comunicação Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/comunicacao/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Fri, 28 Nov 2025 16:03:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png comunicação Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/comunicacao/ 32 32 Os 5 passos para a personalização na CI: da segmentação à estratégia data-driven https://blog.dialog.ci/os-5-passos-para-a-personalizacao-na-ci-da-segmentacao-a-estrategia-data-driven/ https://blog.dialog.ci/os-5-passos-para-a-personalizacao-na-ci-da-segmentacao-a-estrategia-data-driven/#respond Wed, 03 Dec 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6298 A Comunicação Interna (CI) vive um momento de virada bem significativo. Graças à atuação estratégica conquistada pelos profissionais da área, o espaço da CI expandiu-se: ela transcendeu sua função de mera gestora de canal de informação e vem se consolidando como uma disciplina cujo valor é medido pela sua capacidade de mobilizar e gerar ação […]

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A Comunicação Interna (CI) vive um momento de virada bem significativo. Graças à atuação estratégica conquistada pelos profissionais da área, o espaço da CI expandiu-se: ela transcendeu sua função de mera gestora de canal de informação e vem se consolidando como uma disciplina cujo valor é medido pela sua capacidade de mobilizar e gerar ação nas pessoas, sendo uma alavanca direta para:

Essa ascensão, no entanto, vem acompanhada de novas e complexas demandas, que refletem as mudanças de comportamento da sociedade e do ambiente de trabalho. O dilema atual não é apenas operacional, mas estratégico: como garantir que as mensagens da empresa sejam absorvidas e praticadas, em um cenário onde a atenção do colaborador é disputada a cada segundo?

O desafio vai além da infoxicação – a sobrecarga informativa – e engloba a competição com o fluxo contínuo de redes sociais, as demandas multifacetadas do dia a dia e a necessidade de sentir propósito no trabalho.

A resposta para conquistar essa atenção e converter informação em ação reside na segmentação e personalização. O futuro da CI é a inteligência em saber quem fala, o que fala, para quem fala e, principalmente, em qual momento o receptor está pronto para ouvir.

Por isso, a seguir, apresentamos um plano de ação em 5 passos para guiar a sua CI da segmentação genérica para a estratégica e preditiva.

O plano de ação: 5 passos para a evolução da personalização

Para que a Comunicação Interna se posicione como agente estratégico a serviço do EVP, Cultura e Estratégia do negócio, a evolução deve ser guiada por ações específicas, transformando a teoria da maturidade em inteligência prática.

Passo 1: organizar o caos e mapear os públicos

Esta é a fase para estruturar os fundamentos e superar a falta de estratégia e governança.

  • Ações-chave:
    • Mapear públicos, canais e temas.
    • Estabelecer critérios de priorização das mensagens e criar diretrizes mínimas de governança.

Ganhos: Redução do ruído e da baixa retenção, e definição clara do que é prioritário comunicar.

Passo 2: iniciar a curadoria e a segmentação básica

A CI começa a fazer divisões por grandes grupos (ex: áreas, unidades), mas precisa de inteligência para refinar o processo.

  • Ações-chave:
    • Construir personas e perfis de público-alvo.
    • Definir o tom de voz e formatos ideais por segmento.
    • Coletar feedbacks e dados de consumo para refinar o processo.

Ganhos: Melhoria na adaptação da linguagem e aumento da relevância do conteúdo por grupo.

Passo 3: o salto estratégico e o uso de analytics 

A segmentação atinge o patamar estratégico, pois está apoiada por dados e métricas. Esta é a fase onde a CI se torna parceira de negócio focado em resultados.

  • Ações-chave:
    • Usar analytics para embasar decisões.
    • Integrar canais e criar jornadas de comunicação.
    • Fortalecer parcerias com lideranças e RH para alinhamento e consistência.

Ganhos: Comunicação bidirecional e contextualizada, e capacidade de gerar relatórios que liguem a CI a objetivos estratégicos.

Passo 4: abrace a automação para a personalização

Neste estágio, a Comunicação Interna passa a entregar mensagens adaptadas a perfis individuais (função, jornada, momento na empresa), exigindo uma base de dados integrada.

  • Ações-chave:
    • Adotar ferramentas de automação.
    • Criar trilhas e fluxos personalizados.
    • Utilizar feedback contínuo e dados de engajamento para refinar a entrega.

Ganhos: Maior impacto e relevância individual da mensagem. Abertura do caminho para a comunicação preditiva.

Passo 5: o futuro preditivo e a governança de dados (Hiperpersonalização)

É o nível de excelência, onde a CI é preditiva, utilizando conteúdo sob medida, baseado em dados em tempo real e IA.

  • Ações-chave:
    • Integrar dados de múltiplas fontes (RH, clima, desempenho).
    • Usar IA e automação inteligente para sustentar a entrega.
    • Estabelecer governança e política de uso de dados, garantindo ética e transparência.

Ganhos: Alta percepção de valor e relevância, e consolidação da CI como um motor de engajamento altamente eficiente.

Personalização e coerência: o segredo da sustentabilidade da Comunicação Interna

Essa jornada de (re)construção e transformação tecnológica, que leva a Comunicação Interna à hiperpersonalização e à gestão data-driven, não pode ser dissociada do fator humano e da cultura organizacional. Segmentar é um ato de cuidado com o colaborador, mas a mensagem personalizada deve ser autêntica. 

A CI é a guardiã da coerência, garantindo que a experiência prometida (EVP) se materialize no dia a dia. Sem essa autenticidade, a personalização se torna vazia.

A Comunicação Interna que abraça a hiperpersonalização, pautada por estratégia, dados e autenticidade cultural, deixa de ser uma mera gestora de canal de distribuição e se consolida como um parceiro de negócio focado em resultados.

Sua Comunicação Interna ainda enfrenta os desafios da segmentação ou busca avançar para os patamares de hiperpersonalização? Conte com a P3K!

Como uma das maiores agências especializadas em Comunicação Interna Estratégica do país, estamos prontos para ajudar sua empresa a diagnosticar o nível de maturidade da CI e criar um plano de implementação de estratégias de segmentação avançada.

Clique aqui e fale com a gente!

Por Elizeo Karkoski, Diretor Executivo na P3K.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores. 

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5 recursos Dialog que te ajudam a vencer a infoxicação https://blog.dialog.ci/5-recursos-dialog-que-te-ajudam-a-vencer-a-infoxicacao/ https://blog.dialog.ci/5-recursos-dialog-que-te-ajudam-a-vencer-a-infoxicacao/#respond Mon, 14 Apr 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5776 Você já deve ter ouvido falar de infoxicação. Afinal, estamos vivendo uma era na qual essa palavrinha é a grande protagonista do mundo digital. O termo, que foi cunhado pelo físico espanhol Alfons Cornella na última década do século XX, diz respeito ao excesso de informação que recebemos diariamente — de forma consciente ou não.  […]

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Você já deve ter ouvido falar de infoxicação. Afinal, estamos vivendo uma era na qual essa palavrinha é a grande protagonista do mundo digital. O termo, que foi cunhado pelo físico espanhol Alfons Cornella na última década do século XX, diz respeito ao excesso de informação que recebemos diariamente — de forma consciente ou não. 

Vivemos conectados e, por isso, consumimos conteúdo o tempo inteiro. São vídeos nas redes sociais, notícias em tempo real, informações vindas por aplicativos de mensagem instantânea e vários e-mails corporativos por dia. Fica difícil absorver tudo diante de um volume tão grande! 

É aí que começam a se manifestar os efeitos dessa sobrecarga de informação. Quem é vítima da infoxicação pode sentir exaustão com frequência, perder habilidades criativas e até sofrer com a intensificação de condições como estresse e ansiedade. Como mudar isso?

Vencer a infoxicação no âmbito pessoal diz mais respeito ao comportamento de cada indivíduo. Porém, no âmbito profissional há muito a ser feito. As empresas que se preocupam com a saúde e a performance do colaborador devem estar atentas a esse tema a fim de colocar em prática algumas ações que podem combater esse mal no trabalho. 

A melhor forma de fazer isso é investindo em um canal de Comunicação Interna preparado para suportar qualquer estratégia — como a Dialog. Quer saber mais? Continue por aqui. 

ecossistema dialog AI

A Comunicação Interna como protagonista

Segundo a Gallup, 46% dos colaboradores no Brasil registravam estresse diário em 2024. Esse é um número expressivo e que merece a atenção das empresas, principalmente porque 53% dos profissionais estão mais propensos a priorizar a saúde e o bem-estar acima do trabalho, de acordo com a Microsoft. 

Infoxicação tem tudo a ver com experiência. Uma pesquisa da Gallagher, inclusive, mostrou que a Comunicação Interna é vista por 82% das pessoas como um dos principais impulsionadores da experiência do colaborador nas empresas. Ou seja: a CI pode ser a vilã ou a heroína da história, tudo depende da estratégia adotada

Ser a vilã é mais simples do que parece: basta enviar vários e-mails por dia, sobrecarregar os canais de comunicação corporativa com informações fragmentadas e acionar os colaboradores a todo momento via aplicativo de mensagem. Pronto! Por outro lado, para ser a heroína é preciso planejar a comunicação e contar com uma plataforma que ofereça recursos para a gestão da informação. 

Essa plataforma é a Dialog

Utilizada por mais de 200 empresas e 800 mil colaboradores, a Dialog tem diversas funcionalidades que ajudam as organizações a desenvolver e a executar um plano de comunicação coeso e estratégico. 

No que diz respeito à infoxicação, nossa plataforma traz vários recursos que simplificam a Comunicação Interna e agregam valor à experiência do colaborador. Que tal conhecer melhor 5 deles? 

1. Segmentação

O primeiro passo para não contribuir para a infoxicação na empresa é segmentar a Comunicação Interna. Isso significa avaliar o teor do conteúdo antes de dispará-lo para toda a base de colaboradores. “Será que essa informação é realmente importante para todo mundo?”, essa é uma reflexão primordial.  

De acordo com a pesquisa de tendências divulgada pela Aberje e a Ação Integrada neste ano, apenas 20% dos respondentes afirmam sempre segmentar a Comunicação Interna. O mesmo relatório ainda trouxe o seguinte: segundo 9% dos entrevistados, a segmentação não acontece por falta de recurso; enquanto 43% afirmam que conseguem segmentar a comunicação às vezes, principalmente quando as mensagens são muito específicas. 

Com a Dialog, a segmentação é descomplicada. Nossa plataforma reúne diversos filtros que permitem que a mensagem seja entregue a determinadas pessoas de acordo com cargo, localidade ou departamento, por exemplo. Com isso, fica muito mais fácil direcionar a informação para quem realmente precisa recebê-la

segmentação infoxicação
Crédito: Dialog.

2. Grupos

Para quem adora criar grupos nos aplicativos de mensagem instantânea, a Dialog tem o recurso perfeito. Nossa plataforma permite a criação de grupos no seu canal de comunicação, e o melhor: eles podem ser abertos ou fechados, tudo depende da estratégia que a área de CI quer adotar. 

Além de deixar o canal organizado, evitando que conteúdos importantes se percam ou que a timeline fique sobrecarregada por pautas diversas, os grupos são ótimos para centralizar um assunto ou criar um espaço seguro para a troca de mensagens. Eles podem, por exemplo, ser usados para reunir lideranças ou influenciadores internos com o objetivo de compartilhar informações em primeira mão. 

Segundo a Aberje e a Ação Integrada, 16% das empresas prometem aumentar o orçamento para programas de influenciadores internos em 2025. A pesquisa também destaca que, pelo nono ano consecutivo, engajar as lideranças como comunicadores permanece sendo o principal desafio enfrentado pela Comunicação Interna. A Dialog pode te ajudar!

Crédito: Dialog.

3. Hiperpersonalização

Engajamento e conexão andam de mãos dadas na Comunicação Interna. Afinal, a gente só se engaja com aquilo que faz sentido para o nosso dia a dia. Não é à toa que investir em personalização vem se tornando cada vez mais uma necessidade. 

Segundo a Workshop, personalizar o conteúdo com base na preferência dos colaboradores é um desafio para 42,3% dos profissionais de Comunicação Interna. E se existisse uma ferramenta exclusiva para isso? Existe! 

O Power AI Creator é um recurso da Dialog que te ajuda a:

  • produzir conteúdos para a Comunicação Interna;
  • personalizar a mensagem de acordo com personas pré-definidas;
  • ajustar o tom de voz e o objetivo da comunicação;
  • aprimorar a estratégia do conteúdo;
  • conquistar o engajamento das pessoas;
  • ganhar agilidade nas tarefas do dia a dia;
  • otimizar o tempo da equipe de CI.

Tudo isso contribui muito para combater a infoxicação, pois facilita a absorção da mensagem e aproxima o discurso do colaborador — sem o uso de termos complicados ou incompreensíveis para boa parte das pessoas. 

power ai dialog infoxicação
Crédito: Dialog.

4. Dados e insights

E por falar em personalização de conteúdo, a Gallagher informou que tem sido observado um aumento de mais de 20% no número de comunicadores que usam dados de medição com essa finalidade. Mas não para por aí!

O uso de dados na Comunicação Interna também é importante para compreender se a mensagem alcançou quem deveria alcançar, se foi compreendida pelo público-alvo e se despertou o engajamento esperado. 

A melhor forma de descobrir essas respostas é por meio do dashboard da Dialog, que reúne mais de 50 indicadores para você avaliar minuciosamente o desempenho da sua CI. Inclusive, melhorar a escolha de indicadores e métricas é o principal investimento em mensuração para 48% dos comunicadores em 2025, segundo a Aberje e a Ação Integrada.

E mais: nossa plataforma também conta com um exclusivo índice de engajamento e com uma ferramenta que utiliza Inteligência Artificial generativa para fornecer insights em tempo real. Estar munido de dados é fundamental para combater a infoxicação, e com a Dialog é muito mais fácil ter acesso a eles.

dashboard dialog
Crédito: Dialog.

5. Integração de canais

Uma das características da infoxicação é que ela tende a ser projetada por diferentes dispositivos no decorrer do dia. Dessa forma, a adoção de vários canais de comunicação deve ser feita com cuidado.

Se a sua empresa decide utilizar mural, e-mail e TV corporativa além do canal principal, é crucial que a mensagem seja compartilhada de forma estratégica. A Tegma Gestão Logística, por exemplo, direciona todos os canais complementares para a Dialog, onde o colaborador consegue consultar a informação completa se houver interesse ou necessidade. 

Ou seja: o uso de vários canais simultaneamente pode ser benéfico se eles estiverem integrados. A Dialog permite essa integração e ainda simplifica a gestão de alguns deles, como a TV corporativa. Também disponibilizamos o Dialog Smart E-mail, um recurso capaz de impulsionar sua estratégia para o público administrativo.

Crédito: Dialog.

Vença a infoxicação de um jeito estratégico

O segredo para informar os colaboradores sem sobrecarregá-los com um volume expressivo de conteúdo é apostar em um canal de comunicação que forneça as ferramentas necessárias para uma boa gestão da informação. 

A Dialog é a sua melhor escolha! Para conhecer o nosso produto em detalhes, clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

demo cases

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Eficiência operacional: o salto da Comunicação Interna em 2025 https://blog.dialog.ci/eficiencia-operacional-o-salto-da-comunicacao-interna-em-2025/ https://blog.dialog.ci/eficiencia-operacional-o-salto-da-comunicacao-interna-em-2025/#respond Wed, 09 Apr 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5731 A 9ª edição da “Pesquisa de Tendências da Comunicação Interna”, realizada anualmente pela Aberje, em parceria com a Ação Integrada, ouviu 215 organizações em todo o país, de todos os portes e setores, que compartilharam suas práticas, processos, intenções de investimento e como andam pensando as estratégias de engajamento de seus colaboradores e times diante […]

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A 9ª edição da “Pesquisa de Tendências da Comunicação Interna”, realizada anualmente pela Aberje, em parceria com a Ação Integrada, ouviu 215 organizações em todo o país, de todos os portes e setores, que compartilharam suas práticas, processos, intenções de investimento e como andam pensando as estratégias de engajamento de seus colaboradores e times diante do acelerado e instável cenário de negócios que diversas delas vivenciam. 

Para além das necessidades tradicionalmente declaradas, como fortalecer os pilares de cultura, trabalhar a liderança comunicadora e dar maior clareza sobre os rumos dos negócios, um dado me chamou bastante a atenção nesta edição. O aparecimento, logo no topo dos objetivos da Comunicação Interna para 2025, de desenvolver esforços que apoiem a adoção de novos comportamentos, sistemas, plataformas e processos para o incremento da produtividade dos profissionais nas empresas.

Aqui, estamos falando sobre eficiência operacional para melhoria da saúde do negócio, ou seja, dos resultados financeiros tão esperados pelos c-levels, acionistas e pelos próprios times de colaboradores. O quadro abaixo reflete os três principais focos da CI para este ano, segundo as organizações respondentes da pesquisa.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Apresentação ao vivo realizada em 25/02/25.

Como consultor há mais de 24 anos, posso afirmar que não é de hoje que temos debatido a evolução da participação da comunicação com públicos internos nas mesas decisórias, saindo de um papel de espectadora e cocriando jornadas de experiência e narrativas com a alta liderança, capazes de oferecer sentido às metas, impulsionar ações e comportamentos para atingi-las, além de reconhecer e celebrar eventuais conquistas.

No entanto, neste momento, a demanda é por um salto de qualidade no trabalho da CI, muito relacionado ao dia a dia do colaborador e ao modo como a Comunicação Interna pode ofertar a ele informações e recursos para trabalhar melhor, com mais qualidade e gerindo com eficiência o tempo e suas atividades prioritárias. 

Aqui, no Grupo In Press, quando realizamos diagnósticos em CI, olhando não apenas para a matriz de canais, mas também para todos os pontos da jornada do colaborador, do momento em que ele é atraído por um anúncio de vaga, até o momento em se desliga da organização ou se aposenta, um dos inputs mais trazidos pelos respondentes, seja na pesquisa quantitativa ou em grupos focais, é que todos sentem falta de uma comunicação que agregue valor às atividades operacionais do cotidiano.

Ou seja, uma CI dinamizada e integradora, que os instrumentalize não apenas a conhecer de perto os OKRs da empresa (suas metas), mas a utilizar ferramentas, dashboards, processos e outros toolkits que os façam render melhor, terem mais tempo livre para planejar e pensar inovações e, sobretudo, ajudem no cascateamento de instruções ou materiais instrutivos para os colegas, compartilhando conhecimento. 

E a liderança nisso tudo?

O papel da liderança comunicadora continua sendo fator fundamental para atrair e impulsionar pessoas rumo ao comprometimento com os objetivos de negócio. Uma pesquisa global feita pela McKinsey, divulgada em meados de 2023, já apontava que a gerência de nível médio, sobretudo, é uma função vital dentro de qualquer companhia, embora encontre-se hoje “sitiada” por todos os lados, ou até entrincheirada (100% focada em rotinas operacionais). 

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Apresentação ao vivo realizada em 25/02/25.

Esses gerentes, no dia a dia, enfrentam pressões vindas de cima e de baixo, e geralmente não desenvolvem seu pleno potencial, revelando-se coagidos a apresentar resultados em estruturas organizacionais cada vez mais horizontais, rápidas e enxutas. 

Tudo isso pode levar a interação construtiva com seus pares e times para o ralo. E, nesse sentido, a Comunicação Interna precisa ter um papel mediador e indutor a respeito da capacitação do médio gestor. 

Os relacionamentos com a gerência, em particular, representam 86% da satisfação dos funcionários com suas relações interpessoais no trabalho hoje. (McKinsey)

Por conta disso, também podemos observar na mesma pesquisa divulgada pela Aberje e Ação Integrada uma clara decisão de investimentos por parte da área de CI nas organizações: realizar mais eventos, rituais e rodas de conversa sobre temas importantes, mantendo o ritmo das conversas necessárias e relevantes entre as lideranças.

Crédito: Aberje e Ação Integrada | Apresentação ao vivo realizada em 25/02/25.

Quando refletimos sobre os canais, ações e plataformas mais condizentes com essa necessidade e olhando muito para os cenários tecnológicos, multitarefas e ágeis que vivenciamos em nossas experiências pessoais, torna-se imperativo planejar e executar uma CI que segmente, ou seja, enderece estrategicamente cada nível de informação para o médio gestor, seja ele responsável por uma área operacional ou de backoffice. 

Tudo precisa estar na palma da mão, de modo responsivo e interativo. Já imaginou grupos de discussão, fóruns e chats, a exemplo do que vemos na timeline das redes sociais que usamos no dia a dia, onde seja possível compartilhar boas práticas acontecendo em tempo real num PDV de uma rede de supermercados? 

Ou então, acionar lideranças de vendas para obtenção de feedbacks sobre uma “puxada comercial” que está acontecendo em um determinado fim de semana, permitindo calibragens na tabela de descontos aos clientes de uma loja de aparelhos de celular ou operadora de telefonia? “Embedando” vídeos, podcasts e apresentações que incentivem o atingimento de metas, ou então, compartilhando qualquer outro tipo de documento?

É sobre isso que, certamente, o c-level de sua organização irá dialogar com maior frequência junto à Comunicação Interna, trazendo demandas muito orientadas a call-to-action e ganhos de performance.

Por mais que isso tudo possa parecer a você um mindset distante para a CI, ou relativamente já consolidado em alguns mercados, posso atestar que diversas organizações, em suas áreas de comunicação, ainda hesitam em adotá-lo com eficácia, seja em função de uma ideologia de comando-controle ou por inseguranças e incertezas quanto a alinhamentos narrativos institucionais que ainda precisam ser feitos, antes de instrumentalizar lideranças e demais profissionais a falarem nessas plataformas sobre seus momentos diários.

A vez dos influenciadores internos: os creators da sua empresa

Saiba você também que 68% das organizações respondentes da pesquisa pretendem intensificar investimentos em programas de formação de influenciadores internos para 2025. E mais: 58% delas vão ampliar o trabalho que já realizam junto às chamadas agências de CI em função do incremento da capilaridade das ações realizadas pela área.

Se a sua empresa ainda não possui um grupo de lovers para chamar de seu, é tempo de começar a planejar a governança deste que pode ser um canal interessantíssimo para o brand equity ligado à marca empregadora, uma vez que promove autonomia e confere protagonismo a pessoas que atuam na organização, aproveitando soft skills que muitas já possuem. 

Além da governança do projeto, papéis e responsabilidades, fluxos de produção de conteúdo proprietário e postagens, é fundamental investir na capacitação constante e na mentoria desses colaboradores. Pequenos workshops e minicursos podem ser realizados a cada dois ou três meses, com insumos que certamente a própria área de comunicação já tem. 

Aqui, temos levado a nossos parceiros aprendizagens sobre a linguagem creator, formatos mais atrativos de vídeos ou podcasts para cada modalidade específica de rede social, sobre o uso positivo de mensagens-chave da organização em momentos de construção de imagem e reputação, sobre humanização de lideranças em plataformas digitais e até mesmo sobre recursos de Inteligência Artificial que nos fazem ganhar tempo na curadoria de conteúdo.

Por fim, vale lembrar que aplicativos de Comunicação Interna e redes sociais que permitam a criação de grupos fechados, como o Instagram, são bons primeiros passos para testar o engajamento das pessoas colaboradoras. 

Use a boa e velha metodologia das “camadas de cebola” e vá, aos poucos, adicionando mais usuários (colaboradores da organização) e estudando comportamentos de consumo de informação dentro desses ambientes de maior segurança da informação. 

Depois, realize o rollout e amplie a abrangência. Posso garantir que funciona! Se quiser compartilhar experiências, fazer bench ou saber mais sobre Comunicação Interna, estou à disposição para dialogar e cocriar. Meu e-mail é: adriano.zanni@grupoinpress.com.br.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Publicidade, TV, marketing, cinema: outras linguagens possíveis (e engajadoras) para a Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/publicidade-tv-marketing-cinema-outras-linguagens-possiveis-e-engajadoras-para-a-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/publicidade-tv-marketing-cinema-outras-linguagens-possiveis-e-engajadoras-para-a-comunicacao-interna/#respond Thu, 06 Feb 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5576 Se tem uma lição que nós, profissionais de Comunicação Corporativa/Interna aprendemos muito rápido, especialmente quando passamos a ver resultados de engajamento despencarem, é que precisamos falar a língua do público que queremos alcançar.  E não estamos aqui discutindo necessariamente algo regional, relacionado a classes sociais, idiomas e sotaques: são os elementos culturais e de entretenimento […]

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Se tem uma lição que nós, profissionais de Comunicação Corporativa/Interna aprendemos muito rápido, especialmente quando passamos a ver resultados de engajamento despencarem, é que precisamos falar a língua do público que queremos alcançar. 

E não estamos aqui discutindo necessariamente algo regional, relacionado a classes sociais, idiomas e sotaques: são os elementos culturais e de entretenimento que – queiramos nós ou não – moldam a forma como as mais diversas pessoas consomem conteúdo.

Essa é a “língua cognitiva”, digamos assim, com a qual passamos a receber informações por meio dos diversos canais de comunicação a que temos acesso. E se a Comunicação Interna destoa disso trazendo uma linguagem excessivamente corporativa e protocolar, perde feio na audiência para outros meios mais atrativos.

Hoje vamos trazer aqui três sugestões para explorar novas possibilidades em termos de formatos, técnicas e linguagens – mas é tudo a título de inspiração, já que, desde que respeitada a voz da companhia para realizar a comunicação, o céu é o limite.

Séries

Criar conteúdos no formato de vídeo, ainda que bastante curtos, mas seriados, pode ser uma saída criativa para engajar principalmente nas redes sociais corporativas, bem como na TV corporativa e em outros canais em que o formato seja viável.

Uma história bem contada, por si só, de uma campanha, evento ou programa, já adiciona uma boa camada de engajamento. No formato seriado, criam-se expectativas para o próximo episódio, deixando espaço para as pessoas imaginarem continuações possíveis para a narrativa e até gerando um certo burburinho a respeito, algo muito positivo – tudo a ver com a maneira como diversos públicos consomem esse tipo de conteúdo: interagindo com outros “fãs”.

Depois que todos os episódios forem individualmente lançados, pode-se incentivar que o público maratone todos eles para ter uma sensação maior de completude, uma ótima oportunidade para reforçar quaisquer que sejam as mensagens a serem transmitidas com aquela comunicação.

Podcasts

Sim, pode haver uma certa fadiga do formato; mas feito do jeito certo pode ser um hit com as pessoas colaboradoras da sua empresa ou cliente. Estamos falando aqui de janelas estreitas de atenção, visto que, no ambiente de trabalho, nem todo mundo pode ou se sente à vontade para colocar um fone de ouvido e curtir um conteúdo em áudio.

Mas se os áudios forem razoavelmente curtos e trouxerem pessoas que são referência em um determinado assunto para toda a companhia, e ainda se esse assunto tiver pontos de contato com o potencial interesse de muitas pessoas dentro da empresa, você pode ter um programa líder de audiência.

Some-se a isso um roteiro, ainda que simples, direcionado para uma comunicação descontraída e até bem-humorada, interpretada por pessoas que têm aptidão para esse tipo de conversa, e o formato não apenas será muito bem-sucedido, como as pessoas vão passar a pedir para que novos programas sejam produzidos.

Publicidade

Quem disse que uma campanha de Comunicação Interna não merece o mesmo “fator uau” que uma grande campanha publicitária, daquelas dignas de ganhar o Leão de Cannes? Merece, sim! Usar todo o poder de atratividade que anos de desenvolvimento da linguagem publicitária trouxeram para a área da comunicação em geral é imperativo em tempos de grande disputa por alguns segundos de atenção.

Títulos chamativos, slogans inteligentes e um cuidado com a coesão visual e textual da campanha em relação ao conceito (e até trazendo beleza artística nas peças) sinalizam que, mesmo sem precisar “vender” nada e sem existir quem, necessariamente, consuma um produto, desejamos envolver as pessoas em um determinado espírito, como é feito na publicidade moderna para envolver as pessoas consumidoras com a marca.

Preparar uma campanha de Comunicação Interna com a mentalidade publicitária vai garantir que você trate o próprio assunto a ser abordado com um carinho diferente. Vai fazer com que outros atributos daquela ação venham à tona, já que são estes que vão se destacar em relação a outros aspectos mais tradicionais e já batidos de uma campanha de CI convencional.  

E por hoje é só, “pe, pe, pessoal”?

De forma alguma. Conforme você e o seu time de CI forem testando outros formatos como stories, áudio, curtas de animação (desenho animado, stop motion!), marketing inbound e todos os seus funis devidamente adaptados ao público, vão perceber que a sua Comunicação Interna estava sedenta por outros ares, vozes e técnicas.

Certamente vai ter uma coisa ou outra que vai pegar melhor com determinado público. Mas a gente nunca vai saber se não tentar! Depois, venha bater um papo pra gente saber o que funcionou e o que não? Vamos adorar manter esse diálogo vivo para fazer a CI seguir evoluindo.

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4 pontos essenciais para potencializar a liderança comunicadora https://blog.dialog.ci/4-pontos-essenciais-para-potencializar-a-lideranca-comunicadora/ https://blog.dialog.ci/4-pontos-essenciais-para-potencializar-a-lideranca-comunicadora/#respond Thu, 28 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5341 Nos últimos anos, diversas pesquisas mostram a importância e os desafios do papel dos líderes como comunicadores. De acordo com uma pesquisa realizada pela Aberje e pela Ação Integrada sobre as tendências da Comunicação Interna para 2023, 74% dos respondentes afirmam que engajar as lideranças como comunicadores é um dos principais desafios. Segundo os profissionais […]

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Nos últimos anos, diversas pesquisas mostram a importância e os desafios do papel dos líderes como comunicadores. De acordo com uma pesquisa realizada pela Aberje e pela Ação Integrada sobre as tendências da Comunicação Interna para 2023, 74% dos respondentes afirmam que engajar as lideranças como comunicadores é um dos principais desafios.

Segundo os profissionais de comunicação que participaram da pesquisa, em apenas 23% das empresas os gestores se consideram o principal canal de comunicação da organização com seus times, índice que varia entre 18% em empresas com até mil funcionários e 30% naquelas que têm acima de cinco mil colaboradores.

Nessa mesma pesquisa, aparece outro dado interessante: treinamentos para capacitar os gestores como comunicadores receberão prioridade de investimento em comunicação nos próximos anos.

Além disso, em um estudo da HR Influencers publicado em 2020, 52% dos respondentes afirmam que falta por parte da liderança habilidades de comunicação e de escuta.

De acordo com a Harvard Business Review e o Center for Creative Leadership, entre as características de todo líder do futuro está a capacidade de se comunicar, influenciar e inspirar. 

Dessa forma, as pesquisas mostram que, cada vez mais, o papel da liderança comunicadora ganha relevância nas organizações. Com o avanço da tecnologia, nos dias atuais o diálogo se tornou a mais importante estratégia de engajamento dos colaboradores e da relação entre líder e liderado.

Sabemos que a comunicação é uma competência essencial, sendo necessário que cada líder seja capaz de repassar a informação para a sua equipe de forma clara, completa e transparente. Assim, para que a jornada da liderança seja construída com sucesso e propósito, listamos algumas dicas essenciais:

  1. Entender como a liderança se comunica

O primeiro passo é ouvir os líderes: como eles se comunicam? Que rituais realizam? Quais são os canais que mais acessam? Quais são os desafios e as fortalezas quando pensam em soft skills e em comunicação? Qual é o entendimento deles sobre o negócio e a cultura corporativa? Qual é o tipo de perfil de liderança que a empresa tem e qual ela quer alcançar? 

Fazer essa imersão, ouvindo-os atentamente, é fundamental para engajá-los, bem como trabalhar em equipe e de forma colaborativa na construção de um programa que faça sentido para todos: empresa e liderança. 

  1. Estruturação de canais 

Acreditamos que a estruturação de canais internos entre o time de Comunicação Interna e a liderança seja fundamental. 

Além de alinhar a comunicação, direcionando as mensagens corporativas principais, a liderança tem acesso à informação em primeira mão e a orientações de como pode multiplicá-la junto a seu time. 

Dessa forma, também fortalecemos o papel da área de Comunicação interna como apoio à estratégia da empresa.

  1. Definir rituais de comunicação entre líderes e times

Para que a liderança seja visível, presente e colaborativa, destacamos o mapeamento e a criação de rituais de comunicação do líder com o time. Os rituais devem ter periodicidade definida e objetivos claros, com conteúdos prioritários, alinhados com a estratégia e a cultura corporativa. 

Esses momentos são essenciais para promover o engajamento dos colaboradores, e o líder tem papel protagonista nesta ação: se o desafio da equipe é o de bater uma meta, por exemplo, o líder deve trazer essa informação para o time, de forma clara e transparente. Se os colaboradores não sabem o que devem fazer ou entregar,  eles não se engajarão no desafio.

  1. Treinamento para a liderança

É essencial empoderar a liderança sobre o tema e conscientizá-la de que ela é o primeiro e principal canal de comunicação com seu time. Líder é exemplo e inspiração, por isso, sua palavra de ação e sua presença genuína, sendo realmente quem ele é,  deve fazer parte de seu modelo de gestão. 

E que tal quebrar barreiras e realizar um treinamento que considere o líder como protagonista desse aprendizado? 

Assinatura Incanto - Mafe

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A linguagem escrita e as barreiras com a realidade no home office https://blog.dialog.ci/a-linguagem-escrita-e-as-barreiras-com-a-realidade-no-home-office/ https://blog.dialog.ci/a-linguagem-escrita-e-as-barreiras-com-a-realidade-no-home-office/#respond Mon, 10 Apr 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3865 Diz-se que uma imagem vale mais do que mil palavras. Mas e se tivéssemos que depender apenas de poucas palavras? A vastidão da linguagem escrita pode ser uma aliada e, ao mesmo tempo, uma inimiga da comunicação. Desde a massificação do home office, durante a pandemia, viraram problemas recorrentes entre colegas de trabalho o gap […]

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Diz-se que uma imagem vale mais do que mil palavras. Mas e se tivéssemos que depender apenas de poucas palavras?

A vastidão da linguagem escrita pode ser uma aliada e, ao mesmo tempo, uma inimiga da comunicação. Desde a massificação do home office, durante a pandemia, viraram problemas recorrentes entre colegas de trabalho o gap de informações e a falta de proximidade entre equipes.

Cada vez mais, times precisam trocar informações de forma assíncrona e de maneira efetiva – então o “vamos fazer uma videochamada rapidinha?” não é a melhor solução para manter a produtividade no trabalho. Essa situação se repete em praticamente todas as empresas, e certamente todos nós já passamos por casos complicados por conta de ruído na comunicação ou até mesmo por falta de informação para resolver um problema.

Fato é que a escrita, por óbvio, não é o meio mais usual de comunicação (inclusive aprendemos a falar e gesticular muito antes de escrever) e isso, por si só, pode ser um problema para muitas pessoas. Falamos mais devagar do que pensamos e, certamente, escrevemos mais devagar ainda. Portanto, construir um raciocínio enquanto se escreve é um desafio, e escrever mais rápido, paradoxalmente, não é a solução. É preciso pensar mais devagar.

Pensar mais devagar é dar um passo para trás a fim de enxergar a situação como um todo, compreendendo que a maneira mais adequada de se comunicar por texto é tentar ser o mais completo possível. É saber ser, acima de tudo, empático.

Digo que a empatia é a maior das qualidades, uma vez que, colocando-se no lugar do outro, deixamos de ver apenas a nossa realidade e partimos para uma atitude muito mais coletiva e propositiva. Comunicar-se com empatia é entender o que o outro lado precisa, saindo da sua zona de conforto e vestindo os sapatos do outro.

Antes de fazer um alinhamento com seu colega ou sua equipe, é importante organizar as informações internamente, elencando pontos importantes, organizando tópicos e, principalmente, revisando o que será transmitido. É importante entender que sabemos o que queremos comunicar, mas não sabemos como a outra pessoa vai interpretar o que foi dito.

Para evitar ruídos e se comunicar adequadamente, siga as dicas abaixo:

  • Organize mentalmente o que deve ser falado;
  • Explique o contexto e o que deve ser feito;
  • Revise o que foi escrito antes de enviar;
  • Pense sempre qual é a maneira mais leve de levar a informação adiante;
  • Se precisar, adapte a forma de escrever de acordo com cada pessoa;
  • Pergunte se a informação ficou clara.

Por fim, não esqueça das boas práticas da comunicação assíncrona:

  • Utilize mensagens instantâneas apenas durante o horário de expediente;
  • Opte por e-mail em horários alternativos (pré e pós-expediente, almoço ou finais de semana);
  • Evite reuniões que não sejam estritamente necessárias;
  • Precisa ser assíncrono, mas, ao mesmo tempo, deve mostrar algo para a pessoa? Escolha ferramentas como o Loom;
  • Ser educado é importante, então dê bom dia/boa tarde e pergunte como a pessoa está, mas não espere a resposta para escrever o que você precisa, vá direto ao ponto.
  • Use os canais corretos e disponíveis para toda a equipe.
  • Evite ao máximo o WhatsApp.
  • Evite ainda mais os áudios.
  • Não espere uma reunião formal para só então tratar sobre feedbacks com a sua equipe. Fale enquanto as situações ocorrem e evite novos erros.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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