P3K Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/parceiros/p3k/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Fri, 28 Nov 2025 16:04:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png P3K Archives - Dialog Blog https://blog.dialog.ci/category/parceiros/p3k/ 32 32 Os 5 passos para a personalização na CI: da segmentação à estratégia data-driven https://blog.dialog.ci/os-5-passos-para-a-personalizacao-na-ci-da-segmentacao-a-estrategia-data-driven/ https://blog.dialog.ci/os-5-passos-para-a-personalizacao-na-ci-da-segmentacao-a-estrategia-data-driven/#respond Wed, 03 Dec 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6298 A Comunicação Interna (CI) vive um momento de virada bem significativo. Graças à atuação estratégica conquistada pelos profissionais da área, o espaço da CI expandiu-se: ela transcendeu sua função de mera gestora de canal de informação e vem se consolidando como uma disciplina cujo valor é medido pela sua capacidade de mobilizar e gerar ação […]

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A Comunicação Interna (CI) vive um momento de virada bem significativo. Graças à atuação estratégica conquistada pelos profissionais da área, o espaço da CI expandiu-se: ela transcendeu sua função de mera gestora de canal de informação e vem se consolidando como uma disciplina cujo valor é medido pela sua capacidade de mobilizar e gerar ação nas pessoas, sendo uma alavanca direta para:

Essa ascensão, no entanto, vem acompanhada de novas e complexas demandas, que refletem as mudanças de comportamento da sociedade e do ambiente de trabalho. O dilema atual não é apenas operacional, mas estratégico: como garantir que as mensagens da empresa sejam absorvidas e praticadas, em um cenário onde a atenção do colaborador é disputada a cada segundo?

O desafio vai além da infoxicação – a sobrecarga informativa – e engloba a competição com o fluxo contínuo de redes sociais, as demandas multifacetadas do dia a dia e a necessidade de sentir propósito no trabalho.

A resposta para conquistar essa atenção e converter informação em ação reside na segmentação e personalização. O futuro da CI é a inteligência em saber quem fala, o que fala, para quem fala e, principalmente, em qual momento o receptor está pronto para ouvir.

Por isso, a seguir, apresentamos um plano de ação em 5 passos para guiar a sua CI da segmentação genérica para a estratégica e preditiva.

O plano de ação: 5 passos para a evolução da personalização

Para que a Comunicação Interna se posicione como agente estratégico a serviço do EVP, Cultura e Estratégia do negócio, a evolução deve ser guiada por ações específicas, transformando a teoria da maturidade em inteligência prática.

Passo 1: organizar o caos e mapear os públicos

Esta é a fase para estruturar os fundamentos e superar a falta de estratégia e governança.

  • Ações-chave:
    • Mapear públicos, canais e temas.
    • Estabelecer critérios de priorização das mensagens e criar diretrizes mínimas de governança.

Ganhos: Redução do ruído e da baixa retenção, e definição clara do que é prioritário comunicar.

Passo 2: iniciar a curadoria e a segmentação básica

A CI começa a fazer divisões por grandes grupos (ex: áreas, unidades), mas precisa de inteligência para refinar o processo.

  • Ações-chave:
    • Construir personas e perfis de público-alvo.
    • Definir o tom de voz e formatos ideais por segmento.
    • Coletar feedbacks e dados de consumo para refinar o processo.

Ganhos: Melhoria na adaptação da linguagem e aumento da relevância do conteúdo por grupo.

Passo 3: o salto estratégico e o uso de analytics 

A segmentação atinge o patamar estratégico, pois está apoiada por dados e métricas. Esta é a fase onde a CI se torna parceira de negócio focado em resultados.

  • Ações-chave:
    • Usar analytics para embasar decisões.
    • Integrar canais e criar jornadas de comunicação.
    • Fortalecer parcerias com lideranças e RH para alinhamento e consistência.

Ganhos: Comunicação bidirecional e contextualizada, e capacidade de gerar relatórios que liguem a CI a objetivos estratégicos.

Passo 4: abrace a automação para a personalização

Neste estágio, a Comunicação Interna passa a entregar mensagens adaptadas a perfis individuais (função, jornada, momento na empresa), exigindo uma base de dados integrada.

  • Ações-chave:
    • Adotar ferramentas de automação.
    • Criar trilhas e fluxos personalizados.
    • Utilizar feedback contínuo e dados de engajamento para refinar a entrega.

Ganhos: Maior impacto e relevância individual da mensagem. Abertura do caminho para a comunicação preditiva.

Passo 5: o futuro preditivo e a governança de dados (Hiperpersonalização)

É o nível de excelência, onde a CI é preditiva, utilizando conteúdo sob medida, baseado em dados em tempo real e IA.

  • Ações-chave:
    • Integrar dados de múltiplas fontes (RH, clima, desempenho).
    • Usar IA e automação inteligente para sustentar a entrega.
    • Estabelecer governança e política de uso de dados, garantindo ética e transparência.

Ganhos: Alta percepção de valor e relevância, e consolidação da CI como um motor de engajamento altamente eficiente.

Personalização e coerência: o segredo da sustentabilidade da Comunicação Interna

Essa jornada de (re)construção e transformação tecnológica, que leva a Comunicação Interna à hiperpersonalização e à gestão data-driven, não pode ser dissociada do fator humano e da cultura organizacional. Segmentar é um ato de cuidado com o colaborador, mas a mensagem personalizada deve ser autêntica. 

A CI é a guardiã da coerência, garantindo que a experiência prometida (EVP) se materialize no dia a dia. Sem essa autenticidade, a personalização se torna vazia.

A Comunicação Interna que abraça a hiperpersonalização, pautada por estratégia, dados e autenticidade cultural, deixa de ser uma mera gestora de canal de distribuição e se consolida como um parceiro de negócio focado em resultados.

Sua Comunicação Interna ainda enfrenta os desafios da segmentação ou busca avançar para os patamares de hiperpersonalização? Conte com a P3K!

Como uma das maiores agências especializadas em Comunicação Interna Estratégica do país, estamos prontos para ajudar sua empresa a diagnosticar o nível de maturidade da CI e criar um plano de implementação de estratégias de segmentação avançada.

Clique aqui e fale com a gente!

Por Elizeo Karkoski, Diretor Executivo na P3K.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores. 

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Dados comportamentais: a nova fronteira das métricas em Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/dados-comportamentais-a-nova-fronteira-das-metricas-em-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/dados-comportamentais-a-nova-fronteira-das-metricas-em-comunicacao-interna/#respond Thu, 18 Sep 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6113 Nos últimos anos, a Comunicação Interna (CI) evoluiu de uma prática centrada na disseminação de mensagens para um campo estratégico, capaz de influenciar engajamento, cultura e até resultados de negócio. Essa transformação trouxe um desafio: como mensurar o impacto da Comunicação Interna de forma mais madura? Se antes as métricas se restringiam a números como […]

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Nos últimos anos, a Comunicação Interna (CI) evoluiu de uma prática centrada na disseminação de mensagens para um campo estratégico, capaz de influenciar engajamento, cultura e até resultados de negócio. Essa transformação trouxe um desafio: como mensurar o impacto da Comunicação Interna de forma mais madura?

Se antes as métricas se restringiam a números como taxa de abertura de e-mails ou alcance de posts, hoje temos a oportunidade de observar algo mais profundo: os dados comportamentais dos colaboradores. Eles revelam não apenas se uma mensagem foi recebida, mas como ela foi assimilada e se gerou mudanças reais de comportamento.

O que são dados comportamentais na CI?

Dados comportamentais são aqueles que traduzem a ação prática do colaborador diante das iniciativas de comunicação. Em vez de apenas medir exposição, medimos resposta e interação:

  • Acessar conteúdos e permanecer neles;
  • Participar de programas, eventos ou treinamentos;
  • Compartilhar, comentar ou recomendar iniciativas;
  • Usar ferramentas lançadas pela empresa;
  • Demonstrar engajamento cultural (como adesão a campanhas de diversidade, segurança ou inovação);
  • Potencializar a produtividade.

Esses sinais dizem mais sobre a efetividade da comunicação do que a mera visualização de uma mensagem.

Além dos números: como transformar dados comportamentais em métricas estratégicas

1. Engajamento com canais internos

Mais do que medir cliques e visualizações, observar tempo médio de leitura, comentários e compartilhamentos ajuda a entender se o conteúdo realmente ressoou.

2. Adoção de ferramentas e iniciativas

Se a empresa lança um app, um chatbot ou um novo canal, medir a taxa de adesão mostra se a comunicação conseguiu mobilizar para a ação.

3. Participação em programas corporativos

Quantidade de pessoas envolvidas em treinamentos, presentes em eventos internos e engajadas em lives são dados que conectam mensagem a comportamento coletivo.

4. Sentimento e clima

A análise de comentários em fóruns internos, enquetes e pesquisas pulse permitem capturar a emoção por trás das interações e ajustar narrativas em tempo real.

5. Rede de influenciadores internos

Identificar quem mais compartilha, comenta e influencia conversas ajuda a mapear embaixadores da cultura — peças-chave para campanhas de alto impacto.

6. Aderência cultural

Perceber se uma campanha de valores impactou no comportamento a ponto do colaborador mudar a forma de agir pode significar que a CI contribuiu para a mudança de comportamento. 

7. Integração com dados de gestão de pessoas

Conectar dados de comunicação com indicadores como turnover, absenteísmo e produtividade eleva a maturidade da CI, mostrando como ela contribui diretamente para a saúde organizacional.

Por que isso eleva a maturidade da Comunicação Interna?

O uso de dados comportamentais representa uma mudança de paradigma.

  • De informativa para estratégica: a CI deixa de apenas transmitir mensagens para influenciar comportamentos.
  • De quantitativa para qualitativa: passamos de métricas de alcance para métricas de impacto.
  • De reativa para preditiva: ao observar padrões de comportamento, é possível prever riscos de clima, engajamento e cultura — e agir antes que virem problemas.

O futuro: Comunicação Interna como ciência do comportamento organizacional

Ao adotar dados comportamentais como métrica, a CI ganha status de campo analítico, alinhado a práticas de analytics de RH e de gestão. Isso amplia seu papel como parceira estratégica do negócio, capaz de antecipar tendências, influenciar cultura e apoiar decisões de liderança.

Em um mundo organizacional cada vez mais complexo, mensurar apenas o alcance é insuficiente. O próximo passo está em compreender como cada mensagem transforma atitudes — e como essas atitudes impactam o clima, a cultura e os resultados da empresa.

Você se identifica com o desafio de ir além das métricas tradicionais? Conte com a P3K! Estamos prontos para ajudar sua empresa a implementar uma cultura de mensuração com base em dados comportamentais, que demonstram como a comunicação contribui diretamente para a saúde organizacional e impacta o clima, a cultura e os resultados do negócio. Clique aqui e fale com a gente!

Por Pâmera Ferreira, Gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K.

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Entre o discurso e a prática: o impacto do desalinhamento entre marca empregadora e Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/entre-o-discurso-e-a-pratica-o-impacto-do-desalinhamento-entre-marca-empregadora-e-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/entre-o-discurso-e-a-pratica-o-impacto-do-desalinhamento-entre-marca-empregadora-e-comunicacao-interna/#respond Wed, 04 Jun 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5899 É fato que Comunicação Interna e marca empregadora estão intimamente ligadas. A percepção dos colaboradores sobre a empresa, influenciada pela Comunicação Interna, molda a imagem da marca empregadora.  Mas antes de falarmos sobre isso, vamos fazer um resgate do que é marca empregadora?  A marca empregadora (ou Employer Branding) é a imagem da empresa como […]

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É fato que Comunicação Interna e marca empregadora estão intimamente ligadas. A percepção dos colaboradores sobre a empresa, influenciada pela Comunicação Interna, molda a imagem da marca empregadora. 

Mas antes de falarmos sobre isso, vamos fazer um resgate do que é marca empregadora

A marca empregadora (ou Employer Branding) é a imagem da empresa como empregadora, percebida por colaboradores, candidatos e público como um bom lugar para trabalhar, construída por fatores como cultura, valores, experiências internas e comunicação. 

Essa imagem se baseia no Employee Value Proposition (EVP), ou Proposta de Valor, um conjunto de promessas e valores que ela oferece aos seus funcionários em troca de suas contribuições. É a razão pela qual as pessoas escolhem trabalhar naquela empresa e o que as mantém engajadas. O EVP é fundamental para a marca empregadora, pois define como a empresa se apresenta aos potenciais candidatos e como ela é percebida no mercado. 

A importância da coerência

Empresas investem em um EVP atraente, benefícios competitivos e um storytelling cultural cativante para projetar a imagem de um bom lugar para trabalhar. No entanto, o desalinhamento entre esse discurso e a realidade pode ocorrer quando a vivência do dia a dia revela práticas e políticas internas diferentes da narrativa inicial, colocando a Comunicação Interna em uma posição desafiadora. Qual é o impacto desse desalinhamento? A resposta, como veremos a seguir, é profunda e multifacetada. 

1. O cuidado com o discurso perfeito

Um erro que pode ser comum na gestão da marca empregadora é a adesão superficial ao conceito. Muitas organizações enfatizam um EVP forte, mas falham em traduzi-lo em práticas concretas. 

Projetos engavetados e iniciativas não concretizadas fazem com que a realidade do dia a dia dos colaboradores pouco se assemelhe ao discurso positivo externo, gerando uma crise de credibilidade interna. Afinal, são os colaboradores que vivenciam as políticas, os processos, a cultura e a liderança da empresa. Se a promessa de um bom plano de carreira não se cumpre em oportunidades reais ou a qualidade de vida anunciada não se reflete em flexibilidade e bem-estar, a confiança se perde. 

Nesse cenário, a Comunicação Interna enfrenta o desafio de comunicar um “conceito abstrato” não praticado. Tentar sustentar essa narrativa irreal é ineficaz e pode gerar desconfiança em todas as comunicações da empresa. O colaborador que se sentiu atraído por uma promessa não cumprida pode se tornar um detrator vocal, minando a reputação da empresa interna e externamente.

2. O papel “vendido” da Comunicação Interna

Sabemos que um dos papéis cruciais da Comunicação Interna é conectar o EVP com o cotidiano dos colaboradores, por meio de canais e campanhas, apoio à comunicação da liderança e ações das áreas. A CI é a ponte que traduz o valor em experiências e percepções positivas. No entanto, diante do questionamento central deste artigo — “e quando o EVP é inexistente ou desalinhado?” — a resposta é que a CI se torna refém. 

É impossível comunicar o que não se pratica ou inspirar com base em uma realidade distorcida. Essa tentativa é ineficaz e prejudica a credibilidade da área. Por exemplo: promover um programa de desenvolvimento de lideranças que, na prática, não oferece oportunidades reais de crescimento ou que é implementado de forma inconsistente. Ou então, divulgar os benefícios de um ambiente de trabalho colaborativo quando a realidade é marcada por competição interna e falta de apoio. Essa dissonância entre a mensagem e a vivência gera frustração e desengajamento, inclusive, resultando em retrabalho!

3. O que a CI precisa, então, para atuar com o propósito que se espera dela?

A Comunicação Interna pode dar “visibilidade” a aspectos importantes da experiência do colaborador. No entanto, como a CI terá sucesso se esses elementos forem falhos ou negligenciados? Divulgar um programa de benefícios defasado, celebrar conquistas irrelevantes ou promover uma cultura de diversidade não praticada são ações ineficazes e que geram desconfiança.

A pesquisa Employer Branding Now 2023, da Universum, enfatiza a importância da autenticidade da marca empregadora. Em um mercado competitivo, a entrega é tão importante quanto a promessa. A pesquisa aponta que o Employer Branding é uma prioridade crescente para líderes de talento, e que atributos como “propósito inspirador” precisam ser genuínos para ressoar com os profissionais. O desalinhamento entre discurso e prática influencia a decisão de aceitar ou permanecer na empresa.

Para atuar com propósito, a Comunicação Interna precisa de “matéria-prima” de qualidade: ações concretas, políticas consistentes, cultura viva e um EVP que se traduza em experiências positivas. Caso contrário, a área se torna porta-voz de um discurso vazio, sem poder de engajar e gerar pertencimento.

4. Urgência e relevância da parceria estratégica

A solução para esse impasse reside na parceria estratégica entre RH e Comunicação Interna, áreas naturalmente aliadas na construção de uma marca empregadora forte. Enquanto o RH define e implementa o EVP, as políticas de gestão, os programas de desenvolvimento e os benefícios, a CI traduz essas iniciativas em mensagens claras e relevantes para o público interno. 

Para uma parceria eficaz, a Comunicação Interna deve participar desde a criação do EVP. Compreender a fundo a proposta de valor permite que a CI construa uma estratégia de comunicação autêntica e alinhada com a realidade internamente. Da mesma forma, o RH precisa considerar o feedback dos colaboradores, frequentemente obtido pela CI, para identificar desalinhamentos. O diálogo, a transparência e a colaboração são cruciais. Reuniões, compartilhamento de dados e objetivos comuns fortalecem essa parceria e garantem uma mensagem consistente da marca empregadora.

5. A importância da percepção interna

A pesquisa da Universum também enfatiza a importância da tomada de decisão baseada em dados no Employer Branding. Empresas atraentes usam métricas para monitorar recrutamento, engajamento e retenção. Assim, a percepção dos colaboradores é um dado crucial. Pesquisas de clima, de Comunicação Interna e canais de feedback são ferramentas para identificar desalinhamentos entre a promessa da marca empregadora e a experiência real. 

A análise desses dados permite identificar problemas, entender as necessidades dos colaboradores e ajustar práticas de comunicação. Ignorar a opinião interna é um erro que prejudica a reputação e a capacidade de atrair e reter talentos.

Você se identifica ou enfrenta esse tipo de desafio? Conte com a P3K!

Como a maior agência de Comunicação Interna Estratégica do país, estamos prontos para ajudar sua empresa a (re)alinhar esses pontos, analisando os atributos essenciais da sua marca empregadora e conectando-os a um plano de comunicação estratégico, eficiente e que faça sentido! Clique aqui e fale com a gente!

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A importância de realizar pesquisa e diagnóstico em Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/a-importancia-de-realizar-pesquisa-e-diagnostico-em-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/a-importancia-de-realizar-pesquisa-e-diagnostico-em-comunicacao-interna/#respond Mon, 10 Mar 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5677 Você até pode tentar evoluir a Comunicação Interna na sua empresa sem ouvir as pessoas, mas as chances de sucesso não são muito grandes. Vem comigo para eu te contar uma história que prova que isso é uma verdade. Certo dia, iniciando um trabalho com determinado cliente, ouvimos da responsável pela área de Comunicação Interna […]

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Você até pode tentar evoluir a Comunicação Interna na sua empresa sem ouvir as pessoas, mas as chances de sucesso não são muito grandes. Vem comigo para eu te contar uma história que prova que isso é uma verdade.

Certo dia, iniciando um trabalho com determinado cliente, ouvimos da responsável pela área de Comunicação Interna uma fala que não é incomum nas empresas: “Implantamos TVs nos ônibus fretados, foi um baita investimento e agora precisaremos rever. Os colaboradores estão reclamando que não conseguem descansar durante a viagem. A luz incomoda, a troca de imagens também. Nos ônibus eles só querem descansar e dormir. Nosso intuito foi alcançar e engajar o time operacional, que é quem mais usa os ônibus, mas não deu certo”, ela disse. 

A pergunta que nós fizemos para ela foi: “Mas vocês ouviram as pessoas? Realizaram alguma pesquisa prévia, conversaram com colaboradores que fazem parte do público operacional e usam os ônibus para entender se essa seria a melhor forma de se comunicar com eles?”. A resposta, obviamente, foi não. Resultado: dinheiro, tempo e energia desperdiçados. 

Sabemos que hoje não temos mais desculpas para realizar qualquer iniciativa ou estratégia sem escutar as pessoas e ter dados como base. Há instrumentos a serem usados para direcionar as nossas escolhas e caminhos para evoluir e alcançar mais resultados. Aí está a importância da realização de uma pesquisa e de um diagnóstico em Comunicação Interna. Vamos entender o que são esses instrumentos, para que servem e como realizá-los?

Pesquisa e diagnóstico em Comunicação Interna

Falando de uma forma geral, pesquisa e diagnóstico é sobre descoberta e conhecimento. São estratégias valiosas para levantar dados e, por meio deles, traçar um plano de ação que tenha chances reais de obter sucesso.

A área de Recursos Humanos realiza uma Pesquisa de Clima para embasar suas estratégias de melhoria do clima e de engajamento na empresa. A área de Marketing utiliza pesquisas e dados para embasar suas estratégias para alavancar resultados de marca e vendas. Então por que não utilizamos essa ferramenta na Comunicação Interna? 

O que é possível descobrir com o diagnóstico de Comunicação Interna 

O diagnóstico busca saber a percepção dos colaboradores de uma organização sobre a Comunicação Interna. O objetivo é entender se a CI está sendo eficaz ou não, quais são os gaps e as oportunidades para solucionar os problemas e alcançar mais eficácia. Ele é o primeiro passo que uma empresa deve dar antes de pensar na implementação de um projeto, independentemente do resultado esperado.

É possível, por meio do diagnóstico, avaliar cada um dos canais de Comunicação Interna e entender, por exemplo, quais são os que mais funcionam e não funcionam para comunicar com cada público interno da organização. É possível ainda mapear personas existentes entre os públicos, se as pessoas sentem que a área passa a credibilidade que a empresa necessita, a transparência, a confiança, a clareza sobre a estratégia, a cultura e até a proposta de valor ao colaborador (EVP). 

O diagnóstico de Comunicação Interna detecta os motivos pelos quais a comunicação não está alcançando todos os públicos ou não está sendo eficiente. Ele aponta os caminhos para solucionar os gaps e aproveitar todas as oportunidades, avaliando profundamente a condição das equipes e proporcionando, assim, a melhor direção a ser seguida para superar os desafios.

Como realizar um diagnóstico de Comunicação Interna

  1. Hipóteses: O primeiro passo é levantar todos os desafios identificados até o momento que fazem com que a área não alcance seus objetivos e resultados esperados. E para isso é importante pensar não somente nos canais e conteúdos, mas também nas campanhas, eventos internos, demandas das áreas e demais iniciativas realizadas pela CI. 
  2. Entrevista: Considerando as hipóteses, elaboramos um roteiro para levantar os gaps e as oportunidades para superar os desafios. Para isso, um dos passos é entrevistar profissionais da área de Comunicação Interna, clientes que mais demandam e lideranças estratégicas.
  3. Grupos focais: Outro passo importante é realizar grupos de conversa com colaboradores, promovendo um ambiente seguro de escuta e confiança para colher percepções, anseios, limitações ou necessidades no que tange a Comunicação Interna. 
  4. Pesquisa quantitativa: um formulário de pesquisa deve ser aplicado de forma que todos os colaboradores tenham a chance de responder tanto do computador quanto do celular, sem precisar ter e-mail corporativo da empresa. Aqui colhemos a percepção dos colaboradores de forma mais objetiva, com perguntas fechadas e poucas abertas. 

Jeito P3K de diagnosticar

Aqui, na P3K, desenvolvemos uma metodologia própria que combina técnicas de imersão, pesquisa e design. Essa é uma abordagem baseada na escuta ativa, que busca identificar e descobrir fortalezas, gaps e oportunidades para atuação mais estratégica da Comunicação Interna, encontrando caminhos de forma colaborativa e colocando as pessoas no centro de desenvolvimento das soluções.

O diagnóstico de Comunicação Interna realizado pela P3K envolve as seguintes dimensões:

  1. Imersão: Imergimos na cultura, na estratégia de negócio e na marca da organização, para identificação de cenário e contexto.
  1. Análise técnica: Analisamos tecnicamente os canais e processos de Comunicação Interna e Endomarketing, além de pesquisas já realizadas e ritos de cultura e comunicação, para identificar oportunidades de melhorias.
  1. Pesquisa quantitativa e qualitativa: Aplicamos técnicas combinadas de pesquisa, se fizer sentido para o projeto, observação e escuta para identificar a percepção das pessoas, gerando dados e insights valiosos para tomada de decisão.
  1. Insights e recomendações: Com dados e percepções em mãos, compilamos e mapeamos forças, gaps e oportunidades. Trazemos insights e apontamos possibilidades e caminhos para transformar a Comunicação Interna à luz dos objetivos estratégicos da organização. Disponibilizamos ainda um dashboard totalmente interativo com todos os dados, que permite fazer filtros e análises por segmentação de público, unidade e outras variáveis, o que contribui para consultas e até mesmo para futuras campanhas que necessitem de um recorte mais detalhado.
  1. Oficina de coconstrução: Com os dados e percepções em mãos, facilitamos uma oficina para a coconstrução dos caminhos a fim de aprimorar a atuação da Comunicação Interna e torná-la mais estratégica. Nesse momento, participam colaboradores de diversas áreas, principais clientes internos e parceiros da Comunicação Interna.

E realizar tudo isso parece demandar muito tempo e esforço, mas não é bem assim. Só é necessário foco e abertura para a escuta ativa de fato, colocando a energia necessária para fazer todo o levantamento em pouco tempo. Olhando para tudo que você precisa fazer em paralelo e todos os pratinhos que precisa equilibrar, é importante pensar se é possível realizar o diagnóstico internamente ou se é necessário contar com um parceiro externo.

Por que contar com um serviço externo para esse trabalho?

Contratar uma agência ou consultoria especializada em Comunicação Interna e Endomarketing, como a P3K, com experiência em realização de diagnósticos e construção de planejamentos estratégicos de CI, é a decisão mais acertada por vários motivos. O principal deles é contar com um olhar externo e neutro, capaz de enxergar questões-chave que comumente passam despercebidas pelos profissionais da companhia que as solicitou. 

Além disso, tem toda a questão de foco e alocação de energia para que o levantamento seja feito em tempo adequado. O fato de o parceiro ter acesso a outras realidades e boas práticas de fora da empresa é outro motivo importante, pois dessa forma é possível apontar caminhos com base também em benchmarkings. 

Quer saber mais sobre o jeito P3K de realizar o diagnóstico de Comunicação Interna e a construção do planejamento estratégico de CI para gerar mais resultados? Entre em contato com a gente.  

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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Como conectar narrativas estratégicas na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/como-conectar-narrativas-estrategicas-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/como-conectar-narrativas-estrategicas-na-comunicacao-interna/#respond Fri, 13 Dec 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5473 O fim do ano está chegando e, com ele, o momento de celebrar as conquistas e planejar os 12 meses que estão por vir. A pergunta que devemos nos fazer agora é: “Qual será o principal direcionador estratégico para 2025 na organização?” Este será o nosso grande direcionador para definir o planejamento de Comunicação Interna […]

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O fim do ano está chegando e, com ele, o momento de celebrar as conquistas e planejar os 12 meses que estão por vir. A pergunta que devemos nos fazer agora é: “Qual será o principal direcionador estratégico para 2025 na organização?” Este será o nosso grande direcionador para definir o planejamento de Comunicação Interna para o próximo ano.

No entanto, no cenário corporativo cada vez mais dinâmico e interativo, é necessário comunicar diversos temas. Alguns são transversais à organização, enquanto outros são pontuais. Nesse contexto, comunicar de forma eficaz – de modo que as pessoas da organização percebam sentido em tudo que é dito e realizado – torna-se um desafio cada vez maior e mais complexo.

Uma das formas mais poderosas de superar esse desafio é por meio da conexão das narrativas estratégicas. Ou seja, elaborar narrativas que conectem a missão, a visão, os valores e os objetivos estratégicos da empresa com as ações cotidianas, projetos e realizações da organização e de seus colaboradores. 

Ao construir narrativas dessa forma, os conteúdos, as campanhas e as ações realizadas pela Comunicação Interna não apenas informam, mas também engajam, inspiram e mobilizam. Isso gera impulso para ação, além do senso de pertencimento e propósito entre os colaboradores.

Mas como conectar narrativas estratégicas de maneira eficaz?

1. Reserve um tempo para reunir todas as âncoras narrativas em um único material

Na P3K, consideramos a construção de narrativas na Comunicação Interna com base nos seguintes pilares, para que tudo faça sentido tanto para as pessoas quanto para o negócio:

Se sua empresa possui elementos adicionais, como um “Jeito de Atender” ou pilares de ESG, entre outras âncoras narrativas, inclua tudo no material.

2. Conecte as âncoras narrativas às ações previstas na régua de Comunicação Interna do ano

Seja uma data celebrativa marcada por uma ação de endomarketing ou um projeto estratégico da organização, comunique utilizando as âncoras narrativas identificadas.

Exemplo: vai realizar uma ação para o Dia da Mulher? Explique na comunicação por que ela está sendo realizada. Está conectada a algum valor da empresa ou a um pilar de ESG? Considere isso na comunicação!

Outro exemplo: vai divulgar a chegada de um novo cliente ou uma conquista relevante do negócio? Essa conquista está alinhada a algum direcionador estratégico, objetivo do ano ou ambição de longo prazo? Inclua esses detalhes na comunicação!

Conectar narrativas dessa forma ajuda as pessoas a entenderem o sentido de tudo que é realizado dentro da organização.

3. Conte histórias reais e relacionáveis

As melhores narrativas estratégicas não são abstratas ou genéricas, elas se baseiam em histórias reais com as quais as pessoas podem se identificar. Seja por meio de exemplos de superação, histórias de funcionários que representam os valores organizacionais ou relatos de clientes impactados positivamente pelo jeito de atender, produtos ou serviços da empresa, as histórias criam vínculos emocionais com a organização.

Para que uma estratégia de Comunicação Interna seja eficaz, ela precisa ser personalizada, ressoando com os colaboradores em um nível individual. Isso inclui mostrar como as metas organizacionais se conectam diretamente ao desenvolvimento pessoal e profissional de cada membro da equipe.

Exemplo: se a organização busca excelência no atendimento ao cliente, demonstre como isso contribui para a melhoria das habilidades de comunicação e resolução de problemas dos colaboradores. Se essas competências são esperadas, traga isso à tona na comunicação. Assim, as pessoas compreenderão como o jeito de atender se conecta à cultura organizacional, à avaliação de desempenho e aos objetivos estratégicos do negócio.

4. Acompanhamento e reforço constantes

Uma história única, por mais impactante que seja, dificilmente manterá seu efeito por muito tempo. Para garantir que uma narrativa seja continuamente integrada à cultura organizacional e à estratégia do negócio, é preciso reforçá-la regularmente. Por isso, é essencial trazer as narrativas estratégicas prioritárias para tudo o que é divulgado e realizado internamente.

Conectar narrativas estratégicas na Comunicação Interna é uma forma poderosa de fortalecer a cultura organizacional e alinhar a estratégia do negócio. Isso melhora o engajamento e o envolvimento dos colaboradores de forma mais profunda.

Ao integrar essas histórias de forma autêntica, transparente e contínua, as empresas transformam suas estratégias em algo mais tangível e significativo para todos os colaboradores, criando uma organização mais coesa e resiliente.

Se você enfrenta o desafio de implementar uma estratégia eficaz, com narrativas realmente conectadas, conte com a P3K!

Como a maior agência de Comunicação Interna do país, estamos prontos para ajudar sua empresa a comunicar e maximizar o impacto da Comunicação Interna, garantindo resultados reais e sustentáveis. Clique aqui e fale com a gente!

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Liderança e influenciadores internos como aliados da CI https://blog.dialog.ci/lideranca-e-influenciadores-internos-como-aliados-da-ci/ https://blog.dialog.ci/lideranca-e-influenciadores-internos-como-aliados-da-ci/#respond Fri, 08 Nov 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5437 Tanto líderes quanto influenciadores internos podem ser grandes aliados da Comunicação Interna, mas como treinar esses públicos para isso?  Essa foi a pergunta que guiou a terceira aula da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, que teve como palestrante Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K Comunicação.  Ela possui 18 anos de experiência […]

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Tanto líderes quanto influenciadores internos podem ser grandes aliados da Comunicação Interna, mas como treinar esses públicos para isso? 

Essa foi a pergunta que guiou a terceira aula da Semana do Planejamento da Comunicação Interna, que teve como palestrante Pâmera Ferreira, gerente de Pesquisa e Inteligência na P3K Comunicação. 

Ela possui 18 anos de experiência e uma carreira construída com foco no desenvolvimento de estratégias de Comunicação Interna e Endomarketing, envolvendo diagnóstico, planejamento, implantação, mensuração, monitoramento de planos de comunicação e engajamento, campanhas, eventos, bem como programa de desenvolvimento de liderança comunicadora e de influenciadores internos.

Além da aula, a Dialog criou um conteúdo prático complementar: um manual de boas práticas para trabalhar a liderança comunicadora e os influenciadores internos. Você pode assistir à transmissão e baixar o material clicando neste link.

Liderança comunicadora e influenciadores internos

Liderança comunicadora e embaixadores internos são duas prioridades para a Comunicação Interna. Engajar o primeiro público, por exemplo, é o maior desafio da área há 9 anos, segundo um estudo da Aberje e da Ação Integrada. Além disso, 72% das empresas pretendem alocar, manter ou até mesmo aumentar investimentos para programas de influenciadores.

E por que contar com o apoio da liderança é tão importante? A pesquisa da Aberje mostrou que 4 das 6 formas mais efetivas de fazer CI têm líderes envolvidos; enquanto um estudo de TJ Larkin mostra que colaboradores se lembram 9 vezes mais da informação que ouvem de líderes em comparação às mensagens propagadas por canais formais.

Já os influenciadores internos agregam valor à estratégia de CI por representarem uma comunicação mais próxima, feita de colaborador para colaborador. Segundo a Eldeman, inclusive, 80% dos respondentes confiam em pessoas comuns, próximas de sua realidade. Além disso, um dado da Social Media Today aponta que conteúdos compartilhados por funcionários geram, em média, 8 vezes mais engajamento do que aqueles compartilhados pela marca.

Pâmera explica que a comunicação, quando feita de pessoa para pessoa, gera mais autenticidade, veracidade e engajamento.

A gerente deu dicas práticas de como engajar e preparar tanto a liderança como fonte comunicadora quanto um programa de influenciadores ou embaixadores internos. Abaixo, compartilhamos os principais insights:

Liderança comunicadora

Afinal, como mostrar a importância da comunicação entre o líder e a equipe para o negócio? Se ainda não estão convencidos do poder dessa relação, Ferreira mostrou números importantes.

“Quando a gente tem uma liderança que atua como comunicadora e realmente contribui para o alinhamento e a mobilização dos times em busca dos objetivos do negócio, do fortalecimento da cultura e da marca empregadora, a gente tem essa fluidez na comunicação. (…) Quando a gente não tem [o envolvimento das lideranças], principalmente o envolvimento dos gestores que ficam mais ligados à base, temos um gap! Imagine todas as comunicações e informações mais estratégicas: como elas vão chegar na base? A gente precisa que essa liderança faça fluir essa comunicação e traduza [a mensagem] de forma que todos da organização consigam enxergar os rumos [da empresa] e o que precisam fazer para alcançar os objetivos”, explicou.

E quais são os gargalos nas organizações quando o assunto é liderança comunicadora? Pâmera mencionou 4:

  1. Inacessibilidade e falta de comunicação com gestores seniores;
  2. Falta de informação sobre o negócio;
  3. Falta de comunicação sobre acontecimentos, objetivos da empresa e celebração de conquistas;
  4. Inacessibilidade das lideranças.

A profissional foi objetiva: não há engajamento sem comunicação, e não existe comunicação eficaz sem a liderança!

Para capacitar e sustentar o engajamento da liderança nesse processo de comunicação, Pâmera citou 3 pilares: empoderamento, capacitação e instrumentalização.

Além disso, ela compartilhou um passo a passo para criar um plano a fim de desenvolver e preparar uma liderança comunicadora. Anote aí!

  1. Admita que a liderança não é um canal de comunicação e sim o elo entre colaboradores e organização;
  2. Realize um diagnóstico da liderança comunicadora (identifique oportunidades de melhoria, quais habilidades devem ser desenvolvidas etc.);
  3. Empodere a liderança (mostre a importância e números);
  4. Desenvolva a trilha de capacitação da liderança (workshops, palestras, vídeos, mentorias etc; isso pode ser feito em parceria com o time de DHO/RH);
  5. Instrumentalize e apoie a liderança no processo de comunicação líder-equipe;
    • Momentos: Alinhamentos temáticos, reuniões de liderança, encontro de líderes, convenções etc.
    • Canais: Newsletter, espaço exclusivo na internet/rede social corporativa/plataforma de CI, entre outros.
  6. Monitore e mensure os resultados (pesquisa ou diagnóstico de CI, pesquisa de clima, avaliação de desempenho etc.).

Influenciadores internos

A representante da P3K afirmou que pessoas produtoras de conteúdo aumentam o engajamento e o alcance na internet. Por que, então, não aproveitar essa estratégia dentro das organizações?

Para que isso seja possível, é necessário identificar, capacitar e sustentar o engajamento dos influenciadores internos. Nesse sentido, Pâmera compartilhou um benchmark feito pela agência sobre o tema. Você pode acessar o conteúdo gratuitamente clicando no link.

Ela também citou o passo a passo para criar um programa de influenciadores internos, frisando a importância de começar pela definição de responsabilidades. 

“Esse é o principal ponto de partida e define todo o processo de governança do programa, porque todo o resto depende dessa definição. Ah, eu quero que o influenciador só atue para dentro? Ele vai ser um construtor de conteúdo, vai me ajudar na disseminação junto aos colegas? Será um agente de engajamento? Vai me ajudar nas ações que realizo internamente? Quais serão as responsabilidades dele? Porque tudo isso determina como faremos a seleção, a capacitação e o engajamento desse time”, contextualizou.

Confira a jornada:

  1. Identifique os objetivos e estabeleça papéis e responsabilidades;
  1. Determine como será feita a seleção;
    1. Lideranças indicam;
    2. Por inscrição anual;
    3. Por engajamento;
    4. Por matriz de influência.
  1. Planeje como será a integração e a grade de capacitação;
  2. Apoie e instrumentalize os influenciadores (campanhas e ações em primeira mão, missões periódicas, canais exclusivos, reuniões específicas etc.);
  3. Acompanhe, monitore e mensure resultados;
  4. Reconheça os influenciadores;
  5. Defina como será a renovação.

Para finalizar, Pâmera compartilhou um case especial da Coop, rede de supermercados que é cliente da Dialog e da P3K. Em 2024, a empresa lançou um programa de influenciadores internos que fez muito sucesso! Para saber detalhes desse case, basta acessar o link da masterclass e ir até o minuto 44:44.

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Liderança comunicadora e a saúde mental das pessoas: como uma pode impactar a outra? https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-e-a-saude-mental-das-pessoas-como-uma-pode-impactar-a-outra/ https://blog.dialog.ci/lideranca-comunicadora-e-a-saude-mental-das-pessoas-como-uma-pode-impactar-a-outra/#respond Thu, 31 Oct 2024 11:56:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5275 Há algum tempo, o mercado discute o papel das lideranças em diversas frentes. Dentre elas, na saúde mental das pessoas de sua equipe. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Workforce Institute, as lideranças impactam mais a saúde mental dos colaboradores (69%) do que terapeutas (41%). A mesma pesquisa apontou que 1 em cada 3 […]

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Há algum tempo, o mercado discute o papel das lideranças em diversas frentes. Dentre elas, na saúde mental das pessoas de sua equipe. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Workforce Institute, as lideranças impactam mais a saúde mental dos colaboradores (69%) do que terapeutas (41%).

A mesma pesquisa apontou que 1 em cada 3 pessoas entrevistadas percebe que o líder não reconhece a sua participação na saúde mental da equipe. Vemos então que há um descompasso de percepções e, como principais agentes mobilizadores dos times, os líderes precisam compreender o papel na promoção do bem-estar das pessoas, bem como podem fortalecê-la. Mas como fazer isso em ambientes de trabalho cada vez mais dinâmicos e desafiadores? 

O papel da comunicação da liderança

Com a crescente complexidade das interações profissionais e a ênfase na colaboração, entender como uma comunicação eficaz pode moldar a cultura organizacional e influenciar a saúde mental dos colaboradores torna-se imprescindível.

Líderes que se destacam na comunicação não apenas transmitem informações, mas também promovem um ambiente seguro, no qual as pessoas da equipe se sentem à vontade para compartilhar ideias, preocupações e feedbacks. Essa abertura é crucial para a construção de confiança e respeito mútuo, dois elementos fundamentais para a saúde mental.

Uma liderança comunicadora se caracteriza por habilidades como escuta ativa, empatia e clareza na transmissão de mensagens. Esses líderes reconhecem que a comunicação não é unidirecional, ela envolve a troca constante de informações e sentimentos que influenciam o clima organizacional.

Impactos positivos para a saúde mental

Já não temos dúvidas de que ambientes de trabalho nos quais a comunicação é valorizada tendem a ter colaboradores mais engajados e satisfeitos. Quando os membros da equipe sentem que suas vozes estão sendo ouvidas e que os seus sentimentos são reconhecidos, isso pode reduzir a ansiedade e o estresse. A sensação de pertencimento que uma comunicação aberta pode proporcionar leva ao aumento do engajamento das pessoas e à diminuição do turnover.

Além disso, líderes que promovem uma cultura de feedback contínuo, com respeito e abertura, ajudam a identificar problemas antes que eles se tornem crises. Esse tipo de abordagem proativa é essencial para a saúde mental, pois permite que os colaboradores expressem suas preocupações e se sintam apoiados em suas dificuldades.

Como capacitar a liderança como comunicadora

Investir em programas de treinamento que se concentrem em habilidades de comunicação é fundamental. Workshops sobre escuta ativa, comunicação não verbal, feedbacks construtivos e storytelling podem equipar líderes com ferramentas práticas para melhorar a sua comunicação.

Incentivar os líderes a serem verdadeiros, compartilhando as suas experiências, vulnerabilidades e valores, cria conexões mais profundas com suas equipes. Isso não apenas humaniza a liderança, mas também estimula um ambiente no qual todos se sentem seguros para se expressar.

Como mensurar a eficiência da liderança comunicadora

Implementando métricas para avaliar a eficácia da comunicação dos líderes! Isso pode incluir:

  • Pesquisas de clima organizacional: avaliando como a equipe percebe a comunicação líder-equipe dentro da organização.
  • Feedback 360 graus: obtendo avaliações anônimas sobre as habilidades de comunicação dos líderes.
  • Pesquisa de Comunicação Interna: avaliando se a comunicação líder-equipe é considerada uma das formas mais eficazes dentro da organização. 

Capacitar a liderança a se tornar comunicadora não é apenas uma questão de promover o desenvolvimento de habilidade técnica. Trata-se de cultivar uma mentalidade de abertura para o diálogo e a construção de um ambiente seguro para relações respeitosas nas organizações. 

Ao investir no desenvolvimento das habilidades de comunicação dos líderes, as organizações não apenas melhoram a eficácia de suas equipes, mas também constroem um ambiente de trabalho mais colaborativo e inovador. Com as estratégias certas, é possível transformar líderes em comunicadores excepcionais, prontos para enfrentar os desafios atuais e futuros.

Se você tem o desafio de implementar uma estratégia eficaz relacionada à liderança comunicadora, conte com a P3K, a maior agência de Comunicação Interna do país. 

Estamos prontos para ajudar sua empresa a comunicar e maximizar o impacto da Comunicação Interna na sua organização, garantindo resultados reais e sustentáveis. Clique aqui e fale com a gente!

O texto acima foi produzido por um parceiro Dialog, tendo seus direitos reservados. A Dialog não se responsabiliza pelo conteúdo deste artigo, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.

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ESG nas empresas: uma revolução interna necessária https://blog.dialog.ci/esg-nas-empresas-uma-revolucao-interna-necessaria/ https://blog.dialog.ci/esg-nas-empresas-uma-revolucao-interna-necessaria/#respond Wed, 21 Aug 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=5140 Você sabia que 90% dos chefes de Marketing no Brasil acham que ESG é crucial, mas apenas 20% entendem realmente o que isso significa? Isso soa como uma daquelas curiosidades intrigantes que você lê e pensa: “Sério? Como assim?”.  Bem, de acordo com uma pesquisa do Data-Makers, feita com 106 CMOs (Chief Marketing Officers) brasileiros, […]

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Você sabia que 90% dos chefes de Marketing no Brasil acham que ESG é crucial, mas apenas 20% entendem realmente o que isso significa? Isso soa como uma daquelas curiosidades intrigantes que você lê e pensa: “Sério? Como assim?”. 

Bem, de acordo com uma pesquisa do Data-Makers, feita com 106 CMOs (Chief Marketing Officers) brasileiros, esse é o cenário atual do ESG nas empresas do país.

Esse dado destaca uma grande lacuna entre o reconhecimento da importância do ESG e o conhecimento profundo sobre como implementar e comunicar essas práticas. Nesse cenário, a Comunicação Interna se destaca como um pilar fundamental para o sucesso dessas iniciativas.

Se você não sabe o que é ESG, a gente explica!

ESG é uma sigla que se refere a práticas Ambientais, Sociais e de Governança (Environmental, Social and Governance) que as empresas adotam para operar de forma mais sustentável e ética. E, sim, isso é superimportante.

A lacuna entre reconhecimento e conhecimento

Parece que todo mundo concorda que ESG é a chave para o sucesso e o futuro dos negócios. Imagem da marca, impacto social positivo, reputação corporativa, atração e retenção de talentos – quem não quer melhorar esses aspectos? 

De fato, 76% dos líderes estão de olho na imagem da marca e 74% no impacto social. Mas há um abismo entre valorizar o ESG e saber o que fazer com ele.

Os desafios do caminho sustentável

A falta de iniciativa para investir na implementação de práticas de ESG está no topo da lista de desafios, citada por 47% dos entrevistados. 

E não para por aí! Faltam métricas eficientes, profissionais qualificados, e até mesmo a priorização do tema é questionável em algumas empresas. Ah, e o temido greenwashing

Greenwashing é o famigerado “façam o que eu falo, mas não façam o que eu faço”, que é quando as atitudes das corporações ficam apenas no discurso e não se sustentam na prática. Quando isso vem a público, é extremamente prejudicial para os negócios.

Um terço dos entrevistados tem tanto medo da acusação de falsa sustentabilidade que prefere nem tocar no assunto. E isso é um problema porque, ao evitar o tema, perde-se a oportunidade de fazer a diferença.

A Comunicação Interna entra em cena

No meio de tudo isso, a Comunicação Interna torna-se uma verdadeira e importante aliada nessa história de aplicar conceitos de ESG, fazendo com que ela seja comunicada, praticada e consolidada dentro e fora da organização.

Como? Primeiro, esclarecendo o que é ESG para todos na empresa, desde o estagiário até o CEO. Depois, criando ações internas que não só informam, mas também engajam os funcionários em práticas sustentáveis.

Imagine isso: a cada novo projeto de ESG, surge uma nova história e cases de sucesso para contar nos canais internos da empresa, mostrando o impacto real das ações. Assim, os funcionários começam a ver o ESG não como um monte de regras, mas como parte da cultura empresarial.

Ações de CI para consolidar o ESG

Além de esclarecer e educar, a Comunicação Interna pode atuar ativamente na promoção e no engajamento de iniciativas que reforcem a cultura organizacional e os valores da empresa relacionados à responsabilidade socioambiental.

Formação de comitês de ESG

Oferecer apoio e consultoria para a formação de comitês dedicados ao ESG pode garantir uma abordagem mais estruturada e efetiva. Esses comitês podem liderar as iniciativas de sustentabilidade e garantir que as práticas estejam alinhadas com os objetivos corporativos.

Ações de impacto social

Formular projetos que envolvam não apenas os colaboradores, mas também a comunidade e outros públicos de interesse. Isso pode incluir atividades de voluntariado, programas de educação ambiental e parcerias com organizações locais para ampliar o impacto social das ações.

Eventos de discussão

Organizar eventos, tanto presenciais quanto online, que promovam a discussão sobre temas relevantes ao ESG. Esses eventos podem ser uma excelente oportunidade para educar, trocar ideias e fomentar um diálogo construtivo sobre práticas sustentáveis.

Campanhas institucionais 

Desenvolver campanhas que abordem os três pilares do ESG – ambiental, social e de governança – para informar sobre as iniciativas em curso e engajar os colaboradores. Dessa forma, é possível utilizar diversos canais de Comunicação Interna (como newsletters, redes sociais internas, e-mails, entre outros), garantindo que cada colaborador esteja informado e atue conforme a visão socioambiental da organização.

Segmentação da comunicação

Necessidades diferentes requerem abordagens diferentes. Para a liderança, a Comunicação Interna pode focar em relacionar ESG com as estratégias de negócios. Para um público de escritório, ampliar o entendimento de como cada indivíduo participa e atua com as práticas. Já para públicos operacionais, trazer experiências que conectem o dia a dia à sustentabilidade socioambiental e governança.

Para o futuro: investir é preciso!

44% dos executivos planejam aumentar os investimentos em ESG no próximo ano. Isso mostra que, apesar dos desafios, há um movimento crescente em direção a práticas de negócios mais responsáveis e sustentáveis. 

Contudo, investir nessa mudança internamente e comunicá-la da forma correta e estratégica é crucial para que o ESG seja algo que gere valor para o negócio e para a sociedade.

ESG é mais do que moda, é necessidade

ESG é sobre sobrevivência, inovação e, acima de tudo, sobre fazer o certo. E a Comunicação Interna? Bem, essa é a ferramenta que difunde e engaja todos da empresa com práticas sustentáveis, transformando a organização para que ela possa mudar o mundo de dentro para fora.  

Para entender mais sobre como implementar uma Comunicação Interna eficaz e que apoie o ESG, conte com a P3K, a maior agência de Comunicação Interna do país. 

Estamos prontos para ajudar sua empresa a comunicar e maximizar o impacto de suas campanhas, garantindo resultados reais e sustentáveis. Clique aqui e fale com a gente!

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Como a Inteligência Artificial pode revolucionar a sua Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/como-a-inteligencia-artificial-pode-revolucionar-a-sua-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/como-a-inteligencia-artificial-pode-revolucionar-a-sua-comunicacao-interna/#respond Thu, 20 Jun 2024 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4951 Imagine um mundo onde as respostas para as perguntas frequentes dos colaboradores são instantâneas, o clima organizacional é monitorado em tempo real, os novatos são guiados de forma didática para aprender sobre a Cultura e os processos da área, e a comunicação é personalizada para cada funcionário. Há pouco tempo isso era coisa de Black […]

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Imagine um mundo onde as respostas para as perguntas frequentes dos colaboradores são instantâneas, o clima organizacional é monitorado em tempo real, os novatos são guiados de forma didática para aprender sobre a Cultura e os processos da área, e a comunicação é personalizada para cada funcionário.

Há pouco tempo isso era coisa de Black Mirror, mas esse lugar, que sempre foi o sonho de todo profissional de RH ou Comunicação Interna que já respondeu quinze vezes em menos de uma hora “Quando cai o VR?”, já é realidade para muitos profissionais graças à Inteligência Artificial.

A Inteligência Artificial, ou IA, tem se mostrado uma ferramenta poderosa para empresas, revolucionando a forma como elas interagem com clientes, fornecedores, parceiros e, claro, colaboradores. 

Cada vez mais integrada às estratégias das organizações, incluindo as de Comunicação Interna e Externa, a IA vem facilitando o diálogo no ambiente interno e impulsionando os resultados de muitos negócios.

Tecnologias avançadas estão sendo usadas para melhorar a eficiência, a personalização e o alcance das mensagens dentro e fora do ambiente corporativo. Os principais benefícios incluem: automação de processos, análise de sentimentos e personalização de conteúdo.

Se você ainda não sabe como usar a IA para causar um impacto positivo e transformar a sua CI, continue lendo. Neste artigo, vamos explorar as possibilidades e alguns cases de sucesso de empresas que já aderiram a essa transformação.

IA na Comunicação Interna

Chatbots e assistentes virtuais

Pense neles como uma forma do colaborador poder tirar dúvidas a qualquer momento. Esses robôs proativos podem ser implementados direto na plataforma de mensagens já utilizada internamente, como aplicativos de Comunicação Interna e experiência do colaborador, redes sociais corporativas, aplicativos de mensagem ou chats internos.

E muitas são as possibilidades, como responder a perguntas frequentes dos funcionários e tornar o onboarding mais eficiente, trazendo dicas e orientações nos primeiros dias e obtendo dados das dúvidas mais comuns, ajudando a identificar falhas e assuntos que precisam ser reforçados. 

Além de melhorar a experiência do colaborador, proporcionando respostas rápidas e precisas aos colaboradores, os chatbots liberam tempo dos profissionais de RH ou Comunicação Interna para que eles foquem em demandas mais estratégicas e complexas.

Análise de sentimentos

A IA pode atuar como um termômetro do clima organizacional, colhendo feedbacks anônimos, analisando as interações e identificando tendências de satisfação ou insatisfação, o que permite intervenções rápidas e direcionadas.

Automação de processos

Imagine nunca mais ter que enviar aquele e-mail lembrando a todos de bater o ponto corretamente ou avisando que o holerite já está disponível. 

A IA faz tudo isso por você, deixando sua vida muito mais fácil com a automação de tarefas – como envio de comunicados, agendamento de reuniões e coleta de feedbacks.

Personalização da comunicação

A IA pode segmentar a comunicação de acordo com o perfil e as necessidades de cada colaborador. A tecnologia auxilia também a acessibilidade no mundo digital. Há ferramentas que podem ler o que está escrito para alguém com deficiência visual e escrever o que for dito para dar uma resposta ao remetente, por exemplo. 

Dessa forma, é possível fazer com que as mensagens não só cheguem para todos, como também favorecer a diversidade e inclusão. 

Cases de sucesso

Unilever

A Multinacional introduziu um chatbot que responde a dúvidas comuns dos colaboradores. O resultado? Funcionários mais felizes e um RH mais eficiente

Segundo a Unilever, houve uma redução de 50% no tempo de resposta para questões frequentes.

IBM

Usando IA para analisar feedbacks, a IBM conseguiu melhorar significativamente o ambiente de trabalho, agindo de forma proativa com base nos dados coletados. Em um estudo de caso, a IBM relatou uma melhora de 25% no índice de satisfação dos colaboradores após a implementação da tecnologia.

Vodafone

Com assistentes virtuais automatizando processos de RH, como agendamentos de entrevistas, a Vodafone viu um aumento na eficiência e uma redução nos custos operacionais. A empresa reportou uma redução de 30% no tempo gasto em processos administrativos.

A Inteligência Artificial na Comunicação Interna não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para empresas que desejam manter-se competitivas e inovadoras. A IA oferece ferramentas poderosas para melhorar a eficiência, a personalização e o impacto das comunicações internas, beneficiando tanto os colaboradores quanto a organização como um todo.

Eleve a sua CI com as inteligências da P3K

Na P3K, estamos sempre à frente, desafiando os limites da Comunicação com colaboradores. 

Nossos especialistas criam estratégias criativas com foco no que sua empresa precisa a fim de trazer resultados tangíveis para as pessoas e para o negócio.

Quer saber mais como transformar a Comunicação com os seus colaboradores? Clique aqui e converse com a gente!

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Datas celebrativas precisam ser somente comemorativas? https://blog.dialog.ci/datas-celebrativas-precisam-ser-somente-comemorativas/ https://blog.dialog.ci/datas-celebrativas-precisam-ser-somente-comemorativas/#respond Thu, 11 Apr 2024 13:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=4784 Você deve fazer um malabarismo para encaixar e realizar ações e comunicações referentes a datas celebrativas, não é mesmo? Há aquelas importantes para o negócio, as de diversidade, de compliance, de saúde e segurança, de simples integração e reconhecimento, entre muitas outras. Mas como evitar que suas ações de Comunicação Interna e Endomarketing sejam somente […]

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Você deve fazer um malabarismo para encaixar e realizar ações e comunicações referentes a datas celebrativas, não é mesmo? Há aquelas importantes para o negócio, as de diversidade, de compliance, de saúde e segurança, de simples integração e reconhecimento, entre muitas outras. Mas como evitar que suas ações de Comunicação Interna e Endomarketing sejam somente pautadas por datas? 

Neste artigo, vamos mostrar como utilizar as datas comemorativas de forma estratégica e fazer delas uma ótima oportunidade para fortalecer a cultura da organização, estimular a inclusão e destacar temas relevantes para a estratégia do negócio.

Principais desafios da Comunicação Interna 

A Comunicação Interna possui um papel importante na construção de uma cultura organizacional coesa e no fortalecimento do engajamento dos colaboradores. Conforme a pesquisa de Tendências em Comunicação Interna 2024, realizada pela Aberje, entre os principais desafios da CI apontados pelos profissionais da área estão:

  • Engajar as lideranças como comunicadoras
  • Melhorar a mensuração e a gestão de dados em Comunicação Interna; 
  • Comunicar a estratégia e a cultura da empresa; 
  • Montar um planejamento consistente de Comunicação Interna;
  • Priorizar e organizar melhor narrativas a serem comunicadas;
  • Fortalecer o EVP e a marca empregadora. 

Veja abaixo o gráfico com todos os desafios mais citados:

Fonte: Pesquisa “Tendências em Comunicação Interna” (Aberje e Ação Integrada 2024)

Nessa mesma pesquisa, os profissionais da área apontaram quais são os principais temas trabalhados pela Comunicação Interna. Nesse levantamento, as datas celebrativas aparecem entre o top 10. Então, por que não conectar essas ações com assuntos que contribuem não somente para reforçar narrativas estratégicas, mas para aumentar o conhecimento e o engajamento das pessoas nos temas prioritários para o negócio? 

Veja os assuntos apontados como prioridade na Comunicação Interna: 

Fonte: Pesquisa “Tendências em Comunicação Interna” (Aberje e Ação Integrada 2024)

Como conectar os temas

A integração das datas comemorativas no calendário corporativo pode ir além da simples celebração. Ela serve como um catalisador para diálogos significativos, abordando desde questões de saúde e bem-estar até a promoção de diversidade e inclusão. 

O Dia da Mulher, por exemplo, pode ser uma ocasião para discutir igualdade de gênero e empoderamento feminino no ambiente de trabalho. O Dia das Mães, bem como o dos Pais, também pode ser conectado a temas de diversidade e inclusão – apesar de serem datas criadas para potencializar o comércio. Essa pode ser uma oportunidade para reconhecer as pessoas, mas também para trabalhar os desafios e a potência da parentalidade ativa e da disparidade de gênero quando o assunto é cuidado, conscientizando homens e mulheres da organização. 

Planejamento consistente de Comunicação Interna

Para que a conexão entre temas comunicados e ações realizadas pela Comunicação Interna seja efetiva, é importante que essas iniciativas estejam alinhadas com a estratégia e os valores da empresa. A comunicação deve ser autêntica e refletir um compromisso real com as causas abordadas

Por isso, é essencial realizar um diagnóstico da cultura e da Comunicação Interna da empresa, para que seja possível identificar as oportunidades que precisam ser melhor comunicadas e os pontos fortes que podem ser ancorados. 

Uma vez realizada essa etapa, é hora de organizar o planejamento do ano, incluindo as datas celebrativas e as conexões que serão feitas com temas estratégicos do negócio, integrando-as ao calendário que norteia as entregas da área. O próximo passo é definir ações criativas e inovadoras que engajam os colaboradores e amarram os temas prioritários.  

Na P3K, por exemplo, temos cases de sucesso aplicados na própria agência: utilizamos todos os anos a gamificação em uma ação de Páscoa para fortalecer os valores e o objetivo estratégico do negócio de forma interativa e lúdica. 

Métricas e resultados

Quando elaboramos qualquer tipo de estratégia, é importante estabelecer métricas claras para avaliar o impacto das comunicações, iniciativas e ações realizadas. Com isso, é possível mensurar os resultados para entender a eficácia e ajustar as estratégias conforme necessário.

Com datas celebrativas não seria diferente. Sempre que realizada alguma ação, pense nos objetivos e avalie não somente o engajamento das pessoas, mas sim se esses objetivos foram atingidos. Isso pode ser feito por meio de pesquisas pós-campanha, quizzes descontraídos ou enquetes. Somente assim a área de CI consegue trazer resultados e demonstrar relevância para o negócio.

Liderança engajada

Falando em resultado, é preciso um envolvimento genuíno da liderança para ampliar o alcance e a efetividade, além de melhorar a confiança. 

De acordo com uma pesquisa da Flash Benefícios, em parceria com o Talenses Group e a Fundação Getúlio Vargas, o que mais influencia no engajamento dos colaboradores é a confiança na liderança.

Sendo assim, comunicar e estimular os líderes a participar é um ponto indispensável no planejamento das campanhas e ações.

Cases e inspirações

Na P3K, há muitos cases que comprovam os benefícios de utilizar temas e datas de forma estratégica e criativa. Veja alguns:

Outubro Rosa e Novembro Azul na Alpargatas 

A Alpa tinha o objetivo de incluir pessoas transgêneras nas campanhas. Dessa forma, foram criados os motes “Outubro Além do Rosa: autocuidado é para todas as pessoas” e “Saúde é papo de quem se ama: prevenção é para todas as pessoas”.

A iniciativa foi além da conscientização sobre saúde, integrando ações que reforçaram a cultura de cuidado, a diversidade e o suporte mútuo entre equipes, áreas e todas as pessoas da empresa.

Créditos: blog P3K
Créditos: blog P3K

Dia dos Pais na Marelli

Aproveitando o Dia dos Pais, a P3K criou a campanha Ser Pai É Amar de Todas As Formas para fazer os colaboradores da Marelli refletirem sobre a importância da inclusão e da diversidade.

Foram evidenciadas várias figuras paternas, mostrando as diferentes formas que a paternidade assume.

Créditos: blog P3K

É inegável que as datas comemorativas, quando aproveitadas da forma correta, são uma ferramenta poderosa na Comunicação Interna, promovendo a integração e o bem-estar, fortalecendo a cultura, melhorando o engajamento e contribuindo para o sucesso da organização de uma forma geral.

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