dialog ai week Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/dialog-ai-week/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 15 Oct 2025 16:58:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png dialog ai week Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/dialog-ai-week/ 32 32 Dicas práticas de Inteligência Artificial na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/dicas-praticas-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/dicas-praticas-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Mon, 25 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6117 A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já é uma realidade. De acordo com a Aberje, 54% das organizações utilizam Inteligência Artificial na área de comunicação (interna e externa). A produção de conteúdo, a geração de insights e o aumento de produtividade são as principais finalidades na utilização dessa tecnologia. Mas falando em prática: quais são […]

The post Dicas práticas de Inteligência Artificial na Comunicação Interna appeared first on Dialog Blog.

]]>

A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já é uma realidade. De acordo com a Aberje, 54% das organizações utilizam Inteligência Artificial na área de comunicação (interna e externa). A produção de conteúdo, a geração de insights e o aumento de produtividade são as principais finalidades na utilização dessa tecnologia.

Mas falando em prática: quais são as melhores opções hoje em dia? E como fazer um bom prompt? Na última live da 2ª edição da Dialog AI Week, Maurício Talão, COO da Clima Comunicação, e Vívian Rio Stella, linguista, professora e idealizadora da VRS Academy, falaram sobre exemplos práticos e a importância do fator humano.

Você pode assistir ao conteúdo na íntegra ou escutar a versão podcast.

banner dialog cases

Ferramentas úteis de Inteligência Artificial na Comunicação Interna

Pensando no uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna, perguntamos aos especialistas quais ferramentas ou recursos têm se mostrado mais úteis no dia a dia da Comunicação Interna.

Antes de citar exemplos práticos, Maurício Talão considera que existem quatro grandes frentes de recursos de IA para Comunicação Interna: assistentes de texto, análise de dados, automação de fluxo e ferramentas com IA nativa. A partir disso, ele mencionou algumas opções que utiliza em seu dia a dia:

  • CHAT GPT (Modo 4 e 3): mais analítico para tarefas mais complexas;
  • DALL E e DALL E3: geração de imagens; 
  • ADOBE FIREFLY: criação de imagens; 
  • VEO3 (Google): vídeos realistas; 
  • GEMINI: análise de documentos; 
  • MANUS: criações de aplicações e MVPs; 
  • GROK: raciocínios mais estruturados; 
  • GAMMA: criação de apresentações; 
  • LOVABLE: criação de sites e app simples; 
  • UX PILOT: interfaces de experiência do usuário; 
  • TL-DV: gravação de reunião; 
  • PLAUD.AI: gadget de gravação e assistente de notas.

Vívian aponta a necessidade de identificar a dor que o profissional de CI quer resolver para entender qual é a melhor opção, visto que existem muitos recursos. Ela citou como recomendações o Google NotebookLM e o Scite (ferramenta de IA acadêmica).

Ela também deu dicas de como usar a IA de forma estratégica. Uma delas é colocar as ferramentas para “conversar entre si”, ou seja, pegar o resultado gerado por uma e colocar em outra para obter o melhor resultado.

Maurício complementou recomendando que não se deve aceitar a primeira resposta dada por uma IA generativa, pois é a opção mais genérica.

Prompts

Vívian explica que os prompts são o começo, não o final do caminho, e que muitos querem fazer um “prompt matador” para acelerar a criação quando, na verdade, a conversa com a IA é uma etapa importante.

Ela recomenda especificar bem o que deseja no prompt, até mesmo quebrando em passos (mas não mais de 3, para não gerar respostas alucinadas de IA). Além disso, a linguista reforçou o ponto levantado por Maurício: não aceitar a primeira versão, pois ela dificilmente atenderá às expectativas.

Vívian contou que chegou a perguntar para o próprio Gemini qual seria um bom prompt para ele, e a ferramenta respondeu: algo com clareza, especificidade, direcionamento, contexto, restrições, formato, tom de voz, exemplos e objetivo claro.

Maurício compartilhou algumas dicas práticas, confira na imagem abaixo:

Fonte: Clima Comunicação

Questionada sobre quais são os cuidados que devemos ter ao criar prompts para evitar vieses e garantir que a IA entregue respostas mais precisas e éticas, Vívian ressalta a importância de saber quais referências buscar, além de questionar essas referências e interagir com a IA para evitar resultados com vieses inconscientes.

Complementando a resposta, Maurício recomenda compartilhar com a IA, sempre analisando se as informações não são sigilosas, alguns dos conteúdos de Comunicação Interna para que a ferramenta consiga entender o tom de voz esperado de maneira mais fácil.

Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário.

Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

The post Dicas práticas de Inteligência Artificial na Comunicação Interna appeared first on Dialog Blog.

]]>
https://blog.dialog.ci/dicas-praticas-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/feed/ 0
O uso ético da Inteligência Artificial na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/o-uso-etico-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/o-uso-etico-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Thu, 21 Aug 2025 20:23:49 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6110 Como usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna de forma segura, ética e, acima de tudo, humana?  Essa pergunta pautou a segunda transmissão da Dialog AI Week, que abordou os riscos e cuidados com segurança da informação e LGPD, os limites éticos no uso de IA generativa e como equilibrar eficiência com empatia na criação de […]

The post O uso ético da Inteligência Artificial na Comunicação Interna appeared first on Dialog Blog.

]]>

Como usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna de forma segura, ética e, acima de tudo, humana? 

Essa pergunta pautou a segunda transmissão da Dialog AI Week, que abordou os riscos e cuidados com segurança da informação e LGPD, os limites éticos no uso de IA generativa e como equilibrar eficiência com empatia na criação de conteúdos.

Esse debate tão importante foi conduzido por Adriano Zanni, diretor de Atendimento e especialista em Comunicação Interna no Grupo In Press, e Cynthia Provedel, fundadora da Caminho do Meio e cofundadora da ComunIA, primeira comunidade que estuda o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna no Brasil. 

Você pode assistir na íntegra ou escutar a versão podcast.

banner dialog cases

O equilíbrio da Inteligência Artificial na Comunicação Interna

Como encontrar o equilíbrio entre eficiência operacional e empatia no uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna com o uso da IA?

Cynthia lembra que a empatia é uma habilidade “intrinsecamente humana” e cita o futurista alemão Gerd Leonhard, que questiona se as pessoas vão ser orientadas pela mudança ou se elas a orientarão, além de afirmar que as máquinas são boas em simular, mas não em ser e, por fim, que o futuro está justamente em transcender a tecnologia.

Para a cofundadora da ComunIA, a empatia é colocada em prática na medida que é adotada uma abordagem que busca esse uso responsável, ético e consciente da Inteligência Artificial em Comunicação Interna. Na prática, isso significa analisar e usar os dados (ou demais conteúdos) gerados por IA de forma humana, levando em consideração a cultura organizacional, por exemplo. O dado por si só não basta.

“Falando um pouco do uso aplicado da Inteligência Artificial na Comunicação Interna, quando a gente pensa em aplicar para brainstorming, temos várias informações genéricas que vão precisar de um pensamento crítico para ver o que é viável de acordo com o contexto daquela organização, do que faz sentido ou não. A mesma coisa para o texto, que pode ser produzido por IA buscando a personalização e segmentação que tanto falamos, mas, no final das contas, às vezes tomamos tanto tempo para consolidar um tom de voz de CI que não dá para abrir mão disso. (…) A IA vai apoiar, nos assistir, mas de forma complementar.”

Adriano reflete que o uso de plataformas de IA generativa têm uma ótica coletivista, sendo  uma soma de repertório de briefings e de bagagens de buscas feitas dentro desse ambiente, por isso é necessário se atentar a questões de LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e de ética e integridade. Ele afirma que levar isso em conta também é equilibrar a tecnologia com empatia e humanização.

Ele também ressalta que essas plataformas podem conter vieses inconscientes. O diretor compartilhou uma experiência própria, quando pediu para uma ferramenta de IA gerar imagens de 100 médicos. Depois do resultado, começou a filtrar: quando pediu para mostrar somente os mais jovens, o número desceu para 40. Quando o prompt era mulheres mais jovens, sobraram 6 imagens. E quando acrescentou o viés racial, restaram apenas duas ou três opções.

“Isso é só para referenciar que o que praticamos no off-line, o que discutimos na sociedade, está exatamente refletido na construção dos prompts, que é o background que a IA generativa nos dá. Isso também passa por vieses de empatia.”

Inclusive, Adriano convida profissionais de Comunicação Interna para que façam essa análise durante o uso da tecnologia.

“Será que estou gerando um texto, um documento, uma apresentação, um vídeo ou um audiovisual que é acessível para todo mundo? Que é inclusivo? Que tem uma linguagem e um formato que respeite o cluster de personas que tenho na minha Comunicação Interna, que vão consumir aquele conteúdo de uma IA generativa?”, ponderou.

Indo além, ele comenta também sobre a necessidade de informar para a IA o que não quer que ela crie e que esse movimento também passa por empatia e humanização.

Cuidados éticos e legais

Adriano cita 5 pontos como cuidados éticos e legais que os profissionais de Comunicação Interna devem ter ao utilizar IA generativa no ambiente corporativo, respeitando a LGPD e evitando riscos na manipulação de dados internos:

  1. Sempre leia os termos de serviço de cada plataforma de IA que será utilizada.
  2. Quando criar prompts, não cite artistas específicos para evitar plágio/ferir direitos autorais.
  3. Ao criar algo, cheque no Google Research se não há algo parecido. Se houver, não use.
  4. Deixe claro que o conteúdo foi criado com IA.
  5. Mantenha o registro dos prompts para argumentar o raciocínio usado.

Cynthia provoca ao lembrar que muitas pessoas simplesmente usam IA sem levar em consideração esse tipo de cuidado, sem questionar.

Ela compartilhou também uma reflexão feita por um estudo do Instituto de Comunicação Interna do Reino Unido, que apontava que quem cria essas tecnologias de IA nem sempre fornece aos usuários instruções de como utilizá-las de maneira ética. E ela considera que esse movimento pode ser puxado pela área de CI nas organizações.

“A nossa atuação transversal, interagindo com outras áreas, favorece para que a gente protagonize e puxe discussões a respeito de uma governança multidisciplinar estruturada para a condução dessa temática.”

Provedel contou que a ComunIA teve a chance de traduzir um conteúdo do instituto do Reino Unido com diretrizes para o uso ético de IA, são elas:

  • Aplicar IA seguindo valores e cultura organizacional;
  • Atuar de forma legal e segura;
  • Promover uma adesão centrada no ser humano, pensar no impacto do conteúdo no ser humano;
  • Dialogar organizacionalmente para que o uso seja feito com segurança;
  • Defender o compartilhamento de pensamento crítico (incentivar que as pessoas não usem IA de forma automática, sem consciência);
  • Uso inclusivo e acessível;
  • Monitorar e minimizar o impacto da IA na sustentabilidade.

Adriano compartilhou que as empresas vêm se preocupando com a segurança de seus dados quando o assunto é uso de plataformas de IA e que vêm tentando assegurar que as ferramentas usadas e os fornecedores possuam o mesmo cuidado.

Protagonismo dos profissionais de Comunicação Interna

A ComunIA tem defendido uma IA mais consciente, inclusiva e ética. Questionada sobre como os comunicadores internos podem se tornar protagonistas dessa transformação e evitar o uso automático e sem senso crítico das ferramentas, Cynthia menciona a criação de narrativas estruturadas e o apoio a uma cultura que contextualiza o uso de IA.

“Quando a gente dá clareza para as pessoas de que forma a IA dialoga com a cultura organizacional, porque a IA é importante para a cultura, porque a IA é importante para a estratégia do negócio, a gente dá sentido para esse uso. Ajudamos as pessoas a compreender a oportunidade daquela aplicação.”

Segundo ela, essas narrativas, inclusive, podem ser corroboradas pela liderança.

“Como ajudar as pessoas a fazer boas perguntas, não só para o prompt, mas perguntas a respeito dos porquês que nos ajudam a tomar uma decisão para um lado ou para o outro em relação ao uso de IA. E a liderança comunicadora pode contribuir nisso, ajudando os times a pensar nas dores do negócio, nas suas áreas e em como a IA pode atuar nesses temas.”

Resumindo, as oportunidades de protagonismo têm foco no uso crítico e menos orgânico e automático. Isso protagoniza discussões em termos de governança, constrói narrativas que justificam e contextualizam o uso da IA conectada à cultura organizacional e à estratégia do negócio e, com o apoio da liderança, fomenta discussões sobre competências que vão sustentar essa jornada.

Adriano aponta que, se a área está automatizando processos que vão possibilitar que profissionais tenham tempo para conectar pensamentos estratégicos, olhar para os OKRs do negócio, metas e KPIs de cultura, planejar, diagnosticar e mensurar, que o setor use cada vez mais prompts estratégicos, Inteligência Artificial para produção de conteúdo e pequenos planos táticos.

Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário!

Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

The post O uso ético da Inteligência Artificial na Comunicação Interna appeared first on Dialog Blog.

]]>
https://blog.dialog.ci/o-uso-etico-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/feed/ 0
Conheça o ecossistema de Inteligência Artificial na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/conheca-o-ecossistema-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/conheca-o-ecossistema-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Wed, 20 Aug 2025 17:07:53 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6101 A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já se consolidou como uma dupla estratégica. Agora é hora de ir além das discussões iniciais e explorar o verdadeiro potencial da tecnologia para inovar, otimizar e engajar de forma mais eficaz. Para aprofundar essa conversa e impulsionar iniciativas, promovemos  — entre 19 e 21 de agosto — a […]

The post Conheça o ecossistema de Inteligência Artificial na Comunicação Interna appeared first on Dialog Blog.

]]>

A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já se consolidou como uma dupla estratégica. Agora é hora de ir além das discussões iniciais e explorar o verdadeiro potencial da tecnologia para inovar, otimizar e engajar de forma mais eficaz.

Para aprofundar essa conversa e impulsionar iniciativas, promovemos  — entre 19 e 21 de agosto — a 2ª edição da Dialog AI Week, semana de lives sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna.

A Dialog foi a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para engajamento. 

O Dialog AI possui três módulos que apoiam na produção de conteúdo, na inteligência de dados e no ganho de produtividade. Inclusive, lançamos neste mês a versão beta do Dialog AI Insights, módulo que entrega respostas qualitativas e quantitativas de acordo com o contexto da organização, avaliando minuciosamente as ações desenvolvidas dentro do canal de cada empresa. Você pode conhecê-los em detalhes clicando aqui.

Para apresentar esses três módulos, tanto em termos de tecnologia quanto de estratégia e possibilidades, Rafael Lanna, Head de Produto na Dialog, e Nicole Martini, gerente de Relacionamento Estratégico em Comunicação Interna na Dialog, foram os convidados da primeira live desta edição da AI Week.

Você pode assistir na íntegra ou escutar a versão podcast.

Ecossistema de Inteligência Artificial na Comunicação Interna

O primeiro módulo de Inteligência Artificial na Comunicação Interna apresentado por Rafael e Nicole foi o Power AI Creator, que produz o conteúdo perfeito de acordo com personas, tom de voz e outras características pré-definidas.

O módulo, lançado em 2023, reforça o compromisso da Dialog em buscar inovação e melhorias contínuas em nossa plataforma, oferecendo uma solução que apoia a Comunicação Interna e, ao mesmo tempo, possibilita que as demais áreas vejam o valor estratégico que o trabalho dos comunicadores internos tem dentro da organização.

“O objetivo do Power AI é poupar tempo, elevar a qualidade das peças produzidas e sugerir pautas alinhadas 100% ao universo de Comunicação Interna, como datas comemorativas, campanhas institucionais e termos estratégicos”, comentou Lanna.

Nicole lembra que as equipes de Comunicação Interna costumam ser pequenas — segundo a Aberje e a Ação Integrada, 46% delas possuem até 3 profissionais. Diante disso, é preciso aproveitar esse tipo de recurso para agilizar as entregas mais operacionais e focar no que é mais estratégico para a organização.

O Power AI permite criar conteúdos que serão publicados ou pelo próprio colaborador (desde que ele seja um dos administradores da plataforma) ou pelas personas, outro recurso que pode ser de grande valor para a área de CI.

“As personas são os autores das postagens institucionais na [plataforma] Dialog. Você pode ter uma ou mais personas, que podem representar as áreas ou os projetos que a empresa possui, como Diversidade e Inclusão ou editorias como ‘o presidente fala’. Na criação dessas personas, existem várias caixinhas que constroem o tom de voz de cada uma delas. Isso agiliza muito a construção desses conteúdos [no Power AI] para que eles sejam ainda mais assertivos”, explicou Nicole.

Ela ressalta a importância, assim como em outras ferramentas de Inteligência Artificial, de construir um bom briefing para gerar um conteúdo relevante. Na plataforma da Dialog, é possível informar qual é o público-alvo de cada persona, como ela se dirige aos colaboradores etc. “Dessa forma, é possível ter um conteúdo cada vez mais completo e direcionado”, ressalta.

O segundo módulo apresentado foi o Índice Dialog de Engajamento, que surgiu, segundo o Head de Produto, da seguinte questão: mede-se o nível de engajamento a partir de curtidas, postagens e comentários, mas não seria interessante medir pelo tempo que as pessoas gastam no aplicativo, identificando por onde [quais recursos] elas passam?

“Foi aí que surgiu a ideia de criar o Índice Dialog de Engajamento. Ele vai além das métricas superficiais, oferecendo uma visão profundamente integrada e multidimensional do engajamento, que combina dados quantitativos e qualitativos, permite benchmark com o próprio setor e utiliza Inteligência Artificial para fazer análises preditivas do comportamento dos colaboradores”, contou Rafael.

Nicole afirma que o índice é a “última camada” de dados fornecidos pela Dialog. Isso porque, além desse módulo, a plataforma conta com um dashboard que traz dezenas de indicadores.

Ela conta que os clientes da Dialog vêm recebendo um funil de métricas:

  • Base real: todos os colaboradores/usuários que podem acessar a plataforma);
  • Usuários cadastrados: colaboradores que realizaram seu primeiro acesso na plataforma;
  • Usuários ativos: colaboradores que entraram pelo menos uma vez no período analisado;
  • Usuários engajados/ultraengajados: qualificação dos usuários ativos, olhando dados como tempo de tela, cliques, curtidas, comentários, postagens etc. Acompanha a jornada do colaborador e traz, em números, quais são os ultraengajados.

“Nos próximos meses, construiremos uma variação ainda maior do que temos hoje. Além dos ultraengajados, teremos os engajados, os médio engajados, os pouco engajados e assim por diante”, compartilhou a gerente.

Esses dados apoiam a área de Comunicação Interna a entender quem são e onde estão os colaboradores engajados, também auxiliando a localizar quais públicos precisam receber um reforço em termos de engajamento.

AI Insights

O terceiro módulo que compõe o ecossistema para usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna é o AI Insights, que teve sua versão beta lançada em agosto de 2025.

Rafael Lanna afirmou que, ao analisar vários módulos de Inteligência Artificial, como Chat GPT e Gemini, é possível concluir que as pessoas gostam de conversar com a tecnologia. Foi aí que surgiu a ideia de aplicar o mesmo processo na área de CI.

“É um modo fácil das pessoas conseguirem dados, métricas de engajamento e insights diversos. E aí construímos o AI Insights, nosso modelo de conversar com a IA e conseguir tudo que as empresas possuem na base de dados da plataforma de Comunicação Interna [da Dialog]”, explica.

É possível perguntar, por exemplo, qual post teve mais curtidas em determinado período, o que tem de especial nele para inspirar outras publicações etc., atuando como um grande “oráculo” de Comunicação Interna.

“Você ter a possibilidade de conversar [com IA] sobre a sua própria base de dados é muito enriquecedor e permite aprimorar a estratégia da empresa”, refletiu Rafael.

A gerente de Relacionamento Estratégico em Comunicação Interna afirma que, enquanto o Índice Dialog de Engajamento é o dado qualificado dos usuários ativos que entraram na plataforma, o AI Insights traduz esse dado em comportamento e em ação.

“Ele [AI Insights] mostra o que tem por trás do número e, com as perguntas certas, conseguimos entender a fundo os comportamentos dos colaboradores. Com base nisso, é possível construir estratégias assertivas para apoiar nas campanhas e no dia a dia, além de aumentar exponencialmente o engajamento”, complementou Nicole.

Ela ainda falou sobre a segmentação, algo possível tanto no Índice Dialog de Engajamento quanto no AI Insights, um recurso fundamental para entender como engajar os diferentes públicos dentro da mesma organização.

Alguns clientes da Dialog já usam o AI Insights e, para finalizar a transmissão, a analista de Comunicação Interna na Tegma Gestão Logística, Larissa Henriques, compartilhou sua percepção do módulo e como ele ajuda no dia a dia.

Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário!

Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

The post Conheça o ecossistema de Inteligência Artificial na Comunicação Interna appeared first on Dialog Blog.

]]>
https://blog.dialog.ci/conheca-o-ecossistema-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/feed/ 0
Inteligência Artificial na Comunicação Interna: entenda como aplicar https://blog.dialog.ci/saiba-como-usar-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/saiba-como-usar-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Fri, 21 Feb 2025 12:59:43 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5669 Sem dúvida, o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna é um dos temas mais debatidos pelos profissionais da área nos últimos tempos. Por esse motivo, criamos a Dialog AI Week, semana temática sobre o uso de IA em CI.  Inclusive, somos a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um […]

The post Inteligência Artificial na Comunicação Interna: entenda como aplicar appeared first on Dialog Blog.

]]>

Sem dúvida, o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna é um dos temas mais debatidos pelos profissionais da área nos últimos tempos. Por esse motivo, criamos a Dialog AI Week, semana temática sobre o uso de IA em CI. 

Inclusive, somos a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para Engajamento. O Dialog AI apoia na produção de conteúdo, na inteligência de dados e no ganho de produtividade, sendo composto por três módulos:

Agende uma demonstração gratuita da nossa plataforma e conheça também o nosso ecossistema.

O segundo dia do evento abordou como a Comunicação Interna pode se beneficiar do uso da Inteligência Artificial; mas, para isso, o recurso precisa ser aplicado no dia a dia de um jeito estratégico.

Para falar sobre como colocar isso em prática, convidamos Flávia Marianno, analista pleno de DHO na Livelo, o maior programa de recompensas do Brasil. Atualmente, a empresa utiliza a solução e o módulo de produção de conteúdo da Dialog.

Convidamos também Kelly Cufone, diretora de Projetos na United Minds. Ela compôs a equipe que venceu o Prêmio Jatobá na categoria Pesquisa de Comunicação Interna por dois anos consecutivos, com projetos desenvolvidos para o Hapvida em 2017 e a Special Dog em 2018.

Você pode assistir ao webinar ou escutar o bate-papo na íntegra.

Inteligência Artificial na Comunicação Interna: vivências

As entrevistadas deram início ao webinar sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna compartilhando quando e como começaram a utilizar a tecnologia.

Flávia contou que concentrou o uso de IA na criação de textos simples. Ela citou como exemplo a época de Black Friday, período em que a empresa trabalhava ofertas mais agressivas, e era necessário reforçar para os colaboradores que as campanhas eram sigilosas e não deveriam ser compartilhadas antes do lançamento.

“Eu experimentei colocar um breve briefing na IA e inserir palavras-chave da cultura Livelo, pois a gente costuma reforçar muito a cultura em todas as comunicações que fazemos. E aí, com isso, percebi que consegui entregar um texto amigável, criativo e alinhado com a necessidade sem perder tanto tempo desenvolvendo uma ideia.”

A analista também gosta de usar Inteligência Artificial para ter insights capazes de engajar pessoas e propor ideias em estratégias de campanhas. Ela faz isso perguntando para a tecnologia quais são as possibilidades caso adote caminho A ou caminho B.

Kelly compartilha a visão de profissional de comunicação que trabalha em uma consultoria, ou seja, que atende diferentes clientes. 

Ela contou que a matriz global da United Minds criou uma plataforma exclusiva de IA (estilo ChatGPT) para os colaboradores das empresas do grupo usarem, assegurando a segurança da informação dos dados dos clientes atendidos.

A ferramenta apoia na produção de conteúdo, na criação e na busca de imagens, além de trazer prós e contras de determinado projeto e também oferecer uma outra perspectiva a partir da ideia compartilhada.

A automatização de processos e criações

A diretora na United Minds pondera que, antes de automatizar, profissionais de Comunicação Interna devem entender a finalidade de adotar a Inteligência Artificial, como uma maior agilidade para a produção dos conteúdos. Ela também comentou sobre o estigma de substituição do trabalho humano que a IA carrega. 

“Será que a IA vai substituir o profissional de Comunicação Interna? Na verdade não, ela vem complementar a nossa atuação no dia a dia. Então, você fazendo algo com mais agilidade, como a entrega de um texto, imagem ou projeto, você também ganha mais tempo para atuar de forma mais estratégica.”

Ela considera que, com a Inteligência Artificial, o trabalho na área deixa de ser mais rotineiro e operacional para contar com pessoas que tenham competências para trabalhar com inteligência emocional e soluções de problemas complexos.

O equilíbrio

Como equilibrar a automação da produção de conteúdo com a necessidade de manter a voz autêntica e personalizada da empresa?

Para responder essa questão, Flávia pondera que a IA acelera a criação de texto, mas a linguagem da empresa é única e não deve ser esquecida tanto na hora de criar o prompt quanto na revisão do que foi produzido pela tecnologia.

“A automação é uma ferramenta, não é uma substituta da criatividade humana. Não podemos esquecer disso!”

Lembrar para quais públicos o profissional está criando as comunicações também é uma etapa para promover esse equilíbrio.

A importância da elaboração do prompt foi reforçada por Kelly, que afirma que um briefing quadrado será adaptado em uma criação igualmente quadrada. 

“A Inteligência Artificial é muito menos um gerador automático de texto e muito mais um facilitador do processo de criação. Eu tenho o trabalho de colocar ali a informação mais completa possível.”

Inteligência Artificial na Comunicação Interna da Livelo

A Livelo, que usa a plataforma da Dialog para se comunicar e engajar seus colaboradores desde 2019 (conheça o case de lançamento aqui), utiliza o Power AI Creator — nosso módulo de produção de conteúdo a partir de IA — para otimizar o trabalho da área.

Flávia conta que a ferramenta é usada para criar textos não só que serão utilizados no VC em Cada Ponto, plataforma de CI da empresa, mas também para publicações no LinkedIn da organização.

“Eu gosto de trabalhar de duas formas: na primeira eu escrevo um briefing, incluo palavras-chave da cultura da Livelo e aí eu reviso o conteúdo que a IA me entrega, justamente para não faltar a humanização. Já a segunda forma é escrevendo uma versão desse texto. Eu subo [o conteúdo] na plataforma e peço para fazer uma nova versão, escolho o tom de voz e o tamanho desse texto. Gosto dessa segunda opção porque consigo ter uma visão diferente e uma linha criativa que eu não tinha explorado antes.”

Ela afirma que, com o Power AI Creator, ela consegue conciliar o que há de melhor na versão humana com a versão tecnológica, mantendo as entregas alinhadas com o tom de voz organizacional de forma acolhedora, reforçando a cultura com um prazo muito menor.

Kelly lembra que o módulo permite que as empresas cadastrem as personas usadas na plataforma de CI e seus respectivos tons de voz, outro fator que otimiza o tempo da área.

Dicas!

Para finalizar o painel, Flávia e Kelly compartilharam dicas para profissionais de Comunicação Interna que desejam adotar a Inteligência Artificial na sua rotina de trabalho e de que forma podem fazer a tecnologia trabalhar com eficiência para a área.

A analista da Livelo lembra que todos estão no mesmo barco e que a IA chega para otimizar o tempo e criar boas estratégias. Aos que vão começar a utilizá-la, ela recomenda testar em pequenas ações e, para isso, compartilhou um passo a passo:

  1. Entenda as dores da área e como a IA pode ajudar;
  2. Analise seus processos de trabalho, tarefas repetitivas e o que toma muito o seu tempo;
  3. Pesquise ferramentas e filtre o que somaria no seu cenário;
  4. Mensurar o que foi feito.

“O sucesso da mensagem depende de 3 coisas: alinhar os objetivos da empresa com a cultura e o público.”

Além disso, Kelly levanta a necessidade de considerar as implicações legais do uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna (e dentro do ambiente de trabalho geral) para se resguardar de qualquer risco. 

Ela recomenda envolver o jurídico para esse cuidado e redobrar a atenção com o uso de dados sensíveis em plataformas de uso público, como o ChatGPT.

Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário!

Assinatura Marcela hub nova

The post Inteligência Artificial na Comunicação Interna: entenda como aplicar appeared first on Dialog Blog.

]]>
https://blog.dialog.ci/saiba-como-usar-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/feed/ 0
Inteligência Artificial na Comunicação Interna; especialistas comentam essa tendência https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-especialistas-comentam-essa-tendencia/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-especialistas-comentam-essa-tendencia/#respond Wed, 19 Feb 2025 14:57:18 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5660 As conversas sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna vêm se intensificando. Por esse motivo, criamos a Dialog AI Week, semana temática sobre o uso de IA na área.  Inclusive, somos a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para Engajamento. O Dialog AI […]

The post Inteligência Artificial na Comunicação Interna; especialistas comentam essa tendência appeared first on Dialog Blog.

]]>

As conversas sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna vêm se intensificando. Por esse motivo, criamos a Dialog AI Week, semana temática sobre o uso de IA na área. 

Inclusive, somos a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para Engajamento. O Dialog AI apoia na produção de conteúdo, na inteligência de dados e no ganho de produtividade, sendo composto por três módulos:

Agende uma demonstração gratuita da nossa plataforma e conheça também o nosso ecossistema.

O primeiro dia da AI Week abordou o fato de que a Inteligência Artificial veio para ficar e, diante desse cenário, os profissionais de Comunicação Interna precisam se adaptar e saber como utilizar essa tecnologia em suas rotinas. 

Para falar por que dar uma chance para a Inteligência Artificial na Comunicação Interna, o webinar contou com a participação de Claudia Zanuso, fundadora da Duecom e cofundadora da ComunIA, a primeira comunidade brasileira que estuda o uso de IA na área, e Rozália Del Gaudio, eleita Comunicadora do Ano pela Aberje em 2015 e 2021, fundadora da Inspiria3 e conselheira no Instituto Ronald McDonald.

Você pode assistir ao webinar ou escutar o bate-papo na íntegra.

Inteligência Artificial na Comunicação Interna: as possibilidades

Quando perguntada sobre as possibilidades da Inteligência Artificial na Comunicação Interna, Rozália apontou que a primeira delas é fazer com que a própria tecnologia e o letramento de como utilizá-la sejam pautas nos processos da área — ressaltando, inclusive, a importância de ter o assunto sendo discutido dentro das organizações.

A segunda oportunidade, é claro, é a automatização de processos e a criação de conteúdo a partir de Inteligência Artificial generativa.

Claudia ressaltou que a possibilidade do uso de IA na área de Comunicação Interna está “ao alcance de todos”, mas além do interesse, é preciso preparo para essa transformação.

A fundadora da Duecom também refletiu sobre a necessidade do pensamento crítico e de trazer o conhecimento como profissional de CI para entender as vantagens da adoção da tecnologia.

“As possibilidades são imensas! A gente já vê usos em chatbots, em personalização de conteúdo, na gestão de projetos e de times, e a gente também vê nas operações, que acabam economizando tempo e também nos entregando mais precisão em traduções automáticas, em monitoramento de redes sociais, na automatização de alguma comunicação que você queira deixar preparada para disparar e em recursos de acessibilidade, como legendas em tempo real.”

Ela ainda afirmou que considera “complicado” quando pessoas se consideram especialistas em Inteligência Artificial pois, por se tratar de uma tecnologia nova, todos estão em fase de curva de aprendizado.

Profissionais serão substituídos?

Muitos profissionais de Comunicação Interna ainda relutam em dar uma chance para a Inteligência Artificial por medo de serem substituídos pela tecnologia. Claudia explicou que os comunicadores precisam lembrar que não é a primeira vez que a área passa por transformações.

“A gente já viveu tantas [mudanças tecnológicas] na área de Comunicação Interna. Tivemos a editoração eletrônica, as intranets, os e-mails, as redes sociais internas, os aplicativos…. Vivemos nesse ambiente de muita transformação e, se você é profissional de CI, tire esse medo, porque isso faz parte do seu dia a dia!”

Zanuso ainda ressaltou a importância da capacitação por parte dos profissionais de Comunicação Interna, que devem buscar conhecimento e desenvolver habilidades para o uso de IA no cotidiano.

“A questão não é essa de ‘A Inteligência Artificial vai nos substituir’, porque ela não substitui o humano, ela complementa as habilidades humanas e passa a existir um ganho de assertividade.”

A fundadora da Inspíria3 também enxerga a tecnologia como parceira da Comunicação Interna, justamente levando em consideração o fato de que as equipes normalmente são enxutas (o estudo de 2024 da Aberje e da Ação Integrada mostrou que 55% dos times possuem até 3 membros) e os investimentos feitos na área não são suficientes.

“Sabemos que mesmo em momentos e contextos em que há um pouco mais de investimento e equipes estruturadas, muitas vezes não é possível dar conta da demanda. Você [profissional de CI] está fazendo atendimento, desdobramento da estratégia e fortalecimento da cultura, mas sempre com aquela sensação de ‘é menos gente do que deveria’. E quando vem uma tecnologia que conseguimos entender como ela se aplica em nosso contexto, como ela pode auxiliar em nosso dia a dia… Se há esse letramento e essa curiosidade, talvez ela possa ser uma grande aliada.”

Claudia complementou com uma reflexão: o fato de contar com equipes enxutas e usar a IA não significa que o fator humano da estratégia e das ações de Comunicação Interna deve diminuir.

“[IA] não é um fenômeno de redução, e sim de expansão.”

Rozália lembra que, para um bom uso de IA generativa, a criação do prompt é crucial. Segundo ela, você precisa ter informações, repertório e entendimento do contexto. Além disso, Rozália recomenda não usar o material gerado pela tecnologia sem qualquer tipo de revisão.

“A Inteligência Artificial não é um oráculo, é um facilitador para você desenvolver um trabalho. Escrever um bom prompt dá um trabalhão!”

Oportunidades

Além das possibilidades do uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna, existem também oportunidades. 

Como uma delas, Claudia considera que a área de Comunicação Interna pode tomar a frente e liderar o processo de implementação de IA na organização.

“Eu vejo o profissional de Comunicação Interna como um grande agente de protagonismo e de apoio nessa implementação de processos de IA. Somos profissionais que trafegamos bem dentro das organizações, temos uma atividade transversal, temos contato com muitas áreas dentro da empresa. Esse relacionamento é nossa força para introduzir o uso de Inteligência Artificial.”

As entrevistadas também refletiram sobre o fato de que os fundamentos da comunicação não devem ser deixados de lado ao adotar o uso de IA na área.

A personalização

A IA pode ajudar a personalizar a Comunicação Interna para diferentes públicos dentro da empresa, mas quais são as melhores estratégias para usar esse recurso na segmentação de mensagens e campanhas internas?

Para Claudia, a estratégia faz parte de entender os públicos e suas diferenças, quais são os objetivos desejados com cada mensagem, quem deve ser atingido por ela e quais canais têm maior aderência entre os colaboradores.

Rozália considera que o uso de IA pode apoiar na produção massiva de informações relevantes ao colaborador e que isso aproxima o público interno do canal usado por CI.

“O colaborador vai lá [no canal] buscar a informação que interessa para ele naquele momento da jornada.”

Anote as dicas!

As especialistas compartilharam dicas práticas para profissionais de Comunicação Interna que desejam adotar ou já estão implementando o uso de IA na área:

  1. Teste possibilidades para entender o que funciona para você;
  2. Use a tecnologia para o bem e com rigor ético;
  3. Construa um diálogo efetivo com Inteligência Artificial por meio de prompts com exemplos e objetivos claros;
  4. Não abra mão da governança e estrutura do processo de implementação (use comitês multifuncionais, defina diretrizes éticas e construa políticas).

Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário!

Assinatura Marcela hub nova

The post Inteligência Artificial na Comunicação Interna; especialistas comentam essa tendência appeared first on Dialog Blog.

]]>
https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-especialistas-comentam-essa-tendencia/feed/ 0