felicidade corporativa Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/felicidade-corporativa/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Fri, 03 Jan 2025 12:19:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png felicidade corporativa Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/felicidade-corporativa/ 32 32 É tempo de falar sobre felicidade https://blog.dialog.ci/e-tempo-de-falar-sobre-felicidade/ https://blog.dialog.ci/e-tempo-de-falar-sobre-felicidade/#respond Fri, 03 Jan 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5518 Frases como “é preciso pagar o preço do sucesso” e “descanso é para os fracos” nos fizeram acreditar que vida e trabalho não poderiam coexistir de forma feliz. A ideia é reforçada pela origem da palavra “trabalho”, derivada do latim tripalium, uma ferramenta de tortura. No entanto, passamos mais de um terço de nossas vidas […]

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Frases como “é preciso pagar o preço do sucesso” e “descanso é para os fracos” nos fizeram acreditar que vida e trabalho não poderiam coexistir de forma feliz. A ideia é reforçada pela origem da palavra “trabalho”, derivada do latim tripalium, uma ferramenta de tortura.

No entanto, passamos mais de um terço de nossas vidas trabalhando — e esse tempo só aumenta com a maior expectativa de vida, o adiamento da aposentadoria e a pressão por desenvolvimento constante em um ambiente cada vez mais competitivo.

Trabalho e vida pessoal se misturam, e é ilusório limitar a felicidade ao tempo livre. O desafio é buscar equilíbrio entre essas áreas.

Contra dados, não há argumentos

Em 2022, a Organização Mundial de Saúde reconheceu o burnout como um estado de esgotamento relacionado ao trabalho, e o Brasil está em segundo lugar no ranking dos países com mais casos.

O estudo State of the Global Workplace, da Gallup, aponta que os trabalhadores brasileiros estão entre os mais estressados, tristes e que mais sentem raiva no dia a dia na América Latina. 

Já a pesquisa The Happiness Index, realizada em parceria com a Pluxee, demonstra que os brasileiros são 9% menos felizes no trabalho do que a média global.

E essa tal felicidade?

A Psicologia Positiva, segundo Martin Seligman, considera a felicidade como um estado de bem-estar que pode ser conquistado e experimentado de diferentes formas. Seu modelo PERMA-V define seis elementos que promovem uma vida feliz:

  • P (Positive Emotions) – emoções positivas, como gratidão e otimismo.
  • E (Engagement) – engajamento em atividades que geram prazer.
  • R (Relationships) – relacionamentos saudáveis e significativos.
  • M (Meaning) – propósito e sentido de vida.
  • A (Accomplishment) – realização de metas e progresso pessoal.
  • V (Vitality) – cuidados com a saúde física e mental.

Para Seligman, a felicidade é individual, subjetiva e requer equilíbrio entre esses elementos. Não é uma meta fixa, mas um exercício contínuo no cotidiano. Contudo, se a felicidade é individual, como podemos falar de felicidade corporativa?

Empresas felizes

Organizações que priorizam o bem-estar de seus colaboradores criam condições para que cada pessoa desenvolva sua própria felicidade. Líderes desempenham um papel central nesse processo, assim como a Comunicação Interna, o Endomarketing e o Employer Branding.

É tempo de formar líderes mais comunicativos, empáticos e próximos, que reconheçam conquistas, celebrem vitórias, deleguem com propósito e promovam equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Além disso, é essencial clareza na proposta de valor ao colaborador, conectando pessoas a ambientes que reflitam suas definições de felicidade.

Também é importante mapear e dar visibilidade a iniciativas que se alinhem ao modelo PERMA-V, como eventos de integração, projetos sociais, grupos de afinidade, histórias inspiradoras, plano de carreira e ações de saúde e bem-estar. 

É tempo de impulsionar a felicidade para a sustentabilidade do negócio. Pessoas mais felizes tendem a querer ficar na empresa (impacto no turnover), desejam vir ao trabalho (impacto no absenteísmo), fazem suas atividades com mais eficiência e qualidade e cuidam da sua segurança e saúde. 

E a comunicação é estratégica para impulsionar esse tema. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Saúde do colaborador e Comunicação Interna: entenda a relação https://blog.dialog.ci/saude-do-colaborador-e-comunicacao-interna-entenda-a-relacao/ https://blog.dialog.ci/saude-do-colaborador-e-comunicacao-interna-entenda-a-relacao/#respond Fri, 07 Apr 2023 13:10:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=3818 Falar sobre a saúde do colaborador é importante porque as pessoas estão sobrecarregadas – e não é de hoje! Segundo um levantamento feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, estima-se que 15% dos trabalhadores em idade adulta tenham algum transtorno mental em determinado momento. Esses transtornos, que podem despertar ansiedade, depressão e Síndrome […]

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Falar sobre a saúde do colaborador é importante porque as pessoas estão sobrecarregadas – e não é de hoje! Segundo um levantamento feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019, estima-se que 15% dos trabalhadores em idade adulta tenham algum transtorno mental em determinado momento. Esses transtornos, que podem despertar ansiedade, depressão e Síndrome de Burnout, muitas vezes decorrem de jornadas exaustivas e do desequilíbrio completo entre rotina e bem-estar.

Para ter uma ideia, o Brasil é o país mais ansioso do mundo: 18,6 milhões de brasileiros convivem com o transtorno. Essa condição tem tudo a ver com o trabalho, pois segundo um estudo publicado em 2019 pela Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, a saúde mental é a segunda causa de afastamento laboral mais frequente – o que reflete significativamente no desenvolvimento econômico. 

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O prejuízo causado pela sobrecarga emocional ultrapassa qualquer diagnóstico. O mesmo estudo da OMS alerta que a depressão e a ansiedade podem custar anualmente US$ 1 trilhão por ano à economia global em perda de produtividade. 

Ou seja: quando a saúde do colaborador não está em dia, as entregas e o engajamento também não estão.

Isso significa que a Comunicação Interna precisa estar atenta às necessidades dos colaboradores e preparada para construir uma cultura que sustente a felicidade no ambiente de trabalho

Veja, a seguir, alguns pontos que merecem destaque.

Bem-estar no topo da prioridade

Nos últimos anos, com os modelos de trabalho híbrido e remoto ganhando força nas organizações, muitos colaboradores tiveram a oportunidade de ressignificar o tempo. As horas gastas no trânsito, por exemplo, passaram a ser aproveitadas para momentos de lazer e de autocuidado. E isso, além de fazer uma baita diferença na vida das pessoas, também ditou tendências para o futuro das empresas.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Microsoft em 2022, 53% dos profissionais estão mais propensos a priorizar a saúde e o bem-estar acima do trabalho. Esse número é resultado da experiência vivida durante a pandemia, que fez com que as pessoas redefinissem suas prioridades em grau de importância. A dinâmica do trabalho está mudando e, hoje, o que era o desejado antes – como benefícios, escritório bem localizado, plano de carreira etc.– deixou de ser tão valorizado.

Em 2021, por exemplo, 18% das pessoas decidiram se demitir a partir do entendimento que a rotina profissional caminhava na contramão de suas prioridades pessoais. A principal razão desses desligamentos, com 24%, foi o foco em bem-estar e saúde mental. Surpreendentemente e ressaltando ainda mais essa inversão de prioridades, a ausência de promoções ou aumentos salariais foi a justificativa menos mencionada, com 19%.

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Salário importa, mas cultura também

Não é que bons salários sejam superestimados, mas já faz algum tempo que a remuneração financeira deixou de ser fator decisivo para profissionais aceitarem ou permanecerem em uma posição de trabalho.

Segundo um relatório divulgado pela Glassdoor em 2019, 77% das pessoas consideram a cultura da empresa antes de se candidatar a um emprego e, quando se trata de satisfação, mais da metade delas considera a cultura mais importante que o salário.

A cultura organizacional está diretamente relacionada ao bem-estar dos colaboradores, pois eles precisam se sentir conectados à empresa para enxergar propósito em suas atividades e, consequentemente, ter uma rotina positiva, produtiva e satisfatória. 

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Felicidade corporativa tem a ver com saúde

Vários estudos já comprovaram a relação entre felicidade e saúde. Basta dar um Google para constatar que uma coisa tem tudo a ver com a outra, pois a forma como nos sentimos pode interferir no funcionamento do nosso corpo. Dessa forma, investir em felicidade corporativa também é priorizar a saúde do colaborador.

No Brasil, segundo a pesquisa Global Happiness 2022, 63% dos entrevistados se consideram felizes. Esse é mais um motivo para incentivar as empresas a despertar esse sentimento positivo em seus espaços. Afinal, o ambiente de trabalho é – em muitos casos – o lugar mais frequentado pelas pessoas. Faz todo sentido cultivar a felicidade ali!

A felicidade corporativa envolve muitos aspectos, que vão desde o clima organizacional à forma como as lideranças acolhem suas equipes. De acordo com um estudo da Gallup, colaboradores que se sentem apoiados por seus gestores têm 70% menos chances de desenvolver burnout regularmente.

As organizações que colocam a felicidade corporativa como uma meta a ser alcançada costumam colher resultados muito positivos. Além de promover bem-estar, cultivar a felicidade no trabalho é uma estratégia interessante para reduzir o turnover, melhorar o desempenho, aumentar a produtividade e minimizar a tensão entre os colaboradores.

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A Comunicação Interna em meio a tudo isso

No final, falar sobre saúde é falar sobre pessoas – e a Comunicação Interna precisa ser feita para elas! A saúde do colaborador não pode ser pautada apenas na hora de contratar um plano de saúde corporativo. Mais do que uma estatística, esse indicador precisa ser o condutor de grandes mudanças organizacionais. 

Para isso, é fundamental conseguir medir e avaliar o bem-estar das pessoas, a adesão à cultura e a felicidade corporativa. Até porque, não é possível melhorar aquilo que a gente desconhece. A Comunicação Interna precisa contar com ferramentas que auxiliem a mensuração de dados como esses. Caso contrário, a empresa jamais saberá como as pessoas que trabalham ali se sentem. 

Essa é a mudança que as organizações precisam protagonizar. O discurso é importante, mas a prática é o que conduz a jornada de valorização do colaborador. Quanto mais as pessoas se sentirem inspiradas, motivadas e apoiadas no trabalho, menos esse trabalho impactará negativamente a saúde e o bem-estar delas.

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Felicidade corporativa gera eficiência e inovação; veja o que CI pode fazer https://blog.dialog.ci/felicidade-corporativa-gera-eficiencia-e-inovacao-veja-o-que-ci-pode-fazer/ https://blog.dialog.ci/felicidade-corporativa-gera-eficiencia-e-inovacao-veja-o-que-ci-pode-fazer/#respond Tue, 26 Apr 2022 15:24:05 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=1502 A felicidade corporativa é, como já falamos por aqui, um dos temas que vem ganhando cada vez mais espaço dentro das organizações. De acordo com a Harvard Business Review, profissionais mais felizes são 31% mais produtivos, 85% mais eficientes e 300% mais inovadores. Agora que o conceito que aborda a felicidade dos profissionais no trabalho […]

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A felicidade corporativa é, como já falamos por aqui, um dos temas que vem ganhando cada vez mais espaço dentro das organizações. De acordo com a Harvard Business Review, profissionais mais felizes são 31% mais produtivos, 85% mais eficientes e 300% mais inovadores.

Agora que o conceito que aborda a felicidade dos profissionais no trabalho se popularizou, chegou a hora de botar em prática e entender como criar e sustentar ações e programas que trabalham o tema.

Quais são os pilares da felicidade corporativa? Como a digitalização de RH e CI podem ajudar? Essas e outras perguntas foram respondidas no novo episódio do Dialog Talks, que contou com a participação da Chief Happiness Officer, fundadora e diretora da Reconnect | Happiness at Work, Renata Rivetti.

Você pode assistir o programa na íntegra clicando no player abaixo.

Caso prefira, também é possível ouvi-lo como podcast no Spotify.

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Pilares da felicidade corporativa

Renata explica que não há fórmula mágica, mas seguir o método PERMA é um ótimo caminho. Criado por Martin Seligman, um dos fundadores da psicologia positiva, o método abrange pontos que – quando bem trabalhados – resultam no bem-estar. 

PERMA significa Positive emotion (emoção positiva), Engagement (engajamento), Relationships (relações positivas), Meaning (significado), Achievement (realizações).

A fundadora da Reconnect | Happiness At Work explica como trabalhar cada um deles no ambiente de trabalho (e as reflexões necessárias para isso).

  1. Emoção positiva: Como criar dentro da empresa ações que gerem essas emoções? Ela cita como exemplo a Microsoft, que faz pausas de 10 minutos entre as reuniões, resultando na felicidade e alta performance dos funcionários.
  2. Engajamento: As pessoas não querem uma vida pacata, sem desafios, o que leva ao tédio. Renata explica que os desafios são sim necessários, mas dentro da capacidade de cada um. Caso contrário, gera ansiedade. Na prática, a liderança deve conversar com os colaboradores, entender o que gostam de fazer, suas paixões e talentos para então criar metas.
  3. Relações positivas: Não é possível ser feliz no trabalho com uma liderança tóxica. Colaboradores precisam de ambiente com segurança psicológica, com reconhecimento e valorização. 
  4. Significado: Um pilar íntimo e pessoal, no qual pessoas precisam entender seu propósito na vida. No trabalho, as empresas devem fazer com que funcionários vejam esse “porquê” e identifiquem sua missão de ajudar a organização e a sociedade em geral (esse último é muito necessário, principalmente, para a geração Z). Uma forma de fazer isso é job crafting (redesenhar a função do profissional).
  5. Realizações: Muitas vezes, as empresas esperam o último mês do ano para celebrar os resultados. É necessário viver (e comemorar) o agora. Renata comenta sobre a necessidade em criar metas mais curtas e simples para sempre ter o sentimento de realização. Ela compartilha uma experiência própria, na qual lista 3 boas coisas que aconteceram na semana anterior.

“A gente costuma olhar as metas que a gente não bateu, os clientes que a gente não fechou, os projetos que deram errado. Por que não inverter essa lógica? Sair do viés negativo e olhar o que está funcionando e o que temos para celebrar?”.

Benefícios da felicidade corporativa

Renata começa a entrevista desmistificando o pensamento de que a felicidade se resume às conquistas materiais e a empresas acreditarem que “dar benefícios, fazer um ambiente colorido e dar um brinde para o colaborador” basta. Ela esclarece que, sim, esses pontos são importantes, mas não garantem a felicidade no trabalho.

Então, o que faz alguém feliz em uma empresa? A diretora explica que existem dois aspectos: 

  1. Trabalho: Pessoas precisam se sentir desafiadas, motivadas, ter senso de realização.
  2. Relações: Ter conexões mais empáticas, reconhecimento e valorização, ambiente com segurança psicológica e confiança.

“A gente gosta dos benefícios, eles são essenciais. Mas a felicidade corporativa tem mais a ver com esses dois pontos”.

Sobre os benefícios em investir no assunto, a convidada fala que a relação entre felicidade e produtividade já foi provada por estudos da Deloitte, Gallup, entre outros. E que é quase instintivo e óbvio: pessoas felizes produzem mais.

“Se eu gosto do meu trabalho, se tenho boas relações, vou acordar mais motivado para entregar, para me desafiar. Pessoas felizes contribuem para a sustentabilidade do negócio: é difícil falar da felicidade do cliente se a gente não começa pelo colaborador”. 

Chief Happiness Officer não é super-herói

O profissional que possui essa certificação é o embaixador ou gestão do projeto de felicidade corporativa. Seu papel é diagnosticar o cenário, ouvindo pessoas (via pesquisa e entrevistas), entendendo como se sentem. Depois disso, o CHO (Chief Happines Officer) participa do planejamento do plano de felicidade corporativa. 

E com quem esse profissional mais interage? Com o RH (normalmente o CHO já é da área), a Comunicação Interna (que vai auxiliar na divulgação do plano) e a liderança (já que parte significativa do seu trabalho consiste na conscientização de mudança na mentalidade).

“O plano de felicidade ajuda na dor da empresa, normalmente. O CHO precisa entender o motivo do plano: alto turnover, baixa produtividade, baixo engajamento, baixa satisfação?”. E é a partir daí que o plano deve surgir.

Papel do RH e da CI 

Se aprofundando no papel das áreas no tema, Renata explica que o RH é aquele que leva o tema para a empresa, faz a estratégia e implantação das ações e programas.

E a Comunicação Interna precisa estar “totalmente casada” com Recursos Humanos. Ela precisa ser envolvida no passo a passo: conscientizando colaboradores, envolvendo pessoas na construção e celebrando as conquistas, até mesmo as pequenas. 

Além disso, a tecnologia também ajuda no tema. Para Rivetti, a digitalização pode deixar a comunicação mais clara, mas é preciso usar da melhor forma. Ela cita como exemplos aplicativos ou funcionalidades de apps que buscam celebrar e reconhecer as pessoas, que influenciam na felicidade corporativa.

“A gente pega a comunicação que era feita só no presencial, olha pro digital e complementa. Por que não facilitar um programa de reconhecimento que eu possa mandar mensagem para o outro valorizando, falando de coisas boas?”

PS: O super app Dialog possui um recurso que permite o reconhecimento e agradecimento para colaboradores, seja de um colega ou da própria liderança. Conheça outros recursos indispensáveis para times de Comunicação e RH. Tudo em um único lugar! Fale com representantes Dialog.

Dicas práticas

Quando perguntada sobre quais são os conselhos para profissionais que querem construir uma agenda que lide com a felicidade corporativa, Renata lista 6 dicas.

  1. Ouvir pessoas: É preciso entender se os planos que impactam as pessoas na organização fazem sentido e se são prioritários para elas. Crie rodas de conversa para discutir o tema da felicidade.
  2. Conscientize a liderança: A capacitação é essencial, já que líderes têm papel decisivo na saúde da equipe, na sua felicidade (e também adoecimento). Mostre e engaje a liderança com fatos e dados.
  3. Treine e capacite colaboradores: A ideia de sucesso varia de acordo com as gerações, mas o que é comum a todas é a necessidade do autodesenvolvimento. A empresa então precisa fornecer ferramentas e treinamentos que ajudem nisso.
  4. Flexibilidade e autonomia: Não dá para voltar para 2019 e o modelo híbrido, mesmo polêmico, é o futuro. Nem todas as empresas vão adotar esse tipo de trabalho, mas é preciso flexibilizar pelo menos para conversar sobre. Essa abertura resulta na confiança dos colaboradores e no senso de que possuem voz ativa.
  5. Segurança psicológica: Pessoas precisam de espaço para se expressar. Organizações precisam estimular funcionários a falarem, reagirem, compartilharem dúvidas, acertos e erros.
  6. Relações mais empáticas: A liderança precisa estar próxima (independentemente do modelo de trabalho) de sua equipe, ouvir o que eles têm a dizer (seja sobre temas profissionais ou não) e ter empatia.

“Em conjunto, são times, equipes e líderes, criando uma comunicação transparente para construir uma cultura mais positiva”, finaliza.

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Assinatura Marcela hub nova

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Saúde mental e felicidade corporativa: dupla que deve ser prioridade do RH em 2022 https://blog.dialog.ci/saude-mental-e-felicidade-corporativa-rh/ https://blog.dialog.ci/saude-mental-e-felicidade-corporativa-rh/#respond Thu, 06 Jan 2022 15:00:28 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=1264 O bem-estar e saúde mental do colaborador são pautas que vêm ganhando visibilidade dentro das empresas nos últimos tempos, como já comentamos por aqui. A pandemia escancarou a necessidade de olhar esses fatores como prioridade dentro da estratégia organizacional. Dados de duas pesquisas mostram o quão devastador o período pandêmico foi para a saúde mental dos […]

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O bem-estar e saúde mental do colaborador são pautas que vêm ganhando visibilidade dentro das empresas nos últimos tempos, como já comentamos por aqui. A pandemia escancarou a necessidade de olhar esses fatores como prioridade dentro da estratégia organizacional.

Dados de duas pesquisas mostram o quão devastador o período pandêmico foi para a saúde mental dos colaboradores:

1) 74% dos respondentes afirmaram que a pandemia contribuiu para prejudicar a saúde mental em algum grau, segundo estudo feito pelo Talenses Group, em parceria com a Fundação Dom Cabral.

2) 53% dos brasileiros declararam que sua saúde mental piorou em algum grau durante a pandemia, de acordo com estudo encomendado pelo Fórum Econômico Mundial e realizado pelo Instituto Ipsos.

Sendo assim, ter um olhar empático sobre o tema é essencial para a felicidade e o pleno bem-estar dos colaboradores. Pensando sob a perspectiva dos negócios, colaboradores felizes são mais produtivos. 

Falaremos sobre isso neste artigo. Confira!

Felicidade corporativa como fator propulsor

Segundo a Harvard Business Review, colaboradores mais felizes são 31% mais produtivos, 85% mais eficientes e 300% mais inovadores. Como resultado, a felicidade causa queda de 55% na rotatividade e uma probabilidade 125% menor de casos de burnout.

A relação entre felicidade e produtividade não é uma descoberta recente: em 2003, a empresa dinamarquesa Woohoo Partnership criou uma metodologia voltada para a satisfação dos profissionais. Surgiu assim o certificado de Chief Happiness Officer (CHO).

De acordo com a Forbes, esse profissional é: “responsável por elaborar estratégias e ações que promovam a felicidade corporativa, melhorando índices de engajamento e produtividade de todo o time e, consequentemente, da empresa como um todo”.

Entretanto, no Brasil o tema é sim novo: Segundo o Instituto Feliciência e a Reconnect | Happiness At Work, existem apenas 169 profissionais qualificados na área e a procura pelos cursos sobre CHO aumentaram em 200% desde 2020.

Sem felicidade, sem colaborador

A pesquisa feita pelo Employment and Employability Institute em 2019 já alertava: as novas gerações enxergam a felicidade corporativa como requisito obrigatório. O estudo mostra que:

  • 53% querem atuar em organizações cujos valores sejam compatíveis os seus;
  • 75% buscam uma rotina flexível entre trabalho e tempo livre;
  • 44% procuram um ambiente amigável;
  • 90% almejam desafios e oportunidades de crescimento.

Esses dados devem abrir os olhos do RH dentro das empresas, que – se ainda não começaram – devem começar a olhar a felicidade do colaborador dentro do ambiente de trabalho como uma das prioridades da área.

Por uma empresa mais feliz

Em entrevista para o Estadão, diversos especialistas compartilham dicas para empresas e colaboradores buscarem um ambiente corporativo mais feliz, dentre elas, a organização da comunicação interna.

Entra aqui a importância da definição de canais corretos, otimização de tempo dos colaboradores e a diminuição do envio de e-mails.

Conheça todas as boas práticas:

Saúde mental e felicidade corporativa

De olho na saúde mental, bem-estar e felicidade!

A Dialog – em parceria com o Talenses Group – preparou um material especial sobre saúde mental e bem-estar, com mais informações sobre a pesquisa realizada, além de dicas práticas sobre o tema.

Você pode fazer o download clicando aqui

 

PS: Conheça recursos indispensáveis para times de Comunicação e RH. Com o SuperApp Dialog você agenda conteúdos, segmenta comunicados em poucos passos, analisa rapidamente os resultados e muito mais. Tudo em um único lugar! Fale com representantes Dialog.

Assinatura Marcela hub nova

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