You searched for diversidade - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Mon, 22 Dec 2025 14:05:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png You searched for diversidade - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/ 32 32 Janeiro Branco: três motivos para fortalecer a Comunicação Interna e inspirar cuidado coletivo https://blog.dialog.ci/janeiro-branco-tres-motivos-para-fortalecer-a-comunicacao-interna-e-inspirar-cuidado-coletivo/ https://blog.dialog.ci/janeiro-branco-tres-motivos-para-fortalecer-a-comunicacao-interna-e-inspirar-cuidado-coletivo/#respond Fri, 02 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6351 O início de um novo ano sempre traz consigo a sensação de recomeço, de páginas em branco que podem ser preenchidas com novos projetos, conquistas e aprendizados. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como uma campanha de conscientização voltada para a saúde mental e emocional, convidando pessoas e organizações a refletirem sobre o cuidado com […]

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O início de um novo ano sempre traz consigo a sensação de recomeço, de páginas em branco que podem ser preenchidas com novos projetos, conquistas e aprendizados. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como uma campanha de conscientização voltada para a saúde mental e emocional, convidando pessoas e organizações a refletirem sobre o cuidado com o bem-estar.

Para empresas que valorizam a cultura e o engajamento dos colaboradores, trabalhar o Janeiro Branco na Comunicação Interna é uma oportunidade estratégica, além de gerar confiança. Mais do que uma ação pontual, trata-se de abrir espaço para diálogos genuínos, reforçar valores e criar iniciativas que aproximem equipes em torno de um propósito comum: cuidar das pessoas.

A seguir, apresentamos três motivos e insights que mostram por que o Janeiro Branco pode ser um marco importante na Comunicação Interna e como ele contribui para fortalecer a cultura organizacional e o senso de pertencimento.

1. Promover saúde mental como parte da cultura organizacional

Um dos principais motivos para trabalhar o Janeiro Branco é a oportunidade de colocar a saúde mental no centro da cultura corporativa. Em muitas empresas, já existe o cuidado com a saúde física, por meio de campanhas de prevenção ou incentivo à prática de atividades. Porém, quando falamos de saúde emocional, ainda há barreiras e tabus que precisam ser quebrados.

Ao trazer o Janeiro Branco para a Comunicação Interna, a empresa demonstra que o bem-estar dos colaboradores vai além da produtividade. É um sinal claro de que cuidar das pessoas é um valor institucional. Isso pode ser feito por meio de campanhas educativas, rodas de conversa, postagens na rede social corporativa, podcasts internos ou até mesmo mensagens inspiradoras que reforcem a importância de falar sobre sentimentos e buscar apoio quando necessário.

A rede social corporativa pode ser o canal que traduz esse cuidado em ações concretas. Ao criar conteúdos acessíveis e envolventes, desmistificamos o tema e mostramos que saúde mental é responsabilidade de todos. 

E que tal aproveitar e reforçar os benefícios existentes na empresa e fazer uma feira de exposição com seus parceiros?

2. Reforçar o senso de pertencimento e conexão entre equipes

Outro motivo relevante é que o Janeiro Branco cria oportunidades para aproximar pessoas e fortalecer vínculos. Quando a Comunicação Interna promove diálogos sobre saúde emocional, ela abre espaço para que colaboradores compartilhem experiências, reconheçam desafios comuns e se sintam parte de uma rede de apoio.

Esse senso de pertencimento é essencial para a cultura organizacional. Afinal, colaboradores que se sentem acolhidos e conectados tendem a se engajar mais, a colaborar com suas equipes e a permanecer na empresa por mais tempo.

Ativações de Comunicação Interna durante o Janeiro Branco podem incluir campanhas interativas na rede social corporativa, podcasts com líderes falando sobre suas próprias práticas de cuidado ou até mesmo encontros virtuais para troca de experiências. Essas ações reforçam que todos estamos juntos na construção de um ambiente saudável e confiável.

3. Tornar a informação didática e envolvente

O terceiro motivo para trabalhar o Janeiro Branco é a chance de transformar informações complexas em conteúdos leves e envolventes. Saúde mental é um tema amplo, que pode parecer distante ou difícil de ser abordado. A Comunicação Interna tem o papel de traduzir esse assunto em mensagens simples, práticas e inspiradoras.

Isso pode ser feito por meio de diferentes formatos: vídeos curtos, podcasts, newsletters visuais, infográficos ou até mesmo campanhas gamificadas. O importante é que a informação seja transmitida de forma clara e que desperte interesse.

Ao tornar o conteúdo didático e envolvente, a empresa não apenas informa, mas também inspira. Os colaboradores passam a enxergar o Janeiro Branco como uma experiência positiva, que contribui para seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Conclusão: Janeiro Branco é gerar confiança

Quando unimos esses três motivos — promover saúde mental como parte da cultura, reforçar o senso de pertencimento e tornar a informação envolvente — percebemos que o Janeiro Branco é muito mais do que uma campanha. Ele se torna um movimento institucional que fortalece a identidade da empresa e cria impacto real na vida das pessoas.

A Comunicação Interna, nesse contexto, é o fio condutor que transforma valores em práticas. É por meio dela que conseguimos dar voz às lideranças, aproximar equipes e criar experiências que inspiram.

Mais do que uma campanha, o Janeiro Branco destaca a organização que valoriza o bem-estar, celebra a diversidade de experiências e constrói, dia após dia, um ambiente onde todos se sentem parte e protagonistas.

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora e Diretora de Comunicação da Incanto Comunica. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Comunicação Interna e diversidade: conheça o case do Grupo Pão de Açúcar https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-diversidade-conheca-o-case-do-grupo-pao-de-acucar/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-diversidade-conheca-o-case-do-grupo-pao-de-acucar/#respond Thu, 23 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6085 Já falamos anteriormente por aqui sobre a relação direta entre Comunicação Interna e diversidade, equidade e inclusão. Aliás, a única forma de propagar esse tema tão relevante dentro da organização é justamente com o apoio da área.  O Grupo Pão de Açúcar (GPA), um dos maiores varejistas alimentares do Brasil e dono de marcas como […]

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Já falamos anteriormente por aqui sobre a relação direta entre Comunicação Interna e diversidade, equidade e inclusão. Aliás, a única forma de propagar esse tema tão relevante dentro da organização é justamente com o apoio da área. 

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), um dos maiores varejistas alimentares do Brasil e dono de marcas como o Pão de Açúcar e Extra Mercado, possui um programa robusto com ações de diversidade iniciado em 2015. Atualmente, a empresa também conta com o apoio do GPApp, plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog. Assista o case na íntegra aqui.

Neste conteúdo, conversamos com Renata Amaral, Gerente de Sustentabilidade, Diversidade e Investimento Social do GPA, sobre como a plataforma é capaz de facilitar o acesso a informações estratégicas e ampliar o alcance das ações de DE&I. Boa leitura!

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Comunicação Interna e diversidade, equidade e inclusão: a história no GPA

Antes de falar sobre a relação direta entre a área de Comunicação Interna e diversidade, é importante contextualizar os esforços direcionados para a pauta na Companhia.

Como mencionado anteriormente, o GPA trabalha a temática de diversidade, equidade e inclusão há 10 anos. Desde o início, pilares prioritários foram definidos para guiar as ações, as metas e os compromissos da empresa. São eles:

  1. Equidade Racial;
  2. Equidade de Gêneros;
  3. Inclusão e Desenvolvimento de Pessoas com Deficiência;
  4. Respeito e Promoção aos Direitos LGBTQIA+;
  5. Diversidade Etária.

“Somos uma empresa feita por pessoas e para pessoas — e é a partir dessa premissa que consolidamos uma governança dedicada ao tema, estruturamos grupos de afinidade com atuação ativa, ampliamos ações de letramento e criamos mecanismos contínuos de escuta e diálogo. Ao longo dos anos, desenhamos e implementamos programas de desenvolvimento voltados a grupos historicamente sub-representados, como pessoas negras e mulheres, com foco no desenvolvimento destes colaboradores para alcançar cargos de liderança”, afirmou Renata.

O movimento resultou em avanços concretos, como:

  • Aumento da representatividade de mulheres e pessoas negras em posições estratégicas;
  • Fortalecimento de políticas internas com diretrizes claras de inclusão e o engajamento crescente das lideranças e demais pessoas colaboradoras
  • Comprometimento com metas públicas relacionadas ao tema que, inclusive, fazem parte da remuneração variável da liderança. 

“A pauta de diversidade, equidade e inclusão não é paralela à operação — ela está integrada à forma como conduzimos, lideramos, nos relacionamos e entregamos valor em todos os nossos negócios”, contou Amaral.

GPApp

Agora, entrando no campo da Comunicação Interna, o GPApp foi considerado uma ferramenta essencial para ampliar o alcance das discussões sobre diversidade, equidade e inclusão dentro do GPA. 

A empresa enxerga que o GPApp cumpre um papel importante na descentralização e na democratização do acesso à informação, principalmente considerando que há colaboradores espalhados por diferentes regiões e trabalhando em vários formatos de operação.

“Ele viabiliza que os conteúdos de DE&I — como campanhas de sensibilização, convites para eventos, materiais formativos e comunicados estratégicos — cheguem de forma acessível e organizada a públicos diversos da Companhia. Isso permite que mais pessoas conheçam, compreendam e se engajem com os pilares prioritários de diversidade do GPA, fortalecendo o senso de pertencimento e promovendo o letramento contínuo sobre o tema no cotidiano do negócio”.

O GPApp vem apoiando, de forma prática e estratégica, a divulgação das iniciativas de DE&I na empresa. De acordo com Renata, a ferramenta possibilitou:

  • Ampliar o alcance de campanhas institucionais e engajar as pessoas colaboradoras em ações, como palestras e concursos culturais em datas celebrativas;
  • Aumentar a divulgação de oportunidades concretas, como a abertura de vagas afirmativas e de inscrições para os cursos de inglês voltados especificamente para colaboradores negros, que contou com mais de 600 inscrições;
  • Fortalecer a atuação e divulgar as ações realizadas pelos(as)  Embaixadores(as) da Diversidade — colaboradores(as) que, independentemente do cargo ou da função que ocupam nas lojas ou centrais de distribuição, multiplicam o tema junto aos demais profissionais. 

“Por meio dos grupos e funcionalidades disponíveis, promovemos maior interação entre esses(as) participantes, o que tem facilitado o compartilhamento de experiências, a troca de boas práticas e a articulação de ações locais. Nesse sentido, o GPApp tem se mostrado um ótimo aliado para conectar, informar e engajar, contribuindo para manter a pauta de diversidade viva, acessível e integrada ao dia a dia das nossas operações.”

Outro benefício do uso do GPApp pelo time responsável por trabalhar o pilar de DE&I no Grupo Pão de Açúcar é o apoio da sensibilização e educação das pessoas colaboradoras em relação ao assunto.

Segundo a organização, a solução contribui diretamente para manter o tema presente na rotina das pessoas ao possibilitar o acesso contínuo a conteúdos que reforçam comportamentos, atitudes e decisões alinhadas à cultura inclusiva da Companhia. 

‘Utilizamos o GPApp como ferramenta de letramento contínuo, por meio de comunicações com linguagem acessível, formatos variados e abordagem conectada ao dia a dia da operação. Por meio de campanhas educativas, guias práticos, pílulas de conteúdo e ativações temáticas, conseguimos sustentar a jornada de sensibilização de forma consistente e respeitando os diferentes níveis de maturidade e realidade dos nossos times — desde lojas e CDs até as áreas corporativas. A plataforma tem sido importante ferramenta para apoiar no apoio à informação, desenvolvimento de repertório, provocação de reflexões e ampliação do senso de pertencimento.”

As funcionalidades de segmentação e de grupos têm se mostrado especialmente estratégicas para a área, pois, segundo o time responsável, possibilitam uma comunicação mais assertiva, alinhada aos diferentes perfis e realidades da Companhia, além de promoverem troca, escuta e engajamento com mais proximidade e efetividade.

Questionada sobre quais são os próximos planos para continuar relacionando Comunicação Interna e diversidade, equidade e inclusão, Renata menciona a ampliação do índice de engajamento na plataforma e a diversificação de conteúdos para que haja uma  sustentação da estratégia alinhada aos objetivos do negócio.

Dialog por Grupo Pão de Açúcar

Para o Grupo Pão de Açúcar, a Dialog é uma ferramenta estratégica diante da relação entre Comunicação Interna e diversidade, equidade e inclusão. 

Uma ferramenta como a Dialog apoia na ampliação do alcance e da efetividade das estratégias de DE&I ao transformar comunicação em cultura. Em empresas com operações amplas e múltiplos perfis profissionais, ela permite que os conteúdos, valores e compromissos da Companhia cheguem de forma consistente, acessível e contínua a todos os públicos. rata-se de um canal de informação que contribui na gestão da pauta, e no fortalecimento e engajamento, na ampliação do repertório, na geração de escuta e no alinhamento de práticas em larga escala. Ao ampliar a integração de DE&I à rotina, a ferramenta potencializa a institucionalização do tema, reforçando que não se trata de uma agenda pontual, mas de um compromisso estratégico do negócio.

Para finalizar, Renata compartilhou dicas para outras empresas que queiram usar uma plataforma como a Dialog a fim de impulsionar as ações de diversidade.

“É preciso garantir que a ferramenta seja integrada à rotina dos(as) colaboradores(as), facilitando o acesso contínuo aos conteúdos. Além disso, investir em uma Comunicação Interna que estimule o engajamento e o protagonismo dos(as) colaboradores(as) é fundamental para multiplicar o impacto das ações. Monitorar dados de uso e feedbacks permite ajustar os conteúdos e formatos, garantindo que a plataforma realmente contribua para fortalecer a cultura organizacional.”, finalizou.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Insights das pesquisas sobre Comunicação Interna em 2025 https://blog.dialog.ci/insights-das-pesquisas-sobre-comunicacao-interna-em-2025/ https://blog.dialog.ci/insights-das-pesquisas-sobre-comunicacao-interna-em-2025/#respond Mon, 20 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6212 O ano de 2025 foi marcado por relevantes estudos que oferecem aos profissionais de Comunicação Interna subsídios importantes para orientar suas estratégias e decisões. Neste artigo, destacamos duas pesquisas e uma apresentação que se tornaram referência no setor. Tendências da Comunicação Interna 2025: realizada em parceria entre a Aberje e a Ação Integrada, essa pesquisa […]

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O ano de 2025 foi marcado por relevantes estudos que oferecem aos profissionais de Comunicação Interna subsídios importantes para orientar suas estratégias e decisões. Neste artigo, destacamos duas pesquisas e uma apresentação que se tornaram referência no setor.

  • Tendências da Comunicação Interna 2025: realizada em parceria entre a Aberje e a Ação Integrada, essa pesquisa contou com a participação de 215 empresas, associadas e não associadas à Aberje,  distribuídas por todas as regiões do país. Os dados refletem uma ampla diversidade de portes e segmentos econômicos, proporcionando uma visão abrangente do cenário atual da comunicação interna.
  • Tendências de Gestão de Pessoas 2025: na sétima edição do relatório elaborado pelo Ecossistema Great People & GPTW, mais de 2.100 profissionais, majoritariamente gestores de recursos humanos, contribuíram com percepções sobre as principais práticas e políticas que vêm moldando a gestão de pessoas nas organizações brasileiras.
  • Apresentação Comunicação Organizacional no Brasil: produzido pela Aberje, considerando as pesquisas realizadas (Tendência de Comunicação Interna 2025, Tendência de Comunicação Organizacional 2025 e Orçamento Comunicação Organizacional 2025) e apresentado por Carlos Ramello em julho de 2025, durante o encontro dos Comitês Aberje, o estudo oferece uma leitura estratégica sobre os rumos da comunicação organizacional no país, reforçando seu papel como agente de transformação e alinhamento institucional.

A seguir, vamos mencionar alguns resultados que destacam as ações de Comunicação Interna.

Resultados que se destacam

Canais e redes sociais 

  • Dentre os principais canais utilizados estão: 89% redes sociais, 56% jornais on-line, 50% feiras e eventos, 46% portais corporativos e 38% revistas on-line; 
  • Dentre as principais tecnologias utilizadas pela área de comunicação, 42% são de redes sociais corporativas; 37% de plataforma de Comunicação Interna e 50% de IA.

Comunicação Interna

  • Principais objetivos: 86% fortalecer cultura e orgulho, em um ambiente onde os colaboradores se sintam valorizados; 78% criar clareza em torno da estratégia da empresa, engajando os colaboradores nessa jornada.
  • Principais desafios para CI: 59% engajar os líderes como comunicadores; 51% comunicar a estratégia e cultura da empresa; 42% fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais; 41% melhorar a mensuração e gestão de dados em comunicação interna; 37% gerenciar o excesso de informações.
  • Tendências de CI: 47% intensificar a segmentação e personalização nas narrativas e mensagens da Comunicação Interna; 45% maior uso de linguagens audiovisuais.
  • Pela Pesquisa GPTW, em 2024, os principais desafios de Gestão de Pessoas foram: 33% Comunicação Interna; 32% saúde mental e 31% desenvolvimento e capacitação da liderança. Em 2025, 40% desenvolvimento e capacitação da liderança; 31% saúde mental e 27% Comunicação Interna.

Inteligência Artificial

  • No que diz respeito à IA, 48% querem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA para personalizar os conteúdos comunicados para diferentes públicos; 44% querem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA generativas para a produção de conteúdos e 33% pretendem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA para refinar as estratégias de comunicação e personalizar as experiências para os diversos públicos-alvo.
  • Na pesquisa GPTW, 50% das empresas utilizam IA em atividades pontuais e 41% realizaram algum treinamento sobre IA.

Os dados reforçam um ponto essencial: a Comunicação Interna precisa assumir de vez seu papel estratégico dentro das organizações. Mas como transformar intenção em ação?

A comunicação da estratégia é um dos maiores desafios apontados pelas empresas: 51% delas ainda enfrentam dificuldades para traduzir objetivos corporativos em mensagens claras e acessíveis. Isso compromete não apenas o alinhamento interno, mas também a execução dos planos organizacionais.

Outro ponto crítico? O papel da liderança. Pelo 9º ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores segue no topo dos desafios da CI (59%). Líderes que não comunicam geram ruído, desalinhamento e, no limite, desmotivação.

O que isso significa na prática?

✔ Estratégia precisa ser traduzida em linguagem real, relevante e acessível a todos os públicos.

✔ Líderes precisam ser mais do que gestores, precisam ser comunicadores ativos.

✔ Cultura organizacional e transparência não podem ser conceitos abstratos, mas sim práticas incorporadas ao dia a dia.


Como uma rede social corporativa é uma solução para as dores de CI 

Comunicação da estratégia: clareza e acessibilidade

Com 51% das empresas enfrentando dificuldades para comunicar sua estratégia de forma clara, uma rede social permite transformar objetivos corporativos em conteúdos acessíveis, segmentados e personalizados. A plataforma facilita a disseminação de mensagens estratégicas em formatos diversos e adaptados a diferentes públicos internos.

Liderança como comunicadora

Engajar líderes como comunicadores é o maior desafio da CI (59%). Uma rede social interna empodera gestores com de forma simples e intuitiva para se comunicarem diretamente com suas equipes, promovendo proximidade, alinhamento e protagonismo. Lives, posts e interações em tempo real ajudam a tornar a liderança mais presente e ativa.

Segmentação e personalização

Com 47% das empresas buscando intensificar a segmentação e personalização das mensagens, a rede social oferece recursos avançados para direcionar conteúdos por área, cargo, localização ou interesse. Isso garante que cada colaborador receba o que é relevante para sua jornada, fortalecendo o engajamento.

Dados e inteligência

A mensuração é outro ponto crítico (41%). Uma rede corporativa fornece dashboards e relatórios em tempo real sobre alcance, engajamento e impacto das comunicações. Além disso, com integração de IA, é possível refinar estratégias e personalizar experiências com base em comportamento e preferências dos usuários.

Linguagem audiovisual e cultura viva

Com 45% das empresas apostando em linguagens audiovisuais, a rede social interna é nativamente multimídia. A cultura organizacional deixa de ser conceito e passa a ser prática: vídeos de líderes, campanhas interativas, reconhecimento público e espaços de escuta ativa tornam o ambiente mais humano e conectado.

Inteligência Artificial como aliada

O uso de IA para personalização, produção de conteúdo e refinamento de estratégias já é realidade. Redes sociais internas integram funcionalidades que ajudam a automatizar, sugerir e adaptar conteúdos com agilidade e precisão.

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora e Diretora de Comunicação da Incanto Comunica.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores. 

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Módulos adicionais da Dialog: veja como aprimorar sua estratégia de CI https://blog.dialog.ci/modulos-adicionais-da-dialog-veja-como-aprimorar-sua-estrategia-de-ci/ https://blog.dialog.ci/modulos-adicionais-da-dialog-veja-como-aprimorar-sua-estrategia-de-ci/#respond Thu, 02 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6156 A Comunicação Interna é, sem dúvida, um dos pilares estratégicos de qualquer organização. No entanto, a rotina muitas vezes transforma o cotidiano da área na execução de tarefas básicas, como enviar mensagens e atualizar informações no canal oficial.  Embora essas sejam atividades extremamente necessárias em qualquer empresa, a Comunicação Interna também pode ser estruturada de […]

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A Comunicação Interna é, sem dúvida, um dos pilares estratégicos de qualquer organização. No entanto, a rotina muitas vezes transforma o cotidiano da área na execução de tarefas básicas, como enviar mensagens e atualizar informações no canal oficial. 

Embora essas sejam atividades extremamente necessárias em qualquer empresa, a Comunicação Interna também pode ser estruturada de forma estratégica para que consiga melhorar o engajamento, a cultura e a experiência do colaborador. 

Nesse sentido, entendendo que o dinamismo do ambiente corporativo exige soluções que não apenas informem, mas que integrem, otimizem e inovem o fluxo da Comunicação Interna, a Dialog oferece um ecossistema de módulos adicionais pensados para elevar o nível das estratégias de CI. 

Neste artigo, você conhecerá um pouco mais desses recursos. Acompanhe!

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Meu RH | Ofereça autonomia e agilidade para os colaboradores

Não é raro que a equipe de CI ou RH se veja respondendo a dúvidas comuns dos colaboradores no decorrer do dia. Essa dificuldade, além de interromper tarefas estratégicas, também frustra os colaboradores que estão em busca de informações.

Imagine poder acessar holerites, consultar informes de rendimentos, solicitar férias ou verificar benefícios com apenas alguns cliques, diretamente na plataforma de Comunicação Interna — sem precisar abrir outros sistemas. Parece bom, né? E é! O Meu RH, da Dialog, é uma ponte para a autonomia do colaborador. 

Esse recurso não só libera os profissionais de CI ou RH de tarefas repetitivas, mas também fortalece a percepção de que a empresa investe em ferramentas que simplificam a vida do colaborador, tornando a experiência interna mais fluida, objetiva e satisfatória.

Meu RH | Dialog

HR Bot | Garanta respostas rápidas para dúvidas frequentes

O tempo é um ativo valioso. Perguntas frequentes sobre políticas internas, procedimentos ou informações gerais podem consumir horas dos times de CI e RH. Nosso HR Bot é o aliado perfeito nessa jornada!

Integrado ao seu canal de comunicação, esse assistente virtual oferece respostas instantâneas para dúvidas rotineiras, garantindo que o colaborador tenha a informação que precisa na hora, sem esperar o retorno de um profissional responsável pelo setor.

O impacto para a Comunicação Interna é claro: ao automatizar essas interações, você não apenas melhora a eficiência do suporte, mas também eleva a percepção da CI como um canal ágil e moderno, que utiliza tecnologia para servir melhor. 

HR Bot | Dialog

WhatsApp | Amplie o alcance com inteligência e governança 

O WhatsApp tem um excelente alcance como canal de comunicação, mas o grande desafio para a equipe de CI sempre foi utilizá-lo de forma eficiente, segura e, principalmente, com acesso a dados. 

O módulo de WhatsApp da Dialog chegou para transformar esse aplicativo tão popular em uma poderosa ferramenta de Comunicação Interna. Quer entender como fazemos isso? 

Para começar, a base de colaboradores é incorporada automaticamente. Além disso, facilitamos a segmentação e a sincronização da matriz de dados, construímos relatórios completos de entrega de mensagem e ainda disponibilizamos mais de 250 templates para você personalizar sua comunicação de forma intuitiva. 

Para a Comunicação Interna, isso significa ampliar a conexão entre a empresa e as pessoas, reforçar campanhas importantes de forma objetiva, mensurar a eficiência da mensagem e ainda garantir que esse fluxo siga rigorosos padrões de segurança.

Importante: o módulo de WhatsApp da Dialog pode ser contratado independentemente da utilização da nossa plataforma de Comunicação Interna. Saiba mais aqui. 

WhatsApp | Dialog

Smart E-mail | Diminua os riscos de cair no SPAM

O e-mail que a sua CI envia vive caindo no SPAM? As taxas de abertura são um mistério? O layout é sempre sem graça? Com o Smart E-mail da Dialog, esse recurso volta a ser um aliado confiável da sua Comunicação Interna.

Diferentemente dos disparadores comuns, nossa solução é exclusiva para o uso corporativo, o que reduz drasticamente as chances da sua mensagem ser mal classificada. Além disso, esse módulo traz métricas e insights valiosos, permite a segmentação e a personalização avançada do conteúdo, bem como garante o envio cadenciado e o cancelamento parcial.

Com a Dialog, é possível recuperar o poder do e-mail na sua estratégia de CI, garantindo que as mensagens importantes sejam entregues e, mais importante, lidas e assimiladas.

Importante: o módulo de e-mail da Dialog também pode ser contratado à parte, sem a necessidade de utilizar a nossa plataforma de Comunicação Interna. Saiba mais aqui. 

Smart E-mail | Dialog

TV corporativa | Leve a informação para lugares estratégicos

Nem toda comunicação é absorvida por meio da tela do computador ou do celular. Para aqueles colaboradores que não se adaptam a plataformas digitais ou para reforçar campanhas em ambientes específicos, a TV Corporativa é a solução perfeita para fortalecer a multicanalidade.

Com um gerenciamento centralizado em nossa plataforma, você simplifica a gestão de conteúdo para telas em refeitórios, salas de espera, fábricas ou escritórios. Adaptar a mensagem nunca foi tão fácil!

Para a Comunicação Interna, esse módulo garante que a informação chegue aos mais diversos públicos, transformando espaços físicos em pontos estratégicos de comunicação, capazes de reforçar valores, metas e notícias importantes de forma visual e impactante.

TV corporativa | Dialog

EAD | Promova desenvolvimento contínuo e personalizado

Uma Comunicação Interna que inspira também é aquela que capacita. O módulo EAD da Dialog é a ferramenta ideal para promover o desenvolvimento contínuo e personalizado dos seus colaboradores, valorizando o capital humano da organização.

Centralizando a gestão de treinamentos e conteúdos educacionais, sua empresa pode criar trilhas de aprendizagem com apostilas e videoaulas, aplicar testes de conhecimentos para medir a efetividade do aprendizado e ainda emitir certificados, reconhecendo o desenvolvimento do colaborador.

Para as áreas de CI e RH, essa possibilidade representa a construção de uma cultura de desenvolvimento contínuo e de estímulo à valorização da carreira. 

EAD | Dialog

Acessibilidade | Construa uma CI verdadeiramente inclusiva

A Comunicação Interna só é eficaz quando inclui todas as pessoas no fluxo da informaçãoGarantir que a mensagem chegue sem barreiras, independentemente das necessidades individuais, é um compromisso com a diversidade, a equidade e inclusão. 

Nesse sentido, o módulo de acessibilidade da Dialog pode ser um grande aliado da sua Comunicação Interna. Entre os recursos disponíveis, você pode ativar navegação por teclado e comandos de voz, tradução em Libras e leitores de tela, transcrição automática de vídeos e descrições de imagem, adaptação de fonte e contraste, além de suporte multilíngue.

Sua Comunicação Interna se torna um exemplo de empatia e respeito, assegurando que cada colaborador se sinta valorizado pela empresa, o que consequentemente fortalece a cultura organizacional.

Acessibilidade | Dialog

Loja virtual | Aproxime sua marca dos colaboradores

Quer ir além dos comunicados e criar experiências que reforcem a sua marca e o senso de pertencimento? Nosso módulo de loja virtual permite que você crie um espaço exclusivo para seus colaboradores.

Seja para colocar itens à venda ou disponibilizar produtos para resgate, essa ferramenta te ajuda a distribuir brindes e prêmios, promover a marca empregadora por meio de itens personalizados e facilitar o acesso a produtos exclusivos. 

E o melhor: a gestão de pagamento, a produção e o envio são etapas que ficam por conta de fornecedores parceiros, simplificando todo o processo para você. Assim, você enriquece a experiência do colaborador ao mesmo tempo em que engrandece a presença da sua marca no dia a dia dele.

Loja virtual | Dialog

Sua CI no próximo nível com a Dialog

As áreas de Comunicação Interna e de Recursos Humanos, quando atuam de forma conjunta e têm acesso a recursos que podem aprimorar as atividades cotidianas, são excelentes pontes para fomentar a cultura e engajar os colaboradores.

Com os módulos adicionais da Dialog, você não apenas otimiza a rotina, mas também eleva sua estratégia e os níveis de satisfação do colaborador. Quer ver nossa plataforma em ação? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo e editora do Dialog Blog.

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7 dicas para se destacar como profissional de Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/7-dicas-para-se-destacar-como-profissional-de-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/7-dicas-para-se-destacar-como-profissional-de-comunicacao-interna/#respond Tue, 30 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6188 O Dia do Profissional de Comunicação Interna, celebrado em 30 de setembro, é uma data para reconhecer o trabalho dos comunicadores, além de refletir sobre o papel estratégico desses especialistas dentro das organizações.  Se antes a Comunicação Interna era vista apenas como repassadora de avisos, hoje ela assume protagonismo no fortalecimento da cultura organizacional, na […]

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O Dia do Profissional de Comunicação Interna, celebrado em 30 de setembro, é uma data para reconhecer o trabalho dos comunicadores, além de refletir sobre o papel estratégico desses especialistas dentro das organizações. 

Se antes a Comunicação Interna era vista apenas como repassadora de avisos, hoje ela assume protagonismo no fortalecimento da cultura organizacional, na promoção do engajamento dos colaboradores e no alinhamento dos objetivos de negócio.

Neste artigo, reunimos dicas práticas para você, profissional de Comunicação Interna, que deseja impulsionar sua carreira, aumentar seu impacto e ser reconhecido como peça fundamental para o sucesso da empresa.

O novo perfil do profissional de Comunicação Interna

Se a área não se resume mais a simplesmente mandar recados, o profissional de Comunicação Interna também não. Segundo o estudo da Ação Integrada e Aberje, 46% dos respondentes têm mais de 10 anos de atuação em CI. 

Esse público passou pelas disrupções da época da pandemia, ponto de virada de chave na percepção do trabalho da área em muitas organizações. Inclusive, a mesma pesquisa mostrou que 86% dos presidentes ou CEOs das empresas valorizam em algum nível o trabalho de Comunicação Interna.

A área, portanto, deixou de ser vista como suporte (ou vem deixando, em algumas empresas) para passar a criar conexões, gerar confiança e ajudar a construir ambientes nos quais todos se sintam parte do propósito institucional. 

O mercado espera um profissional multidisciplinar, aberto à inovação e capaz de dialogar com diferentes áreas e pessoas. Em outro conteúdo publicado no Dialog Blog, falamos sobre as tecnologias mais buscadas pelo profissional de Comunicação Interna, que apoiam justamente nesses pontos. São elas:

  1. Inteligência Artificial Generativa;
  2. Ferramentas de análise de dados;
  3. Redes sociais corporativas.

Competências essenciais do profissional de CI

  • Visão estratégica: Planejar ações que conectem colaboradores aos propósitos e metas do negócio.
  • Mensuração e análises: Utilizar dados para ajudar nas decisões e mostrar resultados.
  • Comunicação criativa: Buscar formatos, linguagens e canais inovadores para atingir diferentes públicos internos.
  • Habilidade para simplificar informações: Decodificar temas complexos, tornando-os compreensíveis e relevantes para todo o público interno.
  • Adaptabilidade: Estar atento às tendências digitais e ajustar-se rapidamente às mudanças do ambiente de trabalho.

Anote as dicas!

Busque atualização constante 

O mercado de Comunicação Interna está em transformação acelerada, graças à crescente da Inteligência Artificial.  Por isso, profissionais da área devem investir em capacitações frequentes. Estar por dentro das tendências, como novos formatos, ferramentas digitais e mudanças no comportamento do colaborador, amplia seu repertório e te torna mais preparado para propor soluções inovadoras e alinhadas aos desafios atuais das organizações.

Use dados para embasar suas ações 

Profissionais de CI que usam dados agregam valor para a área e para a empresa. Aprenda a criar métricas relevantes para cada campanha, monitore o engajamento das comunicações e utilize plataformas que apoiem no processo de mensuração. Saber apresentar relatórios claros e apontar o retorno das ações fortalece o reconhecimento do seu trabalho e permite que você ajuste estratégias de maneira mais eficaz.

Desenvolva habilidades interpessoais 

Muito além da habilidade da escrita, o profissional de Comunicação Interna precisa ter empatia, escuta ativa e inteligência emocional. Relacionar-se bem com diferentes públicos é essencial para construir confiança e melhorar o clima organizacional. Ser um bom mediador contribui para a redução de ruídos e a construção de uma cultura mais colaborativa.

Torne-se protagonista da inovação 

Seja proativo na busca por novas ferramentas e na implementação de soluções que facilitem o fluxo de informações. O uso estratégico da tecnologia potencializa o alcance e a eficácia das mensagens internas, além de fortalecer a imagem do setor como agente de inovação.

Aprimore sua visão estratégica de negócio 

Mais do que executar tarefas, destaque-se conhecendo profundamente a empresa, seus objetivos, desafios e cultura. Procure acompanhar o planejamento estratégico e alinhar as iniciativas de Comunicação Interna às prioridades organizacionais. O profissional que atua de forma integrada, antecipando demandas e propondo ações alinhadas ao negócio, se consolida como peça-chave para o sucesso da empresa.

Invista na diversidade de formatos e linguagens

O perfil dos colaboradores é cada vez mais diverso. Por isso, dominar diferentes formatos é uma das formas mais eficazes de ampliar o alcance e a relevância da comunicação. Não tenha medo de experimentar novas linguagens e testar canais menos tradicionais. Lembre-se: comunicação eficiente é aquela que chega a todos.

Estimule o diálogo e construa parcerias internas

A Comunicação Interna é transversal por natureza. Procure criar redes com áreas e/ou grupos como RH, liderança, TI, ESG e outros. Projetos colaborativos, que envolvem múltiplas áreas, aumentam o impacto das iniciativas de comunicação e fortalecem a cultura de diálogo. Além disso, aproximar-se dessas equipes pode facilitar o acesso a informações estratégicas, apoiar a implementação de mudanças e aumentar a percepção de valor do seu trabalho.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Dados comportamentais: a nova fronteira das métricas em Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/dados-comportamentais-a-nova-fronteira-das-metricas-em-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/dados-comportamentais-a-nova-fronteira-das-metricas-em-comunicacao-interna/#respond Thu, 18 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6113 Nos últimos anos, a Comunicação Interna (CI) evoluiu de uma prática centrada na disseminação de mensagens para um campo estratégico, capaz de influenciar engajamento, cultura e até resultados de negócio. Essa transformação trouxe um desafio: como mensurar o impacto da Comunicação Interna de forma mais madura? Se antes as métricas se restringiam a números como […]

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Nos últimos anos, a Comunicação Interna (CI) evoluiu de uma prática centrada na disseminação de mensagens para um campo estratégico, capaz de influenciar engajamento, cultura e até resultados de negócio. Essa transformação trouxe um desafio: como mensurar o impacto da Comunicação Interna de forma mais madura?

Se antes as métricas se restringiam a números como taxa de abertura de e-mails ou alcance de posts, hoje temos a oportunidade de observar algo mais profundo: os dados comportamentais dos colaboradores. Eles revelam não apenas se uma mensagem foi recebida, mas como ela foi assimilada e se gerou mudanças reais de comportamento.

O que são dados comportamentais na CI?

Dados comportamentais são aqueles que traduzem a ação prática do colaborador diante das iniciativas de comunicação. Em vez de apenas medir exposição, medimos resposta e interação:

  • Acessar conteúdos e permanecer neles;
  • Participar de programas, eventos ou treinamentos;
  • Compartilhar, comentar ou recomendar iniciativas;
  • Usar ferramentas lançadas pela empresa;
  • Demonstrar engajamento cultural (como adesão a campanhas de diversidade, segurança ou inovação);
  • Potencializar a produtividade.

Esses sinais dizem mais sobre a efetividade da comunicação do que a mera visualização de uma mensagem.

Além dos números: como transformar dados comportamentais em métricas estratégicas

1. Engajamento com canais internos

Mais do que medir cliques e visualizações, observar tempo médio de leitura, comentários e compartilhamentos ajuda a entender se o conteúdo realmente ressoou.

2. Adoção de ferramentas e iniciativas

Se a empresa lança um app, um chatbot ou um novo canal, medir a taxa de adesão mostra se a comunicação conseguiu mobilizar para a ação.

3. Participação em programas corporativos

Quantidade de pessoas envolvidas em treinamentos, presentes em eventos internos e engajadas em lives são dados que conectam mensagem a comportamento coletivo.

4. Sentimento e clima

A análise de comentários em fóruns internos, enquetes e pesquisas pulse permitem capturar a emoção por trás das interações e ajustar narrativas em tempo real.

5. Rede de influenciadores internos

Identificar quem mais compartilha, comenta e influencia conversas ajuda a mapear embaixadores da cultura — peças-chave para campanhas de alto impacto.

6. Aderência cultural

Perceber se uma campanha de valores impactou no comportamento a ponto do colaborador mudar a forma de agir pode significar que a CI contribuiu para a mudança de comportamento. 

7. Integração com dados de gestão de pessoas

Conectar dados de comunicação com indicadores como turnover, absenteísmo e produtividade eleva a maturidade da CI, mostrando como ela contribui diretamente para a saúde organizacional.

Por que isso eleva a maturidade da Comunicação Interna?

O uso de dados comportamentais representa uma mudança de paradigma.

  • De informativa para estratégica: a CI deixa de apenas transmitir mensagens para influenciar comportamentos.
  • De quantitativa para qualitativa: passamos de métricas de alcance para métricas de impacto.
  • De reativa para preditiva: ao observar padrões de comportamento, é possível prever riscos de clima, engajamento e cultura — e agir antes que virem problemas.

O futuro: Comunicação Interna como ciência do comportamento organizacional

Ao adotar dados comportamentais como métrica, a CI ganha status de campo analítico, alinhado a práticas de analytics de RH e de gestão. Isso amplia seu papel como parceira estratégica do negócio, capaz de antecipar tendências, influenciar cultura e apoiar decisões de liderança.

Em um mundo organizacional cada vez mais complexo, mensurar apenas o alcance é insuficiente. O próximo passo está em compreender como cada mensagem transforma atitudes — e como essas atitudes impactam o clima, a cultura e os resultados da empresa.

Você se identifica com o desafio de ir além das métricas tradicionais? Conte com a P3K! Estamos prontos para ajudar sua empresa a implementar uma cultura de mensuração com base em dados comportamentais, que demonstram como a comunicação contribui diretamente para a saúde organizacional e impacta o clima, a cultura e os resultados do negócio. Clique aqui e fale com a gente!

Por Pâmera Ferreira, Gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Storytelling para Geração Z: como criar campanhas internas que realmente engajam https://blog.dialog.ci/storytelling-para-geracao-z-como-criar-campanhas-internas-que-realmente-engajam/ https://blog.dialog.ci/storytelling-para-geracao-z-como-criar-campanhas-internas-que-realmente-engajam/#respond Thu, 04 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6095 Uma nova onda de colaboradores integrou os times e trouxe muitas mudanças consigo. Estamos falando da Geração Z, jovens nascidos entre 1998 e 2010 e que estão transformando a forma como nos comunicamos. E para desenvolver campanhas internas que realmente engajam este público, é preciso adotar uma abordagem e um storytelling diferente. O desafio da […]

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Uma nova onda de colaboradores integrou os times e trouxe muitas mudanças consigo. Estamos falando da Geração Z, jovens nascidos entre 1998 e 2010 e que estão transformando a forma como nos comunicamos. E para desenvolver campanhas internas que realmente engajam este público, é preciso adotar uma abordagem e um storytelling diferente.

O desafio da comunicação passa a ser refletir as necessidades dessa geração, indo além das abordagens tradicionais e adotando novos formatos e tecnologias para fortalecer a conexão emocional. 

Para a Geração Z, o mundo ideal é trabalhar em um ambiente que se preocupe com questões sociais e ambientais, permita que se expressem verdadeiramente, os escute ativamente, e onde exista equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Dessa forma, são as empresas que proporcionam experiências mais agradáveis que vão inspirá-los a entregar o seu melhor.

Construindo conexões autênticas 

Em estudo global da United Minds, o “Employees Rising”, vimos que 40% dos entrevistados da Geração Z postam comentários positivos online sobre o seu empregador e 42% o defendem para outros. Isto demonstra a importância de zelar por uma boa relação com esta geração, que pode influenciar a visão de outras pessoas sobre a empresa. 

Dar voz aos colaboradores é um ato poderoso para gerar engajamento — não apenas para essa geração. Quando se sentem vistos, ouvidos e pertencentes à organização, eles possuirão um vínculo maior e enxergarão mais razões para contribuir.

A comunicação pode incorporar depoimentos — de áreas, gerações, tempos de casa, regiões e níveis hierárquicos diversos — em campanhas, com histórias genuínas e emocionais que tangibilizam e se conectam com os valores da empresa.

Através de entrevistas, pesquisas e sessões colaborativas, os depoimentos demonstrarão os resultados do trabalho realizado pelos colaboradores e como a sua atuação pode gerar consequências positivas não apenas para a empresa, como também para o ambiente de trabalho e a comunidade onde atuam. No fim, o que os marcará mais não será o que foi dito, mas como se sentiram durante o processo.

Formatos dinâmicos e interativos

Não podemos desconsiderar a nova forma como todos, mas principalmente essa e as gerações subsequentes, estão consumindo informação. Trazer informações da empresa em formatos rápidos e eficientes — como GIFs, vídeos e infográficos — e até divertidos — com o uso de memes, quizzes e gamificações — pode tornar as mensagens mais atrativas, buscando refletir, em parte, o dinamismo das redes sociais.

Criar conteúdos em campanhas que fujam de um e-mail básico pode ser mais desafiador, mas são experiências e ações significativas que transformam o ambiente de trabalho em um espaço mais empolgante. Não é segredo que os colaboradores valorizam momentos que agregam aprendizado e que fujam da rotina. O desafio é conectá-los à estratégia da empresa para que contribuam com impactos reais.

Neste contexto, é interessante explorar ferramentas diferenciadas e aproveitar do frescor que a Geração Z tem trazido para as redes sociais. Utilizando um linguajar mais leve e jovem, é possível gerar mais interesse e empatia — sempre adaptando as mensagens para a realidade da empresa.

A tecnologia como aliada

Como nativos digitais, a Geração Z valoriza experiências personalizadas, e é aqui que novas tecnologias, como a IA, podem fazer a diferença. Em estudo recente da United Minds, intitulado “Reescrevendo o trabalho para a Era da IA”, foi analisado como a Inteligência Artificial pode ser mais do que uma ferramenta de automação, apoiando na criação de conexões humanas mais profundas. Segundo o paper, ela pode ser utilizada para:

  1. Personalização da experiência
    É possível adaptar conteúdos específicos para cada função, além de prever o momento exato em que serão necessários. Quando bem utilizada, as mensagens alcançaram taxas de abertura de até 54%, de cliques de 34% e adesão de 68% dos colaboradores — muito acima das médias do mercado. 
  2. Acompanhamento de resultados
    Para que planejamentos e estratégias de comunicação sejam eficazes a longo prazo, é importante mensurar e analisar resultados. Com a IA, o desengajamento de colaboradores é previsível e pode ser prevenido.
  3. Quando e como engajar
    Ajuda os líderes a identificar os momentos em que os colaboradores estão mais receptivos, utilizando canais e mensagens que realmente ressoam. 
  4. Fortalecimento da cultura organizacional
    Com base no engajamento em comunicações, pode identificar padrões no sentimento dos colaboradores, supondo como estão vivenciando o ambiente de trabalho. Dessa forma, é possível reforçar o que está funcionando e abordar pontos problemáticos antes que se intensifiquem.

A IA desempenha um papel cada vez maior e, quando empregada estrategicamente, pode ajudar a fortalecer a cultura, construir confiança e promover um senso de pertencimento que mantém as pessoas comprometidas com a organização. 

DE&I e ESG no centro das campanhas

A Geração Z é profundamente conectada a causas sociais e ambientais, preferindo até mesmo consumir produtos de empresas que demonstram o impacto que promovem para a sociedade. A mesma lógica se aplica à realidade dentro das empresas, o que torna essencial considerar temas como diversidade, equidade e inclusão (DE&I) e sustentabilidade nas campanhas internas. 

Em pesquisa recente da United Minds, ao compará-la com os Boomers, observamos que a Geração Z é a mais propensa a concordar que empresas têm a responsabilidade de se manifestar sobre questões sociais importantes (74%), mas são menos propensos a concordar que seu empregador está fazendo uma contribuição positiva para o mundo (57%).

Possuir uma cultura inclusiva, com diversidade de pessoas e campanhas que destacam os esforços da empresa em impactar positivamente o mundo, tende a ressoar de forma mais profunda. Para isso, é válido incorporar debates, rodas de conversas e outras iniciativas na comunicação. Organizações que vão além do discurso, com ações práticas, se destacam

Cultura digital e a preocupação com a infoxicação

A sobrecarga de informações é um problema crescente, especialmente para os nativos digitais. Para evitá-la e manter a atratividade, é fundamental criar comunicações que sejam visuais, dinâmicas e claras

Para além de curadoria de informações e mensagens concisas, a Comunicação Interna precisa se reinventar. Existem estratégias que a cultura digital nos traz e que têm maior probabilidade de capturar a atenção, como os influenciadores internos.

Muitas vezes vemos o potencial de “microinfluenciador” da Geração Z ser explorado em círculos sociais. E para as organizações, quem melhor do que um colaborador, que já possui o tom de voz do time, para passar as novidades da empresa e demonstrar na prática como elas os afetam? 

Claro, esse papel não está restrito às novas gerações, pelo contrário, mas esta é a geração mais propensa a usar as plataformas para falar a favor — e contra — sua organização. São desses entusiastas da tecnologia que novas formas (e formatos) de expressar e compartilhar informações podem surgir, mas deve haver direcionamentos e limitações estabelecidos previamente. 

Escuta ativa e a liderança como parte da abordagem

A Geração Z busca ser ouvida e contribuir ativamente em processos e decisões, e existem ferramentas que ajudam a reforçar uma comunicação bidirecional. É preciso uma comunicação mais horizontal e líderes acessíveis, transparentes e empáticos, além de treinamentos periódicos e momentos de troca

Afinal, os colaboradores que se sentem apoiados por seus gerentes têm 6,7 vezes mais chances de se sentirem valorizados e estão 42% menos interessados em deixar o seu emprego. Neste contexto, ao identificar oportunidades de capacitação dos líderes, treinamentos e workshops podem ser realizados.

Como a Comunicação Interna se torna estratégica neste cenário?

A criação de campanhas internas que realmente engajem a Geração Z requer expertise e um olhar sensível às tendências culturais e digitais. Há uma exigência por mais do que campanhas informativas: é necessário criar experiências autênticas, dinâmicas e interativas

Por isso, o caminho se torna o desenvolvimento de materiais que conectem emocionalmente os colaboradores e reflitam a cultura da empresa, com criatividade para inspirar, motivar e engajar de forma significativa. Os questionamentos e reflexões da Geração Z se tornam fundamentais para organizações que buscam inovar em sua comunicação.

Por Rafaela Borges, Analista de Comunicação na United Minds.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Conheça o ecossistema de Inteligência Artificial na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/conheca-o-ecossistema-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/conheca-o-ecossistema-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Wed, 20 Aug 2025 17:07:53 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6101 A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já se consolidou como uma dupla estratégica. Agora é hora de ir além das discussões iniciais e explorar o verdadeiro potencial da tecnologia para inovar, otimizar e engajar de forma mais eficaz. Para aprofundar essa conversa e impulsionar iniciativas, promovemos  — entre 19 e 21 de agosto — a […]

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A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já se consolidou como uma dupla estratégica. Agora é hora de ir além das discussões iniciais e explorar o verdadeiro potencial da tecnologia para inovar, otimizar e engajar de forma mais eficaz.

Para aprofundar essa conversa e impulsionar iniciativas, promovemos  — entre 19 e 21 de agosto — a 2ª edição da Dialog AI Week, semana de lives sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna.

A Dialog foi a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para engajamento. 

O Dialog AI possui três módulos que apoiam na produção de conteúdo, na inteligência de dados e no ganho de produtividade. Inclusive, lançamos neste mês a versão beta do Dialog AI Insights, módulo que entrega respostas qualitativas e quantitativas de acordo com o contexto da organização, avaliando minuciosamente as ações desenvolvidas dentro do canal de cada empresa. Você pode conhecê-los em detalhes clicando aqui.

Para apresentar esses três módulos, tanto em termos de tecnologia quanto de estratégia e possibilidades, Rafael Lanna, Head de Produto na Dialog, e Nicole Martini, gerente de Relacionamento Estratégico em Comunicação Interna na Dialog, foram os convidados da primeira live desta edição da AI Week.

Você pode assistir na íntegra ou escutar a versão podcast.

Ecossistema de Inteligência Artificial na Comunicação Interna

O primeiro módulo de Inteligência Artificial na Comunicação Interna apresentado por Rafael e Nicole foi o Power AI Creator, que produz o conteúdo perfeito de acordo com personas, tom de voz e outras características pré-definidas.

O módulo, lançado em 2023, reforça o compromisso da Dialog em buscar inovação e melhorias contínuas em nossa plataforma, oferecendo uma solução que apoia a Comunicação Interna e, ao mesmo tempo, possibilita que as demais áreas vejam o valor estratégico que o trabalho dos comunicadores internos tem dentro da organização.

“O objetivo do Power AI é poupar tempo, elevar a qualidade das peças produzidas e sugerir pautas alinhadas 100% ao universo de Comunicação Interna, como datas comemorativas, campanhas institucionais e termos estratégicos”, comentou Lanna.

Nicole lembra que as equipes de Comunicação Interna costumam ser pequenas — segundo a Aberje e a Ação Integrada, 46% delas possuem até 3 profissionais. Diante disso, é preciso aproveitar esse tipo de recurso para agilizar as entregas mais operacionais e focar no que é mais estratégico para a organização.

O Power AI permite criar conteúdos que serão publicados ou pelo próprio colaborador (desde que ele seja um dos administradores da plataforma) ou pelas personas, outro recurso que pode ser de grande valor para a área de CI.

“As personas são os autores das postagens institucionais na [plataforma] Dialog. Você pode ter uma ou mais personas, que podem representar as áreas ou os projetos que a empresa possui, como Diversidade e Inclusão ou editorias como ‘o presidente fala’. Na criação dessas personas, existem várias caixinhas que constroem o tom de voz de cada uma delas. Isso agiliza muito a construção desses conteúdos [no Power AI] para que eles sejam ainda mais assertivos”, explicou Nicole.

Ela ressalta a importância, assim como em outras ferramentas de Inteligência Artificial, de construir um bom briefing para gerar um conteúdo relevante. Na plataforma da Dialog, é possível informar qual é o público-alvo de cada persona, como ela se dirige aos colaboradores etc. “Dessa forma, é possível ter um conteúdo cada vez mais completo e direcionado”, ressalta.

O segundo módulo apresentado foi o Índice Dialog de Engajamento, que surgiu, segundo o Head de Produto, da seguinte questão: mede-se o nível de engajamento a partir de curtidas, postagens e comentários, mas não seria interessante medir pelo tempo que as pessoas gastam no aplicativo, identificando por onde [quais recursos] elas passam?

“Foi aí que surgiu a ideia de criar o Índice Dialog de Engajamento. Ele vai além das métricas superficiais, oferecendo uma visão profundamente integrada e multidimensional do engajamento, que combina dados quantitativos e qualitativos, permite benchmark com o próprio setor e utiliza Inteligência Artificial para fazer análises preditivas do comportamento dos colaboradores”, contou Rafael.

Nicole afirma que o índice é a “última camada” de dados fornecidos pela Dialog. Isso porque, além desse módulo, a plataforma conta com um dashboard que traz dezenas de indicadores.

Ela conta que os clientes da Dialog vêm recebendo um funil de métricas:

  • Base real: todos os colaboradores/usuários que podem acessar a plataforma);
  • Usuários cadastrados: colaboradores que realizaram seu primeiro acesso na plataforma;
  • Usuários ativos: colaboradores que entraram pelo menos uma vez no período analisado;
  • Usuários engajados/ultraengajados: qualificação dos usuários ativos, olhando dados como tempo de tela, cliques, curtidas, comentários, postagens etc. Acompanha a jornada do colaborador e traz, em números, quais são os ultraengajados.

“Nos próximos meses, construiremos uma variação ainda maior do que temos hoje. Além dos ultraengajados, teremos os engajados, os médio engajados, os pouco engajados e assim por diante”, compartilhou a gerente.

Esses dados apoiam a área de Comunicação Interna a entender quem são e onde estão os colaboradores engajados, também auxiliando a localizar quais públicos precisam receber um reforço em termos de engajamento.

AI Insights

O terceiro módulo que compõe o ecossistema para usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna é o AI Insights, que teve sua versão beta lançada em agosto de 2025.

Rafael Lanna afirmou que, ao analisar vários módulos de Inteligência Artificial, como Chat GPT e Gemini, é possível concluir que as pessoas gostam de conversar com a tecnologia. Foi aí que surgiu a ideia de aplicar o mesmo processo na área de CI.

“É um modo fácil das pessoas conseguirem dados, métricas de engajamento e insights diversos. E aí construímos o AI Insights, nosso modelo de conversar com a IA e conseguir tudo que as empresas possuem na base de dados da plataforma de Comunicação Interna [da Dialog]”, explica.

É possível perguntar, por exemplo, qual post teve mais curtidas em determinado período, o que tem de especial nele para inspirar outras publicações etc., atuando como um grande “oráculo” de Comunicação Interna.

“Você ter a possibilidade de conversar [com IA] sobre a sua própria base de dados é muito enriquecedor e permite aprimorar a estratégia da empresa”, refletiu Rafael.

A gerente de Relacionamento Estratégico em Comunicação Interna afirma que, enquanto o Índice Dialog de Engajamento é o dado qualificado dos usuários ativos que entraram na plataforma, o AI Insights traduz esse dado em comportamento e em ação.

“Ele [AI Insights] mostra o que tem por trás do número e, com as perguntas certas, conseguimos entender a fundo os comportamentos dos colaboradores. Com base nisso, é possível construir estratégias assertivas para apoiar nas campanhas e no dia a dia, além de aumentar exponencialmente o engajamento”, complementou Nicole.

Ela ainda falou sobre a segmentação, algo possível tanto no Índice Dialog de Engajamento quanto no AI Insights, um recurso fundamental para entender como engajar os diferentes públicos dentro da mesma organização.

Alguns clientes da Dialog já usam o AI Insights e, para finalizar a transmissão, a analista de Comunicação Interna na Tegma Gestão Logística, Larissa Henriques, compartilhou sua percepção do módulo e como ele ajuda no dia a dia.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna e GPTW; especialistas falam como trabalhar a relação https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gptw-especialistas-falam-como-trabalhar-a-relacao/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gptw-especialistas-falam-como-trabalhar-a-relacao/#respond Mon, 30 Jun 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6010 Comunicação Interna e GPTW têm relação direta? Sim! E neste conteúdo, falaremos sobre essa dinâmica tão importante para a organização.  A certificação Great Place to Work é uma das mais relevantes do mercado por ser considerada um diferencial para a marca empregadora de uma empresa, que passa a ser reconhecida como um bom lugar para […]

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Comunicação Interna e GPTW têm relação direta? Sim! E neste conteúdo, falaremos sobre essa dinâmica tão importante para a organização.

 A certificação Great Place to Work é uma das mais relevantes do mercado por ser considerada um diferencial para a marca empregadora de uma empresa, que passa a ser reconhecida como um bom lugar para trabalhar.

Pensando em oportunidades para a Comunicação Interna exercer sua influência em temas cruciais para o negócio, profissionais da área devem entender o impacto de seu trabalho na na conquista desse selo a fim de aprimorar as estratégias e ganhar cada vez mais visibilidade nas companhias. 

Para falar sobre como fortalecer, do planejamento à execução, a Comunicação Interna para ser um Great Place To Work, o terceiro episódio do Dialog Experts recebeu Leonardo Pires (Gerente de Comunicação Interna e Cultura na Atlantica Hospitality International, empresa certificada GPTW), Maria Fernanda Almeida (Sócia-fundadora da Incanto Comunica, agência com histórico de apoiar clientes na obtenção da certificação) e Suellen Moreira (Head de Marketing e Eventos do Great Place To Work® Brasil).

Você pode assistir ou escutar o conteúdo na íntegra. Aproveite para se inscrever.

Comunicação Interna e GPTW: o papel estratégico

Afinal, pensando na relação entre Comunicação Interna e GPTW, qual é o papel da área para fazer com que uma empresa se torne um excelente lugar para trabalhar?

Para Suellen Moreira, em uma escala de 0 a 10, a importância da área no processo de certificação tem peso 10. Ela lembra que, segundo a consultoria Great Place to Work®, um bom lugar para trabalhar é aquele no qual colaboradores confiam na liderança, têm orgulho do trabalho que realizam e gostam dos seus colegas. Para ela, a Comunicação Interna é fundamental nesse processo, assim como a liderança, que deve ser um pilar comunicacional dentro da organização.

“Com a Comunicação Interna, é possível fortalecer a confiança, incentivar e contribuir para o senso de pertencimento das pessoas no ambiente e proporcionar o alinhamento, algo muito importante para a evolução contínua dos negócios.”

Suellen lembrou de dados recentes da pesquisa Tendências Gestão de Pessoas 2025, que apontou que 33% consideram a Comunicação Interna o maior desafio da área de RH (1º lugar no ranking) e a terceira maior prioridade para este ano. Esses dados são mais uma prova do impacto da CI nos resultados da organização e, consequentemente, na construção de um bom lugar para trabalhar.

Em complemento, Maria Fernanda Almeida ressaltou uma campanha institucional da Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação), lançada em 2024, com o mote “Comunicação Interna é Negócio”, que visava enfatizar a importância de uma Comunicação Interna estratégica e ressaltar como essa é uma área essencial para impulsionar a inovação, criar senso de pertencimento, trazer engajamento e aumento de performance.

Maria também compartilhou uma boa prática que sempre incentivou dentro das empresas nas quais trabalhou: dentro do papel consultivo de Comunicação Interna junto às áreas parceiras, sempre ao criar um planejamento estratégico, é necessário conectar essa demanda com os pilares do GPTW.

“Olhando para os pilares do GPTW, um deles é a Maximização do Potencial Humano; e um dos temas dessa frente é de diversidade, inclusão e pertencimento. Como a CI pode apoiar nisso? Influenciando de forma positiva a área responsável por esse tema. Faz sentido criar um grupo de embaixadores ou de afinidades? É interessante ter um manual visando à conscientização das pessoas? Quais eventos ou iniciativas fazem sentido ter de acordo com a cultura da empresa? O primeiro passo é a área de Comunicação Interna fazer essa provocação junto à área responsável. E o segundo está justamente nas mãos da equipe de CI. Por meio do ato de informar e comunicar: existem pautas fixas do tema em rituais de alinhamento ou canais de CI? Podemos desenvolver uma campanha de conscientização ou uma linha visual que traga sinergia e conecte as pautas desse tema?”, refletiu.

Já Leonardo, que gerencia uma área que tem o desafio de alcançar e comunicar para mais de 6 mil pessoas atuantes em diversos locais, falou sobre a “intencionalidade” das ações da Comunicação Interna.

“Quando a gente fala sobre o papel da CI, a gente define primeiro o que é esse excelente lugar para trabalhar. E [isso] vem muito com o planejamento. Nada é por acaso: a gente traz estratégia e intencionalidade para o planejamento de Comunicação Interna, que sempre reforça nossos valores e virtudes corporativas. (…) A gente tem que engajar sem perder a essência de cada uma dessas pessoas, humanizando a relação e promovendo essa transparência.”

E como fazer isso? Escutando as pessoas. Essa responsabilidade, entretanto, não é exclusiva da área de CI, sendo também de RH e da própria liderança.

Boas práticas de Comunicação Interna e GPTW

Os convidados compartilharam algumas boas práticas de comunicação recomendadas às empresas que querem receber o selo GPTW.

A sócia-fundadora da Incanto Comunica considera que a CI tem atuação forte em todos os seis pilares da certificação, mas ressalta algumas práticas necessárias, como contar com canais de comunicação com colaboradores.

“Gostaria de dar destaque para a rede social corporativa. Entendo que é extremamente importante, e respeitando a cultura de cada empresa, ter uma diversificação de canais, como quadro de avisos, e-mail marketing, newsletter, TV corporativa, entre outros. Mas a rede social interna traz consigo características essenciais, como voz para as pessoas — e aqui estamos falando literalmente de todas as pessoas, não deixamos ninguém de fora. (…) Outra característica é a visibilidade e proximidade da liderança, que se torna humana, ‘gente como a gente’, traz a direção, o norte. É um canal de mão dupla, com feedbacks, escuta e métricas que apoiam essa construção, cada vez mais, de posicionar a área como estratégica.”

Além dos canais, ela também recomenda ter rituais de alinhamento, reforçando o papel da liderança como comunicadora, sendo próxima, acessível e visível, e trazendo a informação estratégica de forma objetiva, simples e transparente. 

“Sabe o tradicional café com o presidente ou as visitas da alta liderança nas unidades? São práticas tradicionais, mas que dizem muito sobre a cultura. Claro que podem ser combinadas com lives ou canais específicos para a liderança, mas o diferencial é: as pessoas querem trabalhar para uma empresa onde os líderes estão conectados às pessoas. E o papel da Comunicação Interna é fundamental para essa jornada”, disse Maria Fernanda.

Já a representante do GPTW recomenda: 

  • Escutar genuinamente os colaboradores para desenhar planos de ação, boas práticas e o que faz sentido investir;
  • Ter transparência nas comunicações;
  • Fazer discursos alinhados com o que acontece na organização;
  • Usar CI como meio de reconhecimento.

Leonardo complementou afirmando que, além de comunicar, é preciso se fazer entender. A comunicação deve ser compreendida pelos colaboradores para ser realmente efetiva. Além disso, ele recomenda investir na formação de uma liderança comunicadora, principalmente na escuta ativa e no ato de comunicar.

“Investir na liderança comunicadora é muito importante, porque quando uma pessoa responde na [pesquisa] GPTW ‘Você gosta de trabalhar aqui?’, no fundo ela está respondendo muito sobre a liderança direta.”

Por fim, ele recomendou campanhas genuínas, colocando “as pessoas na frente”, o que ajuda na aproximação dos colaboradores com os canais de CI. O líder citou como exemplo uma iniciativa feita para tirar fotos dos colaboradores administrativos e operacionais, que passaram a ser usadas nas campanhas da área.

Outra boa prática feita pela Atlantica Hospitality International foi a produção de uma websérie com a liderança, aproximando a empresa desse público e dos demais profissionais.

Atenção nos detalhes

Quando perguntada sobre as estratégias de Comunicação Interna nas organizações durante o processo de obtenção da certificação GPTW, Maria Fernanda citou duas questões: a primeira é que a melhor saída é investir em campanhas claras, objetivas e que mostrem as principais práticas das empresas para incentivar a participação dos colaboradores na pesquisa.

E a segunda está relacionada ao Culture Audit (livro de boas práticas que deve ser enviado pelas empresas). A sócia-fundadora afirmou acreditar muito na construção desse material com alma, ouvindo, destacando as práticas diferenciadas e únicas de cada empresa, identificando como promover a inovação, a colaboração, o trabalho em equipe, e detalhando as práticas de gestão de pessoas e diversidade.

Ela considera que as duas questões demandam alguns pontos em comum: 

  1. Ter canais de Comunicação Interna, rituais e práticas estruturadas de alinhamento com a liderança;
  2. Promover a valorização das pessoas;
  3. Ter uma comunicação acessível e representativa, garantindo que todos se sintam pertencentes;
  4. Garantir que a CI reflita e reforce os valores da empresa, conectando colaboradores à missão organizacional;
  5. Oferecer conteúdos que incentivem o crescimento profissional e pessoal dos funcionários;
  6. Comunicar iniciativas que promovam qualidade de vida, saúde mental e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

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Você já ouviu falar de vieses inconscientes? Eles são a forma mais comum de impor preconceitos no nosso dia a dia. Isso porque se tratam de julgamentos automáticos e involuntários que todos nós fazemos com base na cultura em que estamos inseridos. Sim: todos nós — e, na maioria das vezes, sem perceber. 

De forma bem objetiva, vieses inconscientes são estereótipos que a sociedade perpetua de forma parcial. A partir desses estereótipos, as pessoas criam atalhos mentais que associam uma coisa à outra. Por exemplo: 

  • Quando você pensa em alguém que é CEO de uma empresa bem-sucedida, você imagina uma pessoa de origem caucasiana ou africana? 
  • Se você fosse conhecer um líder de um projeto premiado em inovação digital, esse indivíduo teria 30 ou 60 anos? 
  • Se houvesse um homem e uma mulher disputando uma vaga para trabalhar em uma fábrica de automóveis, quem você contrataria? 
  • Quem seria o melhor comentarista durante uma partida de futebol: alguém homossexual ou heterossexual? 

Aposto que sei quais foram as suas respostas imediatas, lançadas antes de você ativar seu senso crítico. Elas foram construídas a partir de vieses inconscientes, que impactam diretamente a forma como nos relacionamos com o mundo. No ambiente de trabalho, por exemplo, a existência desses vieses pode influenciar decisões de contratação, distribuição de tarefas e até iniciativas de reconhecimento profissional. 

Como treinar o nosso cérebro para superá-los? E de que forma a Comunicação Interna pode ser uma aliada das empresas que se preocupam em desconstruir preconceitos e propagar a diversidade? Neste texto, você encontrará três sugestões. 

demo cases

1. Compartilhe exemplos reais que fogem dos estereótipos esperados

Utilize o canal de Comunicação Interna para criar uma editoria que mostra um pouco mais do dia a dia de cada área da empresa. Nesse planejamento, lembre-se de incluir pessoas que se destacam em suas atividades não apenas pelo desempenho, mas também por fugirem do estereótipo esperado para a função. 

Isso ajuda a desmistificar alguns padrões por aproximar o discurso do público interno, que enxerga naquele colega a concretização de algo não previsto pelos vieses inconscientes. Aproveite a oportunidade para abrir espaço de fala a essas pessoas, que podem compartilhar relatos sobre os desafios que enfrentaram para ocupar aquele espaço no mercado de trabalho. 

2. Divulgue os indicadores de diversidade da empresa

Não basta construir a diversidade na teoria, é preciso vivenciá-la na prática para que o discurso faça sentido às pessoas e se conecte à cultura organizacional. Divulgar os indicadores de diversidade é um bom jeito de fazer isso (conte com a equipe de RH). 

Na sua plataforma de Comunicação Interna, você pode comunicar o percentual de colaboradores — de cada setor — que pertencem a algum grupo de afinidade (raça, gênero, faixa etária ou orientação sexual). 

Isso é importante tanto para que todos enxerguem com mais clareza a composição da empresa quanto para que a organização desenvolva projetos internos a fim de aumentar esses números, como treinamentos para a liderança, abertura de vagas afirmativas, workshops, palestras e outras dinâmicas.

Além disso, ter esse conhecimento prévio da realidade corporativa ajuda a equipe de Comunicação Interna a produzir peças e materiais visuais mais coerentes com o contexto da empresa. Adaptar a linguagem e a forma de retratar a organização faz toda a diferença na estratégia para superar vieses inconscientes. 

3. Realize campanhas específicas sobre DE&I e vieses inconscientes

Pautas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I) precisam estar presentes no dia a dia das pessoas para que se mantenham vivas na empresa. Dessa forma, se esse for um dos valores contemplados pela sua cultura organizacional, lembre-se de incluir esse tema com periodicidade no planejamento de conteúdo. 

Explicar o que são vieses inconscientes, por exemplo, é fundamental para que o colaborador esteja ciente dessa tendência e passe a analisar o próprio comportamento, fazendo uma autorreflexão de crenças e conceitos. Tudo isso é capaz de fortalecer a reputação institucional e ainda promover um ambiente de trabalho mais agradável para todas as pessoas. 

Na Dialog, além de utilizar a timeline para publicações, a sua Comunicação Interna também consegue organizar uma pasta temática na galeria, realizar quizzes e pesquisas para avaliar os conhecimentos gerais e o clima da empresa, criar grupos de discussão, receber ideias e sugestões dos colaboradores, promover cursos e treinamentos via EAD e muito mais. 

Quer conhecer em detalhes a nossa plataforma e descobrir como ela pode ajudar a sua empresa a superar os vieses inconscientes? Clique aqui e agende uma demonstração gratuita. 

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