design Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/design/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 16 Apr 2025 13:28:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png design Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/design/ 32 32 Dias de luta, dias de glória: a criatividade e seus desafios https://blog.dialog.ci/dias-de-luta-dias-de-gloria-a-criatividade-e-seus-desafios/ https://blog.dialog.ci/dias-de-luta-dias-de-gloria-a-criatividade-e-seus-desafios/#respond Thu, 15 May 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5824 Trabalhar com criatividade e comunicação é desafiador. Todos os dias, somos provocados a buscar uma ideia original e inovadora que vai solucionar o caso do dia, mas óbvio que isso não acontece na prática. Seria como se um chef de cozinha tivesse que inventar uma receita nova a cada jantar — sendo que a fome, […]

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Trabalhar com criatividade e comunicação é desafiador. Todos os dias, somos provocados a buscar uma ideia original e inovadora que vai solucionar o caso do dia, mas óbvio que isso não acontece na prática. Seria como se um chef de cozinha tivesse que inventar uma receita nova a cada jantar — sendo que a fome, às vezes, é resolvida com um bom prato de arroz e feijão.

Mas temos que entregar boas ideias, mesmo em meio a diversos obstáculos que o ambiente corporativo nos impõe. Prazos “pra ontem”, guias de marca restritos, temas que nem sempre são interessantes para o colaborador: como fazer com que o job não se torne “mais um e-mail da comunicação” para o público final? 

Se você veio atrás de respostas, sinto muito em desapontá-lo, eu não as tenho agora, mas podemos refletir sobre alguns fatores.

“O tempo, olha, Sueli, ele está passando” 

Quando Fernanda Torres disse essa frase no seriado Tapas & Beijos, não imaginou que ela se tornaria um dos grandes virais dos últimos anos. Talvez a comoção em torno desse recorte de 30 segundos da série seja porque o tempo, na era de mensagens tão fugazes, tem se tornado cada vez mais valioso. 

Dentro desse contexto, os prazos nas áreas de comunicação e agências têm ficado cada vez mais condensados, sem considerar que a criatividade precisa de respiro. Uma boa ideia nem sempre vem dentro daquelas 3 horas estipuladas pelo prazo, às vezes ela resolve dar as caras durante aquela louça que ficou para o fim do dia ou no meio daquele filminho do final de semana. Mas aí já era, o conceito já foi entregue.

Também não quero tornar o prazo o grande vilão da criatividade, ele é importante no processo de concentração e priorização das urgências. Sem ele, muitos projetos não sairiam do papel. 

Então, como conciliar prazo e criatividade? Dois fatores podem ajudar:

  • Organização: cada um tem a sua maneira de organizar a rotina durante o expediente, mas manter um certo padrão e ter algumas etapas definidas é muito importante. Quanto tempo é necessário para pesquisar referências? E durante a mão na massa, quanto tempo vou levar para construir aquela peça? Por onde começo: definindo fontes ou pesquisando uma paleta de cores interessante para esse caso? São pequenos combinados que auxiliam no processo.
  • Repertório: esse aqui é o mais importante. Pesquisar durante o processo é necessário, mas construir uma bagagem ao longo do tempo é essencial para que boas ideias fluam no momento certo, mesmo com prazos mais justos. 

Quem se restringe se limita?

Sabemos o quanto a identidade visual de uma empresa é importante para a construção de uma marca sólida. Contamos com cores, fontes, fotografias, grafismos, entre outros elementos, que constroem um conjunto de regras e norteiam como a marca se apresenta visualmente para o mundo. Será que trabalhar dentro dessas restrições torna a criatividade mais limitada?

Nem sempre. Trabalhar com criação, às vezes, é brincar de advogado e procurar por brechas na lei para defender o nosso réu. Assim como num tribunal, é necessário seguir as ordens de um brandbook, mas será que usar uma fonte especial num título, principalmente quando estamos trabalhando em uma campanha temática, vai prejudicar a percepção de toda identidade visual da marca? 

Um exemplo muito comum é o dos meses coloridos. Nem todo guide prevê o uso da cor amarela, por exemplo, mas não é por isso que, em setembro, a empresa não poderá criar uma campanha em prol da saúde mental. Dentro do possível, é preciso construir uma relação de flexibilidade com a marca.

Mensagens desinteressantes: um trabalho feito a muitas mãos 

No dia a dia da Comunicação Interna, não há como falar de boas notícias sempre. Existem alguns temas mais fáceis de ser engajados, como PLR ou benefícios em geral, mas há mensagens que precisam de “um tchan a mais” para fisgar o colaborador. Nesses casos, criação e conteúdo precisam estar ainda mais alinhados.

Quando estamos falando de um assunto leve, ainda há a possibilidade de trabalhar com cores ou ilustrações que deixam a peça mais atrativa para o público final, mas há momentos em que a conversa precisa ser séria. Ainda é possível ser criativo nesse caso, mas o trabalho junto com conteúdo é fundamental para estabelecer o tom do discurso e do visual.

Os desafios de trabalhar com criatividade em meio a condições nem sempre favoráveis são muitos. Haverá falhas e refações algumas vezes, mas contar com a técnica, com a organização e, principalmente, com o apoio de uma equipe alinhada pode contribuir muito para que boas ideias apareçam no momento certo.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Campanhas de Comunicação Interna além do visual: a importância da personalização https://blog.dialog.ci/campanhas-de-comunicacao-interna-alem-do-visual-a-importancia-da-personalizacao/ https://blog.dialog.ci/campanhas-de-comunicacao-interna-alem-do-visual-a-importancia-da-personalizacao/#respond Thu, 19 Dec 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5476 Nos últimos cinco anos, à frente da equipe de criação da Clima, tenho lidado diariamente com o desafio de engajar os colaboradores de grandes organizações por meio de campanhas de Comunicação Interna. Obviamente, não é uma tarefa fácil. O volume de informações que circula em uma empresa é imenso. Comunicados sobre novos benefícios, manutenções de […]

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Crédito: Clima.

Nos últimos cinco anos, à frente da equipe de criação da Clima, tenho lidado diariamente com o desafio de engajar os colaboradores de grandes organizações por meio de campanhas de Comunicação Interna. Obviamente, não é uma tarefa fácil. O volume de informações que circula em uma empresa é imenso.

Comunicados sobre novos benefícios, manutenções de sistemas, celebrações de datas comemorativas: tudo compete pela atenção de um público já sobrecarregado com suas próprias funções do dia a dia.

Além disso, temos a questão da infoxicação, um termo cada vez mais usado para descrever o excesso de informações que os colaboradores recebem, muitas vezes de diferentes canais. Nesse cenário, a personalização na Comunicação Interna não é apenas desejável — ela se torna essencial. 

Campanhas que consideram as especificidades de cada público e que conectam suas mensagens às necessidades estratégicas da empresa, e à sua cultura corporativa, são aquelas que realmente fazem a diferença.

A seguir, vamos explorar um pouco mais a importância da personalização na sua Comunicação Interna do dia a dia.

A Comunicação Interna vai muito além do conceito visual

Crédito: Clima.

Uma das grandes armadilhas da comunicação interna é acreditar que o visual é o fator mais importante para o sucesso de uma campanha. A gente sabe que uma peça visualmente atraente faz toda a diferença, mas também entendemos que isso é apenas parte do trabalho. 

A campanha precisa ser bonita, sim, mas ela precisa ser, acima de tudo, eficaz. E essa eficácia vem da personalização.

Dentro da Clima, quando criamos campanhas para nossos clientes, sempre levamos em consideração todo o contexto em que a comunicação será inserida: quem são os públicos, quais são as metas da empresa e quais são os desafios daquele negócio. 

Nosso trabalho vai muito além de apenas “envelopar” um conceito criativo em peças gráficas. Nossa missão é garantir que a campanha tenha relevância para quem a recebe e impacto nas métricas que realmente importam.

A importância do processo criativo na Clima

Por isso, ao iniciar o planejamento de uma campanha, começamos com uma conversa detalhada com o cliente. Antes de tudo, queremos entender o que ele espera alcançar. A partir daí, nosso time de atendimento entra em cena, redigindo o briefing e discutindo os próximos passos com nossa equipe criativa.

Após a reunião com o cliente e a conversa inicial com o time da Clima, seguimos para o que chamamos de debriefing, em que tiramos dúvidas e refinamos a estratégia de comunicação. Essa etapa, que muitas vezes não acontece dentro das empresas, é muito importante para nós, pois é ela que garante que estamos no caminho certo. 

Até porque, em muitos casos, o cliente não quer apenas informar algo: ele deseja engajar, provocar reflexão ou até mesmo mudar comportamentos. É nesse ponto que trazemos para a mesa dados de mercado, iniciativas da própria organização, imersão no calendário do cliente e da área, e ideias inovadoras que possam agregar valor à mensagem que estamos construindo.

Crédito: Clima.

Esse processo se repete de forma colaborativa. A partir do debriefing, iniciamos a fase de desenvolvimento criativo, na qual buscamos formas inovadoras de trabalhar com o conceito. É aqui que entra o Jeito Clima de fazer Cultura Criativa, uma maneira de trazer ideias atuais e diferenciadas, muitas vezes com orçamentos limitados, mas sempre com resultados efetivos.

Case de sucesso: Destaques Natura 2023

Crédito: Clima.

Um dos exemplos do nosso trabalho com personalização foi a campanha Destaques Natura 2023. A Natura realiza essa campanha todos os anos, e um dos grandes desafios é criar algo novo a cada edição. A expectativa é sempre alta, e precisamos encontrar formas criativas de engajar os colaboradores, ao mesmo tempo em que atingimos os objetivos de negócios.

Outro desafio é criar uma estratégia de comunicação interessante e envolvente para as pessoas, mas que também reforce os pilares de Prosperidade, Pertencimento e Propósito da marca.

Para a edição de 2023, decidimos trabalhar com o conceito das fases da lua. Na ocasião, associamos cada fase da lua a um ciclo de vendas da Natura, criando um paralelo entre o crescimento da lua e o fortalecimento das raízes da marca. 

Crédito: Clima.

A Lua Nova, por exemplo, foi usada para simbolizar o cuidado necessário para colher bons resultados no futuro, assim como o trabalho de preparação para alcançar metas de vendas.

Essa metáfora foi estendida para todas as peças da campanha, que incluiu ações em múltiplos canais, desde eventos e brindes até comunicações digitais e peças físicas. 

Para atingir nosso objetivo, o conceito visual precisou ser robusto o suficiente para se desdobrar ao longo de um ano inteiro, mas sem perder sua atratividade. 

Crédito: Clima.

Obviamente, uma campanha desse porte exige um planejamento cuidadoso, no qual cada detalhe é pensado para garantir que a mensagem chegue a todos os públicos, desde o time administrativo até os vendedores de campo. Envolver o time criativo desde o início do planejamento é o que faz a diferença nas nossas entregas, e o entendimento completo do desafio deixa o resultado criativo muito mais estratégico.

Por que apostar na personalização por público?

Como podemos perceber, um dos pontos mais importantes da personalização na Comunicação Interna é entender que nem todos os públicos são iguais. Na Clima, sempre partimos desse princípio. 

Durante o planejamento de uma campanha, sempre consideramos as necessidades específicas de cada grupo dentro da organização. Sabemos, por exemplo, que a comunicação para o time administrativo deve ser diferente da comunicação para o público operacional ou para os líderes. E precisamos saber trabalhar com isso.

Nesse sentido, a personalização não quer só garantir que a mensagem seja bem compreendida, mas também busca aumentar o engajamento com essa comunicação. 

Quando uma campanha é desenhada pensando nas particularidades de cada público, os colaboradores se sentem mais valorizados. Eles entendem que a empresa se preocupou em criar algo específico para eles, o que aumenta as chances de que a mensagem tenha o impacto desejado.

Sustentação de campanhas: resultados a longo prazo

Outro aspecto que valorizamos muito na Clima é o planejamento de campanhas de longo prazo. Afinal, uma campanha de Comunicação Interna não termina no envio de um comunicado ou no lançamento de uma peça visual. 

É preciso pensar na sustentação da campanha ao longo do tempo, garantindo que ela continue relevante.

Isso envolve uma série de ações táticas, como a criação de peças de ambientação, eventos internos e conteúdos online e offline que reforcem os valores e objetivos da campanha. 

Cada um desses pontos de contato é pensado para garantir que a mensagem principal seja entendida e captada pelos colaboradores de forma eficiente e orgânica.

Para que isso aconteça, você precisa de um planejamento bem estruturado, que considere as particularidades de cada canal de comunicação e que ofereça formas de mensurar os resultados ao longo do tempo. 

Na Clima, gostamos de trabalhar com campanhas integradas, com cada peça se complementando e fortalecendo a outra, criando uma narrativa coerente e que envolva o nosso público, seja ele qual for.

Crédito: Clima.

A importância de contar com um parceiro estratégico

Na hora de criar campanhas que vão muito além de um conceito visual, ter o apoio do parceiro certo também faz toda a diferença. 

Assim, a sua empresa poderá não apenas fazer uma análise crítica do cenário em que se encontra e do seu calendário de comunicação, mas também:

  • Entender os pontos de contato do colaborador com os canais de CI e qual a melhor estratégia para cada meio (conteúdo e criação);
  • Descobrir as histórias que podem e devem ser contadas aos seus colaboradores, sempre de acordo com o perfil de cada público;
  • Mensurar a eficiência das campanhas e de comunicação pontuais.

Conclusão

Ao longo dos anos, aprendi que não existe uma fórmula mágica para campanhas de Comunicação Interna. Cada empresa tem suas próprias particularidades, e cada campanha é um novo universo, que precisa ser encarado de maneira única. 

Dentro da Clima, valorizamos essa abordagem individualizada porque sabemos que ela traz resultados. Seja uma campanha visualmente incrível ou uma estratégia focada em dados e mensuração, o que importa é que a comunicação interna seja capaz de engajar, informar e transformar.

Para resumir: a peça bonita, bem feita e com qualidade sempre vai ser importante. Mas ela é só o resultado de um trabalho MUITO maior, e que envolve MUITA gente.

É isso que buscamos entregar a cada novo projeto: campanhas que fazem a diferença no dia a dia das empresas, e que ajudem a fortalecer culturas, conquistar resultados e, acima de tudo, conectar pessoas.

Criamos uma cultura orientada por propósito: acesse o site da Clima e conheça nossos serviços!

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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O design como ferramenta para tornar a Comunicação Interna mais eficaz https://blog.dialog.ci/o-design-como-ferramenta-para-tornar-a-comunicacao-interna-mais-eficaz/ https://blog.dialog.ci/o-design-como-ferramenta-para-tornar-a-comunicacao-interna-mais-eficaz/#respond Wed, 04 Dec 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5487 O design desempenha um papel importante na Comunicação Interna, moldando a maneira como os colaboradores se conectam com a organização. As cores, as formas, as imagens e as mensagens que nos cercam no ambiente de trabalho podem influenciar como nos sentimos e nossas percepções sobre a empresa. Até mesmo a produtividade e o humor podem […]

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O design desempenha um papel importante na Comunicação Interna, moldando a maneira como os colaboradores se conectam com a organização. As cores, as formas, as imagens e as mensagens que nos cercam no ambiente de trabalho podem influenciar como nos sentimos e nossas percepções sobre a empresa. Até mesmo a produtividade e o humor podem ser influenciados pela comunicação visual. 

E um dos grandes desafios da Comunicação Interna é a disputa pela atenção dos colaboradores em meio a tantos assuntos relevantes. Como criar memória e engajar as pessoas? O profissional de design atua em parceria com o de conteúdo. Essa dupla criativa é capaz de gerar atração e atenção, resumir, organizar as ideias e tornar a mensagem mais fácil de ser compreendida. Isso deixa a comunicação mais acessível, impactante e contribui para a experiência do colaborador.

Para se destacar na comunicação, o design deve traduzir visualmente as mensagens que precisam ser compartilhadas, unindo os objetivos do negócio à criatividade. A narrativa e o conceito das campanhas funcionam como um norte para alinhar todos os canais e públicos.

Entenda mais sobre a relevância do design para a Comunicação Interna.

Como o design pode contribuir para a experiência do colaborador

O design, em sua instância mais básica, tem o dever de identificar e diferenciar a marca. O respeito aos elementos determinados no manual de marca é primordial em qualquer comunicação. Mas, dentro das regras do jogo, é possível tornar as ações mais atrativas, interativas e despertar o desejo de participar do colaborador.

Alguns exemplos práticos: a representação gráfica de dados pode ser feita de diversas formas, como infográficos, big numbers e dashboards – o que torna a compreensão dos indicadores mais fácil. A identidade visual das campanhas reforça a cultura organizacional e o senso de pertencimento, assim como o design de eventos torna a experiência memorável e fortalece o engajamento.

A empatia é um recurso poderoso para criar soluções inovadoras e relevantes que geram valor para os envolvidos. Entender quem são os públicos e observar qual é o estado emocional dessas pessoas, avaliando o comportamento delas dentro e fora do ambiente corporativo, pode garantir uma identidade certeira.

Design como reforço da narrativa

Em quaisquer canais, formatos e tipos de comunicação, o design aparece como peça fundamental para manter a consistência da marca e a força da mensagem. A narrativa visual alinhada à estratégia de marca tornam as experiências memoráveis e aumentam o engajamento nas campanhas.

A conexão emocional que se estabelece por meio de universos verbais e visuais bem estruturados faz a marca ser mais compreendida e admirada em toda a jornada do colaborador. E inovar as formas de trazer essa narrativa tornará a comunicação ainda mais interessante.

Diversidade criativa: impacto na sociedade e na cultura

A diversidade nas peças vai muito além da representatividade dos públicos. O designer tem a responsabilidade de recriar as narrativas impostas pela sociedade, que passou anos sem representar determinados grupos sociais. É preciso mudar o status de quem foi por muitos anos invisibilizado.

O uso de imagens que representam diferentes etnias, gêneros e gerações, assim como símbolos que caracterizam culturas e bandeiras, são exemplos de ações necessárias para que grupos diversos se sintam pertencentes a todos os espaços, criem conexões e construam um ambiente mais seguro.

Garantir que diferentes pontos de vistas sejam retratados traz força criativa aos projetos. Por isso, articular diálogos abertos sobre as individualidades promove mais segurança psicológica entre os colaboradores. O e-book “Individualidade: como a segurança psicológica impacta a experiência do colaborador”, produzido pela United Minds (2023), conta mais sobre a importância de criar ambientes empáticos, onde não haja julgamentos e as pessoas possam expressar suas ideias.

Facilitação em ambientes corporativos

Tornar as mensagens mais claras para profissionais de todos os níveis é também uma responsabilidade do designer. Trazer coesão entre os canais, fortalecer os elementos icônicos de marca e traduzir a narrativa em imagens são ações que ajudam a oferecer um melhor entendimento da informação.

O design também se aplica a serviços e soluções inteligentes. O design thinking, que tem como foco colocar o ser humano no centro da conversa, traz ferramentas para encontrar e propor soluções para os clientes, bem como mapear os desafios e contextos a fim de trazer inovações para o dia a dia do colaborador, para o negócio e para a sociedade.

Em treinamentos, por exemplo, é comum o uso desse tipo de dinâmica para apoiar reflexões, cocriar e buscar soluções. O design ajuda a contar essa história e a tornar a mensagem mais visual para facilitar o entendimento e a aplicação do ferramental, gerando um melhor alinhamento entre os participantes, os objetivos e a estratégia de negócio.

Abuse dos formatos para contar a sua história!

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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4 pontos fundamentais sobre a criação visual na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/4-pontos-fundamentais-sobre-a-criacao-visual-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/4-pontos-fundamentais-sobre-a-criacao-visual-na-comunicacao-interna/#respond Thu, 10 Oct 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5257 O primeiro pensamento que vem à mente quando falamos sobre o trabalho de comunicar internamente em organizações e corporações é, para a esmagadora maioria das pessoas, relacionado ao texto.  Esse, inclusive, não é um mau sinal, mas o indício de que a área da Comunicação Interna evoluiu muito!  A tal ponto que, a partir de […]

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O primeiro pensamento que vem à mente quando falamos sobre o trabalho de comunicar internamente em organizações e corporações é, para a esmagadora maioria das pessoas, relacionado ao texto. 

Esse, inclusive, não é um mau sinal, mas o indício de que a área da Comunicação Interna evoluiu muito! 

A tal ponto que, a partir de uma atuação de jornalistas, publicitários, profissionais de Marketing e de RH baseada no texto e na fala, outras frentes puderam ser incorporadas com mais propriedade ao longo do tempo, somando elementos anteriormente mais valorizados quando o assunto era comunicar para fora. 

A frente da qual estamos falando é o design.

O design desempenha, atualmente, um papel muito importante na comunicação de uma empresa. É um elo que perpassa diversos caminhos entre a gestão, a informação que circula na organização e os colaboradores. 

Mas para que você também possa enxergar o design ou a direção de arte dessa forma, demonstro aqui quatro itens essenciais que vão contribuir para que mais e mais profissionais do campo visual possam ter consistência nas suas comunicações, atraindo a atenção dos colaboradores de maneiras cada vez mais criativas.

1. Escolha elementos visuais que sejam um cartão de visita para a marca

Cores, fontes e elementos de design precisam estar alinhados com o seu manual de marca ou com o do cliente. A comunicação externa e interna precisam caminhar juntas, mas não necessariamente precisam ser iguais: conforme os canais e objetivos de comunicação, diferentes elementos podem ser utilizados. 

Mas é preciso lembrar que, quaisquer que sejam, esses elementos fazem parte de uma coisa só, de uma única organização e identidade, que fala a mesma coisa com todo mundo – apenas de maneiras e abordagens diversas. Isso ajuda a manter a consistência da mensagem interna e fortalece a percepção da marca por parte dos colaboradores. 

2. Clareza e compreensão da mensagem

Por meio de elementos visuais impactantes contribuímos para que a mensagem seja compreendida de forma clara e objetiva. E a questão não é apenas estética! A inclusão de gráficos, ícones, ilustrações, imagens e elementos estratégicos facilitam, assim como o texto, a transmissão e o reforço das principais ideias e informações que se quer levar ao público interno.

3. Design também é representatividade

Trazer elementos específicos que existem na empresa, na região ou no estado em que a companhia tem origem ou que a maioria das pessoas que trabalham nela estão, contribui muito para engajar e trazer a sensação de pertencimento aos colaboradores. 

Outra boa ideia é fazer uma sessão de fotos mostrando o dia a dia das pessoas colaboradoras, suas funções e os momentos em que estão juntas, inclusive (e às vezes preferencialmente!) os mais descontraídos. 

Posteriormente, essas fotos podem ser usadas como itens da comunicação visual interna, permitindo que as pessoas se vejam, se sintam representadas e se aproximem umas das outras por meio dessas situações que vivem em comum. 

Isso mostra que as pessoas são parte importante para a organização apenas por existirem e protagonizarem o dia a dia da empresa – mostra que elas são a organização.

4. Teste novos elementos e formatos

O seu público interno pode ser uma forma excelente de mensurar novas ideias e testar a receptividade de formatos inovadores. Aqui é a hora de arriscar e colocar em prática algumas ideias que acabam ficando dentro da gaveta. 

É com elas que você pode aprender, ajustar e adaptar tudo isso ao processo de criação, proporcionando um verdadeiro laboratório para a melhoria contínua das suas comunicações.

Compondo um cenário completo

Em suma, o design é uma área do conhecimento capaz de trazer excelentes benefícios para a Comunicação Interna de seus clientes e da sua empresa. 

Com essas técnicas aplicadas cotidianamente ao trabalho de Comunicação Interna, podemos dar muito mais consistência às mensagens que devem ser repassadas e garantir que os colaboradores vejam que nós, profissionais da Comunicação Interna, da estratégia, do texto e do design, somos pessoas próximas e relevantes para o seu ambiente de trabalho, porque enxergamos e mostramos visualmente a essas pessoas que prezamos a sua valorização.

Um bom design em CI é uma prova de que estamos preocupados com o todo sensorial das pessoas ao receberem as mensagens, complementando caminhos comunicativos com experiências mais completas e tornando o cenário da Comunicação Interna nas empresas mais esteticamente bonito e eficaz também.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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