bem-estar Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/bem-estar/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Tue, 01 Aug 2023 16:43:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png bem-estar Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/bem-estar/ 32 32 45% estão estressados no trabalho, descubra como a Comunicação Interna pode ajudar https://blog.dialog.ci/45-estao-estressados-no-trabalho-descubra-como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar/ https://blog.dialog.ci/45-estao-estressados-no-trabalho-descubra-como-a-comunicacao-interna-pode-ajudar/#respond Tue, 01 Aug 2023 15:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4192 Comunicação Interna, estresse, engajamento e jornada do colaborador são temas que em um primeiro momento podem parecer desconexos, mas, na verdade, estão diretamente relacionados. Um estudo da Gallup mostrou que, pelo segundo ano consecutivo, o estresse de colaboradores segue em nível recorde: 44% dos respondentes em escala global afirmaram ter se estressado no dia anterior. […]

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Comunicação Interna, estresse, engajamento e jornada do colaborador são temas que em um primeiro momento podem parecer desconexos, mas, na verdade, estão diretamente relacionados.

Um estudo da Gallup mostrou que, pelo segundo ano consecutivo, o estresse de colaboradores segue em nível recorde: 44% dos respondentes em escala global afirmaram ter se estressado no dia anterior.

Outro dado relevante do mesmo estudo é que, dos colaboradores que declararam ter sentido muito estresse no dia anterior, 56% são pessoas ativamente desengajadas – o que mostra relação entre os dois tópicos.

Engajamento e saúde mental são pautas que fazem parte da jornada do colaborador, e tudo isso pode ser trabalhado e/ou afetado pela atuação da Comunicação Interna. Neste texto, falaremos sobre como isso é possível.

Engajamento e estresse são correlacionados 

Segundo o State of the Global Workplace, o engajamento tem 3,8 vezes mais influência sobre o estresse do colaborador do que o modelo de trabalho, por exemplo.

Os dados acima mostram que os sentimentos das pessoas durante a rotina importam mais na redução do estresse do que o modelo de trabalho. Isso demanda uma atenção especial da liderança, de acordo com a Gallup.

“Os líderes precisam se perguntar se o desempenho ruim no trabalho remoto ou híbrido é um problema de localização ou um problema de gerenciamento. Nenhuma localização pode consertar uma administração ruim e o escritório sozinho não tem mágica para criar uma grande cultura organizacional”, afirmou o estudo.

A região que registrou o  maior nível de estresse é formada por Estados Unidos e Canadá, com 52%. A média da América Latina e do Caribe ficou em sexto lugar, com 41%, registrando uma queda de 9% em comparação com a última edição do estudo.

Ao analisar apenas os países desse grupo, o Brasil ficou em 11º lugar nesse ranking, com 45%.

Além do estresse, a pesquisa monitorou também se os colaboradores sentiram raiva no ambiente de trabalho. A porcentagem a nível global é baixa (21%), mas acende um alerta para que as organizações olhem para o assunto com cuidado.

A região da América Latina e do Caribe é a que registrou menor índice de raiva: 13%, uma queda de 2% em comparação com o levantamento anterior. 

Entretanto, o Brasil ficou em 4º lugar na lista de países da região, apresentando 20% de respondentes que afirmaram sentir raiva no dia anterior.

Esses “sentimentos negativos diários”, como a Gallup classifica, impactam diretamente no engajamento do colaborador e no índice de turnover da organização. O Brasil possui 28% de força de trabalho engajada (a média global é de 23%) e 44% das pessoas acreditam que é agora é um bom momento para encontrar um novo trabalho.

Os números provam a relação direta entre sentimentos, engajamento e retenção de talentos (um dos pilares do employer branding), pontos que fazem parte da jornada e da experiência do colaborador.

Como vimos em outro artigo por aqui, várias questões afetam o engajamento dos profissionais. Dito isso, é interessante analisar quais são elas e como podem se relacionar ou até mesmo causar sentimentos como estresse e raiva, além de atrapalhar uma boa jornada. Algumas dessas questões são:

  • Falta de feedback e reconhecimento;
  • Falta de balanço entre vidas profissional e pessoal;
  • Compensação e benefícios inadequados;
  • Comunicação Interna ruim.

Comunicação Interna entra em cena

Uma atuação ineficiente de Comunicação Interna oferece riscos desastrosos ao negócio. O custo de uma CI ruim é de, em média, 19 milhões de dólares por ano, segundo pesquisa feita com c-levels pela Poppulo.

A falta de comunicação em empresas nos Estados Unidos e no Reino Unido custa US$ 37 bilhões (ou US$ 26 mil por colaborador) por ano, como mostrou o Mitchell Communications Group.

Esses custos se dão principalmente pelo impacto negativo no engajamento dos profissionais, diminuindo sua produtividade e aumentando o nível de turnover da organização, demandando custos para repor e treinar talentos.

Essa relação tão intrínseca mostra que os esforços nesses temas não são pontuais, refletindo em outras pautas importantes e de impacto ao negócio. 

Por exemplo: investir em uma boa estratégia na Comunicação Interna se mostra como um investimento em engajamento, jornada e experiência positiva para o colaborador.

“Além disso, uma Comunicação Interna eficaz promove o sentimento de pertencimento e valoriza os colaboradores, dando voz a suas ideias e preocupações, promovendo o diálogo e fortalecendo a transparência. Ao se sentirem ouvidos e parte do processo decisório, os funcionários se tornam mais motivados, comprometidos e dispostos a contribuir ativamente para o sucesso da empresa”, como falamos anteriormente em outro artigo do CI Transforma.

Complementando esse ponto, o estudo The Cost of Employee Engagement afirma: “Ninguém prospera em um trabalho quando não sabem o que está acontecendo, por que estão trabalhando em uma determinada tarefa ou se estão alinhados com os objetivos da empresa”.

O segredo é multicanal

Hoje em dia, a tecnologia se mostra uma grande aliada na missão de engajar colaboradores, promover sentimentos e construir uma jornada positiva ao oferecer recursos que incentivam a participação e a voz ativa dos profissionais. Esse é o caso da Dialog, plataforma multicanal de Comunicação Interna e Engajamento.

A multicanalidade garante o alcance e o envolvimento de todos os profissionais de uma empresa, o que aumenta as chances de engajar esse público. É importante lembrar que a Comunicação Interna e o engajamento são pontos cruciais para uma experiência do colaborador positiva.

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O cenário corporativo atual desafia empresas a inovarem processos buscando a melhor performance sem esquecer o cuidado com o capital humano.

Investir em ações para o bem-estar dos colaboradores contribui para atrair e reter talentos em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. Isso porque um ambiente saudável reflete na produtividade e satisfação do time.

Colaboradores que se sentem apoiados em suas necessidades pessoais e profissionais tendem a ser mais produtivos e engajados em suas funções, além de terem menor probabilidade de sofrer com doenças relacionadas ao estresse.

Acompanhe neste artigo os benefícios que essa abordagem pode trazer para a empresa e sua equipe.

Por que sua empresa deve investir no bem-estar dos colaboradores?

Como afirmado anteriormente, ambientes saudáveis reduzem o índice de absenteísmo e geram mais engajamento por parte dos colaboradores, que se sentem motivados para fazer o melhor na entrega. Como resultado, a empresa ganha com times mais produtivos e comprometidos.

Um ambiente de trabalho positivo e apoiador para todos os colaboradores:

  • Melhora a produtividade;
  • Aumenta a satisfação do colaborador no trabalho;
  • Contribui para a retenção de talentos;
  • Valoriza a reputação da empresa.

Como implementar um programa de bem-estar na empresa?

Para que a sua empresa possa participar da rotina de cuidados do colaborador, promova a cultura de bem-estar por meio de um programa voltado a experiências que contribuam para a saúde mental e física dos colaboradores

Antes de montar um programa de bem-estar, busque conhecer as pessoas que trabalham em sua empresa por meio de pesquisas de percepção.

Tenha como pilar de seu planejamento a mensuração de dados. Construa as perguntas da maneira mais transparente e abrangente possível para que conheça seu colaborador. Questione suas motivações, seu sentimento em relação ao trabalho, bem como práticas de lazer e atividade física, por exemplo. 

Tenha em mente o objetivo dessa pesquisa e que informações você precisa coletar. Com esses dados em mãos, é hora de mapear as áreas sensíveis e planejar ações estruturadas de acordo com a necessidade dos colaboradores.

Se a sua empresa já possui um programa de bem-estar implementado, revisite ações e analise se ainda estão conectadas com a cultura da empresa. Aqui vale realizar uma nova pesquisa para rever necessidades, coletar feedbacks sobre ações que estão sendo realizadas ou investir em novos benefícios se for preciso.

Promova uma cultura organizacional saudável

A empresa deve proporcionar um ambiente sem conflitos, buscando práticas que ajudem a equilibrar a relação entre o trabalho e a vida pessoal, valorizando o cuidado com as pessoas e desencorajando comportamentos nocivos no ambiente de trabalho. 

Em um mundo conectado 24 horas, é importante que os colaboradores sejam estimulados a estabelecer limites nos horários de trabalho acordados e a administrar pausas necessárias.

Diante do desafio de implementar uma política de bem-estar que atenda às necessidades dos colaboradores, é essencial garantir que as práticas organizacionais estejam alinhadas às ações voltadas à promoção da saúde na empresa.

Realize iniciativas de apoio viabilizando recursos e suporte 

Busque ofertar benefícios corporativos que ajudem a reduzir os impactos negativos no bem-estar mental, físico e financeiro do colaborador: assistência médica, academias, cursos e livrarias são alguns bons exemplos.

Invista em conhecimento e motive o crescimento pessoal e profissional dos times por meio de treinamentos e cursos de aperfeiçoamento.

Facilite o diálogo por meio de canais de Comunicação Interna. Ouça o colaborador: quanto mais ele se sente valorizado, maior é a satisfação no trabalho e a percepção de pertencimento.

A flexibilidade no trabalho também deve estar no radar quando se planeja adotar programas de bem-estar. Mais liberdade no formato de trabalho – remoto ou híbrido – ou nos horários pode ajudar a potencializar a produtividade de acordo com o perfil do colaborador.

Alguns exemplos práticos de ações voltadas ao bem-estar do colaborador:

  • Rodas de conversas;
  • Redes de apoio;
  • Promoção de hábitos saudáveis;
  • Parcerias para atendimento psicológico;.
  • Parcerias para incentivo à prática de esportes;
  • Ouvidoria atuante;
  • Incentivo às pausas dos colaboradores para alongamento.

Capacite lideranças

Além de envolver a liderança na cultura de bem-estar, é importante que a empresa esteja preparada para identificar colaboradores que precisam de ajuda. Seu papel é facilitar a troca e o diálogo para que o colaborador se sinta à vontade para procurar ajuda, se necessário. O líder também contribui para o engajamento das boas práticas de bem-estar servindo como referência para os times.

Comunicação Interna ajuda no engajamento

Para implantar uma política de benefícios voltada ao bem-estar dos colaboradores é  preciso que áreas como RH, Financeiro, Diretoria e Comunicação Interna compartilhem a responsabilidade no planejamento do programa.

A CI  possui uma fatia importante nesse processo, contribuindo decisivamente para a promoção do engajamento por parte dos colaboradores.

Entre as ações de apoio estão:

  • Ajudar na conscientização dos colaboradores para que reconheçam a importância de um ambiente saudável no trabalho;
  • Divulgar programas e benefícios oferecidos pela empresa por meios de canais de comunicação;
  • Incentivar o acesso aos suportes disponíveis para a saúde mental do colaborador, como sessões terapêuticas e grupos de apoio;
  • Planejar eventos para debater questões de saúde mental, física e financeira, como rodas de conversas, workshops e palestras;
  • Contribuir na criação de um ambiente saudável por meio de campanhas de sustentação voltadas aos valores e ao clima organizacional da empresa.

Desafios 

Até aqui falamos dos benefícios e compartilhamos algumas dicas para implementar o programa de bem-estar aos colaboradores, mas para que ele seja eficiente e tenha bons resultados é preciso também alinhar expectativas.

Estabeleça o resultado desejado com o tempo e a energia dos colaboradores para a entrega esperada. Questione-se o que pode dificultar a busca do equilíbrio entre trabalho e vida pessoal diante da performance esperada.

Esse alinhamento entre os valores da empresa e a prática de uma política de bem-estar dos colaboradores é fundamental para uma perspectiva mais humanizada de todo o processo.

Lembre-se sempre de que a sua empresa possui demandas plurais diante da diversidade que forma o time de colaboradores. Olhe para dentro de sua empresa, conheça seu colaborador e suas reais necessidades. 

Quer saber mais como oportunizar os benefícios de uma política de bem-estar para seus colaboradores? Converse com a equipe da Vocali.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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