Liderança Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/rh/lideranca/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 04 Feb 2026 12:05:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Liderança Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/rh/lideranca/ 32 32 Carta aberta às lideranças: perguntem mais “por quê?” https://blog.dialog.ci/carta-aberta-as-liderancas-perguntem-mais-por-que-2/ https://blog.dialog.ci/carta-aberta-as-liderancas-perguntem-mais-por-que-2/#respond Thu, 19 Feb 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6425 Quando foi a última vez que você fez essa pergunta para alguém da sua equipe? — Ah, mas ninguém leva o trabalho a sério, o comprometimento não é mais o mesmo, não existe paciência para o crescimento, acham que já sabem tudo, falta inteligência emocional, cresceram muito conectados e agora deu nisso.  Muitas hipóteses, pouca […]

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Quando foi a última vez que você fez essa pergunta para alguém da sua equipe?

— Ah, mas ninguém leva o trabalho a sério, o comprometimento não é mais o mesmo, não existe paciência para o crescimento, acham que já sabem tudo, falta inteligência emocional, cresceram muito conectados e agora deu nisso. 

Muitas hipóteses, pouca escuta.

Em diagnósticos e pesquisas, a gente sempre encontra lideranças afirmando que entendem os desafios de suas equipes. Inclusive, um relatório de tendências globais já registrou que “83% dos líderes acreditam entender os desafios enfrentados por profissionais da linha de frente, mas apenas 62% dos trabalhadores concordam com isso”. 

Um (grande) buraco entre intenção e percepção

Aproximadamente 20% de diferença na percepção não é apenas um detalhe estatístico. O buraco pode ser maior e revelar uma distância entre intenção e percepção. Entre o que lideranças acreditam ouvir e o que as equipes conseguem dizer. Mais que relatórios e reuniões, entender desafios é estar presente (na rotina, nos desafios, nos imprevistos). Principalmente com disposição para ouvir. E a tão falada escuta ativa também demanda um outro cuidado: não perguntar apenas para confirmar o que acredita, mas perguntar para compreender as expectativas desalinhadas, as decisões incompreendidas, o sentimento de desconexão. 

Nos ruídos estão as angústias, e também as soluções. A gente acaba se preocupando muito com o que falar, como falar, quando falar, mas investe menos energia em ouvir. Quer um exemplo? No mesmo relatório de tendências, “enquanto 69% dos líderes acreditam que seus colaboradores possuem um plano de carreira, apenas 27% dos profissionais concordam”. O problema é de comunicação, é de gestão ou é estrutural da empresa? Quanto mais a gente pergunta, mais compreende a real solução (se é que ela existe).

Se eu discordo, é melhor ficar quieto

Um aspecto que atravessa a escuta é a confiança. Minha liderança vai ouvir o que vou falar? Posso confiar? Essa informação não vai ser usada contra mim? A empresa não costuma penalizar pessoas que falam a verdade? Portanto, querer ouvir vai além de perguntar. Demanda criar ambientes e relações em que haja espaço para um diálogo, principalmente quando ele tem discordâncias e críticas.  

A pesquisa Glassdoor’s Worklife aponta que “palavras que destacam essa desconexão (entre líderes e liderados) aumentaram nas avaliações do Glassdoor: 24% para desconexão, 25% para falta de comunicação, 26% para desconfiança e impressionantes 149% para desalinhamento”.

Se você quer realmente entender sua equipe e ter mais alinhamento, prepare o caminho para perguntar mais “por quês?”. Fazendo isso, você: 

  • Diminui hipóteses e aumenta escutas;
  • Amadurece a cultura organizacional a ponto de ser possível ouvir as pessoas;
  • Constrói relações confiáveis e transparentes para não tapar os ouvidos para o que é difícil;
  • Compreende, de fato, o que acontece e cria planos de ação que saiam do papel.

É preciso perguntar de verdade, e sustentar as respostas

Vitor, mas você não tá deixando muita responsabilidade nas costas das lideranças? Okay, também é um ponto de vista. E, para esse, eu escrevi com uma outra perspectiva (expectativas injustas) que pode ser conferida no capítulo Liderança Comunicadora, do Relatório Diálogos Supera 2025

Por Vitor Morais, diretor de Conteúdo e Planejamento na Supera Comunicação

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Liderança comunicadora na Manserv: 80% de engajamento dos 1.500 líderes https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-na-manserv-80-de-engajamento-dos-1-500-lideres/ https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-na-manserv-80-de-engajamento-dos-1-500-lideres/#respond Thu, 16 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6232 A liderança comunicadora é o maior desafio da Comunicação Interna, como provam os últimos 9 estudos feitos pela Aberje e Ação Integrada sobre tendências e desafios na área. Seria então possível engajar as lideranças como comunicadores? A Manserv é a prova viva que sim. São 1.500 líderes, sendo eles pulverizados em diferentes localidades.  A empresa, […]

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A liderança comunicadora é o maior desafio da Comunicação Interna, como provam os últimos 9 estudos feitos pela Aberje e Ação Integrada sobre tendências e desafios na área.

Seria então possível engajar as lideranças como comunicadores? A Manserv é a prova viva que sim. São 1.500 líderes, sendo eles pulverizados em diferentes localidades.  A empresa, que usa o Manserv Comunica, plataforma de Comunicação Interna desenvolvida pela Dialog, desde 2024, conta com boas práticas e exemplos da participação e do apoio da liderança às ações e iniciativas da área.

Para contar mais detalhes sobre esse case de sucesso, a convidada especial do 50º episódio do Dialog Talks é Verônica Lambais, especialista de Comunicação Interna na Manserv.

Você pode assistir o conteúdo na íntegra clicando aqui ou escutar a versão podcast aqui.

Liderança comunicadora: Conheça a Manserv

Antes de falar propriamente sobre o case de liderança comunicadora, a especialista falou sobre o cenário enfrentado pela área de Comunicação Interna na Manserv.

A empresa oferece serviços técnicos especializados de manutenção de ativos, operação de processos, intralogística e locação de equipamentos pesados para todos os setores da economia e conta com mais de 36 mil colaboradores espalhados em pontos corporativos (cerca de 500 profissionais) e em 7 mil pontos de atendimento.

Verônica compartilhou que, ao chegar na companhia em 2023, promoveu uma pesquisa junto à liderança para entender os desafios relacionados à comunicação, pois seu foco era transformá-los em líderes comunicadores, para que eles passassem adiante as diretrizes e mensagens da companhia.

Junto com a pesquisa, ela contou que foi feito também um mapeamento dos canais usados pela Comunicação Interna.

Na época, os 10 maiores desafios de comunicação citados pela liderança na Manserv foram:

Créditos: Manserv

Lambais afirmou que, desde então, vários desses pontos foram solucionados, inclusive com a chegada da Dialog.

“Fazendo todo esse mapeamento com os líderes e canais, a solução da Dialog foi efetiva e eficiente para a gente, porque ela sana muitos desses desafios. Ela sana, por exemplo, a comunicação com agilidade e constância. Então, se a gente manda só um e-mail ou se apoia num mural de papel para a operação, leva tempo para a mensagem chegar. Ter uma plataforma digital, que dá suporte para uma comunicação mais ágil, é muito importante para a gente.”

Estratégia no canal de comunicação “Manserv Comunica”

A partir dos desafios citados, foi construída uma estratégia para definir os canais de Comunicação Interna que chegariam nesses líderes e os pilares que seriam trabalhados ali para dar insumos para transformá-los em uma liderança comunicadora. São eles: cultura, estratégia, compliance, bem-estar, segurança e ESG.

“Porque se o líder não sabe, ele não comunica”, afirmou.

Lambais explica que além do saber, é preciso que a liderança interprete a informação recebida e que isso vem com a capacitação. Segundo ela, é parte do trabalho de CI e RH capacitar esse público na habilidade de se comunicar.

Ela conta que o trabalho de aproximação da área de Comunicação Interna com a liderança foi muito importante para manter a cultura Manserv viva, pois apenas 500 colaboradores trabalham em escritórios próprios, sendo os demais alocados em diferentes empresas — que possuem diferentes culturas — para a prestação de serviços. 

Antes do Manserv Comunica, os canais de CI usados eram: jornal eletrônico (newsletter), e-mail e intranet. Além disso, o DDS (Diálogo Diário de Segurança), Teams, clipping, lives e até o uso informal do WhatsApp eram outros pontos de comunicação (não necessariamente tocados por CI).

Com a chegada do Manserv Comunica, a área de CI passou a contar com métricas e aumentou os formatos e possibilidades de comunicação, graças aos recursos e módulos adicionais que a plataforma oferece.

Créditos: Manserv

Verônica considera as métricas da plataforma os insumos do planejamento da Comunicação Interna na Manserv e analisa continuamente os indicadores da ferramenta para entender quem utiliza e quem precisa ser incentivado.

A integração de sistemas na plataforma é outro recurso importante para a adesão de líderes e demais colaboradores: a especialista contou que a empresa conta com mais de 100 sistemas e o Manserv Comunica centraliza tudo.

Com a chegada da ferramenta, os líderes passaram a receber apenas um resumo semanal, que conta com chamadas que os direcionam para a plataforma.

Essa estratégia faz com que o Manserv Comunica passe a fazer parte da rotina da liderança e oferece também a possibilidade de conexões com outros líderes, algo que os antigos canais não possibilitaram.

Inclusive, a plataforma foi lançada primeiro para os líderes, justamente para aproximá-los. Em um segundo momento, colaboradores administrativos passaram a usar o Manserv Comunica e isso fez com que suas lideranças se engajaram ainda mais, contou Lambais. Atualmente, 80% dos líderes são ativos.

“Notamos que os líderes que tinham suas equipes na Manserv Comunica ficaram mais engajados depois que seus times entraram, porque nenhum líder quer saber menos que sua equipe”.

Ela contou que há planos para expandir o uso para toda a organização no futuro. Com isso, os canais de CI usados atualmente são:

  • Manserv Comunica (aplicativo e desktop/intranet)
  • TVs corporativas (módulo especial Dialog)
  • E-mail marketing 
  • Gestão à vista (Mural impresso)

Definição de personas

Como mencionado anteriormente, a Manserv conta com 1.500 líderes. Mas qual é a persona que melhor representa esse público?

Verônica compartilhou que a área de CI fez um estudo para responder essa pergunta. Para isso, analisou 3 fatores: 

  1. Perfil do público para determinar linguagem
  2. Desafios e motivações para guiar conteúdo
  3. Modelo de trabalho para definir formatos

A análise mostrou 4 personas diferentes: Líder de campo, de UT (atuam diariamente no cliente), corporativo (sede ou escritório regional) e alta liderança (tomadores de decisão).

Créditos: Manserv

Dicas para trabalhar a liderança comunicadora

Verônica Lambais compartilhou 7 dicas para profissionais de Comunicação Interna que querem engajar líderes como comunicadores, alcançando assim a sonhada liderança comunicadora.

  1. Conquiste pela escuta, não pelo discurso

Antes de pedir, entenda o que líderes temem, valorizam e precisam comunicar. Na Manserv, CI mapeou as percepções da liderança nas fases iniciais de campanhas, aumentando o senso de participação e assertividade nas comunicações.

  1. Transforme líderes em protagonistas, não mensageiros

Ao invés de tratá-los como meros replicadores de mensagens, posicione a liderança como influenciadores de cultura. A empresa usa o Manserv Comunica para dar voz a esse público, fazendo com que tenham voz ativa na narrativa.

  1. Fale a língua do negócio

Aproximar a Comunicação Interna da liderança passa por traduzir impacto em indicadores tangíveis (engajamento, produtividade, clima e até resultados financeiros). Na Manserv, usam a adaptação de conteúdo, canal e linguagem para cada parte do negócio.

  1. Dê visibilidade positiva

Nada engaja mais do que reconhecer, segundo Verônica. A Manserv usa o recurso de ranking da plataforma da Dialog para o reconhecimento dos mais engajados.

  1. Mantenha constância e previsibilidade

Líderes gostam de clareza. Na Manserv, a Comunicação Interna cria, com antecedência, um calendário anual com trilhas, campanhas e programas e compartilha em primeira mão com a liderança, para ajudá-los na preparação para repassar para suas equipes. Além disso, trabalham com reforços constantes com esse público via WhatsApp.

  1. Adote postura de consultoria

Para a especialista, o comunicador interno moderno precisa ser visto como parceiro de gestão, não apenas executor de demandas. Na empresa, a área compartilha mensalmente com cada líder dados sobre assiduidade das equipes na plataforma, juntamente com dicas para aumentar a adesão e melhorar a comunicação com os times.

  1. Assiduidade como marca de liderança exemplar

A liderança que se mantém informada, participa ativamente do canal e motiva o time é vista como referência em comunicação e engajamento. A frequência e participação dos líderes no Manserv Comunica são vistas como reflexos do seu nível de conexão com a empresa e o time. Essa postura é considerada como um critério qualitativo de líder exemplar, contribuindo para possíveis promoções e reconhecimentos.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) na Dialog.

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WhatsApp na Comunicação Interna e liderança comunicadora https://blog.dialog.ci/whatsapp-na-comunicacao-interna-e-lideranca-comunicadora/ https://blog.dialog.ci/whatsapp-na-comunicacao-interna-e-lideranca-comunicadora/#respond Thu, 09 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6216 O uso do WhatsApp na Comunicação Interna é um dos temas mais discutidos entre especialistas e profissionais do mercado nos últimos meses. É preciso olhar, com atenção e cautela, na adoção desse canal para fins corporativos. Pensando nisso, a Dialog lançou em julho de 2025 um módulo de envio de mensagens para WhatsApp, que permite […]

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O uso do WhatsApp na Comunicação Interna é um dos temas mais discutidos entre especialistas e profissionais do mercado nos últimos meses.

É preciso olhar, com atenção e cautela, na adoção desse canal para fins corporativos. Pensando nisso, a Dialog lançou em julho de 2025 um módulo de envio de mensagens para WhatsApp, que permite que equipes de CI usem o canal de forma segmentável, segura e mensurável.

Neste conteúdo, traremos dados inéditos de uma pesquisa sobre a percepção da média liderança (gerentes, coordenadores e supervisores) sobre o canal e mostraremos como utilizá-lo da melhor forma possível.

WhatsApp na Comunicação Interna e a liderança

A adoção do WhatsApp na Comunicação Interna, quando pensamos na liderança, já é uma realidade há algum tempo.

A 3a edição da Pesquisa Nacional de Comunicação com a Média Liderança, realizada pela Ação Integrada, mostrou que 49% dos mais de 2.300 líderes entrevistados consideram o WhatsApp um dos principais meios de comunicação com o time.

Além disso, 92% dos respondentes dizem ler sempre ou na maioria das vezes as informações que chegam pelo WhatsApp, em seus grupos de gestores. Além disso, 85% também apontam que leem as informações recebidas pelo aplicativo no grupo geral da empresa.

Outro dado revelado pela pesquisa é que 39% dos líderes preferem receber via WhatsApp as mensagens que devem ser desdobradas para as suas equipes.

Volume de mensagens

A pesquisa mostrou que 48% consideram que diariamente seja a frequência ideal para receber esses conteúdos a fim de desdobrar para seus times. Em 2018, na 2ª edição, esse percentual era de 44%.

A Ação Integrada afirma no estudo que o aumento é coerente, “considerando as mudanças cada vez mais constantes nas organizações, somado ao fato de as pessoas estarem mais conectadas”.

Estratégia de canais e cuidados com o WhatsApp

A área de Comunicação Interna deve entender qual é a melhor estratégia para alcançar esse público de forma que eles desdobrem as informações para os seus times e/ou incentivem que seus colaboradores acessem os canais de CI ou participem de iniciativas da área.

O WhatsApp, mesmo sendo uma ferramenta tão presente na vida das pessoas e, como mostrou o estudo, da liderança, não deve ser usado como canal principal de Comunicação Interna entre empresa e colaboradores.

O tema, inclusive, foi abordado durante o último Dialog Experts, que contou com a participação de Lívia Pretti (CEO na agência Abby) e Vinícius Ventura (Diretor de Vendas e Marketing na Dialog).

Lívia reforçou que o benefício do uso do WhatsApp é encará-lo como um reforço de comunicação, apoiando os canais principais (aplicativos, intranet etc.)

“Eu acho que [o WhatsApp] não deve ser o canal principal ou o único canal [de Comunicação Interna], ele tem que ser um canal de reforço e engajamento. Ele funciona muito bem para lembretes, comunicados rápidos, reforço de campanhas e para levar as pessoas para os canais oficiais, porque eles continuam sendo essenciais.”

Seguindo nessa linha de raciocínio, Vinícius comentou sobre o uso informal do aplicativo no trabalho, mas ressaltou que quando o objetivo é fazer do aplicativo um canal de CI, o caminho mais adequado é apostar em disparadores, pois permitem que a área utilize a solução com governança e segurança.

“O WhatsApp passa a ser um aliado, não um problema. O principal é você ter um outro ambiente, onde a informação é segura e você convida [o colaborador para acessar] por meio do WhatsApp.”

Módulo de WhatsApp da Dialog

Como mencionamos no início deste conteúdo, lançamos um novo módulo de envio de mensagens para WhatsApp, para que profissionais de Comunicação Interna consigam usar a ferramenta de forma segura nas organizações.

O diferencial desse novo recurso é a possibilidade de fazer a integração com a base de dados da empresa, sincronizando assim os contatos em tempo real. Isso evita o envio de conteúdos para profissionais que não estão mais na empresa e/ou estão de férias, por exemplo.

Essas informações permitem também a segmentação de públicos, o que facilita, por exemplo, filtrar e entregar informações para a liderança. Por ser um módulo específico para a empresa, seu uso para o desdobramento de comunicados é seguro e pode ser mensurado.

Mais uma vez, é importante ressaltar que o módulo é um reforço para a estratégia de canais de Comunicação Interna, uma forma de alcançar e fazer com que líderes e outros públicos acessem os outros pontos de contato (seja a própria plataforma Dialog, e-mail etc.)

Conheça a novidade agora mesmo, agende uma demonstração.

Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Dados inéditos sobre a média liderança comunicadora no Brasil https://blog.dialog.ci/dados-ineditos-sobre-a-media-lideranca-comunicadora-no-brasil/ https://blog.dialog.ci/dados-ineditos-sobre-a-media-lideranca-comunicadora-no-brasil/#respond Thu, 25 Sep 2025 13:30:12 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6198 Um dos grandes desafios e objetivos da Comunicação Interna é a liderança comunicadora, ou seja, o engajamento dos líderes como apoiadores das iniciativas promovidas pela área. Nesse sentido, é importante entender o verdadeiro panorama da visão desse público sobre o assunto.  Pensando nisso, o grande destaque da 2ª edição da CI Lover Week foi a […]

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Um dos grandes desafios e objetivos da Comunicação Interna é a liderança comunicadora, ou seja, o engajamento dos líderes como apoiadores das iniciativas promovidas pela área. Nesse sentido, é importante entender o verdadeiro panorama da visão desse público sobre o assunto. 

Pensando nisso, o grande destaque da 2ª edição da CI Lover Week foi a apresentação, em primeira mão, dos resultados da 3ª edição da Pesquisa Nacional de Comunicação com a Média Liderança, realizada pela Ação Integrada, uma das agências parceiras da Dialog. 

O estudo inédito tem como objetivo levantar a percepção e opinião da média liderança (gerentes de área, coordenadores e supervisores) sobre os processos de Comunicação Interna em suas empresas.

Os dados foram apresentados por Adevani Rotter, que é a criadora do conceito Comunicação Interna 4.0 e do termo “liderança comunicadora”, além de fundadora e presidente da Ação Integrada. Você pode acessar o estudo na íntegra clicando aqui.

Assista ao conteúdo completo ou escute a versão podcast.

Liderança comunicadora no Brasil: conheça os dados

O estudo sobre liderança comunicadora e Comunicação Interna feito pela Ação Integrada contou com a participação de mais de 2.300 líderes, sendo 59% dos respondentes do sexo masculino e 77% com até 44 anos. As respostas foram coletadas entre 2024 e 2025.

Quando perguntados sobre o principal canal de comunicação da empresa com o colaborador, 70% dos participantes citaram o gestor imediato. Em segundo lugar, aparece o e-mail (62%, 13 pontos a mais em comparação à última edição, feita em 2018) e o WhatsApp (49%).

Créditos: Ação Integrada

“Há muitos anos, escuto que o e-mail [como canal de Comunicação Interna] vai acabar, mas ele continua cada vez mais forte”, refletiu.

Ao analisar os canais mais lidos pela liderança, 92% dos entrevistados dizem ler, sempre e na maioria das vezes, as informações que chegam pelo WhatsApp em seus grupos de gestores. Além disso, 85% leem as informações recebidas pelo WhatsApp no grupo geral da empresa.

Outros canais citados foram: e-mail (88%) e pautas direcionadas para a liderança (87%). Sobre o último, Adevani comentou:

“É um índice bom, mas eu me pergunto: se as pautas são para eles [liderança] desdobrarem a informação para os seus times, [esse índice] deveria ser 100%”.

Frequência

O estudo também perguntou qual é a melhor frequência para receber as comunicações, e o resultado surpreendeu até mesmo a presidente da Ação Integrada: 48% consideram ideal receber informações diariamente para desdobrar para suas equipes, 4% a mais comparando com a última edição e 26% a mais com a primeira, realizada em 2016.

Esse crescimento é um reflexo das mudanças ocorridas nas empresas nos últimos anos, considerou Adevani, além de um cenário no qual as pessoas estão hiperconectadas.

Em relação à mesma questão, 39% dos respondentes declararam preferir receber informações semanalmente. A pesquisa também indagou sobre canais de preferência para receber esses conteúdos a serem desdobrados, cujo ranking também foi liderado por e-mail e WhatsApp.

Créditos: Ação Integrada

Percepções da média liderança

Os entrevistados foram perguntados sobre sua percepção a respeito da visão que a alta liderança (na figura do presidente/CEO) tem da comunicação e também sobre a cobrança da habilidade comunicacional por parte da empresa.

A primeira afirmação foi: “O presidente da minha empresa considera essencial que os gestores invistam na comunicação com colaboradores”. Sobre isso:

  • 75% concordam ou concordam plenamente;
  • 18% não concordam, nem discordam;
  • 7% discordam ou discordam plenamente.

O primeiro percentual registrou uma queda de 13% em comparação à última edição. Isso significa que a média liderança tem a percepção que os presidentes têm investido menos na comunicação.

Já a segunda afirmação apresentada aos líderes foi: “A comunicação dos gestores com os seus subordinados é uma competência cobrada na avaliação de desempenho da minha empresa”. Sobre isso, os dados foram similares ao cenário de 2018:

  • 76% concordam ou concordam plenamente;
  • 14% não concordam, nem discordam;
  • 10% discordam ou discordam plenamente.

Ou seja, 3 entre 4 líderes são cobrados para que tenham a habilidade de se comunicar com os seus times.

Média liderança e comunicação

Em mais uma leva de dados valiosos para profissionais de Comunicação Interna, os entrevistados foram questionados sobre a própria comunicação, as rotinas e os direcionamentos da empresa com a média liderança.

Enquanto 76% consideram úteis as informações que recebem, apenas 63% concordam que há clareza de quais informações são apenas para o seu conhecimento e quais são para desdobrar às suas equipes.

E mais: 95% dos líderes entendem os conteúdos enviados por CI, porém 63% afirmam que dois dos pontos que mais atrapalham a atuação da liderança comunicadora são a informação que chega em cima da hora e o conteúdo que vem incompleto.

Adevani considera que esses dados vão ao encontro das escutas promovidas pela agência com gestores de empresas.

Entretanto, mesmo com essas dificuldades, 56% discordam de um possível cenário no qual todas as informações sejam divulgadas sem qualquer envolvimento dos gestores. Isso mostra que a média liderança enxerga a necessidade e a importância da sua participação no processo de comunicação, o que abre espaço para o estreitamento da relação entre eles e o time de CI.

“Eu não vejo que isso seja comando e controle, mas sim que ele [líder] entende que é um facilitador de conversas e o porta-voz da empresa para o seu time.”

Créditos: Ação Integrada

Uma pergunta inédita feita nesta edição buscou entender como a comunicação permeia o dia a dia do gestor, já que ele precisa também dedicar tempo para as atividades técnicas e administrativas da sua função.

Os resultados mostraram um equilíbrio: 37% do tempo é usado para a comunicação (reuniões, e-mails, conversas face a face com seu time, seu líder e outros públicos), 35% para atividades técnicas e 28% para atividades administrativas.

Em busca de apoio

Pensando no ponto anterior, será que os líderes sentem a necessidade de um apoio para desempenhar seu papel de porta-voz junto à equipe? A respeito disso, 35% afirmaram que sim. Esse percentual teve um aumento expressivo em relação à edição de 2018 (15%).

“Ou seja, mais gestores estão entendendo que precisam de ajuda. Aqui está muito claro e dá os caminhos para a área de Comunicação [Interna] sobre o que os líderes precisam”.

Esses 35% também citaram o que poderiam ajudá-los na missão de se tornar (e permanecer) uma liderança comunicadora. 

Créditos: Ação Integrada

O estudo também mostrou para qual tipo de informação os colaboradores procuram a média liderança. O top 3 é formado por: 

  • 83% – Informações operacionais (seja da própria área, financeiro etc.);
  • 66% – Práticas e políticas de RH;
  • 52% – Estratégias da empresa.

A autoavaliação da liderança comunicadora

Os líderes também fizeram uma autoavaliação sobre como se enxergam no papel de comunicador com suas equipes.

Créditos: Ação Integrada

Como sugestões de melhorias para o desempenho desse papel, 35% sentem que a falta de tempo e a sobrecarga de tarefas e reuniões impedem uma comunicação de qualidade. A pesquisa revelou que eles sugerem a criação de rotinas e agendas específicas para interagir com a equipe.

Logo em seguida, 34% citaram a qualidade da informação, sendo a clareza e o envio antecipado como pontos de atenção. Os respondentes desejam receber mensagens claras, objetivas e completas, permitindo assim um repasse mais eficiente para os colaboradores.

Os entrevistados também citaram quais comportamentos consideram mais importantes em uma liderança comunicadora. “Aberto ao diálogo” e “bom ouvinte” estão no topo da lista, com 99% e 74% respectivamente. Porém, Adevani destacou dois pontos, também presentes no ranking, relevantes em termos de comunicação:

  • Dá foco ao que é prioritário (52%);
  • Promove um melhor desenvolvimento na equipe (32%).

“A liderança comunicadora integrada tem que, ao mesmo tempo, dar foco no negócio e no que precisa ser feito, por isso destaco o ‘dá foco ao que é prioritário’ e ‘promove um melhor desenvolvimento na equipe’, junto com escuta e empatia, para promover um ambiente de segurança psicológica , um ambiente de alto desempenho”.

Confira abaixo a lista completa:

Créditos: Ação Integrada

Por fim, os líderes que participaram da pesquisa avaliaram 6 pontos relacionados a clima organizacional, Comunicação Interna e liderança comunicadora. A média das mais de 2 mil respostas ficou da seguinte forma:

  • Comunicação Interna na sua empresa: 7.5;
  • Comunicação do seu superior imediato com você: 8.1;
  • Suporte que recebe da empresa para conduzir os desdobramentos de infos com o seu time: 7.1;
  • Clima organizacional na sua equipe: 8;
  • Importância da comunicação como habilidade de liderança: 9.2;
  • Sua habilidade para ser um líder comunicador junto à sua equipe: 8.3.

Mais insights para #CILovers

Depois da apresentação, Adevani ainda respondeu sobre estratégias, uso de IA em Comunicação Interna e canais, relacionando com a temática de liderança comunicadora.

Estratégia

Para ela, o movimento de liderança comunicadora é algo que não tem fim. Como estratégia, ela considera importante relacionar o viés comunicacional dos líderes com os pilares da cultura da organização. A segunda sugestão é investir em ferramentas para apoiar esse público.

“Estamos em uma era de muita complexidade e nós, profissionais de Comunicação, precisamos simplificar a vida das pessoas. Principalmente desses líderes, tanto a alta administração quanto a média liderança.”

A terceira dica de estratégia dada por Rotter é: treinar as habilidades de comunicação da liderança.

“Não é simples [desenvolver e trabalhar a liderança comunicadora], é um trabalho de formiguinha, de médio a longo prazo, para vermos o resultado. E mensurar, é claro! Eu tenho que monitorar se as conversas estão acontecendo, se estão impactando as pessoas e os negócios.”

IA e canais

Como a implementação de soluções de Inteligência Artificial nos canais de Comunicação Interna pode ajudar a média liderança a superar desafios de alinhamento e clareza identificados na pesquisa?

Para responder a essa questão, Adevani lembra que as equipes de CI são enxutas e que as ferramentas de IA permitem que esses times trabalhem a segmentação e a personalização de mensagens.

“Esse líder vai receber uma informação que tem a ver com ele, com o time dele. Não uma informação genérica, porque o que acontece hoje é uma pauta de comunicação que vai para todos os líderes da organização, e a gente sabe que as pessoas têm necessidades diferentes”.

A presidente da Ação integrada finalizou sua participação ressaltando a importância de integrar e, quando possível, diminuir o número de canais usados pela Comunicação Interna para evitar a infoxicação e também garantir que as informações cheguem até a liderança.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Comunicação Interna e liderança: por que sua estratégia ainda não engaja? https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-lideranca-por-que-sua-estrategia-ainda-nao-engaja/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-lideranca-por-que-sua-estrategia-ainda-nao-engaja/#respond Mon, 14 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6022 A relação entre Comunicação Interna e liderança é um dos pilares mais estratégicos para o sucesso organizacional. Mesmo assim, engajar líderes nesse processo continua sendo um dos grandes desafios enfrentados por profissionais da área. É o que revela o estudo da Aberje e Ação Integrada, que destaca a importância do protagonismo das lideranças na comunicação […]

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A relação entre Comunicação Interna e liderança é um dos pilares mais estratégicos para o sucesso organizacional. Mesmo assim, engajar líderes nesse processo continua sendo um dos grandes desafios enfrentados por profissionais da área. É o que revela o estudo da Aberje e Ação Integrada, que destaca a importância do protagonismo das lideranças na comunicação corporativa.

Mesmo com um plano bem estruturado, canais atualizados e conteúdos relevantes, a baixa participação das lideranças pode comprometer a efetividade da estratégia de Comunicação Interna. Por isso, surge uma pergunta essencial: por que sua estratégia ainda não engaja as lideranças?

Neste conteúdo, vamos explorar os principais motivos que dificultam essa conexão e apresentar caminhos práticos para fortalecer a Comunicação Interna e liderança na sua empresa.

Comunicação Interna e liderança: uma relação estratégica

Um dos principais entraves para o engajamento das lideranças é a percepção equivocada de que comunicar é responsabilidade exclusiva da equipe de Comunicação Interna ou RH. Na prática, líderes são peças-chave na difusão da cultura, da estratégia e do clima organizacional.

Segundo a pesquisa State of the Sector 2024, da Gallagher, 66% dos profissionais afirmam que as lideranças não estão preparadas para comunicar a estratégia com eficácia. Isso mostra o quanto ainda é necessário desenvolver o papel da liderança na comunicação.

Na edição de 2025 do mesmo estudo, os dados reforçam essa urgência:

  • A má comunicação de gestores e líderes apareceu entre as 5 principais barreiras corporativas;
  • 1 em cada 3 respondentes considera o treinamento de líderes comunicadores uma prioridade;
  • 45% acreditam que desenvolver essa habilidade será essencial para profissionais de comunicação até 2026.

Além disso, o estudo mostra um descompasso: 87% dos profissionais abordam líderes com orientações sobre como se comunicar, mas apenas 70% afirmam que essas sugestões são colocadas em prática.

Esses números indicam um cenário comum: a Comunicação Interna não engaja as lideranças de forma consistente — e isso enfraquece todo o trabalho da área.

O impacto da liderança na comunicação com as equipes

A relevância do papel das lideranças na comunicação não é apenas teórica. O Institute of Internal Communication revela que 82% dos colaboradores compreendem melhor a estratégia da empresa quando ela é comunicada diretamente pelo CEO ou por um líder sênior.

Esse dado reforça a importância de envolver a alta liderança nas iniciativas de CI e mostra como a Comunicação Interna e liderança devem caminhar juntas para gerar impacto real nas equipes.

Por que os líderes não se engajam na Comunicação Interna?

Antes de propor soluções, é essencial entender o que impede a participação ativa das lideranças. Alguns dos principais motivos são:

  • Falta de clareza sobre seu papel como comunicadores;
  • Sobrecarga de tarefas e ausência de tempo;
  • Desconhecimento dos canais e ferramentas de CI disponíveis;
  • Falta de habilidades em comunicação;
  • Cultura organizacional que não valoriza o diálogo.

Como engajar as lideranças na Comunicação Interna: 5 ações práticas

1. Apresente dados e indicadores de impacto

Use métricas internas e benchmarks de mercado para mostrar como líderes comunicadores influenciam diretamente no engajamento, na retenção e no clima organizacional.

2. Ofereça capacitações práticas e contextualizadas

Formatos rápidos, como vídeos curtos, trilhas gamificadas ou materiais visuais ajudam a tornar o aprendizado mais acessível e alinhado à rotina dos líderes.

3. Adote ferramentas que facilitem a participação

Escolha uma plataforma de Comunicação Interna com interface simples, mobile e com funcionalidades pensadas para a rotina dinâmica da liderança.

4. Crie conteúdos segmentados para lideranças

Aposte em canais específicos com linguagem, dados e temas voltados à gestão de pessoas e estratégia. Isso gera identificação e reforça o papel estratégico da liderança.

5. Reconheça e compartilhe boas práticas

Valorize os líderes que se engajam com a comunicação, criando um efeito de exemplo positivo dentro da organização.

Como a Dialog fortalece a Comunicação Interna e liderança

Na Dialog, entendemos que Comunicação Interna e liderança são dimensões complementares e essenciais para uma cultura organizacional sólida. Por isso, nossa plataforma é desenhada para facilitar esse alinhamento e fortalecer o protagonismo das lideranças.

Veja como apoiamos empresas nesse desafio:

  • Dashboard com indicadores estratégicos, que ajudam líderes a visualizar o impacto da comunicação e tomar decisões baseadas em dados;
  • Segmentação de conteúdo para que cada líder receba mensagens alinhadas com sua área de atuação;
  • Interface mobile e intuitiva, ideal para a rotina dinâmica das lideranças;
  • Funcionalidades colaborativas, como comentários, enquetes e menções, que estimulam o diálogo entre equipes e gestores;
  • Apoio de especialistas e conteúdos educativos, que contribuem para a formação de líderes mais comunicadores.

Se você quer transformar sua estratégia de Comunicação Interna com apoio das lideranças, conheça a Dialog e veja como podemos ajudar.

Por Marcela Freitas Paes, analista de Conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Como incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/ https://blog.dialog.ci/como-incluir-a-comunicacao-interna-na-rotina-da-lideranca/#respond Mon, 07 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6015 Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada.  Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em […]

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Incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é uma necessidade na maior parte das empresas brasileiras. Não é à toa que, em 2025 e pelo nono ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores continua sendo o principal desafio da área (59%), segundo a Aberje e a Ação Integrada

Outra pesquisa, publicada pela Futuro S/A em 2024, indica que mais de 62% dos líderes precisam ajustar suas formas de se comunicar com base na cultura da empresa. Ou seja: a comunicação é uma pauta importante não só para a gestão de pessoas, mas também para a sustentação de indicadores que impactam o sucesso do negócio

Esses números mostram que o tema ainda exige muita atenção por parte dos departamentos de Comunicação Interna e Recursos Humanos — principalmente se levarmos em consideração que, de acordo com a Gallup, 70% da variação do engajamento da equipe pode ser atribuída à liderança.

Se o líder é um reflexo de tudo aquilo que a empresa deseja promover internamente, ele precisa saber se comunicar bem. Por outro lado, não basta esperar que isso aconteça de forma espontânea: é necessário oferecer suporte, criar oportunidades e desenvolver as habilidades necessárias para que essas pessoas se sintam confiantes e preparadas para somar esforços à estratégia.

A seguir, compartilharemos três estratégias práticas que podem ser adotadas para tornar a Comunicação Interna cada vez mais presente e relevante entre os gestores. Confira.

1. Crie rituais simples e objetivos na rotina da liderança

Antes de tudo, é fundamental conscientizar as pessoas a respeito do que é a Comunicação Interna e de qual é o papel que a área tem para o bom andamento da empresa. Imaginando que isso já foi feito, é hora de estabelecer pequenos rituais que aproximem as lideranças das atividades desse setor. 

Uma boa prática é reservar, na agenda do líder, 10 ou 15 minutos por dia para acessar o canal de Comunicação Interna. Esse tempo deve ser dedicado a ler mensagens, responder comentários, fazer uma publicação e participar de iniciativas como campanhas, pesquisas ou quizzes. Caso esse compromisso diário não seja possível, é crucial que o acesso seja feito pelo menos duas vezes por semana. 

Para que essa ação passe a integrar, de fato, a rotina da liderança, inclua lembretes recorrentes nos calendários. Se quiser dar uma ajudinha a mais, compartilhe roteiros com sugestões de conteúdo e até uma curadoria com os assuntos mais importantes para comentar. Assim, os líderes já terão um ponto de partida, o que reduz a barreira de entrada na Comunicação Interna.

Com o tempo, a ideia é que a recorrência obrigatória se torne parte de uma atividade orgânica da rotina. Assim, a presença da liderança no canal de Comunicação Interna deixará de ser apenas um checklist e passará a compor a estratégia. Afinal, líderes ativos e comunicadores fortalecem o espaço de informação, de cultura e de engajamento. 

2. Ofereça capacitações direcionadas ao canal

Por já estarem acostumadas a falar com suas equipes em reuniões presenciais ou virtuais, algumas lideranças podem relutar em utilizar os canais de Comunicação Interna. Muitas vezes, essa aversão às plataformas vem do fato de que o líder pode não saber se posicionar bem publicamente ou enfrentar dificuldades com novas ferramentas digitais. 

Se esse for o caso, a atuação conjunta da Comunicação Interna e do RH é imprescindível. Para mudar essa realidade, promova workshops curtos e objetivos que mostrem, na prática, como criar boas publicações, responder comentários com empatia e participar de conversas no canal interno de forma estratégica. Também ofereça um treinamento inicial para apresentar as funcionalidades da plataforma escolhida. 

Essas capacitações podem incluir simulações, trazendo exemplos reais da própria empresa e indicando a melhor forma de se portar em diversos momentos. Por exemplo: atualizações semanais de cada área, contratação de novos colaboradores, conquista de certificações, aniversariantes do mês e até uma possível gestão de crise. Isso gera envolvimento e diminui o receio de agir ou falar errado.

Quando os líderes percebem que têm apoio para se comunicar — e não estão sendo julgados, mas sim incentivados — a postura muda. A comunicação deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma ferramenta. E o melhor: esse tipo de capacitação pode ser incluído no programa de desenvolvimento de liderança da empresa, tornando-se parte da jornada contínua de formação.

3. Reconheça e valorize quem comunica bem

Líderes também são colaboradores que buscam reconhecimento. Lembrar disso é essencial para o desenvolvimento desses profissionais. Se a empresa quer uma liderança comunicadora, precisa mostrar que esse comportamento é valorizado — e isso pode ser feito tanto por meio de premiações quanto por meio de pequenos estímulos na própria plataforma digital.

Uma ação simples que pode partir da Comunicação Interna é destacar as lideranças que melhor utilizam os canais corporativos. Na Dialog, por exemplo, isso pode ser feito por meio de recursos como ranking e máscaras de foto com mensagens como “líder que inspira”, “top voz”, “líder que comunica e engaja” e outras. 

Além disso, é possível utilizar os canais de comunicação para compartilhar cases inspiradores de líderes que obtiveram bons resultados em Comunicação Interna. Melhora no clima do time, maior engajamento da equipe ou alcance de metas podem ser indicadores analisados. Números ajudam a mostrar, na prática, que a presença ativa da liderança no canal contribui para o bem-estar e a performance.

Essa cultura de valorização reforça que habilidades comunicacionais são requisitos inegociáveis. Dessa forma, mais do que reconhecer aqueles que fazem um bom trabalho nesse sentido, essa prática estimula os que ainda estão começando. Ao enxergar o canal de Comunicação Interna como um espaço de visibilidade e impacto positivo, as lideranças assumem protagonismo e se tornam aliadas do negócio como um todo. 

Tudo isso é mais fácil com a Dialog

Colocar essas e outras estratégias em prática a fim de incluir a Comunicação Interna na rotina da liderança é muito mais fácil quando a empresa conta com um canal como a Dialog.

Aliando uma plataforma completa a pequenas mudanças na agenda, capacitações bem direcionadas e reconhecimento contínuo, é possível desenvolver uma liderança que comunica, inspira e engaja. Quer ver a Dialog em funcionamento? Receba uma apresentação gratuita

Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Qual é o papel da liderança na Comunicação Interna? https://blog.dialog.ci/qual-e-o-papel-da-lideranca-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/qual-e-o-papel-da-lideranca-na-comunicacao-interna/#respond Tue, 27 May 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5880 Assim como em tantas outras áreas e iniciativas, é papel das lideranças inspirarem pelo exemplo, garantindo sua participação ativa na Comunicação Interna das empresas A resposta mais simples para a pergunta que dá título a este artigo é bastante direta: o papel da liderança na Comunicação Interna é o mesmo que em qualquer outra área […]

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Assim como em tantas outras áreas e iniciativas, é papel das lideranças inspirarem pelo exemplo, garantindo sua participação ativa na Comunicação Interna das empresas

A resposta mais simples para a pergunta que dá título a este artigo é bastante direta: o papel da liderança na Comunicação Interna é o mesmo que em qualquer outra área da empresa. 

Afinal, assim como líderes proativos promovem a comunicação e incentivam o engajamento dos colaboradores, a falta de participação deles pode comprometer a eficácia das estratégias comunicativas.

Mas como diferenciar o papel de líderes e liderados nesse processo? E como fortalecer as lideranças para apoiarem essa jornada? Algumas reflexões podem nos ajudar a esclarecer essas questões.

Liderança engajada, Comunicação Interna mais assertiva

A atuação da liderança impacta diretamente o sucesso organizacional em todos os níveis, e na Comunicação Interna isso não seria diferente. 

Um exemplo comum de como essa relação acontece costuma aparecer nas pesquisas de clima das empresas: nelas, por vezes, surgem indicadores preocupantes sobre a Comunicação Interna que, ao serem esmiuçados, mostram se referir à comunicação entre líderes e liderados, e não à área ou às iniciativas de Comunicação Interna propriamente ditas. 

Em outras palavras, podemos dizer que proporcionar um ambiente de comunicação clara e eficiente não é apenas papel de uma área, mas também de toda liderança, e isso pode ser determinante para a efetividade das estratégias de comunicação como um todo. 

Além disso, uma liderança ativa na Comunicação Interna proporciona: 

  • Engajamento

Como dissemos no início deste artigo, liderar pelo exemplo sempre será uma das principais funções da liderança, e os números reforçam a importância dessa atuação. Uma pesquisa da Grammarly, por exemplo, indica que empresas com lideranças comprometidas possuem equipes 25% mais engajadas. 

  • Feedback contínuo

Líderes atuantes na Comunicação Interna reverberam as mensagens-chave com espontaneidade, mantêm suas equipes informadas e deixam as portas abertas para que os colaboradores compartilhem suas opiniões e sugestões. Para além da comunicação, estamos falando da criação de um ciclo de aprimoramento constante.

  • Confiança

A liderança disposta a ouvir seus colaboradores, que compartilha informações de forma contínua e reforça a construção da cultura da empresa, estabelece um clima de confiança fundamental para a colaboração em todos os níveis. 

Liderança omissa, Comunicação Interna enfraquecida

Sim, claro, infelizmente o efeito contrário também é verdade. E para ilustrar seu impacto, vamos compartilhar dois exemplos que já testemunhamos por aqui. 

Imagine que a área de compliance organize um evento sobre a importância do tema para a cultura organizacional, mas nenhum líder, de nenhum dos níveis da empresa, marca presença nas ações proporcionadas. O que essa ausência está comunicando aos colaboradores?

Outro exemplo que talvez você já tenha visto por aí costuma acontecer durante a adoção de redes sociais internas ou de aplicativos de Comunicação Interna interativos. 

Embora a iniciativa gere boa aceitação, é comum notar a baixa participação de determinados grupos ou equipes, por vezes motivada diretamente por alguma liderança que reforça a visão distorcida de que “colaboradores muito engajados nessas iniciativas estão deixando de trabalhar para fazer algo menor”. Sim, infelizmente essa visão ainda é comum por aí. 

A boa notícia é que é possível reverter esse olhar e tirar o melhor proveito das estratégias e iniciativas que a Comunicação Interna tanto se esforça para implementar.

Como fortalecer a sua liderança para fortalecer a sua Comunicação Interna 

Cada organização possui suas particularidades, que devem ser consideradas ao desenvolver qualquer estratégia, mas algumas práticas já se mostraram eficazes em diversos contextos. Por exemplo:

  • Capacitação em comunicação

Oferecer treinamentos para aprimorar as habilidades comunicativas dos líderes pode aumentar significativamente a eficácia da comunicação, tanto interna quanto externa.

  • Canais de comunicação

Contar com canais de comunicação com propósitos claros e interconectados é uma estratégia eficiente, que pode e deve ser fortalecida com a presença da liderança ativa, compartilhando informações e recebendo feedbacks em diferentes contextos.

  • Comunicação horizontal

Estimular um ambiente onde os colaboradores se sintam confortáveis para se comunicar livremente, além das hierarquias formais, é uma forma concreta de criar a comunicação de mão dupla, crucial para o fortalecimento da cultura organizacional.

Para finalizar, vale lembrar: além de motivar e engajar os colaboradores, a participação ativa da liderança na Comunicação Interna também reverbera a construção de uma imagem sólida da empresa no mercado.  E aí, mãos à obra? 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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4 pontos essenciais para potencializar a liderança comunicadora https://blog.dialog.ci/4-pontos-essenciais-para-potencializar-a-lideranca-comunicadora/ https://blog.dialog.ci/4-pontos-essenciais-para-potencializar-a-lideranca-comunicadora/#respond Thu, 28 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5341 Nos últimos anos, diversas pesquisas mostram a importância e os desafios do papel dos líderes como comunicadores. De acordo com uma pesquisa realizada pela Aberje e pela Ação Integrada sobre as tendências da Comunicação Interna para 2023, 74% dos respondentes afirmam que engajar as lideranças como comunicadores é um dos principais desafios. Segundo os profissionais […]

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Nos últimos anos, diversas pesquisas mostram a importância e os desafios do papel dos líderes como comunicadores. De acordo com uma pesquisa realizada pela Aberje e pela Ação Integrada sobre as tendências da Comunicação Interna para 2023, 74% dos respondentes afirmam que engajar as lideranças como comunicadores é um dos principais desafios.

Segundo os profissionais de comunicação que participaram da pesquisa, em apenas 23% das empresas os gestores se consideram o principal canal de comunicação da organização com seus times, índice que varia entre 18% em empresas com até mil funcionários e 30% naquelas que têm acima de cinco mil colaboradores.

Nessa mesma pesquisa, aparece outro dado interessante: treinamentos para capacitar os gestores como comunicadores receberão prioridade de investimento em comunicação nos próximos anos.

Além disso, em um estudo da HR Influencers publicado em 2020, 52% dos respondentes afirmam que falta por parte da liderança habilidades de comunicação e de escuta.

De acordo com a Harvard Business Review e o Center for Creative Leadership, entre as características de todo líder do futuro está a capacidade de se comunicar, influenciar e inspirar. 

Dessa forma, as pesquisas mostram que, cada vez mais, o papel da liderança comunicadora ganha relevância nas organizações. Com o avanço da tecnologia, nos dias atuais o diálogo se tornou a mais importante estratégia de engajamento dos colaboradores e da relação entre líder e liderado.

Sabemos que a comunicação é uma competência essencial, sendo necessário que cada líder seja capaz de repassar a informação para a sua equipe de forma clara, completa e transparente. Assim, para que a jornada da liderança seja construída com sucesso e propósito, listamos algumas dicas essenciais:

  1. Entender como a liderança se comunica

O primeiro passo é ouvir os líderes: como eles se comunicam? Que rituais realizam? Quais são os canais que mais acessam? Quais são os desafios e as fortalezas quando pensam em soft skills e em comunicação? Qual é o entendimento deles sobre o negócio e a cultura corporativa? Qual é o tipo de perfil de liderança que a empresa tem e qual ela quer alcançar? 

Fazer essa imersão, ouvindo-os atentamente, é fundamental para engajá-los, bem como trabalhar em equipe e de forma colaborativa na construção de um programa que faça sentido para todos: empresa e liderança. 

  1. Estruturação de canais 

Acreditamos que a estruturação de canais internos entre o time de Comunicação Interna e a liderança seja fundamental. 

Além de alinhar a comunicação, direcionando as mensagens corporativas principais, a liderança tem acesso à informação em primeira mão e a orientações de como pode multiplicá-la junto a seu time. 

Dessa forma, também fortalecemos o papel da área de Comunicação interna como apoio à estratégia da empresa.

  1. Definir rituais de comunicação entre líderes e times

Para que a liderança seja visível, presente e colaborativa, destacamos o mapeamento e a criação de rituais de comunicação do líder com o time. Os rituais devem ter periodicidade definida e objetivos claros, com conteúdos prioritários, alinhados com a estratégia e a cultura corporativa. 

Esses momentos são essenciais para promover o engajamento dos colaboradores, e o líder tem papel protagonista nesta ação: se o desafio da equipe é o de bater uma meta, por exemplo, o líder deve trazer essa informação para o time, de forma clara e transparente. Se os colaboradores não sabem o que devem fazer ou entregar,  eles não se engajarão no desafio.

  1. Treinamento para a liderança

É essencial empoderar a liderança sobre o tema e conscientizá-la de que ela é o primeiro e principal canal de comunicação com seu time. Líder é exemplo e inspiração, por isso, sua palavra de ação e sua presença genuína, sendo realmente quem ele é,  deve fazer parte de seu modelo de gestão. 

E que tal quebrar barreiras e realizar um treinamento que considere o líder como protagonista desse aprendizado? 

Assinatura Incanto - Mafe

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Liderança e influenciadores internos como aliados da CI https://blog.dialog.ci/lideranca-e-influenciadores-internos-como-aliados-da-ci/ https://blog.dialog.ci/lideranca-e-influenciadores-internos-como-aliados-da-ci/#respond Fri, 08 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5437 Tanto líderes quanto influenciadores internos podem ser grandes aliados da Comunicação Interna, mas como treinar esses públicos para isso?  Essa foi a pergunta que guiou a terceira aula da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, que teve como palestrante Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K Comunicação.  Ela possui 18 anos de experiência […]

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Tanto líderes quanto influenciadores internos podem ser grandes aliados da Comunicação Interna, mas como treinar esses públicos para isso? 

Essa foi a pergunta que guiou a terceira aula da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, que teve como palestrante Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K Comunicação. 

Ela possui 18 anos de experiência e uma carreira construída com foco no desenvolvimento de estratégias de Comunicação Interna e Endomarketing, envolvendo diagnóstico, planejamento, implantação, mensuração, monitoramento de planos de comunicação e engajamento, campanhas, eventos, bem como programa de desenvolvimento de liderança comunicadora e de influenciadores internos.

Além da aula, a Dialog criou um conteúdo prático complementar: um manual de boas práticas para trabalhar a liderança comunicadora e os influenciadores internos. Você pode assistir à transmissão e baixar o material clicando neste link.

Liderança comunicadora e influenciadores internos

Liderança comunicadora e embaixadores internos são duas prioridades para a Comunicação Interna. Engajar o primeiro público, por exemplo, é o maior desafio da área há 9 anos, segundo um estudo da Aberje e da Ação Integrada. Além disso, 72% das empresas pretendem alocar, manter ou até mesmo aumentar investimentos para programas de influenciadores.

E por que contar com o apoio da liderança é tão importante? A pesquisa da Aberje mostrou que 4 das 6 formas mais efetivas de fazer CI têm líderes envolvidos; enquanto um estudo de TJ Larkin mostra que colaboradores se lembram 9 vezes mais da informação que ouvem de líderes em comparação às mensagens propagadas por canais formais.

Já os influenciadores internos agregam valor à estratégia de CI por representarem uma comunicação mais próxima, feita de colaborador para colaborador. Segundo a Eldeman, inclusive, 80% dos respondentes confiam em pessoas comuns, próximas de sua realidade. Além disso, um dado da Social Media Today aponta que conteúdos compartilhados por funcionários geram, em média, 8 vezes mais engajamento do que aqueles compartilhados pela marca.

Pâmera explica que a comunicação, quando feita de pessoa para pessoa, gera mais autenticidade, veracidade e engajamento.

A gerente deu dicas práticas de como engajar e preparar tanto a liderança como fonte comunicadora quanto um programa de influenciadores ou embaixadores internos. Abaixo, compartilhamos os principais insights:

Liderança comunicadora

Afinal, como mostrar a importância da comunicação entre o líder e a equipe para o negócio? Se ainda não estão convencidos do poder dessa relação, Ferreira mostrou números importantes.

“Quando a gente tem uma liderança que atua como comunicadora e realmente contribui para o alinhamento e a mobilização dos times em busca dos objetivos do negócio, do fortalecimento da cultura e da marca empregadora, a gente tem essa fluidez na comunicação. (…) Quando a gente não tem [o envolvimento das lideranças], principalmente o envolvimento dos gestores que ficam mais ligados à base, temos um gap! Imagine todas as comunicações e informações mais estratégicas: como elas vão chegar na base? A gente precisa que essa liderança faça fluir essa comunicação e traduza [a mensagem] de forma que todos da organização consigam enxergar os rumos [da empresa] e o que precisam fazer para alcançar os objetivos”, explicou.

E quais são os gargalos nas organizações quando o assunto é liderança comunicadora? Pâmera mencionou 4:

  1. Inacessibilidade e falta de comunicação com gestores seniores;
  2. Falta de informação sobre o negócio;
  3. Falta de comunicação sobre acontecimentos, objetivos da empresa e celebração de conquistas;
  4. Inacessibilidade das lideranças.

A profissional foi objetiva: não há engajamento sem comunicação, e não existe comunicação eficaz sem a liderança!

Para capacitar e sustentar o engajamento da liderança nesse processo de comunicação, Pâmera citou 3 pilares: empoderamento, capacitação e instrumentalização.

Além disso, ela compartilhou um passo a passo para criar um plano a fim de desenvolver e preparar uma liderança comunicadora. Anote aí!

  1. Admita que a liderança não é um canal de comunicação e sim o elo entre colaboradores e organização;
  2. Realize um diagnóstico da liderança comunicadora (identifique oportunidades de melhoria, quais habilidades devem ser desenvolvidas etc.);
  3. Empodere a liderança (mostre a importância e números);
  4. Desenvolva a trilha de capacitação da liderança (workshops, palestras, vídeos, mentorias etc; isso pode ser feito em parceria com o time de DHO/RH);
  5. Instrumentalize e apoie a liderança no processo de comunicação líder-equipe;
    • Momentos: Alinhamentos temáticos, reuniões de liderança, encontro de líderes, convenções etc.
    • Canais: Newsletter, espaço exclusivo na internet/rede social corporativa/plataforma de CI, entre outros.
  6. Monitore e mensure os resultados (pesquisa ou diagnóstico de CI, pesquisa de clima, avaliação de desempenho etc.).

Influenciadores internos

A representante da P3K afirmou que pessoas produtoras de conteúdo aumentam o engajamento e o alcance na internet. Por que, então, não aproveitar essa estratégia dentro das organizações?

Para que isso seja possível, é necessário identificar, capacitar e sustentar o engajamento dos influenciadores internos. Nesse sentido, Pâmera compartilhou um benchmark feito pela agência sobre o tema. Você pode acessar o conteúdo gratuitamente clicando no link.

Ela também citou o passo a passo para criar um programa de influenciadores internos, frisando a importância de começar pela definição de responsabilidades. 

“Esse é o principal ponto de partida e define todo o processo de governança do programa, porque todo o resto depende dessa definição. Ah, eu quero que o influenciador só atue para dentro? Ele vai ser um construtor de conteúdo, vai me ajudar na disseminação junto aos colegas? Será um agente de engajamento? Vai me ajudar nas ações que realizo internamente? Quais serão as responsabilidades dele? Porque tudo isso determina como faremos a seleção, a capacitação e o engajamento desse time”, contextualizou.

Confira a jornada:

  1. Identifique os objetivos e estabeleça papéis e responsabilidades;
  1. Determine como será feita a seleção;
    1. Lideranças indicam;
    2. Por inscrição anual;
    3. Por engajamento;
    4. Por matriz de influência.
  1. Planeje como será a integração e a grade de capacitação;
  2. Apoie e instrumentalize os influenciadores (campanhas e ações em primeira mão, missões periódicas, canais exclusivos, reuniões específicas etc.);
  3. Acompanhe, monitore e mensure resultados;
  4. Reconheça os influenciadores;
  5. Defina como será a renovação.

Para finalizar, Pâmera compartilhou um case especial da Coop, rede de supermercados que é cliente da Dialog e da P3K. Em 2024, a empresa lançou um programa de influenciadores internos que fez muito sucesso! Para saber detalhes desse case, basta acessar o link da masterclass e ir até o minuto 44:44.

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Assinatura Marcela hub nova

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Liderança comunicadora e a saúde mental das pessoas: como uma pode impactar a outra? https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-e-a-saude-mental-das-pessoas-como-uma-pode-impactar-a-outra/ https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-e-a-saude-mental-das-pessoas-como-uma-pode-impactar-a-outra/#respond Thu, 31 Oct 2024 11:56:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5275 Há algum tempo, o mercado discute o papel das lideranças em diversas frentes. Dentre elas, na saúde mental das pessoas de sua equipe. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Workforce Institute, as lideranças impactam mais a saúde mental dos colaboradores (69%) do que terapeutas (41%). A mesma pesquisa apontou que 1 em cada 3 […]

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Há algum tempo, o mercado discute o papel das lideranças em diversas frentes. Dentre elas, na saúde mental das pessoas de sua equipe. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Workforce Institute, as lideranças impactam mais a saúde mental dos colaboradores (69%) do que terapeutas (41%).

A mesma pesquisa apontou que 1 em cada 3 pessoas entrevistadas percebe que o líder não reconhece a sua participação na saúde mental da equipe. Vemos então que há um descompasso de percepções e, como principais agentes mobilizadores dos times, os líderes precisam compreender o papel na promoção do bem-estar das pessoas, bem como podem fortalecê-la. Mas como fazer isso em ambientes de trabalho cada vez mais dinâmicos e desafiadores? 

O papel da comunicação da liderança

Com a crescente complexidade das interações profissionais e a ênfase na colaboração, entender como uma comunicação eficaz pode moldar a cultura organizacional e influenciar a saúde mental dos colaboradores torna-se imprescindível.

Líderes que se destacam na comunicação não apenas transmitem informações, mas também promovem um ambiente seguro, no qual as pessoas da equipe se sentem à vontade para compartilhar ideias, preocupações e feedbacks. Essa abertura é crucial para a construção de confiança e respeito mútuo, dois elementos fundamentais para a saúde mental.

Uma liderança comunicadora se caracteriza por habilidades como escuta ativa, empatia e clareza na transmissão de mensagens. Esses líderes reconhecem que a comunicação não é unidirecional, ela envolve a troca constante de informações e sentimentos que influenciam o clima organizacional.

Impactos positivos para a saúde mental

Já não temos dúvidas de que ambientes de trabalho nos quais a comunicação é valorizada tendem a ter colaboradores mais engajados e satisfeitos. Quando os membros da equipe sentem que suas vozes estão sendo ouvidas e que os seus sentimentos são reconhecidos, isso pode reduzir a ansiedade e o estresse. A sensação de pertencimento que uma comunicação aberta pode proporcionar leva ao aumento do engajamento das pessoas e à diminuição do turnover.

Além disso, líderes que promovem uma cultura de feedback contínuo, com respeito e abertura, ajudam a identificar problemas antes que eles se tornem crises. Esse tipo de abordagem proativa é essencial para a saúde mental, pois permite que os colaboradores expressem suas preocupações e se sintam apoiados em suas dificuldades.

Como capacitar a liderança como comunicadora

Investir em programas de treinamento que se concentrem em habilidades de comunicação é fundamental. Workshops sobre escuta ativa, comunicação não verbal, feedbacks construtivos e storytelling podem equipar líderes com ferramentas práticas para melhorar a sua comunicação.

Incentivar os líderes a serem verdadeiros, compartilhando as suas experiências, vulnerabilidades e valores, cria conexões mais profundas com suas equipes. Isso não apenas humaniza a liderança, mas também estimula um ambiente no qual todos se sentem seguros para se expressar.

Como mensurar a eficiência da liderança comunicadora

Implementando métricas para avaliar a eficácia da comunicação dos líderes! Isso pode incluir:

  • Pesquisas de clima organizacional: avaliando como a equipe percebe a comunicação líder-equipe dentro da organização.
  • Feedback 360 graus: obtendo avaliações anônimas sobre as habilidades de comunicação dos líderes.
  • Pesquisa de Comunicação Interna: avaliando se a comunicação líder-equipe é considerada uma das formas mais eficazes dentro da organização. 

Capacitar a liderança a se tornar comunicadora não é apenas uma questão de promover o desenvolvimento de habilidade técnica. Trata-se de cultivar uma mentalidade de abertura para o diálogo e a construção de um ambiente seguro para relações respeitosas nas organizações. 

Ao investir no desenvolvimento das habilidades de comunicação dos líderes, as organizações não apenas melhoram a eficácia de suas equipes, mas também constroem um ambiente de trabalho mais colaborativo e inovador. Com as estratégias certas, é possível transformar líderes em comunicadores excepcionais, prontos para enfrentar os desafios atuais e futuros.

Se você tem o desafio de implementar uma estratégia eficaz relacionada à liderança comunicadora, conte com a P3K, a maior agência de Comunicação Interna do país. 

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