You searched for liderança comunicadora - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Mon, 01 Jun 2026 18:17:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png You searched for liderança comunicadora - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/ 32 32 NR-1 e políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão: entenda a relação https://blog.dialog.ci/nr-1-e-politicas-de-diversidade-equidade-e-inclusao-entenda-a-relacao/ https://blog.dialog.ci/nr-1-e-politicas-de-diversidade-equidade-e-inclusao-entenda-a-relacao/#respond Thu, 18 Jun 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6642 Nas últimas semanas, muito tem se falado sobre a NR-1. Em um outro texto publicado no Dialog Blog, abordamos o papel da Comunicação Interna na aplicação da nova norma. Agora, acompanhando as ações previstas no calendário institucional de muitas empresas, entendemos que é propício relacionar o tema com uma pauta muito presente no mês de […]

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Nas últimas semanas, muito tem se falado sobre a NR-1. Em um outro texto publicado no Dialog Blog, abordamos o papel da Comunicação Interna na aplicação da nova norma. Agora, acompanhando as ações previstas no calendário institucional de muitas empresas, entendemos que é propício relacionar o tema com uma pauta muito presente no mês de junho: o fortalecimento de políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão. 

Reconhecido mundialmente como o mês do orgulho LGBTQIAPN+, junho é um período no qual as discussões sobre respeito e representatividade — dentro e fora das empresas — ganham espaço nas iniciativas de Comunicação Interna. Em 2026, esse debate traz uma nova camada de importância para o ambiente corporativo brasileiro: a atualização da NR-1 e a necessidade de monitorar os riscos psicossociais no trabalho.

Mais do que uma obrigação legal, a nova NR-1 é um convite às organizações a repensar práticas com foco em cultura, liderança, relações interpessoais e saúde emocional. E é justamente nesse ponto que as áreas de RH e Comunicação Interna se tornam estratégicas para transformar políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão em experiências reais para as pessoas colaboradoras.

Afinal, não existe segurança psicológica em lugares onde o preconceito, os vieses inconscientes e a exclusão continuam presentes, mesmo que de forma silenciosa. Neste texto, vamos mergulhar nesse assunto. 

O que a nova NR-1 tem a ver com DE&I?

A atualização da NR-1 ampliou o olhar das empresas sobre saúde e segurança no trabalho ao incluir fatores psicossociais na gestão de riscos ocupacionais. Isso significa considerar elementos como assédio, discriminação, pressão excessiva, conflitos interpessoais e ambientes emocionalmente inseguros.

Na prática, as empresas devem avaliar e monitorar atentamente experiências que impactam o dia a dia de todos os colaboradores. Porém, pensando em políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão, é necessário um olhar especial a pautas que afetam os grupos minorizados.

Afinal, microagressões, piadas preconceituosas, sentimento de exclusão, invisibilização de carreiras e medo de se expressar autenticamente são fatores que afetam o engajamento e a saúde mental. Quando ignorados, esses comportamentos se transformam em um problema de cultura organizacional e gestão de pessoas.

Não é à toa que, segundo um estudo publicado pela Deloitte em 2025, 41% das empresas aumentaram seus investimentos em DE&I; enquanto 49% mantiveram os níveis anteriores. No caso das organizações com uma área exclusiva dedicada ao tema, esse percentual de ampliação subiu para 52%.

Comunicação Interna entre discurso e prática

Muitas empresas já possuem políticas de DE&I estruturadas no papel. O desafio está em transformar essas diretrizes em comportamentos cotidianos. É nesse cenário que a Comunicação Interna ganha protagonismo. 

O primeiro passo é sempre desconstruir estereótipos, ampliar representações e promover ações de conscientização contínuas. Isso é especialmente importante para pessoas da comunidade LGBTQIAPN+, que frequentemente enfrentam barreiras invisíveis no ambiente corporativo, evitando falar sobre a própria vida e encontrando limitações de crescimento profissional causadas por preconceitos estruturais.

Quando as áreas de Recursos Humanos e Comunicação Interna atuam juntas, a empresa consegue:

  • sustentar campanhas educativas;
  • orientar lideranças sobre linguagem e comportamento;
  • fortalecer canais seguros de escuta;
  • divulgar indicadores e compromissos com políticas de DE&I;
  • ampliar representatividade nas narrativas institucionais;
  • promover ações de conscientização durante todo o ano, e não apenas em datas comemorativas.

Para o Institute Of Internal Communication, a qualidade da comunicação é crucial para a experiência do colaborador. Porém, de acordo com dados do ano passado, apenas 13% dos entrevistados avaliaram a comunicação corporativa como excelente. 

É importante destacar o seguinte: mais do que informar, o RH e a CI precisam construir confiança e estabelecer conexões genuínas com as pessoas. Isso só é possível quando o colaborador vive dentro da empresa o discurso que é vendido lá fora. 

Observação: quando falamos em DE&I, estamos nos referindo não apenas ao público LGBTQIAPN+, mas também a profissionais que enfrentam barreiras por questões de gênero, raça, deficiência ou faixa etária.

Campanhas superficiais não se sustentam

Infelizmente, é bastante comum observar que, em algumas empresas, a pauta de Diversidade, Equidade e Inclusão aparece de forma pontual no calendário de Comunicação Interna. Ou seja: a organização até toca no assunto, mas não desenvolve projetos que, de fato, transformam esse tema em um componente da cultura. 

Cada vez mais, o mercado mostra que profissionais valorizam ações consistentes — e não apenas posicionamentos sazonais. Segundo um relatório publicado pela Catalyst em 2024, 76% das pessoas afirmam que ambientes diversos, equitativos e inclusivos são importantes para elas. Além disso, 93% dizem que as organizações deveriam detalhar como estão aplicando isso internamente.

Por isso, o mês do orgulho LGBTQIAPN+ pode funcionar como ponto de partida para reflexões mais profundas. Empresas que desejam fortalecer a saúde organizacional precisam garantir coerência entre discurso e prática. Isso envolve desde políticas inclusivas até uma comunicação mais acessível, representativa e acolhedora.

Segurança psicológica faz parte da estratégia

A nova NR-1 reforça a importância de ambientes emocionalmente seguros. Nas empresas, a segurança psicológica não acontece apenas por meio de normas ou campanhas institucionais, ela é construída diariamente nas relações entre pares e lideranças.

Acolher diferenças, combater comportamentos discriminatórios, incentivar o diálogo e criar espaços nos quais as pessoas possam existir sem medo de julgamento são responsabilidades que devem ser atribuídas aos líderes.

Nesse contexto, a Comunicação Interna atua como apoio estratégico ao traduzir valores organizacionais em experiências concretas, aproximando cultura e comportamento.

A escolha do canal de comunicação muda tudo

Para que todas essas iniciativas saiam do discurso e façam parte da rotina das empresas, é fundamental contar com canais de comunicação capazes de aproximar as pessoas da cultura organizacional.

Nesse cenário, plataformas de Comunicação Interna se tornam aliadas estratégicas na execução de ações relacionadas à NR-1 e às políticas de Diversidade, Equidade e Inclusão. Afinal, além de centralizar informações, esses canais ajudam a promover escuta ativa, ampliar o alcance das mensagens e garantir que temas importantes sejam trabalhados de forma contínua, acessível e segmentada.

Além disso, os canais digitais são imprescindíveis para o monitoramento de dados, a construção de relatórios robustos e a realização de análises preditivas do comportamento dos usuários na plataforma. Com o apoio da tecnologia, empresas conseguem promover espaços seguros de diálogo e acompanhar indicadores relacionados à experiência dos colaboradores.

Quer ver a nossa plataforma em ação? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que mudou na NR-1 em relação à saúde no trabalho?
A norma passou a incluir fatores psicossociais, como assédio, discriminação, pressão excessiva e ambientes emocionalmente inseguros na gestão de riscos ocupacionais.

2. Qual a relação entre NR-1 e Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I)?
Práticas de DE&I ajudam a prevenir riscos psicossociais ao promover respeito, pertencimento, segurança psicológica e igualdade de oportunidades.

3. Como a Comunicação Interna contribui para políticas de DE&I?
Ela fortalece campanhas educativas, amplia a escuta dos colaboradores e ajuda a transformar políticas inclusivas em comportamentos do dia a dia.

4. Por que campanhas pontuais de DE&I não são suficientes?
Porque inclusão exige ações contínuas e coerentes com a cultura organizacional, e não apenas iniciativas ligadas a datas comemorativas.

5. Como a tecnologia pode apoiar ações de NR-1 e DE&I?
Plataformas de Comunicação Interna facilitam a disseminação de informações, a escuta ativa e o acompanhamento de indicadores relacionados à experiência dos colaboradores.

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Conheça 3 motivos para investir na gamificação da Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/conheca-3-motivos-para-investir-na-gamificacao-da-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/conheca-3-motivos-para-investir-na-gamificacao-da-comunicacao-interna/#respond Mon, 18 May 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6587 A gamificação da Comunicação Interna surge como uma resposta estratégica a um cenário em que o engajamento está cada vez mais em pauta. Segundo o relatório Internal Communication Trends in 2026, divulgado pela PoliteMail, melhorar o engajamento dos colaboradores se tornou a principal prioridade para 34% dos comunicadores.  Esse número caminha na mesma direção do […]

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A gamificação da Comunicação Interna surge como uma resposta estratégica a um cenário em que o engajamento está cada vez mais em pauta. Segundo o relatório Internal Communication Trends in 2026, divulgado pela PoliteMail, melhorar o engajamento dos colaboradores se tornou a principal prioridade para 34% dos comunicadores. 

Esse número caminha na mesma direção do que aponta o relatório Tendências de Gestão de Pessoas, publicado pela GPTW neste ano, que indicou que o engajamento de colaboradores já é o 3º maior desafio de 2026 em Gestão de Pessoas, empatado com a própria Comunicação Interna (28,3%). 

Tal realidade deixa claro que as empresas que não inovam em suas abordagens correm o risco de perder a conexão com seus talentos. Isso exige que as organizações transcendam o modelo de comunicação meramente informativo e adotem estratégias que transformem o colaborador em protagonista da jornada corporativa. 

Nesse sentido, a gamificação pode ser uma excelente estratégia. Esse recurso permite que a empresa não apenas entregue uma mensagem, como também crie um ambiente de interatividade e recompensa, convertendo a frieza dos dados em participação ativa e conexão real. 

A seguir, apresentamos três motivos que sugerem por que a gamificação é a ferramenta definitiva para elevar o patamar da sua Comunicação Interna e superar os desafios de engajamento previstos para este e os próximos anos. Confira.

ecossistema dialog AI

1. A gamificação estimula o engajamento e a participação ativa

O primeiro grande motivo é a forma como a gamificação da Comunicação Interna gera um engajamento genuíno entre as pessoas no ambiente de trabalho. Em vez de uma comunicação passiva, em que o colaborador apenas lê o conteúdo, o uso de mecânicas de jogos incentiva a interação constante. 

Quando um colaborador recebe pontos ao ler um comunicado ou completar um treinamento, ele se sente motivado a participar mais. Esse ciclo de feedback imediato cria um ambiente de reconhecimento que fortalece a cultura organizacional e aumenta as taxas de visualização da informação, combatendo diretamente a desatenção no ambiente corporativo.

2. A gamificação aumenta a retenção de conhecimento

Outra vantagem que a gamificação da Comunicação Interna traz é um impacto positivo nos processos de aprendizagem e retenção de informações. O cérebro humano responde melhor a conteúdos que oferecem desafios e recompensas. Diversos conteúdos científicos, como este publicado no portal da Nature, mostram como recompensas virtuais aprimoram o desempenho cognitivo. 

Assim, ao transformar comunicados complexos ou treinamentos de compliance em missões gamificadas, a empresa garante que o colaborador preste mais atenção aos detalhes. Isso reduz a curva de aprendizado e assegura que as diretrizes da companhia sejam realmente compreendidas, diminuindo ruídos de comunicação e erros operacionais que costumam surgir quando as mensagens tradicionais são ignoradas. 

3. A gamificação fortalece o senso de comunidade

Por fim, a gamificação da Comunicação Interna pode promover uma integração mais profunda entre as equipes. Rankings de engajamento e desafios individuais estimulam a colaboração e criam uma competição positiva, que pode, inclusive, aproximar colaboradores de diferentes departamentos que talvez não tenham o hábito de interagir entre si. 

Isso humaniza a relação de trabalho e fortalece a conexão das pessoas com a plataforma de comunicação corporativa, tornando-a um espaço de socialização e conquistas compartilhadas. Esse sentimento de pertencer a um time que joga junto é um dos pilares mais fortes para a retenção de talentos e para a construção de um clima organizacional saudável. 

banner dialog cases

A gamificação da Comunicação Interna está na Dialog

Todos esses benefícios e vantagens estratégicas estão agora ao alcance da sua empresa na plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog, que lançou recentemente um novo módulo de gamificação que eleva a interatividade a um novo patamar.

Além do ranking tradicional, já consolidado entre nossos clientes, essa atualização introduz uma camada profunda de reconhecimento e progresso, projetada para transformar a rotina corporativa em uma jornada de conquistas constantes.

O novo módulo adicional traz funcionalidades exclusivas como emblemas, insígnias e barras de progresso por níveis, permitindo que cada colaborador visualize seu engajamento de forma clara e lúdica.

Tudo isso reforça o prestígio individual e o senso pertencimento, enquanto recursos de Inteligência Artificial oferecem à gestão uma visão analítica e aprimorada sobre o comportamento da rede.

Que tal conhecer essa novidade em detalhes?
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Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é a gamificação na Comunicação Interna? 

É o uso de elementos de recursos, como pontos, rankings e medalhas, para tornar a interação dos colaboradores com as mensagens e processos da empresa mais dinâmica, atrativa e recompensadora.

2. Como a gamificação ajuda a reter conhecimento? 

Ao transformar conteúdos em missões lúdicas, o cérebro ativa o sistema de recompensa (liberação de dopamina). Isso aumenta o foco e a memorização de diretrizes importantes, reduzindo erros e ruídos de informação.

3. Quais os benefícios da gamificação para a cultura da empresa? 

Ela fortalece o senso de comunidade ao promover uma competição saudável e colaborativa. Isso integra diferentes áreas, humaniza a plataforma digital e ajuda na retenção de talentos por meio do reconhecimento constante.

4. O que o novo módulo da Dialog oferece? 

A Dialog agora conta com um módulo avançado de gamificação que inclui emblemas, insígnias, barras de progresso por níveis e análise de dados via IA, indo muito além do ranking tradicional para personalizar a jornada do colaborador.

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Por que você deve segmentar a Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/por-que-voce-deve-segmentar-a-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/por-que-voce-deve-segmentar-a-comunicacao-interna/#respond Thu, 09 Apr 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6523 Antes de mais nada, é importante ter em mente que segmentar a Comunicação Interna é uma estratégia que impacta a forma como as pessoas compreendem a informação e se conectam com a mensagem recebida. Entre os vários desafios de engajamento que a área tem, garantir que o conteúdo seja assimilado de forma clara é um […]

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Antes de mais nada, é importante ter em mente que segmentar a Comunicação Interna é uma estratégia que impacta a forma como as pessoas compreendem a informação e se conectam com a mensagem recebida. Entre os vários desafios de engajamento que a área tem, garantir que o conteúdo seja assimilado de forma clara é um deles. 

Para superar esse obstáculo, é fundamental que a empresa tenha um discurso alinhado à cultura e uma plataforma de Comunicação Interna preparada para minimizar ruídos. Sem esses dois pré-requisitos, dificilmente a segmentação surtirá o efeito desejado. 

Não é à toa que, segundo a Aberje e a Ação Integrada, apenas 20% dos profissionais de Comunicação Interna afirmavam segmentar as divulgações em 2025. Ao mesmo tempo, o mesmo relatório indicou que intensificar a segmentação e a personalização de narrativas estava — com 47% das menções — entre as principais tendências da área no ano passado. Ou seja: embora ainda represente um desafio, a segmentação tem ganhado cada vez mais espaço na estratégia de CI das empresas.

A própria Inteligência Artificial se torna uma aliada dos comunicadores nesse sentido. De acordo com dados da Internal Communication Trends in 2026, para 26% das pessoas entrevistadas, há a previsão de utilizar a tecnologia para aumentar a personalização e a segmentação da comunicação

Se a sua empresa ainda não aplica essa estratégia nos canais, confira a seguir três motivos pelos quais você deve segmentar a Comunicação Interna para conquistar engajamento e ampliar a conexão que as pessoas têm com o discurso organizacional. 

ecossistema dialog AI

1. Segmentar a CI combate a infoxicação

O primeiro grande motivo para segmentar a Comunicação Interna é a preservação da atenção do colaborador. Quando todos os públicos recebem todo tipo de informação, a tendência é que as pessoas ignorem a maior parte do conteúdo por não o considerarem relevante. 

Quando a Comunicação Interna direciona avisos de manutenção fabril para o público operacional e de atualização de software para os colaboradores administrativos, por exemplo, ela reduz a fadiga digital. Isso garante que, quando uma notificação surgir, o colaborador vai entender que aquela informação é realmente importante para a sua rotina, aumentando drasticamente as taxas de abertura e a leitura do conteúdo.

2. Segmentar a CI qualifica a mensuração

Comunicar sem segmentar torna a análise de dados superficial. Quando você envia uma mensagem para a empresa inteira, a taxa de abertura média pode esconder problemas graves de engajamento em setores específicos. Com a segmentação, por exemplo, você consegue fazer testes e identificar que o time que trabalha no campo prefere consumir vídeos, enquanto a equipe do escritório consome mais avisos em texto. 

Essa clareza permite que o RH e a Comunicação Interna ajam de forma cirúrgica, ajustando o formato e a frequência dos conteúdos para garantir que todos os grupos de colaboradores sejam envolvidos pelo processo e recebam a informação que precisam de forma eficiente.

3. Segmentar a CI desperta o pertencimento

Poucas coisas geram mais conexão do que conteúdos personalizados. Se a empresa busca despertar nos colaboradores o senso de pertencimento, antes ela precisa se mostrar próxima e ciente da realidade deles. Nesse sentido, uma Comunicação Interna segmentada é capaz de adaptar a mensagem de acordo com os desafios específicos de cada função — o que contribui para que as pessoas se sintam vistas e valorizadas. 

A cultura organizacional é vivida de formas diferentes em cada nível da hierarquia. Um anúncio sobre resultados financeiros, por exemplo, exige uma linguagem técnica para diretores, mas precisa de uma abordagem focada em estabilidade e metas para a linha de frente. Segmentar permite que você adapte o tom de voz e o vocabulário, priorizando a compreensão da mensagem por todos os públicos. 

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O canal que segmenta e personaliza

Segmentar a Comunicação Interna não é uma estratégia que se sustenta apenas com boa vontade ou planilhas soltas. Essa iniciativa exige uma infraestrutura tecnológica que permita classificar, direcionar e entregar mensagens de forma automatizada e precisa. 

Um canal digital robusto, como a Dialog, é essa infraestrutura. Sem uma plataforma como a nossa, a segmentação se torna um processo inviável, pois passa a depender de listas de e-mail estáticas e atualizações manuais que rapidamente se tornam desatualizadas, comprometendo a agilidade e a precisão necessárias para um fluxo de comunicação eficiente.

A Dialog ajuda as empresas a simplificar esse processo. Por meio de integrações inteligentes, a nossa solução garante que a mensagem sempre encontre a pessoa certa, independentemente da escala ou da dinâmica organizacional. Além disso, um canal como o nosso não apenas faz a informação circular, mas também coleta dados sobre o impacto real da comunicação — o que otimiza o ajuste da estratégia em momentos mais oportunos.

Quer entender como tudo isso funciona na prática? Clique aqui e receba, sem compromisso, uma apresentação gratuita.

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é segmentar a Comunicação Interna?
É direcionar mensagens para públicos específicos, conforme função, rotina e necessidade. Assim, a informação faz mais sentido para quem recebe.

2. Por que a segmentação ajuda no engajamento?
Porque reduz conteúdos irrelevantes e evita a sobrecarga de informação. Com isso, aumenta a atenção e a leitura das mensagens.

3. Como a segmentação melhora a mensuração?
Ela permite analisar resultados por grupo e identificar preferências de consumo. Assim, RH e CI ajustam formato e frequência com mais precisão.

4. Qual é a relação entre segmentação e pertencimento?
Mensagens personalizadas fazem as pessoas se sentirem vistas e valorizadas. Isso fortalece a conexão com a cultura e o discurso organizacional.

5. O que é necessário para segmentar a CI de forma eficiente?
Além de discurso alinhado à cultura, é preciso uma plataforma preparada. Sem tecnologia adequada, o processo fica manual, lento e impreciso.

 

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Veja como a Dialog te ajuda a desenvolver lideranças comunicadoras https://blog.dialog.ci/veja-como-a-dialog-te-ajuda-a-desenvolver-liderancas-comunicadoras/ https://blog.dialog.ci/veja-como-a-dialog-te-ajuda-a-desenvolver-liderancas-comunicadoras/#respond Mon, 16 Mar 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6511 Sua empresa incentiva o desenvolvimento de lideranças comunicadoras? Essa é uma prática muito recomendada, porque resultados consistentes dependem, antes de tudo, de mensagens claras, alinhamento e capacidade de engajar pessoas no dia a dia. Com a Dialog, fica mais simples transformar essa habilidade em rotina a partir de recursos que ajudam a treinar líderes, informar […]

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Sua empresa incentiva o desenvolvimento de lideranças comunicadoras? Essa é uma prática muito recomendada, porque resultados consistentes dependem, antes de tudo, de mensagens claras, alinhamento e capacidade de engajar pessoas no dia a dia.

Com a Dialog, fica mais simples transformar essa habilidade em rotina a partir de recursos que ajudam a treinar líderes, informar pessoas, organizar materiais e acompanhar indicadores.

A seguir, você conhecerá algumas formas práticas de fazer isso dentro da nossa plataforma. Confira!

Use o EAD para treinar as lideranças

Antes de pedir que a liderança se torne mais comunicadora, é importante instruí-la sobre como fazer isso da forma correta. Afinal, é importante manter a consistência e utilizar o tom adequado em diferentes momentos da comunicação. 

O módulo de EAD da Dialog é a ferramenta perfeita para isso. Nele, você pode cadastrar cursos específicos, incluir vídeos e apostilas, além de disponibilizar avaliações e certificados. Assim, o líder aprende mais sobre Comunicação Interna, entende seu papel na estratégia e se torna um aliado direto do engajamento.

Crédito: Dialog.

Crie um grupo exclusivo

Para que a liderança seja comunicadora, antes ela precisa estar munida de informação. Isso significa que o líder deve ser o primeiro a receber mensagens importantes. Caso contrário, esse gestor não conseguirá conduzir a comunicação com os times de forma eficiente e objetiva.

Os grupos são um recurso que ajuda muito nesse processo. Eles criam um espaço seguro e sigiloso para troca de informações entre as lideranças dentro do canal de Comunicação Interna, fortalecendo a consistência do discurso e evitando ruídos.

Crédito: Dialog.

Segmente uma pasta na galeria

Além de segmentar publicações, na Dialog você também consegue segmentar uma pasta. Isso simplifica a disponibilização de materiais exclusivos para pessoas em cargos de liderança.

Dessa forma, o canal de Comunicação Interna se mantém organizado e ainda melhora o acesso a documentos, manuais e outros itens que não devem ser consultados por toda a empresa — evitando confusão, garantindo segurança e permitindo que cada público encontre o que precisa.

Crédito: Dialog.

Incentive práticas de reconhecimento

O reconhecimento é uma das formas mais efetivas de fortalecer a cultura de engajamento, e a liderança tem um papel decisivo nisso. Afinal, os líderes são um elo importante na conexão que se estabelece entre os colaboradores e o negócio. 

O recurso de recomendação disponível na Dialog é uma ótima ferramenta de incentivo. Por lá, é possível cadastrar palavras-chave que representam os valores e a cultura da empresa. Assim, o canal de Comunicação Interna também se transforma em uma plataforma de motivação, ajudando as lideranças a reconhecer nas pessoas do time alguns comportamentos que a organização valoriza. 

Crédito: Dialog.

Disponibilize máscaras de foto

As máscaras de foto são recursos simples, mas bem estratégicos. Elas ajudam dão visibilidade à presença da liderança no canal de Comunicação Interna.

Além de aumentar o protagonismo dos gestores, a identificação clara desses profissionais na plataforma também facilita a identificação de quem é o principal porta-voz de cada área — melhorando o alinhamento entre os times e reduzindo ruídos.

Crédito: Dialog.

Avalie os indicadores periodicamente

Desenvolver lideranças comunicadoras também envolve monitorar como essa comunicação está acontecendo. Só assim é possível realizar ajustes de rota quando necessário. Por isso, a área de Comunicação Interna deve avaliar periodicamente o desempenho de comunicação desses profissionais. 

O dashboard rico em dados da Dialog oferece mais de 50 indicadores e permite acompanhar alcance e engajamento de publicações, usuários e departamentos, ajudando o time de Comunicação Interna a identificar pontos fortes e oportunidades de melhoria na estratégia. 

Nossa plataforma também conta com recursos diferenciais, como o Índice Dialog de Engajamento e o AI Insights, que traz uma análise completa e minuciosa do cenário da sua empresa. Com a nossa tecnologia, a habilidade de comunicação das lideranças deixa de ser apenas uma percepção e passa a ser baseada em informações reais. 

Crédito: Dialog.

Lideranças comunicadoras e canais eficientes

Desenvolver lideranças comunicadoras exige mais do que boas intenções: requer estrutura, ferramentas adequadas e acompanhamento constante. Quando a empresa oferece recursos variados, ela cria as condições para que o líder se sinta preparado e seguro para assumir seu papel como protagonista da Comunicação Interna. Isso transforma o simples ato de comunicar em uma ação verdadeiramente estratégica.

Ao investir nessas práticas com o apoio da Dialog, a organização fortalece o engajamento, reduz ruídos e garante que mensagens importantes cheguem com clareza a todos os times. O resultado é uma cultura mais transparente, colaboradores mais conectados e lideranças que, de fato, comunicam com propósito, frequência e impacto.

Quer descobrir como começar essa jornada com a gente? Clique aqui e agende, sem compromisso, uma demonstração gratuita

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

FAQ

1. O que é uma liderança comunicadora?
É a liderança capaz de transmitir mensagens com clareza, proximidade e frequência. Ela ajuda a conectar estratégia, cultura e times no dia a dia.

2. Por que desenvolver lideranças comunicadoras é importante?
Porque líderes são pontes entre a empresa e os colaboradores. Quando se comunicam bem, aumentam entendimento, engajamento e confiança.

3. Como a Comunicação Interna pode apoiar esse desenvolvimento?
Oferecendo orientação, conteúdos, campanhas e ferramentas que facilitem a rotina dos líderes. Assim, a comunicação fica mais simples e consistente.

4. Como a Dialog ajuda a formar lideranças comunicadoras?
A plataforma apoia a distribuição de mensagens, segmentação de públicos e acompanhamento de resultados. Isso dá mais autonomia e precisão para líderes e CI.

5. Qual é o impacto de uma plataforma preparada nesse processo?
Ela reduz ruídos, organiza os fluxos e melhora a experiência de comunicação. Na prática, ajuda a transformar a liderança em agente ativo do engajamento.

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Entenda a relação entre Comunicação Interna e produtividade https://blog.dialog.ci/entenda-a-relacao-entre-comunicacao-interna-e-produtividade-2/ https://blog.dialog.ci/entenda-a-relacao-entre-comunicacao-interna-e-produtividade-2/#respond Mon, 02 Mar 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6486 A relação entre Comunicação Interna e produtividade ainda não é clara para muitos. Sendo assim, profissionais que conseguirem comprovar e aplicar essa dinâmica certamente terão o trabalho mais reconhecido dentro da organização. Uma das formas de fazer isso é justamente pelo canal de Comunicação Interna, que pode (e deve) ser mais do que um espaço […]

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A relação entre Comunicação Interna e produtividade ainda não é clara para muitos. Sendo assim, profissionais que conseguirem comprovar e aplicar essa dinâmica certamente terão o trabalho mais reconhecido dentro da organização.

Uma das formas de fazer isso é justamente pelo canal de Comunicação Interna, que pode (e deve) ser mais do que um espaço para disseminação de informações relevantes e estratégicas. Já parou para pensar no potencial de transformá-lo em um grande hub de serviço, tornando-o uma ferramenta de trabalho e contribuindo para uma experiência do colaborador mais positiva? É nisso que a Dialog acredita.

Se você não sabe como fazer essa correlação, preparamos este conteúdo especial com exemplos práticos dos nossos clientes, que usam nossa plataforma para além do comunicar, fazendo com que a solução faça parte da rotina dos colaboradores de diferentes formas. 

Comunicação Interna e produtividade: o papel dos dados

Antes de abordarmos exemplos que relacionam Comunicação Interna e produtividade, é importante ressaltar o papel dos dados. 

Sem mensuração, a interação entre CI e resultados operacionais permanece uma hipótese, não uma estratégia comprovada. Os dados fazem com que a Comunicação Interna migre de uma função operacional para uma área estratégica. Eles permitem que você:

  1. Traduza engajamento em números

Em vez de dizer “as pessoas estão mais engajadas”, você pode mostrar que a taxa de participação em pesquisas de pulso aumentou 40% após uma campanha de comunicação, ou que o tempo médio de leitura de comunicados estratégicos cresceu 25%.

  1. Correlacione CI com métricas de negócio

Cruzando dados de acesso a treinamentos com indicadores de desempenho (KPIs), é possível demonstrar que departamentos com maior consumo de conteúdo de capacitação via plataforma apresentam uma queda de 15% em erros operacionais ou um acréscimo de 20% em produtividade.

  1. Justifique investimentos com ROI

Quando você consegue mostrar que a redução no tempo de busca por informações economizou R$ 500 mil em horas de trabalho, a liderança entende que Comunicação Interna e produtividade são faces da mesma moeda.

  1. Personalize a experiência com base em comportamento

Dados de navegação e consumo de conteúdo permitem segmentar comunicações, garantindo que cada colaborador receba informações relevantes para seu papel, reduzindo ruídos e aumentando a eficiência.

A plataforma da Dialog oferece um painel de controle integrado que vai além de métricas básicas de alcance. Ele permite correlacionar:

  • Engajamento com conteúdos × desempenho por equipe;
  • Taxa de acesso a ferramentas × redução de tempo em processos;
  • Participação em pesquisas × índice de satisfação do colaborador.

Essa capacidade de mensuração é o que permite que profissionais de CI “falem a língua do negócio”, apresentando à liderança não apenas as atividades realizadas, mas o impacto gerado na operação.

Conheça os cases

Grupo Pão de Açúcar

Com mais de 38 mil colaboradores, o Grupo Pão de Açúcar (GPA) precisava superar um cenário desafiador: fazer com que a comunicação chegasse a todos esses profissionais, bem como democratizar o acesso à informação e aos sistemas usados pela companhia. 

A resposta foi encontrada na plataforma da Dialog. Em menos de 1 ano, o GPApp registrou mais de 90% de colaboradores ativos. Você pode conhecer mais detalhes sobre este case aqui.

Além do canal de Comunicação Interna, o GPApp reúne:

  1. Universidade do Varejo: universidade corporativa com mais de 5 mil conteúdos e treinamentos;
  2. GPA Atende: chatbot;
  3. Políticas: regulamentos internos do GPA;
  4. Colabora: plataforma de voluntariado;
  5. Valoriza: programa de reconhecimento construído 100% dentro do GPApp [usa o recurso de recomendações da plataforma] e baseado nos valores organizacionais.

“Isso torna a rotina do colaborador muito mais simplificada, a gente ganha tempo e conexão com eles, e o processo é muito mais fluido”, comentou a gerente geral de RH, Camila Zachim.

“Além de todos os benefícios que a plataforma tem trazido, ela tem [proporcionado] essa conexão, reforçado nossa cultura e conectado as pessoas. Isso traz muitos ganhos quando olhamos pelo ponto de vista de engajamento, de quebra de silos, de união das pessoas, que são o maior capital que uma empresa pode ter. O GPApp também tem corroborado fortemente com o fortalecimento da nossa cultura e com a valorização e o engajamento dos nossos colaboradores”, complementou.

A gerente de Comunicação Interna, Fernanda Megale, explicou que o time passou a usar mais dados na área com a plataforma. “O time de comunicação consegue ter uma atuação muito mais focada para provocar o engajamento de uma área que ainda não esteja na plataforma”, diz.

Manserv

A Manserv, com mais de 36 mil colaboradores espalhados em pontos corporativos e 7 mil pontos de atendimento, usa o Manserv Comunica, plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog, desde 2024.

A solução é case de sucesso quando falamos em liderança comunicadora: cerca de 80% dos líderes da empresa estão presentes na plataforma.

A gerente de Comunicação Interna, Verônica Lambais, considera que as métricas da plataforma são os insumos do planejamento da Comunicação Interna na empresa e analisa continuamente os indicadores da ferramenta para entender quem utiliza e quem precisa ser incentivado.

A integração de sistemas na plataforma é outro recurso importante para a adesão de líderes e demais colaboradores: a empresa conta com mais de 100 sistemas e o Manserv Comunica centraliza tudo.

Esse ponto e o fato da área de Comunicação Interna, com a chegada do Manserv Comunica, passar a enviar apenas um resumo semanal para líderes com chamadas que redirecionam para a plataforma fez com que a ferramenta passasse a fazer parte da rotina da liderança. A presença desse público no canal, é claro, reflete na aproximação dos demais colaboradores com a área de CI.

“Notamos que os líderes que tinham suas equipes na Manserv Comunica ficaram mais engajados depois que seus times entraram, porque nenhum líder quer saber menos que sua equipe”, reforça.

FAQ: Comunicação Interna e produtividade

1. Como a Comunicação Interna impacta a produtividade? 

A CI estratégica otimiza o tempo dos colaboradores, reduzindo retrabalho e busca por informações. Com dados, é possível provar que comunicações claras aumentam a eficiência operacional e o engajamento, além de reduzirem erros. Isso impacta diretamente os resultados do negócio.

2. Quais métricas usar para medir esse impacto? 

Métricas como taxa de participação em pesquisas, tempo médio de leitura de comunicados e acesso a treinamentos são essenciais. A plataforma da Dialog permite correlacionar engajamento com desempenho por equipe e acesso a ferramentas com redução de tempo em processos.

3. Como justificar o investimento em CI para a liderança? 

Apresentando ROI concreto. Por exemplo: mostre que a redução no tempo de busca por informações economizou R$ 500 mil em horas de trabalho, ou que departamentos com maior consumo de conteúdo via plataforma têm um aumento de 20% em produtividade. Dados transformam a CI em investimento estratégico.

4. Como personalizar a comunicação para aumentar a eficiência? 

Use dados de navegação e consumo de conteúdo para segmentar comunicações. Isso garante que cada colaborador receba informações relevantes para seu papel, reduzindo ruídos e aumentando a eficiência operacional.

5. Qual o papel da liderança nessa relação? 

Líderes ativos na plataforma de CI aumentam o engajamento geral. Quando a liderança usa o canal para comunicação e acesso a ferramentas, as equipes seguem o exemplo, criando um ciclo virtuoso de produtividade e redução de silos organizacionais.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Carta aberta às lideranças: perguntem mais “por quê?” https://blog.dialog.ci/carta-aberta-as-liderancas-perguntem-mais-por-que-2/ https://blog.dialog.ci/carta-aberta-as-liderancas-perguntem-mais-por-que-2/#respond Thu, 19 Feb 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6425 Quando foi a última vez que você fez essa pergunta para alguém da sua equipe? — Ah, mas ninguém leva o trabalho a sério, o comprometimento não é mais o mesmo, não existe paciência para o crescimento, acham que já sabem tudo, falta inteligência emocional, cresceram muito conectados e agora deu nisso.  Muitas hipóteses, pouca […]

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Quando foi a última vez que você fez essa pergunta para alguém da sua equipe?

— Ah, mas ninguém leva o trabalho a sério, o comprometimento não é mais o mesmo, não existe paciência para o crescimento, acham que já sabem tudo, falta inteligência emocional, cresceram muito conectados e agora deu nisso. 

Muitas hipóteses, pouca escuta.

Em diagnósticos e pesquisas, a gente sempre encontra lideranças afirmando que entendem os desafios de suas equipes. Inclusive, um relatório de tendências globais já registrou que “83% dos líderes acreditam entender os desafios enfrentados por profissionais da linha de frente, mas apenas 62% dos trabalhadores concordam com isso”. 

Um (grande) buraco entre intenção e percepção

Aproximadamente 20% de diferença na percepção não é apenas um detalhe estatístico. O buraco pode ser maior e revelar uma distância entre intenção e percepção. Entre o que lideranças acreditam ouvir e o que as equipes conseguem dizer. Mais que relatórios e reuniões, entender desafios é estar presente (na rotina, nos desafios, nos imprevistos). Principalmente com disposição para ouvir. E a tão falada escuta ativa também demanda um outro cuidado: não perguntar apenas para confirmar o que acredita, mas perguntar para compreender as expectativas desalinhadas, as decisões incompreendidas, o sentimento de desconexão. 

Nos ruídos estão as angústias, e também as soluções. A gente acaba se preocupando muito com o que falar, como falar, quando falar, mas investe menos energia em ouvir. Quer um exemplo? No mesmo relatório de tendências, “enquanto 69% dos líderes acreditam que seus colaboradores possuem um plano de carreira, apenas 27% dos profissionais concordam”. O problema é de comunicação, é de gestão ou é estrutural da empresa? Quanto mais a gente pergunta, mais compreende a real solução (se é que ela existe).

Se eu discordo, é melhor ficar quieto

Um aspecto que atravessa a escuta é a confiança. Minha liderança vai ouvir o que vou falar? Posso confiar? Essa informação não vai ser usada contra mim? A empresa não costuma penalizar pessoas que falam a verdade? Portanto, querer ouvir vai além de perguntar. Demanda criar ambientes e relações em que haja espaço para um diálogo, principalmente quando ele tem discordâncias e críticas.  

A pesquisa Glassdoor’s Worklife aponta que “palavras que destacam essa desconexão (entre líderes e liderados) aumentaram nas avaliações do Glassdoor: 24% para desconexão, 25% para falta de comunicação, 26% para desconfiança e impressionantes 149% para desalinhamento”.

Se você quer realmente entender sua equipe e ter mais alinhamento, prepare o caminho para perguntar mais “por quês?”. Fazendo isso, você: 

  • Diminui hipóteses e aumenta escutas;
  • Amadurece a cultura organizacional a ponto de ser possível ouvir as pessoas;
  • Constrói relações confiáveis e transparentes para não tapar os ouvidos para o que é difícil;
  • Compreende, de fato, o que acontece e cria planos de ação que saiam do papel.

É preciso perguntar de verdade, e sustentar as respostas

Vitor, mas você não tá deixando muita responsabilidade nas costas das lideranças? Okay, também é um ponto de vista. E, para esse, eu escrevi com uma outra perspectiva (expectativas injustas) que pode ser conferida no capítulo Liderança Comunicadora, do Relatório Diálogos Supera 2025

Por Vitor Morais, diretor de Conteúdo e Planejamento na Supera Comunicação

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Employer Branding: da promessa à experiência vivida https://blog.dialog.ci/employer-branding-da-promessa-a-experiencia-vivida/ https://blog.dialog.ci/employer-branding-da-promessa-a-experiencia-vivida/#respond Mon, 27 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6219 Nos últimos anos, o conceito de Employer Branding deixou de ser uma vitrine de atração de talentos para se tornar um pilar estratégico da reputação corporativa. O mercado brasileiro, no entanto, ainda enfrenta obstáculos para transformar essa intenção em prática sólida. Uma pesquisa recente apontou que 89% das empresas reconhecem o Employer Branding como desafio, […]

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Nos últimos anos, o conceito de Employer Branding deixou de ser uma vitrine de atração de talentos para se tornar um pilar estratégico da reputação corporativa. O mercado brasileiro, no entanto, ainda enfrenta obstáculos para transformar essa intenção em prática sólida. Uma pesquisa recente apontou que 89% das empresas reconhecem o Employer Branding como desafio, mas apenas 11% consideram suas ações eficazes. As principais barreiras são conhecidas: limitação de recursos, falta de apoio da liderança, desalinhamento entre áreas e dificuldades de mensuração. O risco, diante desse cenário, é evidente: quando a promessa feita em campanhas externas não se sustenta na experiência interna, a marca empregadora perde credibilidade.

Comunicação Interna como guardiã da coerência

É nesse ponto que a Comunicação Interna desempenha um papel essencial. Employer Branding não pode ser responsabilidade isolada de RH ou Marketing. Ele precisa da Comunicação Interna como fio condutor para garantir que a narrativa divulgada ao mercado seja percebida e reconhecida pelos colaboradores no dia a dia.

Na prática, isso significa traduzir a Employee Value Proposition (EVP) em experiências concretas. Um onboarding que acolhe e dá contexto, rituais de equipe que reforçam valores, iniciativas de reconhecimento que premiam comportamentos alinhados à cultura e canais de escuta ativa que ajustam rumos são exemplos de como a CI transforma conceitos em vivência.

Sem essa tradução cotidiana, o risco de dissonância cresce. O candidato que se encantou com uma vaga que prometia autonomia pode se frustrar diante de microgestão. A profissional que acreditou em uma cultura de inovação pode se decepcionar com processos burocráticos. Cabe à Comunicação Interna evitar que essas lacunas se tornem abismos.

O Employer Branding em tempos de instabilidade

Se em contextos estáveis já há dificuldades, em períodos de crise ou incerteza os riscos se ampliam. Muitas empresas, diante de restrições orçamentárias, optam por reduzir ou até suspender investimentos em marca empregadora. A decisão parece lógica no curto prazo, mas mina a confiança justamente quando mais se precisa dela.

Reportagem publicada pela CartaCapital destaca esse movimento como um erro recorrente. Ao abandonar ações de Employer Branding em momentos críticos, organizações transmitem a sensação de abandono, alimentam rumores e aceleram a perda de talentos. O efeito é duplamente negativo: além de enfraquecer a reputação, gera custos adicionais, já que substituir profissionais pode representar até 60% do salário anual de cada um.

A boa notícia é que Employer Branding não exige, necessariamente, grandes aportes financeiros para ser consistente. Mesmo com restrições, é possível sustentar cultura, ajustar narrativas de recrutamento à realidade, atualizar canais de carreira e preservar a comunicação com regularidade. Pequenos gestos, quando mantidos com disciplina, sinalizam cuidado e comprometimento.

Onde as empresas ainda tropeçam

Os diagnósticos mais recentes mostram um conjunto de falhas recorrentes. A primeira delas é o excesso de promessas em campanhas externas, distantes da experiência cotidiana. Não é incomum que o discurso sobre inovação e colaboração conviva com estruturas rígidas e processos hierarquizados, o que mina a credibilidade da marca empregadora.

Outro ponto crítico é o desalinhamento entre áreas. Employer Branding costuma nascer em RH ou Marketing, mas depende de forte integração com a Comunicação Interna. Quando cada área adota uma narrativa própria, sem convergência, o resultado é fragmentado e contraditório.

Há também a dificuldade de engajar lideranças. Dados da pesquisa citada pelo Mundo do Marketing mostram que a falta de apoio de gestores é um dos entraves mais relevantes. E esse é um fator decisivo, pois líderes são os principais embaixadores da marca empregadora dentro da organização. Sem preparo e repertório, dificilmente conseguem traduzir valores em atitudes e decisões.

Por fim, há um problema de métricas. Muitas empresas ainda restringem avaliação a números de candidaturas ou visualizações de página. Organizações mais maduras, ao contrário, ampliam a régua para incluir engajamento, retenção, Net Promoter Score interno e reputação externa. Esses indicadores refletem a real capacidade de sustentar vínculos e resultados.

Liderança comunicadora e protagonismo dos colaboradores

A liderança segue sendo um elo decisivo. Um EVP bem formulado perde valor se os gestores mais próximos não traduzirem princípios em práticas. Preparar líderes para comunicar com clareza, ouvir de forma ativa e tomar decisões coerentes com a cultura é investir no coração da estratégia de Employer Branding.

Mas não são apenas os líderes que têm voz. O fortalecimento dos influenciadores internos é uma tendência que dialoga diretamente com a marca empregadora. Depoimentos autênticos de colaboradores, conteúdos produzidos de forma espontânea e iniciativas estruturadas de advocacy interno trazem impacto e credibilidade muito maiores do que mensagens institucionais. A Comunicação Interna pode e deve apoiar esse protagonismo, oferecendo diretrizes e mentoria leve, sem engessar a expressão genuína.

Do discurso à prática

Ao reunir essas peças, a mensagem se torna clara: Employer Branding só gera valor quando promessa e experiência se encontram. No Brasil, os dados mostram que ainda há mais intenção do que prática, mas exemplos de caminhos viáveis, mesmo em cenários adversos, não faltam.

A Comunicação Interna é a guardiã dessa coerência. Ela conecta EVP a práticas, dá substância ao discurso, prepara lideranças, organiza influenciadores internos e cria métricas que refletem impacto real. Em última instância, é ela quem garante que a marca empregadora não seja apenas uma promessa sedutora, mas uma experiência vivida e reconhecida por quem mais importa: as pessoas que constroem a empresa todos os dias.

Por Roberto Ângelo, Gerente de CI no Grupo In Press.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Insights das pesquisas sobre Comunicação Interna em 2025 https://blog.dialog.ci/insights-das-pesquisas-sobre-comunicacao-interna-em-2025/ https://blog.dialog.ci/insights-das-pesquisas-sobre-comunicacao-interna-em-2025/#respond Mon, 20 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6212 O ano de 2025 foi marcado por relevantes estudos que oferecem aos profissionais de Comunicação Interna subsídios importantes para orientar suas estratégias e decisões. Neste artigo, destacamos duas pesquisas e uma apresentação que se tornaram referência no setor. Tendências da Comunicação Interna 2025: realizada em parceria entre a Aberje e a Ação Integrada, essa pesquisa […]

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O ano de 2025 foi marcado por relevantes estudos que oferecem aos profissionais de Comunicação Interna subsídios importantes para orientar suas estratégias e decisões. Neste artigo, destacamos duas pesquisas e uma apresentação que se tornaram referência no setor.

  • Tendências da Comunicação Interna 2025: realizada em parceria entre a Aberje e a Ação Integrada, essa pesquisa contou com a participação de 215 empresas, associadas e não associadas à Aberje,  distribuídas por todas as regiões do país. Os dados refletem uma ampla diversidade de portes e segmentos econômicos, proporcionando uma visão abrangente do cenário atual da comunicação interna.
  • Tendências de Gestão de Pessoas 2025: na sétima edição do relatório elaborado pelo Ecossistema Great People & GPTW, mais de 2.100 profissionais, majoritariamente gestores de recursos humanos, contribuíram com percepções sobre as principais práticas e políticas que vêm moldando a gestão de pessoas nas organizações brasileiras.
  • Apresentação Comunicação Organizacional no Brasil: produzido pela Aberje, considerando as pesquisas realizadas (Tendência de Comunicação Interna 2025, Tendência de Comunicação Organizacional 2025 e Orçamento Comunicação Organizacional 2025) e apresentado por Carlos Ramello em julho de 2025, durante o encontro dos Comitês Aberje, o estudo oferece uma leitura estratégica sobre os rumos da comunicação organizacional no país, reforçando seu papel como agente de transformação e alinhamento institucional.

A seguir, vamos mencionar alguns resultados que destacam as ações de Comunicação Interna.

Resultados que se destacam

Canais e redes sociais 

  • Dentre os principais canais utilizados estão: 89% redes sociais, 56% jornais on-line, 50% feiras e eventos, 46% portais corporativos e 38% revistas on-line; 
  • Dentre as principais tecnologias utilizadas pela área de comunicação, 42% são de redes sociais corporativas; 37% de plataforma de Comunicação Interna e 50% de IA.

Comunicação Interna

  • Principais objetivos: 86% fortalecer cultura e orgulho, em um ambiente onde os colaboradores se sintam valorizados; 78% criar clareza em torno da estratégia da empresa, engajando os colaboradores nessa jornada.
  • Principais desafios para CI: 59% engajar os líderes como comunicadores; 51% comunicar a estratégia e cultura da empresa; 42% fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais; 41% melhorar a mensuração e gestão de dados em comunicação interna; 37% gerenciar o excesso de informações.
  • Tendências de CI: 47% intensificar a segmentação e personalização nas narrativas e mensagens da Comunicação Interna; 45% maior uso de linguagens audiovisuais.
  • Pela Pesquisa GPTW, em 2024, os principais desafios de Gestão de Pessoas foram: 33% Comunicação Interna; 32% saúde mental e 31% desenvolvimento e capacitação da liderança. Em 2025, 40% desenvolvimento e capacitação da liderança; 31% saúde mental e 27% Comunicação Interna.

Inteligência Artificial

  • No que diz respeito à IA, 48% querem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA para personalizar os conteúdos comunicados para diferentes públicos; 44% querem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA generativas para a produção de conteúdos e 33% pretendem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA para refinar as estratégias de comunicação e personalizar as experiências para os diversos públicos-alvo.
  • Na pesquisa GPTW, 50% das empresas utilizam IA em atividades pontuais e 41% realizaram algum treinamento sobre IA.

Os dados reforçam um ponto essencial: a Comunicação Interna precisa assumir de vez seu papel estratégico dentro das organizações. Mas como transformar intenção em ação?

A comunicação da estratégia é um dos maiores desafios apontados pelas empresas: 51% delas ainda enfrentam dificuldades para traduzir objetivos corporativos em mensagens claras e acessíveis. Isso compromete não apenas o alinhamento interno, mas também a execução dos planos organizacionais.

Outro ponto crítico? O papel da liderança. Pelo 9º ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores segue no topo dos desafios da CI (59%). Líderes que não comunicam geram ruído, desalinhamento e, no limite, desmotivação.

O que isso significa na prática?

✔ Estratégia precisa ser traduzida em linguagem real, relevante e acessível a todos os públicos.

✔ Líderes precisam ser mais do que gestores, precisam ser comunicadores ativos.

✔ Cultura organizacional e transparência não podem ser conceitos abstratos, mas sim práticas incorporadas ao dia a dia.


Como uma rede social corporativa é uma solução para as dores de CI 

Comunicação da estratégia: clareza e acessibilidade

Com 51% das empresas enfrentando dificuldades para comunicar sua estratégia de forma clara, uma rede social permite transformar objetivos corporativos em conteúdos acessíveis, segmentados e personalizados. A plataforma facilita a disseminação de mensagens estratégicas em formatos diversos e adaptados a diferentes públicos internos.

Liderança como comunicadora

Engajar líderes como comunicadores é o maior desafio da CI (59%). Uma rede social interna empodera gestores com de forma simples e intuitiva para se comunicarem diretamente com suas equipes, promovendo proximidade, alinhamento e protagonismo. Lives, posts e interações em tempo real ajudam a tornar a liderança mais presente e ativa.

Segmentação e personalização

Com 47% das empresas buscando intensificar a segmentação e personalização das mensagens, a rede social oferece recursos avançados para direcionar conteúdos por área, cargo, localização ou interesse. Isso garante que cada colaborador receba o que é relevante para sua jornada, fortalecendo o engajamento.

Dados e inteligência

A mensuração é outro ponto crítico (41%). Uma rede corporativa fornece dashboards e relatórios em tempo real sobre alcance, engajamento e impacto das comunicações. Além disso, com integração de IA, é possível refinar estratégias e personalizar experiências com base em comportamento e preferências dos usuários.

Linguagem audiovisual e cultura viva

Com 45% das empresas apostando em linguagens audiovisuais, a rede social interna é nativamente multimídia. A cultura organizacional deixa de ser conceito e passa a ser prática: vídeos de líderes, campanhas interativas, reconhecimento público e espaços de escuta ativa tornam o ambiente mais humano e conectado.

Inteligência Artificial como aliada

O uso de IA para personalização, produção de conteúdo e refinamento de estratégias já é realidade. Redes sociais internas integram funcionalidades que ajudam a automatizar, sugerir e adaptar conteúdos com agilidade e precisão.

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora e Diretora de Comunicação da Incanto Comunica.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores. 

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Liderança comunicadora na Manserv: 80% de engajamento dos 1.500 líderes https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-na-manserv-80-de-engajamento-dos-1-500-lideres/ https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-na-manserv-80-de-engajamento-dos-1-500-lideres/#respond Thu, 16 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6232 A liderança comunicadora é o maior desafio da Comunicação Interna, como provam os últimos 9 estudos feitos pela Aberje e Ação Integrada sobre tendências e desafios na área. Seria então possível engajar as lideranças como comunicadores? A Manserv é a prova viva que sim. São 1.500 líderes, sendo eles pulverizados em diferentes localidades.  A empresa, […]

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A liderança comunicadora é o maior desafio da Comunicação Interna, como provam os últimos 9 estudos feitos pela Aberje e Ação Integrada sobre tendências e desafios na área.

Seria então possível engajar as lideranças como comunicadores? A Manserv é a prova viva que sim. São 1.500 líderes, sendo eles pulverizados em diferentes localidades.  A empresa, que usa o Manserv Comunica, plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog, desde 2024, conta com boas práticas e exemplos da participação e do apoio da liderança às ações e iniciativas da área.

Para contar mais detalhes sobre esse case de sucesso, a convidada especial do 50º episódio do Dialog Talks é Verônica Lambais, especialista de Comunicação Interna na Manserv.

Você pode assistir o conteúdo na íntegra clicando aqui ou escutar a versão podcast aqui.

Liderança comunicadora: Conheça a Manserv

Antes de falar propriamente sobre o case de liderança comunicadora, a especialista falou sobre o cenário enfrentado pela área de Comunicação Interna na Manserv.

A empresa oferece serviços técnicos especializados de manutenção de ativos, operação de processos, intralogística e locação de equipamentos pesados para todos os setores da economia e conta com mais de 36 mil colaboradores espalhados em pontos corporativos (cerca de 500 profissionais) e em 7 mil pontos de atendimento.

Verônica compartilhou que, ao chegar na companhia em 2023, promoveu uma pesquisa junto à liderança para entender os desafios relacionados à comunicação, pois seu foco era transformá-los em líderes comunicadores, para que eles passassem adiante as diretrizes e mensagens da companhia.

Junto com a pesquisa, ela contou que foi feito também um mapeamento dos canais usados pela Comunicação Interna.

Na época, os 10 maiores desafios de comunicação citados pela liderança na Manserv foram:

Créditos: Manserv

Lambais afirmou que, desde então, vários desses pontos foram solucionados, inclusive com a chegada da Dialog.

“Fazendo todo esse mapeamento com os líderes e canais, a solução da Dialog foi efetiva e eficiente para a gente, porque ela sana muitos desses desafios. Ela sana, por exemplo, a comunicação com agilidade e constância. Então, se a gente manda só um e-mail ou se apoia num mural de papel para a operação, leva tempo para a mensagem chegar. Ter uma plataforma digital, que dá suporte para uma comunicação mais ágil, é muito importante para a gente.”

Estratégia no canal de comunicação “Manserv Comunica”

A partir dos desafios citados, foi construída uma estratégia para definir os canais de Comunicação Interna que chegariam nesses líderes e os pilares que seriam trabalhados ali para dar insumos para transformá-los em uma liderança comunicadora. São eles: cultura, estratégia, compliance, bem-estar, segurança e ESG.

“Porque se o líder não sabe, ele não comunica”, afirmou.

Lambais explica que além do saber, é preciso que a liderança interprete a informação recebida e que isso vem com a capacitação. Segundo ela, é parte do trabalho de CI e RH capacitar esse público na habilidade de se comunicar.

Ela conta que o trabalho de aproximação da área de Comunicação Interna com a liderança foi muito importante para manter a cultura Manserv viva, pois apenas 500 colaboradores trabalham em escritórios próprios, sendo os demais alocados em diferentes empresas — que possuem diferentes culturas — para a prestação de serviços. 

Antes do Manserv Comunica, os canais de CI usados eram: jornal eletrônico (newsletter), e-mail e intranet. Além disso, o DDS (Diálogo Diário de Segurança), Teams, clipping, lives e até o uso informal do WhatsApp eram outros pontos de comunicação (não necessariamente tocados por CI).

Com a chegada do Manserv Comunica, a área de CI passou a contar com métricas e aumentou os formatos e possibilidades de comunicação, graças aos recursos e módulos adicionais que a plataforma oferece.

Créditos: Manserv

Verônica considera as métricas da plataforma os insumos do planejamento da Comunicação Interna na Manserv e analisa continuamente os indicadores da ferramenta para entender quem utiliza e quem precisa ser incentivado.

A integração de sistemas na plataforma é outro recurso importante para a adesão de líderes e demais colaboradores: a especialista contou que a empresa conta com mais de 100 sistemas e o Manserv Comunica centraliza tudo.

Com a chegada da ferramenta, os líderes passaram a receber apenas um resumo semanal, que conta com chamadas que os direcionam para a plataforma.

Essa estratégia faz com que o Manserv Comunica passe a fazer parte da rotina da liderança e oferece também a possibilidade de conexões com outros líderes, algo que os antigos canais não possibilitaram.

Inclusive, a plataforma foi lançada primeiro para os líderes, justamente para aproximá-los. Em um segundo momento, colaboradores administrativos passaram a usar o Manserv Comunica e isso fez com que suas lideranças se engajaram ainda mais, contou Lambais. Atualmente, 80% dos líderes são ativos.

“Notamos que os líderes que tinham suas equipes na Manserv Comunica ficaram mais engajados depois que seus times entraram, porque nenhum líder quer saber menos que sua equipe”.

Ela contou que há planos para expandir o uso para toda a organização no futuro. Com isso, os canais de CI usados atualmente são:

  • Manserv Comunica (aplicativo e desktop/intranet)
  • TVs corporativas (módulo especial Dialog)
  • E-mail marketing 
  • Gestão à vista (Mural impresso)

Definição de personas

Como mencionado anteriormente, a Manserv conta com 1.500 líderes. Mas qual é a persona que melhor representa esse público?

Verônica compartilhou que a área de CI fez um estudo para responder essa pergunta. Para isso, analisou 3 fatores: 

  1. Perfil do público para determinar linguagem
  2. Desafios e motivações para guiar conteúdo
  3. Modelo de trabalho para definir formatos

A análise mostrou 4 personas diferentes: Líder de campo, de UT (atuam diariamente no cliente), corporativo (sede ou escritório regional) e alta liderança (tomadores de decisão).

Créditos: Manserv

Dicas para trabalhar a liderança comunicadora

Verônica Lambais compartilhou 7 dicas para profissionais de Comunicação Interna que querem engajar líderes como comunicadores, alcançando assim a sonhada liderança comunicadora.

  1. Conquiste pela escuta, não pelo discurso

Antes de pedir, entenda o que líderes temem, valorizam e precisam comunicar. Na Manserv, CI mapeou as percepções da liderança nas fases iniciais de campanhas, aumentando o senso de participação e assertividade nas comunicações.

  1. Transforme líderes em protagonistas, não mensageiros

Ao invés de tratá-los como meros replicadores de mensagens, posicione a liderança como influenciadores de cultura. A empresa usa o Manserv Comunica para dar voz a esse público, fazendo com que tenham voz ativa na narrativa.

  1. Fale a língua do negócio

Aproximar a Comunicação Interna da liderança passa por traduzir impacto em indicadores tangíveis (engajamento, produtividade, clima e até resultados financeiros). Na Manserv, usam a adaptação de conteúdo, canal e linguagem para cada parte do negócio.

  1. Dê visibilidade positiva

Nada engaja mais do que reconhecer, segundo Verônica. A Manserv usa o recurso de ranking da plataforma da Dialog para o reconhecimento dos mais engajados.

  1. Mantenha constância e previsibilidade

Líderes gostam de clareza. Na Manserv, a Comunicação Interna cria, com antecedência, um calendário anual com trilhas, campanhas e programas e compartilha em primeira mão com a liderança, para ajudá-los na preparação para repassar para suas equipes. Além disso, trabalham com reforços constantes com esse público via WhatsApp.

  1. Adote postura de consultoria

Para a especialista, o comunicador interno moderno precisa ser visto como parceiro de gestão, não apenas executor de demandas. Na empresa, a área compartilha mensalmente com cada líder dados sobre assiduidade das equipes na plataforma, juntamente com dicas para aumentar a adesão e melhorar a comunicação com os times.

  1. Assiduidade como marca de liderança exemplar

A liderança que se mantém informada, participa ativamente do canal e motiva o time é vista como referência em comunicação e engajamento. A frequência e participação dos líderes no Manserv Comunica são vistas como reflexos do seu nível de conexão com a empresa e o time. Essa postura é considerada como um critério qualitativo de líder exemplar, contribuindo para possíveis promoções e reconhecimentos.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) na Dialog.

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WhatsApp na Comunicação Interna e liderança comunicadora https://blog.dialog.ci/whatsapp-na-comunicacao-interna-e-lideranca-comunicadora/ https://blog.dialog.ci/whatsapp-na-comunicacao-interna-e-lideranca-comunicadora/#respond Thu, 09 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6216 O uso do WhatsApp na Comunicação Interna é um dos temas mais discutidos entre especialistas e profissionais do mercado nos últimos meses. É preciso olhar, com atenção e cautela, na adoção desse canal para fins corporativos. Pensando nisso, a Dialog lançou em julho de 2025 um módulo de envio de mensagens para WhatsApp, que permite […]

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O uso do WhatsApp na Comunicação Interna é um dos temas mais discutidos entre especialistas e profissionais do mercado nos últimos meses.

É preciso olhar, com atenção e cautela, na adoção desse canal para fins corporativos. Pensando nisso, a Dialog lançou em julho de 2025 um módulo de envio de mensagens para WhatsApp, que permite que equipes de CI usem o canal de forma segmentável, segura e mensurável.

Neste conteúdo, traremos dados inéditos de uma pesquisa sobre a percepção da média liderança (gerentes, coordenadores e supervisores) sobre o canal e mostraremos como utilizá-lo da melhor forma possível.

WhatsApp na Comunicação Interna e a liderança

A adoção do WhatsApp na Comunicação Interna, quando pensamos na liderança, já é uma realidade há algum tempo.

A 3a edição da Pesquisa Nacional de Comunicação com a Média Liderança, realizada pela Ação Integrada, mostrou que 49% dos mais de 2.300 líderes entrevistados consideram o WhatsApp um dos principais meios de comunicação com o time.

Além disso, 92% dos respondentes dizem ler sempre ou na maioria das vezes as informações que chegam pelo WhatsApp, em seus grupos de gestores. Além disso, 85% também apontam que leem as informações recebidas pelo aplicativo no grupo geral da empresa.

Outro dado revelado pela pesquisa é que 39% dos líderes preferem receber via WhatsApp as mensagens que devem ser desdobradas para as suas equipes.

Volume de mensagens

A pesquisa mostrou que 48% consideram que diariamente seja a frequência ideal para receber esses conteúdos a fim de desdobrar para seus times. Em 2018, na 2ª edição, esse percentual era de 44%.

A Ação Integrada afirma no estudo que o aumento é coerente, “considerando as mudanças cada vez mais constantes nas organizações, somado ao fato de as pessoas estarem mais conectadas”.

Estratégia de canais e cuidados com o WhatsApp

A área de Comunicação Interna deve entender qual é a melhor estratégia para alcançar esse público de forma que eles desdobrem as informações para os seus times e/ou incentivem que seus colaboradores acessem os canais de CI ou participem de iniciativas da área.

O WhatsApp, mesmo sendo uma ferramenta tão presente na vida das pessoas e, como mostrou o estudo, da liderança, não deve ser usado como canal principal de Comunicação Interna entre empresa e colaboradores.

O tema, inclusive, foi abordado durante o último Dialog Experts, que contou com a participação de Lívia Pretti (CEO na agência Abby) e Vinícius Ventura (Diretor de Vendas e Marketing na Dialog).

Lívia reforçou que o benefício do uso do WhatsApp é encará-lo como um reforço de comunicação, apoiando os canais principais (aplicativos, intranet etc.)

“Eu acho que [o WhatsApp] não deve ser o canal principal ou o único canal [de Comunicação Interna], ele tem que ser um canal de reforço e engajamento. Ele funciona muito bem para lembretes, comunicados rápidos, reforço de campanhas e para levar as pessoas para os canais oficiais, porque eles continuam sendo essenciais.”

Seguindo nessa linha de raciocínio, Vinícius comentou sobre o uso informal do aplicativo no trabalho, mas ressaltou que quando o objetivo é fazer do aplicativo um canal de CI, o caminho mais adequado é apostar em disparadores, pois permitem que a área utilize a solução com governança e segurança.

“O WhatsApp passa a ser um aliado, não um problema. O principal é você ter um outro ambiente, onde a informação é segura e você convida [o colaborador para acessar] por meio do WhatsApp.”

Módulo de WhatsApp da Dialog

Como mencionamos no início deste conteúdo, lançamos um novo módulo de envio de mensagens para WhatsApp, para que profissionais de Comunicação Interna consigam usar a ferramenta de forma segura nas organizações.

O diferencial desse novo recurso é a possibilidade de fazer a integração com a base de dados da empresa, sincronizando assim os contatos em tempo real. Isso evita o envio de conteúdos para profissionais que não estão mais na empresa e/ou estão de férias, por exemplo.

Essas informações permitem também a segmentação de públicos, o que facilita, por exemplo, filtrar e entregar informações para a liderança. Por ser um módulo específico para a empresa, seu uso para o desdobramento de comunicados é seguro e pode ser mensurado.

Mais uma vez, é importante ressaltar que o módulo é um reforço para a estratégia de canais de Comunicação Interna, uma forma de alcançar e fazer com que líderes e outros públicos acessem os outros pontos de contato (seja a própria plataforma Dialog, e-mail etc.)

Conheça a novidade agora mesmo, agende uma demonstração.

Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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