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Explorando o impacto de cenários adversos e a resiliência necessária para que as empresas prosperem através da Diversidade, Equidade e Inclusão

Nos últimos anos, a pauta da Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) ganhou destaque nas agendas corporativas, impulsionada por movimentos sociais e mudanças políticas globais. Contudo, o cenário atual apresenta desafios significativos para a continuidade dessas iniciativas. 

Com a reeleição de Donald Trump em 2025 para assumir a presidência dos Estados Unidos, nota-se um crescimento de políticas antidiversidade a partir das medidas adotadas pelo novo governo, que coloca um ponto final em programas de inclusão com o argumento de que tais iniciativas promovem “divisões sociais”. 

Essa abordagem inclui ordens executivas que proíbem treinamentos de diversidade em agências federais e incentivam práticas que ignoram diferenças raciais e de gênero, sob a premissa de que a sociedade deve ser “colorblind” e “genderblind“, isto é, ideologias que negam a existência da discriminação por raça e gênero, ao mesmo tempo em que a conserva sob a roupagem de ideologias liberais.

Neste contexto, as empresas enfrentam pressão por resultados financeiros imediatos e resistência interna a mudanças culturais, dificultando a manutenção e implementação de políticas inclusivas. Além disso, a falta de métricas claras para medir o retorno sobre o investimento em DE&I torna essas iniciativas vulneráveis a cortes em tempos de incerteza econômica ou mudança de liderança. Segundo o Financial Times, várias empresas nos EUA têm encerrado programas de DE&I, refletindo o clima político atual.

Diante de um cenário global tão desafiador, as empresas podem realmente se dar ao luxo de ignorar o poder transformador da diversidade?

Felizmente, por outro lado, algumas empresas reafirmam seu compromisso com a diversidade, ligando inclusão a desempenho e inovação. Essas organizações veem na pluralidade uma oportunidade de atrair talentos diversos, fortalecendo sua posição no mercado. 

De acordo com uma pesquisa de 2020 da McKinsey, conduzida com mais de três mil funcionários da América Latina, organizações comprometidas com a diversidade permitem que seus colaboradores tenham mais liberdade em termos de identidade e formas de trabalho. O estudo destaca que funcionários de empresas percebidas como comprometidas com a diversidade têm 11% mais probabilidade de “ser quem são” no ambiente de trabalho, o que os estimula a participar e contribuir mais efetivamente.

Além disso, esses funcionários relatam níveis mais altos de inovação e colaboração. Eles têm:

  • 152% mais probabilidade de propor novas ideias;
  • 77% mais de concordar que a organização aplica ideias externas;
  • 72% mais de reportar melhorias consistentes; 
  • 64% mais de afirmar que colaboram compartilhando ideias e melhores práticas.

Como sustentar a DE&I em tempos de adversidade?

Diante desse cenário, é válido destacar que as empresas que ganharão destaque serão aquelas que permanecerão fiéis ao seu propósito de diversidade, mesmo em contextos desfavoráveis. 

Conforme o estudo apresentado anteriormente, organizações que não acreditam nas diferenças perdem oportunidades valiosas relacionadas à liberdade e inovação de seus colaboradores. A diversidade não é apenas uma questão de justiça social, mas sim um fator crítico para a inovação e sucesso empresarial a longo prazo.

Portanto, as organizações que valorizam a diversidade como parte central de seus negócios devem se comprometer firmemente com as práticas de DE&I, independentemente dos desafios externos. Isso exige uma abordagem proativa, que inclua a definição de metas claras, a alocação adequada de recursos e o engajamento de toda a organização.

Ao investir em DE&I, as empresas não apenas cumprem seu papel social, mas também fortalecem sua reputação, atraem talentos e, potencialmente, melhoram seu desempenho financeiro. 

Somente dessa maneira será possível construir um ambiente corporativo inclusivo e equitativo, que reflita, mesmo que minimamente, a diversidade da sociedade em que vivemos.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como a Comunicação Interna pode ajudar sua empresa a vender mais https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar-sua-empresa-a-vender-mais/ https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar-sua-empresa-a-vender-mais/#respond Thu, 21 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5300 Toda empresa quer ver as vendas aumentarem. Para isso, diversas iniciativas são adotadas internamente, como definição de metas, bonificação por alta performance, premiação de funcionário do mês, ganho de novos benefícios e outras ações. No entanto, o que talvez passe despercebido em muitas organizações é a importância da Comunicação Interna nesse processo.  Companhias que querem […]

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Toda empresa quer ver as vendas aumentarem. Para isso, diversas iniciativas são adotadas internamente, como definição de metas, bonificação por alta performance, premiação de funcionário do mês, ganho de novos benefícios e outras ações. No entanto, o que talvez passe despercebido em muitas organizações é a importância da Comunicação Interna nesse processo. 

Companhias que querem aumentar o faturamento devem, acima de tudo, ter colaboradores alinhados com os objetivos do negócio, engajados em suas atividades e satisfeitos com sua rotina de trabalho. Mas como ter tudo isso? O segredo para conquistar esse grande estímulo de motivação está em uma estratégia eficiente e integrada de Comunicação Interna. 

De acordo com a Gallagher (2022), 58% dos profissionais acreditam que o time de Comunicação Interna deve trabalhar temas amplos da experiência do colaborador, como reconhecimento, compensação, bem-estar e outros. Além disso, de um ano pra cá, a Comunicação Interna ganhou mais relevância perante os CEOs, sendo valorizada por 89% deles segundo a Aberje e a Ação Integrada (2024). 

Os números mostram que a experiência do colaborador tem estado cada vez mais em pauta, assim como a área de Comunicação Interna tem ganhado cada vez mais protagonismo perante a alta liderança – que enxerga no setor um grande potencial para ajudar o negócio a superar metas e conquistar resultados cada vez mais expressivos. 

Mas como fazer isso? Veja, a seguir, três exemplos de como a Comunicação Interna pode ajudar sua empresa a vender mais.

Repassar informações e metas

Independentemente do segmento da empresa, ela só conseguirá atingir objetivos financeiros se contar com o apoio de colaboradores cientes de seu papel estratégico. Isso significa que resultados são alcançados coletivamente e, portanto, cada um tem seu papel dentro da organização. 

No entanto, como um colaborador pode se comprometer com uma meta que ele desconhece? Se a Comunicação Interna não se mantém ativa e alinhada com os objetivos do negócio, ela não consegue repassar informações valiosas para o desempenho dos times. 

O relatório CI Trends (2022) já sinalizou isso. Segundo o material, 81,9% das diretorias esperam alinhamento dos colaboradores com a cultura e a estratégia organizacional ao investir em Comunicação Interna. Essa coesão entre o trabalho dos colaboradores e os objetivos da empresa só pode existir via comunicação, seja entre líderes e liderados ou por meio de mensagens compartilhadas em canais específicos. 

Comunicação Interna vender mais

Estimular o engajamento dos colaboradores

O engajamento é um excelente termômetro para monitorar a produtividade. Um colaborador engajado costuma ser um profissional proativo e motivado a bater metas. Dados divulgados pela Simpplr (2023) indicam o seguinte: para 54% dos profissionais entrevistados, a falta de engajamento tem um impacto direto na produtividade e nos resultados da empresa.

Outros números caminham na mesma direção. Segundo um estudo publicado pela Gallup (2024), quando as organizações aumentam a quantidade de colaboradores engajados, elas promovem diversas melhorias para o negócio. Alguns exemplos são: queda de 78% no absenteísmo, de 51% em turnover e de 63% em acidentes de trabalho; além de um aumento de 10% em lealdade do cliente, de 17% em produtividade (vendas) e de 68% em bem-estar.

Inclusive, a Dialog publicou um relatório inédito que aponta a relação entre o aumento do engajamento dos colaboradores e a redução das taxas de desligamento nas empresas. O estudo está disponível para download. Clique aqui e confira!

E o que a Comunicação Interna tem a ver com isso? Tudo! Ainda de acordo com a Simpplr (2024), 89% das pessoas dizem que a Comunicação Interna pode impactar fortemente o engajamento dos colaboradores. E mais: dados da Gallagher (2024) afirmam que para 74% dos profissionais a Comunicação Interna é responsável pelo engajamento. 

Nesse sentido, diante de tantos números, fica cada vez mais evidente que a Comunicação Interna precisa ser uma área estratégica. Isso significa que além de promover ações que visem ao engajamento dos times, as equipes de CI também precisam contar com ferramentas que permitam o monitoramento desse indicador tão importante para o negócio. 

Propagar a cultura e o senso de pertencimento

E por fim, mas não menos importante, bons resultados também estão diretamente relacionados ao sentimento de pertencer à empresa. É o famoso “vestir a camisa!”. Só se dedica de verdade aquele profissional que se sente parte de um time e que sabe que o bom funcionamento da empresa depende um pouquinho de cada um. 

De acordo com a Glassdoor (2019), 77% das pessoas consideram a cultura da empresa antes de se candidatar a uma vaga de emprego. Além disso, quando se trata de satisfação, mais da metade delas considera a cultura mais importante que o salário. Ou seja: o fit cultural é necessário antes mesmo de alguém se tornar um colaborador. Dessa forma, é fundamental que essa conexão entre a cultura e as pessoas seja mantida quando a relação de trabalho já existe. 

É papel da Comunicação Interna, em parceria com o departamento de Recursos Humanos, manter viva a cultura organizacional. Inclusive, segundo a Aberje e a Ação Integrada (2024), o tema é um dos principais objetivos da área: fortalecer a cultura e o orgulho tem prioridade na Comunicação Interna, sendo uma ação mencionada por 93% dos comunicadores. Para que isso seja possível, é imprescindível que o setor conte com plataformas e canais que suportem estratégias diversificadas. 

Faça tudo isso com a Dialog

Agora que você já sabe como a Comunicação Interna pode atuar para ajudar a empresa a vender mais, superar metas e conquistar resultados surpreendentes, está na hora de conhecer o canal de comunicação perfeito para te acompanhar nessa jornada. Receba uma apresentação gratuita!

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Dialog estreia no ranking de scale-ups da premiação 100 Open 2024; liderança em CI é mantida https://blog.dialog.ci/dialog-estreia-no-ranking-de-scale-ups-da-premiacao-100-open-2024-lideranca-em-ci-e-mantida/ https://blog.dialog.ci/dialog-estreia-no-ranking-de-scale-ups-da-premiacao-100-open-2024-lideranca-em-ci-e-mantida/#respond Fri, 18 Oct 2024 12:12:41 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5293 Com um crescimento significativo de 40% no primeiro semestre do ano, Dialog fica em 2a posição na nova categoria e permanece liderando o mercado de Comunicação Interna e engajamento no Brasil A Dialog, HR Tech que oferece soluções inteligentes em Comunicação Interna e engajamento de colaboradores esteve presente mais uma vez na premiação 100 Open, […]

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Com um crescimento significativo de 40% no primeiro semestre do ano, Dialog fica em 2a posição na nova categoria e permanece liderando o mercado de Comunicação Interna e engajamento no Brasil

A Dialog, HR Tech que oferece soluções inteligentes em Comunicação Interna e engajamento de colaboradores esteve presente mais uma vez na premiação 100 Open, principal entidade internacional de conexão entre corporações e startups, cujo objetivo é reconhecer as iniciativas mais inovadoras. O evento foi realizado no dia 17 de outubro, no Copacabana Palace, localizado no Rio de Janeiro. 

A cada edição, a posição ocupada pela empresa foi melhorando expressivamente – até que, no ano passado, a Dialog se classificou em 1o lugar na categoria de HR Techs, concorrendo com outras 99 startups. Em 2024, pela primeira vez, passamos a integrar o ranking de scale-ups, o que comprova um desenvolvimento próspero do negócio. Na edição deste ano, a Dialog ocupou 2o lugar entre as scale-ups selecionadas, mantendo a liderança no mercado de Comunicação Interna. 

De acordo com o CEO da Dialog, Hugo Godinho, estar posicionado entre as scale-ups ilustra uma importante trajetória de ascensão da empresa. “A Dialog vem crescendo ano após ano e ocupando um espaço cada vez maior no mercado de Comunicação Interna e Employee Experience. Hoje, somos referência para mais de 200 empresas que, juntas, conectam mais de 800 mil pessoas na nossa plataforma. Saber que o trabalho que temos feito por aqui nos levou a participar novamente da premiação é muito gratificante – ainda mais agora, que chegamos para disputar uma categoria mais desafiadora ao lado de outras marcas que admiramos, como AEVO, Mereo e Betterfly”, comenta.

Hugo ainda destaca que o resultado desta edição se apresenta de forma positiva, indicando que a Dialog permanece na liderança do segmento que engloba tecnologias voltadas à comunicação corporativa e ao engajamento de colaboradores. “A Comunicação Interna tem se mostrado cada vez mais estratégica para os negócios. Oferecer ao mercado uma plataforma como a nossa, que está preparada para diversos desafios – principalmente os de engajamento, mensuração e Inteligência Artificial – é o que nos posiciona tão bem perante a concorrência”, diz.

Hugo Godinho, CEO da Dialog, na premiação 100 Open.

Oito anos de sucesso

Em setembro, a Dialog comemorou oito anos de história e, em 2024, tem vivido importantes marcos na evolução do produto e no crescimento do negócio. A empresa, que surgiu em 2016 como uma solução para um problema de Comunicação Interna da PepsiCo, registrou neste ano a importante marca de 200 clientes que, juntos, reúnem mais de 800 mil pessoas conectadas.

Em maio, com o anúncio de encerramento do Workplace, sistema que funciona como uma espécie de “Facebook para empresas”, a Dialog registrou – em apenas duas semanas – um aumento de 50% na procura pela plataforma que desenvolve. “Grandes marcas têm recorrido à Dialog para entender melhor o nosso serviço e conhecer as funcionalidades do produto que oferecemos. De fato, por englobar o universo dos múltiplos canais de comunicação corporativos, a nossa ferramenta supre as necessidades dessas empresas e ainda oferece recursos adicionais e exclusivos, aos quais – com o Workplace – elas não tinham acesso”, comenta Hugo Godinho.

Até o final do primeiro semestre de 2024, a Dialog registrou um crescimento de 40%. A previsão é seguir nesse ritmo até o final do mês de dezembro, visando atingir o marco de 1 milhão de usuários conectados à plataforma. Nos últimos três anos, a Dialog triplicou de tamanho, apresentando um faturamento que já a coloca em categoria de scale up – termo utilizado para classificar empresas de tecnologia em ascensão e com maturidade de mercado.

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Comunicação Interna alinhada com a estratégia da empresa https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-alinhada-com-a-estrategia-da-empresa/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-alinhada-com-a-estrategia-da-empresa/#respond Thu, 26 Sep 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5199 Comunicação Interna é negócio? Para nós, comunicadores, essa pergunta tem uma resposta óbvia: “sim, Comunicação Interna é negócio”. Afinal, a área apoia a estratégia da companhia, além de ter uma papel fundamental na construção da cultura organizacional. Mas sabemos que, mesmo já tendo uma área de Comunicação Interna na empresa, a jornada de construção do […]

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Comunicação Interna é negócio? Para nós, comunicadores, essa pergunta tem uma resposta óbvia: “sim, Comunicação Interna é negócio”. Afinal, a área apoia a estratégia da companhia, além de ter uma papel fundamental na construção da cultura organizacional.

Mas sabemos que, mesmo já tendo uma área de Comunicação Interna na empresa, a jornada de construção do seu papel estratégico é constante e desafiador. 

De acordo com os dados da pesquisa “Tendências da Comunicação Organizacional (2023)”, publicada pela Aberje, para 79% dos respondentes criar clareza em torno da estratégia da empresa, engajando os colaboradores nessa jornada, é um dos objetivos da área de comunicação, sendo a segunda prioridade.

Por outro lado, na pesquisa “Tendências em Comunicação Interna (2023)”, também da Aberje, comunicar a estratégia e a cultura da empresa é apontado por 49% dos entrevistados como um dos principais desafios da Comunicação Interna.

Recentemente, a Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) lançou uma campanha de conscientização e valorização da Comunicação Interna. E por que as empresas – independentemente do tamanho – devem investir na área?

A conscientização sobre a importância da Comunicação Interna é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Listamos aqui alguns pontos de reflexão importantes: 

  • Uma Comunicação Interna clara, aberta e contínua, além de ser uma boa prática, é uma necessidade presente nos dias de hoje. É por meio dela que estabelecemos conexões reais, construímos um ambiente de confiança e fortalecemos a cultura organizacional.
  • O objetivo deve ser informar, engajar e conectar cada colaborador com a missão, a visão e os valores da empresa, trazendo significado e senso de pertencimento. Como produzir mais e melhor se a pessoa não se sente parte de um todo?
  • É urgente alcançar todos os colaboradores, independentemente de onde estejam. É preciso compartilhar informações claras e objetivas, bem como escutar de forma ativa. 
  • A Comunicação Interna não é uma área apêndice. Ela é estratégica, entendendo as necessidades e alinhando as mensagens com os objetivos da empresa. 
  • A liderança deve receber apoio para que seja capaz de exercer sua competência de comunicação, deixando claro o que se espera de cada colaborador para que todos possam entregar o melhor.
  • O foco deve ser o negócio em todos os momentos. É trabalhar em equipe com outras áreas, indicando as melhores estratégias de comunicação para que atinjam seus objetivos de forma eficaz. 
  • Quando todos estão bem informados e alinhados com os objetivos da empresa, a produtividade tende a aumentar. Uma comunicação clara evita retrabalhos e erros, otimizando os processos. 

Ou seja, a Comunicação Interna é uma área transversal que tem tudo a ver com o negócio. Que tal repensar como a Comunicação Interna da sua empresa pode ser ainda mais estratégica?

Reflita:

  • Quais áreas de negócio são apoiadas? Com que frequência o time de Comunicação Interna é envolvido no planejamento de campanhas e informativos?
  • Seus canais de Comunicação Interna trazem uma mensuração relevante que mostra como a área apoia o negócio?
  • Há campanhas internas que reforçam a estratégia da companhia para todos?
  • Há rituais de Comunicação Interna que trazem informações relevantes para que os colaboradores entendam seu papel e como seu trabalho pode apoiar na entrega dos resultados? 

“Em um mundo onde a mudança é a única constante, a Comunicação Interna que de fato funciona pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma organização.” 

É com essa fala de Luis Alcubierre, extraída do episódio 4 do podcast “Comunicação e Poder”, que convidamos você a transformar a Comunicação Interna da sua empresa!

Assinatura Incanto - Mafe

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O impacto da falta de engajamento nos resultados do negócio https://blog.dialog.ci/o-impacto-da-falta-de-engajamento-nos-resultados-do-negocio/ https://blog.dialog.ci/o-impacto-da-falta-de-engajamento-nos-resultados-do-negocio/#respond Tue, 16 Jan 2024 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4521 Recentemente, a Gallup – uma das maiores empresas de pesquisa de opinião do mundo – apresentou dados preocupantes: apenas 23% dos trabalhadores estão engajados; e a falta de engajamento custa à economia global 8,8 trilhões de dólares, o equivalente a 9% do PIB mundial. Num recorte da América Latina e do Caribe, região da qual […]

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Recentemente, a Gallup – uma das maiores empresas de pesquisa de opinião do mundo – apresentou dados preocupantes: apenas 23% dos trabalhadores estão engajados; e a falta de engajamento custa à economia global 8,8 trilhões de dólares, o equivalente a 9% do PIB mundial.

Num recorte da América Latina e do Caribe, região da qual o Brasil faz parte, o engajamento é um pouco maior, correspondendo a 31%. Mas, ainda assim, é um dado de impacto. Aliás, de muitos impactos: impacto no clima, impacto no turnover, impacto nos resultados etc. 

E o que isso tem a ver com Comunicação Interna? 

Tudo. Primeiro porque a Comunicação Interna deve estar a serviço da cultura e da estratégia de negócio da empresa. Estando alinhada a isso, a área tem como desafio atuar para engajar colaboradores por meio de conteúdos de valor, compartilhados por canais de comunicação acessíveis a todo o público interno com constância e eficiência. 

É importante lembrar que as pessoas só se engajam quando valorizam e se conectam com o propósito da empresa em que trabalham, quando se sentem reconhecidas e quando veem alinhamento entre o que se diz e o que se faz.

Os colaboradores das melhores empresas para trabalhar (GPTW – 2023), por exemplo, afirmam que os principais motivos que os fazem querer permanecer na empresa em que atuam são: oportunidades de crescimento (45%), qualidade de vida (26%) e alinhamento de valores (16%).

Além disso, os itens que historicamente recebem melhores avaliações de colaboradores na pesquisa GPTW têm a ver com a percepção de um tratamento igualitário, um ambiente de segurança e motivos que proporcionam orgulho. 

Gestão e lideranças influenciam o engajamento

Líderes que mantêm um diálogo aberto, que são acessíveis e que estão atentos à gestão de pessoas atuarão de forma a diminuir a porcentagem de colaboradores em condição de demissão silenciosa (minimamente produtivos e psicologicamente desconectados) ou ruidosa (falando mal e prejudicando a empresa). 

Mas você já se deu conta de que, dentro das empresas, há pessoas esperando por uma conversa com seu líder? Aguardando por um reconhecimento, por uma orientação ou por uma inspiração? 

A Gallup também mostra que entre o que as pessoas desengajadas desejam para se tornar engajadas estão fatores como gestores mais acessíveis e respeitosos, reconhecimento por suas contribuições e clareza em relação às metas. E vejam, isso tem muito a ver com comunicação! 

Fato é que a forma como as pessoas são gerenciadas pode transformá-las em profissionais mais ou menos engajados. Ao não engajar colaboradores, líderes perdem um dos principais fatores de retenção de clientes e de crescimento orgânico dos negócios. 

Engajamento é mais do que ser feliz na jornada

O verdadeiro engajamento acontece quando as pessoas estão psicologicamente comprometidas com o seu trabalho, são mais produtivas, trabalham com paixão e sentem uma conexão profunda com a empresa. São pessoas inovadoras e movem o negócio adiante.

E o gestor é o eixo do engajamento. Para a Gallup, 70% do engajamento da equipe é atribuível ao gestor. Mas o que fazer quando o próprio gestor está desengajado? Ah, pois bem. Aí o desafio muda de cenário. Cabe à empresa, primeiramente, atuar no engajamento de seus lideranças. Líderes só engajarão os seus times se estiverem engajados. 

A potência de ter líderes engajados

O que está ocorrendo? Por que líderes estão desconectados? Esse desafio não é apenas de comunicação. Líderes precisam reconhecer valor em suas atividades, se conectar com a cultura da empresa e ser um exemplo de comportamento no dia a dia. Mas lideranças também devem ser reconhecidas, desenvolvidas e fortalecidas! Devem se sentir parte, e só estarão engajadas quando se sentirem assim.

Líderes comunicadores precisam ser distinguidos, empoderados, treinados, instrumentalizados e acompanhados. Alocar tempo e recursos (humanos e financeiros) para engajar e fortalecer esses profissionais é um investimento. Lembre-se de que a falta de engajamento impacta o resultado de qualquer empresa. E a Comunicação Interna tem muito a contribuir como parceira estratégica para fortalecer a cultura, para impulsionar o negócio e para tangibilizar aspectos que reforçam o engajamento.  Esse é o nosso desafio e é nisso que devemos colocar o nosso foco.

Assinatura Happy - Kerlin

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