acessibilidade Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/acessibilidade/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Mon, 16 Oct 2023 13:00:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png acessibilidade Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/acessibilidade/ 32 32 Novos contextos na Comunicação Interna: mudar sem medo https://blog.dialog.ci/novos-contextos-na-comunicacao-interna-mudar-sem-medo/ https://blog.dialog.ci/novos-contextos-na-comunicacao-interna-mudar-sem-medo/#respond Fri, 10 Nov 2023 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4388 Está todo mundo cansado de ouvir isso, mas é a verdade: o mundo mudou. E continua mudando enquanto você lê essas reflexões. Junto dele, também transformamos nossos hábitos de consumo, de comunicação, e as ferramentas do dia a dia. Estamos o tempo todo conectados. Usamos aplicativos para tudo. E, aos poucos, essa realidade vai invadindo […]

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Está todo mundo cansado de ouvir isso, mas é a verdade: o mundo mudou. E continua mudando enquanto você lê essas reflexões. Junto dele, também transformamos nossos hábitos de consumo, de comunicação, e as ferramentas do dia a dia. Estamos o tempo todo conectados. Usamos aplicativos para tudo. E, aos poucos, essa realidade vai invadindo o universo do trabalho. Aliás, com as novas gerações iniciando suas trajetórias profissionais, as empresas sentem o reflexo direto de tanta conectividade. É preciso repensar a comunicação.

E os textos?

Os textos continuam seguindo padrões que talvez não façam mais sentido dentro de todo esse contexto. Estudamos tanto sobre estruturas textuais, gramática e leads, né? Aprendemos a formular mensagens dentro de uma estrutura jornalística, na maioria das vezes. Mas será que essa estrutura é a mais interessante em um mundo de tantas telas?

Temos orgulho de levar uma plataforma multicanal para a empresa, mas continuamos usando um texto engessado. Distribuímos nossas mensagens em diferentes canais, mas continuamos apostando tudo nas palavras. Enfrentamos uma realidade multigeracional, com diferentes preferências de consumo de conteúdo, mas continuamos enquadrando mensagens em um tom corporativo e frio. Como podemos repensar a comunicação?

Nas outras relações, com amigos e famílias, nossas equipes conversam com memes, GIFs, figurinhas e uma linguagem livre. Com a empresa, a conversa é chata. O texto é grande. A estrutura é rígida. A abordagem nem sempre atrai. 

Repensar o papel do comunicador

Para repensar a comunicação, podemos começar ressignificando o nosso papel dentro das organizações. Não somos jornalistas escrevendo para um veículo que as pessoas querem consumir. O que fazemos vai além de informar. Somos o elo do diálogo entre empregador e empregados. Somos moderadores. 

Reinventar abordagens, encontrar ganchos de atratividade, explorar novos formatos e testar outras estruturas de texto também são caminhos para humanizar a comunicação. 

Como dar o primeiro passo?

Aproveite o fim de ano, momento de planejamento, para repensar a comunicação: reveja os projetos editoriais, o tom de voz e, principalmente, o formato das mensagens para 2024.

  • Faça um exercício de definição de mensagens-chave (com base nas estratégias do negócio e no propósito da comunicação, quais temas serão prioritários?).
  • Pense no projeto editorial de cada canal (não apenas um único para todos).
  • Reflita sobre os perfis geracionais que você tem entre seus públicos e identifique que canal cada geração prefere.
  • Mapeie formatos diferentes por canal (texto, vídeo, som, GIFs, memes, embaixadores).
  • Mergulhe nos temas de interesse de cada público para ter mais sucesso nos ganchos de atratividade (você pode consultar profissionais de diferentes gerações na hora de formular uma mensagem, buscando compreender qual é o ponto de interesse para cada um).
  • Faça testes e mensure. Arrisque em um canal e monitore o retorno. Explore uma abordagem totalmente nova e converse com as pessoas. Registre as experiências e os impactos. Crie uma base de dados.
  • Vá aos poucos, mas não deixe de mudar.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Baixa escolaridade: como superar essa barreira na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/baixa-escolaridade-como-superar-essa-barreira-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/baixa-escolaridade-como-superar-essa-barreira-na-comunicacao-interna/#respond Mon, 06 Nov 2023 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4383 Devido às mais diversas realidades presentes no sistema de ensino brasileiro, a baixa escolaridade de grande parte da força de trabalho pode ser um desafio para a Comunicação Interna. Afinal, diante de temáticas cada dia mais complexas, os colaboradores podem encontrar alguns percalços no entendimento da mensagem. Sabemos que o diploma do Ensino Médio é […]

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Devido às mais diversas realidades presentes no sistema de ensino brasileiro, a baixa escolaridade de grande parte da força de trabalho pode ser um desafio para a Comunicação Interna. Afinal, diante de temáticas cada dia mais complexas, os colaboradores podem encontrar alguns percalços no entendimento da mensagem.

Sabemos que o diploma do Ensino Médio é requisito comum para a contratação em muitas médias e grandes empresas, mas o fato é que ter diploma de escola secundária muitas vezes não garante uma base para compreensão do mundo.

Baixa escolaridade no Brasil 

“Nosso Ensino Médio está bem abaixo da média”

O Brasil enfrenta desigualdades não só no acesso à educação, mas também na qualidade do ensino. Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE), a taxa de analfabetismo no Brasil recuou de 6,1% em 2019 para 5,6% em 2022. Entretanto, estudos do INAF (Instituto Nacional de Analfabetismo Funcional) indicam que até 27% da nossa população tem letramento limitado.  

Enquanto o analfabeto total não sabe ler e escrever, o analfabeto funcional é aquele capaz de identificar e ler números, letras e frases, mas tem extrema dificuldade em compreender textos, realizar operações matemáticas simples e organizar as próprias ideias para a expressão.

Consequências da baixa escolaridade 

“Li, mas não entendi”

A educação é essencial para o desenvolvimento e a estimulação cognitiva, influenciando a forma como pensamos, aprendemos, resolvemos problemas e nos comunicamos. A baixa escolaridade atrofia habilidades fundamentais para o sucesso pessoal e profissional, tendo como consequência:

  • Dificuldades de assimilar e processar informações complexas, resultando em limitada interpretação de texto e compreensão de conceitos abstratos;
  • Comprometimento do pensamento crítico e da resolução de problemas, dificultando a análise de situações e tomada de decisões eficazes;
  • Menor participação na sociedade e nas empresas, incluindo o envolvimento em debates e atividades que requerem um certo nível de capacidade cognitiva;
  • Impacto na autoestima e autoeficácia, tendo implicações na motivação e na confiança;
  • Barreiras para o uso eficiente da tecnologia, limitando o desenvolvimento e o acesso a informações;
  • Falta de fluência de linguagem, afetando o compartilhamento de ideias e pensamentos, bem como a expressão plena.

Impacto da baixa educação para a Comunicação Interna 

“Foi comunicado, mas parece que ninguém está sabendo”

Há quem diga que a atenção é o recurso mais valioso do nosso século. Muitas áreas de comunicação se desdobram para manter a eficácia de seus canais internos e o envolvimento dos colaboradores em eventos e campanhas. Porém, cabe aqui a reflexão: o que superficialmente parece desengajamento ou desinteresse dos colaboradores pode mascarar uma enorme dificuldade de acompanhar as conversas da organização.

Não dá para falar sobre EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization), EHS, governança ou protagonismo de carreira sem levar em conta a capacidade real de compreensão do seu pessoal. Conhecer o público é fundamental em qualquer estratégia de comunicação. Entender o perfil, as necessidades, os interesses, as expectativas e as características dos colaboradores permite adaptar a comunicação de forma mais assertiva e convidativa para essas pessoas. 

Dicas para não afastar os colaboradores

1) Menos é mais: Não estamos falando de volume de texto, apesar disso também se aplicar, mas sim de quantidade de temas trabalhados internamente. Na maioria das empresas, a conta não está fechando entre o volume excessivo que a empresa deseja transmitir e o quanto o empregado consegue assimilar. Quer uma comunicação realmente efetiva? Seja radical na priorização. 

2) Mais conversa: Sempre que possível, dê preferência à comunicação face a face via liderança. Não estamos falando necessariamente de eventos complexos, mas sim de regularmente incentivar e apoiar os gestores para incorporar o alinhamento dos empregados na rotina de sua área. A liderança é a maior “educadora” das equipes, pois o diálogo abre espaço para tirar dúvidas e checar o nível de entendimento.

3) Conte histórias: Quando bem usadas, histórias ajudam a comunicar mensagens com clareza, pois concretizam conceitos abstratos em pessoas reais e situações do dia a dia. Além disso, essa prática ainda aumenta a retenção de informações, pois lembramos mais de relatos envolventes do que de fatos objetivos. 

4) Textos curtos: A leitura pode ser uma barreira e criar um distanciamento. Canais baseados predominantemente em texto, como e-mail e newsletters, são menos atraentes e efetivos. Quando precisar escrever, escreva pouco. 

5) Invista em audiovisual: Animações rápidas, vídeos, gifs animados e formatos de áudio, como spots de rádio ou podcasts, são muito mais palatáveis – mas precisam ser descontraídos, evitando o tom professoral, e curtos. Ou melhor: curtíssimos! Na era em que vídeos de 7 segundos viralizam no TikTok, as produções institucionais de 5 minutos viraram quase um longa-metragem. Ninguém assistirá ao conteúdo até o final. 

6) Desenhe: Como nem tudo pode ser audiovisual, abuse de imagens e infográficos para traduzir ideias, sistematizar e organizar informações complexas de uma maneira que ajude a compreensão. A mistura de pouco texto com números, ilustrações e gráficos atrai a atenção, pois assimilamos mais facilmente informações visuais.

7) Linguagem acessível: Accountability e Compliance? Pra quem exatamente você está falando? Evite estrangeirismos ou termos técnicos. Use exemplos do dia a dia para ajudar na compreensão.

8) Repita, repita e repita: Já falou sobre um tema estratégico para a empresa? Fale de novo. E outra vez! Qualquer entendimento significativo para o ser humano deve ser repetido algumas vezes para a sua consolidação e memória. Em outras palavras, os colaboradores necessitam rever os conteúdos diversas vezes e sob diferentes aspectos para entenderem, interiorizarem e se engajarem com esse conhecimento.

9) Desenvolva: Também é responsabilidade das empresas serem agentes de transformação social. Estimule a empresa a promover programas de formação educacional e desenvolvimento que ajude a elevar a capacidade cognitiva da força de trabalho. Os resultados – e o país – agradecem! 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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