atração Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/atracao/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Wed, 16 Apr 2025 13:28:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png atração Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/tag/atracao/ 32 32 Dias de luta, dias de glória: a criatividade e seus desafios https://blog.dialog.ci/dias-de-luta-dias-de-gloria-a-criatividade-e-seus-desafios/ https://blog.dialog.ci/dias-de-luta-dias-de-gloria-a-criatividade-e-seus-desafios/#respond Thu, 15 May 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5824 Trabalhar com criatividade e comunicação é desafiador. Todos os dias, somos provocados a buscar uma ideia original e inovadora que vai solucionar o caso do dia, mas óbvio que isso não acontece na prática. Seria como se um chef de cozinha tivesse que inventar uma receita nova a cada jantar — sendo que a fome, […]

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Trabalhar com criatividade e comunicação é desafiador. Todos os dias, somos provocados a buscar uma ideia original e inovadora que vai solucionar o caso do dia, mas óbvio que isso não acontece na prática. Seria como se um chef de cozinha tivesse que inventar uma receita nova a cada jantar — sendo que a fome, às vezes, é resolvida com um bom prato de arroz e feijão.

Mas temos que entregar boas ideias, mesmo em meio a diversos obstáculos que o ambiente corporativo nos impõe. Prazos “pra ontem”, guias de marca restritos, temas que nem sempre são interessantes para o colaborador: como fazer com que o job não se torne “mais um e-mail da comunicação” para o público final? 

Se você veio atrás de respostas, sinto muito em desapontá-lo, eu não as tenho agora, mas podemos refletir sobre alguns fatores.

“O tempo, olha, Sueli, ele está passando” 

Quando Fernanda Torres disse essa frase no seriado Tapas & Beijos, não imaginou que ela se tornaria um dos grandes virais dos últimos anos. Talvez a comoção em torno desse recorte de 30 segundos da série seja porque o tempo, na era de mensagens tão fugazes, tem se tornado cada vez mais valioso. 

Dentro desse contexto, os prazos nas áreas de comunicação e agências têm ficado cada vez mais condensados, sem considerar que a criatividade precisa de respiro. Uma boa ideia nem sempre vem dentro daquelas 3 horas estipuladas pelo prazo, às vezes ela resolve dar as caras durante aquela louça que ficou para o fim do dia ou no meio daquele filminho do final de semana. Mas aí já era, o conceito já foi entregue.

Também não quero tornar o prazo o grande vilão da criatividade, ele é importante no processo de concentração e priorização das urgências. Sem ele, muitos projetos não sairiam do papel. 

Então, como conciliar prazo e criatividade? Dois fatores podem ajudar:

  • Organização: cada um tem a sua maneira de organizar a rotina durante o expediente, mas manter um certo padrão e ter algumas etapas definidas é muito importante. Quanto tempo é necessário para pesquisar referências? E durante a mão na massa, quanto tempo vou levar para construir aquela peça? Por onde começo: definindo fontes ou pesquisando uma paleta de cores interessante para esse caso? São pequenos combinados que auxiliam no processo.
  • Repertório: esse aqui é o mais importante. Pesquisar durante o processo é necessário, mas construir uma bagagem ao longo do tempo é essencial para que boas ideias fluam no momento certo, mesmo com prazos mais justos. 

Quem se restringe se limita?

Sabemos o quanto a identidade visual de uma empresa é importante para a construção de uma marca sólida. Contamos com cores, fontes, fotografias, grafismos, entre outros elementos, que constroem um conjunto de regras e norteiam como a marca se apresenta visualmente para o mundo. Será que trabalhar dentro dessas restrições torna a criatividade mais limitada?

Nem sempre. Trabalhar com criação, às vezes, é brincar de advogado e procurar por brechas na lei para defender o nosso réu. Assim como num tribunal, é necessário seguir as ordens de um brandbook, mas será que usar uma fonte especial num título, principalmente quando estamos trabalhando em uma campanha temática, vai prejudicar a percepção de toda identidade visual da marca? 

Um exemplo muito comum é o dos meses coloridos. Nem todo guide prevê o uso da cor amarela, por exemplo, mas não é por isso que, em setembro, a empresa não poderá criar uma campanha em prol da saúde mental. Dentro do possível, é preciso construir uma relação de flexibilidade com a marca.

Mensagens desinteressantes: um trabalho feito a muitas mãos 

No dia a dia da Comunicação Interna, não há como falar de boas notícias sempre. Existem alguns temas mais fáceis de ser engajados, como PLR ou benefícios em geral, mas há mensagens que precisam de “um tchan a mais” para fisgar o colaborador. Nesses casos, criação e conteúdo precisam estar ainda mais alinhados.

Quando estamos falando de um assunto leve, ainda há a possibilidade de trabalhar com cores ou ilustrações que deixam a peça mais atrativa para o público final, mas há momentos em que a conversa precisa ser séria. Ainda é possível ser criativo nesse caso, mas o trabalho junto com conteúdo é fundamental para estabelecer o tom do discurso e do visual.

Os desafios de trabalhar com criatividade em meio a condições nem sempre favoráveis são muitos. Haverá falhas e refações algumas vezes, mas contar com a técnica, com a organização e, principalmente, com o apoio de uma equipe alinhada pode contribuir muito para que boas ideias apareçam no momento certo.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Employer Branding: muito além da atração, retenção https://blog.dialog.ci/employer-branding-muito-alem-da-atracao-retencao/ https://blog.dialog.ci/employer-branding-muito-alem-da-atracao-retencao/#respond Mon, 10 Jul 2023 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4124 Como já visto em diversos materiais por aqui, é muito comum as pessoas associarem o Employer Branding (ou marca empregadora) apenas à atração de novos talentos para as empresas. Entretanto, o tema vai muito além disso e está, também, relacionado a todo o processo de Employee Experience, participando ativamente das ações de retenção destes colaboradores. […]

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Como já visto em diversos materiais por aqui, é muito comum as pessoas associarem o Employer Branding (ou marca empregadora) apenas à atração de novos talentos para as empresas. Entretanto, o tema vai muito além disso e está, também, relacionado a todo o processo de Employee Experience, participando ativamente das ações de retenção destes colaboradores. Afinal, de nada adianta vender aos futuros contratados uma realidade dentro da empresa que não se efetivará no dia a dia de trabalho.

Sabemos que, no mercado, uma marca sólida não se constrói da noite para o dia. As empresas precisam fornecer, além de bons produtos, uma reputação positiva e práticas corretas a seus diversos públicos de interesse. O mesmo acontece com o Employer Branding – uma construção que ocorre de dentro para fora e repercute todas as ações positivas e negativas que a empresa tem em relação aos seus funcionários. O EB se desenvolve com o tempo e possui participação ativa dos colaboradores, que com o tempo verbalizarão se a imagem propagada pela empresa reflete, verdadeiramente, aquilo que ela é. 

Uma marca empregadora forte busca mostrar que a empresa é boa não apenas na atração, mas também na manutenção de seus colaboradores – lembrando que reter talentos gera mais benefícios do que conviver com um constante turnover. E ainda que o EB, por si só, não determine como funcionam os benefícios ou planos de carreira da empresa, ele ajuda a traçar objetivos e metas para toda essa jornada, auxiliando as demais áreas a desenhar seus processos. 

Pensando nisso, veja como o Employer Branding pode servir de grande aliado.

Fomenta o orgulho e a satisfação dos funcionários

Um EB consistente e positivo é capaz de criar um senso de orgulho entre os funcionários. Enxergando propósito e valorização no que fazem, os colaboradores mantêm a satisfação e se tornam propensos a permanecer e se envolver ativamente no trabalho. A imagem positiva da empresa influencia a motivação e o engajamento, trazendo resultados mais robustos para a corporação.

Visa ao desenvolvimento de carreira e a oportunidades de crescimento

Um EB eficaz promove oportunidades de desenvolvimento e crescimento, aumentando o comprometimento e a lealdade dos talentos. Bons profissionais valorizam quem oferece caminhos claros de progressão na carreira, motivando-os a buscar novos desafios internamente.

Reduz o turnover e os custos associados

Um forte EB ajuda a reduzir as taxas de rotatividade, visto que funcionários satisfeitos e valorizados são menos propensos a deixar a empresa – até porque mudar de emprego é um processo normalmente estressante e só ocorre quando algo perdeu o sentido. Reter talentos reduz os custos associados a gastos como demissão, contratação, treinamento e adequação de novos colaboradores (ainda mais em cenários onde há mais vagas disponíveis do que talentos para preenchê-las).

Aumenta a competitividade no mercado

Um EB efetivo torna a empresa mais competitiva num cenário onde os talentos avaliam muito bem as oportunidades e não se encantam apenas com discursos e promessas salariais. Hoje, eles investigam a realidade das corporações por meio de avaliações e comentários no Glassdoor, LinkedIn e demais redes sociais –  ou até abordam diretamente algum funcionário para extrair percepções e possíveis insatisfações. O EB pode ajudar a empresa a ganhar pontos com os futuros talentos ao demonstrar os índices de satisfação de seus atuais colaboradores.

Constrói uma cultura empresarial sólida

Um EB estruturado constrói uma cultura empresarial sólida, já que ajuda em sua disseminação e internalização. Os talentos de hoje desejam trabalhar em empresas em que a cultura e os valores conversem com suas formas de pensar e agir. Ter uma cultura empresarial forte é um chamariz para novos colaboradores e um propulsor para os já existentes. Quando o fit cultural é verdadeiro, esses talentos permanecem por mais tempo e se tornam embaixadores da marca, retroalimentando o Employer Branding no mercado.

Como pudemos ver, são vários os benefícios de investir em Employer Branding, pois essas estratégias desempenham um papel fundamental na retenção e manutenção dos melhores profissionais, contribuindo para o sucesso das organizações. Ainda que seu retorno não seja imediato, seus efeitos positivos se acumulam e promovem uma base sólida para o crescimento sustentável da empresa. Portanto, é importante ter uma visão de longo prazo e dedicar recursos para construir e manter uma imagem positiva de empresa empregadora, colhendo frutos no futuro.

E aí, bora trabalhar o EB? 🙂

Assinatura - Natacha Dale

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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