Incanto Comunica Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/parceiros/incanto-comunica/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Mon, 22 Dec 2025 14:05:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Incanto Comunica Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/parceiros/incanto-comunica/ 32 32 Janeiro Branco: três motivos para fortalecer a Comunicação Interna e inspirar cuidado coletivo https://blog.dialog.ci/janeiro-branco-tres-motivos-para-fortalecer-a-comunicacao-interna-e-inspirar-cuidado-coletivo/ https://blog.dialog.ci/janeiro-branco-tres-motivos-para-fortalecer-a-comunicacao-interna-e-inspirar-cuidado-coletivo/#respond Fri, 02 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6351 O início de um novo ano sempre traz consigo a sensação de recomeço, de páginas em branco que podem ser preenchidas com novos projetos, conquistas e aprendizados. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como uma campanha de conscientização voltada para a saúde mental e emocional, convidando pessoas e organizações a refletirem sobre o cuidado com […]

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O início de um novo ano sempre traz consigo a sensação de recomeço, de páginas em branco que podem ser preenchidas com novos projetos, conquistas e aprendizados. Nesse contexto, o Janeiro Branco surge como uma campanha de conscientização voltada para a saúde mental e emocional, convidando pessoas e organizações a refletirem sobre o cuidado com o bem-estar.

Para empresas que valorizam a cultura e o engajamento dos colaboradores, trabalhar o Janeiro Branco na Comunicação Interna é uma oportunidade estratégica, além de gerar confiança. Mais do que uma ação pontual, trata-se de abrir espaço para diálogos genuínos, reforçar valores e criar iniciativas que aproximem equipes em torno de um propósito comum: cuidar das pessoas.

A seguir, apresentamos três motivos e insights que mostram por que o Janeiro Branco pode ser um marco importante na Comunicação Interna e como ele contribui para fortalecer a cultura organizacional e o senso de pertencimento.

1. Promover saúde mental como parte da cultura organizacional

Um dos principais motivos para trabalhar o Janeiro Branco é a oportunidade de colocar a saúde mental no centro da cultura corporativa. Em muitas empresas, já existe o cuidado com a saúde física, por meio de campanhas de prevenção ou incentivo à prática de atividades. Porém, quando falamos de saúde emocional, ainda há barreiras e tabus que precisam ser quebrados.

Ao trazer o Janeiro Branco para a Comunicação Interna, a empresa demonstra que o bem-estar dos colaboradores vai além da produtividade. É um sinal claro de que cuidar das pessoas é um valor institucional. Isso pode ser feito por meio de campanhas educativas, rodas de conversa, postagens na rede social corporativa, podcasts internos ou até mesmo mensagens inspiradoras que reforcem a importância de falar sobre sentimentos e buscar apoio quando necessário.

A rede social corporativa pode ser o canal que traduz esse cuidado em ações concretas. Ao criar conteúdos acessíveis e envolventes, desmistificamos o tema e mostramos que saúde mental é responsabilidade de todos. 

E que tal aproveitar e reforçar os benefícios existentes na empresa e fazer uma feira de exposição com seus parceiros?

2. Reforçar o senso de pertencimento e conexão entre equipes

Outro motivo relevante é que o Janeiro Branco cria oportunidades para aproximar pessoas e fortalecer vínculos. Quando a Comunicação Interna promove diálogos sobre saúde emocional, ela abre espaço para que colaboradores compartilhem experiências, reconheçam desafios comuns e se sintam parte de uma rede de apoio.

Esse senso de pertencimento é essencial para a cultura organizacional. Afinal, colaboradores que se sentem acolhidos e conectados tendem a se engajar mais, a colaborar com suas equipes e a permanecer na empresa por mais tempo.

Ativações de Comunicação Interna durante o Janeiro Branco podem incluir campanhas interativas na rede social corporativa, podcasts com líderes falando sobre suas próprias práticas de cuidado ou até mesmo encontros virtuais para troca de experiências. Essas ações reforçam que todos estamos juntos na construção de um ambiente saudável e confiável.

3. Tornar a informação didática e envolvente

O terceiro motivo para trabalhar o Janeiro Branco é a chance de transformar informações complexas em conteúdos leves e envolventes. Saúde mental é um tema amplo, que pode parecer distante ou difícil de ser abordado. A Comunicação Interna tem o papel de traduzir esse assunto em mensagens simples, práticas e inspiradoras.

Isso pode ser feito por meio de diferentes formatos: vídeos curtos, podcasts, newsletters visuais, infográficos ou até mesmo campanhas gamificadas. O importante é que a informação seja transmitida de forma clara e que desperte interesse.

Ao tornar o conteúdo didático e envolvente, a empresa não apenas informa, mas também inspira. Os colaboradores passam a enxergar o Janeiro Branco como uma experiência positiva, que contribui para seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Conclusão: Janeiro Branco é gerar confiança

Quando unimos esses três motivos — promover saúde mental como parte da cultura, reforçar o senso de pertencimento e tornar a informação envolvente — percebemos que o Janeiro Branco é muito mais do que uma campanha. Ele se torna um movimento institucional que fortalece a identidade da empresa e cria impacto real na vida das pessoas.

A Comunicação Interna, nesse contexto, é o fio condutor que transforma valores em práticas. É por meio dela que conseguimos dar voz às lideranças, aproximar equipes e criar experiências que inspiram.

Mais do que uma campanha, o Janeiro Branco destaca a organização que valoriza o bem-estar, celebra a diversidade de experiências e constrói, dia após dia, um ambiente onde todos se sentem parte e protagonistas.

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora e Diretora de Comunicação da Incanto Comunica. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Insights das pesquisas sobre Comunicação Interna em 2025 https://blog.dialog.ci/insights-das-pesquisas-sobre-comunicacao-interna-em-2025/ https://blog.dialog.ci/insights-das-pesquisas-sobre-comunicacao-interna-em-2025/#respond Mon, 20 Oct 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6212 O ano de 2025 foi marcado por relevantes estudos que oferecem aos profissionais de Comunicação Interna subsídios importantes para orientar suas estratégias e decisões. Neste artigo, destacamos duas pesquisas e uma apresentação que se tornaram referência no setor. Tendências da Comunicação Interna 2025: realizada em parceria entre a Aberje e a Ação Integrada, essa pesquisa […]

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O ano de 2025 foi marcado por relevantes estudos que oferecem aos profissionais de Comunicação Interna subsídios importantes para orientar suas estratégias e decisões. Neste artigo, destacamos duas pesquisas e uma apresentação que se tornaram referência no setor.

  • Tendências da Comunicação Interna 2025: realizada em parceria entre a Aberje e a Ação Integrada, essa pesquisa contou com a participação de 215 empresas, associadas e não associadas à Aberje,  distribuídas por todas as regiões do país. Os dados refletem uma ampla diversidade de portes e segmentos econômicos, proporcionando uma visão abrangente do cenário atual da comunicação interna.
  • Tendências de Gestão de Pessoas 2025: na sétima edição do relatório elaborado pelo Ecossistema Great People & GPTW, mais de 2.100 profissionais, majoritariamente gestores de recursos humanos, contribuíram com percepções sobre as principais práticas e políticas que vêm moldando a gestão de pessoas nas organizações brasileiras.
  • Apresentação Comunicação Organizacional no Brasil: produzido pela Aberje, considerando as pesquisas realizadas (Tendência de Comunicação Interna 2025, Tendência de Comunicação Organizacional 2025 e Orçamento Comunicação Organizacional 2025) e apresentado por Carlos Ramello em julho de 2025, durante o encontro dos Comitês Aberje, o estudo oferece uma leitura estratégica sobre os rumos da comunicação organizacional no país, reforçando seu papel como agente de transformação e alinhamento institucional.

A seguir, vamos mencionar alguns resultados que destacam as ações de Comunicação Interna.

Resultados que se destacam

Canais e redes sociais 

  • Dentre os principais canais utilizados estão: 89% redes sociais, 56% jornais on-line, 50% feiras e eventos, 46% portais corporativos e 38% revistas on-line; 
  • Dentre as principais tecnologias utilizadas pela área de comunicação, 42% são de redes sociais corporativas; 37% de plataforma de Comunicação Interna e 50% de IA.

Comunicação Interna

  • Principais objetivos: 86% fortalecer cultura e orgulho, em um ambiente onde os colaboradores se sintam valorizados; 78% criar clareza em torno da estratégia da empresa, engajando os colaboradores nessa jornada.
  • Principais desafios para CI: 59% engajar os líderes como comunicadores; 51% comunicar a estratégia e cultura da empresa; 42% fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais; 41% melhorar a mensuração e gestão de dados em comunicação interna; 37% gerenciar o excesso de informações.
  • Tendências de CI: 47% intensificar a segmentação e personalização nas narrativas e mensagens da Comunicação Interna; 45% maior uso de linguagens audiovisuais.
  • Pela Pesquisa GPTW, em 2024, os principais desafios de Gestão de Pessoas foram: 33% Comunicação Interna; 32% saúde mental e 31% desenvolvimento e capacitação da liderança. Em 2025, 40% desenvolvimento e capacitação da liderança; 31% saúde mental e 27% Comunicação Interna.

Inteligência Artificial

  • No que diz respeito à IA, 48% querem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA para personalizar os conteúdos comunicados para diferentes públicos; 44% querem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA generativas para a produção de conteúdos e 33% pretendem incorporar ou aprofundar o uso de ferramentas de IA para refinar as estratégias de comunicação e personalizar as experiências para os diversos públicos-alvo.
  • Na pesquisa GPTW, 50% das empresas utilizam IA em atividades pontuais e 41% realizaram algum treinamento sobre IA.

Os dados reforçam um ponto essencial: a Comunicação Interna precisa assumir de vez seu papel estratégico dentro das organizações. Mas como transformar intenção em ação?

A comunicação da estratégia é um dos maiores desafios apontados pelas empresas: 51% delas ainda enfrentam dificuldades para traduzir objetivos corporativos em mensagens claras e acessíveis. Isso compromete não apenas o alinhamento interno, mas também a execução dos planos organizacionais.

Outro ponto crítico? O papel da liderança. Pelo 9º ano consecutivo, engajar líderes como comunicadores segue no topo dos desafios da CI (59%). Líderes que não comunicam geram ruído, desalinhamento e, no limite, desmotivação.

O que isso significa na prática?

✔ Estratégia precisa ser traduzida em linguagem real, relevante e acessível a todos os públicos.

✔ Líderes precisam ser mais do que gestores, precisam ser comunicadores ativos.

✔ Cultura organizacional e transparência não podem ser conceitos abstratos, mas sim práticas incorporadas ao dia a dia.


Como uma rede social corporativa é uma solução para as dores de CI 

Comunicação da estratégia: clareza e acessibilidade

Com 51% das empresas enfrentando dificuldades para comunicar sua estratégia de forma clara, uma rede social permite transformar objetivos corporativos em conteúdos acessíveis, segmentados e personalizados. A plataforma facilita a disseminação de mensagens estratégicas em formatos diversos e adaptados a diferentes públicos internos.

Liderança como comunicadora

Engajar líderes como comunicadores é o maior desafio da CI (59%). Uma rede social interna empodera gestores com de forma simples e intuitiva para se comunicarem diretamente com suas equipes, promovendo proximidade, alinhamento e protagonismo. Lives, posts e interações em tempo real ajudam a tornar a liderança mais presente e ativa.

Segmentação e personalização

Com 47% das empresas buscando intensificar a segmentação e personalização das mensagens, a rede social oferece recursos avançados para direcionar conteúdos por área, cargo, localização ou interesse. Isso garante que cada colaborador receba o que é relevante para sua jornada, fortalecendo o engajamento.

Dados e inteligência

A mensuração é outro ponto crítico (41%). Uma rede corporativa fornece dashboards e relatórios em tempo real sobre alcance, engajamento e impacto das comunicações. Além disso, com integração de IA, é possível refinar estratégias e personalizar experiências com base em comportamento e preferências dos usuários.

Linguagem audiovisual e cultura viva

Com 45% das empresas apostando em linguagens audiovisuais, a rede social interna é nativamente multimídia. A cultura organizacional deixa de ser conceito e passa a ser prática: vídeos de líderes, campanhas interativas, reconhecimento público e espaços de escuta ativa tornam o ambiente mais humano e conectado.

Inteligência Artificial como aliada

O uso de IA para personalização, produção de conteúdo e refinamento de estratégias já é realidade. Redes sociais internas integram funcionalidades que ajudam a automatizar, sugerir e adaptar conteúdos com agilidade e precisão.

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora e Diretora de Comunicação da Incanto Comunica.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores. 

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O que é uma rede social corporativa e qual é seu papel estratégico na CI https://blog.dialog.ci/o-que-e-uma-rede-social-corporativa-e-qual-e-seu-papel-estrategico-na-ci/ https://blog.dialog.ci/o-que-e-uma-rede-social-corporativa-e-qual-e-seu-papel-estrategico-na-ci/#respond Thu, 17 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5995 Recentemente, estava conversando com um time de profissionais de diversas áreas sobre a importância da área de Comunicação Interna dentro de uma empresa e citei o papel de uma rede social corporativa como um canal oficial.  E a resposta de uma das pessoas imediatamente foi: “nós já estamos pensando em abrir um Instagram para os […]

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Recentemente, estava conversando com um time de profissionais de diversas áreas sobre a importância da área de Comunicação Interna dentro de uma empresa e citei o papel de uma rede social corporativa como um canal oficial. 

E a resposta de uma das pessoas imediatamente foi: “nós já estamos pensando em abrir um Instagram para os colaboradores acompanharem nossa página”. Foi a partir daí que veio a inspiração para escrever este breve artigo, pois por mais que, nos últimos anos, o tema tenha ganhado relevância — tanto no âmbito acadêmico quanto no dia a dia dos profissionais de Comunicação Interna — nunca é demais reforçar o que diferencia uma rede social corporativa. E mais: como esse tipo de rede social apoia a construção de uma melhor empresa para trabalhar.

A rede social interna é uma plataforma exclusivamente voltada para os colaboradores de uma empresa, que pode ser acessada via computador e/ou aplicativo, sendo um ambiente seguro, privado e protegido. É uma ferramenta que conecta as pessoas e, principalmente, muda a forma de todos trabalharem e se relacionarem, reforçando a colaboração e o trabalho em equipe. 

Vamos destacar três principais características de uma rede social interna: 

1. Ambiente privado, seguro e protegido

Uma rede social interna, como a Dialog, se conecta com o sistema corporativo de cada empresa. Portanto, somente os colaboradores têm acesso à ferramenta — e se um profissional sair da companhia, automaticamente ele deixa de ter acesso às informações.

Além disso, as redes sociais corporativas têm se tornado grandes hubs de informação, permitindo acesso e integração com sistemas diversos, como de treinamentos e capacitações, facilities, fiscais, entre outros. 

2. Conexão e colaboração

Diferente de uma rede social como Instagram ou LinkedIn, uma rede social corporativa permite que os colaboradores participem de grupos de interesse e façam suas postagens — texto, imagens, vídeos, áudios ou documentos — contribuindo para a gestão de conhecimento. 

Outra característica é o protagonismo das pessoas, já que os profissionais podem compartilhar novas ideias, trocar experiências, destacar participações em trabalho voluntário, treinamentos e capacitações, visita a clientes, metas e resultados, por exemplo. 

Para a liderança, essa é uma ferramenta que traz proximidade e visibilidade, potencializando seu papel como líder comunicador. Além de postar, é possível comentar e reagir, criar grupos, reconhecer o time, fazer gravação de vídeos, se conectar de forma genuína e ter um importante canal de escuta. 

3. Dados

A cada dia, as plataformas de rede social interna têm evoluído com ferramentas de mensuração:  hoje, já é possível saber qual é o melhor horário para postar uma informação, quais são as postagens mais acessadas e quais são os colaboradores mais ativos, por exemplo. Além da integração e do uso de IA. 

Essas são informações valiosas que apoiam a tomada de decisão dos profissionais de Comunicação Interna, tornando a área cada vez mais estratégica para o negócio. 

Comunicação Interna para construir melhores ambientes 

E como essas características se conectam com a criação de uma empresa onde todos queiram estar? Acreditamos que a Comunicação Interna é uma das chaves desse processo. Tudo começa com a estruturação de canais eficazes — a rede social corporativa, por exemplo, é um recurso essencial nessa jornada. Ela conecta todas as pessoas (sem deixar ninguém de fora), promove a colaboração e oferece espaço para que vozes sejam ouvidas.

Mais do que um canal de informação, ela também funciona como um mecanismo de escuta ativa, fortalecendo a confiança e o senso de pertencimento entre os colaboradores. Além de promover a transparência — quando os colaboradores entendem os objetivos, as decisões e as mudanças da empresa, sentindo-se mais seguros e engajados —, esse tipo de plataforma também aumenta a motivação e previne conflitos. 

Por Maria Fernanda Almeida, Fundadora da Incanto Comunica. 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Comunicação Interna e GPTW; especialistas falam como trabalhar a relação https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gptw-especialistas-falam-como-trabalhar-a-relacao/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-e-gptw-especialistas-falam-como-trabalhar-a-relacao/#respond Mon, 30 Jun 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6010 Comunicação Interna e GPTW têm relação direta? Sim! E neste conteúdo, falaremos sobre essa dinâmica tão importante para a organização.  A certificação Great Place to Work é uma das mais relevantes do mercado por ser considerada um diferencial para a marca empregadora de uma empresa, que passa a ser reconhecida como um bom lugar para […]

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Comunicação Interna e GPTW têm relação direta? Sim! E neste conteúdo, falaremos sobre essa dinâmica tão importante para a organização.

 A certificação Great Place to Work é uma das mais relevantes do mercado por ser considerada um diferencial para a marca empregadora de uma empresa, que passa a ser reconhecida como um bom lugar para trabalhar.

Pensando em oportunidades para a Comunicação Interna exercer sua influência em temas cruciais para o negócio, profissionais da área devem entender o impacto de seu trabalho na na conquista desse selo a fim de aprimorar as estratégias e ganhar cada vez mais visibilidade nas companhias. 

Para falar sobre como fortalecer, do planejamento à execução, a Comunicação Interna para ser um Great Place To Work, o terceiro episódio do Dialog Experts recebeu Leonardo Pires (Gerente de Comunicação Interna e Cultura na Atlantica Hospitality International, empresa certificada GPTW), Maria Fernanda Almeida (Sócia-fundadora da Incanto Comunica, agência com histórico de apoiar clientes na obtenção da certificação) e Suellen Moreira (Head de Marketing e Eventos do Great Place To Work® Brasil).

Você pode assistir ou escutar o conteúdo na íntegra. Aproveite para se inscrever.

Comunicação Interna e GPTW: o papel estratégico

Afinal, pensando na relação entre Comunicação Interna e GPTW, qual é o papel da área para fazer com que uma empresa se torne um excelente lugar para trabalhar?

Para Suellen Moreira, em uma escala de 0 a 10, a importância da área no processo de certificação tem peso 10. Ela lembra que, segundo a consultoria Great Place to Work®, um bom lugar para trabalhar é aquele no qual colaboradores confiam na liderança, têm orgulho do trabalho que realizam e gostam dos seus colegas. Para ela, a Comunicação Interna é fundamental nesse processo, assim como a liderança, que deve ser um pilar comunicacional dentro da organização.

“Com a Comunicação Interna, é possível fortalecer a confiança, incentivar e contribuir para o senso de pertencimento das pessoas no ambiente e proporcionar o alinhamento, algo muito importante para a evolução contínua dos negócios.”

Suellen lembrou de dados recentes da pesquisa Tendências Gestão de Pessoas 2025, que apontou que 33% consideram a Comunicação Interna o maior desafio da área de RH (1º lugar no ranking) e a terceira maior prioridade para este ano. Esses dados são mais uma prova do impacto da CI nos resultados da organização e, consequentemente, na construção de um bom lugar para trabalhar.

Em complemento, Maria Fernanda Almeida ressaltou uma campanha institucional da Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação), lançada em 2024, com o mote “Comunicação Interna é Negócio”, que visava enfatizar a importância de uma Comunicação Interna estratégica e ressaltar como essa é uma área essencial para impulsionar a inovação, criar senso de pertencimento, trazer engajamento e aumento de performance.

Maria também compartilhou uma boa prática que sempre incentivou dentro das empresas nas quais trabalhou: dentro do papel consultivo de Comunicação Interna junto às áreas parceiras, sempre ao criar um planejamento estratégico, é necessário conectar essa demanda com os pilares do GPTW.

“Olhando para os pilares do GPTW, um deles é a Maximização do Potencial Humano; e um dos temas dessa frente é de diversidade, inclusão e pertencimento. Como a CI pode apoiar nisso? Influenciando de forma positiva a área responsável por esse tema. Faz sentido criar um grupo de embaixadores ou de afinidades? É interessante ter um manual visando à conscientização das pessoas? Quais eventos ou iniciativas fazem sentido ter de acordo com a cultura da empresa? O primeiro passo é a área de Comunicação Interna fazer essa provocação junto à área responsável. E o segundo está justamente nas mãos da equipe de CI. Por meio do ato de informar e comunicar: existem pautas fixas do tema em rituais de alinhamento ou canais de CI? Podemos desenvolver uma campanha de conscientização ou uma linha visual que traga sinergia e conecte as pautas desse tema?”, refletiu.

Já Leonardo, que gerencia uma área que tem o desafio de alcançar e comunicar para mais de 6 mil pessoas atuantes em diversos locais, falou sobre a “intencionalidade” das ações da Comunicação Interna.

“Quando a gente fala sobre o papel da CI, a gente define primeiro o que é esse excelente lugar para trabalhar. E [isso] vem muito com o planejamento. Nada é por acaso: a gente traz estratégia e intencionalidade para o planejamento de Comunicação Interna, que sempre reforça nossos valores e virtudes corporativas. (…) A gente tem que engajar sem perder a essência de cada uma dessas pessoas, humanizando a relação e promovendo essa transparência.”

E como fazer isso? Escutando as pessoas. Essa responsabilidade, entretanto, não é exclusiva da área de CI, sendo também de RH e da própria liderança.

Boas práticas de Comunicação Interna e GPTW

Os convidados compartilharam algumas boas práticas de comunicação recomendadas às empresas que querem receber o selo GPTW.

A sócia-fundadora da Incanto Comunica considera que a CI tem atuação forte em todos os seis pilares da certificação, mas ressalta algumas práticas necessárias, como contar com canais de comunicação com colaboradores.

“Gostaria de dar destaque para a rede social corporativa. Entendo que é extremamente importante, e respeitando a cultura de cada empresa, ter uma diversificação de canais, como quadro de avisos, e-mail marketing, newsletter, TV corporativa, entre outros. Mas a rede social interna traz consigo características essenciais, como voz para as pessoas — e aqui estamos falando literalmente de todas as pessoas, não deixamos ninguém de fora. (…) Outra característica é a visibilidade e proximidade da liderança, que se torna humana, ‘gente como a gente’, traz a direção, o norte. É um canal de mão dupla, com feedbacks, escuta e métricas que apoiam essa construção, cada vez mais, de posicionar a área como estratégica.”

Além dos canais, ela também recomenda ter rituais de alinhamento, reforçando o papel da liderança como comunicadora, sendo próxima, acessível e visível, e trazendo a informação estratégica de forma objetiva, simples e transparente. 

“Sabe o tradicional café com o presidente ou as visitas da alta liderança nas unidades? São práticas tradicionais, mas que dizem muito sobre a cultura. Claro que podem ser combinadas com lives ou canais específicos para a liderança, mas o diferencial é: as pessoas querem trabalhar para uma empresa onde os líderes estão conectados às pessoas. E o papel da Comunicação Interna é fundamental para essa jornada”, disse Maria Fernanda.

Já a representante do GPTW recomenda: 

  • Escutar genuinamente os colaboradores para desenhar planos de ação, boas práticas e o que faz sentido investir;
  • Ter transparência nas comunicações;
  • Fazer discursos alinhados com o que acontece na organização;
  • Usar CI como meio de reconhecimento.

Leonardo complementou afirmando que, além de comunicar, é preciso se fazer entender. A comunicação deve ser compreendida pelos colaboradores para ser realmente efetiva. Além disso, ele recomenda investir na formação de uma liderança comunicadora, principalmente na escuta ativa e no ato de comunicar.

“Investir na liderança comunicadora é muito importante, porque quando uma pessoa responde na [pesquisa] GPTW ‘Você gosta de trabalhar aqui?’, no fundo ela está respondendo muito sobre a liderança direta.”

Por fim, ele recomendou campanhas genuínas, colocando “as pessoas na frente”, o que ajuda na aproximação dos colaboradores com os canais de CI. O líder citou como exemplo uma iniciativa feita para tirar fotos dos colaboradores administrativos e operacionais, que passaram a ser usadas nas campanhas da área.

Outra boa prática feita pela Atlantica Hospitality International foi a produção de uma websérie com a liderança, aproximando a empresa desse público e dos demais profissionais.

Atenção nos detalhes

Quando perguntada sobre as estratégias de Comunicação Interna nas organizações durante o processo de obtenção da certificação GPTW, Maria Fernanda citou duas questões: a primeira é que a melhor saída é investir em campanhas claras, objetivas e que mostrem as principais práticas das empresas para incentivar a participação dos colaboradores na pesquisa.

E a segunda está relacionada ao Culture Audit (livro de boas práticas que deve ser enviado pelas empresas). A sócia-fundadora afirmou acreditar muito na construção desse material com alma, ouvindo, destacando as práticas diferenciadas e únicas de cada empresa, identificando como promover a inovação, a colaboração, o trabalho em equipe, e detalhando as práticas de gestão de pessoas e diversidade.

Ela considera que as duas questões demandam alguns pontos em comum: 

  1. Ter canais de Comunicação Interna, rituais e práticas estruturadas de alinhamento com a liderança;
  2. Promover a valorização das pessoas;
  3. Ter uma comunicação acessível e representativa, garantindo que todos se sintam pertencentes;
  4. Garantir que a CI reflita e reforce os valores da empresa, conectando colaboradores à missão organizacional;
  5. Oferecer conteúdos que incentivem o crescimento profissional e pessoal dos funcionários;
  6. Comunicar iniciativas que promovam qualidade de vida, saúde mental e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

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Assinatura Marcela hub nova

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Comunicação Interna bem-feita vira Employer Branding de verdade https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-bem-feita-vira-employer-branding-de-verdade/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-bem-feita-vira-employer-branding-de-verdade/#respond Wed, 02 Apr 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5724 O que faz uma empresa ser reconhecida como um ótimo lugar para trabalhar? O marketing externo, que constrói uma boa imagem para o mercado ou a realidade interna, vivida pelos colaboradores? A resposta está dentro de casa. A percepção dos talentos começa no dia a dia, na forma como a empresa se comunica, como valoriza […]

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O que faz uma empresa ser reconhecida como um ótimo lugar para trabalhar? O marketing externo, que constrói uma boa imagem para o mercado ou a realidade interna, vivida pelos colaboradores?

A resposta está dentro de casa. A percepção dos talentos começa no dia a dia, na forma como a empresa se comunica, como valoriza sua cultura e como seus líderes traduzem essa cultura na prática. Antes de contar para o mundo que é um ótimo lugar para trabalhar, a empresa precisa garantir que seus próprios colaboradores realmente acreditem nisso.

A Comunicação Interna como pilar da marca empregadora

Uma Comunicação Interna bem estruturada não é um canal de transmissão de informações, mas um elo estratégico entre os desafios do negócio e a cultura da empresa. Quando usada da forma correta, ela se torna um fator essencial para que a marca empregadora se consolide.

  • Empresas que sustentam uma cultura baseada no protagonismo das pessoas, com liderança engajada e escuta ativa, criam um ambiente seguro e desejável para se trabalhar.
  • Quando a Comunicação Interna é tratada como um pilar estratégico, e não como um suporte operacional, ela fortalece o engajamento e dá vida à cultura organizacional.
  • A Comunicação Interna deve capacitar a liderança para que ela seja mais do que um canal de repasse de informações, mas sim um agente de conexão entre estratégia, cultura e equipe.

O impacto da Comunicação Interna na retenção de talentos

Se os colaboradores não se sentem parte do negócio, não enxergam propósito no trabalho e não têm espaço para serem ouvidos, dificilmente vão se engajar. E colaboradores desmotivados são os primeiros a buscar novas oportunidades.

Por isso, a Comunicação Interna:

  • Dá voz às pessoas: quando os colaboradores percebem que suas opiniões são ouvidas e levadas em consideração, eles se sentem valorizados e conectados com a empresa. Esse é um dos primeiros passos para fortalecer a marca empregadora.
  • Torna a cultura viva: empresas que tratam a comunicação como um pilar estratégico garantem que seus valores sejam praticados no dia a dia, e não apenas escritos em um quadro na parede.
  • Fortalece o desenvolvimento profissional: Employer Branding não se resume a benefícios e direitos trabalhistas. Uma empresa que realmente cuida de sua marca empregadora investe no crescimento dos seus colaboradores, com líderes preparados para desenvolver talentos.

Como fortalecer a Comunicação Interna para construir um Employer Branding autêntico

A Comunicação Interna precisa sair do formato tradicional e se tornar interativa, acessível e dinâmica. Algumas iniciativas fazem toda a diferença para que ela impulsione a marca empregadora:

  • Transparência

Uma marca empregadora forte se constrói com verdade e clareza. Empresas que compartilham estratégias, desafios e conquistas com seus colaboradores criam um ambiente de confiança. A comunicação precisa ser aberta e acessível, permitindo que as pessoas compreendam os rumos do negócio e se sintam parte da construção.

  • Escuta ativa

Não basta falar, é preciso ouvir. Empresas que disponibilizam canais para que os colaboradores se expressem e que realmente consideram seus feedbacks constroem um Employer Branding autêntico. Uma rede social corporativa pode ser uma ferramenta para dar voz às pessoas, criar fóruns de troca, estimular conversas genuínas dentro da organização e ser fonte de insights para melhoria contínua.

  • Conteúdos relevantes

Para manter o time conectado e engajado, é essencial ir além dos comunicados tradicionais. Empresas que apostam em newsletters, podcasts internos, vídeos e conteúdos interativos tornam a comunicação mais dinâmica e acessível. Uma rede social corporativa pode centralizar esses conteúdos e garantir que eles sejam consumidos e comentados de forma natural.

  • Engajamento das lideranças

Os líderes são os principais porta-vozes da cultura da empresa. Uma liderança bem treinada e conectada à Comunicação Interna consegue transmitir propósito, inspirar times e fortalecer a identidade da marca empregadora. Quando a comunicação se torna parte do dia a dia da gestão, o Employer Branding se fortalece. Aqui, novamente, uma rede social corporativa pode ser essencial, permitindo que a liderança se comunique de forma mais próxima e direta com as equipes.

Conclusão: marca empregadora começa de dentro para fora

Employer Branding não se constrói com campanhas externas, mas com experiências internas. Uma Comunicação Interna bem-feita garante que as pessoas se sintam protagonistas.

Se a empresa quer ser reconhecida como um excelente lugar para trabalhar, precisa primeiro ser um excelente lugar para quem já está lá. E isso começa com uma Comunicação Interna estratégica, ativa e viva.

Quer fortalecer sua Comunicação Interna e potencializar sua marca empregadora?

Na Incanto Comunica, ajudamos empresas a transformar sua cultura em comunicação viva e autêntica, sempre alinhada ao negócio.

Nossa abordagem estratégica para a Comunicação Interna e o Employer Branding traduz a identidade da empresa e dá voz às pessoas, criando conexões reais entre colaboradores, lideranças e propósitos.

Se você quer tornar a Comunicação Interna um pilar estratégico do seu negócio e fortalecer sua marca empregadora, vamos conversar! Entre em contato com a gente e descubra como podemos ajudar sua empresa a se destacar.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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EVP e transformação digital: conectando pessoas e tecnologias para o futuro https://blog.dialog.ci/evp-e-transformacao-digital-conectando-pessoas-e-tecnologias-para-o-futuro/ https://blog.dialog.ci/evp-e-transformacao-digital-conectando-pessoas-e-tecnologias-para-o-futuro/#respond Mon, 20 Jan 2025 11:59:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5537 A transformação digital está mudando a forma como vivemos e trabalhamos e, no ambiente corporativo, isso significa lidar com dois grandes desafios: a necessidade de adaptação rápida a novas tecnologias e a escassez de habilidades críticas. Nesse contexto, treinamentos focados em soft skills, aliados a uma Comunicação Interna estruturada e estratégica, se tornam fundamentais para […]

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A transformação digital está mudando a forma como vivemos e trabalhamos e, no ambiente corporativo, isso significa lidar com dois grandes desafios: a necessidade de adaptação rápida a novas tecnologias e a escassez de habilidades críticas. Nesse contexto, treinamentos focados em soft skills, aliados a uma Comunicação Interna estruturada e estratégica, se tornam fundamentais para engajar equipes, reter talentos e fortalecer a marca empregadora. Esses pilares estão alinhados aos princípios do EVP. Saiba mais a seguir.

O que torna o Employee Value Proposition (EVP) essencial?

Mais do que nunca, as empresas precisam reavaliar sua relação com os colaboradores. O EVP (Proposta de Valor do Colaborador) não é apenas sobre salários ou benefícios; é sobre oferecer propósito, criar uma cultura organizacional inspiradora e proporcionar oportunidades reais de crescimento.

A pesquisa Future of Work, da McKinsey, destacou que 70% dos trabalhadores agora consideram o trabalho com propósito e impacto como uma das prioridades em sua trajetória profissional. 

No mercado competitivo de hoje, a luta por talentos é acirrada! Ter uma marca empregadora forte deixou de ser opcional. Empresas que alinham seus valores às necessidades dos colaboradores conseguem atrair e reter talentos com mais eficiência. Isso é particularmente relevante quando consideramos que muitas organizações enfrentam dificuldades para preencher lacunas de habilidades técnicas, cognitivas e sociais.

Investir em um EVP significa treinar, ouvir e desenvolver as pessoas de forma genuína. Esse processo cria um ciclo virtuoso de atração, engajamento e retenção, conectando as necessidades dos colaboradores ao que a empresa pode oferecer.

Redes sociais corporativas: o elo entre comunicação e experiência

Para que o EVP se torne realidade, a Comunicação Interna precisa ser clara, consistente e alinhada à experiência do colaborador. É aqui que as redes sociais corporativas desempenham um papel importante. Mais do que canais de troca de informações, elas são ferramentas para aprendizado, reconhecimento e interação.

Integradas às novas tecnologias, plataformas como a Dialog podem personalizar a experiência de cada colaborador, oferecendo conteúdos personalizados, automatizando processos, conectando equipes e revelando dados estratégicos sobre os resultados da comunicação. Além disso, as redes sociais internas criam um ambiente de diálogo e transparência, em que o protagonismo do colaborador é incentivado e reconhecido.

Educação e requalificação: preparando para o futuro

No contexto da automação e do uso crescente de novas tecnologias, priorizar o desenvolvimento humano não é somente desejável, é essencial! Redes sociais corporativas podem ampliar o alcance e a eficácia de programas de treinamento e requalificação. Elas permitem identificar lacunas de habilidades em tempo real e, assim, permitem que a liderança crie jornadas de desenvolvimento únicas e alinhadas às necessidades de cada colaborador e da organização.

Reputação e marca empregadora para construir valor no mundo digital

Uma marca empregadora forte é construída de dentro para fora. A experiência vivida pelos colaboradores e compartilhada por eles é a base da reputação da empresa. Dados da Link Humans mostram que 84% dos candidatos considerariam mudar para uma organização com melhor reputação como empregadora.

Redes sociais corporativas bem gerenciadas são vitrines excelentes do EVP, permitindo que as empresas transmitam valores, propósito e cultura em todas as etapas da jornada do colaborador, desde a atração até a retenção.

Estamos vivendo o futuro do trabalho agora — um ambiente digital, conectado e centrado no ser humano. Ao integrar novas tecnologias, redes sociais corporativas e um EVP bem estruturado, sua empresa irá se destacar no mercado e proporcionar um ambiente de trabalho no qual a inovação e o propósito caminham lado a lado.

Transforme sua empresa hoje, fale com a Incanto e conheça nossa estratégia de EVP personalizada

Não espere para agir. Invista no seu EVP e transforme a maneira como sua organização se conecta com os colaboradores. Crie um ambiente que une inovação e propósito para atrair, desenvolver e reter os melhores talentos — e esteja preparado para liderar os desafios do futuro.

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4 pontos essenciais para potencializar a liderança comunicadora https://blog.dialog.ci/4-pontos-essenciais-para-potencializar-a-lideranca-comunicadora/ https://blog.dialog.ci/4-pontos-essenciais-para-potencializar-a-lideranca-comunicadora/#respond Thu, 28 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5341 Nos últimos anos, diversas pesquisas mostram a importância e os desafios do papel dos líderes como comunicadores. De acordo com uma pesquisa realizada pela Aberje e pela Ação Integrada sobre as tendências da Comunicação Interna para 2023, 74% dos respondentes afirmam que engajar as lideranças como comunicadores é um dos principais desafios. Segundo os profissionais […]

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Nos últimos anos, diversas pesquisas mostram a importância e os desafios do papel dos líderes como comunicadores. De acordo com uma pesquisa realizada pela Aberje e pela Ação Integrada sobre as tendências da Comunicação Interna para 2023, 74% dos respondentes afirmam que engajar as lideranças como comunicadores é um dos principais desafios.

Segundo os profissionais de comunicação que participaram da pesquisa, em apenas 23% das empresas os gestores se consideram o principal canal de comunicação da organização com seus times, índice que varia entre 18% em empresas com até mil funcionários e 30% naquelas que têm acima de cinco mil colaboradores.

Nessa mesma pesquisa, aparece outro dado interessante: treinamentos para capacitar os gestores como comunicadores receberão prioridade de investimento em comunicação nos próximos anos.

Além disso, em um estudo da HR Influencers publicado em 2020, 52% dos respondentes afirmam que falta por parte da liderança habilidades de comunicação e de escuta.

De acordo com a Harvard Business Review e o Center for Creative Leadership, entre as características de todo líder do futuro está a capacidade de se comunicar, influenciar e inspirar. 

Dessa forma, as pesquisas mostram que, cada vez mais, o papel da liderança comunicadora ganha relevância nas organizações. Com o avanço da tecnologia, nos dias atuais o diálogo se tornou a mais importante estratégia de engajamento dos colaboradores e da relação entre líder e liderado.

Sabemos que a comunicação é uma competência essencial, sendo necessário que cada líder seja capaz de repassar a informação para a sua equipe de forma clara, completa e transparente. Assim, para que a jornada da liderança seja construída com sucesso e propósito, listamos algumas dicas essenciais:

  1. Entender como a liderança se comunica

O primeiro passo é ouvir os líderes: como eles se comunicam? Que rituais realizam? Quais são os canais que mais acessam? Quais são os desafios e as fortalezas quando pensam em soft skills e em comunicação? Qual é o entendimento deles sobre o negócio e a cultura corporativa? Qual é o tipo de perfil de liderança que a empresa tem e qual ela quer alcançar? 

Fazer essa imersão, ouvindo-os atentamente, é fundamental para engajá-los, bem como trabalhar em equipe e de forma colaborativa na construção de um programa que faça sentido para todos: empresa e liderança. 

  1. Estruturação de canais 

Acreditamos que a estruturação de canais internos entre o time de Comunicação Interna e a liderança seja fundamental. 

Além de alinhar a comunicação, direcionando as mensagens corporativas principais, a liderança tem acesso à informação em primeira mão e a orientações de como pode multiplicá-la junto a seu time. 

Dessa forma, também fortalecemos o papel da área de Comunicação interna como apoio à estratégia da empresa.

  1. Definir rituais de comunicação entre líderes e times

Para que a liderança seja visível, presente e colaborativa, destacamos o mapeamento e a criação de rituais de comunicação do líder com o time. Os rituais devem ter periodicidade definida e objetivos claros, com conteúdos prioritários, alinhados com a estratégia e a cultura corporativa. 

Esses momentos são essenciais para promover o engajamento dos colaboradores, e o líder tem papel protagonista nesta ação: se o desafio da equipe é o de bater uma meta, por exemplo, o líder deve trazer essa informação para o time, de forma clara e transparente. Se os colaboradores não sabem o que devem fazer ou entregar,  eles não se engajarão no desafio.

  1. Treinamento para a liderança

É essencial empoderar a liderança sobre o tema e conscientizá-la de que ela é o primeiro e principal canal de comunicação com seu time. Líder é exemplo e inspiração, por isso, sua palavra de ação e sua presença genuína, sendo realmente quem ele é,  deve fazer parte de seu modelo de gestão. 

E que tal quebrar barreiras e realizar um treinamento que considere o líder como protagonista desse aprendizado? 

Assinatura Incanto - Mafe

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Comunicação Interna alinhada com a estratégia da empresa https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-alinhada-com-a-estrategia-da-empresa/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-alinhada-com-a-estrategia-da-empresa/#respond Thu, 26 Sep 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5199 Comunicação Interna é negócio? Para nós, comunicadores, essa pergunta tem uma resposta óbvia: “sim, Comunicação Interna é negócio”. Afinal, a área apoia a estratégia da companhia, além de ter uma papel fundamental na construção da cultura organizacional. Mas sabemos que, mesmo já tendo uma área de Comunicação Interna na empresa, a jornada de construção do […]

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Comunicação Interna é negócio? Para nós, comunicadores, essa pergunta tem uma resposta óbvia: “sim, Comunicação Interna é negócio”. Afinal, a área apoia a estratégia da companhia, além de ter uma papel fundamental na construção da cultura organizacional.

Mas sabemos que, mesmo já tendo uma área de Comunicação Interna na empresa, a jornada de construção do seu papel estratégico é constante e desafiador. 

De acordo com os dados da pesquisa “Tendências da Comunicação Organizacional (2023)”, publicada pela Aberje, para 79% dos respondentes criar clareza em torno da estratégia da empresa, engajando os colaboradores nessa jornada, é um dos objetivos da área de comunicação, sendo a segunda prioridade.

Por outro lado, na pesquisa “Tendências em Comunicação Interna (2023)”, também da Aberje, comunicar a estratégia e a cultura da empresa é apontado por 49% dos entrevistados como um dos principais desafios da Comunicação Interna.

Recentemente, a Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) lançou uma campanha de conscientização e valorização da Comunicação Interna. E por que as empresas – independentemente do tamanho – devem investir na área?

A conscientização sobre a importância da Comunicação Interna é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Listamos aqui alguns pontos de reflexão importantes: 

  • Uma Comunicação Interna clara, aberta e contínua, além de ser uma boa prática, é uma necessidade presente nos dias de hoje. É por meio dela que estabelecemos conexões reais, construímos um ambiente de confiança e fortalecemos a cultura organizacional.
  • O objetivo deve ser informar, engajar e conectar cada colaborador com a missão, a visão e os valores da empresa, trazendo significado e senso de pertencimento. Como produzir mais e melhor se a pessoa não se sente parte de um todo?
  • É urgente alcançar todos os colaboradores, independentemente de onde estejam. É preciso compartilhar informações claras e objetivas, bem como escutar de forma ativa. 
  • A Comunicação Interna não é uma área apêndice. Ela é estratégica, entendendo as necessidades e alinhando as mensagens com os objetivos da empresa. 
  • A liderança deve receber apoio para que seja capaz de exercer sua competência de comunicação, deixando claro o que se espera de cada colaborador para que todos possam entregar o melhor.
  • O foco deve ser o negócio em todos os momentos. É trabalhar em equipe com outras áreas, indicando as melhores estratégias de comunicação para que atinjam seus objetivos de forma eficaz. 
  • Quando todos estão bem informados e alinhados com os objetivos da empresa, a produtividade tende a aumentar. Uma comunicação clara evita retrabalhos e erros, otimizando os processos. 

Ou seja, a Comunicação Interna é uma área transversal que tem tudo a ver com o negócio. Que tal repensar como a Comunicação Interna da sua empresa pode ser ainda mais estratégica?

Reflita:

  • Quais áreas de negócio são apoiadas? Com que frequência o time de Comunicação Interna é envolvido no planejamento de campanhas e informativos?
  • Seus canais de Comunicação Interna trazem uma mensuração relevante que mostra como a área apoia o negócio?
  • Há campanhas internas que reforçam a estratégia da companhia para todos?
  • Há rituais de Comunicação Interna que trazem informações relevantes para que os colaboradores entendam seu papel e como seu trabalho pode apoiar na entrega dos resultados? 

“Em um mundo onde a mudança é a única constante, a Comunicação Interna que de fato funciona pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma organização.” 

É com essa fala de Luis Alcubierre, extraída do episódio 4 do podcast “Comunicação e Poder”, que convidamos você a transformar a Comunicação Interna da sua empresa!

Assinatura Incanto - Mafe

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Redes sociais corporativas e o futuro da Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/redes-sociais-corporativas-e-o-futuro-da-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/redes-sociais-corporativas-e-o-futuro-da-comunicacao-interna/#respond Mon, 15 Jul 2024 12:05:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5011 As tradicionais reuniões presenciais e o alto volume de e-mails estão sendo substituídos por canais de comunicação mais dinâmicos e eficientes. É nesse contexto que surgem as redes sociais corporativas, ferramentas que revolucionam a Comunicação Interna ao promover interação entre a empresa e os colaboradores de maneira prática e intuitiva. Diferentes das redes sociais comuns, […]

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As tradicionais reuniões presenciais e o alto volume de e-mails estão sendo substituídos por canais de comunicação mais dinâmicos e eficientes. É nesse contexto que surgem as redes sociais corporativas, ferramentas que revolucionam a Comunicação Interna ao promover interação entre a empresa e os colaboradores de maneira prática e intuitiva.

Diferentes das redes sociais comuns, as redes sociais corporativas são projetadas para atender às necessidades específicas das empresas, cada uma com seu “principal atributo”, proporcionando um espaço no qual as equipes podem compartilhar informações, discutir projetos e receber uma comunicação que realmente faz sentido.

Essas plataformas ganharam popularidade devido à sua capacidade de integrar várias ferramentas e recursos em um único ambiente, facilitando a comunicação e a gestão de áreas de forma compartilhada.

A evolução dessas plataformas acompanha o avanço tecnológico e a crescente demanda por métodos de trabalho mais flexíveis e alinhados à cultura da empresa. Com a tendência de adoção de novas tecnologias, essas redes estão cada vez mais incorporando recursos avançados, como Inteligência Artificial e análises de big data, visando otimizar a maneira como as informações são gerenciadas e compartilhadas dentro das organizações.

Um dos principais benefícios de sua adoção é a melhoria na Comunicação Interna, permitindo uma troca de informações mais rápida, direcionada e fluida. Com essas plataformas, mensagens importantes podem ser disseminadas instantaneamente para o público-alvo, reduzindo o tempo e o esforço necessários.

Toda essa conectividade melhora e promove um ambiente de trabalho mais engajado, pois essas ferramentas facilitam a criação de grupos e comunidades de interesse, espaços nos quais os membros podem compartilhar conhecimentos, discutir ideias, resolver problemas em conjunto e ter voz ativa.

Entre uma série de benefícios que já falamos em outros textos por aqui, outro ponto importante que vale ressaltar é a facilidade de acesso a informações e a transparência  na comunicação – vantagens que ajudam a eliminar mal-entendidos, otimizando tempo e recursos da empresa.

E é aí que está o futuro da Comunicação Interna!

O futuro da Comunicação Interna nas empresas está fortemente ligado ao contínuo avanço tecnológico e à mudança de comportamento das novas gerações, como a geração Z e os Millennials. Diversas tendências emergem nesse cenário, direcionando as práticas e as ferramentas utilizadas pelas organizações para garantir uma comunicação que faça sentido e engaje genuinamente.

Entre as tendências mais promissoras está a integração de Inteligência Artificial e big data nas plataformas de Comunicação Interna. Esses recursos oferecem insights sobre o desempenho das campanhas, a eficácia das comunicações e as necessidades dos colaboradores, permitindo ajustes contínuos nas estratégias de comunicação. O uso de IA pode facilitar a automação de tarefas repetitivas, liberando tempo para que os comunicadores se concentrem em atividades mais estratégicas.

A personalização também se destaca como uma tendência crescente. As empresas estão buscando formas de adaptar a comunicação às preferências dos colaboradores, oferecendo conteúdos relevantes. Isso é especialmente importante para engajar a geração Z, que valoriza a autenticidade e a personalização na comunicação.

As gerações mais jovens têm expectativas diferenciadas em relação à tecnologia no ambiente de trabalho. A geração Z, por exemplo, é conhecida por sua familiaridade e facilidade com o uso de tecnologias digitais. No entanto, essa geração também valoriza as interações face a face e espera que a tecnologia facilite, e não substitua, a interação humana. Já os Millennials, que também estão acostumados com a tecnologia, tendem a buscar um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, exigindo ferramentas de comunicação que sejam boas, mas não invasivas.

Para se preparar para o futuro, as empresas precisam adotar uma abordagem híbrida, que combine a tecnologia de ponta com a sensibilidade humana. Investir em treinamentos, incentivar o lifelong learning, buscar a inovação e manter-se atualizado com as tendências tecnológicas são passos essenciais para garantir que a Comunicação Interna continue a ser uma área estratégica para o sucesso organizacional.

Portanto, a inovação contínua na Comunicação Interna é, além de uma vantagem competitiva, uma necessidade para o sucesso e a sustentabilidade da empresa no cenário de rápidas mudanças no qual vivemos. As organizações que conseguirem abraçar essas mudanças e tirar proveito das novas tecnologias estarão mais preparadas para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades do futuro.

Já conhece a Incanto Comunica? Somos uma agência de Comunicação Interna especializada em redes sociais corporativas e marca empregadora. Conheça nossas soluções e entenda como ajudamos nossos clientes a transformarem sua cultura por meio de uma estratégia sob medida.

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6 dicas para sensibilizar seu time no lançamento de uma nova plataforma https://blog.dialog.ci/6-dicas-para-sensibilizar-seu-time-no-lancamento-de-uma-nova-plataforma/ https://blog.dialog.ci/6-dicas-para-sensibilizar-seu-time-no-lancamento-de-uma-nova-plataforma/#respond Wed, 15 May 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4873 John Culkin uma vez disse: “Nós moldamos nossas ferramentas e, depois disso, as ferramentas nos moldam.” Essa citação ressoa profundamente no contexto da inovação tecnológica no local de trabalho, onde a capacidade de adaptação e aprendizado contínuo é essencial para a evolução profissional e da própria empresa. Ao lançar uma nova plataforma de comunicação, como […]

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John Culkin uma vez disse: “Nós moldamos nossas ferramentas e, depois disso, as ferramentas nos moldam.” Essa citação ressoa profundamente no contexto da inovação tecnológica no local de trabalho, onde a capacidade de adaptação e aprendizado contínuo é essencial para a evolução profissional e da própria empresa.

Ao lançar uma nova plataforma de comunicação, como um aplicativo, rede social, intranet ou sistema interno, além de ser muito importante apresentá-la ao público, é preciso também sensibilizá-los sobre sua importância e benefícios. Esta etapa pode garantir a adesão e o sucesso a longo prazo da plataforma.

A introdução de novas tecnologias muitas vezes enfrenta resistência por parte dos colaboradores, que podem se sentir sobrecarregados pela curva de aprendizado ou temer a substituição de métodos tradicionais pelos quais estão familiarizados. Essa resistência pode ser uma barreira para o aprendizado, mas existe uma maneira realmente boa para superá-la. É preciso informar, treinar e dar suporte em todas as etapas do processo!

Listamos seis pontos importantes neste momento de sensibilização de adoção de uma nova ferramenta: 

Construir consciência

O primeiro passo na sensibilização do público é construir conscientização sobre a nova plataforma. Isso pode ser feito por meio de campanhas internas, e-mails informativos e eventos de lançamento. O objetivo é garantir que as pessoas saibam da existência da plataforma e entendam seu propósito e funcionalidades.

Destaque os pontos fortes

Após esse primeiro passo, deve-se destacar os benefícios que ela traz para os usuários. Isso pode incluir maior eficiência no trabalho, melhor comunicação entre equipes, acesso a informações importantes de forma rápida e fácil, entre outros. Ao mostrar como a plataforma pode melhorar a vida ou o trabalho das pessoas, você aumenta o interesse e a motivação para adotá-la.

Crie materiais de apoio

Outro aspecto importante é demonstrar a facilidade de uso da plataforma. Isso pode ser feito por meio de tutoriais, vídeos explicativos, guias passo a passo e treinamentos. Quando as pessoas percebem que a plataforma é intuitiva e fácil de aprender, elas se sentem mais confortáveis em utilizá-la no dia a dia.

Envolva todos os stakeholders

É essencial envolver os stakeholders, como líderes de equipe, gerentes e colaboradores-chave, no processo de sensibilização. Eles podem atuar como defensores da plataforma, compartilhando sua experiência positiva e incentivando outros a adotá-la. Além disso, seu apoio é fundamental para garantir a integração da plataforma nas práticas e cultura organizacionais.

Ouça e aplique os feedbacks

Por fim, é importante coletar feedback constante dos usuários e aplicar na plataforma com base nessas informações. Isso demonstra que a empresa valoriza a opinião de suas pessoas e está comprometida em oferecer uma experiência cada vez melhor. O feedback também pode ajudar a identificar áreas de melhoria e ajustes necessários para aumentar a adoção e o sucesso da plataforma.

Invista no futuro do trabalho

É aqui que o treinamento especializado sobre a adoção de novas tecnologias se torna um investimento para o futuro do trabalho. Investir em programas de sensibilização e educação para capacitar os colaboradores a entender os benefícios das novas tecnologias e a desenvolver as habilidades necessárias para utilizá-las, além de garantir o sucesso da nova ferramenta, também aumenta a compreensão do impacto delas no trabalho, que, por sua vez, impacta diretamente na cultura organizacional.

Para integrar a plataforma na rotina e cultura da organização com bastante fluidez, conte com a Incanto! Nossa metodologia de treinamento é baseada no design de aprendizagem, em parceria com a Hub Life Design

Como disse John Culkin, nós moldamos nossas ferramentas, mas é o treinamento especializado que nos capacita a moldar o nosso futuro! Vamos nessa?

Este texto foi construído inspirado nos trabalhos de Roberta Florido e Cris Carvalho, da Hub Life Design.

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