Boas Práticas Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/boas-praticas/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Thu, 21 May 2026 14:56:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Boas Práticas Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/boas-praticas/ 32 32 Papo de CI: confira os destaques do evento realizado em parceria com a Dale https://blog.dialog.ci/papo-de-ci-confira-os-destaques-do-evento-realizado-em-parceria-com-a-dale/ https://blog.dialog.ci/papo-de-ci-confira-os-destaques-do-evento-realizado-em-parceria-com-a-dale/#respond Thu, 21 May 2026 14:56:48 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6606 A reformulação da NR-1 colocou os riscos psicossociais no centro das discussões sobre saúde e segurança no trabalho, reforçando um ponto que profissionais de Comunicação Interna já vêm percebendo há algum tempo: não existe bem-estar corporativo sem escuta, transparência e envolvimento da liderança. Esse foi o fio condutor do Papo de CI, evento realizado em […]

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A reformulação da NR-1 colocou os riscos psicossociais no centro das discussões sobre saúde e segurança no trabalho, reforçando um ponto que profissionais de Comunicação Interna já vêm percebendo há algum tempo: não existe bem-estar corporativo sem escuta, transparência e envolvimento da liderança.

Esse foi o fio condutor do Papo de CI, evento realizado em São Paulo pela agência Dale em parceria com a Dialog. Entre falas, mesa-redonda, coffee break e workshop, especialistas debateram como a nova NR-1 amplia a responsabilidade das empresas sobre fatores que impactam diretamente a saúde mental dos colaboradores, ressaltando que o RH e a Comunicação Interna se tornam áreas estratégicas nesse cenário.

Confira, a seguir, os principais destaques do encontro.

A mudança precisa de dados e comunicação

Ansiedade, sobrecarga emocional, relações tóxicas e sensação de insegurança deixaram de ser temas restritos à esfera pessoal. Hoje, tudo isso também aparece no ambiente corporativo, sintoma que precisa ser tratado de forma estruturada.

Para Eduardo Morbin, gerente sênior de Saúde, Segurança e Meio Ambiente na Amil, a relação entre a NR-9 e a NR-1 é simbólica justamente por isso. Se a NR-9 está focada em fatores ambientais e agentes físicos, químicos e biológicos, a NR-1 hoje traz um novo olhar sobre os riscos de saúde nas empresas — com foco em fatores psicossociais. 

“Risco psicossocial é tudo aquilo que está presente na vida da pessoa e que pode afetar o trabalho dela”, explicou Morbin durante o evento. Relações familiares, condições de moradia, acesso à saúde e sensação de segurança, por exemplo, passaram a fazer parte dessa análise. 

“Precisamos desmistificar o fantasma que existe em torno disso. Precisamos entender como está a organização do trabalho e ter uma visão transversal da empresa. E mais: a liderança precisa estar envolvida, pois essa organização do trabalho deve ser feita de cima para baixo”, argumentou Eduardo. 

Nesse ponto, o especialista destacou a importância de acompanhar indicadores a fim de criar um plano de ação que faça sentido para o momento da empresa e possa, de fato, trazer as mudanças que a companhia deseja implementar. 

Segundo o gerente, milhares de questionários já foram respondidos na Amil, o que permite uma análise de absenteísmo, afastamentos, relatórios de compliance e uso do plano de assistência médica. “A recomendação é usar ferramentas validadas cientificamente, especialmente porque esse é um dos critérios observados em fiscalizações”, disse.

Em toda essa jornada, Eduardo frisou a necessidade de contar com o apoio estratégico dos setores de Recursos Humanos e Comunicação Interna. De acordo com ele, as áreas são as espinhas dorsais desse movimento. “Se a gente não comunica, a coisa não vai pra frente”, concluiu.

Crédito: Yuri Alves.

Escuta ativa como ferramenta estratégica

Na visão de Flávia Umbelino, HR BP Specialist na Swile, a aplicação da NR-1 é, na prática, consequência de ações estruturantes que precisam existir antes mesmo da obrigação legal.

Ao compartilhar o case da Swile, Flávia reforçou a importância das relações de qualidade dentro das organizações e lembrou que comunicar também significa ouvir. “A gente quer comunicar, mas também quer ouvir as pessoas para entender como elas recebem essa comunicação”, comentou.

A especialista destacou o papel dos rituais corporativos para fortalecer a transparência e reduzir gatilhos de ansiedade, muitas vezes causados pela falta de clareza sobre o cenário da empresa, feedbacks desalinhados à cultura ou ausência de direcionamento.

Nesse contexto, a pesquisa de clima deixa de ser apenas um formulário e passa a funcionar como ferramenta estratégica para o RH e as lideranças. “As pessoas precisam entender que o que foi extraído dali vai ser lido e interpretado, indicando caminhos para mudanças e melhorias necessárias”, explicou.

Crédito: Yuri Alves.

O silêncio corporativo como sinal de alerta

Durante a roda de conversa, um ponto gerou consenso entre os participantes: o silêncio corporativo pode ser um dos principais sintomas de que algo não vai bem.

Quando equipes deixam de interagir, compartilhar percepções ou participar ativamente da comunicação, o alerta precisa ser aceso. O silêncio dos colaboradores, assim como o desengajamento nas ações da empresa, diz muito sobre como a cultura tem sido vivenciada no dia a dia de trabalho. 

Mais do que a necessidade de atender a uma exigência normativa, a nova NR-1 reforça a importância de criar ambientes psicologicamente seguros, o que passa diretamente pela forma como as organizações se comunicam, escutam e envolvem as pessoas contratadas.

Crédito: Yuri Alves.

Mão na massa: hora do workshop

Antes do evento ser encerrado, os participantes ainda tiveram a oportunidade de colocar a teoria em prática em um workshop colaborativo. Marcelo Rouco, CEO na Dale, conduziu a dinâmica.

Dividida em grupos, a plateia recebeu fichas com situações fictícias que representavam desafios comuns dentro das empresas, como sobrecarga mental, sensação de desvalorização, falhas de comunicação com a média liderança e dificuldades relacionadas ao clima organizacional.

A proposta era simples, mas estratégica: pensar coletivamente em soluções que pudessem ser promovidas pelo RH e pela Comunicação Interna a fim de encontrar melhorias para esses cenários.

Ao longo da dinâmica, surgiram ideias relacionadas à criação de espaços de escuta, fortalecimento da liderança, melhoria nos fluxos de comunicação, segmentação de mensagens, transparência sobre decisões da empresa e ações mais consistentes de reconhecimento.

O exercício reforçou, na prática, uma das principais mensagens do evento: cuidar da saúde mental nas organizações não depende de uma única área ou de ações isoladas. Exige construção coletiva, dados, escuta ativa e, principalmente, ferramentas de comunicação capazes de conectar pessoas à cultura organizacional de forma genuína.

Crédito: Yuri Alves.

Dialog como aliada da experiência

Em um cenário em que as empresas precisam olhar com mais profundidade para clima organizacional, saúde mental e riscos psicossociais, a tecnologia também passa a ter um papel na adaptação à nova NR-1.

Nesse contexto, contar com uma plataforma de Comunicação Interna preparada para enfrentar desafios como desengajamento, infoxicação e desalinhamento cultural faz toda a diferença. É justamente esse o papel da Dialog: apoiar empresas na construção de ambientes mais conectados, transparentes e saudáveis.

Durante o evento, Nicole Martini, gerente de Relacionamento Estratégico em CI na Dialog, destacou que a comunicação segmentada ajuda as organizações a entender como diferentes áreas, perfis e públicos reagem às mensagens corporativas, algo fundamental para combater ruídos, ansiedade e desconexão.

A partir desse olhar mais estratégico sobre dados, as empresas conseguem identificar padrões de comportamento, antecipar riscos e compreender melhor como a comunicação vem sendo percebida pelos colaboradores.

O Índice Dialog de Engajamento e o AI Insights são alguns dos recursos que merecem destaque, pois reúnem indicadores importantes sobre participação, interação e consumo de conteúdo dentro da comunicação corporativa, apoiando análises preditivas e ajudando as equipes de RH e CI na redefinição de rotas de forma ágil e eficiente. 

Crédito: Yuri Alves.
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Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Por que você deve segmentar a Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/por-que-voce-deve-segmentar-a-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/por-que-voce-deve-segmentar-a-comunicacao-interna/#respond Thu, 09 Apr 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6523 Antes de mais nada, é importante ter em mente que segmentar a Comunicação Interna é uma estratégia que impacta a forma como as pessoas compreendem a informação e se conectam com a mensagem recebida. Entre os vários desafios de engajamento que a área tem, garantir que o conteúdo seja assimilado de forma clara é um […]

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Antes de mais nada, é importante ter em mente que segmentar a Comunicação Interna é uma estratégia que impacta a forma como as pessoas compreendem a informação e se conectam com a mensagem recebida. Entre os vários desafios de engajamento que a área tem, garantir que o conteúdo seja assimilado de forma clara é um deles. 

Para superar esse obstáculo, é fundamental que a empresa tenha um discurso alinhado à cultura e uma plataforma de Comunicação Interna preparada para minimizar ruídos. Sem esses dois pré-requisitos, dificilmente a segmentação surtirá o efeito desejado. 

Não é à toa que, segundo a Aberje e a Ação Integrada, apenas 20% dos profissionais de Comunicação Interna afirmavam segmentar as divulgações em 2025. Ao mesmo tempo, o mesmo relatório indicou que intensificar a segmentação e a personalização de narrativas estava — com 47% das menções — entre as principais tendências da área no ano passado. Ou seja: embora ainda represente um desafio, a segmentação tem ganhado cada vez mais espaço na estratégia de CI das empresas.

A própria Inteligência Artificial se torna uma aliada dos comunicadores nesse sentido. De acordo com dados da Internal Communication Trends in 2026, para 26% das pessoas entrevistadas, há a previsão de utilizar a tecnologia para aumentar a personalização e a segmentação da comunicação

Se a sua empresa ainda não aplica essa estratégia nos canais, confira a seguir três motivos pelos quais você deve segmentar a Comunicação Interna para conquistar engajamento e ampliar a conexão que as pessoas têm com o discurso organizacional. 

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1. Segmentar a CI combate a infoxicação

O primeiro grande motivo para segmentar a Comunicação Interna é a preservação da atenção do colaborador. Quando todos os públicos recebem todo tipo de informação, a tendência é que as pessoas ignorem a maior parte do conteúdo por não o considerarem relevante. 

Quando a Comunicação Interna direciona avisos de manutenção fabril para o público operacional e de atualização de software para os colaboradores administrativos, por exemplo, ela reduz a fadiga digital. Isso garante que, quando uma notificação surgir, o colaborador vai entender que aquela informação é realmente importante para a sua rotina, aumentando drasticamente as taxas de abertura e a leitura do conteúdo.

2. Segmentar a CI qualifica a mensuração

Comunicar sem segmentar torna a análise de dados superficial. Quando você envia uma mensagem para a empresa inteira, a taxa de abertura média pode esconder problemas graves de engajamento em setores específicos. Com a segmentação, por exemplo, você consegue fazer testes e identificar que o time que trabalha no campo prefere consumir vídeos, enquanto a equipe do escritório consome mais avisos em texto. 

Essa clareza permite que o RH e a Comunicação Interna ajam de forma cirúrgica, ajustando o formato e a frequência dos conteúdos para garantir que todos os grupos de colaboradores sejam envolvidos pelo processo e recebam a informação que precisam de forma eficiente.

3. Segmentar a CI desperta o pertencimento

Poucas coisas geram mais conexão do que conteúdos personalizados. Se a empresa busca despertar nos colaboradores o senso de pertencimento, antes ela precisa se mostrar próxima e ciente da realidade deles. Nesse sentido, uma Comunicação Interna segmentada é capaz de adaptar a mensagem de acordo com os desafios específicos de cada função — o que contribui para que as pessoas se sintam vistas e valorizadas. 

A cultura organizacional é vivida de formas diferentes em cada nível da hierarquia. Um anúncio sobre resultados financeiros, por exemplo, exige uma linguagem técnica para diretores, mas precisa de uma abordagem focada em estabilidade e metas para a linha de frente. Segmentar permite que você adapte o tom de voz e o vocabulário, priorizando a compreensão da mensagem por todos os públicos. 

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O canal que segmenta e personaliza

Segmentar a Comunicação Interna não é uma estratégia que se sustenta apenas com boa vontade ou planilhas soltas. Essa iniciativa exige uma infraestrutura tecnológica que permita classificar, direcionar e entregar mensagens de forma automatizada e precisa. 

Um canal digital robusto, como a Dialog, é essa infraestrutura. Sem uma plataforma como a nossa, a segmentação se torna um processo inviável, pois passa a depender de listas de e-mail estáticas e atualizações manuais que rapidamente se tornam desatualizadas, comprometendo a agilidade e a precisão necessárias para um fluxo de comunicação eficiente.

A Dialog ajuda as empresas a simplificar esse processo. Por meio de integrações inteligentes, a nossa solução garante que a mensagem sempre encontre a pessoa certa, independentemente da escala ou da dinâmica organizacional. Além disso, um canal como o nosso não apenas faz a informação circular, mas também coleta dados sobre o impacto real da comunicação — o que otimiza o ajuste da estratégia em momentos mais oportunos.

Quer entender como tudo isso funciona na prática? Clique aqui e receba, sem compromisso, uma apresentação gratuita.

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é segmentar a Comunicação Interna?
É direcionar mensagens para públicos específicos, conforme função, rotina e necessidade. Assim, a informação faz mais sentido para quem recebe.

2. Por que a segmentação ajuda no engajamento?
Porque reduz conteúdos irrelevantes e evita a sobrecarga de informação. Com isso, aumenta a atenção e a leitura das mensagens.

3. Como a segmentação melhora a mensuração?
Ela permite analisar resultados por grupo e identificar preferências de consumo. Assim, RH e CI ajustam formato e frequência com mais precisão.

4. Qual é a relação entre segmentação e pertencimento?
Mensagens personalizadas fazem as pessoas se sentirem vistas e valorizadas. Isso fortalece a conexão com a cultura e o discurso organizacional.

5. O que é necessário para segmentar a CI de forma eficiente?
Além de discurso alinhado à cultura, é preciso uma plataforma preparada. Sem tecnologia adequada, o processo fica manual, lento e impreciso.

 

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Comunicação Interna na Copa do Mundo e eleições; como trabalhar datas https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-na-copa-do-mundo-e-eleicoes-como-trabalhar-datas/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-na-copa-do-mundo-e-eleicoes-como-trabalhar-datas/#respond Thu, 26 Mar 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6541 De quatro em quatro anos, acontece o encontro de uma tríade importante nas organizações: Comunicação Interna, Copa do Mundo e eleições. Se disputar a atenção dos colaboradores com atividades do cotidiano e informações de outras áreas já torna o trabalho da Comunicação Interna difícil, engajar esse público em tempos de grandes eventos externos é ainda […]

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De quatro em quatro anos, acontece o encontro de uma tríade importante nas organizações: Comunicação Interna, Copa do Mundo e eleições.

Se disputar a atenção dos colaboradores com atividades do cotidiano e informações de outras áreas já torna o trabalho da Comunicação Interna difícil, engajar esse público em tempos de grandes eventos externos é ainda mais desafiador.

Faltando poucos meses para ambos os casos, como a Comunicação Interna pode se preparar para lidar com temas sensíveis e não deixar de engajar os colaboradores?

Para responder a essas perguntas e compartilhar dicas e boas práticas, o 7º episódio do Dialog Experts recebeu Marcelo Rouco, CEO na DALE, e Roberto Ângelo, gerente de Comunicação no Grupo In Press, ambas agências parceiras da Dialog.

Para assistir ao conteúdo na íntegra, clique no player abaixo. Se preferir escutar a versão podcast, clique aqui.

Comunicação Interna, Copa do Mundo e eleições: o que muda?

A Comunicação Interna em tempos de Copa do Mundo e eleições, assim como em outros grandes eventos externos, precisa garantir que as mensagens institucionais sejam entregues e realmente assimiladas. Para isso, será que é preciso mudar algo na estratégia de canais?

Marcelo Rouco analisa que a distração por parte dos colaboradores não acontece apenas em grandes eventos, visto que no último ano muitas pesquisas mostraram quedas significativas nos índices de engajamento de profissionais dentro das organizações.

Pelo fato do Brasil ser um país apaixonado por futebol, ele explica que é praticamente impossível uma empresa sair ilesa na época do campeonato, pois as pessoas falarão sobre os jogos durante o trabalho. Nesse sentido, a Comunicação Interna deve entender como conseguir entrar no momento certo na conversa.

Ele compartilha duas dicas práticas: entender os horários dos jogos para evitar soltar comunicações nesses momentos e apostar em formatos mais curtos, levando em consideração que ambas as épocas chamam a atenção das pessoas, mesmo em horário de trabalho, sendo necessário que a CI assuma uma postura mais direta e objetiva para garantir que a eficiência da mensagem.

Para Roberto Ângelo, é preciso ter cuidado com a frequência de mensagens, pois a estratégia de comunicar mais visando aumentar o engajamento costuma ter efeito oposto.

“O que funciona melhor é sempre priorizar o que é essencial, reduzir o ruído e trabalhar com precisão. Isso passa por 3 coisas muito importantes: segmentação, timing e formato”, diz.

Engajamento em grandes eventos

Como a Comunicação Interna pode aproveitar os momentos de Copa do Mundo e eleições para engajar sem perder o foco do negócio?

O gerente de Comunicação no Grupo In Press acredita que é importante sempre conectar o evento ao propósito da organização.

Como dicas práticas, ele recomenda dinâmicas para destacar o trabalho em equipe a fim de aproveitar o clima de competição e o espírito de grupo, natural na época dos jogos. O RH pode ser um importante aliado nesse projeto.

Roberto também compartilhou um case de uma empresa que criou um álbum de figurinhas, no qual os times eram as áreas da empresa. Iniciativas como essa fazem com que colaboradores se sintam representados e permitem que as equipes se conheçam. 

Já no caso de eleições, ele ressalta que o clima é diferente e que as empresas precisam adotar uma postura neutra para autopreservação em tempos de polarização, tomando cuidado com o assédio eleitoral, algo que cresceu nos últimos anos.

Como formas de engajar colaboradores nessa época, o profissional indicou iniciativas de voluntariado e de incentivo à inovação, que gerem transformações sociais.

Em adição, o CEO na Dale explica que não é possível ignorar o fato de que, fora das organizações, conversas sobre política acontecem e que empresas podem oferecer um espaço seguro para isso, delimitando limites e fomentando uma cultura de respeito.

Ele também ressalta que CI pode usar esses momentos como pontes para mensagens e valores que precisam ser repassados aos colaboradores, e não como uma quebra de atenção.

“É aproveitar o que cada um deles traz para trabalharmos algo em paralelo”, ressalta.

Bolão

Marcelo explica que algumas empresas evitam fazer iniciativas durante o período por medo de queda na produtividade, mas, mais uma vez, por se tratar de um país com futebol como parte da cultura, isso acontece de qualquer forma. Sendo assim, a Comunicação Interna pode usar artifícios para colocar a empresa no meio da conversa.

Pensando nisso, a DALE criou um bolão para construir mais um ponto de contato entre CI e colaboradores nesse período e reforçar comportamentos desejados, como acessar determinado canal.

Ele também indica que a iniciativa pode funcionar como reforço de cultura e valores organizacionais, além de contribuir para um clima de trabalho mais leve.

O bolão é mensurável e os dados se tornam informações valiosas para entender o hábito e as preferências de consumo de informação por parte dos profissionais nas empresas.

Cuidado nas eleições

Ao contrário da Copa do Mundo, em período eleitoral o ambiente fica mais sensível. Roberto reforça a necessidade da empresa se proteger e que isso pode ser feito com governança: delimitando limites e políticas, bem como proibindo usar dependências da organização para propaganda eleitoral.

Ele explica que a liderança possui papel importante nesse cenário como aliada da Comunicação Interna, visto que o número de denúncias de coação e assédio eleitoral aumentou, e que cabe a esse público evitar compartilhar suas opiniões políticas no local de trabalho para evitar mal entendidos. 

Marcelo posiciona a Comunicação Interna como a guardiã dessas regras e informações, garantindo a transparência e a posição de neutralidade.

“A Comunicação Interna passa a ter esse papel importante de mediadora, de falar ‘olha, o ambiente aqui é dessa maneira’. É importante que a liderança traga esse mesmo direcionamento, para que não haja conflito entre o que a empresa está passando e o que o líder está falando”, pontuou.

Para finalizar, Roberto complementa dizendo que neutralidade não é omissão, mas sim uma escolha ativa da empresa em criar um lugar seguro.

Comunicação Interna na Copa do Mundo e eleições: parceria com liderança

Como contar com o apoio da liderança em ações de Comunicação Interna na Copa do Mundo e eleições (e em outros momentos, claro!)?

Marcelo explica que é necessário mostrar para esse público a importância e o impacto em termos de resultados de negócio: pessoas informadas por canais de CI e por seus líderes tendem a performar melhor e, consequentemente, não saem da empresa. 

A segunda dica é contar com o apoio dos dados para se aproximar de líderes e poder apresentar essas métricas correlacionadas com o negócio.

“Se eu [líder] estou ajudando meus colaboradores a performar melhor, naturalmente meu time está entregando mais e eu também. Então, (…) quanto mais a gente consegue provar para o líder, mais ele tende a estar engajado e próximo da CI com a gente”, comentou.

Roberto finalizou lembrando que a liderança pode até ter boa vontade para ajudar a Comunicação Interna a engajar colaboradores, mas precisa ser treinada e capacitada para tal.

“O uso de dados é fundamental. É preciso mostrar para eles o resultado que não veem no dia a dia, mostrar que a comunicação é uma parceira”, afirmou.

FAQ: Comunicação Interna em época de Copa do Mundo e eleições

1. O que muda na Comunicação Interna durante Copa do Mundo e eleições?
A Comunicação Interna precisa priorizar mensagens essenciais, segmentação, timing e formatos curtos para reduzir ruído e garantir assimilação. Evite horários de jogos e frequência excessiva de envios.

2. Como engajar colaboradores na Copa do Mundo sem perder o foco no negócio?
Conecte o evento ao propósito da organização com dinâmicas em parceria com RH, como álbuns de figurinhas com times representando áreas da empresa, reforçando trabalho em equipe.

3. O bolão é uma boa iniciativa para Comunicação Interna na Copa do Mundo?
Sim. Bolões criam pontos de contato, reforçam canais como redes sociais corporativas, promovem cultura organizacional e geram dados mensuráveis sobre hábitos de consumo de informação.

4. Como lidar com eleições na Comunicação Interna?
Adote neutralidade ativa com governança clara: proíba propaganda eleitoral, delimite limites e treine líderes para evitar assédio. Crie espaços seguros fomentando respeito e transparência.

5. Como envolver a liderança em ações de Comunicação Interna na Copa do Mundo e eleições?
Mostre impacto nos resultados de negócio com dados: uma comunicação eficaz melhora performance e retenção. Capacite líderes com métricas para provar que são parceiros estratégicos.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Os 3 pontos cegos que impedem o engajamento em 95% das organizações brasileiras https://blog.dialog.ci/os-3-pontos-cegos-que-impedem-o-engajamento-em-95-das-organizacoes-brasileiras/ https://blog.dialog.ci/os-3-pontos-cegos-que-impedem-o-engajamento-em-95-das-organizacoes-brasileiras/#respond Thu, 19 Mar 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6507 Após 18 anos de pesquisas contínuas em uma centena de organizações de Varejo, Indústria e Serviços por todo o território nacional, a Santo de Casa Endomarketing consolidou um diagnóstico revelador: independentemente do setor ou da região, os desafios humanos e comunicacionais são praticamente os mesmos. Para 95% das empresas ouvidas, o exercício da coerência, da […]

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Após 18 anos de pesquisas contínuas em uma centena de organizações de Varejo, Indústria e Serviços por todo o território nacional, a Santo de Casa Endomarketing consolidou um diagnóstico revelador: independentemente do setor ou da região, os desafios humanos e comunicacionais são praticamente os mesmos.

Para 95% das empresas ouvidas, o exercício da coerência, da comunicação eficiente e da valorização real ainda é uma meta distante. Abaixo, detalhamos as três principais deficiências que impedem as organizações de alcançarem a alta performance.

1. O abismo entre o discurso e a prática

A deficiência mais citada pelos colaboradores é a falta de coerência entre o que a liderança diz e o que a operação exige.

  • Mensagens positivas vs. realidade: há um esforço em transmitir pilares como propósito e segurança, mas…
  • Há um conflito de metas: na prática, o colaborador é cobrado por entregas que ignoram esses valores.

A solução passa por garantir as condições necessárias para que a narrativa organizacional seja praticável no dia a dia. Quando a empresa falha em dar essas condições, ela gera dissonância cognitiva. O cérebro do colaborador percebe o perigo (a mentira) e entra em modo de defesa, o que mata o engajamento e a confiança. A Comunicação Interna serve para dar significado ao trabalho, mas a estrutura organizacional serve para torná-lo possível. A solução é o encontro dessas duas forças.

2. A falha na visão sistêmica e interpessoal

Uma Comunicação Interna eficiente deve levar a informação certa, no tempo certo, para quem precisa tomar decisões na ponta.

  • Barreiras intersetoriais: o ponto crítico reside na comunicação interpessoal e entre departamentos, muitas vezes prejudicada pela falta de visão do todo.
  • Complexidade do processo: comunicar é “compartilhar o comum”. Envolve o que eu digo, o que o outro ouve, o que ele compreende e, por fim, o que ele retém.

A educação para o diálogo é a garantia de que “esse jogo” pode ser virado. A comunicação é uma habilidade que precisa ser ensinada, e as pessoas devem ser orientadas para diálogos construtivos.

3. A valorização como ferramenta de saúde e bem-estar

A falta de valorização é frequentemente citada como uma deficiência central. Para a neurociência, isso vai muito além de um “elogio”, estimula a produção de hormônios poderosos para a saúde e bem-estar geral.

  • Mais que percepção: não se trata apenas de uma visão distorcida do funcionário, mas de uma carência real de processos e ritos estruturados nas empresas.
  • Impacto biológico: o reconhecimento ativa processos neurocerebrais poderosos que geram bem-estar e engajamento efetivo, passando pela produção de hormônios do bem-estar como a dopamina (hormônio da recompensa), liberada quando recebemos um feedback positivo ou alcançamos uma meta. É ela que impulsiona o colaborador a buscar a excelência para reviver aquela sensação de conquista. 

Criar uma cultura do reconhecimento passa por líderes preparados e ritos criados para que o reconhecimento seja parte da rotina, sempre ancorado nas diretrizes e resultados desejados pela instituição.

Do diagnóstico à ação

Se 95% das empresas ainda tropeçam nesses pontos após quase duas décadas, o convite que a Santo de Casa Endormarketing faz é para o exercício da coerência, da comunicação eficiente e da valorização real. Menos “perfumaria” e mais pragmatismo na gestão do fator humano podem custar pouco e causar grandes impactos nas organizações.  

Por Camila Lustosa, sócia-diretora da Santo de Casa Endomarketing.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Dicas e case de segmentação e personalização na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/dicas-e-case-de-segmentacao-e-personalizacao-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/dicas-e-case-de-segmentacao-e-personalizacao-na-comunicacao-interna/#respond Wed, 05 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6280 A segmentação e a personalização de narrativas e mensagens da Comunicação Interna foi a tendência mais importante para 47% dos respondentes que participaram do estudo anual realizado pela Aberje e pela Ação Integrada. Entretanto, ainda existem muitas dúvidas sobre como começar, de fato, a segmentar e personalizar as comunicações.  Para falar sobre o assunto, convidamos […]

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A segmentação e a personalização de narrativas e mensagens da Comunicação Interna foi a tendência mais importante para 47% dos respondentes que participaram do estudo anual realizado pela Aberje e pela Ação Integrada.

Entretanto, ainda existem muitas dúvidas sobre como começar, de fato, a segmentar e personalizar as comunicações. 

Para falar sobre o assunto, convidamos Elizeo Karkoski, diretor-executivo na P3K Comunicação, agência parceira da Dialog, e Luciana Benteo, coordenadora de Comunicação Corporativa na Coop, empresa cliente da Dialog e da P3K. Eles conduziram uma masterclass especial na 3ª edição da Semana do Planejamento da Comunicação Interna. 

Você pode assistir ao conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Segmentação e personalização: como começar

A primeira parte da masterclass sobre segmentação e personalização na Comunicação Interna começou com uma provocação de Elizeo Karkoski: os colaboradores recebem o conteúdo que eles querem ou que precisam?

O diretor considera que a Comunicação Interna é uma grande capitalizadora dos pilares de negócio (EVP, cultura e estratégia) e que, ao conseguir segmentar e personalizar conteúdos, é possível adotar outras tendências, como:

  • Investir em maior uso de linguagem audiovisual; 
  • Promover maior transparência;
  • Intensificar a valorização das emoções e relações;
  • Ampliar a produção de conteúdo em cocriação.

Voltando à provocação inicial, ele explica que existe uma dissonância da informação: nas redes sociais, as pessoas consomem o que querem; nas empresas, recebem o que precisam.

Ele recomenda que profissionais de CI criem um algoritmo interno para então construir essas narrativas segmentadas e personalizadas.

“Esse algoritmo dentro das organizações é pautado muito pelo contexto. Qual é o contexto que temos dentro da organização? E como ela está estruturada para podermos olhar para outras áreas?”

Elizeo afirma que o líder é o algoritmo humano da organização: se há alguém capaz de personalizar de verdade, esse alguém é a liderança — que conhece o time, suas dores e conquistas.

Mas, por fim, como começar a evoluir a segmentação e a personalização da Comunicação Interna? O primeiro passo é entender em qual estágio de maturidade a área se encontra. Confira os 5 níveis abaixo:

Fonte: P3K

Ele explica que a maioria das empresas está no nível 2. Nesse caso, a dica que ele dá para quem está nas fases iniciais é: comece pequeno, mas comece certo. Personalização é sobre intenção e escuta.

Karkoski compartilhou 5 pontos a serem considerados para o processo de segmentação e personalização na Comunicação Interna:

  1. Conexão com a audiência;
  2. Conteúdo assertivo;
  3. Transmissão de confiança e credibilidade;
  4. Facilidade de acesso e consumo;
  5. Equilíbrio na frequência e no volume.

Case Coop

A Coop é uma cooperativa de consumo que conta com mais de 5 mil colaboradores. A empresa é a principal operação de Varejo no ABC paulista, contando com 36 unidades de varejo alimentar e 69 drogarias.

Luciana Benteo contou que o conteúdo produzido na Coop é dividido em 4 editorias:

  • Essência: cultura, branding, cooperativismo e responsabilidade social;
  • Estratégia: planejamento estratégico, projetos, metas, PPR e resultados;
  • Pessoas: RH, eventos destinados aos colaboradores, cargos e salários, treinamento e capacitação, relações trabalhistas e sindicais, sistemas como intranet e folha de ponto;
  • Dia a dia: campanhas de incentivo, lançamentos de produtos, campanhas promocionais, festivais, produtos e serviços oferecidos, inaugurações e sistemas para desenvolvimento de atividades cotidianas.

A coordenadora explica que existem 2 grandes públicos dentro da organização: a liderança, que recebe informações detalhadas e contexto (para que possam passar a comunicação adiante), e a operação, que recebe informações objetivas e com chamada para ação.

Falando sobre canais, a Coop conta com uma estratégia multicanal segmentada, visando alcançar e engajar cada público interno.

Fonte: Coop

Por mais que existam vários pontos de contato, o canal principal de Comunicação Interna é a Coop Conecta, plataforma desenvolvida pela Dialog. Antes, a empresa contava com outra rede social corporativa, que registrava apenas 11% de adesão e só tinha publicações feitas pela a área de CI. Com a chegada da nova solução, o percentual subiu para 74%.

“A gente tinha uma dor muito grande, que era a seguinte: só a Comunicação Interna falava e transmitia as informações da empresa. Quando trouxemos a Coop Conecta, a nova rede social corporativa, a gente passou a ter 74% dos colaboradores cadastrados. E também conseguimos trazer essa comunicação em via de mão dupla: o colaborador também fala com a gente, também expõe as atividades que está fazendo, e isso constrói um ambiente muito interessante”, celebrou.

Os Influs, programa de influenciadores internos, apoiaram o crescimento da Coop Conecta.

“Eles nos ajudaram a trazer as pessoas, fazer com que se cadastrassem e se tornassem mais ativas no Conecta. Então, quando temos uma ação ou um evento para postar, a gente traz os Influs para que eles fomentem a ideia no Conecta e nos ajudem a divulgar.”

Falando sobre personalização, Luciana compartilhou um case recente: o aniversário Coop. Para celebrar os 71 anos, a empresa investiu em ações e campanhas comemorativas, incluindo desafios na plataforma de Comunicação Interna.

Um deles foi aumentar o número de colaboradores ativos na plataforma. Inclusive, o colaborador mais ativo (segundo o recurso de ranking que a Dialog tem) ganhará uma moto 0 km.

A iniciativa foi um grande sucesso, registrando 21% no aumento do índice de colaboradores ativos.

Para chegar nesse resultado tão expressivo, a Comunicação Interna desenhou uma campanha, incluindo seus diversos canais e segmentações de público, e começou a alcançá-los a partir dali, entendendo qual ponto de contato era o mais eficaz para que todos estivessem por dentro do que estava acontecendo.

Dito isso, todas as comunicações eram redirecionadas para a Coop Conecta, local onde as informações completas estavam disponíveis. A empresa usa o recurso “base de conhecimento” para centralizar esses dados importantes.

Luciana afirmou que, levando em consideração os 5 níveis de maturidade de Comunicação Interna compartilhados por Elizeo, a Coop se encontra no estágio 2, segmentada por grandes públicos e na adaptação inicial de linguagem e formato.

Os planos da empresa para avançar nessa escala de maturidade é apostar na personalização via Coop Conecta, com a construção de personas e perfis de público, definir tom de voz para cada um deles e coletar feedbacks e dados de consumo.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Como desenhar o orçamento de Comunicação Interna? Especialistas respondem https://blog.dialog.ci/como-desenhar-o-orcamento-de-comunicacao-interna-especialistas-respondem/ https://blog.dialog.ci/como-desenhar-o-orcamento-de-comunicacao-interna-especialistas-respondem/#respond Thu, 30 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6268 O orçamento de Comunicação Interna é uma das partes mais importantes do planejamento da área, pois garante o investimento necessário para desenvolver o que é planejado para um ano inteiro de ações. No estudo anual sobre tendências de Comunicação Interna, feito pela Aberje e Ação Integrada, 45% dos respondentes afirmaram que o orçamento para 2025 […]

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O orçamento de Comunicação Interna é uma das partes mais importantes do planejamento da área, pois garante o investimento necessário para desenvolver o que é planejado para um ano inteiro de ações. No estudo anual sobre tendências de Comunicação Interna, feito pela Aberje e Ação Integrada, 45% dos respondentes afirmaram que o orçamento para 2025 foi similar ao de 2024. 

Algumas questões pairam sobre a cabeça da liderança ao montar uma planilha e definir as linhas de investimento que serão solicitadas à diretoria da organização. Como desenhar um bom planejamento orçamentário? Que caminhos buscar para comprovar o ROI da Comunicação Interna?

Essas foram as perguntas que guiaram a segunda aula da 3ª edição da Semana de Planejamento da Comunicação Interna, idealizada pela Dialog, que contou com a presença de Camila Lustosa, sócia-diretora na Santo de Casa Endomarketing – uma das nossas agências parceiras – e Milena Fiori, diretora de Customer Success na Dialog. 

Você pode assistir ao conteúdo completo clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

As estratégias por trás do orçamento de Comunicação Interna 

Pensando em construir um orçamento de Comunicação Interna levando em conta cenários onde há necessidade de reduzir custos, quais estratégias adotar para mostrar que CI é sim uma prioridade na organização?

“É importante conectar as ações da área com os objetivos do negócio e projetos prioritários que, consequentemente, receberão investimentos”, aconselhou Camila.

Milena compartilhou 3 estratégias:

  1. Construa o planejamento de CI totalmente voltado às prioridades, objetivos e necessidades da organização;
  2. Entenda os principais projetos da empresa para incluí-los em planos estruturados de comunicação;
  3. Estabeleça parcerias estratégicas com as demais áreas da empresa para vincular projetos. Dessa forma, será mais difícil receber uma negativa.

“Quanto mais priorizar e mais deixar isso claro para a organização, mais você consegue dizer ‘não’. E sei que, com essas estruturas [de CI] cada vez mais enxutas, o dizer não precisa estar embasado e ser justificado. E quando você tem um planejamento de CI atrelado aos desafios de negócio, não há problema em dizer não.”

A diretora da Dialog também citou 5 dados de pesquisas que podem guiar profissionais de Comunicação Interna na argumentação da proposta de orçamento, mostrando o seu impacto na organização como um todo:

  1. Comunicação eficaz pode aumentar a produtividade em até 25% (McKinsey); 
  2. 47% maior retorno aos acionistas em empresas com comunicação excelente (Towers Watson);
  3. Organizações com forte Comunicação Interna aceleram processos de inovação em 25% (Deloitte);
  4. Comunicação frequente e clara acelera a adoção de mudanças em 40% (Prosci); 
  5. 35% de aceleração em processos de transformação digital (MIT).

A sócia-diretora da Santo de Casa contou que, com os clientes da agência, é feito um trabalho de atrelar os objetivos de CI com os da organização, sempre tendo indicadores para avaliar o sucesso das estratégias e, assim, desenhar o orçamento.

Uma dica valiosa dada por Lustosa é: ofereça aos líderes opções de escolha. E como fazer isso com um orçamento de Comunicação Interna? Ela sugere a construção de 3 cenários: 

  1. Essencial: imprescindível para fazer a área rodar, mitigar riscos de compliance e atingir os objetivos mínimos/críticos;
  2. Estratégico/Ideal: maximiza as chances de atingir os objetivos, inclui projetos de maior impacto e inovação.
  3. Flexível/aspiracional: de longo prazo, super inovador e demonstra visão de futuro para área.

Ela conta que essa estratégia, normalmente, garante a aprovação da segunda opção. Outra sugestão dada por Camila é desenhar ações que mostrem o custo por colaborador.

“Ao invés de dizer ‘preciso de 50 mil para uma campanha de valores organizacionais’, posso dizer que preciso de um investimento de 50 mil na campanha que vai apoiar no processo de redução de turnover voluntário em 3 pontos percentuais (…) e custaria 25 reais por mês por colaborador.”

O que não pode faltar

De acordo com Camila, para garantir entregas relevantes e estratégicas ao longo do ano, o orçamento de Comunicação Interna precisa ter uma “relação íntima” com os indicadores relevantes para o negócio, como NPS, rotatividade, e retorno sobre o investimento (ROI). Sendo assim, incluir iniciativas, campanhas e ações que contribuam para essas métricas de negócio é uma estratégia poderosa para garantir investimentos.

Para Milena, um bom e inegociável orçamento de CI precisa ter clareza, inclusive sobre o que é engajamento para a organização. A diretora recomenda que profissionais da área conversem com o RH para entender como a empresa interpreta esse conceito e trabalhar, com ações e campanhas, em cima disso.

Ela recomenda não abrir mão de ferramentas tecnológicas que apoiam com insights e dados, diagnóstico (a diretora afirmou que quem fez neste ano tem ótimo embasamento para construir o planejamento de 2026), uma visão sistêmica para reduzir custos operacionais e a capacitação contínua da equipe.

A linha de tecnologia no orçamento de CI

A diretora da Dialog, que possui mais de 20 anos de experiência no mercado de Comunicação, considera que plataformas de Comunicação Interna são importantes de serem garantidas no planejamento da área.

“A forma como vai chegar a informação para esse público é tão importante quanto a própria estratégia de Comunicação Interna. Então você precisa ter uma estrutura de canais muito bem definida para que sua estratégia possa chegar onde precisa.”

Ela considera que essas soluções tecnológicas geram automatização e eficiência, reduzindo custos operacionais e otimizam o tempo da equipe, pontos que devem ser levados em consideração ao analisar cenários de restrição orçamentária.“ Uma vez que você reduz custo operacional com essa plataforma digital e otimiza tempo, você consegue justificar seu uso.”

Ela também cita os dados como relevantes para a missão de justificar investimentos. A Dialog, por exemplo, conta com mais de 50 indicadores, que ajudam a mostrar os resultados do trabalho das equipes de CI.

A importância de usar esses dados a favor do resultado da organização, entendendo os insights contidos ali e o comportamento dos usuários, são ressaltados por Milena. O uso de métricas também permite que ações sejam ajustadas em tempo real, de acordo com as necessidades de cada organização, o que gera a otimização do trabalho da Comunicação Interna, impactando diretamente nos investimentos.

IA e ROI

Por fim, as profissionais comentaram sobre como a Inteligência Artificial pode apoiar a área de Comunicação Interna na comprovação de ROI e, consequentemente, na defesa de orçamento diante da liderança.

Milena explica que a tecnologia apoia na análise rápida de um grande volume de dados e informações, o que ajuda na identificação de pontos de melhoria e ações rápidas, como determinada área que não se engaja com os conteúdos de CI, reduzindo perdas.

“Usar IA para fazer análises preditivas é o caminho para entender se o que estamos fazendo hoje vai dar o resultado esperado no final do ano.”

A personalização, tendência que vem se tornando cada vez mais necessária para aumentar a absorção e engajamento dos colaboradores com as comunicações, também pode ser acelerada com o uso de IA. 

Camila cita a IA como uma grande aliada na criação de insights e cenários para compor o planejamento geral e também do orçamento da Comunicação Interna.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Black Friday: a Comunicação Interna como aliada da estratégia de vendas https://blog.dialog.ci/black-friday-a-comunicacao-interna-como-aliada-da-estrategia-de-vendas/ https://blog.dialog.ci/black-friday-a-comunicacao-interna-como-aliada-da-estrategia-de-vendas/#respond Mon, 11 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6038 A Black Friday já se consolidou como uma das datas mais importantes do Varejo, sendo anualmente aguardada por consumidores. Em 2025, ela acontecerá no dia 28 de novembro. Muito além dos tão esperados descontos e da movimentação do comércio, esse período promocional representa uma grande oportunidade estratégica para as empresas atingirem metas, ampliarem resultados e […]

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A Black Friday já se consolidou como uma das datas mais importantes do Varejo, sendo anualmente aguardada por consumidores. Em 2025, ela acontecerá no dia 28 de novembro. Muito além dos tão esperados descontos e da movimentação do comércio, esse período promocional representa uma grande oportunidade estratégica para as empresas atingirem metas, ampliarem resultados e reforçarem sua presença no mercado.

No entanto, para que tudo aconteça conforme o planejado, não basta investir em campanhas externas e publicidades milionárias. Antes, é necessário ajustar os processos operacionais a fim de garantir que todos os colaboradores estejam alinhados com os objetivos de negócio e a cultura da empresa.

Neste texto, mostraremos como a Comunicação Interna pode se tornar uma grande aliada das organizações que querem aproveitar a Black Friday para conquistar novos públicos, fortalecer a marca e, é claro, vender mais.

A Comunicação Interna como o ponto de partida

Nenhuma campanha comercial, seja ela de Black Friday ou não, se sustenta apenas com anúncios que viralizam ou ações de marketing atrativas. O sucesso em qualquer período de vendas começa dentro da companhia — com equipes informadas, engajadas e preparadas para atuar com eficiência e proatividade.

Uma Comunicação Interna estratégica, digitalizada e presente no dia a dia das pessoas é fundamental para garantir que todos saibam o que está acontecendo, quais são as metas que a empresa visa alcançar e como cada colaborador pode contribuir para isso. 

Desde o time de atendimento até a equipe de logística, todo o público interno precisa ter acesso a informações sobre a campanha que entrará em vigência. Caso contrário, haverá um descompasso de engajamento entre as áreas. 

Não é apenas sobre informação, também é sobre cultura 

Informar é necessário, mas o papel da Comunicação Interna vai muito além de transmitir uma mensagem. A área também é responsável por manter viva a cultura organizacional, mesmo em momentos de alta demanda. Em períodos como a Black Friday, nos quais a pressão por resultados pode ser intensa, a cultura precisa ser reforçada para que o senso de pertencimento não se desintegre pelo caminho. 

Ao lembrar os colaboradores da importância de atender com empatia, de manter o foco no cliente e de agir com responsabilidade, a organização garante que a experiência de compra do consumidor final seja satisfatória. Ou seja, a Comunicação Interna rompe as barreiras corporativas quando transforma a cultura da empresa em uma prática concreta, orientando comportamentos e atitudes essenciais para a presença da marca no mercado.

ecossistema dialog AI

Canais digitais como ferramenta antirruído

Com a digitalização da Comunicação Interna nas empresas, é possível garantir que as informações cheguem a todos os colaboradores com rapidez e consistência. Plataformas de Comunicação Interna, como a Dialog, tornam a disseminação de mensagens mais eficiente, especialmente em empresas com equipes que atuam em diferentes localidades ou turnos.

Durante a Black Friday, esses canais se tornam ainda mais estratégicos. Por eles, é possível divulgar atualizações de última hora, reforçar regras de conduta, compartilhar conteúdos de capacitação e até reconhecer publicamente os times que estão se destacando. Mais do que comunicar, esses espaços digitais promovem o engajamento, que é um dos motores para alcançar bons resultados.

É por meio dos canais digitais que a empresa evita ruídos e boatos de corredor. Afinal, quando há um canal de Comunicação Interna oficial, o colaborador sabe que toda informação que deve ser considerada está disponível em uma única plataforma. Isso, além de fortalecer o fluxo da comunicação, traz mais autonomia para o dia a dia dos profissionais, que podem consultar temas de interesse a qualquer momento.

Alinhamento de ponta a ponta

Quando a Comunicação Interna atua de forma coordenada com os demais setores da empresa, ela contribui diretamente para que todas as áreas estejam remando na mesma direção. Em uma campanha como a Black Friday, isso significa garantir que todos saibam quais são os objetivos da ação, qual é o papel de cada time e como o trabalho de um colaborador impacta no resultado de outro.

Essa consciência coletiva aprimora as atividades individuais ao mesmo tempo em que fortalece a colaboração, criando um ambiente mais coeso e produtivo. Além disso, uma comunicação alinhada reforça a sensação de pertencimento, pois os colaboradores deixam de ser apenas executores de tarefas e passam a ser protagonistas com um olhar estratégico.

Pós-venda na Black Friday também envolve a Comunicação Interna

No que diz respeito à Black Friday ou a outros períodos que movimentam o comércio, a atuação da Comunicação Interna não se encerra com o fim do período de vendas. Depois que a campanha é concluída, é hora de compartilhar os resultados, ouvir as experiências dos colaboradores e celebrar as conquistas. 

Essa etapa é essencial para manter o engajamento, fortalecer a cultura de melhoria contínua e preparar o terreno para as próximas ações. Afinal, é por meio dessa movimentação que a empresa consegue identificar o que deu certo e o que ainda precisa ser aprimorado — tanto para oferecer uma experiência mais positiva aos clientes quanto para conquistar resultados ainda mais expressivos. 

Um canal de comunicação completo

Para transformar toda essa vivência em estratégia, a Comunicação Interna precisa de estrutura e dados. Por isso é essencial contar com plataformas que oferecem recursos variados e ferramentas qualificadas. Só assim, a empresa poderá mensurar os indicadores escolhidos e, a partir deles, converter números em ações de desenvolvimento. 

A Dialog, por exemplo, disponibiliza um dashboard com mais de 50 indicadores que vão enriquecer a análise da CI. Nossa plataforma também oferece um índice de engajamento exclusivo e módulos de Inteligência Artificial que fazem toda a diferença na rotina dos profissionais que estão atentos à estratégia.

A Black Friday, assim como outros períodos promocionais, exige agilidade, alinhamento e foco em resultados. Mas, acima de tudo, exige comunicação — da liderança com as equipes, dos times entre si e da empresa com a cultura. Quando a Comunicação Interna é vista como parte estratégica do negócio, ela deixa de ser apenas uma ferramenta de transmissão de mensagens e passa a ser uma aliada essencial para o sucesso de campanhas como essa.

Afinal, quem está bem informado trabalha melhor. E quem trabalha melhor, vende mais e entrega a experiência que o cliente espera. O que acha de começar a estruturar sua campanha de Black Friday com a Dialog? Para conhecer em detalhes a nossa plataforma, clique aqui e receba uma demonstração gratuita. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Além do hype: colaborações (não óbvias) da Inteligência Artificial na Comunicação https://blog.dialog.ci/alem-do-hype-colaboracoes-nao-obvias-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao/ https://blog.dialog.ci/alem-do-hype-colaboracoes-nao-obvias-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao/#respond Thu, 07 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6050 Há alguns anos, a aceleração da transformação digital se tornou uma das grandes tendências para a Comunicação Interna das organizações. Desde então, a Inteligência Artificial tem virado pauta estratégica em todos os lugares, eventos, discussões, planejamentos, estudos — e até artigos, rs.  Isto porque as IAs deixaram de ser apenas uma tecnologia do futuro e […]

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Há alguns anos, a aceleração da transformação digital se tornou uma das grandes tendências para a Comunicação Interna das organizações.

Desde então, a Inteligência Artificial tem virado pauta estratégica em todos os lugares, eventos, discussões, planejamentos, estudos — e até artigos, rs. 

Isto porque as IAs deixaram de ser apenas uma tecnologia do futuro e já estão moldando e impactando profundamente o nosso presente. Mesmo que, no cenário atual, grande parte das pessoas ainda se restrinja ao uso básico (criação de textos e imagens).

E assim, elas, que já foram vistas como “mais uma” ferramenta e até uma “ameaça” profissional, estão sendo reconhecidas como fortes aliadas da área de comunicação, unindo eficiência e inovação sem substituir a inteligência humana. 

Exemplo prático

Um dos dilemas centrais de todo profissional de comunicação é como atrair a atenção das pessoas em meio à sobrecarga de informações e prazos cada vez mais curtos.

O estudo “Futuro do Trabalho“, conduzido pelo Fórum Econômico Mundial, revelou que mais de 75% das empresas planejam integrar IA em seus processos nos próximos anos. Aqui, na Supera Comunicação, não seria diferente!

Você já ouviu falar da Inteligência Artificial que cria músicas personalizadas? Talvez sim. Mas já pensou em como utilizá-lo em uma campanha interna?

É aí que nós, enquanto agência e consultoria, exploramos o uso da IA para além da produção de textos e imagens, agregando valor nas nossas entregas.

O briefing

Em conversa com a cliente, ela deixou claro que o orçamento era apertado e a distribuição geográfica dos colaboradores era uma questão, mas, ainda assim, gostaria de impressionar e utilizar do humor e da tecnologia para engajá-los, afinal aquele era um dos momentos mais aguardados do ano e fruto do trabalho em conjunto.

Parecia a oportunidade perfeita para testar a potência de nossa expertise aliada à tecnologia. Afinal, a vida não é sobre repertório ou IA. Mas, sim, repertório com IA!

Sabemos que a música, por si só, já traz uma conotação de alegria e celebração. Mas concorda que ela ganha ainda mais valor quando construída em conjunto?! 

Pensando nisso, a ideia foi envolver os colaboradores de maneira significativa na ação: a partir de um concurso, foi criada uma música com o residual de todas as respostas, simbolizando e eternizando todos os esforços e conquistas relacionados ao tema. 

Como conseguimos isso? Processando muitas respostas em uma IA e utilizando as mensagens-chave como comando para a letra da música em outra IA.

Em pouquíssimos minutos, criamos uma playlist com várias opções de letras, ritmos, vozes, sotaques, etc. para a cliente escolher! Uma solução inovadora para um desafio existente e crescente: budget versus engajamento. 

🎯RESULTADOS
Ideia validada. Todo mundo amou! Inclusive colaboradores de outros países.
– A partir do efeito viral da música, os colaboradores criaram até um videoclipe.
– Solução 100% assertiva e alinhada ao briefing.

✅ APRENDIZADOS
– A Inteligência Artificial viabilizou e apoiou a criatividade humana, através de uma abordagem equilibrada e estratégica.
– A tecnologia na Comunicação Interna está diretamente ligada ao envolvimento e engajamento dos colaboradores.
– O “básico bem feito” ainda funciona, mas pode ficar ainda melhor se você der um “F5”. 

Não tem como “desver”

Nesta altura do campeonato, não podemos renunciar ao uso da tecnologia como facilitadora e forte aliada na rotina. Não tem como “desver” ou voltar atrás. A IA oferece uma infinidade de possibilidades e recursos. Desde chatbot e personalização de conteúdo, passando por automatização de processos até a análise de dados. A oportunidade está em todo lugar! 

É através de insights valiosos que a Inteligência Artificial impulsiona e aprimora a Comunicação Interna dia após dia, permitindo que empresas construam uma conexão mais profunda, uma comunicação mais efetiva e, consequentemente, um ambiente de trabalho mais produtivo. 

O que eu quero dizer com tudo isso é que as empresas enfrentam transformações institucionais, tecnológicas, estratégicas e culturais o tempo todo! Não é de hoje. O desafio é contínuo, mas é, também, uma oportunidade de gerar impacto real nas organizações. E, claro, de provar que tecnologia e inteligência humana podem coexistir de diferentes formas, mas, todas elas, harmoniosas e produtivas. 

Por Carolina Dias, Analista de Estratégia e Planejamento na Supera Comunicação.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Comunicação Interna e liderança: por que sua estratégia ainda não engaja? https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-lideranca-por-que-sua-estrategia-ainda-nao-engaja/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-lideranca-por-que-sua-estrategia-ainda-nao-engaja/#respond Mon, 14 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6022 A relação entre Comunicação Interna e liderança é um dos pilares mais estratégicos para o sucesso organizacional. Mesmo assim, engajar líderes nesse processo continua sendo um dos grandes desafios enfrentados por profissionais da área. É o que revela o estudo da Aberje e Ação Integrada, que destaca a importância do protagonismo das lideranças na comunicação […]

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A relação entre Comunicação Interna e liderança é um dos pilares mais estratégicos para o sucesso organizacional. Mesmo assim, engajar líderes nesse processo continua sendo um dos grandes desafios enfrentados por profissionais da área. É o que revela o estudo da Aberje e Ação Integrada, que destaca a importância do protagonismo das lideranças na comunicação corporativa.

Mesmo com um plano bem estruturado, canais atualizados e conteúdos relevantes, a baixa participação das lideranças pode comprometer a efetividade da estratégia de Comunicação Interna. Por isso, surge uma pergunta essencial: por que sua estratégia ainda não engaja as lideranças?

Neste conteúdo, vamos explorar os principais motivos que dificultam essa conexão e apresentar caminhos práticos para fortalecer a Comunicação Interna e liderança na sua empresa.

Comunicação Interna e liderança: uma relação estratégica

Um dos principais entraves para o engajamento das lideranças é a percepção equivocada de que comunicar é responsabilidade exclusiva da equipe de Comunicação Interna ou RH. Na prática, líderes são peças-chave na difusão da cultura, da estratégia e do clima organizacional.

Segundo a pesquisa State of the Sector 2024, da Gallagher, 66% dos profissionais afirmam que as lideranças não estão preparadas para comunicar a estratégia com eficácia. Isso mostra o quanto ainda é necessário desenvolver o papel da liderança na comunicação.

Na edição de 2025 do mesmo estudo, os dados reforçam essa urgência:

  • A má comunicação de gestores e líderes apareceu entre as 5 principais barreiras corporativas;
  • 1 em cada 3 respondentes considera o treinamento de líderes comunicadores uma prioridade;
  • 45% acreditam que desenvolver essa habilidade será essencial para profissionais de comunicação até 2026.

Além disso, o estudo mostra um descompasso: 87% dos profissionais abordam líderes com orientações sobre como se comunicar, mas apenas 70% afirmam que essas sugestões são colocadas em prática.

Esses números indicam um cenário comum: a Comunicação Interna não engaja as lideranças de forma consistente — e isso enfraquece todo o trabalho da área.

O impacto da liderança na comunicação com as equipes

A relevância do papel das lideranças na comunicação não é apenas teórica. O Institute of Internal Communication revela que 82% dos colaboradores compreendem melhor a estratégia da empresa quando ela é comunicada diretamente pelo CEO ou por um líder sênior.

Esse dado reforça a importância de envolver a alta liderança nas iniciativas de CI e mostra como a Comunicação Interna e liderança devem caminhar juntas para gerar impacto real nas equipes.

Por que os líderes não se engajam na Comunicação Interna?

Antes de propor soluções, é essencial entender o que impede a participação ativa das lideranças. Alguns dos principais motivos são:

  • Falta de clareza sobre seu papel como comunicadores;
  • Sobrecarga de tarefas e ausência de tempo;
  • Desconhecimento dos canais e ferramentas de CI disponíveis;
  • Falta de habilidades em comunicação;
  • Cultura organizacional que não valoriza o diálogo.

Como engajar as lideranças na Comunicação Interna: 5 ações práticas

1. Apresente dados e indicadores de impacto

Use métricas internas e benchmarks de mercado para mostrar como líderes comunicadores influenciam diretamente no engajamento, na retenção e no clima organizacional.

2. Ofereça capacitações práticas e contextualizadas

Formatos rápidos, como vídeos curtos, trilhas gamificadas ou materiais visuais ajudam a tornar o aprendizado mais acessível e alinhado à rotina dos líderes.

3. Adote ferramentas que facilitem a participação

Escolha uma plataforma de Comunicação Interna com interface simples, mobile e com funcionalidades pensadas para a rotina dinâmica da liderança.

4. Crie conteúdos segmentados para lideranças

Aposte em canais específicos com linguagem, dados e temas voltados à gestão de pessoas e estratégia. Isso gera identificação e reforça o papel estratégico da liderança.

5. Reconheça e compartilhe boas práticas

Valorize os líderes que se engajam com a comunicação, criando um efeito de exemplo positivo dentro da organização.

Como a Dialog fortalece a Comunicação Interna e liderança

Na Dialog, entendemos que Comunicação Interna e liderança são dimensões complementares e essenciais para uma cultura organizacional sólida. Por isso, nossa plataforma é desenhada para facilitar esse alinhamento e fortalecer o protagonismo das lideranças.

Veja como apoiamos empresas nesse desafio:

  • Dashboard com indicadores estratégicos, que ajudam líderes a visualizar o impacto da comunicação e tomar decisões baseadas em dados;
  • Segmentação de conteúdo para que cada líder receba mensagens alinhadas com sua área de atuação;
  • Interface mobile e intuitiva, ideal para a rotina dinâmica das lideranças;
  • Funcionalidades colaborativas, como comentários, enquetes e menções, que estimulam o diálogo entre equipes e gestores;
  • Apoio de especialistas e conteúdos educativos, que contribuem para a formação de líderes mais comunicadores.

Se você quer transformar sua estratégia de Comunicação Interna com apoio das lideranças, conheça a Dialog e veja como podemos ajudar.

Por Marcela Freitas Paes, analista de Conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Transparência como estratégia: é impossível não se comunicar https://blog.dialog.ci/transparencia-como-estrategia-e-impossivel-nao-se-comunicar/ https://blog.dialog.ci/transparencia-como-estrategia-e-impossivel-nao-se-comunicar/#respond Thu, 10 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5990 Imagine trabalhar em uma empresa na qual a informação sempre chega atrasada, filtrada e sem transparência — mostrando só o lado bom da história. Agora, pense no impacto de receber uma carta do CEO dizendo com franqueza: “Ainda não tenho todas as respostas. Esse processo está em curso. Assim que tiver definido, vocês serão os […]

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Imagine trabalhar em uma empresa na qual a informação sempre chega atrasada, filtrada e sem transparência — mostrando só o lado bom da história. Agora, pense no impacto de receber uma carta do CEO dizendo com franqueza: “Ainda não tenho todas as respostas. Esse processo está em curso. Assim que tiver definido, vocês serão os primeiros a saber”.

Isso muda tudo, não muda?

Quando o silêncio comunica mais do que palavras

Esse exemplo me leva a refletir sobre um princípio essencial da comunicação humana formulado por Paul Watzlawick, psicólogo austríaco: é impossível não se comunicar.

Segundo ele, todo comportamento, incluindo o silêncio, transmite uma mensagem. Um comunicado que não chega, uma decisão que não é explicada, uma TV desligada, um mural desatualizado… Tudo isso “fala”. Tudo isso comunica.

E talvez seja justamente por não considerar esse princípio com a devida atenção que algumas empresas acabam enfrentando, em maior ou menor grau, uma desconexão entre discurso e prática.

O que aprendemos ao ouvir quem está dentro da empresa

Nos diagnósticos de Comunicação Interna e Endomarketing que realizo com colaboradores em diferentes países e contextos organizacionais, algumas frases se repetem:

  • “Não percebo a empresa comprometida em manter o colaborador informado.”
  • “A gente fica sabendo sobre a organização pelo LinkedIn e não pelos canais internos.”
  • “A liderança tem o domínio das informações, mas não compartilha conosco”.
  • “A empresa tem um discurso nos seus canais institucionais e outro nos canais de Comunicação Interna.”

O que essas falas revelam é uma lacuna de percepção, e essa lacuna se chama falta de atenção com a Comunicação Interna.

Nos planejamentos de Comunicação Interna e Endomarketing que desenvolvemos, essa é uma das premissas mais importantes: não existe “não comunicação”. 

Quando a empresa se cala, hesita ou evita falar sobre determinados temas, a comunicação acontece do mesmo jeito, seja nos corredores, no WhatsApp, nas interpretações individuais, nos grupos privados do Facebook e no Telegram. E, muitas vezes, com ruídos e distorções.

A transparência na comunicação é um dos pilares para fortalecer a cultura organizacional. Em um ambiente no qual todos têm acesso às mesmas informações, os valores e a missão da empresa são reforçados, promovendo uma cultura mais inclusiva, colaborativa e alinhada.

É por isso que defendemos uma comunicação sistemática, consistente e frequente. Uma comunicação que não só comunique sobre os valores, a missão e o propósito da empresa, mas que atualize os colaboradores sobre como esses princípios se conectam às decisões, às iniciativas e aos movimentos da organização no dia a dia. Assim, é possível construir credibilidade e pertencimento.

Porque, quando o colaborador percebe que a empresa não está sendo transparente, não é só da área de comunicação que ele desconfia. É da empresa. E isso tem impacto direto na reputação, no clima organizacional e no engajamento.

Como costuma dizer Analisa Brum, fundadora da Happy, referência em Comunicação Interna no Brasil: “A transparência não é só uma boa prática, é a essência da comunicação dentro das empresas. Informação clara, verdadeira e acessível é o que mais aproxima pessoas e organizações. Gera vínculo. Gera valor”.

Estrutura, consistência e liderança: os pilares da Comunicação Interna transparente

Isso não quer dizer que tudo precisa ser comunicado de qualquer jeito. Excesso de informação sem critério também atrapalha. No entanto, especialmente em tempos de mudança, é importante lembrar: ficar em silêncio diz muito. E de um jeito negativo. “Maquiar” o tom ou tentar “proteger” os colaboradores, omitindo ou suavizando informações, pode ter o efeito oposto: quebrar a confiança e ampliar o distanciamento.

Para mudar isso, não basta boa vontade. É preciso estrutura. E estrutura, aqui, significa ter um sistema de Comunicação Interna e Endomarketing estratégico, claro e bem definido, composto por meios, canais, editorias e grupos de conteúdo, além de uma linguagem alinhada à cultura e fluxos consistentes de produção. 

Também é fundamental engajar as lideranças como líderes comunicadores ativos, preparados e responsáveis por fortalecer os vínculos com suas equipes. Quando isso está funcionando, a área de Comunicação deixa de ser apenas executora de tarefas e passa a ser uma parceira estratégica do negócio.

A confiança nasce da consistência, da frequência e da clareza, e é isso que sustenta relações reais entre empresas e pessoas.

Porque comunicar de forma transparente é refletir a cultura que a empresa deseja fortalecer. É dizer: “Confiamos em você, queremos que caminhe junto e, por isso, vamos dividir o que sabemos, inclusive quando ainda não temos todas as respostas”.

E essa, talvez, seja uma das mensagens mais poderosas que uma organização pode transmitir.

Por Ana Carolina Holderbaun Bolsson, Executiva de Planejamento na HappyHouse.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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