Marcela Freitas Paes, Author at Dialog Blog https://blog.dialog.ci/author/marcela/ O primeiro portal de Comunicação Interna do Brasil Mon, 02 Feb 2026 12:30:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.7.8 https://blog.dialog.ci/wp-content/uploads/2022/04/cropped-favicon-32x32.png Marcela Freitas Paes, Author at Dialog Blog https://blog.dialog.ci/author/marcela/ 32 32 Dados de Comunicação Interna como bússola para engajamento https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-como-bussola-para-engajamento/ https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-como-bussola-para-engajamento/#respond Mon, 02 Feb 2026 12:30:43 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6412 Comunicar vai muito além de enviar mensagens. O verdadeiro desafio é transformar a informação em uma conexão genuína entre a empresa e os  colaboradores. Para isso, o “feeling” não basta: é preciso usar os dados de Comunicação Interna como uma bússola estratégica a fim de direcionar a área e até mesmo apoiar a estratégia de […]

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Comunicar vai muito além de enviar mensagens. O verdadeiro desafio é transformar a informação em uma conexão genuína entre a empresa e os  colaboradores. Para isso, o “feeling” não basta: é preciso usar os dados de Comunicação Interna como uma bússola estratégica a fim de direcionar a área e até mesmo apoiar a estratégia de RH.

Muitas empresas ainda tratam a Comunicação Interna como uma via de mão única. No entanto, a análise de dados permite transformar a comunicação em um diálogo estratégico. Sem esses indicadores, o RH e a CI planejam no escuro — mas com eles é possível:

  • Compreender o engajamento real, identificando quais temas geram orgulho e quais passam despercebidos;
  • Validar a experiência do colaborador, entendendo se os canais facilitam ou dificultam o dia a dia;
  • Fortalecer a cultura, medindo o quanto os valores da empresa são absorvidos na prática.

O poder dos dados de Comunicação Interna

Adotar o uso e analisar os dados de Comunicação Interna formam o primeiro passo para uma atuação mais estratégica do setor.

Como citamos acima, esses indicadores permitem que a área mostre sua relação direta com temas relevantes para o negócio, como experiência do colaborador, cultura e engajamento.

O grande segredo para uma comunicação que engaja é a relevância. E isso se constrói por conteúdo que interessa e importa. Por meio da mensuração, a CI pode entender se as comunicações estão sendo compreendidas e assimiladas como devem.

O uso de métricas permite também que a área conheça as preferências de cada público, o que ajuda (e muito) na estratégia de personalização. 

Se os dados de CI mostram que o time de vendas consome mais vídeos curtos, enquanto o administrativo prefere textos, por que usar o mesmo formato para todos? Descobrir o que engaja cada perfil é o primeiro passo para fortalecer os laços entre colaboradores e cultura.

Dicas para usar dados de CI como bússola

Para transformar sua área em uma unidade orientada a dados, siga estas dicas:

  1. Vá além das métricas de vaidade: Cliques são importantes, mas o clima organizacional diz mais sobre o engajamento real.
  2. Identifique os “silêncios”: Use os dados de Comunicação Interna para perceber quais áreas estão menos conectadas. O silêncio é um alerta para o risco de desengajamento.
  3. Teste e aprenda (A/B): Experimente diferentes horários, tons e formatos. Compare os resultados e ajuste rapidamente.
  4. Cruze dados de CI com RH: Observe se áreas com alto engajamento na Comunicação Interna também têm menor turnover ou maior produtividade.

Materiais? Temos! 😉

Você sabia que, ao longo dos anos, a Dialog produziu diversos materiais sobre o uso de dados na Comunicação Interna? Confira a lista abaixo:

A Dialog e os dados de Comunicação Interna

Nossa plataforma conta com mais de 50 indicadores, que podem ser usados para atrelar o trabalho da área aos temas relevantes para o negócio. Papel e caneta na mão: descubra como fazer essa relação.

FAQ: Dados em Comunicação Interna

1. O que são dados de Comunicação Interna e por que são importantes? 

Métricas que medem o alcance, engajamento e impacto das comunicações dentro da empresa. Importantes porque transformam a comunicação de transmissão em diálogo estratégico, baseando decisões em evidências e não em “feeling”.

2. Como medir o engajamento real na Comunicação Interna? 

Analisando: volume de interações (posts, comentários, reações), porcentagem de pessoas únicas que participam, análise de sentimento dos conteúdos e identificação de áreas com baixa interação (“silêncios”).

3. Quais são as métricas essenciais de Comunicação Interna?

  • Alcance: acessos totais/únicos, plataformas mais usadas.
  • Engajamento: interações por post, pessoas únicas engajadas.
  • Cultura: ranking de influência, nuvem de palavras.
  • Performance: conteúdos mais acessados, taxa de aceite em eventos.

4. Como os dados de Comunicação Interna fortalecem a cultura organizacional? 

Cruzando dados com indicadores de RH (turnover, produtividade), identificando embaixadores da cultura e mapeando quais valores são realmente praticados por meio da análise de conversas.

5. Como personalizar a Comunicação Interna usando dados? 

Identificando preferências por perfil (ex.: vendas consome vídeos, administrativo prefere textos) e testando formatos, horários e tons (A/B testing) para ajustar a estratégia com base no que gera mais engajamento.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Como filtrar e aplicar tendências de Comunicação Interna e RH em 2026 https://blog.dialog.ci/como-filtrar-e-aplicar-tendencias-de-comunicacao-interna-e-rh-em-2026/ https://blog.dialog.ci/como-filtrar-e-aplicar-tendencias-de-comunicacao-interna-e-rh-em-2026/#respond Thu, 22 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6370 Ficar por dentro das tendências de Comunicação Interna e de RH é um passo fundamental para uma atuação mais estratégica no novo ciclo. Mas a teoria não basta: além de saber quais são as tendências, é preciso também analisar o que faz ou não sentido para a organização e entender como colocar cada uma em […]

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Ficar por dentro das tendências de Comunicação Interna e de RH é um passo fundamental para uma atuação mais estratégica no novo ciclo.

Mas a teoria não basta: além de saber quais são as tendências, é preciso também analisar o que faz ou não sentido para a organização e entender como colocar cada uma em prática. As áreas, que possuem o colaborador como foco e protagonista, devem unir forças em 2026 e embarcar juntas nessa missão.

Para falar sobre tendências e como filtrar e aplicar o que faz sentido para cada organização, José Luis Ovando, sócio-diretor de Estratégia na Supera Comunicação, e Regina Hostin, presidente da ABRH Itajaí e consultora de comunicação, foram os convidados da estreia da 2ª temporada do Dialog Experts, projeto que recebe especialistas para debater sobre temas relevantes para profissionais de CI e RH.

Você pode conferir o conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Tendências de Comunicação Interna e RH: mais do mesmo?

Afinal, quais são as principais tendências de Comunicação Interna e RH para 2026?

Regina cita a Inteligência Artificial e o engajamento de várias gerações, tema que vem ganhando espaço nas empresas, visto que hoje existem 4 gerações ativas (baby boomers, X, millennials e Z).

A especialista explica que esses dois pontos têm relação direta com a reputação organizacional e que a transparência é cada vez mais necessária, uma vez que possíveis crises devem ser respondidas com agilidade.

“Para ser ágil, a empresa precisa ter uma cultura de mapear seus riscos junto com a liderança, de fazer matriz de risco e simulações, porque isso vai fortalecer o pensamento sistêmico e preparar esse time [de CI] para riscos que não tenham sido mapeados”, comentou.

Criar e sustentar uma reputação positiva atrai públicos de relacionamento: colaboradores, talentos, acionistas, comunidade e clientes/consumidores. Fazer isso não é uma responsabilidade exclusiva da Comunicação Interna e RH, mas coloca as áreas em posição de destaque perante ao negócio.

Em complemento, José cita 5 tendências baseadas em um estudo recente lançado pela agência, o Relatório Diálogos Supera 2025, que contou com a contribuição de 91 lideranças de comunicação e RH. São elas:

  1. A necessidade de considerar as diferentes gerações e suas expectativas na Comunicação Interna;
  2. Poder do storytelling como ferramenta de conexão e engajamento;
  3. Gestão dos desafios da infoxicação e da comunicação para públicos diversos;
  4. Construção de culturas organizacionais saudáveis;
  5. Olhar apurado do comunicador é insubstituível.

Sobre a construção de culturas, Ovando explicou que a digitalização da década de 2010 consolidou a tecnologia como um pilar estratégico, reforçando a premissa de que “toda empresa é, essencialmente, uma empresa de tecnologia”. Paralelamente, a crescente valorização do desenvolvimento de pessoas evidenciou outra verdade: “toda empresa é uma empresa de aprendizagem”. 

Desafios como o estresse climático e o Burnout colocam a segurança psicológica e a saúde mental no centro das decisões estratégicas, estabelecendo um novo entendimento: “toda empresa é uma empresa de bem-estar”. No entanto, tecnologia, aprendizagem e bem-estar só geram impacto real quando estão alinhados à cultura organizacional, fortalecendo a capacidade da empresa de inovar, evoluir e cuidar das pessoas

Já sobre o olhar apurado do profissional de Comunicação Interna, ele explica:

“O contexto atual exige que profissionais de comunicação desenvolvam uma postura ambidestra, equilibrando precisão técnica com profunda sensibilidade humana. De um lado, é essencial dominar as ferramentas e estratégias que garantem a eficácia das mensagens. De outro — e ainda mais crucial — cultivar a sensibilidade necessária para orientar informações de forma responsável entre diferentes gerações. Essa é uma competência genuinamente humana, capaz de facilitar a mediação de conflitos e fortalecer a segurança psicológica dentro e fora das organizações.”

Além disso, ele afirma que isso se trata de construir relações verdadeiras, conectando-se com as pessoas por meio de narrativas simples e autênticas, que humanizam objetivos estratégicos e impulsionam resultados sustentáveis.

Como filtrar as tendências de Comunicação Interna e RH

O diretor da Supera lembra que tendências podem ou não podem se concretizar e que profissionais de CI e RH devem estar atentos aos movimentos que surgem na sociedade e no mundo, pois “os ambientes organizacionais refletem, em sua essência, as pessoas que os compõem”.

Mas o filtro para saber se a Comunicação Interna e o RH devem investir em determinada tendência está em entender se aquilo faz sentido (ou não) para a cultura organizacional e a estratégia do negócio, pois “tudo é possível, mas nem tudo convém, cada organização é única”.

Regina concorda com esse ponto e complementa com outras reflexões necessárias para esse filtro:

  • Quem vai colocar essa iniciativa/tendência “de pé”? Levando em consideração principalmente empresas e áreas que buscam reduzir seus custos.
  • Essa tendência resolve qual problema da organização?

Da teoria para a prática

Após identificar uma tendência que faz sentido para a empresa, por onde começar para garantir uma implementação eficiente? Que etapas podem ser seguidas para aumentar as chances de sucesso?

A presidente da ABRH Itajaí explica que, ao confirmar que a tendência faz sentido e resolve algum problema da empresa, o próximo passo é entender se existem competências internas para colocar em prática ou se é preciso promover alguma capacitação, trazer parceiros, contratar fornecedores etc.

Definir objetivos e indicadores é outro passo importante, pois sem métricas não há gestão. Ela sugere também promover um projeto piloto para reduzir riscos.

Hostin completou com duas ponderações:

  1. As áreas de CI e RH devem explicar para os colaboradores o porquê determinada tendência está sendo implementada, pois a resistência à mudança acontece quando essa transição não é devidamente explicada.
  2. É preciso envolver a liderança e os colaboradores para garantir uma implementação de sucesso.

Esse último ponto é reforçado por José Luis, pois toda boa ideia ou processo de transformação precisa de patrocinadores. 

“Quanto mais profunda a mudança ou maior a complexidade de implementação, mais essencial é que as lideranças estejam alinhadas — em todos os níveis: alta, média e operacional.”

Ele explica que, muitas vezes, a Comunicação Interna atua nos bastidores: cria a ideia, convence boa parte da organização de que ela é promissora, dedica energia para estruturá-la, conquista a adesão do CEO e, depois disso, os porta-vozes orientados comunicam a novidade e recebem os aplausos. E tudo bem, pois o brilho pertence aos resultados.

“O trabalho de comunicadores e profissionais de RH está sempre conectado a construção de acordos e caminhada conjunta, de braços dados, com apoiadores. É a partir desse alinhamento que a ideia — enquanto tendência — ganha espaço para ser absorvida, incorporada e realmente acontecer.”

Potencial da união entre Comunicação Interna e RH

Regina explica que fora do estado de São Paulo é muito comum que a comunicação fique dentro da área de RH, departamento focado nas pessoas, no clima e em temas como jornada do colaborador, cultura e bem-estar.

Independentemente da CI estar sob a área de RH, Marketing ou respondendo diretamente para a alta liderança, a união entre esses dois departamentos é valiosa para as organizações, pois traduz valores, propósito, cultura e estratégia para os colaboradores.

FAQ: Tendências de Comunicação Interna e RH em 2026

1. Quais são as principais tendências de Comunicação Interna e RH para 2026? 

Inteligência Artificial, engajamento de múltiplas gerações (baby boomers, X, millennials, Z), storytelling como ferramenta de conexão, gestão da infoxicação, construção de culturas organizacionais saudáveis, e o olhar apurado do comunicador.

2. Como filtrar quais tendências adotar na organização? 

Verificar se faz sentido para a cultura organizacional e estratégia do negócio, avaliar quem vai implementar (considerando custos), e identificar qual problema da organização a tendência resolve.

3. Como aplicar uma tendência na prática? 

Confirmar que resolve um problema, verificar competências internas ou promover capacitação, definir objetivos e indicadores, fazer projeto piloto, explicar o “porquê” aos colaboradores, envolver liderança e colaboradores.

4. Por que a união entre Comunicação Interna e RH é importante? 

Porque traduz valores, propósito, cultura e estratégia para os colaboradores, focando nas pessoas, clima, jornada do colaborador e bem-estar.

5. Qual é o papel do profissional de Comunicação Interna hoje? 

Desenvolver postura ambidestra: precisão técnica com sensibilidade humana, dominar ferramentas, orientar informações entre gerações, mediar conflitos e fortalecer segurança psicológica.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Em 2026, a Inteligência Artificial na Comunicação Interna deixa de ser apenas uma tendência e se firma como pilar estratégico dentro das organizações. 

Isso porque o uso de IA generativa não é mais um diferencial competitivo, mas a base que permite ampliar produtividade, acelerar processos e proporcionar análises avançadas em tempo real.

Neste conteúdo, falaremos sobre como o uso da tecnologia pode apoiar a área a ter uma postura mais estratégica e crucial para o negócio. Boa leitura!

Possíveis usos de Inteligência Artificial na Comunicação Interna

O viés generativo é um dos vários caminhos possíveis de se trilhar quando o assunto é Inteligência Artificial na Comunicação Interna.

Otimização de tempo e trabalho

Segundo um estudo da McKinsey, colaboradores passam em média 1.8 horas por dia procurando informações, o que soma quase 10 horas por semana nesse tipo de atividade. Para a Comunicação Interna, a otimização desse tempo com o uso de IA permite que essas equipes foquem em ações que as aproximem da liderança.

Em complemento a esse uso, a automação de dados e análises com Inteligência Artificial também contribui para poupar tempo dos profissionais de CI, que devem acompanhar em tempo real o desempenho de suas iniciativas, ajustando conforme necessário.

Análise de sentimento

Além do acompanhamento dos resultados das ações de Comunicação Interna, a IA pode apoiar no monitoramento do nível de engajamento dos colaboradores.

Esse indicador é um dos mais importantes tanto para a área quanto para o negócio como um todo, visto que colaboradores engajados são mais produtivos, impactando diretamente nos resultados da organização.

Análises preditivas feitas com IA já vêm sendo utilizadas para prever turnover e quedas de desempenho, permitindo que as empresas atuem na resolução de problemas.

Ao analisar dados como taxas de abertura, taxas de cliques e tendências gerais de engajamento, a IA pode prever quais tipos de conteúdo têm maior probabilidade de impactar os colaboradores.

Essa abordagem possibilita a construção da estratégia de personalização de mensagens e conteúdos.

Hiperpersonalização

É claro que a produção de conteúdo desponta como a principal ou um dos principais usos da tecnologia na área, principalmente na busca pela hiperpersonalização, outra grande tendência para 2026.

Dito isso, é importante salientar que o fator humano dos profissionais de Comunicação Interna não é substituível, sendo assim, o uso de IA precisa ser feito de forma estratégica e organizada.

Um estudo do Grupo In Press afirma que “a Inteligência Artificial na Comunicação Interna potencializa, mas não substitui o papel humano. O verdadeiro valor surge do equilíbrio entre tecnologia e inteligência emocional das equipes, promovendo decisões mais assertivas e empatia nas mensagens”.

Ao adotar IA em CI, as empresas estruturam “uma comunicação mais eficiente, personalizada e alinhada aos novos desafios do ambiente corporativo”, reforçou o grupo.

Conheça a Dialog 

A Dialog conta com um ecossistema robusto de Inteligência Artificial pensado justamente nas necessidades e desafios da Comunicação Interna, o Dialog AI.

Com IA generativa para conteúdos (Power AI Creator), ferramentas de captação e análise de dados (Índice Dialog de Engajamento), bem como geração de insights personalizados de acordo com a sua realidade (Dialog AI Insights), a CI e o RH estão 100% prontos para tornar a tecnologia um pilar estratégico para 2026.

E como novidade para o novo ano, o Dialog AI Insights passa a contar com um novo recurso que permite a geração de relatórios personalizados a partir da sua plataforma de Comunicação Interna, facilitando a construção de apresentações de dados relevantes para a liderança, além de melhorias na interface.

Conheça agora o Dialog AI Insights e nossos outros módulos com Inteligência Artificial.

FAQ: Inteligência Artificial na Comunicação Interna

1) Por que a Inteligência Artificial na Comunicação Interna virou um pilar estratégico em 2026?
Porque ela deixou de ser “novidade” e passou a sustentar ganhos concretos de produtividade, velocidade de execução e análises em tempo real. Na prática, isso ajuda a Comunicação Interna a atuar menos no operacional e mais como área estratégica, com impacto direto no negócio.

2) Como a IA ajuda a otimizar tempo e reduzir retrabalho na Comunicação Interna?
A IA pode apoiar a busca e organização de informações, além de automatizar análises e relatórios. O texto destaca que colaboradores gastam cerca de 1,8 hora por dia procurando informações; quando a CI automatiza parte desse fluxo (dados, monitoramento e acompanhamento de performance), sobra mais tempo para ações conectadas à liderança e à estratégia.

3) O que é análise de sentimento e como ela se aplica à Comunicação Interna?
É o uso de IA para monitorar engajamento e sinais do “clima” a partir de dados e interações. Com indicadores como taxas de abertura, cliques e tendências de consumo de conteúdo, a IA ajuda a entender o que está funcionando — e pode até apoiar análises preditivas (por exemplo, risco de turnover ou queda de desempenho), permitindo agir antes que o problema cresça.

4) O que significa hiperpersonalização na comunicação interna com IA?
É usar IA para entregar mensagens e conteúdos mais relevantes para diferentes perfis de colaboradores, aumentando a chance de impacto e engajamento. O texto reforça que a IA pode prever quais tipos de conteúdo tendem a funcionar melhor e, com isso, apoiar a personalização da estratégia (não só a produção de conteúdo).

5) A IA substitui o fator humano na Comunicação Interna?
Não. O texto é direto ao dizer que o papel humano não é substituível: a IA potencializa, mas o valor real aparece no equilíbrio entre tecnologia e inteligência emocional, garantindo empatia, melhor tomada de decisão e comunicação mais alinhada aos desafios corporativos.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Dados de Comunicação Interna: o ingrediente para decisões estratégicas https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-o-ingrediente-para-decisoes-estrategicas/ https://blog.dialog.ci/dados-de-comunicacao-interna-o-ingrediente-para-decisoes-estrategicas/#respond Mon, 12 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6356 O uso de dados de Comunicação Interna se mostra cada vez mais o caminho para uma atuação estratégica e, ao mesmo tempo, para a aproximação da CI a outras áreas e lideranças decisoras. Em outubro de 2025, a Dialog foi ao Rio Grande do Sul com o evento On The Road, que promove debates e […]

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O uso de dados de Comunicação Interna se mostra cada vez mais o caminho para uma atuação estratégica e, ao mesmo tempo, para a aproximação da CI a outras áreas e lideranças decisoras.

Em outubro de 2025, a Dialog foi ao Rio Grande do Sul com o evento On The Road, que promove debates e conversas sobre temas relevantes para profissionais de Comunicação Interna. Um dos painéis dessa edição abordou justamente a mensuração na área para a tomada de decisões ligadas ao negócio.

Compartilharemos neste conteúdo alguns dos principais insights do encontro, além de abordar um tema que anda de mãos dadas com uso de dados em CI: o retorno sobre o investimento (ROI). Boa leitura!

Dados de Comunicação Interna e multicanalidade

Ao pensar no uso de dados de Comunicação Interna, é preciso levar em consideração outro movimento que vem crescendo nos últimos anos: a multicanalidade.

Diferentes públicos com diversos hábitos e necessidades vêm demandando da área de Comunicação Interna uma estratégia de canais mais robusta. 

Sendo assim, além de utilizar esses dados, é preciso cruzá-los para uma análise mais complexa e que dê sentido aos números. Esse cruzamento deve ser feito entre métricas e indicadores de negócio.

“Entendemos que o cenário ideal é o da integração e do cruzamento de dados na Comunicação Interna. Na camada de consumo, observamos alcance, aberturas e tempo de leitura para entender se a mensagem chega.  Na de comportamento, avaliamos interações, participação e sentimento para compreender como as pessoas se conectam com o conteúdo e entre si. E na de negócio, cruzamos essas informações com dados de produtividade, turnover, segurança e qualidade, entre outros”, recomendou Kerlin Dutra, diretora de Conteúdo e Planejamento na HappyHouse.

Kerlin considera que dado conectado “é insight, é direção e base de decisão”, e que é nesse contexto que a área de Comunicação Interna se posiciona como parte do sistema de inteligência da empresa.

Para Fabiana Becker, sócia da Fale Consultoras, na Comunicação Interna não basta saber que o colaborador abriu o e-mail; é necessário saber se ele entendeu a mensagem e se mudou algo na forma de agir ou perceber a empresa.

“Os dados de consumo mostram alcance e eficiência de canal; os dados de comportamento revelam engajamento e aprendizado; e os dados de negócio mostram contribuição para resultados concretos — seja na redução de turnover, no aumento da segurança ou na produtividade. O papel do comunicador hoje é justamente conectar essas camadas em uma narrativa coerente de valor.”

Acesso em tempo real

O quanto ter acesso a dados em tempo real pode mudar uma estratégia em curso, seja para melhorar os resultados ou aumentar o investimento? 

Para Dutra, ter acesso a dados qualitativos e quantitativos em tempo real muda completamente a forma de fazer Comunicação Interna. “Quando conseguimos acompanhar resultados enquanto as ações estão acontecendo, deixamos de reagir e passamos a agir de forma estratégica. Dados em tempo real tornam a Comunicação Interna mais ágil e relevante”, diz. 

Fabiana também considera que cruzar feedbacks qualitativos (comentários, pesquisas instantâneas e reações) com dados quantitativos (alcance e taxa de conclusão) dá uma leitura viva da percepção dos colaboradores. Segundo ela, isso torna a área mais ágil e capaz de justificar aumento de investimento com base em evidências, e não em intuição.

CI na mesa da diretoria

Como podemos usar os dados de Comunicação Interna para uma discussão mais robusta com a diretoria da empresa, especialmente num momento como o de formação de orçamento?

Sobre esse assunto, Fabiana ressaltou o papel de dados para reposicionar a CI como área de gestão. Para ela, falar em números durante o desenho orçamentário muda a conversa.

“Quando mostramos correlação entre comunicação e indicadores críticos do negócio, como produtividade, segurança e retenção, a diretoria entende que investir em Comunicação Interna é investir em performance.”

Corroborando o raciocínio, Kerlin afirma que quando CI “apresenta evidências e correlações concretas, deixa de pedir orçamento e passa a negociar investimento com base em inteligência e geração de valor para o negócio.”

O que é essencial medir

Refletindo sobre quais são os indicadores essenciais para um relatório de acompanhamento e quais são os indicadores para levar para uma reunião com lideranças, a diretora na HappyHouse argumenta que a distinção entre eles é o que posiciona a CI como um time de inteligência e influência. Ela cita como indicadores relevantes:

  • Adoção e alcance (eficiência): Mostra se a comunicação chega a todos.

Indicadores: alcance, usuários ativos, visualizações, frequência de acesso.

  • Engajamento e interação (eficiência): Mede o envolvimento e a participação.

Indicadores: cliques, reações, comentários, participação em campanhas.

  • Experiência e sentimento (eficiência): Avalia como o público percebe a comunicação. 

Indicadores: tempo médio de leitura/sessão, índice de satisfação (NPS de Comunicação), feedbacks qualitativos e compreensão da mensagem.

  • Impacto organizacional (eficácia): Revela o efeito da comunicação no negócio.

Indicadores:

  • Mudança de comportamento, conexão com temas estratégicos, correlação com clima e turnover;
  • Mudança de comportamento (ex: aumento de adesão a programas);
  • Correlação com clima, turnover e eNPS;
  • Economia de tempo e redução de retrabalho;
  • Conexão com a narrativa estratégica (ex: transformação digital, cultura, engajamento).

A sócia da Fale Consultora considera que um bom relatório de Comunicação Interna precisa combinar indicadores operacionais, indicadores de engajamento e indicadores estratégicos.

Para o dia a dia, a especialista cita alcance por canal, taxa de abertura e cliques, tempo médio de leitura, participação em campanhas, volume de feedbacks e sentimento das interações.

Já para reuniões com lideranças, o destaque fica para a evolução de indicadores de clima ou engajamento, recall das mensagens estratégicas, correlação entre campanhas e métricas de negócio (ex.: queda em acidentes após campanha de segurança) e ROI de iniciativas específicas.

ROI na Comunicação Interna

Segundo o estudo “Measuring What Matters in Internal Comms”, 92% dos times de Comunicação Interna têm dificuldade em mostrar o ROI da área para a liderança.

Além disso, a pesquisa mostrou o que mais interessa líderes na Comunicação Interna:

  • 51%: engajamento de colaboradores;
  • 47%: apoio a mudanças;
  • 46%: reforço de valores e cultura;
  • 45%: alcançar todos os colaboradores;
  • 30%: aumentar a retenção de talentos.

Como passo a passo para mostrar o retorno sobre o investimento na área, o estudo indica:

  1. Estratégia que define KPIs mensuráveis atrelados aos objetivos de negócio, apoiada por análises e insights aprofundados para relatórios claros e precisos.
  2. Execução que atinge esses KPIs utilizando uma combinação de formatos de comunicação multicanal e experiências mobile-first que atendem às necessidades e preferências dos colaboradores.
  3. Tecnologia que permite criar, analisar, reportar e otimizar suas campanhas de Comunicação Interna, tudo a partir de uma única plataforma, para que você possa entregar (e comprovar) impacto real para a liderança.

FAQ: Dados de Comunicação Interna e ROI

  1. Por que utilizar dados de Comunicação Interna é essencial para a tomada de decisões estratégicas no negócio?

O uso de dados permite alinhar as ações de CI aos objetivos da empresa, mensurar resultados em tempo real e embasar decisões das lideranças de forma objetiva e precisa.

2. Quais são os principais KPIs monitorados para avaliar o impacto da Comunicação Interna estratégica?

Engajamento dos colaboradores, alcance das mensagens, taxa de leitura, participação em ações internas, além de indicadores personalizados ligados a metas do negócio.

3. Como a análise de dados em tempo real fortalece o papel estratégico da Comunicação Interna?

Relatórios em tempo real proporcionam agilidade na tomada de decisões, permitem ajustes rápidos nas campanhas e entregam insumos concretos para as lideranças acompanharem o impacto das ações de CI de forma contínua.

  1. Como os dados de Comunicação Interna ajudam a antecipar tendências e identificar oportunidades dentro da empresa?

A análise contínua de dados permite detectar padrões de comportamento, preferências dos colaboradores e possíveis gargalos na comunicação, possibilitando ações proativas e melhorias estratégicas.

  1. Como a apresentação de resultados de Comunicação Interna baseada em dados pode influenciar o investimento da diretoria em novos projetos?

Quando os resultados de CI são apresentados de forma estruturada, com métricas e indicadores claros, a diretoria percebe o valor real das iniciativas, tornando-se mais propensa a apoiar e investir em novas soluções, tecnologias e campanhas que fortaleçam a comunicação e envolvimento dos colaboradores.

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Comunicação Interna para públicos operacionais; conheça o case GEDORE https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-para-publicos-operacionais-conheca-o-case-gedore/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-para-publicos-operacionais-conheca-o-case-gedore/#respond Thu, 08 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6331 Fazer Comunicação Interna para públicos operacionais é um dos grandes desafios da área: como chegar nos diferentes pontos da operação e engajar os colaboradores em torno da cultura e estratégia organizacional? O cenário torna-se ainda mais desafiador quando fatores externos, como desastres naturais, afetam a vida e a rotina das pessoas. Esse foi o caso […]

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Fazer Comunicação Interna para públicos operacionais é um dos grandes desafios da área: como chegar nos diferentes pontos da operação e engajar os colaboradores em torno da cultura e estratégia organizacional?

O cenário torna-se ainda mais desafiador quando fatores externos, como desastres naturais, afetam a vida e a rotina das pessoas. Esse foi o caso da GEDORE, multinacional alemã que é fabricante de ferramentas industriais, possui operação no Brasil há mais de 60 anos e tem a segunda maior planta do grupo localizada na cidade de São Leopoldo/RS. 

Em maio de 2024, o Rio Grande do Sul foi atingido por uma enchente histórica, que provocou danos em quase todos os municípios do estado, incluindo a planta da empresa em solo gaúcho.

Buscando adequar a forma de levar a comunicação para seus públicos em um momento tão delicado, a GEDORE encontrou na Dialog a solução para um novo capítulo da Comunicação Interna. Neste conteúdo, você conhecerá o case de sucesso. Boa leitura!

Comunicação Interna para públicos operacionais: cenário pré-GEDORE Conecta

Estrela do case de Comunicação Interna para públicos operacionais, a GEDORE conta atualmente com cerca de 1.100 colaboradores. A maior parte deles fica na matriz, em São Leopoldo (RS), mas alguns também atuam no Centro de Distribuição, em Sapucaia do Sul (RS). Além disso, há promotores técnicos espalhados pelo Brasil.

Segundo Felipe Barboza, analista de Endomarketing, a Comunicação Interna pré-GEDORE Conecta (plataforma desenvolvida de forma personalizada pela Dialog para a empresa) enfrentava desafios, visto que os canais usados eram analógicos e não havia como mensurar como a informação chegava nos diferentes públicos.

“Utilizávamos os e-mails corporativos por meio do DHO Informa, além de murais físicos distribuídos pela fábrica. A partir dessa experiência, identificamos a oportunidade de ampliar a capilarização da informação, buscando formatos ainda mais acessíveis e integrados para alcançar todos os colaboradores de forma ágil e eficiente. Dentro dos setores de produção, também eram utilizados outros canais via WhatsApp, que durante a enchente foram amplamente utilizados, o que inclusive nos direcionou de certa forma para o app pela agilidade que o smartphone nos proporciona, mas priorizando maior segurança da informação”.

O estopim para a busca de um novo canal de Comunicação Interna se deu, justamente, pelas enchentes que atingiram o estado em 2024. Felipe contou que a empresa chegou a registrar 1,5 m de água, impossibilitando qualquer tipo de entrada por tempo considerável.

Fonte: GEDORE

Além da estrutura organizacional, colaboradores também foram afetados e, por isso, a GEDORE decidiu criar canais de comunicação para viabilizar doações e disseminar informações importantes. Diante desse contexto, a área de CI identificou a oportunidade de centralizar a comunicação e evoluir o modelo adotado, entendendo que a criação de um novo canal seria um passo estratégico no retorno a um cenário mais próximo da normalidade.

O analista citou duas necessidades da empresa: centralizar informações e enviar comunicados em tempo real. “No fim escolhemos a Dialog especialmente pela interface acessível e possibilidades de personalização”, disse.

Os preparativos 

Antes mesmo do lançamento do GEDORE Conecta, o time de Comunicação Interna realizou uma série de reuniões junto às lideranças para alinhamento e capacitação a fim de preparar o time para a chegada do novo canal.

“Vimos que o papel do líder comunicador era (e ainda é) essencial no sucesso do GEDORE Conecta. Outro ponto foi instigar a comunicação assertiva, fazendo com que a mesma informação chegasse exatamente igual a todos os níveis da empresa”, contou Felipe.

Barboza reconhece que a comunicação cotidiana, que acontece nos corredores, é natural. Por isso, em vez de tentar combatê-la, a área usou esse tipo de troca como forma de aproximação com os colaboradores, identificando os “microinfluenciadores” internos.

Um exemplo dessa aproximação entre Comunicação Interna e colaboradores foi a escolha do nome GEDORE Conecta, feito por um concurso cultural desenvolvido em algumas etapas:

  1. Cartazes foram espalhados pela empresa com um QR Code, pelo qual os colaboradores poderiam enviar sugestões de nomes.
  1. Depois do recebimento das sugestões, um comitê estratégico foi montado para selecionar 5 finalistas e abrir a votação final.
  1. O nome GEDORE Conecta foi escolhido com 47% dos votos.

Assim que a plataforma terminou de ser desenvolvida pelo time da Dialog, a GEDORE realizou um pré-lançamento com os gestores para apresentar todas as funcionalidades e torná-los disseminadores da ferramenta.

Então, em março de 2025, o novo canal de Comunicação Interna foi lançado com ações especiais: entrega de brindes personalizados, divulgação intensa como envio de e-mails, totens e displays no refeitório com QR Codes para incentivar o download do app.

Atualmente a empresa segue crescendo constantemente na adesão ao aplicativo, já tendo ultrapassado 90% e continuamente ganhando mais usuários.

Estratégias da Comunicação Interna para públicos operacionais

E qual foi a estratégia adotada para manter o público operacional engajado na plataforma? Felipe compartilhou algumas boas práticas adotadas no GEDORE Conecta:

  • Parceria com o SESI

Por meio dessa parceria, a empresa disponibilizou vouchers de 100% de desconto para todos os cursos on-line da plataforma do SESI.

  • Presente de aniversário

Usando o recurso “Pesquisa”, a GEDORE promoveu uma votação para que os colaboradores escolhessem o presente de aniversário, um dos benefícios oferecidos pela empresa.

“Neste ano, graças à função ‘Pesquisa’, conseguimos montar uma enquete para decidir o presente desse novo ciclo. E foi exatamente essa ação que gerou o boom de cadastros, garantindo mais de 350 cadastros em somente uma semana, afinal, todos querem influenciar na escolha do presente.”

  • Entrevista com colaboradores

Visando o protagonismo nos colaboradores, o time de CI passou a fazer entrevistas com profissionais e dar destaque a histórias e vivências. Os conteúdos eram publicados via persona de DHO.

A constância na inclusão dos colaboradores vem sendo a chave do sucesso do GEDORE Conecta: além da campanha para a escolha do nome, o calendário de comunicação passou a incluir temas de conexão que serão trabalhados ao longo do ano.

“Criamos alguns grupos, tanto para setores quanto grupos de ‘descompressão’, voltados para atividades físicas, filmes, livros etc. Além disso, a própria pesquisa de clima deste ano foi divulgada 90% via GEDORE Conecta, e graças a isso, somado ao apoio dos gestores, tivemos uma adesão histórica na aplicação”, destacou.

Dados e recursos

Quando perguntado sobre quais indicadores da plataforma são acompanhados pelo time de CI, Felipe contou que a estratégia é olhar algumas métricas básicas, como usuários cadastrados, visualizações de post e acessos totais por dia e hora da semana para polir a estratégia continuamente.

Com esse indicador [acessos totais por dia e hora da semana], planejo todos os conteúdos, visando garantir o melhor aproveitamento.”

Os recursos mais utilizados do GEDORE Conecta, de acordo com o analista, são:

  • Galeria;
  • Pesquisa;
  • Grupo;
  • Timeline.

Impacto e planos do GEDORE Conecta

E qual é o impacto de uma ferramenta como o GEDORE Conecta para a estratégia de Comunicação Interna para público operacional? 

“Desde a implantação do GEDORE Conecta, houve uma evolução significativa na forma como a empresa se comunica com as pessoas, ampliando o alcance e fortalecendo a circulação das informações no dia a dia. Mesmo quando um colaborador não acessa diretamente o aplicativo, o conteúdo se propaga de forma natural entre as equipes, promovendo compartilhamento, conversa e maior alinhamento coletivo.”

A GEDORE tem como planos para a plataforma trazer mais recursos, integrando áreas e aproximando cada vez mais os colaboradores da ferramenta.

Já criamos algumas personas para áreas específicas, como DHO, Segurança do Trabalho e Marketing, mas planejamos expandir o nosso multiverso de áreas comunicantes. Além disso, as ações estão ficando cada vez mais conectadas e complementares entre o on-line e o off-line”, finalizou.

FAQ sobre Comunicação Interna para públicos operacionais

  1. Quais desafios de Comunicação Interna para públicos operacionais foram superados neste case?
    No case, foram identificadas oportunidades relevantes para ampliar o acesso à informação, fortalecer o engajamento e tornar a comunicação ainda mais eficaz junto às equipes operacionais, especialmente em cenários de crise ou com atuação geograficamente distribuída.
  1. Que estratégias ou recursos foram determinantes para o sucesso da solução apresentada?
    A combinação de comunicação segmentada, o uso de tecnologia adequada ao perfil operacional e o alinhamento entre áreas (DHO, liderança, segurança, etc.) foram fatores críticos para resultados efetivos.
  1. Este case pode ser replicado em outros cenários ou setores? Como adaptá-lo? Sim! O case inspira empresas de diferentes segmentos a adaptar a solução conforme suas realidades — com personalização de mensagens, escolha de canais acessíveis ao público e foco em estratégias alinhadas ao ambiente operacional.
  1. Como foi o processo de implementação da solução de Comunicação Interna para o público operacional?
    O case detalha as etapas da implementação, desde o diagnóstico das necessidades, a escolha da ferramenta, o treinamento dos líderes operacionais e a adaptação dos fluxos de comunicação ao novo canal.
  2. Como as lideranças participaram do sucesso dessa solução de Comunicação Interna?
    As lideranças atuaram como multiplicadoras das informações e incentivaram o uso da ferramenta entre os colaboradores operacionais.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Saiba como melhorar sua Comunicação Interna em 2026 https://blog.dialog.ci/saiba-como-melhorar-sua-comunicacao-interna-em-2026/ https://blog.dialog.ci/saiba-como-melhorar-sua-comunicacao-interna-em-2026/#respond Fri, 12 Dec 2025 13:38:29 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6324 Profissionais de Comunicação Interna em 2026 precisam se preparar para uma atuação mais estratégica e relevante nas organizações, mesmo enfrentando um cenário no qual a área não tem seu valor reconhecido. Dito isso, o que comunicadores internos devem saber e o que devem desenvolver para mudar essa realidade em 2026? Para falar sobre o assunto, […]

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Profissionais de Comunicação Interna em 2026 precisam se preparar para uma atuação mais estratégica e relevante nas organizações, mesmo enfrentando um cenário no qual a área não tem seu valor reconhecido.

Dito isso, o que comunicadores internos devem saber e o que devem desenvolver para mudar essa realidade em 2026?

Para falar sobre o assunto, Mariana Figueiredo, diretora da Business Unit de Employee Experience na Portal Publicidade (agência parceira da Dialog), foi a convidada do encerramento da 5ª temporada do Dialog Talks. 

Assista ao episódio completo clicando no player abaixo ou escute a versão podcast aqui.

Papel da Comunicação Interna em 2026

O papel da Comunicação Interna em 2026, segundo Mariana, é o de criar importância, tendo uma atuação mais estratégica e menos operacional.

“Essa área [CI] é uma das únicas que consegue conectar a cultura com o negócio e as pessoas. Vejo que é uma área muito estratégica para as empresas, pois tem um olhar de negócio e, ao mesmo tempo, pode calibrar como conversar melhor com o público interno e criar um elo cultural e de engajamento com as pessoas.”

Para 2026, a especialista lista alguns desafios a serem enfrentados de um modo geral pelas organizações, incluindo Comunicação Interna e RH. São eles: mudanças aceleradas por tecnologia e Inteligência Artificial, múltiplas gerações trabalhando juntas, pressão por efetividade e produtividade, inteligência emocional e alinhamento de negócio e cultura.

Olhando para esses pontos e para o fato de que o engajamento move ponteiros em qualquer empresa, Mariana cita 3 papéis que a área pode desempenhar:

  1. Traduzir a estratégia organizacional para os colaboradores;
  2. Dar clareza às mudanças e trazer diálogos entre empresa e profissionais para evitar boatos e insegurança;
  3. Construir vivência e pertencimento.

Habilidades e competências

Tendo em mente esse cenário, quais são as competências e habilidades indispensáveis para um profissional de CI? Figueiredo citou algumas:

  • Ser um bom comunicador;
  • Ter um olhar estratégico, claro e facilitador da cultura organizacional;
  • Ler as pessoas;
  • Possuir visão de negócio;
  • Usar dados para apoiar decisões;
  • Ter empatia e escuta;
  • Investir em capacitação contínua; 
  • Transformar informação em experiência e vivência;
  • Dominar de canais de CI;
  • Assumir uma postura de liderança e protagonismo.

O que impede o reconhecimento da Comunicação Interna?

Alguns fatores podem impedir o reconhecimento do viés estratégico do trabalho da área de Comunicação Interna, perpetuando o estigma de mero suporte operacional. Alguns exemplos são:

  • Falta de métricas e dados do trabalho de CI;
  • Comunicação que acontece em via de mão única, com muitos comunicados saindo e pouca escuta ou troca;
  • Desconexão entre discurso e prática.

“É um problema não só de Comunicação Interna, porque vemos culturas lindas no papel, mas nem sempre é o que vemos na prática. Então os colaboradores não se identificam com aquela mensagem.”

Trazer o colaborador para o centro das decisões ajuda na missão de mostrar o quão estratégica a CI é, entendendo os diferentes perfis internos e como se conectar com eles, impactando no nível de engajamento da organização.

Tecnologia e Inteligência Artificial

Segundo Mariana, a tecnologia, aliada a ferramentas com IA, possibilita que a “Comunicação Interna aconteça com uma escala muito maior”, possibilitando a segmentação e personalização de conteúdos, o que aumenta a identificação do público interno com o trabalho da área.

Esses pilares permitem que a área chegue nos colaboradores, onde quer que estejam, sem infoxicação (excesso de informações) e direcionando mensagens relevantes para cada público-alvo.

Além disso, adotar esse tipo de plataforma apoia diretamente a mensuração do trabalho da área, ponto citado diversas vezes pela especialista como crucial para a mudança de percepção e do próprio trabalho da Comunicação Interna.

Já sobre a IA, o grande ganho é otimizar tempo e trabalho para que profissionais direcionem esforços para conversas e projetos mais estratégicos.

Anota a dica!

Para finalizar, Mariana Figueiredo compartilhou dicas para profissionais de Comunicação Interna que querem começar o ano já adotando uma postura mais estratégica:

  • Pare de pensar em campanhas pontuais e passe a pensar em experiências para o colaborador (continuidade);
  • Conheça de verdade os públicos internos;
  • Meça tudo que pode;
  • Use e abuse de tecnologia e IA;
  • Crie espaços reais de escuta;
  • Assuma a postura de um agente de estratégia.

FAQ: Comunicação Interna em 2026

  1. Qual é o principal papel para a Comunicação Interna em 2026?
    A área deve assumir um papel mais estratégico, focando em experiências contínuas para o colaborador.
  2. Quais competências serão essenciais?
    Conhecimento profundo do público, uso intenso de dados, tecnologia e IA.
  3. O que deve ser evitado na Comunicação Interna em 2026?
    Campanhas pontuais e comunicação unilateral; o ideal é criar diálogo e escuta ativa.
  4. Como mensurar resultados?
    Medindo tudo o que for possível para comprovar valor e ajustar as estratégias.
  5. Por que a Comunicação Interna em 2026 precisa inovar?
    Para ser reconhecida como agente de estratégia, promovendo engajamento real.

Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo) e editora e Dialog Blog.

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5 cases de Comunicação Interna; baixe o material https://blog.dialog.ci/5-cases-de-comunicacao-interna-baixe-o-material/ https://blog.dialog.ci/5-cases-de-comunicacao-interna-baixe-o-material/#respond Thu, 27 Nov 2025 19:59:27 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6307 A edição 2025 do estudo anual sobre desafios e tendências em Comunicação Interna, feito pela Aberje e pela Ação Integrada, mostrou que os grandes desafios da área são: Engajar as lideranças como comunicadores (59%); Comunicar a estratégia e cultura da empresa (51%); Fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais (42%). Um fator em comum no […]

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A edição 2025 do estudo anual sobre desafios e tendências em Comunicação Interna, feito pela Aberje e pela Ação Integrada, mostrou que os grandes desafios da área são:

  • Engajar as lideranças como comunicadores (59%);
  • Comunicar a estratégia e cultura da empresa (51%);
  • Fazer a comunicação chegar nos públicos operacionais (42%).

Um fator em comum no processo de resolução desses obstáculos é a escolha de um bom canal de Comunicação Interna, que seja acessível e leve as comunicações aonde os colaboradores atuam.

Neste material, compartilhamos cases de 5 grandes empresas que escolheram a Dialog para vencer esses e outros desafios. Além delas, mais de 200 organizações seguiram o mesmo caminho. Hoje, nossa plataforma é utilizada por mais de 800 mil pessoas.

Baixe o material clicando aqui.

Aliada da Comunicação Interna

Mais do que um canal, a Dialog entrega soluções para a Comunicação Interna e outras áreas. Nossa ferramenta conta com:

  • Recursos nativos, como timeline interativa, ranking gamificado, repositório de documentos etc.;
  • Dashboard com mais de 50 indicadores;
  • Módulos especiais, como TV corporativa, WhatsApp, e-mail, EaD, chat, entre outros;
  • Integração com diversos sistemas, como folha de ponto e holerite;
  • Ecossistema de módulos de Inteligência Artificial para a produção de conteúdo, benchmarking, análises e insights personalizados.

Além disso, nossa plataforma alcança colaboradores independentemente de função e localização, garante a segurança dos dados e o cumprimento da LGPD e conta com um time especialista que acompanha o cliente desde o primeiro dia.

Para entender melhor como a Dialog funciona, recomendamos que agende agora mesmo uma demonstração gratuita. 

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Comunicação Interna na Saúde; conheça cases Unimed https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-na-saude-conheca-cases-unimed/ https://blog.dialog.ci/comunicacao-interna-na-saude-conheca-cases-unimed/#respond Thu, 13 Nov 2025 12:44:12 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6294 A Comunicação Interna na Saúde tem como seus maiores desafios o alcance e o engajamento de diferentes públicos. Mas isso não significa que é impossível ter uma boa estratégia de Comunicação com os colaboradores no setor.  A Unimed, uma das maiores cooperativas de saúde no Brasil, conta com mais de 340 unidades e tem 92% […]

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A Comunicação Interna na Saúde tem como seus maiores desafios o alcance e o engajamento de diferentes públicos. Mas isso não significa que é impossível ter uma boa estratégia de Comunicação com os colaboradores no setor. 

A Unimed, uma das maiores cooperativas de saúde no Brasil, conta com mais de 340 unidades e tem 92% de presença no território nacional. 

Para falar sobre a superação dos desafios da Comunicação Interna na Saúde e desvendar todo o aparato que apoia as missões de alcance e engajamento de colaboradores, o 5º episódio do Dialog Experts recebeu Fernando Gomes (Head de Comunicação e Marketing na Unimed Cerrado) e Rafaela Abrantes (Coordenadora de Comunicação Corporativa na Unimed CNU).

Ambas as empresas usam a ferramenta da Dialog para alcançar e engajar seus colaboradores e, durante a transmissão, compartilharam seus cases com a audiência. Você pode assistir ao conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Comunicação Interna na Saúde: os cenários das Unimeds

A live que abordou os desafios da Comunicação Interna na Saúde começou com os convidados compartilhando os cenários das Unimeds em que trabalham.

Fernando Gomes contou que, antes da Dialog, os maiores desafios enfrentados pela CI da Unimed Cerrado eram o alcance e o engajamento dos colaboradores com as iniciativas da área. 

Atualmente, a empresa conta com cerca de 250 profissionais, entre operacionais, assistenciais e administrativos, que atuam no interior de Goiás e também na capital, Goiânia.

Um terceiro grande desafio citado por Gomes era a falta de mensuração do trabalho da área, algo que também mudou com a adoção de uma rede social corporativa. 

Os canais utilizados anteriormente eram o WhatsApp e o e-mail; e a Comunicação Interna, segundo o Head, era fragmentada pelo alto volume de informações (de diferentes níveis de importância) sendo compartilhadas por ali, sem nenhum tipo de segmentação.

Já a Unimed CNU conta com 2.500 colaboradores, sendo que 25% são da área assistencial e estão espalhados por São Paulo, Brasília, São Luís, Salvador e outras quatro cidades no interior da Bahia.

De acordo com Rafaela, essa dispersão é um fator atenuante para a Comunicação Interna, visto que as barreiras vão além das estruturas de um só hospital, envolvendo também diferenças culturais.

“Com a ferramenta da Dialog, nós conseguimos trazer uma unidade para a Comunicação, uma fonte confiável, que tinha a cara da CNU e trazia a cultura da empresa para todas essas unidades.”

Ela também citou a mensuração como uma mudança positiva que ocorreu com a adoção da Dialog, aproximando a área da alta gestão. “A ferramenta tem nos ajudado muito a trazer a Comunicação Interna para esferas que antes ela não conseguia chegar”, destacou.

Por que uma rede social corporativa?

A coordenadora na Unimed CNU contou que a decisão pela solução veio em um momento no qual a Comunicação Interna buscava alinhar os objetivos estratégicos às transformações que a empresa estava passando. Além disso, também destacou a importância de rever tanto a forma de se comunicar com os colaboradores quanto a percepção de como a organização estava sendo enxergada pelo público interno. 

Foi assim, em 2019, que a empresa passou a usar a plataforma da Dialog, chamada “Tá Aqui”.

Abrantes explicou que o apoio de TI foi fundamental para o lançamento, assim como o suporte da própria Dialog. Ela também ressaltou que o diferencial que faz com que a plataforma seja um grande sucesso, mesmo depois de 6 anos, são as constantes atualizações. Segundo ela, essas inovações ajudam a área de CI a deixar a ferramenta sempre útil e atrativa para os colaboradores.

Ao falar sobre o processo de decisão na Unimed Cerrado, Fernando explicou que o gargalo de comunicação era grande e era preciso buscar alguma ferramenta para vencer esse obstáculo.

Ele contou que o mote de CI em 2024 era “A comunicação não é acessório, faz parte da estratégia”, sendo necessária sua presença em todas as áreas e na alta direção para que pudesse cascatear informações e facilitar o acesso do colaborador às comunicações.

A empresa então contou com uma avaliação externa do processo de Comunicação Interna, que resultou no diagnóstico e na decisão pela adoção de uma rede social corporativa, que aconteceu em 2025.

“A gente queria ter a informação segmentada, personalizada para o usuário, que gerasse esse engajamento e não uma intranet top-down, que o comunicado só está ali.”

Ele também afirmou que a escolha por uma plataforma como a da Dialog foi um reforço de cultura.

Recursos que apoiam a Comunicação Interna na Saúde

Quando questionados sobre quais são os recursos da plataforma da Dialog mais utilizados e como eles apoiam o trabalho da CI, Rafaela cita pelo lado da Unimed CNU:

  • Grupos para segmentar as comunicações de acordo com a localidade dos colaboradores;
  • Galeria, usada como uma intranet, onde são centralizados documentos relevantes;
  • Base de conhecimento, um novo recurso da Dialog que funciona como uma central inteligente de informações internas.

Na Unimed Cerrado, Fernando mencionou que a empresa busca sempre escutar seus colaboradores, sendo assim, os recursos mais usados são:

  • Recomendações. A empresa fez uma campanha incentivando que os colaboradores reconhecessem seus colegas de acordo com suas competências, resultando em mais de 300 recomendações;
  • Quiz, que é utilizado em muitos momentos, inclusive como avaliação pós-treinamento;
  • Ranking, a fim de estimular o engajamento dos profissionais na plataforma;
  • Galeria, na qual a empresa também centraliza documentos e informações importantes.

Ele ainda contou que, com as métricas fornecidas pela plataforma, foi possível concluir que as comunicações da liderança passaram a ter um alcance maior. 

“Assim que nós lançamos [o Colab Mais, plataforma da Unimed Cerrado], a nossa diretora-presidente foi a top voice por uns 6 ou 7 meses. Então o pessoal realmente quer escutar e conseguimos aproximar a alta direção dos colaboradores”, celebrou.

Benefícios e dicas

Na visão dos especialistas, quais são os benefícios de contar com uma ferramenta como essa para fazer Comunicação Interna na Saúde? 

Fernando considera que aproximar todos os públicos internos e fazer com que colaboradores entendam que a comunicação deve ser efetiva, destacando que essa missão não é exclusiva do time de CI, mas sim de todos.

Ele ressalta que a participação da liderança no aplicativo tem boa repercussão e engaja profissionais ao trabalhar o senso de pertencimento e reforço de cultura.

Outros benefícios citados por Gomes são a personalização e segmentação da comunicação, o acesso a resultados de análises de indicadores fornecidos pela plataforma e a possibilidade de disponibilizar conteúdos em muitos formatos.

“Tínhamos uma comunicação totalmente fragmentada e hoje temos uma comunicação estratégica, o que cria um ambiente de confiança. (…) Antes a gente não conseguia mensurar engajamento e visualização, mas, com a Dialog, hoje conseguimos. Temos um engajamento de 85 a 90%. Hoje consigo chegar na liderança e mostrar a importância de contar com uma comunicação voltada para o colaborador.”

Rafaela também considera como benefício a descentralização na produção de conteúdo e, atualmente, a CI da Unimed CNU está treinando algumas áreas clientes para que tenham a autonomia de publicar suas informações no Tá Aqui.

Essa movimentação gera dois benefícios extras: a otimização do tempo do time de Comunicação Interna, que pode focar em outras atividades, e até mesmo o recebimento de briefings melhores e mais completos por outras áreas.

Para finalizar, os convidados compartilharam dicas para profissionais de Comunicação Interna na Saúde ou de setores que possuem como desafios principais o alcance e o engajamento operacional:

  1. Fazer um diagnóstico de comunicação para entender a maturidade da área;
  2. Pensar pelo viés do colaborador para definir linguagem, formato e frequência;
  3. Buscar vivenciar o ambiente de trabalho dos times operacionais e assistenciais para entender as dores e necessidades ;
  4. Descentralizar a produção de conteúdo;
  5. Conquistar o apoio das lideranças;
  6. Trabalhar com dados.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora no Blog Dialog.

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Marca empregadora e Comunicação Interna; especialista explica a relação https://blog.dialog.ci/marca-empregadora-e-comunicacao-interna-especialista-explica-a-relacao/ https://blog.dialog.ci/marca-empregadora-e-comunicacao-interna-especialista-explica-a-relacao/#respond Fri, 07 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6286 A marca empregadora é um tema que possui impacto direto na reputação e nos resultados da empresa. E a Comunicação Interna tem papel fundamental na criação e na sustentação do Employee Value Proposition, assim como a marca empregadora como um todo. Para falar sobre como trabalhar essa relação pensando em 2026, convidamos Thaís Aguiar, Head […]

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A marca empregadora é um tema que possui impacto direto na reputação e nos resultados da empresa. E a Comunicação Interna tem papel fundamental na criação e na sustentação do Employee Value Proposition, assim como a marca empregadora como um todo.

Para falar sobre como trabalhar essa relação pensando em 2026, convidamos Thaís Aguiar, Head da Business Unit de Marca Empregadora, Cultura e Comunicação Interna na Smart, para encerrar a 3ª Semana do Planejamento da Comunicação Interna. 

Você pode assistir ao conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Marca empregadora

A especialista começou a masterclass propondo uma reflexão sobre a marca empregadora: quem está contando a história da sua empresa hoje? Você ou o mercado?

A questão é motivada pelo fato de as empresas trabalharem normalmente a marca de consumo e a marca corporativa, sendo que a marca empregadora também compõe a “grande hierarquia da grande marca”, de forma que pode ajudar a construir ou destruir a reputação da companhia.

Thaís explica que a autoridade de marca se constrói de dentro para fora, já que quem vive a experiência de trabalho é quem melhor pode falar sobre ela, ou seja, as pessoas colaboradoras.

E onde a Comunicação Interna entra nessa história? A VP da Smart afirma que a área é a guardiã da narrativa e deve promover as mensagens prioritárias com clareza, coerência e constância.

Essa narrativa possui alguns pilares atrelados a perguntas que devem ser respondidas:

Fonte: Smart

“É superimportante pensar que quando fazemos as conexões com a narrativa estratégica das mensagens que comunicamos no dia a dia, a gente dá sentido às coisas.” Para ela, se a comunicação não direciona nenhum dos pontos acima, não é uma prioridade a ser comunicada.

Passo a passo para trabalhar marca empregadora e Comunicação Interna

Aguiar compartilhou 3 passos para desenhar um planejamento de Comunicação Interna a fim de fortalecer a marca empregadora.

Estrutura de narrativa estratégica

O primeiro passo deve ser, então, estruturar qual é a narrativa que a área deve adotar e reforçar por meio do seu trabalho. É importante ter clareza sobre ela e promover a conexão entre as mensagens e os pilares citados anteriormente.

Descubra o EVP

Uma etapa fundamental é entender a proposta de valor que a empresa oferece aos colaboradores. Para isso, existem vários métodos. Thaís compartilhou um próprio da Smart, que consiste em uma pesquisa e um design de EVP.

A agência faz uma investigação apreciativa acerca dos principais atributos para atração e retenção. O design consiste em 70% de aspectos positivos que são valorizados na experiência de trabalho dos talentos e 30% de aspectos aspiracionais (como a empresa gostaria de ser reconhecida e já está endereçando).

Essa descoberta é apresentada com tagline, pilares e manifesto de EVP, identidade visual e tom de voz, além de um relatório final.

O EVP, então, é usado como base para trabalhar a experiência do colaborador e a marca empregadora. 

*Thaís compartilhou alguns cases de clientes da Smart, você pode conferir a partir do minuto 19:31.

Fazer marca empregadora de forma clara, coerente e constante

Depois, é hora de colocar a mão na massa. Thaís conta que muitos ainda reduzem a Comunicação Interna a canais e campanhas, sendo que o potencial estratégico e de atuação da área é muito maior.

Ela compartilha como a CI pode influenciar e trabalhar as etapas da jornada dos talentos com dicas práticas.

Fonte: Smart

Aguiar finaliza afirmando que a marca empregadora deve ser vista como “é assim que dizemos que somos” e a Comunicação Interna como “é assim que provamos isso”.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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Dicas e case de segmentação e personalização na Comunicação Interna https://blog.dialog.ci/dicas-e-case-de-segmentacao-e-personalizacao-na-comunicacao-interna/ https://blog.dialog.ci/dicas-e-case-de-segmentacao-e-personalizacao-na-comunicacao-interna/#respond Wed, 05 Nov 2025 12:00:00 +0000 https://blog.dialog.ci/?p=6280 A segmentação e a personalização de narrativas e mensagens da Comunicação Interna foi a tendência mais importante para 47% dos respondentes que participaram do estudo anual realizado pela Aberje e pela Ação Integrada. Entretanto, ainda existem muitas dúvidas sobre como começar, de fato, a segmentar e personalizar as comunicações.  Para falar sobre o assunto, convidamos […]

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A segmentação e a personalização de narrativas e mensagens da Comunicação Interna foi a tendência mais importante para 47% dos respondentes que participaram do estudo anual realizado pela Aberje e pela Ação Integrada.

Entretanto, ainda existem muitas dúvidas sobre como começar, de fato, a segmentar e personalizar as comunicações. 

Para falar sobre o assunto, convidamos Elizeo Karkoski, diretor-executivo na P3K Comunicação, agência parceira da Dialog, e Luciana Benteo, coordenadora de Comunicação Corporativa na Coop, empresa cliente da Dialog e da P3K. Eles conduziram uma masterclass especial na 3ª edição da Semana do Planejamento da Comunicação Interna. 

Você pode assistir ao conteúdo na íntegra clicando no player abaixo ou escutar a versão podcast aqui.

Segmentação e personalização: como começar

A primeira parte da masterclass sobre segmentação e personalização na Comunicação Interna começou com uma provocação de Elizeo Karkoski: os colaboradores recebem o conteúdo que eles querem ou que precisam?

O diretor considera que a Comunicação Interna é uma grande capitalizadora dos pilares de negócio (EVP, cultura e estratégia) e que, ao conseguir segmentar e personalizar conteúdos, é possível adotar outras tendências, como:

  • Investir em maior uso de linguagem audiovisual; 
  • Promover maior transparência;
  • Intensificar a valorização das emoções e relações;
  • Ampliar a produção de conteúdo em cocriação.

Voltando à provocação inicial, ele explica que existe uma dissonância da informação: nas redes sociais, as pessoas consomem o que querem; nas empresas, recebem o que precisam.

Ele recomenda que profissionais de CI criem um algoritmo interno para então construir essas narrativas segmentadas e personalizadas.

“Esse algoritmo dentro das organizações é pautado muito pelo contexto. Qual é o contexto que temos dentro da organização? E como ela está estruturada para podermos olhar para outras áreas?”

Elizeo afirma que o líder é o algoritmo humano da organização: se há alguém capaz de personalizar de verdade, esse alguém é a liderança — que conhece o time, suas dores e conquistas.

Mas, por fim, como começar a evoluir a segmentação e a personalização da Comunicação Interna? O primeiro passo é entender em qual estágio de maturidade a área se encontra. Confira os 5 níveis abaixo:

Fonte: P3K

Ele explica que a maioria das empresas está no nível 2. Nesse caso, a dica que ele dá para quem está nas fases iniciais é: comece pequeno, mas comece certo. Personalização é sobre intenção e escuta.

Karkoski compartilhou 5 pontos a serem considerados para o processo de segmentação e personalização na Comunicação Interna:

  1. Conexão com a audiência;
  2. Conteúdo assertivo;
  3. Transmissão de confiança e credibilidade;
  4. Facilidade de acesso e consumo;
  5. Equilíbrio na frequência e no volume.

Case Coop

A Coop é uma cooperativa de consumo que conta com mais de 5 mil colaboradores. A empresa é a principal operação de Varejo no ABC paulista, contando com 36 unidades de varejo alimentar e 69 drogarias.

Luciana Benteo contou que o conteúdo produzido na Coop é dividido em 4 editorias:

  • Essência: cultura, branding, cooperativismo e responsabilidade social;
  • Estratégia: planejamento estratégico, projetos, metas, PPR e resultados;
  • Pessoas: RH, eventos destinados aos colaboradores, cargos e salários, treinamento e capacitação, relações trabalhistas e sindicais, sistemas como intranet e folha de ponto;
  • Dia a dia: campanhas de incentivo, lançamentos de produtos, campanhas promocionais, festivais, produtos e serviços oferecidos, inaugurações e sistemas para desenvolvimento de atividades cotidianas.

A coordenadora explica que existem 2 grandes públicos dentro da organização: a liderança, que recebe informações detalhadas e contexto (para que possam passar a comunicação adiante), e a operação, que recebe informações objetivas e com chamada para ação.

Falando sobre canais, a Coop conta com uma estratégia multicanal segmentada, visando alcançar e engajar cada público interno.

Fonte: Coop

Por mais que existam vários pontos de contato, o canal principal de Comunicação Interna é a Coop Conecta, plataforma desenvolvida pela Dialog. Antes, a empresa contava com outra rede social corporativa, que registrava apenas 11% de adesão e só tinha publicações feitas pela a área de CI. Com a chegada da nova solução, o percentual subiu para 74%.

“A gente tinha uma dor muito grande, que era a seguinte: só a Comunicação Interna falava e transmitia as informações da empresa. Quando trouxemos a Coop Conecta, a nova rede social corporativa, a gente passou a ter 74% dos colaboradores cadastrados. E também conseguimos trazer essa comunicação em via de mão dupla: o colaborador também fala com a gente, também expõe as atividades que está fazendo, e isso constrói um ambiente muito interessante”, celebrou.

Os Influs, programa de influenciadores internos, apoiaram o crescimento da Coop Conecta.

“Eles nos ajudaram a trazer as pessoas, fazer com que se cadastrassem e se tornassem mais ativas no Conecta. Então, quando temos uma ação ou um evento para postar, a gente traz os Influs para que eles fomentem a ideia no Conecta e nos ajudem a divulgar.”

Falando sobre personalização, Luciana compartilhou um case recente: o aniversário Coop. Para celebrar os 71 anos, a empresa investiu em ações e campanhas comemorativas, incluindo desafios na plataforma de Comunicação Interna.

Um deles foi aumentar o número de colaboradores ativos na plataforma. Inclusive, o colaborador mais ativo (segundo o recurso de ranking que a Dialog tem) ganhará uma moto 0 km.

A iniciativa foi um grande sucesso, registrando 21% no aumento do índice de colaboradores ativos.

Para chegar nesse resultado tão expressivo, a Comunicação Interna desenhou uma campanha, incluindo seus diversos canais e segmentações de público, e começou a alcançá-los a partir dali, entendendo qual ponto de contato era o mais eficaz para que todos estivessem por dentro do que estava acontecendo.

Dito isso, todas as comunicações eram redirecionadas para a Coop Conecta, local onde as informações completas estavam disponíveis. A empresa usa o recurso “base de conhecimento” para centralizar esses dados importantes.

Luciana afirmou que, levando em consideração os 5 níveis de maturidade de Comunicação Interna compartilhados por Elizeo, a Coop se encontra no estágio 2, segmentada por grandes públicos e na adaptação inicial de linguagem e formato.

Os planos da empresa para avançar nessa escala de maturidade é apostar na personalização via Coop Conecta, com a construção de personas e perfis de público, definir tom de voz para cada um deles e coletar feedbacks e dados de consumo.

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Por Marcela Freitas Paes, analista sênior de Marketing (Conteúdo e Redes Sociais) e editora do Dialog Blog.

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