sociedade Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/sociedade/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 16 Apr 2025 00:04:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png sociedade Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/sociedade/ 32 32 Maio Amarelo e Comunicação Interna: mais vida no trânsito para além do mês https://blog.dialog.ci/maio-amarelo-e-comunicacao-interna-mais-vida-no-transito-para-alem-do-mes/ https://blog.dialog.ci/maio-amarelo-e-comunicacao-interna-mais-vida-no-transito-para-alem-do-mes/#respond Mon, 05 May 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5819 Um fato inegável no status quo corporativo de 2025, que pode ser constatado em uma rápida observação e no contato com profissionais, é que o regime híbrido de trabalho — às vezes no escritório, às vezes remotamente — e mesmo o inteiramente presencial estão retornando às rotinas das pessoas, especialmente no meio urbano. Isso implica […]

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Um fato inegável no status quo corporativo de 2025, que pode ser constatado em uma rápida observação e no contato com profissionais, é que o regime híbrido de trabalho — às vezes no escritório, às vezes remotamente — e mesmo o inteiramente presencial estão retornando às rotinas das pessoas, especialmente no meio urbano. Isso implica outro retorno: o do deslocamento regular e massificado de uma parcela crescente da população das cidades.

Considerando que, com a divisora de águas que foi a pandemia, muitas pessoas colaboradoras de empresas estavam habituadas ao trabalho 100% remoto e que boa parte delas já ingressou em seus atuais postos nessa modalidade de atuação, podemos concluir que um número bastante grande de motoristas, ciclistas, passageiros e pedestres só passou a desenvolver recentemente uma rotina de transporte para ir de casa para o trabalho e vice-versa, ou mesmo para outros lugares após o expediente.

Essa relativa inexperiência ou falta de hábito com trajetos ora complexos pode contribuir para complicar o já complicado tráfego metropolitano. Mas, infelizmente, não é só isso: pode também ajudar a aumentar o número de acidentes nas vias brasileiras. No período em que a campanha Maio Amarelo busca fomentar a conscientização quanto à segurança no trânsito, é preciso refletir sobre o papel que nós, pessoas comunicadoras, podemos ter nesse engarrafamento de questões.

Destinos modestos, mas não menos nobres

Um recente estudo mostrou que, no primeiro bimestre de 2025, vimos um aumento de 30% no número de atropelamentos fatais na cidade de São Paulo. E apesar de a prefeitura da capital paulista haver prometido duração mais longa dos semáforos para pedestres e redução da velocidade máxima permitida em determinadas ruas e avenidas como medidas paliativas, muito estrago já está feito por uma questão muito mais simples que infraestrutura e engenharia de tráfego: a falta de atenção.

E qual é o tamanho da contribuição que uma campanha de Comunicação Interna pode ter? Pode ser pequeno, mas evitar que uma pessoa se acidente no trânsito de uma grande cidade, que por acaso é colaboradora da empresa que foi impactada positivamente pela campanha, já é um baita resultado, visto que aqui não estamos indo atrás de números e sim de vida.

Se pudermos, com uma campanha, reforçar o estado de vigilância e alerta que condutores e pedestres devem manter durante os seus trajetos pela cidade, temos ao menos alguma chance de diminuir estatísticas trágicas.

Mapeando rotas

Reforçar a mensagem de manter a atenção no trânsito, esteja a pessoa colaboradora pilotando uma moto, esteja andando de patinete elétrico no canteiro central de uma avenida famosa, é sempre importante. Mas também precisamos entender que mensagens específicas podem mudar conforme o contexto dos itinerários das pessoas. Assim, uma pesquisa ou mesmo enquete rápida na proximidade do Maio Amarelo, em uma rede social corporativa ou outro meio prático, pode ajudar a entender como as pessoas estão se deslocando entre o lar e o local de trabalho.

A partir daí, o direcionamento pode variar:

Mensagem para quem vai de carro

Sabia que existem aplicativos de carona que organizam direitinho as escalas, os dias e os horários com base na inserção dos endereços das pessoas interessadas em dar/pegar carona para o trabalho e para casa? Assim, também é possível entender com todo mundo quem está mais bem preparado para fazer o trajeto e, claro, isso diminui a probabilidade de acidentes.

Mensagem para quem vai de transporte coletivo

Além da opção de ônibus fretado, que hoje é todinha solucionada digitalmente por parte de diversas empresas que oferecem o serviço (neste caso, é preciso entender a disponibilidade do benefício com o RH), apps gratuitos e com valores bastante acessíveis mostram as rotas em tempo real de cada modalidade de transporte para ninguém perder o horário nem “correr atrás do busão”, expondo-se a riscos. 

Mensagem para quem vai de bicicleta

Que tal divulgar, em etapas ou por trechos, os mapas das ciclovias/faixas disponíveis na cidade, com ênfase nas proximidades do local de trabalho? Mesmo pessoas muito entusiastas do pedal podem se confundir e achar que têm mais experiência do que realmente têm, o que as coloca em situações perigosas no tráfego intenso e nem sempre bem pensado para quem não está motorizado.

Abordagem humanizada

Sensibilizar alguém que nunca sofreu um acidente ou que não conhece ninguém que tenha sofrido pode parecer complexo, mas a conexão pode ser realizada por outros ângulos. Apesar de nossas experiências de vida serem diferentes, todos nós temos alguém para quem queremos voltar em segurança para casa: maridos, esposas, companheiras, filhos, mães, pais, tios, tias, amigas, pets… A lista é grande, mas é só para demonstrar que, apesar de podermos não ter tanto em comum em nossos trajetos e experiências com deslocamento, todo mundo tem um lar e entes queridos.

Dessa forma, apelar para os sentimentos das pessoas é apenas uma forma de mexer na parte de suas vidas que mais se relaciona com as consequências negativas da falta de atenção no trânsito. Falar ao coração das pessoas colaboradoras é importante e isso exige que quem desenvolve a campanha ou comunicações específicas para o Maio Amarelo tenha empatia e saiba criar peças atrativas e até afetuosas.

Na DALE, realizamos com um grande cliente multinacional do setor de defensivos agrícolas uma campanha chamada Vida ao Volante — em que colaboradores de toda a América Latina (especificamente os que usavam veículos de frota para se deslocar pelos campos de suas localidades) davam depoimentos honestos sobre suas rotinas nas estradas e compartilhavam situações em que sua segurança esteve por um fio por não seguirem as diretrizes à risca.

No fim, revelavam que seguir com diligência as políticas de segurança no trânsito estabelecidas pela empresa permitia que elas pudessem estar com quem amam, novamente, dia após dia, contando o que mais gostavam de fazer com suas famílias e ao chegarem em casa. A campanha gerou comoção em relação às histórias e engajamento, mas, principalmente, consolidou regras de segurança com vista a uma meta muito humana: manter-se em segurança por quem importa nas nossas vidas.

Vamos construir um novo trecho (mais seguro) dessa pista?

Não temos muitos números quanto ao que a Comunicação Interna pode alcançar em termos de redução de acidentes por meio de campanhas de conscientização, promoção de rodas de conversa, palestras ou outras formas de fomentar o cuidado no trânsito.

A internet nos traz dados extraídos de observações gerais tidas por profissionais da área a partir dos resultados de suas ações, portanto criando apenas um cenário potencial, o que já é bom o bastante quando estamos desbravando uma área ainda não tão consolidada do nosso meio.

Informações de empresas que adotaram programas de segurança no trânsito mostram uma correlação positiva entre campanhas de comunicação e a redução de acidentes. Por exemplo, algumas organizações relataram uma diminuição de até 30% nas taxas de acidentes após a implementação de tais campanhas.

Mas, cá entre nós, mais do que olhar para os dados para, então, construir ações a partir deles, porque não arregaçamos as mangas, estacionamos o carrinho sempre em movimento da CI por um instante, com muito cuidado, e não começamos a construir nós mesmos(as) esses números positivos? 

Por meio das ações sugeridas e tantas outras ainda inexploradas, podemos fazer a diferença e transformar o Maio Amarelo em um mês, cada vez mais, de celebração de vitórias, que virão na forma de colaboradores seguros na ida, na volta e no meio do caminho, em qualquer lugar em que estejam. Taí a linha de chegada perfeita para todos nós, profissionais da comunicação, atravessarmos sem competição, mas em parceria.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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DE&I em tempos desafiadores https://blog.dialog.ci/dei-em-tempos-desafiadores/ https://blog.dialog.ci/dei-em-tempos-desafiadores/#respond Mon, 17 Mar 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5673 Explorando o impacto de cenários adversos e a resiliência necessária para que as empresas prosperem através da Diversidade, Equidade e Inclusão Nos últimos anos, a pauta da Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) ganhou destaque nas agendas corporativas, impulsionada por movimentos sociais e mudanças políticas globais. Contudo, o cenário atual apresenta desafios significativos para a continuidade […]

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Explorando o impacto de cenários adversos e a resiliência necessária para que as empresas prosperem através da Diversidade, Equidade e Inclusão

Nos últimos anos, a pauta da Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) ganhou destaque nas agendas corporativas, impulsionada por movimentos sociais e mudanças políticas globais. Contudo, o cenário atual apresenta desafios significativos para a continuidade dessas iniciativas. 

Com a reeleição de Donald Trump em 2025 para assumir a presidência dos Estados Unidos, nota-se um crescimento de políticas antidiversidade a partir das medidas adotadas pelo novo governo, que coloca um ponto final em programas de inclusão com o argumento de que tais iniciativas promovem “divisões sociais”. 

Essa abordagem inclui ordens executivas que proíbem treinamentos de diversidade em agências federais e incentivam práticas que ignoram diferenças raciais e de gênero, sob a premissa de que a sociedade deve ser “colorblind” e “genderblind“, isto é, ideologias que negam a existência da discriminação por raça e gênero, ao mesmo tempo em que a conserva sob a roupagem de ideologias liberais.

Neste contexto, as empresas enfrentam pressão por resultados financeiros imediatos e resistência interna a mudanças culturais, dificultando a manutenção e implementação de políticas inclusivas. Além disso, a falta de métricas claras para medir o retorno sobre o investimento em DE&I torna essas iniciativas vulneráveis a cortes em tempos de incerteza econômica ou mudança de liderança. Segundo o Financial Times, várias empresas nos EUA têm encerrado programas de DE&I, refletindo o clima político atual.

Diante de um cenário global tão desafiador, as empresas podem realmente se dar ao luxo de ignorar o poder transformador da diversidade?

Felizmente, por outro lado, algumas empresas reafirmam seu compromisso com a diversidade, ligando inclusão a desempenho e inovação. Essas organizações veem na pluralidade uma oportunidade de atrair talentos diversos, fortalecendo sua posição no mercado. 

De acordo com uma pesquisa de 2020 da McKinsey, conduzida com mais de três mil funcionários da América Latina, organizações comprometidas com a diversidade permitem que seus colaboradores tenham mais liberdade em termos de identidade e formas de trabalho. O estudo destaca que funcionários de empresas percebidas como comprometidas com a diversidade têm 11% mais probabilidade de “ser quem são” no ambiente de trabalho, o que os estimula a participar e contribuir mais efetivamente.

Além disso, esses funcionários relatam níveis mais altos de inovação e colaboração. Eles têm:

  • 152% mais probabilidade de propor novas ideias;
  • 77% mais de concordar que a organização aplica ideias externas;
  • 72% mais de reportar melhorias consistentes; 
  • 64% mais de afirmar que colaboram compartilhando ideias e melhores práticas.

Como sustentar a DE&I em tempos de adversidade?

Diante desse cenário, é válido destacar que as empresas que ganharão destaque serão aquelas que permanecerão fiéis ao seu propósito de diversidade, mesmo em contextos desfavoráveis. 

Conforme o estudo apresentado anteriormente, organizações que não acreditam nas diferenças perdem oportunidades valiosas relacionadas à liberdade e inovação de seus colaboradores. A diversidade não é apenas uma questão de justiça social, mas sim um fator crítico para a inovação e sucesso empresarial a longo prazo.

Portanto, as organizações que valorizam a diversidade como parte central de seus negócios devem se comprometer firmemente com as práticas de DE&I, independentemente dos desafios externos. Isso exige uma abordagem proativa, que inclua a definição de metas claras, a alocação adequada de recursos e o engajamento de toda a organização.

Ao investir em DE&I, as empresas não apenas cumprem seu papel social, mas também fortalecem sua reputação, atraem talentos e, potencialmente, melhoram seu desempenho financeiro. 

Somente dessa maneira será possível construir um ambiente corporativo inclusivo e equitativo, que reflita, mesmo que minimamente, a diversidade da sociedade em que vivemos.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Tempos de solidão e a Comunicação Interna no fortalecimento das comunidades https://blog.dialog.ci/tempos-de-solidao-e-a-comunicacao-interna-no-fortalecimento-das-comunidades/ https://blog.dialog.ci/tempos-de-solidao-e-a-comunicacao-interna-no-fortalecimento-das-comunidades/#respond Mon, 03 Jun 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4943 Vivemos uma epidemia de solidão. E isso resulta em uma discussão muito importante também dentro das empresas: como fortalecer a conexão entre as pessoas e despertar nelas o senso de comunidade?  Em um mundo cada vez mais interligado por meio da tecnologia, onde a informação flui em tempo real e a comunicação se torna instantânea, […]

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Vivemos uma epidemia de solidão. E isso resulta em uma discussão muito importante também dentro das empresas: como fortalecer a conexão entre as pessoas e despertar nelas o senso de comunidade? 

Em um mundo cada vez mais interligado por meio da tecnologia, onde a informação flui em tempo real e a comunicação se torna instantânea, o sentimento de solidão e isolamento tem registrado recordes. Isso também é transposto para o ambiente corporativo, seja presencialmente ou on-line, os desafios são os mesmos.

Para os profissionais que atuam com Comunicação Interna, essa é uma realidade que exige reflexões e ações, tanto para superar esse desafio quanto para fortalecer a conexão entre as pessoas e despertar nelas o senso de comunidade.

Recentemente, no SXSW 2024, essa foi uma temática muito abordada. Que tal se aprofundar um pouco no assunto mais para entender o cenário e encontrar oportunidades na sua empresa?

Como assim “tempos de solidão”?

Em 2023, um cirurgião estadunidense chamado Vivek Murthy publicou um relatório de mais de 80 páginas falando sobre como uma epidemia de solidão se instalava e trazia consequências graves para a saúde mental da população. 

Corroborando com o estudo, a pesquisa State of Social Connections, feita pela Gallup e pela Meta em novembro de 2023, registrou que, no mundo todo, 72% das pessoas se sentem muito ou bastante conectadas. Porém, 24% se sentem muito ou bastante solitárias.

Partindo disso, a ONU criou para o período de 2023 a 2026 uma Comissão Internacional para a Conexão Social a fim de combater as ameaças permanentes à saúde causadas pela epidemia de solidão.

Embora as redes sociais e as ferramentas digitais proporcionem a sensação de estarmos sempre conectados, muitas vezes essas conexões são superficiais. A falta de interação, de contato humano genuíno e a comparação constante com a vida aparentemente perfeita dos outros nas redes podem intensificar o sentimento de solidão e isolamento. 

A sobrecarga com a infoxicação também gera uma sensação de incapacidade constante e de exclusão diante das inúmeras informações a serem processadas e absorvidas.

Uma das formas de combater essa epidemia é provocando o pertencimento, criando conexões verdadeiras, boas histórias e motivos que fomentem a proximidade. Nisto, na construção de comunidades, as empresas podem ter grande participação.

O papel das empresas na construção de comunidades

Todo mundo pelo menos uma vez na vida já fez a reflexão: passo mais tempo, presencial ou conectado, com as pessoas da minha empresa do que com as da minha família.

As empresas são espaços nos quais as pessoas passam grande parte do seu tempo; por isso, são também um excelente ambiente para a criação de oportunidades que promovam a conexão e o senso de comunidade entre os colaboradores. Os resultados dessas comunidades são efeitos positivos, como:

  • Maior engajamento e produtividade: colaboradores que se sentem parte importante de uma comunidade tendem a estar mais engajados em seus trabalhos, serem mais produtivos e criativos, e se sentirem mais satisfeitos com o ambiente de trabalho.
  • Melhora na comunicação e colaboração: quando as pessoas estão conectadas com o mesmo objetivo e sentimento de pertencimento, são geradas formas de comunicação mais eficientes que reduzem conflitos e promovem um ambiente de trabalho mais positivo e produtivo.
  • Retenção de talentos: ao sentirem-se valorizados e conectados à empresa, os colaboradores e as colaboradoras são mais propensos a permanecer nela por mais tempo, reduzindo custos com rotatividade e recrutamento.
  • Fortalecimento da marca e da cultura organizacional: uma empresa com uma cultura forte e um senso de comunidade sólido se torna mais atraente para talentos e clientes, fortalecendo sua marca e reputação no mercado.

Formas de criar conexão e comunidade dentro das empresas

Com estratégia, dedicação e dados é possível criar um ambiente de trabalho mais genuinamente conectado e com um forte senso de comunidade. 

Quando foi a última vez que sua empresa realizou um diagnóstico interno? As coisas mudam depressa, é preciso atentar-se se os insumos do ano passado ainda servem para o atual.

Outras formas de promover a aproximação entre as pessoas são:

  1. Criar canais de Comunicação Interna interessantes e eficazes: intranets, newsletters, fóruns on-line e grupos de comunicação em plataformas digitais podem ser utilizados para compartilhar informações, notícias da empresa e promover a comunicação entre os membros da equipe. Aqui você sabe mais sobre como engajar uma equipe em uma plataforma. 
  2. Reconhecer e valorizar o trabalho em equipe: celebrar conquistas conjuntas, dar feedbacks positivos e recompensar o trabalho colaborativo são formas de fortalecer o senso de comunidade e reconhecer a importância da colaboração para o sucesso da empresa.
  1. Promover a diversidade e a inclusão: ter um espaço acolhedor e inclusivo para todos, independentemente de suas origens, crenças ou características pessoais, é fundamental para fortalecer o senso de comunidade e pertencimento.
  2. Investir em programas de desenvolvimento de liderança: líderes que inspiram e motivam seus times, que promovem a comunicação aberta e transparente e que incentivam a colaboração são essenciais para que as pessoas se sintam ouvidas, compreendidas e menos solitárias.
  3. Promover grupos de afinidades: reunir grupos de interesse, seja por atividades esportivas, identidades ou atividades culturais, é uma boa opção para estimular a interação e o relacionamento entre os colaboradores.

Encontre as oportunidades e tome as atitudes, os resultados são positivos para todos

Se a solidão e o isolamento podem se manifestar mesmo entre pessoas que estão fisicamente próximas, as empresas têm a oportunidade de criar ambientes de trabalho mais humanos, conectados e com um forte senso de comunidade. 

Investir em iniciativas que promovam a conexão entre as pessoas traz diversos benefícios, como maior engajamento, melhor comunicação e colaboração, retenção de talentos e fortalecimento da marca. 

A construção de uma comunidade forte é um processo contínuo que exige o compromisso da organização. Mas os benefícios de promover e viver em um ambiente mais humano, saudável e produtivo são recompensas para o negócio e a sociedade.

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