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Comunicar vai muito além de enviar mensagens. O verdadeiro desafio é transformar a informação em uma conexão genuína entre a empresa e os  colaboradores. Para isso, o “feeling” não basta: é preciso usar os dados de Comunicação Interna como uma bússola estratégica a fim de direcionar a área e até mesmo apoiar a estratégia de RH.

Muitas empresas ainda tratam a Comunicação Interna como uma via de mão única. No entanto, a análise de dados permite transformar a comunicação em um diálogo estratégico. Sem esses indicadores, o RH e a CI planejam no escuro — mas com eles é possível:

  • Compreender o engajamento real, identificando quais temas geram orgulho e quais passam despercebidos;
  • Validar a experiência do colaborador, entendendo se os canais facilitam ou dificultam o dia a dia;
  • Fortalecer a cultura, medindo o quanto os valores da empresa são absorvidos na prática.

O poder dos dados de Comunicação Interna

Adotar o uso e analisar os dados de Comunicação Interna formam o primeiro passo para uma atuação mais estratégica do setor.

Como citamos acima, esses indicadores permitem que a área mostre sua relação direta com temas relevantes para o negócio, como experiência do colaborador, cultura e engajamento.

O grande segredo para uma comunicação que engaja é a relevância. E isso se constrói por conteúdo que interessa e importa. Por meio da mensuração, a CI pode entender se as comunicações estão sendo compreendidas e assimiladas como devem.

O uso de métricas permite também que a área conheça as preferências de cada público, o que ajuda (e muito) na estratégia de personalização. 

Se os dados de CI mostram que o time de vendas consome mais vídeos curtos, enquanto o administrativo prefere textos, por que usar o mesmo formato para todos? Descobrir o que engaja cada perfil é o primeiro passo para fortalecer os laços entre colaboradores e cultura.

Dicas para usar dados de CI como bússola

Para transformar sua área em uma unidade orientada a dados, siga estas dicas:

  1. Vá além das métricas de vaidade: Cliques são importantes, mas o clima organizacional diz mais sobre o engajamento real.
  2. Identifique os “silêncios”: Use os dados de Comunicação Interna para perceber quais áreas estão menos conectadas. O silêncio é um alerta para o risco de desengajamento.
  3. Teste e aprenda (A/B): Experimente diferentes horários, tons e formatos. Compare os resultados e ajuste rapidamente.
  4. Cruze dados de CI com RH: Observe se áreas com alto engajamento na Comunicação Interna também têm menor turnover ou maior produtividade.

Materiais? Temos! 😉

Você sabia que, ao longo dos anos, a Dialog produziu diversos materiais sobre o uso de dados na Comunicação Interna? Confira a lista abaixo:

A Dialog e os dados de Comunicação Interna

Nossa plataforma conta com mais de 50 indicadores, que podem ser usados para atrelar o trabalho da área aos temas relevantes para o negócio. Papel e caneta na mão: descubra como fazer essa relação.

FAQ: Dados em Comunicação Interna

1. O que são dados de Comunicação Interna e por que são importantes? 

Métricas que medem o alcance, engajamento e impacto das comunicações dentro da empresa. Importantes porque transformam a comunicação de transmissão em diálogo estratégico, baseando decisões em evidências e não em “feeling”.

2. Como medir o engajamento real na Comunicação Interna? 

Analisando: volume de interações (posts, comentários, reações), porcentagem de pessoas únicas que participam, análise de sentimento dos conteúdos e identificação de áreas com baixa interação (“silêncios”).

3. Quais são as métricas essenciais de Comunicação Interna?

  • Alcance: acessos totais/únicos, plataformas mais usadas.
  • Engajamento: interações por post, pessoas únicas engajadas.
  • Cultura: ranking de influência, nuvem de palavras.
  • Performance: conteúdos mais acessados, taxa de aceite em eventos.

4. Como os dados de Comunicação Interna fortalecem a cultura organizacional? 

Cruzando dados com indicadores de RH (turnover, produtividade), identificando embaixadores da cultura e mapeando quais valores são realmente praticados por meio da análise de conversas.

5. Como personalizar a Comunicação Interna usando dados? 

Identificando preferências por perfil (ex.: vendas consome vídeos, administrativo prefere textos) e testando formatos, horários e tons (A/B testing) para ajustar a estratégia com base no que gera mais engajamento.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Segurança da Informação na Comunicação Interna: 3 dicas para colocar em prática https://blog.dialog.ci/seguranca-da-informacao-na-comunicacao-interna-3-dicas-para-colocar-em-pratica/ https://blog.dialog.ci/seguranca-da-informacao-na-comunicacao-interna-3-dicas-para-colocar-em-pratica/#respond Mon, 26 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6361 Quando falamos de Segurança da Informação, dificilmente conectamos o tema à Comunicação Interna. Isso porque a CI costuma ser associada a engajamento, alinhamento de cultura, experiência do colaborador e marca empregadora. Porém, na prática, o dia a dia da área também envolve um outro ativo valioso: informação.  À medida que a Comunicação Interna e o […]

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Quando falamos de Segurança da Informação, dificilmente conectamos o tema à Comunicação Interna. Isso porque a CI costuma ser associada a engajamento, alinhamento de cultura, experiência do colaborador e marca empregadora. Porém, na prática, o dia a dia da área também envolve um outro ativo valioso: informação. 

À medida que a Comunicação Interna e o RH se digitalizam, as plataformas deixam de ser apenas canais e passam a funcionar como repositórios de dados, concentrando conteúdos, interações e registros dos mais variados tipos a partir de informações extraídas de planilhas, formulários, enquetes, pesquisas, posts, organogramas, materiais de onboarding, políticas internas e outros. 

Quanto mais a empresa usa esses ambientes digitais para estruturar o fluxo da CI, maior é a responsabilidade de garantir que esse acervo esteja protegido contra acessos indevidos, vazamentos e usos inadequados. Por isso, a Segurança da Informação não pode ser tratada como assunto exclusivo da área de Tecnologia.

Para os departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos, o tema precisa entrar no planejamento do ecossistema como um requisito estratégico, porque é a segurança que sustenta a confiança dos colaboradores e a integridade dos dados que circulam dentro dos sistemas utilizados pela organização.

Neste artigo, vamos compartilhar 3 dicas que podem ajudar as empresas a proteger melhor os dados armazenados nas plataformas de Comunicação Interna. Confira!

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1. Defina governança no fluxo da CI

Para a primeira camada de segurança, é importante definir, de forma objetiva, que tipo de conteúdo e dado pode ser publicado ou solicitado, bem como onde, por quem e com qual nível de restrição. Quando a plataforma de Comunicação Interna vira um repositório vivo, é fundamental que haja criticidade na escolha das informações que serão compartilhadas e armazenadas na ferramenta.

Criar uma política interna que classifique a segmentação de cada conteúdo é um bom jeito de começar. Por exemplo: determinados materiais podem ser consumidos pelo público interno, enquanto outros são considerados restritos e têm o acesso liberado apenas para gestores ou profissionais de RH. Essa definição é importante para evitar desencontros e improvisos na hora de construir a estratégia de CI.

Mas tem um detalhe: para transformar governança em rotina, de forma que não seja apenas um documento esquecido, o ideal é estabelecer um um processo claro e descomplicado. Aqui vai uma sugestão de passo a passo:

  • Estabeleça segmentações objetivas para cada conteúdo;
  • Crie regras de publicação para os canais digitais utilizados;
  • Peça suporte ao time jurídico, que tem uma atuação essencial no tratamento de dados sensíveis;
  • Identifique áreas responsáveis pela gestão dos dados, mostrando o papel de cada um na manutenção da Segurança da Informação;
  • Realize um treinamento didático com todo o público interno, conscientizando as pessoas a respeito do tema. 

2. Tenha uma equipe preparada para gerenciar problemas

A segunda dica é reconhecer um ponto-chave: muitos incidentes não começam com uma falha tecnológica complexa, mas com comportamentos cotidianos. Plataformas de Comunicação Interna concentram atenção, credibilidade e alcance — exatamente por isso podem ser palco em casos de vazamentos acidentais, como anexar um arquivo errado, confundir a segmentação adequada, compartilhar informação sensível, expor dados publicamente etc.

Nesse sentido, a CI e o RH têm um papel estratégico: traduzir as diretrizes de segurança em uma linguagem prática e conectada a situações reais. É crucial que todos os colaboradores tenham ciência da importância da Segurança da Informação e compreendam que processos bem estruturados representam maturidade organizacional e cuidado com as pessoas.

Na prática, a empresa precisa de um programa contínuo de conscientização, construído a partir de treinamentos, lembretes e campanhas específicas. Inclusive, além de definir boas práticas de uso da plataforma, isso também é importante para impulsionar ações quando algo parecer suspeito. O colaborador deve saber exatamente o que fazer em situações de risco. Para isso, os times de CI e RH devem: 

  • Transformar a Segurança da Informação em tema recorrente na comunicação;
  • Trazer exemplos práticos e próximos do dia a dia dos colaboradores;
  • Criar um plano de ação sucinto (exemplo: se acontecer X, faça Y);
  • Instruir o colaborador a reportar situações de risco (como, por qual canal, que informação enviar e o que evitar);
  • Manter alinhamento com o setor de TI e o time Jurídico;
  • Atualizar treinamentos conforme mudanças na legislação vigente. 

Por mais que a gestão da Segurança da Informação esteja sob o guarda-chuva da área de Tecnologia, o envolvimento de outras pessoas no tema é necessário para que a empresa consiga conter, corrigir e construir um ambiente (físico e virtual) com transparência e responsabilidade. 

3. Contrate uma plataforma que siga padrões internacionais de segurança

A terceira e última dica é estrutural. Se a estratégia de Comunicação Interna depende de um ambiente digital onde ficam armazenados conteúdos, interações e dados, a plataforma precisa ser escolhida com critério de segurança, tecnologia e privacidade — e não apenas por indicação, preço ou usabilidade. 

Na hora de contratar a melhor ferramenta, as certificações e os padrões internacionais ajudam a tirar a decisão do campo da promessa e levar para o campo da gestão. A Dialog, por exemplo, está em conformidade com os requisitos das normas ISO/IEC 27001:2022 e ISO/IEC 27701:2019. Priorizar uma plataforma alinhada a essas diretrizes, como a nossa, é um caminho prático para garantir que exista método, processos e controles consistentes.

Para você entender, essas certificações atestam que a Dialog segue um rigoroso padrão internacional de segurança, o que traz ainda mais tranquilidade para os nossos clientes e mantém o nosso produto em posição de liderança no mercado brasileiro. 

A Dialog é uma plataforma de Comunicação Interna que não apenas protege as informações cadastradas no nossos sistema, mas também atua como um pilar fundamental para a conformidade da sua organização com as regulamentações de privacidade de dados no país e, por extensão, com as melhores práticas globais.

O importante é lembrar que, mais do que compartilhar mensagens e integrar equipes, um canal de Comunicação Interna verdadeiramente estratégico e eficiente cria um ambiente no qual as pessoas se sentem seguras para se informar e interagir. Isso sustenta o que as áreas de CI e RH mais buscam: confiança, participação, cultura forte e marca empregadora coerente com a maturidade digital da empresa.

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FAQ

1. Por que Segurança da Informação deve ser um tema da Comunicação Interna e do RH?

Porque CI e RH lidam com informações valiosas e, hoje, as plataformas de CI armazenam dados. Proteger esse acervo sustenta a confiança e reduz riscos de vazamento e uso indevido.

2. O que significa governança da informação no fluxo da CI?

É definir regras claras de publicação e acesso, indicando o que pode ser compartilhado, para quem, em qual canal e com qual nível de restrição, evitando improvisos e desalinhamentos.

3. Por que incidentes de segurança podem acontecer mesmo sem falhas tecnológicas?

Porque muitos casos vêm de erros comuns (arquivo errado, segmentação incorreta, exposição indevida de dados sensível). Por isso, é essencial que todos os colaboradores recebam treinamento contínuo.

4. O que devo considerar ao escolher uma plataforma de CI pensando em segurança?

Priorize uma plataforma com padrões e certificações reconhecidas, como ISO/IEC 27001:2022 e ISO/IEC 27701:2019, além de foco em segurança, privacidade e controles consistentes. A Dialog é uma delas.

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Dados de Comunicação Interna: o ingrediente para decisões estratégicas https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-o-ingrediente-para-decisoes-estrategicas/ https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-o-ingrediente-para-decisoes-estrategicas/#respond Mon, 12 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6356 O uso de dados de Comunicação Interna se mostra cada vez mais o caminho para uma atuação estratégica e, ao mesmo tempo, para a aproximação da CI a outras áreas e lideranças decisoras. Em outubro de 2025, a Dialog foi ao Rio Grande do Sul com o evento On The Road, que promove debates e […]

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O uso de dados de Comunicação Interna se mostra cada vez mais o caminho para uma atuação estratégica e, ao mesmo tempo, para a aproximação da CI a outras áreas e lideranças decisoras.

Em outubro de 2025, a Dialog foi ao Rio Grande do Sul com o evento On The Road, que promove debates e conversas sobre temas relevantes para profissionais de Comunicação Interna. Um dos painéis dessa edição abordou justamente a mensuração na área para a tomada de decisões ligadas ao negócio.

Compartilharemos neste conteúdo alguns dos principais insights do encontro, além de abordar um tema que anda de mãos dadas com uso de dados em CI: o retorno sobre o investimento (ROI). Boa leitura!

Dados de Comunicação Interna e multicanalidade

Ao pensar no uso de dados de Comunicação Interna, é preciso levar em consideração outro movimento que vem crescendo nos últimos anos: a multicanalidade.

Diferentes públicos com diversos hábitos e necessidades vêm demandando da área de Comunicação Interna uma estratégia de canais mais robusta. 

Sendo assim, além de utilizar esses dados, é preciso cruzá-los para uma análise mais complexa e que dê sentido aos números. Esse cruzamento deve ser feito entre métricas e indicadores de negócio.

“Entendemos que o cenário ideal é o da integração e do cruzamento de dados na Comunicação Interna. Na camada de consumo, observamos alcance, aberturas e tempo de leitura para entender se a mensagem chega.  Na de comportamento, avaliamos interações, participação e sentimento para compreender como as pessoas se conectam com o conteúdo e entre si. E na de negócio, cruzamos essas informações com dados de produtividade, turnover, segurança e qualidade, entre outros”, recomendou Kerlin Dutra, diretora de Conteúdo e Planejamento na HappyHouse.

Kerlin considera que dado conectado “é insight, é direção e base de decisão”, e que é nesse contexto que a área de Comunicação Interna se posiciona como parte do sistema de inteligência da empresa.

Para Fabiana Becker, sócia da Fale Consultoras, na Comunicação Interna não basta saber que o colaborador abriu o e-mail; é necessário saber se ele entendeu a mensagem e se mudou algo na forma de agir ou perceber a empresa.

“Os dados de consumo mostram alcance e eficiência de canal; os dados de comportamento revelam engajamento e aprendizado; e os dados de negócio mostram contribuição para resultados concretos — seja na redução de turnover, no aumento da segurança ou na produtividade. O papel do comunicador hoje é justamente conectar essas camadas em uma narrativa coerente de valor.”

Acesso em tempo real

O quanto ter acesso a dados em tempo real pode mudar uma estratégia em curso, seja para melhorar os resultados ou aumentar o investimento? 

Para Dutra, ter acesso a dados qualitativos e quantitativos em tempo real muda completamente a forma de fazer Comunicação Interna. “Quando conseguimos acompanhar resultados enquanto as ações estão acontecendo, deixamos de reagir e passamos a agir de forma estratégica. Dados em tempo real tornam a Comunicação Interna mais ágil e relevante”, diz. 

Fabiana também considera que cruzar feedbacks qualitativos (comentários, pesquisas instantâneas e reações) com dados quantitativos (alcance e taxa de conclusão) dá uma leitura viva da percepção dos colaboradores. Segundo ela, isso torna a área mais ágil e capaz de justificar aumento de investimento com base em evidências, e não em intuição.

CI na mesa da diretoria

Como podemos usar os dados de Comunicação Interna para uma discussão mais robusta com a diretoria da empresa, especialmente num momento como o de formação de orçamento?

Sobre esse assunto, Fabiana ressaltou o papel de dados para reposicionar a CI como área de gestão. Para ela, falar em números durante o desenho orçamentário muda a conversa.

“Quando mostramos correlação entre comunicação e indicadores críticos do negócio, como produtividade, segurança e retenção, a diretoria entende que investir em Comunicação Interna é investir em performance.”

Corroborando o raciocínio, Kerlin afirma que quando CI “apresenta evidências e correlações concretas, deixa de pedir orçamento e passa a negociar investimento com base em inteligência e geração de valor para o negócio.”

O que é essencial medir

Refletindo sobre quais são os indicadores essenciais para um relatório de acompanhamento e quais são os indicadores para levar para uma reunião com lideranças, a diretora na HappyHouse argumenta que a distinção entre eles é o que posiciona a CI como um time de inteligência e influência. Ela cita como indicadores relevantes:

  • Adoção e alcance (eficiência): Mostra se a comunicação chega a todos.

Indicadores: alcance, usuários ativos, visualizações, frequência de acesso.

  • Engajamento e interação (eficiência): Mede o envolvimento e a participação.

Indicadores: cliques, reações, comentários, participação em campanhas.

  • Experiência e sentimento (eficiência): Avalia como o público percebe a comunicação. 

Indicadores: tempo médio de leitura/sessão, índice de satisfação (NPS de Comunicação), feedbacks qualitativos e compreensão da mensagem.

  • Impacto organizacional (eficácia): Revela o efeito da comunicação no negócio.

Indicadores:

  • Mudança de comportamento, conexão com temas estratégicos, correlação com clima e turnover;
  • Mudança de comportamento (ex: aumento de adesão a programas);
  • Correlação com clima, turnover e eNPS;
  • Economia de tempo e redução de retrabalho;
  • Conexão com a narrativa estratégica (ex: transformação digital, cultura, engajamento).

A sócia da Fale Consultora considera que um bom relatório de Comunicação Interna precisa combinar indicadores operacionais, indicadores de engajamento e indicadores estratégicos.

Para o dia a dia, a especialista cita alcance por canal, taxa de abertura e cliques, tempo médio de leitura, participação em campanhas, volume de feedbacks e sentimento das interações.

Já para reuniões com lideranças, o destaque fica para a evolução de indicadores de clima ou engajamento, recall das mensagens estratégicas, correlação entre campanhas e métricas de negócio (ex.: queda em acidentes após campanha de segurança) e ROI de iniciativas específicas.

ROI na Comunicação Interna

Segundo o estudo “Measuring What Matters in Internal Comms”, 92% dos times de Comunicação Interna têm dificuldade em mostrar o ROI da área para a liderança.

Além disso, a pesquisa mostrou o que mais interessa líderes na Comunicação Interna:

  • 51%: engajamento de colaboradores;
  • 47%: apoio a mudanças;
  • 46%: reforço de valores e cultura;
  • 45%: alcançar todos os colaboradores;
  • 30%: aumentar a retenção de talentos.

Como passo a passo para mostrar o retorno sobre o investimento na área, o estudo indica:

  1. Estratégia que define KPIs mensuráveis atrelados aos objetivos de negócio, apoiada por análises e insights aprofundados para relatórios claros e precisos.
  2. Execução que atinge esses KPIs utilizando uma combinação de formatos de comunicação multicanal e experiências mobile-first que atendem às necessidades e preferências dos colaboradores.
  3. Tecnologia que permite criar, analisar, reportar e otimizar suas campanhas de Comunicação Interna, tudo a partir de uma única plataforma, para que você possa entregar (e comprovar) impacto real para a liderança.

FAQ: Dados de Comunicação Interna e ROI

  1. Por que utilizar dados de Comunicação Interna é essencial para a tomada de decisões estratégicas no negócio?

O uso de dados permite alinhar as ações de CI aos objetivos da empresa, mensurar resultados em tempo real e embasar decisões das lideranças de forma objetiva e precisa.

2. Quais são os principais KPIs monitorados para avaliar o impacto da Comunicação Interna estratégica?

Engajamento dos colaboradores, alcance das mensagens, taxa de leitura, participação em ações internas, além de indicadores personalizados ligados a metas do negócio.

3. Como a análise de dados em tempo real fortalece o papel estratégico da Comunicação Interna?

Relatórios em tempo real proporcionam agilidade na tomada de decisões, permitem ajustes rápidos nas campanhas e entregam insumos concretos para as lideranças acompanharem o impacto das ações de CI de forma contínua.

  1. Como os dados de Comunicação Interna ajudam a antecipar tendências e identificar oportunidades dentro da empresa?

A análise contínua de dados permite detectar padrões de comportamento, preferências dos colaboradores e possíveis gargalos na comunicação, possibilitando ações proativas e melhorias estratégicas.

  1. Como a apresentação de resultados de Comunicação Interna baseada em dados pode influenciar o investimento da diretoria em novos projetos?

Quando os resultados de CI são apresentados de forma estruturada, com métricas e indicadores claros, a diretoria percebe o valor real das iniciativas, tornando-se mais propensa a apoiar e investir em novas soluções, tecnologias e campanhas que fortaleçam a comunicação e envolvimento dos colaboradores.

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Dados comportamentais: a nova fronteira das métricas em Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/dados-comportamentais-a-nova-fronteira-das-metricas-em-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/dados-comportamentais-a-nova-fronteira-das-metricas-em-comunicacao-interna/#respond Thu, 18 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6113 Nos últimos anos, a Comunicação Interna (CI) evoluiu de uma prática centrada na disseminação de mensagens para um campo estratégico, capaz de influenciar engajamento, cultura e até resultados de negócio. Essa transformação trouxe um desafio: como mensurar o impacto da Comunicação Interna de forma mais madura? Se antes as métricas se restringiam a números como […]

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Nos últimos anos, a Comunicação Interna (CI) evoluiu de uma prática centrada na disseminação de mensagens para um campo estratégico, capaz de influenciar engajamento, cultura e até resultados de negócio. Essa transformação trouxe um desafio: como mensurar o impacto da Comunicação Interna de forma mais madura?

Se antes as métricas se restringiam a números como taxa de abertura de e-mails ou alcance de posts, hoje temos a oportunidade de observar algo mais profundo: os dados comportamentais dos colaboradores. Eles revelam não apenas se uma mensagem foi recebida, mas como ela foi assimilada e se gerou mudanças reais de comportamento.

O que são dados comportamentais na CI?

Dados comportamentais são aqueles que traduzem a ação prática do colaborador diante das iniciativas de comunicação. Em vez de apenas medir exposição, medimos resposta e interação:

  • Acessar conteúdos e permanecer neles;
  • Participar de programas, eventos ou treinamentos;
  • Compartilhar, comentar ou recomendar iniciativas;
  • Usar ferramentas lançadas pela empresa;
  • Demonstrar engajamento cultural (como adesão a campanhas de diversidade, segurança ou inovação);
  • Potencializar a produtividade.

Esses sinais dizem mais sobre a efetividade da comunicação do que a mera visualização de uma mensagem.

Além dos números: como transformar dados comportamentais em métricas estratégicas

1. Engajamento com canais internos

Mais do que medir cliques e visualizações, observar tempo médio de leitura, comentários e compartilhamentos ajuda a entender se o conteúdo realmente ressoou.

2. Adoção de ferramentas e iniciativas

Se a empresa lança um app, um chatbot ou um novo canal, medir a taxa de adesão mostra se a comunicação conseguiu mobilizar para a ação.

3. Participação em programas corporativos

Quantidade de pessoas envolvidas em treinamentos, presentes em eventos internos e engajadas em lives são dados que conectam mensagem a comportamento coletivo.

4. Sentimento e clima

A análise de comentários em fóruns internos, enquetes e pesquisas pulse permitem capturar a emoção por trás das interações e ajustar narrativas em tempo real.

5. Rede de influenciadores internos

Identificar quem mais compartilha, comenta e influencia conversas ajuda a mapear embaixadores da cultura — peças-chave para campanhas de alto impacto.

6. Aderência cultural

Perceber se uma campanha de valores impactou no comportamento a ponto do colaborador mudar a forma de agir pode significar que a CI contribuiu para a mudança de comportamento. 

7. Integração com dados de gestão de pessoas

Conectar dados de comunicação com indicadores como turnover, absenteísmo e produtividade eleva a maturidade da CI, mostrando como ela contribui diretamente para a saúde organizacional.

Por que isso eleva a maturidade da Comunicação Interna?

O uso de dados comportamentais representa uma mudança de paradigma.

  • De informativa para estratégica: a CI deixa de apenas transmitir mensagens para influenciar comportamentos.
  • De quantitativa para qualitativa: passamos de métricas de alcance para métricas de impacto.
  • De reativa para preditiva: ao observar padrões de comportamento, é possível prever riscos de clima, engajamento e cultura — e agir antes que virem problemas.

O futuro: Comunicação Interna como ciência do comportamento organizacional

Ao adotar dados comportamentais como métrica, a CI ganha status de campo analítico, alinhado a práticas de analytics de RH e de gestão. Isso amplia seu papel como parceira estratégica do negócio, capaz de antecipar tendências, influenciar cultura e apoiar decisões de liderança.

Em um mundo organizacional cada vez mais complexo, mensurar apenas o alcance é insuficiente. O próximo passo está em compreender como cada mensagem transforma atitudes — e como essas atitudes impactam o clima, a cultura e os resultados da empresa.

Você se identifica com o desafio de ir além das métricas tradicionais? Conte com a P3K! Estamos prontos para ajudar sua empresa a implementar uma cultura de mensuração com base em dados comportamentais, que demonstram como a comunicação contribui diretamente para a saúde organizacional e impacta o clima, a cultura e os resultados do negócio. Clique aqui e fale com a gente!

Por Pâmera Ferreira, Gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Dialog oferece as principais tecnologias para Comunicação Interna; entenda https://blog.dialog.ci/dialog-oferece-as-principais-tecnologias-para-comunicacao-interna-entenda/ https://blog.dialog.ci/dialog-oferece-as-principais-tecnologias-para-comunicacao-interna-entenda/#respond Mon, 01 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6120 Para que conte com o apoio de uma área verdadeiramente estratégica, a empresa precisa investir em tecnologias de Comunicação Interna. Em um cenário de constantes mudanças, impulsionado por novos modelos de trabalho e a necessidade de uma comunicação cada vez mais ágil e personalizada, a busca por ferramentas que realmente entreguem valor se intensifica. Isso […]

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Para que conte com o apoio de uma área verdadeiramente estratégica, a empresa precisa investir em tecnologias de Comunicação Interna. Em um cenário de constantes mudanças, impulsionado por novos modelos de trabalho e a necessidade de uma comunicação cada vez mais ágil e personalizada, a busca por ferramentas que realmente entreguem valor se intensifica.

Isso é o que mostra o relatório “Tendências da Comunicação Organizacional 2025”, publicado pela Aberje. Os resultados são um mapa claro da realidade do mercado e trazem números importantes em relação às principais tecnologias de Comunicação Interna buscadas por profissionais do setor. 

Segundo o estudo, 45% das pessoas acreditam que o capital humano permanecerá sendo mais importante do que a tecnologia na Comunicação Interna. Ao mesmo tempo, os entrevistados citaram a Inteligência Artificial Generativa, ferramentas de análise de dados e redes sociais corporativas como as três principais tecnologias que vão impulsionar mudanças na comunicação organizacional. 

Neste texto, abordaremos essas tecnologias e mostraremos como a Dialog, plataforma líder em Comunicação Interna e engajamento no Brasil, atende às necessidades da área e oferece os melhores e mais inovadores recursos. 

Inteligência Artificial Generativa

De acordo com o relatório da Aberje, 60% dos profissionais acreditam que a Inteligência Artificial Generativa é uma das principais tecnologias de Comunicação Interna que vão transformar o mercado e impulsionar mudanças na área. Isso porque a GenAI, como é popularmente chamada, promete revolucionar a criação de conteúdo, a personalização de mensagens e a otimização de campanhas, liberando espaço na agenda dos comunicadores para outras tarefas.

A Dialog conta com três recursos que funcionam a partir de IA, sendo dois deles sustentados por Inteligência Artificial Generativa. A seguir, você saberá um pouco mais sobre eles.

ecossistema dialog AI

Power AI Creator

Nossa plataforma está equipada com recursos para otimizar a criação e gestão de conteúdo. Com o Power AI Creator da Dialog, o profissional de CI consegue construir mensagens com agilidade e eficiência, além de adaptar o discurso para diferentes públicos. 

Essa tecnologia te ajuda a produzir o conteúdo perfeito de acordo com personas, tom de voz e outras características pré-definidas. E se você está pensando que já pode fazer isso com o Chat GPT ou outras ferramentas, fica aqui o destaque: não é a mesma coisa! O recurso da Dialog leva em consideração as informações já cadastradas na sua plataforma, o que agiliza a construção da mensagem e faz com que ela se conecte muito mais às pessoas que a receberão.

AI Insights

O AI Insights é um módulo especial integrado à Dialog que auxilia os profissionais de CI a analisar as estratégias que vêm sendo desenvolvidas na plataforma de Comunicação Interna.

Esse recurso usa Inteligência Artificial generativa para entregar respostas de acordo com o contexto da organização, avaliando minuciosamente as ações desenvolvidas dentro do canal de cada empresa. 

Basta perguntar o que deseja saber para receber a resposta. Vale tudo: percentual de usuários cadastrados, comparativo de acesso entre períodos específicos, o que fazer para aumentar o engajamento nos conteúdos publicados, quais são os posts mais curtidos, quais colaboradores podem ser influenciadores internos e por aí vai. 

As respostas são produzidas com exclusividade, pois o AI Insights consulta o comportamento do usuário na Dialog, faz integrações com bancos de dados e capta informações do Power BI. Ao todo, quase 80 indicadores são analisados em questão de segundos. 

Dialog oferece as principais tecnologias para Comunicação Interna; entenda

Ferramentas de análise de dados

O relatório da Aberje também mostra que 33% dos profissionais de Comunicação Interna consideram como essenciais ferramentas de análise de dados. Isso porque mensurar o impacto das ações de CI é fundamental para provar o valor estratégico da área e justificar novos investimentos.

Quando os dados são bem analisados, a empresa consegue entender melhor como funciona o engajamento dos colaboradores, identificar pontos de melhoria na comunicação e fortalecer as iniciativas que já estão dando certo. 

Índice Dialog de Engajamento

E por falar em Inteligência Artificial e análise de dados, a Dialog oferece o exclusivo Índice Dialog de Engajamento. Indo além de métricas superficiais, como curtidas, comentários e acessos, nossa plataforma garante uma visão ampliada da Comunicação Interna. 

Fazemos isso combinando dados quantitativos e qualitativos, permitindo benchmarking com outras empresas do mesmo segmento e utilizando Inteligência Artificial para entregar análises preditivas do comportamento dos usuários.

Dashboard com mais de 50 indicadores

Além desse diferencial, a nossa plataforma também conta com um dashboard rico em dados. São mais de 50 indicadores para você analisar acessos, posts, comentários, reações, visualizações, recomendações, nuvem de palavras, número de usuários, ranking segmentado e muito mais! 

A soma dessas análises ajuda as empresas a acompanhar o desempenho da Comunicação Interna em tempo real, fornecendo insights valiosos sobre o cenário de engajamento na plataforma, o que garante que a estratégia de CI possa ser redesenhada sempre que necessário. 

Dialog oferece as principais tecnologias para Comunicação Interna; entenda

Redes sociais corporativas

Ainda segundo a Aberje, as redes sociais corporativas ocuparam o terceiro lugar entre as principais tecnologias que vão impulsionar mudanças na comunicação organizacional, com 27% das menções. Em seguida, foram citadas plataformas de Comunicação Interna (25%) e aplicativos para dispositivos móveis (18%). 

Esses números mostram que a digitalização da CI não é mais uma opção, mas sim uma necessidade. Ferramentas como essas ampliam o senso de pertencimento, pois fazem com que as pessoas se sintam integradas ao fluxo da comunicação — o que fomenta uma cultura aberta, segura e horizontal. 

A boa notícia é que a Dialog acompanha, mais uma vez, essa tendência. Nossa plataforma de Comunicação Interna reúne intranet, rede social corporativa e aplicativo para dispositivo móvel em uma única interface. Isso porque acreditamos que uma estratégia verdadeiramente eficiente é multicanal. 

Além disso, a Dialog também permite integrações com TV corporativa, e-mail e WhatsApp, garantindo que os nossos clientes ampliem o alcance da mensagem e otimizem o tempo dedicado à gestão de canais. 

Dialog oferece as principais tecnologias para Comunicação Interna; entenda

A tecnologia que sua CI busca, a Dialog tem

O relatório publicado pela Aberje confirma o que já sabíamos: a tecnologia não é mais um “extra”, mas sim uma exigência para a Comunicação Interna que busca resultados. Com a Dialog, as empresas vão além! Nossa plataforma oferece uma solução integrada que potencializa a performance da sua equipe de CI.

Mais do que as melhores ferramentas, na Dialog você encontra formas de otimizar seu tempo, agilizar processos, fortalecer a cultura organizacional e agregar valor às iniciativas da área.  Quer saber como tudo isso é possível? Fale com nossos especialistas.

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Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Inteligência Artificial na CI: dos prompts ao papel estratégico das lideranças na área https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-ci-dos-prompts-ao-papel-estrategico-das-liderancas-na-area/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-ci-dos-prompts-ao-papel-estrategico-das-liderancas-na-area/#respond Thu, 24 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5999 A Comunicação Interna está passando por uma evolução significativa, especialmente com a ascensão das plataformas de Inteligência Artificial e seus múltiplos usos nas estratégias de engajamento de colaboradores, sobretudo quando pensamos sobre o Gemini (Google) e o ChatGPT. As lideranças na área de Comunicação nas organizações enfrentam o desafio intenso e acelerado de se adaptar […]

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A Comunicação Interna está passando por uma evolução significativa, especialmente com a ascensão das plataformas de Inteligência Artificial e seus múltiplos usos nas estratégias de engajamento de colaboradores, sobretudo quando pensamos sobre o Gemini (Google) e o ChatGPT.

As lideranças na área de Comunicação nas organizações enfrentam o desafio intenso e acelerado de se adaptar a um ambiente que se torna, cada vez mais, mediado por tais tecnologias, enquanto precisam manter a conexão humana e o vínculo afetivo dos profissionais e times com suas marcas empregadoras. Talvez o momento nunca tenha sido tão propício para refletirmos acerca do papel crítico das lideranças de CI à luz das evoluções trazidas pela IA, com base em dados de pesquisas recentes.

Tive acesso recentemente a um estudo realizado pelo Instituto de Comunicação Interna (IoIC), entidade britânica que realiza pesquisas sobre os mais variados temas. Divulgado em março, ele aponta que 56% dos profissionais de CI relataram um aumento exponencial nas responsabilidades e nos papéis de suas áreas na construção de estratégias e planos comunicacionais sobre gestão da mudança nas mais variadas organizações mundo afora.

51% dos profissionais ouvidos notaram um crescimento do mesmo propósito quanto a enfatizar os benefícios da transformação digital e suas tecnologias para o incremento da produtividade nos ambientes de trabalho — e aqui podemos interpretar como parte da evolução acima comentada, principalmente no que diz respeito ao uso da IA para acelerar e qualificar entregas do dia a dia.

Este cenário evidencia a necessidade de uma abordagem cada vez mais sensível e produtora de sentido na Comunicação Interna, na qual as lideranças de área desempenham um papel essencial.

A IA evolui como uma ferramenta que pode otimizar processos, gerar conteúdos em segundos, checar informações, traduzir contextos e documentos e analisar dados, permitindo uma Comunicação Interna, sem dúvida, mais eficiente. 

Por exemplo, a mesma pesquisa do IoIC aponta que 70% dos colaboradores se sentem mais conectados com suas empresas quando as comunicações internas são personalizadas, e a IA facilita essa personalização ao segmentar mensagens-chave e narrativas com base nas preferências dos funcionários, ou seja, nos seus hábitos de consumo comunicacional. 

Uma tecla na qual temos batido, aqui no Grupo In Press, desde que desenvolvemos nossa metodologia de diagnóstico em CI que procura integrar visões entre aquilo que o profissional “consome” de informação, lazer e entretenimento no seu dia a dia, fora da organização, e o que ele usa para se informar a respeito das tarefas e esforços que precisa entregar na sua jornada de trabalho.

Evolução para ontem

Fato é que, apesar das oportunidades ofertadas pela IA, as lideranças de comunicação nas empresas enfrentam uma “realidade agridoce”. A mesma pesquisa indica que apenas 30% dos profissionais se sentem totalmente equipados para atender às “novas” demandas de suas funções. A sobrecarga de trabalho, com uma média de 15 áreas demandantes dos serviços de CI sob a sua responsabilidade, e a falta de recursos e times são desafios constantes, como revela também recente pesquisa feita pela Aberje, em parceria com a Ação Integrada.

Fonte: Aberje e Ação Integrada.
Fonte: Aberje e Ação Integrada.

Além disso, 80% dos profissionais expressam sentimentos negativos sobre o seu trabalho, o que pode impactar na sua capacidade de engajar colaboradores.

A evolução do papel das lideranças de Comunicação interna junto às possibilidades que o uso, cada vez mais voraz, da Inteligência Artificial pelas empresas têm alavancado passa pelo primeiro entendimento destes gestores de que é preciso ir muito além de aprender a construir prompts e a demandar as plataformas. Esse é o passo mais simples, no qual muitos comunicadores ainda estão engatinhando.

O presente nos pede uma responsabilidade estratégica não apenas quanto à governança sobre o uso da IA pela área de CI, mas que saibamos guiá-la quanto à fundamentação de tudo aquilo que ela nos aporta e de como nos ajuda a impactar de forma sustentável os negócios das empresas. 

E aqui estamos falando sobre a nossa missão de seguir interrelacionando pessoas dentro desse universo e extraindo delas, de forma colaborativa, caminhos para a continuidade do sucesso de engajamento aos canais da matriz de CI. Porque, sim, eles continuarão existindo, só que agora “alimentados” por meio de iniciativas ainda mais cocriativas.

Os líderes de comunicação devem se tornar facilitadores da transformação digital, utilizando a IA como uma aliada para melhorar a experiência do colaborador. Isso envolve não apenas a adoção de ferramentas de IA, mas também o desenvolvimento de competências críticas, como pensamento estratégico e letramento digital. 

Veja: o estudo do IoIC aponta que 39% dos profissionais de CI consideram o pensamento estratégico uma prioridade para seu desenvolvimento.

Além disso, as lideranças devem priorizar estratégias ligadas ao desenvolvimento de atitudinais de soft skill, como empatia e mediação. Tudo porque embora a IA possa automatizar muitas tarefas, a autenticidade nas mensagens e a habilidade de construir relacionamentos são insubstituíveis ao humano. Seguir traduzindo a visão e o propósito organizacional em mensagens que inspirem e motivem os colaboradores ainda é um horizonte possível e necessário para muitos de nós, comunicadores.

Quando for revitalizar sua matriz de canais, sob esse prisma mais digital, a integração deles com plataformas de IA deve ser uma condição irrevogável para a adoção da ferramenta. Se a ideia é que esses “novos canais” sigam funcionando como os únicos hubs onde a vida profissional de um colaborador está contida, é importante não incentivar dispersão para outros caminhos. Disso fundamentalmente dependerá o sucesso do engajamento.

E lembre-se: estamos vivendo, neste exato momento, uma segunda grande onda quanto à descentralização da capacidade de criar e veicular conteúdos enriquecidos e, aparentemente, com grande veracidade, refletores de diversas realidades, a exemplo do que experimentamos há cerca de 30 anos, quando os meios de comunicação e a imprensa tradicionais passaram a disputar espaço com blogs, redes sociais e comunidades — e, posteriormente, lista de transmissões no WhatsApp etc. 

Agora, com o uso da IA, todos se tornam autênticos roteiristas, diretores de cena, podcasters, produtores de TV, criadores de apresentações institucionais ou comerciais, ainda que sequer tenham estudado para isso. Os prompts já oportunizam o “reinventar” dessas funções e, pasmem, com um bom nível de qualidade que só aumenta a passos largos, diariamente.

Então, se acostume à proliferação de “comunicações sombra”, sobretudo na sua CI, onde outros departamentos ou áreas assumem responsabilidades de comunicação, passando informalmente a exercer essa chamada descentralização. Em vez de refletir sobre o risco, minha dica é que aceite essas sombras e trabalhe de forma eficaz o alinhamento delas, trazendo-as para dentro do seu jogo. O trabalho da liderança de CI, mais do que nunca, é evitar mensagens fragmentadas que levem à erosão da confiança entre áreas. Do contrário, é game over!

Fonte: Aberje e Ação Integrada.

As organizações que souberem equilibrar a eficiência da IA com uma liderança humanizada, mediadora de conflitos e indutora das transições que já estão acontecendo ou estão por vir, estarão mais bem posicionadas para engajar seus colaboradores e prosperar em um ambiente de negócios em constante mudança, criando um espaço onde a Comunicação Interna se torna um verdadeiro motor para a resiliência e o comprometimento.

Por Adriano Zanni, Diretor de Atendimento e especialista em Comunicação Interna no Grupo In Press.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Uso de dados na Comunicação Interna: como criar a narrativa perfeita https://blog.dialog.ci/uso-de-dados-na-comunicacao-interna-como-criar-a-narrativa-perfeita/ https://blog.dialog.ci/uso-de-dados-na-comunicacao-interna-como-criar-a-narrativa-perfeita/#respond Mon, 26 Aug 2024 12:55:30 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5211 Muito se fala sobre o uso de dados na Comunicação Interna, mas como começar a mensurar e, mais importante, usar essas métricas de forma estratégica para a área e para a empresa? Sabemos que os números são a base de qualquer decisão relevante dentro das organizações, e que a Comunicação Interna pode construir narrativas a […]

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Muito se fala sobre o uso de dados na Comunicação Interna, mas como começar a mensurar e, mais importante, usar essas métricas de forma estratégica para a área e para a empresa?

Sabemos que os números são a base de qualquer decisão relevante dentro das organizações, e que a Comunicação Interna pode construir narrativas a partir de relatórios que trazem dados. Se você não sabe como fazer isso está no lugar certo, porque esse foi o tema tratado no 47º episódio do Dialog Talks.

O convidado da vez foi Maurício Talão, que possui 22 anos de experiência na área de Comunicação Corporativa. Ele é COO e cofundador da Clima Comunicação, que conta com uma carteira de mais de 70 clientes.

Assista ao episódio aqui ou escute o conteúdo clicando no player abaixo.

Uso de dados na Comunicação Interna: como começar?

É necessário criar estratégias para a adoção do uso de dados na Comunicação Interna? Para Maurício, sem elas, não é possível começar a mensurar.

“Para uma Comunicação Interna, o primeiro passo é você saber onde você trabalha. Qual é a estratégia que você trabalha? Esse é um ponto muito importante, pois com base na estratégia da empresa é que a gente começa a nossa mensuração”, diz.

A partir dessa definição, ele explica que a estratégia da área de Comunicação Interna pode, por exemplo, ser alavancada pelo EVP (Employee Value Proposition); ou seja, a proposta de valor da empresa como marca empregadora. 

“O EVP é um bom ponto de partida para você [profissional de CI] se basear e começar a trabalhar sua estratégia de Comunicação Interna. Lá a gente está olhando toda a jornada e experiência do colaborador”, explica.

Agora, quando a área de CI já tem a estratégia alinhada com o que a empresa espera, é hora de mensurar! O COO cita 3 etapas:

  1. Indicadores de alinhamento e conteúdo: Para defini-los, é preciso entender o que a CI precisa comunicar de fato; se informações referentes a benefícios, como ajuste do vale-alimentação, fazem parte dessa lista. Só então é possível saber o que mensurar. 
  2. Indicadores de resultado: Entra no âmbito mais qualitativo da mensuração; se colaboradores estão engajados, se entenderam a informação passada, se a CI está alinhada com o objetivo da empresa etc.
  3. Indicadores de processo: Somente nessa etapa surgem os KPIs de comunicação, desde abertura de e-mail até interações como curtidas e comentários. Maurício ressalta que para isso, é necessário contar com boas ferramentas.

“Entendendo a estratégia de mensuração na área de Comunicação Interna, com indicador de resultado, indicador de processo e indicador de alinhamento, aí sim começamos a narrativa de relatórios de comunicação”, afirmou.

Como criar a narrativa

Os tão tradicionais relatórios de resultados podem não transmitir a dimensão do impacto de um bom trabalho da Comunicação Interna na organização como um todo. Sendo assim, profissionais da área podem criar uma narrativa a partir da mensuração. Como fazer isso?

Maurício explica que para tornar a Comunicação Interna relevante para o negócio é preciso trabalhar diretamente com números.

Ele lembra que as lideranças, principalmente a Presidência e outros C-levels, estão atentos a números e que, enquanto a CI não contribuir para uma mudança positiva em indicadores estratégicos, a área permanecerá sem tanta relevância.

“A gente vai continuar fazendo comunicado, evento, criando jornal e comunicados normais, mas a partir do momento que a gente começa a imprimir uma nova narrativa para a área de Comunicação Interna como um todo e o profissional do setor mostrar o quão relevante essa área é, aí as coisas começam a mudar um pouquinho. Aí a gente está realmente trazendo dados e falando [para a liderança] ‘esse engajamento que estou provando para você que existe aqui está trazendo tanto de resultado, tanto de saving’…”, comenta.

O cofundador da Clima ainda diz que essa virada de chave faz com que líderes passem a encarar a área não mais como um mero custo, mas sim como aquela que otimiza a receita no dia a dia.

O segredo para criar essa narrativa é linkar os dados com o negócio (metas, objetivos, estratégias) e humanizar os dados, mas sem perder o número de vista (mostre como a CI muda a percepção de colaboradores).

“O executivo gosta de ver números! Não é o número da abertura, é o número de ‘como é que está impactando meu turnover isso aqui?’ ou ‘como é que está impactando o custo que eu tenho de treinamento com os meus colaboradores?’”, explica.

E quando não há apoio da liderança? Essa é a  pergunta de milhões, visto que muitas áreas de Comunicação Interna ainda não possuem o apoio de líderes, mesmo quando há uma boa estratégia sendo desenvolvida.

Maurício lembra que apostar nos números e em uma boa narrativa é a forma de conquistar esse público, até porque eles são cobrados justamente por dados.

Mensuração em CI e o operacional

Como o uso de dados na Comunicação Interna pode contribuir para a operação e, assim, se mostrar estratégica para esse público?

Com os indicadores já citados por Maurício, como o de alinhamento, é possível engajar colaboradores e até mesmo influenciar na redução de rotatividade e acidentes de trabalho, pontos altamente custosos para as organizações.

“Se a gente consegue alinhar quais são as diretrizes que eu quero para essa comunicação e o que eu quero impactar… Por exemplo: eu quero impactar aqui o KPI de entendimento dos colaboradores sobre segurança do trabalho para que eu tenha menos afastamentos; esse vai ser seu indicador de resultado”, elucida.

Ainda no exemplo de uma campanha sobre segurança do trabalho, o COO explica que o time de CI deve entender o que precisa ser comunicado, se essa comunicação que está sendo feita está alinhada com a estratégia da própria área, se a mensagem é relevante para saber se é necessário falar mais ou menos sobre o tema, pensando na infoxicação.

“Na sequência você vai distribuir as comunicações por todos os canais, na rede social interna, no mural, TV corporativa, e-mail, ativação, e por fim seu resultado – e esse é o ponto da mensuração, você vai medir o impacto, se houve diminuição nos acidentes, afastamentos etc.”, diz. 

ROI

O executivo reflete sobre empresas investirem em Marketing sabendo que haverá resultado, mas não conseguem perceber que o mesmo vale para a Comunicação Interna.

“Por que as pessoas não pensam da mesma forma que você está investindo em uma ferramenta de comunicação que vai chegar no colaborador lá na ponta com exatidão? Por que você não prova que ao manter essa pessoa informada, ela vai produzir mais?”, expõe.

Esse retorno sobre o investimento é a forma de conseguir com que empresas apostem em ferramentas de CI, segundo Maurício. E como calcular esse ROI? 

Ele explica que é necessário ter indicadores corretos para então fazer o cálculo. Em outro exemplo, Talão cita uma empresa que investe em uma campanha de saúde para colaboradores.

O primeiro passo é definir o que será acompanhado, escolher os canais que serão usados e seus respectivos KPIs e, por fim, olhar o indicador de resultado (por exemplo: reduzir determinada porcentagem de colaboradores doentes). A partir desse cruzamento, é possível comprovar o ROI.

O papel dos canais

Como canais de comunicação que disponibilizam métricas podem apoiar as equipes de CI, normalmente tão enxutas, nessa narrativa rica em dados?

Um estudo da Aberje mostrou que 55% dos times de Comunicação Interna possuem até 3 colaboradores, e Maurício falou sobre a importância de contar com ferramentas digitais como grandes parceiras dessas equipes.

Com canais digitais que fornecem métricas, como a Dialog (que possui um dashboard com mais de 50 indicadores!), profissionais da área conseguem identificar mais rápido se as estratégias e ações da área estão dando resultado e sendo relevantes para o negócio.

Leia também:

Agende uma demonstração e conheça a lista completa de indicadores disponíveis na Dialog, que permite gerenciar os usuários, medir atividades por região, mensurar o alcance dos conteúdos, identificar influenciadores internos, construir relatórios detalhados, acompanhar o engajamento das pessoas e otimizar a consulta de informações. 

Indo além, o nosso dashboard reúne um conjunto de 6 filtros de cruzamento para análises aprofundadas e comparativos entre períodos. E mais: a Dialog oferece também o exclusivo Índice Dialog de Engajamento; conheça agora.

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Dados na Comunicação Interna: conheça mais de 50 indicadores https://blog.dialog.ci/dados-na-comunicacao-interna-conheca-mais-de-50-indicadores/ https://blog.dialog.ci/dados-na-comunicacao-interna-conheca-mais-de-50-indicadores/#respond Mon, 17 Jun 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4993 A descontinuação do Workplace chocou o mercado de CI, que agora procura opções para garantir que a migração ocorra da forma mais suave possível. Já fizemos anteriormente um comparativo entre a Dialog e a ferramenta da Meta, mas agora é hora de falar sobre dados na Comunicação Interna. Isso porque a mensuração na Comunicação Interna […]

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A descontinuação do Workplace chocou o mercado de CI, que agora procura opções para garantir que a migração ocorra da forma mais suave possível. Já fizemos anteriormente um comparativo entre a Dialog e a ferramenta da Meta, mas agora é hora de falar sobre dados na Comunicação Interna.

Isso porque a mensuração na Comunicação Interna vem se intensificando nos últimos anos. Nesse sentido, contar com uma plataforma robusta no campo dos dados é meio caminho andado quando pensamos em uma migração que não deixe a peteca do engajamento cair.

Neste artigo, falaremos sobre o assunto com direito a um comparativo que mostra como a nossa plataforma conta com uma variedade de dados muito mais interessante e estratégica para os profissionais da área.

Dados na Comunicação Interna: por que engajam?

Antes do comparativo, é importante entender a relação entre dados na Comunicação Interna e engajamento.

Segundo o State of Internal Communications 2024, 89% dos respondentes concordam que a Comunicação Interna pode impactar fortemente o engajamento dos colaboradores. Já a Axios HQ mostrou que 35% dos líderes consideram que profissionais engajados são resultado direto de uma boa estratégia de CI. 

E onde entram os dados? Na base dessa boa estratégia! Na quinta edição do Dialog Connection, nosso evento exclusivo para clientes e convidados, Adriano Zanni (diretor da InPress Porter Novelli), afirmou:

“Se a gente não olha para esses indicadores, que são os ROIs estratégicos, a gente não está sendo estratégico na Comunicação Interna, a gente não está comprovando [o viés estratégico] para o C-level”.

Com dados em mãos, a área pode ajustar sua estratégia e entender o que engaja ou não os profissionais. Em outro artigo, refletimos sobre como uma plataforma de CI pode ajudar na questão do engajamento dos colaboradores nas organizações, vale a leitura!

Leia também:

Dados na Dialog e no Workplace

Há uma grande diferença nos dados de Comunicação Interna oferecidos pelas plataformas da Dialog e da Meta. O Workplace conta com quatro abas de métricas: pessoas, atividade, grupos e publicações, que possuem alguns indicadores como:

  • Pessoas: usuários ativados, ativos mensalmente e engajados, com possibilidade de segmentação (departamento, localização etc.) e forma de acesso à ferramenta (desktop ou celular). 
  • Atividade: número de publicações, comentários, reações e mensagens, com possibilidade de segmentação (departamento, localização etc.) e usuários mais ativos.
  • Grupos: ativos, mais ativos, configuração de privacidade (se é aberto ou fechado) e tipos de grupo (temas).
  • Publicações: mais relevantes.

Ao total, a ferramenta da Meta conta com cerca de 25 indicadores, levando em consideração as possibilidades de segmentação de algumas métricas. Já a Dialog oferece o dobro!

Na plataforma brasileira, contamos com um dashboard robusto que reúne mais de 50 indicadores que permitem analisar desde os usuários cadastrados até o nível de interação por departamento.

As métricas também são divididas em quatro categorias: home, usuários, engajamento e sistemas. Essa segmentação oferece uma visão sistêmica para as equipes de Comunicação Interna e contribui com insights valiosos para a estratégia da área.

Alguns dos indicadores que podem ser encontrados na ferramenta da Dialog são:

  • Acessos totais e únicos por dia da semana;
  • Acessos por tipo de plataforma e sistema operacional;
  • Total de acessos, posts, comentários, reações, visualizações e recomendações;
  • Nuvem de palavras com as principais competências usadas por colaboradores;
  • Total de grupos e pessoas inscritas em cada um;
  • Número de usuários na base por período, cadastrados, cadastrados ou ativos por departamento;
  • Ranking de departamentos, cargos, cidades etc.;
  • Taxa de aceite em eventos;
  • Percentual de interações por post, podendo ser segmentado por histórico ou período;
  • E muito mais!

Agende uma demonstração e conheça a lista completa de indicadores disponíveis na Dialog, que permitem gerenciar os usuários, medir atividades por região, mensurar o alcance dos conteúdos, identificar influenciadores internos, construir relatórios detalhados, acompanhar o engajamento das pessoas e otimizar a consulta de informações.

Indo além, o nosso dashboard conta com um conjunto de 6 filtros de cruzamento para análises aprofundadas e comparativo entre períodos. E mais: a Dialog oferece também o exclusivo Índice Dialog de Engajamento; conheça agora.

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Dados: o porto seguro no meio de incertezas https://blog.dialog.ci/dados-o-porto-seguro-no-meio-de-incertezas/ https://blog.dialog.ci/dados-o-porto-seguro-no-meio-de-incertezas/#respond Thu, 25 Apr 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4797 Das rotinas das áreas ao negócio, eles podem te ajudar a não se desgrudar da estratégia da empresa Já parou para pensar alguma vez na quantidade de decisões que você toma ao longo de um dia? Não, não estou falando daquelas no trabalho.  Decisões do dia a dia mesmo: devo ir de transporte público ou […]

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Das rotinas das áreas ao negócio, eles podem te ajudar a não se desgrudar da estratégia da empresa

Já parou para pensar alguma vez na quantidade de decisões que você toma ao longo de um dia? Não, não estou falando daquelas no trabalho. 

Decisões do dia a dia mesmo: devo ir de transporte público ou de transporte de aplicativo para o compromisso que tenho mais tarde? Qual é o melhor dia para fazer as compras do mês? Que filme devo assistir nesta noite?

dados
Ir ao mercado é um excelente exercício para a tomada de decisões. (Crédito: Unsplash)

Essas são apenas algumas escolhas, mas, enquanto exemplos, certamente irão ajudar você a lembrar de outras inúmeras situações.

Pois bem, pode parecer que não, mas grande parte delas é baseada em dados. Sim! Preço, tempo, duração… Todos esses fatores são dados que ajudam a guiar as nossas escolhas.

Mas por que estamos falando disso?

Apesar de ser algo normalizado nas nossas vidas pessoais, existe uma resistência em usar dados para tomar decisões no trabalho, de acordo com a pesquisa realizada ano passado pela Salesforce. Isso acontece mesmo em meio a outros estudos que mostram, justamente, que basear as decisões em dados aumenta a produtividade e o ganho médio das empresas.

Isso se deve a alguns motivos, mas, entre eles, existe um que podemos enxergar nas próprias conversas de trabalho: a enorme confiança na percepção pessoal, na observação prática e, principalmente, na experiência profissional. Afinal, o mercado valoriza o atributo do conhecimento construído ao longo de anos, não é mesmo?

Não é incomum que dados desafiem nossas convicções. É preciso integrar os dois para potencializar ideias! (Crédito: Freepik)

Mas a realidade é que dados são nossos aliados e, inclusive, podem ser complementares aos “insights” e impressões prévias que temos a partir da experiência adquirida diariamente com as tarefas do nosso cargo. Portanto, veja a seguir algumas razões para não temer e, principalmente, confiar em dados no meio corporativo.

Mais produtividade

Observar dados de produtividade, como a quantidade de horas necessárias para entregar uma tarefa, bem como seu retorno para a área ou a empresa, permite entender, com mais precisão, se os colaboradores podem embarcar em novos projetos, seguir no que estão ou, até mesmo, consertar a forma como uma tarefa é realizada. 

Isso é uma vantagem para gestores, que podem gerenciar melhor a alocação de recursos humanos e financeiros nas atividades do setor; e também para quem não ocupa cargo de gestão, mas que pode apontar quais tarefas trazem um retorno efetivo para a empresa.

Mais flexibilidade

O mundo muda muito rapidamente, e não se adaptar na mesma velocidade pode nos levar à tomada de decisões equivocadas sobre a operação e o negócio, baseadas em informações ultrapassadas. Por consequência, usaremos mal nossas horas de trabalho, nossa energia, as ferramentas, os sistemas e outros recursos da empresa. 

Ter dados atualizados em mãos e observá-los regularmente ao longo de um período, permite que nós promovamos ajustes em tarefas e projetos de forma mais ágil e assertiva. Não é preciso esperar o fracasso ou o êxito de uma iniciativa para corrigir (ou confirmar) o caminho escolhido. 

Mais precisão nas previsões

A capacidade de planejar o futuro e traçar estratégias aderentes às tendências é uma característica fundamental para as empresas que querem ser competitivas e sustentáveis no mercado a longo prazo. Nesse caso, trabalhar com dados é um meio seguro para estar sempre próximo do que o cliente deseja hoje e, provavelmente, vai desejar mais à frente. 

Entretanto, assim como na correção de percursos, não basta ter os dados, pois eles não irão apontar caminhos sozinhos. É preciso atualizá-los e acompanhá-los regularmente, cruzando com outras hipóteses e informações disponíveis no mercado para encontrar oportunidades de novos produtos e de experiências para o cliente.

Mais embasamento nos argumentos

Dados viram informações e informações são uma forma de poder. Com eles em mãos, o debate de ideias enriquece e alavanca a busca por argumentos. Além disso, apresentar fatos em vez de suposições traz autoridade no tema para o colaborador, referenciando-o como uma fonte de conhecimento segura – ou, melhor, pouco suscetível a achismos – dentro da empresa.

E a Comunicação? Como fica nessa história?

Falamos bastante sobre a correlação dos dados com o negócio e a produtividade. Contudo, não devemos enxergá-los como um recurso exclusivo de executivos ou gestores, profissionais que ocupam os mais altos cargos e que tomam as decisões que podem definir o sucesso e o fracasso da empresa. Enquanto profissionais de Comunicação (e de qualquer outra área) podemos (e devemos!) investir em ferramentas de captura e mensuração de dados. 

No caso específico da Comunicação, estamos falando da performance, por exemplo, de conteúdos postados em intranet e e-mails marketing disparados. Olhando apenas alguns indicadores básicos, você encontra informações estratégicas valiosas, como: 

  • Qual é a faixa de horário – começo da manhã, próximo/depois do almoço, fim do dia etc. –  que os funcionários mais dedicam ao consumo da comunicação; 
  • Qual é o dia ideal para disparar um e-mail marketing a fim de garantir a maior quantidade possível de cliques;
  • Que tipo de texto no assunto mais atrai o leitor? Se são os provocadores ou aqueles que já entregam o tema central do e-mail;
  • Colocar colaboradores em imagens ou depoimentos nos e-mails marketing aumenta, efetivamente, a quantidade de cliques?

Esses são apenas alguns exemplos de informações que podem ser verificadas e que apontam caminhos importantes para a Comunicação que quer alcançar as pessoas de forma mais efetiva. A partir desses indicadores, é possível aumentar o valor estratégico da área. Ao estar munida de dados, ela se torna capaz de comprovar o sucesso de sua atuação e direcionar, com precisão, as melhores táticas para potencializar o impacto de uma divulgação. 

Consequentemente, o time passa a ser mais envolvido em outras áreas da empresa no momento da construção de campanhas de comunicação. Isso faz com que a área deixe de ser vista apenas como uma etapa – por vezes, sendo vista até como barreira – na hora de dar visibilidade ao lançamento de um produto, um novo benefício, um evento etc.

E aí? Ficou convencido da importância do uso de dados? Comente abaixo sua experiência e conte como eles transformaram a sua empresa! 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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