boas práticas Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/boas-praticas/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Fri, 30 Jan 2026 12:08:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png boas práticas Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/boas-praticas/ 32 32 Impacto e relevância em 8 segundos: como a Economia da Atenção tem influenciado a CI https://blog.dialog.ci/como-a-economia-da-atencao-tem-influenciado-a-ci/ https://blog.dialog.ci/como-a-economia-da-atencao-tem-influenciado-a-ci/#respond Thu, 12 Feb 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6385 Os profissionais não deixam seus hábitos de consumo de informação na porta da empresa. Ao iniciar a jornada de trabalho, o colaborador traz consigo as expectativas de experiência e fluidez digital moldadas por horas de exposição diária a plataformas como Instagram, TikTok, Netflix e tantas outras. As mudanças constantes nos padrões de acesso e consumo […]

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Os profissionais não deixam seus hábitos de consumo de informação na porta da empresa. Ao iniciar a jornada de trabalho, o colaborador traz consigo as expectativas de experiência e fluidez digital moldadas por horas de exposição diária a plataformas como Instagram, TikTok, Netflix e tantas outras. As mudanças constantes nos padrões de acesso e consumo na comunicação transformam a atenção no ativo mais escasso e valioso das organizações.

O colapso da atenção linear

Vivemos, há algum tempo, na era da “infoxicação”. Dados do Microsoft Work Trend Index revelam que profissionais são interrompidos por notificações ou e-mails a cada dois minutos, em média. Nesse cenário, a Comunicação Interna não compete apenas com o e-mail do colega ao lado ou com a solicitação do gestor, mas com um conjunto de estímulos fragmentados e de origens diversas. Estudos sobre a Economia da Atenção indicam que temos apenas 8 segundos para capturar o interesse do colaborador antes que ele “role a tela” mentalmente. Se a sua estratégia de CI ainda se baseia em conteúdos estáticos e textos lineares exaustivos, a efetividade pode estar sendo prejudicada e todo o seu esforço pode estar gerando ruído.

Do conteúdo linear para a objetividade e a segmentação

A mudança nos hábitos exige uma transição do modelo de Broadcast (transmissão linear, um para muitos) para o modelo Social e On-demand (focado nas necessidades dos usuários, com possibilidades de interações). O marketing digital já validou que conteúdos mais objetivos e diretos geram até 300% mais engajamento que formatos longos. Na prática, isso significa identificar as oportunidades de substituir comunicados e conteúdos institucionais densos por pílulas de informação, infográficos dinâmicos e, principalmente, vídeos curtos, preferencialmente, em formato vertical.

O vídeo vertical não é apenas uma tendência estética, é uma resposta comportamental conectada com a rotina atual das pessoas. Com mais de 60% do consumo de informação ocorrendo via mobile, a comunicação deve ser pensada, prioritariamente, nesse formato. Outro ponto a ser destacado é que o colaborador busca autenticidade. Um vídeo “caseiro” de um líder gravado no smartphone tende a gerar mais conexão e credibilidade do que grandes produções, que, muitas vezes, acabam se tornando impessoais.

Desafio: curadoria e relevância X velocidade e objetividade 

Nesse contexto, o maior desafio da CI acaba sendo equilibrar velocidade e objetividade, respeitando o processo de curadoria de conteúdo, que faz parte da dinâmica organizacional, além de manter a relevância do que é transmitido, mesmo utilizando abordagens mais objetivas e formatos interativos. Um plano editorial bem estruturado, com os canais adequados às personas que compõem a empresa e processos de CI claramente definidos pode ser a chave para alcançar a efetividade, gerindo todas essas transformações.

Fortalecer o papel das lideranças e a capacidade dos gestores de comunicar pela empresa também acaba se tornando uma necessidade que se potencializa, com a responsabilidade de passar maior profundidade de informações e estabelecer as conexões necessárias nas conversas com os times. Ou seja, canais com conteúdos mais objetivos exigem gestores preparados para gerar alinhamento e aprofundar estrategicamente os temas da empresa.

Respeito ao tempo é uma questão de coerência

Redesenhar a Comunicação Interna sob a ótica dos novos hábitos de consumo não é apenas uma escolha, mas uma necessidade de sobrevivência organizacional. O engajamento não nasce da imposição da leitura, mas da atratividade da experiência. Em um mundo de distrações infinitas e que nos cobra performance e produtividade, a eficácia da CI é medida pela sua capacidade de ser objetiva, visual e, acima de tudo, humana. Afinal, em 8 segundos, você pode inspirar um time ou ser apenas mais uma notificação ignorada.

Por Gabriel Fontanari, CEO da iNÓSS.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Seis pilares para uma Comunicação Interna estratégica https://blog.dialog.ci/seis-pilares-para-uma-comunicacao-interna-estrategica/ https://blog.dialog.ci/seis-pilares-para-uma-comunicacao-interna-estrategica/#respond Thu, 14 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6068 Ao longo de mais de 20 anos de experiência, a Elos Comunicação construiu uma expertise relevante na área e compartilha algumas premissas fundamentais para estruturar e fortalecer esse trabalho.  Se você já se perguntou como é possível tirar sua Comunicação Interna do papel de tarefeira imersa em demandas pontuais e cada vez mais numerosas, esse […]

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Ao longo de mais de 20 anos de experiência, a Elos Comunicação construiu uma expertise relevante na área e compartilha algumas premissas fundamentais para estruturar e fortalecer esse trabalho. 

Se você já se perguntou como é possível tirar sua Comunicação Interna do papel de tarefeira imersa em demandas pontuais e cada vez mais numerosas, esse conteúdo é para você. Confira 6 pilares essenciais para transformar sua área em uma parceira estratégica de verdade e dê início a uma importante virada de chave por aí. 

1. Comece pelo planejamento estratégico

Assim como em qualquer área do negócio, o planejamento é parte essencial da estruturação de uma Comunicação Interna estratégica. É por meio dele que são definidos os objetivos gerais da área, as metas específicas, as táticas e os recursos disponíveis, além das métricas que vão orientar cada passo do trabalho, em sintonia total com as estratégias do negócio.

Um processo relevante e necessário para proporcionar autonomia para ir além do disparo de comunicados e da criação de campanhas sem efetividade a cada efeméride, atuando de forma direta e engajadora na construção da cultura da empresa. 

Se é mesmo necessário investir esforços nesse trabalho? Dados levantados pela Gallup mostram que sim: uma Comunicação Interna estruturada aumenta em 4,5 vezes a retenção de talentos e pode melhorar a lucratividade das empresas em até 25%. 

2. Traga seus colaboradores para o jogo

Já faz tempo que a comunicação deixou de ser top-down, e mesmo que existam momentos em que esse tipo de prática faça sentido, uma comunicação consistente é aquela feita com os colaboradores, não apenas para os colaboradores. 

Além de protagonistas do que se comunica, eles podem e devem ser consultados sobre as iniciativas da área, participando da construção de ações e canais da empresa. 

Mais do que isso, é importante deixar claro que eles também têm o papel de buscar as informações relevantes para o seu dia a dia, saindo da postura passiva de receptor de conteúdos mastigados, para uma postura ativa de quem assume seu papel e vai atrás do que realmente importa na empresa. 

 Sim, a Comunicação Interna de uma empresa é responsabilidade de todos. 

3. Envolva a liderança da empresa

Se todos os colaboradores têm um papel estratégico na Comunicação Interna, com a sua liderança não seria diferente. E quem já analisou dados de pesquisa de clima de empresas sabe como, muitas vezes, as queixas dos colaboradores em relação à área podem se confundir com a insatisfação sobre a forma como os líderes se comunicam. 

Por isso, além envolver a liderança diretamente na construção da Comunicação Interna, é fundamental apoiar a formação de líderes comunicadores.

4. Mantenha o diálogo

Comunicação é via de mão múltipla, e cada lado desse processo deve ter espaço para se manifestar. Garantir a presença de canais e espaços de escuta e troca, no formato que fizer mais sentido para a sua realidade, pode fazer a diferença. Fazer o básico bem feito é quase sempre um caminho certeiro.  

5. Clareza na segmentação

Quais são as características dos seus diferentes públicos? Que papel desempenham na estratégia da empresa? Que mensagens cada um deve receber? Qual é a melhor linguagem e o melhor formato para isso? Ter clareza sobre a resposta para essas perguntas é essencial para a assertividade da sua Comunicação Interna. 

6. Acompanhamento e métricas

E como todo trabalho que começa com um bom planejamento, aqui também o acompanhamento das ações e métricas é mais do que relevante: é o que vai mostrar com dados e informações seguras e mensuráveis a importância da Comunicação Interna para a empresa, além de orientar os ajustes de rota que possam vir a ser necessários ao longo do caminho. 

E por aí, como essas premissas dialogam com a sua realidade? 

Por Chris Marin, CEO e Diretora de Atendimento na Elos Comunicação. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Além do hype: colaborações (não óbvias) da Inteligência Artificial na Comunicação https://blog.dialog.ci/alem-do-hype-colaboracoes-nao-obvias-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao/ https://blog.dialog.ci/alem-do-hype-colaboracoes-nao-obvias-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao/#respond Thu, 07 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6050 Há alguns anos, a aceleração da transformação digital se tornou uma das grandes tendências para a Comunicação Interna das organizações. Desde então, a Inteligência Artificial tem virado pauta estratégica em todos os lugares, eventos, discussões, planejamentos, estudos — e até artigos, rs.  Isto porque as IAs deixaram de ser apenas uma tecnologia do futuro e […]

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Há alguns anos, a aceleração da transformação digital se tornou uma das grandes tendências para a Comunicação Interna das organizações.

Desde então, a Inteligência Artificial tem virado pauta estratégica em todos os lugares, eventos, discussões, planejamentos, estudos — e até artigos, rs. 

Isto porque as IAs deixaram de ser apenas uma tecnologia do futuro e já estão moldando e impactando profundamente o nosso presente. Mesmo que, no cenário atual, grande parte das pessoas ainda se restrinja ao uso básico (criação de textos e imagens).

E assim, elas, que já foram vistas como “mais uma” ferramenta e até uma “ameaça” profissional, estão sendo reconhecidas como fortes aliadas da área de comunicação, unindo eficiência e inovação sem substituir a inteligência humana. 

Exemplo prático

Um dos dilemas centrais de todo profissional de comunicação é como atrair a atenção das pessoas em meio à sobrecarga de informações e prazos cada vez mais curtos.

O estudo “Futuro do Trabalho“, conduzido pelo Fórum Econômico Mundial, revelou que mais de 75% das empresas planejam integrar IA em seus processos nos próximos anos. Aqui, na Supera Comunicação, não seria diferente!

Você já ouviu falar da Inteligência Artificial que cria músicas personalizadas? Talvez sim. Mas já pensou em como utilizá-lo em uma campanha interna?

É aí que nós, enquanto agência e consultoria, exploramos o uso da IA para além da produção de textos e imagens, agregando valor nas nossas entregas.

O briefing

Em conversa com a cliente, ela deixou claro que o orçamento era apertado e a distribuição geográfica dos colaboradores era uma questão, mas, ainda assim, gostaria de impressionar e utilizar do humor e da tecnologia para engajá-los, afinal aquele era um dos momentos mais aguardados do ano e fruto do trabalho em conjunto.

Parecia a oportunidade perfeita para testar a potência de nossa expertise aliada à tecnologia. Afinal, a vida não é sobre repertório ou IA. Mas, sim, repertório com IA!

Sabemos que a música, por si só, já traz uma conotação de alegria e celebração. Mas concorda que ela ganha ainda mais valor quando construída em conjunto?! 

Pensando nisso, a ideia foi envolver os colaboradores de maneira significativa na ação: a partir de um concurso, foi criada uma música com o residual de todas as respostas, simbolizando e eternizando todos os esforços e conquistas relacionados ao tema. 

Como conseguimos isso? Processando muitas respostas em uma IA e utilizando as mensagens-chave como comando para a letra da música em outra IA.

Em pouquíssimos minutos, criamos uma playlist com várias opções de letras, ritmos, vozes, sotaques, etc. para a cliente escolher! Uma solução inovadora para um desafio existente e crescente: budget versus engajamento. 

🎯RESULTADOS
Ideia validada. Todo mundo amou! Inclusive colaboradores de outros países.
– A partir do efeito viral da música, os colaboradores criaram até um videoclipe.
– Solução 100% assertiva e alinhada ao briefing.

✅ APRENDIZADOS
– A Inteligência Artificial viabilizou e apoiou a criatividade humana, através de uma abordagem equilibrada e estratégica.
– A tecnologia na Comunicação Interna está diretamente ligada ao envolvimento e engajamento dos colaboradores.
– O “básico bem feito” ainda funciona, mas pode ficar ainda melhor se você der um “F5”. 

Não tem como “desver”

Nesta altura do campeonato, não podemos renunciar ao uso da tecnologia como facilitadora e forte aliada na rotina. Não tem como “desver” ou voltar atrás. A IA oferece uma infinidade de possibilidades e recursos. Desde chatbot e personalização de conteúdo, passando por automatização de processos até a análise de dados. A oportunidade está em todo lugar! 

É através de insights valiosos que a Inteligência Artificial impulsiona e aprimora a Comunicação Interna dia após dia, permitindo que empresas construam uma conexão mais profunda, uma comunicação mais efetiva e, consequentemente, um ambiente de trabalho mais produtivo. 

O que eu quero dizer com tudo isso é que as empresas enfrentam transformações institucionais, tecnológicas, estratégicas e culturais o tempo todo! Não é de hoje. O desafio é contínuo, mas é, também, uma oportunidade de gerar impacto real nas organizações. E, claro, de provar que tecnologia e inteligência humana podem coexistir de diferentes formas, mas, todas elas, harmoniosas e produtivas. 

Por Carolina Dias, Analista de Estratégia e Planejamento na Supera Comunicação.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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A importância da Comunicação Interna durante a gestão de crise https://blog.dialog.ci/a-importancia-da-comunicacao-interna-durante-a-gestao-de-crise/ https://blog.dialog.ci/a-importancia-da-comunicacao-interna-durante-a-gestao-de-crise/#respond Fri, 01 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6026 Diariamente, assistimos a diversos tipos de crises, seja no setor público ou privado, mas todas elas possuem uma característica em comum: exigem respostas rápidas e precisas. Em um mundo cada vez mais digital, onde crises nem sempre podem ser previstas, a Comunicação Interna possui um papel fundamental em um contexto de instabilidade institucional. Para garantir […]

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Diariamente, assistimos a diversos tipos de crises, seja no setor público ou privado, mas todas elas possuem uma característica em comum: exigem respostas rápidas e precisas. Em um mundo cada vez mais digital, onde crises nem sempre podem ser previstas, a Comunicação Interna possui um papel fundamental em um contexto de instabilidade institucional. Para garantir um fluxo de informações sem ruídos e um discurso alinhado entre todos os graus hierárquicos, os colaboradores devem ser as primeiras pessoas a serem informadas sobre os impactos negativos desse tipo de evento na imagem da empresa.

Da mesma forma que as empresas se preocupam com a opinião dos seus clientes e do público externo, devem também entender que os empregados possuem o mesmo grau de importância durante a gestão de uma crise. Deixar que os colaboradores sejam informados pela mídia pode abalar a autoestima dos profissionais, causar choques desnecessários e ainda mais insatisfação. Por isso, incluir os funcionários no centro das tomadas de decisões e informá-los antes da divulgação de qualquer comunicado para o público externo precisa ser uma das principais ações durante a gestão de crise.

Planejamento de comunicação em ação

Apesar do planejamento de comunicação ser, na maioria das vezes, utilizado apenas quando as crises são instauradas, ele também deve ser uma ferramenta utilizada para evitar que esses eventos ocorram e se propaguem de forma rápida. Quanto mais preparada a empresa estiver, menores são as chances de uma crise impactar a sua imagem a longo prazo. Para que isso ocorra, os colaboradores precisam ser continuamente treinados sobre assuntos relacionados a possíveis crises em campanhas internas periódicas.

Colaboradores como agentes ativos

Numa era dominada por vídeos e imagens divulgadas nas redes sociais, os empregados não podem mais ser apenas espectadores da situação, mas agentes que refletem a imagem positiva da empresa e que desejam solucionar dúvidas e apresentar soluções. Nesse cenário, os colaboradores devem ser participantes ativos na gestão da crise, sendo escutados e tendo suas ideias acolhidas. Um posicionamento oficial da empresa sobre a questão também deve ser compartilhado entre todas as pessoas, para que “falem a mesma língua” e o discurso seja unificado, sem contradições. 

Canais de comunicação imediatamente atualizados

Após uma crise instaurada, é de suma importância que os canais de comunicação sejam atualizados imediatamente, com todas as informações que a empresa possui e quais medidas estão sendo tomadas. Assim, os colaboradores ficarão atualizados sobre os pontos mais importantes e, caso seja necessário, poderão atuar como porta-vozes da empresa em ambientes internos e externos.

Lideranças acessíveis para acolher 

A escolha de um porta-voz para falar em nome da empresa é essencial, mas as lideranças internas precisam também atuar para que sejam os porta-vozes de suas equipes. Além disso, os profissionais em cargos de chefia precisam estar disponíveis para tirar dúvidas, desfazer mal-entendidos e acolher as ideias dos colaboradores. Eles precisam agir como um canal de comunicação entre o porta-voz e todos os funcionários da empresa e, assim, reduzir ruídos e aproximar o público interno da alta gestão.

Simulação de momentos de crise

Uma tática pouco convencional é o de simular crises para testar se os colaboradores conhecem o plano de comunicação e entender o que precisa ser ajustado. Nesse momento, é importante entender as pessoas que se destacam como embaixadoras da marca e capacitá-las de forma contínua para as situações de instabilidade.

Reavaliar o clima organizacional após a crise

Após a resolução da crise, o trabalho da Comunicação Interna precisa continuar para analisar quais foram os impactos negativos no clima organizacional e criar respostas rápidas para contorná-los de uma forma eficiente. Primeiramente, a equipe responsável precisa atualizar o plano de comunicação, propor mudanças e, por fim, pautar os comunicados internos na transparência, empatia e acolhimento. Os empregados precisam se sentir parte da solução, não do problema. 

A Comunicação Interna precisa assumir o papel de protagonista

O setor deve atuar para direcionar os colaboradores da melhor forma possível antes, durante e após a crise. A Comunicação Interna precisa ser vista como uma importante ferramenta de gestão no planejamento estratégico , atuando não apenas para mitigar os impactos negativos, mas também para evitar que as crises sejam desencadeadas. 

Com funcionários preparados, munidos de informações precisas e atualizadas em tempo real, a empresa terá muito mais do que porta-vozes do seu discurso, mas pessoas que acreditam nos valores e propósito da empresa. O uso estratégico da Comunicação Interna em momentos de crise pode impactar positivamente a marca empregadora, fortalecendo ainda mais a cultura organizacional e tornando as equipes mais unidas. 

Afinal, a gestão de crise é uma responsabilidade coletiva, e o papel da Comunicação Interna precisa ser não apenas o de informar, mas também de capacitar as pessoas para esse momento. Os colaboradores precisam estar próximos uns dos outros, unidos em busca da resolução dos problemas e do bem-estar de todos. 

Por Talita Barbosa, Redatora na Dale.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Cases de Comunicação Interna com mais de 85% de engajamento; conheça https://blog.dialog.ci/cases-de-comunicacao-interna-com-mais-de-85-de-engajamento-conheca/ https://blog.dialog.ci/cases-de-comunicacao-interna-com-mais-de-85-de-engajamento-conheca/#respond Mon, 28 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6034 Cases de Comunicação Interna de sucesso revelam na prática como é possível transformar desafios recorrentes da área em oportunidades de engajamento, alinhamento e fortalecimento da cultura organizacional.  Problemas como baixa adesão aos canais oficiais, dificuldade de alcançar públicos operacionais, sobrecarga de e-mails e falta de protagonismo das lideranças ainda fazem parte da rotina de muitos […]

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Cases de Comunicação Interna de sucesso revelam na prática como é possível transformar desafios recorrentes da área em oportunidades de engajamento, alinhamento e fortalecimento da cultura organizacional. 

Problemas como baixa adesão aos canais oficiais, dificuldade de alcançar públicos operacionais, sobrecarga de e-mails e falta de protagonismo das lideranças ainda fazem parte da rotina de muitos profissionais de Comunicação Interna, mas não precisam ser permanentes.

Com o apoio de uma plataforma de Comunicação Interna (ou de uma rede social corporativa), cada vez mais empresas estão conseguindo reverter esse cenário. A tecnologia permite centralizar informações, facilitar o acesso a conteúdos relevantes, estimular a troca entre áreas e dar mais visibilidade às ações da liderança. E o melhor: isso é possível em organizações de diferentes portes, setores e estruturas.

Cases de Comunicação Interna: o que une essas empresas?

Antes de compartilhar os cases de Comunicação Interna, você pode se perguntar: o que une todas essas empresas? A resposta é a Dialog!

Líder no mercado de Comunicação Interna, a nossa plataforma oferece a solução mais robusta do mercado. Além de uma timeline interativa e de recursos como ranking, personas e segmentação, temos um dashboard com mais de 50 métricas, permitimos a integração com sistemas externos (como módulos de RH e EAD) e disponibilizamos um ecossistema exclusivo de Inteligência Artificial.

Os exemplos que você verá a seguir mostram que, com a ferramenta certa, é possível alcançar resultados consistentes e tornar a Comunicação Interna um verdadeiro motor de conexão e cultura. Conheça agora mesmo.

Neste conteúdo, compartilharemos boas práticas e histórias de clientes que usam nossa solução e registraram altos níveis de engajamento, algo tão sonhado pelas organizações. Boa leitura!

Qualicorp

Líder nacional no setor de planos de saúde coletivos, a Qualicorp possui 1.800 colaboradores e utilizava o Workplace como canal de Comunicação Interna. Entretanto, a cobrança em dólar e a falta de atualizações e inovações fizeram com que a empresa buscasse outra solução. 

A Dialog conquistou a Qualicorp, segundo a própria empresa, com a Inteligência Artificial integrada à ferramenta, o compromisso de trazer inovações contínuas para o produto, os eventos e conteúdos promovidos pela HRTech, além da indicação feita pela nossa agência parceira DALE, que também atende a organização.

Em novembro de 2024, o Conecta Qualis foi lançado e em poucos meses atingiu 95% de usuários ativos. Um marco importante para a companhia e um número significativo para quem trabalha com Comunicação Interna.

Uma boa prática adotada pela empresa que, certamente, contribuiu para o alto índice de engajamento foi transformar a solução em um hub estratégico de negócio. Na plataforma, os profissionais encontram materiais necessários para suas rotinas de trabalho, além de campanhas feitas pelo time de Comunicação Interna — o que incentiva os colaboradores a entrar na ferramenta.

Segundo a superintendente de Pessoas e Cultura, Fernanda Mazzetto, o Conecta Qualis é mais do que um canal de Comunicação Interna. Isso porque a empresa passou por um processo de renovação da cultura no início do mesmo ano, de forma que a plataforma se tornou uma peça fundamental para sacramentar e celebrar essas mudanças.

“É um canal fundamental para reforço de cultura. Lançamos a cultura da Qualicorp há um ano e meio, e estamos vindo nessa tomada de transformação cultural e organizacional. O Conecta Qualis nos ajuda a difundir os 3 pilares de cultura que temos: a diligência, a negociação e a atitude. Eu, como responsável por Pessoas e Cultura na companhia, fico muito feliz em ter o Conecta em nosso dia a dia justamente por ser uma ferramenta tão estratégica, culturalmente falando”, comentou Fernanda.

Você pode assistir ao case na íntegra clicando no player abaixo.

Leão

Também buscando alcançar e engajar seus colaboradores em um cenário no qual a maior parte deles não trabalha em frente a um computador, a Leão Alimentos e Bebidas (empresa do sistema Coca-Cola Brasil com mais de 120 anos de experiência no mercado brasileiro) concluiu que precisava atualizar sua estratégia de canais de Comunicação Interna.

Isso porque, além de precisar chegar ao público da operação, a pandemia fez com que a empresa adotasse o modelo remote first para seus colaboradores administrativos,ampliando o desafio da comunicação.

Nasceu assim, em janeiro de 2022, o LeOn. Atualmente, a empresa também usa os módulos de e-mail e TV corporativa oferecidos pela Dialog, consolidando um ecossistema robusto de CI.

Visitamos o escritório e um dos centros de distribuição da empresa logo que a solução completou um ano. Na época, o canal já registrava 98% de usuários cadastrados e 95% ativos

Assim como no caso da Qualicorp, a estratégia para conquistar números de sucesso foi transformar a ferramenta em algo maior do que “somente” um canal de comunicação. Considerado como uma ferramenta de trabalho, o LeOn tem um grande aliado: o CEO da companhia, Marcelo Correa.

“A gente promove, através do LeOn, a multicanalidade dentro da companhia, falando sobre inovação, sobre vendas, sobre todas as áreas do nosso negócio, e permitindo que as pessoas fiquem conectadas por muito mais tempo, de forma instantânea, rápida e superassertiva”, contou.

A universidade corporativa e o PDV — funcionalidade integrada ao aplicativo, que permite que qualquer colaborador reporte casos de gôndolas com produtos da Leão que não sigam o padrão da empresa — também são grandes diferenciais que agregam valor à estratégia de CI. 

Quer saber como foi o primeiro ano da Leão Alimentos e Bebidas com a Dialog? Clique no player abaixo e assista ao case.

Ancar Ivanhoe

A Comunicação Interna da Ancar Ivanhoe, uma das empresas líderes no ramo de shopping centers com mais de 1.800 colaboradores, era fragmentada e pouco eficiente.

Para solucionar isso, a empresa encontrou na Dialog uma parceira na Comunicação Interna e no engajamento. O projeto de CI foi lançado no primeiro trimestre de 2024 e chamado de Mundo Ancar. Em poucos meses, a ferramenta registrou 83,7% de engajamento, ou seja, de usuários ativos na plataforma. No total, 95,5% dos colaboradores já acessaram a ferramenta pelo menos uma vez desde o lançamento.

Campanhas que incentivavam a participação ativa de colaboradores em decisões importantes para a empresa, bem como iniciativas que estimulavam compartilhamento de informações por parte dos funcionários foram algumas boas práticas adotadas.

A plataforma desenvolvida pela Dialog ajudou a Ancar a superar desafios como a limitação de formatos de comunicação, a baixa interação com colaboradores e a falta de ferramentas para medir o alcance das comunicações. 

“Ao centralizar em um único lugar todas as informações e ferramentas necessárias para o dia a dia de trabalho, o Mundo Ancar simplifica processos, agiliza a comunicação e promove o desenvolvimento profissional. Com o Mundo Ancar, os colaboradores se sentem mais conectados à empresa, motivados e engajados, contribuindo para um ambiente de trabalho mais colaborativo e produtivo”, contou Marieta Keller, analista de Comunicação Interna.

Conheça o case Ancar Ivanhoe na íntegra clicando aqui.


Gostou do conteúdo? Sua empresa pode ser a próxima a estrelar um case de sucesso! Agende uma demonstração gratuita.

Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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O que é uma rede social corporativa e qual é seu papel estratégico na CI https://blog.dialog.ci/o-que-e-uma-rede-social-corporativa-e-qual-e-seu-papel-estrategico-na-ci/ https://blog.dialog.ci/o-que-e-uma-rede-social-corporativa-e-qual-e-seu-papel-estrategico-na-ci/#respond Thu, 17 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5995 Recentemente, estava conversando com um time de profissionais de diversas áreas sobre a importância da área de Comunicação Interna dentro de uma empresa e citei o papel de uma rede social corporativa como um canal oficial.  E a resposta de uma das pessoas imediatamente foi: “nós já estamos pensando em abrir um Instagram para os […]

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Recentemente, estava conversando com um time de profissionais de diversas áreas sobre a importância da área de Comunicação Interna dentro de uma empresa e citei o papel de uma rede social corporativa como um canal oficial. 

E a resposta de uma das pessoas imediatamente foi: “nós já estamos pensando em abrir um Instagram para os colaboradores acompanharem nossa página”. Foi a partir daí que veio a inspiração para escrever este breve artigo, pois por mais que, nos últimos anos, o tema tenha ganhado relevância — tanto no âmbito acadêmico quanto no dia a dia dos profissionais de Comunicação Interna — nunca é demais reforçar o que diferencia uma rede social corporativa. E mais: como esse tipo de rede social apoia a construção de uma melhor empresa para trabalhar.

A rede social interna é uma plataforma exclusivamente voltada para os colaboradores de uma empresa, que pode ser acessada via computador e/ou aplicativo, sendo um ambiente seguro, privado e protegido. É uma ferramenta que conecta as pessoas e, principalmente, muda a forma de todos trabalharem e se relacionarem, reforçando a colaboração e o trabalho em equipe. 

Vamos destacar três principais características de uma rede social interna: 

1. Ambiente privado, seguro e protegido

Uma rede social interna, como a Dialog, se conecta com o sistema corporativo de cada empresa. Portanto, somente os colaboradores têm acesso à ferramenta — e se um profissional sair da companhia, automaticamente ele deixa de ter acesso às informações.

Além disso, as redes sociais corporativas têm se tornado grandes hubs de informação, permitindo acesso e integração com sistemas diversos, como de treinamentos e capacitações, facilities, fiscais, entre outros. 

2. Conexão e colaboração

Diferente de uma rede social como Instagram ou LinkedIn, uma rede social corporativa permite que os colaboradores participem de grupos de interesse e façam suas postagens — texto, imagens, vídeos, áudios ou documentos — contribuindo para a gestão de conhecimento. 

Outra característica é o protagonismo das pessoas, já que os profissionais podem compartilhar novas ideias, trocar experiências, destacar participações em trabalho voluntário, treinamentos e capacitações, visita a clientes, metas e resultados, por exemplo. 

Para a liderança, essa é uma ferramenta que traz proximidade e visibilidade, potencializando seu papel como líder comunicador. Além de postar, é possível comentar e reagir, criar grupos, reconhecer o time, fazer gravação de vídeos, se conectar de forma genuína e ter um importante canal de escuta. 

3. Dados

A cada dia, as plataformas de rede social interna têm evoluído com ferramentas de mensuração:  hoje, já é possível saber qual é o melhor horário para postar uma informação, quais são as postagens mais acessadas e quais são os colaboradores mais ativos, por exemplo. Além da integração e do uso de IA. 

Essas são informações valiosas que apoiam a tomada de decisão dos profissionais de Comunicação Interna, tornando a área cada vez mais estratégica para o negócio. 

Comunicação Interna para construir melhores ambientes 

E como essas características se conectam com a criação de uma empresa onde todos queiram estar? Acreditamos que a Comunicação Interna é uma das chaves desse processo. Tudo começa com a estruturação de canais eficazes — a rede social corporativa, por exemplo, é um recurso essencial nessa jornada. Ela conecta todas as pessoas (sem deixar ninguém de fora), promove a colaboração e oferece espaço para que vozes sejam ouvidas.

Mais do que um canal de informação, ela também funciona como um mecanismo de escuta ativa, fortalecendo a confiança e o senso de pertencimento entre os colaboradores. Além de promover a transparência — quando os colaboradores entendem os objetivos, as decisões e as mudanças da empresa, sentindo-se mais seguros e engajados —, esse tipo de plataforma também aumenta a motivação e previne conflitos. 

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora da Incanto Comunica. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/ https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/#respond Mon, 07 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6015 Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada.  Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em […]

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Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada

Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em 2024, indica que mais de 62% dos líderes precisam ajustar suas formas de se comunicar com base na cultura da empresa. Ou seja: a comunicação é uma pauta importante não só para a gestão de pessoas, mas também para a sustentação de indicadores que impactam o sucesso do negócio

Esses números mostram que o tema ainda exige muita atenção por parte dos departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos — principalmente se levarmos em consideração que, de acordo com a Gallup, 70% da variação do engajamento da equipe pode ser atribuída à liderança.

Se o líder é um reflexo de tudo aquilo que a empresa deseja promover internamente, ele precisa saber se comunicar bem. Por outro lado, não basta esperar que isso aconteça de forma espontânea: é necessário oferecer suporte, criar oportunidades e desenvolver as habilidades necessárias para que essas pessoas se sintam confiantes e preparadas para somar esforços à estratégia.

A seguir, compartilharemos três estratégias práticas que podem ser adotadas para tornar a Comunicação Interna cada vez mais presente e relevante entre os gestores. Confira.

1. Crie rituais simples e objetivos na rotina da liderança

Antes de tudo, é fundamental conscientizar as pessoas a respeito do que é a Comunicação Interna e de qual é o papel que a área tem para o bom andamento da empresa. Imaginando que isso já foi feito, é hora de estabelecer pequenos rituais que aproximem as lideranças das atividades desse setor. 

Uma boa prática é reservar, na agenda do líder, 10 ou 15 minutos por dia para acessar o canal de Comunicação Interna. Esse tempo deve ser dedicado a ler mensagens, responder comentários, fazer uma publicação e participar de iniciativas como campanhas, pesquisas ou quizzes. Caso esse compromisso diário não seja possível, é crucial que o acesso seja feito pelo menos duas vezes por semana. 

Para que essa ação passe a integrar, de fato, a rotina da liderança, inclua lembretes recorrentes nos calendários. Se quiser dar uma ajudinha a mais, compartilhe roteiros com sugestões de conteúdo e até uma curadoria com os assuntos mais importantes para comentar. Assim, os líderes já terão um ponto de partida, o que reduz a barreira de entrada na Comunicação Interna.

Com o tempo, a ideia é que a recorrência obrigatória se torne parte de uma atividade orgânica da rotina. Assim, a presença da liderança no canal de Comunicação Interna deixará de ser apenas um checklist e passará a compor a estratégia. Afinal, líderes ativos e comunicadores fortalecem o espaço de informação, de cultura e de engajamento. 

2. Ofereça capacitações direcionadas ao canal

Por já estarem acostumadas a falar com suas equipes em reuniões presenciais ou virtuais, algumas lideranças podem relutar em utilizar os canais de Comunicação Interna. Muitas vezes, essa aversão às plataformas vem do fato de que o líder pode não saber se posicionar bem publicamente ou enfrentar dificuldades com novas ferramentas digitais. 

Se esse for o caso, a atuação conjunta da Comunicação Interna e do RH é imprescindível. Para mudar essa realidade, promova workshops curtos e objetivos que mostrem, na prática, como criar boas publicações, responder comentários com empatia e participar de conversas no canal interno de forma estratégica. Também ofereça um treinamento inicial para apresentar as funcionalidades da plataforma escolhida. 

Essas capacitações podem incluir simulações, trazendo exemplos reais da própria empresa e indicando a melhor forma de se portar em diversos momentos. Por exemplo: atualizações semanais de cada área, contratação de novos colaboradores, conquista de certificações, aniversariantes do mês e até uma possível gestão de crise. Isso gera envolvimento e diminui o receio de agir ou falar errado.

Quando os líderes percebem que têm apoio para se comunicar — e não estão sendo julgados, mas sim incentivados — a postura muda. A comunicação deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma ferramenta. E o melhor: esse tipo de capacitação pode ser incluído no programa de desenvolvimento de liderança da empresa, tornando-se parte da jornada contínua de formação.

3. Reconheça e valorize quem comunica bem

Líderes também são colaboradores que buscam reconhecimento. Lembrar disso é essencial para o desenvolvimento desses profissionais. Se a empresa quer uma liderança comunicadora, precisa mostrar que esse comportamento é valorizado — e isso pode ser feito tanto por meio de premiações quanto por meio de pequenos estímulos na própria plataforma digital.

Uma ação simples que pode partir da Comunicação Interna é destacar as lideranças que melhor utilizam os canais corporativos. Na Dialog, por exemplo, isso pode ser feito por meio de recursos como ranking e máscaras de foto com mensagens como “líder que inspira”, “top voz”, “líder que comunica e engaja” e outras. 

Além disso, é possível utilizar os canais de comunicação para compartilhar cases inspiradores de líderes que obtiveram bons resultados em Comunicação Interna. Melhora no clima do time, maior engajamento da equipe ou alcance de metas podem ser indicadores analisados. Números ajudam a mostrar, na prática, que a presença ativa da liderança no canal contribui para o bem-estar e a performance.

Essa cultura de valorização reforça que habilidades comunicacionais são requisitos inegociáveis. Dessa forma, mais do que reconhecer aqueles que fazem um bom trabalho nesse sentido, essa prática estimula os que ainda estão começando. Ao enxergar o canal de Comunicação Interna como um espaço de visibilidade e impacto positivo, as lideranças assumem protagonismo e se tornam aliadas do negócio como um todo. 

Tudo isso é mais fácil com a Dialog

Colocar essas e outras estratégias em prática a fim de incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é muito mais fácil quando a empresa conta com um canal como a Dialog.

Aliando uma plataforma completa a pequenas mudanças na agenda, capacitações bem direcionadas e reconhecimento contínuo, é possível desenvolver uma liderança que comunica, inspira e engaja. Quer ver a Dialog em funcionamento? Receba uma apresentação gratuita

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Dos encontros presenciais aos momentos de oportunidade https://blog.dialog.ci/dos-encontros-presenciais-aos-momentos-de-oportunidade/ https://blog.dialog.ci/dos-encontros-presenciais-aos-momentos-de-oportunidade/#respond Tue, 17 Jun 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5904 O papel da Comunicação Interna para agregar valor à experiência das pessoas  O relacionamento e as expectativas que as pessoas colaboradoras têm com as empresas em que trabalham estão em constante mudança. As transformações são diversas, desde a repriorização de aspectos atrelados à saúde e qualidade de vida, até novas perspectivas tratando-se de flexibilidade e […]

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O papel da Comunicação Interna para agregar valor à experiência das pessoas 

O relacionamento e as expectativas que as pessoas colaboradoras têm com as empresas em que trabalham estão em constante mudança. As transformações são diversas, desde a repriorização de aspectos atrelados à saúde e qualidade de vida, até novas perspectivas tratando-se de flexibilidade e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

A flexibilidade é um aspecto que parece ser um denominador comum nos ambientes de trabalho multigeracionais. Segundo uma pesquisa da WeWork (2024), em parceria com a consultoria PageGroup, o benefício de poder conduzir o dia a dia de trabalho da maneira que melhor preferir é algo essencial para 46% dos 10 mil profissionais entrevistados em cinco países da América Latina. Nesse contexto, oportunidades de trabalho em modelo híbrido ou remoto se tornam grandes sensações do LinkedIn.

E não é apenas sobre flexibilidade

Uma pesquisa da FIA Business School e da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, que entrevistou mais de 1.300 pessoas de diversos setores em novembro de 2024, revelou que 94% dos participantes acreditam que o trabalho remoto melhorou suas vidas.

E há indícios de que existem benefícios não só em nível individual, mas também para as empresas, com pessoas manifestando mais satisfação, lealdade e orgulho, quando colaboram em empresas que permitem um modelo de trabalho remoto ou híbrido.A pesquisa realizada pela United Minds, em parceria com a Weber Shandwick e Powell Tate (2023), confirma que pessoas em trabalhos híbridos estão mais propensas a afirmar seu orgulho em trabalhar nas empresas em que atuam (87% em comparação com 72% em trabalho presencial), sua satisfação com o trabalho (83%, se comparados com 71% em trabalho presencial) e sua lealdades a seus empregadores (85% em comparação aos 74% em trabalho presencial).

Mas, há boatos por aí que 2025 é o ano em que o trabalho remoto entrará em extinção.

Seria o início do fim?

Não é contraditório pensar que mesmo as big techs estão repensando o modelo remoto? 

O exemplo mais dramático desse movimento ocorreu no setor tecnológico no final de 2024, quando Andy Jassy, CEO da Amazon, determinou o retorno ao modelo de trabalho 100% presencial e ainda reforçou que, em caso de insatisfação, os trabalhadores poderiam buscar outras oportunidades.

Na Dell, foram adotadas maneiras para “forçar” o colaborador a retornar presencialmente ao escritório, com impedimentos de crescimento na carreira para aqueles que preferirem o modelo de trabalho remoto.

O movimento não se limita à tecnologia. Em um estudo da Resume.org, 73% dos líderes de negócio que participaram da pesquisa disseram que, neste ano (2025), a ideia seria retomar o trabalho presencial pelo menos três vezes por semana. E quase um em cada três respondentes espera exigir que os profissionais trabalhem presencialmente todos os dias úteis.

Entre as justificativas para o movimento estão a facilidade para colaborar (69%), melhora da comunicação (58%), engajamento na cultura organizacional (51%), impulsionamento da produtividade (47%), fomento de melhorias na gestão (41%) e uso do escritório (40%). 

Embora observemos empresas buscando retomar presencial, a pesquisa indica que este parece ser um movimento gradual. Nesse cenário, o modelo híbrido ainda permanece em alta, sendo um meio termo interessante para quem busca a flexibilidade do home office aliada às oportunidades do presencial.

Mesmo em modelos híbridos de trabalho, a grande frequência presencial no escritório é uma realidade 

E o desafio de manter o engajamento e a motivação das pessoas colaboradoras também. Minha dica é: faça dos encontros presenciais, momentos de oportunidade para gerar integração e mais sentido na interação entre os profissionais.

Como facilitadoras desse processo, as áreas de Comunicação Interna podem promover atividades que trazem significado à presença física dos colaboradores, como:

  • Reuniões presenciais: encontros com propósito claro, que coloquem todos os participantes em uma direção comum do que é relevante para a organização.
  • Team building: atividades que gerem colaboração entre pessoas de uma mesma equipe. Este movimento proporciona uma elevação na motivação dos funcionários, estimula a criatividade e inovação, evidencia talentos e fomenta a formação de laços.
  • Celebração de datas comemorativas: ao celebrar momentos que façam sentido para o contexto da sua organização, você reforça mensagens da companhia e promove momentos descontraídos para integrar pessoas de diferentes equipes.
  • Townhalls periódicos: para posicionar as pessoas colaboradoras de como a empresa está caminhando, mas também abrir um espaço de diálogo entre líderes e liderados, permitindo uma horizontalização da comunicação e mais proximidade entre as pessoas.

O formato para criar esses e mais momentos de oportunidade pode variar, mas lembre-se que para pensar o retorno ao presencial é necessário considerar uma estratégia que coloque as pessoas no centro. Pergunte a si mesmo: como posso tornar a experiência presencial de cada colega uma oportunidade para que ele ou ela se sinta mais confortável e beneficiado/a pelo retorno presencial? — e siga daí. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Vieses inconscientes: três formas de superá-los por meio da Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/vieses-inconscientes-tres-formas-de-supera-los-por-meio-da-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/vieses-inconscientes-tres-formas-de-supera-los-por-meio-da-comunicacao-interna/#respond Wed, 11 Jun 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5926 Você já ouviu falar de vieses inconscientes? Eles são a forma mais comum de impor preconceitos no nosso dia a dia. Isso porque se tratam de julgamentos automáticos e involuntários que todos nós fazemos com base na cultura em que estamos inseridos. Sim: todos nós — e, na maioria das vezes, sem perceber.  De forma […]

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Você já ouviu falar de vieses inconscientes? Eles são a forma mais comum de impor preconceitos no nosso dia a dia. Isso porque se tratam de julgamentos automáticos e involuntários que todos nós fazemos com base na cultura em que estamos inseridos. Sim: todos nós — e, na maioria das vezes, sem perceber. 

De forma bem objetiva, vieses inconscientes são estereótipos que a sociedade perpetua de forma parcial. A partir desses estereótipos, as pessoas criam atalhos mentais que associam uma coisa à outra. Por exemplo: 

  • Quando você pensa em alguém que é CEO de uma empresa bem-sucedida, você imagina uma pessoa de origem caucasiana ou africana? 
  • Se você fosse conhecer um líder de um projeto premiado em inovação digital, esse indivíduo teria 30 ou 60 anos? 
  • Se houvesse um homem e uma mulher disputando uma vaga para trabalhar em uma fábrica de automóveis, quem você contrataria? 
  • Quem seria o melhor comentarista durante uma partida de futebol: alguém homossexual ou heterossexual? 

Aposto que sei quais foram as suas respostas imediatas, lançadas antes de você ativar seu senso crítico. Elas foram construídas a partir de vieses inconscientes, que impactam diretamente a forma como nos relacionamos com o mundo. No ambiente de trabalho, por exemplo, a existência desses vieses pode influenciar decisões de contratação, distribuição de tarefas e até iniciativas de reconhecimento profissional. 

Como treinar o nosso cérebro para superá-los? E de que forma a Comunicação Interna pode ser uma aliada das empresas que se preocupam em desconstruir preconceitos e propagar a diversidade? Neste texto, você encontrará três sugestões. 

demo cases

1. Compartilhe exemplos reais que fogem dos estereótipos esperados

Utilize o canal de Comunicação Interna para criar uma editoria que mostra um pouco mais do dia a dia de cada área da empresa. Nesse planejamento, lembre-se de incluir pessoas que se destacam em suas atividades não apenas pelo desempenho, mas também por fugirem do estereótipo esperado para a função. 

Isso ajuda a desmistificar alguns padrões por aproximar o discurso do público interno, que enxerga naquele colega a concretização de algo não previsto pelos vieses inconscientes. Aproveite a oportunidade para abrir espaço de fala a essas pessoas, que podem compartilhar relatos sobre os desafios que enfrentaram para ocupar aquele espaço no mercado de trabalho. 

2. Divulgue os indicadores de diversidade da empresa

Não basta construir a diversidade na teoria, é preciso vivenciá-la na prática para que o discurso faça sentido às pessoas e se conecte à cultura organizacional. Divulgar os indicadores de diversidade é um bom jeito de fazer isso (conte com a equipe de RH). 

Na sua plataforma de Comunicação Interna, você pode comunicar o percentual de colaboradores — de cada setor — que pertencem a algum grupo de afinidade (raça, gênero, faixa etária ou orientação sexual). 

Isso é importante tanto para que todos enxerguem com mais clareza a composição da empresa quanto para que a organização desenvolva projetos internos a fim de aumentar esses números, como treinamentos para a liderança, abertura de vagas afirmativas, workshops, palestras e outras dinâmicas.

Além disso, ter esse conhecimento prévio da realidade corporativa ajuda a equipe de Comunicação Interna a produzir peças e materiais visuais mais coerentes com o contexto da empresa. Adaptar a linguagem e a forma de retratar a organização faz toda a diferença na estratégia para superar vieses inconscientes. 

3. Realize campanhas específicas sobre DE&I e vieses inconscientes

Pautas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) precisam estar presentes no dia a dia das pessoas para que se mantenham vivas na empresa. Dessa forma, se esse for um dos valores contemplados pela sua cultura organizacional, lembre-se de incluir esse tema com periodicidade no planejamento de conteúdo. 

Explicar o que são vieses inconscientes, por exemplo, é fundamental para que o colaborador esteja ciente dessa tendência e passe a analisar o próprio comportamento, fazendo uma autorreflexão de crenças e conceitos. Tudo isso é capaz de fortalecer a reputação institucional e ainda promover um ambiente de trabalho mais agradável para todas as pessoas. 

Na Dialog, além de utilizar a timeline para publicações, a sua Comunicação Interna também consegue organizar uma pasta temática na galeria, realizar quizzes e pesquisas para avaliar os conhecimentos gerais e o clima da empresa, criar grupos de discussão, receber ideias e sugestões dos colaboradores, promover cursos e treinamentos via EAD e muito mais. 

Quer conhecer em detalhes a nossa plataforma e descobrir como ela pode ajudar a sua empresa a superar os vieses inconscientes? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

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Maio Amarelo e Comunicação Interna: mais vida no trânsito para além do mês https://blog.dialog.ci/maio-amarelo-e-comunicacao-interna-mais-vida-no-transito-para-alem-do-mes/ https://blog.dialog.ci/maio-amarelo-e-comunicacao-interna-mais-vida-no-transito-para-alem-do-mes/#respond Mon, 05 May 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5819 Um fato inegável no status quo corporativo de 2025, que pode ser constatado em uma rápida observação e no contato com profissionais, é que o regime híbrido de trabalho — às vezes no escritório, às vezes remotamente — e mesmo o inteiramente presencial estão retornando às rotinas das pessoas, especialmente no meio urbano. Isso implica […]

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Um fato inegável no status quo corporativo de 2025, que pode ser constatado em uma rápida observação e no contato com profissionais, é que o regime híbrido de trabalho — às vezes no escritório, às vezes remotamente — e mesmo o inteiramente presencial estão retornando às rotinas das pessoas, especialmente no meio urbano. Isso implica outro retorno: o do deslocamento regular e massificado de uma parcela crescente da população das cidades.

Considerando que, com a divisora de águas que foi a pandemia, muitas pessoas colaboradoras de empresas estavam habituadas ao trabalho 100% remoto e que boa parte delas já ingressou em seus atuais postos nessa modalidade de atuação, podemos concluir que um número bastante grande de motoristas, ciclistas, passageiros e pedestres só passou a desenvolver recentemente uma rotina de transporte para ir de casa para o trabalho e vice-versa, ou mesmo para outros lugares após o expediente.

Essa relativa inexperiência ou falta de hábito com trajetos ora complexos pode contribuir para complicar o já complicado tráfego metropolitano. Mas, infelizmente, não é só isso: pode também ajudar a aumentar o número de acidentes nas vias brasileiras. No período em que a campanha Maio Amarelo busca fomentar a conscientização quanto à segurança no trânsito, é preciso refletir sobre o papel que nós, pessoas comunicadoras, podemos ter nesse engarrafamento de questões.

Destinos modestos, mas não menos nobres

Um recente estudo mostrou que, no primeiro bimestre de 2025, vimos um aumento de 30% no número de atropelamentos fatais na cidade de São Paulo. E apesar de a prefeitura da capital paulista haver prometido duração mais longa dos semáforos para pedestres e redução da velocidade máxima permitida em determinadas ruas e avenidas como medidas paliativas, muito estrago já está feito por uma questão muito mais simples que infraestrutura e engenharia de tráfego: a falta de atenção.

E qual é o tamanho da contribuição que uma campanha de Comunicação Interna pode ter? Pode ser pequeno, mas evitar que uma pessoa se acidente no trânsito de uma grande cidade, que por acaso é colaboradora da empresa que foi impactada positivamente pela campanha, já é um baita resultado, visto que aqui não estamos indo atrás de números e sim de vida.

Se pudermos, com uma campanha, reforçar o estado de vigilância e alerta que condutores e pedestres devem manter durante os seus trajetos pela cidade, temos ao menos alguma chance de diminuir estatísticas trágicas.

Mapeando rotas

Reforçar a mensagem de manter a atenção no trânsito, esteja a pessoa colaboradora pilotando uma moto, esteja andando de patinete elétrico no canteiro central de uma avenida famosa, é sempre importante. Mas também precisamos entender que mensagens específicas podem mudar conforme o contexto dos itinerários das pessoas. Assim, uma pesquisa ou mesmo enquete rápida na proximidade do Maio Amarelo, em uma rede social corporativa ou outro meio prático, pode ajudar a entender como as pessoas estão se deslocando entre o lar e o local de trabalho.

A partir daí, o direcionamento pode variar:

Mensagem para quem vai de carro

Sabia que existem aplicativos de carona que organizam direitinho as escalas, os dias e os horários com base na inserção dos endereços das pessoas interessadas em dar/pegar carona para o trabalho e para casa? Assim, também é possível entender com todo mundo quem está mais bem preparado para fazer o trajeto e, claro, isso diminui a probabilidade de acidentes.

Mensagem para quem vai de transporte coletivo

Além da opção de ônibus fretado, que hoje é todinha solucionada digitalmente por parte de diversas empresas que oferecem o serviço (neste caso, é preciso entender a disponibilidade do benefício com o RH), apps gratuitos e com valores bastante acessíveis mostram as rotas em tempo real de cada modalidade de transporte para ninguém perder o horário nem “correr atrás do busão”, expondo-se a riscos. 

Mensagem para quem vai de bicicleta

Que tal divulgar, em etapas ou por trechos, os mapas das ciclovias/faixas disponíveis na cidade, com ênfase nas proximidades do local de trabalho? Mesmo pessoas muito entusiastas do pedal podem se confundir e achar que têm mais experiência do que realmente têm, o que as coloca em situações perigosas no tráfego intenso e nem sempre bem pensado para quem não está motorizado.

Abordagem humanizada

Sensibilizar alguém que nunca sofreu um acidente ou que não conhece ninguém que tenha sofrido pode parecer complexo, mas a conexão pode ser realizada por outros ângulos. Apesar de nossas experiências de vida serem diferentes, todos nós temos alguém para quem queremos voltar em segurança para casa: maridos, esposas, companheiras, filhos, mães, pais, tios, tias, amigas, pets… A lista é grande, mas é só para demonstrar que, apesar de podermos não ter tanto em comum em nossos trajetos e experiências com deslocamento, todo mundo tem um lar e entes queridos.

Dessa forma, apelar para os sentimentos das pessoas é apenas uma forma de mexer na parte de suas vidas que mais se relaciona com as consequências negativas da falta de atenção no trânsito. Falar ao coração das pessoas colaboradoras é importante e isso exige que quem desenvolve a campanha ou comunicações específicas para o Maio Amarelo tenha empatia e saiba criar peças atrativas e até afetuosas.

Na DALE, realizamos com um grande cliente multinacional do setor de defensivos agrícolas uma campanha chamada Vida ao Volante — em que colaboradores de toda a América Latina (especificamente os que usavam veículos de frota para se deslocar pelos campos de suas localidades) davam depoimentos honestos sobre suas rotinas nas estradas e compartilhavam situações em que sua segurança esteve por um fio por não seguirem as diretrizes à risca.

No fim, revelavam que seguir com diligência as políticas de segurança no trânsito estabelecidas pela empresa permitia que elas pudessem estar com quem amam, novamente, dia após dia, contando o que mais gostavam de fazer com suas famílias e ao chegarem em casa. A campanha gerou comoção em relação às histórias e engajamento, mas, principalmente, consolidou regras de segurança com vista a uma meta muito humana: manter-se em segurança por quem importa nas nossas vidas.

Vamos construir um novo trecho (mais seguro) dessa pista?

Não temos muitos números quanto ao que a Comunicação Interna pode alcançar em termos de redução de acidentes por meio de campanhas de conscientização, promoção de rodas de conversa, palestras ou outras formas de fomentar o cuidado no trânsito.

A internet nos traz dados extraídos de observações gerais tidas por profissionais da área a partir dos resultados de suas ações, portanto criando apenas um cenário potencial, o que já é bom o bastante quando estamos desbravando uma área ainda não tão consolidada do nosso meio.

Informações de empresas que adotaram programas de segurança no trânsito mostram uma correlação positiva entre campanhas de comunicação e a redução de acidentes. Por exemplo, algumas organizações relataram uma diminuição de até 30% nas taxas de acidentes após a implementação de tais campanhas.

Mas, cá entre nós, mais do que olhar para os dados para, então, construir ações a partir deles, porque não arregaçamos as mangas, estacionamos o carrinho sempre em movimento da CI por um instante, com muito cuidado, e não começamos a construir nós mesmos(as) esses números positivos? 

Por meio das ações sugeridas e tantas outras ainda inexploradas, podemos fazer a diferença e transformar o Maio Amarelo em um mês, cada vez mais, de celebração de vitórias, que virão na forma de colaboradores seguros na ida, na volta e no meio do caminho, em qualquer lugar em que estejam. Taí a linha de chegada perfeita para todos nós, profissionais da comunicação, atravessarmos sem competição, mas em parceria.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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