Dale Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/parceiros/dale/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Fri, 14 Nov 2025 12:17:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Dale Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/parceiros/dale/ 32 32 Comunicação Interna para uma vida em movimento: como incentivar a saúde física sem cair em clichês https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-para-uma-vida-em-movimento-como-incentivar-a-saude-fisica-sem-cair-em-cliches/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-para-uma-vida-em-movimento-como-incentivar-a-saude-fisica-sem-cair-em-cliches/#respond Thu, 20 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6237 Nos últimos anos, a saúde mental ganhou protagonismo nas discussões corporativas, e com razão: a pandemia de Covid-19 teve impactos profundos no aspecto psicológico da população, e tais consequências precisaram ser abordadas coletivamente para que pudéssemos sair daquele período, se não melhores, ao menos como estávamos antes de 2020. Mas há outro pilar igualmente essencial […]

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Nos últimos anos, a saúde mental ganhou protagonismo nas discussões corporativas, e com razão: a pandemia de Covid-19 teve impactos profundos no aspecto psicológico da população, e tais consequências precisaram ser abordadas coletivamente para que pudéssemos sair daquele período, se não melhores, ao menos como estávamos antes de 2020. Mas há outro pilar igualmente essencial para o bem-estar das pessoas colaboradoras, que não pode ser deixado de lado: a saúde física.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), grande parte da população adulta não atinge o nível mínimo de atividade física recomendado, que é de 150 minutos de exercícios moderados por semana. O IBGE confirma essa tendência no Brasil: cerca de 40% da população brasileira é considerada insuficientemente ativa, e a falta de movimento está diretamente relacionada ao aumento de doenças crônicas, à queda da qualidade de vida e, consequentemente, do rendimento no trabalho.

Nesse cenário, a Comunicação Interna pode ser uma grande aliada, não para empurrar a lógica do “fitness corporativo”, mas para estimular uma cultura de movimento leve, prazeroso e possível dentro da rotina de cada pessoa. Pois pequenas mudanças de hábito, quando incentivadas com consistência, podem dar um bem-vindo ‘up’ na saúde e na experiência no trabalho também. E é de se surpreender a quantidade de pessoas que começam a se exercitar de leve e acabam virando experts em cuidar de si mesmas, influenciando outras positivamente.

Por que falar de saúde física agora?

A discussão sobre saúde física dentro das empresas tem importância tanto para a qualidade de vida, quanto para a “saúde” do próprio mercado de trabalho. Dados do Ministério da Saúde (Vigitel 2023) apontam que o sedentarismo é um dos principais fatores de risco para doenças como hipertensão, diabetes e obesidade – condições que estão entre as que mais geram afastamentos no ambiente de trabalho.

Além disso, um estudo publicado na revista científica Lancet em 2016 indica que a inatividade física custa à economia mundial cerca de US$ 67 bilhões por ano em gastos com saúde pública e perda de produtividade. Em escala nacional, isso se reflete em aumento de absenteísmo e do presenteísmo, que significa presença sem engajamento e com menos energia disponível para as tarefas cotidianas.

Falar sobre saúde física é, portanto, falar de bem-estar integral e de sustentabilidade organizacional. E nesse campo, a Comunicação Interna tem um papel único: pode simplificar informações técnicas e transformá-las em mensagens próximas, que façam sentido no dia a dia das pessoas, criar campanhas que inspirem mudanças reais e que ajudem a derrubar o estigma de que cuidar do corpo significa seguir padrões estéticos ou se tornar “rato(a) de academia”.

O papel da Comunicação Interna

Mais do que comunicar campanhas de saúde de forma protocolar, a Comunicação Interna tem a capacidade de criar conexões verdadeiras com as pessoas colaboradoras, construindo narrativas inspiradoras e estimulando pequenas mudanças de hábito sem que soem forçadas.

Um caminho é trabalhar com o conceito de comunidade em movimento: mostrar que cada passo, alongamento ou pequena atividade faz diferença, sobretudo quando compartilhada. É nesse ponto que a CI pode se beneficiar do uso de apps e ferramentas digitais de “competição saudável”, que criam rankings, metas flexíveis e espaços de interação para que as pessoas se incentivem mutuamente. O diferencial está em apresentar esses recursos não como disputa por desempenho, mas como uma forma divertida de gerar apoio coletivo, estimulando conversas e transformando o cuidado com o corpo em parte da cultura organizacional.

Além dos aplicativos, outros formatos também podem ser explorados: campanhas com histórias reais de colaboradores que encontraram formas simples de se manter ativos; pausas ativas guiadas por vídeos curtos na intranet ou nos grupos de comunicação; ou ainda desafios leves como “subir escadas por uma semana” ou “caminhar dez minutos após o almoço”, sempre reforçando a ideia inclusiva de que cada pessoa tem seu ritmo.

Parcerias estratégicas, com descontos em academias, convênios locais e mapas de ciclovias são iniciativas de baixo custo que podem ser comunicadas de forma criativa, assim como as datas simbólicas podem receber um novo olhar – aproveitar o Dia Mundial da Saúde ou a Semana Nacional de Trânsito para propor experiências de movimento alternativas, fugindo do calendário corporativo engessado.

Ao assumir esse papel, a Comunicação Interna contribui não apenas para a disseminação de informações, mas para a criação de um ambiente em que o cuidado é abordado de forma coletiva. E quando o incentivo vem da empresa em um tom humano, com espaço para trocas e celebrações, a chance de adesão cresce muito mais do que quando a abordagem é meramente institucional.

Como medir impacto sem reduzir a números de academia

Um dos riscos de campanhas de incentivo à saúde física é transformar o movimento em métrica de performance individual. Isso pode gerar pressão, constrangimento ou até exclusão. A Comunicação Interna, por outro lado, tem a oportunidade de mostrar que o impacto vai muito além de quilômetros percorridos ou calorias queimadas, por meio de:

  • Pesquisas pulse de percepção para medir se colaboradores se sentem mais estimulados.
  • Engajamento em ações voluntárias como adesão a grupos de caminhada ou desafios leves.
  • Feedback espontâneo captado em redes internas ou rodas de conversa.
  • Indicadores de clima e bem-estar que relacionam energia e motivação ao impacto cultural da campanha.

Medir o impacto, portanto, significa avaliar se a cultura organizacional está se abrindo para o cuidado coletivo e se cada pessoa se sente encorajada a encontrar sua própria forma de movimento.

Comunicação Interna que propõe e não impõe

Assim, falar de saúde física no ambiente de trabalho é, acima de tudo, falar de uma qualidade de vida possível. E a Comunicação Interna tem o poder de transformar esse tema em algo humano e alcançável. Em vez de pressionar colaboradores a atingirem metas difíceis ou seguirem padrões estéticos, a CI pode convidar: a mover-se mais, cada um ao seu jeito, e a reconhecer que pequenas atitudes fazem mais diferença do que se convenciona pensar.

Quando a empresa mostra que valoriza esse empenho com informação confiável, promovendo experiências leves e criando oportunidades de apoio coletivo, fortalece não apenas o bem-estar individual, mas também a cultura organizacional como um todo, extrapolando isso para toda a sociedade. 

O movimento não precisa ser sinônimo de obrigação, mas de prazer, vitalidade e equilíbrio. Ao comunicar isso com empatia e consistência, a Comunicação Interna se torna um catalisador de uma cultura de bem-estar sustentável, que não acaba com o fim de uma campanha, mas segue viva no cotidiano das pessoas.

Por Allan Araújo, líder de conteúdo na Dale.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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A parceria entre plataforma e agência de Comunicação Interna; conheça o case https://blog.dialog.ci/a-parceria-entre-plataforma-e-agencia-de-comunicacao-interna-conheca-o-case/ https://blog.dialog.ci/a-parceria-entre-plataforma-e-agencia-de-comunicacao-interna-conheca-o-case/#respond Thu, 28 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6079 Há cerca de quatro anos, a Dialog criou seu Programa de Agências Parcerias com o objetivo de reunir especialistas e/ou agência de Comunicação Interna para ampliar o impacto das estratégias desenvolvidas junto aos nossos clientes.  Ao longo dos anos, o programa passou por reformulações estratégicas, ganhando novos formatos de colaboração, benefícios ampliados e ações de […]

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Há cerca de quatro anos, a Dialog criou seu Programa de Agências Parcerias com o objetivo de reunir especialistas e/ou agência de Comunicação Interna para ampliar o impacto das estratégias desenvolvidas junto aos nossos clientes. 

Ao longo dos anos, o programa passou por reformulações estratégicas, ganhando novos formatos de colaboração, benefícios ampliados e ações de coautoria para fortalecer ainda mais essa rede.

Mais do que oferecer uma tecnologia robusta, a Dialog entende que a transformação da Comunicação Interna acontece quando há trocas constantes entre quem desenvolve soluções e quem vive o dia a dia da área dentro das organizações. E é com esse espírito que construímos parcerias com empresas que compartilham da nossa visão sobre o papel da comunicação no ambiente corporativo.

Um desses parceiros é a DALE, agência de comunicação fundada em 2010 e reconhecida por sua abordagem contemporânea e plural. Com foco em Comunicação Interna, marca empregadora e comunicação institucional B2B, a agência — que atua ao lado de médias e grandes corporações — tem se destacado por entregar estratégias conectadas ao comportamento, à cultura e à evolução das relações dentro das empresas.

Parceira desde o início do programa, a DALE é também uma das agências que contribuem com conteúdos exclusivos para o Dialog Blog, abordando sempre temas relevantes para os profissionais de Comunicação Interna.

Comunicação Interna: conversa com o CEO da DALE

Neste texto, conversamos com Marcelo Rouco, CEO da agência, sobre como a parceria tem contribuído para fortalecer projetos de comunicação em várias organizações e como o programa tem impulsionado conexões mais estratégicas, humanas e criativas.

Dialog Blog (DB): O que motivou a entrada no programa de parceiros oferecido pela Dialog? 

Marcelo Rouco | DALE (MR): A Dialog, desde o início do nosso relacionamento, se mostrou uma grande parceira de negócios. Seja na entrega de uma plataforma inteligente para nossos clientes, seja como um parceiro fácil de trocas no dia a dia dessas implementações e de conversas sobre os desafios da CI. Portanto, ser um parceiro Dialog foi um caminho trilhado naturalmente para gerar negócios e sempre evoluir nas entregas para nossos clientes.

DB: Quais eram os principais desafios dos seus clientes antes da parceria?  

MR: Temos casos de migração do Workplace para Dialog, por exemplo. Portanto, acredito que o desafio de migrar de uma plataforma que estava bem resolvida dentro de clientes pode ser um dos principais. Ao mesmo tempo, a implementação do zero — em casos de clientes com necessidade de evoluir seus canais de CI e o relacionamento com os colaboradores — também é uma situação desafiadora.

DB: Quais são os principais benefícios percebidos desde que a agência se tornou parceira da Dialog? 

MR: Geração de negócios e maior conhecimento da plataforma, além de possibilidades para os clientes.

DB: Houve melhoria nos resultados de comunicação ou engajamento dos seus clientes? 

MR: Sim, vide o case da Qualicorp, com índice de adesão de 95% do público nos primeiros meses. Isso garante engajamento e informação aos colaboradores, impactando diretamente nos resultados e no turnover da empresa.

DB: Em sua opinião, o que diferencia a Dialog de outras soluções do mercado? 

MR: Algumas funcionalidades da plataforma e o time de relacionamento, que está sempre muito atento às necessidades de melhorias e evolução da plataforma, bem como se mantém próximo para resolver demandas do dia a dia.

DB: Como é o relacionamento com o time da Dialog? 

MR: Excelente. Todo o time é superparceiro e com foco no cliente.

Para conhecer mais sobre o trabalho da DALE, acesse a página da agência no marketplace da Dialog.

Seja um parceiro da Dialog

O Programa de Agências Parceiras estabelece uma relação de ganha-ganha, em que a agência de Comunicação Interna e a Dialog criam oportunidades de negócio durante o ano inteiro. É possível obter ganhos recorrentes de 3 maneiras:

  1. Ganhar comissão de contrato fechado por indicação;
  2. Desenhar a estratégia e fazer a gestão tática da plataforma;
  3. Receber indicação para atender clientes da Dialog.

Tudo isso traduzido em ações de compensação financeira e posicionamento de marca. Agende uma reunião e vamos conversar. 😉

Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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A importância da Comunicação Interna durante a gestão de crise https://blog.dialog.ci/a-importancia-da-comunicacao-interna-durante-a-gestao-de-crise/ https://blog.dialog.ci/a-importancia-da-comunicacao-interna-durante-a-gestao-de-crise/#respond Fri, 01 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6026 Diariamente, assistimos a diversos tipos de crises, seja no setor público ou privado, mas todas elas possuem uma característica em comum: exigem respostas rápidas e precisas. Em um mundo cada vez mais digital, onde crises nem sempre podem ser previstas, a Comunicação Interna possui um papel fundamental em um contexto de instabilidade institucional. Para garantir […]

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Diariamente, assistimos a diversos tipos de crises, seja no setor público ou privado, mas todas elas possuem uma característica em comum: exigem respostas rápidas e precisas. Em um mundo cada vez mais digital, onde crises nem sempre podem ser previstas, a Comunicação Interna possui um papel fundamental em um contexto de instabilidade institucional. Para garantir um fluxo de informações sem ruídos e um discurso alinhado entre todos os graus hierárquicos, os colaboradores devem ser as primeiras pessoas a serem informadas sobre os impactos negativos desse tipo de evento na imagem da empresa.

Da mesma forma que as empresas se preocupam com a opinião dos seus clientes e do público externo, devem também entender que os empregados possuem o mesmo grau de importância durante a gestão de uma crise. Deixar que os colaboradores sejam informados pela mídia pode abalar a autoestima dos profissionais, causar choques desnecessários e ainda mais insatisfação. Por isso, incluir os funcionários no centro das tomadas de decisões e informá-los antes da divulgação de qualquer comunicado para o público externo precisa ser uma das principais ações durante a gestão de crise.

Planejamento de comunicação em ação

Apesar do planejamento de comunicação ser, na maioria das vezes, utilizado apenas quando as crises são instauradas, ele também deve ser uma ferramenta utilizada para evitar que esses eventos ocorram e se propaguem de forma rápida. Quanto mais preparada a empresa estiver, menores são as chances de uma crise impactar a sua imagem a longo prazo. Para que isso ocorra, os colaboradores precisam ser continuamente treinados sobre assuntos relacionados a possíveis crises em campanhas internas periódicas.

Colaboradores como agentes ativos

Numa era dominada por vídeos e imagens divulgadas nas redes sociais, os empregados não podem mais ser apenas espectadores da situação, mas agentes que refletem a imagem positiva da empresa e que desejam solucionar dúvidas e apresentar soluções. Nesse cenário, os colaboradores devem ser participantes ativos na gestão da crise, sendo escutados e tendo suas ideias acolhidas. Um posicionamento oficial da empresa sobre a questão também deve ser compartilhado entre todas as pessoas, para que “falem a mesma língua” e o discurso seja unificado, sem contradições. 

Canais de comunicação imediatamente atualizados

Após uma crise instaurada, é de suma importância que os canais de comunicação sejam atualizados imediatamente, com todas as informações que a empresa possui e quais medidas estão sendo tomadas. Assim, os colaboradores ficarão atualizados sobre os pontos mais importantes e, caso seja necessário, poderão atuar como porta-vozes da empresa em ambientes internos e externos.

Lideranças acessíveis para acolher 

A escolha de um porta-voz para falar em nome da empresa é essencial, mas as lideranças internas precisam também atuar para que sejam os porta-vozes de suas equipes. Além disso, os profissionais em cargos de chefia precisam estar disponíveis para tirar dúvidas, desfazer mal-entendidos e acolher as ideias dos colaboradores. Eles precisam agir como um canal de comunicação entre o porta-voz e todos os funcionários da empresa e, assim, reduzir ruídos e aproximar o público interno da alta gestão.

Simulação de momentos de crise

Uma tática pouco convencional é o de simular crises para testar se os colaboradores conhecem o plano de comunicação e entender o que precisa ser ajustado. Nesse momento, é importante entender as pessoas que se destacam como embaixadoras da marca e capacitá-las de forma contínua para as situações de instabilidade.

Reavaliar o clima organizacional após a crise

Após a resolução da crise, o trabalho da Comunicação Interna precisa continuar para analisar quais foram os impactos negativos no clima organizacional e criar respostas rápidas para contorná-los de uma forma eficiente. Primeiramente, a equipe responsável precisa atualizar o plano de comunicação, propor mudanças e, por fim, pautar os comunicados internos na transparência, empatia e acolhimento. Os empregados precisam se sentir parte da solução, não do problema. 

A Comunicação Interna precisa assumir o papel de protagonista

O setor deve atuar para direcionar os colaboradores da melhor forma possível antes, durante e após a crise. A Comunicação Interna precisa ser vista como uma importante ferramenta de gestão no planejamento estratégico , atuando não apenas para mitigar os impactos negativos, mas também para evitar que as crises sejam desencadeadas. 

Com funcionários preparados, munidos de informações precisas e atualizadas em tempo real, a empresa terá muito mais do que porta-vozes do seu discurso, mas pessoas que acreditam nos valores e propósito da empresa. O uso estratégico da Comunicação Interna em momentos de crise pode impactar positivamente a marca empregadora, fortalecendo ainda mais a cultura organizacional e tornando as equipes mais unidas. 

Afinal, a gestão de crise é uma responsabilidade coletiva, e o papel da Comunicação Interna precisa ser não apenas o de informar, mas também de capacitar as pessoas para esse momento. Os colaboradores precisam estar próximos uns dos outros, unidos em busca da resolução dos problemas e do bem-estar de todos. 

Por Talita Barbosa, Redatora na Dale.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Maio Amarelo e Comunicação Interna: mais vida no trânsito para além do mês https://blog.dialog.ci/maio-amarelo-e-comunicacao-interna-mais-vida-no-transito-para-alem-do-mes/ https://blog.dialog.ci/maio-amarelo-e-comunicacao-interna-mais-vida-no-transito-para-alem-do-mes/#respond Mon, 05 May 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5819 Um fato inegável no status quo corporativo de 2025, que pode ser constatado em uma rápida observação e no contato com profissionais, é que o regime híbrido de trabalho — às vezes no escritório, às vezes remotamente — e mesmo o inteiramente presencial estão retornando às rotinas das pessoas, especialmente no meio urbano. Isso implica […]

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Um fato inegável no status quo corporativo de 2025, que pode ser constatado em uma rápida observação e no contato com profissionais, é que o regime híbrido de trabalho — às vezes no escritório, às vezes remotamente — e mesmo o inteiramente presencial estão retornando às rotinas das pessoas, especialmente no meio urbano. Isso implica outro retorno: o do deslocamento regular e massificado de uma parcela crescente da população das cidades.

Considerando que, com a divisora de águas que foi a pandemia, muitas pessoas colaboradoras de empresas estavam habituadas ao trabalho 100% remoto e que boa parte delas já ingressou em seus atuais postos nessa modalidade de atuação, podemos concluir que um número bastante grande de motoristas, ciclistas, passageiros e pedestres só passou a desenvolver recentemente uma rotina de transporte para ir de casa para o trabalho e vice-versa, ou mesmo para outros lugares após o expediente.

Essa relativa inexperiência ou falta de hábito com trajetos ora complexos pode contribuir para complicar o já complicado tráfego metropolitano. Mas, infelizmente, não é só isso: pode também ajudar a aumentar o número de acidentes nas vias brasileiras. No período em que a campanha Maio Amarelo busca fomentar a conscientização quanto à segurança no trânsito, é preciso refletir sobre o papel que nós, pessoas comunicadoras, podemos ter nesse engarrafamento de questões.

Destinos modestos, mas não menos nobres

Um recente estudo mostrou que, no primeiro bimestre de 2025, vimos um aumento de 30% no número de atropelamentos fatais na cidade de São Paulo. E apesar de a prefeitura da capital paulista haver prometido duração mais longa dos semáforos para pedestres e redução da velocidade máxima permitida em determinadas ruas e avenidas como medidas paliativas, muito estrago já está feito por uma questão muito mais simples que infraestrutura e engenharia de tráfego: a falta de atenção.

E qual é o tamanho da contribuição que uma campanha de Comunicação Interna pode ter? Pode ser pequeno, mas evitar que uma pessoa se acidente no trânsito de uma grande cidade, que por acaso é colaboradora da empresa que foi impactada positivamente pela campanha, já é um baita resultado, visto que aqui não estamos indo atrás de números e sim de vida.

Se pudermos, com uma campanha, reforçar o estado de vigilância e alerta que condutores e pedestres devem manter durante os seus trajetos pela cidade, temos ao menos alguma chance de diminuir estatísticas trágicas.

Mapeando rotas

Reforçar a mensagem de manter a atenção no trânsito, esteja a pessoa colaboradora pilotando uma moto, esteja andando de patinete elétrico no canteiro central de uma avenida famosa, é sempre importante. Mas também precisamos entender que mensagens específicas podem mudar conforme o contexto dos itinerários das pessoas. Assim, uma pesquisa ou mesmo enquete rápida na proximidade do Maio Amarelo, em uma rede social corporativa ou outro meio prático, pode ajudar a entender como as pessoas estão se deslocando entre o lar e o local de trabalho.

A partir daí, o direcionamento pode variar:

Mensagem para quem vai de carro

Sabia que existem aplicativos de carona que organizam direitinho as escalas, os dias e os horários com base na inserção dos endereços das pessoas interessadas em dar/pegar carona para o trabalho e para casa? Assim, também é possível entender com todo mundo quem está mais bem preparado para fazer o trajeto e, claro, isso diminui a probabilidade de acidentes.

Mensagem para quem vai de transporte coletivo

Além da opção de ônibus fretado, que hoje é todinha solucionada digitalmente por parte de diversas empresas que oferecem o serviço (neste caso, é preciso entender a disponibilidade do benefício com o RH), apps gratuitos e com valores bastante acessíveis mostram as rotas em tempo real de cada modalidade de transporte para ninguém perder o horário nem “correr atrás do busão”, expondo-se a riscos. 

Mensagem para quem vai de bicicleta

Que tal divulgar, em etapas ou por trechos, os mapas das ciclovias/faixas disponíveis na cidade, com ênfase nas proximidades do local de trabalho? Mesmo pessoas muito entusiastas do pedal podem se confundir e achar que têm mais experiência do que realmente têm, o que as coloca em situações perigosas no tráfego intenso e nem sempre bem pensado para quem não está motorizado.

Abordagem humanizada

Sensibilizar alguém que nunca sofreu um acidente ou que não conhece ninguém que tenha sofrido pode parecer complexo, mas a conexão pode ser realizada por outros ângulos. Apesar de nossas experiências de vida serem diferentes, todos nós temos alguém para quem queremos voltar em segurança para casa: maridos, esposas, companheiras, filhos, mães, pais, tios, tias, amigas, pets… A lista é grande, mas é só para demonstrar que, apesar de podermos não ter tanto em comum em nossos trajetos e experiências com deslocamento, todo mundo tem um lar e entes queridos.

Dessa forma, apelar para os sentimentos das pessoas é apenas uma forma de mexer na parte de suas vidas que mais se relaciona com as consequências negativas da falta de atenção no trânsito. Falar ao coração das pessoas colaboradoras é importante e isso exige que quem desenvolve a campanha ou comunicações específicas para o Maio Amarelo tenha empatia e saiba criar peças atrativas e até afetuosas.

Na DALE, realizamos com um grande cliente multinacional do setor de defensivos agrícolas uma campanha chamada Vida ao Volante — em que colaboradores de toda a América Latina (especificamente os que usavam veículos de frota para se deslocar pelos campos de suas localidades) davam depoimentos honestos sobre suas rotinas nas estradas e compartilhavam situações em que sua segurança esteve por um fio por não seguirem as diretrizes à risca.

No fim, revelavam que seguir com diligência as políticas de segurança no trânsito estabelecidas pela empresa permitia que elas pudessem estar com quem amam, novamente, dia após dia, contando o que mais gostavam de fazer com suas famílias e ao chegarem em casa. A campanha gerou comoção em relação às histórias e engajamento, mas, principalmente, consolidou regras de segurança com vista a uma meta muito humana: manter-se em segurança por quem importa nas nossas vidas.

Vamos construir um novo trecho (mais seguro) dessa pista?

Não temos muitos números quanto ao que a Comunicação Interna pode alcançar em termos de redução de acidentes por meio de campanhas de conscientização, promoção de rodas de conversa, palestras ou outras formas de fomentar o cuidado no trânsito.

A internet nos traz dados extraídos de observações gerais tidas por profissionais da área a partir dos resultados de suas ações, portanto criando apenas um cenário potencial, o que já é bom o bastante quando estamos desbravando uma área ainda não tão consolidada do nosso meio.

Informações de empresas que adotaram programas de segurança no trânsito mostram uma correlação positiva entre campanhas de comunicação e a redução de acidentes. Por exemplo, algumas organizações relataram uma diminuição de até 30% nas taxas de acidentes após a implementação de tais campanhas.

Mas, cá entre nós, mais do que olhar para os dados para, então, construir ações a partir deles, porque não arregaçamos as mangas, estacionamos o carrinho sempre em movimento da CI por um instante, com muito cuidado, e não começamos a construir nós mesmos(as) esses números positivos? 

Por meio das ações sugeridas e tantas outras ainda inexploradas, podemos fazer a diferença e transformar o Maio Amarelo em um mês, cada vez mais, de celebração de vitórias, que virão na forma de colaboradores seguros na ida, na volta e no meio do caminho, em qualquer lugar em que estejam. Taí a linha de chegada perfeita para todos nós, profissionais da comunicação, atravessarmos sem competição, mas em parceria.

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Publicidade, TV, marketing, cinema: outras linguagens possíveis (e engajadoras) para a Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/publicidade-tv-marketing-cinema-outras-linguagens-possiveis-e-engajadoras-para-a-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/publicidade-tv-marketing-cinema-outras-linguagens-possiveis-e-engajadoras-para-a-comunicacao-interna/#respond Thu, 06 Feb 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5576 Se tem uma lição que nós, profissionais de Comunicação Corporativa/Interna aprendemos muito rápido, especialmente quando passamos a ver resultados de engajamento despencarem, é que precisamos falar a língua do público que queremos alcançar.  E não estamos aqui discutindo necessariamente algo regional, relacionado a classes sociais, idiomas e sotaques: são os elementos culturais e de entretenimento […]

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Se tem uma lição que nós, profissionais de Comunicação Corporativa/Interna aprendemos muito rápido, especialmente quando passamos a ver resultados de engajamento despencarem, é que precisamos falar a língua do público que queremos alcançar. 

E não estamos aqui discutindo necessariamente algo regional, relacionado a classes sociais, idiomas e sotaques: são os elementos culturais e de entretenimento que – queiramos nós ou não – moldam a forma como as mais diversas pessoas consomem conteúdo.

Essa é a “língua cognitiva”, digamos assim, com a qual passamos a receber informações por meio dos diversos canais de comunicação a que temos acesso. E se a Comunicação Interna destoa disso trazendo uma linguagem excessivamente corporativa e protocolar, perde feio na audiência para outros meios mais atrativos.

Hoje vamos trazer aqui três sugestões para explorar novas possibilidades em termos de formatos, técnicas e linguagens – mas é tudo a título de inspiração, já que, desde que respeitada a voz da companhia para realizar a comunicação, o céu é o limite.

Séries

Criar conteúdos no formato de vídeo, ainda que bastante curtos, mas seriados, pode ser uma saída criativa para engajar principalmente nas redes sociais corporativas, bem como na TV corporativa e em outros canais em que o formato seja viável.

Uma história bem contada, por si só, de uma campanha, evento ou programa, já adiciona uma boa camada de engajamento. No formato seriado, criam-se expectativas para o próximo episódio, deixando espaço para as pessoas imaginarem continuações possíveis para a narrativa e até gerando um certo burburinho a respeito, algo muito positivo – tudo a ver com a maneira como diversos públicos consomem esse tipo de conteúdo: interagindo com outros “fãs”.

Depois que todos os episódios forem individualmente lançados, pode-se incentivar que o público maratone todos eles para ter uma sensação maior de completude, uma ótima oportunidade para reforçar quaisquer que sejam as mensagens a serem transmitidas com aquela comunicação.

Podcasts

Sim, pode haver uma certa fadiga do formato; mas feito do jeito certo pode ser um hit com as pessoas colaboradoras da sua empresa ou cliente. Estamos falando aqui de janelas estreitas de atenção, visto que, no ambiente de trabalho, nem todo mundo pode ou se sente à vontade para colocar um fone de ouvido e curtir um conteúdo em áudio.

Mas se os áudios forem razoavelmente curtos e trouxerem pessoas que são referência em um determinado assunto para toda a companhia, e ainda se esse assunto tiver pontos de contato com o potencial interesse de muitas pessoas dentro da empresa, você pode ter um programa líder de audiência.

Some-se a isso um roteiro, ainda que simples, direcionado para uma comunicação descontraída e até bem-humorada, interpretada por pessoas que têm aptidão para esse tipo de conversa, e o formato não apenas será muito bem-sucedido, como as pessoas vão passar a pedir para que novos programas sejam produzidos.

Publicidade

Quem disse que uma campanha de Comunicação Interna não merece o mesmo “fator uau” que uma grande campanha publicitária, daquelas dignas de ganhar o Leão de Cannes? Merece, sim! Usar todo o poder de atratividade que anos de desenvolvimento da linguagem publicitária trouxeram para a área da comunicação em geral é imperativo em tempos de grande disputa por alguns segundos de atenção.

Títulos chamativos, slogans inteligentes e um cuidado com a coesão visual e textual da campanha em relação ao conceito (e até trazendo beleza artística nas peças) sinalizam que, mesmo sem precisar “vender” nada e sem existir quem, necessariamente, consuma um produto, desejamos envolver as pessoas em um determinado espírito, como é feito na publicidade moderna para envolver as pessoas consumidoras com a marca.

Preparar uma campanha de Comunicação Interna com a mentalidade publicitária vai garantir que você trate o próprio assunto a ser abordado com um carinho diferente. Vai fazer com que outros atributos daquela ação venham à tona, já que são estes que vão se destacar em relação a outros aspectos mais tradicionais e já batidos de uma campanha de CI convencional.  

E por hoje é só, “pe, pe, pessoal”?

De forma alguma. Conforme você e o seu time de CI forem testando outros formatos como stories, áudio, curtas de animação (desenho animado, stop motion!), marketing inbound e todos os seus funis devidamente adaptados ao público, vão perceber que a sua Comunicação Interna estava sedenta por outros ares, vozes e técnicas.

Certamente vai ter uma coisa ou outra que vai pegar melhor com determinado público. Mas a gente nunca vai saber se não tentar! Depois, venha bater um papo pra gente saber o que funcionou e o que não? Vamos adorar manter esse diálogo vivo para fazer a CI seguir evoluindo.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Diversity Washing: o que é e como evitar na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/diversity-washing-o-que-e-e-como-evitar-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/diversity-washing-o-que-e-e-como-evitar-na-comunicacao-interna/#respond Wed, 11 Dec 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5469 Diversidade e inclusão são temas em evidência no mundo corporativo e no mercado de trabalho em geral. Por isso, muitas empresas buscam alinhar sua cultura à valorização de grupos minorizados: mulheres, negros (pretos e pardos), pessoas com deficiências (PCDs), comunidade LGBTQIAPN+, pessoas com mais de 50 anos e todas as interseccionalidades entre grupos.  Mas quando […]

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Diversidade e inclusão são temas em evidência no mundo corporativo e no mercado de trabalho em geral. Por isso, muitas empresas buscam alinhar sua cultura à valorização de grupos minorizados: mulheres, negros (pretos e pardos), pessoas com deficiências (PCDs), comunidade LGBTQIAPN+, pessoas com mais de 50 anos e todas as interseccionalidades entre grupos. 

Mas quando esse investimento não é genuíno, ocorre o que a autora do livro “Como ser um Líder Inclusivo”, Liliane Rocha chama de Diversity Washing, termo que faz referência ao posicionamento de empresas que propagam o discurso de diversidade e inclusão sem valorizar ou praticar essa temática no dia a dia.

Assim como no Greenwashing, em que organizações se apresentam como ambientalmente conscientes e responsáveis mas, na prática, não aplicam esse compromisso, tal apropriação lembra os riscos de comunicar o comprometimento com um tema sem adotar mudanças estruturais e significativas que impactem a cultura organizacional.

Na Comunicação Interna, essa prática interfere na confiança das pessoas colaboradoras e compromete a credibilidade da empresa, pois fica perceptível quando os valores declarados não correspondem a ações reais, o que pode gerar desengajamento do time, conflitos e até danos para a reputação da organização.

Confira alguns exemplos de Diversity Washing

  1. Comemorar datas sem ações concretas

Divulgar campanhas sobre o mês da Consciência Negra e Semana do Orgulho LGBTQIAPN+ sem implementar políticas de inclusão ou contratar talentos diversos.

  1. Ausência de representatividade

Usar imagens de pessoas diversas nas campanhas de Comunicação Interna, mas que não representam a realidade, já que a equipe e as lideranças são homogêneas e pouco inclusivas. 

  1. Slogans e campanhas incoerentes 

Propagar frases que não correspondem à cultura real da empresa e sem apresentar dados, programas ou metas que sustentem essas afirmações.

Percebemos com esses exemplos uma dissonância entre o que a organização divulga e o que é praticado nas suas contratações, promoções de cargos dos colaboradores e em toda a formação hierárquica da empresa, ou seja, uma imensa lacuna entre o que é comunicado ao público interno.

Como evitar o Diversity Washing na Comunicação Interna

Os dados confirmam o que as pessoas colaboradoras sentem: o investimento em diversidade e inclusão é mínimo. De acordo com a 27ª edição do Índice de Confiança da Robert Half, apenas 16% das empresas oferecem programas para grupos minorizados e 21% aplicam treinamentos relacionados à temática da diversidade e inclusão.

Empreendedores e suas lideranças precisam refletir sobre a diversidade e inclusão com a perspectiva de promover uma mudança social efetiva, e isso começa pelo desenvolvimento de ações articuladas com a cultura da empresa. Confira alguns caminhos para iniciar essa missão!

  1. Avalie a cultura organizacional

Antes de desenvolver um programa, o ideal é fazer um diagnóstico interno para identificar quais lacunas a empresa tem e que precisam ser resolvidas. Desde a formação de uma equipe diversa até promover um ambiente acolhedor para essa diversidade, evitando que os profissionais sejam expostos a preconceitos.

Uma dessas lacunas pode ser identificada, por exemplo, no baixo índice de pessoas diversas na equipe e em cargos de liderança, o que demanda estratégias para estimular oportunidades iguais e perspectivas reais de crescimento e permanência na organização. 

  1. Visibilidade para a diversidade

Inclua colaboradores de diferentes origens e identidades nos processos de criação e estratégia das campanhas e serviços da sua empresa. Dessa forma é possível evitar uma abordagem superficial, amplificando a mensagem e promovendo uma representatividade genuína.

Envolva pessoas diversas tanto na construção da ideia ou mensagem, quanto nas imagens de divulgação, se isso fizer parte, de fato, da cultura da empresa. Com isso as pessoas colaboradoras vão se sentir parte do processo e representadas em todos os níveis.

  1. Monitore e seja transparente

O processo de mudança de cultura para a aplicação de uma diversidade efetiva é longo e exige uma série de iniciativas, por isso é importante apresentar essas ações e seus respectivos resultados para as pessoas colaboradoras.

Seja transparente com os desafios enfrentados para colocar essa cultura em prática, apresente os ganhos efetivos e demonstre compromisso com a causa. Com isso, a equipe terá cada vez mais confiança no processo.

  1. Invista em educação e conscientização

A Comunicação Interna deve refletir a realidade, não uma narrativa idealizada para construir uma imagem fictícia. Para conectar discurso e prática, é fundamental manter a equipe em constante formação sobre diversidade e inclusão, oferecendo cursos, palestras, mentorias, rodas de conversa e outras ferramentas educativas que contribuam com o impulsionamento e a promoção da diversidade com transformações efetivas na cultura da empresa.

A diversidade e a inclusão são valores essenciais e precisam ser aplicados de forma consistente. O papel da Comunicação Interna nesse processo é identificar o ponto em que a empresa se encontra em termos de diversidade e inclusão para, então, criar ações que engajem as pessoas colaboradoras e transmitam um senso de acolhimento e pertencimento. 

Evitar o Diversity Washing não é apenas uma questão ética, mas também uma forma de construir relações sólidas e de respeito às diferenças para evitar situações constrangedoras, tanto para a marca quanto para quem trabalha para mantê-la relevante.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Comunicação Interna e Employer Branding: saiba como trabalhar https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-employer-branding-saiba-como-trabalhar/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-employer-branding-saiba-como-trabalhar/#respond Mon, 11 Nov 2024 14:29:21 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5446 A Comunicação Interna e o Employer Branding estão diretamente relacionados, já que a área de CI é um dos pilares que trabalham a marca empregadora para os colaboradores.  Se a sua Comunicação Interna ainda não colocou a pauta de Employer Branding no planejamento do próximo ano, chegou a hora. Mas como a CI pode enriquecer […]

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A Comunicação Interna e o Employer Branding estão diretamente relacionados, já que a área de CI é um dos pilares que trabalham a marca empregadora para os colaboradores. 

Se a sua Comunicação Interna ainda não colocou a pauta de Employer Branding no planejamento do próximo ano, chegou a hora. Mas como a CI pode enriquecer a estratégia da gestão da marca empregadora? E de que forma é possível trabalhar a Comunicação Interna e o Employer Branding de forma prática?

Essas e outras perguntas foram respondidas na penúltima masterclass da 2ª edição da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, cujo palestrante foi Marcelo Rouco, CEO na Dale. Ele é formado em Publicidade e tem especialização em Planejamento Estratégico e Inovação em Negócio, além de somar mais de 15 anos de experiência em trabalhos de comunicação, marketing e publicidade.

Além de organizar a aula, a Dialog também criou um conteúdo prático complementar: um material sobre a jornada da Comunicação Interna e a marca empregadora. Você pode assistir à transmissão e baixar o documento clicando neste link.

Comunicação Interna e Employer Branding: o começo

A aula ministrada sobre Comunicação Interna e Employer Branding começou com Marcelo diferenciando três conceitos relacionados à marca empregadora:

  1. Employer Branding: reputação enquanto empregador;
  2. Employee Experience: jornada de experiências que a pessoa vive na organização;
  3. EVP: proposta de valor ao empregado.

Ele lembra que o trabalho de EB ajuda a atrair e também a reter os talentos na organização. Para isso, a estratégia precisa ser formada por um conjunto de ações externas e também internas, já que os colaboradores são vistos como a melhor publicidade para uma marca empregadora forte e consistente.

“Tem que vender primeiro a sua empresa para o seu colaborador. Se ele não comprar o seu produto ou serviço e não acreditar no que vocês fazem, as pessoas de fora também não vão acreditar”, explicou o CEO na Dale.

E onde a Comunicação Interna entra na história? Na jornada do colaborador, que no primeiro momento conta com 8 etapas. São elas: atração, recrutamento e seleção, admissão, onboarding, engajamento, treinamento e desenvolvimento, promoção e offboarding.

Entretanto, ao analisar de perto, a lista de pontos de contato com o colaborador ao longo dessa jornada é bem maior. Veja:

Fonte: Dale

Dos 8 pilares e seus respectivos pontos de contato apontados na arte acima, a Comunicação Interna é responsável por 5 deles.

Fonte: Dale

“A gente vê que os pontos de contato de comunicação externa diretamente ligados à marca empregadora são infinitamente menores aos da Comunicação Interna, porque ela está fazendo parte do processo mais longo dessa jornada do colaborador dentro da empresa. Então, na hora que a gente conecta essas duas coisas [CI e Employer Branding], a gente entende que uma retroalimenta a outra, uma vai ajudando a outra a trabalhar melhor. Tudo que é trabalhado pela CI ou é apoiado pela área dentro da empresa ajuda a construir uma melhor marca empregadora. [A gente] precisa garantir que a Comunicação Interna ajude a manter esses processos depois que a pessoa está dentro da empresa”, ressaltou Marcelo.

O CEO ainda afirmou que 75% dos pontos de interação da jornada do colaborador com a organização são impactados majoritariamente pela Comunicação Interna.

Comunicação Interna como pilar

Segundo Marcelo, a CI é fundamental para a estratégia de Employer Branding, pois, além dos pontos já citados anteriormente, a área molda a percepção dos colaboradores sobre a empresa e cultura, influenciando no engajamento e na retenção de talentos.

Mas como tornar a área um pilar oficial da gestão da marca empregadora? A resposta começa no planejamento. Rouco citou 3 vertentes para essa etapa:

Estratégia

“Um ponto importante, e que eu gosto sempre de reforçar quando a gente fala de Comunicação Interna e marca empregadora, é o quanto temos que estar alinhados com a estratégia do negócio. Se você está fazendo uma CI que está desalinhada ou que não sabe qual é o objetivo do negócio, quais são as diretrizes e para onde a empresa está olhando, provavelmente você está fazendo ou alguma coisa errada, que no final não vai dar o resultado esperado, ou alguma coisa que não é estratégica para a organização. A gente tem que garantir cada vez mais que a CI suba esses degraus e fale sempre com gente que está pensando na estratégia do negócio”, destacou.

Execução e correções de rota

“Muitas vezes há este medo: ‘Se eu mudar minha campanha, a estratégia da área ou o que eu fiz, vai parecer que fizemos algo errado ou que estamos perdidos’. Não tenha medo de mudar, principalmente no mundo em que vivemos hoje, que tudo muda a todo momento. Às vezes você desenhou uma estratégia perfeita, que fazia todo sentido naquele momento, mas 3 meses depois vem uma pandemia e você tem que jogar tudo no lixo porque o cenário é totalmente diferente”, refletiu.

Mensuração

“É importante acompanhar para ver se [a campanha] está rolando ou se precisa fazer alguma correção no meio do caminho, e isso se faz com a mensuração. Na hora da estratégia, de colocar para rodar, olhe para a mensuração, para as métricas e para os indicadores que a gente vai acompanhar”, frisou.

Depois do planejamento, é hora de alinhar o storytelling e o que é feito na empresa. Marcelo explicou que a Comunicação Interna ajuda a promover transparência e confiança, de forma que os colaboradores sintam que estão informados sobre as direções estratégicas e as decisões da empresa.

“Em tempos de transparência, o Employer Branding precisa comunicar a verdade. E a Comunicação Interna pode colaborar construindo boas histórias com seus colaboradores”, defendeu.

Para finalizar a parte teórica, o executivo considera que a solução para trabalhar a marca empregadora de forma efetiva é dedicar um olhar integrado, envolvendo as áreas de Comunicação Interna, Employer Branding, RH e Marketing, alinhando as estratégias.

7 dicas para estruturar o Employer Branding com o apoio da Comunicação Interna

Marcelo terminou sua masterclass compartilhando 7 dicas para estruturar a marca empregadora da empresa com o apoio da área de Comunicação Interna. São elas:

  1. O EB não se faz sozinho no LinkedIn ou Instagram: Para ser um bom profissional de EB e entregar um bom trabalho, você pode (e deve!) ter a Comunicação Interna e as lideranças da sua empresa como aliadas.
  2. Alinhe as estratégias e os planos de CI e EB antes de começar a executar qualquer uma das duas áreas: E, principalmente, garanta que ambas estejam alinhadas com os objetivos do negócio.
  3. Estabeleça e acompanhe indicadores: A melhor forma de mostrar o valor do seu trabalho é provar seus resultados. Crie indicadores, acompanhe e use-os para tomada de decisão (exemplos: diminuição de turnover, melhora em pesquisas etc.).
  4. Não se esqueça das lideranças: Na Comunicação Interna, o líder é um dos “canais de comunicação” mais respeitados e ouvidos.
  5. Nutra embaixadores reais: Embaixadores treinados são legais. Embaixadores reais são incríveis!
  6. Comunicação é simples: Analise todos os seus públicos para ter mais engajamento em menos tempo. Lembre-se de que a comunicação, para ser absorvida, tem que ser simples, clara e direta.
  7. Dê voz e espaço às pessoas: Tanto na CI quanto no EB, valorize as pessoas da sua empresa.

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4 pontos fundamentais sobre a criação visual na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/4-pontos-fundamentais-sobre-a-criacao-visual-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/4-pontos-fundamentais-sobre-a-criacao-visual-na-comunicacao-interna/#respond Thu, 10 Oct 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5257 O primeiro pensamento que vem à mente quando falamos sobre o trabalho de comunicar internamente em organizações e corporações é, para a esmagadora maioria das pessoas, relacionado ao texto.  Esse, inclusive, não é um mau sinal, mas o indício de que a área da Comunicação Interna evoluiu muito!  A tal ponto que, a partir de […]

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O primeiro pensamento que vem à mente quando falamos sobre o trabalho de comunicar internamente em organizações e corporações é, para a esmagadora maioria das pessoas, relacionado ao texto. 

Esse, inclusive, não é um mau sinal, mas o indício de que a área da Comunicação Interna evoluiu muito! 

A tal ponto que, a partir de uma atuação de jornalistas, publicitários, profissionais de Marketing e de RH baseada no texto e na fala, outras frentes puderam ser incorporadas com mais propriedade ao longo do tempo, somando elementos anteriormente mais valorizados quando o assunto era comunicar para fora. 

A frente da qual estamos falando é o design.

O design desempenha, atualmente, um papel muito importante na comunicação de uma empresa. É um elo que perpassa diversos caminhos entre a gestão, a informação que circula na organização e os colaboradores. 

Mas para que você também possa enxergar o design ou a direção de arte dessa forma, demonstro aqui quatro itens essenciais que vão contribuir para que mais e mais profissionais do campo visual possam ter consistência nas suas comunicações, atraindo a atenção dos colaboradores de maneiras cada vez mais criativas.

1. Escolha elementos visuais que sejam um cartão de visita para a marca

Cores, fontes e elementos de design precisam estar alinhados com o seu manual de marca ou com o do cliente. A comunicação externa e interna precisam caminhar juntas, mas não necessariamente precisam ser iguais: conforme os canais e objetivos de comunicação, diferentes elementos podem ser utilizados. 

Mas é preciso lembrar que, quaisquer que sejam, esses elementos fazem parte de uma coisa só, de uma única organização e identidade, que fala a mesma coisa com todo mundo – apenas de maneiras e abordagens diversas. Isso ajuda a manter a consistência da mensagem interna e fortalece a percepção da marca por parte dos colaboradores. 

2. Clareza e compreensão da mensagem

Por meio de elementos visuais impactantes contribuímos para que a mensagem seja compreendida de forma clara e objetiva. E a questão não é apenas estética! A inclusão de gráficos, ícones, ilustrações, imagens e elementos estratégicos facilitam, assim como o texto, a transmissão e o reforço das principais ideias e informações que se quer levar ao público interno.

3. Design também é representatividade

Trazer elementos específicos que existem na empresa, na região ou no estado em que a companhia tem origem ou que a maioria das pessoas que trabalham nela estão, contribui muito para engajar e trazer a sensação de pertencimento aos colaboradores. 

Outra boa ideia é fazer uma sessão de fotos mostrando o dia a dia das pessoas colaboradoras, suas funções e os momentos em que estão juntas, inclusive (e às vezes preferencialmente!) os mais descontraídos. 

Posteriormente, essas fotos podem ser usadas como itens da comunicação visual interna, permitindo que as pessoas se vejam, se sintam representadas e se aproximem umas das outras por meio dessas situações que vivem em comum. 

Isso mostra que as pessoas são parte importante para a organização apenas por existirem e protagonizarem o dia a dia da empresa – mostra que elas são a organização.

4. Teste novos elementos e formatos

O seu público interno pode ser uma forma excelente de mensurar novas ideias e testar a receptividade de formatos inovadores. Aqui é a hora de arriscar e colocar em prática algumas ideias que acabam ficando dentro da gaveta. 

É com elas que você pode aprender, ajustar e adaptar tudo isso ao processo de criação, proporcionando um verdadeiro laboratório para a melhoria contínua das suas comunicações.

Compondo um cenário completo

Em suma, o design é uma área do conhecimento capaz de trazer excelentes benefícios para a Comunicação Interna de seus clientes e da sua empresa. 

Com essas técnicas aplicadas cotidianamente ao trabalho de Comunicação Interna, podemos dar muito mais consistência às mensagens que devem ser repassadas e garantir que os colaboradores vejam que nós, profissionais da Comunicação Interna, da estratégia, do texto e do design, somos pessoas próximas e relevantes para o seu ambiente de trabalho, porque enxergamos e mostramos visualmente a essas pessoas que prezamos a sua valorização.

Um bom design em CI é uma prova de que estamos preocupados com o todo sensorial das pessoas ao receberem as mensagens, complementando caminhos comunicativos com experiências mais completas e tornando o cenário da Comunicação Interna nas empresas mais esteticamente bonito e eficaz também.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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A importância de adotar a linguagem simples na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/a-importancia-de-adotar-a-linguagem-simples-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/a-importancia-de-adotar-a-linguagem-simples-na-comunicacao-interna/#respond Thu, 15 Aug 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5132 A linguagem simples é uma técnica que tem como objetivo transmitir informações de maneira fácil, objetiva e inclusiva. Em vez de criar textos imensos, com informações complexas e termos técnicos, por que não simplificar? Incluir a linguagem simples na rotina da Comunicação Interna é uma boa estratégia para se aproximar das equipes e aumentar o […]

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A linguagem simples é uma técnica que tem como objetivo transmitir informações de maneira fácil, objetiva e inclusiva.

Em vez de criar textos imensos, com informações complexas e termos técnicos, por que não simplificar? Incluir a linguagem simples na rotina da Comunicação Interna é uma boa estratégia para se aproximar das equipes e aumentar o engajamento das pessoas colaboradoras.

O primeiro passo para adotar uma comunicação mais inclusiva é entender quem é o nosso público-alvo. Antes até de criar personas, com descrições de idade, função e hobbies, precisamos que todos entendam as informações divulgadas, independentemente do grau de instrução que possuem, não é mesmo?

Como aplicar a linguagem simples na Comunicação Interna

Existem algumas orientações para tornar a informação mais fácil de ser compreendida. Aqui, vamos apresentar 5 dicas de como aplicá-las no dia a dia.

  1. Não use jargões, termos técnicos ou palavras “difíceis”

Tenha sempre em mente que, por mais óbvia que alguma palavra seja, existem pessoas que podem não conhecê-la. Caso seja necessário usar alguma sigla ou expressão que vem de outro idioma, por exemplo, sempre explique o que ela significa.

  1. Evite frases e parágrafos muito longos

Na linguagem simples, o ideal é que as frases não tenham mais de 20 palavras. Além disso, é importante que não sejam construídos grandes blocos de texto, pois dificultam a leitura. Sendo assim, opte por parágrafos curtos, mas sem exageros.

  1. Use tópicos, infográficos e tabelas

Se for muito necessário usar parágrafos longos, divida as informações em tópicos para facilitar a leitura. Também vale a pena explorar recursos visuais, como ilustrações, infográficos e tabelas.

  1. Utilize verbos que expressam ação direta

Não deixe brechas para interpretações erradas! As ações precisam ser identificadas de uma forma fácil e rápida. Troque “o preenchimento do formulário é necessário” por “é necessário preencher o formulário”, por exemplo. 

  1. Dê preferência a frases na ordem direta

A estrutura ideal é sujeito > verbo > predicado, ou seja, a pessoa responsável pela ação precisa ser a primeira a aparecer na oração. Exemplo: substitua “Os atestados médicos foram recebidos pela coordenadora de RH” por “A coordenadora de RH recebeu os atestados médicos”.

Transforme a Comunicação Interna da sua empresa com a linguagem simples

Com algumas pequenas mudanças na criação de comunicados para mural, e-mails informativos ou publicações para a rede social corporativa, conseguimos aumentar o engajamento das pessoas colaboradoras falando de um jeito simples e abrangente, sem fechar as mensagens em nichos. 

A Comunicação Interna não precisa – nem deve – ser engessada ou inacessível! A ideia é desfazer “panelinhas” e democratizar a informação para que, aí sim, as pessoas se sintam mais pertencentes ao ambiente em que estão e parte da cultura da empresa, atuando com mais confiança. 

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Tempos de solidão e a Comunicação Interna no fortalecimento das comunidades https://blog.dialog.ci/tempos-de-solidao-e-a-comunicacao-interna-no-fortalecimento-das-comunidades/ https://blog.dialog.ci/tempos-de-solidao-e-a-comunicacao-interna-no-fortalecimento-das-comunidades/#respond Mon, 03 Jun 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4943 Vivemos uma epidemia de solidão. E isso resulta em uma discussão muito importante também dentro das empresas: como fortalecer a conexão entre as pessoas e despertar nelas o senso de comunidade?  Em um mundo cada vez mais interligado por meio da tecnologia, onde a informação flui em tempo real e a comunicação se torna instantânea, […]

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Vivemos uma epidemia de solidão. E isso resulta em uma discussão muito importante também dentro das empresas: como fortalecer a conexão entre as pessoas e despertar nelas o senso de comunidade? 

Em um mundo cada vez mais interligado por meio da tecnologia, onde a informação flui em tempo real e a comunicação se torna instantânea, o sentimento de solidão e isolamento tem registrado recordes. Isso também é transposto para o ambiente corporativo, seja presencialmente ou on-line, os desafios são os mesmos.

Para os profissionais que atuam com Comunicação Interna, essa é uma realidade que exige reflexões e ações, tanto para superar esse desafio quanto para fortalecer a conexão entre as pessoas e despertar nelas o senso de comunidade.

Recentemente, no SXSW 2024, essa foi uma temática muito abordada. Que tal se aprofundar um pouco no assunto mais para entender o cenário e encontrar oportunidades na sua empresa?

Como assim “tempos de solidão”?

Em 2023, um cirurgião estadunidense chamado Vivek Murthy publicou um relatório de mais de 80 páginas falando sobre como uma epidemia de solidão se instalava e trazia consequências graves para a saúde mental da população. 

Corroborando com o estudo, a pesquisa State of Social Connections, feita pela Gallup e pela Meta em novembro de 2023, registrou que, no mundo todo, 72% das pessoas se sentem muito ou bastante conectadas. Porém, 24% se sentem muito ou bastante solitárias.

Partindo disso, a ONU criou para o período de 2023 a 2026 uma Comissão Internacional para a Conexão Social a fim de combater as ameaças permanentes à saúde causadas pela epidemia de solidão.

Embora as redes sociais e as ferramentas digitais proporcionem a sensação de estarmos sempre conectados, muitas vezes essas conexões são superficiais. A falta de interação, de contato humano genuíno e a comparação constante com a vida aparentemente perfeita dos outros nas redes podem intensificar o sentimento de solidão e isolamento. 

A sobrecarga com a infoxicação também gera uma sensação de incapacidade constante e de exclusão diante das inúmeras informações a serem processadas e absorvidas.

Uma das formas de combater essa epidemia é provocando o pertencimento, criando conexões verdadeiras, boas histórias e motivos que fomentem a proximidade. Nisto, na construção de comunidades, as empresas podem ter grande participação.

O papel das empresas na construção de comunidades

Todo mundo pelo menos uma vez na vida já fez a reflexão: passo mais tempo, presencial ou conectado, com as pessoas da minha empresa do que com as da minha família.

As empresas são espaços nos quais as pessoas passam grande parte do seu tempo; por isso, são também um excelente ambiente para a criação de oportunidades que promovam a conexão e o senso de comunidade entre os colaboradores. Os resultados dessas comunidades são efeitos positivos, como:

  • Maior engajamento e produtividade: colaboradores que se sentem parte importante de uma comunidade tendem a estar mais engajados em seus trabalhos, serem mais produtivos e criativos, e se sentirem mais satisfeitos com o ambiente de trabalho.
  • Melhora na comunicação e colaboração: quando as pessoas estão conectadas com o mesmo objetivo e sentimento de pertencimento, são geradas formas de comunicação mais eficientes que reduzem conflitos e promovem um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo.
  • Retenção de talentos: ao sentirem-se valorizados e conectados à empresa, os colaboradores e as colaboradoras são mais propensos a permanecer nela por mais tempo, reduzindo custos com rotatividade e recrutamento.
  • Fortalecimento da marca e da cultura organizacional: uma empresa com uma cultura forte e um senso de comunidade sólido se torna mais atraente para talentos e clientes, fortalecendo sua marca e reputação no mercado.

Formas de criar conexão e comunidade dentro das empresas

Com estratégia, dedicação e dados é possível criar um ambiente de trabalho mais genuinamente conectado e com um forte senso de comunidade. 

Quando foi a última vez que sua empresa realizou um diagnóstico interno? As coisas mudam depressa, é preciso atentar-se se os insumos do ano passado ainda servem para o atual.

Outras formas de promover a aproximação entre as pessoas são:

  1. Criar canais de Comunicação Interna interessantes e eficazes: intranets, newsletters, fóruns on-line e grupos de comunicação em plataformas digitais podem ser utilizados para compartilhar informações, notícias da empresa e promover a comunicação entre os membros da equipe. Aqui você sabe mais sobre como engajar uma equipe em uma plataforma. 
  2. Reconhecer e valorizar o trabalho em equipe: celebrar conquistas conjuntas, dar feedbacks positivos e recompensar o trabalho colaborativo são formas de fortalecer o senso de comunidade e reconhecer a importância da colaboração para o sucesso da empresa.
  1. Promover a diversidade e a inclusão: ter um espaço acolhedor e inclusivo para todos, independentemente de suas origens, crenças ou características pessoais, é fundamental para fortalecer o senso de comunidade e pertencimento.
  2. Investir em programas de desenvolvimento de liderança: líderes que inspiram e motivam seus times, que promovem a comunicação aberta e transparente e que incentivam a colaboração são essenciais para que as pessoas se sintam ouvidas, compreendidas e menos solitárias.
  3. Promover grupos de afinidades: reunir grupos de interesse, seja por atividades esportivas, identidades ou atividades culturais, é uma boa opção para estimular a interação e o relacionamento entre os colaboradores.

Encontre as oportunidades e tome as atitudes, os resultados são positivos para todos

Se a solidão e o isolamento podem se manifestar mesmo entre pessoas que estão fisicamente próximas, as empresas têm a oportunidade de criar ambientes de trabalho mais humanos, conectados e com um forte senso de comunidade. 

Investir em iniciativas que promovam a conexão entre as pessoas traz diversos benefícios, como maior engajamento, melhor comunicação e colaboração, retenção de talentos e fortalecimento da marca. 

A construção de uma comunidade forte é um processo contínuo que exige o compromisso da organização. Mas os benefícios de promover e viver em um ambiente mais humano, saudável e produtivo são recompensas para o negócio e a sociedade.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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