conteúdo Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/conteudo/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Fri, 30 Jan 2026 12:08:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png conteúdo Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/conteudo/ 32 32 Impacto e relevância em 8 segundos: como a Economia da Atenção tem influenciado a CI https://blog.dialog.ci/como-a-economia-da-atencao-tem-influenciado-a-ci/ https://blog.dialog.ci/como-a-economia-da-atencao-tem-influenciado-a-ci/#respond Thu, 12 Feb 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6385 Os profissionais não deixam seus hábitos de consumo de informação na porta da empresa. Ao iniciar a jornada de trabalho, o colaborador traz consigo as expectativas de experiência e fluidez digital moldadas por horas de exposição diária a plataformas como Instagram, TikTok, Netflix e tantas outras. As mudanças constantes nos padrões de acesso e consumo […]

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Os profissionais não deixam seus hábitos de consumo de informação na porta da empresa. Ao iniciar a jornada de trabalho, o colaborador traz consigo as expectativas de experiência e fluidez digital moldadas por horas de exposição diária a plataformas como Instagram, TikTok, Netflix e tantas outras. As mudanças constantes nos padrões de acesso e consumo na comunicação transformam a atenção no ativo mais escasso e valioso das organizações.

O colapso da atenção linear

Vivemos, há algum tempo, na era da “infoxicação”. Dados do Microsoft Work Trend Index revelam que profissionais são interrompidos por notificações ou e-mails a cada dois minutos, em média. Nesse cenário, a Comunicação Interna não compete apenas com o e-mail do colega ao lado ou com a solicitação do gestor, mas com um conjunto de estímulos fragmentados e de origens diversas. Estudos sobre a Economia da Atenção indicam que temos apenas 8 segundos para capturar o interesse do colaborador antes que ele “role a tela” mentalmente. Se a sua estratégia de CI ainda se baseia em conteúdos estáticos e textos lineares exaustivos, a efetividade pode estar sendo prejudicada e todo o seu esforço pode estar gerando ruído.

Do conteúdo linear para a objetividade e a segmentação

A mudança nos hábitos exige uma transição do modelo de Broadcast (transmissão linear, um para muitos) para o modelo Social e On-demand (focado nas necessidades dos usuários, com possibilidades de interações). O marketing digital já validou que conteúdos mais objetivos e diretos geram até 300% mais engajamento que formatos longos. Na prática, isso significa identificar as oportunidades de substituir comunicados e conteúdos institucionais densos por pílulas de informação, infográficos dinâmicos e, principalmente, vídeos curtos, preferencialmente, em formato vertical.

O vídeo vertical não é apenas uma tendência estética, é uma resposta comportamental conectada com a rotina atual das pessoas. Com mais de 60% do consumo de informação ocorrendo via mobile, a comunicação deve ser pensada, prioritariamente, nesse formato. Outro ponto a ser destacado é que o colaborador busca autenticidade. Um vídeo “caseiro” de um líder gravado no smartphone tende a gerar mais conexão e credibilidade do que grandes produções, que, muitas vezes, acabam se tornando impessoais.

Desafio: curadoria e relevância X velocidade e objetividade 

Nesse contexto, o maior desafio da CI acaba sendo equilibrar velocidade e objetividade, respeitando o processo de curadoria de conteúdo, que faz parte da dinâmica organizacional, além de manter a relevância do que é transmitido, mesmo utilizando abordagens mais objetivas e formatos interativos. Um plano editorial bem estruturado, com os canais adequados às personas que compõem a empresa e processos de CI claramente definidos pode ser a chave para alcançar a efetividade, gerindo todas essas transformações.

Fortalecer o papel das lideranças e a capacidade dos gestores de comunicar pela empresa também acaba se tornando uma necessidade que se potencializa, com a responsabilidade de passar maior profundidade de informações e estabelecer as conexões necessárias nas conversas com os times. Ou seja, canais com conteúdos mais objetivos exigem gestores preparados para gerar alinhamento e aprofundar estrategicamente os temas da empresa.

Respeito ao tempo é uma questão de coerência

Redesenhar a Comunicação Interna sob a ótica dos novos hábitos de consumo não é apenas uma escolha, mas uma necessidade de sobrevivência organizacional. O engajamento não nasce da imposição da leitura, mas da atratividade da experiência. Em um mundo de distrações infinitas e que nos cobra performance e produtividade, a eficácia da CI é medida pela sua capacidade de ser objetiva, visual e, acima de tudo, humana. Afinal, em 8 segundos, você pode inspirar um time ou ser apenas mais uma notificação ignorada.

Por Gabriel Fontanari, CEO da iNÓSS.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como a Comunicação Interna pode impulsionar a Comunicação Externa https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-impulsionar-a-comunicacao-externa/ https://blog.dialog.ci/como-a-comunicacao-interna-pode-impulsionar-a-comunicacao-externa/#respond Thu, 13 Feb 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5597 Ao integrar um discurso coerente com a prática, essas duas áreas estratégicas se fortalecem mutuamente, propiciando o engajamento dos times e o fortalecimento das marcas Responda, sinceramente: na sua empresa, quem recebe mais atenção por parte da liderança, a Comunicação Interna ou a Externa? Com base em nossa experiência de mais de 20 anos de […]

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Ao integrar um discurso coerente com a prática, essas duas áreas estratégicas se fortalecem mutuamente, propiciando o engajamento dos times e o fortalecimento das marcas

Responda, sinceramente: na sua empresa, quem recebe mais atenção por parte da liderança, a Comunicação Interna ou a Externa? Com base em nossa experiência de mais de 20 anos de mercado, podemos responder sem titubear que a Comunicação Externa ainda é a queridinha dos boards, o que consideramos um erro estratégico que vale a pena corrigir. 

Felizmente, essa realidade começou a mudar de forma mais evidente a partir do contexto da pandemia, que colocou um percentual significativo da força de trabalho em casa. De acordo com uma pesquisa divulgada pela FIA em 2020, 46% das empresas brasileiras adotaram o modelo remoto. No caso das grandes empresas, esse índice chegou a 55%. 

O resultado? A crescente necessidade de fortalecimento das iniciativas voltadas para manter o engajamento do público interno remoto e o início de um movimento mais claro de valorização da Comunicação Interna como um todo. 

O valor da comunicação de dentro para fora

Mais do que isso, a presença unânime das redes sociais na vida das pessoas naquele momento impulsionou um crescimento relevante e permanente do Linkedin, a vitrine online do universo do trabalho, na qual as pessoas passaram a se permitir, cada vez mais, a trazer informações internas para fora, sem rodeios. 

Para se ter uma ideia, ao final de 2021, a quantidade de usuários da plataforma no Brasil era de 50 milhões, número que saltou 50% ao final de 2024, atingindo um total de 75 milhões, agora incluindo uma forte presença da geração Z. 

Com tantas pessoas dispostas a compartilhar seu dia a dia de trabalho com o público externo, alinhar discursos e aproveitar a disposição dos próprios colaboradores para reverberar narrativas autênticas de dentro para fora é mais do que preciso: é uma necessidade estratégica. 

De acordo com o relatório “Gaining Advantage in 2023 – How to reach and influence audiences”, da agência britânica Grayling, “sua Comunicação Interna é a sua Comunicação Externa, e a consistência da mensagem e da atividade dessas duas áreas nunca foi tão vital para uma identidade corporativa confiável e de uma força de trabalho engajada” (tradução nossa). 

O mesmo relatório afirma, ainda, que garantir a cultura interna de uma empresa alinhada à sua reputação pública impacta diretamente seu valor de mercado.

A Comunicação Interna pode ganhar relevância frente à Externa em termos de relevância para os negócios? 

Alguns números nos permitem responder que existe, sim, essa possibilidade, mas não que necessariamente isso seja uma necessidade. O importante, de fato, é focar em manter a Comunicação Interna e Externa como parte de uma mesma estratégia. Seja como for, na pesquisa Tendências da Comunicação Organizacional 2024 da Aberje, os processos de comunicação que os respondentes acreditavam ganhar em relevância e em investimentos foram a Comunicação Interna (39%), o Branding (32%), o Relacionamento com a imprensa (31%) e as Mídias Digitais e Sociais (30%).

Crédito: Aberje – Tendências da Comunicação Organizacional 2024.

O dado representa uma mudança sutil, mas evidente, em relação ao que foi identificado na mesma pesquisa em 2023, quando a Comunicação Externa liderava esse quesito:

Crédito: Aberje – Tendências da Comunicação Organizacional 2023.

A  essa altura você pode  estar se perguntando: como, então, propiciar a coerência necessária entre a Comunicação Interna e a Externa para que esse trabalho aconteça da melhor forma? 

As respostas possuem diferentes níveis de complexidade, mas a seguir, listamos três linhas mestras que podem orientar suas ações por aí. 

Um só discurso, públicos diferentes

Em linhas gerais, podemos dizer que a Comunicação Externa desenha estratégias para comunicar seus valores, propósito, posicionamento de marca e estratégias junto a clientes, fornecedores, investidores e o público em geral, enquanto a Comunicação Interna se apoia nesse mesmo trabalho focado em um público específico, o interno.  

Aqui, o desafio é garantir que a mensagem seja a mesma, mas levando em consideração eventuais adaptações que sejam coerentes com o todo e respeitem as diferenças e características de cada segmento. 

Assim como a Comunicação Interna fortalece a cultura, propicia o alinhamento estratégico e promove o compartilhamento de conhecimento entre os colaboradores, a Comunicação Externa deve fortalecer o relacionamento com os demais públicos de interesse a partir dessa cultura, reverberando as estratégias que sejam necessárias e compartilhando conhecimento com todos eles. 

Podemos, ainda, destacar um paralelo desse trabalho quando entendemos que a Comunicação Interna incentiva o engajamento dos colaboradores com a empresa e busca fortalecer o negócio de dentro para fora, enquanto a Externa incentiva engajamento com as iniciativas da empresa ligadas à marca, a produtos e soluções, fortalecendo o negócio de fora para dentro. 

Considere implantar um programa de influenciadores internos

Uma vez garantido o alinhamento interno e externo, uma boa forma de potencializar essa coerência é adotar um programa de influenciadores internos, que tanto podem atuar exclusivamente como embaixadores dos grandes temas para dentro da empresa, como para fora, ou para ambos. 

Esse modelo de iniciativa ganhou visibilidade nos últimos anos ao representar uma forma de comunicação orgânica, autêntica e poderosa para mostrar a coesão entre discurso e prática quando o assunto é comunicação. 

De acordo com o relatório Tendências da Comunicação Organizacional 2023 da Aberje, que já citamos acima, 67% das empresas brasileiras já contavam com ou pretendiam criar programas de influenciadores internos. 

Monitore, monitore, monitore

Ao desenhar um plano de integração estratégica entre a Comunicação Interna e Externa, procure identificar as métricas que oferecem um panorama sobre a efetividade das ações e como em qualquer outra situação, acompanhe sua evolução. Só assim será possível identificar e corrigir possíveis falhas, além de fortalecer e ampliar modelos e iniciativas que venham a apresentar ótimos resultados.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Colaboradores como protagonistas: o poder das narrativas organizacionais https://blog.dialog.ci/colaboradores-como-protagonistas-o-poder-das-narrativas-organizacionais/ https://blog.dialog.ci/colaboradores-como-protagonistas-o-poder-das-narrativas-organizacionais/#respond Mon, 02 Dec 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5461 2024 está chegando ao fim e quem viveu sabe! Um dos principais pontos de Comunicação Interna neste ano foi o envolvimento dos colaboradores na construção de narrativas organizacionais. Não à toa. Esse envolvimento – e protagonismo – contribui exponencialmente para o sucesso de uma empresa a médio e longo prazo, seja em termos de produtividade, […]

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2024 está chegando ao fim e quem viveu sabe! Um dos principais pontos de Comunicação Interna neste ano foi o envolvimento dos colaboradores na construção de narrativas organizacionais.

Não à toa. Esse envolvimento – e protagonismo – contribui exponencialmente para o sucesso de uma empresa a médio e longo prazo, seja em termos de produtividade, confiança, criatividade ou pertencimento. 

O jornalista e professor de conteúdo e storytelling Murillo Leal, Top Voice no LinkedIn, alerta: “Se a história da sua empresa não está sob seu controle, alguém já está moldando essa narrativa por você”.

Afinal, sem muito esforço, as histórias já começam a ser construídas – e compartilhadas – desde o dia 1 de um novo colaborador na empresa. Porém, quando a informação circula de forma adequada, a famosa rádio peão perde a força e credibilidade. 

Assim, surge a necessidade de convidar o colaborador para protagonizar essa comunicação de forma intencional, estratégica e, claro, mais controlada.

Super-heróis de crachá

A tradição de ouvir e contar histórias é milenar e tem o poder de conectar as pessoas, tornando-se um ativo essencial para transformar uma comunicação comum em algo genuíno e memorável. 

Assim como toda história tem protagonistas, a Comunicação Interna tem os colaboradores, que ajudam a materializar a missão, o propósito e os valores institucionais no dia a dia. E, para auxiliar nesse processo, não há outra saída senão contar uma boa história!

Já dizia Priscila Perez, jornalista do Centro de Estudos da Comunicação: “Ao contrário da literatura contemporânea, as histórias mais poderosas não são aquelas protagonizadas por super-heróis, mas sim as narradas por pessoas comuns – especialmente quando se trata de Comunicação Interna”. 

E vale reforçar: histórias poderosas não são aquelas hollywoodianas e mirabolantes. Para a nossa sorte, são nas histórias cotidianas que as pessoas mais se inspiram e se identificam, conseguindo, assim, estabelecer uma conexão real e profunda com o que está sendo comunicado. 

Para te convencer a investir esforços e energias em narrativas organizacionais protagonizadas por colaboradores, segue trecho de um estudo realizado por Diana Tamir, do Laboratório de Cognição Social e Neurociência Afetiva da Universidade de Harvard: “Partes do cérebro ligadas ao prazer são ativadas quando uma pessoa fala sobre si mesma. Seja do seu gosto por chá ou café ou se são curiosas e ambiciosas. A mesma parte é ativada por comida, sexo, dinheiro e drogas”.

Se as pessoas gostam tanto de falar sobre si mesmas, por que não aproveitar essa oportunidade para construir narrativas organizacionais diversas? Bingo!

Falando em diversidade…

Nós, como comunicadores, trabalhamos diariamente na construção de discursos e narrativas; portanto, temos o poder de ajustar informações e escolher os protagonistas. 

Em um mundo plural, a Comunicação Interna precisa refletir os diversos perfis e vozes que a compõem. É preciso dialogar com pessoas de diferentes hierarquias, gêneros, raças, orientações sexuais, idades, áreas de atuação, etc.

Permitir que as pessoas se enxerguem nas narrativas organizacionais, ao compartilharem as dores e delícias de serem quem são, tem um impacto duradouro no pertencimento e contribui para a construção de uma cultura mais humanizada e sólida – que não significa estática, ok?! 😉 

Representatividade gera conexão emocional, que gera engajamento. No fim do dia, não é isso o que todos queremos?Mas cuidado! A narrativa interna precisa ser coerente com a realidade organizacional. Sabemos que, hoje em dia, não há mais fronteiras tão bem estabelecidas entre Comunicação Interna e Externa, então fica a dica.

História não é coisa de criança

“Não há quem goste de ser número, gente merece existir em prosa.”
Edson Pavoni, artista paulistano. 

Investir no protagonismo é investir no potencial humano da empresa criando narrativas mais inspiradoras e inovadoras e, de quebra, ainda retendo talentos.

E digo mais! Quando se trata de narrativa organizacional, conhecer o público interno é inegociável. Isso não significa saber apenas nome e área, mas, sim, os gostos, interesses, sonhos, rotina, hábitos de consumo, motivadores, etc. Não há benefício ou escritório instagramável que salve um comunicado frio, genérico e sem gancho de atratividade. Por isso, devemos considerar todas as subjetividades que perpassam o processo de comunicar.

A comunicação precisa circular onde as pessoas estão. Não se faz CI sentado na cadeira e debaixo do ar-condicionado. Calce o tênis, erga as mangas e circule! O colaborador não está disponível 24/7, apenas esperando o nosso comunicado. Nós é quem temos que conquistá-lo e trazê-lo pra protagonizar nossas narrativas! Se o interesse é nosso, estabeleça um processo ativo de busca e escuta com as pessoas. Nem sempre – quase nunca – o empregado sabe o que você quer que ele faça. Então não faça CI por fazer. Faça para dar certo!

Por fim, mas não menos importante: a direção é mais importante do que a velocidade. Lembre-se disso na hora de planejar e construir a sua narrativa organizacional de 2025!

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Sua Comunicação Interna fala a língua das suas equipes? https://blog.dialog.ci/sua-comunicacao-interna-fala-a-lingua-das-suas-equipes/ https://blog.dialog.ci/sua-comunicacao-interna-fala-a-lingua-das-suas-equipes/#respond Thu, 29 Aug 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5162 Uma das grandes causas de desentendimento entre as pessoas é a falta de clareza na comunicação. Muitas vezes, como a mensagem é muito óbvia para o emissor, subentende-se que também será para quem recebe a informação. E assim um mal-entendido se torna um mau resultado. De acordo com uma pesquisa da JobsInME, 85% dos colaboradores […]

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Uma das grandes causas de desentendimento entre as pessoas é a falta de clareza na comunicação. Muitas vezes, como a mensagem é muito óbvia para o emissor, subentende-se que também será para quem recebe a informação. E assim um mal-entendido se torna um mau resultado.

De acordo com uma pesquisa da JobsInME, 85% dos colaboradores se sentem mais motivados quando têm atualizações regulares. Outra pesquisa da Mindshare NA e da Dynamic Signal revela que apenas 74% dos trabalhadores acreditam ter as informações necessárias para fazer o seu trabalho. 

Vá além do básico!

Extrapolando os princípios de concisão e coesão de quem comunica, gostaria de refletir sobre compreensão e interpretação da mensagem a partir do ponto de vista do receptor. Já sabemos que o primeiro passo para a comunicação eficaz é saber com quem você está falando. Mas na prática, como isso está sendo aplicado?

Stephen R. Covey, em seu livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, comenta que é preciso ter comunicação empática. “Procure compreender, depois ser compreendido”, afirma. Ou seja, a percepção do outro deve ser levada em consideração na formulação do conteúdo. Isso vai além de saber quem é o público-alvo. É entender como ele possivelmente vai receber a mensagem. 

Sua mensagem precisa de empatia, escuta ativa sobre a realidade das áreas e informação.

Evite o estrangeirismo ao máximo

Um exemplo comum é o uso de palavras em outro idioma para um público que possivelmente não domina aquela língua, comportamento muito comum com expressões em inglês. Mesmo que a empresa seja global, é preciso lembrar que apenas 5% dos brasileiros conseguem se comunicar em inglês, sendo 1% fluente, segundo levantamento do instituto British Council.

Assim, é necessário ter cuidado para que o estrangeirismo não cause a sensação de elitismo da informação, desconexão cultural, inacessibilidade, variação de significado ou dificuldade de compreensão. Se você não tem certeza se todos conhecem, traduza ou – na falta de uma palavra em português – contextualize.

Conversando de igual para igual

Uma prática aplicada no marketing digital e no branding, mas pouco – ou nunca – aplicada à Comunicação Interna é a criação de personas. Pensando no consumidor, essa técnica ajuda a empresa a entender como deve se relacionar com ele e quais conteúdos devem ser entregues para oferecer valor, gerar empatia, possibilitar mais engajamento e aumentar a compreensão da mensagem.

No endomarketing, as personas criam indivíduos semifictícios para cada público interno, trazendo clareza de como se comunicar com cada um deles. Suponhamos que a empresa tenha um público administrativo bilíngue, majoritariamente solteiro e na faixa dos 30 anos, mas no operacional as pessoas falam apenas o idioma nativo, são casados e estão na faixa etária de 50 anos.

Uma única empresa com diversos públicos.

Como dar a mesma informação para pessoas tão heterogêneas? Cada persona deve falar com o seu público específico. E isso não significa que a empresa tem algum tipo de dupla personalidade na comunicação, mas, assim como nós utilizamos diferentes linguagens em ambientes variados, a empresa também deve se comunicar de forma flexível e empática com os diversos públicos. 

Sempre lembrando que as personas são construídas a partir do branding. Isso significa que os arquétipos e atributos da marca sempre serão os mesmos, bem como a informação a ser passada.

Ao promover uma comunicação empática, as informações são mais fáceis de serem compreendidas, de forma a engajar todos os níveis da organização. Isso pode contribuir significativamente para um melhor resultado estratégico!

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Como produzir o conteúdo perfeito para colaboradores; baixe agora o guia completo https://blog.dialog.ci/como-produzir-o-conteudo-perfeito-para-colaboradores-baixe-agora-o-guia-completo/ https://blog.dialog.ci/como-produzir-o-conteudo-perfeito-para-colaboradores-baixe-agora-o-guia-completo/#respond Mon, 16 Oct 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4357 Será que qualquer tipo de conteúdo desperta o interesse dos colaboradores? Nós acreditamos que não. Afinal, o público interno de uma empresa é diverso e abrange pessoas de diferentes profissões, níveis de escolaridade e faixas etárias – isso sem mencionar, é claro, a bagagem cultural que cada profissional carrega. A Comunicação Interna das empresas precisa […]

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Será que qualquer tipo de conteúdo desperta o interesse dos colaboradores? Nós acreditamos que não. Afinal, o público interno de uma empresa é diverso e abrange pessoas de diferentes profissões, níveis de escolaridade e faixas etárias – isso sem mencionar, é claro, a bagagem cultural que cada profissional carrega.

A Comunicação Interna das empresas precisa levar tudo isso em consideração na hora de entregar uma mensagem a alguém. Até porque, informar não basta: é preciso engajar as pessoas e despertar o senso de pertencimento a partir do conteúdo compartilhado. Mas como fazer isso? 

Não existe receita universal para preparar um conteúdo corporativo; porém, alguns ingredientes não podem faltar. Estamos falando aqui da importância de construir a identidade da marca, conhecer os perfis do público interno e adaptar a linguagem utilizada a partir dessas características. 

Hoje em dia, a tecnologia permite que a Inteligência Artificial acompanhe o profissional de Comunicação Interna nessa jornada. O Power AI Creator, disponível exclusivamente na plataforma multicanal da Dialog, é a prova disso. Com esse recurso, a equipe de CI consegue personalizar a mensagem, ajustar o tom de voz, definir o objetivo da comunicação, agilizar as tarefas do dia a dia e ainda aumentar a produtividade no trabalho.

De qualquer forma, mesmo que você conte com uma ajudinha tecnológica, tenha em mente que o conteúdo perfeito é aquele que se conecta tanto a quem o envia quanto a quem o recebe. Se essa conexão imediata não acontecer, a mensagem não terá o impacto desejado.

A Dialog quer te ajudar a superar esse desafio! Por isso, preparamos um material in-crí-vel e recheado de informações que vão te mostrar como produzir o conteúdo perfeito para colaboradores.

Esse guia exclusivo é dividido em 5 módulos:

  1. Conhecendo o emissor: a empresa;
  2. Conhecendo o receptor: o público-alvo;
  3. Produção de texto: construindo uma comunicação objetiva e empática;
  4. Criação de arte: o design que engaja é aquele que representa;
  5. Canais de comunicação: explorando formatos e mídias. 

Trata-se de um guia robusto que traz reflexões e dicas para construir a Comunicação Interna de forma muito mais estratégica, acolhedora e eficiente.

Está esperando o quê? Baixe agora mesmo e enxergue a produção de conteúdo corporativo com outros olhos.

Ah! E aproveite para compartilhar esse conteúdo com aquele profissional de CI que também precisa de uma ajudinha. 😉


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