Métricas Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/metricas/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Mon, 02 Feb 2026 12:30:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Métricas Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/metricas/ 32 32 Dados de Comunicação Interna como bússola para engajamento https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-como-bussola-para-engajamento/ https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-como-bussola-para-engajamento/#respond Mon, 02 Feb 2026 12:30:43 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6412 Comunicar vai muito além de enviar mensagens. O verdadeiro desafio é transformar a informação em uma conexão genuína entre a empresa e os  colaboradores. Para isso, o “feeling” não basta: é preciso usar os dados de Comunicação Interna como uma bússola estratégica a fim de direcionar a área e até mesmo apoiar a estratégia de […]

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Comunicar vai muito além de enviar mensagens. O verdadeiro desafio é transformar a informação em uma conexão genuína entre a empresa e os  colaboradores. Para isso, o “feeling” não basta: é preciso usar os dados de Comunicação Interna como uma bússola estratégica a fim de direcionar a área e até mesmo apoiar a estratégia de RH.

Muitas empresas ainda tratam a Comunicação Interna como uma via de mão única. No entanto, a análise de dados permite transformar a comunicação em um diálogo estratégico. Sem esses indicadores, o RH e a CI planejam no escuro — mas com eles é possível:

  • Compreender o engajamento real, identificando quais temas geram orgulho e quais passam despercebidos;
  • Validar a experiência do colaborador, entendendo se os canais facilitam ou dificultam o dia a dia;
  • Fortalecer a cultura, medindo o quanto os valores da empresa são absorvidos na prática.

O poder dos dados de Comunicação Interna

Adotar o uso e analisar os dados de Comunicação Interna formam o primeiro passo para uma atuação mais estratégica do setor.

Como citamos acima, esses indicadores permitem que a área mostre sua relação direta com temas relevantes para o negócio, como experiência do colaborador, cultura e engajamento.

O grande segredo para uma comunicação que engaja é a relevância. E isso se constrói por conteúdo que interessa e importa. Por meio da mensuração, a CI pode entender se as comunicações estão sendo compreendidas e assimiladas como devem.

O uso de métricas permite também que a área conheça as preferências de cada público, o que ajuda (e muito) na estratégia de personalização. 

Se os dados de CI mostram que o time de vendas consome mais vídeos curtos, enquanto o administrativo prefere textos, por que usar o mesmo formato para todos? Descobrir o que engaja cada perfil é o primeiro passo para fortalecer os laços entre colaboradores e cultura.

Dicas para usar dados de CI como bússola

Para transformar sua área em uma unidade orientada a dados, siga estas dicas:

  1. Vá além das métricas de vaidade: Cliques são importantes, mas o clima organizacional diz mais sobre o engajamento real.
  2. Identifique os “silêncios”: Use os dados de Comunicação Interna para perceber quais áreas estão menos conectadas. O silêncio é um alerta para o risco de desengajamento.
  3. Teste e aprenda (A/B): Experimente diferentes horários, tons e formatos. Compare os resultados e ajuste rapidamente.
  4. Cruze dados de CI com RH: Observe se áreas com alto engajamento na Comunicação Interna também têm menor turnover ou maior produtividade.

Materiais? Temos! 😉

Você sabia que, ao longo dos anos, a Dialog produziu diversos materiais sobre o uso de dados na Comunicação Interna? Confira a lista abaixo:

A Dialog e os dados de Comunicação Interna

Nossa plataforma conta com mais de 50 indicadores, que podem ser usados para atrelar o trabalho da área aos temas relevantes para o negócio. Papel e caneta na mão: descubra como fazer essa relação.

FAQ: Dados em Comunicação Interna

1. O que são dados de Comunicação Interna e por que são importantes? 

Métricas que medem o alcance, engajamento e impacto das comunicações dentro da empresa. Importantes porque transformam a comunicação de transmissão em diálogo estratégico, baseando decisões em evidências e não em “feeling”.

2. Como medir o engajamento real na Comunicação Interna? 

Analisando: volume de interações (posts, comentários, reações), porcentagem de pessoas únicas que participam, análise de sentimento dos conteúdos e identificação de áreas com baixa interação (“silêncios”).

3. Quais são as métricas essenciais de Comunicação Interna?

  • Alcance: acessos totais/únicos, plataformas mais usadas.
  • Engajamento: interações por post, pessoas únicas engajadas.
  • Cultura: ranking de influência, nuvem de palavras.
  • Performance: conteúdos mais acessados, taxa de aceite em eventos.

4. Como os dados de Comunicação Interna fortalecem a cultura organizacional? 

Cruzando dados com indicadores de RH (turnover, produtividade), identificando embaixadores da cultura e mapeando quais valores são realmente praticados por meio da análise de conversas.

5. Como personalizar a Comunicação Interna usando dados? 

Identificando preferências por perfil (ex.: vendas consome vídeos, administrativo prefere textos) e testando formatos, horários e tons (A/B testing) para ajustar a estratégia com base no que gera mais engajamento.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Dados de Comunicação Interna: o ingrediente para decisões estratégicas https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-o-ingrediente-para-decisoes-estrategicas/ https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-o-ingrediente-para-decisoes-estrategicas/#respond Mon, 12 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6356 O uso de dados de Comunicação Interna se mostra cada vez mais o caminho para uma atuação estratégica e, ao mesmo tempo, para a aproximação da CI a outras áreas e lideranças decisoras. Em outubro de 2025, a Dialog foi ao Rio Grande do Sul com o evento On The Road, que promove debates e […]

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O uso de dados de Comunicação Interna se mostra cada vez mais o caminho para uma atuação estratégica e, ao mesmo tempo, para a aproximação da CI a outras áreas e lideranças decisoras.

Em outubro de 2025, a Dialog foi ao Rio Grande do Sul com o evento On The Road, que promove debates e conversas sobre temas relevantes para profissionais de Comunicação Interna. Um dos painéis dessa edição abordou justamente a mensuração na área para a tomada de decisões ligadas ao negócio.

Compartilharemos neste conteúdo alguns dos principais insights do encontro, além de abordar um tema que anda de mãos dadas com uso de dados em CI: o retorno sobre o investimento (ROI). Boa leitura!

Dados de Comunicação Interna e multicanalidade

Ao pensar no uso de dados de Comunicação Interna, é preciso levar em consideração outro movimento que vem crescendo nos últimos anos: a multicanalidade.

Diferentes públicos com diversos hábitos e necessidades vêm demandando da área de Comunicação Interna uma estratégia de canais mais robusta. 

Sendo assim, além de utilizar esses dados, é preciso cruzá-los para uma análise mais complexa e que dê sentido aos números. Esse cruzamento deve ser feito entre métricas e indicadores de negócio.

“Entendemos que o cenário ideal é o da integração e do cruzamento de dados na Comunicação Interna. Na camada de consumo, observamos alcance, aberturas e tempo de leitura para entender se a mensagem chega.  Na de comportamento, avaliamos interações, participação e sentimento para compreender como as pessoas se conectam com o conteúdo e entre si. E na de negócio, cruzamos essas informações com dados de produtividade, turnover, segurança e qualidade, entre outros”, recomendou Kerlin Dutra, diretora de Conteúdo e Planejamento na HappyHouse.

Kerlin considera que dado conectado “é insight, é direção e base de decisão”, e que é nesse contexto que a área de Comunicação Interna se posiciona como parte do sistema de inteligência da empresa.

Para Fabiana Becker, sócia da Fale Consultoras, na Comunicação Interna não basta saber que o colaborador abriu o e-mail; é necessário saber se ele entendeu a mensagem e se mudou algo na forma de agir ou perceber a empresa.

“Os dados de consumo mostram alcance e eficiência de canal; os dados de comportamento revelam engajamento e aprendizado; e os dados de negócio mostram contribuição para resultados concretos — seja na redução de turnover, no aumento da segurança ou na produtividade. O papel do comunicador hoje é justamente conectar essas camadas em uma narrativa coerente de valor.”

Acesso em tempo real

O quanto ter acesso a dados em tempo real pode mudar uma estratégia em curso, seja para melhorar os resultados ou aumentar o investimento? 

Para Dutra, ter acesso a dados qualitativos e quantitativos em tempo real muda completamente a forma de fazer Comunicação Interna. “Quando conseguimos acompanhar resultados enquanto as ações estão acontecendo, deixamos de reagir e passamos a agir de forma estratégica. Dados em tempo real tornam a Comunicação Interna mais ágil e relevante”, diz. 

Fabiana também considera que cruzar feedbacks qualitativos (comentários, pesquisas instantâneas e reações) com dados quantitativos (alcance e taxa de conclusão) dá uma leitura viva da percepção dos colaboradores. Segundo ela, isso torna a área mais ágil e capaz de justificar aumento de investimento com base em evidências, e não em intuição.

CI na mesa da diretoria

Como podemos usar os dados de Comunicação Interna para uma discussão mais robusta com a diretoria da empresa, especialmente num momento como o de formação de orçamento?

Sobre esse assunto, Fabiana ressaltou o papel de dados para reposicionar a CI como área de gestão. Para ela, falar em números durante o desenho orçamentário muda a conversa.

“Quando mostramos correlação entre comunicação e indicadores críticos do negócio, como produtividade, segurança e retenção, a diretoria entende que investir em Comunicação Interna é investir em performance.”

Corroborando o raciocínio, Kerlin afirma que quando CI “apresenta evidências e correlações concretas, deixa de pedir orçamento e passa a negociar investimento com base em inteligência e geração de valor para o negócio.”

O que é essencial medir

Refletindo sobre quais são os indicadores essenciais para um relatório de acompanhamento e quais são os indicadores para levar para uma reunião com lideranças, a diretora na HappyHouse argumenta que a distinção entre eles é o que posiciona a CI como um time de inteligência e influência. Ela cita como indicadores relevantes:

  • Adoção e alcance (eficiência): Mostra se a comunicação chega a todos.

Indicadores: alcance, usuários ativos, visualizações, frequência de acesso.

  • Engajamento e interação (eficiência): Mede o envolvimento e a participação.

Indicadores: cliques, reações, comentários, participação em campanhas.

  • Experiência e sentimento (eficiência): Avalia como o público percebe a comunicação. 

Indicadores: tempo médio de leitura/sessão, índice de satisfação (NPS de Comunicação), feedbacks qualitativos e compreensão da mensagem.

  • Impacto organizacional (eficácia): Revela o efeito da comunicação no negócio.

Indicadores:

  • Mudança de comportamento, conexão com temas estratégicos, correlação com clima e turnover;
  • Mudança de comportamento (ex: aumento de adesão a programas);
  • Correlação com clima, turnover e eNPS;
  • Economia de tempo e redução de retrabalho;
  • Conexão com a narrativa estratégica (ex: transformação digital, cultura, engajamento).

A sócia da Fale Consultora considera que um bom relatório de Comunicação Interna precisa combinar indicadores operacionais, indicadores de engajamento e indicadores estratégicos.

Para o dia a dia, a especialista cita alcance por canal, taxa de abertura e cliques, tempo médio de leitura, participação em campanhas, volume de feedbacks e sentimento das interações.

Já para reuniões com lideranças, o destaque fica para a evolução de indicadores de clima ou engajamento, recall das mensagens estratégicas, correlação entre campanhas e métricas de negócio (ex.: queda em acidentes após campanha de segurança) e ROI de iniciativas específicas.

ROI na Comunicação Interna

Segundo o estudo “Measuring What Matters in Internal Comms”, 92% dos times de Comunicação Interna têm dificuldade em mostrar o ROI da área para a liderança.

Além disso, a pesquisa mostrou o que mais interessa líderes na Comunicação Interna:

  • 51%: engajamento de colaboradores;
  • 47%: apoio a mudanças;
  • 46%: reforço de valores e cultura;
  • 45%: alcançar todos os colaboradores;
  • 30%: aumentar a retenção de talentos.

Como passo a passo para mostrar o retorno sobre o investimento na área, o estudo indica:

  1. Estratégia que define KPIs mensuráveis atrelados aos objetivos de negócio, apoiada por análises e insights aprofundados para relatórios claros e precisos.
  2. Execução que atinge esses KPIs utilizando uma combinação de formatos de comunicação multicanal e experiências mobile-first que atendem às necessidades e preferências dos colaboradores.
  3. Tecnologia que permite criar, analisar, reportar e otimizar suas campanhas de Comunicação Interna, tudo a partir de uma única plataforma, para que você possa entregar (e comprovar) impacto real para a liderança.

FAQ: Dados de Comunicação Interna e ROI

  1. Por que utilizar dados de Comunicação Interna é essencial para a tomada de decisões estratégicas no negócio?

O uso de dados permite alinhar as ações de CI aos objetivos da empresa, mensurar resultados em tempo real e embasar decisões das lideranças de forma objetiva e precisa.

2. Quais são os principais KPIs monitorados para avaliar o impacto da Comunicação Interna estratégica?

Engajamento dos colaboradores, alcance das mensagens, taxa de leitura, participação em ações internas, além de indicadores personalizados ligados a metas do negócio.

3. Como a análise de dados em tempo real fortalece o papel estratégico da Comunicação Interna?

Relatórios em tempo real proporcionam agilidade na tomada de decisões, permitem ajustes rápidos nas campanhas e entregam insumos concretos para as lideranças acompanharem o impacto das ações de CI de forma contínua.

  1. Como os dados de Comunicação Interna ajudam a antecipar tendências e identificar oportunidades dentro da empresa?

A análise contínua de dados permite detectar padrões de comportamento, preferências dos colaboradores e possíveis gargalos na comunicação, possibilitando ações proativas e melhorias estratégicas.

  1. Como a apresentação de resultados de Comunicação Interna baseada em dados pode influenciar o investimento da diretoria em novos projetos?

Quando os resultados de CI são apresentados de forma estruturada, com métricas e indicadores claros, a diretoria percebe o valor real das iniciativas, tornando-se mais propensa a apoiar e investir em novas soluções, tecnologias e campanhas que fortaleçam a comunicação e envolvimento dos colaboradores.

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Mensuração na Comunicação Interna: Suzel Figueiredo dá dicas para uma análise completa https://blog.dialog.ci/mensuracao-na-comunicacao-interna-suzel-figueiredo-da-dicas-para-uma-analise-completa/ https://blog.dialog.ci/mensuracao-na-comunicacao-interna-suzel-figueiredo-da-dicas-para-uma-analise-completa/#respond Tue, 28 Oct 2025 17:22:02 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6260 A mensuração na Comunicação Interna é uma prática cada vez mais cobrada dos profissionais da área, mas muitos ainda usam os dados de forma tímida, não alcançando o pleno potencial que indicadores e métricas têm a oferecer à Comunicação Interna. Para falar sobre como usar e, mais importante, como analisar e apresentar esses dados de […]

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A mensuração na Comunicação Interna é uma prática cada vez mais cobrada dos profissionais da área, mas muitos ainda usam os dados de forma tímida, não alcançando o pleno potencial que indicadores e métricas têm a oferecer à Comunicação Interna.

Para falar sobre como usar e, mais importante, como analisar e apresentar esses dados de forma estratégica, Suzel Figueiredo participou do primeiro episódio da 3ª Semana do Planejamento da Comunicação Interna, idealizada pela Dialog.

A especialista em métricas e indicadores de Comunicação e Recursos Humanos, com ênfase em Comunicação Corporativa, que também é fundadora e CEO na Indicafix Métricas Digitais, esteve junto a Vinícius Ventura, diretor de Vendas e Marketing na Dialog. Assista ao conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escute a versão podcast aqui.

Mensuração na Comunicação Interna: obstáculos

Apesar de todo o avanço em ferramentas de mensuração na Comunicação Interna, muitos profissionais da área ainda sentem dificuldades para transformar dados em ações estratégicas. 

Para Suzel Figueiredo, o problema começa na faculdade: os profissionais, normalmente formados em Jornalismo ou Relações Públicas, aprendem a ser “quase técnicos” no ambiente acadêmico, mas que não são preparados para a gestão. Isso significa que, quando se fala em métricas e planejamento, não é sobre um canal ou campanha específica, mas sim referente à atuação transformadora de CI nas organizações.

Outro obstáculo citado pela especialista é a famosa frase “sou de humanas, não me dou bem com números”. Suzel dá um recado claro para profissionais de Comunicação Interna que continuam com essa mentalidade.

“Se você não consegue medir o resultado do seu trabalho, a sua carreira vai ficar bastante limitada, porque você precisa demonstrar o que faz com o seu trabalho, qual o resultado do seu trabalho para a empresa e o impacto que isso tem.”

Vinícius levanta também outro ponto: alguns profissionais focam em métricas de determinado canal, mas não olham para o todo, o que prejudica uma análise completa.

“A dificuldade da integração de métricas, em enxergar tudo em um único painel, me parece hoje um grande desafio, principalmente em empresas que usam diferentes soluções.”

O segundo ponto citado pelo diretor da Dialog é a importância de entender o porquê determinados dados estão sendo analisados.

“O que eu quero saber com isso? A campanha foi um sucesso? O que é sucesso? Se não temos uma visão de que a Comunicação deve, de fato, impactar o negócio, a identificação de um colaborador que é engajado e o quanto ele pode representar em termos de melhora de resultado, produtividade e o quanto ele pode impactar outras pessoas na própria área… quando não temos essa conexão direta do impacto que pode gerar no negócio, vira uma métrica de ego: minhas campanhas são ótimas e param por ali.”

Boas práticas e aprendizados com Suzel Figueiredo

A CEO na Indicafix Métricas Digitais possui mais de 30 anos de experiência e compartilhou boas práticas e aprendizados que todo profissional de Comunicação Interna deve adotar para avançar na análise de indicadores.

Ela comentou sobre o fato da mensuração na Comunicação Interna ser sempre um dos maiores desafios da área, como comprovam diversas pesquisas. E por que isso acontece? Figueiredo conta que, por ter contato direto com as altas lideranças nas empresas que atende, as métricas apresentadas não explicam o que esses líderes querem entender.

Suzel comenta que a área deve pensar em métricas quando começar a pensar no planejamento de CI.

Antes, porém, os profissionais devem diferenciar o que é planejamento e o que é plano. “Todo profissional de Comunicação Interna faz plano para campanha, de implantação de uma coisa… tem um plano atrás do outro. Planejamento é algo maior que isso, vai se conectar com o negócio, então você vai ter um planejamento alinhado com a estratégia do negócio. E se você vai ter um planejamento de um ano, por exemplo, tem objetivos definidos e se eu não faço esse alinhamento dos meus objetivos com os meus indicadores e não estabeleço metas, estou só produzindo cada vez mais informação.”

Como dica de mensuração na Comunicação Interna, ela recomenda começar o planejamento da área justamente definindo o que deve ser alcançado, segmentando objetivos por públicos internos.

“Se eu não defino onde quero chegar, se eu sequer sei onde estou, eu só estou produzindo e gerando dados. A gente não precisa de mais dados, existem dados suficientes, nós só precisamos conectar eles com o nosso objetivo. E ver se esses objetivos, uma vez alcançados, geram alguma transformação na organização.”

Uma plataforma de Comunicação Interna que apoia

A Dialog tem investido cada vez mais em soluções e recursos para ajudar empresas a mensurar e otimizar a Comunicação Interna. Mas como as ferramentas oferecidas pela HR Tech líder no mercado facilitam a coleta, análise e apresentação de dados estratégicos? 

Vinícius considera que o objetivo da empresa é facilitar a leitura de dados para que os profissionais de Comunicação Interna tomem decisões. Em uma segunda camada, o dashboard da plataforma, que conta com mais de 50 indicadores, oferece rapidez e autonomia para a área.

Ele também conta que a mudança de percepção em relação a métricas e definição de sucesso em redes sociais, liderada pelo TikTok, que não considera tanto número de likes e comentários e sim o tempo de tela do usuário, inspirou a Dialog a passar a oferecer indicadores como taxa de retenção.

“A partir daqui, a gente consegue ter mais uma camada de tomada de decisão baseada no que engaja, não só no que dá like e comentário. A Dialog tem colocado bastante tempo e investimento em facilitar a leitura de dados e transformar isso em um plano de ação acionável e que gere ROI para a empresa, seja ele facilitando o acesso ou gerando a redução de possíveis prejuízos.”

Coleta, análise e apresentação de dados

Antes de coletar e organizar os dados para apresentar para a liderança, é preciso entender quais dados serão coletados e até mesmo desenhar um modelo para a coleta dessas informações, entender referências para que o dado não seja somente um número solto.

“Quando falamos de métricas e indicadores, são conceitos diferentes. Nem toda métrica é um indicador, mas todo indicador é uma métrica. Por exemplo: se eu preciso reduzir o número de pessoas que acessam o e-mail porque perdem muito tempo e vou arrumar outro tipo de solução, 37% pode significar muito ou pouco, mas se eu disser que no ano passado era 48%, aí já são dois dados interrelacionados que dizem respeito a uma redução de uso de e-mail.”

A especialista explica que o primeiro passo para aqueles que querem iniciar a mensuração na Comunicação Interna é fazer alguns questionamentos: “Você tem objetivo definido? Você sabe em que momento está? 10 em 10 profissionais de Comunicação querem melhorar a CI, eu pergunto como ela está hoje, não vem informação em formato de dados.”

Sendo assim, para mensurar, Suzel recomenda: definir o objetivo, o público a ser analisado (“Porque cada vez mais a Comunicação terá que ser mais segmentada”), analisar o que esse público recebe e consome a informação para entregar no formato desejado, se a informação chegou e foi consumida para então avaliar o resultado da Comunicação Interna.

“É desejo de todo profissional de Comunicação Interna se preparar para ser mais estratégico. E seremos cada vez mais estratégicos se a gente conversar a língua dos negócios, não só a língua da comunicação. Temos que construir processos e soluções de comunicação para atender demandas e entregar soluções da empresa.”

Vinícius compartilhou 3 dicas do que não fazer na hora de mensurar:

  • Apresentar métricas de vaidade soltas, sem referência ou conexão com o negócio;
  • Não apresentar os pontos que devem ser melhorados;
  • Ter uma visão determinista baseada no achismo e não em dados.

Suzel lembra que ferramentas de mensuração de Comunicação Interna são “somente” ferramentas, os profissionais da área que devem fazer a arquitetura dos resultados, a análise do que foi medido, a conexão com os negócios.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Dados comportamentais: a nova fronteira das métricas em Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/dados-comportamentais-a-nova-fronteira-das-metricas-em-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/dados-comportamentais-a-nova-fronteira-das-metricas-em-comunicacao-interna/#respond Thu, 18 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6113 Nos últimos anos, a Comunicação Interna (CI) evoluiu de uma prática centrada na disseminação de mensagens para um campo estratégico, capaz de influenciar engajamento, cultura e até resultados de negócio. Essa transformação trouxe um desafio: como mensurar o impacto da Comunicação Interna de forma mais madura? Se antes as métricas se restringiam a números como […]

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Nos últimos anos, a Comunicação Interna (CI) evoluiu de uma prática centrada na disseminação de mensagens para um campo estratégico, capaz de influenciar engajamento, cultura e até resultados de negócio. Essa transformação trouxe um desafio: como mensurar o impacto da Comunicação Interna de forma mais madura?

Se antes as métricas se restringiam a números como taxa de abertura de e-mails ou alcance de posts, hoje temos a oportunidade de observar algo mais profundo: os dados comportamentais dos colaboradores. Eles revelam não apenas se uma mensagem foi recebida, mas como ela foi assimilada e se gerou mudanças reais de comportamento.

O que são dados comportamentais na CI?

Dados comportamentais são aqueles que traduzem a ação prática do colaborador diante das iniciativas de comunicação. Em vez de apenas medir exposição, medimos resposta e interação:

  • Acessar conteúdos e permanecer neles;
  • Participar de programas, eventos ou treinamentos;
  • Compartilhar, comentar ou recomendar iniciativas;
  • Usar ferramentas lançadas pela empresa;
  • Demonstrar engajamento cultural (como adesão a campanhas de diversidade, segurança ou inovação);
  • Potencializar a produtividade.

Esses sinais dizem mais sobre a efetividade da comunicação do que a mera visualização de uma mensagem.

Além dos números: como transformar dados comportamentais em métricas estratégicas

1. Engajamento com canais internos

Mais do que medir cliques e visualizações, observar tempo médio de leitura, comentários e compartilhamentos ajuda a entender se o conteúdo realmente ressoou.

2. Adoção de ferramentas e iniciativas

Se a empresa lança um app, um chatbot ou um novo canal, medir a taxa de adesão mostra se a comunicação conseguiu mobilizar para a ação.

3. Participação em programas corporativos

Quantidade de pessoas envolvidas em treinamentos, presentes em eventos internos e engajadas em lives são dados que conectam mensagem a comportamento coletivo.

4. Sentimento e clima

A análise de comentários em fóruns internos, enquetes e pesquisas pulse permitem capturar a emoção por trás das interações e ajustar narrativas em tempo real.

5. Rede de influenciadores internos

Identificar quem mais compartilha, comenta e influencia conversas ajuda a mapear embaixadores da cultura — peças-chave para campanhas de alto impacto.

6. Aderência cultural

Perceber se uma campanha de valores impactou no comportamento a ponto do colaborador mudar a forma de agir pode significar que a CI contribuiu para a mudança de comportamento. 

7. Integração com dados de gestão de pessoas

Conectar dados de comunicação com indicadores como turnover, absenteísmo e produtividade eleva a maturidade da CI, mostrando como ela contribui diretamente para a saúde organizacional.

Por que isso eleva a maturidade da Comunicação Interna?

O uso de dados comportamentais representa uma mudança de paradigma.

  • De informativa para estratégica: a CI deixa de apenas transmitir mensagens para influenciar comportamentos.
  • De quantitativa para qualitativa: passamos de métricas de alcance para métricas de impacto.
  • De reativa para preditiva: ao observar padrões de comportamento, é possível prever riscos de clima, engajamento e cultura — e agir antes que virem problemas.

O futuro: Comunicação Interna como ciência do comportamento organizacional

Ao adotar dados comportamentais como métrica, a CI ganha status de campo analítico, alinhado a práticas de analytics de RH e de gestão. Isso amplia seu papel como parceira estratégica do negócio, capaz de antecipar tendências, influenciar cultura e apoiar decisões de liderança.

Em um mundo organizacional cada vez mais complexo, mensurar apenas o alcance é insuficiente. O próximo passo está em compreender como cada mensagem transforma atitudes — e como essas atitudes impactam o clima, a cultura e os resultados da empresa.

Você se identifica com o desafio de ir além das métricas tradicionais? Conte com a P3K! Estamos prontos para ajudar sua empresa a implementar uma cultura de mensuração com base em dados comportamentais, que demonstram como a comunicação contribui diretamente para a saúde organizacional e impacta o clima, a cultura e os resultados do negócio. Clique aqui e fale com a gente!

Por Pâmera Ferreira, Gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Especialista compartilha estratégias de Comunicação Interna no Agronegócio https://blog.dialog.ci/especialista-compartilha-estrategias-de-comunicacao-interna-no-agronegocio/ https://blog.dialog.ci/especialista-compartilha-estrategias-de-comunicacao-interna-no-agronegocio/#respond Thu, 22 May 2025 19:55:25 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5918 O Agro é um dos motores da economia brasileira e também um dos terrenos mais desafiadores para uma comunicação efetiva com os colaboradores. A Comunicação Interna no Agronegócio precisa lidar com desafios como profissionais atuantes em diferentes cidades, diversidade geracional, além de variados turnos e níveis de escolaridade. Engajar esse público tão complexo exige estratégia, […]

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O Agro é um dos motores da economia brasileira e também um dos terrenos mais desafiadores para uma comunicação efetiva com os colaboradores. A Comunicação Interna no Agronegócio precisa lidar com desafios como profissionais atuantes em diferentes cidades, diversidade geracional, além de variados turnos e níveis de escolaridade.

Engajar esse público tão complexo exige estratégia, criatividade e uma comunicação que fale a linguagem do campo e conecte pessoas de ponta a ponta. E para falar sobre quais estratégias são essas, convidamos Marilise Mônaco para ministrar uma masterclass especial.

Em 20 anos de carreira, Marilise passou por grandes empresas do Agro, Varejo e Indústria, como Carrefour, GPA, Casas Bahia e Raízen, atuando na Comunicação Corporativa de forma integrada. Mas nesse universo, como um filho preferido assumido, Marilise se especializou na comunicação e no relacionamento com o público interno, pois sabe o papel que essa prática desempenha na construção de uma cultura organizacional sólida, que é essencial para o sucesso da companhia e o alcance de resultados.

Você pode assistir ou escutar a masterclass na íntegra.

Comunicação Interna no Agronegócio: desafios e desejos

Marilise iniciou sua masterclass contando como chegou na Comunicação Interna no Agronegócio. A profissional fez a migração depois de 13 anos no Varejo, setor que conta com um cenário dinâmico, um público diverso e um quadro de quase 40% de turnover.

“Ou seja, a gente está sempre contando a mesma história de integração, de cultura e de engajamento para trazer os colaboradores para esse universo.”

Ela confessou que imaginava que o Agronegócio seria similar, mas encontrou camadas extras que tornavam o cenário ainda mais complexo:

  1. Predomínio de público operacional: de 60 a 75%;
  2. Diversidade de perfis: cultura, faixa etária, geografia, natureza de trabalho, escolaridade e turnos.

“Quando eu estava na Raízen, por exemplo, a gente tinha colaboradores que iam direto — quando chegavam no trabalho — sem passar na unidade, para trabalhar no campo. Você chega, sobe em um trator e vai direto para a colheita. Como eu vou me comunicar com esse público? Não passa nem pelo refeitório, não dá para fazer um papel bandeja para falar com ele. Então você [profissional de CI] tem que ser muito criativo nas estratégias, em tantas formas de comunicar, e você vai encontrando desafios.”

Marilise compartilhou que a equipe de CI na empresa cogitou até a criação de uma rádio própria e chegaram a ir até Brasília para conversar com representantes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e entender a viabilidade do projeto (colocar antenas espalhadas pelo território nacional para que o público operacional sintonizasse dentro das máquinas).

Outro ponto enfrentado na gigante do Agro era a necessidade de comunicar e disponibilizar documentos importantes para profissionais administrativos alocados fora do Brasil, que não falam português e recebiam comunicações gerais, incluindo de benefícios que somente os colaboradores brasileiros possuíam.

“São 60 pessoas… Será que vale traduzir todos os documentos da companhia, as políticas? Vale, porque falamos de 60 hoje, mas se você quer ter uma empresa internacionalizada, você precisa dar esse passo.”

Ela considera que é necessário cada vez mais segmentar os públicos e olhar com muito carinho para suas necessidades.

Ao falar dos desejos da Comunicação Interna no Agronegócio, o engajamento é o primeiro ponto citado pela especialista. “Tudo que é feito para gerar engajamento passa pela comunicação”, destaca.

Marilise falou sobre dados de uma pesquisa feita pela Indicafix, que fez uma comparação direta entre CI no Agro e em outros setores. O alcance é apontado como grande desafio da área nas duas vertentes, mas o percentual no Agronegócio é quase o dobro quando comparado com os demais segmentos.

Isso se dá porque o estudo mostra que, em média, de 26% a 50% dos colaboradores de empresas do Agronegócio possuem acesso ao computador durante sua jornada de trabalho.

Ao mesmo tempo, 100% das empresas do Agro que participaram da pesquisa afirmaram usar o e-mail como principal canal de comunicação, o que faz com que a conta não feche.

Entretanto, olhando para o futuro, rede social corporativa, aplicativo e podcast foram as ferramentas mais citadas como desejo de adesão por parte dessas organizações, o que mostra o reconhecimento da necessidade de opções digitais e móveis para alcançar os públicos internos.

Aliados

Marilise também citou dois grupos que podem ser aliados da Comunicação Interna na hora de chegar nos públicos internos: a liderança e os influenciadores.

No caso dos líderes, o estudo da Indicafix mostrou que 100% dos entrevistados consideram importante a liderança no Agro apoiar na disseminação de informações, mas somente 40% estão envolvidos ou muito envolvidos.

E o que justifica essa baixa porcentagem? Para Marilise, a liderança está cansada e infoxicada.

“A gente está recebendo muito e-mail. A liderança está recebendo, em média, 100 e-mails por dia. Mas não é só e-mail: é Teams para cá, WhatsApp para lá… É uma avalanche de dados todos os dias, que gera a fadiga desses olhos.”

Esse cansaço diminui a produtividade do líder, resulta na perda de foco e na dificuldade de transmitir as informações às equipes e, consequentemente, desengajando times.

Para evitar isso, profissionais de Comunicação Interna podem investir em canais específicos para líderes, capacitar esse público e promover encontros para falar sobre liderança comunicadora.

Ela citou como exemplo uma experiência enquanto trabalhava na Via Varejo (agora Grupo Casas Bahia), quando o time de CI tinha o Via Líder, um resumo simples do que precisava ser passado para o colaborador e para os times.

“Às vezes precisamos pensar de forma simplificada, fazer o básico bem feito para não sobrecarregar a liderança.”

Sobre os influenciadores internos ou agentes de Comunicação Interna, Marilise afirma que a área precisa de ajuda, principalmente em casos em que a informação precisa chegar a milhares de pessoas.

Na Raízen, o programa foi implantado de forma estruturada, com metas a serem atingidas e reconhecimento por parte da empresa e da liderança.

Prós e contras de canais

Mônaco compartilhou sua visão sobre vantagens e desvantagens de alguns canais:

E-mail e chat interno: 

  • Prós: Segmentável*, mensurável e confiável.
  • Contras: Muitos envios por mês (média de 61 por mês, segundo a PoliteMail), média de abertura de 68%, atenção de 54% e engajamento de apenas 34%. Conteúdos longos, títulos nada atraentes e textos com muitos jargões corporativos.

Uma questão levantada pela especialista é que, para uma segmentação eficaz, é preciso contar com um bom mailing — algo considerado um desafio por ela.

WhatsApp

  • Prós: Democrático, ágil e permite a criação de grupos e comunidades, compartilhamento de mídias e recursos adicionais, como enquetes.
  • Contras: Segurança de dados e vazamento de informações, conformidade e registro, gestão do mailing e grupos, não mensurável e sobrecarga de informações.

“Sabe como me sinto quando uso o WhatsApp [como canal de CI]? Soltando comunicação ao vento, porque eu não sei para onde ela está indo, como essa comunicação vai ser usada, replicada e o que acontece depois que eu mando.”

Jornal/mural impresso

Chamado por Marilise de “canal de boa vontade”, a ferramenta depende de alguém imprimir e trocar/distribuir o material, seja um agente de Comunicação Interna ou outro profissional.

Ela considera também que não é um canal de CI, mas sim da unidade, que vai querer colocar conteúdos como: aniversariantes do mês, funcionário do mês etc.

A periodicidade também é um ponto negativo: por se tratar de uma ferramenta off-line, os conteúdos não são quentes (recentes) e sim mais perenes, o que — para a especialista — se torna paisagem.

Como pontos positivos, ela cita a possibilidade de ligar o off ao on-line com o uso de QR codes nas comunicações no mural, mas é preciso ter cuidado para onde o colaborador será direcionado, se todos podem acessar (com login etc.).

A digitalização é necessária

Mônaco também reflete sobre como as empresas devem se aproveitar do fato de que o uso de celulares para se conectar com outras pessoas já é um hábito dos brasileiros. Entra aí a oportunidade de usar ferramentas como a rede social corporativa como canal de Comunicação Interna.

“Traz alcance, ou seja, a gente chega onde não conseguia chegar, traz inclusão, que é dar voz a quem não tinha voz: eles [colaboradores] podem publicar conteúdos, falar, colocar tudo que não era possível; a gente pode fazer a segmentação desse público, a personalização e — o sonho da vida! — a hiperpersonalização, que você consegue diminuir a sobrecarga de comunicação e aumentar a relevância. Para isso, precisamos de dados e tecnologia para filtrar os interesses dos colaboradores e não só o que a gente [CI] quer mandar para eles. (…) E é assim que conseguimos chegar no tão sonhado engajamento.”

Dito isso, ela também levanta os cuidados necessários para adotar esse tipo de ferramenta na Comunicação Interna (no Agro ou em outros setores):

  • Profissionais de CI não devem depositar toda a responsabilidade na plataforma em si, é preciso fazer uma gestão e estratégia para garantir que colaboradores acessem e se engajem.
  • Aproveite os dados que esse tipo de ferramenta fornece (IA pode ajudar nesse ponto).
  • Não adaptar textos para esse tipo de ferramenta: por exemplo, não é estratégico replicar o texto feito para um e-mail em uma rede social corporativa. Aposte em vídeos e conteúdos curtos e rápidos.

Ela compartilhou mais uma ação de sucesso na Raízen: na época de eleições, lideranças pediram que a área de CI fizesse um material do que colaboradores poderiam ou não fazer. Como solução, pensando no tema (que não necessariamente chamaria a atenção dos colaboradores), a área decidiu produzir um vídeo especial baseado em um quadro famoso de um reality show conhecido.

Marilise ainda contou sobre outro exemplo, dessa vez referente a uma campanha de segurança do trabalho (tema crucial no Agronegócio e em setores como Varejo, Logística etc.): foi criado um concurso cultural para apresentar os novos pilares para os colaboradores, que podiam enviar clipes/músicas. O resultado: cerca de 200 participações!

“É tornar um assunto sério, algo leve. É o corporativo ‘fun’. E como fazer isso? Usando muito a criatividade e enxergar o que é tendência nas redes sociais para não deixar chato.”

Para finalizar, Marilise respondeu a uma dúvida comum de profissionais de Comunicação Interna no Agronegócio: é possível implementar a ferramenta quando há temporadas de safra e, com isso, a contratação de muitos colaboradores temporários? A resposta é: sim!

“Antes, quando falávamos de rede social [corporativa], pensávamos muito em e-mail e como isso gerava um custo para a empresa [de gerar esses e-mails]. Hoje temos soluções mais simples, como atrelar [o login do colaborador] ao CPF ou ao número de matrícula. E você consegue fazer isso no tempo de permanência do colaborador.”


A Dialog, por exemplo, permite que o login seja feito via CPF, número de matrícula e e-mail. A plataforma permite a segmentação de conteúdos, grupos etc. Conheça agora!

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Mensuração na Comunicação Interna: passo a passo de como fazer https://blog.dialog.ci/mensuracao-na-comunicacao-interna-passo-a-passo-de-como-fazer/ https://blog.dialog.ci/mensuracao-na-comunicacao-interna-passo-a-passo-de-como-fazer/#respond Wed, 13 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5455 A mensuração na Comunicação Interna já foi, um dia, desafiadora. Hoje existem diversas ferramentas para adotar o uso de dados na CI – como a Dialog, que conta com um dashboard que reúne mais de 50 indicadores. Para fechar com chave de ouro a segunda edição da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, o tema […]

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A mensuração na Comunicação Interna já foi, um dia, desafiadora. Hoje existem diversas ferramentas para adotar o uso de dados na CI – como a Dialog, que conta com um dashboard que reúne mais de 50 indicadores.

Para fechar com chave de ouro a segunda edição da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, o tema não poderia ser outro: o uso de dados como parte essencial das estratégias da área.

A última masterclass especial foi ministrada por Fernanda Nocera, coordenadora de Atendimento na Ação Integrada, agência responsável – junto com a Aberje – por uma das pesquisas mais completas e relevantes sobre o mercado de Comunicação Interna no Brasil.

Fernanda é especialista em Comunicação Interna e tem experiência em projetos estratégicos, diagnósticos de comunicação e colaboração, mensuração, planejamento e desenvolvimento de campanhas e eventos.

Além de realizar a aula, a Dialog criou um conteúdo prático complementar: um checklist de quais dados a empresa deve coletar e monitorar periodicamente. Você pode assistir à transmissão e baixar o material clicando neste link.

Mensuração na Comunicação Interna: o cenário

Apenas 5%: esse é o tempo investido em mensuração na Comunicação Interna por parte dos profissionais da área. Por outro lado, 40% do tempo é usado em canais e campanhas de CI. Os dados são do estudo da Aberje e da Ação Integrada.

O mesmo estudo apontou que 52% dos entrevistados consideram que melhorar a mensuração e a gestão de dados é um dos principais desafios da área, ocupando o 2º lugar na lista geral.

“Evoluir nos processos de Comunicação Interna, além de tomar decisões a partir de dados” foi também uma das principais respostas abertas sinalizadas na pesquisa.

Esses números mostram que o uso e a análise de dados na área tem um longo caminho a ser percorrido, mas que há vontade de mudança por parte dos profissionais de CI.

Passo a passo para mensurar

Fernanda Nocera compartilhou 5 passos para iniciar ou intensificar a jornada de mensuração na Comunicação Interna:

  1. Tenha inquietação, compromisso e responsabilidade: A área não entrega mais apenas comunicações, mas sim resultados para o negócio –  e os dados são a base para a tomada de decisão.

“Depois da pandemia, a área de Comunicação Interna ganhou uma cadeira muito estratégica na maioria das empresas. Então, cada vez mais a gente não entrega apenas volume, a gente entrega resultado para o negócio”, afirmou Fernanda.

  1. Identifique quais dados você já possui e quais ir atrás: A tecnologia entra aqui como aliada. Existem várias soluções que oferecem dados valiosos para a área de CI  – como a Dialog, que conta com um dashboard que reúne mais de 50 indicadores.
  2. Colete dados de forma constante e consistente: Segundo Fernanda, é aqui que a mensuração fica difícil para muitos profissionais, porque é preciso investir tempo e dedicação nessa etapa. 
  3. Analise dados e insights: A análise está conectada com referências, por isso é preciso apresentar contexto, histórico e comparações.
  4. Tomar decisões estratégicas com base em dados: Aqui é onde a “mágica” acontece, criando uma cultura de mensuração, flexibilidade e transformação.

“Por que trouxe flexibilidade e transformação? Muitas vezes a efetividade demanda mudança, então ao longo dessa jornada a gente vai ter que entender e abrir mão de alguns canais, de alguns processos e de algumas iniciativas que antes eram consideradas muito legais, mas que hoje não estão trazendo os resultados estratégicos que o negócio precisa e demanda de nós”, explicou.

O que e como medir?

Fernanda apontou que a resposta para essa pergunta tem dois pilares: a eficiência do processo (qual é a melhor forma de fazer isso?) e a eficácia dos resultados (deu certo ou não?).

Ela trouxe algumas sugestões do que e de como mensurar na Comunicação Interna. Anota aí!

  • Índice de compreensão/efetividade/conexão com as narrativas: pesquisas antes e depois de campanhas e eventos. 
  • Índice de efetividade das experiências: qualidade e utilidade da comunicação, da iniciativa e da transformação no dia a dia. 
  • Interações e engajamento: quiz, concurso e sorteio. 
  • Engajamento nas publicações dos canais on-line: acesso, curtida, comentário e compartilhamento. 
  • Indicadores das áreas: número de acidentes, vacinação, pesquisa de clima, indicadores de vendas, entre outros. 
  • ROI: investimento versus receita ou economia. 

A coordenadora ainda compartilhou alguns cases, feitos pela Ação Integrada e seus clientes, relacionados ao uso de dados na área de CI. Para saber detalhes, basta acessar o link da masterclass e ir até o minuto 29:00.

Para finalizar a aula, Fernanda abordou a pergunta de milhões: como mostrar o valor da Comunicação Interna para o negócio? A resposta está na criação de um relatório com os seguintes pontos:

Fonte: Ação Integrada

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Uso de dados na Comunicação Interna: como criar a narrativa perfeita https://blog.dialog.ci/uso-de-dados-na-comunicacao-interna-como-criar-a-narrativa-perfeita/ https://blog.dialog.ci/uso-de-dados-na-comunicacao-interna-como-criar-a-narrativa-perfeita/#respond Mon, 26 Aug 2024 12:55:30 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5211 Muito se fala sobre o uso de dados na Comunicação Interna, mas como começar a mensurar e, mais importante, usar essas métricas de forma estratégica para a área e para a empresa? Sabemos que os números são a base de qualquer decisão relevante dentro das organizações, e que a Comunicação Interna pode construir narrativas a […]

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Muito se fala sobre o uso de dados na Comunicação Interna, mas como começar a mensurar e, mais importante, usar essas métricas de forma estratégica para a área e para a empresa?

Sabemos que os números são a base de qualquer decisão relevante dentro das organizações, e que a Comunicação Interna pode construir narrativas a partir de relatórios que trazem dados. Se você não sabe como fazer isso está no lugar certo, porque esse foi o tema tratado no 47º episódio do Dialog Talks.

O convidado da vez foi Maurício Talão, que possui 22 anos de experiência na área de Comunicação Corporativa. Ele é COO e cofundador da Clima Comunicação, que conta com uma carteira de mais de 70 clientes.

Assista ao episódio aqui ou escute o conteúdo clicando no player abaixo.

Uso de dados na Comunicação Interna: como começar?

É necessário criar estratégias para a adoção do uso de dados na Comunicação Interna? Para Maurício, sem elas, não é possível começar a mensurar.

“Para uma Comunicação Interna, o primeiro passo é você saber onde você trabalha. Qual é a estratégia que você trabalha? Esse é um ponto muito importante, pois com base na estratégia da empresa é que a gente começa a nossa mensuração”, diz.

A partir dessa definição, ele explica que a estratégia da área de Comunicação Interna pode, por exemplo, ser alavancada pelo EVP (Employee Value Proposition); ou seja, a proposta de valor da empresa como marca empregadora. 

“O EVP é um bom ponto de partida para você [profissional de CI] se basear e começar a trabalhar sua estratégia de Comunicação Interna. Lá a gente está olhando toda a jornada e experiência do colaborador”, explica.

Agora, quando a área de CI já tem a estratégia alinhada com o que a empresa espera, é hora de mensurar! O COO cita 3 etapas:

  1. Indicadores de alinhamento e conteúdo: Para defini-los, é preciso entender o que a CI precisa comunicar de fato; se informações referentes a benefícios, como ajuste do vale-alimentação, fazem parte dessa lista. Só então é possível saber o que mensurar. 
  2. Indicadores de resultado: Entra no âmbito mais qualitativo da mensuração; se colaboradores estão engajados, se entenderam a informação passada, se a CI está alinhada com o objetivo da empresa etc.
  3. Indicadores de processo: Somente nessa etapa surgem os KPIs de comunicação, desde abertura de e-mail até interações como curtidas e comentários. Maurício ressalta que para isso, é necessário contar com boas ferramentas.

“Entendendo a estratégia de mensuração na área de Comunicação Interna, com indicador de resultado, indicador de processo e indicador de alinhamento, aí sim começamos a narrativa de relatórios de comunicação”, afirmou.

Como criar a narrativa

Os tão tradicionais relatórios de resultados podem não transmitir a dimensão do impacto de um bom trabalho da Comunicação Interna na organização como um todo. Sendo assim, profissionais da área podem criar uma narrativa a partir da mensuração. Como fazer isso?

Maurício explica que para tornar a Comunicação Interna relevante para o negócio é preciso trabalhar diretamente com números.

Ele lembra que as lideranças, principalmente a Presidência e outros C-levels, estão atentos a números e que, enquanto a CI não contribuir para uma mudança positiva em indicadores estratégicos, a área permanecerá sem tanta relevância.

“A gente vai continuar fazendo comunicado, evento, criando jornal e comunicados normais, mas a partir do momento que a gente começa a imprimir uma nova narrativa para a área de Comunicação Interna como um todo e o profissional do setor mostrar o quão relevante essa área é, aí as coisas começam a mudar um pouquinho. Aí a gente está realmente trazendo dados e falando [para a liderança] ‘esse engajamento que estou provando para você que existe aqui está trazendo tanto de resultado, tanto de saving’…”, comenta.

O cofundador da Clima ainda diz que essa virada de chave faz com que líderes passem a encarar a área não mais como um mero custo, mas sim como aquela que otimiza a receita no dia a dia.

O segredo para criar essa narrativa é linkar os dados com o negócio (metas, objetivos, estratégias) e humanizar os dados, mas sem perder o número de vista (mostre como a CI muda a percepção de colaboradores).

“O executivo gosta de ver números! Não é o número da abertura, é o número de ‘como é que está impactando meu turnover isso aqui?’ ou ‘como é que está impactando o custo que eu tenho de treinamento com os meus colaboradores?’”, explica.

E quando não há apoio da liderança? Essa é a  pergunta de milhões, visto que muitas áreas de Comunicação Interna ainda não possuem o apoio de líderes, mesmo quando há uma boa estratégia sendo desenvolvida.

Maurício lembra que apostar nos números e em uma boa narrativa é a forma de conquistar esse público, até porque eles são cobrados justamente por dados.

Mensuração em CI e o operacional

Como o uso de dados na Comunicação Interna pode contribuir para a operação e, assim, se mostrar estratégica para esse público?

Com os indicadores já citados por Maurício, como o de alinhamento, é possível engajar colaboradores e até mesmo influenciar na redução de rotatividade e acidentes de trabalho, pontos altamente custosos para as organizações.

“Se a gente consegue alinhar quais são as diretrizes que eu quero para essa comunicação e o que eu quero impactar… Por exemplo: eu quero impactar aqui o KPI de entendimento dos colaboradores sobre segurança do trabalho para que eu tenha menos afastamentos; esse vai ser seu indicador de resultado”, elucida.

Ainda no exemplo de uma campanha sobre segurança do trabalho, o COO explica que o time de CI deve entender o que precisa ser comunicado, se essa comunicação que está sendo feita está alinhada com a estratégia da própria área, se a mensagem é relevante para saber se é necessário falar mais ou menos sobre o tema, pensando na infoxicação.

“Na sequência você vai distribuir as comunicações por todos os canais, na rede social interna, no mural, TV corporativa, e-mail, ativação, e por fim seu resultado – e esse é o ponto da mensuração, você vai medir o impacto, se houve diminuição nos acidentes, afastamentos etc.”, diz. 

ROI

O executivo reflete sobre empresas investirem em Marketing sabendo que haverá resultado, mas não conseguem perceber que o mesmo vale para a Comunicação Interna.

“Por que as pessoas não pensam da mesma forma que você está investindo em uma ferramenta de comunicação que vai chegar no colaborador lá na ponta com exatidão? Por que você não prova que ao manter essa pessoa informada, ela vai produzir mais?”, expõe.

Esse retorno sobre o investimento é a forma de conseguir com que empresas apostem em ferramentas de CI, segundo Maurício. E como calcular esse ROI? 

Ele explica que é necessário ter indicadores corretos para então fazer o cálculo. Em outro exemplo, Talão cita uma empresa que investe em uma campanha de saúde para colaboradores.

O primeiro passo é definir o que será acompanhado, escolher os canais que serão usados e seus respectivos KPIs e, por fim, olhar o indicador de resultado (por exemplo: reduzir determinada porcentagem de colaboradores doentes). A partir desse cruzamento, é possível comprovar o ROI.

O papel dos canais

Como canais de comunicação que disponibilizam métricas podem apoiar as equipes de CI, normalmente tão enxutas, nessa narrativa rica em dados?

Um estudo da Aberje mostrou que 55% dos times de Comunicação Interna possuem até 3 colaboradores, e Maurício falou sobre a importância de contar com ferramentas digitais como grandes parceiras dessas equipes.

Com canais digitais que fornecem métricas, como a Dialog (que possui um dashboard com mais de 50 indicadores!), profissionais da área conseguem identificar mais rápido se as estratégias e ações da área estão dando resultado e sendo relevantes para o negócio.

Leia também:

Agende uma demonstração e conheça a lista completa de indicadores disponíveis na Dialog, que permite gerenciar os usuários, medir atividades por região, mensurar o alcance dos conteúdos, identificar influenciadores internos, construir relatórios detalhados, acompanhar o engajamento das pessoas e otimizar a consulta de informações. 

Indo além, o nosso dashboard reúne um conjunto de 6 filtros de cruzamento para análises aprofundadas e comparativos entre períodos. E mais: a Dialog oferece também o exclusivo Índice Dialog de Engajamento; conheça agora.

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Indicadores de Comunicação Interna conduzem o sucesso das empresas; entenda https://blog.dialog.ci/indicadores-de-comunicacao-interna-conduzem-o-sucesso-das-empresas-entenda/ https://blog.dialog.ci/indicadores-de-comunicacao-interna-conduzem-o-sucesso-das-empresas-entenda/#respond Mon, 12 Aug 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5122 Os indicadores de Comunicação Interna estão sendo cada vez mais valorizados, justamente por oferecerem uma visão estratégica diante de ações que buscam o sucesso das empresas.  Como vimos anteriormente por aqui, a Comunicação Interna e o crescimento do negócio são temas que estão conectados. Afinal, influenciando o engajamento e a experiência do colaborador, a área […]

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Os indicadores de Comunicação Interna estão sendo cada vez mais valorizados, justamente por oferecerem uma visão estratégica diante de ações que buscam o sucesso das empresas. 

Como vimos anteriormente por aqui, a Comunicação Interna e o crescimento do negócio são temas que estão conectados. Afinal, influenciando o engajamento e a experiência do colaborador, a área de CI consegue aprimorar os resultados da empresa.

Dito isso, como tornar mais clara essa relação, principalmente aos olhos da liderança e do conselho executivo? A resposta está no uso de métricas. A mensuração em CI, como já falamos em outros materiais, é a chave para a percepção do potencial estratégico da área. 

Neste texto, vamos falar como mensurar para garantir um crescimento sustentável.

Comunicação Interna e crescimento do negócio

Antes de falar sobre a relação entre as métricas de Comunicação Interna e o crescimento do negócio, devemos lembrar por que os profissionais da área devem adotar uma mentalidade data-driven.

Segundo o estudo State of the Sector 2024, 84% dos profissionais desejam mensurar com mais frequência e/ou de forma mais abrangente. Além disso, 47% dos comunicadores usam a mensuração para influenciar a liderança e 20% afirmam que o processo de mensurar é contínuo.

Em uma das últimas edições do Dialog Connection, evento exclusivo para clientes e convidados, Adriano Zanni (diretor da InPress Porter Novelli), afirmou:

“Se a gente não olha para esses indicadores, que são os ROIs estratégicos, a gente não está sendo estratégico na Comunicação Interna, a gente não está comprovando [o viés estratégico] para o C-level”.

Mensurar iniciativas e canais de CI é essencial para entender como as mensagens são recebidas e interpretadas pelos colaboradores. Sem dados precisos, as empresas correm o risco de investir tempo e recursos em estratégias que não geram o impacto desejado. A mensuração eficaz permite identificar pontos fortes e fracos, facilitando ajustes que aumentam a eficiência e o engajamento.

Métricas e negócio

Alguns indicadores de Comunicação Interna podem ser usados para a definição de estratégias para o crescimento sustentável do negócio. São elas:

Engajamento

Analisar o número de interações, como comentários, curtidas e compartilhamentos em plataformas internas, ajuda a entender o engajamento e a participação dos colaboradores.

Se os canais utilizados não estão alcançando as pessoas ou as mensagens não estão sendo absorvidas, entenda esse indicador como um sinal de alerta, visto que o alinhamento é requisito obrigatório para bons resultados.

Além de indicadores que avaliam o engajamento dos colaboradores na plataforma de Comunicação Interna, a Dialog oferece também um índice exclusivo, combinando dados quantitativos e qualitativos, permitindo benchmarking e utilizando Inteligência Artificial para entregar análises preditivas do comportamento dos usuários. 

Como exemplo, outras métricas que podem ajudar a identificar colaboradores engajados ou desengajados são:

  1. Nível de interação por departamento;
  2. Ranking de departamentos que mais postam;
  3. Ranking de cidades que mais postam.

Preferências

Entender o comportamento e as preferências de Comunicação Interna dos colaboradores é importante para garantir uma estratégia que realmente funcione.

Analisar acessos por tipo de plataforma e sistema operacional, métrica que está disponível na plataforma desenvolvida pela Dialog, permite que as equipes de CI consigam identificar o tipo de canal e o conteúdo que alcança e agrada os funcionários.

Essas conclusões, inclusive, podem ser usadas por outras áreas (como o RH) para engajar colaboradores e trabalhar temas que são estratégicos para o negócio.

Na Dialog, algumas métricas que podem ajudar a entender preferências são:

  1. Acessos totais por hora e dia da semana;
  2. Acessos totais e únicos por dia da semana;
  3. Total de acessos, posts, comentários etc.

Liderança

A participação da liderança nas ações de Comunicação Interna pode impactar tanto o engajamento dos times quanto o crescimento do negócio.

A lógica é simples: se os líderes não utilizam os canais de Comunicação Interna ou não participam de iniciativas da área, muito provavelmente suas equipes replicarão tal comportamento. Isso resulta na desinformação e na falta de alinhamento entre os colaboradores, o que reverbera no crescimento do negócio.

Durante a gravação do case Conecta, Sérgio Garcia, diretor-presidente da Arteris, falou sobre o impacto da participação da liderança em canais de Comunicação Interna no negócio.

“Qualquer projeto que seja suportado pela liderança da companhia é um projeto que tem mais chances de ter sucesso. À medida em que a liderança entra, as pessoas têm mais confiabilidade e veem que a ferramenta é importante porque os líderes estão ali”, compartilha.

E como isso pode ser medido? No caso da Dialog, dois dos indicadores disponíveis podem ajudar a avaliar o nível da presença da liderança na plataforma. São eles:

  1. Ranking de cargos que mais postam;
  2. Ranking de cargos mais influentes.

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Quais são os comportamentos que os dados de Comunicação Interna podem revelar? https://blog.dialog.ci/quais-sao-os-comportamentos-que-os-dados-de-comunicacao-interna-podem-revelar/ https://blog.dialog.ci/quais-sao-os-comportamentos-que-os-dados-de-comunicacao-interna-podem-revelar/#respond Thu, 11 Jul 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5050 A mensuração/uso de dados na Comunicação Interna é, certamente, um dos temas mais discutidos entre profissionais e especialistas da área nos últimos anos. Isso porque o uso de dados tem se tornado cada vez mais relevante e estratégico para o negócio. Quando pensamos na finalidade do uso desses dados, o retorno sobre o investimento e […]

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A mensuração/uso de dados na Comunicação Interna é, certamente, um dos temas mais discutidos entre profissionais e especialistas da área nos últimos anos. Isso porque o uso de dados tem se tornado cada vez mais relevante e estratégico para o negócio.

Quando pensamos na finalidade do uso desses dados, o retorno sobre o investimento e a avaliação da eficácia das comunicações normalmente aparecem como prioridade. A edição de 2024 do State of the Sector, publicado pela Gallagher, mostrou que 84% dos respondentes gostariam de mensurar com mais frequência ou de forma mais abrangente.

O estudo ainda mostrou as principais finalidades para a mensuração na Comunicação Interna. Veja:

Os pontos acima são de extrema importância ao pensar em uma estratégia eficaz e em um trabalho que impacte o engajamento e a experiência do colaborador. Dito isso, o que mais esses indicadores tão valiosos podem oferecer às equipes de CI?

A análise desses dados pode revelar uma série de comportamentos que são cruciais não apenas para a área de Comunicação Interna, mas também para outros setores e para o negócio como um todo.

Dados de Comunicação Interna: onde coletar?

Antes de falar sobre quais são os comportamentos que os dados de Comunicação Interna podem revelar, é preciso entender onde e como mensurá-los. 

Pensando em um universo no qual 55% das equipes são formadas por até 3 pessoas, de acordo com a Aberje e a Ação Integrada, a mensuração não pode chegar como uma tarefa extra.

Sendo assim, contar com ferramentas que façam essa coleta de dados é crucial para otimizar o tempo e o trabalho dos profissionais da área, que poderão se dedicar a outros projetos sem perder essas métricas tão importantes.

O canal de CI escolhido é um ótimo exemplo! A Dialog, que é uma plataforma completa (com aplicativo, versão desktop, TV e e-mail), conta com um dashboard robusto que traz dezenas de métricas. E o melhor: tudo automatizado e pronto para ser usado pelos times de comunicação. E aí, se interessou? Conheça agora.

Leia também:

Usuários ativos e engajamento

Os dados de usuários ativos, ou seja, o número de colaboradores que acessam a plataforma de Comunicação Interna, pode fornecer insights valiosos sobre o engajamento geral da equipe. 

Isso porque uma porcentagem significativa de usuários ativos geralmente indica um bom nível de engajamento. Ao mesmo tempo, um percentual baixo pode sinalizar problemas na efetividade das comunicações ou até mesmo desmotivação dos funcionários. Importante: Vale lembrar que engajar os profissionais não depende exclusivamente da Comunicação Interna!

Ao cruzar esses dados com outros indicadores, como o departamento ou a localização dos funcionários, é possível identificar padrões específicos. Por exemplo: se uma fábrica X apresenta um nível de engajamento significativamente mais alto do que outras do mesmo segmento, pode-se investigar que práticas específicas estão sendo adotadas lá a fim de replicá-las em outras unidades.

Segmentação por cargo e liderança comunicadora

No caso da Dialog, é possível segmentar por cargo o número de usuários ativos, de publicações e de reações, o que permite analisar a presença e o engajamento da liderança na plataforma de Comunicação Interna.

Analisar quais líderes são mais ativos e monitorar essas atividades ajuda a entender o impacto da liderança na motivação e engajamento da equipe. Por exemplo: se a presença de equipes com líderes engajados é maior do que a de times com gestores inativos na plataforma. A Dialog entrega indicadores que permitem fazer essa relação. Alguns deles são: 

  • Ranking de departamentos que mais postam;
  • Ranking de departamentos mais influentes;
  • Nível de interação por departamento.

Essa análise permite que a CI consiga traçar planos para aumentar o alcance e o engajamento dos colaboradores em seus canais, além de identificar o nível de maturidade da liderança comunicadora na organização.

Interação e bem-estar

Campanhas internas de saúde, como programas específicos ou iniciativas de conscientização sobre saúde mental, são essenciais para o bem-estar dos colaboradores. Analisar a participação das pessoas nessas campanhas pode fornecer dados que indicam a eficiência dessas ações.

Isso é valioso tanto para a Comunicação Interna quanto para o RH, que pode receber insights importantes para aprimorar a gestão de pessoas. Por exemplo: se a empresa está com uma campanha ativa sobre vacinação e há baixa adesão, é provável que também haja pouca interação nessas comunicações por parte dos colaboradores.

Além disso, segmentar os dados por departamentos ou localidades pode ajudar a identificar áreas que precisam de maior foco em políticas de bem-estar, permitindo que a estratégia seja ajustada. 

Avaliação e feedback

Os dados de Comunicação Interna também podem ser utilizados para identificar gargalos e oportunidades de melhoria. Por exemplo: se certas mensagens não estão sendo abertas ou lidas, esse pode ser um indicativo de que os canais de comunicação não estão sendo eficazes ou que o conteúdo não está alinhado com as necessidades e os interesses dos funcionários.

Disponibilizar espaços para que colaboradores possam dar feedbacks, sugestões e ideias pode fornecer informações adicionais sobre como melhorar as estratégias de comunicação. Além disso, a análise de tendências ao longo do tempo pode ajudar a prever e a prevenir possíveis problemas antes que eles se tornem críticos.

Agende uma demonstração e conheça a lista completa de indicadores disponíveis na Dialog, que permite gerenciar os usuários, medir atividades por região, mensurar o alcance dos conteúdos, identificar influenciadores internos, construir relatórios detalhados, acompanhar o engajamento das pessoas e otimizar a consulta de informações. Indo além, o nosso dashboard reúne um conjunto de 6 filtros de cruzamento para análises aprofundadas e comparativos entre períodos. E mais: a Dialog oferece também o exclusivo Índice Dialog de Engajamento; conheça agora.

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Já faz tempo que a comunicação vem mudando a forma de atuar. Nos últimos anos, o salto foi imenso e passamos a contribuir com uma estratégia cada vez mais pautada em análises que nos entregam insights sobre o desempenho da empresa e ajudam a CI a compreender o impacto das ações de comunicação para tomada de decisões mais eficazes que impulsionam a performance do negócio como um todo. 

Mas nem toda empresa entendeu como aplicar esse olhar analítico em seu dia a dia. Apenas 4% das organizações nacionais possuem uma cultura de análise de dados avançada, de acordo com a pesquisa “Cultura de Dados e Mensuração em Comunicação Empresarial” realizada em 2023 pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), em parceria com a Cortex.

A mesma pesquisa revela, ainda, que 52% das empresas gostariam de melhorar a mensuração e gestão desses materiais de comunicação. Contudo, somente 17% investem tempo da área de Comunicação em planejamento, definição de KPIs, escuta e mensuração das ações, o que mostra uma discrepância entre o idealizado e o realizado.. 

Mas como mudar isso?

Estamos falando aqui sobre data strategy, que nada mais é que um plano que vai ajudar a empresa a coletar, gerenciar, analisar e usar dados de maneira estratégica para:

  1. Entregar insights valiosos sobre o desempenho do negócio, da comunicação e do engajamento do colaborador; 
  2. Identificar lacunas e oportunidades que serão resolvidas testando e refinando suas táticas;
  3. Comunicar o valor, mostrar como as iniciativas de fato impactam no negócio e nos indicadores da empresa;
  4. Aproximar a empresa de suas metas e objetivos de negócios para direcionar a comunicação interna.

Inteligência nos negócios

E já temos como comprovar tamanha importância da mensuração em CI. 

A consultoria e auditoria PWC demonstrou que organizações que utilizam data strategy têm 3 vezes mais chances de relatar melhorias significativas na tomada de decisões.

E essa é uma análise que tem o poder de mudar os ponteiros do negócio, especialmente quando relacionada a outros indicadores, como o ROI (Retorno sobre o Investimento), métrica que calcula a relação entre o dinheiro ganho e o dinheiro empregado. Com esse cruzamento, é possível ter clareza sobre os resultados de uma determinada ação e direcionar investimentos de forma mais precisa.

Além do ROI, podemos usar como exemplo para cruzamento de informações: 

  • Turnover: avaliação da rotatividade dos colaboradores.
  • eNPS (employee net promoter score): pesquisa na qual os colaboradores avaliam diferentes aspectos da empresa, como satisfação com a liderança, por exemplo.

Assim, coletar, mensurar, analisar e correlacionar dados em CI possibilita acompanhar em tempo real os resultados da comunicação e adaptar sempre que for necessário. Isso resulta em uma atuação mais estratégica da área, com decisões mais certeiras, o que gera impacto direto no clima, na produtividade e na performance geral do negócio. 

Além disso, um estudo da empresa de consultoria organizacional McKinsey prevê que a tomada de decisão baseada em análise de números tende a aumentar até 2025.

Engajamento é a chave

Soluções que oferecem um dashboard de métricas (como a Dialog) também podem apontar se os colaboradores estão engajados com as ações das áreas e quais são os pontos fortes e de melhoria da CI. 

Com mais refinamento e aprofundamento, é possível cruzar, analisar e compreender quais tipos de comunicação engajam mais seus colaboradores, ou quais canais digitais são mais eficazes para alcançar seu público externo.

Feitas as mensurações e análises, as estratégias de comunicação são mais sólidas e se transformam em um dos pilares do planejamento estratégico da empresa. 

Acompanhar resultados é essencial

Toda ação de Comunicação Interna tem uma intenção. Como já foi dito, outro ponto essencial do data strategy é o cruzamento das métricas de uma determinada ação de CI com outros indicadores de resultados da empresa. Na prática, isso significa avaliar se a meta estabelecida está sendo alcançada. 

Por exemplo, suponha que sua empresa tenha lançado uma campanha de CI para reforçar as regras de segurança entre os colaboradores. Além de mensurar as métricas do processo, como as taxas de engajamento e abertura dos materiais de comunicação enviados, como e-mails marketing ou pushes no WhatsApp, é preciso analisá-las e cruzá-las com outros resultados da organização, como os indicadores sobre número de acidentes com ou sem afastamento, absenteísmo etc. 

Essa correlação responderá se as questões relacionadas à segurança foram impactadas positivamente pelas estratégias comunicacionais. Tudo para que novas ações, abordagens ou investimentos sejam melhor calibrados no futuro quanto ao mesmo escopo de campanha.

Mensurações que podem resultar em uma estratégia eficaz:

– Turnover x engajamento

– KPIs de campanhas conectados a KPIs das áreas

– Liderança comunicadora x times engajados

– Comunicação próxima e engajadora x colaboradores ativos nos canais

– Temas de interesses x prioridades do negócio

O público interno dá o tom

É por meio dos dados que a empresa compreende qual a melhor forma de alcançar o colaborador e engajá-lo na comunicação. Isso vai refletir tanto na produtividade quanto na performance do seu negócio. Então, a dica é: conheça e compreenda o público de CI para, então, focar em uma estratégia certeira, alinhada à cultura da empresa, sem excessos. Esses resultados mostrarão o caminho!

Leia também: 

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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