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Trabalhar com criatividade e comunicação é desafiador. Todos os dias, somos provocados a buscar uma ideia original e inovadora que vai solucionar o caso do dia, mas óbvio que isso não acontece na prática. Seria como se um chef de cozinha tivesse que inventar uma receita nova a cada jantar — sendo que a fome, às vezes, é resolvida com um bom prato de arroz e feijão.

Mas temos que entregar boas ideias, mesmo em meio a diversos obstáculos que o ambiente corporativo nos impõe. Prazos “pra ontem”, guias de marca restritos, temas que nem sempre são interessantes para o colaborador: como fazer com que o job não se torne “mais um e-mail da comunicação” para o público final? 

Se você veio atrás de respostas, sinto muito em desapontá-lo, eu não as tenho agora, mas podemos refletir sobre alguns fatores.

“O tempo, olha, Sueli, ele está passando” 

Quando Fernanda Torres disse essa frase no seriado Tapas & Beijos, não imaginou que ela se tornaria um dos grandes virais dos últimos anos. Talvez a comoção em torno desse recorte de 30 segundos da série seja porque o tempo, na era de mensagens tão fugazes, tem se tornado cada vez mais valioso. 

Dentro desse contexto, os prazos nas áreas de comunicação e agências têm ficado cada vez mais condensados, sem considerar que a criatividade precisa de respiro. Uma boa ideia nem sempre vem dentro daquelas 3 horas estipuladas pelo prazo, às vezes ela resolve dar as caras durante aquela louça que ficou para o fim do dia ou no meio daquele filminho do final de semana. Mas aí já era, o conceito já foi entregue.

Também não quero tornar o prazo o grande vilão da criatividade, ele é importante no processo de concentração e priorização das urgências. Sem ele, muitos projetos não sairiam do papel. 

Então, como conciliar prazo e criatividade? Dois fatores podem ajudar:

  • Organização: cada um tem a sua maneira de organizar a rotina durante o expediente, mas manter um certo padrão e ter algumas etapas definidas é muito importante. Quanto tempo é necessário para pesquisar referências? E durante a mão na massa, quanto tempo vou levar para construir aquela peça? Por onde começo: definindo fontes ou pesquisando uma paleta de cores interessante para esse caso? São pequenos combinados que auxiliam no processo.
  • Repertório: esse aqui é o mais importante. Pesquisar durante o processo é necessário, mas construir uma bagagem ao longo do tempo é essencial para que boas ideias fluam no momento certo, mesmo com prazos mais justos. 

Quem se restringe se limita?

Sabemos o quanto a identidade visual de uma empresa é importante para a construção de uma marca sólida. Contamos com cores, fontes, fotografias, grafismos, entre outros elementos, que constroem um conjunto de regras e norteiam como a marca se apresenta visualmente para o mundo. Será que trabalhar dentro dessas restrições torna a criatividade mais limitada?

Nem sempre. Trabalhar com criação, às vezes, é brincar de advogado e procurar por brechas na lei para defender o nosso réu. Assim como num tribunal, é necessário seguir as ordens de um brandbook, mas será que usar uma fonte especial num título, principalmente quando estamos trabalhando em uma campanha temática, vai prejudicar a percepção de toda identidade visual da marca? 

Um exemplo muito comum é o dos meses coloridos. Nem todo guide prevê o uso da cor amarela, por exemplo, mas não é por isso que, em setembro, a empresa não poderá criar uma campanha em prol da saúde mental. Dentro do possível, é preciso construir uma relação de flexibilidade com a marca.

Mensagens desinteressantes: um trabalho feito a muitas mãos 

No dia a dia da Comunicação Interna, não há como falar de boas notícias sempre. Existem alguns temas mais fáceis de ser engajados, como PLR ou benefícios em geral, mas há mensagens que precisam de “um tchan a mais” para fisgar o colaborador. Nesses casos, criação e conteúdo precisam estar ainda mais alinhados.

Quando estamos falando de um assunto leve, ainda há a possibilidade de trabalhar com cores ou ilustrações que deixam a peça mais atrativa para o público final, mas há momentos em que a conversa precisa ser séria. Ainda é possível ser criativo nesse caso, mas o trabalho junto com conteúdo é fundamental para estabelecer o tom do discurso e do visual.

Os desafios de trabalhar com criatividade em meio a condições nem sempre favoráveis são muitos. Haverá falhas e refações algumas vezes, mas contar com a técnica, com a organização e, principalmente, com o apoio de uma equipe alinhada pode contribuir muito para que boas ideias apareçam no momento certo.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Matriz de Credibilidade: na crise da verdade, como conquistar a confiança? https://blog.dialog.ci/matriz-de-credibilidade-na-crise-da-verdade-como-conquistar-a-confianca/ https://blog.dialog.ci/matriz-de-credibilidade-na-crise-da-verdade-como-conquistar-a-confianca/#respond Thu, 27 Feb 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5588 Nos últimos meses, não teve uma única reunião com times de conteúdo (seja da agência, seja de clientes) em que a gente não se perguntou como fazer nossa mensagem ter credibilidade. Afinal, quantas vezes você precisou voltar um post na rede social para ler novamente e ter certeza de que leu aquilo mesmo? E checou […]

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Nos últimos meses, não teve uma única reunião com times de conteúdo (seja da agência, seja de clientes) em que a gente não se perguntou como fazer nossa mensagem ter credibilidade.

Afinal, quantas vezes você precisou voltar um post na rede social para ler novamente e ter certeza de que leu aquilo mesmo? E checou se a notícia de uma imagem no Whats realmente existia no portal ilustrado? E explicou para sua mãe que aquela foto que ela mandou era feita com inteligência artificial?

A gente já falou tanto de fake news que parece coisa do passado, mas, nesse caso, o passado é uma roupa que ainda serve muito bem. Para além das fakes news, minha proposta com este texto é que a gente reflita sobre as consequências disso que chamo de crise da verdade. 

Estamos desconfiados. Precisamos checar tudo, o tempo todo. Isso é importante e faz parte. Porém, colaboradores também transferem toda essa insegurança para a Comunicação Interna. 

  • Será que essa informação é verdadeira?
  • Posso confiar em minha liderança? 
  • Okay, meu gestor me falou e me mostrou isso, mas qual é a intenção dele? Será que ele está escondendo o jogo? 
  • Ah, essa mensagem tá boa demais, não pode ser verdade!

As provas práticas

Com tanta desconfiança, a estrutura das mensagens e a organização das informações precisam de um cuidado extra. Falar que nossas mensagens devem estar pautadas em ações concretas não é novidade. Agora, mais que isso, essas tais ações concretas precisam estar muito bem conectadas às informações que queremos transmitir.

E produzir esse conteúdo fica ainda mais complexo quando os comunicadores precisam considerar as expectativas das áreas clientes e convencê-las da necessidade desses elementos de credibilidade, que devem estar materializados em uma campanha, em uma pauta para canal ou em um discurso da liderança.

Para fazer isso de uma forma mais prática e intencional, peguei emprestado um conceito dos relatórios de sustentabilidade: a matriz de materialidade. Seguindo a lógica de mapear iniciativas concretas dentro de cada pilar, a gente desenvolve isso pensando nos temas de comunicação. Esse exercício pode ser feito olhando para um cenário macro, considerando todas as mensagens-chave prioritárias da organização. E funciona melhor ainda se desenvolvido caso a caso, olhando para cada tema demandando no dia a dia.

Inverter a direção do olhar

O principal movimento que eu recomendo é inverter o nosso olhar.

Normalmente, ao produzir um texto, a gente pensa em sua estrutura técnica e vai preenchendo as lacunas: Quem? O quê? Onde? Como? Quando? Por quê?

Inclusive, já falei anteriormente sobre desapegarmos um pouco dessa lógica, e hoje proponho um outro caminho:

  • Antes de organizar as mensagens-chave, mapear as provas daquele tema. 
  • Com as provas listadas, será possível entender o quanto aquele tema está materializado na empresa. 
  • E, com essa visão completa, fica mais fácil estruturar a mensagem-chave.
Crédito: Supera.

E, particularmente, isso funciona melhor para mim em forma de tabelas; o que vamos chamar de Matriz de Materialidade.

Vamos usar 3 temas como exemplo: Diversidade, Segurança e Sustentabilidade.

1. Nossa matriz começa com essa escolha de temas a serem mapeados.

Crédito: Supera.

2. Vamos mapear ações, projetos, iniciativas e elementos que materializam esse tema dentro da empresa. (Não vamos pular etapas e já escrever uma mensagem-chave bonita. Uma coisa de cada vez!)

Crédito: Supera.

3. Finalmente, é hora de entender qual é a mensagem concreta, comprovada nas práticas da organização, e dar forma a ela.

Crédito: Supera.

Portanto, ao mapear as ações práticas antes de já sair escrevendo, fica mais fácil entender qual é a mensagem-chave que a gente pode compartilhar sobre aquele tema. É como buscar a essência do conteúdo antes de dar uma forma para ele. 

Importante lembrar

Não adianta essa matriz existir se a gente não der visibilidade a ela. Como fazer isso? Os elementos práticos – as provas – precisam aparecer em nossas mensagens. Mais uma vez, a tabela é útil, já que ela permitirá enxergar todas as práticas relacionadas aos temas, facilitando a escolha de qual prova pode ancorar aquele material que você está produzindo.

(A estratégia para isso deve ser pensada com calma. Para cada público, uma prova pode ser mais relevante, ou estar mais perto do seu dia a dia de trabalho. Então, escolha as provas que mais conversam com o público final daquela mensagem.)

Confiança como consequência

Quando os colaboradores receberem a mensagem, ela não será apenas um texto envolvente e inspirador. Ela trará práticas sobre aquele tema no dia a dia da empresa, nas decisões, nas políticas e nos projetos. Isso traz mais credibilidade ao conteúdo que comunicamos e gera confiança nos colaboradores, porque eles verão essas práticas presentes em suas jornadas. A mensagem fica palpável, se materializa e ganha essa camada de veracidade.

Se precisar de ajuda ou moderação para esse processo, a Supera Comunicação pode auxiliar você. 

Crédito: Supera.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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A importância de adotar a linguagem simples na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/a-importancia-de-adotar-a-linguagem-simples-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/a-importancia-de-adotar-a-linguagem-simples-na-comunicacao-interna/#respond Thu, 15 Aug 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5132 A linguagem simples é uma técnica que tem como objetivo transmitir informações de maneira fácil, objetiva e inclusiva. Em vez de criar textos imensos, com informações complexas e termos técnicos, por que não simplificar? Incluir a linguagem simples na rotina da Comunicação Interna é uma boa estratégia para se aproximar das equipes e aumentar o […]

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A linguagem simples é uma técnica que tem como objetivo transmitir informações de maneira fácil, objetiva e inclusiva.

Em vez de criar textos imensos, com informações complexas e termos técnicos, por que não simplificar? Incluir a linguagem simples na rotina da Comunicação Interna é uma boa estratégia para se aproximar das equipes e aumentar o engajamento das pessoas colaboradoras.

O primeiro passo para adotar uma comunicação mais inclusiva é entender quem é o nosso público-alvo. Antes até de criar personas, com descrições de idade, função e hobbies, precisamos que todos entendam as informações divulgadas, independentemente do grau de instrução que possuem, não é mesmo?

Como aplicar a linguagem simples na Comunicação Interna

Existem algumas orientações para tornar a informação mais fácil de ser compreendida. Aqui, vamos apresentar 5 dicas de como aplicá-las no dia a dia.

  1. Não use jargões, termos técnicos ou palavras “difíceis”

Tenha sempre em mente que, por mais óbvia que alguma palavra seja, existem pessoas que podem não conhecê-la. Caso seja necessário usar alguma sigla ou expressão que vem de outro idioma, por exemplo, sempre explique o que ela significa.

  1. Evite frases e parágrafos muito longos

Na linguagem simples, o ideal é que as frases não tenham mais de 20 palavras. Além disso, é importante que não sejam construídos grandes blocos de texto, pois dificultam a leitura. Sendo assim, opte por parágrafos curtos, mas sem exageros.

  1. Use tópicos, infográficos e tabelas

Se for muito necessário usar parágrafos longos, divida as informações em tópicos para facilitar a leitura. Também vale a pena explorar recursos visuais, como ilustrações, infográficos e tabelas.

  1. Utilize verbos que expressam ação direta

Não deixe brechas para interpretações erradas! As ações precisam ser identificadas de uma forma fácil e rápida. Troque “o preenchimento do formulário é necessário” por “é necessário preencher o formulário”, por exemplo. 

  1. Dê preferência a frases na ordem direta

A estrutura ideal é sujeito > verbo > predicado, ou seja, a pessoa responsável pela ação precisa ser a primeira a aparecer na oração. Exemplo: substitua “Os atestados médicos foram recebidos pela coordenadora de RH” por “A coordenadora de RH recebeu os atestados médicos”.

Transforme a Comunicação Interna da sua empresa com a linguagem simples

Com algumas pequenas mudanças na criação de comunicados para mural, e-mails informativos ou publicações para a rede social corporativa, conseguimos aumentar o engajamento das pessoas colaboradoras falando de um jeito simples e abrangente, sem fechar as mensagens em nichos. 

A Comunicação Interna não precisa – nem deve – ser engessada ou inacessível! A ideia é desfazer “panelinhas” e democratizar a informação para que, aí sim, as pessoas se sintam mais pertencentes ao ambiente em que estão e parte da cultura da empresa, atuando com mais confiança. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como aproximar a Comunicação Interna do público operacional https://blog.dialog.ci/como-aproximar-a-comunicacao-interna-do-publico-operacional/ https://blog.dialog.ci/como-aproximar-a-comunicacao-interna-do-publico-operacional/#respond Tue, 05 Dec 2023 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4496 A Comunicação Interna é uma área vital para a cultura organizacional, por isso precisa conseguir se conectar a todos os colaboradores da empresa. É essa conexão que fortalecerá importantes pilares, despertará nas equipes o senso de pertencimento e, consequentemente, engajará as pessoas em torno do propósito do negócio. No caso dos profissionais que trabalham em […]

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A Comunicação Interna é uma área vital para a cultura organizacional, por isso precisa conseguir se conectar a todos os colaboradores da empresa. É essa conexão que fortalecerá importantes pilares, despertará nas equipes o senso de pertencimento e, consequentemente, engajará as pessoas em torno do propósito do negócio.

No caso dos profissionais que trabalham em sedes administrativas, esse é um desafio mais simples de superar. Porém, quando as estratégias da área precisam ultrapassar as paredes do escritório e chegar ao público operacional, o setor de CI enfrenta obstáculos maiores. 

Neste artigo, você encontrará 3 dicas que podem te ajudar a construir uma Comunicação Interna mais eficiente e próxima dos colaboradores da operação. Confira!

1. Sem alcance não há comunicação

Quem trabalha com Comunicação Interna sabe que construir a estratégia perfeita e fazer com que a informação chegue ao público operacional pode ser bastante difícil, principalmente quando a empresa não conta com ferramentas que rompam algumas barreiras estruturais. 

Grandes organizações enfrentam diariamente esse desafio, pois, ao digitalizar a comunicação por meio do envio de e-mails ou de uma intranet convencional, essas marcas não conseguem atingir toda a grade de colaboradores – já que muitos não trabalham em frente ao computador. 

Já faz algum tempo que o uso dos canais off-line na Comunicação Interna tem caído. Segundo um estudo divulgado pela Gallagher, cartazes, banners, murais e outros meios correspondiam, juntos, a 44% dos veículos utilizados em 2022 – em 2021, esses mesmos canais tinham 63% de adesão. 

A tendência é que essa queda na popularidade dos canais off-line aumente ano após ano, pois a digitalização da comunicação e das relações já está absolutamente naturalizada no cotidiano das pessoas. No entanto, em muitas companhias essa facilidade de acesso à informação é oferecida apenas para o público administrativo.

Pesquisas de mercado apontam justamente essa realidade. Ainda de acordo com a Gallagher, 80% das empresas afirmam que as ferramentas de Comunicação Interna alcançam profissionais onde quer que estejam; porém, esse número cai para 69% em organizações nas quais mais da metade dos colaboradores são operacionais. 

Nesse sentido, a primeira dica para fazer com que a Comunicação Interna se aproxime do público operacional é óbvia: a empresa precisa ter um canal de comunicação mais abrangente. Caso contrário, as informações terão pesos diferentes de acordo com quem a recebe – o que prejudica significativamente a integração e o engajamento das equipes.

Isso não significa que os canais off-line precisam deixar de existir! Afinal, eles são um importante ponto de apoio para o público operacional quando a empresa decide implementar uma nova forma de se comunicar com os colaboradores. Além disso, o canal de comunicação principal deve existir para centralizar os conteúdos institucionais e fomentar a participação das pessoas, mas nada impede que eles recebam suporte externo. 

A Dialog é a melhor opção nesse sentido. Reunindo intranet e rede social corporativa nas versões mobile e desktop, a Comunicação Interna chega a quem precisa chegar. Nossa ferramenta também permite integração com TV corporativa, EAD, HR bots e outros sistemas. Tudo para facilitar a conexão da empresa com as pessoas e melhorar cada vez mais a experiência do colaborador!

 2. A linguagem importa (e muito!)

Não basta comunicar. Para que seja realmente efetiva, uma mensagem precisa se conectar a quem será entregue. Essa conexão só acontece quando o receptor se identifica com o que foi transmitido por meio de áudio, vídeo, imagem ou texto. Nesse sentido, a linguagem utilizada é determinante para o sucesso ou não daquele conteúdo. 

Na Comunicação Interna de uma empresa a linguagem se faz tão necessária quanto em qualquer outro contexto comunicacional. Essa definição precisa ser orientada tanto pela identidade da marca quanto pela realidade das pessoas que consumirão essa informação. O que isso significa? Significa que a forma como a Comunicação Interna produz um conteúdo precisa conversar tanto com a cultura da companhia quanto com as pessoas que fazem parte dela. 

Levando em consideração que o público interno de uma empresa é diverso e abrange pessoas de diferentes profissões, níveis de escolaridade e faixas etárias – isso sem mencionar, é claro, a bagagem cultural que cada profissional carrega –, o conteúdo precisa ser construído de forma adaptada.

Na hora de se comunicar com o público operacional, essa possibilidade de adaptar a linguagem é ainda mais importante. Priorize construir uma mensagem acessível e alinhada ao cotidiano desses colaboradores, utilizando palavras de fácil compreensão e evitando conceitos complexos que acrescentem muito pouco ao teor da informação que precisa ser passada. 

Além disso, evitar termos técnicos que possam gerar confusão é essencial para impactar esse público, fortalecendo o senso de pertencimento e a compreensão. Lembre-se: a escolha cuidadosa das palavras pode contribuir significativamente para promover a motivação e o engajamento

Ao utilizar uma linguagem que reconhece e valoriza as contribuições específicas dos colaboradores operacionais, a Comunicação Interna pode reforçar a importância do papel de cada indivíduo dentro da organização. Essa abordagem não apenas melhora a compreensão das mensagens, mas também promove um ambiente de trabalho mais inclusivo e participativo.

Não sabe como fazer isso de um jeito simples e descomplicado? Nós temos um material exclusivo que pode te ajudar. Preparamos um guia completo que traz reflexões sobre como a linguagem pode ajudar a construir uma Comunicação Interna mais estratégica, acolhedora e eficiente. Preencha o formulário abaixo e faça o download!

3. Um líder comunicador faz toda a diferença

De acordo com uma pesquisa publicada pela Aberje e pela Ação Integrada, engajar as lideranças como pessoas comunicadoras era um desafio para 70% das empresas em 2022. Outro dado, extraído de um estudo realizado pela Social Base em 2021, mostra a importância que gestores e líderes têm no processo de comunicação. Segundo esse levantamento, 96% dos respondentes consideram o gestor imediato e 94,9% enxergam a alta liderança como os canais de comunicação mais relevantes. 

Esses números reforçam a ideia de que uma liderança comunicadora desempenha um papel crucial na Comunicação Interna – tanto por atuar como um canal de comunicação quanto por servir como um bom exemplo da cultura. Apesar disso se aplicar em em diversos setores da empresa, essa é uma pauta particularmente importante quando nos referimos ao público operacional.

Principalmente pelos trabalhadores que atuam em funções operacionais, a liderança costuma ser vista como uma ponte entre a alta administração e o time. É papel do líder traduzir mensagens complexas, repassar informações importantes, conduzir o engajamento da equipe e, é claro, garantir que haja alinhamento entre o trabalho desenvolvido e o propósito do negócio.

No âmbito operacional, a presença de uma liderança comunicadora é essencial para a fácil assimilação da comunicação. São esses líderes que, transitando com mais facilidade entre a área administrativa e a produção, conseguem contextualizar as mudanças organizacionais e aproximá-las do cotidiano dos colaboradores. É válido ter em mente que um líder comunicador pode – muitas vezes – personificar a visão, a missão e os valores da empresa.

Além disso, por meio de uma comunicação bidirecional, essas lideranças criam um ambiente propício para o compartilhamento de ideias, o recebimento de feedbacks e a construção gradual da sensação de pertencimento. A confiança cultivada por um líder comunicador é um importante componente para o sucesso da Comunicação Interna. Afinal, ele faz com que as informações fluam por áreas mais distantes do escritório e, consequentemente, os colaboradores se sintam envolvidos no processo organizacional.

Gostou dessas dicas?

Com a Dialog é muito mais fácil colocá-las em prática e se aproximar dos colaboradores operacionais. Clique aqui e agende uma demonstração gratuita.

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Como produzir o conteúdo perfeito para colaboradores; baixe agora o guia completo https://blog.dialog.ci/como-produzir-o-conteudo-perfeito-para-colaboradores-baixe-agora-o-guia-completo/ https://blog.dialog.ci/como-produzir-o-conteudo-perfeito-para-colaboradores-baixe-agora-o-guia-completo/#respond Mon, 16 Oct 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4357 Será que qualquer tipo de conteúdo desperta o interesse dos colaboradores? Nós acreditamos que não. Afinal, o público interno de uma empresa é diverso e abrange pessoas de diferentes profissões, níveis de escolaridade e faixas etárias – isso sem mencionar, é claro, a bagagem cultural que cada profissional carrega. A Comunicação Interna das empresas precisa […]

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Será que qualquer tipo de conteúdo desperta o interesse dos colaboradores? Nós acreditamos que não. Afinal, o público interno de uma empresa é diverso e abrange pessoas de diferentes profissões, níveis de escolaridade e faixas etárias – isso sem mencionar, é claro, a bagagem cultural que cada profissional carrega.

A Comunicação Interna das empresas precisa levar tudo isso em consideração na hora de entregar uma mensagem a alguém. Até porque, informar não basta: é preciso engajar as pessoas e despertar o senso de pertencimento a partir do conteúdo compartilhado. Mas como fazer isso? 

Não existe receita universal para preparar um conteúdo corporativo; porém, alguns ingredientes não podem faltar. Estamos falando aqui da importância de construir a identidade da marca, conhecer os perfis do público interno e adaptar a linguagem utilizada a partir dessas características. 

Hoje em dia, a tecnologia permite que a Inteligência Artificial acompanhe o profissional de Comunicação Interna nessa jornada. O Power AI Creator, disponível exclusivamente na plataforma multicanal da Dialog, é a prova disso. Com esse recurso, a equipe de CI consegue personalizar a mensagem, ajustar o tom de voz, definir o objetivo da comunicação, agilizar as tarefas do dia a dia e ainda aumentar a produtividade no trabalho.

De qualquer forma, mesmo que você conte com uma ajudinha tecnológica, tenha em mente que o conteúdo perfeito é aquele que se conecta tanto a quem o envia quanto a quem o recebe. Se essa conexão imediata não acontecer, a mensagem não terá o impacto desejado.

A Dialog quer te ajudar a superar esse desafio! Por isso, preparamos um material in-crí-vel e recheado de informações que vão te mostrar como produzir o conteúdo perfeito para colaboradores.

Esse guia exclusivo é dividido em 5 módulos:

  1. Conhecendo o emissor: a empresa;
  2. Conhecendo o receptor: o público-alvo;
  3. Produção de texto: construindo uma comunicação objetiva e empática;
  4. Criação de arte: o design que engaja é aquele que representa;
  5. Canais de comunicação: explorando formatos e mídias. 

Trata-se de um guia robusto que traz reflexões e dicas para construir a Comunicação Interna de forma muito mais estratégica, acolhedora e eficiente.

Está esperando o quê? Baixe agora mesmo e enxergue a produção de conteúdo corporativo com outros olhos.

Ah! E aproveite para compartilhar esse conteúdo com aquele profissional de CI que também precisa de uma ajudinha. 😉


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