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Quando falamos de Segurança da Informação, dificilmente conectamos o tema à Comunicação Interna. Isso porque a CI costuma ser associada a engajamento, alinhamento de cultura, experiência do colaborador e marca empregadora. Porém, na prática, o dia a dia da área também envolve um outro ativo valioso: informação. 

À medida que a Comunicação Interna e o RH se digitalizam, as plataformas deixam de ser apenas canais e passam a funcionar como repositórios de dados, concentrando conteúdos, interações e registros dos mais variados tipos a partir de informações extraídas de planilhas, formulários, enquetes, pesquisas, posts, organogramas, materiais de onboarding, políticas internas e outros. 

Quanto mais a empresa usa esses ambientes digitais para estruturar o fluxo da CI, maior é a responsabilidade de garantir que esse acervo esteja protegido contra acessos indevidos, vazamentos e usos inadequados. Por isso, a Segurança da Informação não pode ser tratada como assunto exclusivo da área de Tecnologia.

Para os departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos, o tema precisa entrar no planejamento do ecossistema como um requisito estratégico, porque é a segurança que sustenta a confiança dos colaboradores e a integridade dos dados que circulam dentro dos sistemas utilizados pela organização.

Neste artigo, vamos compartilhar 3 dicas que podem ajudar as empresas a proteger melhor os dados armazenados nas plataformas de Comunicação Interna. Confira!

ecossistema dialog AI

1. Defina governança no fluxo da CI

Para a primeira camada de segurança, é importante definir, de forma objetiva, que tipo de conteúdo e dado pode ser publicado ou solicitado, bem como onde, por quem e com qual nível de restrição. Quando a plataforma de Comunicação Interna vira um repositório vivo, é fundamental que haja criticidade na escolha das informações que serão compartilhadas e armazenadas na ferramenta.

Criar uma política interna que classifique a segmentação de cada conteúdo é um bom jeito de começar. Por exemplo: determinados materiais podem ser consumidos pelo público interno, enquanto outros são considerados restritos e têm o acesso liberado apenas para gestores ou profissionais de RH. Essa definição é importante para evitar desencontros e improvisos na hora de construir a estratégia de CI.

Mas tem um detalhe: para transformar governança em rotina, de forma que não seja apenas um documento esquecido, o ideal é estabelecer um um processo claro e descomplicado. Aqui vai uma sugestão de passo a passo:

  • Estabeleça segmentações objetivas para cada conteúdo;
  • Crie regras de publicação para os canais digitais utilizados;
  • Peça suporte ao time jurídico, que tem uma atuação essencial no tratamento de dados sensíveis;
  • Identifique áreas responsáveis pela gestão dos dados, mostrando o papel de cada um na manutenção da Segurança da Informação;
  • Realize um treinamento didático com todo o público interno, conscientizando as pessoas a respeito do tema. 

2. Tenha uma equipe preparada para gerenciar problemas

A segunda dica é reconhecer um ponto-chave: muitos incidentes não começam com uma falha tecnológica complexa, mas com comportamentos cotidianos. Plataformas de Comunicação Interna concentram atenção, credibilidade e alcance — exatamente por isso podem ser palco em casos de vazamentos acidentais, como anexar um arquivo errado, confundir a segmentação adequada, compartilhar informação sensível, expor dados publicamente etc.

Nesse sentido, a CI e o RH têm um papel estratégico: traduzir as diretrizes de segurança em uma linguagem prática e conectada a situações reais. É crucial que todos os colaboradores tenham ciência da importância da Segurança da Informação e compreendam que processos bem estruturados representam maturidade organizacional e cuidado com as pessoas.

Na prática, a empresa precisa de um programa contínuo de conscientização, construído a partir de treinamentos, lembretes e campanhas específicas. Inclusive, além de definir boas práticas de uso da plataforma, isso também é importante para impulsionar ações quando algo parecer suspeito. O colaborador deve saber exatamente o que fazer em situações de risco. Para isso, os times de CI e RH devem: 

  • Transformar a Segurança da Informação em tema recorrente na comunicação;
  • Trazer exemplos práticos e próximos do dia a dia dos colaboradores;
  • Criar um plano de ação sucinto (exemplo: se acontecer X, faça Y);
  • Instruir o colaborador a reportar situações de risco (como, por qual canal, que informação enviar e o que evitar);
  • Manter alinhamento com o setor de TI e o time Jurídico;
  • Atualizar treinamentos conforme mudanças na legislação vigente. 

Por mais que a gestão da Segurança da Informação esteja sob o guarda-chuva da área de Tecnologia, o envolvimento de outras pessoas no tema é necessário para que a empresa consiga conter, corrigir e construir um ambiente (físico e virtual) com transparência e responsabilidade. 

3. Contrate uma plataforma que siga padrões internacionais de segurança

A terceira e última dica é estrutural. Se a estratégia de Comunicação Interna depende de um ambiente digital onde ficam armazenados conteúdos, interações e dados, a plataforma precisa ser escolhida com critério de segurança, tecnologia e privacidade — e não apenas por indicação, preço ou usabilidade. 

Na hora de contratar a melhor ferramenta, as certificações e os padrões internacionais ajudam a tirar a decisão do campo da promessa e levar para o campo da gestão. A Dialog, por exemplo, está em conformidade com os requisitos das normas ISO/IEC 27001:2022 e ISO/IEC 27701:2019. Priorizar uma plataforma alinhada a essas diretrizes, como a nossa, é um caminho prático para garantir que exista método, processos e controles consistentes.

Para você entender, essas certificações atestam que a Dialog segue um rigoroso padrão internacional de segurança, o que traz ainda mais tranquilidade para os nossos clientes e mantém o nosso produto em posição de liderança no mercado brasileiro. 

A Dialog é uma plataforma de Comunicação Interna que não apenas protege as informações cadastradas no nossos sistema, mas também atua como um pilar fundamental para a conformidade da sua organização com as regulamentações de privacidade de dados no país e, por extensão, com as melhores práticas globais.

O importante é lembrar que, mais do que compartilhar mensagens e integrar equipes, um canal de Comunicação Interna verdadeiramente estratégico e eficiente cria um ambiente no qual as pessoas se sentem seguras para se informar e interagir. Isso sustenta o que as áreas de CI e RH mais buscam: confiança, participação, cultura forte e marca empregadora coerente com a maturidade digital da empresa.

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FAQ

1. Por que Segurança da Informação deve ser um tema da Comunicação Interna e do RH?

Porque CI e RH lidam com informações valiosas e, hoje, as plataformas de CI armazenam dados. Proteger esse acervo sustenta a confiança e reduz riscos de vazamento e uso indevido.

2. O que significa governança da informação no fluxo da CI?

É definir regras claras de publicação e acesso, indicando o que pode ser compartilhado, para quem, em qual canal e com qual nível de restrição, evitando improvisos e desalinhamentos.

3. Por que incidentes de segurança podem acontecer mesmo sem falhas tecnológicas?

Porque muitos casos vêm de erros comuns (arquivo errado, segmentação incorreta, exposição indevida de dados sensível). Por isso, é essencial que todos os colaboradores recebam treinamento contínuo.

4. O que devo considerar ao escolher uma plataforma de CI pensando em segurança?

Priorize uma plataforma com padrões e certificações reconhecidas, como ISO/IEC 27001:2022 e ISO/IEC 27701:2019, além de foco em segurança, privacidade e controles consistentes. A Dialog é uma delas.

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Como filtrar e aplicar tendências de Comunicação Interna e RH em 2026 https://blog.dialog.ci/como-filtrar-e-aplicar-tendencias-de-comunicacao-interna-e-rh-em-2026/ https://blog.dialog.ci/como-filtrar-e-aplicar-tendencias-de-comunicacao-interna-e-rh-em-2026/#respond Thu, 22 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6370 Ficar por dentro das tendências de Comunicação Interna e de RH é um passo fundamental para uma atuação mais estratégica no novo ciclo. Mas a teoria não basta: além de saber quais são as tendências, é preciso também analisar o que faz ou não sentido para a organização e entender como colocar cada uma em […]

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Ficar por dentro das tendências de Comunicação Interna e de RH é um passo fundamental para uma atuação mais estratégica no novo ciclo.

Mas a teoria não basta: além de saber quais são as tendências, é preciso também analisar o que faz ou não sentido para a organização e entender como colocar cada uma em prática. As áreas, que possuem o colaborador como foco e protagonista, devem unir forças em 2026 e embarcar juntas nessa missão.

Para falar sobre tendências e como filtrar e aplicar o que faz sentido para cada organização, José Luis Ovando, sócio-diretor de Estratégia na Supera Comunicação, e Regina Hostin, presidente da ABRH Itajaí e consultora de comunicação, foram os convidados da estreia da 2ª temporada do Dialog Experts, projeto que recebe especialistas para debater sobre temas relevantes para profissionais de CI e RH.

Você pode conferir o conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Tendências de Comunicação Interna e RH: mais do mesmo?

Afinal, quais são as principais tendências de Comunicação Interna e RH para 2026?

Regina cita a Inteligência Artificial e o engajamento de várias gerações, tema que vem ganhando espaço nas empresas, visto que hoje existem 4 gerações ativas (baby boomers, X, millennials e Z).

A especialista explica que esses dois pontos têm relação direta com a reputação organizacional e que a transparência é cada vez mais necessária, uma vez que possíveis crises devem ser respondidas com agilidade.

“Para ser ágil, a empresa precisa ter uma cultura de mapear seus riscos junto com a liderança, de fazer matriz de risco e simulações, porque isso vai fortalecer o pensamento sistêmico e preparar esse time [de CI] para riscos que não tenham sido mapeados”, comentou.

Criar e sustentar uma reputação positiva atrai públicos de relacionamento: colaboradores, talentos, acionistas, comunidade e clientes/consumidores. Fazer isso não é uma responsabilidade exclusiva da Comunicação Interna e RH, mas coloca as áreas em posição de destaque perante ao negócio.

Em complemento, José cita 5 tendências baseadas em um estudo recente lançado pela agência, o Relatório Diálogos Supera 2025, que contou com a contribuição de 91 lideranças de comunicação e RH. São elas:

  1. A necessidade de considerar as diferentes gerações e suas expectativas na Comunicação Interna;
  2. Poder do storytelling como ferramenta de conexão e engajamento;
  3. Gestão dos desafios da infoxicação e da comunicação para públicos diversos;
  4. Construção de culturas organizacionais saudáveis;
  5. Olhar apurado do comunicador é insubstituível.

Sobre a construção de culturas, Ovando explicou que a digitalização da década de 2010 consolidou a tecnologia como um pilar estratégico, reforçando a premissa de que “toda empresa é, essencialmente, uma empresa de tecnologia”. Paralelamente, a crescente valorização do desenvolvimento de pessoas evidenciou outra verdade: “toda empresa é uma empresa de aprendizagem”. 

Desafios como o estresse climático e o Burnout colocam a segurança psicológica e a saúde mental no centro das decisões estratégicas, estabelecendo um novo entendimento: “toda empresa é uma empresa de bem-estar”. No entanto, tecnologia, aprendizagem e bem-estar só geram impacto real quando estão alinhados à cultura organizacional, fortalecendo a capacidade da empresa de inovar, evoluir e cuidar das pessoas

Já sobre o olhar apurado do profissional de Comunicação Interna, ele explica:

“O contexto atual exige que profissionais de comunicação desenvolvam uma postura ambidestra, equilibrando precisão técnica com profunda sensibilidade humana. De um lado, é essencial dominar as ferramentas e estratégias que garantem a eficácia das mensagens. De outro — e ainda mais crucial — cultivar a sensibilidade necessária para orientar informações de forma responsável entre diferentes gerações. Essa é uma competência genuinamente humana, capaz de facilitar a mediação de conflitos e fortalecer a segurança psicológica dentro e fora das organizações.”

Além disso, ele afirma que isso se trata de construir relações verdadeiras, conectando-se com as pessoas por meio de narrativas simples e autênticas, que humanizam objetivos estratégicos e impulsionam resultados sustentáveis.

Como filtrar as tendências de Comunicação Interna e RH

O diretor da Supera lembra que tendências podem ou não podem se concretizar e que profissionais de CI e RH devem estar atentos aos movimentos que surgem na sociedade e no mundo, pois “os ambientes organizacionais refletem, em sua essência, as pessoas que os compõem”.

Mas o filtro para saber se a Comunicação Interna e o RH devem investir em determinada tendência está em entender se aquilo faz sentido (ou não) para a cultura organizacional e a estratégia do negócio, pois “tudo é possível, mas nem tudo convém, cada organização é única”.

Regina concorda com esse ponto e complementa com outras reflexões necessárias para esse filtro:

  • Quem vai colocar essa iniciativa/tendência “de pé”? Levando em consideração principalmente empresas e áreas que buscam reduzir seus custos.
  • Essa tendência resolve qual problema da organização?

Da teoria para a prática

Após identificar uma tendência que faz sentido para a empresa, por onde começar para garantir uma implementação eficiente? Que etapas podem ser seguidas para aumentar as chances de sucesso?

A presidente da ABRH Itajaí explica que, ao confirmar que a tendência faz sentido e resolve algum problema da empresa, o próximo passo é entender se existem competências internas para colocar em prática ou se é preciso promover alguma capacitação, trazer parceiros, contratar fornecedores etc.

Definir objetivos e indicadores é outro passo importante, pois sem métricas não há gestão. Ela sugere também promover um projeto piloto para reduzir riscos.

Hostin completou com duas ponderações:

  1. As áreas de CI e RH devem explicar para os colaboradores o porquê determinada tendência está sendo implementada, pois a resistência à mudança acontece quando essa transição não é devidamente explicada.
  2. É preciso envolver a liderança e os colaboradores para garantir uma implementação de sucesso.

Esse último ponto é reforçado por José Luis, pois toda boa ideia ou processo de transformação precisa de patrocinadores. 

“Quanto mais profunda a mudança ou maior a complexidade de implementação, mais essencial é que as lideranças estejam alinhadas — em todos os níveis: alta, média e operacional.”

Ele explica que, muitas vezes, a Comunicação Interna atua nos bastidores: cria a ideia, convence boa parte da organização de que ela é promissora, dedica energia para estruturá-la, conquista a adesão do CEO e, depois disso, os porta-vozes orientados comunicam a novidade e recebem os aplausos. E tudo bem, pois o brilho pertence aos resultados.

“O trabalho de comunicadores e profissionais de RH está sempre conectado a construção de acordos e caminhada conjunta, de braços dados, com apoiadores. É a partir desse alinhamento que a ideia — enquanto tendência — ganha espaço para ser absorvida, incorporada e realmente acontecer.”

Potencial da união entre Comunicação Interna e RH

Regina explica que fora do estado de São Paulo é muito comum que a comunicação fique dentro da área de RH, departamento focado nas pessoas, no clima e em temas como jornada do colaborador, cultura e bem-estar.

Independentemente da CI estar sob a área de RH, Marketing ou respondendo diretamente para a alta liderança, a união entre esses dois departamentos é valiosa para as organizações, pois traduz valores, propósito, cultura e estratégia para os colaboradores.

FAQ: Tendências de Comunicação Interna e RH em 2026

1. Quais são as principais tendências de Comunicação Interna e RH para 2026? 

Inteligência Artificial, engajamento de múltiplas gerações (baby boomers, X, millennials, Z), storytelling como ferramenta de conexão, gestão da infoxicação, construção de culturas organizacionais saudáveis, e o olhar apurado do comunicador.

2. Como filtrar quais tendências adotar na organização? 

Verificar se faz sentido para a cultura organizacional e estratégia do negócio, avaliar quem vai implementar (considerando custos), e identificar qual problema da organização a tendência resolve.

3. Como aplicar uma tendência na prática? 

Confirmar que resolve um problema, verificar competências internas ou promover capacitação, definir objetivos e indicadores, fazer projeto piloto, explicar o “porquê” aos colaboradores, envolver liderança e colaboradores.

4. Por que a união entre Comunicação Interna e RH é importante? 

Porque traduz valores, propósito, cultura e estratégia para os colaboradores, focando nas pessoas, clima, jornada do colaborador e bem-estar.

5. Qual é o papel do profissional de Comunicação Interna hoje? 

Desenvolver postura ambidestra: precisão técnica com sensibilidade humana, dominar ferramentas, orientar informações entre gerações, mediar conflitos e fortalecer segurança psicológica.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Em 2026, a Inteligência Artificial na Comunicação Interna deixa de ser apenas uma tendência e se firma como pilar estratégico dentro das organizações. 

Isso porque o uso de IA generativa não é mais um diferencial competitivo, mas a base que permite ampliar produtividade, acelerar processos e proporcionar análises avançadas em tempo real.

Neste conteúdo, falaremos sobre como o uso da tecnologia pode apoiar a área a ter uma postura mais estratégica e crucial para o negócio. Boa leitura!

Possíveis usos de Inteligência Artificial na Comunicação Interna

O viés generativo é um dos vários caminhos possíveis de se trilhar quando o assunto é Inteligência Artificial na Comunicação Interna.

Otimização de tempo e trabalho

Segundo um estudo da McKinsey, colaboradores passam em média 1.8 horas por dia procurando informações, o que soma quase 10 horas por semana nesse tipo de atividade. Para a Comunicação Interna, a otimização desse tempo com o uso de IA permite que essas equipes foquem em ações que as aproximem da liderança.

Em complemento a esse uso, a automação de dados e análises com Inteligência Artificial também contribui para poupar tempo dos profissionais de CI, que devem acompanhar em tempo real o desempenho de suas iniciativas, ajustando conforme necessário.

Análise de sentimento

Além do acompanhamento dos resultados das ações de Comunicação Interna, a IA pode apoiar no monitoramento do nível de engajamento dos colaboradores.

Esse indicador é um dos mais importantes tanto para a área quanto para o negócio como um todo, visto que colaboradores engajados são mais produtivos, impactando diretamente nos resultados da organização.

Análises preditivas feitas com IA já vêm sendo utilizadas para prever turnover e quedas de desempenho, permitindo que as empresas atuem na resolução de problemas.

Ao analisar dados como taxas de abertura, taxas de cliques e tendências gerais de engajamento, a IA pode prever quais tipos de conteúdo têm maior probabilidade de impactar os colaboradores.

Essa abordagem possibilita a construção da estratégia de personalização de mensagens e conteúdos.

Hiperpersonalização

É claro que a produção de conteúdo desponta como a principal ou um dos principais usos da tecnologia na área, principalmente na busca pela hiperpersonalização, outra grande tendência para 2026.

Dito isso, é importante salientar que o fator humano dos profissionais de Comunicação Interna não é substituível, sendo assim, o uso de IA precisa ser feito de forma estratégica e organizada.

Um estudo do Grupo In Press afirma que “a Inteligência Artificial na Comunicação Interna potencializa, mas não substitui o papel humano. O verdadeiro valor surge do equilíbrio entre tecnologia e inteligência emocional das equipes, promovendo decisões mais assertivas e empatia nas mensagens”.

Ao adotar IA em CI, as empresas estruturam “uma comunicação mais eficiente, personalizada e alinhada aos novos desafios do ambiente corporativo”, reforçou o grupo.

Conheça a Dialog 

A Dialog conta com um ecossistema robusto de Inteligência Artificial pensado justamente nas necessidades e desafios da Comunicação Interna, o Dialog AI.

Com IA generativa para conteúdos (Power AI Creator), ferramentas de captação e análise de dados (Índice Dialog de Engajamento), bem como geração de insights personalizados de acordo com a sua realidade (Dialog AI Insights), a CI e o RH estão 100% prontos para tornar a tecnologia um pilar estratégico para 2026.

E como novidade para o novo ano, o Dialog AI Insights passa a contar com um novo recurso que permite a geração de relatórios personalizados a partir da sua plataforma de Comunicação Interna, facilitando a construção de apresentações de dados relevantes para a liderança, além de melhorias na interface.

Conheça agora o Dialog AI Insights e nossos outros módulos com Inteligência Artificial.

FAQ: Inteligência Artificial na Comunicação Interna

1) Por que a Inteligência Artificial na Comunicação Interna virou um pilar estratégico em 2026?
Porque ela deixou de ser “novidade” e passou a sustentar ganhos concretos de produtividade, velocidade de execução e análises em tempo real. Na prática, isso ajuda a Comunicação Interna a atuar menos no operacional e mais como área estratégica, com impacto direto no negócio.

2) Como a IA ajuda a otimizar tempo e reduzir retrabalho na Comunicação Interna?
A IA pode apoiar a busca e organização de informações, além de automatizar análises e relatórios. O texto destaca que colaboradores gastam cerca de 1,8 hora por dia procurando informações; quando a CI automatiza parte desse fluxo (dados, monitoramento e acompanhamento de performance), sobra mais tempo para ações conectadas à liderança e à estratégia.

3) O que é análise de sentimento e como ela se aplica à Comunicação Interna?
É o uso de IA para monitorar engajamento e sinais do “clima” a partir de dados e interações. Com indicadores como taxas de abertura, cliques e tendências de consumo de conteúdo, a IA ajuda a entender o que está funcionando — e pode até apoiar análises preditivas (por exemplo, risco de turnover ou queda de desempenho), permitindo agir antes que o problema cresça.

4) O que significa hiperpersonalização na comunicação interna com IA?
É usar IA para entregar mensagens e conteúdos mais relevantes para diferentes perfis de colaboradores, aumentando a chance de impacto e engajamento. O texto reforça que a IA pode prever quais tipos de conteúdo tendem a funcionar melhor e, com isso, apoiar a personalização da estratégia (não só a produção de conteúdo).

5) A IA substitui o fator humano na Comunicação Interna?
Não. O texto é direto ao dizer que o papel humano não é substituível: a IA potencializa, mas o valor real aparece no equilíbrio entre tecnologia e inteligência emocional, garantindo empatia, melhor tomada de decisão e comunicação mais alinhada aos desafios corporativos.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Employer Branding: os desafios para atrair talentos em 2026 https://blog.dialog.ci/employer-branding-os-desafios-para-atrair-talentos-em-2026/ https://blog.dialog.ci/employer-branding-os-desafios-para-atrair-talentos-em-2026/#respond Thu, 15 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6328 Antes mesmo de se candidatar, o talento já formou uma opinião sobre a empresa. Ao observar o site de carreiras, o tom das redes sociais e o que as pessoas dizem, ele começa a entender como é trabalhar naquela organização. Esse conjunto de percepções é o que chamamos de Employer Branding. É nesse primeiro contato […]

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Antes mesmo de se candidatar, o talento já formou uma opinião sobre a empresa. Ao observar o site de carreiras, o tom das redes sociais e o que as pessoas dizem, ele começa a entender como é trabalhar naquela organização. Esse conjunto de percepções é o que chamamos de Employer Branding. É nesse primeiro contato que a decisão começa a ser construída.

Atrair talentos em 2026 passa, inevitavelmente, pela forma como as empresas constroem e comunicam essa identidade como Marcas Empregadoras. Nesse cenário, o Employer Branding deixa de ser apenas discurso e assume um papel central na forma como as organizações estruturam suas estratégias de pessoas e comunicação, refletindo escolhas reais feitas no dia a dia.

Ao acompanhar de perto diferentes empresas em seus movimentos de comunicação com os talentos do mercado, um padrão se repete: falta clareza sobre quais ações influenciam realmente a decisão das pessoas. É a partir desse ponto que se destacam os principais caminhos para a atração de talentos em 2026 e o papel cada vez mais estratégico da área.

Employer Branding integrado: quando a promessa precisa se sustentar

O principal desafio, e também a principal tendência, é enxergar o Employer Branding como um sistema integrado, não como um conjunto de ações isoladas. Marcas Empregadoras fortes são construídas quando comunicação, marca, pessoas e liderança operam a partir da mesma lógica estratégica.

Quando essa integração não acontece, o discurso se fragmenta: a empresa promete uma coisa ao mercado, vive outra internamente e comunica uma terceira nas redes sociais. Em 2026, a atração será consequência direta da capacidade de alinhar discurso, decisões e comportamentos.

Experiência do candidato como extensão da Cultura

Outro ponto central está na forma como a experiência do candidato é desenhada. Ela já não pode ser tratada como uma etapa operacional do recrutamento. O talento avalia a empresa antes mesmo de se candidatar, e continua avaliando durante todo o processo.

Sites de carreiras, respostas automáticas, entrevistas e feedbacks comunicam valores de forma muito mais potente do que qualquer campanha. O Employer Branding se fortalece quando a comunicação transforma processos em experiências claras, humanas e respeitosas. Simplicidade, linguagem acessível e transparência passam a ser critérios decisivos de escolha.

Autenticidade como critério de confiança

A autenticidade deixa de ser um diferencial criativo e torna-se um parâmetro básico de confiança. Talentos não esperam perfeição, mas rejeitam incoerência.

Redes sociais de carreira, especialmente plataformas como Instagram e TikTok, funcionam como espaços de validação da Cultura. Bastidores, histórias reais e vozes diversas constroem proximidade, desde que sustentadas por práticas consistentes.

No Employer Branding, autenticidade não está no formato, mas na verdade que ele carrega. Quando a comunicação tenta compensar, com narrativa, o que a experiência não sustenta, a ruptura acontece.

Pessoas no centro: colaboradores e lideranças como referência

A confiança migrou das marcas para as pessoas. Por isso, um dos movimentos mais relevantes para a atração de talentos é o protagonismo de colaboradores e lideranças na comunicação.

Talentos observam quem lidera, como lidera e o que compartilha. Estilos de liderança, posicionamentos e comportamentos públicos influenciam diretamente a decisão de candidatura e a sua permanência. O desafio da comunicação é criar estruturas que apoiem essa expressão sem transformá-la em discurso institucional. No Employer Branding, pessoas conectam mais do que slogans.

Dados como direção

O uso mais inteligente de dados é outro ponto decisivo. Métricas de atração, engajamento e reputação já fazem parte da rotina, mas seu valor está na interpretação, não no volume.

O Employer Branding orientado por dados ajuda a entender o que gera conexão real, onde existem ruídos e quais narrativas precisam ser ajustadas. Em 2026, dados não engessam a comunicação: eles dão segurança para decisões mais humanas, estratégicas e coerentes.

O que muda, de fato, na atração de talentos

Ao olhar para 2026, fica claro que a atração de talentos será menos sobre convencer e mais sobre revelar. Revelar Cultura, escolhas e prioridades.

O Employer Branding entra em uma fase de maturidade, na qual comunicação, pessoas e negócio precisam caminhar juntos. As empresas que compreenderem esse movimento estarão mais preparadas para atrair talentos alinhados às suas necessidades e permitir que as pessoas façam escolhas mais conscientes.

No fim, a comunicação cumpre seu papel mais estratégico: organizar sentidos, sustentar verdades e permitir que o talento escolha com clareza.

Por Andressa Brum Merolillo, CEO da HappyHouse.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Dados de Comunicação Interna: o ingrediente para decisões estratégicas https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-o-ingrediente-para-decisoes-estrategicas/ https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-o-ingrediente-para-decisoes-estrategicas/#respond Mon, 12 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6356 O uso de dados de Comunicação Interna se mostra cada vez mais o caminho para uma atuação estratégica e, ao mesmo tempo, para a aproximação da CI a outras áreas e lideranças decisoras. Em outubro de 2025, a Dialog foi ao Rio Grande do Sul com o evento On The Road, que promove debates e […]

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O uso de dados de Comunicação Interna se mostra cada vez mais o caminho para uma atuação estratégica e, ao mesmo tempo, para a aproximação da CI a outras áreas e lideranças decisoras.

Em outubro de 2025, a Dialog foi ao Rio Grande do Sul com o evento On The Road, que promove debates e conversas sobre temas relevantes para profissionais de Comunicação Interna. Um dos painéis dessa edição abordou justamente a mensuração na área para a tomada de decisões ligadas ao negócio.

Compartilharemos neste conteúdo alguns dos principais insights do encontro, além de abordar um tema que anda de mãos dadas com uso de dados em CI: o retorno sobre o investimento (ROI). Boa leitura!

Dados de Comunicação Interna e multicanalidade

Ao pensar no uso de dados de Comunicação Interna, é preciso levar em consideração outro movimento que vem crescendo nos últimos anos: a multicanalidade.

Diferentes públicos com diversos hábitos e necessidades vêm demandando da área de Comunicação Interna uma estratégia de canais mais robusta. 

Sendo assim, além de utilizar esses dados, é preciso cruzá-los para uma análise mais complexa e que dê sentido aos números. Esse cruzamento deve ser feito entre métricas e indicadores de negócio.

“Entendemos que o cenário ideal é o da integração e do cruzamento de dados na Comunicação Interna. Na camada de consumo, observamos alcance, aberturas e tempo de leitura para entender se a mensagem chega.  Na de comportamento, avaliamos interações, participação e sentimento para compreender como as pessoas se conectam com o conteúdo e entre si. E na de negócio, cruzamos essas informações com dados de produtividade, turnover, segurança e qualidade, entre outros”, recomendou Kerlin Dutra, diretora de Conteúdo e Planejamento na HappyHouse.

Kerlin considera que dado conectado “é insight, é direção e base de decisão”, e que é nesse contexto que a área de Comunicação Interna se posiciona como parte do sistema de inteligência da empresa.

Para Fabiana Becker, sócia da Fale Consultoras, na Comunicação Interna não basta saber que o colaborador abriu o e-mail; é necessário saber se ele entendeu a mensagem e se mudou algo na forma de agir ou perceber a empresa.

“Os dados de consumo mostram alcance e eficiência de canal; os dados de comportamento revelam engajamento e aprendizado; e os dados de negócio mostram contribuição para resultados concretos — seja na redução de turnover, no aumento da segurança ou na produtividade. O papel do comunicador hoje é justamente conectar essas camadas em uma narrativa coerente de valor.”

Acesso em tempo real

O quanto ter acesso a dados em tempo real pode mudar uma estratégia em curso, seja para melhorar os resultados ou aumentar o investimento? 

Para Dutra, ter acesso a dados qualitativos e quantitativos em tempo real muda completamente a forma de fazer Comunicação Interna. “Quando conseguimos acompanhar resultados enquanto as ações estão acontecendo, deixamos de reagir e passamos a agir de forma estratégica. Dados em tempo real tornam a Comunicação Interna mais ágil e relevante”, diz. 

Fabiana também considera que cruzar feedbacks qualitativos (comentários, pesquisas instantâneas e reações) com dados quantitativos (alcance e taxa de conclusão) dá uma leitura viva da percepção dos colaboradores. Segundo ela, isso torna a área mais ágil e capaz de justificar aumento de investimento com base em evidências, e não em intuição.

CI na mesa da diretoria

Como podemos usar os dados de Comunicação Interna para uma discussão mais robusta com a diretoria da empresa, especialmente num momento como o de formação de orçamento?

Sobre esse assunto, Fabiana ressaltou o papel de dados para reposicionar a CI como área de gestão. Para ela, falar em números durante o desenho orçamentário muda a conversa.

“Quando mostramos correlação entre comunicação e indicadores críticos do negócio, como produtividade, segurança e retenção, a diretoria entende que investir em Comunicação Interna é investir em performance.”

Corroborando o raciocínio, Kerlin afirma que quando CI “apresenta evidências e correlações concretas, deixa de pedir orçamento e passa a negociar investimento com base em inteligência e geração de valor para o negócio.”

O que é essencial medir

Refletindo sobre quais são os indicadores essenciais para um relatório de acompanhamento e quais são os indicadores para levar para uma reunião com lideranças, a diretora na HappyHouse argumenta que a distinção entre eles é o que posiciona a CI como um time de inteligência e influência. Ela cita como indicadores relevantes:

  • Adoção e alcance (eficiência): Mostra se a comunicação chega a todos.

Indicadores: alcance, usuários ativos, visualizações, frequência de acesso.

  • Engajamento e interação (eficiência): Mede o envolvimento e a participação.

Indicadores: cliques, reações, comentários, participação em campanhas.

  • Experiência e sentimento (eficiência): Avalia como o público percebe a comunicação. 

Indicadores: tempo médio de leitura/sessão, índice de satisfação (NPS de Comunicação), feedbacks qualitativos e compreensão da mensagem.

  • Impacto organizacional (eficácia): Revela o efeito da comunicação no negócio.

Indicadores:

  • Mudança de comportamento, conexão com temas estratégicos, correlação com clima e turnover;
  • Mudança de comportamento (ex: aumento de adesão a programas);
  • Correlação com clima, turnover e eNPS;
  • Economia de tempo e redução de retrabalho;
  • Conexão com a narrativa estratégica (ex: transformação digital, cultura, engajamento).

A sócia da Fale Consultora considera que um bom relatório de Comunicação Interna precisa combinar indicadores operacionais, indicadores de engajamento e indicadores estratégicos.

Para o dia a dia, a especialista cita alcance por canal, taxa de abertura e cliques, tempo médio de leitura, participação em campanhas, volume de feedbacks e sentimento das interações.

Já para reuniões com lideranças, o destaque fica para a evolução de indicadores de clima ou engajamento, recall das mensagens estratégicas, correlação entre campanhas e métricas de negócio (ex.: queda em acidentes após campanha de segurança) e ROI de iniciativas específicas.

ROI na Comunicação Interna

Segundo o estudo “Measuring What Matters in Internal Comms”, 92% dos times de Comunicação Interna têm dificuldade em mostrar o ROI da área para a liderança.

Além disso, a pesquisa mostrou o que mais interessa líderes na Comunicação Interna:

  • 51%: engajamento de colaboradores;
  • 47%: apoio a mudanças;
  • 46%: reforço de valores e cultura;
  • 45%: alcançar todos os colaboradores;
  • 30%: aumentar a retenção de talentos.

Como passo a passo para mostrar o retorno sobre o investimento na área, o estudo indica:

  1. Estratégia que define KPIs mensuráveis atrelados aos objetivos de negócio, apoiada por análises e insights aprofundados para relatórios claros e precisos.
  2. Execução que atinge esses KPIs utilizando uma combinação de formatos de comunicação multicanal e experiências mobile-first que atendem às necessidades e preferências dos colaboradores.
  3. Tecnologia que permite criar, analisar, reportar e otimizar suas campanhas de Comunicação Interna, tudo a partir de uma única plataforma, para que você possa entregar (e comprovar) impacto real para a liderança.

FAQ: Dados de Comunicação Interna e ROI

  1. Por que utilizar dados de Comunicação Interna é essencial para a tomada de decisões estratégicas no negócio?

O uso de dados permite alinhar as ações de CI aos objetivos da empresa, mensurar resultados em tempo real e embasar decisões das lideranças de forma objetiva e precisa.

2. Quais são os principais KPIs monitorados para avaliar o impacto da Comunicação Interna estratégica?

Engajamento dos colaboradores, alcance das mensagens, taxa de leitura, participação em ações internas, além de indicadores personalizados ligados a metas do negócio.

3. Como a análise de dados em tempo real fortalece o papel estratégico da Comunicação Interna?

Relatórios em tempo real proporcionam agilidade na tomada de decisões, permitem ajustes rápidos nas campanhas e entregam insumos concretos para as lideranças acompanharem o impacto das ações de CI de forma contínua.

  1. Como os dados de Comunicação Interna ajudam a antecipar tendências e identificar oportunidades dentro da empresa?

A análise contínua de dados permite detectar padrões de comportamento, preferências dos colaboradores e possíveis gargalos na comunicação, possibilitando ações proativas e melhorias estratégicas.

  1. Como a apresentação de resultados de Comunicação Interna baseada em dados pode influenciar o investimento da diretoria em novos projetos?

Quando os resultados de CI são apresentados de forma estruturada, com métricas e indicadores claros, a diretoria percebe o valor real das iniciativas, tornando-se mais propensa a apoiar e investir em novas soluções, tecnologias e campanhas que fortaleçam a comunicação e envolvimento dos colaboradores.

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Comunicação Interna para públicos operacionais; conheça o case GEDORE https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-para-publicos-operacionais-conheca-o-case-gedore/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-para-publicos-operacionais-conheca-o-case-gedore/#respond Thu, 08 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6331 Fazer Comunicação Interna para públicos operacionais é um dos grandes desafios da área: como chegar nos diferentes pontos da operação e engajar os colaboradores em torno da cultura e estratégia organizacional? O cenário torna-se ainda mais desafiador quando fatores externos, como desastres naturais, afetam a vida e a rotina das pessoas. Esse foi o caso […]

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Fazer Comunicação Interna para públicos operacionais é um dos grandes desafios da área: como chegar nos diferentes pontos da operação e engajar os colaboradores em torno da cultura e estratégia organizacional?

O cenário torna-se ainda mais desafiador quando fatores externos, como desastres naturais, afetam a vida e a rotina das pessoas. Esse foi o caso da GEDORE, multinacional alemã que é fabricante de ferramentas industriais, possui operação no Brasil há mais de 60 anos e tem a segunda maior planta do grupo localizada na cidade de São Leopoldo/RS. 

Em maio de 2024, o Rio Grande do Sul foi atingido por uma enchente histórica, que provocou danos em quase todos os municípios do estado, incluindo a planta da empresa em solo gaúcho.

Buscando adequar a forma de levar a comunicação para seus públicos em um momento tão delicado, a GEDORE encontrou na Dialog a solução para um novo capítulo da Comunicação Interna. Neste conteúdo, você conhecerá o case de sucesso. Boa leitura!

Comunicação Interna para públicos operacionais: cenário pré-GEDORE Conecta

Estrela do case de Comunicação Interna para públicos operacionais, a GEDORE conta atualmente com cerca de 1.100 colaboradores. A maior parte deles fica na matriz, em São Leopoldo (RS), mas alguns também atuam no Centro de Distribuição, em Sapucaia do Sul (RS). Além disso, há promotores técnicos espalhados pelo Brasil.

Segundo Felipe Barboza, analista de Endomarketing, a Comunicação Interna pré-GEDORE Conecta (plataforma desenvolvida de forma personalizada pela Dialog para a empresa) enfrentava desafios, visto que os canais usados eram analógicos e não havia como mensurar como a informação chegava nos diferentes públicos.

“Utilizávamos os e-mails corporativos por meio do DHO Informa, além de murais físicos distribuídos pela fábrica. A partir dessa experiência, identificamos a oportunidade de ampliar a capilarização da informação, buscando formatos ainda mais acessíveis e integrados para alcançar todos os colaboradores de forma ágil e eficiente. Dentro dos setores de produção, também eram utilizados outros canais via WhatsApp, que durante a enchente foram amplamente utilizados, o que inclusive nos direcionou de certa forma para o app pela agilidade que o smartphone nos proporciona, mas priorizando maior segurança da informação”.

O estopim para a busca de um novo canal de Comunicação Interna se deu, justamente, pelas enchentes que atingiram o estado em 2024. Felipe contou que a empresa chegou a registrar 1,5 m de água, impossibilitando qualquer tipo de entrada por tempo considerável.

Fonte: GEDORE

Além da estrutura organizacional, colaboradores também foram afetados e, por isso, a GEDORE decidiu criar canais de comunicação para viabilizar doações e disseminar informações importantes. Diante desse contexto, a área de CI identificou a oportunidade de centralizar a comunicação e evoluir o modelo adotado, entendendo que a criação de um novo canal seria um passo estratégico no retorno a um cenário mais próximo da normalidade.

O analista citou duas necessidades da empresa: centralizar informações e enviar comunicados em tempo real. “No fim escolhemos a Dialog especialmente pela interface acessível e possibilidades de personalização”, disse.

Os preparativos 

Antes mesmo do lançamento do GEDORE Conecta, o time de Comunicação Interna realizou uma série de reuniões junto às lideranças para alinhamento e capacitação a fim de preparar o time para a chegada do novo canal.

“Vimos que o papel do líder comunicador era (e ainda é) essencial no sucesso do GEDORE Conecta. Outro ponto foi instigar a comunicação assertiva, fazendo com que a mesma informação chegasse exatamente igual a todos os níveis da empresa”, contou Felipe.

Barboza reconhece que a comunicação cotidiana, que acontece nos corredores, é natural. Por isso, em vez de tentar combatê-la, a área usou esse tipo de troca como forma de aproximação com os colaboradores, identificando os “microinfluenciadores” internos.

Um exemplo dessa aproximação entre Comunicação Interna e colaboradores foi a escolha do nome GEDORE Conecta, feito por um concurso cultural desenvolvido em algumas etapas:

  1. Cartazes foram espalhados pela empresa com um QR Code, pelo qual os colaboradores poderiam enviar sugestões de nomes.
  1. Depois do recebimento das sugestões, um comitê estratégico foi montado para selecionar 5 finalistas e abrir a votação final.
  1. O nome GEDORE Conecta foi escolhido com 47% dos votos.

Assim que a plataforma terminou de ser desenvolvida pelo time da Dialog, a GEDORE realizou um pré-lançamento com os gestores para apresentar todas as funcionalidades e torná-los disseminadores da ferramenta.

Então, em março de 2025, o novo canal de Comunicação Interna foi lançado com ações especiais: entrega de brindes personalizados, divulgação intensa como envio de e-mails, totens e displays no refeitório com QR Codes para incentivar o download do app.

Atualmente a empresa segue crescendo constantemente na adesão ao aplicativo, já tendo ultrapassado 90% e continuamente ganhando mais usuários.

Estratégias da Comunicação Interna para públicos operacionais

E qual foi a estratégia adotada para manter o público operacional engajado na plataforma? Felipe compartilhou algumas boas práticas adotadas no GEDORE Conecta:

  • Parceria com o SESI

Por meio dessa parceria, a empresa disponibilizou vouchers de 100% de desconto para todos os cursos on-line da plataforma do SESI.

  • Presente de aniversário

Usando o recurso “Pesquisa”, a GEDORE promoveu uma votação para que os colaboradores escolhessem o presente de aniversário, um dos benefícios oferecidos pela empresa.

“Neste ano, graças à função ‘Pesquisa’, conseguimos montar uma enquete para decidir o presente desse novo ciclo. E foi exatamente essa ação que gerou o boom de cadastros, garantindo mais de 350 cadastros em somente uma semana, afinal, todos querem influenciar na escolha do presente.”

  • Entrevista com colaboradores

Visando o protagonismo nos colaboradores, o time de CI passou a fazer entrevistas com profissionais e dar destaque a histórias e vivências. Os conteúdos eram publicados via persona de DHO.

A constância na inclusão dos colaboradores vem sendo a chave do sucesso do GEDORE Conecta: além da campanha para a escolha do nome, o calendário de comunicação passou a incluir temas de conexão que serão trabalhados ao longo do ano.

“Criamos alguns grupos, tanto para setores quanto grupos de ‘descompressão’, voltados para atividades físicas, filmes, livros etc. Além disso, a própria pesquisa de clima deste ano foi divulgada 90% via GEDORE Conecta, e graças a isso, somado ao apoio dos gestores, tivemos uma adesão histórica na aplicação”, destacou.

Dados e recursos

Quando perguntado sobre quais indicadores da plataforma são acompanhados pelo time de CI, Felipe contou que a estratégia é olhar algumas métricas básicas, como usuários cadastrados, visualizações de post e acessos totais por dia e hora da semana para polir a estratégia continuamente.

Com esse indicador [acessos totais por dia e hora da semana], planejo todos os conteúdos, visando garantir o melhor aproveitamento.”

Os recursos mais utilizados do GEDORE Conecta, de acordo com o analista, são:

  • Galeria;
  • Pesquisa;
  • Grupo;
  • Timeline.

Impacto e planos do GEDORE Conecta

E qual é o impacto de uma ferramenta como o GEDORE Conecta para a estratégia de Comunicação Interna para público operacional? 

“Desde a implantação do GEDORE Conecta, houve uma evolução significativa na forma como a empresa se comunica com as pessoas, ampliando o alcance e fortalecendo a circulação das informações no dia a dia. Mesmo quando um colaborador não acessa diretamente o aplicativo, o conteúdo se propaga de forma natural entre as equipes, promovendo compartilhamento, conversa e maior alinhamento coletivo.”

A GEDORE tem como planos para a plataforma trazer mais recursos, integrando áreas e aproximando cada vez mais os colaboradores da ferramenta.

Já criamos algumas personas para áreas específicas, como DHO, Segurança do Trabalho e Marketing, mas planejamos expandir o nosso multiverso de áreas comunicantes. Além disso, as ações estão ficando cada vez mais conectadas e complementares entre o on-line e o off-line”, finalizou.

FAQ sobre Comunicação Interna para públicos operacionais

  1. Quais desafios de Comunicação Interna para públicos operacionais foram superados neste case?
    No case, foram identificadas oportunidades relevantes para ampliar o acesso à informação, fortalecer o engajamento e tornar a comunicação ainda mais eficaz junto às equipes operacionais, especialmente em cenários de crise ou com atuação geograficamente distribuída.
  1. Que estratégias ou recursos foram determinantes para o sucesso da solução apresentada?
    A combinação de comunicação segmentada, o uso de tecnologia adequada ao perfil operacional e o alinhamento entre áreas (DHO, liderança, segurança, etc.) foram fatores críticos para resultados efetivos.
  1. Este case pode ser replicado em outros cenários ou setores? Como adaptá-lo? Sim! O case inspira empresas de diferentes segmentos a adaptar a solução conforme suas realidades — com personalização de mensagens, escolha de canais acessíveis ao público e foco em estratégias alinhadas ao ambiente operacional.
  1. Como foi o processo de implementação da solução de Comunicação Interna para o público operacional?
    O case detalha as etapas da implementação, desde o diagnóstico das necessidades, a escolha da ferramenta, o treinamento dos líderes operacionais e a adaptação dos fluxos de comunicação ao novo canal.
  2. Como as lideranças participaram do sucesso dessa solução de Comunicação Interna?
    As lideranças atuaram como multiplicadoras das informações e incentivaram o uso da ferramenta entre os colaboradores operacionais.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna para equipes frontline: inclusão, cultura e eficiência para além do desktop https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-para-equipes-frontline-inclusao-cultura-e-eficiencia-para-alem-do-desktop/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-para-equipes-frontline-inclusao-cultura-e-eficiencia-para-alem-do-desktop/#respond Mon, 05 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6319 Falar de Comunicação Interna para equipes frontline (linha de frente) é reconhecer uma verdade muitas vezes negligenciada: a maior parte da força de trabalho global não trabalha sentada diante de um computador. Estima-se que 80% dos trabalhadores no mundo são “deskless”, desempenhando funções em varejo, logística, saúde, manufatura, atendimento e operações em campo. É um […]

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Falar de Comunicação Interna para equipes frontline (linha de frente) é reconhecer uma verdade muitas vezes negligenciada: a maior parte da força de trabalho global não trabalha sentada diante de um computador. Estima-se que 80% dos trabalhadores no mundo são “deskless”, desempenhando funções em varejo, logística, saúde, manufatura, atendimento e operações em campo. É um contingente gigantesco, responsável por sustentar a operação de empresas de todos os setores, mas que historicamente recebe menos acesso, contexto e clareza sobre os rumos da organização.

Os dados mostram o impacto dessa lacuna. Um levantamento da Staffbase em parceria com o instituto YouGov, divulgado em 2025, revelou que apenas 10% dos trabalhadores não-desktop declaram estar muito satisfeitos com a comunicação que recebem. A mesma pesquisa aponta que essa população se sente menos informada, menos conectada à liderança e menos capaz de compreender as prioridades estratégicas da empresa, quando comparada aos profissionais de escritório. Ao mesmo tempo, o estudo “Wake Up Call for Business Leaders”, também da Staffbase, destaca que a insatisfação com a comunicação é um dos fatores que mais influenciam decisões de desligamento.

O cenário brasileiro ecoa essa realidade. Segundo levantamento citado pelo portal Você RH, 63% dos funcionários que pensam em deixar seus empregos apontam a má Comunicação Interna como uma das principais razões. É um dado que revela que, para além de benefícios ou salários, a capacidade de informar, orientar e escutar tem peso direto no engajamento e na retenção.

Ainda que involuntária, a exclusão de trabalhadores frontline das rotinas de Comunicação Interna não acontece por falta de reconhecimento da importância desse público, mas por barreiras estruturais. Muitos desses profissionais não têm e-mail corporativo, não acessam intranets e trabalham em turnos ou ambientes sem computadores ou interfaces fixas. A consequência é grave: criam-se ecossistemas paralelos de informação, dependentes de cascatas informais ou de aplicativos pessoais, o que aumenta riscos de distorção, insegurança e assimetria de entendimento.

Diante desse contexto, ampliar o alcance da Comunicação Interna deixou de ser apenas um movimento de eficiência: tornou-se também um compromisso com inclusão, cultura e coerência organizacional.

Quando a Comunicação Interna inclui, a empresa avança

Os efeitos positivos de uma Comunicação Interna verdadeiramente inclusiva são amplamente documentados. Empresas que priorizam a comunicação com frontline registram maior produtividade, menor retrabalho e melhor adesão a processos críticos de segurança, especialmente em equipes operacionais. Um fluxo de informação claro reduz erros, antecipa problemas e acelera decisões.

Há também um impacto profundo na cultura organizacional. Pesquisas da Staffbase mostram que trabalhadores frontline que se sentem informados têm maior confiança na liderança, maior senso de pertencimento e maior disposição para atuar como embaixadores da marca. Em setores como varejo, saúde e logística comunicar bem significa, na prática, melhorar a experiência do cliente.

Essa conexão cultural é particularmente relevante num contexto de alta competitividade e instabilidade econômica. Organizações que conseguem reforçar seus valores, dar visibilidade a prioridades estratégicas e explicar o “porquê” das decisões constroem relacionamentos mais sólidos com suas equipes. Comunicação Interna, nesse sentido, não é apenas sobre enviar mensagens, mas sobre criar significado.

Onde as empresas ainda tropeçam

Mesmo reconhecendo a importância desse público, muitas organizações ainda insistem em modelos de comunicação pensados exclusivamente para ambientes de escritório. A lógica é replicar canais tradicionais (newsletters, intranets, e-mails) sem considerar realidades práticas de acesso e rotina.

Outro erro recorrente é depender excessivamente da liderança intermediária como único elo entre estratégia e a linha de frente. Embora gestores operacionais sejam fundamentais na tradução de mensagens, transferir a eles toda a responsabilidade cria vulnerabilidade: diferenças de estilo, sobrecarga de demandas e falta de preparo resultam, muitas vezes, em comunicados incompletos, tardios ou desalinhados.

Há também a tendência de comunicar apenas “informações operacionais”, sem integrar visão, cultura e propósito. Trabalhadores frontline, assim como qualquer profissional, querem entender como seu trabalho contribui para o todo. O risco é restringir a comunicação a “o que fazer” e nunca abordar “por que isso importa”.

E, claro, existe o desafio tecnológico. Muitas empresas ainda não adotaram canais móveis oficiais, plataformas seguras ou apps corporativos capazes de segmentar, publicar e mensurar conteúdo para públicos fora do desktop. Sem infraestrutura adequada, inclusão comunicacional permanece como intenção, não prática.

Da intenção à prática: Comunicação Interna como ponte de inclusão

Frente a esse cenário, o papel da Comunicação Interna ganha nova amplitude. Não se trata mais apenas de “informar”, mas de construir pontes – tecnológicas, culturais e relacionais – que conectem trabalhadores da linha de frente ao centro das decisões da empresa.

Isso passa por repensar canais, linguagens e formatos. Exige considerar acessibilidade, tempo, rotina e familiaridade digital desses profissionais. Requer construir narrativas consistentes e transparentes, com foco no impacto direto que cada tema tem no trabalho de quem está no campo, na rua, no estoque, na fábrica ou no atendimento.

E, sobretudo, demanda uma mudança de olhar: Comunicação Interna não pode ser privilégio de quem está na frente do computador. Ela precisa ser um direito organizacional, condição para que todos compreendam, contribuam e se sintam parte da mesma história.

Algumas organizações já demonstram que é possível superar as barreiras de comunicação com a linha de frente. Em setores como varejo, logística e manufatura, empresas que adotaram plataformas mobile first ampliaram de forma significativa o alcance da comunicação ao permitir que colaboradores em campo recebessem informações estratégicas diretamente no celular. 

Outras investiram em telas e painéis digitais em áreas comuns, como refeitórios e corredores de operações, aproximando o conteúdo institucional da rotina diária e reduzindo a dependência de mensagens passadas informalmente entre turnos. Esses exemplos mostram que, quando a infraestrutura se adapta ao contexto de quem está na linha de frente, o alinhamento e a clareza crescem de maneira consistente.

Também há casos em que a transformação cultural ganhou força com iniciativas desenhadas especificamente para alcançar equipes não desktop. Empresas que segmentam mensagens por unidade, turno ou função conseguiram entregar conteúdo mais relevante e útil, fortalecendo pertencimento e senso de direção. 

Nesse contexto, incluir equipes frontline não é apenas ampliar o alcance da informação, mas ampliar o alcance da própria cultura. Comunicação Interna, quando verdadeiramente inclusiva, transforma trabalhadores em protagonistas da estratégia e reforça o compromisso da empresa com todas as pessoas que fazem o negócio acontecer.

Por Roberto Ângelo, Gerente de CI no Grupo In Press.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Janeiro Branco: três motivos para fortalecer a Comunicação Interna e inspirar cuidado coletivo https://blog.dialog.ci/janeiro-branco-tres-motivos-para-fortalecer-a-comunicacao-interna-e-inspirar-cuidado-coletivo/ https://blog.dialog.ci/janeiro-branco-tres-motivos-para-fortalecer-a-comunicacao-interna-e-inspirar-cuidado-coletivo/#respond Fri, 02 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6351 O início de um novo ano sempre traz consigo a sensação de recomeço, de páginas em branco que podem ser preenchidas com novos projetos, conquistas e aprendizados. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como uma campanha de conscientização voltada para a saúde mental e emocional, convidando pessoas e organizações a refletirem sobre o cuidado com […]

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O início de um novo ano sempre traz consigo a sensação de recomeço, de páginas em branco que podem ser preenchidas com novos projetos, conquistas e aprendizados. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como uma campanha de conscientização voltada para a saúde mental e emocional, convidando pessoas e organizações a refletirem sobre o cuidado com o bem-estar.

Para empresas que valorizam a cultura e o engajamento dos colaboradores, trabalhar o Janeiro Branco na Comunicação Interna é uma oportunidade estratégica, além de gerar confiança. Mais do que uma ação pontual, trata-se de abrir espaço para diálogos genuínos, reforçar valores e criar iniciativas que aproximem equipes em torno de um propósito comum: cuidar das pessoas.

A seguir, apresentamos três motivos e insights que mostram por que o Janeiro Branco pode ser um marco importante na Comunicação Interna e como ele contribui para fortalecer a cultura organizacional e o senso de pertencimento.

1. Promover saúde mental como parte da cultura organizacional

Um dos principais motivos para trabalhar o Janeiro Branco é a oportunidade de colocar a saúde mental no centro da cultura corporativa. Em muitas empresas, já existe o cuidado com a saúde física, por meio de campanhas de prevenção ou incentivo à prática de atividades. Porém, quando falamos de saúde emocional, ainda há barreiras e tabus que precisam ser quebrados.

Ao trazer o Janeiro Branco para a Comunicação Interna, a empresa demonstra que o bem-estar dos colaboradores vai além da produtividade. É um sinal claro de que cuidar das pessoas é um valor institucional. Isso pode ser feito por meio de campanhas educativas, rodas de conversa, postagens na rede social corporativa, podcasts internos ou até mesmo mensagens inspiradoras que reforcem a importância de falar sobre sentimentos e buscar apoio quando necessário.

A rede social corporativa pode ser o canal que traduz esse cuidado em ações concretas. Ao criar conteúdos acessíveis e envolventes, desmistificamos o tema e mostramos que saúde mental é responsabilidade de todos. 

E que tal aproveitar e reforçar os benefícios existentes na empresa e fazer uma feira de exposição com seus parceiros?

2. Reforçar o senso de pertencimento e conexão entre equipes

Outro motivo relevante é que o Janeiro Branco cria oportunidades para aproximar pessoas e fortalecer vínculos. Quando a Comunicação Interna promove diálogos sobre saúde emocional, ela abre espaço para que colaboradores compartilhem experiências, reconheçam desafios comuns e se sintam parte de uma rede de apoio.

Esse senso de pertencimento é essencial para a cultura organizacional. Afinal, colaboradores que se sentem acolhidos e conectados tendem a se engajar mais, a colaborar com suas equipes e a permanecer na empresa por mais tempo.

Ativações de Comunicação Interna durante o Janeiro Branco podem incluir campanhas interativas na rede social corporativa, podcasts com líderes falando sobre suas próprias práticas de cuidado ou até mesmo encontros virtuais para troca de experiências. Essas ações reforçam que todos estamos juntos na construção de um ambiente saudável e confiável.

3. Tornar a informação didática e envolvente

O terceiro motivo para trabalhar o Janeiro Branco é a chance de transformar informações complexas em conteúdos leves e envolventes. Saúde mental é um tema amplo, que pode parecer distante ou difícil de ser abordado. A Comunicação Interna tem o papel de traduzir esse assunto em mensagens simples, práticas e inspiradoras.

Isso pode ser feito por meio de diferentes formatos: vídeos curtos, podcasts, newsletters visuais, infográficos ou até mesmo campanhas gamificadas. O importante é que a informação seja transmitida de forma clara e que desperte interesse.

Ao tornar o conteúdo didático e envolvente, a empresa não apenas informa, mas também inspira. Os colaboradores passam a enxergar o Janeiro Branco como uma experiência positiva, que contribui para seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Conclusão: Janeiro Branco é gerar confiança

Quando unimos esses três motivos — promover saúde mental como parte da cultura, reforçar o senso de pertencimento e tornar a informação envolvente — percebemos que o Janeiro Branco é muito mais do que uma campanha. Ele se torna um movimento institucional que fortalece a identidade da empresa e cria impacto real na vida das pessoas.

A Comunicação Interna, nesse contexto, é o fio condutor que transforma valores em práticas. É por meio dela que conseguimos dar voz às lideranças, aproximar equipes e criar experiências que inspiram.

Mais do que uma campanha, o Janeiro Branco destaca a organização que valoriza o bem-estar, celebra a diversidade de experiências e constrói, dia após dia, um ambiente onde todos se sentem parte e protagonistas.

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora e Diretora de Comunicação da Incanto Comunica. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Saiba como melhorar sua Comunicação Interna em 2026 https://blog.dialog.ci/saiba-como-melhorar-sua-comunicacao-interna-em-2026/ https://blog.dialog.ci/saiba-como-melhorar-sua-comunicacao-interna-em-2026/#respond Fri, 12 Dec 2025 13:38:29 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6324 Profissionais de Comunicação Interna em 2026 precisam se preparar para uma atuação mais estratégica e relevante nas organizações, mesmo enfrentando um cenário no qual a área não tem seu valor reconhecido. Dito isso, o que comunicadores internos devem saber e o que devem desenvolver para mudar essa realidade em 2026? Para falar sobre o assunto, […]

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Profissionais de Comunicação Interna em 2026 precisam se preparar para uma atuação mais estratégica e relevante nas organizações, mesmo enfrentando um cenário no qual a área não tem seu valor reconhecido.

Dito isso, o que comunicadores internos devem saber e o que devem desenvolver para mudar essa realidade em 2026?

Para falar sobre o assunto, Mariana Figueiredo, diretora da Business Unit de Employee Experience na Portal Publicidade (agência parceira da Dialog), foi a convidada do encerramento da 5ª temporada do Dialog Talks. 

Assista ao episódio completo clicando no player abaixo ou escute a versão podcast aqui.

Papel da Comunicação Interna em 2026

O papel da Comunicação Interna em 2026, segundo Mariana, é o de criar importância, tendo uma atuação mais estratégica e menos operacional.

“Essa área [CI] é uma das únicas que consegue conectar a cultura com o negócio e as pessoas. Vejo que é uma área muito estratégica para as empresas, pois tem um olhar de negócio e, ao mesmo tempo, pode calibrar como conversar melhor com o público interno e criar um elo cultural e de engajamento com as pessoas.”

Para 2026, a especialista lista alguns desafios a serem enfrentados de um modo geral pelas organizações, incluindo Comunicação Interna e RH. São eles: mudanças aceleradas por tecnologia e Inteligência Artificial, múltiplas gerações trabalhando juntas, pressão por efetividade e produtividade, inteligência emocional e alinhamento de negócio e cultura.

Olhando para esses pontos e para o fato de que o engajamento move ponteiros em qualquer empresa, Mariana cita 3 papéis que a área pode desempenhar:

  1. Traduzir a estratégia organizacional para os colaboradores;
  2. Dar clareza às mudanças e trazer diálogos entre empresa e profissionais para evitar boatos e insegurança;
  3. Construir vivência e pertencimento.

Habilidades e competências

Tendo em mente esse cenário, quais são as competências e habilidades indispensáveis para um profissional de CI? Figueiredo citou algumas:

  • Ser um bom comunicador;
  • Ter um olhar estratégico, claro e facilitador da cultura organizacional;
  • Ler as pessoas;
  • Possuir visão de negócio;
  • Usar dados para apoiar decisões;
  • Ter empatia e escuta;
  • Investir em capacitação contínua; 
  • Transformar informação em experiência e vivência;
  • Dominar de canais de CI;
  • Assumir uma postura de liderança e protagonismo.

O que impede o reconhecimento da Comunicação Interna?

Alguns fatores podem impedir o reconhecimento do viés estratégico do trabalho da área de Comunicação Interna, perpetuando o estigma de mero suporte operacional. Alguns exemplos são:

  • Falta de métricas e dados do trabalho de CI;
  • Comunicação que acontece em via de mão única, com muitos comunicados saindo e pouca escuta ou troca;
  • Desconexão entre discurso e prática.

“É um problema não só de Comunicação Interna, porque vemos culturas lindas no papel, mas nem sempre é o que vemos na prática. Então os colaboradores não se identificam com aquela mensagem.”

Trazer o colaborador para o centro das decisões ajuda na missão de mostrar o quão estratégica a CI é, entendendo os diferentes perfis internos e como se conectar com eles, impactando no nível de engajamento da organização.

Tecnologia e Inteligência Artificial

Segundo Mariana, a tecnologia, aliada a ferramentas com IA, possibilita que a “Comunicação Interna aconteça com uma escala muito maior”, possibilitando a segmentação e personalização de conteúdos, o que aumenta a identificação do público interno com o trabalho da área.

Esses pilares permitem que a área chegue nos colaboradores, onde quer que estejam, sem infoxicação (excesso de informações) e direcionando mensagens relevantes para cada público-alvo.

Além disso, adotar esse tipo de plataforma apoia diretamente a mensuração do trabalho da área, ponto citado diversas vezes pela especialista como crucial para a mudança de percepção e do próprio trabalho da Comunicação Interna.

Já sobre a IA, o grande ganho é otimizar tempo e trabalho para que profissionais direcionem esforços para conversas e projetos mais estratégicos.

Anota a dica!

Para finalizar, Mariana Figueiredo compartilhou dicas para profissionais de Comunicação Interna que querem começar o ano já adotando uma postura mais estratégica:

  • Pare de pensar em campanhas pontuais e passe a pensar em experiências para o colaborador (continuidade);
  • Conheça de verdade os públicos internos;
  • Meça tudo que pode;
  • Use e abuse de tecnologia e IA;
  • Crie espaços reais de escuta;
  • Assuma a postura de um agente de estratégia.

FAQ: Comunicação Interna em 2026

  1. Qual é o principal papel para a Comunicação Interna em 2026?
    A área deve assumir um papel mais estratégico, focando em experiências contínuas para o colaborador.
  2. Quais competências serão essenciais?
    Conhecimento profundo do público, uso intenso de dados, tecnologia e IA.
  3. O que deve ser evitado na Comunicação Interna em 2026?
    Campanhas pontuais e comunicação unilateral; o ideal é criar diálogo e escuta ativa.
  4. Como mensurar resultados?
    Medindo tudo o que for possível para comprovar valor e ajustar as estratégias.
  5. Por que a Comunicação Interna em 2026 precisa inovar?
    Para ser reconhecida como agente de estratégia, promovendo engajamento real.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo) e editora e Dialog Blog.

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O mercado de comunicação sempre esteve em constante transformação, mas o avanço recente da Inteligência Artificial provocou uma mudança ainda mais profunda nos processos de estratégia e desenvolvimento de materiais. 

O que começou como experimentações, com geração de imagens e vídeos, passou a possibilitar novas dinâmicas de trabalho dentro das equipes, impactando a forma como a área de comunicação trabalha no dia a dia. Hoje, vemos times testando avatares digitais, criando assistentes que ajudam a organizar pautas e acelerando a criação de roteiros e mídias.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), em parceria com a Cortex, aponta que 58% das organizações já utilizam IA em suas áreas de comunicação. Entre elas, 47% afirmam usar a tecnologia na criação de conteúdo, 40% para gerar insights e 39% destacam o ganho de produtividade como um dos principais benefícios.

Se por um lado a tecnologia aumenta a produtividade, por outro ela levanta uma questão essencial: como transformar esse ganho em valor real para as pessoas dentro da organização?

Desafios de comunicar para dentro

Ao abrir mão de tarefas repetitivas, os profissionais de comunicação ganham tempo para decisões mais estratégicas, por isso é importante saber como e onde redirecionar esse tempo com intencionalidade. Entender a cultura da empresa, os momentos-chave da jornada do colaborador e o perfil real das pessoas que compõem a organização é essencial para construir narrativas consistentes, relevantes e verdadeiramente conectadas.

Ou seja, é tempo de aprofundar análises, identificar oportunidades dentro dos canais internos, compreender nuances de comportamento e ajustar mensagens com mais sensibilidade e precisão. Essa iniciativa permite criar experiências de comunicação mais personalizadas, respeitando a individualidade de cada colaborador e impactando o sentimento de pertencimento à empresa.

O trecho do e-book “Reescrevendo o trabalho para a Era da IA” (United Minds, 2025) reforça essa premissa ao afirmar que “as organizações que estão obtendo mais valor com a IA estão utilizando dados para elevar a experiência do colaborador. E elas estão provando que, quando você combina tecnologia inteligente com uma mentalidade centrada no ser humano, o engajamento não apenas melhora, ele se transforma”. Isso abre caminho para uma Comunicação Interna mais estratégica e criativa.

Personalização que conecta

Um dos maiores avanços trazidos pela IA está na possibilidade de explorar a personalização. Agora, é possível representar cada área, função e até os ambientes da empresa com mais precisão — desde uniformes e EPIs aos espaços físicos internos. Essa fidelidade importa porque quando o colaborador se reconhece nas campanhas, a mensagem deixa de ser apenas institucional e se torna pessoal, gerando identificação e fortalecendo a conexão emocional com a empresa.

Mas a personalização vai além do visual. A IA amplia as opções de formatos e segmentação das mensagens, alcançando diversos tipos de perfis de públicos: um bate-papo entre colegas pode virar uma série curta para WhatsApp ou até em cards com insights; o conteúdo de um town hall pode virar um podcast; temas relevantes podem ser desdobrados em uma série de vídeos curtos publicados ao longo do mês; e treinamentos podem ser transformados em processos mais dinâmicos e gamificados (com quizzes rápidos e interativos) — tudo isso facilitado por ferramentas que analisam, simplificam e traduzem a informação de maneira direcionada.

O toque humano

Nos últimos anos, a IA mostrou que pode reduzir o tempo de processo e ampliar possibilidades dentro da área de comunicação, mas também levantou o questionamento de como causar conexão e senso de coletividade nas pessoas mesmo em um cenário tão tecnológico. Cabe a nós, refletir sobre o uso dessas ferramentas em conjunto com o nosso olhar humano para tornar as experiências das pessoas mais humanas, reais e significativas.

Por Diana Alcalde, Designer na United Minds.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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