado, mas sim na força de conexões reais e humanas. Assim como o público se conecta com experiências genuínas compartilhadas por influenciadores digitais, o mercado reconhece e valoriza empresas que têm seus próprios colaboradores como embaixadores.

Quando quem vive o dia a dia da companhia compartilha suas vivências de maneira espontânea, esse engajamento autêntico transforma a percepção da marca, gerando um impacto direto e relevante no Employer Branding.

Employer Branding, ou Marca Empregadora (em português), é a estratégia que uma empresa usa para construir e promover sua reputação como um bom lugar para trabalhar. Hoje, essa reputação já não se sustenta mais em relatos genéricos nas plataformas com avaliações de empresas, exigindo um conteúdo humano, real e personalizado. 

A ponte entre a cultura interna da empresa e a reputação externa são os próprios colaboradores. Afinal, ninguém melhor do que eles para mostrar o dia a dia da companhia e propagar a cultura da empresa de maneira autêntica, real e orgânica. 

Transformando colaboradores em embaixadores

É comum que muitas empresas adotem projetos como um programa de influenciadores internos para propagar a ideia de transformar os colaboradores em embaixadores da companhia. Mas existem boas práticas que podem ser implementadas na rotina de CI e, posteriormente, englobadas em um programa de influenciadores internos. Algumas são: 

  • Cultura primeiro, redes depois: não existe influência positiva sem engajamento real. Tentar forçar compartilhamentos de conteúdos da empresa nas redes sociais, sem uma cultura forte gera o efeito oposto;
  • Diretrizes claras: reduza o medo do colaborador de postar algo errado. Crie um guia simples sobre o que é incentivado, o que deve ser evitado e como proteger dados confidenciais na hora de produzir um conteúdo orgânico, sem podar a autenticidade;
  • Capacitação e letramento digital: ofereça treinamentos básicos sobre marca pessoal, posicionamento nas redes e criação de conteúdo. O objetivo é dar autonomia e segurança para que os colaboradores compartilhem suas vivências reais, incentivando sempre o uso de sua própria linguagem;
  • Reconhecimento e gamificação: apresentar os destaques internos, desenvolver programas de pontos, pensar em mimos ou reconhecimentos públicos, sem transformar a iniciativa em algo mecânico, gera reconhecimento e fortalece o engajamento do colaborador envolvido na estratégia.

Nenhum colaborador se torna embaixador por obrigação. Para que a sua equipe sinta orgulho de defender a marca lá fora, ela precisa, antes de tudo, ter uma boa experiência da porta para dentro. E isso passa por uma Comunicação Interna que dê voz, escuta e a segurança necessária para que cada pessoa se sinta à vontade para dar esse passo.

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Faça da voz dos seus colaboradores o seu maior ativo de marca 

Uma voz ativa no mercado começa com uma escuta e um engajamento ativos dentro da empresa. Porém, gerenciar um programa de embaixadores manualmente exige tempo, controle de diretrizes e mensuração constante, o que costuma sobrecarregar os times de Comunicação e RH.

É por isso que você pode contar com a Dialog!

Em nossa plataforma, você centraliza a Comunicação Interna, engaja os colaboradores em uma rede própria e facilita o compartilhamento de conteúdos de forma fluida, segura e mensurável.

Quer transformar a força da sua cultura interna em reputação de mercado? Conheça a Dialog e agende uma demonstração!

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Por Viviane Ramos, Analista de Conteúdo e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é Employee Advocacy (Embaixadores da Marca)?
Employee Advocacy é uma estratégia que transforma colaboradores em porta-vozes da empresa, compartilhando conteúdos e experiências reais da marca de forma voluntária.

2. Como os colaboradores ajudam na reputação externa da empresa?
Ao compartilharem suas vivências, os colaboradores fortalecem a imagem da marca com uma comunicação mais humana, autêntica e confiável.

3. Qual a relação entre Comunicação Interna e Employer Branding?
Uma Comunicação Interna eficiente fortalece a cultura e o engajamento, criando colaboradores mais preparados para promover a reputação da empresa no mercado.

4. Como transformar colaboradores em embaixadores da marca?
É importante investir em cultura, diretrizes claras, capacitação digital e reconhecimento para incentivar o compartilhamento espontâneo e seguro.

5. Quais são os benefícios de um programa de embaixadores internos?
A estratégia aumenta a visibilidade da marca, fortalece o Employer Branding e aproxima a empresa do público por meio de vozes reais.

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Todo mundo quer construir uma marca empregadora forte. Ter um LinkedIn bonito, aparecer entre as “melhores empresas para trabalhar”, atrair talentos alinhados com a cultura, ver colaboradores falando com orgulho sobre o lugar onde trabalham.

Mas, na prática, o caminho não é tão simples assim.

Uma pesquisa da Minds & Hearts com a Cia de Talentos revelou que 89% das empresas brasileiras enfrentam dificuldades para implantar ou manter uma estratégia sólida de Employer Branding. E o motivo, muitas vezes, não está na falta de intenção, mas na falta de coerência.

Porque Employer Branding não é só sobre o que a empresa fala. É sobre o que as pessoas vivem.

E aí surge a pergunta que realmente importa: a sua marca empregadora está sendo construída de dentro pra fora… ou só de fora pra fora?

O Employer Branding começa antes da atração de talentos

Muita gente ainda associa Employer Branding apenas a busca por talentos para preencher novas vagas. Mas a verdade é que ele começa antes mesmo da candidatura e continua muito depois da admissão.

A percepção de uma marca empregadora é construída em cada ponto de contato:

Crédito: Portal.

E, principalmente, no que a empresa entrega no dia a dia. Ou seja: não adianta criar campanha emocionante se a experiência real não acompanha a promessa.

E o mercado já percebeu isso. Segundo o estudo Carreira dos Sonhos, da Cia de Talentos, 70% dos jovens sentem que as empresas venderam uma coisa durante o recrutamento e entregaram outra depois da contratação.

Boa parte dessa percepção começa ainda na experiência de candidatura, com erros simples de resolver, mas continuam fazendo parte da realidade de muitas empresas:

  • Vagas genéricas;
  • Excesso de buzzwords;
  • Ausência de transparência salarial;
  • Etapas longas;
  • Falta de retorno, entre outros.

E isso impacta diretamente a forma como a marca empregadora é percebida. Hoje, o candidato não compara apenas salário ou benefícios. Ele compara experiência.

Como resumiu a Mari Torres no H4RESULTS 2025:

Crédito: Portal.

Além disso, muitas empresas ainda usam canais como LinkedIn e TikTok apenas para reforçar posicionamento institucional, esquecendo da marca empregadora. Cases bonitos e campanhas criativas têm seu valor, claro. 

Mas quem está buscando uma oportunidade quer entender outra coisa:

  • Como é o clima;
  • Como as lideranças atuam;
  • Quais possibilidades de crescimento existem;
  • E como a cultura aparece no cotidiano.

Employer Branding forte não é o que a empresa diz sobre si mesma. É o que as pessoas conseguem sentir quando olham pra ela.

O que enfraquece uma marca empregadora?

Na maioria das vezes, o problema não está na ausência de ações. Está na desconexão entre elas.

Muitas empresas definem valores inspiradores, criam apresentações lindas sobre cultura e estruturam campanhas elaboradas de atração. Mas deixam tudo isso desaparecer na prática.

E o colaborador percebe.

Crédito: Portal.

O reflexo disso aparece rápido:

  • 1 em cada 2 profissionais brasileiros não consegue se ver na mesma empresa daqui a um ano;
  • 50% das empresas afirmam que seu principal desafio hoje é atrair e reter talentos;
  • e 60% das pessoas que têm uma experiência ruim em um processo seletivo falam mal da empresa depois.

No fim, a conta chega. Porque cultura desalinhada não afeta apenas retenção. Afeta reputação.

O que sustenta uma marca empregadora forte?

Se o Employer Branding é a reputação da empresa como lugar para trabalhar, essa reputação não nasce de um único fator.

Ela é construída pela soma de tudo aquilo que o colaborador vive no dia a dia.

Crédito: Portal.

E é justamente aí que entra o EVP, a Proposta de Valor ao Colaborador. Na prática, ele resume aquilo que a empresa entrega para quem está dentro: a combinação entre experiência, cultura, desenvolvimento, benefícios, ambiente e propósito. O problema é que muitas empresas tratam esses pilares de forma separada. E, assim, construir uma experiência coerente entre todos esses atributos fica muito mais difícil.

E é aí que mora o perigo para manter os talentos atuais e os futuros: quando existe distância entre discurso e prática o colaborador percebe rapidamente.

Se a cultura defende flexibilidade, a liderança não pode controlar excessivamente. Se desenvolvimento é um dos fortes da marca, é preciso oferecer caminhos claros de crescimento. Se as campanhas falam sobre pertencimento, as relações internas precisam sustentar isso no cotidiano.

Employer Branding forte não nasce apenas daquilo que a empresa comunica. Nasce daquilo que ela entrega de forma consistente.

E quando esses fatores estão alinhados, acontece uma das coisas mais valiosas para qualquer marca empregadora: o colaborador começa a falar da empresa de forma espontânea.

É por isso que esse talvez seja o maior objetivo do Employer Branding: criar experiências tão coerentes que as próprias pessoas se tornem os canais mais fortes da marca.

Quem vive bem, fala bem

Existe um erro muito comum ao pensar Employer Branding: acreditar que ele depende apenas da comunicação externa ou ativa. Mas marcas empregadoras fortes são construídas, principalmente, pelas pessoas que já estão dentro.

Quando a experiência interna faz sentido:

Crédito: Portal.

E a atração deixa de depender só de mídia e passa a acontecer também pela experiência compartilhada. Por isso, Employee Experience e Employer Branding caminham juntos. Ou, pelo menos, deveriam.

Se a sua empresa precisa de ajuda com isso, conte com a Portal.

Por Rafaela Moreira, Redatora na Portal.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Employer Branding: os desafios para atrair talentos em 2026 https://blog.dialog.ci/employer-branding-os-desafios-para-atrair-talentos-em-2026/ https://blog.dialog.ci/employer-branding-os-desafios-para-atrair-talentos-em-2026/#respond Thu, 15 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6328 Antes mesmo de se candidatar, o talento já formou uma opinião sobre a empresa. Ao observar o site de carreiras, o tom das redes sociais e o que as pessoas dizem, ele começa a entender como é trabalhar naquela organização. Esse conjunto de percepções é o que chamamos de Employer Branding. É nesse primeiro contato […]

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Antes mesmo de se candidatar, o talento já formou uma opinião sobre a empresa. Ao observar o site de carreiras, o tom das redes sociais e o que as pessoas dizem, ele começa a entender como é trabalhar naquela organização. Esse conjunto de percepções é o que chamamos de Employer Branding. É nesse primeiro contato que a decisão começa a ser construída.

Atrair talentos em 2026 passa, inevitavelmente, pela forma como as empresas constroem e comunicam essa identidade como Marcas Empregadoras. Nesse cenário, o Employer Branding deixa de ser apenas discurso e assume um papel central na forma como as organizações estruturam suas estratégias de pessoas e comunicação, refletindo escolhas reais feitas no dia a dia.

Ao acompanhar de perto diferentes empresas em seus movimentos de comunicação com os talentos do mercado, um padrão se repete: falta clareza sobre quais ações influenciam realmente a decisão das pessoas. É a partir desse ponto que se destacam os principais caminhos para a atração de talentos em 2026 e o papel cada vez mais estratégico da área.

Employer Branding integrado: quando a promessa precisa se sustentar

O principal desafio, e também a principal tendência, é enxergar o Employer Branding como um sistema integrado, não como um conjunto de ações isoladas. Marcas Empregadoras fortes são construídas quando comunicação, marca, pessoas e liderança operam a partir da mesma lógica estratégica.

Quando essa integração não acontece, o discurso se fragmenta: a empresa promete uma coisa ao mercado, vive outra internamente e comunica uma terceira nas redes sociais. Em 2026, a atração será consequência direta da capacidade de alinhar discurso, decisões e comportamentos.

Experiência do candidato como extensão da Cultura

Outro ponto central está na forma como a experiência do candidato é desenhada. Ela já não pode ser tratada como uma etapa operacional do recrutamento. O talento avalia a empresa antes mesmo de se candidatar, e continua avaliando durante todo o processo.

Sites de carreiras, respostas automáticas, entrevistas e feedbacks comunicam valores de forma muito mais potente do que qualquer campanha. O Employer Branding se fortalece quando a comunicação transforma processos em experiências claras, humanas e respeitosas. Simplicidade, linguagem acessível e transparência passam a ser critérios decisivos de escolha.

Autenticidade como critério de confiança

A autenticidade deixa de ser um diferencial criativo e torna-se um parâmetro básico de confiança. Talentos não esperam perfeição, mas rejeitam incoerência.

Redes sociais de carreira, especialmente plataformas como Instagram e TikTok, funcionam como espaços de validação da Cultura. Bastidores, histórias reais e vozes diversas constroem proximidade, desde que sustentadas por práticas consistentes.

No Employer Branding, autenticidade não está no formato, mas na verdade que ele carrega. Quando a comunicação tenta compensar, com narrativa, o que a experiência não sustenta, a ruptura acontece.

Pessoas no centro: colaboradores e lideranças como referência

A confiança migrou das marcas para as pessoas. Por isso, um dos movimentos mais relevantes para a atração de talentos é o protagonismo de colaboradores e lideranças na comunicação.

Talentos observam quem lidera, como lidera e o que compartilha. Estilos de liderança, posicionamentos e comportamentos públicos influenciam diretamente a decisão de candidatura e a sua permanência. O desafio da comunicação é criar estruturas que apoiem essa expressão sem transformá-la em discurso institucional. No Employer Branding, pessoas conectam mais do que slogans.

Dados como direção

O uso mais inteligente de dados é outro ponto decisivo. Métricas de atração, engajamento e reputação já fazem parte da rotina, mas seu valor está na interpretação, não no volume.

O Employer Branding orientado por dados ajuda a entender o que gera conexão real, onde existem ruídos e quais narrativas precisam ser ajustadas. Em 2026, dados não engessam a comunicação: eles dão segurança para decisões mais humanas, estratégicas e coerentes.

O que muda, de fato, na atração de talentos

Ao olhar para 2026, fica claro que a atração de talentos será menos sobre convencer e mais sobre revelar. Revelar Cultura, escolhas e prioridades.

O Employer Branding entra em uma fase de maturidade, na qual comunicação, pessoas e negócio precisam caminhar juntos. As empresas que compreenderem esse movimento estarão mais preparadas para atrair talentos alinhados às suas necessidades e permitir que as pessoas façam escolhas mais conscientes.

No fim, a comunicação cumpre seu papel mais estratégico: organizar sentidos, sustentar verdades e permitir que o talento escolha com clareza.

Por Andressa Brum Merolillo, CEO da HappyHouse.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Transparência como estratégia: é impossível não se comunicar https://blog.dialog.ci/transparencia-como-estrategia-e-impossivel-nao-se-comunicar/ https://blog.dialog.ci/transparencia-como-estrategia-e-impossivel-nao-se-comunicar/#respond Thu, 10 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5990 Imagine trabalhar em uma empresa na qual a informação sempre chega atrasada, filtrada e sem transparência — mostrando só o lado bom da história. Agora, pense no impacto de receber uma carta do CEO dizendo com franqueza: “Ainda não tenho todas as respostas. Esse processo está em curso. Assim que tiver definido, vocês serão os […]

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Imagine trabalhar em uma empresa na qual a informação sempre chega atrasada, filtrada e sem transparência — mostrando só o lado bom da história. Agora, pense no impacto de receber uma carta do CEO dizendo com franqueza: “Ainda não tenho todas as respostas. Esse processo está em curso. Assim que tiver definido, vocês serão os primeiros a saber”.

Isso muda tudo, não muda?

Quando o silêncio comunica mais do que palavras

Esse exemplo me leva a refletir sobre um princípio essencial da comunicação humana formulado por Paul Watzlawick, psicólogo austríaco: é impossível não se comunicar.

Segundo ele, todo comportamento, incluindo o silêncio, transmite uma mensagem. Um comunicado que não chega, uma decisão que não é explicada, uma TV desligada, um mural desatualizado… Tudo isso “fala”. Tudo isso comunica.

E talvez seja justamente por não considerar esse princípio com a devida atenção que algumas empresas acabam enfrentando, em maior ou menor grau, uma desconexão entre discurso e prática.

O que aprendemos ao ouvir quem está dentro da empresa

Nos diagnósticos de Comunicação Interna e Endomarketing que realizo com colaboradores em diferentes países e contextos organizacionais, algumas frases se repetem:

  • “Não percebo a empresa comprometida em manter o colaborador informado.”
  • “A gente fica sabendo sobre a organização pelo LinkedIn e não pelos canais internos.”
  • “A liderança tem o domínio das informações, mas não compartilha conosco”.
  • “A empresa tem um discurso nos seus canais institucionais e outro nos canais de Comunicação Interna.”

O que essas falas revelam é uma lacuna de percepção, e essa lacuna se chama falta de atenção com a Comunicação Interna.

Nos planejamentos de Comunicação Interna e Endomarketing que desenvolvemos, essa é uma das premissas mais importantes: não existe “não comunicação”. 

Quando a empresa se cala, hesita ou evita falar sobre determinados temas, a comunicação acontece do mesmo jeito, seja nos corredores, no WhatsApp, nas interpretações individuais, nos grupos privados do Facebook e no Telegram. E, muitas vezes, com ruídos e distorções.

A transparência na comunicação é um dos pilares para fortalecer a cultura organizacional. Em um ambiente no qual todos têm acesso às mesmas informações, os valores e a missão da empresa são reforçados, promovendo uma cultura mais inclusiva, colaborativa e alinhada.

É por isso que defendemos uma comunicação sistemática, consistente e frequente. Uma comunicação que não só comunique sobre os valores, a missão e o propósito da empresa, mas que atualize os colaboradores sobre como esses princípios se conectam às decisões, às iniciativas e aos movimentos da organização no dia a dia. Assim, é possível construir credibilidade e pertencimento.

Porque, quando o colaborador percebe que a empresa não está sendo transparente, não é só da área de comunicação que ele desconfia. É da empresa. E isso tem impacto direto na reputação, no clima organizacional e no engajamento.

Como costuma dizer Analisa Brum, fundadora da Happy, referência em Comunicação Interna no Brasil: “A transparência não é só uma boa prática, é a essência da comunicação dentro das empresas. Informação clara, verdadeira e acessível é o que mais aproxima pessoas e organizações. Gera vínculo. Gera valor”.

Estrutura, consistência e liderança: os pilares da Comunicação Interna transparente

Isso não quer dizer que tudo precisa ser comunicado de qualquer jeito. Excesso de informação sem critério também atrapalha. No entanto, especialmente em tempos de mudança, é importante lembrar: ficar em silêncio diz muito. E de um jeito negativo. “Maquiar” o tom ou tentar “proteger” os colaboradores, omitindo ou suavizando informações, pode ter o efeito oposto: quebrar a confiança e ampliar o distanciamento.

Para mudar isso, não basta boa vontade. É preciso estrutura. E estrutura, aqui, significa ter um sistema de Comunicação Interna e Endomarketing estratégico, claro e bem definido, composto por meios, canais, editorias e grupos de conteúdo, além de uma linguagem alinhada à cultura e fluxos consistentes de produção. 

Também é fundamental engajar as lideranças como líderes comunicadores ativos, preparados e responsáveis por fortalecer os vínculos com suas equipes. Quando isso está funcionando, a área de Comunicação deixa de ser apenas executora de tarefas e passa a ser uma parceira estratégica do negócio.

A confiança nasce da consistência, da frequência e da clareza, e é isso que sustenta relações reais entre empresas e pessoas.

Porque comunicar de forma transparente é refletir a cultura que a empresa deseja fortalecer. É dizer: “Confiamos em você, queremos que caminhe junto e, por isso, vamos dividir o que sabemos, inclusive quando ainda não temos todas as respostas”.

E essa, talvez, seja uma das mensagens mais poderosas que uma organização pode transmitir.

Por Ana Carolina Holderbaun Bolsson, Executiva de Planejamento na HappyHouse.

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Entre o discurso e a prática: o impacto do desalinhamento entre marca empregadora e Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/entre-o-discurso-e-a-pratica-o-impacto-do-desalinhamento-entre-marca-empregadora-e-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/entre-o-discurso-e-a-pratica-o-impacto-do-desalinhamento-entre-marca-empregadora-e-comunicacao-interna/#respond Wed, 04 Jun 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5899 É fato que Comunicação Interna e marca empregadora estão intimamente ligadas. A percepção dos colaboradores sobre a empresa, influenciada pela Comunicação Interna, molda a imagem da marca empregadora.  Mas antes de falarmos sobre isso, vamos fazer um resgate do que é marca empregadora?  A marca empregadora (ou Employer Branding) é a imagem da empresa como […]

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É fato que Comunicação Interna e marca empregadora estão intimamente ligadas. A percepção dos colaboradores sobre a empresa, influenciada pela Comunicação Interna, molda a imagem da marca empregadora. 

Mas antes de falarmos sobre isso, vamos fazer um resgate do que é marca empregadora

A marca empregadora (ou Employer Branding) é a imagem da empresa como empregadora, percebida por colaboradores, candidatos e público como um bom lugar para trabalhar, construída por fatores como cultura, valores, experiências internas e comunicação. 

Essa imagem se baseia no Employee Value Proposition (EVP), ou Proposta de Valor, um conjunto de promessas e valores que ela oferece aos seus funcionários em troca de suas contribuições. É a razão pela qual as pessoas escolhem trabalhar naquela empresa e o que as mantém engajadas. O EVP é fundamental para a marca empregadora, pois define como a empresa se apresenta aos potenciais candidatos e como ela é percebida no mercado. 

A importância da coerência

Empresas investem em um EVP atraente, benefícios competitivos e um storytelling cultural cativante para projetar a imagem de um bom lugar para trabalhar. No entanto, o desalinhamento entre esse discurso e a realidade pode ocorrer quando a vivência do dia a dia revela práticas e políticas internas diferentes da narrativa inicial, colocando a Comunicação Interna em uma posição desafiadora. Qual é o impacto desse desalinhamento? A resposta, como veremos a seguir, é profunda e multifacetada. 

1. O cuidado com o discurso perfeito

Um erro que pode ser comum na gestão da marca empregadora é a adesão superficial ao conceito. Muitas organizações enfatizam um EVP forte, mas falham em traduzi-lo em práticas concretas. 

Projetos engavetados e iniciativas não concretizadas fazem com que a realidade do dia a dia dos colaboradores pouco se assemelhe ao discurso positivo externo, gerando uma crise de credibilidade interna. Afinal, são os colaboradores que vivenciam as políticas, os processos, a cultura e a liderança da empresa. Se a promessa de um bom plano de carreira não se cumpre em oportunidades reais ou a qualidade de vida anunciada não se reflete em flexibilidade e bem-estar, a confiança se perde. 

Nesse cenário, a Comunicação Interna enfrenta o desafio de comunicar um “conceito abstrato” não praticado. Tentar sustentar essa narrativa irreal é ineficaz e pode gerar desconfiança em todas as comunicações da empresa. O colaborador que se sentiu atraído por uma promessa não cumprida pode se tornar um detrator vocal, minando a reputação da empresa interna e externamente.

2. O papel “vendido” da Comunicação Interna

Sabemos que um dos papéis cruciais da Comunicação Interna é conectar o EVP com o cotidiano dos colaboradores, por meio de canais e campanhas, apoio à comunicação da liderança e ações das áreas. A CI é a ponte que traduz o valor em experiências e percepções positivas. No entanto, diante do questionamento central deste artigo — “e quando o EVP é inexistente ou desalinhado?” — a resposta é que a CI se torna refém. 

É impossível comunicar o que não se pratica ou inspirar com base em uma realidade distorcida. Essa tentativa é ineficaz e prejudica a credibilidade da área. Por exemplo: promover um programa de desenvolvimento de lideranças que, na prática, não oferece oportunidades reais de crescimento ou que é implementado de forma inconsistente. Ou então, divulgar os benefícios de um ambiente de trabalho colaborativo quando a realidade é marcada por competição interna e falta de apoio. Essa dissonância entre a mensagem e a vivência gera frustração e desengajamento, inclusive, resultando em retrabalho!

3. O que a CI precisa, então, para atuar com o propósito que se espera dela?

A Comunicação Interna pode dar “visibilidade” a aspectos importantes da experiência do colaborador. No entanto, como a CI terá sucesso se esses elementos forem falhos ou negligenciados? Divulgar um programa de benefícios defasado, celebrar conquistas irrelevantes ou promover uma cultura de diversidade não praticada são ações ineficazes e que geram desconfiança.

A pesquisa Employer Branding Now 2023, da Universum, enfatiza a importância da autenticidade da marca empregadora. Em um mercado competitivo, a entrega é tão importante quanto a promessa. A pesquisa aponta que o Employer Branding é uma prioridade crescente para líderes de talento, e que atributos como “propósito inspirador” precisam ser genuínos para ressoar com os profissionais. O desalinhamento entre discurso e prática influencia a decisão de aceitar ou permanecer na empresa.

Para atuar com propósito, a Comunicação Interna precisa de “matéria-prima” de qualidade: ações concretas, políticas consistentes, cultura viva e um EVP que se traduza em experiências positivas. Caso contrário, a área se torna porta-voz de um discurso vazio, sem poder de engajar e gerar pertencimento.

4. Urgência e relevância da parceria estratégica

A solução para esse impasse reside na parceria estratégica entre RH e Comunicação Interna, áreas naturalmente aliadas na construção de uma marca empregadora forte. Enquanto o RH define e implementa o EVP, as políticas de gestão, os programas de desenvolvimento e os benefícios, a CI traduz essas iniciativas em mensagens claras e relevantes para o público interno. 

Para uma parceria eficaz, a Comunicação Interna deve participar desde a criação do EVP. Compreender a fundo a proposta de valor permite que a CI construa uma estratégia de comunicação autêntica e alinhada com a realidade internamente. Da mesma forma, o RH precisa considerar o feedback dos colaboradores, frequentemente obtido pela CI, para identificar desalinhamentos. O diálogo, a transparência e a colaboração são cruciais. Reuniões, compartilhamento de dados e objetivos comuns fortalecem essa parceria e garantem uma mensagem consistente da marca empregadora.

5. A importância da percepção interna

A pesquisa da Universum também enfatiza a importância da tomada de decisão baseada em dados no Employer Branding. Empresas atraentes usam métricas para monitorar recrutamento, engajamento e retenção. Assim, a percepção dos colaboradores é um dado crucial. Pesquisas de clima, de Comunicação Interna e canais de feedback são ferramentas para identificar desalinhamentos entre a promessa da marca empregadora e a experiência real. 

A análise desses dados permite identificar problemas, entender as necessidades dos colaboradores e ajustar práticas de comunicação. Ignorar a opinião interna é um erro que prejudica a reputação e a capacidade de atrair e reter talentos.

Você se identifica ou enfrenta esse tipo de desafio? Conte com a P3K!

Como a maior agência de Comunicação Interna Estratégica do país, estamos prontos para ajudar sua empresa a (re)alinhar esses pontos, analisando os atributos essenciais da sua marca empregadora e conectando-os a um plano de comunicação estratégico, eficiente e que faça sentido! Clique aqui e fale com a gente!

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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EVP e transformação digital: conectando pessoas e tecnologias para o futuro https://blog.dialog.ci/evp-e-transformacao-digital-conectando-pessoas-e-tecnologias-para-o-futuro/ https://blog.dialog.ci/evp-e-transformacao-digital-conectando-pessoas-e-tecnologias-para-o-futuro/#respond Mon, 20 Jan 2025 11:59:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5537 A transformação digital está mudando a forma como vivemos e trabalhamos e, no ambiente corporativo, isso significa lidar com dois grandes desafios: a necessidade de adaptação rápida a novas tecnologias e a escassez de habilidades críticas. Nesse contexto, treinamentos focados em soft skills, aliados a uma Comunicação Interna estruturada e estratégica, se tornam fundamentais para […]

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A transformação digital está mudando a forma como vivemos e trabalhamos e, no ambiente corporativo, isso significa lidar com dois grandes desafios: a necessidade de adaptação rápida a novas tecnologias e a escassez de habilidades críticas. Nesse contexto, treinamentos focados em soft skills, aliados a uma Comunicação Interna estruturada e estratégica, se tornam fundamentais para engajar equipes, reter talentos e fortalecer a marca empregadora. Esses pilares estão alinhados aos princípios do EVP. Saiba mais a seguir.

O que torna o Employee Value Proposition (EVP) essencial?

Mais do que nunca, as empresas precisam reavaliar sua relação com os colaboradores. O EVP (Proposta de Valor do Colaborador) não é apenas sobre salários ou benefícios; é sobre oferecer propósito, criar uma cultura organizacional inspiradora e proporcionar oportunidades reais de crescimento.

A pesquisa Future of Work, da McKinsey, destacou que 70% dos trabalhadores agora consideram o trabalho com propósito e impacto como uma das prioridades em sua trajetória profissional. 

No mercado competitivo de hoje, a luta por talentos é acirrada! Ter uma marca empregadora forte deixou de ser opcional. Empresas que alinham seus valores às necessidades dos colaboradores conseguem atrair e reter talentos com mais eficiência. Isso é particularmente relevante quando consideramos que muitas organizações enfrentam dificuldades para preencher lacunas de habilidades técnicas, cognitivas e sociais.

Investir em um EVP significa treinar, ouvir e desenvolver as pessoas de forma genuína. Esse processo cria um ciclo virtuoso de atração, engajamento e retenção, conectando as necessidades dos colaboradores ao que a empresa pode oferecer.

Redes sociais corporativas: o elo entre comunicação e experiência

Para que o EVP se torne realidade, a Comunicação Interna precisa ser clara, consistente e alinhada à experiência do colaborador. É aqui que as redes sociais corporativas desempenham um papel importante. Mais do que canais de troca de informações, elas são ferramentas para aprendizado, reconhecimento e interação.

Integradas às novas tecnologias, plataformas como a Dialog podem personalizar a experiência de cada colaborador, oferecendo conteúdos personalizados, automatizando processos, conectando equipes e revelando dados estratégicos sobre os resultados da comunicação. Além disso, as redes sociais internas criam um ambiente de diálogo e transparência, em que o protagonismo do colaborador é incentivado e reconhecido.

Educação e requalificação: preparando para o futuro

No contexto da automação e do uso crescente de novas tecnologias, priorizar o desenvolvimento humano não é somente desejável, é essencial! Redes sociais corporativas podem ampliar o alcance e a eficácia de programas de treinamento e requalificação. Elas permitem identificar lacunas de habilidades em tempo real e, assim, permitem que a liderança crie jornadas de desenvolvimento únicas e alinhadas às necessidades de cada colaborador e da organização.

Reputação e marca empregadora para construir valor no mundo digital

Uma marca empregadora forte é construída de dentro para fora. A experiência vivida pelos colaboradores e compartilhada por eles é a base da reputação da empresa. Dados da Link Humans mostram que 84% dos candidatos considerariam mudar para uma organização com melhor reputação como empregadora.

Redes sociais corporativas bem gerenciadas são vitrines excelentes do EVP, permitindo que as empresas transmitam valores, propósito e cultura em todas as etapas da jornada do colaborador, desde a atração até a retenção.

Estamos vivendo o futuro do trabalho agora — um ambiente digital, conectado e centrado no ser humano. Ao integrar novas tecnologias, redes sociais corporativas e um EVP bem estruturado, sua empresa irá se destacar no mercado e proporcionar um ambiente de trabalho no qual a inovação e o propósito caminham lado a lado.

Transforme sua empresa hoje, fale com a Incanto e conheça nossa estratégia de EVP personalizada

Não espere para agir. Invista no seu EVP e transforme a maneira como sua organização se conecta com os colaboradores. Crie um ambiente que une inovação e propósito para atrair, desenvolver e reter os melhores talentos — e esteja preparado para liderar os desafios do futuro.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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O papel do colaborador influenciador na estratégia de Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/o-papel-do-colaborador-influenciador-na-estrategia-de-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/o-papel-do-colaborador-influenciador-na-estrategia-de-comunicacao-interna/#respond Thu, 02 May 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4812 Quando você pensa em comprar um determinado produto, o que você considera: um anúncio ou uma recomendação de um amigo ou conhecido? Nos últimos anos, muitos estudos apontaram uma queda na credibilidade da publicidade tradicional. Ao mesmo tempo, acompanhamos um crescimento exponencial do poder de um influenciador, sobretudo nos ambientes digitais. Um estudo recente da […]

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Quando você pensa em comprar um determinado produto, o que você considera: um anúncio ou uma recomendação de um amigo ou conhecido? Nos últimos anos, muitos estudos apontaram uma queda na credibilidade da publicidade tradicional. Ao mesmo tempo, acompanhamos um crescimento exponencial do poder de um influenciador, sobretudo nos ambientes digitais.

Um estudo recente da Nielsen deixou evidente os novos hábitos: 84% dos consumidores tomam decisões com base em opiniões de fontes confiáveis, acima de outras formas de anúncios. E ainda, 92% dos entrevistados preferem seguir recomendações de amigos e familiares em detrimento da publicidade tradicional.

Por que estou falando de hábitos de consumo se o nosso tema é a importância de um colaborador, no papel de influenciador, diante da estratégia de Comunicação Interna?

É simples: não podemos separar os nossos costumes – e aqui incluo também a nossa rotina de consumo de informação – quando estamos considerando organizações e a forma como elas se relacionam com os seus colaboradores.

A pesquisa “Tendências em Comunicação Interna (2024)”, realizada pela Aberje, apontou um crescimento na tendência de humanização da Comunicação Interna. O que significa que as narrativas voltadas às pessoas estão ganhando cada vez mais importância, assim como os movimentos rumo a uma comunicação mais horizontal. Desse modo, não surpreende o fato de que 31% das companhias participantes do estudo tenham considerado implementar programas de embaixadores internos, multiplicadores ou, ainda, influenciadores.

Já temos visto renomadas organizações tirarem essa estratégia do papel, elaborarem programas consistentes de redes de multiplicadores internos e, assim, passarem a colher os frutos. Uma matéria publicada na Exame aponta os microinfluenciadores como promessa de destaque nas multinacionais para este ano. Além disso, o artigo mostra como a Nestlé, a Pepsico e a Unilever estão apostando na tática para aumentar o engajamento dos seus públicos interno e externo.

Qual é a relevância de ter colaboradores como influenciadores?

O ROI (Return On Investment) em relação aos programas de multiplicadores pode variar de empresa para empresa e depende de uma série de fatores. No entanto, pesquisas e estudos de caso indicam resultados positivos de várias maneiras.

As redes de multiplicadores integram iniciativas de marca empregadora. Elas são parte de um planejamento estratégico de construção e desenvolvimento da cultura organizacional e de entrega do chamado EVP (Employee Value Proposition). Ou seja, na prática, os embaixadores internos têm atuação direta em papéis importantes como:

  • Melhorar o clima organizacional e fortalecer a reputação, transmitindo os valores, a missão e a visão da empresa para os colegas de trabalho e para os públicos externos;
  • Atrair novos talentos ao compartilhar suas experiências positivas e autênticas durante a jornada de desenvolvimento profissional;
  • Engajar e reter funcionários ao proporcionar um ambiente de trabalho positivo e mais colaborativo, ampliando o senso de pertencimento;
  • Trabalhar para a melhoria contínua dos processos, pois servem como um canal de comunicação entre as lideranças e os times. Eles podem fornecer feedbacks valiosos sobre a eficácia das iniciativas de marca empregadora e sugerir melhorias à cultura organizacional e ao EVP;
  • Ampliar a capilaridade das ações das áreas de Comunicação, Recursos Humanos e Cultura.

Nos últimos anos, houve um aumento significativo no interesse por redes de influenciadores internos. A crescente conscientização sobre a promoção da cultura organizacional e o engajamento dos funcionários à marca empregadora tem levado as empresas a adotar essas iniciativas em suas matrizes de canais de CI de forma mais ampla. Algumas métricas estão estabelecidas, mas os ganhos de uma implementação bem-sucedida de uma rede de multiplicadores internos, com longa duração e envolvimento entre seus integrantes, ainda são imensuráveis.

Particularmente, acredito na capacidade dessa estratégia para minimizar um dos grandes desafios da Comunicação Interna: fazer a comunicação chegar aos públicos operacionais ou àqueles que não trabalham diretamente conectados a computadores. 

Obviamente, essa não pode ser uma iniciativa isolada. Ela deve convergir com outros canais, como redes sociais corporativas, plataformas e aplicativos de Comunicação Interna, que facilitem a interação entre esses multiplicadores e seus colegas de trabalho. Isso deve ocorrer de modo bastante responsivo, em tempo real e fundamentado sempre por métricas analíticas que nos darão a oportunidade de promover melhores experiências aos funcionários e usuários da CI, dia após dia.

Antes de implementar um programa de multiplicadores, questione-se:

  1. Será que realmente eu conheço a fundo os colaboradores da minha organização? Seus hábitos de consumo de informação e entretenimento? O que esperam da Comunicação Interna? Em que temas sentem-se mal-informados hoje? Diagnostique.
  2. Estou preparado para responder às dúvidas e atender às demandas comunicacionais oriundas das interações dos demais funcionários com essa rede de multiplicadores?
  3. Tenho uma governança estruturada para colocar o programa em prática, com papéis e responsabilidades bem definidos para os membros da rede? Quais são os atitudinais desejáveis? Como capacitar as pessoas e instruí-las a atuar como embaixadores da marca empregadora?

São reflexões essenciais. Diria até que são fatores condicionantes de sucesso. Você já implementou uma iniciativa similar em sua organização? Se tiver interesse em ampliar a discussão ou obter mais informações sobre o programa, deixe seu comentário. No Grupo In Press, temos cases e metodologias a compartilhar.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Marca empregadora além do propósito https://blog.dialog.ci/marca-empregadora-alem-do-proposito/ https://blog.dialog.ci/marca-empregadora-alem-do-proposito/#respond Thu, 04 Apr 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4779 Quando alguém fala em marca empregadora, qual é a primeira coisa que você pensa? É muito comum lembrar de atração e retenção de talentos, de fazer a empresa ser desejada como um lugar para trabalhar. É raso, mas já é um começo. Na pesquisa da Employer Branding Brasil com a Dialog, o quiz de maturidade […]

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Quando alguém fala em marca empregadora, qual é a primeira coisa que você pensa? É muito comum lembrar de atração e retenção de talentos, de fazer a empresa ser desejada como um lugar para trabalhar. É raso, mas já é um começo.

Na pesquisa da Employer Branding Brasil com a Dialog, o quiz de maturidade identifica o nível de compreensão que o mercado brasileiro tem sobre marca empregadora. Uma das conclusões foi que “52,78% dos participantes se classificaram no nível 1 de maturidade, isso significa que o Employer Branding ainda é um tema pouco discutido e explorado dentro das organizações, o que faz com que as empresas não consigam atingir um bom posicionamento como marca empregadora no mercado”.

Com tantas atribuições e dúvidas, a gestão de marca empregadora é mais um daqueles temas que pode acabar no colo da comunicação, com ou sem o apoio de outras áreas. O problema já começaria aí, mas não é para essa direção que quero levar a reflexão de hoje.

Ao começar o mapeamento dos atributos de marca empregadora, é muito comum a alta liderança bater na tecla do propósito, sempre defendendo que é isso que vai mobilizar as pessoas, melhorar o engajamento e reter os talentos. Afinal, “nossa contribuição para a sociedade faz toda a diferença”.

O estudo da Randstand traz outros dados curiosos. Ao perguntar aos colaboradores sobre os atributos que avaliam como ideais em um empregador, os 3 mais importantes são progressão de carreira, salário/benefícios atrativos e ambiente de trabalho agradável. Já o atributo de contribuição à sociedade não apareceu entre os 10 mais citados como ideais.

Quando (quase) todo mundo quer se posicionar no território do propósito em marca empregadora, esse campo fica ainda mais competitivo, fazendo com que as empresas nele posicionadas precisem de diferenciais ainda mais concretos e frequentes. 

Uma empresa de mineração e uma empresa de produtos veganos ocupam o mesmo território do propósito, argumentando que contribuem para a sociedade e impactam positivamente vidas. Analisando criticamente, qual discurso vai soar mais coerente? Qual argumento vai ser mais crível? E quais diferenciais e provas concretas vão garantir mais aderência ao propósito?

Existem muitos territórios de marca empregadora, por que a gente insiste tanto em propósito? Eu quero me arriscar a dizer que talvez seja por modismo. Essa ideia de um propósito que faz com que pessoas totalmente diferentes, com opiniões e trajetórias distintas, se conectem por uma única causa é muito forte. Inclusive, com mais produtividade e menos conflitos.

Ainda nessa linha arriscada, a gente também abraçou a ideia de que as novas gerações se mobilizam mais por uma causa. Então, seria o propósito uma forma de unir diferentes gerações, opiniões, visões de mundo e até torcidas do BBB? Não vou nem falar de política! É o propósito que faz as pessoas escolherem e permanecerem na empresa. Será mesmo?

Ainda segundo o estudo da Randstand, em 2023, os principais fatores para colaboradores mudarem de emprego na América Latina foram:

  • melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional (44%);
  • remuneração baixa (35%);
  • falta de oportunidades de progressão de carreira (31%).

O desafio do consenso é enorme e cada vez mais complexo. Porém, o que eu gostaria de deixar como reflexão hoje é o leque de territórios de marca empregadora além do propósito. 

Sua empresa pode ter pessoas que não vão se conectar ao propósito, que vão achar esse discurso forçado e que vão duvidar das provas. Mas existem outros campos para mobilizá-las. A autonomia (agilidade, pouca hierarquia, rapidez na tomada de decisão), o aprendizado (formação, capacitação, repertório) e o trabalho em equipe (pertencimento, clima, diversidade) são apenas exemplos. 

Esses territórios podem garantir muito mais credibilidade e ser um diferencial no seu posicionamento de marca empregadora. Na Supera, sempre que um projeto assim surge, a gente busca ampliar os horizontes dos territórios. Definir os que fazem sentido para os atributos que a empresa já sustenta e, também, ter um olhar aspiracional para o futuro. Afinal, nem todo mundo se conecta ao propósito.

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A importância da presença digital de lideranças https://blog.dialog.ci/a-importancia-da-presenca-digital-de-liderancas/ https://blog.dialog.ci/a-importancia-da-presenca-digital-de-liderancas/#respond Tue, 26 Mar 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4667 O que era tendência, hoje é realidade: as lideranças são as novas produtoras de conteúdo das empresas, servindo como porta-vozes tanto nas redes sociais internas quanto externas.  A atuação on-line dos líderes aproxima a empresa das pessoas. Elas querem saber quem é o líder, como ele pensa e qual é sua rotina. E quando acontece […]

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O que era tendência, hoje é realidade: as lideranças são as novas produtoras de conteúdo das empresas, servindo como porta-vozes tanto nas redes sociais internas quanto externas. 

A atuação on-line dos líderes aproxima a empresa das pessoas. Elas querem saber quem é o líder, como ele pensa e qual é sua rotina. E quando acontece algo que envolve a empresa, todos querem um um pronunciamento da direção, mesmo que a organização já tenha se manifestado. Por essa razão, é essencial que seu discurso esteja alinhado aos valores da empresa. 

Outros elementos importantes para a construção da presença e da reputação digital são autenticidade e transparência. Um exemplo é a Karla Marques, vice-presidente da CIMED, que está presente não só no LinkedIn, mas também no Instagram e no TikTok, promovendo os produtos da empresa e criando uma marca pessoal de dar inveja. Até o “Oi, Tchurma!”, seu bordão da internet, se transformou em nome de um produto.

Maior alcance

Um dado muito importante sobre a presença on-line de líderes em redes sociais externas é a expansão do alcance da mensagem. De acordo com o LinkedIn, as publicações de perfis pessoais chegam a até 20% dos seguidores, enquanto o conteúdo de uma página empresarial atinge apenas 2,4%. 

Fortalecimento da marca empregadora

Muitas pessoas conhecem uma marca comercial, mas nunca pensaram em trabalhar na empresa que admiram. Para fortalecer a marca empregadora, os líderes têm a oportunidade de mostrar em seus perfis pessoais como é a cultura da empresa, os rituais e os eventos internos, dando uma visão geral de como é trabalhar lá e, com isso, despertar o interesse de futuros talentos. 

Como começar

Ter presença digital é uma construção. Para começar, não basta simplesmente abrir perfis nas redes sociais e postar. É preciso avaliar a rede e o tipo de conteúdo, sua relevância, se é ou não adequado etc. Isso porque toda vez que um executivo faz uma postagem em suas redes sociais, sejam elas internas ou externas, ele está construindo a sua marca pessoal e fortalecendo a empresa que representa. Cada publicação, curtida, comentário e compartilhamento vai construindo a reputação digital e influenciando a forma como os líderes são percebidos por outras pessoas.

Dicas para um perfil relevante

  • Seja autêntico, mostre quem você é de verdade. No início, pode dar um pouco de receio, mas é o melhor caminho. A audiência quer pessoas reais. 
  • Descubra o formato de conteúdo que você mais gosta e tem facilidade de produzir. 
  • Organize sua rotina para ter pelo menos um post por semana nas redes sociais (internas e externas).
  • Separe pelo menos 30 minutos por semana para interagir nas redes. Curta, comente e compartilhe conteúdos. Isso faz com que o seu perfil cresça e direciona o algoritmo para que seja mais assertivo nos conteúdos que leva ao feed.

Por fim, criar conteúdo é um investimento a longo prazo no crescimento da sua presença on-line e na construção de relacionamentos com seu público. Mesmo quando os resultados não são imediatamente visíveis, lembre-se de que cada postagem é uma peça importante no quebra-cabeça do seu sucesso digital. Mantenha o foco, seja consistente e esteja disposto a evoluir e adaptar sua estratégia à medida que sua presença on-line cresce.

Assinatura Raquel - Happy

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Comunicação Interna e sua relação com a marca empregadora https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-sua-relacao-com-a-marca-empregadora/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-sua-relacao-com-a-marca-empregadora/#respond Wed, 14 Jun 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4076 Atualmente, as organizações possuem alguns pilares que são imprescindíveis na construção da estratégia. Estamos falando de diversidade, ESG, compliance e marca empregadora. Esses têm sido temas recorrentes e relevantes, sobre os quais as empresas têm colocado muito esforço para mostrar que estão conectadas com a evolução da sociedade como um todo.  Por isso, além de […]

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Atualmente, as organizações possuem alguns pilares que são imprescindíveis na construção da estratégia. Estamos falando de diversidade, ESG, compliance e marca empregadora. Esses têm sido temas recorrentes e relevantes, sobre os quais as empresas têm colocado muito esforço para mostrar que estão conectadas com a evolução da sociedade como um todo. 

Por isso, além de contemplar projetos que materializam cada uma dessas frentes, as organizações precisam dar visibilidade a ações que fortaleçam a abordagem desses temas na empresa, conectando-a a um propósito maior. A Comunicação Interna é um dos meios pelos quais é possível mostrar como a companhia está tangibilizando esses esforços, construindo uma boa ou má reputação da marca no mercado.

O que é valor para as pessoas? 

Já é senso comum a percepção por parte de gestores que os colaboradores não ficam em uma determinada empresa apenas por salário ou benefícios. Hoje, principalmente quando estamos falando de gerações como Y, Millennials ou Z, podemos afirmar que os talentos procuram por uma empresa que possua propósito, tenha cuidado com o meio ambiente, seja ética e respeite as diferenças. 

Dentro dessa perspectiva, o mundo corporativo tem se debruçado na missão de construir seus EVPs (Propostas de Valor). Isso é feito como forma de mostrar aos profissionais que estão no mercado quais são as qualidades e os diferenciais que a organização possui, pensando em uma melhor empregabilidade e na construção de um clima de trabalho positivo. Esse é um dos primeiros passos para a criação de uma marca empregadora

Essa proposta de valor (EVP), depois de desenhada e construída, passa a fazer parte da comunicação, tanto para dentro quanto para fora das organizações. Por isso, ela precisa ser tangível; afinal, não basta contar uma história, ela precisa ser verdadeira. E é aí que entra a nossa tão importante Comunicação Interna. 

Colaboradores são porta-vozes da verdade, validando ou não a proposta de valor 

Divulgar a proposta de valor externamente é imprescindível na construção de uma estratégia de marca empregadora. Porém, também é necessário que os colaboradores dessa organização enxerguem verdade na proposta e possam ser porta-vozes do que a empresa tanto valoriza. 

Essa é uma construção que não se faz a curto prazo ou da noite para o dia. É necessário um longo trabalho para que os profissionais entendam e conheçam tudo o que a organização realiza. Estamos falando de contar histórias, mostrar evidências e engajar as pessoas em temas relevantes. Para isso, é preciso ter uma boa Comunicação Interna que apresente esse cenário de forma compreensível e abrangente, seja via lideranças ou canais de comunicação. Dessa maneira,  possibilitamos que quem atua na organização possa se tornar um defensor da marca da porta para fora, junto a sua família e seu círculo social. 

Como as empresas estão percebendo a Comunicação Interna 

Para dar visibilidade ao que estão realizando, as empresas estão cada vez mais preocupadas em ter processos de Comunicação Interna eficientes. Isso significa investir em diagnósticos para entender processos, medir a eficácia de seus meios, entender como está a atuação das lideranças ao comunicar e desenhar diretrizes que garantam uma boa comunicação.

Canais de comunicação e quantidade de informações 

Cada vez menos canais e mais eficiência para chegar aos colaboradores. Essa tem sido a tendência que percebemos no planejamento de Comunicação Interna das organizações com as quais trabalhamos. Hoje, o menos é mais. Principalmente diante de um mundo cheio de informações, de portais, de serviços de streaming e de mídias sociais. As pessoas estão cada vez mais sendo bombardeadas por comunicações e tendo menos tempo ou capacidade de consumir tudo o que recebem. 

As lideranças têm sido fundamentais na construção das narrativas 

A gente sempre diz, em nossas consultorias e treinamentos, que as lideranças são os principais meios para repassar informações, gerar engajamento e dar credibilidade aos temas abordados na comunicação. São elas que dão o tom do que é importante para o colaborador saber, se envolver e contribuir. Dentro dessa perspectiva, as organizações também têm investido muito no desenvolvimento desses líders, priorizando a habilidade de se comunicarem. Esse público é fundamental para a construção de uma percepção da marca empregadora de valor, pois impactam os demais colaboradores tanto naquilo que dizem quanto naquilo que fazem.

Como contribuir internamente para uma estratégia de marca empregadora

Comunicar-se de forma eficaz, transparente e engajadora com os seus públicos internos deve ser prioridade hoje para as organizações. É a Comunicação Interna que mostra o que a empresa está realizando, seja em termos de ações, projetos e programas internos, ou em projetos relacionados a iniciativas que impactam o mercado e a sociedade. É por meio dela que a empresa desperta o orgulho de pertencer, algo que traz muita visibilidade para a forma como a organização se relaciona com os demais stakeholders. 

Sendo assim, pode-se afirmar que não existe uma boa estratégia de marca empregadora se ela não contemplar uma estratégia eficiente de Comunicação Interna. Isso corresponde a ter canais que cheguem a todos os públicos, produzir informação útil e atualizada, assim como ter transparência na forma de contar histórias e fatos. 

A marca empregadora é o resultado de um investimento de esforços para tornar a jornada do colaborador uma experiência única, e a Comunicação Interna faz parte dessa jornada.

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