Inteligência Artificial Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/inteligencia-artificial/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Tue, 09 Jun 2026 13:17:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Inteligência Artificial Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/comunicacao-interna/inteligencia-artificial/ 32 32 Agentes autônomos na Comunicação Interna: conceito e vantagens https://blog.dialog.ci/agentes-autonomos-na-comunicacao-interna-conceito-e-vantagens/ https://blog.dialog.ci/agentes-autonomos-na-comunicacao-interna-conceito-e-vantagens/#respond Mon, 22 Jun 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6652 A chegada de agentes autônomos na Comunicação Interna é a prova que o uso da Inteligência Artificial na área cruzou a fronteira da mera assistência textual. O conceito é diferente de agentes especialistas — outro ativo que vem se tornando estratégico para profissionais de CI — e abre uma nova gama de possibilidades para a […]

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A chegada de agentes autônomos na Comunicação Interna é a prova que o uso da Inteligência Artificial na área cruzou a fronteira da mera assistência textual.

O conceito é diferente de agentes especialistas — outro ativo que vem se tornando estratégico para profissionais de CI — e abre uma nova gama de possibilidades para a área.

Neste conteúdo, falaremos sobre:

  • As diferenças entre os dois tipos de agentes;
  • O potencial de agentes autônomos para a Comunicação Interna;
  • A ferramenta para implementar a tecnologia na sua empresa.

Agentes autônomos na Comunicação Interna

Afinal de contas, o que são os agentes autônomos na Comunicação Interna? E qual é a diferença entre eles e os agentes especialistas?

A grande distinção entre essas duas tecnologias reside na proatividade e na gestão de objetivos. Enquanto o agente especialista atua como uma ferramenta reativa para tarefas pontuais (como redigir um comunicado ou sugerir pautas sob demanda), o agente autônomo funciona como um “colega digital” orientado a metas. 

O potencial dessa tecnologia para a Comunicação Interna é transformador, pois permite que a área funcione como um sistema de produtividade invisível. 

Agentes autônomos analisam em tempo real indicadores da plataforma de Comunicação Interna e apoiam nos planos de ação, reduzindo o ruído operacional e a sobrecarga digital.

Para o colaborador, o ganho é uma jornada fluida, na qual necessidades burocráticas e dúvidas são resolvidas antes mesmo de se tornarem gargalos, otimizando o tempo e permitindo que as pessoas foquem no que realmente importa para o negócio.

Agentes autônomos utilizam dados estruturados para converter interações em indicadores de eficiência e financeiros, permitindo que o time de Comunicação Interna apresente resultados em uma linguagem que a liderança realmente valoriza. 

Ao tratar o desengajamento e o retrabalho por desalinhamento como custos operacionais reais, a tecnologia garante que a área ganhe influência estratégica e prove seu valor como um sistema essencial para os resultados da empresa. 

Leia também:

Dialog e seu ecossistema de IA

Desde 2023, a Dialog investe em recursos e módulos com Inteligência Artificial para profissionais de Comunicação Interna.

O ecossistema conta atualmente com:

  1. Power AI Creator (IA generativa que apoia na produção de conteúdos personalizados);
  2. Índice Dialog de Engajamento (ferramenta que combina dados quantitativos e qualitativos, permite benchmarking com empresas do mesmo setor e faz análises preditivas);
  3. Dialog AI Insights (solução que consulta o comportamento do usuário na plataforma, faz integração com bancos de dados, capta informações do Power BI e gera relatórios);
  4. Gamificação (novo módulo que conta com IA para criação de rankings personalizados e visão analítica sobre o comportamento dos usuários na rede).

Agora, a Dialog investe também em agentes especialistas e/ou autônomos como ferramentas para seguir apoiando os times de CI rumo a entregas mais estratégicas e alinhadas ao negócio e a metas, objetivos e planejamentos.

Os agentes são construídos a partir de Inteligência Artificial e alimentados com dados da plataforma da Dialog, além da possibilidade de incluir informações externas, como pesquisa de clima, relatórios de outras áreas etc. Tudo para garantir que a tecnologia tenha o máximo de conteúdos possíveis para análises reais, assertivas e hiperpersonalizadas.

Conheça agora o ecossistema de IA e entenda as possibilidades para a sua organização.

FAQ

1. O que diferencia um agente autônomo de um agente especialista? A principal diferença é a proatividade: enquanto o agente especialista é reativo e executa tarefas pontuais sob comando, o agente autônomo funciona como um “colega digital” orientado a metas, capaz de planejar e executar fluxos completos de forma independente.

2. Como os agentes autônomos aumentam a produtividade da Comunicação Interna? Eles atuam como um sistema de produtividade invisível, analisando indicadores em tempo real e apoiando planos de ação automáticos. Isso reduz o ruído operacional e a sobrecarga digital, liberando o time de CI para focar em entregas estratégicas.

3. Qual é o ganho direto para o colaborador com essa tecnologia? O colaborador passa a ter uma jornada mais fluida, com dúvidas e necessidades burocráticas resolvidas antes de se tornarem gargalos. Isso otimiza o tempo de trabalho e permite foco total nas atividades que geram valor para o negócio.

4. Como os agentes autônomos ajudam a provar o ROI da área para a liderança? Eles utilizam dados estruturados para converter interações em indicadores financeiros e de eficiência. Ao transformar desengajamento e desalinhamento em custos operacionais reais, a tecnologia permite que a CI fale a linguagem da liderança e prove seu valor estratégico.

5. Como a Dialog viabiliza a implementação desses agentes? A Dialog contará com agentes, alimentando-os com dados da plataforma e informações externas (como pesquisas de clima). Isso garante análises assertivas e hiperpersonalizadas, alinhadas aos objetivos e planejamentos de cada organização.

Por Marcela Freitas Paes, Analista de Marketing Sênior (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Como aplicar gamificação na Comunicação Interna e RH https://blog.dialog.ci/como-aplicar-gamificacao-na-comunicacao-interna-e-rh/ https://blog.dialog.ci/como-aplicar-gamificacao-na-comunicacao-interna-e-rh/#respond Wed, 27 May 2026 15:20:26 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6635 A gamificação na Comunicação Interna e no RH não deve ser encarada como entretenimento corporativo ou como um “joguinho”.  Este recurso, que vem ganhando espaço nas táticas das duas áreas, incentiva comportamentos alinhados à cultura e aos objetivos estratégicos do negócio por meio de mecanismos de reconhecimento, progressão e participação ativa dos colaboradores. Mas como […]

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A gamificação na Comunicação Interna e no RH não deve ser encarada como entretenimento corporativo ou como um “joguinho”. 

Este recurso, que vem ganhando espaço nas táticas das duas áreas, incentiva comportamentos alinhados à cultura e aos objetivos estratégicos do negócio por meio de mecanismos de reconhecimento, progressão e participação ativa dos colaboradores.

Mas como aplicá-la de maneira estratégica? E qual ferramenta é a mais adequada? Essas perguntas foram respondidas no 8º episódio do #DialogExperts, projeto criado em 2025 que convida especialistas para debater sobre temas de interesse de profissionais de CI e RH, que contou com a participação de Ana Rimoli (Sócia-diretora na Comfoco Endomarketing, nossa agência parceira) e Vinícius Ventura (Diretor de Marketing e Vendas na Dialog).

Assista ao conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou clique aqui para conferir a versão podcast.

O potencial da gamificação na Comunicação Interna e RH

Muita gente ainda associa gamificação na Comunicação Interna e RH apenas a ‘joguinhos’ ou diversão, mas na verdade, ela se relaciona mais com comportamento e produtividade.

Ana Rimoli explica que a gamificação conversa diretamente com o comportamento humano pois as pessoas buscam recompensas e reconhecimento. Além disso, a iniciativa faz com que colaboradores saiam da rotina.

“Quando a gente usa a gamificação, ela funciona porque ajuda a fracionar grandes metas, trabalhar temas mais densos, gerar picos de envolvimento a cada etapa que a pessoa vai concluindo e isso faz com que a gente consiga motivar muito mais e reduzir a procrastinação.”

Ela compartilha que, na Comfoco, a adesão da gamificação faz com que a Comunicação Interna “mude de esteira”, saindo do tradicional e indo para uma posição mais dinâmica.

Créditos: Comfoco Endomarketing

“[Uso estratégico da gamificação] é o encurtamento do tempo, é o estímulo da participação, é o consumo de conhecimento rápido. Usar a gamificação não é sinônimo de gerar entretenimento, é sinônimo de gerar resultado.”

Vinícius considera que a gamificação é uma ferramenta de reconhecimento, que impacta na cultura organizacional e nos resultados do negócio como um todo.

E como manter a gamificação na Comunicação Interna e RH viva e interessante?

No cenário atual com estratégias de áreas de CI pecando pelo excesso de informação, como desenhar uma mecânica de jogo que incentive a participação ativa sem se tornar um fardo ou uma distração para o colaborador? E o que esse profissional deve fazer para garantir que o projeto tenha adesão e não morra no primeiro mês?

Ana Rimoli aponta que não existe uma fórmula padrão, porque cada público reage a estímulos de formas diferentes, mas pontua algumas premissas básicas para que a gamificação funcione:

  1. Tenha regras claras
  2. Seja simples, didático e dinâmico
  3. Ofereça reconhecimento
  4. Mostre o progresso para as pessoas (níveis, medalhas, ranking etc.)
  5. Estimule a colaboração

Para garantir que o projeto não acabe, a sócia-diretora da Comfoco Endomarketing compartilhou 4 dicas valiosas:

Créditos: Comfoco Endomarketing

Vinícius reforçar a importância da definição de contexto ao usar gamificação na Comunicação Interna e RH: qual é o resultado desejado? Para que o projeto siga vivo, ele recomenda conectar iniciativas gamificadas aos objetos de negócio.

Tudo deve ser gamificado?

Tecnicamente, tudo pode ser gamificado. Mas isso não significa que deve. Rimoli explica que, ao gamificar demais, a atratividade se perde.

Para definir o que deve ser gamificado, ela explica que um bom filtro é entender quais temas ou dinâmicas a organização precisa acelerar e/ou ter maior participação dos colaboradores.

Pelo lado dos colaboradores, quando há muitas ações gamificadas, a atenção e o interesse se perdem.

“Eu não posso competir com o trabalho, preciso potencializá-lo, facilitar essa entrega”

Sua empresa está pronta para gamificar?

Ao ser questionada sobre qual é o diagnóstico necessário para saber se a empresa está madura para um sistema de recompensas e como evitar que a gamificação pareça “infantilizada”, Ana pondera que não existe uma resposta universal, mas que, ao entender o público interno e convencer a liderança sobre a viabilidade, é possível concluir se a organização está pronta para testar a estratégia.

“Quando tenho canais internos que me dão indicadores, que mostram o engajamento das pessoas, isso facilita para entender se estão mais aderentes ou não a esse estímulo [gamificação].”

Dialog e a gamificação na Comunicação Interna e RH

Em maio, a Dialog lançou um novo módulo gamificado, baseado em IA. Mas como essa tecnologia visa contribuir diretamente para um melhor desempenho das mecânicas, garantindo que o engajamento se transforme em produtividade real para a empresa?

Vinícius explicou que a novidade foi criada para ajudar profissionais de CI a conectar suas estratégias aos objetivos e metas organizacionais. Em termos comportamentais, a ideia era usar o movimento dos colaboradores já estruturado para aplicar a gamificação.

“A IA consegue varrer toda a plataforma da Dialog e identificar um padrão de comportamento para um time. Por exemplo, se eu precisar fazer uma gamificação direcionada para um time de fábrica por um período específico, a própria ferramenta constroi um ranking para engajar esse público. É o primeiro agente autônomo de Comunicação Interna.”

Conheça agora o lançamento.

FAQ: Gamificação de Comunicação Interna e RH

  1. O que é e qual o verdadeiro objetivo da gamificação de Comunicação Interna e RH? A gamificação de Comunicação Interna e RH não deve ser vista como um “joguinho” ou mero entretenimento corporativo. O seu verdadeiro objetivo é incentivar comportamentos alinhados à cultura e às metas estratégicas da empresa. Ela funciona como uma ferramenta de produtividade que fraciona grandes metas, facilita o trabalho com temas densos e gera picos de envolvimento para reduzir a procrastinação.
  2. Como garantir que a gamificação de Comunicação Interna e RH tenha adesão e não perca o interesse rapidamente? Para manter a estratégia viva e interessante, a mecânica do jogo deve seguir premissas básicas: ter regras claras, ser simples, didática e dinâmica, oferecer reconhecimento e mostrar visualmente o progresso das pessoas. Além disso, é fundamental conectar as iniciativas gamificadas diretamente aos objetivos de negócio da empresa.
  3. Tudo dentro de uma organização deve passar pela gamificação de Comunicação Interna e RH? Não. Embora tecnicamente tudo possa ser gamificado, fazer isso em excesso satura os colaboradores e destrói a atratividade da ação. O filtro ideal para a gamificação de Comunicação Interna e RH é focar exclusivamente nos temas, processos ou dinâmicas que a organização precisa acelerar ou que demandam maior participação ativa dos colaboradores no momento.
  4. Como saber se a empresa está madura para adotar a gamificação de Comunicação Interna e RH? A maturidade para um sistema de recompensas é avaliada ao compreender profundamente o público interno e ao convencer a liderança sobre a viabilidade da estratégia. Na prática, ter canais de comunicação que forneçam indicadores claros de engajamento ajuda a diagnosticar se os colaboradores estão prontos e aderentes a esse tipo de estímulo.
  5. Como a Inteligência Artificial contribui para a gamificação de Comunicação Interna e RH da Dialog? A IA atua como um agente autônomo que varre a plataforma de comunicação para identificar padrões de comportamento das equipes. Com esses dados, a tecnologia consegue construir rankings automatizados e direcionados para públicos específicos (como equipes de fábrica) em períodos determinados, garantindo que o engajamento gerado se transforme em produtividade real.

Por Marcela Freitas Paes, analista de Marketing Sênior (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Agentes especialistas de IA na Comunicação Interna e EX https://blog.dialog.ci/agentes-especialistas-de-ia-na-comunicacao-interna-e-ex/ https://blog.dialog.ci/agentes-especialistas-de-ia-na-comunicacao-interna-e-ex/#respond Mon, 25 May 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6602 Os agentes especialistas chegam em um momento no qual a Comunicação Interna vive um momento de inflexão.  A área busca deixar de ser vista como um departamento que “distribui informação” para se tornar um sistema operacional de produtividade, um verdadeiro ecossistema que conecta pessoas, dados, cultura e negócios.  No centro dessa transformação está a Inteligência […]

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Os agentes especialistas chegam em um momento no qual a Comunicação Interna vive um momento de inflexão. 

A área busca deixar de ser vista como um departamento que “distribui informação” para se tornar um sistema operacional de produtividade, um verdadeiro ecossistema que conecta pessoas, dados, cultura e negócios. 

No centro dessa transformação está a Inteligência Artificial, e mais especificamente, os agentes especialistas: assistentes de IA construídos sob medida para a realidade de cada organização, capazes de otimizar o trabalho e, ao mesmo tempo, elevar o patamar estratégico da comunicação.

Mas o que isso significa na prática para quem faz Comunicação Interna? Falaremos sobre o tema neste conteúdo. Boa leitura!

Agentes especialistas, Comunicação Interna e EX: entenda a relação

A chegada dos agentes especialistas marca o fim de um trabalho operacional por parte da Comunicação Interna, que tem grande parte da sua rotina consumida por tarefas repetitivas: montar uma pauta de comunicação, adaptar uma mensagem para diferentes canais, revisar textos, alinhar briefings, buscar informações fragmentadas em documentos e intranets, responder dúvidas recorrentes de colaboradores.

São atividades necessárias, mas que consomem um tempo precioso que poderia ser dedicado ao que realmente importa — estratégia, curadoria e conexão com o negócio.

Um agente especialista de IA muda essa equação: imagine um assistente treinado especificamente no manual de comunicação da sua empresa, que conhece o tom de voz, as políticas de canais, os públicos prioritários e os rituais de comunicação. Esse agente é capaz de:

  • Gerar comunicados alinhados à identidade da marca e ao canal adequado em segundos;
  • Sugerir a melhor abordagem para cada público (operacional, liderança, administrativo) considerando o contexto da mensagem;
  • Responder perguntas frequentes de colaboradores sobre benefícios, processos e políticas com precisão, liberando a equipe de CI de atuar como “central de dúvidas”;
  • Produzir variações de uma mesma mensagem para diferentes formatos (newsletter, mural, WhatsApp corporativo, e-mail) sem retrabalho manual.

O ganho de tempo é imediato. Mas o verdadeiro salto está no que esse tempo liberado permite fazer.

Hiperpersonalização: Cada empresa é um universo

Diferente de soluções genéricas de Inteligência Artificial, os agentes especialistas são construídos a partir da realidade de cada organização. Eles não “acham” como sua empresa se comunica, eles sabem. São alimentados com seus documentos, suas políticas, seu histórico de comunicação, sua cultura organizacional.

Isso significa que:

  • Um agente de CI de uma rede varejista com milhares de colaboradores em loja terá um comportamento, um vocabulário e um conjunto de regras totalmente diferente de um agente para uma startup de tecnologia;
  • O agente considera quem é o público, qual o canal, qual o momento e qual o objetivo de negócio, porque foi desenhado para isso;
  • A personalização não é apenas de superfície (nome do colaborador no e-mail), mas estrutural: a mensagem certa, no formato certo, pelo canal certo, no tom certo.

Essa hiperpersonalização é o que transforma a Comunicação Interna de ruído em sinal. E é também o que viabiliza escalar a área sem perder qualidade.

Leia também:

Dialog e agentes especialistas

A visão de futuro que estamos construindo aqui na Dialog é clara: a IA precisa ser o motor central da experiência do colaborador (EX), não um mero recurso.

Não se trata de “colocar um chatbot na plataforma”, trata-se de redesenhar a forma como a comunicação, os serviços e os dados se conectam para gerar produtividade, retenção e engajamento mensurável.

Os agentes especialistas são uma peça-chave dessa arquitetura. Eles não substituem o profissional de Comunicação Interna, muito pelo contrário: eles potencializam, assumindo a camada operacional e de execução repetitiva para que a equipe possa se dedicar ao que é insubstituível: a curadoria estratégica, a leitura de contexto organizacional, a conexão entre comunicação e resultados de negócio.

Por isso, a Dialog vem desenvolvendo agentes especialistas que podem ser usados junto com a plataforma de CI, apoiando em temas como NR-1 (que entra em vigor em maio de 2026), análises de dados e engajamento.

O primeiro passo de um agente autônomo de Comunicação Interna foi dado com a solução aplicada no módulo de gamificação da Dialog. Você escreve um prompt e autoriza a criação da mecânica da gamificação e o preenchimento dos campos – ainda que para isso seja necessário trocar de abas -, restando apenas a validação humana. 

Historicamente, a Comunicação Interna mede seu sucesso em taxas de abertura, cliques e alcance. São métricas importantes, mas que isoladamente não dialogam com a liderança. 

O que um CEO quer saber não é “quantas pessoas abriram o e-mail”, mas sim: “essa comunicação está gerando mais produtividade? Está reduzindo retrabalho? Está melhorando a retenção?”

Os agentes especialistas, ao automatizar a execução e liberar capacidade estratégica, permitem que a área de CI foque em desenhar experiências que realmente impactam o negócio. E, combinados com dados estruturados, transformam a comunicação em um sistema de produtividade, que pode ser medido, otimizado e conectado aos KPIs da organização.

A maturidade em IA dentro das organizações ainda é baixa, mas isso não é um obstáculo, mas sim um ponto de partida. 

As empresas que começarem agora a construir seus agentes especialistas, adaptados à sua realidade, estarão na dianteira de uma nova forma de fazer Comunicação Interna: mais rápida, mais personalizada, mais estratégica e, acima de tudo, mais conectada com o que realmente importa: a experiência e a produtividade das pessoas.

Na Dialog, estamos construindo essa nova camada. E o convite é simples: e se a sua área de Comunicação Interna pudesse ser 10x mais estratégica? Conheça agora nossa plataforma.

FAQ: Agentes especialistas na Comunicação Interna

1. O que são agentes especialistas de IA na Comunicação Interna?

São assistentes de Inteligência Artificial construídos sob medida para cada organização. Diferentes de soluções genéricas, eles são alimentados com os documentos, políticas, tom de voz e histórico de comunicação da empresa, permitindo automatizar tarefas operacionais com total aderência à realidade do negócio.

2. Como os agentes especialistas otimizam o trabalho da área de CI?

Eles assumem a camada operacional repetitiva: geram rascunhos de comunicados, produzem variações para diferentes canais, sugerem a melhor abordagem para cada público e respondem dúvidas frequentes de colaboradores. Isso libera a equipe para focar em estratégia, curadoria e conexão com resultados de negócio.

3. O que diferencia um agente especialista de um chatbot genérico?

O grau de hiperpersonalização. Enquanto um chatbot genérico responde com informações superficiais, o agente especialista conhece a cultura organizacional, o público-alvo, o canal adequado e o contexto da mensagem. A personalização é estrutural — a mensagem certa, no formato certo, pelo canal certo, no tom certo.

4. Agentes especialistas substituem o profissional de Comunicação Interna?

Não. Eles potencializam o profissional. Ao automatizar a execução repetitiva, permitem que a equipe de CI se dedique ao que é insubstituível: curadoria estratégica, leitura de contexto organizacional e conexão entre comunicação e KPIs de negócio, como produtividade, retenção e engajamento.

5. Como os agentes especialistas se conectam à estratégia de experiência do colaborador (EX)?

A IA como motor central da EX vai além de “colocar um chatbot na intranet”. Os agentes especialistas redesenham a forma como comunicação, serviços e dados se conectam, transformando a CI em um sistema de produtividade mensurável — que gera impacto direto nos resultados do negócio e na experiência do colaborador.

Por Marcela Freitas Paes, analista de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) Sênior e editora do Dialog Blog.

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Inteligência Artificial na Comunicação Interna: pilar estratégico em 2026 https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-pilar-estrategico-em-2026/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna-pilar-estrategico-em-2026/#respond Mon, 19 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6367 Em 2026, a Inteligência Artificial na Comunicação Interna deixa de ser apenas uma tendência e se firma como pilar estratégico dentro das organizações.  Isso porque o uso de IA generativa não é mais um diferencial competitivo, mas a base que permite ampliar produtividade, acelerar processos e proporcionar análises avançadas em tempo real. Neste conteúdo, falaremos […]

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Em 2026, a Inteligência Artificial na Comunicação Interna deixa de ser apenas uma tendência e se firma como pilar estratégico dentro das organizações. 

Isso porque o uso de IA generativa não é mais um diferencial competitivo, mas a base que permite ampliar produtividade, acelerar processos e proporcionar análises avançadas em tempo real.

Neste conteúdo, falaremos sobre como o uso da tecnologia pode apoiar a área a ter uma postura mais estratégica e crucial para o negócio. Boa leitura!

Possíveis usos de Inteligência Artificial na Comunicação Interna

O viés generativo é um dos vários caminhos possíveis de se trilhar quando o assunto é Inteligência Artificial na Comunicação Interna.

Otimização de tempo e trabalho

Segundo um estudo da McKinsey, colaboradores passam em média 1.8 horas por dia procurando informações, o que soma quase 10 horas por semana nesse tipo de atividade. Para a Comunicação Interna, a otimização desse tempo com o uso de IA permite que essas equipes foquem em ações que as aproximem da liderança.

Em complemento a esse uso, a automação de dados e análises com Inteligência Artificial também contribui para poupar tempo dos profissionais de CI, que devem acompanhar em tempo real o desempenho de suas iniciativas, ajustando conforme necessário.

Análise de sentimento

Além do acompanhamento dos resultados das ações de Comunicação Interna, a IA pode apoiar no monitoramento do nível de engajamento dos colaboradores.

Esse indicador é um dos mais importantes tanto para a área quanto para o negócio como um todo, visto que colaboradores engajados são mais produtivos, impactando diretamente nos resultados da organização.

Análises preditivas feitas com IA já vêm sendo utilizadas para prever turnover e quedas de desempenho, permitindo que as empresas atuem na resolução de problemas.

Ao analisar dados como taxas de abertura, taxas de cliques e tendências gerais de engajamento, a IA pode prever quais tipos de conteúdo têm maior probabilidade de impactar os colaboradores.

Essa abordagem possibilita a construção da estratégia de personalização de mensagens e conteúdos.

Hiperpersonalização

É claro que a produção de conteúdo desponta como a principal ou um dos principais usos da tecnologia na área, principalmente na busca pela hiperpersonalização, outra grande tendência para 2026.

Dito isso, é importante salientar que o fator humano dos profissionais de Comunicação Interna não é substituível, sendo assim, o uso de IA precisa ser feito de forma estratégica e organizada.

Um estudo do Grupo In Press afirma que “a Inteligência Artificial na Comunicação Interna potencializa, mas não substitui o papel humano. O verdadeiro valor surge do equilíbrio entre tecnologia e inteligência emocional das equipes, promovendo decisões mais assertivas e empatia nas mensagens”.

Ao adotar IA em CI, as empresas estruturam “uma comunicação mais eficiente, personalizada e alinhada aos novos desafios do ambiente corporativo”, reforçou o grupo.

Conheça a Dialog 

A Dialog conta com um ecossistema robusto de Inteligência Artificial pensado justamente nas necessidades e desafios da Comunicação Interna, o Dialog AI.

Com IA generativa para conteúdos (Power AI Creator), ferramentas de captação e análise de dados (Índice Dialog de Engajamento), bem como geração de insights personalizados de acordo com a sua realidade (Dialog AI Insights), a CI e o RH estão 100% prontos para tornar a tecnologia um pilar estratégico para 2026.

E como novidade para o novo ano, o Dialog AI Insights passa a contar com um novo recurso que permite a geração de relatórios personalizados a partir da sua plataforma de Comunicação Interna, facilitando a construção de apresentações de dados relevantes para a liderança, além de melhorias na interface.

Conheça agora o Dialog AI Insights e nossos outros módulos com Inteligência Artificial.

FAQ: Inteligência Artificial na Comunicação Interna

1) Por que a Inteligência Artificial na Comunicação Interna virou um pilar estratégico em 2026?
Porque ela deixou de ser “novidade” e passou a sustentar ganhos concretos de produtividade, velocidade de execução e análises em tempo real. Na prática, isso ajuda a Comunicação Interna a atuar menos no operacional e mais como área estratégica, com impacto direto no negócio.

2) Como a IA ajuda a otimizar tempo e reduzir retrabalho na Comunicação Interna?
A IA pode apoiar a busca e organização de informações, além de automatizar análises e relatórios. O texto destaca que colaboradores gastam cerca de 1,8 hora por dia procurando informações; quando a CI automatiza parte desse fluxo (dados, monitoramento e acompanhamento de performance), sobra mais tempo para ações conectadas à liderança e à estratégia.

3) O que é análise de sentimento e como ela se aplica à Comunicação Interna?
É o uso de IA para monitorar engajamento e sinais do “clima” a partir de dados e interações. Com indicadores como taxas de abertura, cliques e tendências de consumo de conteúdo, a IA ajuda a entender o que está funcionando — e pode até apoiar análises preditivas (por exemplo, risco de turnover ou queda de desempenho), permitindo agir antes que o problema cresça.

4) O que significa hiperpersonalização na comunicação interna com IA?
É usar IA para entregar mensagens e conteúdos mais relevantes para diferentes perfis de colaboradores, aumentando a chance de impacto e engajamento. O texto reforça que a IA pode prever quais tipos de conteúdo tendem a funcionar melhor e, com isso, apoiar a personalização da estratégia (não só a produção de conteúdo).

5) A IA substitui o fator humano na Comunicação Interna?
Não. O texto é direto ao dizer que o papel humano não é substituível: a IA potencializa, mas o valor real aparece no equilíbrio entre tecnologia e inteligência emocional, garantindo empatia, melhor tomada de decisão e comunicação mais alinhada aos desafios corporativos.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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IA e Comunicação Interna: da estratégia à execução https://blog.dialog.ci/ia-e-comunicacao-interna-da-estrategia-a-execucao/ https://blog.dialog.ci/ia-e-comunicacao-interna-da-estrategia-a-execucao/#respond Mon, 08 Dec 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6303 O mercado de comunicação sempre esteve em constante transformação, mas o avanço recente da Inteligência Artificial provocou uma mudança ainda mais profunda nos processos de estratégia e desenvolvimento de materiais.  O que começou como experimentações, com geração de imagens e vídeos, passou a possibilitar novas dinâmicas de trabalho dentro das equipes, impactando a forma como […]

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O mercado de comunicação sempre esteve em constante transformação, mas o avanço recente da Inteligência Artificial provocou uma mudança ainda mais profunda nos processos de estratégia e desenvolvimento de materiais. 

O que começou como experimentações, com geração de imagens e vídeos, passou a possibilitar novas dinâmicas de trabalho dentro das equipes, impactando a forma como a área de comunicação trabalha no dia a dia. Hoje, vemos times testando avatares digitais, criando assistentes que ajudam a organizar pautas e acelerando a criação de roteiros e mídias.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), em parceria com a Cortex, aponta que 58% das organizações já utilizam IA em suas áreas de comunicação. Entre elas, 47% afirmam usar a tecnologia na criação de conteúdo, 40% para gerar insights e 39% destacam o ganho de produtividade como um dos principais benefícios.

Se por um lado a tecnologia aumenta a produtividade, por outro ela levanta uma questão essencial: como transformar esse ganho em valor real para as pessoas dentro da organização?

Desafios de comunicar para dentro

Ao abrir mão de tarefas repetitivas, os profissionais de comunicação ganham tempo para decisões mais estratégicas, por isso é importante saber como e onde redirecionar esse tempo com intencionalidade. Entender a cultura da empresa, os momentos-chave da jornada do colaborador e o perfil real das pessoas que compõem a organização é essencial para construir narrativas consistentes, relevantes e verdadeiramente conectadas.

Ou seja, é tempo de aprofundar análises, identificar oportunidades dentro dos canais internos, compreender nuances de comportamento e ajustar mensagens com mais sensibilidade e precisão. Essa iniciativa permite criar experiências de comunicação mais personalizadas, respeitando a individualidade de cada colaborador e impactando o sentimento de pertencimento à empresa.

O trecho do e-book “Reescrevendo o trabalho para a Era da IA” (United Minds, 2025) reforça essa premissa ao afirmar que “as organizações que estão obtendo mais valor com a IA estão utilizando dados para elevar a experiência do colaborador. E elas estão provando que, quando você combina tecnologia inteligente com uma mentalidade centrada no ser humano, o engajamento não apenas melhora, ele se transforma”. Isso abre caminho para uma Comunicação Interna mais estratégica e criativa.

Personalização que conecta

Um dos maiores avanços trazidos pela IA está na possibilidade de explorar a personalização. Agora, é possível representar cada área, função e até os ambientes da empresa com mais precisão — desde uniformes e EPIs aos espaços físicos internos. Essa fidelidade importa porque quando o colaborador se reconhece nas campanhas, a mensagem deixa de ser apenas institucional e se torna pessoal, gerando identificação e fortalecendo a conexão emocional com a empresa.

Mas a personalização vai além do visual. A IA amplia as opções de formatos e segmentação das mensagens, alcançando diversos tipos de perfis de públicos: um bate-papo entre colegas pode virar uma série curta para WhatsApp ou até em cards com insights; o conteúdo de um town hall pode virar um podcast; temas relevantes podem ser desdobrados em uma série de vídeos curtos publicados ao longo do mês; e treinamentos podem ser transformados em processos mais dinâmicos e gamificados (com quizzes rápidos e interativos) — tudo isso facilitado por ferramentas que analisam, simplificam e traduzem a informação de maneira direcionada.

O toque humano

Nos últimos anos, a IA mostrou que pode reduzir o tempo de processo e ampliar possibilidades dentro da área de comunicação, mas também levantou o questionamento de como causar conexão e senso de coletividade nas pessoas mesmo em um cenário tão tecnológico. Cabe a nós, refletir sobre o uso dessas ferramentas em conjunto com o nosso olhar humano para tornar as experiências das pessoas mais humanas, reais e significativas.

Por Diana Alcalde, Designer na United Minds.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Para que conte com o apoio de uma área verdadeiramente estratégica, a empresa precisa investir em tecnologias de Comunicação Interna. Em um cenário de constantes mudanças, impulsionado por novos modelos de trabalho e a necessidade de uma comunicação cada vez mais ágil e personalizada, a busca por ferramentas que realmente entreguem valor se intensifica.

Isso é o que mostra o relatório “Tendências da Comunicação Organizacional 2025”, publicado pela Aberje. Os resultados são um mapa claro da realidade do mercado e trazem números importantes em relação às principais tecnologias de Comunicação Interna buscadas por profissionais do setor. 

Segundo o estudo, 45% das pessoas acreditam que o capital humano permanecerá sendo mais importante do que a tecnologia na Comunicação Interna. Ao mesmo tempo, os entrevistados citaram a Inteligência Artificial Generativa, ferramentas de análise de dados e redes sociais corporativas como as três principais tecnologias que vão impulsionar mudanças na comunicação organizacional. 

Neste texto, abordaremos essas tecnologias e mostraremos como a Dialog, plataforma líder em Comunicação Interna e engajamento no Brasil, atende às necessidades da área e oferece os melhores e mais inovadores recursos. 

Inteligência Artificial Generativa

De acordo com o relatório da Aberje, 60% dos profissionais acreditam que a Inteligência Artificial Generativa é uma das principais tecnologias de Comunicação Interna que vão transformar o mercado e impulsionar mudanças na área. Isso porque a GenAI, como é popularmente chamada, promete revolucionar a criação de conteúdo, a personalização de mensagens e a otimização de campanhas, liberando espaço na agenda dos comunicadores para outras tarefas.

A Dialog conta com três recursos que funcionam a partir de IA, sendo dois deles sustentados por Inteligência Artificial Generativa. A seguir, você saberá um pouco mais sobre eles.

ecossistema dialog AI

Power AI Creator

Nossa plataforma está equipada com recursos para otimizar a criação e gestão de conteúdo. Com o Power AI Creator da Dialog, o profissional de CI consegue construir mensagens com agilidade e eficiência, além de adaptar o discurso para diferentes públicos. 

Essa tecnologia te ajuda a produzir o conteúdo perfeito de acordo com personas, tom de voz e outras características pré-definidas. E se você está pensando que já pode fazer isso com o Chat GPT ou outras ferramentas, fica aqui o destaque: não é a mesma coisa! O recurso da Dialog leva em consideração as informações já cadastradas na sua plataforma, o que agiliza a construção da mensagem e faz com que ela se conecte muito mais às pessoas que a receberão.

AI Insights

O AI Insights é um módulo especial integrado à Dialog que auxilia os profissionais de CI a analisar as estratégias que vêm sendo desenvolvidas na plataforma de Comunicação Interna.

Esse recurso usa Inteligência Artificial generativa para entregar respostas de acordo com o contexto da organização, avaliando minuciosamente as ações desenvolvidas dentro do canal de cada empresa. 

Basta perguntar o que deseja saber para receber a resposta. Vale tudo: percentual de usuários cadastrados, comparativo de acesso entre períodos específicos, o que fazer para aumentar o engajamento nos conteúdos publicados, quais são os posts mais curtidos, quais colaboradores podem ser influenciadores internos e por aí vai. 

As respostas são produzidas com exclusividade, pois o AI Insights consulta o comportamento do usuário na Dialog, faz integrações com bancos de dados e capta informações do Power BI. Ao todo, quase 80 indicadores são analisados em questão de segundos. 

Dialog oferece as principais tecnologias para Comunicação Interna; entenda

Ferramentas de análise de dados

O relatório da Aberje também mostra que 33% dos profissionais de Comunicação Interna consideram como essenciais ferramentas de análise de dados. Isso porque mensurar o impacto das ações de CI é fundamental para provar o valor estratégico da área e justificar novos investimentos.

Quando os dados são bem analisados, a empresa consegue entender melhor como funciona o engajamento dos colaboradores, identificar pontos de melhoria na comunicação e fortalecer as iniciativas que já estão dando certo. 

Índice Dialog de Engajamento

E por falar em Inteligência Artificial e análise de dados, a Dialog oferece o exclusivo Índice Dialog de Engajamento. Indo além de métricas superficiais, como curtidas, comentários e acessos, nossa plataforma garante uma visão ampliada da Comunicação Interna. 

Fazemos isso combinando dados quantitativos e qualitativos, permitindo benchmarking com outras empresas do mesmo segmento e utilizando Inteligência Artificial para entregar análises preditivas do comportamento dos usuários.

Dashboard com mais de 50 indicadores

Além desse diferencial, a nossa plataforma também conta com um dashboard rico em dados. São mais de 50 indicadores para você analisar acessos, posts, comentários, reações, visualizações, recomendações, nuvem de palavras, número de usuários, ranking segmentado e muito mais! 

A soma dessas análises ajuda as empresas a acompanhar o desempenho da Comunicação Interna em tempo real, fornecendo insights valiosos sobre o cenário de engajamento na plataforma, o que garante que a estratégia de CI possa ser redesenhada sempre que necessário. 

Dialog oferece as principais tecnologias para Comunicação Interna; entenda

Redes sociais corporativas

Ainda segundo a Aberje, as redes sociais corporativas ocuparam o terceiro lugar entre as principais tecnologias que vão impulsionar mudanças na comunicação organizacional, com 27% das menções. Em seguida, foram citadas plataformas de Comunicação Interna (25%) e aplicativos para dispositivos móveis (18%). 

Esses números mostram que a digitalização da CI não é mais uma opção, mas sim uma necessidade. Ferramentas como essas ampliam o senso de pertencimento, pois fazem com que as pessoas se sintam integradas ao fluxo da comunicação — o que fomenta uma cultura aberta, segura e horizontal. 

A boa notícia é que a Dialog acompanha, mais uma vez, essa tendência. Nossa plataforma de Comunicação Interna reúne intranet, rede social corporativa e aplicativo para dispositivo móvel em uma única interface. Isso porque acreditamos que uma estratégia verdadeiramente eficiente é multicanal. 

Além disso, a Dialog também permite integrações com TV corporativa, e-mail e WhatsApp, garantindo que os nossos clientes ampliem o alcance da mensagem e otimizem o tempo dedicado à gestão de canais. 

Dialog oferece as principais tecnologias para Comunicação Interna; entenda

A tecnologia que sua CI busca, a Dialog tem

O relatório publicado pela Aberje confirma o que já sabíamos: a tecnologia não é mais um “extra”, mas sim uma exigência para a Comunicação Interna que busca resultados. Com a Dialog, as empresas vão além! Nossa plataforma oferece uma solução integrada que potencializa a performance da sua equipe de CI.

Mais do que as melhores ferramentas, na Dialog você encontra formas de otimizar seu tempo, agilizar processos, fortalecer a cultura organizacional e agregar valor às iniciativas da área.  Quer saber como tudo isso é possível? Fale com nossos especialistas.

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Por Amanda Simpson, Líder de Conteúdo na Dialog e editora do Dialog Blog.

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Dicas práticas de Inteligência Artificial na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/dicas-praticas-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/dicas-praticas-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Mon, 25 Aug 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6117 A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já é uma realidade. De acordo com a Aberje, 54% das organizações utilizam Inteligência Artificial na área de comunicação (interna e externa). A produção de conteúdo, a geração de insights e o aumento de produtividade são as principais finalidades na utilização dessa tecnologia. Mas falando em prática: quais são […]

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A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já é uma realidade. De acordo com a Aberje, 54% das organizações utilizam Inteligência Artificial na área de comunicação (interna e externa). A produção de conteúdo, a geração de insights e o aumento de produtividade são as principais finalidades na utilização dessa tecnologia.

Mas falando em prática: quais são as melhores opções hoje em dia? E como fazer um bom prompt? Na última live da 2ª edição da Dialog AI Week, Maurício Talão, COO da Clima Comunicação, e Vívian Rio Stella, linguista, professora e idealizadora da VRS Academy, falaram sobre exemplos práticos e a importância do fator humano.

Você pode assistir ao conteúdo na íntegra ou escutar a versão podcast.

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Ferramentas úteis de Inteligência Artificial na Comunicação Interna

Pensando no uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna, perguntamos aos especialistas quais ferramentas ou recursos têm se mostrado mais úteis no dia a dia da Comunicação Interna.

Antes de citar exemplos práticos, Maurício Talão considera que existem quatro grandes frentes de recursos de IA para Comunicação Interna: assistentes de texto, análise de dados, automação de fluxo e ferramentas com IA nativa. A partir disso, ele mencionou algumas opções que utiliza em seu dia a dia:

  • CHAT GPT (Modo 4 e 3): mais analítico para tarefas mais complexas;
  • DALL E e DALL E3: geração de imagens; 
  • ADOBE FIREFLY: criação de imagens; 
  • VEO3 (Google): vídeos realistas; 
  • GEMINI: análise de documentos; 
  • MANUS: criações de aplicações e MVPs; 
  • GROK: raciocínios mais estruturados; 
  • GAMMA: criação de apresentações; 
  • LOVABLE: criação de sites e app simples; 
  • UX PILOT: interfaces de experiência do usuário; 
  • TL-DV: gravação de reunião; 
  • PLAUD.AI: gadget de gravação e assistente de notas.

Vívian aponta a necessidade de identificar a dor que o profissional de CI quer resolver para entender qual é a melhor opção, visto que existem muitos recursos. Ela citou como recomendações o Google NotebookLM e o Scite (ferramenta de IA acadêmica).

Ela também deu dicas de como usar a IA de forma estratégica. Uma delas é colocar as ferramentas para “conversar entre si”, ou seja, pegar o resultado gerado por uma e colocar em outra para obter o melhor resultado.

Maurício complementou recomendando que não se deve aceitar a primeira resposta dada por uma IA generativa, pois é a opção mais genérica.

Prompts

Vívian explica que os prompts são o começo, não o final do caminho, e que muitos querem fazer um “prompt matador” para acelerar a criação quando, na verdade, a conversa com a IA é uma etapa importante.

Ela recomenda especificar bem o que deseja no prompt, até mesmo quebrando em passos (mas não mais de 3, para não gerar respostas alucinadas de IA). Além disso, a linguista reforçou o ponto levantado por Maurício: não aceitar a primeira versão, pois ela dificilmente atenderá às expectativas.

Vívian contou que chegou a perguntar para o próprio Gemini qual seria um bom prompt para ele, e a ferramenta respondeu: algo com clareza, especificidade, direcionamento, contexto, restrições, formato, tom de voz, exemplos e objetivo claro.

Maurício compartilhou algumas dicas práticas, confira na imagem abaixo:

Fonte: Clima Comunicação

Questionada sobre quais são os cuidados que devemos ter ao criar prompts para evitar vieses e garantir que a IA entregue respostas mais precisas e éticas, Vívian ressalta a importância de saber quais referências buscar, além de questionar essas referências e interagir com a IA para evitar resultados com vieses inconscientes.

Complementando a resposta, Maurício recomenda compartilhar com a IA, sempre analisando se as informações não são sigilosas, alguns dos conteúdos de Comunicação Interna para que a ferramenta consiga entender o tom de voz esperado de maneira mais fácil.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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O uso ético da Inteligência Artificial na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/o-uso-etico-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/o-uso-etico-da-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Thu, 21 Aug 2025 20:23:49 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6110 Como usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna de forma segura, ética e, acima de tudo, humana?  Essa pergunta pautou a segunda transmissão da Dialog AI Week, que abordou os riscos e cuidados com segurança da informação e LGPD, os limites éticos no uso de IA generativa e como equilibrar eficiência com empatia na criação de […]

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Como usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna de forma segura, ética e, acima de tudo, humana? 

Essa pergunta pautou a segunda transmissão da Dialog AI Week, que abordou os riscos e cuidados com segurança da informação e LGPD, os limites éticos no uso de IA generativa e como equilibrar eficiência com empatia na criação de conteúdos.

Esse debate tão importante foi conduzido por Adriano Zanni, diretor de Atendimento e especialista em Comunicação Interna no Grupo In Press, e Cynthia Provedel, fundadora da Caminho do Meio e cofundadora da ComunIA, primeira comunidade que estuda o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna no Brasil. 

Você pode assistir na íntegra ou escutar a versão podcast.

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O equilíbrio da Inteligência Artificial na Comunicação Interna

Como encontrar o equilíbrio entre eficiência operacional e empatia no uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna com o uso da IA?

Cynthia lembra que a empatia é uma habilidade “intrinsecamente humana” e cita o futurista alemão Gerd Leonhard, que questiona se as pessoas vão ser orientadas pela mudança ou se elas a orientarão, além de afirmar que as máquinas são boas em simular, mas não em ser e, por fim, que o futuro está justamente em transcender a tecnologia.

Para a cofundadora da ComunIA, a empatia é colocada em prática na medida que é adotada uma abordagem que busca esse uso responsável, ético e consciente da Inteligência Artificial em Comunicação Interna. Na prática, isso significa analisar e usar os dados (ou demais conteúdos) gerados por IA de forma humana, levando em consideração a cultura organizacional, por exemplo. O dado por si só não basta.

“Falando um pouco do uso aplicado da Inteligência Artificial na Comunicação Interna, quando a gente pensa em aplicar para brainstorming, temos várias informações genéricas que vão precisar de um pensamento crítico para ver o que é viável de acordo com o contexto daquela organização, do que faz sentido ou não. A mesma coisa para o texto, que pode ser produzido por IA buscando a personalização e segmentação que tanto falamos, mas, no final das contas, às vezes tomamos tanto tempo para consolidar um tom de voz de CI que não dá para abrir mão disso. (…) A IA vai apoiar, nos assistir, mas de forma complementar.”

Adriano reflete que o uso de plataformas de IA generativa têm uma ótica coletivista, sendo  uma soma de repertório de briefings e de bagagens de buscas feitas dentro desse ambiente, por isso é necessário se atentar a questões de LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e de ética e integridade. Ele afirma que levar isso em conta também é equilibrar a tecnologia com empatia e humanização.

Ele também ressalta que essas plataformas podem conter vieses inconscientes. O diretor compartilhou uma experiência própria, quando pediu para uma ferramenta de IA gerar imagens de 100 médicos. Depois do resultado, começou a filtrar: quando pediu para mostrar somente os mais jovens, o número desceu para 40. Quando o prompt era mulheres mais jovens, sobraram 6 imagens. E quando acrescentou o viés racial, restaram apenas duas ou três opções.

“Isso é só para referenciar que o que praticamos no off-line, o que discutimos na sociedade, está exatamente refletido na construção dos prompts, que é o background que a IA generativa nos dá. Isso também passa por vieses de empatia.”

Inclusive, Adriano convida profissionais de Comunicação Interna para que façam essa análise durante o uso da tecnologia.

“Será que estou gerando um texto, um documento, uma apresentação, um vídeo ou um audiovisual que é acessível para todo mundo? Que é inclusivo? Que tem uma linguagem e um formato que respeite o cluster de personas que tenho na minha Comunicação Interna, que vão consumir aquele conteúdo de uma IA generativa?”, ponderou.

Indo além, ele comenta também sobre a necessidade de informar para a IA o que não quer que ela crie e que esse movimento também passa por empatia e humanização.

Cuidados éticos e legais

Adriano cita 5 pontos como cuidados éticos e legais que os profissionais de Comunicação Interna devem ter ao utilizar IA generativa no ambiente corporativo, respeitando a LGPD e evitando riscos na manipulação de dados internos:

  1. Sempre leia os termos de serviço de cada plataforma de IA que será utilizada.
  2. Quando criar prompts, não cite artistas específicos para evitar plágio/ferir direitos autorais.
  3. Ao criar algo, cheque no Google Research se não há algo parecido. Se houver, não use.
  4. Deixe claro que o conteúdo foi criado com IA.
  5. Mantenha o registro dos prompts para argumentar o raciocínio usado.

Cynthia provoca ao lembrar que muitas pessoas simplesmente usam IA sem levar em consideração esse tipo de cuidado, sem questionar.

Ela compartilhou também uma reflexão feita por um estudo do Instituto de Comunicação Interna do Reino Unido, que apontava que quem cria essas tecnologias de IA nem sempre fornece aos usuários instruções de como utilizá-las de maneira ética. E ela considera que esse movimento pode ser puxado pela área de CI nas organizações.

“A nossa atuação transversal, interagindo com outras áreas, favorece para que a gente protagonize e puxe discussões a respeito de uma governança multidisciplinar estruturada para a condução dessa temática.”

Provedel contou que a ComunIA teve a chance de traduzir um conteúdo do instituto do Reino Unido com diretrizes para o uso ético de IA, são elas:

  • Aplicar IA seguindo valores e cultura organizacional;
  • Atuar de forma legal e segura;
  • Promover uma adesão centrada no ser humano, pensar no impacto do conteúdo no ser humano;
  • Dialogar organizacionalmente para que o uso seja feito com segurança;
  • Defender o compartilhamento de pensamento crítico (incentivar que as pessoas não usem IA de forma automática, sem consciência);
  • Uso inclusivo e acessível;
  • Monitorar e minimizar o impacto da IA na sustentabilidade.

Adriano compartilhou que as empresas vêm se preocupando com a segurança de seus dados quando o assunto é uso de plataformas de IA e que vêm tentando assegurar que as ferramentas usadas e os fornecedores possuam o mesmo cuidado.

Protagonismo dos profissionais de Comunicação Interna

A ComunIA tem defendido uma IA mais consciente, inclusiva e ética. Questionada sobre como os comunicadores internos podem se tornar protagonistas dessa transformação e evitar o uso automático e sem senso crítico das ferramentas, Cynthia menciona a criação de narrativas estruturadas e o apoio a uma cultura que contextualiza o uso de IA.

“Quando a gente dá clareza para as pessoas de que forma a IA dialoga com a cultura organizacional, porque a IA é importante para a cultura, porque a IA é importante para a estratégia do negócio, a gente dá sentido para esse uso. Ajudamos as pessoas a compreender a oportunidade daquela aplicação.”

Segundo ela, essas narrativas, inclusive, podem ser corroboradas pela liderança.

“Como ajudar as pessoas a fazer boas perguntas, não só para o prompt, mas perguntas a respeito dos porquês que nos ajudam a tomar uma decisão para um lado ou para o outro em relação ao uso de IA. E a liderança comunicadora pode contribuir nisso, ajudando os times a pensar nas dores do negócio, nas suas áreas e em como a IA pode atuar nesses temas.”

Resumindo, as oportunidades de protagonismo têm foco no uso crítico e menos orgânico e automático. Isso protagoniza discussões em termos de governança, constrói narrativas que justificam e contextualizam o uso da IA conectada à cultura organizacional e à estratégia do negócio e, com o apoio da liderança, fomenta discussões sobre competências que vão sustentar essa jornada.

Adriano aponta que, se a área está automatizando processos que vão possibilitar que profissionais tenham tempo para conectar pensamentos estratégicos, olhar para os OKRs do negócio, metas e KPIs de cultura, planejar, diagnosticar e mensurar, que o setor use cada vez mais prompts estratégicos, Inteligência Artificial para produção de conteúdo e pequenos planos táticos.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Conheça o ecossistema de Inteligência Artificial na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/conheca-o-ecossistema-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/conheca-o-ecossistema-de-inteligencia-artificial-na-comunicacao-interna/#respond Wed, 20 Aug 2025 17:07:53 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6101 A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já se consolidou como uma dupla estratégica. Agora é hora de ir além das discussões iniciais e explorar o verdadeiro potencial da tecnologia para inovar, otimizar e engajar de forma mais eficaz. Para aprofundar essa conversa e impulsionar iniciativas, promovemos  — entre 19 e 21 de agosto — a […]

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A Inteligência Artificial na Comunicação Interna já se consolidou como uma dupla estratégica. Agora é hora de ir além das discussões iniciais e explorar o verdadeiro potencial da tecnologia para inovar, otimizar e engajar de forma mais eficaz.

Para aprofundar essa conversa e impulsionar iniciativas, promovemos  — entre 19 e 21 de agosto — a 2ª edição da Dialog AI Week, semana de lives sobre o uso de Inteligência Artificial na Comunicação Interna.

A Dialog foi a primeira empresa brasileira do mercado de Comunicação Interna a contar com um ecossistema de Inteligência Artificial para engajamento. 

O Dialog AI possui três módulos que apoiam na produção de conteúdo, na inteligência de dados e no ganho de produtividade. Inclusive, lançamos neste mês a versão beta do Dialog AI Insights, módulo que entrega respostas qualitativas e quantitativas de acordo com o contexto da organização, avaliando minuciosamente as ações desenvolvidas dentro do canal de cada empresa. Você pode conhecê-los em detalhes clicando aqui.

Para apresentar esses três módulos, tanto em termos de tecnologia quanto de estratégia e possibilidades, Rafael Lanna, Head de Produto na Dialog, e Nicole Martini, gerente de Relacionamento Estratégico em Comunicação Interna na Dialog, foram os convidados da primeira live desta edição da AI Week.

Você pode assistir na íntegra ou escutar a versão podcast.

Ecossistema de Inteligência Artificial na Comunicação Interna

O primeiro módulo de Inteligência Artificial na Comunicação Interna apresentado por Rafael e Nicole foi o Power AI Creator, que produz o conteúdo perfeito de acordo com personas, tom de voz e outras características pré-definidas.

O módulo, lançado em 2023, reforça o compromisso da Dialog em buscar inovação e melhorias contínuas em nossa plataforma, oferecendo uma solução que apoia a Comunicação Interna e, ao mesmo tempo, possibilita que as demais áreas vejam o valor estratégico que o trabalho dos comunicadores internos tem dentro da organização.

“O objetivo do Power AI é poupar tempo, elevar a qualidade das peças produzidas e sugerir pautas alinhadas 100% ao universo de Comunicação Interna, como datas comemorativas, campanhas institucionais e termos estratégicos”, comentou Lanna.

Nicole lembra que as equipes de Comunicação Interna costumam ser pequenas — segundo a Aberje e a Ação Integrada, 46% delas possuem até 3 profissionais. Diante disso, é preciso aproveitar esse tipo de recurso para agilizar as entregas mais operacionais e focar no que é mais estratégico para a organização.

O Power AI permite criar conteúdos que serão publicados ou pelo próprio colaborador (desde que ele seja um dos administradores da plataforma) ou pelas personas, outro recurso que pode ser de grande valor para a área de CI.

“As personas são os autores das postagens institucionais na [plataforma] Dialog. Você pode ter uma ou mais personas, que podem representar as áreas ou os projetos que a empresa possui, como Diversidade e Inclusão ou editorias como ‘o presidente fala’. Na criação dessas personas, existem várias caixinhas que constroem o tom de voz de cada uma delas. Isso agiliza muito a construção desses conteúdos [no Power AI] para que eles sejam ainda mais assertivos”, explicou Nicole.

Ela ressalta a importância, assim como em outras ferramentas de Inteligência Artificial, de construir um bom briefing para gerar um conteúdo relevante. Na plataforma da Dialog, é possível informar qual é o público-alvo de cada persona, como ela se dirige aos colaboradores etc. “Dessa forma, é possível ter um conteúdo cada vez mais completo e direcionado”, ressalta.

O segundo módulo apresentado foi o Índice Dialog de Engajamento, que surgiu, segundo o Head de Produto, da seguinte questão: mede-se o nível de engajamento a partir de curtidas, postagens e comentários, mas não seria interessante medir pelo tempo que as pessoas gastam no aplicativo, identificando por onde [quais recursos] elas passam?

“Foi aí que surgiu a ideia de criar o Índice Dialog de Engajamento. Ele vai além das métricas superficiais, oferecendo uma visão profundamente integrada e multidimensional do engajamento, que combina dados quantitativos e qualitativos, permite benchmark com o próprio setor e utiliza Inteligência Artificial para fazer análises preditivas do comportamento dos colaboradores”, contou Rafael.

Nicole afirma que o índice é a “última camada” de dados fornecidos pela Dialog. Isso porque, além desse módulo, a plataforma conta com um dashboard que traz dezenas de indicadores.

Ela conta que os clientes da Dialog vêm recebendo um funil de métricas:

  • Base real: todos os colaboradores/usuários que podem acessar a plataforma);
  • Usuários cadastrados: colaboradores que realizaram seu primeiro acesso na plataforma;
  • Usuários ativos: colaboradores que entraram pelo menos uma vez no período analisado;
  • Usuários engajados/ultraengajados: qualificação dos usuários ativos, olhando dados como tempo de tela, cliques, curtidas, comentários, postagens etc. Acompanha a jornada do colaborador e traz, em números, quais são os ultraengajados.

“Nos próximos meses, construiremos uma variação ainda maior do que temos hoje. Além dos ultraengajados, teremos os engajados, os médio engajados, os pouco engajados e assim por diante”, compartilhou a gerente.

Esses dados apoiam a área de Comunicação Interna a entender quem são e onde estão os colaboradores engajados, também auxiliando a localizar quais públicos precisam receber um reforço em termos de engajamento.

AI Insights

O terceiro módulo que compõe o ecossistema para usar Inteligência Artificial na Comunicação Interna é o AI Insights, que teve sua versão beta lançada em agosto de 2025.

Rafael Lanna afirmou que, ao analisar vários módulos de Inteligência Artificial, como Chat GPT e Gemini, é possível concluir que as pessoas gostam de conversar com a tecnologia. Foi aí que surgiu a ideia de aplicar o mesmo processo na área de CI.

“É um modo fácil das pessoas conseguirem dados, métricas de engajamento e insights diversos. E aí construímos o AI Insights, nosso modelo de conversar com a IA e conseguir tudo que as empresas possuem na base de dados da plataforma de Comunicação Interna [da Dialog]”, explica.

É possível perguntar, por exemplo, qual post teve mais curtidas em determinado período, o que tem de especial nele para inspirar outras publicações etc., atuando como um grande “oráculo” de Comunicação Interna.

“Você ter a possibilidade de conversar [com IA] sobre a sua própria base de dados é muito enriquecedor e permite aprimorar a estratégia da empresa”, refletiu Rafael.

A gerente de Relacionamento Estratégico em Comunicação Interna afirma que, enquanto o Índice Dialog de Engajamento é o dado qualificado dos usuários ativos que entraram na plataforma, o AI Insights traduz esse dado em comportamento e em ação.

“Ele [AI Insights] mostra o que tem por trás do número e, com as perguntas certas, conseguimos entender a fundo os comportamentos dos colaboradores. Com base nisso, é possível construir estratégias assertivas para apoiar nas campanhas e no dia a dia, além de aumentar exponencialmente o engajamento”, complementou Nicole.

Ela ainda falou sobre a segmentação, algo possível tanto no Índice Dialog de Engajamento quanto no AI Insights, um recurso fundamental para entender como engajar os diferentes públicos dentro da mesma organização.

Alguns clientes da Dialog já usam o AI Insights e, para finalizar a transmissão, a analista de Comunicação Interna na Tegma Gestão Logística, Larissa Henriques, compartilhou sua percepção do módulo e como ele ajuda no dia a dia.

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Por Marcela Freitas Paes, analista de conteúdo e editora do Dialog Blog.

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Inteligência Artificial na CI: dos prompts ao papel estratégico das lideranças na área https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-ci-dos-prompts-ao-papel-estrategico-das-liderancas-na-area/ https://blog.dialog.ci/inteligencia-artificial-na-ci-dos-prompts-ao-papel-estrategico-das-liderancas-na-area/#respond Thu, 24 Jul 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5999 A Comunicação Interna está passando por uma evolução significativa, especialmente com a ascensão das plataformas de Inteligência Artificial e seus múltiplos usos nas estratégias de engajamento de colaboradores, sobretudo quando pensamos sobre o Gemini (Google) e o ChatGPT. As lideranças na área de Comunicação nas organizações enfrentam o desafio intenso e acelerado de se adaptar […]

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A Comunicação Interna está passando por uma evolução significativa, especialmente com a ascensão das plataformas de Inteligência Artificial e seus múltiplos usos nas estratégias de engajamento de colaboradores, sobretudo quando pensamos sobre o Gemini (Google) e o ChatGPT.

As lideranças na área de Comunicação nas organizações enfrentam o desafio intenso e acelerado de se adaptar a um ambiente que se torna, cada vez mais, mediado por tais tecnologias, enquanto precisam manter a conexão humana e o vínculo afetivo dos profissionais e times com suas marcas empregadoras. Talvez o momento nunca tenha sido tão propício para refletirmos acerca do papel crítico das lideranças de CI à luz das evoluções trazidas pela IA, com base em dados de pesquisas recentes.

Tive acesso recentemente a um estudo realizado pelo Instituto de Comunicação Interna (IoIC), entidade britânica que realiza pesquisas sobre os mais variados temas. Divulgado em março, ele aponta que 56% dos profissionais de CI relataram um aumento exponencial nas responsabilidades e nos papéis de suas áreas na construção de estratégias e planos comunicacionais sobre gestão da mudança nas mais variadas organizações mundo afora.

51% dos profissionais ouvidos notaram um crescimento do mesmo propósito quanto a enfatizar os benefícios da transformação digital e suas tecnologias para o incremento da produtividade nos ambientes de trabalho — e aqui podemos interpretar como parte da evolução acima comentada, principalmente no que diz respeito ao uso da IA para acelerar e qualificar entregas do dia a dia.

Este cenário evidencia a necessidade de uma abordagem cada vez mais sensível e produtora de sentido na Comunicação Interna, na qual as lideranças de área desempenham um papel essencial.

A IA evolui como uma ferramenta que pode otimizar processos, gerar conteúdos em segundos, checar informações, traduzir contextos e documentos e analisar dados, permitindo uma Comunicação Interna, sem dúvida, mais eficiente. 

Por exemplo, a mesma pesquisa do IoIC aponta que 70% dos colaboradores se sentem mais conectados com suas empresas quando as comunicações internas são personalizadas, e a IA facilita essa personalização ao segmentar mensagens-chave e narrativas com base nas preferências dos funcionários, ou seja, nos seus hábitos de consumo comunicacional. 

Uma tecla na qual temos batido, aqui no Grupo In Press, desde que desenvolvemos nossa metodologia de diagnóstico em CI que procura integrar visões entre aquilo que o profissional “consome” de informação, lazer e entretenimento no seu dia a dia, fora da organização, e o que ele usa para se informar a respeito das tarefas e esforços que precisa entregar na sua jornada de trabalho.

Evolução para ontem

Fato é que, apesar das oportunidades ofertadas pela IA, as lideranças de comunicação nas empresas enfrentam uma “realidade agridoce”. A mesma pesquisa indica que apenas 30% dos profissionais se sentem totalmente equipados para atender às “novas” demandas de suas funções. A sobrecarga de trabalho, com uma média de 15 áreas demandantes dos serviços de CI sob a sua responsabilidade, e a falta de recursos e times são desafios constantes, como revela também recente pesquisa feita pela Aberje, em parceria com a Ação Integrada.

Fonte: Aberje e Ação Integrada.
Fonte: Aberje e Ação Integrada.

Além disso, 80% dos profissionais expressam sentimentos negativos sobre o seu trabalho, o que pode impactar na sua capacidade de engajar colaboradores.

A evolução do papel das lideranças de Comunicação interna junto às possibilidades que o uso, cada vez mais voraz, da Inteligência Artificial pelas empresas têm alavancado passa pelo primeiro entendimento destes gestores de que é preciso ir muito além de aprender a construir prompts e a demandar as plataformas. Esse é o passo mais simples, no qual muitos comunicadores ainda estão engatinhando.

O presente nos pede uma responsabilidade estratégica não apenas quanto à governança sobre o uso da IA pela área de CI, mas que saibamos guiá-la quanto à fundamentação de tudo aquilo que ela nos aporta e de como nos ajuda a impactar de forma sustentável os negócios das empresas. 

E aqui estamos falando sobre a nossa missão de seguir interrelacionando pessoas dentro desse universo e extraindo delas, de forma colaborativa, caminhos para a continuidade do sucesso de engajamento aos canais da matriz de CI. Porque, sim, eles continuarão existindo, só que agora “alimentados” por meio de iniciativas ainda mais cocriativas.

Os líderes de comunicação devem se tornar facilitadores da transformação digital, utilizando a IA como uma aliada para melhorar a experiência do colaborador. Isso envolve não apenas a adoção de ferramentas de IA, mas também o desenvolvimento de competências críticas, como pensamento estratégico e letramento digital. 

Veja: o estudo do IoIC aponta que 39% dos profissionais de CI consideram o pensamento estratégico uma prioridade para seu desenvolvimento.

Além disso, as lideranças devem priorizar estratégias ligadas ao desenvolvimento de atitudinais de soft skill, como empatia e mediação. Tudo porque embora a IA possa automatizar muitas tarefas, a autenticidade nas mensagens e a habilidade de construir relacionamentos são insubstituíveis ao humano. Seguir traduzindo a visão e o propósito organizacional em mensagens que inspirem e motivem os colaboradores ainda é um horizonte possível e necessário para muitos de nós, comunicadores.

Quando for revitalizar sua matriz de canais, sob esse prisma mais digital, a integração deles com plataformas de IA deve ser uma condição irrevogável para a adoção da ferramenta. Se a ideia é que esses “novos canais” sigam funcionando como os únicos hubs onde a vida profissional de um colaborador está contida, é importante não incentivar dispersão para outros caminhos. Disso fundamentalmente dependerá o sucesso do engajamento.

E lembre-se: estamos vivendo, neste exato momento, uma segunda grande onda quanto à descentralização da capacidade de criar e veicular conteúdos enriquecidos e, aparentemente, com grande veracidade, refletores de diversas realidades, a exemplo do que experimentamos há cerca de 30 anos, quando os meios de comunicação e a imprensa tradicionais passaram a disputar espaço com blogs, redes sociais e comunidades — e, posteriormente, lista de transmissões no WhatsApp etc. 

Agora, com o uso da IA, todos se tornam autênticos roteiristas, diretores de cena, podcasters, produtores de TV, criadores de apresentações institucionais ou comerciais, ainda que sequer tenham estudado para isso. Os prompts já oportunizam o “reinventar” dessas funções e, pasmem, com um bom nível de qualidade que só aumenta a passos largos, diariamente.

Então, se acostume à proliferação de “comunicações sombra”, sobretudo na sua CI, onde outros departamentos ou áreas assumem responsabilidades de comunicação, passando informalmente a exercer essa chamada descentralização. Em vez de refletir sobre o risco, minha dica é que aceite essas sombras e trabalhe de forma eficaz o alinhamento delas, trazendo-as para dentro do seu jogo. O trabalho da liderança de CI, mais do que nunca, é evitar mensagens fragmentadas que levem à erosão da confiança entre áreas. Do contrário, é game over!

Fonte: Aberje e Ação Integrada.

As organizações que souberem equilibrar a eficiência da IA com uma liderança humanizada, mediadora de conflitos e indutora das transições que já estão acontecendo ou estão por vir, estarão mais bem posicionadas para engajar seus colaboradores e prosperar em um ambiente de negócios em constante mudança, criando um espaço onde a Comunicação Interna se torna um verdadeiro motor para a resiliência e o comprometimento.

Por Adriano Zanni, Diretor de Atendimento e especialista em Comunicação Interna no Grupo In Press.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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