julho 18, 2022

Como engajar e manter a cultura organizacional viva em modelos híbridos e remotos?

Por Dialog - Time de Conteúdo| 6 minutos
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A pandemia impôs diversos desafios às organizações, mas também escancarou problemas que já existiam antes e que precisam, mais do que nunca, ser enfrentados. Neste artigo, falaremos de dois deles: como engajar e manter cultura organizacional viva em modelos híbridos e remotos?

A falta de engajamento e de aderência à cultura contribuem diretamente para o aumento de índices de turnover e a diminuição da produtividade, um combo que impacta nos resultados operacionais e no financeiro de toda empresa. 

Com a normalização de novos modelos de trabalho, o desafio de engajar colaboradores e mantê-los alinhados com a cultura da empresa, que já existia na época em que o padrão era o presencial, se intensificou. 

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O espaço físico perde força

Os escritórios tinham papel relevante no engajamento e na sustentação dos valores e crenças da cultura organizacional. Hoje, os espaços físicos não são garantia. Isso porque não foram apenas os modelos de trabalho que mudaram, mas as pessoas também.

É claro que para modelos híbridos e presenciais, o físico é usado, mas o que queremos dizer é que a dependência que existia antigamente desses espaços não pode existir mais.

Um ponto que deve ser levado em consideração é que tanto o engajamento quanto a cultura não são coisas palpáveis, pois são sentimentos e crenças. Isso já ajuda no desprendimento de lugares físicos e no foco em conectar pessoas aos valores, missão e visão da empresa (e investir em ações que engajem).

Entendendo o cenário

Segundo dados de um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 11% dos profissionais ativos exerceram suas atividades profissionais de forma remota no Brasil em 2020, o que equivale a 8,2 milhões de pessoas.

Em 2021, esse percentual caiu para 8,7% (7,3 milhões de colaboradores), como mostrou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Isso levando em consideração apenas profissionais que trabalham 100% do tempo fora dos escritórios, já que o modelo híbrido vem ganhando cada vez mais adeptos nos últimos anos.

De acordo com o estudo da Microsoft de 2022, 58% dos brasileiros preferem mudar para o trabalho híbrido ou totalmente remoto. Esse dado vem para confirmar o que todos já sabem: os modelos flexíveis vieram para ficar. Por isso, é tão importante falar sobre engajamento e cultura organizacional nesses cenários.

As diferentes gerações também têm grande papel nas mudanças pós-pandemia. Hoje existem três gerações convivendo no mercado de trabalho: a X (nascidos entre 1961 e 1980), Y (1981 a 2000) e Z (a partir de 2001). 

Esse fato torna ainda mais difícil para as organizações engajarem e mostrarem a cultura, porque cada geração possui suas particularidades, necessidades e anseios. Por exemplo, enquanto a geração Y vê muito valor no propósito, a Z se importa mais com o dinheiro, segundo a pesquisa Businez Plan.

De vilã a aliada

Afinal de contas, como engajar e manter cultura organizacional viva em modelos híbridos e remotos? Quando pensamos na resposta, é possível concluir que a tecnologia deixa de ser vilã para se tornar a grande aliada. 

Antigamente, a digitalização de processos era confundida com desumanização e até mesmo vista como sinônimo de demissões. O que muitas empresas aprenderam (por bem ou por mal) é que, quando bem utilizado, o digital otimiza o tempo dos profissionais, que podem investir esforços em outros projetos.

Agora, com o aumento na adoção do trabalho híbrido e remoto, a mobilidade proporcionada pelo uso da tecnologia pode e deve ser aliada nos desafios relacionados aos colaboradores.

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O hábito digital já faz parte da rotina das pessoas, então por que não usar isso de forma estratégica para engajar e manter viva a cultura das organizações?

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E hora de botar a mão na massa e saber, com 3 dicas práticas, como engajar e manter a cultura organizacional viva em modelos híbridos e remotos.

Centralize a comunicação no online

Sem comunicação, não há engajamento. Nem reconhecimento da cultura, na verdade. A área de Comunicação Interna, que serve como ponte entre empresa e profissionais, deve:

  • apoiar as ações de engajamento por meio de campanhas, pesquisas etc.
  • usar como base para qualquer iniciativa da área os pilares da cultura organizacional e divulgar continuamente quais são os valores, missão e visão da empresa (isso torna a cultura visível).

E optar por um canal digital leva esses pontos aos profissionais em qualquer lugar, como um aplicativo, por exemplo.

Adapte o que já foi feito antes (e deu certo!)

Se a empresa fazia algum tipo de ação, campanha ou evento para falar sobre a cultura organizacional, por que não replicá-la (com suas devidas adaptações) para o online? 

A conexão entre pessoas é peça chave para o sentimento de engajamento e também para o fortalecimento do clima. Sendo assim, apostar em iniciativas que promovam essa relação entre os colaboradores, como happy hour online e celebração de datas comemorativas via virtual, é uma ótima pedida.

Aposte no reconhecimento!

Já falamos por aqui o quão importante é o reconhecimento para o engajamento de profissionais. Se reconhecer já era importante no presencial, se torna ainda mais quando pensamos nos modelos remoto e híbrido!

A distância pode ser algo desafiador para colaboradores, então reconhecer o desempenho pode fortalecer a relação entre empresa e funcionário e, consequentemente, a cultura organizacional.

 

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