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Um fato inegável no status quo corporativo de 2025, que pode ser constatado em uma rápida observação e no contato com profissionais, é que o regime híbrido de trabalho — às vezes no escritório, às vezes remotamente — e mesmo o inteiramente presencial estão retornando às rotinas das pessoas, especialmente no meio urbano. Isso implica outro retorno: o do deslocamento regular e massificado de uma parcela crescente da população das cidades.

Considerando que, com a divisora de águas que foi a pandemia, muitas pessoas colaboradoras de empresas estavam habituadas ao trabalho 100% remoto e que boa parte delas já ingressou em seus atuais postos nessa modalidade de atuação, podemos concluir que um número bastante grande de motoristas, ciclistas, passageiros e pedestres só passou a desenvolver recentemente uma rotina de transporte para ir de casa para o trabalho e vice-versa, ou mesmo para outros lugares após o expediente.

Essa relativa inexperiência ou falta de hábito com trajetos ora complexos pode contribuir para complicar o já complicado tráfego metropolitano. Mas, infelizmente, não é só isso: pode também ajudar a aumentar o número de acidentes nas vias brasileiras. No período em que a campanha Maio Amarelo busca fomentar a conscientização quanto à segurança no trânsito, é preciso refletir sobre o papel que nós, pessoas comunicadoras, podemos ter nesse engarrafamento de questões.

Destinos modestos, mas não menos nobres

Um recente estudo mostrou que, no primeiro bimestre de 2025, vimos um aumento de 30% no número de atropelamentos fatais na cidade de São Paulo. E apesar de a prefeitura da capital paulista haver prometido duração mais longa dos semáforos para pedestres e redução da velocidade máxima permitida em determinadas ruas e avenidas como medidas paliativas, muito estrago já está feito por uma questão muito mais simples que infraestrutura e engenharia de tráfego: a falta de atenção.

E qual é o tamanho da contribuição que uma campanha de Comunicação Interna pode ter? Pode ser pequeno, mas evitar que uma pessoa se acidente no trânsito de uma grande cidade, que por acaso é colaboradora da empresa que foi impactada positivamente pela campanha, já é um baita resultado, visto que aqui não estamos indo atrás de números e sim de vida.

Se pudermos, com uma campanha, reforçar o estado de vigilância e alerta que condutores e pedestres devem manter durante os seus trajetos pela cidade, temos ao menos alguma chance de diminuir estatísticas trágicas.

Mapeando rotas

Reforçar a mensagem de manter a atenção no trânsito, esteja a pessoa colaboradora pilotando uma moto, esteja andando de patinete elétrico no canteiro central de uma avenida famosa, é sempre importante. Mas também precisamos entender que mensagens específicas podem mudar conforme o contexto dos itinerários das pessoas. Assim, uma pesquisa ou mesmo enquete rápida na proximidade do Maio Amarelo, em uma rede social corporativa ou outro meio prático, pode ajudar a entender como as pessoas estão se deslocando entre o lar e o local de trabalho.

A partir daí, o direcionamento pode variar:

Mensagem para quem vai de carro

Sabia que existem aplicativos de carona que organizam direitinho as escalas, os dias e os horários com base na inserção dos endereços das pessoas interessadas em dar/pegar carona para o trabalho e para casa? Assim, também é possível entender com todo mundo quem está mais bem preparado para fazer o trajeto e, claro, isso diminui a probabilidade de acidentes.

Mensagem para quem vai de transporte coletivo

Além da opção de ônibus fretado, que hoje é todinha solucionada digitalmente por parte de diversas empresas que oferecem o serviço (neste caso, é preciso entender a disponibilidade do benefício com o RH), apps gratuitos e com valores bastante acessíveis mostram as rotas em tempo real de cada modalidade de transporte para ninguém perder o horário nem “correr atrás do busão”, expondo-se a riscos. 

Mensagem para quem vai de bicicleta

Que tal divulgar, em etapas ou por trechos, os mapas das ciclovias/faixas disponíveis na cidade, com ênfase nas proximidades do local de trabalho? Mesmo pessoas muito entusiastas do pedal podem se confundir e achar que têm mais experiência do que realmente têm, o que as coloca em situações perigosas no tráfego intenso e nem sempre bem pensado para quem não está motorizado.

Abordagem humanizada

Sensibilizar alguém que nunca sofreu um acidente ou que não conhece ninguém que tenha sofrido pode parecer complexo, mas a conexão pode ser realizada por outros ângulos. Apesar de nossas experiências de vida serem diferentes, todos nós temos alguém para quem queremos voltar em segurança para casa: maridos, esposas, companheiras, filhos, mães, pais, tios, tias, amigas, pets… A lista é grande, mas é só para demonstrar que, apesar de podermos não ter tanto em comum em nossos trajetos e experiências com deslocamento, todo mundo tem um lar e entes queridos.

Dessa forma, apelar para os sentimentos das pessoas é apenas uma forma de mexer na parte de suas vidas que mais se relaciona com as consequências negativas da falta de atenção no trânsito. Falar ao coração das pessoas colaboradoras é importante e isso exige que quem desenvolve a campanha ou comunicações específicas para o Maio Amarelo tenha empatia e saiba criar peças atrativas e até afetuosas.

Na DALE, realizamos com um grande cliente multinacional do setor de defensivos agrícolas uma campanha chamada Vida ao Volante — em que colaboradores de toda a América Latina (especificamente os que usavam veículos de frota para se deslocar pelos campos de suas localidades) davam depoimentos honestos sobre suas rotinas nas estradas e compartilhavam situações em que sua segurança esteve por um fio por não seguirem as diretrizes à risca.

No fim, revelavam que seguir com diligência as políticas de segurança no trânsito estabelecidas pela empresa permitia que elas pudessem estar com quem amam, novamente, dia após dia, contando o que mais gostavam de fazer com suas famílias e ao chegarem em casa. A campanha gerou comoção em relação às histórias e engajamento, mas, principalmente, consolidou regras de segurança com vista a uma meta muito humana: manter-se em segurança por quem importa nas nossas vidas.

Vamos construir um novo trecho (mais seguro) dessa pista?

Não temos muitos números quanto ao que a Comunicação Interna pode alcançar em termos de redução de acidentes por meio de campanhas de conscientização, promoção de rodas de conversa, palestras ou outras formas de fomentar o cuidado no trânsito.

A internet nos traz dados extraídos de observações gerais tidas por profissionais da área a partir dos resultados de suas ações, portanto criando apenas um cenário potencial, o que já é bom o bastante quando estamos desbravando uma área ainda não tão consolidada do nosso meio.

Informações de empresas que adotaram programas de segurança no trânsito mostram uma correlação positiva entre campanhas de comunicação e a redução de acidentes. Por exemplo, algumas organizações relataram uma diminuição de até 30% nas taxas de acidentes após a implementação de tais campanhas.

Mas, cá entre nós, mais do que olhar para os dados para, então, construir ações a partir deles, porque não arregaçamos as mangas, estacionamos o carrinho sempre em movimento da CI por um instante, com muito cuidado, e não começamos a construir nós mesmos(as) esses números positivos? 

Por meio das ações sugeridas e tantas outras ainda inexploradas, podemos fazer a diferença e transformar o Maio Amarelo em um mês, cada vez mais, de celebração de vitórias, que virão na forma de colaboradores seguros na ida, na volta e no meio do caminho, em qualquer lugar em que estejam. Taí a linha de chegada perfeita para todos nós, profissionais da comunicação, atravessarmos sem competição, mas em parceria.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Uma cultura forte é capaz de reter talentos? https://blog.dialog.ci/uma-cultura-forte-e-capaz-de-reter-talentos/ https://blog.dialog.ci/uma-cultura-forte-e-capaz-de-reter-talentos/#respond Wed, 23 Apr 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5750 Descubra como uma cultura estratégica pode driblar a rotatividade e potencializar a retenção de talentos  Além de ser um fator essencial para o sucesso, a solidez e o crescimento de qualquer empresa, a cultura também é a mola propulsora quando o assunto é retenção de talentos. Mas antes, precisamos “começar do começo”: o que — […]

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Descubra como uma cultura estratégica pode driblar a rotatividade e potencializar a retenção de talentos 

Além de ser um fator essencial para o sucesso, a solidez e o crescimento de qualquer empresa, a cultura também é a mola propulsora quando o assunto é retenção de talentos.

Mas antes, precisamos “começar do começo”: o que — realmente — é cultura?

De acordo com Vasundhara Sawhney, editora da Harvard Business Review, cultura “são os valores, objetivos, atitudes e práticas compartilhadas, que refletem como as pessoas se comportam, interagem umas com as outras, tomam decisões e realizam seu trabalho.”

Ou seja: a cultura deve ser estabelecida de forma intencional, mas acontece no dia a dia, quando não é intencional.

Ela é o DNA de uma organização e permeia todas as decisões, processos e, claro, pessoas da companhia. No final das contas, cultura é sempre sobre pessoas.

Tá, mas e o que isso tem a ver com retenção de talentos?

Se a cultura é o DNA da empresa, ela está impressa em TODAS as suas operações. Logo, quando um colaborador não está alinhado a ela, ele pode afetar negativamente toda a organização enquanto, no paralelo, uma cultura forte impactará todos os processos de forma positiva.

É aquela história que você já conhece: uma laranja podre impacta todo o resto. 

Olhando para o mercado de forma geral, o Brasil tem uma das maiores taxas de rotatividade do mundo:

Crédito: Portal.

E essa rotatividade gera um custo alto para as organizações.

Entrando no detalhe desta informação, a mesma pesquisa mostra que, no Brasil, 4 em cada 5 empregadores enfrentam dificuldades para contratar profissionais com as habilidades que precisam. 


Quando falamos sobre um perfil profissional alinhado com as habilidades que a empresa precisa e alinhado com a cultura e objetivos da companhia, falamos sobre um talento.

Crédito: Portal.

Em um cenário no qual 80% das empresas têm dificuldade de encontrar um profissional que gabarita tudo isso, podemos afirmar que encontrar um talento é, realmente, encontrar um tesouro. 

Por isso, é preciso empenhar o máximo de esforços para retê-lo. E é aí que a cultura entra.

Como a cultura pode transformar a retenção de talentos?

Ao estabelecer a cultura da sua empresa, você alinha expectativas sobre os perfis de talento necessários para que toda a engrenagem funcione bem, de ponta a ponta.

É preciso que todos falem a mesma língua, tenham o mesmo objetivo e estejam na mesma jornada — e isso não significa apenas “vestir a camisa da empresa” — significa garantir que todos entendam o propósito de estar ali e consigam mensurar seu real impacto para a organização.

Um estudo da McKinsey & Company, mostra que, na prática, muitos colaboradores não entendem como suas atividades realizadas impactam a organização:

Crédito: Portal.

Em contrapartida, profissionais qualificados buscam cada vez mais empresas alinhadas aos seu propósitos pessoais:

Crédito: Portal.

Em resumo, é tudo sobre clareza e conexão com a estratégia. 

Seu futuro talento está alinhado com o que sua empresa acredita? Para ele, faz sentido buscar o que a companhia busca? Tudo isso pode direcionar a rota da organização e fazer a diferença quando o assunto é retenção.

Sendo assim, até aqui, entendemos que estabelecer uma cultura organizacional forte é criar um filtro na contratação de talentos — e é esse filtro que vai garantir uma maior retenção e qualificação do seu corpo de colaboradores.

Vale lembrar o que falamos no início: uma cultura forte é construída de forma intencional e estratégica. Criar uma cultura rasa, consolidada apenas nos documentos da companhia, é tão negativo quanto não ter uma cultura estabelecida.

Na dúvida, sempre invista esforços em criar uma cultura forte.

Na prática, como criar uma cultura forte?

Além da nossa primeira dica sobre ser intencional ao desenvolver a cultura da empresa, há algumas ações práticas que podem ajudar a alinhar a estratégia com o propósito da companhia e, assim, reter ainda mais colaboradores.

• Saiba ouvir as “conversas de corredor”

Entenda como a empresa tem sido vista pelos colaboradores, o que eles valorizam e onde é preciso melhorar.

• Crie canais de comunicação genuínos

Saiba ouvir de verdade aqueles colaboradores que já estão há um tempo na companhia e fazem a diferença no negócio.

• Desenvolva uma liderança disposta e capacitada

Uma liderança próxima, preparada para capacitar o seu time, contribui para o desenvolvimento de um ambiente de trabalho saudável.

• Aja sempre de acordo com os valores da empresa

A cultura deve, primeiramente, reforçar os valores da companhia. Tudo deve conversar entre si. Empenhe esforços para que isso esteja claro!

• Garanta que todos conheçam a cultura

Reforce-a sempre nos canais de comunicação e nas ações da companhia. Quando falamos de cultura, nada de ficar só na teoria!

• Seja autêntico e conheça seu core business

O que faz o coração da sua empresa pulsar mais forte? Invista nisso. Não force algo que a empresa não é: tenha identidade e fortaleça-a em suas estratégias.

Isso envolve a criação de rituais. Crie algo que é só do seu negócio. 

• Tenha uma estratégia de Employer Branding definida

Cultura é sobre quem entra, quem fica e quem sai. Empenhar esforços para manter uma cultura sólida dentro da companhia, mas que se enfraquece com comentários de ex-colaboradores, por exemplo, pode torná-la cada vez mais frágil.

Investir em estratégias de Employer Branding, é garantir contratações mais assertivas e uma reputação externa satisfatória.

• Conte com uma equipe especializada

Sabe aquela famosa frase: “santo da casa não faz milagre?”. Muitas vezes, trazer uma equipe especialista de fora do negócio pode ser a grande chave para potencializar a cultura da sua empresa, entender o que está rolando bem e quais rachaduras é preciso consertar.

Além de um olhar externo, um time especializado irá propor novas estratégias que farão a diferença em seu negócio.

No fim, é tudo sobre propósito

Uma cultura é o DNA da organização, tudo parte dela e se encontra nela. Garanta que ela seja comunicada (e vivida) de forma clara de ponta a ponta da companhia. Seja intencional em suas contratações e utilize a cultura como maior aliada da retenção de talentos.

Crédito: Portal.

Uma cultura forte é capaz de reter talentos, mas estabelecer uma cultura forte não é tão simples. Invista esforços (e recursos) nisso!

Quer saber mais sobre o tema? 

Confira aqui o e-book com os principais insights do Inside, evento exclusivo de cultura, CI, liderança e engajamento organizado pelo Grupo Portal em parceria com a Dialog, onde falamos sobre esse assunto e muito mais!

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Microlearning como estratégia para impulsionar o desenvolvimento de pessoas https://blog.dialog.ci/microlearning-como-estrategia-para-impulsionar-o-desenvolvimento-de-pessoas/ https://blog.dialog.ci/microlearning-como-estrategia-para-impulsionar-o-desenvolvimento-de-pessoas/#respond Wed, 29 May 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4866 Um dos principais objetivos que toda empresa tem é de se manter relevante, seja por meio dos melhores produtos e serviços que disponibiliza ao mercado, seja por meio da melhor experiência que oferece ao seu público interno. Aliás, relevância e público interno têm muita coisa em comum, afinal, é a partir dos colaboradores que as […]

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Um dos principais objetivos que toda empresa tem é de se manter relevante, seja por meio dos melhores produtos e serviços que disponibiliza ao mercado, seja por meio da melhor experiência que oferece ao seu público interno. Aliás, relevância e público interno têm muita coisa em comum, afinal, é a partir dos colaboradores que as empresas desenvolvem produtos com qualidade, oferecem serviços de valor e se destacam em seus segmentos.

Pessoas são, portanto, um diferencial competitivo e, por isso, desenvolver o time é mais do que uma necessidade, é uma prioridade estratégica para que as empresas se mantenham em constante evolução, ampliando os seus resultados. 

E, em um mundo em que a única constante é a mudança, manter os colaboradores em um ciclo de aprendizado contínuo é crucial para o sucesso organizacional. Afinal, o que é relevante e eficaz hoje pode se tornar obsoleto amanhã. 

O desafio do tempo: maximizando a eficiência do aprendizado

Com rotinas intensas e agendas cada vez mais desafiadoras, o tempo disponível para o aprendizado se torna um recurso escasso. Em que momento do dia é possível encaixar uma aula de duas horas, a leitura de um livro ou acompanhar uma palestra educativa? 

Além disso, infelizmente, ainda há a barreira do desinteresse de algumas pessoas que, embora necessitem, não percebem a importância da aprendizagem contínua e preferem não dedicar tempo para a educação tradicional.

Se esse for um recorte da realidade do seu time, ignorar essas variáveis e insistir em métodos tradicionais de desenvolvimento é como remar contra a maré. É essencial reconhecer que as possibilidades de desenvolvimento de pessoas evoluíram profundamente nos últimos anos e o microlearning faz parte disso.

Você tem o desafio de fazer com que a sua equipe aprenda sobre os novos atributos do seu produto e sobre as novas diretrizes da empresa? Você precisa que seus líderes evoluam na gestão de pessoas? Você necessita que seus colaboradores aprendam novas técnicas e habilidades? 

Neste contexto, temos a oportunidade perfeita de aplicar o Learning Design Experience (LXD). A essência do microaprendizado, que não se limita a ser apenas um formato de treinamento com a possibilidade de acesso pelo celular. É por meio desta estratégia que conteúdos educacionais são elaborados com foco nas pessoas e nos objetivos desejados. 

Menos é mais: a filosofia do microlearning

Segundo pesquisas do Nielsen Norman Group, autoridade em consultoria de experiência do usuário, as pessoas raramente leem palavra por palavra on-line, tendo como comportamento o escaneamento do conteúdo de forma geral.

A abordagem convencional que foca na quantidade de conteúdo está sendo desafiada pela ideia de que “menos é mais” quando se trata de aprendizado eficaz. Hoje em dia, a atenção é um recurso precioso e é importante oferecer conteúdo condensado, estratégico e facilmente acessível. Os colaboradores, principalmente as novas gerações, preferem informações simples, diretas e de fácil assimilação. E isso é o que o microlearning entrega.

A principal característica deste método está em oferecer materiais acessíveis em minutos e uma variedade de formatos, como vídeos curtos, infográficos, quizzes interativos, podcasts, ou até mesmo mensagens de texto. Essa diversidade de formatos permite que o microaprendizado se adapte às preferências individuais de aprendizagem e às necessidades específicas de cada público.

Desenhando o microlearning: estratégias eficazes

Uma abordagem eficaz de microlearning começa com uma compreensão profunda das necessidades e dos pontos fortes da equipe. Ao alinhar os objetivos de desenvolvimento pessoal com os objetivos estratégicos da empresa, é possível criar conteúdo educacional que seja verdadeiramente impactante e relevante para o sucesso geral da organização.

A mobilidade do microlearning: uma vantagem para agentes externos

Além de atender às necessidades dos colaboradores internos, o microaprendizado também oferece uma vantagem significativa para empresas que possuem agentes externos, como representantes de vendas, técnicos de suporte ou equipes de atendimento ao cliente. A mobilidade oferecida pela técnica permite que esses profissionais acessem rapidamente informações cruciais, estejam eles no escritório, em trânsito ou em visitas a clientes.

Benefícios tangíveis para a equipe externa

Imagine um representante de vendas em uma reunião com um cliente em potencial. Graças ao microlearning, ele pode rapidamente acessar recursos de treinamento sobre os produtos mais recentes, técnicas de vendas eficazes ou informações sobre as necessidades específicas do cliente. Essa agilidade e acessibilidade garantem que o representante esteja sempre preparado para oferecer suporte e orientação de alta qualidade.

Da mesma forma, um técnico de suporte em campo pode usar o microaprendizado para solucionar problemas complexos de maneira rápida e eficiente. Com acesso instantâneo a tutoriais, guias passo a passo e informações de resolução de problemas, ele pode resolver questões de forma mais ágil, garantindo a satisfação do cliente e minimizando o tempo de inatividade.

Investindo no futuro através do microlearning

Desenvolver pessoas pode ser desafiador, mas é fundamental para o crescimento e sucesso de qualquer organização. Ao adotar uma abordagem centrada nas necessidades dos colaboradores e nos objetivos estratégicos da empresa, o microlearning se torna uma ferramenta poderosa para impulsionar o desenvolvimento de pessoas de forma eficaz e sustentável. 

Não subestime o poder do aprendizado contínuo e da inovação no local de trabalho. Invista no desenvolvimento da sua equipe por meio das mais modernas e estratégicas técnicas de compartilhamento de conteúdo e colha os frutos de uma organização mais ágil, adaptável e preparada para os desafios do futuro.

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