dialog experts Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/dialog-experts/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 21 Jan 2026 17:22:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png dialog experts Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/dialog-experts/ 32 32 Como filtrar e aplicar tendências de Comunicação Interna e RH em 2026 https://blog.dialog.ci/como-filtrar-e-aplicar-tendencias-de-comunicacao-interna-e-rh-em-2026/ https://blog.dialog.ci/como-filtrar-e-aplicar-tendencias-de-comunicacao-interna-e-rh-em-2026/#respond Thu, 22 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6370 Ficar por dentro das tendências de Comunicação Interna e de RH é um passo fundamental para uma atuação mais estratégica no novo ciclo. Mas a teoria não basta: além de saber quais são as tendências, é preciso também analisar o que faz ou não sentido para a organização e entender como colocar cada uma em […]

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Ficar por dentro das tendências de Comunicação Interna e de RH é um passo fundamental para uma atuação mais estratégica no novo ciclo.

Mas a teoria não basta: além de saber quais são as tendências, é preciso também analisar o que faz ou não sentido para a organização e entender como colocar cada uma em prática. As áreas, que possuem o colaborador como foco e protagonista, devem unir forças em 2026 e embarcar juntas nessa missão.

Para falar sobre tendências e como filtrar e aplicar o que faz sentido para cada organização, José Luis Ovando, sócio-diretor de Estratégia na Supera Comunicação, e Regina Hostin, presidente da ABRH Itajaí e consultora de comunicação, foram os convidados da estreia da 2ª temporada do Dialog Experts, projeto que recebe especialistas para debater sobre temas relevantes para profissionais de CI e RH.

Você pode conferir o conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Tendências de Comunicação Interna e RH: mais do mesmo?

Afinal, quais são as principais tendências de Comunicação Interna e RH para 2026?

Regina cita a Inteligência Artificial e o engajamento de várias gerações, tema que vem ganhando espaço nas empresas, visto que hoje existem 4 gerações ativas (baby boomers, X, millennials e Z).

A especialista explica que esses dois pontos têm relação direta com a reputação organizacional e que a transparência é cada vez mais necessária, uma vez que possíveis crises devem ser respondidas com agilidade.

“Para ser ágil, a empresa precisa ter uma cultura de mapear seus riscos junto com a liderança, de fazer matriz de risco e simulações, porque isso vai fortalecer o pensamento sistêmico e preparar esse time [de CI] para riscos que não tenham sido mapeados”, comentou.

Criar e sustentar uma reputação positiva atrai públicos de relacionamento: colaboradores, talentos, acionistas, comunidade e clientes/consumidores. Fazer isso não é uma responsabilidade exclusiva da Comunicação Interna e RH, mas coloca as áreas em posição de destaque perante ao negócio.

Em complemento, José cita 5 tendências baseadas em um estudo recente lançado pela agência, o Relatório Diálogos Supera 2025, que contou com a contribuição de 91 lideranças de comunicação e RH. São elas:

  1. A necessidade de considerar as diferentes gerações e suas expectativas na Comunicação Interna;
  2. Poder do storytelling como ferramenta de conexão e engajamento;
  3. Gestão dos desafios da infoxicação e da comunicação para públicos diversos;
  4. Construção de culturas organizacionais saudáveis;
  5. Olhar apurado do comunicador é insubstituível.

Sobre a construção de culturas, Ovando explicou que a digitalização da década de 2010 consolidou a tecnologia como um pilar estratégico, reforçando a premissa de que “toda empresa é, essencialmente, uma empresa de tecnologia”. Paralelamente, a crescente valorização do desenvolvimento de pessoas evidenciou outra verdade: “toda empresa é uma empresa de aprendizagem”. 

Desafios como o estresse climático e o Burnout colocam a segurança psicológica e a saúde mental no centro das decisões estratégicas, estabelecendo um novo entendimento: “toda empresa é uma empresa de bem-estar”. No entanto, tecnologia, aprendizagem e bem-estar só geram impacto real quando estão alinhados à cultura organizacional, fortalecendo a capacidade da empresa de inovar, evoluir e cuidar das pessoas

Já sobre o olhar apurado do profissional de Comunicação Interna, ele explica:

“O contexto atual exige que profissionais de comunicação desenvolvam uma postura ambidestra, equilibrando precisão técnica com profunda sensibilidade humana. De um lado, é essencial dominar as ferramentas e estratégias que garantem a eficácia das mensagens. De outro — e ainda mais crucial — cultivar a sensibilidade necessária para orientar informações de forma responsável entre diferentes gerações. Essa é uma competência genuinamente humana, capaz de facilitar a mediação de conflitos e fortalecer a segurança psicológica dentro e fora das organizações.”

Além disso, ele afirma que isso se trata de construir relações verdadeiras, conectando-se com as pessoas por meio de narrativas simples e autênticas, que humanizam objetivos estratégicos e impulsionam resultados sustentáveis.

Como filtrar as tendências de Comunicação Interna e RH

O diretor da Supera lembra que tendências podem ou não podem se concretizar e que profissionais de CI e RH devem estar atentos aos movimentos que surgem na sociedade e no mundo, pois “os ambientes organizacionais refletem, em sua essência, as pessoas que os compõem”.

Mas o filtro para saber se a Comunicação Interna e o RH devem investir em determinada tendência está em entender se aquilo faz sentido (ou não) para a cultura organizacional e a estratégia do negócio, pois “tudo é possível, mas nem tudo convém, cada organização é única”.

Regina concorda com esse ponto e complementa com outras reflexões necessárias para esse filtro:

  • Quem vai colocar essa iniciativa/tendência “de pé”? Levando em consideração principalmente empresas e áreas que buscam reduzir seus custos.
  • Essa tendência resolve qual problema da organização?

Da teoria para a prática

Após identificar uma tendência que faz sentido para a empresa, por onde começar para garantir uma implementação eficiente? Que etapas podem ser seguidas para aumentar as chances de sucesso?

A presidente da ABRH Itajaí explica que, ao confirmar que a tendência faz sentido e resolve algum problema da empresa, o próximo passo é entender se existem competências internas para colocar em prática ou se é preciso promover alguma capacitação, trazer parceiros, contratar fornecedores etc.

Definir objetivos e indicadores é outro passo importante, pois sem métricas não há gestão. Ela sugere também promover um projeto piloto para reduzir riscos.

Hostin completou com duas ponderações:

  1. As áreas de CI e RH devem explicar para os colaboradores o porquê determinada tendência está sendo implementada, pois a resistência à mudança acontece quando essa transição não é devidamente explicada.
  2. É preciso envolver a liderança e os colaboradores para garantir uma implementação de sucesso.

Esse último ponto é reforçado por José Luis, pois toda boa ideia ou processo de transformação precisa de patrocinadores. 

“Quanto mais profunda a mudança ou maior a complexidade de implementação, mais essencial é que as lideranças estejam alinhadas — em todos os níveis: alta, média e operacional.”

Ele explica que, muitas vezes, a Comunicação Interna atua nos bastidores: cria a ideia, convence boa parte da organização de que ela é promissora, dedica energia para estruturá-la, conquista a adesão do CEO e, depois disso, os porta-vozes orientados comunicam a novidade e recebem os aplausos. E tudo bem, pois o brilho pertence aos resultados.

“O trabalho de comunicadores e profissionais de RH está sempre conectado a construção de acordos e caminhada conjunta, de braços dados, com apoiadores. É a partir desse alinhamento que a ideia — enquanto tendência — ganha espaço para ser absorvida, incorporada e realmente acontecer.”

Potencial da união entre Comunicação Interna e RH

Regina explica que fora do estado de São Paulo é muito comum que a comunicação fique dentro da área de RH, departamento focado nas pessoas, no clima e em temas como jornada do colaborador, cultura e bem-estar.

Independentemente da CI estar sob a área de RH, Marketing ou respondendo diretamente para a alta liderança, a união entre esses dois departamentos é valiosa para as organizações, pois traduz valores, propósito, cultura e estratégia para os colaboradores.

FAQ: Tendências de Comunicação Interna e RH em 2026

1. Quais são as principais tendências de Comunicação Interna e RH para 2026? 

Inteligência Artificial, engajamento de múltiplas gerações (baby boomers, X, millennials, Z), storytelling como ferramenta de conexão, gestão da infoxicação, construção de culturas organizacionais saudáveis, e o olhar apurado do comunicador.

2. Como filtrar quais tendências adotar na organização? 

Verificar se faz sentido para a cultura organizacional e estratégia do negócio, avaliar quem vai implementar (considerando custos), e identificar qual problema da organização a tendência resolve.

3. Como aplicar uma tendência na prática? 

Confirmar que resolve um problema, verificar competências internas ou promover capacitação, definir objetivos e indicadores, fazer projeto piloto, explicar o “porquê” aos colaboradores, envolver liderança e colaboradores.

4. Por que a união entre Comunicação Interna e RH é importante? 

Porque traduz valores, propósito, cultura e estratégia para os colaboradores, focando nas pessoas, clima, jornada do colaborador e bem-estar.

5. Qual é o papel do profissional de Comunicação Interna hoje? 

Desenvolver postura ambidestra: precisão técnica com sensibilidade humana, dominar ferramentas, orientar informações entre gerações, mediar conflitos e fortalecer segurança psicológica.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna na Saúde; conheça cases Unimed https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-na-saude-conheca-cases-unimed/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-na-saude-conheca-cases-unimed/#respond Thu, 13 Nov 2025 12:44:12 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6294 A Comunicação Interna na Saúde tem como seus maiores desafios o alcance e o engajamento de diferentes públicos. Mas isso não significa que é impossível ter uma boa estratégia de Comunicação com os colaboradores no setor.  A Unimed, uma das maiores cooperativas de saúde no Brasil, conta com mais de 340 unidades e tem 92% […]

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A Comunicação Interna na Saúde tem como seus maiores desafios o alcance e o engajamento de diferentes públicos. Mas isso não significa que é impossível ter uma boa estratégia de Comunicação com os colaboradores no setor. 

A Unimed, uma das maiores cooperativas de saúde no Brasil, conta com mais de 340 unidades e tem 92% de presença no território nacional. 

Para falar sobre a superação dos desafios da Comunicação Interna na Saúde e desvendar todo o aparato que apoia as missões de alcance e engajamento de colaboradores, o 5º episódio do Dialog Experts recebeu Fernando Gomes (Head de Comunicação e Marketing na Unimed Cerrado) e Rafaela Abrantes (Coordenadora de Comunicação Corporativa na Unimed CNU).

Ambas as empresas usam a ferramenta da Dialog para alcançar e engajar seus colaboradores e, durante a transmissão, compartilharam seus cases com a audiência. Você pode assistir ao conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Comunicação Interna na Saúde: os cenários das Unimeds

A live que abordou os desafios da Comunicação Interna na Saúde começou com os convidados compartilhando os cenários das Unimeds em que trabalham.

Fernando Gomes contou que, antes da Dialog, os maiores desafios enfrentados pela CI da Unimed Cerrado eram o alcance e o engajamento dos colaboradores com as iniciativas da área. 

Atualmente, a empresa conta com cerca de 250 profissionais, entre operacionais, assistenciais e administrativos, que atuam no interior de Goiás e também na capital, Goiânia.

Um terceiro grande desafio citado por Gomes era a falta de mensuração do trabalho da área, algo que também mudou com a adoção de uma rede social corporativa. 

Os canais utilizados anteriormente eram o WhatsApp e o e-mail; e a Comunicação Interna, segundo o Head, era fragmentada pelo alto volume de informações (de diferentes níveis de importância) sendo compartilhadas por ali, sem nenhum tipo de segmentação.

Já a Unimed CNU conta com 2.500 colaboradores, sendo que 25% são da área assistencial e estão espalhados por São Paulo, Brasília, São Luís, Salvador e outras quatro cidades no interior da Bahia.

De acordo com Rafaela, essa dispersão é um fator atenuante para a Comunicação Interna, visto que as barreiras vão além das estruturas de um só hospital, envolvendo também diferenças culturais.

“Com a ferramenta da Dialog, nós conseguimos trazer uma unidade para a Comunicação, uma fonte confiável, que tinha a cara da CNU e trazia a cultura da empresa para todas essas unidades.”

Ela também citou a mensuração como uma mudança positiva que ocorreu com a adoção da Dialog, aproximando a área da alta gestão. “A ferramenta tem nos ajudado muito a trazer a Comunicação Interna para esferas que antes ela não conseguia chegar”, destacou.

Por que uma rede social corporativa?

A coordenadora na Unimed CNU contou que a decisão pela solução veio em um momento no qual a Comunicação Interna buscava alinhar os objetivos estratégicos às transformações que a empresa estava passando. Além disso, também destacou a importância de rever tanto a forma de se comunicar com os colaboradores quanto a percepção de como a organização estava sendo enxergada pelo público interno. 

Foi assim, em 2019, que a empresa passou a usar a plataforma da Dialog, chamada “Tá Aqui”.

Abrantes explicou que o apoio de TI foi fundamental para o lançamento, assim como o suporte da própria Dialog. Ela também ressaltou que o diferencial que faz com que a plataforma seja um grande sucesso, mesmo depois de 6 anos, são as constantes atualizações. Segundo ela, essas inovações ajudam a área de CI a deixar a ferramenta sempre útil e atrativa para os colaboradores.

Ao falar sobre o processo de decisão na Unimed Cerrado, Fernando explicou que o gargalo de comunicação era grande e era preciso buscar alguma ferramenta para vencer esse obstáculo.

Ele contou que o mote de CI em 2024 era “A comunicação não é acessório, faz parte da estratégia”, sendo necessária sua presença em todas as áreas e na alta direção para que pudesse cascatear informações e facilitar o acesso do colaborador às comunicações.

A empresa então contou com uma avaliação externa do processo de Comunicação Interna, que resultou no diagnóstico e na decisão pela adoção de uma rede social corporativa, que aconteceu em 2025.

“A gente queria ter a informação segmentada, personalizada para o usuário, que gerasse esse engajamento e não uma intranet top-down, que o comunicado só está ali.”

Ele também afirmou que a escolha por uma plataforma como a da Dialog foi um reforço de cultura.

Recursos que apoiam a Comunicação Interna na Saúde

Quando questionados sobre quais são os recursos da plataforma da Dialog mais utilizados e como eles apoiam o trabalho da CI, Rafaela cita pelo lado da Unimed CNU:

  • Grupos para segmentar as comunicações de acordo com a localidade dos colaboradores;
  • Galeria, usada como uma intranet, onde são centralizados documentos relevantes;
  • Base de conhecimento, um novo recurso da Dialog que funciona como uma central inteligente de informações internas.

Na Unimed Cerrado, Fernando mencionou que a empresa busca sempre escutar seus colaboradores, sendo assim, os recursos mais usados são:

  • Recomendações. A empresa fez uma campanha incentivando que os colaboradores reconhecessem seus colegas de acordo com suas competências, resultando em mais de 300 recomendações;
  • Quiz, que é utilizado em muitos momentos, inclusive como avaliação pós-treinamento;
  • Ranking, a fim de estimular o engajamento dos profissionais na plataforma;
  • Galeria, na qual a empresa também centraliza documentos e informações importantes.

Ele ainda contou que, com as métricas fornecidas pela plataforma, foi possível concluir que as comunicações da liderança passaram a ter um alcance maior. 

“Assim que nós lançamos [o Colab Mais, plataforma da Unimed Cerrado], a nossa diretora-presidente foi a top voice por uns 6 ou 7 meses. Então o pessoal realmente quer escutar e conseguimos aproximar a alta direção dos colaboradores”, celebrou.

Benefícios e dicas

Na visão dos especialistas, quais são os benefícios de contar com uma ferramenta como essa para fazer Comunicação Interna na Saúde? 

Fernando considera que aproximar todos os públicos internos e fazer com que colaboradores entendam que a comunicação deve ser efetiva, destacando que essa missão não é exclusiva do time de CI, mas sim de todos.

Ele ressalta que a participação da liderança no aplicativo tem boa repercussão e engaja profissionais ao trabalhar o senso de pertencimento e reforço de cultura.

Outros benefícios citados por Gomes são a personalização e segmentação da comunicação, o acesso a resultados de análises de indicadores fornecidos pela plataforma e a possibilidade de disponibilizar conteúdos em muitos formatos.

“Tínhamos uma comunicação totalmente fragmentada e hoje temos uma comunicação estratégica, o que cria um ambiente de confiança. (…) Antes a gente não conseguia mensurar engajamento e visualização, mas, com a Dialog, hoje conseguimos. Temos um engajamento de 85 a 90%. Hoje consigo chegar na liderança e mostrar a importância de contar com uma comunicação voltada para o colaborador.”

Rafaela também considera como benefício a descentralização na produção de conteúdo e, atualmente, a CI da Unimed CNU está treinando algumas áreas clientes para que tenham a autonomia de publicar suas informações no Tá Aqui.

Essa movimentação gera dois benefícios extras: a otimização do tempo do time de Comunicação Interna, que pode focar em outras atividades, e até mesmo o recebimento de briefings melhores e mais completos por outras áreas.

Para finalizar, os convidados compartilharam dicas para profissionais de Comunicação Interna na Saúde ou de setores que possuem como desafios principais o alcance e o engajamento operacional:

  1. Fazer um diagnóstico de comunicação para entender a maturidade da área;
  2. Pensar pelo viés do colaborador para definir linguagem, formato e frequência;
  3. Buscar vivenciar o ambiente de trabalho dos times operacionais e assistenciais para entender as dores e necessidades ;
  4. Descentralizar a produção de conteúdo;
  5. Conquistar o apoio das lideranças;
  6. Trabalhar com dados.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora no Blog Dialog.

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WhatsApp na Comunicação Interna: como usar do jeito certo https://blog.dialog.ci/whatsapp-na-comunicacao-interna-como-usar-do-jeito-certo/ https://blog.dialog.ci/whatsapp-na-comunicacao-interna-como-usar-do-jeito-certo/#respond Fri, 12 Sep 2025 18:40:16 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6152 Muitas empresas passaram a adotar o Whatsapp na Comunicação Interna visando conquistar maior adesão e engajamento por parte dos colaboradores. No entanto, essa adoção é feita normalmente de forma não estruturada, utilizando grupos informais e soluções avulsas, o que abre espaço para vulnerabilidades críticas. Sendo assim, para implementar a ferramenta no dia a dia da […]

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Muitas empresas passaram a adotar o Whatsapp na Comunicação Interna visando conquistar maior adesão e engajamento por parte dos colaboradores. No entanto, essa adoção é feita normalmente de forma não estruturada, utilizando grupos informais e soluções avulsas, o que abre espaço para vulnerabilidades críticas.

Sendo assim, para implementar a ferramenta no dia a dia da Comunicação Interna, profissionais da área devem entender qual é a forma mais estratégica de usar o WhatsApp. 

Para falar sobre como fazer isso, Lívia Pretti (CEO na agência Abby) e Vinícius Ventura (Diretor de Vendas e Marketing na Dialog) foram os convidados do 4º episódio do Dialog Experts.

Você pode assistir ao conteúdo no YouTube ou escutar a versão podcast no Spotify.

WhatsApp na Comunicação Interna: apoio ou canal principal?

Para começar o debate sobre o uso do WhatsApp na Comunicação Interna, os convidados refletiram sobre os benefícios de contar com a ferramenta na estratégia da área.

Para Lívia Pretti, o alcance aos públicos operacionais é o maior deles, visto que não possuem (ou possuem raramente) acesso ao computador durante a jornada de trabalho. Antes da digitalização de canais, a forma de chegar até esses colaboradores era por meio de jornais murais ou dependendo exclusivamente do cascateamento de informações por parte da liderança.

Outro benefício citado pela executiva é a dinâmica do WhatsApp, que é rápida e com mensagens diretas, no tom que as pessoas já usam no dia a dia. “Os colaboradores acabam sendo informados em minutos, não demanda a pessoa sentar e ter que abrir alguma coisa. Já está ali… na palma da mão”, comenta.

Dito isso, ela reforça que o benefício do uso do WhatsApp é encará-lo como um reforço de comunicação, apoiando os canais principais (aplicativos, intranet etc.)

“Eu acho que [o WhatsApp] não deve ser o canal principal ou o único canal [de Comunicação Interna], ele tem que ser um canal de reforço e engajamento. Ele funciona muito bem para lembretes, comunicados rápidos, reforço de campanhas e para levar as pessoas para os canais oficiais, porque eles continuam sendo essenciais.”

Vinícius fala sobre o uso informal do WhatsApp no trabalho, como a criação de grupos com colegas para trocas cotidianas, mas frisa que quando o objetivo é fazer do aplicativo um canal de CI, o caminho mais adequado é apostar em disparadores, pois permitem que a área utilize a solução com governança e segurança.

“O WhatsApp passa a ser um aliado, não um problema. O principal é você ter um outro ambiente, onde a informação é segura e você convida [o colaborador para acessar] por meio do WhatsApp.”

Pontos de atenção

Que cuidados e precauções devem ser considerados tanto na adoção quanto na sustentação do WhatsApp como canal de Comunicação Interna? Lívia citou alguns:

  • Definir os responsáveis pela gestão do canal;
  • CI precisa ser a dona/gestora da comunicação veiculada ali;
  • Definir frequência e tipos de mensagens que serão disponibilizadas.

“Tudo isso precisa ser pensado antes do início do projeto, para que ele tenha sucesso. Se você começar o canal errado, as pessoas se desengajam rapidamente e perdem a confiança no time interno [de CI].”

Ela ainda alerta: WhatsApp não é lugar para textão! As mensagens ali devem ser rápidas e objetivas. E, mesmo sendo um aplicativo muito usado no cotidiano das pessoas, a área de Comunicação Interna deve evitar disparar muitas mensagens no mesmo dia para não sobrecarregar os colaboradores.

É preciso também, segundo Pretti, ter atenção redobrada com o canal devido a segurança da informação. Por se tratar de um canal usado em qualquer lugar, o nível de conteúdo sensível disponibilizado ali deve ser analisado.

Vinícius reforça que o WhatsApp, por ser parte de um ecossistema, é “um braço de alcance, não um braço de informação pura”. Sendo assim, a Comunicação Interna precisa trabalhar uma estratégia que redirecione os colaboradores para outro canal por meio de call to actions (CTA).

Conheça a novidade

A Dialog lançou recentemente um módulo de envio de mensagens para WhatsApp, focado nas necessidades dos profissionais de Comunicação Interna. Mas como essa solução se diferencia do WhatsApp que já conhecemos, principalmente em relação a aspectos de segurança, segmentação e mensuração? 

Vinícius explica que o grande diferencial é a possibilidade de fazer a integração com a base de dados da empresa, sincronizando assim os contatos em tempo real.

Essas informações permitem também a segmentação de públicos. Por exemplo: se na base de dados consta a parte de cargos, é possível filtrar a liderança e enviar mensagens somente para colaboradores dessa categoria.

Falando em comunicação multicanal, as empresas que usam tanto a plataforma quanto o disparador da Dialog podem integrar os canais a partir de chamadas: a mensagem enviada para o WhatsApp pode conter um botão, que leva ao aplicativo desenvolvido pela HRTech líder em CI no Brasil.

“Estando na Dialog, consigo saber quais foram as pessoas que visitaram o documento, porque é um ecossistema integrado”, explica.

Case de sucesso

Durante a transmissão, a CEO na Abby compartilhou um case de sucesso de uso de WhatsApp na Comunicação Interna em uma indústria metalúrgica. O desafio, assim como para qualquer outra empresa do setor, era alcançar e engajar os colaboradores, principalmente os operacionais.

A organização possuía informações importantes para passar para esse público e fazia isso por meio do jornal mural, canal que não continha a agilidade necessária.

A empresa, então, decidiu usar o WhatsApp como um canal de Comunicação Interna e a Abby foi a agência responsável por apoiar na campanha de lançamento, que apostou na metalinguagem do aplicativo para atrair a atenção dos colaboradores.

Foram usados stickers, emojis e humor como elementos-chave da campanha, que contou com um vídeo estrelado por profissionais da organização, o que resultou na identificação e no senso de pertencimento por parte dos outros profissionais.

Outra etapa no processo foi um evento para lançar oficialmente o canal e, junto disso, uma ativação física dentro das unidades para disseminar a novidade, contando com:

  1. Totens exibindo o vídeo gravado com colaboradores;
  2. Espaços instagramáveis;
  3. Cabine de fotos que virava sticker;
  4. Gifts com QR Code que levava direto ao canal;
  5. E até um bate-papo com a liderança para apresentar o novo canal.

O evento aconteceu em todas as unidades e turnos, para garantir que todos fossem alcançados.

Para a sustentação do canal, a Abby criou um menu interativo, com  conteúdos relevantes e divertidos, como cardápio do refeitório, stickers exclusivos, vídeos curtos e engraçados e até áudios enviados pelos próprios colaboradores, que eram editados e compartilhados por lá.

Desde o início, os resultados foram muito positivos:

  • Alta adesão já no lançamento (85%), com grande participação dos colaboradores;
  • Engajamento espontâneo no WhatsApp, estreitando comunicação principalmente com colaboradores sem acesso a computadores;
  • O canal passou a ser visto como útil, divertido e confiável, fortalecendo a comunicação entre empresa e time.

Dicas práticas

Lívia e Vinícius compartilharam dicas práticas para começar ou aprimorar — de forma segura, estratégica e eficiente — o uso do WhatsApp na Comunicação Interna:

  1. Mapeie os objetivos e o público para entender se o canal resolve alguma dor real da área de CI.
  2. Trate o lançamento como um marco. Não é apenas disponibilizar, mas fazer disso um momento importante.
  3. Use a linguagem adequada no WhatsApp.
  4. Envolva os colaboradores como embaixadores ou produtores de conteúdo.
  5. Estabeleça a governança para um uso consciente.
  6. Integre o WhatsApp a outros canais: sempre um reforço, nunca o único meio.
  7. Monitore e ajuste o que for necessário.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna e GPTW; especialistas falam como trabalhar a relação https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gptw-especialistas-falam-como-trabalhar-a-relacao/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gptw-especialistas-falam-como-trabalhar-a-relacao/#respond Mon, 30 Jun 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6010 Comunicação Interna e GPTW têm relação direta? Sim! E neste conteúdo, falaremos sobre essa dinâmica tão importante para a organização.  A certificação Great Place to Work é uma das mais relevantes do mercado por ser considerada um diferencial para a marca empregadora de uma empresa, que passa a ser reconhecida como um bom lugar para […]

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Comunicação Interna e GPTW têm relação direta? Sim! E neste conteúdo, falaremos sobre essa dinâmica tão importante para a organização.

 A certificação Great Place to Work é uma das mais relevantes do mercado por ser considerada um diferencial para a marca empregadora de uma empresa, que passa a ser reconhecida como um bom lugar para trabalhar.

Pensando em oportunidades para a Comunicação Interna exercer sua influência em temas cruciais para o negócio, profissionais da área devem entender o impacto de seu trabalho na na conquista desse selo a fim de aprimorar as estratégias e ganhar cada vez mais visibilidade nas companhias. 

Para falar sobre como fortalecer, do planejamento à execução, a Comunicação Interna para ser um Great Place To Work, o terceiro episódio do Dialog Experts recebeu Leonardo Pires (Gerente de Comunicação Interna e Cultura na Atlantica Hospitality International, empresa certificada GPTW), Maria Fernanda Almeida (Sócia-fundadora da Incanto Comunica, agência com histórico de apoiar clientes na obtenção da certificação) e Suellen Moreira (Head de Marketing e Eventos do Great Place To Work® Brasil).

Você pode assistir ou escutar o conteúdo na íntegra. Aproveite para se inscrever.

Comunicação Interna e GPTW: o papel estratégico

Afinal, pensando na relação entre Comunicação Interna e GPTW, qual é o papel da área para fazer com que uma empresa se torne um excelente lugar para trabalhar?

Para Suellen Moreira, em uma escala de 0 a 10, a importância da área no processo de certificação tem peso 10. Ela lembra que, segundo a consultoria Great Place to Work®, um bom lugar para trabalhar é aquele no qual colaboradores confiam na liderança, têm orgulho do trabalho que realizam e gostam dos seus colegas. Para ela, a Comunicação Interna é fundamental nesse processo, assim como a liderança, que deve ser um pilar comunicacional dentro da organização.

“Com a Comunicação Interna, é possível fortalecer a confiança, incentivar e contribuir para o senso de pertencimento das pessoas no ambiente e proporcionar o alinhamento, algo muito importante para a evolução contínua dos negócios.”

Suellen lembrou de dados recentes da pesquisa Tendências Gestão de Pessoas 2025, que apontou que 33% consideram a Comunicação Interna o maior desafio da área de RH (1º lugar no ranking) e a terceira maior prioridade para este ano. Esses dados são mais uma prova do impacto da CI nos resultados da organização e, consequentemente, na construção de um bom lugar para trabalhar.

Em complemento, Maria Fernanda Almeida ressaltou uma campanha institucional da Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação), lançada em 2024, com o mote “Comunicação Interna é Negócio”, que visava enfatizar a importância de uma Comunicação Interna estratégica e ressaltar como essa é uma área essencial para impulsionar a inovação, criar senso de pertencimento, trazer engajamento e aumento de performance.

Maria também compartilhou uma boa prática que sempre incentivou dentro das empresas nas quais trabalhou: dentro do papel consultivo de Comunicação Interna junto às áreas parceiras, sempre ao criar um planejamento estratégico, é necessário conectar essa demanda com os pilares do GPTW.

“Olhando para os pilares do GPTW, um deles é a Maximização do Potencial Humano; e um dos temas dessa frente é de diversidade, inclusão e pertencimento. Como a CI pode apoiar nisso? Influenciando de forma positiva a área responsável por esse tema. Faz sentido criar um grupo de embaixadores ou de afinidades? É interessante ter um manual visando à conscientização das pessoas? Quais eventos ou iniciativas fazem sentido ter de acordo com a cultura da empresa? O primeiro passo é a área de Comunicação Interna fazer essa provocação junto à área responsável. E o segundo está justamente nas mãos da equipe de CI. Por meio do ato de informar e comunicar: existem pautas fixas do tema em rituais de alinhamento ou canais de CI? Podemos desenvolver uma campanha de conscientização ou uma linha visual que traga sinergia e conecte as pautas desse tema?”, refletiu.

Já Leonardo, que gerencia uma área que tem o desafio de alcançar e comunicar para mais de 6 mil pessoas atuantes em diversos locais, falou sobre a “intencionalidade” das ações da Comunicação Interna.

“Quando a gente fala sobre o papel da CI, a gente define primeiro o que é esse excelente lugar para trabalhar. E [isso] vem muito com o planejamento. Nada é por acaso: a gente traz estratégia e intencionalidade para o planejamento de Comunicação Interna, que sempre reforça nossos valores e virtudes corporativas. (…) A gente tem que engajar sem perder a essência de cada uma dessas pessoas, humanizando a relação e promovendo essa transparência.”

E como fazer isso? Escutando as pessoas. Essa responsabilidade, entretanto, não é exclusiva da área de CI, sendo também de RH e da própria liderança.

Boas práticas de Comunicação Interna e GPTW

Os convidados compartilharam algumas boas práticas de comunicação recomendadas às empresas que querem receber o selo GPTW.

A sócia-fundadora da Incanto Comunica considera que a CI tem atuação forte em todos os seis pilares da certificação, mas ressalta algumas práticas necessárias, como contar com canais de comunicação com colaboradores.

“Gostaria de dar destaque para a rede social corporativa. Entendo que é extremamente importante, e respeitando a cultura de cada empresa, ter uma diversificação de canais, como quadro de avisos, e-mail marketing, newsletter, TV corporativa, entre outros. Mas a rede social interna traz consigo características essenciais, como voz para as pessoas — e aqui estamos falando literalmente de todas as pessoas, não deixamos ninguém de fora. (…) Outra característica é a visibilidade e proximidade da liderança, que se torna humana, ‘gente como a gente’, traz a direção, o norte. É um canal de mão dupla, com feedbacks, escuta e métricas que apoiam essa construção, cada vez mais, de posicionar a área como estratégica.”

Além dos canais, ela também recomenda ter rituais de alinhamento, reforçando o papel da liderança como comunicadora, sendo próxima, acessível e visível, e trazendo a informação estratégica de forma objetiva, simples e transparente. 

“Sabe o tradicional café com o presidente ou as visitas da alta liderança nas unidades? São práticas tradicionais, mas que dizem muito sobre a cultura. Claro que podem ser combinadas com lives ou canais específicos para a liderança, mas o diferencial é: as pessoas querem trabalhar para uma empresa onde os líderes estão conectados às pessoas. E o papel da Comunicação Interna é fundamental para essa jornada”, disse Maria Fernanda.

Já a representante do GPTW recomenda: 

  • Escutar genuinamente os colaboradores para desenhar planos de ação, boas práticas e o que faz sentido investir;
  • Ter transparência nas comunicações;
  • Fazer discursos alinhados com o que acontece na organização;
  • Usar CI como meio de reconhecimento.

Leonardo complementou afirmando que, além de comunicar, é preciso se fazer entender. A comunicação deve ser compreendida pelos colaboradores para ser realmente efetiva. Além disso, ele recomenda investir na formação de uma liderança comunicadora, principalmente na escuta ativa e no ato de comunicar.

“Investir na liderança comunicadora é muito importante, porque quando uma pessoa responde na [pesquisa] GPTW ‘Você gosta de trabalhar aqui?’, no fundo ela está respondendo muito sobre a liderança direta.”

Por fim, ele recomendou campanhas genuínas, colocando “as pessoas na frente”, o que ajuda na aproximação dos colaboradores com os canais de CI. O líder citou como exemplo uma iniciativa feita para tirar fotos dos colaboradores administrativos e operacionais, que passaram a ser usadas nas campanhas da área.

Outra boa prática feita pela Atlantica Hospitality International foi a produção de uma websérie com a liderança, aproximando a empresa desse público e dos demais profissionais.

Atenção nos detalhes

Quando perguntada sobre as estratégias de Comunicação Interna nas organizações durante o processo de obtenção da certificação GPTW, Maria Fernanda citou duas questões: a primeira é que a melhor saída é investir em campanhas claras, objetivas e que mostrem as principais práticas das empresas para incentivar a participação dos colaboradores na pesquisa.

E a segunda está relacionada ao Culture Audit (livro de boas práticas que deve ser enviado pelas empresas). A sócia-fundadora afirmou acreditar muito na construção desse material com alma, ouvindo, destacando as práticas diferenciadas e únicas de cada empresa, identificando como promover a inovação, a colaboração, o trabalho em equipe, e detalhando as práticas de gestão de pessoas e diversidade.

Ela considera que as duas questões demandam alguns pontos em comum: 

  1. Ter canais de Comunicação Interna, rituais e práticas estruturadas de alinhamento com a liderança;
  2. Promover a valorização das pessoas;
  3. Ter uma comunicação acessível e representativa, garantindo que todos se sintam pertencentes;
  4. Garantir que a CI reflita e reforce os valores da empresa, conectando colaboradores à missão organizacional;
  5. Oferecer conteúdos que incentivem o crescimento profissional e pessoal dos funcionários;
  6. Comunicar iniciativas que promovam qualidade de vida, saúde mental e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

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Do Workplace para Dialog: Veja este case de migração com 95% de engajamento https://blog.dialog.ci/do-workplace-para-dialog-veja-este-case-de-migracao-com-95-de-engajamento/ https://blog.dialog.ci/do-workplace-para-dialog-veja-este-case-de-migracao-com-95-de-engajamento/#respond Mon, 28 Apr 2025 17:18:59 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5874 O Workplace, ferramenta de Comunicação Interna da Meta, será descontinuado ainda em 2025 e muitas empresas ainda não começaram o plano de migração para uma nova plataforma. Se esse é o seu caso – ou se sua Comunicação Interna precisa migrar para uma rede social corporativa ou plataforma de CI -, esse conteúdo é para […]

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O Workplace, ferramenta de Comunicação Interna da Meta, será descontinuado ainda em 2025 e muitas empresas ainda não começaram o plano de migração para uma nova plataforma. Se esse é o seu caso – ou se sua Comunicação Interna precisa migrar para uma rede social corporativa ou plataforma de CI -, esse conteúdo é para você!

A Qualicorp, líder nacional no setor de planos de saúde coletivos, escolheu a plataforma da Dialog para a transição e já vê o engajamento dos quase 2.000 colaboradores subir mês a mês, desde 2024, quando foi concluída a mudança.

Nesse processo, a empresa contou com o apoio da agência DALE para desenhar uma estratégia a fim de garantir que a migração fosse o mais suave possível para os colaboradores. O resultado inicial? 95% de usuários ativos na nova plataforma de Comunicação Interna e Engajamento de colaboradores.

No segundo episódio do Dialog Experts, Marcelo Rouco (CEO na DALE) e Vinicius Leonel (Coordenador Sr. de Comunicação Interna, RP e D&I na Qualicorp) compartilharam detalhes do case de sucesso, dicas e boas práticas.

Confira os principais insights neste texto e clique aqui para assistir o conteúdo na íntegra.

Qualicorp: os fatores que levaram à migração do Workplace para Dialog

Antes de falar da migração do Workplace para a Dialog como o principal canal de Comunicação Interna na Qualicorp, Vinicius Leonel compartilhou um pouco do cenário da empresa.

A maior empresa de administração de benefícios de saúde no Brasil, que entrou no mercado na década de 1990 visando democratizar o acesso a esse tipo de serviço, tem um público interno majoritariamente feminino (cerca de 70%, sendo que metade é mãe), cenário que também é refletido na liderança da organização: 60% dos líderes são mulheres.

Os cerca de 1.800 colaboradores da empresa são, em sua maioria, administrativos e a Qualicorp usava o Workplace desde 2021.

Entretanto, o coordenador contou que a decisão pela troca de plataforma foi tomada antes mesmo do anúncio de descontinuação da solução da Meta, mesmo a Qualicorp sendo um case de sucesso na plataforma.

Os principais motivos que levaram a empresa a começar a buscar substitutos foram:

  1. Custo alto em dólar;
  2. Falta de suporte por parte da Meta;
  3. Falta de inovação.

“A gente não via nada novo e sabemos agora — com a Inteligência Artificial muito bem incorporada nas nossas vidas — que aquela plataforma, do jeito que estava, não supriria mais o que precisávamos a partir das inovações que estão acontecendo e que ainda vão acontecer”, afirmou Leonel. Diante disso, cerca de 6 meses antes do término do contrato com o Workplace, a Qualicorp iniciou a procura pela plataforma substituta. 

A Dialog é a ferramenta perfeita para as empresas que usam o Workplace, que será descontinuado ainda neste ano. Migrando para a Dialog, sua Comunicação Interna não sai perdendo. Grande parte dos conteúdos e dados do Workplace podem ser integrados à nossa estrutura e sistemática de plataforma. Conheça agora!

Na visão do especialista, o que chamou a atenção na Dialog foi justamente a Inteligência Artificial integrada à ferramenta, o compromisso de trazer inovações contínuas para o produto e os eventos e conteúdos promovidos pela HRTech para profissionais de Comunicação Interna.

Outro ponto ressaltado por Vinícius para a escolha foi a agência DALE, parceira tanto da Qualicorp quanto da Dialog.

Do Workplace para Dialog: os medos superados

O processo de migração de plataformas traz consigo desafios e é natural que equipes de Comunicação Interna tenham medo. Vinicius considera necessário usá-lo como preparação para possíveis ameaças.

Ele contou que a estratégia definida pelo time foi focar em sua especialidade posteriormente e, antes disso, contar com o apoio da DALE e Dialog para benchmarking de outras empresas que fizeram esse tipo de transição, para assim entender o que replicar, o que evitar.

Um dos primeiros passos, então, foi marcar com as lideranças de TI e Segurança da Informação da Qualicorp com a Dialog para que fossem sanadas todas as dúvidas.

“Conversei com as lideranças de cada uma das áreas [TI e SI] e elas explicaram a plataforma de maneira bem didática onde a segurança da plataforma estaria. Isso ajudou muito!”

Esse medo inicial, segundo Leonel, foi apaziguado ao perceber ao longo do processo que a transição seria tranquila se as etapas fossem feitas corretamente.

Outro temor citado pelo coordenador era referente ao backup de informações do Workplace. Ele contou que a Dialog conseguiu levar as informações desejadas para a nova plataforma.

O terceiro e último medo citado por Vinicius era sobre a aceitação dos colaboradores com a nova plataforma, visto que o Workplace já fazia parte do dia a dia do público interno.

Para vencer esse ponto, ele lembrou da importância de contar com uma cultura consolidada de Comunicação Interna e ressaltou que o engajamento dos colaboradores já era uma realidade quando a empresa usava a solução da Meta.

“Se o Workplace funciona tão bem aqui, o que eu vou fazer? Os colaboradores não vão entender, vão perguntar por que mudou, como funciona… e agora? Então fizemos uma live antes da migração para explicar a plataforma, explicar os usos, explicar cada sessão que iríamos montar. (…) E a gente olhava os comentários e lia ‘que plataforma maravilhosa!’, ‘superintuitivo, muito mais fácil, melhor’, aí rompemos mais um medo”.

Marcelo Rouco explica que esses medos vêm muito mais da “pessoa atrás do crachá”, das consequências de um possível fracasso na transição, na imagem profissional das pessoas que trabalham com CI, e que contar com a expertise de parceiros como agências e a própria plataforma ajudam a acalmar os ânimos.

O lançamento do Conecta Qualis, a nova plataforma

O cenário da Qualicorp em meio à transição de canais era complexo: a empresa, que vem passando por mudanças em seu portfólio, mudaria de sede em dezembro de 2024, apenas um mês depois do lançamento do Conecta Qualis, e completaria um ano da nova cultura (DNA Quali) logo em seguida, em janeiro de 2025.

Com tantos pratos a serem equilibrados, a Qualicorp contou com o apoio da DALE para a construção de peças, campanhas e suporte na estratégia de lançamento.

O caminho trilhado foi de apresentar alguns detalhes da plataforma, não só com a live, mas também com comunicações, para que os colaboradores ficassem curiosos com a nova plataforma, mas, ao mesmo tempo, sabendo o que poderiam esperar com a mudança. O mesmo foi feito com as outras novidades, como o novo escritório.

Em janeiro, durante a celebração do 1º ano do DNA Quali, o time de CI fez uma competição saudável para descobrir o colaborador mais engajado na plataforma. O resultado? Segundo Vinicius, os acessos “explodiram”! Em menos de 3 meses, a solução já ultrapassou a casa dos 90% de usuários cadastrados e 95% de colaboradores ativos.

Marcelo comentou que apostar na transparência ajuda a diminuir a ansiedade natural do ser humano em momentos de mudanças. No caso do Conecta Qualis, ele considera que colaboradores entenderam para onde a empresa estava indo com a live feita enquanto ainda usavam Workplace. “Essa transparência gera conexão verdadeira com a empresa.”

Leonel afirmou que a plataforma é mais do que um canal de Comunicação Interna, é um hub estratégico de informações, no qual os profissionais encontram documentos úteis, como formulários, normas e outros materiais.

“A gente deixa lá os materiais porque sabemos que é a fonte desses colaboradores, então eles vão acessar. Às vezes, você tornar a sua plataforma de comunicação um hub de conteúdo faz com que ele [colaborador] entre lá para achar o que precisa e vê uma notícia. Saber trabalhar as duas coisas — conteúdo informativo e importante para o trabalho — ajudou muito.”

Outra estratégia que contribui para o sucesso do case é incluir um espaço durante o processo de onboarding para falar sobre a plataforma e também colocar o link do Conecta Qualis logo na página inicial do navegador para facilitar o acesso.

Mais uma ação feita para garantir o sucesso da ferramenta foi a criação de um canal de dúvidas, garantindo que os funcionários não se sentissem desamparados depois do lançamento, não deixando que esse público se afastasse da solução. “Se ela entra lá e não se sente confortável lá, ela não volta.”

O CEO da DALE recomenda que a área de Comunicação Interna tenha o canal como ferramenta geral de trabalho, visto que outras áreas não terão o mesmo caminho com o viés comunicacional, então é preciso oferecer valor.

A participação da liderança 

A liderança também foi peça fundamental no lançamento da plataforma, pois sua presença incentiva as equipes a estarem presentes no canal.

Vinicius conta que líderes são participativos nas ações e nos cascateamentos de informações, mas que a área de CI busca cada vez mais protagonismo no canal por parte desse público para não deixar que o engajamento se perca. “Se a gente não fomentar a participação constante, a gente perde essa cultura da liderança estar ali participando.”

Uma estratégia adotada foi, junto com o RH, descobrir boas práticas de líderes para divulgar no Conecta Qualis, o que faz com que outras lideranças se aproximem da plataforma e se inspirem para também serem reconhecidos dessa forma.

Outra forma de aproximar CI de líderes, de acordo com o coordenador, foi o uso de dados. “Eu só ganhei a confiança da liderança porque, diferentemente de alguns colegas [profissionais de CI em geral] que sei que não gostam muito de trabalhar com números, eu não sei trabalhar em comunicação sem dados. Eu mostro tudo que eu faço para a minha liderança semanalmente com dados da plataforma.”

Dicas e pontos de atenção

Como empresas – principalmente aquelas que contam com público operacional – podem se preparar para essa transição entre plataformas de Comunicação Interna? Quais são os pontos de atenção?

Marcelo Rouco indica pensar no offline como isca para atrair colaboradores da operação para o canal digital, mapeando a jornada desse profissional para entender como alcançá-lo com essa informação/convite.

Quando perguntados sobre dicas para profissionais de CI que estão passando (ou vão passar) pela migração do Workplace (ou qualquer outro tipo de canal) para uma plataforma como a Dialog, os convidados citaram:

  1. Crie um cenário prévio: um ambiente para a mudança com teasers que deixem os colaboradores curiosos;
  2. Transparência com os funcionários: informe o que vai mudar, o porquê, peça feedback para entender possíveis melhorias etc.;
  3. Avalie a plataforma para além do custo: ela é compatível com a cultura da organização?
  4. Priorize opções com IA para evitar que o canal se torne obsoleto com o tempo;
  5. Mostre as vantagens que os colaboradores terão com a nova plataforma.

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Tendências de Comunicação Interna 2025 e como aplicá-las https://blog.dialog.ci/tendencias-de-comunicacao-interna-2025-e-como-aplica-las/ https://blog.dialog.ci/tendencias-de-comunicacao-interna-2025-e-como-aplica-las/#respond Mon, 03 Feb 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5611 Quais são as tendências de Comunicação Interna 2025? Esse foi o tema principal do primeiro episódio do Dialog Experts, novo projeto que convida especialistas do mercado de CI para debater sobre assuntos relevantes para profissionais da área. As convidadas da vez foram Flávia Rios, CEO na Rede Comunicação, e Kerlin Dutra, diretora de Planejamento e […]

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Quais são as tendências de Comunicação Interna 2025? Esse foi o tema principal do primeiro episódio do Dialog Experts, novo projeto que convida especialistas do mercado de CI para debater sobre assuntos relevantes para profissionais da área.

As convidadas da vez foram Flávia Rios, CEO na Rede Comunicação, e Kerlin Dutra, diretora de Planejamento e Conteúdo na HappyHouse. Além de falarem sobre as tendências propriamente ditas, elas debateram como identificar quais delas são realmente aplicáveis em cada empresa e o que faz sentido ser colocado em prática.

Você pode assistir ao conteúdo na íntegra clicando aqui.

Antes das tendências de Comunicação Interna 2025, os aprendizados

Antes de falar sobre quais são as tendências de Comunicação Interna 2025, as entrevistadas responderam quais são os maiores aprendizados dos últimos anos que não podem ser esquecidos por profissionais de CI que querem desenvolver uma atuação estratégica neste ano.

Para Kerlin, estar em movimento e em desenvolvimento contínuo para acompanhar as mudanças do mercado de Comunicação Interna é um aprendizado, a flexibilidade e o jogo de cintura também foram habilidades adquiridas.

Ela ainda cita que a área de Comunicação Interna vem ganhando cada vez mais relevância e trabalhando junto à liderança e a c-levels para atrair e reter talentos. Além disso, entender e lidar com a liderança comunicadora também foram aprendizados importantes para profissionais de CI

“Treinar líderes e estar ao lado deles como profissional de Comunicação Interna, apoiando e instrumentalizando, é o que vai fazer com que essa comunicação se torne mais forte e mais eficaz.”

Flávia complementa citando que, mesmo com a resistência de alguns, os profissionais de CI devem adotar e usar dados em seu dia a dia. Segundo ela, é fundamental ter proximidade com o board executivo e garantir um assento estratégico nessa mesa. Porém, Flávia ressalta que esse lugar só é conquistado a partir do momento que a Comunicação Interna se posiciona como uma área verdadeiramente estratégica.

“Então, para que eu seja estratégica, não adianta eu chegar lá e falar ‘ah, eu sou de humanas e não sei de números’. Você precisa saber da estratégia da empresa, dos números que regem a empresa, precisa entender a meta que está ali colocando o CEO para caminhar.”

Agora sim, as tendências

A diretora da HappyHouse começou chamando a atenção para temas relacionados ao bem-estar do colaborador, como felicidade corporativa e saúde mental, que — segundo ela — devem ser apoiados pela Comunicação Interna.

Kerlin também citou a sustentabilidade e enfatizou que a área deve trabalhar na divulgação de iniciativas desenvolvidas pela empresa a fim de que haja ciência e conscientização por parte dos colaboradores.

A autenticidade foi outro ponto citado pela diretora, que explica que cada organização possui necessidades próprias e que não é possível fazer um simples “copia e cola” que funcione para todas as empresas.

No âmbito de canais e conteúdo, Kerlin considera que, em 2025, a tendência é seguir uma estratégia de menos canais, mas mais eficazes. Ela cita que muitos clientes da HappyHouse fizeram a revisão dos canais usados no último ano.

“[A tendência é] ter poucos e efetivos canais de Comunicação Interna que atinjam todo o público interno com agilidade.”

Já em relação ao conteúdo, ela sugere que times de CI façam uma curadoria de informações relevantes para o público — incluindo comunicações sobre a cultura organizacional, que precisa ser forte para manter a companhia estável e a marca empregadora.

A CEO na Rede Comunicação citou a tecnologia, humanização e personificação das comunicações como tendências.

“Já estamos vivendo em uma sociedade de comunidades, estamos cada vez mais com os fandoms, essas comunidades de fãs… E dentro das organizações, isso não é diferente. Acho que de todas essas temáticas [citadas por Kerlin], como é que a tecnologia vai nos ajudar a ter comunicações mais efetivas, assertivas e personificadas? (…) A tecnologia é uma parceira fundamental para isso, para segmentar, para dar dados, para orientar.”

Ela ainda afirma que com o avanço da tecnologia, as pessoas querem se sentir únicas, valorizadas e representadas. Por fim, Flávia analisa que vivemos na era dos criadores de conteúdo, sendo assim, o uso de influenciadores internos — que vem crescendo nos últimos anos — se intensifica neste ciclo.

O que faz sentido para a organização?

Ok, você já entendeu quais são as tendências de Comunicação Interna 2025, mas como fazer o filtro do que faz ou não sentido aplicar na sua empresa?

Para Flávia, é o “velho e bom” diagnóstico. Ela cita como exemplo que a Rede e HappyHouse, mesmo sendo duas agências de comunicação, são empresas diferentes que têm necessidades e estratégias distintas. O mesmo se aplica para cada área de CI.

“Temos que sentar, entender, diagnosticar, pegar dados e números, conversar com os influenciadores oficiais e não oficiais”, explicou a CEO.

Kerlin corrobora o ponto e explica que existem diferentes formas de fazer esse diagnóstico, inclusive por canais de CI que entregam dados para acompanhamento em tempo real.

Além disso, conhecer o público interno é um passo fundamental para entender se a tendência é aplicável, segundo a diretora da HappyHouse. O terceiro filtro a ser feito é analisar se a tendência conversa com a cultura da organização. 

Conhecer a estratégia do negócio, entender os objetivos e as metas organizacionais, também ajudam profissionais de Comunicação Interna a filtrar tendências.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial é, certamente, um dos temas mais discutidos por profissionais de Comunicação Interna nos últimos dois anos. Em 2025, o uso da tecnologia deve se intensificar, mas ela chega para roubar empregos? Flávia explica que não.

Ela reflete que as conversas atuais passaram da fase do “usar ou não usar” para o “como fazer essa adaptação”, mas que a IA não vem para substituir o que é único do ser humano.

“A Inteligência Artificial é isso: um grande suporte e um grande auxiliar que vai revolucionar — já está revolucionando — o que a gente vem fazendo. Mas não substitui o humano, e a Comunicação Interna tem muito do humano, tem muito do olho no olho. Quantas pessoas permanecem na organização não por causa do salário, mas porque acreditam naquilo, porque acreditam em alguém”, comentou Flávia.

Kerlin, que se considera entusiasta da IA, enxerga a tecnologia como uma parceira que traz agilidade na operação, enquanto a estratégia e a condução são humanas.

A diretora explica que a IA chega para dar suporte às equipes, normalmente enxutas, para justamente ganhar agilidade no dia a dia — seja produzindo um conteúdo ou colhendo insights de reuniões, por exemplo.

Leia também:

Dicas

As especialistas compartilharam dicas para profissionais de Comunicação Interna a fim de que a área seja reconhecida por sua importância e seu impacto no negócio.

Flávia cita: conhecer o público interno é essencial para entender quais são os melhores canais e formatos no intuito de compartilhar mensagens relevantes para os colaboradores. Outro ponto é conhecer as metas e a estratégia da empresa, de forma que a área complemente tudo isso.

Além dos pontos citados, Kerlin aponta que times de CI devem conhecer a cultura organizacional, monitorar dados e estar em constante desenvolvimento. Por fim, ela recomenda que esses profissionais assumam uma postura mais estratégica e busquem trabalhar junto a c-levels e diretorias.

“Um profissional que sabe se comunicar, conhece e define a estratégia de comunicação com pessoas é fundamental. Então, se posicione dessa forma”, finalizou Kerlin.

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